7. Exercício 1 (resolver em sala)
|
|
|
- Thais Carvalho Castelo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 7. Exercício (resolver em sala) A parede externa de uma casa é composta por uma camada de 20cm de espessura de tijolo comum e uma camada de 5cm de gesso. Qual a taxa de transferencia de calor por unidade de área se a face externa da parede se encontra à 35 C e a fase interna à 20 C? Sabendo que K tijolo = 0,69 w/mk e K gesso = 0,48 w/mk.
2 7. Exercício (resolução) T=35 C T=20 C 20cm 5cm Por m² de parede Por m² de parede 2
3 7. Exercício 2 (resolver em sala) A parede externa de uma casa é composta por uma camada de 20cm de espessura de tijolo comum e uma camada de 5cm de isolante, sendo que desse isolante 80% é composto de gesso e 20% de lã de vidro..qual a taxa de transferencia de calor por unidade de área se a face externa da parede se encontra à 35 C e a fase interna à 20 C? Sabendo que K tijolo = 0,69 w/mk e K gesso = 0,48 w/mk K lã de vidro= 0,065 w/mk. 3
4 7. Exercício 2 (resolução) T=35 C T=20 C olo làdevidro gesso 20cm 5cm 4
5 7. Exercício 2 (resolução) lã de vidro T=35 C T=20 C olo gesso 20cm 5cm Por m² de parede 5
6 7. Exercício 3 (resolver em sala) Um engenheiro responsável pelo projeto completo de um edifício escolar, está avaliando o comportamento térmico do edifício. Depois de várias tentativas para proporcionar um conforto térmico o engenheiro concluiu que se o coeficiente global de transferência de calor U, da parede de alvenaria da fachada oeste do prédio, fosse reduzido a metade, as condições de conforto seriam adequadas, sem a necissidade de instalação de ar condicionado. O engenheiro efetuou um estudo alternativo para a fachada oeste (crítica), passando da parede de tijolo maciço comum (20 cm tijolo e cm de argamassa de revestimento), conforme figura, para duas paredes de meio tijolo maciço com um colchão de ar de 5cm conforme figura 2. As dimensões do tijolo maciço são 20x0x5 cm e as juntas verticais e horizontais de argamassa possuem cm. A) Calcular o coeficiente global de transferência de calor U (w/cm² C) para a primeira alternativa, conisderando m² de parede em sua vista frontal seja constituida de 0,76m² de tijolos e 0,24 m² de argamassa. B) Calcular o novo coeficiente global de transferência de calor U 2 (w/cm² C), para a figura 2 conisderando m² de parede em sua vista frontal seja constituida de 0,79m² de tijolos e 0,2 m² de argamassa. Este coeficiente global de transferência de calor U 2 satisfaz a condição de conforto prevista pelo engenheiro (metade do encontrado na letra A)? Sim ou não? Justifique, calculando a redução percentual em relação ao U. 6
7 7. Exercício 3 (resolver em sala) DADOS: Soma das resistências de condução e de convecção em C/W t = conv-ext + cond + conv-int conv-ext - resistência de convecção externa ( C/W ) conv-int - resistência de convecção interna ( C/W ) cond - soma das resistência de condução ( C/W ) esistência de conveccão em em C/W conv = h i : coeficiente de convecção na superfície considerada (w/m² C) A= área da superfície (m²). hia esistência de condução do material C/W e i - espessura da camada (m) K i - condutibilidade térmica do material (w/m C) A - área (m²) 7
8 7. Exercício 3 (resolver em sala) Dados: esistência equivalente a duas resistências em paralelo em C/W e qv * 2 2 e 2 resistências em paralelo eqv resistências equivalente Coeficiente global de transferência de calor U (w/m² C) U A* t t Soma das resistências de condução e de convecção em C/W 8
9 7. Exercício 3 (resolver em sala) Dados: h i - Coeficiente de convecção interno (h i = 2 (w/m² C) h e - Coeficiente de convecção externo (h e = 6,6 (w/m² C) K arg-rev - condutibilidade térmica da argamassa de revestimento K arg-rev =,6 (w/m C) K arg-ass - condutibilidade térmica da argamassa de assentamento- K arg-ass =,6 (w/m C) K tij - condutibilidade térmica do tijolo- K tij = 0,69 (w/m C) K ar - condutibilidade térmica do ar- K ar = 0,02624 (w/m C) 9
10 7. Exercício 3 (resolver em sala) FIGUA a) Calcular o coeficiente global de transferência de calor U (w/cm² C) para a primeira alternativa, considerando m² de parede em sua vista 5 cm cm frontal seja constituida de 0,76m² de tijolos e 0,24 m² de argamassa. arg-rev arg-ass arg-rev conv-int cm 20 cm cm 0
11 7. Exercício (resolvido em sala) FIGUA conv-int 5 cm cm arg-rev arg -ass conv- int ,6 *0,24 arg-ass 0,5 0,784 arg-rev arg -rev conv-ext 00,6 * conv 8,62 * ,69 *0,76 cond -3 0,384 hia e Ki i * A cm cm 20 cm e qv 0,784 * 0,384 0,784 0,384 0,249 conv- ext 6,6. 0,55
12 7. Exercício (resolvido em sala) FIGUA conv-int arg-rev arg-ass arg-rev conv-ext U A * t t = conv-ext + cond+ conv-int 5 cm cm t 0,5 8,62 *0-3 0,249 8,62 *0-3 0,55 0,978 cm 20 cm cm U,0895 w/m² C * 0,978 2
13 7. Exercício 3 (resolver em sala) FIGUA 2 b) Calcular o novo coeficiente global de transferência de calor U 2 (w/cm² C), para a figura considerando m² de parede em sua vista frontal seja constituida de 0,79m² de tijolos e 0,2 m² de argamassa. conv-int arg-ass ar arg-ass arg-rev arg-rev conv-ext 3
14 FIGUA 2 7. Exercício 3 (resolvido em sala) conv-int cm 5 cm arg-rev arg -ass conv- int arg-ass 0,5 8,62 * arg -rev,6 * 0 00,6 *0,2 ar 0,405 arg-ass 00 arg-rev conv-ext ,69 *0,79 0,835 conv cond hia e Ki i * A cm e qv 0,405 * 0,835 0,405 0,835 0,268 4
15 FIGUA 2 7. Exercício 3 (resolvido em sala) conv-int cm 5 cm arg-rev ar arg-ass ar , conv- ext 6,6. arg-ass arg-rev,9055 0,55 conv-ext conv cond hia e Ki i * A cm
16 t 7. Exercício 3 (resolvido em sala) conv-int arg-rev arg-ass ar arg-ass arg-rev conv-ext U A * t = conv-ext + cond+ conv-int 0,5 8,62 *0-3 0,268,9055 0,268 8,62 *0-3 0,55 2,8278 U 0,3534 w/m² C 2 * 2,8278 t Para satisfazer a condição de redução da metado de U, o valor de U 2 deveria ser : U,0895 0,5448 w/m² C 2 2 Comparando a tranferência de calor inicial com a que o Engenhiero conseguiu atingir, obteve-se uma redução de 67%!!!
17 7. Exercício 4 (resolver em sala) Uma parede é constituída por dois materiais assinalados na figura. A temperatura do ar exterior (contiguo a parede ) é de 0ºC, enquato no interior o ar está a 20ºC. O coeficiente de convecção exterior é de 20 W/m².K, e o interior é de 5 W/m².K. a) Calcule o fluxo de calor por unidade de área através da parede, sem utilizar a noção de resistência térmica equivalente. b) Calcule o fluxo de calor, com recurso à noção de resistência térmica equivalente. λ = K (condutividade térmica) 7
18 7. Exercício para entregar na próxima aula As paredes de uma casa são constituídas como mostra a figura. Os coeficientes de convecção interior e exterior são, respectivamente, de 7 e 20 W/m².K. A temperatura do ar no interior é de 8ºC e no exterior é de 5ºC. As condutividades térmicas do betão e do isolamento são iguais a,2 e 0, W/m.K, respectivamente. a) Calcule o fluxo de calor que atravessa as paredes; b) Qual o fluxo se as paredes não tiverem isolamento? c) Determine as temperaturas da superfície interior e exterior da parede; d) epresente graficamente a variação de temperatura entre o interior e o exterior. T C T 5ºC T ext. = 5ºC T int. = 8ºC 8
19 7. Exercício 6 (resolver em sala) (OMA, cap. 4, p. 93, exercício 24) As temperaturas nas duas faces de uma parede plana de concreto de 50 mm de espessura são matidas a 0ºC e 40ºC respectivamente. Compare os fluxos de calor do concreto seco e do concreto com 0% de umidade. K concreto seco = 0,8 W/m.ºC K concreto 0% umidade =,09 W/m.ºC 9
20 7. Exercício para entregar na próxima aula Brunetti, capítulo 4, p (Equação da energia para regime permanente): Exercício 4. Exercício 4.4 Exercício 4.5 Exercício 4.6 Exercício 4.7 Exercício 4.8 Exercício 4.9 Exercício 4.3 Exercício 4.4 Exercício
Transmissão de calor
UNIVESIDADE EDUADO MONDLANE Faculdade de Engenharia Transmissão de calor 3º Ano 1 Aula 6 Aula Prática- Condução em regime permanente Problema -6.1 (I) Uma janela tem dois vidros de 5 mm de espessura e
ENGENHARIA DE MATERIAIS. Fenômenos de Transporte em Engenharia de Materiais (Transferência de Calor e Massa)
ENGENHARIA DE MATERIAIS Fenômenos de Transporte em Engenharia de Materiais (Transferência de Calor e Massa) Prof. Dr. Sérgio R. Montoro [email protected] [email protected] AULA 3 REVISÃO E
UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE
UNIVESIDADE EDUADO MONDLANE Faculdade de Engenharia Transmissão de calor 3º Ano 1 Aula 6 Aula Prática-2 Condução em regime permanente 2 Problema -6.1 (I) Uma janela tem dois vidros de 5 mm de espessura
UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE Faculdade de Engenharia. 3º Ano. Prof. Dr. Engº Jorge Nhambiu & Engº Paxis Roque 1
UNIVESIDADE EDUADO MONDLANE Faculdade de Engenharia Transmissão de calor 3º Ano 1 Aula 6 Aula Prática- Condução em regime permanente Problema -6.1 (I) Umajanelatémdoisvidrosde5mmdeespessuraeáreade 1,8
Transferência de Calor Condução de Calor
Transferência de Calor Condução de Calor Material adaptado da Profª Tânia R. de Souza de 2014/1. 1 Lei de Fourier A Lei de Fourier é fenomenológica, ou seja, foi desenvolvida a partir da observação dos
Argamassas Térmicas, uma solução
Argamassas Térmicas, uma solução na melhoria do Desempenho Térmico dos Edifícios André Correia Associação Portuguesa de Fabricantes de Argamassas e ETICS Fachadas Energeticamente Eficientes TEKtónica,
Transferência de Energia
APLICAÇÃO DO FRIO NA CADEIA ALIMENTAR CTeSP em GASTRONOMIA, TURISMO E BEM-ESTAR Definição é a passagem/transmissão de energia, na forma de calor, de um ponto para outro. A transferência de calor efectua-se
Desempenho térmico. Paredes e Coberturas
Desempenho térmico Paredes e Coberturas ECV 5161: Desempenho térmico de Edificações Engenharia Civil Prof. Roberto Lamberts (elaborado por Juliana Batista) Transferência de calor T1 > T2 q T1 T2 T1 = T2
ENGENHARIA DE MATERIAIS. Fenômenos de Transporte em Engenharia de Materiais (Transferência de Calor e Massa)
ENGENHARIA DE MATERIAIS Fenômenos de Transporte em Engenharia de Materiais (Transferência de Calor e Massa) Prof. Dr. Sérgio R. Montoro [email protected] [email protected] AULA 5 CONDUÇÃO
Evento REABILITAÇÃO ENERGETICAMENTE EFICIENTE DE EDIFÍCIOS URBANOS CARACTERIZAÇÃO TÉRMICA DE ENVOLVENTES
Evento REABILITAÇÃO ENERGETICAMENTE EFICIENTE DE EDIFÍCIOS URBANOS Técnicas de Inspecçãoe Avaliação do Desempenho de Edifícios CARACTERIZAÇÃO TÉRMICA DE ENVOLVENTES Rita Januário Liliana Sousa www.itecons.uc.pt
Aula 3 de FT II. Prof. Geronimo
Aula 3 de FT II Prof. Geronimo Raio crítico de isolamento O conceito de raio crítico de isolamento, é introduzido para geometrias onde a área de troca de calor varia com uma dimensão especificada. Por
Transferência de Calor Condução: paredes planas. Prof. Marco A. Simões
Transferência de Calor Condução: paredes planas Prof. Marco A. Simões Objetivosda aula Entender o processo da condução térmica Aplicar a Lei de Fourier à condução térmica Entender o significado do coeficiente
Transferência de Calor e Massa 1
Transferência de Calor e Massa 1 18. Condução condicionador de ar Um equipamento condicionador de ar deve manter uma sala, de 15 m de comprimento, 6 m de largura e 3 m de altura a 22 oc. As paredes da
ENGENHARIA DE MATERIAIS. Fenômenos de Transporte em Engenharia de Materiais (Transferência de Calor e Massa)
ENGENHARIA DE MATERIAIS Fenômenos de Transporte em Engenharia de Materiais (Transferência de Calor e Massa) Prof. Dr. Sérgio R. Montoro [email protected] [email protected] TRANSFERÊNCIA DE
CAP 3 CONDUÇÃO UNIDIMENSIONAL EM REGIME PERMANENTE EM PAREDES CILÍNDRICAS (SISTEMAS RADIAIS)
CAP 3 CONDUÇÃO UNIDIMENSIONAL EM REGIME PERMANENTE EM PAREDES CILÍNDRICAS (SISTEMAS RADIAIS) Prof. Antonio Carlos Foltran EXEMPLOS DE APLICAÇÃO 2 Carregamento de forno LD em aciaria Fonte: Companhia Siderúrgica
CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA
CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA 1) Uma casa possui uma parede composta com camadas de madeira, isolamento à base de fibra de vidro e gesso, conforme indicado na figura. Em um dia frio
Lista de Exercícios Aula 04 Propagação do Calor
Lista de Exercícios Aula 04 Propagação do Calor 1. (Halliday) Suponha que a barra da figura seja de cobre e que L = 25 cm e A = 1,0 cm 2. Após ter sido alcançado o regime estacionário, T2 = 125 0 C e T1
Câmaras de conservação - Aspectos de dimensionamento -
Câmaras de conservação - Aspectos de dimensionamento - Disciplina de Tecnologia Pós-colheita Mestrado em Ciência e Tecnologia Pós-colheita Faculdade de Ciências, Universidade do Porto Domingos Almeida
Contribuição das argamassas em camada fina para a redução da transmissão térmica da alvenaria Projecto cbloco
Contribuição das argamassas em camada fina para a redução da transmissão térmica da alvenaria Projecto cbloco A. Baio Dias 12 de Novembro 2008 UMinho, Portugal 1 Projecto cbloco 1. Objectivos do Projecto
Transferência de Calor Condução e Convecção de Calor
Transferência de Calor Condução e Material adaptado da Profª Tânia R. de Souza de 2014/1. 1 O calor transferido por convecção, na unidade de tempo, entre uma superfície e um fluido, pode ser calculado
GERAÇÃO DE CALOR UNIFORME EM SÓLIDOS. Conversão de uma forma de energia em energia térmica, ou seja, estes meios sólidos têm geração de calor interna.
GEAÇÃO DE CALO UNIFOME EM SÓLIDOS Conversão de uma forma de energia em energia térmica, ou seja, estes meios sólidos têm geração de calor interna. Se manifesta como um aumento da temperatura do meio. Exemplos:
CONFORTO AMBIENTAL Nosso papel na sustentabilidade
CONFORTO AMBIENTAL Nosso papel na sustentabilidade Parte 1 - Conforto higrotérmico dirigido à concepção arquitetônica (continuação) Arq. Cláudia Barroso-Krause, D.Sc. DTC PROARQ FAU/UFRJ Roteiro O conforto,
CAPÍTULO 5 Aplicação do programa a um caso prático
CAPÍTULO 5 Aplicação do programa a um caso prático 5.1 Introdução Uma vez desenvolvido o programa, este foi testado com o objectivo de verificar a sua eficácia. Para isso, utilizou-se uma simulação efectuada
Novo Sistema de Construção de Alvenarias Projecto cbloco
centro tecnológico da cerâmica e do vidro coimbra portugal Novo Sistema de Construção de Alvenarias Projecto cbloco 1 A. Baio Dias 26 de Junho de 2008 CIC 2008 centro tecnológico da cerâmica e do vidro
Ganhos e perdas de calor pela envoltória
Ganhos e perdas de calor pela envoltória Profa. Dra. Denise Helena Silva Duarte Prof. Dr. Leonardo Marques Monteiro Modelo de cálculo de desempenho térmico da edificação 1 caracterizar ambiente Renovação:
1.- SISTEMA ENVOLVENTE...
ÍNDICE.- SISTEMA ENVOLVENTE.....- Pavimentos em contacto com o terreno......- Lajes térreas.....- Fachadas......- Parte opaca das fachadas......- Aberturas em fachada.....- Paredes meeiras... 5..- Coberturas...
A PEDRA NATURAL EM SISTEMAS DE ISOLAMENTO TÉRMICO PELO EXTERIOR DE FACHADAS
A PEDRA NATURAL EM SISTEMAS DE ISOLAMENTO TÉRMICO PELO EXTERIOR DE FACHADAS Vasco Peixoto de Freitas Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Conferência Internacional da PEDRA NATURAL ALFÂNDEGA
TRANSFERÊNCIA DE CALOR
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Ciências Farmacêuticas FBT0530 - Física Industrial TRANSFERÊNCIA DE CALOR A maioria dos processos que acontecem nas indústrias farmacêutica e de alimentos envolve
Argamassas industriais com incorporação de granulado de cortiça
Argamassas industriais com incorporação de granulado de cortiça Coimbra, 29 e 30 de Março 2012 Índice Enquadramento Objectivo Como chegar? Como verificar? Caracterização mecânica e higrotérmica Argamassa
Mecanismos de transferência de calor. Anjo Albuquerque
Mecanismos de transferência de calor 1 Mecanismos de transferência de calor Quando aquecemos uma cafeteira de alumínio com água ao lume toda a cafeteira e toda a água ficam quentes passado algum tempo.
Contributo das argamassas industriais para a construção sustentável caso particular da Gama ecocork
Contributo das argamassas industriais para a construção sustentável caso particular da Gama ecocork Índice Apresentação Argamassas industriais Gama ecocork Dina Frade Coimbra, 19 Abril 2012 2 Apresentação
PROPRIEDADES TÉRMICAS DA MADEIRA
PROPRIEDADES TÉRMICAS DA MADEIRA Introdução As propriedades térmicas da madeira podem ser observadas quando se fornece ou se remove Energia (calor) ao material. Transferência de calor A transferência de
Isolamento Sustentável. Soluções Ideais para Reabilitação
Isolamento Sustentável A Gyptec Ibérica de capital nacional e inserida no Grupo Preceram, dedica-se à produção de placas de gesso laminado, através de métodos não poluentes e ambientalmente sustentáveis
Desempenho térmico de materiais e componentes construtivos
Desempenho térmico de materiais e componentes construtivos Profa. Dra. Denise Duarte Prof. Dr. Leonardo Marques Monteiro Modelo de cálculo de desempenho térmico da edificação 1 caracterizar ambiente Renovação:
Transferência de Calor
Transferência de Calor Condução Unidimensional, em Regime Permanente com Geração Interna de Calor Filipe Fernandes de Paula [email protected] Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica
Condução de Calor Unidimensional com Geração de Energia
Condução de Calor Unidimensional com Geração de Energia Equação geral (k constante) E Ac 1 T t E e Ė s = T x T y T z E G q k (.15) Regime Estacionário Fluxo de Calor ocorre em apenas uma direção (unidimensional)
Condução unidimensional em regime estacionário, Sistemas Radiais
Com freqüência, em sistemas cilíndricos e esféricos há gradientes de temperatura somente na direção radial, o que permite analisá-los como sistemas unidimensionais. Um exemplo comum é o cilindro oco, cujas
Aluno(a): Nº. Professor: Fabrízio Gentil Série: 2 o ano Disciplina: Física Processos de Propagação de Calor
Lista de Exercícios Pré Universitário Uni-Anhanguera Aluno(a): Nº. Professor: Fabrízio Gentil Série: 2 o ano Disciplina: Física Processos de Propagação de Calor 1- Transforme: a) 2,5 km= m b) 0,5 m = cm
Desempenho térmico de materiais e componentes construtivos
Desempenho térmico de materiais e componentes construtivos Profa. Dra. Denise Helena Silva Duarte Prof. Dr. Leonardo Marques Monteiro Prof. Dra. Joana Carla Soares Gonçalves Profa. Dra. Ranny Loureiro
Volume III. Curso Técnico Módulo 2 INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA ÁREA TÉCNICA DE REFRIGERAÇÃO E CONDICIONAMENTO DE AR
INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS SÃO JOSÉ ÁREA TÉCNICA DE REFRIGERAÇÃO E CONDICIONAMENTO DE AR METODOLOGIA PARA O CÁLCULO DA ESPESSURA DE ISOLANTE NECESSÁRIA A UMA APLICAÇÃO Volume III Curso
Desempenho Térmico de edificações
Desempenho Térmico de edificações PROFESSOR Roberto Lamberts ALEJANDRO NARANJO Unidade deportiva Atanasio Girardot - Medellín ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS estrutura introdução isolantes cálculos exemplos
Transferência de Calor. Prof. Marco A. Simões
Transferência de Calor Prof. Marco A. Simões Mecanismos de transferência Condução de calor Não há transporte de massa Os átomos transmitem sua energia ciné=ca por colisão aos seus vizinhos O sen=do é sempre
Capitulo 8 Transferência de Calor por Condução
Fenômenos de Transporte Capitulo 8 Transferência de Calor por Condução Prof. Dr. Christian J. Coronado Rodriguez IEM - UNIFEI TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR CONDUÇÃO Quando existe um gradiente de temperatura
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO 1. Para determinar a porosidade aberta de uma pedra calcária, utilizou-se um provete com as dimensões de 7.1 7.1 7.1 cm 3. Determinou-se a massa no estado
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Escola de Engenharia de Lorena EEL
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Escola de Engenharia de Lorena EEL LOM3083 e LOM3213 Fenômenos de Transporte Prof. Luiz T. F. Eleno Lista de exercícios 2 1. Considere uma parede aquecida por convecção de um
Isolamento Térmico pelo Exterior em Fachadas e o novo RCCTE
Isolamento Térmico pelo Exterior em Fachadas e o novo RCCTE Sistema weber.therm Vasco Pereira Terça Técnica, OA-SRN Porto, 14 de Novembro de 2008 Resumo 1. O consumo de energia dos edifícios 2. O que é
ENGENHARIA DE MATERIAIS. Fenômenos de Transporte em Engenharia de Materiais (Transferência de Calor e Massa)
ENGENHARIA DE MATERIAIS Fenômenos de Transporte em Engenharia de Materiais (Transferência de Calor e Massa) Prof. Dr. Sérgio R. Montoro [email protected] [email protected] TRANSFERÊNCIA DE
Telefones: (48) / Apoio:
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Campus Universitário Trindade Florianópolis SC CEP 88040-900 Caixa Postal 476 Laboratório de Eficiência Energética
Desempenho térmico de materiais e componentes construtivos AUT0264 CONFORTO AMBIENTAL IV TÉRMICA
Desempenho térmico de materiais e componentes construtivos 1 caracterizar ambiente Renovação: N (adotar) Uso: Ocup/ lum/ Eq Orientação: N, NE, E... Materiais: A (m 2 ) Coeficiente: K 2 calcular balanço
PIR - Projetos de Instalações de Refrigeração
PIR - Projetos de Instalações de Refrigeração Prof. Mauricio Nath Lopes ([email protected]) Objetivo geral: Capacitar os alunos na execução de projetos de câmaras frigoríficas de pequeno porte.
Laboratório de Eficiência Energética em Edificações
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Campus Universitário Trindade Florianópolis SC CEP 88040-970 Caixa Postal 476 Laboratório de Eficiência Energética
O sistema ETICS como técnica de excelência na reabilitação de edifícios da segunda metade do século XX
O sistema ETICS como técnica de excelência na reabilitação de edifícios da segunda metade do século XX Objectivos do trabalho Caracterização da solução ETICS para o revestimento de fachadas, do ponto de
1.- SISTEMA ENVOLVENTE...
ÍNDICE.- SISTEMA ENVOLVENTE.....- Envolvente exterior......- Fachadas.....- Muros abaixo da rasante.....- Pavimentos......- Lajes térreas.....- Coberturas......- Coberturas planas....5.- Aberturas verticais....-
FENÔMENOS DE TRANSPORTES
FENÔMENOS DE TRANSPORTES AULA 11 FUNDAMENTOS DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR PROF.: KAIO DUTRA Transferência de Calor Transferência de calor (ou calor) é a energia em trânsito devido a uma diferença de temperatura.
Operações Unitárias II Lista de Exercícios 1 Profa. Dra. Milena Martelli Tosi
1. Vapor d água condensado sobre a superfície externa de um tubo circular de parede fina, com diâmetro interno igual a 50 mm e comprimento igual a 6 m, mantém uma temperatura na superfície externa uniforme
Exame de Transmissão de Calor Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica e Engenharia Aeroespacial 30 de Janeiro de º Semestre
Eame de Transmissão de Calor Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica e Engenharia Aeroespacial 30 de Janeiro de 2012 1º Semestre Observações: 1- Duração do eame: 3 h 2- Tempo aconselhado para a parte
Isolamento. Saiba mais sobre
Isolamento Saiba mais sobre 1 ENQUADRAMENTO A MAIORIA DOS EDIFÍCIOS CONSTRUÍDOS EM PORTUGAL NÃO POSSUI ISOLAMENTO TÉRMICO. SE A SUA CASA É ANTERIOR A 1990 E NUNCA FOI REABILITADA, ENTÃO É POSSÍVEL QUE
EP34D Fenômenos de Transporte
EP34D Fenômenos de Transporte Prof. Dr. André Damiani Rocha [email protected] Transferência de Calor em Superfícies Estendidas - Aletas 2 É desejável em muitas aplicações industriais aumentar a taxa
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DE PROPRIEDADES TÉRMICAS DE PAREDES DE ALVENARIA DE VEDAÇÃO EM BLOCOS DE CONCRETO CELULAR AUTOCLAVADO
UNIVERSADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Campus Universitário Trindade Florianópolis SC CEP 88040-970 Caixa Postal 476 Laboratório de Eficiência Energética
MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA DISCIPLINA DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES PARA ARQUITECTURA ENUNCIADOS DOS PROBLEMAS DAS AULAS PRÁTICAS
MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA DISCIPLINA DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES PARA ARQUITECTURA ENUNCIADOS DOS PROBLEMAS DAS AULAS PRÁTICAS TÉRMICA DE EDIFÍCIOS 2 I. TÉRMICA DE EDIFÍCIOS Cálculo de coeficientes
Mecanismos de transferência de calor
Mecanismos de transferência de calor Condução Potência calor: Q cond A T 1 T x : condutibilidde térmica; A: área de transferência x: espessura ao longo da condução T 1 T : diferença de temperatura ifusividade
PME Ar Condicionado e Ventilação Avaliação de Cálculo de Carga Térmica
Avaliação de Cálculo de Carga Térmica Alberto Hernandez Neto -Direitos autorais reservados - É proibida a reprodução deste material sem a autorização expressa do autor 1/38 Alberto Hernandez Neto -Direitos
Transferência de Calor
Transferência de Calor Condução Unidimensional, em Regime Permanente e Sem Geração Interna de Calor Filipe Fernandes de Paula [email protected] Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica
PLACA GYPCORK. Reabilitação Sustentável
PLACA GYPCORK Reabilitação Sustentável PLACA GYPCORK A nova placa GYPCORK reúne dois produtos portugueses de excelência: as placas de gesso laminado Gyptec produzidas na Figueira da Foz, utilizando matérias
Vendas blocos de concreto celular Precon:
Vendas blocos de concreto celular Precon: 51 8124-1720 www.concretocelular.com.br OBJETO DE ANÁLISE: Avaliação do desempenho térmico do Bloco de concreto celular auto clavado (BLOCO PRECON) para vedação
Ficha de trabalho Workshop do curso de Peritos RCCTE da UFP
Ficha de trabalho Workshop do curso de Peritos RCCTE da UFP 1ª) Qual a área mínima de colectores solares padrão que segundo o RCCTE se devem obrigatoriamente colocar num edifício de habitação multifamiliar
UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE Faculdade de Engenharia. Transmissão de calor. 3º ano
UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE Faculdade de Engenharia Transmissão de calor 3º ano Aula 3 Equação diferencial de condução de calor Condições iniciais e condições de fronteira; Geração de Calor num Sólido;
Lista de Exercícios para P1
ENG 1012 Fenômenos de Transporte II - 2015.2 Lista de Exercícios para P1 Problema 1. Uma casa possui uma parede composta com camadas de madeira, isolamento à base de fibra de vidro e placa de gesso, como
Painéis X-Lam da KLH nova geração de edifícios
Painéis X-Lam da KLH nova geração de edifícios Luís Jorge Jornada Técnica Eficiência Energética em Edifícios FABRICANTE DE PAINÉIS X-LAM MAIOR PRODUTOR EUROPEU APROVAÇÃO TÉCNICA EUROPEIA GABINETE DE ENGENHARIA
COMPLEXO DESPORTIVO DE VIMIOSO
COMPLEXO DESPORTIVO DE VIMIOSO PROJECTO ACÚSTICO COMPLEXO DESPORTIVO DE VIMIOSO 1/7 TERMO DE RESPONSABILIDADE Nuno Manuel Martins, Eng. Técnico Civil, titular do cartão do cidadão com numero do cidadão
Transmissão de Calor
Transmissão de Calor FÍSICA TERMOLOGIA WILD LAGO Condução Térmica Definição: Propagação de calor em que a energia térmica é transmitida de partícula para partícula, mediante as colisões e alterações das
METODOLOGIA UTILIZADA NA ELABORAÇÃO DA BIBLIOTECA DE MATERIAIS E COMPONENTES CONSTRUTIVOS BRASILEIROS PARA SIMULAÇÕES NO VISUALDOE-3.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Núcleo de Pesquisa em Construção (NPC) / www.npc.ufsc.br Laboratório de Eficiência Energética em Edificações (LabEEE)
AUT0264 CONFORTO AMBIENTAL IV TÉRMICA. Diagnostico Climático
Diagnostico Climático Dias típicos do clima de Sao Paulo: um dia chuvoso e outro ensolarado no verão; um um dia nublado e outro ensolarado no inverno Variáveis e trocas térmicas Conforto Térmico Variáveis
MANUAL ASSENTAMENTOS ESPECIAIS CEUSAREVESTIMENTOS
[ MANUAL ASSENTAMENTOS ESPECIAIS [ PISO AQUECIDO Indicações: O sistema de piso aquecido é indicado para porcelanatos 60x60 cm, 80x80 cm, 20,2x86,5, 58,8x119,0 e 28,8x119,0 cm, assentados com junta de 2
Aula 4 de FT II. Prof. Gerônimo
Aula 4 de FT II Prof. Gerônimo Equação diferencial de Condução Vamos considerar a taxa de geração interna de calor q = E g. Coordenada x, y e z. Regime transiente. Considerando: q = q Volume de controle
defi departamento de física
defi departamento de física aboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Condutividade térmica Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida, 431
VIII.10 - EXERCÍCIOS SOBRE CONDUÇÃO EM REGIME PERMANENTE
VIII.10 - EXERCÍCIOS SOBRE CONDUÇÃO EM REGIME PERMANENTE 1. A diferença de temperatura através de uma chapa de fibra de vidro (K = 0,035 W/m.K) é igual a 85ºC. A espessura da chapa é igual a 13 cm. Calcular
PRINCÍPIOS PIOS DE AMBIÊNCIA EM CONSTRUÇÕES RURAIS
Universidade Federal de Goiás Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos Setor de Engenharia Rural PRINCÍPIOS PIOS DE AMBIÊNCIA EM CONSTRUÇÕES RURAIS Construções e Eletrificação Rural Prof. Dr. Regis
PME2398 Termodinâmica e suas Aplicações 1 o semestre / 2015 Profs. Bruno Souza Carmo e Antonio Luiz Pacífico. Gabarito da Prova 3
PME2398 Termodinâmica e suas Aplicações 1 o semestre / 2015 Profs. Bruno Souza Carmo e Antonio Luiz Pacífico Gabarito da Prova 3 Questão 1: Um tubo de parede delgada, com diâmetro de 6 mm e comprimento
EP34D Fenômenos de Transporte
EP34D Fenômenos de Transporte Prof. Dr. André Damiani Rocha [email protected] Transferência de Calor por Condução 2 Transferência de Calor por Condução Análise da Condução A análise da condução diz respeito
Desempenho Térmico de edificações
Desempenho Térmico de edificações PROFESSOR Roberto Lamberts Unidade deportiva Atanasio Girardot - Medellín ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS + Transferência de calor + formas de transferência + Propriedades
Transmissão de Calor e Permutadores
CONCURSO PETROBRAS ENGENHEIRO(A) DE PROCESSAMENTO JÚNIOR ENGENHEIRO(A) JÚNIOR - ÁREA: PROCESSAMENTO QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR Transmissão de Calor e Permutadores Questões Resolvidas QUESTÕES RETIRADAS
OPERAÇÕES UNITÁRIAS II AULA 1: REVISÃO TRANSFERÊNCIA DE CALOR. Profa. Dra. Milena Martelli Tosi
OPERAÇÕES UNITÁRIAS II AULA 1: REVISÃO TRANSFERÊNCIA DE CALOR Profa. Dra. Milena Martelli Tosi A IMPORTÂNCIA DA TRANSFERÊNCIA DE CALOR NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Introdução Revisão: Mecanismos de transferência
CONSTRUÇÃO COM PAINÉIS DE MADEIRA CLT UMA NOVA GERAÇÃO DE EDIFÍCIOS
CONSTRUÇÃO COM PAINÉIS DE MADEIRA CLT UMA NOVA GERAÇÃO DE EDIFÍCIOS LISBOA, JULHO 2016 SISTEMA CONSTRUTIVO CLT - CONCEITO CARACTERÍSTICAS GERAIS ESTRATOS ORTOGONAIS ESPÉCIES RESINOSAS COLA EM POLIURETANO
Lei de Fourier. Considerações sobre a lei de Fourier. A lei de Fourier é fenomenológica, isto é, desenvolvida de fenômenos observados.
Condução de Calor Lei de Fourier A lei de Fourier é fenomenológica, isto é, desenvolvida de fenômenos observados Considerações sobre a lei de Fourier q x = ka T x Fazendo Δx 0 q taxa de calor [J/s] ou
CONSTRUÇÃO COM PAINÉIS DE MADEIRA CLT UMA NOVA GERAÇÃO DE EDIFÍCIOS
CONSTRUÇÃO COM PAINÉIS DE MADEIRA CLT UMA NOVA GERAÇÃO DE EDIFÍCIOS COIMBRA, MAIO 2016 SISTEMA CONSTRUTIVO CLT - CONCEITO CARACTERÍSTICAS GERAIS ESTRATOS ORTOGONAIS ESPÉCIES RESINOSAS COLA EM POLIURETANO
Unimonte, Engenharia Física Aplicada, Prof. Marco Simões Transferência de calor, exercícios selecionados do Sears & Zemansky, cap.
Unimonte, Engenharia Física Aplicada, Prof. Marco Simões Transferência de calor, exercícios selecionados do Sears & Zemansky, cap. 17 17.65) Suponha que a barra da figura seja feita de cobre, tenha 45,0
Sistema Morcem Isolamento. Flexível ISOLAMENTO TÉRMICO EXTERIOR DE EDIFÍCIOS MÁXIMA DURABILIDADE. Garantia na construção
Sistema Flexível ISOLAMENTO TÉRMICO EXTERIOR DE EDIFÍCIOS Sistema Morcem Eficiência Energética Garantia na construção MÁXIMA DURABILIDADE Sistema Flexível O Sistema Flexível é um sistema de isolamento
T = a P 2, entre os pontos 1 e 2.
Processos politrópicos N moles de um gás ideal sofrem um processo reversível, segundo a equação = a P, entre os pontos 1 e a) Represente o processo em coordenadas (P,), (P,) e (,) b) Calcule o trabalho
