Profa. Viviane Araujo
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- Ricardo Castro Ximenes
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1 Unidade III ESCOLA, CURRÍCULO E CULTURA Profa. Viviane Araujo
2 Currículo nacional Currículo não é um conjunto neutro de conhecimentos, é sempre parte de uma seleção de alguém, da visão de algum grupo acerca do que seja conhecimento legítimo. O que conta como conhecimento, as formas como deve ser organizado, estão ligados a uma política do conhecimento oficial. Diretrizes e orientações curriculares são indispensáveis para elevar o nível e fazer com que as escolas sejam responsabilizadas pelo sucesso ou fracasso de seus alunos.
3 Currículo nacional É preciso ter atenção aos interesses que podem estar embasando esses documentos. A educação precisa atender a todos os grupos, principalmente aqueles que são excluídos ou marginalizados na sociedade. Todos têm o direito de frequentar a escola; no entanto, as individualidades, as diferentes culturas, as marcas históricas de cada grupo, devem estar representadas dentro deste contexto escolar; caso contrário, estaremos contribuindo para a continuidade das exclusões.
4 Currículo nacional Currículos nacionais, no modelo neoliberal em que vivemos, têm duas funções importantíssimas ao Estado: ser um estímulo à padronização de metas e conteúdo e de níveis de aproveitamento das matérias curriculares consideradas as mais importantes; prover a estrutura que permitirá o funcionamento do sistema nacional de avaliação.
5 Currículo nacional O currículo nacional permite aos pais avaliarem as escolas, pois estabelece parâmetros de qualidade. Porém, as avaliações criam um sistema em que as próprias crianças são classificadas e categorizadas. Um currículo unificado numa sociedade heterogênea não é receita para coesão, e sim para resistências e para novas divisões. O único tipo de coesão possível é aquele em que reconheçamos as diferenças e as desigualdades.
6 Currículo nacional Um currículo e uma pedagogia democráticos devem começar pelo reconhecimento dos diferentes posicionamentos sociais e repertórios culturais nas salas de aula, bem como das relações de poder entre eles (APPLE, 2002). As diretrizes e orientações curriculares orientam e regulam o sistema nacional de educação, não havendo possibilidade de negar a existência delas, mas é importante um olhar crítico acerca dos interesses que estão embutidos nessas propostas.
7 Interatividade Apple demonstra a relação existente entre o currículo nacional e as avaliações nacionais presentes na educação atual. Segundo este autor: a) o currículo nacional impede que avaliações nacionais sejam realizadas. b) o currículo nacional tem como único objetivo descentralizar os conhecimentos. c) as avaliações externas nada têm a ver com o currículo nacional. d) as avaliações nacionais permitem o acompanhamento da qualidade do ensino. e) o currículo nacional e as avaliações nacionais não são importantes.
8 Construção e implementação dos currículos A construção do currículo nas escolas deve atender às orientações nacionais, mas, também, precisa considerar as necessidades e interesses da comunidade a qual atende. Giroux e Simon (2002): a cultura popular pode ser utilizada nas escolas como um importante instrumento para tornar o ensino mais significativo. Quando pedagogia e cultura popular se relacionam, surge a importante compreensão do significado de tornar o pedagógico mais político e o político, mais pedagógico.
9 Construção e implementação dos currículos A cultura popular e a pedagogia representam importantes terrenos de luta cultural que oferecem não apenas discursos subversivos, mas também relevantes elementos teóricos que possibilitam repensar a escolarização como uma viável e valiosa forma de política cultural. Pedagogia: processos pelos quais se produz conhecimento, sem desmerecer outros aspectos que o envolvem, como integração de conteúdo e modelo de organização curricular, estratégias, técnicas didáticas e métodos de avaliação.
10 Construção e implementação dos currículos Professor = poder de decisão = possibilidade de definir qual tipo de conhecimento é mais valoroso e, por isso, que merece ser aprendido pelos alunos, além da direção a qual esse conhecimento deve se voltar. Pedagogia diz respeito, a um só tempo, às práticas em que alunos e professores podem, juntos, engajar-se e à política cultural que está por trás delas. A educação baseada numa pedagogia crítica procura questionar de que forma podemos trabalhar para a reconstrução da imaginação social em benefício da liberdade humana.
11 Construção e implementação dos currículos Aproximação entre os conhecimentos ensinados na escola, tidos como válidos, e os interesses e necessidades dos estudantes. Cultura popular como a oportunidade de permitir que cada um possa ter voz dentro da experiência pedagógica. A diferença e a vida cotidiana serão a base para se pensar a teoria e a prática, possibilitando uma nova pedagogia, a pedagogia da possibilidade. Os professores precisam evitar que um único discurso se transforme em local de certeza e aprovação.
12 Construção e implementação dos currículos Criar espaço para o mútuo engajamento das diferenças vividas, impedindo que algumas vozes sejam silenciadas em favor de um único discurso dominante. A pedagogia deve estar ancorada em uma sólida ética que denuncie o racismo, o sexismo e a exploração de classes como ideologias e práticas sociais. Uma pedagogia que rejeita a falta de posicionamento e não silencia em nome de seu próprio ferver ou correção ideológica.
13 Construção e implementação dos currículos Cultura popular: reflexo de práticas culturais. Práticas estas percebidas como processos vividos, como parte das diferentes manifestações das experiências e reações de diferentes grupos frente à vida cotidiana. Pedagogia crítica (Giroux e Simon): busca incorporar a experiência do aluno ao conteúdo curricular oficial, de modo a aproximar a cultura popular da escola e possibilitar essas vivências em conhecimentos úteis.
14 Interatividade Giroux e Simon destacam a importância da cultura popular na escola. Dessa forma, o que seria a cultura popular? a) Refere-se à cultura baseada em artefatos culturais reconhecidos como culturais. b) A cultura popular tem apenas uma cultura como fonte. c) Diferentes manifestações das experiências e reações de diferentes grupos frente à vida cotidiana. d) A cultura popular é irrelevante e não representativa do povo. e) A origem da cultura popular está na classe social dominante.
15 Propostas alternativas projetos Projetos: alternativa para a reorganização do currículo na escola. Forma diferenciada de organizar o currículo e a atividade de ensino e aprendizagem, o que implica considerar que os conhecimentos não se ordenam de forma rígida, nem em função de algumas referências disciplinares preestabelecidas ou de uma homogeneização dos alunos.
16 Propostas alternativas projetos Função do projeto: favorecer a criação de estratégias de organização dos conhecimentos escolares quanto: ao tratamento da informação; à relação entre os diferentes conteúdos em torno de problemas ou hipóteses que facilitem aos alunos a construção de seus conhecimentos, a transformação da informação procedente dos diferentes saberes disciplinares em conhecimento próprio.
17 Propostas alternativas projetos Projeto: é preciso considerar todas as pessoas envolvidas professor e alunos como sujeitos ativos no processo de ensino-aprendizagem. O professor tem a possibilidade de enxergar as variáveis contextuais, pois os alunos acabam explicitando alguns recados que precisam ser enxergados pelo professor. Os projetos possibilitam a aproximação das práticas culturais no currículo escolar, pois eles surgem e partem sempre dos interesses e conhecimentos dos alunos.
18 Propostas alternativas projetos Na proposta de trabalho com projetos, os alunos são sujeitos ativos e produtores de conhecimento. Nos projetos são trabalhados todos os tipos de conteúdos: Conceituais: conteúdos que exigem atividade cognoscitiva para conhecer conceitos e princípios. Factuais: conhecimentos que precisamos ser memorizados. Procedimentais: aprendizagens de ações. Atitudinais: conhecimento de valores, normas e atitudes.
19 Propostas alternativas projetos Os projetos se baseiam nos seguintes pressupostos teóricos: Significatividade do ensino e da aprendizagem. A aprendizagem, para ser significativa, precisa se conectar e partir do que os estudantes já sabem, de seus esquemas de conhecimento, de suas hipóteses diante da temática que será abordada. Atitude favorável para o conhecimento. O interesse dos alunos só será despertado quando eles conseguirem perceber a vinculação daquilo que estarão aprendendo com suas realidades e aprendizagem.
20 Propostas alternativas projetos Previsão por parte do professor de uma estrutura lógica e sequencial dos conteúdos, numa ordem que facilite sua compreensão. Sentido de funcionalidade do que se deve aprender, ou seja, os procedimentos devem buscar alternativas aos problemas abordados. Memorização compreensiva de aspectos da informação, pois esses aspectos constituem uma base para estabelecer novas aprendizagens e relações. Avaliação: analisar o processo das atividades e as inter-relações criadas na aprendizagem.
21 Interatividade O trabalho com projetos permite uma nova configuração do currículo em ação, mais próxima de uma pedagogia crítica, pois permite a aproximação do currículo prescrito aos interesses, vivências e cultura dos alunos. Assim, os projetos são: a) complementares às aulas expositivas. b) práticas que pouco contribuem para uma educação de qualidade. c) um trabalho individual dos alunos. d) uma proposta tradicional de ensino renovado. e) uma forma diferenciada de organizar o currículo na escola.
22 Compreendendo o cenário Para identificar os interesses dos nossos alunos e para que sejam propostos temas de projetos realmente significativos ao grupo como um todo, é preciso compreender o cenário (sala de aula): Qual problema está latente na sala de aula? Quais as dificuldades ou problemas apresentados pelos alunos? Qual a origem dos alunos? Qual o histórico de vida (socioeconômico) dos alunos? Que perspectivas de futuro esses alunos possuem?
23 Compreendendo o cenário O professor deve investigar a sua turma de alunos, buscar conhecer suas origens, suas culturas, suas necessidades, suas realidades, para que haja uma aproximação do que é ensinado na escola com a vida dos alunos na sociedade. O professor deve identificar as causas de possíveis problemas observados, intuindo os efeitos e consequências, pois os projetos devem sempre alcançar as causas e não os efeitos.
24 Tema do projeto O tema do projeto deve ser significativo aos alunos e precisa estar relacionado, inicialmente, a uma necessidade, um desejo, um sonho ou um problema da turma de alunos. Poderá surgir de diferentes formas: discussões entre os alunos sobre um determinado assunto que pareça ser de interesse de todos; temas, problemas e assuntos que ficaram pendentes em outros projetos; recados tácitos demonstrados pelos alunos; previsto no planejamento.
25 Papel do professor no trabalho com projetos O professor deve planejar como será realizado o projeto: quais serão os objetivos; as pessoas envolvidas; os recursos necessários; período de realização. O professor também acompanhará o desenvolvimento do projeto, auxiliando com recursos e orientações dos conteúdos procedimentais e com a inclusão dos conteúdos conceituais. Também avaliará se os objetivos propostos foram alcançados.
26 Papel do professor no trabalho com projetos O projeto deverá ser registrado para garantir que as informações não se percam. Esse registro tem início no começo do projeto e se conclui somente ao final dele. No trabalho com projetos o professor será um mediador e um facilitador do processo de aprendizagem, pois é ele quem o gerencia, oferecendo meios, questionando, incentivando, auxiliando e direcionando.
27 Papel dos alunos no trabalho com projetos Os alunos devem estar envolvidos no projeto desde a primeira etapa o planejamento do trabalho. Durante a execução do projeto, o aluno rompe com a passividade e múltiplas interações ocorrem. Acompanhamento e avaliação das etapas do projeto: refletem sobre suas aquisições, descobertas, produtos e, quando não satisfeitos, (re)planejam, (re)executam suas ações. Apresentação dos resultados. Avaliação e registro.
28 Interatividade O trabalho com projetos envolve tanto o professor quanto os alunos. O conhecimento é construído pelos alunos a partir de um assunto, problema, situação ou outro que despertem o interesse pela busca do conhecimento. Dessa forma, o trabalho com projetos não envolve: a) interdisciplinaridade. b) individualismo. c) construção coletiva. d) (co)responsabilidade pela aprendizagem. e) organização ativa do processo de ensino-aprendizagem.
29 ATÉ A PRÓXIMA!
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