Análise de Variância ANOVA
|
|
|
- Júlio César das Neves Furtado
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Análise de Variância ANOVA ENG / Prof. Alexandre Pedott
2 ANOVA Os testes de hipótese apresentados até aqui limitaram-se à comparação de duas médias ou duas variâncias. Contudo, há situações onde se deseja comparar várias médias, cada uma oriunda de um grupo diferente. Esses grupos, também chamados tratamentos, poderiam ser: a performance em Km/l de carros consumindo 4 marcas de combustíveis, a eficiência de 3 métodos de treinamento, comparação da produtividade entre 5 máquinas ou 3 postos de trabalho ou 3 layouts.
3 One Way ANOVA One Way ANOVA - Analisa experimentos que envolvem: 1 Variável de resposta 1 Fator controlável a vários níveis (vários grupos) Os ensaios (repetições) realizados em cada nível do fator controlável configuram um grupo O objetivo é identificar se os valores da variável de resposta medidos nos diversos níveis do fator controlável diferem entre si.
4 Exemplo: Um profissional deseja estudar se a temperatura ambiente influencia na produtividade dos funcionários. Para isso realizou três medidas de produtividade (peças/hora) em três temperaturas diferentes. Fator controlável: temperatura Níveis do fator controlável: 15, 5, 35 Variável de resposta: produtividade Repetições: 3 valores para cada nível Temperatura (ºC) Fator controlável Níveis do fator control. Variável de resposta
5 Existem dois tipos de experimentos Fatores Controláveis a níveis fixos: quando o efeito de cada nível é fixo, como no caso em que os tratamentos são 4 pressões de operações, ou 4 layouts ou 5 temperaturas; Por ex., 6 linhas produtivas. Fatores Controláveis a níveis aleatórios: quando o efeito de cada nível é aleatório, como no caso em que os tratamentos são k lotes de produção, ou k operadores escolhidos aleatoriamente; Por ex., 3 lotes escolhidos ao acaso.
6 Modelo Estatístico Os resultados poderiam ser representados por um modelo aditivo: Y ij onde: Y ij é a observação j medida no tratamento i; média geral de todas as observações; i. efeito do tratamento i; ij i. ij ; i erro aleatório; 1,..., k j = 1,..., n j
7 Arranjo Experimental Fator A A 1 A... A k y 11 y 1... y k1 y 1 y... y k : : : : : : y ij : : : : : y 1,n1 y,n... y k,nk Totais T i. T 1. T.... T k. T.. = No.Obs. n i n 1 n... n k N = Médias Yi. Y 1. Y.... Y k. Y..
8 Exemplo Temperatura Níveis do fator controlável Y ij 0 = T i T n N 9 i Y Y 16 i. Modelo Estatístico i ij..
9 Formulação matemática da ANOVA Y ij = 0 ( - ) Y ij Y.. Y. 19 ( ) Y Y ij - i. ( - ) Y i. Y Y Y 1. 1 ( ) ( ) ( ) Y -Y Y -Y Y -Y ij.. i... ij i. 4 = Y o C 5 o C 35 o C Yij i ij 0 =
10 Teste de Hipótese H 0 : não há diferenças significativas entre os grupos;... 1 k H 1 : há diferenças significativas entre os grupos k
11 Decomposição da variabilidade A Análise de Variância se baseia na decomposição da variabilidade total. Mais especificamente, os desvios das observações individuais em relação a média global podem ser escritos como: ( Y -Y ) ( Y ) ( ) i. -Y Y -Y. ij.... ij i ( Y ) i. -Y.. é o desvio da média do tratamento i em relação à média global. ( Y ) ij -Y i. é o desvio da observação individual em relação a média do tratamento i correspondente.
12 Elevando ao quadrado ambos os termos e efetuando o somatório, resulta: ( ) ( ) - - ( - ) Yij Y.. ni Yi. Y.. Yij Yi. ij i Desde que é fácil demonstrar que ( Y - Y )( Y Y ).. - i. 0 i. ij Identificamos as seguintes somas quadradas: SQT = SQG + SQR SQT soma dos quadrados totais, decomposta em: SQG soma dos quadrados dos grupos (tratamentos), associada exclusivamente a um efeito dos grupos; SQR soma dos quadrados dos resíduos, devida exclusivamente ao erro aleatório, medida dentro dos grupos.
13 Teste F Observamos que a soma quadrada dos resíduos dividida pelos seus graus de liberdade fornecerá uma estimativa da variância dentro dos grupos: MQR SQR N - k ( Y -Y ) Da mesma forma, se não houver efeito dos grupos, a divisão da SGQ pelos respectivos graus de liberdade também fornecerá uma estimativa da variância dentro dos grupos: i, j ij N - k i. MQG ( Y ) i. -Y.. ( ) n / SQG n k -1 k -1 n
14 Teste F Notem que, se não há efeito dos grupos, a quantidade entre colchetes é a variância das médias, a qual sabe-se que é igual a /n. As grandezas apresentadas acima são chamadas de médias quadradas, Observa-se que as Médias Quadradas são simplesmente uma outra notação para Variância. MQG = SQG/(k-1) é a Média Quadradas dos Grupos; MQR = SQR/(N-k) é a Média Quadradas dos Resíduos;
15 Teste F Obseva-se que para as somas quadradas vale a aditividade: SQT = SQG + SQR N-1 = (k-1) + (N-k) Mas o mesmo não vale para as médias quadradas MQT MQG + MQR
16 Teste de hipótese Se não há diferença significativa entre os grupos: E(MQG) = E (MQR) Para testar a hipótese referente ao efeito dos grupos usamos a distribuição F que é o modelo adequado para a distribuição do quociente de duas variâncias. F calc MQG MQR Estima a variância entre os grupos Estima a variância dentro do grupo
17 Teste de Hipótese Verifica-se que, se não há efeito dos grupos, esse quociente é próximo de 1 Se há efeito dos grupos esse quociente será significativamente maior do que 1 O limite de decisão é estabelecido usando os valores tabelados da distribuição F : F,k -1,N - k = nível de significância graus de liberdade do numerador: k-1 graus de liberdade do denominador: N-k
18 Distribuição F
19 Distribuição F Rejeita H 0 ( 1 = =... = k ) se F calculado > F tabelado = F,k -1,N -k Logo, há diferença significativa entre os grupos Caso contrário, não há diferenças significativas entre os grupos
20 Formulário para cálculo TC (T..) N ( ) SQT Y -TC SQG SQR ij ( ) T n - i. i TC ( ) ( ) Y - T n (Termo de Correção) SQT - ij i. i SQG onde: T.. é a soma de todas as observações T i. é a soma das observações no grupo i
21 Tabela ANOVA Os cálculos associados à Análise de Variância são apresentados em uma tabela, chamada de Tabela de Análise de Variância ou Tabela ANOVA (Analysis of Variance): Fonte de Variação Soma dos Quadrados GDL Média Quadrática F CAL F TAB Entre Grupos SQG k-1 MQG = SQG/(k 1) MQG / MQR F,k -1,N -k Dentro do Grupo SQR N k MQR = SQR/(N - k ) Total SQT N 1
22 Exemplo a níveis fixos Os dados a seguir representam o alongamento de um composto de borracha, em função da quantidade de agente de processo adicionado durante a mistura. Agente Totais T..= 315 N o Obs N = 60 Médias 45,5 50,0 54,7 55,3 54,9 Y.. 5, 08
23 Tabela ANOVA TC = T.. / N = (315) / 60 = ,4 SQT = S (Y ij ) - TC = , ,4 = 110,58 SQG = S (T i. / n i ) - TC = [(546) / 1] [(659) / 1] ,4 = 875,33 SQR = SQT - SQG = 110,58-875,33 = 335,5 Fonte SQ GDL MQ Teste F Entre Grupos 875, ,83 35,9 (Agente de processo) Dentro Grupos (Residual) 335,5 55 6,09 Total 110,58 59
24 Teste de Significânica Como F calculado > F tabelado = F 0,05,4,55 35,9 >,55 Conclui-se que existe diferença significativa de alongamento entre os grupos, ou seja, a quantidade de agente na mistura influencia significativamente o alongamento Qual a melhor quantidade considerando qualidade e economia?
25 Comparação múltipla de médias (1) Calcular o desvio padrão das médias s MQR / x n c onde n c = (n 1 + n n k ) / k () Calcular o limite de decisão L d = 3 x S X (3) Escrever as médias em ordem crescente ou decrescente e compará-las duas a duas. A diferença será significativa se for maior que o L d. (4) Usar barras contínuas sobre as médias que não diferem entre si.
26 Comparação múltipla de médias Calcular o desvio padrão das médias sx MQR / n c =,47 / 3,46 = 0,71 onde n c = (n 1 + n n k ) / k Calcular o limite de decisão L 3 = 3 x 0,71 =,13 d s x Escrever as médias em ordem crescente ou decrescente e compará-las duas a duas. Y 1. Y. Y 3. Y 5. Y 4. 45,5 50,0 54,7 54,9 55,3
27 Comparação múltipla de médias A diferença entre as médias será significativa se for maior que o L d. Y () - Y (1) = 50,0-45,5 = 4,5 > L d =,13 Y (3) - Y () = 54,7-50,0 = 4,7 > L d =,13 Y (5) - Y (3) = 54,9-54,7 = 0, < L d =,13 Y (4) - Y (5) = 55,3-54,9 = 0,4 < L d =,13 Dif. Signif. Dif.Signif. Dif. Não Signif. Dif. Não Signif. Usar barras contínuas sobre as médias que não diferem entre si Y (1) Y () Y (3) Y (5) Y (4)
28 Otimização A análise técnica deve acompanhar e completar a análise estatística. Para isso é recomendável representar graficamente os dados. Para os dados do experimento anterior, poderia se usar, por exemplo, um boxplot. Na otimização devemos considerar o binômio qualidade e custo. Os resultados estatísticos, em conjunto com a análise gráfica dão suporte à tomada de decisão a respeito do processo. Via de regra, o experimento revela opções para a redução de custos e melhoria da qualidade, simultaneamente.
29 A l o n g a m e n t o Otimização 65 Boxplot G1 G G3 G4 G5 Agente de processo Como não existe diferença significativa entre as quantidades de agente 10, 15 e 0, a quantidade ótima de agente é 10 (dez) pois otimiza simultaneamente qualidade e custos
30 Exemplo a níveis aleatórios Uma fábrica de embalagens de papel recebe a matéria prima (papel) em rolos. É desejável que as características dos rolos sejam homogêneas, de modo a fornecerem papel com a mesma resistência à tração. O engenheiro suspeita que além da variabilidade inerente (dentro dos rolos) também possa haver uma variação significativa entre os rolos. Medições de resistência feitas em embalagens produzidas com material proveniente de cinco rolos aleatoriamente indicaram:
31 Exemplo a níveis aleatórios Hipóteses H o : não há diferenças significativas entre os rolos = 0 H 1 : há diferenças significativas entre os rolos > 0 Rolo Rolo Resistência Cálculos iniciais: T i. n Y i i , , , , ,38 T.. = 308 N = 43 Y.. 74, 60
32 Tabela ANOVA TC = (T.. ) / N = (308) /43 = 39331,7 ij SQT = S( Y ) - TC = 41476, ,7 = 144,8 SQG = S( T i. /n i ) - TC = [(749) /10] [(683) /8] ,7 = 1774,18 SQR = SQT - SQG = 144,8-1774,18 = 370,10 Fonte SQ GLD MQ Teste F Rolos 1774, ,54 45,54 Resíduos 370, ,74 Total 144,8 4 F calculado = 45,54 > F 0,05,4,38 =,618 Há diferenças significativas entre os rolos
33 Estimativa dos componentes de variação Pode ser demonstrado que o valor esperado das médias quadradas vale: E (MQG) = + n c E (MQR) = A partir dessas equações, podemos obter as estimativas para os componentes de variação e : = MQR c MQG - MQG - MQR n n c
34 Estimativa dos componentes de variação Conhecidos os componentes de variação, podemos calcular a contribuição percentual de cada termo na composição da variabilidade total: Var ( ) Y ij TOTAL Percentual correspondente aos tratamentos: Percentual correspondente ao erro aleatório: 100 x 100 x TOTAL TOTAL
35 Estimativa dos componentes de variação = MQR = 9,74 MQG - MQR n TOTAL c 443,54-8,6 50,44 9, 74 9, 74 50,44 60,18 Os resultados indicam que 50,44 / 60,18 = 83,81 % da variabilidade total se deve a diferenças entre rolos. As causas dessas diferenças deveriam ser investigadas e, na medida do possível, eliminadas.
36 Otimização Via de regra, a variabilidade devida aos tratamentos se deve a causas especiais que podem e devem ser eliminadas. 100 Re Rolo
37 Otimização Por exemplo, diferenças entre máquinas podem ser devidas a falta de manutenção apropriada ou diferenças de setup. Similarmente, diferenças entre lotes de produção podem ser devidas a qualidade da matéria prima usada na produção de cada lote. Nesse caso, deveriam ser investigados os fornecedores, ou as condições de estocagem, etc. A variabilidade devida ao erro aleatório deve-se a causas comuns, inerentes ao sistema em estudo. Para eliminar as causas comuns é preciso modificar o sistema como um todo, o que pode não se justificar economicamente
38 Exercícios 8.1) Quatro concentrações de catalisadores que podem afetar o tempo de processo de uma mistura química estão sendo investigados. Os seguintes tempos de misturas foram obtidos:
39 Pede-se: Fazer a análise de Variância e concluir a respeito do efeito dos catalisadores. Fazer uma comparação múltipla de médias se for o caso. Fazer um gráfico de barras da concentração x tempos, e concluir a respeito do que deve ser feito para (i) assegurar qualidade e (ii) assegurar economia.
40 Cálculos iniciais: TC = T.. / N = S (Y ij ) = SQT = (Y ij ) - TC = SQG = (T i. / n i ) - TC = SQR = SQT - SQG =
41 Tabela Anova: Fonte de Variação SQ GDL MQ Teste F Entre Grupos SQG k-1 MQG MQG/MQR Dentro Grupos SQR N-k MQR Total SQT N-1 F calculado = F tabelado = Efeito dos catalisadores é significativo?
42 Exercícios 8.) Um jogo de oito pneus das marcas M1, M e M3 foram testados quanto a durabilidade. Os resultados obtidos (em milhares de Km) foram os que seguem: Marca M1 M M3 Totais Média a)qual a variável de resposta e qual o fator controlável? b)quantos níveis possui o fator controlável? c)faça a análise de variância e conclua a respeito do fator em estudo. d)caso necessário, faça uma comparação múltipla de médias. e)plote um gráfico relacionando o fator controlável com a resposta medida. f)indique o que deve ser feito para assegurar qualidade. g)indique o que deve ser feito para obter economia.
43 Exercícios 8.3) Um grupo de engenheiros está estudando o efeito do ângulo de uma ferramenta de corte sobre o acabamento superficial resultante após a operação. As medições de rugosidade (menor é melhor) efetuadas revelaram: Marca 0º 5º 10º 15º Totais Média a)qual a variável de resposta e qual o fator controlável? b)quantos níveis possui o fator controlável? c)faça a análise de variância e conclua a respeito do fator em estudo. d)plote um de ângulo da ferramenta X rugosidade. e)indique o que deve ser feito para assegurar qualidade. f)indique o que deve ser feito para obter economia.
44 Exercícios 8.4) Uma indústria têxtil tem um grande número de teares mecânicos. Supõem-se que a velocidade desses teares seja a mesma. Para verificar essa hipótese, foram escolhidos aleatoriamente cinco teares e a produção medida em um período de uma hora foi anotada: Tear Produção (Kg) 1 3,8 4,0 3,8 3,6 3,9 3,9 3,7 3,6 3,8 4,0 3 4,0 3,9 4,1 4, 4,1 4 4,0 4,0 3,9 3,8 3,9 5 4,0 4,1 4,0 4,1 4, a) Indique se esse é um experimento a níveis fixos ou aleatórios. b) Faça a análise de variância e conclua a respeito do efeito dos teares. c) Estime os componentes de variação.
45 Exercícios 8.5) Resultados de corpos de prova de concreto com adição de Microssílica indicaram os seguintes resultados de resistência à compressão: Adição Resistência (MPa) 0% 8,1 6,5 4,3 5% 35,3 34,3 37,5 10% 39,8 44,1 4,3 15% 39,1 40,8 43,0 a) Indique se esse é um experimento a níveis fixos ou aleatórios. b) Faça a análise da variância e conclua a respeito do efeito da adição de microssílica. c) Se for o caso, faça uma comparação múltipla de médias. d) Plote um gráfico de linha para a mediana.
46 Exercícios 8.6) Um engenheiro deseja que os azulejos produzidos em uma indústria cerâmica apresentem a menor absorção de água possível. Os resultados de um experimento feito com três tipos diferentes de argila indicaram o seguinte: Tipo de Argila Absorção (gramas) A A A a) Indique se esse é um experimento a níveis fixos ou aleatórios. b) Faça a análise da variância e conclua a respeito do efeito do tipo de argila. c) Se for o caso, faça uma comparação múltipla de médias. d) Plote um gráfico de barras para as médias.
47 Exercícios 8.7) Uma metalúrgica tem um grande número de fornos usados para fundição de metais. A temperatura desses fornos deveria ser a mesma. Para testar essa hipótese foram feitas medições em 4 fornos escolhidos aleatoriamente. Analise os resultados e conclua a respeito de possíveis diferenças entre os fornos. Forno Temperatura
48 Exercícios 8.8) Um engenheiro industrial desenvolveu um modelo estocástico de simulação que prevê a produtividade mensal em função do intervalo de tempo entre manutenções preventivas. Se esse intervalo for muito curto, as máquinas estarão constantemente em manutenção e a produtividade será baixa. Se o intervalo for muito longo, haverá quebras, exigindo manutenção corretiva, mais demorada, novamente prejudicando a produtividade. Os resultados da simulação aparecem a seguir. Intervalo Produtividade Faça a análise da variância, plote um gráfico de barras para a produtividade média e conclua a respeito do intervalo ótimo para as intervenções da manutenção produtiva.
49 Exercícios 8.9) Em uma indústria química um catalisador é utilizado para acelerar um processo de deposição metálica. Foi feito um experimento variando-se a concentração desse catalisador e anotando-se o tempo necessário para completar o processo. Analise os dados usando a Tabela Anova. Depois faça uma comparação múltipla de médias, plote um gráfico de linhas e conclua a respeito da concentração ideal. Concentração Tempos 10 11, 10,4 10,1 10, ,6 11,1 10,8 11,7 0 1,5 1,0 13, 1,6 5 18,8 19,0 18,4 19,6
50 Exercícios 8.10) Um profissional da área de ergonomia realizou um estudo para verificar qual posto de trabalho gerava um melhor bem estar para o funcionário. Para isso foram projetados três postos de trabalho e durante um mês os funcionários testaram os novos postos. Ao final de um mês os funcionários responderam um questionários gerando uma nota para o bem estar do funcionário. Analise os dados e conclua a respeito do melhor posto de trabalho. Postos Func
51 Exercícios 8.11) Para analisar a variabilidade na qualidade de um tipo de tijolo de cimento fornecido por uma fábrica, selecionou-se aleatoriamente 5 sacos de cimento durante um certo período de produção e para cada saco foram tomadas três amostra aleatórias. Estime o percentual da variabilidade dentro dos sacos e entre os sacos de cimento. Saco cimento Resistências
52 Exercícios 8.1) Três layout estão sendo testados em relação a produtividade. Para isso 1 operadores foram avaliados em relação a produtividade medida em peças/hora. Os valores de produtividade estão apresentados na tabela abaixo. Analise os dados e conclua a respeito do melhor layout. Postos Func
53 RESPOSTAS (catalisador): TC = T.. / N = 59995,05 S (Y ij ) = 60085,8 SQT = (Y ij ) - TC = 90,75 SQG = (T i. / n i ) - TC = 66,69 SQR = SQT - SQG = 4,06 F calculado = 14,8 > F tabelado = 3,4 O efeito dos catalisadores é significativo S x = 0,55 n c = 5 L d = 1,65 Y(1) - Y() = 6,18 > Ld Dif. Signif. Y(1) - Y(3) = 3,08 > Ld Dif. Signif. Y(1) - Y(4) = 4,15 > Ld Dif. Signif. Y() - Y(3) =,9 > Ld Dif. Signif. Y() - Y(4) = 3,97 > Ld Dif. Signif. Y(3) - Y(4) = 1,07 < Ld Dif. Ñ Signif. O catalisador ótimo é o 3 (3 e 4 não dif. sig.), pois otimiza o processo com relação a qualidade e custos.
Projeto de Experimentos
Projeto de Experimentos O uso de Projeto de Experimentos conduz a uma seqüência estruturada de ensaios, que assegura o máximo de informação com um gasto mínimo de tempo/dinheiro. Entrada Processo Saída
ENGENHARIA DA QUALIDADE A ENG AULA 8 PROJETOS DE EXPERIMENTOS - ANOVA
ENGENHARIA DA QUALIDADE A ENG 09008 AULA 8 PROJETOS DE EXPERIMENTOS - ANOVA PROFESSORES: CARLA SCHWENGBER TEN CATEN Tópicos desta aula Projetos de Experimentos Terminologia Passos de implementação Princípios
CAPÍTULO 8. de Variância - ANOVA ANOVA. Análise
CAPÍTULO 8 Análise de Variância - UFRGS Os testes de hipótese apresentados até aqui limitaram-se à comparação de duas médias ou duas variâncias. Contudo, há situações onde se deseja comparar várias médias,
DPS1037 SISTEMAS DA QUALIDADE II ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CT/UFSM
Morgana Pizzolato, Dr a. Aula 20 Introdução à otimização experimental e experimentos de um fator DPS1037 SISTEMAS DA QUALIDADE II ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CT/UFSM TÓPICOS DESTA AULA Projetos de Experimentos
3- Projetos Fatoriais
3- Projetos Fatoriais Exemplo do que se faz na indústria: Uma empresa estava interessada em aumentar o teor de pureza de uma substância química. Os dois fatores mais importantes que influenciavam o teor
Análise da Variância. Prof. Dr. Alberto Franke (48)
Análise da Variância Prof. Dr. Alberto Franke (48) 91471041 Análise da variância Até aqui, a metodologia do teste de hipóteses foi utilizada para tirar conclusões sobre possíveis diferenças entre os parâmetros
Probabilidade e Estatística
Probabilidade e Estatística Prof. Dr. Narciso Gonçalves da Silva http://paginapessoal.utfpr.edu.br/ngsilva Introdução A análise de variância (Anova) é utilizada para comparar médias de três ou mais populações.
DELINEAMENTO EM BLOCOS AO ACASO
DELINEAMENTO EM BLOCOS AO ACASO Sempre que não houver condições experimentais homogêneas, devemos utilizar o principio do controle local, instalando Blocos, casualizando os tratamentos, igualmente repetidos.
Lucas Santana da Cunha de outubro de 2018 Londrina
e Lucas Santana da Cunha email: [email protected] http://www.uel.br/pessoal/lscunha/ 17 de outubro de 2018 Londrina 1 / 31 Obtenção de uma amostra Há basicamente duas formas de se obter dados para uma pesquisa
Lucas Santana da Cunha de outubro de 2018 Londrina
e Lucas Santana da Cunha email: [email protected] http://www.uel.br/pessoal/lscunha/ 22 de outubro de 2018 Londrina 1 / 24 Obtenção de uma amostra Princípios básicos da experimentação Há basicamente duas
ANÁLISE DE VARIÂNCIA DE DOIS CRITÉRIOS (DBC)
ANÁLISE DE VARIÂNCIA DE DOIS CRITÉRIOS (DBC) Lucas Santana da Cunha http://www.uel.br/pessoal/lscunha/ Universidade Estadual de Londrina 13 de dezembro de 2017 ANAVA dois critérios A análise de variância
MOQ-14 PROJETO e ANÁLISE de EXPERIMENTOS. Professor: Rodrigo A. Scarpel
MOQ-14 PROJETO e ANÁLISE de EXPERIMENTOS Professor: Rodrigo A. Scarpel [email protected] www.mec.ita.br/~rodrigo Programa do curso: Semana Conteúdo 1 Apresentação da disciplina. Princípios de modelos lineares
ANÁLISE DE VARIÂNCIA DE UM CRITÉRIO (DIC)
ANÁLISE DE VARIÂNCIA DE UM CRITÉRIO (DIC) Lucas Santana da Cunha http://www.uel.br/pessoal/lscunha/ Universidade Estadual de Londrina 11 de dezembro de 2017 Uma análise de variância expressa uma medida
EXPERIMENTAÇÃO ZOOTÉCNICA. Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari
EXPERIMENTAÇÃO ZOOTÉCNICA Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari [email protected] INTRODUÇÃO Um dos principais objetivos da estatística é a tomada de decisões a respeito da população,
Cap. 9 Comparação entre tratamentos
Estatística para Cursos de Engenharia e Informática Pedro Alberto Barbetta / Marcelo Menezes Reis / Antonio Cezar Bornia São Paulo: Atlas, 004 Cap. 9 Comparação entre tratamentos APOIO: Fundação de Apoio
Tópicos Extras 1ª parte. Testes Não Paramétricos, Análise Multivariada, Outras Técnicas
Tópicos Extras 1ª parte Testes Não Paramétricos, Análise Multivariada, Outras Técnicas 1 2 Técnicas de dependência 3 4 Situações Comparar 3 tipos de rede de computadores, C1, C2 e C3, em termos do tempo
4. Generalização dos Projetos Fatoriais
4. Generalização dos Projetos Fatoriais 4. Generalização dos projetos fatoriais Os resultados do Projeto Fatorial de fatores podem ser estendidos para o caso onde há vários fatores: Fator A, a níveis Fator
EXPERIMENTAÇÃO ZOOTÉCNICA. Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari
EXPERIMENTAÇÃO ZOOTÉCNICA Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari [email protected] INTRODUÇÃO Um dos principais objetivos da estatística é a tomada de decisões a respeito da população,
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIENCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE V
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIENCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE V DELINEAMENTO EM BLOCOS CASUALIZADOS (DBC) Profª Railene Hérica Carlos Rocha 1. Introdução
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA INFERÊNCIA ESTATÍSTICA Parte II
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA INFERÊNCIA ESTATÍSTICA Parte II Prof.ª Sheila Regina Oro Projeto Recursos Educacionais Digitais Autores: Bruno Baierle e Maurício Furigo TESTE PARA UMA PROPORÇÃO H0: p = p 0
EXPERIMENTOS COM INTERAÇÕES
EXPERIMENTOS COM INTERAÇÕES Na maioria dos experimentos, os tratamentos são de efeitos fixos. Mas também são realizados experimentos em que os efeitos dos tratamentos são aleatórios. 1 Para saber se, em
ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL
ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL ESTUDO DE VARIABILIDADE DOS DADOS EXPERIMENTAIS Prof. Miguel Toledo del Pino, Eng. Agrícola (Dr.) INTRODUÇÃO Realizamos experimentos para compararmos os efeitos de tratamentos
ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL. ANOVA. Aula 05
ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL ANOVA. Aula 05 Introdução A ANOVA ou Análise de Variância é um procedimento usado para comparar a distribuição de três ou mais grupos em amostras independentes. A análise de variância
9 Regressão linear simples
9 Regressão linear simples José Luis Duarte Ribeiro Carla ten Caten COMENTÁRIOS INICIAIS Em muitos problemas há duas ou mais variáveis que são relacionadas e pode ser importante modelar essa relação. Por
EXPERIMENTAÇÃO AGRÍCOLA. Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari
EXPERIMENTAÇÃO AGRÍCOLA Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari [email protected] CARACTERIZAÇÃO o Em alguns experimentos pode-se ter fatores que estão interferindo na variável resposta,
Estimação parâmetros e teste de hipóteses. Prof. Dr. Alberto Franke (48)
Estimação parâmetros e teste de hipóteses Prof. Dr. Alberto Franke (48) 91471041 Intervalo de confiança para média É um intervalo em que haja probabilidade do verdadeiro valor desconhecido do parâmetro
ANÁLISE DE VARIÂNCIA - ANOVA. Prof. Adriano Mendonça Souza, Dr. Departamento de Estatística - PPGEMQ / PPGEP - UFSM
ANÁLISE DE VARIÂNCIA - ANOVA Prof. Adriano Mendonça Souza, Dr. Departamento de Estatística - PPGEMQ / PPGEP - UFSM UM EXEMPLO DE APLICAÇÃO Digamos que temos 6 métodos de ensino aplicados a 30 crianças
EXPERIMENTAÇÃO AGRÁRIA
EXPERIMENTAÇÃO AGRÁRIA Tema : Delineamentos experimentais básicos (DCC/DBCC/DQL) Delineamento Completamente 1. Quando usar? Casualizado (DCC) Este delineamento é usado quando as unidades experimentais
DELINEAMENTO EM BLOCOS CASUALIZADOS (DBC)
DELINEAMENTO EM BLOCOS CASUALIZADOS (DBC) Lucas Santana da Cunha http://www.uel.br/pessoal/lscunha Universidade Estadual de Londrina Departamento de Estatística 08 de julho de 2017 DBC O delineamento em
EXPERIMENTAÇÃO AGRÍCOLA
EXPERIMENTAÇÃO AGRÍCOLA DELINEAMENTO INTEIRAMENTE CASUALIZADO (DIC) Eng. Agrônomo: Francisco Bruno Ferreira de Sousa [email protected]/ [email protected] Contato: (99) 99199460 Objetivos: Estudar
Delineamento e Análise Experimental Aula 3
Aula 3 Castro Soares de Oliveira Teste de hipótese Teste de hipótese é uma metodologia estatística que permite tomar decisões sobre uma ou mais populações baseando-se no conhecimento de informações da
Prof. Dr. Marcone Augusto Leal de Oliveira UFJF CURSO INTRODUTÓRIO DE 12 HORAS OFERECIDO PARA A PÓS-GRADUAÇÃO DA UFABC EM NOVEMBRO DE 2017
Prof. Dr. Marcone Augusto Leal de Oliveira UFJF CURSO INTRODUTÓRIO DE 2 HORAS OFERECIDO PARA A PÓS-GRADUAÇÃO DA UFABC EM NOVEMBRO DE 207 SUMÁRIO - BREVE DESCRIÇÃO, FUNDAMENTOS, CONCEITOS, CARACTERÍSTICAS,
EXPERIMENTAÇÃO AGRÍCOLA. Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari
EXPERIMENTAÇÃO AGRÍCOLA Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari [email protected] INTRODUÇÃO Um dos principais objetivos da estatística é a tomada de decisões a respeito da população, com
EXPERIMENTAÇÃO ZOOTÉCNICA. Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari
EXPERIMENTAÇÃO ZOOTÉCNICA Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari [email protected] CARACTERIZAÇÃO o Em alguns experimentos pode-se ter fatores que estão interferindo na variável resposta,
APLICAÇÃO DE PROJETO DE EXPERIMENTOS PARA A OTIMIZAÇÃO DE UM PROCESSO DE USINAGEM EM TORNO CNC
XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 1 a15 de outubro
aula ANÁLISE DO DESEMPENHO DO MODELO EM REGRESSÕES
ANÁLISE DO DESEMPENHO DO MODELO EM REGRESSÕES 18 aula META Fazer com que o aluno seja capaz de realizar os procedimentos existentes para a avaliação da qualidade dos ajustes aos modelos. OBJETIVOS Ao final
Delineamento em Quadrado Latino (DQL)
Delineamento em Quadrado Latino () Lucas Santana da Cunha http://www.uel.br/pessoal/lscunha 14 de março de 2019 Londrina Na Seção anterior introduziu-se o delineamento em blocos ao acaso como um delineamento
Roteiro de Aula Delineamentos Fatoriais 05/06/2018
Roteiro de Aula Delineamentos Fatoriais 05/06/2018 Hipóteses: As seguintes hipóteses podem ser testadas nos experimentos fatoriais 2x2: Fator A: { [ ] Fator B: { [ ] Interação A x B: { ( ) [ ] [ ] ( )
Análise da Regressão. Prof. Dr. Alberto Franke (48)
Análise da Regressão Prof. Dr. Alberto Franke (48) 91471041 O que é Análise da Regressão? Análise da regressão é uma metodologia estatística que utiliza a relação entre duas ou mais variáveis quantitativas
EXPERIMENTAÇÃO ZOOTÉCNICA. Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari
EXPERIMENTAÇÃO ZOOTÉCNICA Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari [email protected] TESTES PARA COMPARAÇÃO DE MÉDIAS O teste F permite tirar conclusões muito gerais relacionadas com os
BAC011 - ESTATÍSTICA ANÁLISE DE VARIÂNCIA. Análise de Variância ANOVA. Prof. Dr. Emerson José de Paiva
BAC011 - ESTATÍSTICA Análise de Variância ANÁLISE DE VARIÂNCIA 1 A é utilizada para se verificar a influência de certos fatores sobre uma resposta de interesse. Testa-se como os diversos fatores exercem
Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC) Delineamento Casualizado em Blocos (DBC) Delineamento em Quadrado Latino (DQL)
Principais delineamentos: Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC) Delineamento Casualizado em Blocos (DBC) Delineamento em Quadrado Latino (DQL) Os delineamentos podem ser: Balanceados Não balanceados
5. BLOCOS ALEATORIZADOS QUADRADOS LATINOS
5. BLOCOS ALEATORIZADOS e QUADRADOS LATINOS Vamos analisar 4 tipos de experimentos: I) Projetos completamente aleatorizados II) Projetos em blocos aleatorizados III) Quadrados Latinos IV) Quadrados Greco-Latinos
Lucas Santana da Cunha 27 de novembro de 2017
EXPERIMENTAÇÃO E ANÁLISE DE VARIÂNCIA Lucas Santana da Cunha http://www.uel.br/pessoal/lscunha/ Universidade Estadual de Londrina 27 de novembro de 2017 Experimentação A experimentação se difundiu como
Teste de hipótese de variância e Análise de Variância (ANOVA)
Teste de hipótese de variância e Análise de Variância (ANOVA) Prof. Marcos Vinicius Pó Métodos Quantitativos para Ciências Sociais Modelos explicativos estatísticos Modelos estatísticos visam descrever
Especialização em Engenharia de Processos e de Sistemas de Produção
Especialização em Engenharia de Processos e de Sistemas de Produção Projetos de Experimento e Confiabilidade de Sistemas da Produção Prof. Claudio Luis C. Frankenberg 2ª parte Experimentos inteiramente
Teste de Comparações Múltiplas
Teste de Comparações Múltiplas Lucas Santana da Cunha email: [email protected] http://www.uel.br/pessoal/lscunha/ 24 de outubro de 2018 Londrina 1 / 9 Pela análise de variância realizada no Exemplo 1 da aula
EXPERIMENTAÇÃO ZOOTÉCNICA. Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari
EXPERIMENTAÇÃO ZOOTÉCNICA Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari [email protected] Introdução o Os ensaios em quadrados latinos levam em conta o controle local, aplicado em dois destinos:
DELINEAMENTO EM QUADRADO LATINO (DQL)
DQL DELINEAMENTO EM QUADRADO LATINO (DQL) Lucas Santana da Cunha http://www.uel.br/pessoal/lscunha Universidade Estadual de Londrina Departamento de Estatística 08 de julho de 2017 DQL Na Seção anterior
Bioexperimentação. Prof. Dr. Iron Macêdo Dantas
Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado da Educação e da Cultura - SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE UERN FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS FANAT DEPARTAMENTO
Delineamento e Análise Experimental Aula 4
Aula 4 Castro Soares de Oliveira ANOVA Significativa Quando a aplicação da análise de variância conduz à rejeição da hipótese nula, temos evidência de que existem diferenças entre as médias populacionais.
EXPERIMENTAÇÃO AGRÁRIA
EXPERIMENTAÇÃO AGRÁRIA Tema : Delineamentos experimentais básicos (DCC/DBCC/DQL) Delineamento de Blocos Completos Casualizados (DBCC) Quando usar? Quando as unidades experimentais não apresentam características
1. INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS
1. INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS A metodologia conhecida como projeto de experimentos foi introduzida por Fischer em 1935 e inicialmente aplicada a experimentos de agricultura. Posteriormente,
EXPERIMENTAÇÃO AGRÍCOLA. Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari
EXPERIMENTAÇÃO AGRÍCOLA Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari [email protected] INTRODUÇÃO Muitas vezes, embora se tenha cuidado no planejamento e Ao planejar um experimento, o pesquisador
ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL
ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL Delineamento Inteiramente Casualizado - DIC Prof. Miguel Toledo del Pino, Dr. INTRODUÇÃO No DIC a distribuição dos tratamentos às unidades experimentais é feita inteiramente ao
Teste de hipótese de variância e Análise de Variância (ANOVA)
Teste de hipótese de variância e Análise de Variância (ANOVA) Prof. Marcos Vinicius Pó Métodos Quantitativos para Ciências Sociais Testes sobre variâncias Problema: queremos saber se há diferenças estatisticamente
b) 5 6 d) 1 6 e) 7 6
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 21. Em estatística, duas medidas são de grande importância na análise de dados, medidas de tendência central e de dispersão. Dentre as medidas indicadas abaixo, são, respectivamente,
EXPERIMENTAÇÃO ZOOTÉCNICA. Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari
EXPERIMENTAÇÃO ZOOTÉCNICA Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari [email protected] Caracterização o O delineamento inteiramente casualizado (DIC) é o mais simples de todos os delineamentos
ANÁLISE DE VARIÂNCIA (ANOVA) Prof. Anderson Rodrigo da Silva
ANÁLISE DE VARIÂNCIA (ANOVA) Prof. Anderson Rodrigo da Silva [email protected] Exemplo 1 de Introdução Medley & Clements (1998) estudaram o efeito de metais pesados, especialmente zinco, sobre
Estatística. Nos exercícios que se seguem, e caso seja necessário, considere que os pressupostos necessários à aplicação da ANOVA são verificados.
INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA Ano Lectivo 007/008 Estatística Ficha n.º Nos exercícios que se seguem, e caso seja necessário, considere que os pressupostos necessários
Considerações. Planejamento. Planejamento. 3.3 Análise de Variância ANOVA. 3.3 Análise de Variância ANOVA. Estatística II
UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA CAMPUS DE JI-PARAN PARANÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL Estatística II Aula 8 Profa. Renata G. Aguiar Considerações Coleta de dados no dia 18.05.2010. Aula extra
SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE UERN FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS FANAT DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DECB
DISCIPLINA BIOEXPERIMENTAÇÃO Exercício de experimento fatorial resolução passo-à-passo Os dados apresentados abaixo são uma adaptação do exemplo apresentado por Banzato e Kronka (199) Os dados são valores
Planejamento de Experimentos Experimento com um fator aleatório
1 / 12 Planejamento de Experimentos Experimento com um fator aleatório Enrico A. Colosimo/UFMG Depto. Estatística - ICEx - UFMG 2 / 12 Modelo Estatístico para Efeitos Fixos Y ij = µ + τ i + ɛ ij em que
Conceitos Básicos Teste t Teste F. Teste de Hipóteses. Joel M. Corrêa da Rosa
2011 O 1. Formular duas hipóteses sobre um valor que é desconhecido na população. 2. Fixar um nível de significância 3. Escolher a Estatística do Teste 4. Calcular o p-valor 5. Tomar a decisão mediante
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE EXPERIMENTAÇÃO. Profª. Sheila Regina Oro
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE EXPERIMENTAÇÃO Livro: Curso de estatística experimental Autor: Frederico PIMENTEL-GOMES Capítulo: 2 Livro: Estatística experimental Autor: Sonia VIEIRA Capítulo: 1 Profª. Sheila Regina
DELINEAMENTO COMPLETAMENTE CASUALIZADO. Prof. Dra. Janete Pereira Amador
DELINEAMENTO COMPLETAMENTE CASUALIZADO Prof. Dra. Janete Pereira Amador Análise de Variância Considerando esquematicamente um experimento, tem-se: Tratamentos Unidade Experimental Efeito onde ij são as
Questão 1: Questão 2: Defina tratamentos, fator, nível, parcela, subparcela, coeficiente de variação e interação entre fatores.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR DISCIPLINA: ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL LISTA DE EXERCÍCIOS 3 a AVALIAÇÃO PROFESSOR: ROBERTO QUEIROGA Questão 1: Faça um croqui (disposição
DELINEAMENTO INTEIRAMENTE CASUALIZADO. Profª. Sheila Regina Oro
DELINEAMENTO INTEIRAMENTE CASUALIZADO Profª. Sheila Regina Oro Delineamento experimental Para planejar um experimento é preciso definir os tratamentos em comparação e a maneira de designar os tratamentos
PROJETO E ANÁLISES DE EXPERIMENTOS (PAE) EXPERIMENTOS COM DOIS FATORES E O PLANEJAMENTO FATORIAL
PROJETO E ANÁLISES DE EXPERIMENTOS (PAE) EXPERIMENTOS COM DOIS FATORES E O PLANEJAMENTO FATORIAL Dr Sivaldo Leite Correia CONCEITOS E DEFINIÇÕES FUNDAMENTAIS Muitos experimentos são realizados visando
Testes de Hipóteses. Ricardo Ehlers Departamento de Matemática Aplicada e Estatística Universidade de São Paulo
Testes de Hipóteses Ricardo Ehlers [email protected] Departamento de Matemática Aplicada e Estatística Universidade de São Paulo Introdução e notação Em geral, intervalos de confiança são a forma mais
Introdução. São duas técnicas estreitamente relacionadas, que visa estimar uma relação que possa existir entre duas variáveis na população.
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Correlação e Regressão Luiz Medeiros de Araujo Lima Filho Departamento de Estatística Introdução São duas técnicas estreitamente relacionadas, que visa estimar uma relação
Esquema Fatorial. Lucas Santana da Cunha Universidade Estadual de Londrina
Esquema Fatorial Lucas Santana da Cunha email: [email protected] http://www.uel.br/pessoal/lscunha/ Universidade Estadual de Londrina 22 de junho de 2016 Muitos experimentos envolvem o estudo dos efeitos
CORRELAÇÃO E REGRESSÃO
CORRELAÇÃO E REGRESSÃO 1 1. CORRELAÇÃO 1.1. INTRODUÇÃO 1.. PADRÕES DE ASSOCIAÇÃO 1.3. INDICADORES DE ASSOCIAÇÃO 1.4. O COEFICIENTE DE CORRELAÇÃO 1.5. HIPÓTESES BÁSICAS 1.6. DEFINIÇÃO 1.7. TESTE DE HIPÓTESE.
REGRESSÃO E CORRELAÇÃO
REGRESSÃO E CORRELAÇÃO A interpretação moderna da regressão A análise de regressão diz respeito ao estudo da dependência de uma variável, a variável dependente, em relação a uma ou mais variáveis explanatórias,
Lista de Exercícios Estatística 2 CE003 Prof. Leonardo Melo
Lista de Exercícios Estatística 2 CE003 Prof. Leonardo Melo 1. Um fabricante de lajotas de cerâmica introduz um novo material em sua fabricação e acredita que aumentará a resistência média, que atualmente
NOÇÕES SOBRE EXPERIMENTOS FATORIAIS
3 NOÇÕES SOBRE EXPERIMENTOS FATORIAIS Planejamento de Experimentos Design of Experiments - DOE Em primeiro lugar devemos definir o que é um experimento: Um experimento é um procedimento no qual alterações
Capítulo 1 Estatística Descritiva. Prof. Fabrício Maciel Gomes
Capítulo 1 Estatística Descritiva Prof. Fabrício Maciel Gomes Gráficos 1. Gráfico de Colunas Um gráfico de colunas mostra as alterações de dados em um período de tempo ou ilustra comparações entre itens.
Estatística para Cursos de Engenharia e Informática
Estatística para Cursos de Engenharia e Informática BARBETTA, Pedro Alberto REIS, Marcelo Menezes BORNIA, Antonio Cezar MUDANÇAS E CORREÇOES DA ª EDIÇÃO p. 03, após expressão 4.9: P( A B) = P( B A) p.
Modelo de Regressão Múltipla
Modelo de Regressão Múltipla Modelo de Regressão Linear Simples Última aula: Y = α + βx + i i ε i Y é a variável resposta; X é a variável independente; ε representa o erro. 2 Modelo Clássico de Regressão
QUI 154/150 Química Analítica V Análise Instrumental. Aula 1 Estatística (parte 1)
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Instituto de Ciências Exatas Depto. de Química QUI 154/150 Química Analítica V Análise Instrumental Aula 1 Estatística (parte 1) Prof. Julio C. J. Silva Juiz
Capítulo 11 Análise da Variância. Statistics for Managers Using Microsoft Excel, 5e 2008 Prentice-Hall, Inc. Chap 11-1
Capítulo 11 Análise da Variância Statistics for Managers Using Microsoft Excel, 5e 2008 Prentice-Hall, Inc. Chap 11-1 Objetivos do Aprendizado Neste capítulo você aprenderá: Os conceitos básicos da modelagem
DIC com número diferente de repetições por tratamento
DIC com número diferente de repetições por tratamento Introdução Muitas vezes, embora se tenha cuidado no planejamento e Ao planejar um experimento, o pesquisador deve utilizar na execução do experimento,
Ajuste por mínimos quadrados no Scilab
Ajuste por mínimos quadrados no Scilab O ajuste por mínimos quadrados é uma regressão linear nos parâmetros (eles podem ser arranjados na equação de regressão na forma de um único vetor) que tem sua eficiância
TÉCNICAS EXPERIMENTAIS APLICADAS EM CIÊNCIA DO SOLO
1 TÉCNICAS EXPERIMENTAIS APLICADAS EM CIÊNCIA DO SOLO Mario de Andrade Lira Junior lira.pro.br/wordpress os direitos autorais. ANÁLISE DA VARIÂNCIA Desdobramento da variância total em seus componentes
H 0 : m 1 = m 2 =... = m I = 0 H a : pelo menos m u m k, para algum u k (u,k=1,2,...,i)
Em um experimento ao se comparar as médias de tratamentos ou dos níveis de um fator de tratamentos, inicialmente, formula-se a seguintes hipóteses: H 0 : m = m =... = m = 0 H a : pelo menos m u m k, para
Planejamento de Experimentos
Planejamento de Experimentos FISHER, matemático e estatístico, desenvolveu: tipos de experimentos (Delineamento de Experimentos) métodos estatísticos para analisar os experimentos (Análise de Variância)
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIENCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE IV
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIENCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE IV TESTES DE COMPARAÇÕES MÚLTIPLAS DE MÉDIAS EXPERIMENTAIS Profª Railene Hérica Carlos
