IBRACON NELSON GOUVEIA
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- Maria das Graças Carneiro Pinhal
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1 IBRACON NELSON GOUVEIA
2 2 Assuntos Abordados U O que são Normas de Contabilidade U Os organismos que estudam os PFC no Brasil U A força da legislação sobre a contabilidade U Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade U Os Princípios Fundamentais de Contabilidade U As Normas Brasileiras de Contabilidade U Práticas Contábeis Adotadas no Brasil U Comitê de Padrões Contábeis - CPC U Contabilidade Internacional - FASB e IASB U Lei Sarbanes-Oxley (EUA): o que é?
3 3 O QUE SÃO NORMAS DE CONTABILIDADE U São o conjunto de Conceitos Fundamentais, Princípios propriamente ditos e Procedimentos utilizados como elementos disciplinadores Na escrituração de transações e Na elaboração de demonstrações contábeis U Esses pressupostos têm denominações diferentes segundo cada organismo nacional ou internacional que estuda contabilidade, mas, em seu âmago, variam basicamente na nomenclatura U As diferenças entre os componentes do conjunto que forma as normas são explicadas a seguir Conceitos Fundamentais de Contabilidade b Representam pressupostos de grande amplitude que fundamentam os demais componentes do conjunto b Ilustrando: o Conceito do Conservadorismo ou Prudência estabelece que, dentre as alternativas de avaliação existentes, os ativos serão sempre reconhecidos pelo menor valor, e os passivos pelo maior
4 4 O QUE SÃO NORMAS DE CONTABILIDADE Princípios Contábeis (propriamente ditos) b Representam as regras e normas através das quais os Conceitos Fundamentais de Contabilidade são trazidos para uma amplitude mais limitada. Também são conhecidos como critérios de avaliação dos elementos patrimoniais b Ilustrando: com base no Conceito do Conservadorismo, os valores a receber (direitos de crédito) serão reconhecidos pelo menor valor, entre o de realização e o original (de entrada na contabilidade) Procedimentos contábeis b Representam a forma de lançamento contábil usada para que os Princípios sejam reconhecidos na escrituração b Ilustrando: a forma de reconhecer a perda de valor de direitos de crédito, quando o valor de realização for inferior ao original, é através da constituição de uma provisão para retificação de ativo (provisão para devedores duvidosos) e não por meio de um crédito direto à conta desse ativo b Entre os dois procedimentos, embora o efeito final seja o mesmo, a forma de reconhecimento é diferente porque o ativo ainda não foi liquidado e a perda não foi concretizada U No Brasil esse conjunto é chamado de Princípios Fundamentais de Contabilidade - PFC, abordados adiante
5 5 OS ORGANISMOS QUE ESTUDAM OS PFC NO BRASIL U Três organismos atualmente têm preponderância nesse estudo no Brasil CFC - Conselho Federal de Contabilidade b Por força da legislação, os profissionais da contabilidade estão obrigados ao cumprimento das orientações emanadas do CFC CVM - Comissão de Valores Mobiliários b As empresas abertas (emitentes de valores mobiliários negociados no mercado de capitais) devem seguir as orientações emanadas da CVM IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes do Brasil b Embora sem força de lei, as orientações desse órgão costumam ser adotadas pelo CFC e pela CVM, tornando- se obrigatórias
6 6 ORGANISMOS QUE ESTUDAM OS PFC NO BRASIL CFC - CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE U O que é o CFC Criado em 1946 pelo Decreto-Lei nº 9.295, o CFC é o órgão maior da Contabilidade no Brasil, que coordena e congrega os CRC - Conselhos Regionais de Contabilidade existentes em todos os Estados da Federação, formando um complexo Sistema Nacional de Registro e Fiscalização do Exercício da Profissão Contábil U O que são Resoluções CFC As resoluções são os instrumentos utilizados pelo CFC para, dentre outras finalidades, estabelecer as regras de conduta profissional e procedimentos técnicos a serem obrigatoriamente seguidos pelos profissionais da área contábil U Princípios Fundamentais e Normas Brasileiras de Contabilidade São as regras de escrituração de transações e elaboração de demonstrações contábeis estabelecidas pelo CFC através de resoluções, e que serão abordadas adiante
7 7 ORGANISMOS QUE ESTUDAM OS PFC NO BRASIL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS U Breve histórico A Lei 6.385/76, promulgada na mesma ocasião que a Lei das SA (Lei 6.404/76, abordada adiante), criou a CVM A CVM é uma entidade autárquica em regime especial, vinculada ao Ministério da Fazenda, com personalidade jurídica e patrimônio próprios, dotada de autoridade administrativa independente, ausência de subordinação hierárquica, mandato fixo e estabilidade de seus dirigentes, e autonomia financeira e orçamentária Tem por objetivos estimular, regular, proteger e fiscalizar o mercado de valores mobiliários A Lei 6.385/76 sofreu alterações através das Leis 9.457/97, /01 e /02 U Atos normativos da CVM A CVM tem o poder de emitir atos normativos complementares às Leis e Resoluções do Conselho Monetário Nacional que norteiam sua atuação Esses atos normativos chamam-se Instruções, Deliberações, Pareceres e Notas Explicativas,, conceituados a seguir, nos termos da Deliberação CVM nº 1/76
8 8 ORGANISMOS QUE ESTUDAM OS PFC NO BRASIL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS U Atos normativos da CVM: conceituação Deliberação b Consubstancia todos os atos do Colegiado (da CVM) de acordo com sua competência específica Instrução b São os atos através dos quais a CVM regulamenta as matérias expressamente previstas na Lei 6.385/76 (que a criou) e na Lei 6.404/76 (Lei das SA) Pareceres de Orientação b Atos através dos quais a CVM veicula, no interesse do mercado de capitais, sua interpretação e opiniões sobre as Leis 6.385/76 e 6.404/76, bem como responde a consultas sobre matéria que lhe cabe regular Notas explicativas b Tornam públicos os motivos que levaram a CVM a propor ao Conselho Monetário Nacional matéria que foi objeto de sua decisão, bem como as razões pelas quais o Colegiado da CVM aprovou determinada Instrução U O conjunto de atos normativos da CVM pode ser encontrado no endereço
9 9 IBRACON ORGANISMOS QUE ESTUDAM OS PFC NO BRASIL IBRACON - INSTITUTO DOS AUDITORES INDEPENDENTES DO BRASIL U Breve histórico Fundado em 1971, sob a denominação de Instituto dos Auditores Independentes do Brasil - IAIB, através da fusão de dois Institutos então existentes: o Instituto dos Contadores Públicos do Brasil - ICPB, fundado em 1957; e o Instituto Brasileiro de Auditores Independentes - IBAI, fundado em 1968 Em 1982 o órgão assumiu a denominação de IBRACON - Instituto Brasileiro de Contadores, aumentando a abrangência de atuação e de interesses. E em 2001 passou à denominação de Instituto dos Auditores Independentes do Brasil, mantendo a sigla IBRACON U Objetivo O IBRACON tem por objetivo congregar profissionais de diferentes atividades com interesse no estudo técnico da contabilidade, na edição de normas técnicas de contabilidade e de auditoria e no aprimoramento da profissão no Brasil U Pronunciamentos do IBRACON São as NPA - Normas e Procedimentos de Auditoria e as NPC - Normas e Procedimentos de Contabilidade,, que orientam os auditores na prática da profissão Os pronunciamentos do IBRACON podem ser adquiridos diretamente no Instituto ou obtidos por download através de seu site
10 10 A FORÇA DA LEGISLAÇÃO SOBRE A CONTABILIDADE U Evolução das normas contábeis no Brasil A profissão contábil no país está estreitamente relacionada com a evolução da legislação societária, aquela que estabelece as regras que regulam as sociedades por ações,, principalmente as abertas. Essa evolução ocorreu dentro da cronologia descrita a seguir U Decreto-Lei nº 2.627/40 Estabeleceu as regras básicas de funcionamento das sociedades anônimas, mas era muito vago no que tange às normas contábeis U Circular nº 179/72, do BACEN Em 1972 o Banco Central do Brasil era então o órgão encarregado de regular e fiscalizar as empresas abertas.. Como forma de preencher o vazio relativo às normas contábeis, com essa circular o BACEN marcou o início da evolução da técnica contábil no Brasil A Circular estabelecia critérios básicos de escrituração de transações e de avaliação dos elementos patrimoniais a serem obedecidos pelas empresas abertas, oferecendo um padrão contábil uniforme para uso do mercado de capitais. Na ausência de normas contábeis específicas, muitas empresas fechadas passaram a adotar esses critérios
11 11 A FORÇA DA LEGISLAÇÃO SOBRE A CONTABILIDADE U Lei nº 6.404/76 - Lei das Sociedades por Ações Foi o divisor de águas na história da contabilidade no Brasil, em decorrência da revolução que provocou Como objetivo básico, ela criou a estrutura jurídica necessária ao fortalecimento do mercado de capitais de risco, naquela ocasião imprescindível à sobrevivência das empresas privadas. Na mesma época foi criada a CVM, hoje considerada o xerife do mercado de capitais No bojo dessa Lei foram estabelecidas normas contábeis bastante mais específicas do que as fixadas pelo BACEN, e com muito mais alcance, pois, passou a abranger todas as sociedades anônimas existentes e não apenas as companhias abertas A vigência da maior parte das normas da legislação societária foi fixada para iniciar em 1978, em função das alterações que seriam necessárias fazer na legislação tributária U Decreto-Lei nº 1.598/77 A legislação do imposto de renda até 1976 era desvinculada das normas contábeis. Com a promulgação da Lei das SA, o governo foi obrigado a fazer inúmeras mudanças nessa legislação, resultando em um conjunto de normas fiscais adaptadas às contábeis. O DL 1.598/77, após inúmeras alterações, foi substituído pelo DL 3.000/99, o atual Regulamento do IR
12 12 A FORÇA DA LEGISLAÇÃO SOBRE A CONTABILIDADE U Decreto-Lei nº 1.598/77... Se a legislação societária estendeu a todas as sociedades anônimas as regras contábeis que instituiu, as alterações na legislação tributária tiveram um efeito muito mais abrangente,, pois, estenderam as normas fiscais a todas as demais sociedades (limitadas), obrigando-as a adotar também as normas contábeis básicas das SA U Leis nº 9.249/95 e 9.457/97 Promoveram algumas alterações na legislação societária e tributária, inclusive a revogação (Lei 9.249/95) da correção monetária das demonstrações contábeis prevista na Lei 6.404/76 U Impacto da legislação societária sobre a normas contábeis A força exercida pelas legislações comercial e tributária a partir de 1978 sobre as normas contábeis das sociedades parece ter sido o incentivo que faltava para que o CFC - Conselho Federal de Contabilidade passasse, com a Resolução 530/81, a atuar mais fortemente na regulamentação dos princípios e normas contábeis no Brasil U Impacto da legislação tributária sobre as normas contábeis Além do efeito positivo de disseminar o uso das normas contábeis das SA, a legislação tributária também (e( e ainda) atua negativamente sobre essas normas ao exigir, em alguns casos, a adoção de determinados critérios contábeis sem embasamento técnico, com a finalidade única de atender a exigências de natureza tributária
13 13 ESTRUTURA CONCEITUAL BÁSICA DA CONTABILIDADE U Em 1985 o IBRACON aprovou o trabalho intitulado Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade, originalmente elaborado pelo IPECAFI - Instituto Brasileiro de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras, tornando-o um pronunciamento do órgão U A Deliberação CVM nº 29/86 aprovou e referendou o pronunciamento do IBRACON sobre a Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade U Esse trabalho representa um estudo profundo da teoria da Contabilidade e que, de certa forma, provocou uma revisão dos então denominados Princípios de Contabilidade Geralmente Aceitos por parte do CFC, que revogou a Resolução nº 530/81 e aprovou a Resolução nº 750/93, dispondo sobre os Princípios Fundamentais de Contabilidade U O trabalho Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade é de leitura obrigatória para os que pretendem especializar-se em matéria contábil
14 14 ESTRUTURA BÁSICA DAS NORMAS DO CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE U A estrutura atual está lastreada nas seguintes resoluções do CFC 750/93 Dispõe sobre os Princípios Fundamentais de Contabilidade 774/94 Apêndice à Resolução sobre os Princípios Fundamentais de Contabilidade 751/93 Dispõe sobre as Normas Brasileiras de Contabilidade 1.028/05 Altera os Artigos 7 e 9 da Resolução CFC nº 751/93 U Os PFC - Princípios Fundamentais de Contabilidade representam pressupostos de grande amplitude que fundamentam a escrituração e elaboração de demonstrações contábeis. A Resolução 774/94 fornece maiores esclarecimentos sobre o conteúdo e abrangência do enunciado de cada PFC U As NBC - Normas Brasileiras de Contabilidade representam o estreitamento conceitual dos PFC, e são de dois tipos: Profissionais e Técnicas, listadas adiante
15 15 OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE U A Resolução CFC nº 750/93 estabeleceu que os Princípios Fundamentais de Contabilidade são Entidade Continuidade Oportunidade Registro pelo valor original Atualização monetária Competência Prudência U Entidade contábil Reconhece o patrimônio como objeto da Contabilidade, que não se confunde com o dos seus proprietários ou com o de outras sociedades U Continuidade de existência As transações são registradas de conformidade com os PFC no pressuposto de que a entidade continuará a existir Se houver indícios ou certeza de que a continuidade não ocorrerá b Os ativos deverão ser avaliados de acordo com seu efetivo valor de realização e data de liquidação b Os passivos deverão ser classificados de acordo com as efetivas datas em que serão pagos,, independente de datas contratadas de vencimento
16 16 OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE U Oportunidade As transações devem ser registradas tempestivamente, de forma íntegra e completa U Registro pelo valor original Ou, o custo como base de valor Os ativos devem ser registrados e mantidos pelo seu custo de aquisição ou de fabricação U Atualização monetária Os efeitos da alteração no poder aquisitivo da moeda nacional devem ser reconhecidos nos registros contábeis, através da correção monetária dos valores As demonstrações contábeis serão expressas em termos de poder aquisitivo da data do último balanço patrimonial Em função da extinção, em 1995, da correção monetária do balanço, que era obrigatória desde 1978 e deixou de ser feita a partir de 1996, a Resolução CFC nº 900/01 estabeleceu que esse PFC somente é aplicável quando a inflação acumulada no período de três anos for igual ou superior a 100%
17 17 OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE U Competência Confronto dos custos e despesas com as receitas e com os períodos contábeis b Todas os custos e despesas relacionados com receitas reconhecidas devem ser com elas confrontados, dentro do período a que se referem b Os custos, despesas e prejuízos devem ser reconhecidos contabilmente quando são realizados ou incorridos, independente de terem sido desembolsados b As receitas e lucros somente devem ser contabilizados como tais quando estiverem efetivamente realizados, mesmo que o recebimento já tenha ocorrido de forma antecipada As receitas são consideradas realizadas» Quando produtos fabricados ou serviços prestados pela entidade são transferidos para terceiros,, mesmo que seu recebimento não tenha ocorrido» Pela extinção de um passivo sem o concomitante desaparecimento de um ativo ou criação de outro passivo Os custos e despesas são considerados realizados» Quando ativos deixarem de existir ou de pertencer à entidade» Pela perda de valor econômico de ativos» Pelo surgimento de um passivo não relacionado a um ativo, nem em substituição de outro passivo
18 18 OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE U Prudência Também chamado de Conservadorismo Dentre as alternativas de avaliação existentes quando da escrituração e elaboração de demonstrações contábeis b Os ativos serão sempre reconhecidos pelo menor valor» Quando for identificada a possibilidade de perda de valor de um ativo, o montante estimado dessa perda deve ser reconhecido contabilmente b Os passivos serão reconhecidos pelo maior valor» Quando for identificada a possibilidade de surgir um passivo, mesmo que seu valor não possa ser apurado com exatidão, a obrigação deverá ser estimada e contabilizada Na prática, os princípios da Competência de períodos contábeis e de Prudência são os mais utilizados na escrituração de transações
19 19 NBC - NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE U O que são as NBC As NBC, aprovadas pela Resolução CFC nº 751/93 (alterada pela Resolução CFC nº 1.028/05), representam o estreitamento conceitual dos PFC Abrangem as regras a serem observadas quando da realização de trabalhos profissionais por contabilistas, e sua inobservância constitui infração disciplinar do Código de Ética Profissional do Contabilista U Classificação das NBC Normas Profissionais b Estabelecem regras de exercício profissional dos contabilistas e possuem o prefixo NBC-P. Exemplo: NBC-P 2 Normas Técnicas b Estabelecem conceitos doutrinários, regras e procedimentos aplicados de contabilidade, tendo o prefixo NBC-T U Composição das NBC Cada Norma é composta de itens cujo número sucede o número da NBC. Por exemplo, NBC-T 3.2 refere-se ao item 2 - Balanço Patrimonial da NBC-T 3 - Conceito, Conteúdo, Estrutura e Nomenclatura das Demonstrações Contábeis
20 20 NBC - NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE U Composição das NBC... A maioria dos itens de uma NBC faz parte da resolução que a aprova. Porém, alguns itens são tão extensos que exigem uma Resolução CFC específica para tratar do assunto. Exemplo: NBC-T Demonstração do Valor Adicionado U Alterações/atualizações das NBC São realizadas por meio de outra Resolução CFC, que específica o que está sendo alterado O site do CFC que disponibiliza suas resoluções pode ser acessado no endereço cfc.org.br,, menu Legislação,, tendo a vantagem de informar o status de cada resolução quanto à atualização, apresentando as NBC já alteradas (disponíveis para download) U Interpretações Técnicas das NBC Representam detalhamentos das NBC, utilizando exemplos, se necessário. Têm o prefixo da NBC que interpreta, seguida de hífen, sigla IT e numeração sequencial.. Exemplo: NBC-T 1 - IT 01 U Comunicados Técnicos Emitidos em decorrência de atos governamentais que afetem, transitoriamente, as NBC. São identificados pela sigla CT, seguida de hífen, e numeração sequencial U Estrutura básica das NBC A estrutura, mostrada a seguir, define o conjunto de assuntos que compõe as NBC
21 Normas Profissionais ESTRUTURA BÁSICA DAS NBC 1 Normas Profissionais de Auditor Independente 2 Normas Profissionais de Perito Contábil 3 Normas Profissionais de Auditor Interno 4 Normas para a Educação Profissional Continuada 5 Normas para o Exame de Qualificação Técnica Cada NBC pode ser desmembrada em assuntos, que levam sub- numeração própria Normas Técnicas 21 1 Das Características da Informação Contábil 2 Da Escrituração Contábil 3 Conceito, Conteúdo, Estrutura e Nomenclatura das Demonstrações Contábeis 4 Da Avaliação Patrimonial 5 Da Atualização Monetária 6 Da Divulgação das Demonstrações Contábeis 7 Conversão da Moeda Estrangeira nas Demonstrações Contábeis 8 Das Demonstrações Contábeis Consolidadas 9 Da Fusão, Incorporação, Cisão, Transformação e Liquidação de Entidades 10 Dos Aspectos Contábeis Específicos em Entidades Diversas 11 Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis 12 Auditoria Interna 13 Da Perícia Contábil 14 Revisão Externa de Qualidade pelos Pares 15 Informações de Natureza Social e Ambiental 16 Aspectos Contábeis Específicos da Gestão Governamental 17 Partes Relacionadas 18 Assinatura Digital 19 Aspectos Contábeis Específicos 20 Contabilidade de Custos
22 22 PRÁTICAS CONTÁBEIS ADOTADAS NO BRASIL U Além do CFC, da CVM e do IBRACON, existem outros organismos que também estabelecem orientações obrigatórias de natureza contábil, em função de aspectos de legislação específica e de normas emanadas das agências reguladoras,, como BACEN - Banco Central do Brasil e SUSEP - Superintendência de Seguros Privados U Em muitos casos, as orientações desses organismos são de alguma maneira diferentes daquelas emanadas do CFC, gerando conflitos e dificuldades aos profissionais da contabilidade U Através da Resolução 953/03, o CFC reconheceu implicitamente a evolução e sofisticação das operações brasileiras atuais, que requerem a evolução das práticas contábeis de adoção obrigatória,, não decorrentes apenas da legislação societária e dos órgãos reguladores, mas, principalmente, do esforço dirigido para a adoção de normas que visem sua harmonização e convergência com as normas internacionais de contabilidade U Em decorrência dessa dificuldade, e através da referida resolução, o CFC passou a reconhecer provisoriamente a existência de Práticas Contábeis Adotadas no Brasil,, que abrangem Os Princípios Fundamentais de Contabilidade - PFC As Normas Brasileiras de Contabilidade - NBC As legislações pertinentes à atividade da entidade
23 23 COMITÊ DE PADRÕES CONTÁBEIS - CPC U Tramita atualmente no Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 3.741/00 - Substitutivo, que prevê a criação do Comitê de Padrões Contábeis - CPC, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, que terá por objeto social o estudo, a elaboração e a divulgação de princípios, procedimentos e padrões de contabilidade U O órgão deliberativo do Comitê deverá ser composto por até dois representantes, dotados de ilibada reputação e notório saber técnico, de cada uma das seguintes entidades Órgão federal de fiscalização do exercício da profissão contábil Associação representativa dos auditores independentes Associação representativa dos analistas de valores mobiliários Associação representativa das companhias abertas Universidade ou instituto de pesquisa com reconhecida atuação na área contábil e de mercado de capitais U No entanto, mesmo com a criação desse organismo, as dificuldades de padronização contábil não terminarão no Brasil, pois, o PL prevê que a CVM, o BACEN e os demais órgãos reguladores ou fiscalizadores poderão adotar, no âmbito de suas atribuições, no todo ou em parte, e mediante ato próprio,, os pronunciamentos e demais orientações técnicas divulgadas pelo Comitê de Padrões Contábeis - CPC
24 24 CONTABILIDADE INTERNACIONAL U De uma forma geral, a Contabilidade Internacional resume-se a duas correntes básicas de normas contábeis, adotadas pelas entidades sediadas Nos Estados Unidos da América do Norte b Estabelecidas pelo FASB - Financial Accounting Standards Board (Comitê de Normas Contábeis) Na União Européia e, de uma forma geral, nos demais países do mundo b Fixados pelo IASC - International Accounting Standards Board (Comitê de Normas Internacionais de Contabilidade) U A seguir abordaremos, para cada um desses comitês História evolutiva e entidades de influência Normas e pronunciamentos que emitem
25 25 CONTABILIDADE AMERICANA SEC - SECURITIES AND EXCHANGE COMMISSION U Uma das razões do grande "crash" ocorrido no mercado de valores mobiliários nos EUA, em outubro de 1929, foi a pouca atenção dispensada pelos órgãos públicos a esse mercado U Poucos anos depois foram aprovados pelo Congresso americano leis que tiveram por objetivo restaurar a confiança dos investidores no mercado de capitais, proporcionando sua estruturação e fiscalização pelo Governo Federal Securities Act of 1933 b Companhias com oferta de valores mobiliários no mercado de capitais devem divulgar publicamente informações confiáveis sobre seu negócio, os valores que estão sendo oferecidos e os riscos envolvidos no investimento b Agentes responsáveis pela venda e intermediação de valores mobiliários devem tratar clara e honestamente os investidores, colocando em primeiro lugar os interesses destes Securities Exchange Act of 1934 b Criou a SEC - Securities and Exchange Commission, dando- lhes largos poderes para regulamentar e fiscalizar o mercado de valores mobiliários U A CVM - Comissão de Valores Mobiliários é a equivalente brasileira à SEC U Mais informações sobre a SEC:
26 26 CONTABILIDADE AMERICANA AICPA - American Institute of Certified Public Accountants U É a organização profissional nacional para todos os CPA - Certified Public Accountants U Sua missão é suprir os membros com recursos, informação e liderança, de forma a capacita-los à prestação de serviços do mais alto padrão profissional, beneficiando não apenas o público, mas também seus empregadores e seus clientes U O AICPA trabalha com as organizações CPA de cada estado americano e dá prioridade àquelas áreas nas quais a confiança pública nas qualidades do profissional é mais significativa U Os princípios contábeis norte-americanos (USGAAP( - United States Generally Accepted Accounting Principles) ) começaram realmente a evoluir a partir de 1938, e tiveram duas fases importantes relativas a programas de desenvolvimento da técnica contábil, antes da atual situação relacionada com o FASB. Os pronunciamentos ARB - Accounting Research Bulletins APB - Accounting Principles Board
27 27 CONTABILIDADE AMERICANA U AICPA - American Institute of Certified Public Accountants ARB - Accounting Research Bulletins b Em 1938, o instituto iniciou um programa de pesquisas e de publicação de pronunciamentos denominados ARB - Accounting Research Bulletins b Através de seu Committee on Accounting Procedures, o AICPA emitiu 42 ARB s. Em 1953, esses pronunciamentos foram revisados, atualizados e consolidados através do ARB nº 43,, e a série evoluiu até o ARB nº 51,, quando um novo programa foi iniciado pelo AICPA, o APB APB - Accounting Principles Board b Em 1959 o Committee on Accounting Procedures foi substituído pelo APB - Accounting Principles Board, com autoridade para revisar e aperfeiçoar qualquer ARB b Enquanto a revisão não fosse concluída, os ARB s continuariam em vigor. Durante sua existência, e até a criação do FASB, o APB emitiu 31 opiniões (APB Opinions)
28 28 CONTABILIDADE AMERICANA U FASB - Financial Accounting Standards Board Em 1972 o AICPA estabeleceu a Financial Accounting Foundation, uma organização autônoma que criou o FASB - Financial Accounting Standards Board. A partir de 1º de julho de 1973, por decisão do conselho do AICPA, o FASB assumiu as funções até então exercidas pelo APB Os pronunciamentos do FASB são denominados SFAS - Statement of Financial Accounting Standard (ou simplesmente FAS) ) e, juntamente com os ARB s e APB s que ainda continuam em vigor (até que sejam substituídos), são considerados como os princípios contábeis oficialmente estabelecidos nos EUA (USGAAP s( USGAAP s). Além dos FAS, o órgão também divulga outras publicações que complementam a regulamentação dos princípios contábeis norte- americanos Os objetivos do FASB e outras informações sobre seu funcionamento, assim como os pronunciamentos originais em sua íntegra, podem ser obtidos através do site No entanto, os FAS sofrem muitas alterações (indicadas no texto original) e para ler os pronunciamentos já atualizados é necessário adquirir as versões disponibilizadas pelo órgão ou por terceiros
29 29 CONTABILIDADE INTERNACIONAL U IASC - International Accounting Standards Committee Um outro organismo importantíssimo também cuida de princípios contábeis, mas com abrangência mundial: o IASC O IASC - International Accounting Standards Committee foi constituído em 1973 por acordo feito entre entidades contábeis representantes da Austrália, Canadá, França, Alemanha, Japão, México, Holanda, Reino Unido, Irlanda e Estados Unidos U IASCF - International Accounting Standards Committee Foundation Em 2000 ocorreu um reestruturação no organismo internacional, tendo sido criada a IASCF - International Accounting Standards Committee Foundation U IASB - International Accounting Standards Board Em 2001 IASCF anunciou a indicação do então recém-criado IASB ( como novo responsável pelas suas atividades, inclusive pela emissão de pronunciamentos, sucedendo o IASC Entre 1973 e 2000 o IASC emitiu 41 pronunciamentos denominados IAS - International Accounting Standards (no Brasil, NIC - Normas Internacionais de Contabilidade), existindo atualmente 34 em vigência Em 2001 o IASB anunciou que seus pronunciamentos passariam a se denominar IFRS - International Financial Reporting Standards, existindo atualmente 5 desses pronunciamentos Na mesma época, o IASB também anunciou que adotaria todos os IAS emitidos pelo IASC.. Entre 2003 e 2004 foram revisados 17 IAS
30 30 CONTABILIDADE INTERNACIONAL U IFAC - International Federation of Accountants É uma entidade que objetiva desenvolver a profissão e harmonizar mundialmente seus padrões, permitindo aos contadores prover serviços consistentes de alta qualidade para o interesse público (endereço: Atualmente conta com 163 organizações-membro, em 119 países. No Brasil, são membros do IFAC o CFC - Conselho Federal de Contabilidade e o IBRACON Em 1983 o IASC e o IFAC concordaram em que o IASC, sucedido pelo IASB, teria total autonomia para o estabelecimento de padrões contábeis internacionais O IFAC opera, entre outros, o IAASB - International Auditing and Assurance Standards Board, responsável pela emissão dos pronunciamentos denominados ISA - International Standards on Auditing, que são adotados como padrões de auditoria em mais de 70 países
31 31 CONTABILIDADE INTERNACIONAL U IOSCO - International Organisation of Securities Commissions Criada em 1983, a IOSCO (endereço: iosco.org) congrega as comissões de valores mobiliários de vários países, entre elas a SEC americana e a CVM brasileira Objetiva a cooperação para o fortalecimento dos mercados de capitais dos diversos países Em 2000 a IOSCO emitiu resolução recomendando aos seus membros a aceitação das IAS/IFRS para fins de registro em bolsa de valores, devendo, quando necessário, ser complementadas com reconciliações e outras divulgações e interpretações
32 32 CONTABILIDADES AMERICANA (FASB) X INTERNACIONAL (IASB) FASB x IASB E BRASIL U Após a série de escândalos contábeis que eclodiram nos EUA principalmente a partir de 2000, em 2002 o FASB e o IASB assinaram memorando formalizando o compromisso de trabalhar em prol da convergência das normas contábeis americanas e internacionais, com data de término prevista para janeiro de 2005 U A harmonização das normas contábeis está prevista para ocorrer até 2007 e deverá contribuir para a saúde, a vitalidade e a transparência dos mercados de capitais globais, permitindo a aceitação comum de demonstrações contábeis elaboradas tanto pelas normas do FASB quanto pelas do IASB U Os PFC/NBC na maioria dos casos não são tão relevantemente diferentes dos princípios contábeis preconizados pelos USGAAP s e pelos IAS/IFRS,, principalmente quanto a transações rotineiras das entidades U As principais divergências dizem respeito ao tratamento contábil adotado para escrituração e avaliação de determinadas transações, tais como derivativos, gastos com pesquisas e desenvolvimento e despesas diferidas, entre outras envolvendo maior complexidade de contabilização U Os organismos oficiais brasileiros pretendem adotar as orientações do IASB em seu relacionamento técnico internacional U Algumas empresas multinacionais de auditoria estabelecidas no Brasil mantêm publicações comparando as principais normas contábeis estabelecidas pelo FASB, pelo IASB e os adotados no Brasil, e que está disponibilizado para download em seus respectivos sites na Internet, em português e em inglês, normalmente na seção Publicações
33 33 LEI SARBANES-OXLEY (EUA): DE QUE SE TRATA? U Essa lei, de autoria do Senador Paul Sarbanes e do Deputado Michael Oxley, foi aprovada nos EUA em resposta aos escândalos contábeis ocorridos a partir de 2000 envolvendo grandes empresas americanas, que resultaram em uma perda de confiança pública nas normas de contabilidade e de relatórios vigentes U A lei tem uma ampla abrangência e estabelece novos ou reforçados padrões de atuação para o Conselho de Administração ( Board ) e Diretoria ( Management ) das empresas abertas norte-americanas, bem como para as firmas de auditoria externa ( Public Accounting Firms ) U A implementação da lei está a cargo da SEC - Securities and Exchange Commission e em seus onze títulos ou seções estabelece A criação da PCAOB - Public Company Accounting Oversight Board,, entidade sem fins lucrativos administrada pela SEC, para fiscalizar as empresas de auditoria e emitir normas contábeis Novas normas para Conselhos de Administração e Comitês de Auditoria ( Audit Committees ) Novas regras de escrituração contábil e penalidades criminais para Diretorias Novos padrões de independência para os auditores externos
34 Nelson Gouveia e Associados Auditores Independentes Consultores de Empresas Capacitação Profissional Conheça nossa empresa Acesse o site [email protected] (11)
INSTRUÇÃO CVM Nº 469, DE 2 DE MAIO DE 2008
Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007. Altera as Instruções CVM n 247, de 27 de março de 1996 e 331, de 4 de abril de 2000. A PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
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