2. As Despesas Públicas
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- Alexandre Carneiro Silveira
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1 2. As Despesas Públicas 2.1 Enquadramento geral Noção de despesas públicas Classificação e tipologias de despesas públicas despesa pública O crescimento da despesa pública 1
2 Bibliografia Obrigatória: Livro Finanças Públicas e Direito Financeiro vol1, Sousa Franco, cap. VI- A pontos 1 e 2; Livro Economia e Finanças Públicas, Pereira et al, Parte II ponto 6/6.2.3 Legislação: DL n.º 171/94, de 24 de Junho Estrutura da Classificação Funcional das Despesas Públicas; DL n.º 26/2002, de 14 de Fevereiro Classificador Económico das Despesas; 2
3 Dimensão do Sector Público Critérios técnicos de medição do SPA: Despesas públicas/pib Receitas públicas/pib Emprego Público/Emprego total 3
4 Teorias explicativas do aumento das Despesas Públicas Lei do crescimento do Estado (Wagner) Tese do crescimento descontínuo das despesas públicas (Peacock e Wiseman) Tese do burocrata maximizador do orçamento (Niskanen) Tese da ilusão fiscal dos contribuintes (Buchanan) Tese do ciclo político-económico (Downs) 4
5 Noção de DESPESA PÚBLICA Gasto de dinheiro ou dispêndio de bens por parte do entes público para criarem ou adquirem bens ou prestarem serviços susceptíveis de satisfazer necessidades públicas. 5
6 Classificações orçamentais da DESPESA PÚBLICA Classificação económica: distingue despesas correntes (não alteram o património duradouro do Estado) de despesas de capital (alteram o património duradouro do Estado); Classificação funcional: distingue as despesas por funções (gerais de soberania; sociais; económicas e outras) Cf DL n.º 171/94, de 24 de Junho; 6
7 Classificações orçamentais da DESPESA PÚBLICA Classificação orgânica: distingue despesas segundo a orgânica governamental: Estado (Ministérios, Secretarias de Estado, ) e SFA (Universidades, Politécnicos, Hospitais ). Apresentação por programas 7
8 Classificação Económica das Despesas/Receitas Públicas DL n.º 26/02, de 14 de Fevereiro Aplicável à elaboração do orçamento para os anos 2003 e seguintes 8
9 A classificação económica das despesas públicas Mantém a dicotomia entre despesas correntes e despesas de capital; Integrado por três níveis de componentes: agrupamentos económicos, subagrupamentos económicos e rubricas; Cada agrupamento divide-se em subagrupamentos e estes em rubricas; São 11 os agrupamentos: 6 para as despesas correntes; 5 para as despesas de capital; São 38 subagrupamentos: 19 para despesas correntes; 19 para as despesas de capital ; 9
10 Classificação económica das despesas públicas Havendo necessidade as rubricas desdobram-se em alíneas que terão de ser sempre e só alfabéticas [a), b)...], vedando-se o uso de alíneas numéricas (condicionante informática); A afectação de dotações deverá fazer-se por rubrica (salvo excepções raras). 10
11 Classificação económica das despesas públicas CORRENTES CAPITAL AGRUPAMENTOS SUBAGRUPAMENTOS RUBRICAS NÃO ALTERAM O PATRIMÓNIO DURADOURO DO ESTADO E.xos Vencimentos dos funcionários Artigos de consumo Aquisição de serviços ALTERAM O PATRIMÓNIO DURADOURO DO ESTADO E.xos Equipamentos Estradas, Portos, Barragens,... 11
12 Classificação económica das despesas públicas CÓDIGOS AGRUPAMENTOS ECONÓMICOS DESPESAS CORRENTES DESPESAS DE CAPITAL DESPESAS COM O PESSOAL AQUISIÇÃO DE BENS E SERVIÇOS JUROS E OUTROS ENCARGOS TRANSFERÊNCIAS CORRENTES SUBSÍDIOS OUTRAS DESPESAS CORRENTES AQUISIÇÃO DE BENS DE CAPITAL TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL ACTIVOS FINANCEIROS PASSIVOS FINANCEIROS OUTRAS DESPESAS DE CAPITAL OPERAÇÕES EXTRA ORÇAMENTAIS DESPESAS EFECTIVAS 01 a 08 e 11; DESPESAS NÃO EFECTIVAS 09 e 10 12
13 2. As Despesas Públicas 2.2. Despesas públicas e eficiência Bens Públicos vs bens privados Externalidades Bens mistos Outros fracassos de mercado Bibliografia Livro Economia e Finanças Públicas, Pereira et al, Parte II ponto
14 Bens Públicos vs Bens Privados Bens Públicos são bens não rivais (não emulativos); Bens Públicos satisfazem necessidades de satisfação passiva; Bens públicos não gozam do princípio da exclusão Exemplo: Defesa Nacional 14
15 Fracassos do Mercado Concorrência imperfeita: caso do monopólio; Externalidades; Informação assimétrica. 15
16 Bens Privados c/ externalidade positiva Capacidade de exclusão; Não rivalidade (parcial); Exemplo: Ensino Superior 16
17 Tipologias de Intervenção pública (Eficiência) Tipos de Fracasso de Mercado Bens Públicos Externalidades positivas Externalidades negativas Concorrência Imperfeita Informação Assimétrica Tipo de Intervenção Pública Despesa pública em bens/serviços Despesas com subsídios Impostos Regulação Regulação Exemplos Defesa Nacional Iluminação pública Subsídios a Associações Interesse Público Imposto s/ Tabaco Instituto das Comunicações de Portugal Direcção Geral de Defesa do Consumidor 17
18 Formas de Produção e Provisão Produção: Entidade responsável pela produção/manutenção do bem. Provisão: Forma de os cidadãos terem acesso ao bem. 18
19 Formas de Produção e Provisão Provisão pública Financiada pelo orçamento de uma entidade pública (Estado ou autarquia local); Os utilizadores não pagam um preço pela sua utilização (o financiamento é indirecto, através dos impostos). Provisão privada Financiada através de um preço ou tarifa, que deverá ser semelhante ao custo marginal ou médio de produção; É o utilizador o pagador do bem ou serviço. 19
20 Formas de Produção e Provisão Produção pública É aquela cujo processo produtivo ou a manutenção é assegurada por uma entidade pública. Produção privada É a que é assegurada por empresas privadas. 20
21 Formas de Produção e Provisão Existem 4 combinações possíveis: Provisão Privada Pública Produção Privada 1 3 Pública
22 2. As Despesas Públicas 2.3. Despesas públicas e equidade A redistribuição do rendimento óptima Bens de mérito Conflito equidade/eficiência Bibliografia Livro Economia e Finanças Públicas, Pereira et al, Parte II ponto 3.3/4 22
23 Redistribuição do rendimento óptima O mercado leva a uma distribuição de rendimentos e de bem-estar entre os indivíduos, em muitos casos, não considerada desejável do ponto de vista ético Da mesma forma que o sistema político (governo) intervém no mercado para melhorar a eficiência também pode actuar sobre a distribuição que resulta do livre funcionamento do mercado. 23
24 Redistribuição do rendimento óptima Hipóteses simplificadoras: 1. Não há custos de distribuição de rendimento; 2. O bem-estar só depende do rendimento; 3. A utilidade marginal do rendimento é decrescente; 4. A capacidade dos indivíduos transformarem rendimento em bem-estar é idêntica. 24
25 Redistribuição do rendimento óptima O óptimo social é o estado social que, para além de ser eficiente, maximiza o bem estar da sociedade. A sua selecção exige comparações interpessoais de utilidade e juízos de valor éticos sobre equidade ou justiça social. 25
26 Redistribuição do rendimento óptima A distribuição de rendimento óptima: Para os Utilitaristas É a que maximiza o bem estar global da sociedade: o que se verifica quando as utilidades marginais do rendimento são iguais Para o Rawlsianismo É a que maximiza o bem estar dos que estão pior na sociedade: o que se verifica quando as utilidades totais de cada indivíduo são iguais. 26
27 Bens de Mérito Características técnicas dos bens privados; Considera-se aconselhável o seu consumo; A sua classificação depende de decisão política; Conflito entre os critérios de equidade e eficiência. (custos de distribuição, preço aabixo do custo marginal) Exemplo: Fornecimento gratuito de água a idosos, estudantes e desempregados por um SMAS. 27
28 Tipologias de Intervenção Pública (Equidade) Tipo de Objectivo p/ promover Justiça Social Promoção de Igualdade de Oportunidades Diminuição da Desigualdade na Repartição de Rendimento Diminuição do risco individual através da partilha de risco Tipo de Intervenção Pública Despesa pública em bens de mérito Tributação e Despesa com Prestações Sociais Despesa com Prestações Sociais Exemplos Provisão pública: Escolaridade básica Cuidados de saúde primários Tributação progressiva s/ IRS Pensões SS Subsídios de Desemprego, doença, invalidez 28
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