METABOLISMO DE PROTEÍNAS
|
|
|
- Afonso Festas Sabrosa
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 METABOLISMO DE PROTEÍNAS
2 Hidrólise das proteínas da dieta e absorção dos aminoácidos livres Tripsina Quimiotripsina Carboxipeptidase Aminopeptidase As proteínas ingeridas na dieta são hidrolisadas por proteases digestivas (pepsina, tripsina, quimotripsina, etc.) até aminoácidos.
3 Pool de aminoácidos em equilíbrio dinâmico com proteínas de tecidos Proteínas da dieta Síntese de: purinas pirimidinas neurotransmissores glucose ~ 30 g / dia Pool de amino ácidos ~ 300 g / dia Proteínas de tecidos Ureia (urina)
4 Aminoácidos Essenciais Não essenciais arginina 1 fenilalanina histidina isoleucina leucina lisina metionina treonina triptofano valina alanina aspartato asparagina cisteína glutamato glutamina glicina prolina serina tirosina 1 apenas durante períodos de crescimento rápido ou doença
5 Biossíntese de aminoácidos não essenciais Os esqueletos carbonados vêem de intermediários da glicólise, da via das pentose-fosfato ou do ciclo de Krebs
6 Os aminoácidos glutamato e glutamina são sintetizados por assimilação de NH 4 + -cetoglutarato glutamato desidrogenase NH 4+ + NADPH H 2 O + NADP + glutamato glutamina sintetase NH ATP ADP + P i glutamina O glutamato é sintetizado a partir de NH 4+ glutamato desidrogenase e -cetoglutarato pela enzima A glutamina é sintetizada a partir de NH 4+ e glutamato pela enzima glutamina sintetase
7 Os aminoácidos alanina e aspartato são sintetizados por reacções de transaminação transferência de um grupo amina de um aminoácido para um cetoácido glutamato -cetoglutarato piruvato alanina transaminase alanina glutamato -cetoglutarato oxaloacetato aspartato transaminase aspartato A asparagina é formada por aminação do aspartato Aspartato + NH 4+ + ATP Asparagina + AMP + PP i + H + A tirosina é sintetizada por hidroxilação da fenilalanina pela fenilalanina hidroxilase Fenilalanina + O 2 + NADPH Tirosina + NADP + + H 2 O NOTA: A tirosina é um a.a. essencial em pessoas com carência em fenilalanina hidroxilase (fenilcetonúria) acumulação de fenilactato e fenilpiruvato e deficiência de tirosina
8 Degradação de aminoácidos Os aminoácidos que excedem as necessidades da síntese proteica não podem ser armazenadas (ao contrário dos ácidos gordos e glicose) e não são excretados O esqueleto carbónico é convertido em intermediários metabólicos. O grupo amina é utilizado para síntese de aminas biológicas e o excesso excretado sob a forma de ureia (em mamíferos). CATABOLISMO DE AMINOÁCIDOS 1) TRANSAMINAÇÃO 2) DESAMINAÇÃO OXIDATIVA
9 1) TRANSAMINAÇÃO Reacção de transferência de um grupo amina de um aminoácido para um cetoácido catalisada por transaminases ou aminotransferases Transaminases: Existem em elevada quantidade no músculo e no fígado actividade facilmente quantificada interesse clínico: concentração sérica proporcional ao grau de lesão do fígado (muito rico em transaminases) usadas para síntese / degradação de aminoácidos durante a degradação de aminoácidos, os grupos amino são transferidos para o -cetoglutarato
10 Transaminação de aminoácidos PLP = piridoxal fosfato (derivado da vitamina B6): necessário para a actividade da enzima Exs: alanina + -cetoglutarato alanina transaminase piruvato + glutamato aspartato + -cetoglutarato aspartato transaminase oxaloacetato + glutamato Alanina transaminase ou alanina aminotransferase catalisa a transferência do grupo amina da alanina para o -cetoglutarato Aspartato transaminase ou aspartato aminotransferase catalisa a transferência do grupo amina do aspartato para o -cetoglutarato
11 2) DESAMINAÇÃO OXIDATIVA DO GLUTAMATO CICLO DA UREIA Local: mitocôndria Níveis energéticos baixos Glu desidrogenase fornece -KG para ciclo de Krebs
12 Transaminação Desaminação oxidativa (mamíferos) Pássaros grupo amina excretado sob a forma de ácido úrico Peixes Grupo amina excretado sob a forma de ião amónio
13 CICLO DA UREIA Um átomo de N vem do ião amónio O outro átomo de N vem do aspartato HEPATÓCITOS 2 reacções na mitocôndria 3 reacções no citosol Dieta rica em proteínas Jejum prolongado UREIA
14 Transporte de azoto inter-órgãos a seguir a proteólise muscular: A ureia é excretada pelos rins. A glutamina é transportada para o rim e aí por acção da glutaminase origina glutamato e amónia. O glutamato pode ser utilizado para gluconeogénese. RIM
15 Amónia é extremamente tóxica Provoca tremores Afecta fala/visão Provoca danos cerebrais irreversíveis Toxicidade da amónia cérebro e SNC -cetoglutarato NADH NAD + GDH glutamato NH 4 + NH 4 + glutamina -cetoglutarato NADH/NAD + glutamina ciclo de Krebs ATP danos (mec. desconhecido) ATP glutamato ( GABA - neurotransmissor) NH 4+ - Alteração do ph
16 DEFEITOS ENZIMÁTICOS DO CICLO DA UREIA CAUSAM HIPERAMONÉMIA E PODEM PROVOCAR LESÕES CEREBRAIS Interrupção do ciclo da ureia provoca sintomas graves como atraso mental, coma e morte prematura Deficiência na enzima N-acetilglutamato sintetase I também provoca os mesmos sintomas ( N-acetilglutamato activador da carbamoil fosfato sintetase) É verificada hiperamonémia e hiperaminoacidémia. O tratamento consiste numa dieta pobre em proteínas (mas contendo os aa essenciais) e suplementos do substrato em falta Deficiência em ornitina transcarbamoilase (deficiência mais comum, acumulação de ácido orótico) HCO 3 - NH 4 + carbamoil fosfato ácido orótico ornitina citrulina pirimidinas
17 Correlação de todos os defeitos enzimáticos do ciclo da ureia A amónia acumula-se no sangue Intoxicação por amónia Danos cerebrais, coma, morte: falta de ATP Defeitos neurológicos: no cérebro a amónia combina-se com o -cetoglutarato, o que leva à queda dos níveis de oxaloacetato e à paragem do ciclo de Krebs resultando em danos celulares irreversíveis O glutamato formado combina-se com a amónia levando à formação de glutamina e ao esgotamento do glutamato necessário à formação de GABA (neurotransmissor)
18 Tratamento de doenças genéticas apresentando deficiências em enzimas do ciclo da ureia Limitar a ingestão de proteínas Dieta pobre em proteínas: Substituir com cetoácidos que são transaminados in vivo, refeições ligeiras frequentes Remover o excesso de amónia Utilização de antibióticos que actuam contra bactérias produtoras de amónia, administração de benzoato de sódio Reposição dos intermediários do ciclo em falta Suplemento de arginina ou citrulina
19 OS ESQUELETOS CARBONADOS DOS 20 AMINOÁCIDOS SÃO DESVIADOS PARA 7 MOLÉCULAS: aminoácidos puramente cetogénicos: leucina, lisina aminoácidos cetogénicos e gluconeogénicos: isoleucina, fenilalanina, triptofano, tirosina aminoácidos puramente gluconeogénicos: restantes 14 aminoácidos
20 FFA CICLO DA ALANINA
21 Metabolismo de amino ácidos: estado alimentado excesso de aminoácidos ATP glicogénio ácidos gordos
22 Metabolismo de amino ácidos: jejum cortisol + mobilização de amino ácidos dos músculos
23
24
25 OS AMINOÁCIDOS SÃO PRECURSORES DE MUITAS BIOMOLÉCULAS (Para além de péptidos e proteínas, são precursores de biomoléculas como purinas, pirimidinas, esfingosina, histamina (vasodilatador), epinefrina (hormona), melanina, serotonina (neurotransmissor), acetilcolina (neurotransmissor), GABA (neurotransmissor), NAD +... EXS. glutamato -aminobutirato (GABA) triptofano tirosina CO 2 CO 2 serotonina LSD compete com serotonina hormonas da tiróide (T3/T4) histidina glutamato + cisteína + glicina histamina CO 2 Vasodilatador libertado na resposta alérgica glutationa Protege os eritrócitos de danos oxidativos glicina + arginina creatina fosfocreatina serina acetilcolina
26 Síntese de catecolaminas e melanina tirosina hidroxilase (BH 4 ) tirosina tirosinase O 2 H 2 O melanina DOPA dopamina dopamina hidroxilase (ascorbato) O 2 H 2 O norepinefrina epinefrina
27 Metabolismo do heme Síntese do heme Hepatócitos (cit. P450, citocromos) células eritróides (hemoglobina) 85 % da síntese PORFIRIAS (congénitas ou adquiridas) Defeitos na biossíntese do heme (fígado ou células eritróides) Acumulação de porfirina e/ou precursores. * Porfirinas ou precursores são excretadas na urina e acumulam-se na pele e/ou nos dentes: urina vermelha, depósitos nos dentes vermelho-acastanhados, fotossensibilidade, úlceras, cicatrizes, aumento do crescimento capilar * Exposição à luz produção de espécies reactivas de oxigénio
28 Degradação do heme Ferro é reciclado Eritrócitos: ~120 dias de vida São removidos da circulação e os seus componentes degradados A apoproteína é hidrolisada aos aminoácidos constituintes O grupo prostético heme é também degradado (verde) (amarelo-alaranjado) A alteração da cor num hematoma degradação do heme (manifestação visível)
29 Bilirrubina: Lipofílica Transportada para o fígado complexada com albumina Conjugada no fígado com glicoronato Derivados conjugados da bilirrubina secretados na bílis e degradados no intestino a urobilinogénio: Urobilinogénio é convertido em stercobilina, pigmento vermelhoacastanhado (maior pigmento das fezes) e a urobilina, pigmento amarelo (excretado na urina) Icterícia Quantidade excessiva de bilirrubina no sangue (insolúvel) Deposição Coloração de pele e olhos (amarelos) Comum em recém-nascidos (têm deficiência numa enzima que degrada a bilirrubina tratamento com uma luz fluorescente que converte a bilirrubina em isómeros mais solúveis que são excretados) Provocada por degradação excessiva de eritrócitos, por disfunção hepática ou por obstrução biliar (medida da proporção conjugada/ não conjugada pode esclarecer a causa) Acumulação de bilirrubina pode provocar encefolopatia
30 Doenças genéticas associadas ao metabolismo de a.a. Fenilalanina Tirosina homogentisato fumarato + acetoacetato 1 2 Fenilcetonúria deficiência em fenilalanina hidroxilase (1) sintomas neurológicos graves baixo QI Acumulação de fenilalanina fenilcetoácidos Deficiência em tirosina dopamina, catecolaminas, melanina (hipopigmentação) Dieta: fenilalanina, ingestão de tirosina Alcaptonúria deficiência em homogentisato oxidase (2) Acumulação de homogentisato, que é excretado na urina (fica escura devido à oxidação do homogentisato). O homogentisato deposita-se nas cartilagens e e tecidos conjuntivos levando a danos nos ligamentos e a artrite.
31 Albinismo Doença de Parkinson Deficiência em tirosinase tirosina melanina tirosinase Deficiência na síntese de dopaminas hipopigmentação susceptibilidade queimaduras solares cancro de pele tirosina L-DOPA Tirosina hidroxilase Dopamina Tratamento L-DOPA
32 Dieta rica em proteínas ou uma situação de jejum UREIA. PORQUÊ?
33 Doenças hepáticas podem provocar hiperamonémia. Sabem porquê?
34 1 Uma alta concentração de ião amónia pode levar a uma diminuição da taxa de síntese de ATP mitocondrial. a) Justifique. b) De onde provêm estes iões e qual o seu destino em condições normais? 2.Piruvato e alanina são componentes de um ciclo que envolve: a) gluconeogénese hepática e renal b) gluconeogénese hepática e transporte do azoto muscular para o fígado sob a forma de alanina c) transporte de alanina para o músculo para fornecer piruvato d) produção de alanina para uso na síntese proteica na maioria dos tecidos periféricos 3- Uma criança do sexo masculino nasceu após uma gravidez normal, mas depois de nascer não se desenvolveu normalmente. Aos 10 anos, ele era incapaz de se alimentar sozinho, apenas pronunciava algumas palavras, e tinha movimentos involuntários de membros. O seu QI era 65. Ele tinha olhos e pele claros, e o seu cabelo era branco em alguns locais. Essa criança provavelmente sofre de, uma doença caracterizada por uma deficiência na enzima, responsável pela conversão de em tirosina. A tirosina é um aminoácido precursor de, o que justifica a falta de pigmentação da pele e dos olhos, e de, o que justifica o aparecimento do atraso mental na criança. Se o problema tivesse sido diagnosticado à nascença, poder-se-ia ter optado pelo uso de uma dieta pobre em e suplementada com, de modo a assegurar um desenvolvimento normal. 4- O grupo heme é um grupo prostético existente em proteínas como, ou. Tem na sua composição um átomo de que permite a ligação ao oxigénio, quando se encontra no estado (reduzido/oxidado). A degradação do grupo heme origina produtos pigmentados como e. As células/tecidos que apresentam maior taxa de síntese do gupo heme são e.
35 5. As transaminases transformam aminoácidos em: a) ácidos gordos b) -cetoácidos c) ácido úrico d) ureia e) amoníaco 6. V/F O -cetoglutarato pode ser produzido a partir de um aminoácido por acção de uma transaminase os grupos amina entram no ciclo da ureia são provenientes do ião amónio e do oxaloacetato Na conversão do grupo amina de varios aminoácidos em ureia ocorre transaminação e desaminação oxidativa Um paciente encontra-se em balaço negativo de azoto sempre que a quantidade de azoto excretada na urina, fezes e suor é menor do que a quantidade de azoto ingerida A proteína muscular é uma fonte possível de glucose. Um indivíduo com doença hepática apresenta acumulação de amónia no sangue 7- A proteínas ingeridas em excesso: a) São eliminadas já que não existe reserva de proteína ao contrário do que acontece para os hidratos de carbono e lípidos. b) São armazenadas numa reserva de proteínas tal como acontece para os hidratos de carbono e lípidos. c) São convertidos sempre em proteína activa ( ex: proteína muscular, enzimas, hormonas...) mesmo que em excesso. d) Nenhuma das opções está correcta-
Gliconeogênese. Gliconeogênese. Órgãos e gliconeogênese. Fontes de Glicose. Gliconeogênese. Gliconeogênese Metabolismo dos aminoácidos Ciclo da Uréia
Gliconeogênese Metabolismo dos aminoácidos Ciclo da Uréia Gliconeogênese Alexandre Havt Gliconeogênese Fontes de Energia para as Células Definição Via anabólica que ocorre no fígado e, excepcionalmente
Catabolismo de Aminoácidos em Mamíferos
Catabolismo de Aminoácidos em Mamíferos O grupo amino e o esqueleto de carbono seguem vias separadas. A amônia é tóxica para os animais As bases moleculares não são totalmente esclarecidas Em humanos,
Carla Bittar Bioquímica e Metabolismo Animal
Carla Bittar Bioquímica e Metabolismo Animal Biosfera rica em N2 Microrganismos reduzem N2 formando NH3 Plantas e microrganismos absorvem NH3 e NO3- para síntese de biomoléculas Animais dependem da dieta
METABOLISMO DOS AMINOÁCIDOS. Prof. Henning Ulrich
METABOLISMO DOS AMINOÁCIDOS Prof. Henning Ulrich CATABOLISMO DOS AMINOÁCIDOS EM MAMÍFEROS CATABOLISMO DOS GRUPOS AMINO CATABOLISMO DOS GRUPOS AMINO PORÇÃO DO TRATO DIGESTIVO HUMANO TRANSAMINAÇÕES CATALISADAS
METABOLISMO DOS AMINOÁCIDOS. Prof. Henning Ulrich
METABOLISMO DOS AMINOÁCIDOS Prof. Henning Ulrich CATABOLISMO DOS AMINOÁCIDOS EM MAMÍFEROS CATABOLISMO DOS GRUPOS AMINO CATABOLISMO DOS GRUPOS AMINO PORÇÃO DO TRATO DIGESTIVO HUMANO TRANSAMINAÇÕES CATALISADAS
METABOLISMO DOS AMINOÁCIDOS. Prof. Henning Ulrich
METABOLISMO DOS AMINOÁCIDOS Prof. Henning Ulrich CATABOLISMO DOS AMINOÁCIDOS EM MAMÍFEROS CATABOLISMO DOS GRUPOS AMINO CATABOLISMO DOS GRUPOS AMINO PORÇÃO DO TRATO DIGESTIVO HUMANO TRANSAMINAÇÕES CATALISADAS
O nitrogênio molecular ( N 2 ) abundante na atmosfera
O nitrogênio molecular ( N 2 ) abundante na atmosfera Para ser utilizado pelos animais, ele precisa ser fixado reduzido de N 2 para NH 3 (amônia) (microorganismos, plantas, descargas elétricas) Fixação
METABOLISMO DOS AMINOÁCIDOS
METABOLISMO DOS AMINOÁCIDOS As proteínas ingeridas na dieta são degradadas por enzimas digestivas (pepsina, tripsina, quimotripsina, etc.) até aminoácidos Os aminoácidos são absorvidos pela mucosa intestinal,
OXIDAÇÃO DOS AMINOÁCIDOS E PRODUÇÃO DE URÉIA
Universidade Federal de Pelotas Programa de Pós-Graduação em Veterinária Disciplina de Doenças metabólicas OXIDAÇÃO DOS AMINOÁCIDOS E PRODUÇÃO DE URÉIA Doutoranda Lourdes Caruccio Hirschmann Orientador:
OXIDAÇÃO DOS AMINOÁCIDOS E PRODUÇÃO DE UREIA
OXIDAÇÃO DOS AMINOÁCIDOS E PRODUÇÃO DE UREIA Os aminoácidos são a última classe de moléculas que pela sua degradação oxidativa dão uma contribuição significativa para a produção de energia metabólica.
Metabolismo de PROTEÍNAS
FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Departamento de Educação Física Metabolismo de PROTEÍNAS Disciplina Nutrição aplicada à Educação Física e ao Esporte Prof. Dr. Ismael Forte Freitas Júnior FORMAÇÃO DAS
Me. Aylan Kener Meneghine Doutorando em Microbiologia Agropecuária
Me. Aylan Kener Meneghine Doutorando em Microbiologia Agropecuária Setembro - 2013 O ciclo de energia nos seres vivos... Como ocorre a produção de ATP pela oxidação dos diferentes compostos? A oxidação
CICLO DE KREBS. Em condições aeróbias: mitocôndria. citosol. Glicólise. ciclo de Krebs. 2 piruvato. 2 Acetil CoA. Fosforilação oxidativa
CICLO DE KREBS Em condições aeróbias: citosol mitocôndria Glicólise Acetil CoA ciclo de Krebs Fosforilação oxidativa CICLO DE KREBS OU CICLO DOS ÁCIDOS TRICARBOXÍLICOS Ligação entre a glicólise e o ciclo
Metabolismo de Proteínas. Tiago Fernandes 2014
Metabolismo de Proteínas Tiago Fernandes 2014 Proteínas (do grego de primordial importância ) - aa acoplados formam proteínas. - 10 a 12 kg de proteína em um adulto saudável - maior proporção no músculo
METABOLISMO DE CARBOIDRATOS METABOLISMO DOS LIPÍDIOS METABOLISMO DE PROTEÍNAS
METABOLISMO DE CARBOIDRATOS METABOLISMO DOS LIPÍDIOS METABOLISMO DE PROTEÍNAS METABOLISMO DE CARBOIDRATOS GLICÓLISE Transporte da Glicose para dentro das Células: Glicose não difunde diretamente para
METABOLISMO DOS AMINOÁCIDOS. %20proteinas%20e%20excrecao%20nitrogenio.
METABOLISMO DOS AMINOÁCIDOS http://docentes.esalq.usp.br/luagallo/bioquimica%20dinamica/degradacao %20proteinas%20e%20excrecao%20nitrogenio.pdf As proteínas ingeridas na dieta são degradadas por enzimas
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS ENGENHARIA DE PESCA DISCIPLINA: BIOQUÍMICA AMINOÁCIDOS II SÍNTESE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS ENGENHARIA DE PESCA DISCIPLINA: BIOQUÍMICA AMINOÁCIDOS II SÍNTESE Dra. Talita Espósito BIOSSINTESE DE AA amônia + H 3 N COO - C H Esqueleto carbônico NH 4 + R COO - aminoácidos
objetivo Ciclo da uréia Pré-requisito Ao final desta aula, você deverá ser capaz de: Entender as etapas de formação da uréia.
Ciclo da uréia A U L A 18 objetivo Ao final desta aula, você deverá ser capaz de: Entender as etapas de formação da uréia. Pré-requisito Conhecimentos adquiridos na Aula 17. BIOQUÍMICA II Ciclo da uréia
QBQ 0230 Bioquímica. Carlos Hotta. Metabolismo de aminoácidos 10/11/17
QBQ 0230 Bioquímica Carlos Hotta Metabolismo de aminoácidos 10/11/17 Estrutura geral dos aminoácidos Aminoácidos são a unidade básica das proteínas -> heteropolímeros lineares de aminoácidos 20 aminoácidos
Metabolismo de aminoácidos de proteínas
Metabolismo de aminoácidos de proteínas Profa Dra Mônica Santos de Freitas 12.09.2012 1 transporte DE AMINOÁCIDOS DENTRO DA CÉLULA O metabolismo de aminoácidos ocorre dentro da célula; A concentração intracelular
Metabolismo do azoto dos aminoácidos e ciclo da ureia
Metabolismo do azoto dos aminoácidos e ciclo da ureia 1- Os aminoácidos existentes no sangue e nas células resultam da hidrólise das proteínas endógenas ou das proteínas da dieta. A maior parte dos aminoácidos
Metabolismo de Aminoácidos. Degradação de Proteínas a Aminoácidos. Degradação de Proteínas e Aminoácidos. - glicemia = de glucagon e TNF
Metabolismo de Aminoácidos Degradação de Proteínas e Aminoácidos - Degradação de aminoácidos em excesso na alimentação - Absorção pelo fígado, retirada grupo amino - Degradação espontânea de proteínas
Catabolismo dos aminoácidos 1
Catabolismo dos aminoácidos 1 1- No decurso do seu catabolismo os aminoácidos perdem os seus átomos de azoto que, na sua maioria, são incorporados na ureia e excretados na urina. Uma parte importante também
SÍNTESE DOS AMINOÁCIDOS. Prof. Henning Ulrich
SÍNTESE DOS AMINOÁCIDOS Prof. Henning Ulrich CATABOLISMO DOS AMINOÁCIDOS EM MAMÍFEROS TRANSAMINAÇÕES CATALISADAS POR ENZIMAS Em muitas reações das aminotransferases, o -cetoglutarato é o receptor do grupo
DIGESTÃO E ABSORÇÃO DAS PROTEÍNAS
DIGESTÃO E ABSORÇÃO DAS PROTEÍNAS 1 Fenilalanina Valina Aa essenciais Treonina Triptofano Isoleucina Metionina Histidina Lisina Arginina Leucina PROTEÍNAS Alanina Asparagina Aspartato Cisteína Glutamato
Catabolismode aminoácidos. Aula anterior...
Catabolismode aminoácidos Aula anterior... Metabolismo de aminoácidos Catabolismo de aminoácidos Aminotransferases Desaminação oxidativa do glutamato glutamato desidrogenase Papel da glutamina Papel da
Professor Antônio Ruas
Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Componente curricular: BIOLOGIA GERAL Aula 4 Professor Antônio Ruas 1. Temas: Macromoléculas celulares Produção
Metabolismo e Regulação
Metabolismo e Regulação PROBLEMAS - Série 4 Perguntas de Exames Tipo Soluções Licenciatura em Bioquímica Licenciatura em Biologia Celular e Molecular Licenciatura em Química Aplicada 2010/2011 1 Perguntas
Aminoácidos e proteínas Metabolismo
Aminoácidos e proteínas Metabolismo Rota metabólica dos AA Origem dos AA circulantes; Dieta: classificação dos AA Transaminação Destino dos AA; Degradação 1 Stollet al (2006) Partição aminoácidos Biossíntese
Professor Antônio Ruas
Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Componente curricular: BIOLOGIA GERAL Aula 4 Professor Antônio Ruas 1. Temas: Macromoléculas celulares Produção
METABOLISMO DAS PROTEÍNAS. Bioquímica Básica Ciências Biológicas 3º período Cátia Capeletto
METABOLISMO DAS PROTEÍNAS Bioquímica Básica Ciências Biológicas 3º período Cátia Capeletto Aminoácido Os aminoácidos livres são obtidos da degradação da proteína da dieta, da renovação constante das proteínas
Catabolismo dos aminoácidos 1
Catabolismo dos aminoácidos; Rui Fontes Catabolismo dos aminoácidos 1 1- No decurso do seu catabolismo os aminoácidos perdem os seus átomos de azoto que, na sua maioria, são incorporados na ureia e excretados
Metabolismo de aminoácidos de proteínas. Profa Dra Mônica Santos de Freitas
Metabolismo de aminoácidos de proteínas Profa Dra Mônica Santos de Freitas 16.05.2011 1 Introdução As proteínas são a segunda maior fonte de estocagem de energia no corpo; O maior estoque de proteínas
Rafael Mesquita. Aminoácidos
Aminoácidos As Proteínas são polímeros de Aminoácidos Os Aminoácidos apresentam pelo menos um grupo carboxílico e um grupo amino Aminoácidos têm como fórmula geral COOH + H 3 N - C - H R Aminoácidos constituintes
Bioquímica Metabólica
Bioquímica 2 Biossíntese dos aminoácidos e proteínas Todos os aminoácidos são derivados da glicólise, do ciclo do ácido cítrico, ou das vias das pentoses fosfatos. Mas como o nitrogênio entra nessas moléculas?
30/05/2017. Metabolismo: soma de todas as transformações químicas que ocorrem em uma célula ou organismo por meio de reações catalisadas por enzimas
Metabolismo: soma de todas as transformações químicas que ocorrem em uma célula ou organismo por meio de reações catalisadas por enzimas Metabolismo energético: vias metabólicas de fornecimento de energia
Alterações do metabolismo dos aminoácidos e ciclo da ureia
BIOQUÍMICA II Ensino teórico - 1º ano Mestrado Integrado em Medicina 2010/2011 SO6 Avaliação Formativa Alterações do metabolismo dos aminoácidos e ciclo da ureia 23-Mar-2011 QUESTÕES: Q1. A fenilalanina
Faculdade Anhanguera Curso de Graduação em Educação Física
Faculdade Anhanguera Curso de Graduação em Educação Física Profa. Dra. Amabile Vessoni Arias E-mail: [email protected] 2016-2 Mês de agosto Conteúdo 9 Unidade 1 16 Unidade 1 23 Unidade 1 30
Profa. Alessandra Barone
Profa. Alessandra Barone www.profbio.com.br São compostos orgânicos que apresentam em sua estrutura molecular um grupo funcional amino(nh2) e uma carboxila terminal (COOH) Conforme ligação do grupo amina
Universidade Federal do Pampa Campus Itaqui Bioquímica GLICONEOGÊNESE. Profa. Dra. Marina Prigol
Universidade Federal do Pampa Campus Itaqui Bioquímica GLICONEOGÊNESE Profa. Dra. Marina Prigol GLICONEOGÊNESE PROCESSO DE SÍNTESE DE GLICOSE A PARTIR DE COMPOSTOS NÃO GLICÍDICOS OCORRÊNCIA: Citosol do
2. Metabolismo de Prótidos
2. Metabolismo de Prótidos 2.1. Aminoácidos O transporte de aminoácidos é activo e faz-se juntamente com o sódio (Na + ), utilizando proteínas transportadoras. Os aminoácidos, são geralmente transportados
Metabolismo dos aminoácidos Utilização de aminoácidos na síntese de compostos não proteícos:
BIOQUÍMICA Ensino teórico - 1º ano Mestrado Integrado em Medicina 2010/2011 24ª aula teórica Metabolismo dos aminoácidos Utilização de aminoácidos na síntese de compostos não proteícos: - Aminas biogénicas
Unidade 5 - METABOLISMO DE PROTEÍNAS Noções de digestão de proteínas e absorção de aminoácidos
Unidade 5 - METABOLISMO DE PROTEÍNAS Noções de digestão de proteínas e absorção de aminoácidos Digestão de Proteínas nos Monogástricos -Estômago: suco gástrico (HCl e pepsinogênio) HCl é diluído (ph 2-3),
Corpos cetônicos. Quais são? A partir de qual composto se formam? Como se formam? Quando se formam? Efeitos de corpos cetônicos elevados?
Corpos cetônicos Quais são? A partir de qual composto se formam? Como se formam? Quando se formam? Efeitos de corpos cetônicos elevados? Importante saber!!!!!!!!!!!! A partir de qual composto se formam?
Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. [email protected]
Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo [email protected] como os demais compostos constituintes de um organismo não são permanentes, estando em contínua DEGRADAÇÃO e SÍNTESE. Proteína Meia-vida Estima-se
MANUAL DA DISCIPLINA DE BIOQUÍMICA CURSO DE FISIOTERAPIA
MANUAL DA DISCIPLINA DE BIOQUÍMICA CURSO DE FISIOTERAPIA 2017 MÓDULO 2 METABOLISMO 1 Introdução ao Metabolismo METABOLISMO Tópicos para estudo (em casa): 1- Dê as principais características do ser vivo.
Aminoácidos (aas) Prof.ª: Suziane Antes Jacobs
Aminoácidos (aas) Prof.ª: Suziane Antes Jacobs Introdução Pequenas moléculas propriedades únicas Unidades estruturais (UB) das proteínas N- essencial para a manutenção da vida; 20 aminoácidos-padrão -
MACRONUTRIENTES III PROTEÍNAS
MACRONUTRIENTES III PROTEÍNAS 1 PROTEÍNAS As proteínas são compostos orgânicos de estrutura complexa e massa molecular elevada, elas são sintetizadas pelos organismos vivos através da condensação de um
BIOQUÍMICA. Profº André Montillo
BIOQUÍMICA Profº André Montillo www.montillo.com.br Definição: É uma Molécula Orgânica que contém simultaneamente grupo funcionais amina (NH2) e carboxílico (COOH) É formado pelos seguintes Átomos: o Carbono
Aminoácidos não-essenciais: alanina, ácido aspártico, ácido glutâmico, cisteína, glicina, glutamina, hidroxiprolina, prolina, serina e tirosina.
AMINOÁCIDOS Os aminoácidos são as unidades fundamentais das PROTEÍNAS. Existem cerca de 300 aminoácidos na natureza, mas nas proteínas podemos encontrar 20 aminoácidos principais Estruturalmente são formados
METABOLISMO ENERGÉTICO integração e regulação alimentado jejum catabólitos urinários. Bioquímica. Profa. Dra. Celene Fernandes Bernardes
METABOLISMO ENERGÉTICO integração e regulação alimentado jejum catabólitos urinários Bioquímica Profa. Dra. Celene Fernandes Bernardes REFERÊNCIA: Bioquímica Ilustrada - Champe ESTÁGIOS DO CATABOLISMO
Catabolismo dos aminoácidos 1
Catabolismo dos aminoácidos 1 1- No decurso do seu catabolismo os aminoácidos perdem os seus átomos de azoto que, na sua maioria, são incorporados na ureia e excretados na urina. (i) A porção não azotada
Metabolismo e Regulação
Metabolismo e Regulação PRBLEMAS - Série 1 Soluções 2009/2010 idratos de Carbono (Revisão) e Metabolismo Central 1 R: (α 1 4) (lineares) Ο (α1 6) (pontos de ramificação) 2. R: Locais de glicosilação são
Metabolismo de aminoácidos
Aula de Bioquímica Avançada Tema: Metabolismo de aminoácidos Prof. Dr. Júlio César Borges Depto. de Química e Física Molecular DQFM Instituto de Química de São Carlos IQSC Universidade de São Paulo USP
PRINCIPAIS VIAS METABÓLICAS
PRINCIPAIS VIAS METABÓLICAS DEGRADAÇÃO DO GLIGOGÊNIO GLICÓLISE VIA DAS PENTOSES FOSFATO GLICONEOGÊNESE SÍNTESE DE CORPOS CETÔNICOS DEGRADAÇÃO DE AMINOÁCIDOS E CICLO DA URÉIA CICLO DE KREBS Β-OXIDAÇÃO DE
BIOSSÍNTESE DE ÁCIDOS GRAXOS E TRIACILGLICERÓIS. Bianca Zingales IQ-USP
BIOSSÍNTESE DE ÁCIDOS GRAXOS E TRIACILGLICERÓIS Bianca Zingales IQ-USP Importância dos Lipídios 1. A maior fonte de armazenamento de Energia dos mamíferos 2. Componente de todas as membranas biológicas
BIOQUÍMICA II 2010/2011 Ensino teórico - 1º ano Mestrado Integrado em Medicina
BIOQUÍMICA II 2010/2011 Ensino teórico - 1º ano Mestrado Integrado em Medicina 5ª Aula teórica Doenças do metabolismo dos aminoácidos 07/03/2011 Objectivos Analisar as principais doenças do metabolismo
BIOQUÍMICA GERAL SEMESTRE 1. Ano lectivo Ficha Formativa. Prof. Eng. Nuno Costa
1 BIQUÍMIA GERAL SEMESTRE 1 Ano lectivo 2009-2010 Ficha Formativa Prof. Eng. Nuno osta ESLA SUPERIR DE ENFERMAGEM S. JSÉ DE LUNY BIÓQUIMIA GERAL 2009-2010 2 1. Quando [S] = 1/7 K M, a velocidade de uma
Corpos cetônicos e Biossíntese de Triacilglicerois
Corpos cetônicos e Biossíntese de Triacilglicerois Formação de Corpos Cetônicos Precursor: Acetil-CoA Importante saber!!!!!!!!!!!! http://bloglowcarb.blogspot.com.br/2011/06/o-que-acontece-com-os-lipidios.html
Aula 13 METABOLISMO DE AMINOÁCIDOS. André Luís Bacelar Silva Barreiros Marizeth Libório Barreiros
Aula 13 METABOLISMO DE AMINOÁCIDOS META Apresentar ao aluno as vias metabólicas em comum dos aminoácidos, o ciclo da uréia e a fosforilação oxidativa. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: conhecer
Metabolismo do azoto dos aminoácidos e ciclo da ureia
Metabolismo do azoto dos aminoácidos e ciclo da ureia 1- Embora os aminoácidos nutricionalmente dispensáveis possam, no que refere ao esqueleto carbonado, formar-se a partir da glicose, é uma boa aproximação
Metabolismo do azoto dos aminoácidos e ciclo da ureia
Metabolismo do azoto dos aminoácidos e ciclo da ureia 1- Embora os aminoácidos nutricionalmente dispensáveis possam, no que refere ao esqueleto carbonado, formar-se a partir da glicose, é uma boa aproximação
Processo de obtenção de energia das células respiração celular
Processo de obtenção de energia das células respiração celular Macromolécula mais abundante nas células Grande variedade (tamanho e função) Pequenos peptídeos a grandes cadeias com PM alto Diversidade
O cérebro necessita de cerca de 120 g de glicose/dia, isso é mais que a metade de toda a glicose estocada no fígado e músculo.
O cérebro necessita de cerca de 120 g de glicose/dia, isso é mais que a metade de toda a glicose estocada no fígado e músculo. Entre as refeições, jejuns ou depois de exercícios físicos vigorosos, o glicogênio
Hormônios do pâncreas. Insulina. Glucagon. Somatostatina. Peptídeos pancreáticos
Endocrinologia do Pâncreas! O pâncreas como um órgão endócrino Importante papel na absorção, distribuição e armazenamento de vários substratos energéticos Hormônios do pâncreas Insulina Glucagon Somatostatina
Fenilalanina. Triptofano. Valina. Histidina. Condicionalmente Essenciais
PROTEÍNAS Proteínas Proteínas que não permanecem em um único sitio são consideradas proteínas viscerais e plasmáticas, como a albumina, 0 fibrinogênio e as glicoproteínas. Proteinas nos organismos vivos
Funções do Metabolismo
Universidade Federal de Mato Grosso Disciplina de Bioquímica Conceito de Metabolismo METABOLISMO DOS CARBOIDRATOS Prof. Msc. Reginaldo Vicente Ribeiro Atividade celular altamente dirigida e coordenada,
DETERMINAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA DAS BILIRRUBINAS (BILIRRUBINÉMIA) BILIRRUBINA. * Catabolismo do Heme e produção de Bilirrubina
DETERMINAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA DAS BILIRRUBINAS (BILIRRUBINÉMIA) BILIRRUBINA A bilirrubina refere-se à concentração de bilirrubina (Brb) no sangue. A bilirrubina é um produto do catabolismo do
Professor Luciano Hauschild
Professor Luciano Hauschild 1 Função, digestão e disponibilidade e metabolismo da proteína 2 Proteínas: Digestão a absorção Digestão Inicia no proventrículo Pepsinogênio HCl Pepsina leucina-valina tirosina-leucina
Proteínas A U L A 04 - TEÓRICA PROF. DÉBORA CHRISTINA
Proteínas A U L A 04 - TEÓRICA 04-09- 17 PROF. DÉBORA CHRISTINA CONCEITO As proteínas apresentam funções e estruturas diversificadas e são sintetizadas a partir de apenas 20 aminoácidos diferentes; São
Catabolismo do esqueleto carbonado de aminoácidos 1
Catabolismo do esqueleto carbonado de aminoácidos 1 Índice 1- Definição de aminoácidos glicogénicos, cetogénicos e simultaneamente glicogénicos e cetogénicos...1 2- Os aminoácidos podem ser oxidados a
Metabolismo de Carboidratos
Metabolismo de Carboidratos Curso de Bioqímica para Saúde Coletiva- UFRJ Profa. Dra. Mônica Santos de Freitas 1 Gliconeogênese - Ocorre principalmente no fígado; - Algumas das enzimas utilizadas na síntese
FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO I BIOENERGÉTICA: CICLO DE KREBS
FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO I BIOENERGÉTICA: CICLO DE KREBS Ciclo de Krebs Considerações Gerais Esta denominação decorre da homenagem ao bioquímico Hans Krebs, a qual lhe valeu o Prémio Nobel de Fisiologia
NUTRIÇÃO DE CÃES E GATOS
NUTRIÇÃO DE CÃES E GATOS IMPORTÂNCIA Conhecer fundamentos básicos de nutrição avaliar dietas e alimentos Interações entre nutrientes e o animal Exigências Cães e gatos Quantidade diária de nutrientes Manejo
A oxidação dos aminoácidos e a produção de uréia
A oxidação dos aminoácidos e a produção de uréia A U L A 17 objetivos Ao final desta aula, você deverá ser capaz de: Identificar as situações metabólicas nas quais ocorre o catabolismo dos aminoácidos.
HNT 130 Nutrição Normal
PROTEÍNAS definição, classificação, avaliação da qualidade protéica, funções e metabolismo. HNT 130 Nutrição Normal NUTRIÇÃO NORMAL Combinação dos processos pelos quais os organismos vivos recebem e utilizam
Substratos Energéticos Para Exercício Físico
Substratos Energéticos Para Exercício Físico INTRODUÇÃO A especificidade metabólica do exercício (e do treino) é baseada na compreensão da produção de energia (e da sua utilização) pelos sistemas energéticos
GLICONEOGÊNESE ou NEOGLICOGÊNESE
GLICONEOGÊNESE ou NEOGLICOGÊNESE GLICONEOGÊNESE OU NEOGLICOGÊNESE Definição: é a via de biossíntese de Glicose a partir de Piruvato Esta via faz parte do ANABOLISMO A Gliconeogênese ocorre no CITOSSOL
A energética celular:
A energética celular: o papel das mitocôndrias e cloroplastos Capitulo 13 (p 427 a 444) e Capitulo 14 Fundamentos da Biologia Celular- Alberts- 2ª edição A energética celular Como já vimos anteriormente
Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo.
Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo [email protected] Processo pelo qual os organismos vivos adquirem e usam energia livre para realizar suas funções. É tradicionalmente dividido em: CATABOLISMO ou degradação
Resumo esquemático da glicólise
Resumo esquemático da glicólise Destino do piruvato em condições aeróbicas e anaeróbicas Glicólise Fermentação Oxidação completa Em condições aeróbicas o piruvato é oxidado a acetato que entra no ciclo
Processos gerais e síntese de aminoácidos
Processos gerais e síntese de aminoácidos 1- Um determinado número de moléculas de cada proteína endógena sofre hidrólise durante um dia mas, em geral, um número equivalente é sintetizado. A percentagem
12/11/2015. Disciplina: Bioquímica Prof. Dr. Vagne Oliveira
Disciplina: Bioquímica Prof. Dr. Vagne Oliveira 2 1 ATP ADP Glicose (6C) C 6 H 12 O 6 ATP ADP P ~ 6 C ~ P 3 C ~ P 3 C ~ P Pi NAD NADH P ~ 3 C ~ P ADP P ~ 3 C ATP ADP ATP NAD Pi NADH P ~ 3 C ~ P ADP ATP
Catabolismo do esqueleto carbonado de aminoácidos 1
Catabolismo do esqueleto carbonado de aminoácidos 1 Índice 1- Definição de aminoácidos glicogénicos, cetogénicos e simultaneamente glicogénicos e cetogénicos...1 2- Os aminoácidos podem ser oxidados a
Bibliografia. BIOQUÍMICA I 2010/2011 Ensino teórico - 1º ano Mestrado Integrado em Medicina. Stryer, Biochemistry, 5ª Ed, 2006, Capítulo 17
BIOQUÍMICA I 2010/2011 Ensino teórico - 1º ano Mestrado Integrado em Medicina 14ª aula teórica Complexo da piruvato desidrogenase (PDH) e ciclo de Krebs. 15/11/2010 Bibliografia Stryer, Biochemistry, 5ª
Aminoácidos, Péptidos e Proteínas
Aminoácidos, Péptidos e Proteínas Proteínas: -São as macromoléculas biológicas mais abundantes, presentes em todas as células. - Ocorrem numa variedade enorme numa mesma célula. - Exibem uma enorme diversidade
Metabolismo de aminoácidos
Aula de Bioquímica II Tema: Metabolismo de aminoácidos Prof. Dr. Júlio César Borges Depto. de Química e Física Molecular DQFM Instituto de Química de São Carlos IQSC Universidade de São Paulo USP E-mail:
PROTEÍNA. Lisina (ARC 1981) Aminoácidos Essenciais. Aminoácidos Essenciais - suínos. Fenilalanina Arginina
omposição de um Protetor Hepático comercial PROTEÍNA Fórmula: Aspartato de L-ornitina...2,0 g loridrato de L-arginina...7,5 g L-citrulina...0,5 g Acetil metionina...1,0 g loridrato de colina...1,0 g Levulose...10,0
Síntese e degradação de derivados de aminoácidos com interesse biológico
Síntese e degradação de derivados de aminoácidos com interesse biológico 1. Alguns aminoácidos sofrem, numa pequena percentagem, transformações químicas originando substâncias que têm uma enorme importância
Unidade 5 - METABOLISMO DE PROTEÍNAS Noções de digestão de proteínas e absorção de aminoácidos
Unidade 5 - METABOLISMO DE PROTEÍNAS Noções de digestão de proteínas e absorção de aminoácidos Nome deriva da palavra grega "proteios", que significa "em primeiro lugar C, H, O e N (S, P, Cu, Fe, etc)
