Metabolismo de PROTEÍNAS
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- Raquel Weber Prado
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1 FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Departamento de Educação Física Metabolismo de PROTEÍNAS Disciplina Nutrição aplicada à Educação Física e ao Esporte Prof. Dr. Ismael Forte Freitas Júnior
2 FORMAÇÃO DAS PROTEÍNAS A formação das proteínas ocorre na formação do DNA, cujas diferentes combinações são responsáveis pela codificação dos 20 AA.
3 SÍNTESE PROTÉICA A proteína é formada por AA Um alfabeto de 20 letras (aminoácidos-aa) pode criar um idioma com centenas de palavras(proteínas)
4 SÍNTESE PROTÉICA Uma simples troca de letra (combinação de AA) pode criar uma palavra (proteína) diferente, podendo surgir não só uma proteína diferente, mas uma proteína defeituosa.
5 AA QUE FORMAM AS PROTEÍNAS Glicina Alanina Valina Leucina Isoleucina Prolina Fenilalanina Tirosina Triptofano Serina Treonina Cisteína Metionina Asparagina Glutamina Aspartato Glutamato Lisina Arginina Histidina
6 Polímeros de AA A combinação de dois ou mais AA forma os PEPTÍDIOS A combinação de grande quantidade de AA forma as PROTEÍNAS
7 CARACTERÍSTICA DIVERSIDADE BIOLÓGICA
8 FUNÇÕES Enzimas Hormônios Anticorpos Teia de Aranha Venenos de cobra, escorpião Estruturas celulares
9 FUNÇÕES Enzimas - proteases, lipases, sacarases; Transporte - lipoproteínas, hemoglobina; Armazenamento - caseína, ovoalbumina; Contrátil - actina, miosina;
10 FUNÇÕES Estrutural - cartilagem, tendão, couro, queratina; Defesa - anticorpo, fibrinogênio, veneno de cobra; Reguladora - hormônios (insulina e GH);
11 BALANÇO NITROGENADO POSITIVO crescimento, gravidez, lactação; Anabolismo é maior que o catabolismo
12 BALANÇO NITROGENADO NEGATIVO desnutrição energético-protéica, patologias, algumas cirurgias, stresse; Catabolismo é maior que o anabolismo
13 BALANÇO NITROGENADO NEGATIVO MANIFESTAÇÃO Perda de peso Deficiência no crescimento Fadiga fácil Baixo rendimento físico Diminuição da resistência às infecções Regeneração ou convalescença muito lenta
14 ADAPTAÇÃO AO QUADRO DE DESNUTRIÇÃO PROTÉICO-CALÓRICA Redução da glicemia e AA plasmáticos Redução da secreção de insulina e aumento de glucagon Baixos nível glicêmico provoca gliconeogênese
15 Estrutura Química do AA
16 Estrutura Química do AA amino carboxila H 3 N COO - α Grupos terminais R
17 Estrutura Química do AA amino H 3 N COO - C carboxila α H R Grupos terminais
18 Estrutura Química do AA COO - COO - H 3 N H C 3 N H C H CH 3 CH CH 3 CH 3 alanina valina
19 Degradação Proteica
20 Degradação oxidativa das proteínas Pode ocorrer em 3 situações 1 - Durante a síntese e degradação normais das proteínas celulares (renovação); 2 - Ingestão em excesso de proteínas, elas são catabolizadas; 3 - Estado de jejum prolongado ou diabetes, as proteínas são oxidadas.
21 Dois principais processos na degradação das proteínas 1 Desaminação 2 - Transminação
22 Desaminação oxidativa 1 Processo de catabolismo protéico que remove o grupo amino do glutamato, liberando o esqueleto carbônico. 2 Desta reação sobra: amônia (que entra no ciclo da uréia) e esqueletos carbônicos (que são utilizados como energia)
23 Desaminação oxidativa Retirada do Grupamento Amina H 3 N COO - C CH 2 CH 2 COO - H L-glutamato glutamato Mitocondria desidrogenase + H 2 O 2 α-cetoglutarato COO - C CH 2 CH 2 COO - O + glutaminase Ciclo do Ácido Cítrico NAD(P)H NH 4 amonia NAD(P) Fígado glutamina NH 3 Eliminado
24 Transaminação 1. Conversão de um AA em outro AA 2. A enzima Aminotransferase cataliza a transferência do grupo alfa-amino (NH 3 ) de um AA para um alfacetoácido (por exemplo o piruvato, o oxaloacetato e o alfacetoglutarato) 3. Forma-se, então, um novo AA e um novo cetoácido sem a liberação do grupo amino
25 Degradação dos AA Citosol Mitocôndria Piruvato Acetil CoA Oxaloacetato Citrato Malato Fumarato Succinato Ciclo de Krebs Isocitrato Succinil CoA Alfa-cetoglutarato
26
27
28 Ciclo da URÉIA O ciclo da uréia consiste em uma série de reações enzimáticas que convertem a amônia, liberada durante o catabolismo das proteínas, em uréia. A uréia é o principal dejeto nitrogenado, que é excretada na urina.
29 Amônia
30 recomendações para ingestão de AA FAO/WHO (g/kg peso corporal/dia)
31 RDA x Suplementação RDA p/ adultos 0,8 g/kg/dia Suplementação Ganho de força Hipertrofia Resistência Diminuição de peso 1,2-1,4 g/kg/dia 1,6-1,8 g/kg/dia 1,2-1,4 g/kg/dia 1,4-1,8 g/kg/dia
32 AA como agentes ERGOGÊNICOS
33 Efeitos ergogênicos dos AA AA Cadeia Ramificada BCAA Valina Leucina Isoleucina Diminuição da Fadiga Central Metabolizados no Músculo Hipótese Fornece E diretamente p/ músculo Aumenta a relação trpl/bcaa Aumenta cognição em Atletas Diminui a percepção de esforço
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