PROVA Nutrição. Nome: Data: 12/07/2016

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROVA Nutrição. Nome: Data: 12/07/2016"

Transcrição

1 Nome: Data: 12/07/ A síndrome do intestino curto pode ser definida como uma capacidade inadequada de absorção, resultante de comprimento reduzido ou de diminuição funcional do intestino após a ressecção. Na cirurgia de ressecção importante do íleo, especialmente o íleo distal, ocorre má absorção de sais biliares e variadas complicações nutricionais e clínicas, tais como: a) má absorção de vitamina B12, de ferro e hipercalemia. b) má absorção de vitamina E, de cobre e deficiência de dissacaridades. c) má absorção de vitaminas hidrossolúveis, de ferro e aumento da frequência de cálculos biliares. d) má absorção de vitamina B12, de cálcio e aumento da frequência de cálculos renais de oxalato. 2. A colelitíase é a formação de cálculos biliares. Na prática, todos os cálculos biliares se formam dentro da vesícula biliar. Os cálculos biliares são mais prevalentes em dietas ocidentalizadas com as seguintes características: a) pobre em fibras e com alto teor de gordura b) rica em fibras e com alto teor de gorduras c) pobre em fibras e baixo teor de gordura d) rica em fibras e com baixo teor de gordura 3. Analise as assertivas abaixo: I) Os indivíduos com pré-diabetes apresentam alto risco para conversão para diabetes melito tipo 2 (DMT2) doença cardiovascular, se não forem adotadas estratégias preventivas no estilo de vida. II) A insulina é um hormônio produzido pelas células alfa do pâncreas que é necessário para uso ou armazenamento dos combustíveis do corpo (carboidratos, proteína e gordura). III) O uso de hemoglobina glicosilada para diagnosticar diabetes é uma medida confiável dos níveis agudos de glicose. O teste de hemoglobina glicosilada reflete as concentrações de glicose em curto prazo. São corretas as assertivas: a) I, II e III. b) I e III, apenas. d) II e III, apenas. d) I, apenas. 4. Na nefrolitíase por cálculos de oxalato, a orientação dietética para reduzir o oxalato na urina deve incluir: a) aumento de oxalato na dieta com a adição simultânea de alimentos ricos em cálcio a cada refeição. 1

2 b) redução de oxalato na dieta com a adição simultânea de alimentos ricos em cálcio a cada refeição. c) redução de oxalato na dieta com a restrição simultânea de alimentos ricos em cálcio a cada refeição. d) aumento de oxalato na dieta com a restrição simultânea de alimentos ricos em cálcio a cada refeição. 5. Assinale a alternativa correta em relação aos objetivos da avaliação do estado nutricional. a) Determinar se a disponibilidade de micronutrientes está prejudicada devido ao aumento da taxa metabólica em repouso. b) Pressupor o risco que um paciente tem de desenvolver complicações crônicas relacionadas à desnutrição. c) Monitorar a adequabilidade e a eficácia do plano terapêutico estabelecido para o paciente. d) Identificar pacientes que têm ou estão em risco de desenvolver desnutrição protéico-energética e/ou deficiência de micronutrientes específicos. 6. Em relação à avaliação global subjetiva do estado nutricional, assinale a alternativa correta. a) Uma grande vantagem do método é a inclusão de medidas antropométricas, que são parâmetros sensíveis e específicos das alterações do estado nutricional. b) Os resultados são reproduzíveis em mais de 80% dos casos quando a avaliação é aplicada por pessoas habilitadas e bem treinadas. c) A história da ingestão de alimentos é um parâmetro bastante preciso independentemente da dieta prescrita, da sensação de fome ou do apetite. d) Por ser um método subjetivo, os resultados da avaliação global subjetiva são muito variáveis, apresentando relação esporádica com o aparecimento de complicações decorrentes da presença de desnutrição. 7. Em relação aos efeitos adversos das doenças pulmonares no estado nutricional, assinale a alternativa correta. a) Os alimentos mais consistentes podem ser mais fáceis para comer quando há dificuldade respiratória, desde que reduzam a frequência de engasgos. b) A ingestão de alimentos frequentemente está prejudicada desde que os pacientes possam apresentar diminuição da saturação de oxigênio durante a alimentação. c) Os pacientes portadores de doenças pulmonares tendem a recuperar o estado nutricional, desde que apresentem diminuição do trabalho respiratório e do gasto energético. d) Os pacientes portadores de doenças pulmonares tendem a apresentar deficiência de micronutrientes específicos, desde que apresentem dificuldade na preparação do alimento em decorrência de incoordenação motora e fadiga. 2

3 8. No momento da realização da história clínica nutricional de um indivíduo, quais são os principais sinais clínicos que devem ser observados no exame físico? a) Queda de cabelo, aumento da parótida, dor óssea, visão noturna prejudicada, fraqueza ou perda da força muscular. b) Neuropatia periférica, distensão abdominal, dor óssea, diarreia, queilose, glossite, ceratomalacia. c) Edema, hepatomegalia, queilose, glossite, queda de cabelo, cavidades nos dentes, perda muscular. d) Edema, queda de cabelo, alterações imunológicas, hábitos alimentares irregulares, queilose. 9. Entre os fatores etiológicos abaixo relacionados, assinale qual deles influencia de forma favorável o fechamento espontâneo das fístulas gastrointestinais. a) Falha da anastomose. b) Desnutrição proteico-energetica. c) Enterite actínica. d) Doença inflamatória intestinal 10. Na insuficiência cardíaca congestiva, a dieta mais frequentemente indicada deve ter as seguintes características: a) Hipercalórica, normoproteica, redução do fracionamento e volume reduzido. b) Hipercalórica, hiperproteica, normoglicídica e volume reduzido. c) Hipocalórica, normoproteica, fracionamento aumentado e volume aumentado. d) Normocalórica, hiperproteica, normoglicídica e volume aumentado 11. Em relação à alimentação destinada a pessoas com doenças renais é incorreto afirmar: a) A ingestão conveniente de sódio e potássio dos pacientes renais depende das circunstâncias individuais e deve ser determinada por medições constantes desses eletrólitos no soro e na urina. b) A suplementação vitamínica torna-se aconselhável com a prolongada restrição protéica grave, considerando que uma dieta que subministra 40g de proteínas ou menos não contribui para complementar todas as vitaminas. c) É importante a regulação da ingestão de líquidos de acordo com a diurese e as perdas insensíveis de água. d) A uréia, a creatinina, o ácido úrico, os sulfatos e os ácidos orgânicos são os principais produtos de resíduo das proteínas tissulares e dietéticas, por esse motivo não é necessária a restrição protéica. 3

4 12. Em relação às modificações da dieta normal quanto à consistência, marque a alternativa correta: a) A dieta líquida restrita inclui alimentos líquidos à temperatura ambiente, leite, iogurtes e preparações mais elaboradas como sopas liquidificadas. b) Na dieta branda, mantém-se a restrição de fibras (vegetais crus são excluídos), mas as frituras são permitidas. c) A dieta pastosa inclui alimentos ou preparações na forma de purês, pastas ou cremes, frutas cozidas, amassadas ou raspadas, biscoitos amolecidos. d) A dieta normal é completa, com restrições de fibras insolúveis. 13. Qual vitamina abaixo não está correlacionada corretamente com a sua deficiência? a) Vitamina B12- Anemia perniciosa. b) Niacina Pelagra. c) Vitamina B1- Beribéri. d) Vitamina C Escorbuto. 14. Sobre a Dietoterapia de Diabéticos, podemos afirmar: I - Pacientes diabéticos devem ser orientados por um nutricionista quanto ao valor calórico e à composição dos alimentos da sua dieta, para reduzir o risco de obesidade; a educação nutricional é importante para proporcionar ao indivíduo o conhecimento necessário na hora de escolher os alimentos. II - A alimentação do diabético não precisa ser diferente da alimentação das outras pessoas; só é preciso observar as quantidades (tamanho da porção), as combinações entre os alimentos e o índice glicêmico destes (capacidade do alimento para elevar a glicemia). III - Carboidratos simples, como a sacarose (da cana de açúcar) e a frutose (do mel) devem ser evitados, dando-se sempre preferência aos carboidratos complexos (amido, cemulose), ricos em fibra dietética. Marque a alternativa correta: a) Apenas as afirmativas, I e III estão corretas. b) Apenas as afirmativas, II e III estão corretas. c) Apenas as afirmativas, I e II estão corretas. d) Todas as afirmativas estão corretas. 15. O envelhecimento, apesar de ser um processo natural, submete o organismo a diversas alterações anatômicas e funcionais, com repercussões nas condições de saúde e nutrição do idoso. As orientações a seguir fazem parte dos Dez Passos para uma Alimentação Saudável para Pessoas Idosas, EXCETO: a) Inclua diariamente seis porções do grupo dos cereais (arroz, milho e trigo, pães e massas), tubérculos como a batata, raízes como a macaxeira, nas refeições. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos na sua forma mais natural. 4

5 b) Faça pelo menos três refeições (café da manhã, almoço e jantar) e dois lanches saudáveis por dia. Não pule as refeições. c) Beba pelo menos 1 litro (5 a 6 copos) de água por dia. Dê preferência ao consumo de água nos intervalos das refeições. d) Coma feijão com arroz todos os dias ou, pelo menos, cinco vezes por semana. 16. A equipe multiprofissional de terapia nutricional (EMTN) é um grupo formal e obrigatoriamente formado por, pelo menos, um profissional de cada área: médico, nutricionista, enfermeiro e farmacêutico. Assinale a alternativa que apresenta uma atribuição do nutricionista nessa equipe. a) Assegurar o acesso intravenoso para a administração da fórmula parenteral. b) Verificar se o gotejamento da dieta enteral está de acordo com o volume e a frequência prescritos. c) Garantir que nenhum medicamento seja infundido na mesma via da administração da nutrição parenteral. d) Avaliar qualitativa e quantitativamente as necessidades de nutrientes baseadas na avaliação do estado nutricional do paciente. 17. Relacione de modo mais adequado o estado clínico e a conduta nutricional indicada e assinale a alternativa correta seguindo a ordem das lacunas assinaladas: I. Diarreia II. HIV positivo III. Obstrução intestinal distal total IV. Insuficiência pancreática ( ) Indicação de nutrição parenteral ( ) Fórmula contendo imunomoduladores ( ) Fórmula de baixa osmolaridade ( ) Fórmula contendo triglicérides de cadeia média a) I, II, III, IV b) I, III, IV, II c) II, I, IV, III d) III, II, I, IV 18. Paciente P.C.P, 63 anos, sexo masculino, hospitalizado e submetido à cirurgia de revascularização do miocárdio por acidente vascular isquêmico. O paciente tem história de tabagismo há 30 anos, desenvolveu diabetes melito tipo 2 há 10 anos, quando parou de realizar atividade física, referindo ganho de peso corpóreo de 8 Kg em 2 meses e peso atual de 92 Kg. No pós-operatório evoluiu com diminuição do nível de consciência e hemiparesia à direita. Após 3 dias, apresentou pneumonia aspirativa e febre. Iniciada terapia antibiótica e passada sonda nasoenteral em posição gástrica para alimentação. 5

6 Considerando a situação do paciente anterior, com indicação de oferta de dieta por sonda nasoenteral, qual o tipo de dieta recomendada segundo a complexidade da molécula de proteína: a) Dieta enteral polimérica. b) Dieta enteral elementar. c) Dieta enteral semi elementar. d) Dieta enteral imunomoduladora. 19. A sonda nasoenteral com posicionamento gástrico apresenta vantagens em relação à localização duodenal e jejunal. Não é vantagem do posicionamento gástrico o(a): a) Maior tolerância a fórmulas variadas. b) Boa aceitação de fórmulas hiperosmóticas. c) Progressão mais rápida para alcançar o valor calórico total ideal. d) Menor risco de aspiração. 20. MDF, 48 anos, masculino, hospitalizado para tratamento de câncer de esôfago. Está em tratamento quimioterápico, apresentando quadro diarreico, hiporexia devido às alterações do paladar, náuseas e algumas vezes êmese. O seu índice de massa corporal é 18,1 kg/m2, sendo sua aceitação alimentar via oral menor que 50% das suas necessidades nutricionais. Sobre esse quadro, assinale a conduta dietética correta. a) Aumento da ingestão hídrica e de fibras solúveis; dieta fracionada em menores volumes, não havendo necessidade de terapia nutricional enteral, pois a dieta via oral consegue manter as suas necessidades nutricionais. b) Dieta fracionada, consistência branda, em menor volume, com aumento das fibras insolúveis; redução do consumo de carboidratos simples e de alimentos fontes de lactose, associada à terapia nutricional enteral. c) Dieta fracionada, semilíquida, em menor volume, com aumento das fibras insolúveis, associada à suplementação via oral para atingir as recomendações nutricionais. d) Dieta via oral fracionada, de consistência semilíquida, com menor volume, aumento das fibras solúveis; redução dos carboidratos simples e de alimentos fontes de lactose; associado à dieta o suporte nutricional via cateter nasoenteral. 6

Estágio - Santa Cassa de Maceió de julho de Domingo Prova de Nutrição Clínica

Estágio - Santa Cassa de Maceió de julho de Domingo Prova de Nutrição Clínica 1. No tratamento de pacientes com Insuficiência Renal Crônica, a dietoterapia tem papel central. A conduta dietética a ser implantada deverá considerar fatores como o tipo de tratamento de diálise e a

Leia mais

Características Nutricionais das Dietas Hospitalares. Juliana Aquino

Características Nutricionais das Dietas Hospitalares. Juliana Aquino Características Nutricionais das Dietas Hospitalares Juliana Aquino Sendo a Dieta o primeiro item da Prescrição Médica, é parte integrante do Tratamento Clínico. DIETA Consiste no uso dos alimentos como

Leia mais

Nutrição Aplicada à Educação Física. Cálculo da Dieta e Recomendações dietéticas. Ismael F. Freitas Júnior Malena Ricci

Nutrição Aplicada à Educação Física. Cálculo da Dieta e Recomendações dietéticas. Ismael F. Freitas Júnior Malena Ricci Nutrição Aplicada à Educação Física Cálculo da Dieta e Recomendações dietéticas Ismael F. Freitas Júnior Malena Ricci ARROZ 100 gramas CÁLCULO DE DIETA CH 25,1 PT 2,0 Lip 1,2 Consumo 300 gramas 100 gr

Leia mais

NUTRIÇÃO NA TERCEIRA IDADE. Como ter uma vida mais saudável comendo bem.

NUTRIÇÃO NA TERCEIRA IDADE. Como ter uma vida mais saudável comendo bem. NUTRIÇÃO NA TERCEIRA IDADE Como ter uma vida mais saudável comendo bem. IDADE X NUTRIÇÃO Depois dos 65 anos, o processo de envelhecimento naturalmente acelera e afeta a saúde. Com isso, um dos cuidados

Leia mais

NUTRIÇÃO. Problemas nutricionais associados à pobreza: Desnutrição /Hipovitaminose / Bócio

NUTRIÇÃO. Problemas nutricionais associados à pobreza: Desnutrição /Hipovitaminose / Bócio NUTRIÇÃO NUTRIÇÃO Problemas nutricionais associados à pobreza: Desnutrição /Hipovitaminose / Bócio Problemas nutricionais associados à hábitos alimentares inadequados: Dislipdemias / Anemia / Obesidade

Leia mais

Todos os Direitos Reservados. Página 1

Todos os Direitos Reservados.  Página 1 http://treinoparamulheres.com.br Página 1 Conteúdo Introdução... 4 Melhores Fontes de Proteína... 5 1º Ovo de Galinha... 5 2º Peixes ( Tilápia, Atum, Salmão)... 6 3º Peito de Frango... 8 4º Leite e seus

Leia mais

ARROZ INTEGRAL SEM GLÚTEN. SEM LACTOSE. SEM OVOS. SEM TRANSGÊNICOS.

ARROZ INTEGRAL SEM GLÚTEN. SEM LACTOSE. SEM OVOS. SEM TRANSGÊNICOS. ARROZ INTEGRAL SEM GLÚTEN. SEM LACTOSE. SEM OVOS. SEM TRANSGÊNICOS. Arroz Integral Uma das variedades preferidas pelas pessoas adeptas de um estilo de vida saudável, o arroz integral é muito nutritivo.

Leia mais

TRATAMENTO DIETÉTICO DO DIABETES MELLITUS. Profa. Dra. Maria Cristina Foss-Freitas

TRATAMENTO DIETÉTICO DO DIABETES MELLITUS. Profa. Dra. Maria Cristina Foss-Freitas TRATAMENTO DIETÉTICO DO DIABETES MELLITUS Profa. Dra. Maria Cristina Foss-Freitas Como Avaliar o Sucesso do tratamento Alvos do controle clínico e metabólico Glicemia préprandial (mg/dl) Glicemia pósprandial

Leia mais

Memorial Descritivo Pregão eletrônico Nº 34/2016

Memorial Descritivo Pregão eletrônico Nº 34/2016 Empresa: Endereço: Fundaçao Hospitalar Santa Terezinha de Erechim Memorial Descritivo Pregão eletrônico Nº 34/2016 Fone: Cidade: Bairro: Cep: Data Abertura: 08/11/2016 09:00:00 Data Emissão: 25/10/2016

Leia mais

Tipos de dietas hospitalares

Tipos de dietas hospitalares Tipos de dietas hospitalares Dieta livre ou geral Manter o estado nutricional de pacientes com ausência de alterações metabólicas significativas ao risco nutricional. Para pacientes que não necessitam

Leia mais

ENFERMAGEM ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PROCESSO NUTRICIONAL. DIETAS Aula 6. Profª. Tatiane da Silva Campos

ENFERMAGEM ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PROCESSO NUTRICIONAL. DIETAS Aula 6. Profª. Tatiane da Silva Campos ENFERMAGEM ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PROCESSO NUTRICIONAL DIETAS Aula 6 Profª. Tatiane da Silva Campos Tipos de Dieta DIETA GERAL: Sem alteração de consistência e nutrientes; Valor energético total

Leia mais

AVALIAÇÃO BIOQUÍMICA NO IDOSO

AVALIAÇÃO BIOQUÍMICA NO IDOSO C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O C AT Ó L I C O S A L E S I A N O A U X I L I U M C U R S O D E N U T R I Ç Ã O - T U R M A 6 º T E R M O D I S C I P L I N A : N U T R I Ç Ã O E M G E R I AT R I A

Leia mais

Movimento e alimento. Eliane Petean Arena Nutricionista

Movimento e alimento. Eliane Petean Arena Nutricionista Movimento e alimento Eliane Petean Arena Nutricionista Todos nós necessitamos de atividades físicas, o nosso corpo foi feito para se movimentar. O desenvolvimento da criança é um processo contínuo e dinâmico,

Leia mais

ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS. Parte 1. Profª. Tatiane da Silva Campos

ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS. Parte 1. Profª. Tatiane da Silva Campos ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS Parte 1 Profª. Tatiane da Silva Campos Trato Gastrointestinal Esôfago Estômago Intestino Intestino Grosso Delgado Reto Fonte: www.google.com.br/imagens acessado em

Leia mais

Biomassa de Banana Verde Polpa - BBVP

Biomassa de Banana Verde Polpa - BBVP Biomassa de Banana Verde Polpa - BBVP INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS Porção de 100g (1/2 copo) Quantidade por porção g %VD(*) Valor Energético (kcal) 91 4,55 Carboidratos 21,4 7,13 Proteínas 2,1 2,80 Gorduras

Leia mais

ALIMENTAÇÃO e SAÚDE na G.C.M

ALIMENTAÇÃO e SAÚDE na G.C.M ALIMENTAÇÃO e SAÚDE na G.C.M - 2013-2016 Por 1º.TEN.AER. Lang. Em 2004 2013 está chegando! 20 OBJETIVO Apresentar elementos relacionados com alimentação que contribuem para hábitos saudáveis, a serem praticados

Leia mais

17/10/2010. Você tem certeza que isso é suficiente? Mirtallo et al., 2004; Sriram & Lonchyna, 2009; Visser, ANVISA, 2005; DRI Otten et al.

17/10/2010. Você tem certeza que isso é suficiente? Mirtallo et al., 2004; Sriram & Lonchyna, 2009; Visser, ANVISA, 2005; DRI Otten et al. ESTRATÉGIAS PARA OTIMIZAR OS BENEFÍCIOS E MINIMIZAR OS RISCOS EM TN Aporte de vitaminas e minerais e Minerais: O Excesso e a Falta na Recuperação do Paciente Helena Sampaio Você tem certeza que isso é

Leia mais

Erly Catarina de Moura NUPENS - USP

Erly Catarina de Moura NUPENS - USP Erly Catarina de Moura NUPENS - USP [email protected] Evolução do estado nutricional de homens, 1974-1975, 1989, 2002-2003, Brasil déficit de peso sobrepeso obesidade eutrofia 100% 80% 60% 40% 20% 0% 1974-75

Leia mais

DIETAS HOSPITALARES. Prof. Ana Laura Dias

DIETAS HOSPITALARES. Prof. Ana Laura Dias DIETAS HOSPITALARES Prof. Ana Laura Dias introdução Todos os hospitais possuem dietas básicas de rotina, elaboradas de acordo com o padrão básico específico, como forma de facilitar o serviço das unidades

Leia mais

CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS EM SAUDE MENTAL NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO NUTRIÇÃO NO IDOSO

CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS EM SAUDE MENTAL NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO NUTRIÇÃO NO IDOSO CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS EM SAUDE MENTAL NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO NUTRIÇÃO NO IDOSO Dr. Larissa Sterza Endocrinologista CRM 9219 INTRODUÇÃO O envelhecimento é um processo complexo,irreversível,progressivo

Leia mais

Nutricionista Bruna Maria Vieira

Nutricionista Bruna Maria Vieira Suporte Nutricional à Pacientes Neurológicos Nutricionista Bruna Maria Vieira Alimentação Saudável É o equilíbrio entre a ingestão dos nutrientes necessários ao crescimento, desenvolvimento e manutenção

Leia mais

Nutrição & Dietética I

Nutrição & Dietética I Nutrição & Dietética I NUTRIÇÃO E DIETÉTICA PARA ENFERMAGEM O nosso organismo pode ser comparado a uma máquina, assim como esta requer para o seu funcionamento, óleos e graxos à nossa máquina humana exigem

Leia mais

SEMENTE DE CHIA. Ficha técnica. REGISTRO: Isento de Registro no M.S. conforme Resolução RDC n 27/10. CÓDIGO DE BARRAS N :

SEMENTE DE CHIA. Ficha técnica. REGISTRO: Isento de Registro no M.S. conforme Resolução RDC n 27/10. CÓDIGO DE BARRAS N : Ficha técnica SEMENTE DE CHIA REGISTRO: Isento de Registro no M.S. conforme Resolução RDC n 27/10. CÓDIGO DE BARRAS N : 7898171286346. EMBALAGEM: Plástica, metálica e papel. APRESENTAÇÃO COMERCIALIZADA:

Leia mais

Memorial Descritivo Pregão eletrônico Nº 55/2017

Memorial Descritivo Pregão eletrônico Nº 55/2017 Empresa: Endereço: Fundaçao Hospitalar Santa Terezinha de Erechim Memorial Descritivo Pregão eletrônico Nº 55/2017 Fone: Cidade: Bairro: Cep: Data Abertura: 08/11/2017 09:00:00 Data Emissão: 24/10/2017

Leia mais

DIGESTÃO É UMPROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO

DIGESTÃO É UMPROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO OS NUTRIENTES TODA A SUBSTANCIA PRESENTE NA ALIMENTAÇÃO QUE PODE SER APROVEITADA PELO ORGANISMO HUMANO E DE OUTROS ANIMAIS PARA A MANUTENÇÃO DE SUAS ATIVIDADES É DENOMINADA NUTRIENTES. DIGESTÃO É UMPROCESSO

Leia mais

Você é o que você come? A composição química dos seres vivos

Você é o que você come? A composição química dos seres vivos Você é o que você come? A composição química dos seres vivos Principais substâncias presentes na matéria viva Carboidratos 1 a 2% Sais minerais 1% Proteínas 10 a 15% Lipídios 2 a 3% Água 75 a 85% Composição

Leia mais

Dieta Hipercalórica e Hiperproteica

Dieta Hipercalórica e Hiperproteica Dieta Hipercalórica e Hiperproteica Orientações nutricionais Serviço de Nutrição e Dietética Este manual contou com a colaboração das nutricionistas: Tatiana Maraschin, Claudine Lacerda de Oliveira, Cristina

Leia mais

NUTRIÇÃO PERGUNTA 1 JULGAMENTO ANULADA

NUTRIÇÃO PERGUNTA 1 JULGAMENTO ANULADA NUTRIÇÃO PERGUNTA 1 A avaliação antropométrica mede, de maneira estática, os diversos compartimentos corporais. Os resultados obtidos pela avaliação antropométrica são indicadores objetivos e necessários

Leia mais

EXIN Nutrição SÉRIE 4MA e 4NA Assuntos 1a chamada Assuntos 2a.chamada. Nutriçao Social

EXIN Nutrição SÉRIE 4MA e 4NA Assuntos 1a chamada Assuntos 2a.chamada. Nutriçao Social EXIN Nutrição 2016.2 SÉRIE 4MA e 4NA Assuntos 1a chamada Assuntos 2a.chamada Nutriçao Social Módulo Integrado de analise em Tecnologia de Aliemntos I Desnutrição e suas consequências DCNT (diabetes e HAS)

Leia mais

25/05/2018. APP: Human Body (Male) Sistemas Humanos. Prof. Leonardo F. Stahnke

25/05/2018. APP: Human Body (Male) Sistemas Humanos. Prof. Leonardo F. Stahnke APP: Human Body (Male) Sistemas Humanos Prof. Leonardo F. Stahnke Pode ser definida como o conjunto de processos que vão da ingestão do alimento, sua digestão, até sua assimilação pelas células. Os tipos

Leia mais

Manual para prescrição de dietas

Manual para prescrição de dietas Manual para prescrição de dietas Índice 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Introdução Dieta Geral Dieta Branda Dieta Pastosa Dieta Leve Dieta Cremosa Dieta Líquida Dieta Líquida sem Resíduos Dieta Líquida de Prova

Leia mais

Alimentar-se bem, para um envelhecer mais saudável. Juliana Aquino

Alimentar-se bem, para um envelhecer mais saudável. Juliana Aquino Alimentar-se bem, para um envelhecer mais saudável. Juliana Aquino A dieta para idosos deve ser variada e equilibrada, de forma a proporcionar o bom estado nutricional e contribuir para a prevenção de

Leia mais

6. Metabolismo de Água e Eletrólitos na Saúde e na Doença. 7. Energia, necessidades nutricionais e métodos de avaliação

6. Metabolismo de Água e Eletrólitos na Saúde e na Doença. 7. Energia, necessidades nutricionais e métodos de avaliação MÓDULO I NUTRIÇÃO CLÍNICA 1. Nutrientes 2. Metabolismo dos Macronutrientes 3. Vitaminas 4. Função Fisiológica e Deficiência de Minerais 5. Biodisponibilidade de Minerais 6. Metabolismo de Água e Eletrólitos

Leia mais

Princípios da Alimentação e Saúde

Princípios da Alimentação e Saúde Princípios da Alimentação e Saúde Alimentação é mais que ingestão de nutrientes Recomendações sobre alimentação devem estar em sintonia com seu tempo Alimentação saudável deriva de sistema alimentar socialmente

Leia mais

Farinha de Trigo Faz Mal Mesmo? Qual a importância para o organismo?

Farinha de Trigo Faz Mal Mesmo? Qual a importância para o organismo? O aumento dos índices relacionados ao excesso de peso, à obesidade e a doenças como a diabetes ao longo dos últimos anos levantou a questão se de fato a quantidade de carboidratos ingeridos diariamente

Leia mais

Alimentação Preventiva e Saúde

Alimentação Preventiva e Saúde PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ALIMENTOS E NUTRIÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Alimentação Preventiva e Saúde Monique de Barros Elias Campos

Leia mais

ENFERMAGEM ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PROCESSO NUTRICIONAL. DIETAS Aula 7. Profª. Tatiane da Silva Campos

ENFERMAGEM ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PROCESSO NUTRICIONAL. DIETAS Aula 7. Profª. Tatiane da Silva Campos ENFERMAGEM ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PROCESSO NUTRICIONAL DIETAS Aula 7 Profª. Tatiane da Silva Campos DISTÚRBIOS DESEQUILÍBRIOS HOMEOSTÁTICOS Anorexia nervosa: Distúrbio crônico caracterizado pela

Leia mais

A Seguros Unimed ainda mais próxima, quando você mais precisa. Alimentação Saudável

A Seguros Unimed ainda mais próxima, quando você mais precisa. Alimentação Saudável A Seguros Unimed ainda mais próxima, quando você mais precisa. Alimentação Saudável ALIMENTOS IN NATURA Devem ser a base ideal para uma alimentação nutricionalmente balanceada. Alimentos in natura são

Leia mais

CIÊNCIAS - ALIMENTOS. Prof. Mário Castro 1º Bimestre CEF 02 ESCOLA PAROQUIAL

CIÊNCIAS - ALIMENTOS. Prof. Mário Castro 1º Bimestre CEF 02 ESCOLA PAROQUIAL CIÊNCIAS - ALIMENTOS Prof. Mário Castro 1º Bimestre - 2014 CEF 02 ESCOLA PAROQUIAL NUTRIÇÃO Nutrição: É o conjunto de processo integrados que envolve a digestão, respiração, circulação e excreção. Digestão:

Leia mais

TERAPIA NUTRICIONAL NA CIRURGIA E NO TRAUMA. Neily Rodrigues Romero Ma. em Ciências Fisiológicas Nutricionista do IJF

TERAPIA NUTRICIONAL NA CIRURGIA E NO TRAUMA. Neily Rodrigues Romero Ma. em Ciências Fisiológicas Nutricionista do IJF TERAPIA NUTRICIONAL NA CIRURGIA E NO TRAUMA Neily Rodrigues Romero Ma. em Ciências Fisiológicas Nutricionista do IJF TRAUMA Definição: Problema de saúde pública Principais causas: acidentes e violência

Leia mais

Energize-se com uma alimentação saudável

Energize-se com uma alimentação saudável Energize-se com uma alimentação saudável Encontro Educacional 1 Este encontro apresenta Consuma bastante frutas e verduras! Saiba o quanto consumir, conheça os benefícios e aprenda dicas para comer mais

Leia mais

NUTRIENTES. Profª Marília Varela Aula 2

NUTRIENTES. Profª Marília Varela Aula 2 NUTRIENTES Profª Marília Varela Aula 2 NUTRIENTES NUTRIENTES SÃO SUBSTÂNCIAS QUE ESTÃO INSERIDAS NOS ALIMENTOS E POSSUEM FUNÇÕES VARIADAS NO ORGANISMO. PODEM SER ENCONTRADOS EM DIFERENTES ALIMENTOS, POR

Leia mais

A Bioquímica Da Célula. Alternar entre páginas 0/1 Página Anterior Próxima página

A Bioquímica Da Célula. Alternar entre páginas 0/1 Página Anterior Próxima página A Bioquímica Da Célula Alternar entre páginas 0/1 Página Anterior Próxima página A importância da água em nossa vida A água é indispensável para o nosso planeta. Foi através dela que surgiram as primeiras

Leia mais

Orientações gerais para começar a perder peso

Orientações gerais para começar a perder peso Orientações gerais para começar a perder peso 1. Cardápio variado saúde; Refeições variadas garantem o consumo de todos os nutrientes necessários à boa As refeições principais devem conter, em quantidades

Leia mais

Indicadores de Qualidade em Terapia Nutricional Infantil

Indicadores de Qualidade em Terapia Nutricional Infantil Indicadores de Qualidade em Terapia Nutricional Infantil Adriana Servilha Gandolfo Nutricionista Mestre em Ciências pelo Departamento de Pediatria da USP Supervisora Unidades de Internação Serviço de Nutrição

Leia mais

TERAPIA NUTRICIONAL NO PACIENTE GRAVEMENTE ENFERMO

TERAPIA NUTRICIONAL NO PACIENTE GRAVEMENTE ENFERMO TERAPIA NUTRICIONAL NO PACIENTE GRAVEMENTE ENFERMO Avaliação e Triagem nutricional A triagem nutricional tem o objetivo de reconhecer uma condição outrora não detectada, o risco nutricional, para que sejam

Leia mais

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE DOENÇA METABÓLICA

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE DOENÇA METABÓLICA O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE DOENÇA METABÓLICA ENTENDENDO a doença metabólica A doença metabólica, também chamada de síndrome metabólica ou ainda de plurimetabólica, em geral faz parte de um conjunto de

Leia mais

ESTRATÉGIAS NUTRICIONAIS NA ALTA HOSPITALAR E EM CASA: DIFICULDADES E SOLUÇOES NO HOSPITAL PRIVADO ANNA CAROLINA SARA FONSECA NUTRICIONISTA EMTN HSC

ESTRATÉGIAS NUTRICIONAIS NA ALTA HOSPITALAR E EM CASA: DIFICULDADES E SOLUÇOES NO HOSPITAL PRIVADO ANNA CAROLINA SARA FONSECA NUTRICIONISTA EMTN HSC ESTRATÉGIAS NUTRICIONAIS NA ALTA HOSPITALAR E EM CASA: DIFICULDADES E SOLUÇOES NO HOSPITAL PRIVADO ANNA CAROLINA SARA FONSECA NUTRICIONISTA EMTN HSC Quanto? Como? Quando? Sistema aberto ou fechado? Orientação

Leia mais

ÍNDICE. Trophic Basic. 06 Trophic 1.5. Trophic EP Trophic Fiber Trophic Bio + SABOR! Trophic Infant. Diamax Peptimax HDmax. Bemmax.

ÍNDICE. Trophic Basic. 06 Trophic 1.5. Trophic EP Trophic Fiber Trophic Bio + SABOR! Trophic Infant. Diamax Peptimax HDmax. Bemmax. GUIA NUTRICIONAL ÍNDICE Trophic Basic 06 Trophic 1.5 10 PADRÃO Trophic EP Trophic Fiber Trophic Bio + SABOR! 12 14 16 Trophic Infant 18 ESPECIALIZADA Diamax Peptimax HDmax 20 22 24 Na Prodiet, acreditamos

Leia mais

ALIMENTAÇÃO E SAÚDE 1 - A RELAÇÃO ENTRE A ALIMENTAÇÃO E SAÚDE

ALIMENTAÇÃO E SAÚDE 1 - A RELAÇÃO ENTRE A ALIMENTAÇÃO E SAÚDE Alimentação e Saúde ALIMENTAÇÃO E SAÚDE 1 - A RELAÇÃO ENTRE A ALIMENTAÇÃO E SAÚDE Todo ser vivo precisa se alimentar para viver. A semente, ao ser plantada, precisa ser adubada e molhada todos os dias

Leia mais

Síndrome do Intestino Curto

Síndrome do Intestino Curto Síndrome do Intestino Curto Perda anatômica maciça ou funcional do intestino delgado: ressecção cirúrgica; motilidade intestinal; causas congênitas (volvo, gastrosquize, deformidade de artéria mesentérica,

Leia mais

Perguntas para o Nutricionista Campanhas: Pullman Zero% e PlusVita Zero%

Perguntas para o Nutricionista Campanhas: Pullman Zero% e PlusVita Zero% Perguntas para o Nutricionista Campanhas: Pullman Zero% e PlusVita Zero% Por Mariana Nacarato, Nutricionista da Equilibrium Consultoria 1. Existe de fato muito ganho nutricional na substituição do pão

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL PESSOAL

PERFIL NUTRICIONAL PESSOAL PERFIL NUTRICIONAL PESSOAL Nº de Empresário Nome completo: Data: Telefone: e-mail: Data de nascimento: Idade: Sexo: Feminino Consome algum suplemento nutricional? Se sim, quantos? Sim Masculino Não Por

Leia mais

CONSUMO ALIMENTAR DE ESCOLARES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO NO MUNICÍPIO DE PALMAS TO

CONSUMO ALIMENTAR DE ESCOLARES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO NO MUNICÍPIO DE PALMAS TO CONSUMO ALIMENTAR DE ESCOLARES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO NO MUNICÍPIO DE PALMAS TO Natália Cunha Ferreira 1, Geyce da Silva Sales 2, Maylla Luanna Barbosa Martins 3 1 Aluna do curso de nutrição; Campus

Leia mais

Estágio Curricular Não Obrigatório Santa Casa de Misericórdia de Maceió /07/2017 Nutrição Clínica

Estágio Curricular Não Obrigatório Santa Casa de Misericórdia de Maceió /07/2017 Nutrição Clínica 1. Qual a conduta dietoterápica, nos casos de diverticulite aguda? a) Não consumir nenhum alimento que tenha glúten ou traços de glúten, como farinha, pão, bolo, dentre outros. Dar preferência ao consumo

Leia mais

FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETA FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETIVA

FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETA FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETIVA FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETA FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETIVA Graduação 1 FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETIVA UNIDADE 5 ALIMENTAÇÃO PARENTERAL Nesta unidade estudaremos a importância

Leia mais

ÍNDICE PADRÃO ESPECIALIZADA ORAL MÓDULOS

ÍNDICE PADRÃO ESPECIALIZADA ORAL MÓDULOS GUIA NUTRICIONAL ÍNDICE NOVA EMBALAGEM PADRÃO Trophic Basic... 6 Trophic 1.5... 10 Trophic EP... 12 Trophic Fiber.... 14 Trophic Soya... 18 Trophic Infant... 20 ESPECIALIZADA Diamax... 22 Peptimax...

Leia mais

Alimentação saudável. Cuidar da Saúde é uma atitude para toda a vida.

Alimentação saudável. Cuidar da Saúde é uma atitude para toda a vida. Alimentação saudável Cuidar da Saúde é uma atitude para toda a vida. Alimentação saudável Com o corre-corre diário, comemos sem prestar muita atenção ao que compõe o nosso prato, ao longo das diversas

Leia mais

O pão engorda. Mitos Alimentares

O pão engorda. Mitos Alimentares Apesar do acesso facilitado e quase imediato à informação em todos os momentos, nem todas as afirmações feitas sobre a comida são baseadas em factos científicos, pelo que alguns mitos alimentares ainda

Leia mais

ESTADO NUTRICIONAL E FREQUÊNCIA ALIMENTAR DE PACIENTES COM DIABETES MELLITUS

ESTADO NUTRICIONAL E FREQUÊNCIA ALIMENTAR DE PACIENTES COM DIABETES MELLITUS ESTADO NUTRICIONAL E FREQUÊNCIA ALIMENTAR DE PACIENTES COM DIABETES MELLITUS SOUZA, J. P.; MARIN, T. Resumo O diabetes vem sendo considerado um grave problema de saúde pública. O objetivo do estudo foi

Leia mais

Ovos Além de poucas calorias, os ovos contêm mais de 12 vitaminas e minerais e ainda uma quantidade nada desprezível de proteínas, substância

Ovos Além de poucas calorias, os ovos contêm mais de 12 vitaminas e minerais e ainda uma quantidade nada desprezível de proteínas, substância Ovos Além de poucas calorias, os ovos contêm mais de 12 vitaminas e minerais e ainda uma quantidade nada desprezível de proteínas, substância essencial para a intensa produção de células que acontece no

Leia mais

Izabela Alves Gomes Nutricionista UERJ Mestranda em Alimentos e Nutrição - UNIRIO

Izabela Alves Gomes Nutricionista UERJ Mestranda em Alimentos e Nutrição - UNIRIO Izabela Alves Gomes [email protected] Nutricionista UERJ Mestranda em Alimentos e Nutrição - UNIRIO Rio de Janeiro - 2016 É considerado vegetariano todo aquele que exclui de sua alimentação todos os

Leia mais

HIPERÊMESE GRAVÍDICA. Msc. Roberpaulo Anacleto

HIPERÊMESE GRAVÍDICA. Msc. Roberpaulo Anacleto HIPERÊMESE GRAVÍDICA Msc. Roberpaulo Anacleto Introdução A ocorrência ocasional de náuseas e vômitos até 14 semanas de gestação, mais comum no período da manhã, é rotulada como êmese gravídica e pode ser

Leia mais

ENFERMAGEM ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PROCESSO NUTRICIONAL. ALIMENTAÇÃO PARENTERAL Aula 1. Profª. Tatiane da Silva Campos

ENFERMAGEM ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PROCESSO NUTRICIONAL. ALIMENTAÇÃO PARENTERAL Aula 1. Profª. Tatiane da Silva Campos ENFERMAGEM ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PROCESSO NUTRICIONAL ALIMENTAÇÃO PARENTERAL Aula 1 Profª. Tatiane da Silva Campos A nutrição parenteral (NP) é o método de fornecer nutrientes ao corpo através de

Leia mais

Capítulo 13 Nutrição: Leitura de rótulos de alimentos

Capítulo 13 Nutrição: Leitura de rótulos de alimentos Capítulo 13 Nutrição: Leitura de rótulos de alimentos Ao final deste capítulo, você poderá Ø Explicar rótulos de alimentos Ø Decidir quais alimentos são melhores com base em três fatores Capítulo 13 Nutrição:

Leia mais

PROCESSO SELETIVO PÚBLICO PARA RESIDENTES EDITAL Nº 04/2018 RETIFICAÇÃO

PROCESSO SELETIVO PÚBLICO PARA RESIDENTES EDITAL Nº 04/2018 RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO PÚBLICO PARA RESIDENTES EDITAL Nº 04/2018 No quadro 2 do item 4 onde se lê: RETIFICAÇÃO Quadro 2 ESTRUTURA DA PROVA DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PROFISSIONAL ENFERMAGEM PROVA Políticas Públicas

Leia mais

c) Relacione as orientações a serem fornecidas à paciente, no momento de sua alta, considerando que sua contagem de neutrófilos era de células/m

c) Relacione as orientações a serem fornecidas à paciente, no momento de sua alta, considerando que sua contagem de neutrófilos era de células/m 01 Concurso Mulher de 38 anos, 1,73m de altura e peso de 73 kg, portadora de linfoma de Hodgkin, foi internada no setor de hematologia para o transplante autólogo de células tronco hematopoiéticas. No

Leia mais

Educação. em Saúde VOL. 77 PUBLICAÇÃO AUTORIZADA. Glicogenose. Orientações para pacientes

Educação. em Saúde VOL. 77 PUBLICAÇÃO AUTORIZADA. Glicogenose. Orientações para pacientes Educação em Saúde VOL. 77 PUBLICAÇÃO AUTORIZADA Glicogenose Orientações para pacientes O que é glicogenose? É um grupo de doenças que alteram o metabolismo do glicogênio (uma forma de glicose que se acumula

Leia mais

MACRONUTRIENTES INTRODUÇÃO

MACRONUTRIENTES INTRODUÇÃO MACRONUTRIENTES I INTRODUÇÃO Dos elementos químicos encontrados na natureza, quatro são encontrados com maior frequência na composição química dos seres vivos. Esses elementos são o carbono (C), o oxigênio

Leia mais

ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA GUIA PARA UMA VIDA MAIS SAUDÁVEL

ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA GUIA PARA UMA VIDA MAIS SAUDÁVEL ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA GUIA PARA UMA VIDA MAIS SAUDÁVEL Alimentos e Saúde A alimentação deve ser equilibrada e variada, composta de ALIMENTOS que forneçam quantidade suficiente de NUTRIENTES que o organismo

Leia mais

Terapia Nutricional Enteral cuidado e assistência domiciliar

Terapia Nutricional Enteral cuidado e assistência domiciliar apresentam Terapia Nutricional Enteral cuidado e assistência domiciliar Profª: Dayanne da Silva Borges Graduação em Nutrição UNIPAR Especialização em Nutrição Clínica UGF Mestrado em Nutrição UFSC *Doutoranda

Leia mais

Unidade de Cuidados na Comunidade de Castelo Branco. Alimentação Saudável L/O/G/O.

Unidade de Cuidados na Comunidade de Castelo Branco. Alimentação Saudável L/O/G/O. Unidade de Cuidados na Comunidade de Castelo Branco Alimentação Saudável L/O/G/O www.themegallery.com Maio 2014 Sumário: O que é uma Alimentação Saudável; Nova Roda dos Alimentos; Recomendações de uma

Leia mais

Oi, Ficou curioso? Então conheça nosso universo.

Oi, Ficou curioso? Então conheça nosso universo. Oi, Somos do curso de Nutrição da Universidade Franciscana, e esse ebook é um produto exclusivo criado pra você. Nele, você pode ter um gostinho de como é uma das primeiras aulas do seu futuro curso. Ficou

Leia mais

Dieta refere-se aos hábitos alimentares individuais. Cada pessoa tem uma dieta específica. Cada cultura costuma caracterizar-se por dietas

Dieta refere-se aos hábitos alimentares individuais. Cada pessoa tem uma dieta específica. Cada cultura costuma caracterizar-se por dietas Dieta Dieta refere-se aos hábitos alimentares individuais. Cada pessoa tem uma dieta específica. Cada cultura costuma caracterizar-se por dietas particulares. Contudo, popularmente, o emprego da palavra

Leia mais

Parte 4.

Parte 4. Nutrição enteral Parte 4 [email protected] NUTRIÇÃO ENTERAL História e aspectos éticos Indicações e contraindicações Tipos de dietas enterais Cálculo da oferta energética e protéica Complicações Nutrição

Leia mais

POPULAÇÃO HUMANA ENGORDANDO

POPULAÇÃO HUMANA ENGORDANDO Cirurgia bariátrica POPULAÇÃO HUMANA ENGORDANDO A POPULAÇÃO HUMANA ESTÁ ENGORDANDO > 700 milhões de obesos no mundo > 2,5 bilhões em sobrepeso EUA : 1/3 população obesa Brasil : Crescimento de 60% da obesidade

Leia mais

Vegetarianismo na Infância e Adolescência. Ana Paula Pacífico Homem

Vegetarianismo na Infância e Adolescência. Ana Paula Pacífico Homem Vegetarianismo na Infância e Adolescência Ana Paula Pacífico Homem [email protected] Agosto de 2006 Grupo Materno-Infantil (Ampliado) - Mulheres em idade reprodutiva (10 a 49 anos) - Gestantes e nutrizes

Leia mais

Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), tendo como consequência desnutrição e perda

Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), tendo como consequência desnutrição e perda Nutrição e ELA A alimentação inadequada desenvolve-se insidiosa e progressivamente na Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), tendo como consequência desnutrição e perda de peso. As causas da desnutrição

Leia mais

BIOQUÍMICA E METABOLISMO DOS MICRONUTRIENTES NA TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL E PARENTERAL

BIOQUÍMICA E METABOLISMO DOS MICRONUTRIENTES NA TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL E PARENTERAL BIOQUÍMICA E METABOLISMO DOS MICRONUTRIENTES NA TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL E PARENTERAL Profa. Dra. Maria Rosimar Teixeira Matos Docente do Curso de Nutrição da UECE TERAPIA NUTRICIONAL Suprir as necessidades

Leia mais

Nutrientes. Leonardo Pozza dos Santos

Nutrientes. Leonardo Pozza dos Santos Nutrientes Leonardo Pozza dos Santos Itaqui, 2017 O que define um nutriente? - Qualquer elemento ou composto químico necessário para o metabolismo de um organismo vivo. - Eles compõem os alimentos e são

Leia mais

Podemos dizer que existe o bom e o mau carboidrato, assim como existe o bom e o mau colesterol? Tire as suas dúvidas lento este e-book.

Podemos dizer que existe o bom e o mau carboidrato, assim como existe o bom e o mau colesterol? Tire as suas dúvidas lento este e-book. e-book O BOM E O MAU CARBOIDRATO SAIBA QUE TIPO DE CARBOIDRATO VOCÊ DEVE COMER. Podemos dizer que existe o bom e o mau carboidrato, assim como existe o bom e o mau colesterol? Tire as suas dúvidas lento

Leia mais

Suplementação. Introdução

Suplementação. Introdução Introdução Suplementação Suplemento alimentares são preparações destinadas a complementar a dieta e fornecer nutrientes como, vitaminas e minerais e, sais minerais. Mas o que são Suplementos Alimentares?

Leia mais

DIETOTERAPIA I MODIFICAÇÕES DA DIETA NORMAL

DIETOTERAPIA I MODIFICAÇÕES DA DIETA NORMAL DIETOTERAPIA I MODIFICAÇÕES DA DIETA NORMAL Prof. Karina d Almeida Dietoterapia Ciência que estuda e aplica a dieta com princípio terapêutico, tendo a dieta normal como padrão. Finalidade básica ofertar

Leia mais

Simulado ENADE GABARITO PROVA NOTURNO

Simulado ENADE GABARITO PROVA NOTURNO Simulado ENADE 2018.1 GABARITO PROVA NOTURNO Curso de Nutrição QUESTÕES DISCUSSIVAS PADRÃO DE RESPOSTAS FORMAÇÃO GERAL QUESTÃO DISCUSSIVA 01 FORMAÇÃO GERAL Padrão de Resposta: Espera-se que o estudante

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 386/2013. Assunto: NUTRISON SOYA NATS GL. Dra.Sabrina Cunha Peixoto Ladeira Juiza de Direito da comarca de Pirapora SOLICITANTE

RESPOSTA RÁPIDA 386/2013. Assunto: NUTRISON SOYA NATS GL. Dra.Sabrina Cunha Peixoto Ladeira Juiza de Direito da comarca de Pirapora SOLICITANTE RESPOSTA RÁPIDA 386/2013 Assunto: NUTRISON SOYA SOLICITANTE Dra.Sabrina Cunha Peixoto Ladeira Juiza de Direito da comarca de Pirapora NÚMERO DO PROCESSO 13 008656-8 DATA 26/11/2013 SOLICITAÇÃO Para fins

Leia mais

BEM-VINDO! COM A GENTE VOCÊ PODE SE SENTIR EM CASA.

BEM-VINDO! COM A GENTE VOCÊ PODE SE SENTIR EM CASA. GUIA NUTRICIONAL BEM-VINDO! COM A GENTE VOCÊ PODE SE SENTIR EM CASA. FIQUE À VONTADE PARA FALAR COM A GENTE. O Prodiet em Casa é um canal de comunicação para prescritores e pacientes tirarem todas as dúvidas

Leia mais

NUTRIÇÃO DO IDOSO. Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Nutrição e Metabolismo Nutrição Humana

NUTRIÇÃO DO IDOSO. Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Nutrição e Metabolismo Nutrição Humana Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Nutrição e Metabolismo Nutrição Humana NUTRIÇÃO DO IDOSO Prof. Dr. Jacqueline Pontes Monteiro Aluna PAE Camila Mira Sandy Definição Países

Leia mais

Código Produto Descrição / Especificação Unidade Quantidade Fórmula de nutrientes para recém nascido de alto * UN

Código Produto Descrição / Especificação Unidade Quantidade Fórmula de nutrientes para recém nascido de alto * UN IVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ Página: 1 / 6 Gestor de Compras 3 - HOSPITAL IVERSITÁRIO REGIONAL DE MARINGÁ Itens: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Emissão: 15/03/2010 1.26.033-000001 Fórmula de nutrientes para recém

Leia mais

Alimentação e Exercício Físico

Alimentação e Exercício Físico II Workshop Alimentação e Exercício Físico 12 de Dezembro de 2016 Nutricionista: Dra. Mariana Santos Costa Apresentação Dra. Mariana Santos Costa Licenciada em Ciências da Nutrição Mestrado em Exercício

Leia mais

OS BENEFÍCIOS DOS PÃES

OS BENEFÍCIOS DOS PÃES OS BENEFÍCIOS DOS PÃES OS BENEFÍCIOS DOS PÃES Os 7 benefícios do pão Se está a fazer dieta ou se simplesmente gosta de saber o valor energético daquilo que ingere, saiba que existem 7 motivos para preferir

Leia mais

Dieta para vegetarianos

Dieta para vegetarianos PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ALIMENTOS E NUTRIÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Dieta para vegetarianos Monique de Barros Elias Campos Nutricionista

Leia mais

NUTRIÇÃO E DIETA Doença Inflamatória do Intestino

NUTRIÇÃO E DIETA Doença Inflamatória do Intestino Serviço de Gastrenterologia Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, EPE Diretora: Dra. Maria Antónia Duarte Vera Costa Santos 10 Outubro 2015 TUBO DIGESTIVO Digestão de alimentos Boca Esófago

Leia mais

Cirurgia Bariátrica Serviço de Nutrição e Dietética Serviço de Cirurgia Digestiva Serviço de Endocrinologia

Cirurgia Bariátrica Serviço de Nutrição e Dietética Serviço de Cirurgia Digestiva Serviço de Endocrinologia Orientações nutricionais Cirurgia Bariátrica Serviço de Nutrição e Dietética Serviço de Cirurgia Digestiva Serviço de Endocrinologia Este manual contou com a colaboração de: nutricionistas Ciglea do Nascimento

Leia mais

Nutrição e Fisiologia Humana

Nutrição e Fisiologia Humana Nutrição e Fisiologia Humana Definição de saúde: Organização Mundial da Saúde Saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças. Seis Nutrientes Básicos

Leia mais

SOBREPESO E OBESIDADE

SOBREPESO E OBESIDADE ATENÇÃO ÀS MULHERES A promoção da alimentação saudável e a manutenção do peso adequado são fundamentais para promover a saúde e o bem-estar durante toda a vida da mulher e principalmente no período do

Leia mais

Lei8080,19set.1990-Art.3º(BRASIL,1990) A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes,

Lei8080,19set.1990-Art.3º(BRASIL,1990) A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, Superintendência de Políticas de Atenção Integral a Saúde Gerência de Vigilância Epidemiológica Coordenação de Doenças Não-Transmissíveis Área de Alimentação e Nutrição HÁBITOS SAUDÁVEIS Marília A. Rezio

Leia mais