DIGESTÃO E ABSORÇÃO DAS PROTEÍNAS
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- Adelino Carvalho Madureira
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1 DIGESTÃO E ABSORÇÃO DAS PROTEÍNAS 1
2 Fenilalanina Valina Aa essenciais Treonina Triptofano Isoleucina Metionina Histidina Lisina Arginina Leucina PROTEÍNAS Alanina Asparagina Aspartato Cisteína Glutamato Glutamina Glicina Prolina Serina Tirosina Aa não-essenciais 2
3 NÃO-ESSENCIAIS Classificação dos aminoácidos Glicogênicos Alanina Asparagina Aspartato Cisteína Glutamato Glutamina Glicina Prolina Serina Arginina Histidina Metionina Treonina Valina Glico e cetogênicos Tirosina Isoleucina Fenilalanina Triptofano Lisina Cetogênicos Leucina Lisina (estudos com animais indicam que é glico e cetogênico) 3
4 Grupos Gerais das Proteínas de Membrana Estruturais Motoras Nucleoproteínas Reserva PROTEÍNAS Hormonais Enzimas Transporte Anticorpos 4
5 CONTEÚDO PROTÉICO DOS ALIMENTOS Alimento Teor de proteína (g/100g da alimento) Carne bovina 27 Queijo 27 Peixe 22 Carne de frango 22 Ovo 13 Feijão 6 Arroz 2 Laranja 1 Maçã 0,2 5
6 Digestão das Proteínas Absorção dos Aminoácidos 6
7 Síntese das enzimas Estômago Pâncreas Intestino Delgado ZIMOGÊNIOS Ativação ENZIMAS ATIVAS 7
8 Processo de digestão das proteínas Pró-enzimas zimogênios Enzimas Ativas Proteínas Aminoácidos Livres Absorvidos 8
9 CAVIDADE ORAL Físico Químico 9
10 ESÔFAGO Deglutição Etapa voluntária Etapa involuntária 10
11 Digestão de proteínas Estômago Gastrina Estimula a secreção de HCl e pepsinogênio Pepsinogênio H + ph~2 Pepsina Digestão gástrica gera polipeptídios e peptídeos Importante função no estímulo para iniciação da fase pancreática da digestão das proteínas Liberação de colecistocinina e secretina 11
12 PÂNCREAS 12
13 DIGESTÃO DOS CARBOIDRATOS Intestino Delgado Superior Células endócrinas Colecistocinina (CCK) Secretina motilidade estomacal Secreção da Enteroquinase Secreção das enzimas pancreáticas Secreção do bicarbonato 13
14 Digestão de proteínas Ativação dos zimogênios Tripsinogênio Enteroquinase Tripsina Quimiotripsinogênio Tripsina Quimiotripsina Pró-elastase Pró-carboxipeptidases Tripsina Tripsina Elastase Carboxipeptidases Aminopeptidases (Membrana em borda de escova) Peptidases intracelulares Di e tripeptidases Sintetizadas na forma ativa 14
15 Digestão Proteínas da dieta Lúmen Intestinal Enterócito Capilares Aminoácidos 40% + Dipeptídios Tripeptídios 60% aa aa Dipeptidases Tripeptidase Aminoácidos Somente fetos e recém-nascidos são capazes de captar algumas proteínas sem digestão prévia (por pinocitose). Imunoglobulinas do colostro do leite são absorvidas intactas fornecendo imunidade passiva. Fato sem importância em termos nutricionais 15
16 Colecistocinina Gastrina HCl - Pepsinogênio Pepsina Secretina Polipeptídeos Peptídeos Proteína Bicarbonato Tripsinogênio Quimiotripsinogênio Procarboxipeptidase Pro-elastase Secreção Pancreática Pâncreas Enteroquinase Tripsina Quimiotripsina Carboxipeptidase Polipeptídeos Elastase Ducto toráxico Veia Porta Tripeptídeos Célula Endotelial Dipeptídeo Aa 16
17 Proteína Corporal g/dia Proteínas da dieta ~0,8 g/kg de peso/dia Síntese de aminoácidos nãoessenciais Síntese de proteínas corporais g/dia POOL DE AMINOÁCIDOS Síntese de compostos nitrogenados 30 g/dia Cadeia Carbonada Glicose Glicogênio CO 2 + H 2 O Corpos Cetônicos Ácidos Graxos 17
18 Reações Gerais dos Aminoácidos 18
19 Desaminação 19
20 DESAMINAÇÃO DOS AMINOÁCIDOS COO - amônia + H 3 N C H -cetoácidos NH 4 + R aminoácidos O COO - C R 20
21 Transaminação 21
22 Transaminação dos aminoácidos Transaminação Desaminação oxidativa Amônia, Uréia 22
23 Desaminação O alfa-cetoácido produzido por esse processo pode sofrer vários tipos reações : Pode sofrer catabolismo, para gerar gás carbônico, água e energia no ciclo de Krebs; Pode ser convertido em glicose ou em gorduras; Pode se convertido em um Aa diferente por transaminação; 23
24 Desaminação O catabolismo dos alfa-cetoácidos convergem para formar sete produtos: Oxalacetato Alfa-cetoglutarato Piruvato Fumarato Acetil-CoA Acetoacetil-CoA Succinil-CoA 24
25 DESTINO DO ESQUELETO CARBONADO DOS AMINOACIDOS 25
26 CICLO DA URÉIA 2 NH 3 + CO 2 NH 2 CONH 2 + H 2 O Amônia uréia água 26
27 NH 3 AMINOÁCIDO Cadeia carbonada Degradação de aminoácidos uréia Ciclo da uréia Glicose (gliconeogênese) Acetil-CoA piruvato Corpos cetônicos Acetil-CoA Síntese de ácidos graxos Intermediários do ciclo de Krebs Cadeia respiratória CO 2 + H 2 O + ATP + calor Visão geral do catabolismo de aminoácidos: o grupo amino é removido e incorporado na uréia para posterior eliminação. A cadeia carbônica remanescente ( -cetoácido) pode ser oxidada até CO 2 e H 2 O ou convertida a piruvato (o qual pode ser convertido a glicose através da gliconeogênese), a Acetil-CoA (cujo excesso pode ser convertido a corpos cetônicos ou síntese de ácidos graxos) e intermediários 27 do ciclo de Krebs (oxaloacetato, -cetoglutarato, succinil-coa e fumarato)
28 BIBLIOGRAFIA GUYTON & HALL. Tratado de Fisiologia Médica. 11ª. Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006, cap. 26. WIDMAIER, RAFF & STRANG. Fisiologia Humana. 9ª. Edição. Rio dejaneiro: Medsi-Guanabara, 2006, cap. 14. MARZZOCO, A.Bioquímica Básica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, ALBERT, LEHNINGER. Lehninger: principios de bioquímica. 3 ed. São Paulo: Sarvier,
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