Como evitar os riscos e aumentar os benefícios??
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- Eugénio Mota Cabreira
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2 Como evitar os riscos e aumentar os benefícios?? RISCOS BENEFÍCIOS
3 RISCO DE MORTE POR DOENÇAS 100 % CARDIOVASCULARES 80 Diminuição de 34% 66% AGITA São Paulo Sedentário Pouco Ativo Ativo Muito Ativo
4 PRESCRIÇÃO POPULACIONAL QUALQUER PESSOA SEM SINTOMAS
5 PRESCRIÇÃO POPULACIONAL 30 MINUTOS / DIA MAIORIA DOS DIAS DA SEMANA RECOMENDAÇÃO ATIVIDADE FÍSICA LEVE OU MODERADA CONTÍNUO OU ACUMULADO Agita São Paulo
6 PRESCRICÃO INDIVIDUALIZADA
7 ROTINA DO CLIENTE Avaliação Prescrição individualizada Execução do programa Reavaliação periódica
8 SOBRECARGA - Prescrição Tipo Frequência Duração Intensidade Progressão Acima do nível atual Não muito elevada
9 Comparação AHA Aeróbio Resistido Composição Corporal Densidade óssea %Gordura Massa Magra 0 Força 0 Metabolismo de Glicose Resposta da Insulina à glicose Insulinemia basal Sensibilidade à Insulina Lípides Plasmáticos e Lipoproteínas HDL 0 0 LDL 0 0 TG Adaptado de Williams et al. Circulation 2007, 116:
10 Comparação AHA Aeróbio Resistido Dinâmica Cardiovascular FC repouso 0 VS repouso e máximo 0 DC repouso 0 0 DC máximo 0 PAS repouso 0 0 PAD repouso 0 0 Performance VO 2 max 0 Tempo de endurance DP submaximo 0 Taxa Metabólica Basal 0 QV relativa à saúde 0 0 Adaptado de Williams et al. Circulation 2007, 116:
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12 TIPO Atividades Aeróbias grandes grupos musculares movimentos cíclicos Andar/correr Pedalar Dançar Nadar Ginástica Aeróbia Step Etc
13 TIPO Atividades na água PA na água - não dá para medir PA FC - correção da prescrição 10 batimentos a menos ECG não dá para medir - limiar de angina desconhecido Analgésica - Camufla angina DEVE-SE CONSIDERAR FACILIDADE MOTIVAÇÃO LIMITAÇÕES ORTOPÉTICAS/CARDIOVASCULARES NECESSIDADE DE PRECISÃO NECESSIDADE DE MONITORIZAÇÃO
14 CASOS ESPECIAIS - TIPO OBESOS Atividades de baixo impacto HIPERTENSOS Possibilidade de controle da PA Se não controlado NÃO se indica a atividade na água Se hiperreativo NÃO se indica atividade na água CARDIOPATAS Necessidade de Precisão Se tem isquemia se CONTRA-INDICA a atividade na água
15 ANDAR Facilidade sem equipamento, qualquer local fácil controlar intensidade pessoa sente que consegue baixo risco Efetividade melhora VO 2 max (sedentários) diminui PA (menos que treino moderado) manteve TG e colesterol auxilia perda de peso manutenção óssea Adesão maior que outras atividades Kingwell e Jennings Med.J.Australia 158:234-8,1993 Morris e Hardman. Sports Med 23:306-32, 1997 Pollock et al. JAP 30: ,1971
16 FREQUÊNCIA 3 a 5 SESSÕES/SEMANA Inicia com 3 e vai aumentando gradualmente Dias alternados efeito igual, < risco de lesões Cinco Três Duas Uma
17 FREQUÊNCIA RISCO 1 vs. 3 vs. 5 sessões/semana aumenta condição física proporcional lesão 0, 12 e 39 % Pollock et al. MSS 9:31-6,1977
18 CASOS ESPECIAIS OBESOS Mais vezes por semana Maior gasto calórico semanal HIPERTENSOS Mais sessões/semana Maior redução pressórica RECOMENDA-SE Aumentar frequência para 5 a 7 sessões semanais
19 DURAÇÃO 15 a 60 min Benefício Cardiovascular Inicia com 15 a 20 minutos e aumenta gradualmente Oposto à Intensidade Menos de 15 minutos 30 a 40 minutos Mais de 60 minutos Pouco Efeito Cansaço Lesões
20 DURAÇÃO RISCO 15 vs. 30 vs. 45 min aumenta condição física proporcional lesão 22, 24 e 54% Pollock et al. MSS 9:31-6,1977
21 CASOS ESPECIAIS OBESOS Mais tempo Maior gasto calórico HIPERTENSOS Mais tempo Maior redução pressórica RECOMENDA-SE Aumentar duração para minutos
22 CONTÍNUO vs. DESCONTÍNUO Efeito Descontínuo e Contínuo VO 2 max curto prazo contínuo longo prazo - igual Sobre outras variáveis - depende obesidade curto descontínuo longo igual adesão curto descontínuo longo - igual Sem estudos com menos de 6 minutos OS DOIS TRAZEM BENEFÍCIO COMPARAÇÃO????
23 INTENSIDADE 50 a 85% VO 2 max Benefício Cardiovascular Condição Física Baixa Condicionado Fase do Treinamento Adaptação Melhora Manutenção
24 PRESCRIÇÃO INDIVIDUAL - INTENSIDADE Blá, blá, blá,blá. Puff! Puff! Puff! Puff! ATIVIDADES LEVES A MODERADAS ATIVIDADES INTENSAS
25 Cansaço PRESCRIÇÃO POR CANSAÇO SUBJECTIVO Borg 12 a 16 pouco cansativo para cansativo
26 Cansaço Subjetivo de Borg 6 7 Muito, muito fácil (leve) 8 9 Muito, fácil (leve) Razoavelmente fácil (leve) Um pouco difícil (cansativo) Difícil (cansativo Muito difícil (cansativo) Muito, muito difícil (cansativo)
27 PRESCRIÇÃO POR FC RESERVA Sedentários 50 a 70% FCres Ativos 60 a 80% FCres Atletas até 85% FCres FCres = (FCmax FC rep)
28 FC DE TREINO - KARVONEN FCtreino = ( FCmax - FCrep ) x % + FCrep FC do teste ou idade ou Positivação Medir após 5 min de repouso 50 a 70% para sedentários, obesos, hipertensos, cardiopatas 60 a 80% para condicionados
29 PRESCRIÇÃO POR FC FC MÁXIMA Calculada pela idade se não tem teste: OK indivíduos saudáveis 20 a 50 anos Não vale crianças Maior erro idosos NÂO SERVE CARDIOPATAS e DROGAS Medida no teste: Mais efetiva em qualquer faixa etária Exceto em teste positivo FC de POSITIVAÇÃO Cardiopatas com teste positivo
30 Prescrição: Série 1 EXERCÍCIOS RESISTIDOS PARA DCV Exercícios 8 a 10 Envolver grandes grupos da parte superior e inferior Alternar exercício para superiores e inferiores Intensidade por volta de 50% de 1RM 30 a 40% de 1RM para membros superiores 50 a 60% de 1RM para membros inferiores Repetições 10 a 15 até FADIGA MODERADA Cansaço 11 a 14 (meio leve a um pouco cansativo) Prática: - Fez 15 movimentos com facilidade aumenta Evidência de apnéia com 10 repetições diminui Pausas longas 1 a 2 min Williams, AHA
31 Treinamento resistido deve ser realizado: Progressão Quando atinge limite superior confortavelmente aumentar 5% na carga Execução Adequada Maneira rítmica com velocidade moderada e controlada Por toda a amplitude de movimento Respiração - expiração durante a contração inspiração no relaxamento Evitar apnéia, valsalva e isometria Avaliação: 1RM melhor que 8 ou 10RM Material elásticos, pesos pequenos, máquinas (AHA, 2007)
32 Treinamento Flexibilidade Complemento ao Aeróbio e Muscular Alongamentos: Rotina Geral Principais grupos musculares Técnica Estática 2 a 3 vezes por semana 10 a 30 segundos 3 a 4 repetições
33 AVALIAR TESTE Prescrição Dados a serem considerados para a prescrição: - Tem doença cardíaca? - Tem fator de risco? - Toma remédios cardiovasculares? - Tem limitações: limiar de isquemia ou arritmia? - Tem resposta de FC ou PA que mereça consideração? - Qual a FC para prescrição: FC máxima, FC de limiar isquemia - É sedentário ou ativo?
34 ROTINA DO CLIENTE Avaliação Prescrição individualizada Execução do programa Reavaliação periódica
35 Ficha de Aula Acompanhamento Diário Consta Dados Individuais Dados do Teste FC treino Prescrição Individualizada Preenche FC repouso FC exercício Cansaço exercício PA no exercício FC recuperação Objetivo Avaliar: Evolução Adequação Elaborar: Progressão FC PA Cansaço MOTIVAÇÃO
36 Ficha de Aula
37 Cansaço Subjetivo de Borg 6 7 Muito, muito fácil (leve) 8 9 Muito, fácil (leve) Razoavelmente fácil (leve) Um pouco difícil (cansativo) Difícil (cansativo Muito difícil (cansativo) Muito, muito difícil (cansativo)
38 MEDIDA DA FC DURANTE O EXERCÍCIO Como fazer a Medida Medir no pulso radial Usar indicador e dedo médio Contar batimentos em 15 segundos Começar pelo ZERO Multiplicar por 4 Se a FC estiver ACIMA da FCtreino Como usar Medida Se a FC estiver ABAIXO da FCtreino DIMINUIR a intensidade AUMENTAR a intensidade
39 PROGRESSÃO Variáveis - FC na faixa de treino PA até 180/105 mmhg Cansaço subjetivo até CANSATIVO (12 a 16)
40 Avaliação de Progressão
41 Início REAVALIAÇÕES Três meses de programa Seis meses de Programa Um ano de programa A partir daí: Saudáveis a cada ano Cardiopatas a cada seis meses
42 VO2max (ml.kg-1.min-1) FASES DO TREINAMENTO Adaptação 15 a 20% meses 3% por semana no primeiro mês 2% por semana no segundo mês 1% por semana depois disso
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