COMPETÊNCIA EM MEDICINA DO SONO

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1 COMPETÊNCIA EM MEDICINA DO SONO I - Objectivo Nos últimos anos a Medicina do Sono tornou-se uma disciplina médica multidisciplinar e interdisciplinar, essencial no diagnóstico e terapêutica das doenças do sono, que tem, como relativamente específico, a necessidade de dominar técnicas laboratoriais complexas. Diagnosticar e tratar os doentes carece pois de formação teórica. prática, técnica, e laboratorial especializada, a qual a não existir abre as portas à má prática médica, e a todos os seus sucedâneos negativos para os doentes, para a saúde pública e para o bom nome da Medicina. Tendo em conta o item anterior a referida especialização deve e tem que estar inserida nas recomendações europeias, que, neste âmbito, são fornecidas pela European Sleep Research Society (ESRS). O objectivo é a certificação de profissionais médicos nesta área. II Normas de Certificação em Medicina do Sono Os procedimentos, requisitos, treinos, conhecimentos e avaliação desta certificação seguem as recomendações da ESRS, estabelecidas por um processo consensual progressivo que se tornou um standard Europeu (Pevernagie et al 2009). Admitem-se no entanto normas transitórias, aplicadas àqueles que desenvolveram trabalho na área, muito antes do estabelecimento da Competência (ponto III deste documento) e normas definitivas para profissionais mais jovens e/ou em formação (ponto IV deste documento). O tempo do processo de avaliação das normas transitórias não pode exceder 6 meses depois de aprovação pela Ordem dos Médicos; o processo de avaliação com as normas definitivas será iniciado após o processo transitório de avaliação. III - Normas transitórias para obtenção da competência em Medicina do Sono Ponto III.1. ACESSO - A medicina do sono é multidisciplinar e abrange competências em diversas disciplinas convencionais. Deve por isso ser acessível a médicos com formação em diversas especialidades. De forma transitória e limitada ao período desta candidatura serão considerados os profissionais em Medicina que têm prática demonstrada ao longo de anos em Medicina do Sono, e que, por isso mesmo são candidatos naturais à Competência em Medicina do Sono. Todos os candidatos que não obedecem a estes critérios devem concorrer no âmbito das normas definitivas. Ponto III.1 CONDIÇÕES GERAIS DE ACESSO Ponto III. 1a. O candidato deve ser licenciado em medicina e ter concluído formação numa especialidade médica.

2 Ponto III. 1b. O candidato deve apresentar a sua candidatura e formulá-la de acordo com os formulários vigentes, apresentando os documentos comprovativos necessários, tal como especificado no documento de candidatura. Ponto III. 1c. O período de candidatura está aberto por 3 meses com fim em 28 de Fevereiro de Ponto III. 1d. O candidato deve especificar qual o ponto ou pontos das habilitações e requisitos considera preencher Ponto III. 1e. O candidato deve apresentar declaração assinada, declarando que todos os documentos apresentados são exatos e verdadeiros. Ponto III.2. HABILITAÇÕES E REQUISITOS São considerados como requisitos suficientes cada um dos pontos abaixo especificados, designadamente: Ponto III.2.a. Ser o responsável por um Laboratório de Sono em instituições públicas, há mais de 5 anos, no qual sejam feitas polissonografias em laboratório e ambulatório (tipo 1, 2 e 3 da AASM), testes de latência múltipla do sono e titulação de PAP e prática documentada em Consulta e em Laboratório de Sono. O candidato deve apresentar a estatística do trabalho desenvolvido em termos de polissonografias, especificando os respectivos tipos, e dos doentes de patologia de sono, especificando os respectivos diagnósticos, observados e seguidos clinicamente. Ponto III.2.b. Ser o responsável por um Laboratório de Sono em instituições privadas, há mais de 5 anos, no qual sejam feitas polissonografias em laboratório e ambulatório (tipo 1, 2 e 3 da AASM), testes de latência múltipla do sono e titulação de PAP, e prática documentada em Consulta e em Laboratório de Sono. O candidato deve apresentar a estatística do trabalho desenvolvido em termos de polissonografias, especificando os respectivos tipos, e dos doentes de patologia de sono, especificando os respectivos diagnósticos, observados e seguidos clinicamente. Ponto III.2.c. Exercer Medicina do Sono há mais de 5 anos, que se distinguirá por ter experiência em Consulta de Distúrbios do Sono, atestada pela instituição em que trabalha e que se traduz em ter observado mais de 500 doentes, com diversas patologias do sono ( a enunciar pelo candidato), ter acompanhado, analisado e/ou redigido mais de 100 relatos de polissonografias tipo I e II, incluindo o teste de latências múltiplas. Ter investigação na área com trabalhos publicados em revistas indexadas. Ter formação comprovada na área e cursos de pós graduação ou equivalentes. O candidato deve apresentar a estatística do trabalho desenvolvido em termos de polissonografias, especificando os respectivos tipos, e dos doentes de patologia de sono, especificando os respectivos diagnósticos, observados e seguidos clinicamente. Ponto III.3.a. Os elementos do júri, sempre que acharem necessário, podem requerer ao candidato ou à instituição onde trabalha, informação que considerem relevante.

3 IV - NORMAS DEFINITIVAS PARA A OBTENÇÃO DE COMPETÊNCIA EM MEDICINA DO SONO Ponto IV. 1. ACESSO - A medicina do sono é multidisciplinar e abrange competências em diversas disciplinas convencionais. Deve por isso ser acessível a médicos com formação em diversas especialidades. Ponto IV.1a. O candidato deve ser licenciado em medicina e ter concluído formação numa especialidade médica. Ponto IV.2. HABILITAÇÕES e REQUISITOS - A certificação confirma a formação científica, a experiência prática clínica e a aptidão técnica assim como a experiência apropriada na área da medicina do sono. O treino prático deve ocorrer num Centro de Medicina do Sono (CMS) acreditado ou equivalente (Pevernagie et al., 2006). Ponto IV.2.a. A habilitação em Medicina do Sono implica a capacidade de entrevistar o paciente correctamente, reconhecer sintomas, escolher os questionários e escalas a utilizar, requisitar os exames laboratoriais adequados e prescrever terapêuticas específicas. Adicionalmente os médicos especialistas devem estar familiarizados com metodologias de investigação. Ponto IV.2.b. Os requisitos de formação prática são os seguintes: o médico especialista, deve concluir um período mínimo equivalente a 12 meses em regime de trabalho a tempo inteiro, num CMS credenciado ou equivalente, com responsabilidades plenas (Pevernagie et al., 2006). Nos casos em que a especialidade oferece formação em medicina do sono, como sub especialidade, e dependendo do grau de exposição, este período pode ser reduzido a um tempo não inferior a 6 meses. Ponto IV.2.c Tanto a experiência teórica como a prática têm indicadores precisos, designadamente: INDICADORES DA EXPERIÊNCIA PRÁTICA PRÉVIA A experiência prática enumerada abaixo é considerada a mínima exigida para a atribuição de competência profissional em Medicina do Sono. Os médicos especialistas devem apresentar uma declaração escrita, elaborada pelo Director do Centro de Medicina do Sono (CMS) onde decorreu a formação, indicando a competência para a realização íntegra e autónoma das seguintes funções: Execução de polissonografia completa (PSG) em 30 pacientes; Estadiamento, interpretação e elaboração de relatório de 100 PSGs, incluindo um espectro de doenças neurológicas, cardiorrespiratória e psiquiátricas em adultos e crianças; Teste de latência múltipla ao sono (MSLT) / Teste de Manutenção de Vigília (TMV) completos em 10 pacientes; Quando aplicável, 50 polissonografias cardiorrespiratórias tipo3 em ambulatório; Interpretação dos questionários relevantes e diários de sono; Familiarização com todas as técnicas executadas pelos técnicos Experiência no tratamento em 100 pacientes com distúrbios sono / vigília, incluindo casos de cada uma das seguintes patologias: distúrbios respiratórios do sono, tratamento dos mesmos com pressão positiva contínua nasal, outros distúrbios intrínsecos do sono e distúrbios do sono secundários a doenças físicas e mentais; INDICADORES DE CONHECIMENTO TEÓRICO

4 Os candidatos à certificação em medicina do sono devem demonstrar conhecimentos dos tópicos seguintes: Bases fisiológicas do sono fisiologia do sono e da vigília em função da idade; regulação do sono em função da idade; modelos de ontogenia e função biológica do sono; actividade electroencefalográfica durante a vigília e o sono e estadiamento do sono; utilidade e limitações das diferentes metodologias para estadiamento do sono; regulação de sistemas funcionais durante o sono: actividade cerebral controlo motor dos músculos esqueléticos sensação actividade do sistema nervoso autónomo função cardíaca e circulatória função respiratória actividade metabólica secreção hormonal termorregulação efeitos da privação de sono aguda e crónica Os processos neuronais durante o sono REM (movimentos oculares rápidos) e não-rem, no início do sono e ao acordar: por exemplo, a actividade reflexa, sonhos clássicos, sonhos vívidos, pesadelos, alucinações hipnagógicas e hipnopômpicas. Aspectos cronobiológicos do sono Ritmo circadiano, relógio biológico, e a sua influência nos ritmos circadianos tal como temperatura e diversas funções fisiológicas; Modelos cronobiológicos da regulação do sono; Variação circadiana do desempenho cognitivo; Variação do cansaço e sonolência durante o dia; Métodos de gravação das variações, dependentes do tempo, da sonolência e alerta; Distúrbios do ritmo circadiano - diagnóstico e tratamento. Procedimentos de diagnóstico e avaliação nos distúrbios do sono Capacidade de executar a história clínica e avaliação psicológica (entrevista e exame); Conhecimento adequado da abordagem diagnóstica das doenças enumeradas na ICSD-2 (Sateia, 2005); Domínio de procedimentos diagnósticos, incluindo: PSG Poligrafia cardiorrespiratória MSLT e MWT Questionários sono/vigília conhecimento básico sobre outros exames de diagnóstico, como por exemplo testes neuropsicológicos.

5 Tratamento dos distúrbios do sono A higiene do sono; Influência da medicação sobre o sono; Tratamento medicamentoso para os distúrbios do sono; Terapia cognitivo-comportamental e outros procedimentos da psicoterapia; CPAP nasal e outros modos de ventilação não-invasiva; Procedimentos cirúrgicos; Próteses de avanço mandibular; Fototerapia. Gestão de um CMS O candidato deve dominar os princípios da gestão de um CMS e estar familiarizado com os requisitos relativos ao pessoal e logística (Pevernagie et al., 2006). Ponto IV.3. EXAME: Após este treino o candidato deve fazer um exame teórico-prático, demonstrando assim a sua competência na área da medicina do sono. Ponto IV.3.a O exame de certificação deve ser concluído no prazo de 3 anos após o período de formação correspondente. O reconhecimento da formação realizada num centro não acreditado será possível enquanto se aguarda a implementação de procedimentos de acreditação para os CMS. No entanto isto será aplicável para um período limitado de tempo e não superior a 5 anos. Ponto IV.3.b Candidatura ao exame medicina do sono: Para se candidatar o requerente deve fornecer à Ordem dos Médicos prova documental a confirmar o cumprimento dos requisitos de qualificação. Os elementos do Comité de Certificação, sempre que acharem necessário, podem requerer ao candidato ou à instituição onde trabalha ou trabalhou, informação que considerem relevante. Ponto IV.3.c O certificado obtido no ponto 3 pretende provar que a pessoa indicada é capaz de efectuar o diagnóstico, diagnóstico diferencial e tratamento das doenças do sono apresentadas na Classificação Internacional de Doenças do Sono (ICSD-2) (Sateia, 2005). Ponto IV.3.d O Comité de Certificação, designado pelo Colégio de subespecialidade, deve ser composto por um presidente e um mínimo de 2 elementos adicionais. A sua composição deve representar diferentes disciplinas médicas na área do sono. Ponto IV.3.e O Comité de Certificação selecciona a data e o local para a realização do exame Ponto IV.3.f. Procedimento e protocolo para o exame: O exame deve avaliar as competências exigidas e os conhecimentos teóricos. O exame consiste de uma parte teórica e outra teóricoprática. Cada parte pode ser concluída de forma independente e os resultados possíveis são apenas dois: aprovação ou reprovação. O relatório do exame, com resultado e assinatura de todos os membros, é obrigatório. O benefício de um exame parcialmente bem sucedido pode ser mantida por um máximo de 3 anos. Ponto IV.3.g O requerente tem o direito de solicitar uma cópia do relatório de exame. Se o candidato não for bem sucedido o exame pode ser repetido duas vezes (total de três tentativas). O Comité de Certificação comunica os resultados ao candidato, no prazo máximo de 4 semanas.

6 Ponto IV.4. CERTIFICAÇÃO: O certificado é emitido pela Ordem dos Médicos. Se o projecto de acreditação tiver a anuência da ESRS, esta informação deve constar no certificado. Ponto IV.4.1 A validade do certificado pode ser limitada no tempo. O prazo de validade deve estar em conformidade com as normas nacionais. Se necessário o indivíduo certificado deve apresentar provas de formação profissional continuada, de forma a acautelar a extensão da certificação.

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