Triagem de Risco Cardiovascular. Profa. Dra. Cláudia Forjaz
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- Aurora da Conceição Aleixo
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1 Triagem de Risco Cardiovascular Profa. Dra. Cláudia Forjaz
2 IMPORTÂNCIA DAS DOENÇAS CARDIOVASCULARES Principais Causas de Morte no Brasil (1997) Total de mortes Doenças Cardiovasculares (28%) Causas Externas (13%) Neoplasias (12%) Infecciosas ( 5%) Endócrinas ( 4%)
3 Doença da Artéria Coronária (DAC) Doença Isquêmica do Coração (DIC) Insuficiência Coronariana (IC) MORTES 15% nas grandes cidades (SP, RJ, Florianópolis, Porto Alegre, etc)
4
5 ISQUEMIA Obstrução Placa de Ateroma NORMAL Necessidade de Sangue DEMANDA ENERGÉTICA ISQUEMIA Necessidade de Sangue DEMANDA ENERGÉTICA = > Oferta de Sangue FLUXO CORONARIANO Oferta de Sangue FLUXO CORONARIANO
6 ISQUEMIA Modifica a Condução Elétrica Arritmias Fibrilação = Parada Cardíaca = Morte
7 CONSEQUÊNCIAS DA PLACA DE ATEROMA 100 % Falta sangue - INFARTO - (isquemia total) Dor Muito forte Morte
8 Risco cardiovascular Para a Prática de Exercício RISCOS BENEFÍCIOS
9 Causa de óbito por doenças cardiovascular no Exercício 25% 75% DAC Hipertrófica PVM Valvopatias Sem causa Maiores de 35 anos
10 RISCOS ASSOCIADOS AO EXERCÍCIO Isquemia Arritmias Infarto PARADA CARDÍACA Indivíduos Cardiopatas Conhecidos Não conhecidos Fatores de Risco Estudos de Rhode Island e Seattle 1 morte a cada a indivíduos por ano intensidade - risco de morte súbita (( ACSM ) American College of Sports Medicine
11 Exercício SNS FC DP PAS Trabalho Necessidade De Sangue
12 Fluxo Miocárdio (ml/min) ISQUEMIA Normal Lesão 50% Lesão 75% isquemia Duplo Produto x10 3
13 ISQUEMIA Modifica a Condução Elétrica Arritmias Fibrilação = Parada Cardíaca = Morte
14 DEMANDA ENERGÉTICA > FLUXO MIOCÁRDIO ISQUEMIA SINTOMAS e MODIFICAÇÃO ST
15 RESPOSTA ISQUÊMICA Sintomas: NENHUM Angina DOR NO PEITO PARA O BRAÇO Tontura, desmaios PERDA DE CONSCIÊNCIA Baixa tolerância ao esforço - CANSAÇO Dispnéia desproporcional ao esforço FALTA DE AR Incompetência cronotrópica FC NÃO AUMENTA Déficit inotrópico PAS NÃO AUMENTA
16 ALTERAÇÕES ISQUÊMICAS INDUZIDAS PELO EXERCÍCIO REPOUSO EXERCÍCIO ALTERAÇÃO DO SEGMENTO ST
17 (mm) ISQUEMIA DESNÍVEL SEGMENTO ST CARGA 1 CARGA 2 * * Ehsani et al. Circulation 64: ,1981
18 CARDIOPATA COM TESTE POSITIVO Limiar de Isquemia FC em que ocorre a isquemia Acima desse nível Aumenta Risco Cardiovascular NÃO ULTRAPASSAR O LIMIAR
19 Risco de IAM RISCOS ASSOCIADOS AO EXERCÍCIO Durante P1h P2h P3h P4h P5h Sedentário Atv. Intensa Mittleman et al, 1993
20 EVOLUÇÃO PARA O INFARTO Trombose lesão secundária Embolismo Vasoespasmo Obstrução crônica lenta
21 INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO Exercício: velocidade de fluxo Modificações metabólicas Facilita lesão secundária Facilita formação de trombos Facilita formação de êmbolos Dependente da Intensidade
22 RISCOS BENEFÍCIOS
23 EFEITOS DO TREINAMENTO AERÓBIO NO REPOUSO Aumenta VS Diminui FC Mantém DC Mantém PAS e PAD Diminui DP = FC x PAS DEMANDA RISCO DE ISQUEMIA
24 Número de Episódios EFEITOS DO TREINAMENTO FÍSICO AERÓBIO NA ISQUEMIA <2 2 a 5 5 a a 30 > 30 Duração do Episódio Isquêmico (min) Pré Pós Todd e Ballantyne Br.Heart J. 68:560-6,1992.
25 (mm) ISQUEMIA DESNÍVEL SEGMENTO ST CARGA 1 CARGA 2 * * Pré Pós Diminui isquemia para determinada carga Ehsani et al. Circulation 64: ,1981
26 (mm) 0 DESNÍVEL SEGMENTO ST Aumenta limiar de angina Isquemia em DP, FC e carga mais altas Faz mais exercício sem isquemia Ehsani et al. Circulation 64: ,1981
27 EFEITOS DO TREINAMENTO FÍSICO PREVENÇÃO DE ACOMETIMENTOS Cria colaterais Reduz Vasoconstrição Aumenta Vasodilatação Modifica fator de coagulação Diminui velocidade de fluxo para a mesma intensidade Reduz efeito de obstrução Reduz chance de espasmo Reduz chance de embolismo Reduz chance de trombose
28 EXERCÍCIO E INFARTO Programas de Reabilitação - Redução 25% reinfarte fatal
29 EXERCÍCIO RESISTIDO E ISQUEMIA
30 MENOR RISCO DE ISQUEMIA RESISTIDO 40 e 70% 1RM - sem isquemia - sem arritmias -- sem disfunção ventricular Haslam et al. J. Cardiop. Rehabil. 8:213-25, 1988
31 RISCOS BENEFÍCIOS
32 REABILITAÇÃO 167 Programas pacientes horas 21 paradas cardíacas 1 por pacientes-hora 8 infartes do miocárdio 1 por pacientes-hora 3 fatalidades 1 por pacientes-hora 29 complicações cardíacas 1 por pacientes-hora Camp J.Cardiop.Rehab. 11:64-70, 1991
33 EFEITO NA PROTEÇÃO CARDIOVASCULAR PREVENÇÃO PRIMÁRIA Redução do risco de Doenças Cardiovasculares 32% - Atividades de Lazer 41% - Atividades Moderadas 30% - a cada 2 METs de aumento no VO 2 max PREVENÇÃO SECUNDÁRIA Programas de Reabilitação - Redução 20% morte geral 22% morte cardiovascular 25% reinfarte fatal (Paffenbarger et al. New Engl.J.Med. 328:538-45,1993) (Blair et al. JAMA 262: , 1989) (O Connor et al. Circulation 80:234-44,1989)
34 TRIAGEM PARA EVITAR RISCOS Identificar indivíduos de maior risco na atividade! Identificar se a avaliação médica e o teste são necessários! Avaliar se precisa de supervisão médica! Avaliar se o risco é compatível com as características da prática!
35 Questionários Individuais PAR-Q 1. Algum médico já lhe disse que você tem algum problema cardíaco e lhe recomendou atividade supervisionada? 2. Você tem dor no peito quando se exercita? 3. Você sentiu alguma dor no peito no último mês? 4. Você já desmaiou ou desfaleceu devido a uma tontura forte? 5. Você tem problemas ósseos ou articulares que podem ser agravados com o exercício? 6. Algum médico já lhe deu algum remédio para a pressão ou o coração? 7. Você sabe, por experiência própria ou por conselho médico, de alguma razão que o impeça de fazer exercícios sem supervisão médica? Se você responder SIM a uma das questões, consulte o médico antes de iniciar a atividade física
36 TRIAGEM DO RISCO CV NA ATIVIDADE FÍSICA 1. Risco de evento na prática 2. Necessidade de Teste 3. Necessidade de Supervisão SINTOMÁTICOS CARDIOPATAS FATORES DE RISCO
37 Sintomáticos SINTOMAS freqüentes; sem outra explicação de saúde; se em emoção ou exercício Dor, desconforto no peito, pescoço, braços, etc Falta de ar (dispnéia) repouso ou exercício leve Desmaios Palpitação ou taquicardia Fadiga incomum com atividades usuais Não deve fazer nenhum exercício até investigar o sintoma
38 Segundo Maior Risco - Cardiopatas DOENÇAS CARDÍACAS Doenças conhecidas Medicamentos Cirurgias prévias
39 DOENÇAS CARDIOVASCULARES Doenças do Miocárdio Insuficiência cardíaca Falência Cardíaca Transplante Cardíaco Doenças do Ritmo Com Tratamento Arritmias Disritmia Extra-sístole Falha no coração Marcapasso Distúrbio de Ritmo Doenças Vasculares Cerebrais Aneurisma Acidente Vascular Cerebral Derrame Doenças das Válvulas Estenose Insuficiência Prolapso (só com remédio) Troca de válvula Sopro Cardíaco Doenças Reumáticas Reumatismo no coração Coração Reumático Outras Chagas Doenças das Coronárias Doença da Artéria Coronária Insuficiência Coronariana Coronariopatia Doença Isquêmica do Coração Trombose Coronariana Oclusão Coronariana Aterosclerose Ataque Cardíaco Infarto Agudo do Miocárdio Enfarte ou Ataque Cardíaco Isquemia Angina Dor no Peito Veia Entupida Cirurgia Cardíaca Cateterização (ativa) Angioplastia (Stent) Revascularização Ponte (Safena ou Mamária)
40 CARDIOPATAS DOENÇA ESTÁVEL Teste Ergométrico: Recomendado para atividade leve Necessário para atividade moderada DOENÇA INSTÁVEL NÃO FAZ EXERCÍCIO Supervisão Necessária pelo menos no início Sempre precisa de teste para prescrever deve iniciar com supervisão
41 Condutas Indivíduo Cardiopata Sintomas NÃO Teste? SIM Teste? NÃO Já faz? SIM Já faz? NÃO PRESCREVE Continua NÃO PRESCREVE Pede Teste NÃO COMEÇA Faz primeiro teste Sem teste Não prescreve
42 CARDIOPATA COM TESTE POSITIVO Limiar de Isquemia FC em que ocorre a isquemia Acima desse nível Aumenta Risco Cardiovascular NÃO ULTRAPASSAR O LIMIAR
43 Terceiros em Risco Portadores de Fatores de Risco Presença de fatores de risco Fatores conhecidos Medicamentos Desconhecimento sobre fatores Controle dos fatores
44 FATORES DE RISCO hereditariedade Fumo Obesidade Hipercolesterolemia Hipertensão Diabetes Sexo-idade
45 RISCO CARDÍACO FATORES NÃO CONTROLÁVEIS Sexo e Idade Homens > 45 anos Mulheres > 55 anos Hereditariedade (pai, mãe ou irmãos com DC - se mulher antes de 65 anos - se homem antes de 55 anos) (ACSM, 2010)
46 RISCO CARDIOVASCULAR LÍPIDES Colesterol Total HDL-Colesterol LDL-Colesterol > 200 mg/dl ou 5,18 mmol/l < 40 mg/dl ou 1,04 mmol/l > 130 mg/dl ou 3,37 mmol/l Ou Tratamento com medicamentos Estatinas Proteção HDL-Colesterol > 60 mg/dl ou 1,55 mmol/l (ACSM, 2010)
47 RISCO CARDIOVASCULAR OBESIDADE Índice de Massa Corporal > 30 kg/m 2 Cintura > 102 cm homens e > 88 cm mulheres (ACSM, 2010)
48 RISCO CARDIOVASCULAR PRE-DIABETES Glicose de Jejum > 100 e < 126 mg/dl Ou Glicose 2h OGTT > 140 e < 200 mg/dl (ACSM, 2010)
49 RISCO CARDIOVASCULAR FUMO FUMANTES ATUAIS Ou DEIXARAM DE FUMAR NOS ULTIMOS 6 MESES (ACSM, 2006)
50 FATORES DE RISCO Sexo e Idade F > 55 anos M > 45 anos Hereditariedade Infarto do miocárdio, revascularização, AVC ou morte súbita antes dos 55 anos para pai ou irmão; e antes dos 65 anos para mãe e irmã. Diabetes Conhecida ou Toma Rem é dio Glicemia > 100 mg/ dl Fumo atual ou nos últimos 6 meses Hipercolesterolemia Conhecido ou Toma rem é dio Colesterol Total > 200 mg/ dl Hipertens ã o Conhecida ou Toma rem é dio PA regular > 140/90 mmhg Obesidade IMC > 30 kg/m ou 2 Cintura > 102 cm homens e > 88 cm mulheres IC/Q > 0,95 > homens e > 0,86 -mulheres
51 Adaptado do ACSM, 2006 TRIAGEM CARDIOVASCULAR Roque et al. Rev Pesq Ed Fís 200 Classificação Características Condutas Muito alto Presença de sintomas Não fazer exercício Procurar médico Alto Cardiopatas Avaliação Médica Prescrição com Teste Moderado Homens + 45 anos Recomenda visita ao médico Mulheres + 55 anos Teste e Prescrição - depende Outros com 2 ou + FR Baixo Homens até 45 anos Prescrição sem restrições Mulheres até 55 anos Com até 1 FR
52 TRIAGEM CARDIOVASCULAR 108 indivíduos Fernando Costa RISCO PARA O EXERCÍCIO 53% 81% 19% 9% 19% Baixo Moderado Alto Muito Alto Roque et al. Rev Pesq Ed Fís 200
53 CASOS CLÍNICOS N o Sint. Card Sexo Idade Her. DM Fumo COL HT OB Risco Conduta P = presente A=Ausente NS não sabe
54 CASO 1 Mulher 26 anos Saudável Sem sintomas Pai e mãe vivos sem problemas cardíacos conhecidos. Não fuma. Nunca mediu o colesterol. A glicemia é normal (mediu em uma feira de saúde e estava 86 mg/dl). É estudante e trabalha numa vídeo locadora. Queria fazer exercício na academia, mas não tem grana. Não toma nada a não ser o anticoncepcional. Quer fazer exercício porque acha que está um pouco gorda. PA = 100/64 mmhg FC= 86 bpm Peso = 58 kg Estatura = 1,58 m Cintura = 70 cm e quadril = 80 cm
55 CASO 2 Mulher 42 anos Pai morreu de câncer com 60 anos Mãe tem diabetes e hipertensão desde 40 anos Problemas conhecidos: PA alta toma captopril É faxineira e faz 4 horas de trabalho físico por dia. Às vezes sente um aperto no peito, mas é só quando está nervosa com a patroa. Não fuma. Parou há 2 anos Colesterol normal. Glicemia normal. Sedentária Pressão arterial 150/100 mmhg braço 36 cm FC = 98 bpm Peso = 69 kg Estatura = 1,70 m Cintura = 85 cm Quadril = 90 cm
56 CASO 3 Homem 27 anos Sedentário Sem sintomas. Não fuma Pai com infarto com aos 50 anos Fez exame de sangue semana passada e verificou que a glicemia = 105 mg/dl; Colesterol Total = 287 mg/dl; HDL = 35 mg/dl. PA = 135/80 mmhg FC repouso = 80 BPM Peso = 86 Kg Estatura = 1,70 cm Cintura = 105 cm
57 CASO 4 Homem 48 anos Pai vivo e saudável Mãe morreu de acidente de carro Sem irmãos Sem sintomas Sem problemas cardíacos Advogado Fuma 20 cigarros por dia Colesterol 250 mg/dl alto toma estatina Glicemia normal não lembra o valor Corre 5 vezes por semana 40 minutos percorre 6 km faz há 1 ano Sem orientação formal corre no parque PA = 136/86 mmhg FC = 60 pbm Peso = 90 kg Estatura = 1,80 m Cintura = 106 cm Quadril = 90 cm
58 CASO 5 Homem 79 anos Colocou stent há 6 meses Não refere sintomas Toma carvedilol, captopril, AAS e sinvastatina Parou de fumar há 6 anos Seus pais morreram quando nasceu não sabe de que doença Colesterol é normal e glicemia também Caminha diariamente 30 minutos em casa. É aposentado Sua pressão é normal. PA = 110/70 mmhg FC = 64 bpm Peso = 65 kg Estatura = 1,69 m Cintura = 80 cm Quadril = 92 cm
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