ÓRGÃOS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE
|
|
|
- Ayrton Brandt Conceição
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ÓRGÃOS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE 1. Introdução Nos dias atuais, várias entidades trabalham internacionalmente no desenvolvimento e uniformização de normas e procedimentos para a área contábil internacional, destacando-se principalmente duas; 1. O Comitê de Normas Contábeis Internacionais (International Accounting Standards Committeee) IASC, atualmente denominado International Accounting Standards Board - IASB, que é mais detalhado nas apostilas seguintes, e 2. A Federação Internacional de Contadores (International Federation of Accountants) - IFAC. Adicionalmente, a Organização Internacional de Comissão de Valores Mobiliários (International Organization of Securities Commissions)- IOSCO trabalha na regulamentação internacional de normas para o mercado de capitais e bolsa de valores. Por outro lado, as empresas norte-americanas, por suas características, ao longo do século passado, de grandes exploradoras e investidoras em diferentes mercados, provavelmente, foram das primeiras a uniformizar os procedimentos contábeis de conversão de demonstrativos financeiros em outra moeda diferente da americana. O grande desenvolvimento de normas de contabilidade norte-americana, e sua enorme influência no mundo contábil atual, deve-se ao surgimento das gigantescas Corporations, principalmente no início do século, aliado ao formidável desenvolvimento do mercado de capitais e ao extraordinário ritmo de desenvolvimento que aquele país experimentou e ainda experimenta, o qual constitui um campo fértil para o avanço das teorias e práticas contábeis norte-americanas. A evolução da Contabilidade e os principais órgãos de contabilidade norte-americano são mais detalhados nas apostilas seguintes. A seguir outros importantes órgãos de contabilidade de âmbito internacional. 2. IFAC A Federação Internacional de Contadores (International Federation of Accountants)- IFAC, com sede em New York, USA, é uma organização congregando as organizações nacionais de diferentes países, representantes dos profissionais atuantes na área contábil para diferentes ramos de atividades, assim como, de grupos que interagem com freqüência com a profissão contábil. Fundado em 1977 (Munique, Alemanha) durante o 11º Congresso Internacional de Contadores, cuja organização passou a ser de responsabilidade do IFAC. É uma organização não governamental, sem fins lucrativos e não política, sediada em Nova York, EUA. Conceitos 07 - Contabilidade Internacional.doc 15/8/2010 Página 1 de 6
2 Em 2005, o IFAC tinha como participantes 157 organizações-membro, em 118 países, representando mais de 2 milhões de contadores. O Brasil é representado no IFAC pelo IBRACON e pelo CFC. O IFAC emite orientações em seis áreas chave, conforme a seguir: 1) Comitê de Padrões de Auditoria Normas Internacionais de Auditoria (International Standards on Auditing)-ISA Os procedimentos de auditoria variam em diferentes países. O Comitê Internacional de Auditoria e Normas de Conformidade (International Auditing and Assurance Standards Board)-IAASB toma conhecimento destes procedimentos e suas diferenças e emite as ISAs, que devem ser utilizadas com as adaptações necessárias. Relatórios de Procedimentos Internacionais de Auditoria (International Auditing Practice Statements)-IAPS Os IAPS são emitidos para dar assistência prática aos auditores na implementação das ISAs e promover sua boa aplicação. Estes relatórios não têm força normativa. Relatórios de Discussão (Discussion Papers) São emitidos periodicamente sobre assuntos de interesse dos auditores. 2) Comitê de Educação Normas Internacionais de Educação (International Education Standards) Orientações Internacionais de Educação (International Education Guidelines) 3) Comitê de Ética Código de Ética (Code of Etics) O Código de Ética para os Profissionais de Contabilidade (Code of Ethics for Professional Accountants) do IFAC pretende servir como um modelo base para as orientações nacionais (dos países). Ele estabelece normas de conduta e princípios fundamentais que devem ser observados pelos profissionais contábeis a fim de alcançarem objetivos comuns. 4) Comitê de Contadores Profissionais para o Gerenciamento de Negócios Relatórios sobre Procedimentos Internacionais de Contabilidade Gerencial (International Management Accounting Practice Statements). Estudos (Studies). Outras Publicações (Other Publications). 5) Comitê do Setor Público Orientações (Guidelines) Edita padrões contábeis internacionais do setor público, incluindo aspectos de auditoria para os governos locais, regionais e nacional. 6) Comitê de Auditores Transnacionais Atua de forma interativa entre firmas de auditoria multinacionais e reguladores internacionais com relação à qualidade dos trabalhos de auditoria e transparência dos atos. Conceitos 07 - Contabilidade Internacional.doc 15/8/2010 Página 2 de 6
3 3. IOSCO A Organização Internacional de Comissões de Valores Mobiliários (International Organization of Securities Commissions) - IOSCO é o órgão representativo das instituições mundiais de regulação de mercado de capitais. O objetivo principal da IOSCO, conforme o preâmbulo de seu estatuto é a cooperação com as comissões de valores mobiliários e/ou órgãos reguladores de mercados de capitais mundiais para assegurar a melhor regulamentação dos mercados domésticos, assim como, em nível internacional, garantir mercados justos e eficientes. Conta com a participação de mais de 115 órgãos reguladores, semelhantes a nossa CVM (que também participa regularmente de suas reuniões, através da Superintendência de Normas Contábeis), e abrange mais de 85% do movimento global do mercado de capitais do mundo. Em sua reunião anual de 1995 (Tóquio), endossou a obrigatoriedade de adoção das normas internacionais de contabilidade editadas pelo IASB pelas companhias que transacionam no mercado de capitais. Tal procedimento, aparentemente, facilitou empresas que pretendiam entrar no mercado norte-americano, cujas Bolsas têm exigido demonstrações contábeis elaboradas com base nos USGAAP ou com saldos reconciliados para adoção dos USGAAP. 4. OECD A Organização para o Desenvolvimento e Cooperação Econômica (Organization for Economic Cooperation and Development) OECD, criada em 1960, é conhecida como o Clube dos Ricos e conta atualmente com 30 países-membros. Suas publicações abrangem questões econômicas e sociais, tais como macroeconomia, comércio, educação e ciência. A OECD possui um Grupo de Trabalho de Padrões Contábeis, que apóia esforços de entidades regionais, nacionais e internacionais para promover a harmonização contábil e atua como uma espécie de fórum de debates para troca de opiniões com a ONU, no que diz respeito a matéria contábil e relatórios financeiros. Atualmente, a OECD é mais conhecida pela sua atuação na área de tributação, inclusive pela utilização de recomendações em nível de convênios e outros acordos bilaterais. Conceitos 07 - Contabilidade Internacional.doc 15/8/2010 Página 3 de 6
4 5. EU A original Comunidade Econômica Européia (European Economic Community) EEC, atualmente União Européia (European Union) EU surgiu na década de 50, após a 2ª Guerra, pela necessidade dos países europeus de maior integração e fortalecimento, tanto no campo econômico quanto no campo político, e como forma de fazer frente ao poderio econômico cada vez maior dos Estados Unidos da América. O processo de consolidação da União Européia resultou na assinatura do Tratado de Maastricht (1991), que estabeleceu um cronograma de implantação da União Monetária Européia, com a adoção do EURO como moeda de troca entre os países-membros, bem como a criação de um Banco Central próprio. A tentativa de harmonização de princípios contábeis no âmbito da Comunidade Econômica Européia e depois da União Européia foi implementada com a aprovação das diretivas com características supranacionais. Isto equivale a dizer que cada país-membro da comunidade fica obrigado a incluir na sua legislação nacional os princípios básicos de cada diretiva. A 4º e 7º diretivas (1983) trouxeram contribuições significativas para harmonização de normas contábeis na União Européia, que resultaram na recente decisão de que todas as companhias abertas (integrantes do referido bloco econômico) devem preparar, a partir de 2005, suas demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de contabilidade editadas pelo IASB. 6. BSC do BIS O Comitê de Supervisão Bancária (Banking Supervision Committee) BSC do Banco de Compensações Internacionais (International Banking Compensation) BIS, é semelhante ao IOSCO na área bancária internacional, embora funcione mais como uma voz do G-10 (dez países mais ricos) em matéria de regulamentação do sistema financeiro. É uma espécie de Banco Central dos Bancos Centrais, e não tem características especificamente contábeis. Um dos objetivos básicos do BSC é uniformizar as normas aplicáveis às instituições financeiras aplicáveis em seus respectivos países. Não existe obrigatoriedade na adoção das normas do BSC do BIS, mas se um banco do Brasil, por exemplo, quiser abrir uma agência ou subsidiária em outro país (geralmente nos países ricos ou aqueles pertencentes ao G-10, onde o mercado bancário é extremamente ativo), deverá este banco estar em consonância com as normas do BIS, sendo, portanto, obrigatória na prática, considerando-se o atual cenário de mercado globalizado. Destacam-se, entre as normas do BIS, que ditam matéria contábil, as relacionadas com a constituição de provisão para créditos de liquidação duvidosa, a natureza e a composição de reservas entre outras. Conceitos 07 - Contabilidade Internacional.doc 15/8/2010 Página 4 de 6
5 7. CAPA A Confederação de Contadores da Ásia e do Pacífico (The Confederation of Asian and Pacific Accountants) CAPA foi criada em Trata-se do maior organismo regional em matéria contábil. Representa uma organização que congrega 31 entidades contábeis profissionais de 21 países-membros; Austrália, Bangladesh, Canadá, China, Ilhas Fiji, França, Hong-Kong, Índia, Japão, Coréia, Malásia, Mongólia, Nepal, Nova Zelândia, Paquistão, Filipinas, Samoa, Ilhas Solomons, Sri Lanka, Tailândia e Grã-Bretanha. Sua principal missão é o desenvolvimento, aperfeiçoamento, coordenação da profissão contábil na região Ásia/Pacífico, para capacitar a profissão no oferecimento de serviços de alta qualidade e de interesse público. Um dos seus objetivos para alcançar essa missão é; aperfeiçoar os padrões e o desenvolvimento da profissão, por meio da busca de harmonização com pronunciamentos do IFAC e IASB. 8. AIC A Associação Interamericana de Contabilidade (Asociación Interamericana de Contabilidad) AIC é uma organização regional da profissão contábil nas Américas, com 23 países-membros ( Cuba em exílio ). Criada em 1949, seu objetivo é integrar contadores do continente americano e assumir a representação da profissão. Sua missão é a de alcançar uma profissão forte e coerente, no âmbito dos contadores das Américas (Norte, Central e Sul), que cumpra com sua responsabilidade perante a sociedade dentro de um sincero intercâmbio e convivência fraternal. 9. FEE A Federação dos Especialistas Contábeis da Europa (Federation des Experts Comptables Européens) FEE é uma organização profissional de contadores com sede em Bruxelas, com o objetivo de analisar e discutir divergências internacionais no âmbito contábil, de auditoria e tributação. Normalmente, suas propostas, quando aprovadas, são levadas a apreciação da União Européia. Conceitos 07 - Contabilidade Internacional.doc 15/8/2010 Página 5 de 6
6 QUESTIONÁRIO Quais os principais órgãos atuantes no desenvolvimento e uniformização de procedimentos contábeis internacionais? 2. Quais as principais áreas de atuação do IFAC? 3. O que significa IOSCO e qual o seu principal objetivo? 4. Qual a importância da OECD para a contabilidade internacional? 5. Existe semelhança entre o IOSCO e do BIS? 6. Por que a União Européia contribuiu para a harmonização de procedimentos contábeis internacionais? 7. CAPA, AIC e FEE são organismos contábeis regionais ou de âmbito mundial? Onde atuam e quais os seus objetivos? 8. O Brasil participa de algum dos órgãos mencionados anteriormente? Isto é positivo ou negativo, e em que sentido? Conceitos 07 - Contabilidade Internacional.doc 15/8/2010 Página 6 de 6
A VOLTA À ESCOLA EUROPÉIA (SÉCULO XXI)!!!! SERÁ???? FASB OU IASB? QUEM VENCERÁ?
A VOLTA À ESCOLA EUROPÉIA (SÉCULO XXI)!!!! SERÁ???? FASB OU IASB? QUEM VENCERÁ? ORIGEM DE UMA NOVA ESCOLA Para fazer frente ao enorme poderio econômico norteamericano, após a 2ª Guerra Mundial, alguns
Auditoria Efeitos da Convergência. FERNANDO CALDAS Sócio da 100PORCENTO AUDIT, CONSULT, SOLUÇÕES S.A. www.100porcento.srv.br
Auditoria Efeitos da Convergência FERNANDO CALDAS Sócio da 100PORCENTO AUDIT, CONSULT, SOLUÇÕES S.A. www.100porcento.srv.br Final do Século XX Início do processo de globalização Diminuição das fronteiras
Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CONTABILIDADE INTERNACIONAL FINANCIAL REPORTING
Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CONTABILIDADE INTERNACIONAL FINANCIAL REPORTING Belo Horizonte 2012 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CONTABILIDADE INTERNACIONAL FINANCIAL
PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Eixo tecnológico: Gestão e Negócios C. H. Semanal: 10
PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Tópicos Especiais de Contabilidade Módulo: III Eixo tecnológico:
NCIA O NOVO PROFISSIONAL CONTÁBIL
12ª SEMANA DE CONTABILIDADE DO BANCO CENTRAL PAINEL 6: O PROCESSO DE CONVERGÊNCIA NCIA O NOVO PROFISSIONAL CONTÁBIL PROF. DR. JORGE KATSUMI NIYAMA, UnB Maio/2007 O QUE É CONTABILIDADE INTERNACIONAL? 1.
A Contabilidade e o Profissional Contábil nas Pequenas e Médias Empresas
A Contabilidade e o Profissional Contábil nas Pequenas e Médias Empresas Irineu De Mula Março/2011 Primeira Fase do Processo de Convergência (Lei 11.638 e 11.941/08) Direito Positivo Brasileiro Alteram
8PSUREOHPDGHSDGURQL]DomR
25*$1,6026(1250$6,17(51$&,21$,6'(&217$%,/,'$'( 8PSUREOHPDGHSDGURQL]DomR INTRODUÇÃO Com o crescente avanço tecnológico, facilidades de comunicação, rapidez no processamento de informações e mobilidade internacional
O Comitê de Pronunciamentos - CPC. Irineu De Mula Diretor da Fundação Brasileira de Contabilidade - FBC
O Comitê de Pronunciamentos - CPC Irineu De Mula Diretor da Fundação Brasileira de - FBC Objetivo: O estudo, o preparo e a emissão de Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de e a divulgação de informações
Abertas inscrições para o MBA em IFRS da FIPECAFI
Abertas inscrições para o MBA em IFRS da FIPECAFI A FIPECAFI (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) está com as inscrições abertas para a primeira turma do MBA em IFRS (Normas
CERTIFICAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE INVESTIMENTOS. Haroldo R. Levy Neto Vice-Presidente do CCA
Associação Brasileira dos Analistas do Mercado de Capitais CERTIFICAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE INVESTIMENTOS Haroldo R. Levy Neto Vice-Presidente do CCA 05/04/2002 OBJETIVO DAS CERTIFICAÇÕES DA ABAMEC Através
IFRS A nova realidade de fazer Contabilidade no Brasil
Ano X - Nº 77 - Julho/Agosto de 2014 IFRS A nova realidade de fazer Contabilidade no Brasil Profissionais da Contabilidade deverão assinar prestações de contas das eleições Ampliação do Simples Nacional
História do Ibracon 1957: ICPB
História do Ibracon ORIGEM: 1957: ICPB - Instituto dos Contadores Públicos do Brasil 1968: Criação do Instituto Brasileiro de Auditores Independentes (IBAI) DENOMINAÇÃO: 1971: Fundação do Instituto dos
ADERÊNCIA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DAS ENTIDADES FECHADAS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR AO IAS 26
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerenciais Curso de Ciências Contábeis Contabilidade de Entidades de Previdência Privada e Seguradoras ADERÊNCIA DAS
FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA
FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA 04) O que é uma Norma Aquilo que se estabelece como base ou medida para a realização
CADERNO DE ANOTAÇÕES CONTÁBEIS
CADERNO DE ANOTAÇÕES CONTÁBEIS APLICAÇÃO N 3 As novas práticas contábeis instituídas a partir da Lei 11.638/2007 complementadas pela Lei 11.941/2009 e normatização formulada através da edição dos pronunciamentos
O que são normas internacionais?
APRESENTAÇÃO O incremento da competitividade é um fator decisivo para a maior inserção das Micro e Pequenas Empresas (MPE), em mercados externos cada vez mais globalizados. Internamente, as MPE estão inseridas
O Processo de Convergência das Normas Brasileiras de Contabilidade e Auditoria às Normas Internacionais VERÔNICA SOUTO MAIOR
O Processo de Convergência das Normas Brasileiras e Auditoria às Normas Internacionais VERÔNICA SOUTO MAIOR Professora do DCCA/UFPE, Conselheira do CFC, Coordenadora do Comitê Gestor da Convergência no
NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE TÉCNICAS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBCT SP
NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE TÉCNICAS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBCT SP O Papel e a Missão do CFC: (1) No processo de adoção, no Brasil, do paradigma científico para a Contabilidade Aplicada ao
Proposta de Modelo de Avaliação de Gestão e Governança para Bancos
Proposta de Modelo de Avaliação de Gestão e Governança para Bancos Sílvia Marques de Brito e Silva Amaro Luiz de Oliveira Gomes Bacen/Denor Estrutura da Apresentação 1. Objetivo do trabalho 2. Importância
MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS
MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS Visando a redução de riscos nos investimentos internacionais, além de ter mais facilidade de comunicação internacional no mundo dos negócios, com o uso de
O IFRS e as cooperativas de crédito no Brasil - Efetividade das ações das auditorias internas e externas
O IFRS e as cooperativas de crédito no Brasil - Efetividade das ações das auditorias internas e externas JOÃO PAULO VIANA MAGALHÃES Departamento de Supervisão de Cooperativas de Crédito e Instituições
DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMBINADAS
24 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMBINADAS Os mercados de capitais na Europa e no mundo exigem informações financeiras significativas, confiáveis, relevantes e comparáveis sobre os emitentes de valores mobiliários.
RESOLUÇÃO CFC N.º 1.328/11. Dispõe sobre a Estrutura das Normas Brasileiras de Contabilidade.
RESOLUÇÃO CFC N.º 1.328/11 Dispõe sobre a Estrutura das Normas Brasileiras de Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, e com fundamento
Faz saber que foi aprovada em seu Plenário a seguinte Norma Brasileira de Contabilidade (NBC), que tem por base o CT 04/2010 (R2) do Ibracon:
Norma Brasileira de Contabilidade CFC/CTA Nº 2 DE 27/02/2015 Publicado no DO em 9 mar 2015 Dá nova redação ao CTA 02 que trata da emissão do relatório do auditor independente sobre demonstrações contábeis
Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO
COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30.8.2011 COM(2011) 516 final 2011/0223 (COD) Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n.º 810/2009, de 13 de Julho de 2009,
Patrimônio Público Tratativas Contábeis. Palestrante: Nilton Cordoni Junior [email protected] [email protected].
Patrimônio Público Tratativas Contábeis [email protected] [email protected] Legislação Padronização Internacional da Contabilidade no Controle do Patrimônio: IFAC Federação Internacional
EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SNC Nº 03/2014 ICPC 19 TRIBUTOS. Prazo: 15 de setembro de 2014
EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SNC Nº 03/2014 ICPC 19 TRIBUTOS Prazo: 15 de setembro de 2014 O Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Conselho Federal de Contabilidade
Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC Origem
1 * Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC Origem Em função das Necessidades de: - convergência internacional das normas contábeis (redução de custo de elaboração de relatórios contábeis, redução de riscos
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS COOPERATIVAS DE CONSUMIDORES, FCRL
COMENTÁRIOS DA FENACOOP PROCEDIMENTOS DE MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR As cooperativas de consumo são, nos termos da Constituição e da Lei, entidades legítimas de representação dos interesses e direitos dos
Gerenciamento de Riscos Risco de Liquidez
Gerenciamento de Riscos Risco de Liquidez 5. Risco de Liquidez O Risco de Liquidez assume duas formas distintas, porém intimamente relacionadas: risco de liquidez de ativos ou de mercado e risco de liquidez
IFRS INTERNATIONAL FINANCIAL REPORTING STANDARD IFRS NORMAS INTERNACIONAIS DE RELATÓRIOS FINANCEIROS
PARTE 1 - IFRS NORMATIVOS E SEUS EFEITOS NO PROCESSO DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS PARTE 2 MENSURAÇÃO DE RISCOS E GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS IFRS GRUPO APLICABILIDADE IFRS FULL ENTIDADES
Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013
Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 CAP. 02 A Dinâmica dos espaços da Globalização. (9º ano) *Estudaremos a difusão do modo capitalista de produção, ou seja, do modo de produzir bens e
A IMPLANTAÇÃO DE CONSELHO CONSULTIVO EM SOCIEDADES LIMITADAS COMO FORMA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA
A IMPLANTAÇÃO DE CONSELHO CONSULTIVO EM SOCIEDADES LIMITADAS COMO FORMA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA Ana Carolina Rovida de Oliveira Especialista em Direito da Economia e Empresarial I INTRODUÇÃO A estabilização
Sistemas e Instrumentos de Gestão Ambiental
Sistemas e Instrumentos de Gestão Ambiental Série ISO 14000 Prof. Gustavo Rodrigo Schiavon Eng. Ambiental A questão ambiental empresarial encontrase em fases distintas nos diversos países do mundo: De
COMPLIANCE FUNÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E. Vanessa Alessi Manzi 19/09/08
COMPLIANCE FUNÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E DESAFIOS Vanessa Alessi Manzi 19/09/08 Agenda 1. Compliance conceito e missão 2. Atuação de Compliance nas instituições 3. Ferramentas de Compliance 4. Auditoria e Compliance
Material de apoio. Aula 05 Normas brasileiras de contabilidade Normas técnicas de auditoria independente
Material de apoio Aula 05 Normas brasileiras de contabilidade Normas técnicas de auditoria independente Normas de auditoria que entraram em vigor no Brasil, em 2010 O CFC emitiu novas normas de auditoria
COMPLIANCE NO BRASIL
COMPLIANCE NO BRASIL C OMPLIANCE NO A existência de um programa de compliance demonstra comprometimento com a ética e integridade na prática de negócios O Que É Compliance Compliance, termo em inglês muito
ENTIDADES AUTO-REGULADORAS DO MERCADO ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO
BM&FBOVESPA A BM&FBOVESPA é muito mais do que um espaço de negociação: lista empresas e fundos; realiza negociação de ações, títulos, contratos derivativos; divulga cotações; produz índices de mercado;
Apresentação ao mercado do processo de adopção plena das IAS/IFRS
Apresentação ao mercado do processo de adopção plena das IAS/IFRS DEPARTAMENTO DE SUPERVISÃO PRUDENCIAL DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS 10 de Março de 2014 001 Índice Enquadramento 2 Evolução do normativo
II ENCONTRO INTERNACIONAL SOBRE REGULAÇÃO E SUPERVISÃO EM MICROFINANÇAS COMPARAÇÃO DE MODELOS MUNDIAIS E O CASO BRASILEIRO
II ENCONTRO INTERNACIONAL SOBRE REGULAÇÃO E SUPERVISÃO EM MICROFINANÇAS Painel: Crédito Cooperativo e Desenvolvimento COMPARAÇÃO DE MODELOS MUNDIAIS E O CASO BRASILEIRO TEMAS A SEREM ABORDADOS: Características
DR. SIZENANDO DA SILVA CAMPOS JÚNIORJ DIRETOR PRESIDENTE DA UNIMED GOIÂNIA
DR. SIZENANDO DA SILVA CAMPOS JÚNIORJ DIRETOR PRESIDENTE DA UNIMED GOIÂNIA Lei 5764/71 de 16/12/1971 COOPERATIVA DE 3º GRAU CONFEDERAÇÃO COOPERATIVA DE 2º GRAU FEDERAÇÃO OU CENTRAL COOPERATIVA DE 1º GRAU
Informações sobre as novas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público Mudanças e Desafios para a contabilidade pública
Informações sobre as novas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público Mudanças e Desafios para a contabilidade pública Marcus Vinicius P. de Oliveira Contador, Administrador, Especialista
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB)
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB) CAPÍTULO I - DO NEPEC E SEUS OBJETIVOS Artigo 1º - O presente Regulamento disciplina as atribuições,
A profissão contábil e o mercado de trabalho para os Contadores. Contabilidade: uma carreira apaixonante
CIÊNCIAS A profissão contábil e o mercado de trabalho para os Contadores Contabilidade: uma carreira apaixonante Prof. João Matias Loch E-mail: [email protected] CIÊNCIAS O que é a Contabilidade? CIÊNCIAS
EDITAL AUDITAR PROCESSO SELETVO Nº 2/2010
EDITAL AUDITAR PROCESSO SELETVO Nº 2/2010 Processo Seletivo para Participação no II Seminário Internacional de Contabilidade Pública e 3º Fórum Nacional de Gestão e Contabilidade Públicas 1. Considerações
Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental
Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental O momento certo para incorporar as mudanças A resolução 4.327 do Banco Central dispõe que as instituições
Organizações internacionais Regionais
Organizações internacionais Regionais Percurso 4 Geografia 9ºANO Profª Bruna Andrade e Elaine Camargo Os países fazem uniões a partir de interesses comuns. Esses interesses devem trazer benefícios aos
Reabilitação Profissional e Emprego de Pessoas Deficientes
1 CONVENÇÃO N. 159 Reabilitação Profissional e Emprego de Pessoas Deficientes I Aprovada na 69ª reunião da Conferência Internacional do Trabalho (Genebra 1983), entrou em vigor no plano internacional em
Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos (anteriormente denominado Fundo de Garantia da Bolsa de Valores de São Paulo)
1. Contexto operacional A Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), por força do disposto no regulamento anexo à Resolução no. 2.690, de 28 de janeiro de 2000, do Conselho Monetário Nacional, mantinha um
XX RAPAL DI 11 Presentado por Brasil Punto agenda 12a SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NA ESTAÇÃO ANTÁRTICA COMANDANTE FERRAZ SGA/EACF
XX RAPAL DI 11 Presentado por Brasil Punto agenda 12a SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NA ESTAÇÃO ANTÁRTICA COMANDANTE FERRAZ SGA/EACF Sistema de Gestão Ambiental na Estação Antártica Comandante Ferraz SGA/EACF
O Processo de Convergências às Normas Internacionais de Contabilidade: Histórico e Perspectivas
O Processo de Convergências às Normas Internacionais de Contabilidade: Histórico e Perspectivas Humberto Carlos Zendersky Departamento de Normas do Sistema Financeiro Denor Maceió, 24 de novembro de 2011
NORMAS CONTÁBEIS APLICÁVEIS ÀS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS NO BRASIL: SEGUNDO AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE ALUNO: MINASSON ELIAS FERREIRA
CIÊNCIAS CONTÁBEIS NORMAS CONTÁBEIS APLICÁVEIS ÀS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS NO BRASIL: SEGUNDO AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE ALUNO: MINASSON ELIAS FERREIRA ORIENTADOR: PROF. Ms. GESIEL DE
Análise interna do estado organizacional do Colégio de Contadores. Validação do CCCh. como organismo regulador da profissão.
1 Aspectos gerais do Processo no Chile. Análise interna do estado organizacional do Contadores. Estudo Crítico interno e externo. Plano Estratégico Global para o Colégio. Validação do CCCh. como organismo
REGULAMENTO DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DA QUALIDADE DO INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO
REGULAMENTO DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DA QUALIDADE DO INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO A criação de um sistema integrado de gestão da qualidade para as instituições de ensino superior resulta das melhores
TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA
INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação
CONTABILIDADE INTERNACIONAL
Apresentação da disciplina de CONTABILIDADE INTERNACIONAL UNIDADE IV Profa. Ms. Valquiria Pinheiro de Souza MBA CONTROLADORIA E FINANÇAS CONTABILIDADE INTERNACIONAL Os principais organismos normatizadores
PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 9.9.2008 B6-0000/2008 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO. apresentada nos termos do artigo 81.
PARLAMENTO EUROPEU 2004 Documento de sessão 2009 9.9.2008 B6-0000/2008 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO apresentada nos termos do artigo 81.º do Regimento pela Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários sobre
PROGRAMA PARA CAPACITAÇÃO DE INSPETORES PARA A VERIFICAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO DE PRODUTOS MÉDICOS
MERCOSUL/GMC/RES Nº 25/98 PROGRAMA PARA CAPACITAÇÃO DE INSPETORES PARA A VERIFICAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO DE PRODUTOS MÉDICOS TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo
9. o ANO FUNDAMENTAL PROF. ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE
9. o ANO FUNDAMENTAL PROF. ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE CONTEÚDOS E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade I Tempo, espaço, fontes históricas e representações cartográficas. 2
Aula 9.1 Conteúdo: Tentativas de união na América Latina; Criação do Mercosul. FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES
CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 9.1 Conteúdo: Tentativas de união na América Latina; Criação do Mercosul. 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Habilidade:
As IFRSs nos Currículos de Ciências Contábeis
As IFRSs nos Currículos de Ciências Contábeis Prof. Dr. Fábio Moraes da Costa Professor Associado da FUCAPE Business School Grupo Consultivo do International Accounting Education Standards Board (IAESB)
A CONTABILIDADE NO BRASIL GUARDA-LIVROS???? Primeiro curso técnico 1902. Primeiro curso superior 1946
A CONTABILIDADE NO BRASIL GUARDA-LIVROS???? Primeiro curso técnico 1902 Primeiro curso superior 1946 Os Primórdios O que não passou na TV Globo No início foi fortemente influenciada pela Escola Italiana.
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Banco Cooperativo Sicredi S.A. Versão: Julho/2015 Página 1 de 1 1 INTRODUÇÃO O Sicredi é um sistema de crédito cooperativo que valoriza a
SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES. Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA
SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA JUROS PAGOS PELOS TOMADORES - REMUNERAÇÃO PAGA AOS POUPADORES SPREAD
Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção
IP/03/716 Bruxelas, 21 de Maio de 2003 Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção O reforço dos direitos dos accionistas e da protecção dos trabalhadores e
GUIA PARA O RECONHECIMENTO DOS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE
MERCOSUL/GMC/RES. Nº 14/05 GUIA PARA O RECONHECIMENTO DOS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções Nº 38/95, 77/98, 56/02,
Quando utilizar o CPC para Pequenas e Médias
1 de 5 28/07/2010 09:05 Brasil Quando utilizar o CPC para Pequenas e Médias Empresas PMEs O que é e qual o objetivo da norma para PMEs Em julho de 2009 o International Accounting Standard Board IASB emitiu
BANCO BTG PACTUAL S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF n. 30.306.294/0001-45 Código CVM nº 22616 PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO
BANCO BTG PACTUAL S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF n. 30.306.294/0001-45 Código CVM nº 22616 PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO A administração do Banco BTG Pactual S.A. ( Banco ), no contexto da proposta de incorporação
1 Introdução. 1.1. A motivação e o problema da pesquisa
1 Introdução O objetivo desse capítulo é propiciar uma visão abrangente do estudo aqui desenvolvido. Dessa forma, ele foi estruturado com as seguintes seções: A motivação e o problema da pesquisa: baseada
Certificado uma vez, aceito em qualquer lugar
Certificado uma vez, aceito em qualquer lugar Introdução O International Accreditation Forum (IAF) é uma associação mundial de Organismos de Acreditação, Associações de Organismos de Certificação e outras
CONVERSAO DE DEMONSTRACOES CONTABEIS EM MOEDA. ESTRAGEIRA: FASB nº 8 e FASB nº 52
CONVERSAO DE DEMONSTRACOES CONTABEIS EM MOEDA Evolução das Normas de Contabilidade aplicadas no EUA Critérios Contábeis brasileiros e americanos (USGAAP) Objetivos da conversão de demonstrações contábeis
PERFIL DO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS CPC. Élen Cristiane dos Santos¹, Robernei Aparecido Lima ²
PERFIL DO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS CPC Élen Cristiane dos Santos¹, Robernei Aparecido Lima ² 1 Universidade do Vale do Paraíba/Faculdade de Ciências Contábeis, Avenida Dr.Januário Miráglia,
www.pwc.com.br Gerenciamento de capital e ICAAP
www.pwc.com.br Gerenciamento de capital e ICAAP Como desenvolver uma abordagem eficaz de gerenciamento de capital e um processo interno de avaliação da adequação de capital (ICAAP) A crise financeira de
PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação?
PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação? O mercado do trabalho está cada vez mais exigente. Hoje em dia, um certificado de pós-graduação é imprescindível para garantia
IBRACON NELSON GOUVEIA
IBRACON NELSON GOUVEIA 2 Assuntos Abordados U O que são Normas de Contabilidade U Os organismos que estudam os PFC no Brasil U A força da legislação sobre a contabilidade U Estrutura Conceitual Básica
A CONVERGÊNCIA DOS PADRÕES DE CONTABILIDADE APLICADOS NO BRASIL ÀS INTERNATIONAL FINANCIAL ACCOUNTING STANDARDS (IFRS)
A CONVERGÊNCIA DOS PADRÕES DE CONTABILIDADE APLICADOS NO BRASIL ÀS INTERNATIONAL FINANCIAL ACCOUNTING STANDARDS (IFRS) PROF. Ms. EDUARDO RAMOS Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ OBJETIVO Apresentar
FORMAÇÃO PROFISSIONAL: RESPONSABILIDADE DO PROFESSOR FRENTE ÀS EXIGÊNCIAS DE MERCADO E AO EXAME DE SUFICIÊNCIA. Prof. Dr.
FORMAÇÃO PROFISSIONAL: RESPONSABILIDADE DO PROFESSOR FRENTE ÀS EXIGÊNCIAS DE MERCADO E AO EXAME DE SUFICIÊNCIA Prof. Dr. Valmor Slomski A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE CIÊNCIAS
POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A.
POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. 28.03.2013 1. OBJETIVO 1.1 A presente Política de Transações com Partes Relacionadas da BB Seguridade Participações S.A.
Farmácia Universitária
Universidade Federal de Alfenas UNIFAL-MG Faculdade de Ciências Farmacêuticas Farmácia Universitária Regimento Interno Título I Da Farmácia Universitária Art. 1o A Farmácia Universitária da UNIFAL-MG,
AUDITORIA OPERACIONAL Aula 02
AUDITORIA OPERACIONAL Aula 02 Professor Marco Fernandes Há coisas que não sabemos, e elas pertecem ao SENHOR, nosso DEUS; mas o que ele revelou, isto é, a sua Lei, é para nós e para os nossos descendentes,
REGULAMENTO DE ESTÁGIO. CURSO: Comercio Exterior
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURSO: Comercio Exterior Fevereiro 2008 APRESENTAÇÃO CAPÍTULO I Art. 1º De acordo com regulamento de estágio da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina - O Estágio
RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG
SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG Belo Horizonte 01 de Julho de 2008 1 SUMÁRIO 1. Introdução...02
AULA 02. Estrutura do Sistema Financeiro Nacional. Subsistema Operativo I
AULA 02 Estrutura do Sistema Financeiro Nacional Subsistema Operativo I Subsistema Operativo No Sistema Financeiro Nacional, o subsistema operativo trata da intermediação, do suporte operacional e da administração.
Novo nível de confiança e transparência
www.pwc.com/br Novo nível de confiança e transparência Uma perspectiva na transição do SAS 70 para o SSAE 16 e o ISAE 3402 Introdução As organizações que prestam serviços os quais impactam as demonstrações
Serviços de Saúde do Trabalho
1 CONVENÇÃO N. 161 Serviços de Saúde do Trabalho I Aprovada na 71ª reunião da Conferência Internacional do Trabalho (Genebra 1985), entrou em vigor no plano internacional em 17.2.88. II Dados referentes
UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE
UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE A INSTITUIÇÃO A Universidade Livre do Meio Ambiente - Unilivre, instalada em Curitiba, Paraná, é uma organização não governamental sem fins lucrativos, recentemente
AGENDA DE CURSOS E EVENTOS
AGENDA DE S E EVENTOS 2015 AGENDA DE S E EVENTOS 2015 CATEGORIAS DE S Introdução à Governança Primeiro passo dentro da Governança Corporativa, os cursos de Introdução à Governança fornecem uma visão de
Informação complementar ao Relatório de Governo das Sociedades referente ao Exercício de 2007
BANIF SGPS S.A. Sociedade Aberta Matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Funchal Sede Social: Rua de João Tavira, 30, 9004 509 Funchal Capital Social: 250.000.000 Euros * Número único de matrícula
Fundos de Investimento em Direitos Creditórios - FIDC. 2011 Deloitte Touche Tohmatsu. Todos os direitos reservados.
Fundos de Investimento em Direitos Creditórios - FIDC Agenda Objetivos da Instrução CVM n o 489 Cronograma de implantação Novos requerimentos da Instrução CVM n o 489 Principais desafios na implementação
???? OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
Aula 1- Auditoria Professor : Marco Fernandes Dalponte www.dalmaf.com.br [email protected] OBJETIVOS DESTA AULA Apresentar o plano da disciplina Conhecer os principais conceitos relativos à
Orientações sobre a utilização do Identificador de Entidade Jurídica (Legal Entity Identifier LEI)
EIOPA(BoS(14(026 PT Orientações sobre a utilização do Identificador de Entidade Jurídica (Legal Entity Identifier LEI) EIOPA WesthafenTower Westhafenplatz 1 60327 Frankfurt Germany Phone: +49 69 951119(20
GLOBALIZAÇÃO DEFINIÇÃO
DEFINIÇÃO O termo globalização surgiu no início dos anos 80, nas grandes escolas de administração de empresas dos Estados Unidos (Harvard, Columbia, Stanford, etc.), como referência às oportunidades de
