PROGRAMAS DE EXERCÍCIOS, EMAGRECIMENTO E INTENSIDADE DO TREINAMENTO Aspectos
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- Walter Vinícius Álvares Zagalo
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1 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA CELULAR E DESENVOLVIMENTO GRUPO DE BIOLOGIA MOLECULAR DA CÉLULA LABORATÓRIO DE METABOLISMO DE LIPÍDIOS PROGRAMAS DE EXERCÍCIOS, EMAGRECIMENTO E INTENSIDADE DO TREINAMENTO Aspectos fisiológicos Prof. Ms. e Dr. Luiz Carlos Carnevali
2 Princípio volume intensidade (duração) V I
3 TIPOS DE TREINAMENTO Contínuo baixa intensidade e longa duração (endurance) Intermitente alta intensidade com períodos de recuperação passiva ou ativa.
4 Quando pretendemos emagrecer, qual atividade pensamos em realizar?
5 pessoas que pretendiam perder peso 38,3% preferem caminhadas 12,5% preferem ciclismo 11,6% preferem corrida 9,3% natação
6 Por quê???
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8 557 indivíduos Idade entre 16 e 67 anos 20 semanas Cicloergômetro 3 x por semana 30 até 50 minutos por sessão 50 até 75% do VO2 máx
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10 74 homens e mulheres 16 meses Atividade aeróbia 50 até 70% do VO2 máx (bike, elíptico ou esteira supervisionados) 5 vezes na semana Homens 667 Kcal por sessão Mulheres 439 Kcal por sessão
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13 Cálculos 667 x 5 x 4 x 16 = Kcal 439 x 5 x 4 x 16 = Kcal
14 1 Kg de gordura = Kcal Portanto, reduções de: 27.7 kg para os homens 18.2 kg para as mulheres
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18 Quem tem mais gordura?
19 82 mulheres treinadas 3 x por semana Mínimo de 2 anos Avaliação através de pesagem hidrostática
20 Revista Época 28/03/11
21 Revista Época 28/03/11
22 Revista Época 28/03/11
23 NUTRIENTES DA DIETA % de Carboidratos % de Proteínas % de Gorduras 10 % saturada 20 % mono e polinsaturadas
24 Se fosse fácil.
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26 O QUE DETERMINA ESSES FATORES? Hereditariedade Carga Familiar ATIVIDADE FÍSICA QUALQUER TIPO?? Genética Predisposição genética
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28 Núcleo Celular Núcleo Celular Núcleo Núcleo Núcleo Núcleo Núcleo Núcleo Núcleo Núcleo
29 Núcleo Celular Núcleo Celular Núcleo Núcleo Núcleo Núcleo Núcleo Núcleo Núcleo Núcleo
30 BARRIGA DE CHOPP?? CULPA DO CASAMENTO??? SERÁ??
31 JÁ SEI. CULPA DE PAPAI E MAMÃE???
32 As chances de filhos de pais obesos desenvolverem obesidade são de 50 80% Fatores ambientais (45%) Fatores genéticos (55%)
33 Qual desses fatores prevalece??
34 Taxa metabólica basal (ou de repouso) TMB = Energia necessária para manter a funcionalidade dos sistemas do organismo e a Temperatura corporal constante Equivale a 60 70% das calorias gastas diariamente Relacionada a quantidade de Massa magra (80%) + 1 Kg de músculo = gasta + 20 a 30 Kcal Para ganhar 1 g de músculo é necessário 5 8 Kcal Para gastar 200 Kcal a mais por dia, é necessário aumentar 10 Kg de músculo, que necessitou o consumo extra de Kcal!
35 Tem outra solução???
36 LIPOASPIRAÇÃO??? MALHAR PARA QUE?? SE FOSSE FÁCIL??
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38 PORQUE É TÃO DIFÍCIL SE LIVRAR DA POCHETE?
39 FONTE ENERGÉTICA CARBOIDRATOS LIPÍDIOS Densidade energética 4 Kcal / g 9 Kcal / g Ressíntese de ATP - ATP / min - ATP / molécula 38 ATP / molécula 2,5 moles 1,2 moles 129 ATP / molécula 1 mol 90 moles Necessidade de O 2 6 moléculas O 2 / moléculas de substrato 26 moléculas O 2 / moléculas de substrato Armazenamento 450 g (!) (hepático e muscular) 20 Kg TA (!) 0,300 g Músculo (!) Adaptado: Nutrition in Sport, 2000, c.13
40 Quoeficiente respiratório QR
41 QUOCIENTE RESPIRATÓRIO: QR = VCO2 VO2 Carboidrato: C 6 H 12 O O 2 6 CO H 2 O Lipídeo: C H O O 2 16 CO H 2 O Proteína: C 72 H 112 N 2 O O 2 63 CO H 2 O + SO CO(NH 2 ) 2
42 QR: PORCENTAGEM DE METABOLIZAÇÃO DE CARBOIDRATOS e LIPÍDIOS
43 QUE TIPO DE EXERCÍCIO É MELHOR PARA EMAGRECER??
44 EXERCÍCIO Durante o exercício EXERCÍCIO AGUDO Após o exercício Efeito do treinamento EXERCÍCIO CRÔNICO
45 Oxidação de AGL no exercício Repouso 25% VO 2 max 65% VO 2 max > 85% VO 2 max µ mol / Kg / min
46 Oxidação de AGL TA x TG musc. Oxidação de áci ido graxo (micmol x Kg -1 x min -1 ) % 65% 85% TG musc AGL VO2max
47 EXERCÍCIO Contribuição dos Nutrientes
48 QR em EXERCÍCIO
49 QR em Exercício
50 FUI ENGANADO?
51 A INTENSIDADE DO TREINO MODULA ESSE PROCESSO???
52 Princípio volume intensidade (duração) V I
53 TIPOS DE TREINAMENTO ENVOLVIDOS Contínuo baixa intensidade e longa duração (endurance) Intermitente alta intensidade com períodos de recuperação passiva ou ativa.
54 QUAL A HIPÓTESE??
55 HIPÓTESE
56 TA FICANDO LOUCO?? O QUE ISSO QUER DIZER??
57 OXIDAÇÃO DE AGL 1. Lipólise do TA 2. Circulação de AGL 3. Captação pelo músculo esquelético 4. Transporte através da membrana mitocondrial 5. Capacidade de oxidação Adaptado: Nutrition in Sport, 2000, c.13
58 LIPÓLISE AG alb CATECOLAMINAS AG alb AG ATP β (+) Adenil ciclase AMP c (+) TAG LHS ativa Proteína quinase A LHS inativa
59 MOBILIZAÇÃO - AGL β-adren. II ATP AMP c 5 AMP LHS TAG AG ADRENALINA AGL
60 OXIDAÇÃO DE AGL 1. Lipólise do TA 2. Circulação de AGL 3. Captação pelo músculo esquelético 4. Transporte através da membrana mitocondrial 5. Capacidade de oxidação Adaptado: Nutrition in Sport, 2000, c.13
61 Lipólise
62 OXIDAÇÃO DE AGL 1. Lipólise do TA 2. Circulação de AGL 3. Captação pelo músculo esquelético 4. Transporte através da membrana mitocondrial 5. Capacidade de oxidação Adaptado: Nutrition in Sport, 2000, c.13
63 FORNECIMENTO DE AGL PARA A CÉLULA Lipoproteínas LLP AGL-alb TA AGL FABP FABP Acil-CoA CPT β-oxidação TG TG CK Acetil-Coa
64 OXIDAÇÃO DE AGL 1. Lipólise do TA 2. Circulação de AGL 3. Captação pelo músculo esquelético 4. Transporte através da membrana mitocondrial 5. Capacidade de oxidação Adaptado: Nutrition in Sport, 2000, c.13
65 COMPLEXO CARNITINA PALMITOIL TRANSFERASE
66 CARNITINA CoA Malonil-CoA PALMITOIL PALMITOIL-CoA CPT I n PALMITOIL-CARNITINA ACS CACT CPTII CoA CARNITINA PALMITOIL-CoA
67 Glicose Glicose 6P SABE-SE SE QUE Frutose 6 P Acil-Coa AGL Frutose 1,6 bip CoA Fosfoenolpiruvato Piruvato Piruvato Acil carnitina Acil carnitina CPT CoA ( LIMITANTE) Carnitina Carnitina OAA Acetil-Coa CK Citrato Acetil-Coa Acil-Coa β - OX HAD
68 CICLO DE RANDLE GLICOSE Captação AG HK Glicose 6P Frutose 6 P PFK Frutose 1,6 bip (-) (-) Acil Coa CPT OAA Piruvato CK 2 Acetil-Coa Citrato 8 Acetil-Coa β - OX Acil CoA
69 HIPÓTESE
70 Malonil-CoA: Repouso e Exercício
71
72
73
74 Recrutamento de UM
75 Recrutamento de UM
76 Frequência de disparos
77 Sincronização MAIOR GASTO DE ATP/MIN
78 SABENDO-SE SE QUE..
79 NOSSOS ESTUDOS. 1
80 NOSSOS ESTUDOS. 2
81 Nossos resultados Robson Eder, Luiz HIGH-INTENSITY INTENSITY SWIMMING TRAINING MODULATES VLDL SECRETION Luiz Carlos Carnevali Júnior, Daniela Caetano Gonçalves, Waldecir Paula Lima e Marília Seelaender In press. Med. Sci. Sports. Exerc. 2010
82 Protocolo de treino Ratos Wistar ( g) Alimentação ad libitum Treinamento em piscina 2 semanas de adaptação 6 semanas de treino
83
84 Grupos experimentais CONTÍNUO Bobillier e col. (2001) 60 minutos de treino 5 vezes por semana 5% peso corporal INTERMITENTE Kawanaka e col. (2000) 15 tiros (1min: 1min) 5 vezes por semana 10% peso corporal CONTROLE (Todos os ratos foram pesados semanalmente para manter controle de sobrecarga )
85 PROTOCOLO DE TREINO
86 Nossos resultados
87 CAPACIDADE METABÓLICA
88 Com esse mesmo grupo ( (BJBMR )
89 Nossos resultados
90 O MAIS INTERESSANTE.. PERDERAM PESO
91 AUMENTO NO TRANSPORTE E OXIDAÇÃO DE LIPÍDIOS NO MÚSCULO
92 HIPÓTESE.
93 In press. EJAP 2011.
94 RBFE SET/2010
95
96
97 COMO ISSO É POSSÍVEL???
98 Adaptação do metabolismo lipídico ao processo de contratilidade muscular
99
100 Vamos falar mais do músculo??
101
102
103 Biogênese mitocondrial Cálcio
104 Como funciona o processo
105 MECANISMOS MOLECULARES DA CONTRAÇÃO MUSCULAR SOMENTE O CÁLCIO É RESPONSÁVEL PELO INÍCIO DO PROCESSO DE CONTRAÇÃO??? ATP
106 6 etapas para a contração muscular 1º: - Um pot. de ação induz a saída de Ca++ das sisternas terminais; -O Ca++ se liga a troponina e esta traciona o -Filamento de tropomiosina expondo Ca o sítio de ligação; tropomiosina ++ tropo nina
107 2ª Etapa: Uma vez expostos os sítios de ligação, As pontes cruzadas energizadas se ligam Formando o complexo acto-miosina
108 3ª etapa: Com a ligação da actina e miosina, o ATP é hidrolisado. Ao mesmo tempo O filamento de miosina traciona o filamento de actina provocando encurtamento do Sarcômero.
109 4ª etapa: Para que haja relaxamento, O ATP precisa se ligar a miosina.
110 5ª etapa: Somente com a hidrólise do ATP O mecanismo se desfaz.
111 6ª Etapa: Por fim, o Ca++ é então bombeado ativamente de volta para a sisterna terminal.
112 Contrações concêntricas vs. excêntricas Concêntricas Excêntricas Nº U.M. recrutadas Tensão/fibra Consumo de O Produção de lactato Nº U.M. recrutadas + - Tensão/fibra - + Consumo de O Produção de lactato + - Sobrecarga metabólica Sobrecarga mecânica
113 METABOLISMO DE LÍPIDIOS X EXPRESSÃO GÊNICA E FATORES DE TRANSCRIÇÃO
114
115 PROTEÍNA G E TRANSCRIÇÃO GÊNICA
116
117 PPAR gama PGC-1 Miostatina SREBPs PPAR Alfa PPAR Beta
118 Promotor Exon Intron Exon Fatores de Transcrição RNA mensageiro
119 FATORES DE TRANSCRIÇÃO mecanismo de ativação transcricional liganten FT ligante CA Reg. Prom. 5 3 Genes alvos
120 FATORES DE TRANSCRIÇÃO mecanismo de ativação transcricional n FT CA Reg. Prom. 5 3 Genes alvos
121 FATORES DE TRANSCRIÇÃO mecanismo de ativação transcricional n FT CA Reg. Prom. 5 3 Genes alvos Trans. gênica
122 zzzz zz...
123 PPAR - mecanismo de ativação transcriscional
124 NUTRIGENÔMICA?? EXERCÍCIO??
125 EXERCÍCIO E PPAR 2004
126
127
128 Nature 2002
129 Tipo de Fibras x Desempenho O Treinamento influencia a constituição do músculo?
130 Tipo de Fibras x Desempenho Treinamento pode influenciar a constituição das fibras musculares? Limitado IIb IIa I Resistência à fadiga
131
132 Continuum das fibras I IC IIC IIAC IIA IIAb IIAB IIaB B Treino de força No treinamento de força, geralmente ocorre umamigração de fibras do tipo IIB paraotipo IIA.
133 Doping Genético
134
135 Síntese de Proteínas - Músculo Fibra muscular Núcleos Não se Dividem Síntese Proteínas + Núcleos Células Satélites
136 Síntese de Proteínas - Músculo Núcleo DNA (gene expressa Actina e Miosina) RNAm Proteínas HIPERTROFIA
137 Síntese de Proteínas - Músculo Hipertrofia Estímulo Microlesão Reparo Reparo : Disponibilidade de AA Estado energético da célula Fatores Hormonais Fatores de Transcrição Ativação da célula satélite
138 micro rupturas
139 Micro-lesão
140 Resposta inflamatória DOR
141 Lesão e Regeneração
142
143 Célula Satélite Fatores de ativação
144 GENES ENVOLVIDOS NA MODULAÇÃO DA MASSA MUSCULAR ESQUELÉTICA HIPERTRÓFICOS ATRÓFICOS MIOSTATINA AKT / mtor MGF WNT / B-CATENINA ATROGIN 1 Murf-1
145 1. Controle do crescimento muscular (Hipertrofia) - Miostatina: inimigo n 0 1 do crescimento muscular
146 MIOSTATINA
147 Miostatina ou GDF-8 REGULADORES DO TROFISMO MUSCULAR ESQUELÉTICO
148 Miostatina GDF -8
149
150 Controle Miostatina
151 Controle Miostatina
152 Controle Miostatina
153 Folistatina Antagonista da Miostatina % Hipertrofia Hiperplasia
154
155
156
157
158 HIPÓTESE
159 HIPERTROFIA
160
161 GLUTAMINA MST MST MST MST MST MST
162
163
164
165 Clássico
166 ADAPTAÇÕES CLÁSSICAS densidade capilar nº e tamanho de mitocôndria enzimas oxidativas glicogênio intramuscular estoques intracelulares de lipídios da atividade da LPL oxidação de lipídios sensibilidade às catecol mobilização de AGL
167 CORROBORANDO...
168 ADIPÓCITOS INTERFIBRILARES Corte Transversal de Músculo Sóleo de ratos em Microscopia óptica. Fixação com Tetróxido de ósmio em historesina, aumento 400x.
169 TG INTRAMUSCULAR Corte Longitudinal de Músculo Sóleo de ratos em Microscopia Eletrônica. Aumento 11573x.
170 TG x MITOCÔNDRIA Corte Longitudinal de Músculo Sóleo de ratos em Microscopia Eletrônica. Aumento 30409x.
171 COMO ISSO É POSSÍVEL??
172 CITOESQUELETO... HISTOLOGIA
173 FUNÇÕES CITOESQUELETO Proteínas dão suporte celular e forma a célula Fibras estabilizam posição das organelas Transporte de materiais para dentro da células, movimento vesículas e organelas Conexão com fibras extracelulares ligando uma célula a outra (trafego de informações)
174 Sinais Extracelulares rearranjam o Citoesqueleto Citoesqueleto Sinais extracelulares podem alterar a atividade de proteínas acessórias mudando o citoesqueleto e o comportamento celular. Possui fibras permanentes ou não dependendo da necessidade Os sinais extracelulares são desencadeados por receptores
175 EFEITO DE TRANSDUÇÃO BIOLÓGICA DE SINAIS FOFOCA
176
177 Luiz Carlos Carnevali Jr, Ms e Drd. Molecular Biology of the Cell Group Reseacher Department of Cell and Developmental Biology Institute of Biomedical Sciences University of São Paulo Av. Prof. Lineu Prestes, 1524 São Paulo,SP, Brazil, CEP phone n [email protected] Site:
178 PESQUISAS
179 AINDA COM RATOS
180 EFEITOS DO TREINO INTERMITENTE
181 PROTOCOLO DE TREINO TIROS DE 20S COM 10S DE PAUSA 6 HORAS DIÁRIAS DIVIDIDAS EM 2 SESSÕES DE 3 HORAS COM 45 MIN DE DESCANSO
182 RESULTADOS
183 RESULTADOS
184 Clássico... HUMANOS
185
186 Intermitente Time efficient
187 PARAMETROS
188 Protocolo (wingate)
189 Tiros de 30 S esforço máximo 6 sessões de treino
190 Tiros de 30 S até a exaustão por 2 semanas
191 Intermitente Time efficient
192 PERFORMANCE / TEMPO Time efficient
193 Esperam-se adaptações no exercício.
194 CONTUDO NO ESTUDO SEGUINTE Time efficient
195 SUJEITOS Time efficient
196 CONTUDO NO ESTUDO SEGUINTE Time efficient
197 ATIVIDADE MÁXIMA COX Time efficient
198 CADEIA DE TRANSPORTE DE ELÉTRONS Citocromo oxidase capta elétrons do citocromo c e os utiliza para reduzir o oxigênio e formar água
199 RESISTÊNCIA A FADIGA Time efficient
200 CAPACIDADE DE PRESERVAÇÃO DE GLICOGÊNIO
201 COMPARATIVO(6 SEMANAS ) Time efficient
202 ADAPTAÇÕES SEMELHANTES Time efficient
203
204 Adaptações similares
205 OUTRO ESTUDO (6 SEMANAS ) Time efficient
206 OUTRO ESTUDO (6 SEMANAS ) MAIOR VOLUME, MENOR INTERVALO
207 OUTRO ESTUDO (6 SEMANAS ) MAIOR VOLUME, MENOR INTERVALO
208 OS MESMOS PESQUISADORES (7 SESSÕES ) Time efficient
209 PROTOCOLO
210 RESULTADOS Time efficient
211 RESULTADOS Time efficient
212 RESULTADOS Time efficient
213 RESULTADOS Time efficient
214 SAINDO DO FORNO
215 2010.
216 PROTOCOLO
217 INTERESSANTE NÃO ACHAM??
218 SÓ QUE ALÉM DISSO
219 HIPÓTESE (NUM DE MITOCONDRIAS
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