Economia e Finanças Públicas Aula T11
|
|
|
- Terezinha Minho Gabeira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Economia e Finanças Públicas Aula T Receitas tributárias e equidade (concl.) Princípio do benefício Impostos progressivos, proporcionais e regressivos Incidência legal e económica. 3.4 O conflito eficiência/equidade EFP - ISEG 1 Obrigatória: Livro EFP: Cap. 7, pp (3ª ed.) pp (2ª ed.) Complementar: Bibliografia J. Stiglitz, Economics of the Public Sector, 2ª ed., Cap. 16 Taxation: an introduction EFP - ISEG 2 Conceitos a reter Princípio do benefício Imposto progressivo, proporcional e regressivo Incidência legal e económica de um imposto Repercussão de um imposto Conflito eficiência/equidade Curva de Laffer EFP - ISEG 3 1
2 Definição: Princípio do Benefício Os impostos devem ser distribuídos entre os indivíduos, em função dos benefícios recebidos da provisão pública de bens e serviços Este princípio baseia-se numa concepção contratualista da actividade do Estado Os impostos são considerados uma espécie de preços-sombra (ou pseudo-preços ) EFP - ISEG 4 Princípio do Benefício (cont.) Vantagens: Ligar usos (dimensão e estrutura da despesa pública) a fontes (receita fiscal) e a ónus (repartição da carga fiscal) Proporcionar maior eficiência e transparência na provisão de bens públicos Aumentar a aceitação social dos impostos Limitações: Exigiria que se conhecessem as preferências dos indivíduos Não permitiria políticas redistributivas EFP - ISEG 5 Equidade e progressividade dos impostos Tipo de Impostos Imposto progressivo A taxa média aumenta quando o rendimento cresce. Imposto proporcional A taxa média mantém-se constante. Imposto regressivo A taxa média decresce quando o rendimento aumenta. Usualmente o conceito de equidade vertical está associado à progressividade do imposto. EFP - ISEG 6 2
3 Equidade e progressividade (cont.) O imposto sobre o rendimento das pessoas singulares (tipo IRS) éprogressivo, por excelência: É personalizado. Baseia-se no rendimento, líquido de encargos vários (custos de obtenção, despesas familiares, etc.). Tem taxas marginais crescentes. EFP - ISEG 7 Equidade e progressividade (concl.) Os impostos sobre o consumo (tipo IGC ou IVA) são normalmente regressivos: Porque são independentes do rendimento auferido. Porque a propensão a consumir é maior nas classes de rendimento mais baixo. Nota Final: Ainda que cada imposto deva ser julgado pelos seus próprios méritos, o objectivo mais relevante é a análise da equidade do sistema fiscal no seu todo. EFP - ISEG 8 Incidência dos Impostos Incidência legal vs económica (distinção) Incidência legal de um imposto: De acordo com definição constante da lei ou código tributário, é a realidade sobre a qual o imposto incide, ou a pessoa a quem incumbe a obrigação do seu pagamento (contribuinte legal ou sujeito passivo). Exemplo: titular do rendimento, no caso do IRS; empresa vendedora de um bem, no caso do IVA. EFP - ISEG 9 3
4 Incidência dos Impostos (cont.) Incidência legal vs económica (distinção) Incidência económica de um imposto: Refere-se à realidade ou à pessoa sobre que efectivamente recaiu o ónus da tributação (contribuinte de facto), após a cadeia de reacções e ajustamentos operados no comportamento dos agentes (o designado, fenómeno da repercussão ). EFP - ISEG 10 Incidência dos Impostos (cont.) Incidência Económica e Repercussão (hipóteses): Repercussão total para a frente: Quando o imposto é repercutido totalmente sobre os consumidores ou utilizadores dos bens, através do aumento do preço. (ver representação gráfica-1) EFP - ISEG 11 Repercussão total para a frente Representação gráfica - 1 Ver Painel A Fig. 7.3, EFP, pp. 221 (2ª ed.); pp. 235 (3ª ed.) Pc Po = t EFP - ISEG 12 4
5 Incidência dos Impostos (cont.) Incidência Económica e Repercussão (hipóteses): Não repercussão: Quando se dá a total identificação entre o contribuinte legal e o contribuinte de facto, ou seja, entre incidência legal e incidência económica. (ver representação gráfica-2) EFP - ISEG 13 Representação gráfica - 2 Não repercussão Ver Painel B Fig. 7.3, EFP, pg. 221(2ª ed.); pp. 235 (3ª ed.) Po Pp = t EFP - ISEG 14 Incidência dos Impostos (cont.) Incidência Económica e Repercussão (hipóteses): Repercussão partilhada ou mista: Quando consumidores e produtores repartem entre si a incidência económica do imposto. (ver representação gráfica-3) EFP - ISEG 15 5
6 Repercussão partilhada ou mista Representação gráfica - 3 Ver Painel C Fig. 7.3, EFP, pg. 221(2ª ed.); pp. 235 (3ª ed.) (Pc Po) + (Po Pp) = t EFP - ISEG 16 Incidência dos Impostos (concl.) Factores explicativos da incidência económica Tipo de imposto (unitário, ad valorem ; geral, selectivo) Tipo de mercado (concorrencial, monopolista) Elasticidades da oferta e da procura (os agentes que tiverem a função mais rígida são os que mais suportam o ónus da tributação) Economia aberta ou fechada Duração do período de ajustamento EFP - ISEG 17 Equidade e Eficiência: conflitos Há, por vezes, conflitos entre equidade e eficiência: Exemplo: um imposto sobre o tabaco Do ponto de vista da equidade é criticável pois é regressivo mas, simultaneamente, pode justificar-se por razões de eficiência (correcção de um efeito externo negativo ) EFP - ISEG 18 6
7 Equidade e Eficiência: conflitos (cont.) Trade-offs (I) Um imposto desejável do ponto de vista da equidade, pode ser mau no que respeita à eficiência, pois que: Quanto mais progressivo for um imposto menor será o grau de desigualdade na distribuição, mas maior tenderá a ser a carga excedentária por ele gerada. EFP - ISEG 19 Equidade e Eficiência: conflitos (concl.) Trade-offs (II) Um imposto desejável do ponto de vista da eficiência, pode ser mau no que respeita à equidade, pois que: Do ponto de vista da eficiência teria sentido tributar mais fortemente os bens de procura menos elástica/mais rígida (Ramsey), mas do ponto de vista da equidade não necessariamente. Porquê? EFP - ISEG 20 Representação gráfica A curva de Laffer Existe um nível de tributação para o qual as receitas fiscais são maximizadas Taxa de Imposto % Fig. 8.10, de EFP - painel A (EFP, pp ª ed; pp ª ed.) x % 0 Rec.max Receita Fiscal EFP - ISEG 21 7
Finanças Públicas. Políticas de Tributação CAP. 17; 18; 19 STIGLITZ
Finanças Públicas Políticas de Tributação CAP. 17; 18; 19 STIGLITZ 1. TRIBUTAÇÃO GERAL Governo obtém recursos por meio de tributos Quão justo é o sistema tributário? Quanto governo arrecada? Quais impactos
Economia e Finanças Públicas Aula T O sistema fiscal português. Bibliografia. Conceitos a reter
Economia e Finanças Públicas Aula T12 3.4. O sistema fiscal português 3.4.1. Breve caracterização 3.4.2. Impostos sobre o rendimento: IRS e IRC EFP - ISEG 1 Bibliografia Obrigatória: Livro de EFP, Cap.
Economia e Finanças Públicas Aula T5
Economia e Finanças Públicas Aula T5 Cap. 2 - Despesas públicas: teoria e prática 2.1 Enquadramento normativo do papel do sector público 2.1.1 Os fracassos do mercado 2.1.2 As injustiças do mercado 2.2
2. As Despesas Públicas
2. As Despesas Públicas 2.1 Enquadramento geral 2.1.1.Noção de despesas públicas 2.1.2. Classificação e tipologias de despesas públicas 2.1.3.despesa pública 2.1.4. O crescimento da despesa pública 1 Bibliografia
ECONOMIA E FINANÇAS PÚBLICAS
ECONOMIA E FINANÇAS PÚBLICAS De acordo com o edital n 001/SEF/DIAT/2018 Professor: Dr. Jacó Braatz Auditor-Fiscal da Receita Estadual RS [email protected] [email protected] Tópicos do edital 2
ECONOMIA. Microeconomia. Tributos e Regulação Econômica Parte 2. Prof. Alex Mendes
ECONOMIA Microeconomia Parte 2 Prof. Alex Mendes Impacto de um imposto ad valorem Um imposto é denominado ad valorem quando é estabelecido como um percentual do preço do produto ou com base da incidência.
Fiscalidade. Licenciatura em Gestão
Fiscalidade Licenciatura em Gestão 2º semestre 2011/2012 Fiscalidade Objectivo da cadeira Apresentar as principais implicações/obrigações fiscais na esfera das empresas e que se prendem, essencialmente
Economia. Teoria da Tributação Ótima e Princípios. Professor Jacó Braatz.
Economia Teoria da Tributação Ótima e Princípios Professor Jacó Braatz www.acasadoconcurseiro.com.br Economia TEORIA DA TRIBUTAÇÃO ÓTIMA E PRINCÍPIOS Características básicas; eficiência dos impostos;
UNIDADE III TRIBUTAÇÃO RECEITA PÚBLICA ORÇAMENTO PÚBLICO. Orçamento Público. Orçamento Público
ORÇAMENTO PÚBLICO UNIDADE III TRIBUTAÇÃO RECEITA PÚBLICA 112 Principais categorias de tributos Do ponto de vista da base econômica, os tributos podem ser classificados em três grandes categorias: Impostos
Economia e Finanças Públicas Aula T9
Economia e Finanças Públicas Aula T9 3. Receitas Públicas: Teoria e Prática 3.1 Principais fontes de financiamento público 3.1.1 Tipologia das receitas públicas 3.1.2 Características desejáveis de um sistema
4. OS ELEMENTOS FUNDAMENTAIS DA OFERTA E DA PROCURA
Licenciatura em Comunicação Social, 2 ano 2002/2003 PROGRAMA de ECONOMIA 1. UNIDADE LECTIVA PRELIMINAR 1.1 Conceitos matemáticos 1.1.1 Conceito de função; funções lineares 1.1.2 Construção e leitura de
Conceitos a reter. Economia e Finanças Públicas Aula T As contas e os saldos das AP. Bibliografia. Livro EFP, Cap 11 e Cap.
Economia e Finanças Públicas Aula T15 4.2 As contas e os saldos das AP 4.2.1 O saldo global das AP 4.2.2 A classificação económica das receitas e das despesas 4.2.3 Os saldos orçamentais EFP - ISEG 1 Conceitos
CADERNO DE EXERCÍCIOS
LICENCIATURAS EM ECONOMIA, EM GESTÃO, EM MATEMÁTICA APLICADA À ECONOMIA E À GESTÃO E EM FINANÇAS ECONOMIA I ANO LECTIVO 2008/2009 CADERNO DE EXERCÍCIOS PARTE I ECONOMIA I ANO LECTIVO 2008/2009 CADERNO
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESÁRIAS
MÓDULO: IVA Imposto sobre Valor Acrescentado Direito Fiscal FORMADORA: Dr. Vitor Murta TRABALHO: Os Impostos (Noções básicas) IVA (Noções básicas) OS IMPOSTOS CONCEITO DE IMPOSTO O imposto é uma prestação
Exercícios Avançados. Prof. César Rissete Finanças Públicas 55
01. Do ponto de vista das finanças públicas, diz-se, em relação ao princípio do benefício, que: a) cada um deve pagar proporcionalmente às suas condições. b) este princípio é o mais adotado, sendo as despesas
FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE MACAU CURSO DE DIREITO EM LÍNGUA PORTUGUESA ANO LECTIVO 2007/2008 ECONOMIA PÚBLICA 2º ANO PLANO DO CURSO
FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE MACAU CURSO DE DIREITO EM LÍNGUA PORTUGUESA ANO LECTIVO 2007/2008 ECONOMIA PÚBLICA 2º ANO PLANO DO CURSO PARTE I INTRODUÇÃO 1) Economia Pública objecto da disciplina
Microeconomia. Exercícios. António Saraiva
Microeconomia Exercícios António Saraiva Microeconomia I 2 3 LINHA LIMITE DE POSSIBILIDADES DE PRODUÇÃO X X País A 120 País B 100 96 B2 A1 A2 B1 80 125 Y 60 Y Os gráficos representam as linhas de transformação
O Adicional ao IMI e o IS sobre Imóveis BBB
BBB O Adicional ao IMI e o IS sobre Imóveis 2017 A Lei n.º 55-A/2012, de 29 de Outubro foi apresentada através da Proposta de Lei 96/XII, do Governo de 20 de Setembro de 2012, e menciona como motivos justificativos
PARTE I As Finanças Públicas e o Papel do Estado
PARTE I As Finanças Públicas e o Papel do Estado 1 Economia e finanças públicas em democracia... 3 1.1 Economia e finanças públicas: uma abordagem político-económica 3 1.2 Análise Positiva e Normativa...
AS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES
AS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES ORÇAMENTO DE ESTADO 2016 Ana Castro Gonçalves [email protected] Paula Madureira Rodrigues [email protected] André Goldschmidt [email protected]
Aula 5 Teoria da Tributação e Gastos Públicos
Aula 5 Teoria da Tributação e Gastos Públicos Curso: Tendências Contemporâneas na Gestão do Orçamento Público - Módulo Básico Profª Drª Fernanda Graziella Cardoso email: [email protected] Março/2014
TEORIA ECONÔMICA I. Princípios de Microeconomia
TEORIA ECONÔMICA I Princípios de Microeconomia INTRODUÇÃO À MICROECONOMIA A MICROECONOMIA é também conhecida como teoria dos preços, pois analisa a formação de preços no mercado. PRESSUPOSTOS BÁSICOS DA
Macroeconomia. Fundamentos 1. O Mercado e o Estado. Francisco Lima. 2º ano 1º semestre 2013/2014 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial
Macroeconomia Fundamentos 1. O Mercado e o Estado Francisco Lima 2º ano 1º semestre 2013/2014 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Plano As sociedades d e a actividade id d económica: produzir
Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Lisfundo
Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Lisfundo RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES
FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE MACAU LICENCIATURA EM DIREITO ECONOMIA PÚBLICA (2.º ANO) (1.º SEMESTRE 2017/2018) PLANO DE ESTUDOS
FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE MACAU LICENCIATURA EM DIREITO ECONOMIA PÚBLICA (2.º ANO) (1.º SEMESTRE 2017/2018) PLANO DE ESTUDOS Bibliografia geral / fundamental / livro base: J. J. Teixeira
EXAME MODELO 11 DE JUNHO DE 2008 Duração: 2 horas. Grupo I [10 valores]
INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DO PORTO MICROECONOMIA EXAME MODELO 11 DE JUNHO DE 2008 Duração: 2 horas Nome Nº informático Turma Professor(a) Preencha o cabeçalho e, para cada uma
Macroeconomia. Fundamentos 1. O Mercado e o Estado. Francisco Lima. 2º ano 1º semestre 2012/2013 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial
Macroeconomia Fundamentos 1. O Mercado e o Estado Francisco Lima 2º ano 1º semestre 2012/2013 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Plano As sociedades d e a actividade id d económica: produzir
Finanças Públicas: Incidência Tributária Notas de Aula Prof. Giácomo Balbinotto
Finanças Públicas: Incidência Tributária Notas de Aula Prof. Giácomo Balbinotto Alguns fatos estilizados Carga Tributária Nacional (em R$ bilhões) 2001 2002 PIB corrente 1.200 1.321 Tributos federais 278
Exercício 39 solução de monopólio
Exercício 39 solução de monopólio CTM Cmg CTM Cmg CVM 104 41,1 Monopólio: 14 Rmg = Cmg 160 8Q = 20 + 2Q 160 20 = 2Q + 8Q 140 = 10Q Q* = 14 Por substituição da Q* na curva de procura, determina-se o preço
FISCALIDADE DE EMPRESA II
FISCALIDADE DE EMPRESA II Questionário Ano 2006 Carlos Manuel Freitas Lázaro 1 1. É tributado como rendimento da categoria B: A) A indemnização paga pela companhia de seguros a empresário em nome individual,
II Curso de Formação para os Tribunais Administrativos e Fiscais
Programa da Componente Profissional Área de Direito Tributário Substantivo e Processual 1.º Ciclo de formação teórico-prática II Curso de Formação para os Tribunais Administrativos e Fiscais Introdução
PORTARIA N.º 4 /05. de 17 de Janeiro
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E PLANEAMENTO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA N.º 4 /05 de 17 de Janeiro As alterações introduzidas no Orçamento do Estado para 2005 para vigorarem a partir de 1 de Janeiro, nomeadamente,
Medidas Fiscais: Impostos sobre o Rendimento TITLE. Samuel Fernandes de Almeida
Medidas Fiscais: Impostos sobre o Rendimento TITLE Samuel Fernandes de Almeida 1 ÍNDICE Dados macroeconómicos / Caracterização das receitas fiscais Estrutura das receitas fiscais no Orçamento do Estado
Políticas Económicas e Sociais
Políticas Económicas e Sociais Conjunto de medidas implementadas pelo Estado, nas áreas económica e social, recorrendo a diferentes instrumentos, tendo como finalidade alcançar objectivos previamente traçados.
Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa ECONOMIA I. Nome: PARTE I: Teoria do Consumidor (0,5 V)
Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa ECONOMIA I Frequência, 1º Semestre 2002-2003 PARTE I: Teoria do Consumidor (0,5 V) 1. (0,5 V) A análise microeconómica do consumidor permite estudar
A REFORMA TRIBUTÁRIA EM ANGOLA
www.fbladvogados.com A REFORMA TRIBUTÁRIA EM ANGOLA As Principais Linhas de Orientação ÍNDICE 1. O PERT: Missão e Objectivos 2. O Sistema Fiscal Angolano 2.1. A Tributação dos Rendimentos 2.2. A Tributação
Microeconomics I. Licenciaturas em Administração e Gestão de Empresas e em Economia
Microeconomics I Licenciaturas em Administração e Gestão de Empresas e em Economia 006-007 Fernando Branco (fbranco@ucppt) º Semestre Carolina Reis (careis@fceeucppt) º Teste João Coelho (jocoel@fceeucppt)
Economia e Finanças Públicas Aula T7. Bibliografia. Conceitos a reter. Obrigatória: Cap. 2 - Despesas públicas: teoria e prática
Economia e Finanças Públicas Aula T7 Cap. 2 - Despesas públicas: teoria e prática 2.3 Despesa e equidade: redistribuição e igualdade de oportunidades 2.3.1 O óptimo social e a F.P.U. 2.3.2 As FBES: utilitarismo
TEORIA ELEMENTAR DE FUNCIONAMENTO DO MERCADO. Teoria da Demanda Teoria da Oferta Equilíbrio de Mercado Elasticidade Aplicações da Teoria de Mercado
TEORIA ELEMENTAR DE FUNCIONAMENTO DO MERCADO Teoria da Demanda Teoria da Oferta Equilíbrio de Mercado Elasticidade Aplicações da Teoria de Mercado Teoria da Demanda Demanda Individual definição Determinantes
CEJ - Seminário sobre Arrendamento Urbano
CEJ - Seminário sobre Arrendamento Urbano Arrendamento e Direito Fiscal Paula Rosado Pereira Professora da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa 15 de abril de 2016 Tributação em IRS dos rendimentos
microeconomia programa bibliografia avaliação compêndio exercícios licenciatura em contabilidade e administração
microeconomia programa bibliografia avaliação compêndio exercícios 2017-2018 licenciatura em contabilidade e administração Curso: LICENCIATURA EM CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO Designação: MICROECONOMIA
Teoria Microeconômica I. Prof. Marcelo Matos. Aula Introdutória
Teoria Microeconômica I Prof. Marcelo Matos Aula Introdutória Ementa do Curso Teoria do consumidor: escolha do consumidor; preferência revelada; efeitos-renda e efeito-substituição: equação de Slutsky
Mobilização das Receitas Domésticas através da Tributação em Moçambique
. REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE AUTORIDADE TRIBUTÁRIA DE MOÇAMBIQUE Mobilização das Receitas Domésticas através da Tributação em Moçambique Seminário: Fiscalidade e Desenvolvimento: A relevância da Experiência
MICROECONOMIA Resolução
INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DO PORTO EXAME ÉPOCA DE RECURSO 27 DE JULHO DE 2009 Duração: 2 horas Nome Nº informático Turma Professor(a) Preencha o cabeçalho e, para cada uma das
A Tributação da Actividade dos Advogados. Manuel Ribeiro Sebastião - PhD
A Tributação da Actividade dos Advogados Manuel Ribeiro Sebastião - PhD Autor Doutorado em Finanças Empresariais; Mestre em Finanças; MBA em Projectos de Investimentos; Pós-graduado em Gestão de Pessoas;
Fiscalidade Carga horária: 36 horas
Fiscalidade Carga horária: 36 horas PROGRAMA 1. O Sistema Fiscal Português (1 hora: Sérgio Cruz) 1.1. Os impostos nos orçamentos do Estado 1.2. Evasão e fraude fiscais 1.3. Benefícios fiscais 1.4. Contencioso
Economia I; 2006/2007 Prova da Época Especial 06 de Setembro de Resolução Prova de 6 Setembro de 2007
Resolução Prova de 6 Setembro de 2007 1 Resolução 1.a) FPP 25 20 15 y (x,y)=(1,12) 10 (x,y)=(3,8) 5 (x,y)=(6,2) 0 0 1 2 3 4 5 6 x A FPP representa as combinações dos bens x e y que a economia consegue
ANEXO B DECLARAÇÃO MODELO 22
60 ANEXO B DECLARAÇÃO MODELO Este anexo deverá ser apresentado por todos os sujeitos passivos tributados pelo regime simplificado de determinação do lucro tributável, a que se refere o artigo 53.º do CIRC.
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 96/XII/2.ª. Exposição de Motivos
PL 465/2012 2012.09.20 Exposição de Motivos A prossecução do interesse público, em face da situação económico-financeira do País, exige um esforço de consolidação que requererá, além de um permanente ativismo
ÍNDICE SISTEMÁTICO DECRETO-LEI N.º 159/2009, DE 13 DE JULHO
DECRETO-LEI N.º 159/2009, DE 13 DE JULHO Artigo 1.º - Objecto.................................................... 18 Artigo 2.º - Alterações ao Código do IRC................................... 18 Artigo
microeconomia programa bibliografia compêndio exercícios licenciatura em contabilidade e administração
microeconomia programa bibliografia compêndio exercícios 2007-2008 licenciatura em contabilidade e administração Curso: LICENCIATURA EM CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO Designação: MICROECONOMIA [2353] Ano:
Lista de Exercícios - Introdução à Economia 1 - FCE/UERJ Primeira parte da matéria
Lista de Exercícios - Introdução à Economia 1 - FCE/UERJ - 2017.2 rimeira parte da matéria 1) Dena Ciência Econômica, tradeo e custo de oportunidade. Dê exemplos de escolhas que precisam ser feitas sob
UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia MACROECONOMIA II. Ficha de Exercícios 1 Revisão de Conceitos
UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia MACROECONOMIA II Ficha de Exercícios 1 Revisão de Conceitos 1. Considere uma família que decide vender a casa onde vivia há 2 anos. Na venda, a
BOLETIM INFORMATIVO NOVO REGIME SIMPLIFICADO DE I.R.S NOVO REGIME PARA A SEGURANÇA SOCIAL TRABALHADORES INDEPENDENTES 2019
Departamento: Fiscalidade e Segurança Social BOLETIM INFORMATIVO 13 de Março de 2018 NOVO REGIME SIMPLIFICADO DE I.R.S. 2018 NOVO REGIME PARA A SEGURANÇA SOCIAL TRABALHADORES INDEPENDENTES 2019 Pedro Moreira
IES - INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA (ENTIDADES RESIDENTES QUE NÃO EXERCEM, A TÍTULO PRINCIPAL, ACTIVIDADE COMERCIAL, INDUSTRIAL OU AGRÍCOLA)
IES DECLARAÇÃO ANUAL (ENTIDADES RESIDENTES QUE NÃO EXERCEM A TÍTULO PRINCIPAL ACTIVIDADE COMERCIAL INDUSTRIAL OU AGRÍCOLA) 01 No DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL (NIPC) 02 EXERCÍCIO 1 IES - INFORMAÇÃO EMPRESARIAL
Antes de iniciar a sua prova, tenha em atenção os seguintes aspectos:
Nome Completo: (tal como consta do processo do aluno) Nº de Processo: Turma: Curso: Antes de iniciar a sua prova, tenha em atenção os seguintes aspectos: A duração da prova é de duas horas e trinta minutos
- Identificar as formas de tributação aplicáveis aos diferentes tipos de sujeitos passivos
IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO I [12100] GERAL Regime: Semestre: OBJETIVOS A presente unidade curricular combina o estudo sobre a aplicação e funcionamento do IRS com uma visão ampla da teoria do direito
Exercícios Exames dos anos anteriores: Exercício Exercício s Exames dos anos s Exames dos anos anteriores: s Exames dos anos anteriores:
Exercícios Exercícios Exames Exames dos anos dos anteriores: anos anteriores: Monopólio anteriores: Concorrência e Concorrência Perfeita Perfeita Monopolística Exame Junho 2005 Num dado país o mercado
Finanças Públicas BENS PÚBLICOS CAP. 7 STIGLITZ
Finanças Públicas BENS PÚBLICOS CAP. 7 STIGLITZ 1. INTRODUÇÃO Quando governo deve intervir na economia? Aumentar eficiência Promover equidade Falhas de mercado (motivos de eficiência): Competição Imperfeita
SISTEMA TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS. 7ª Edição da Pós-Graduação em Fiscalidade
SISTEMA TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS 7ª Edição da Pós-Graduação em Fiscalidade Instituto Politécnico de Leiria (E.S.T.G.) Departamento de Gestão e Economia 4 de Novembro 2016 OE 2017 CENÁRIO MACRO-ECONÓMICO FMI
O critério da massa salarial
O critério da massa salarial A Derrama, os Municípios e as Empresas Faculdade de Direito, Escola de Lisboa Universidade Católica Portuguesa Ricardo da Palma Borges Lisboa, 28 de Janeiro de 2010 1 1) A
Tabelas de Retenção na fonte de IRS para 2011:
Tabelas de Retenção na fonte de IRS para 2011: Tabelas de retenção na fonte de IRS, para o continente - 2011 Aprovadas pelo Despacho n.º 2517-A/2011, (IIª Serie DR), de 3 de Fevereiro TABELA I Trabalho
INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DO PORTO CURSO DE MARKETING
INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DO PORTO CURSO DE MARKETING EXAME DE INTRODUÇÃO À ECONOMIA I Época de Recurso 8 de Fevereiro de 2006 Duração: 120 minutos. Cotação: 20 valores BOM TRABALHO!!!
Tabelas de retenção na fonte para o continente Tabela I Trabalho dependente. Não casado
6644-(2) Diário da República, 2.ª série N.º 24 3 de Fevereiro de 2011 PARTE C MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Gabinete do Ministro Despacho n.º 2517-A/2011 Em execução do disposto no
O critério da massa salarial
O critério da massa salarial A Derrama, os Municípios e as Empresas Faculdade de Direito, Escola de Lisboa Universidade Católica Portuguesa Ricardo da Palma Borges Lisboa, 28 de Janeiro de 2010 1 1) A
Macroeconomia. 5. O Mercado de Bens e Serviços. Francisco Lima. 2º ano 1º semestre 2013/2014 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial
Macroeconomia 5. O Mercado de Bens e Serviços Francisco Lima 2º ano 1º semestre 2013/2014 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Modelo Macroeconómico Procura Agregada Políticas macroeconómicas
IPV.ESA Volume de Trabalho Total (horas): 138 Total Horas de Contacto: 60 T TP P Competências
Unidade Curricular: Economia e Gestão Agrária Área Científica: Economia Agrária e Sociologia Rural Curso / Ciclo: Engenharia Agronómica Ramo Fitotecnia - 1º Ciclo Docente Responsável: Vítor João Pereira
FUNDIESTAMO SOCIEDADE GESTORA DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO, SA. FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO ESTAMO (CMVM nº 0823)
FUNDIESTAMO SOCIEDADE GESTORA DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO, SA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO ESTAMO (CMVM nº 0823) RELATÓRIO E CONTAS 2010 1 Caracterização do Fundo O Fundo de Investimento
