Fisiologia do Exercício. Aula 01
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- Eduardo Beretta Meneses
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1 Fisiologia do Exercício Aula 01
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7 CONCEITOS BÁSICOS Estado de repouso (sono, vigília); Exercício; Homeostasia; Efeito agudo imediato FC, Suor, Freq. resp.; Efeito agudo tardio PA, aumento dos receptores de insulina; Efeito crônico; VO2 máx, hipertrofia,etc.
8 CONCEITOS BÁSICOS VO2 Consumo de oxigênio Representa a quantidade de oxigênio consumida ao nível alveolar pelo indivíduo, sendo normalmente expressa em termos absolutos - l/min - ou relativos ao peso corporal - ml/kg.min -.
9 CONCEITOS BÁSICOS VO2 MÁX Consumo máximo de oxigênio ou potência aeróbica máxima representa o maior valor de oxigênio consumido ao nível alveolar pelo indivíduo, em um dado minuto, durante um teste ergométrico de natureza progressiva e máxima. É mais frequentemente expresso em termos relativos - ml/kg.min
10 CONCEITOS BÁSICOS MET - é a sigla inglesa para equivalente metabólico. Uma unidade representa o gasto energético na condição de repouso (sentado) em função do peso corporal e corresponde a aproximadamente 3,5 ml/kg.min. Pode ser utilizada para expressar a potência aeróbica máxima, onde, por exemplo, 35 ml/kg.min corresponderiam a 10 METs.
11 BIOENERGÉTICA Processo físico ou químico de liberação de energia é chamado de EXERGÔNICO resulta em um declínio da energia livre útil para o trabalho biológico (ex. respiração). O processo que armazena energia é chamado de ENDERGÔNICO (fotossíntese). Todo alimento armazena energia, ou seja, energia potencial que será transformada em energia cinética. A energia é igual a água corre para baixo, razão pela qual a energia esta em constante queda.
12 BIOENERGÉTICA Toda energia potencial se degrada para energia cinética ou calor. Um mol equivale ao peso molecular da substância em gramas. Deverá ser multiplicado pelo seu peso atômico. ENTROPIA tendência de a energia potencial ser degradada em energia cinética ou térmica.
13 BIOENERGÉTICA Conversão de energia Fotossíntese e respiração. Trabalho Biológico Energia em fisiologia é igual a trabalho. Tipos de trabalho: trabalho biológico (contração muscular), trabalho químico (crescimento e desenvolvimento) trabalho de transporte. Difusão alta concentração para baixa concentração
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15 FATORES QUE AFETAM O RITMO DA BIOENERGIA Enzimas catalizador protéico; Turnover renovação; Substrato é qualquer substancia influenciada por uma enzima; A temperatura e os íons H alteram a atividade enzimática As elevações na temperatura geralmente aceleram a atividade enzimática. (exceto acima de 40 a 50 º C) em relação ao ph algumas atuam melhor em um meio alcalino e outras em um meio acido. Mecanismo chave-fechadura. A enzima encaixa-se em sitio especifico do substrato
16 COENZIMAS Existem enzimas que são inativas na ausência de outras substâncias chamadas coenzimas (substância não protéica). As coenzimas facilitam a ação enzimática. O NAD é uma coenzima.
17 HIDRÓLISE E CONDENSAÇÃO: A BASE PARA A DIGESTÃO E A SINTESE HIDRÓLISE é um processo que transforma (degrada ou metabolisa) substâncias complexas como carboidrato, proteínas e gorduras em forma mais simples, glicose, triglicérides e aminoácidos) Durante a hidrólise (decomposição) a energia é liberada pela acréscimo do componente H + OH. Enzimas protéicas transformam glicose em amidos e dissacaridios, e proteína em aminoácidos ex. maltase, sacarose e lactose. Enzimas lipídicas lípase degradam as moléculas lipídicas em glicerol + ácidos graxos na presença de água. Todas as reações de hidrólise são AB + HOH A-H + B- OH
18 CONDENSAÇÃO é o inverso da equação anterior, ou seja, o produto ab é formado a partir da A-H e B-OH. uma molécula de água é formada neste processo chamando anabólico. Oxidação é a doação de átomos de oxigênio, hidrogênio ou elétrons, com conseqüente ganho de valência. Redução é o ganho de elétrons com conseqüente perda de valência. Agente redutor é a substância que perde elétrons e agente oxidante é a que aceita elétrons. Reações REDOX são as reações acopladas oxidaçãoredução. As enzimas que aceleram as reações REDOX são chamadas de desidrogenases ou deidrogenases ou oxidases.
19 MENSURAÇÃO DE ENERGIA O ganho ou perda de calor em um sistema biológico determina a transformação da energia de qualquer processo químico; Levando-se em conta que a combustão completa dos alimentos é conseguida pela expensa de oxigênio podemos quantificar através da medida o oxigênio utilizado; Calorimetria direta quantifica o dispêndio energético da combustão dos alimentos na presença de oxigênio e é dada em Kcal. Calorimetria indireta é a mensuração o oxigênio consumido - reações exergônicas.
20 CALORIA E KILOCALORIA A energia nos sistemas biológicos é mensurada em calorias (cal); 1 cal representa a quantidade necessária para elevar 1g de água 1 C, mais precisamente de 14,5 C para 15,5 C; Em humanos a energia é expressada em kilocalorias (kcal), onde 1 kcal = 1000 cal; Comumente diz-se que gastamos 3000 cal por dia ao invés de dizer 3000 kcal por dia
21 ENERGIA PARA A ATIVIDADE CELULAR Os alimentos são processados via catabolismo processo de quebra (lise); A energia é transferida dos alimentos para as células onde é estocada sob a forma de ATP; ATP é um composto de alta energia estocado nas nossas células e é a fonte de toda a energia utilizada em repouso e durante o exercício.
22 FONTES DE ENERGIA Durante o repouso, o organismo utiliza carboidratos e gorduras para a energia As proteínas fornecem pouca energia para a atividade celular, mas servem como blocos para os tecidos do organismo; Durante exercícios de moderada a alta intensidade o corpo necessita de CHO como principal combustível.
23 CARBOIDRATO Principal fonte de energia para o nosso organismo; Conhecido também como hidrato de carbono; Expressado como CHO; Açúcares; Sua digestão leva a formação de glicose que vai para os músculos, sangue, cérebro, etc.; A glicose quando não utilizada pela musculatura esquelética é armazenada em GLICOGÊNIO. O GLICOGÊNIO é um conjunto de moléculas de glicose. 1g CHO = 4 kcal
24 LIPÍDIOS - GORDURAS Fonte substancial de energia durante o repouso e atividade prolongada com baixa intensidade; Os estoques de gordura corporal são bem maiores que os de CHO; Menos acessível para metabolismo, pois ela deve ser reduzida a glicerol e ácidos graxos livres (AGL); Somente os AGL são utilizados para formar ATP; 1g LIP = 9 Kcal
25 Body Stores of Fuels and Energy g kcal Carbohydrates Liver glycogen Muscle glycogen 500 2,050 Glucose in body fluids Total 625 2,563 Fat Subcutaneous and visceral 7,800 73,320 Intramuscular 161 1,513 Total 7,961 74,833 Note. These estimates are based on an average body weight of 65 kg (143 lb) with 12% body fat.
26 PROTEÍNA Pode ser usado como uma fonte de energia se convertido à glicose através da gliconeogênese; Pode gerar AGL em situação de fome através da lipogênese; Apenas as unidades básicas de proteína, os aminoácidos, podem ser usados para a energia: ~ 4,1 kcal de energia por g de proteína
27 SISTEMAS BÁSICOS DE ENERGIA ATP-CP GLICOLÍTICO OXIDATIVO
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