Controle de Processos Aula: Balanço de energia
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- Raphaella de Barros Bernardes
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1 Controle de Processos Aula: Balanço de energia Prof. Eduardo Stockler Tognetti Departamento de Engenharia Elétrica Universidade de Brasília UnB 1 o Semestre 2015 E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 1/23
2 Sumário 1 Conceitos básicos 2 Balanço de energia E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 1/23
3 Introdução 1 a Lei da Termodinâmica A energia interna U de um sistema é a soma das energias cinéticas e das energias potenciais de todas as partículas que formam esse sistema e, como tal, é uma propriedade do sistema. Isto significa que qualquer variação U na energia interna só dependedoestado inicial e do estado final do sistema na transformação considerada. U = Q W W representa a quantidade de energia associada ao trabalho do sistema sobre a vizinhança Q representa a quantidade de energia associada ao calor da vizinhança para o sistema E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 2/23
4 Introdução Balanço de energia Baseado na lei de conservação de energia ou na 1 a Lei da Termodinâmica. Elucida que a energia total transferida para um sistema é igual à variação de sua energia interna, ou seja, em todo processo natural, a energia do universo se conserva sendo que a energia do sistema quando isolado é constante. Observa-se também a equivalência entre trabalho e calor, onde constatou-se que a variação Q - W é a mesma para todos os processos termodinâmicos. E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 3/23
5 Definições Grandezas de um sistema (ex.: pressão, volume, temperatura, concentração etc): Grandezas intensivas Grandeza que não varia com o tamanho do sistema (grandezas específicas). Grandezas extensivas Valor depende da massa (tamanho) do sistema. Estados de um sistema Conjunto de propriedades (intensivas) num dado instante de tempo. Sistema Sistema fechado não há matéria atravessando as fronteiras enquanto o processo ocorre. Sistema aberto (volume de controle) matéria atravessa continuamente as fronteiras. E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 4/23
6 Formas de energia Energia: capacidade de um sistema realizar trabalho ou produzir calor (1 J: erguer 100g a 1m; 1cal: aquecer 1 C 1g). Formas de energia 1 A primeira é a que o sistema apresenta num determinado estado (inicial ou final de um batelada ou das correntes que entram e saem de processos contínuos e semicontínuos) E: energia total de um sistema. 2 A segunda envolve energias transferidas entre o sistema e as vizinhanças Q: calor; W: trabalho. E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 5/23
7 Energia de um sistema Energia total de um sistema (E) 1 Energia cinética (E c): devida ao movimento do sistema como um todo em relação à uma referência, E c = 1 2 mv2 2 Energia potencial (E p): devida à posição do sistema num campo potencial, E p = mgz z: altura relativa à um plano de referência em que E P = 0 3 Energia interna (U): devida ao movimento de interação entre os átomos e moléculas em relação ao centro de massa do sistema. Não pode ser medida. Obs.: Geralmente associada a temperatura, mas pode haver mudança da energia interna sem mudança de temperatura. E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 6/23
8 Energia transferida Formas de energia em trânsito: Energia transferida entre sistema e vizinhança 1 Calor (Q): transferida em função de uma diferença de temperatura. 2 Trabalho (W): transferida como resposta a qualquer força motriz (mecânica, elétrica ou de escoamento) que não seja a diferença de temperatura. Ex.: movimento de um pistão trabalho realizado sobre o sistema ou sobre a vizinhança. Observações: Q e W não podem ser armazenados. São energias transferidas (em movimento). Não há sentido em falar Q e W contido ou possuído por um sistema. E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 7/23
9 Energia transferida Convenção Vizinhança W > 0 Q > 0 Sistema Q > 0: calor transferido pela vizinhança para o sistema W > 0: trabalho realizado pela vizinhança sobre o sistema E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 8/23
10 Formas que a energia pode entrar e sair de um sistema 1 Taxa de calor ( Q) total de fluxo de calor para o sistema (condução ou radiação). 2 Fluxo de energia acompanhando um fluxo de massa (Ė): Somatório das taxas das energias das correntes de massa que entram no sistema: Ė = i Ė i = i ( U i +Ė ci +Ė pi ), sendo Ė ci = 1 2ṁv2, Ė pi = ṁgz Observações: U, Ė c e Ė p são propriedades proporcionais a massa (propr. extensivas). Expressando de forma específica (propr. intensivas): U = ṁû, Ė c = ṁê c, Ė p = ṁê p, Ê c = 1 2 v2, Ê p = gz Ė = ṁ i Ê i = ) ṁ i (Ûi +Ê ci +Ê pi = ṁ i (Û i + 1 ) 2 v2 +gz i i i E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 9/23
11 Formas que a energia pode entrar e sair de um sistema 3 Trabalho (W) Pode ser dividido em várias partes. 3.1 Trabalho do deslocamento das fronteiras (Ẇ d) Trabalho resultante do movimento (deslocamento) das fronteiras do sistema Ẇ d = P dv dt P: pressão exercida pelo sistema nas suas fronteiras (assumido uniforme) V: volume deslocado E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 10/23
12 Formas que a energia pode entrar e sair de um sistema Em sistemas abertos trabalho é realizado sobre o sistema pela vizinhança para fazer a massa entrar e trabalho é realizado pelo sistema sobre as vizinhanças para massa que sai do sistema: Ẇ = Ẇ e +Ẇ f 3.2 Trabalho de eixo (Ẇe) Trabalho realizado sobre ou pelo fluido por paredes móveis dentro do sistema (rotor de uma bomba, turbina, eixo de um sistema de agitação). Bomba: Ẇ e > 0 fluido recebe energia na forma de trabalho. Turbina: Ẇ e < 0 fluido perde energia. E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 11/23
13 Formas que a energia pode entrar e sair de um sistema 3.3 Trabalho de fluxo ou trabalho PV (Ẇ f) Trabalho realizado sobre o fluido na entrada menos o trabalho pelo fluido na saída do sistema, ou seja, saldo ĺıquido do trabalho realizado por um fluido dotado de pressão e volume. V e P e Unidade de Processo V s P s Vizinhança fluido que entra no sistema recebe trabalho do fluido que está logo atrás, fluido que deixa o sistema realiza trabalho sobre as vizinhanças, Portanto, fluxo ĺıquido de trabalho realizado sobre o sistema: Ẇ fe = P e V e Ẇ fs = P s V s Ẇ f = P e V e P s V s = P i V i P j V j = ṁ ip i ˆV i ṁ jp j ˆV j i j i j }{{}}{{}}{{}}{{} entra sai entra sai em que V = ṁˆv E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 12/23
14 Formas que a energia pode entrar e sair de um sistema Trabalho para sistemas abertos em resumo, desprezando-se o termo P dv, tem-se para sistemas com entrada e dt saída de matéria a seguinte expressão Ẇ = ṁ ip i ˆV i i j }{{} entra ṁ jp j ˆV j }{{} sai + Ẇ e }{{} trabalho de eixo E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 13/23
15 Sumário 1 Conceitos básicos 2 Balanço de energia E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 13/23
16 Balanço de energia em sistemas fechados Equação geral de balanço (balanço integral) Acúlumo (E) = Entra (E) - Sai (E) E = Q +W em que o acúmulo de energia no sistema é E = E f E i = (U f +E cf +E pf ) (U i +E ci +E pi ) Logo, U + E c + E p = Q +W Observação: Usualmente em processos químicos, assume-se E c 0 e E p 0 E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 14/23
17 Balanço de energia em sistemas abertos Equação geral de balanço (balanço diferencial) Taxa de acúlumo (E) = Taxa entrada (E) - Taxa saída (E) Taxa de acúmulo de energia no sistema de dt = du dt + dec dt + dep dt + i Taxa de entrada - taxa de saída Q +Ẇ + i Ė i }{{} entrada j Ė j }{{} saída ṁ i (Ûi +Ê ci +Ê pi ) + i = Q +Ẇ e ṁ ip i ˆV i j } {{ } entrada ṁ j((ûj +Ê cj +Ê pj ) i ṁ jp j ˆV j } {{ } saída E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 15/23
18 Balanço de energia em sistemas abertos Equação geral de balanço (balanço diferencial) Logo, de dt = du dt + dec dt + dep = Q +Ẇ e dt + ) ṁ i (Ûi +P i ˆV i +Ê ci +Ê pi ) ṁ j((ûj +P j ˆV j +Ê cj +Ê pj i j }{{}}{{} entrada saída Entalpia (H) Ĥ Û +PˆV Entalpia específica (Ĥ): energia interna específica do fluido (Û) somada ao trabalho (P ˆV) necessário para que o fluido adentre ao sistema. E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 16/23
19 Balanço de energia em sistemas abertos Equação geral de balanço (balanço diferencial) entalpia específica de dt = du dt + dec dt + dep = Q +Ẇ e dt ) ṁ i (Ĥi +Ê ci +Ê pi + i } {{ } entrada = Q +Ẇ e + ( ) ṁ i Ĥ i + v2 i 2 +gzi i }{{} entrada ) ṁ j((ĥj +Ê cj +Ê pj = j }{{} saída ( Ĥ j + v2 j j ṁ j( ) 2 +gzj } {{ } saída Forma simplificada de dt = du dt + dec dt + dep dt em que significa ( saída entrada ). = Q +Ẇ e Ḣ Ė c E p E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 17/23
20 Balanço de energia em sistemas abertos Em regime permanente Então, de dt = du dt + dec dt + dep = 0 dt Ḣ + Ė c + E p = Q +Ẇ e em que significa ( saída entrada ). E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 18/23
21 Balanço de energia em sistemas abertos Entalpia Considere um fluido constituído de um único componente (ex.: água). A entalpia é função de sua temperatura e pressão, então Ĥ Ĥ(T,P) ( ) ( ) Ĥ Ĥ dĥ = dt + T P Pcte }{{} c p c p: capacidade calorífica à pressão constante Para ĺıquidos e sólidos em geral, ( ) Ĥ P Tcte 0 Tcte dp E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 19/23
22 Balanço de energia em sistemas abertos Entalpia Então, dĥ dt = dt cp dt Para o caso em que c p é contante com a temperatura (c p(t) = c p), Ĥ = c p T Ĥ Ĥ ref = c p(t T ref) Em que Ĥ ref é a entalpia específica em um estado de referência (T ref, P ref). Usualmente adota-se T ref = 0K Ĥ ref = 0, H = mc pt, Ḣ = ṁc pt, Ĥ = c pt E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 20/23
23 Balanço de energia em sistemas abertos Simplificações comumente adotadas em processos contínuos Variação das energias nos fluxos de massa não contribuem significamente para T(t) Ė c 0, Ė p 0 Sistema com agitação trabalho de eixo desprezível Ẇ e 0 Sistema não se move de c dt = 0, de p dt = 0 de dt = du dt dû dt du = cvt dt = d (cvmt), cv(t) = cv dt du dt = d dt (cvmt) = ρ if i Ĥ i ρ jf j Ĥ j+ Q, i: entrada j: saída { Ĥi = c pt i Ĥ j = c pt j Sistemas ĺıquidos: c p c v (P ˆV << Û Ĥ Û) E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 21/23
24 Balanço de energia em sistemas abertos Exemplo: Tanque com aquecimento Considere um tanque com uma corrente de entrada e uma de saída e com aquecimento interno: d dt (ρv(t)cpt(t)) = ρfe(t)cpte(t) ρfs(t)cpts(t)+ Q(t) ρac p d dt (h(t)t(t)) = ρfe(t)cpte(t) ρfs(t)cpts(t)+ Q(t) d Q(t) (h(t)t(t)) = fe(t)te(t) fs(t)ts(t)+ dt ρc p E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 22/23
25 Transferência de calor Taxa de transferência de calor ( Q) Transferência de calor por condução para um processo de temperatura T T Q = ka t x UAt(T1 T) = Û T k: condutividade térmica do material U: coeficiente de transferência de calor total Û: condutância térmica A t: área de transferência de calor T 1(t): temperatura do material que transfere calor Observação: é possível também considerar o balanço de energia no elemento (ex.: resistência elétrica, serpentina de vapor etc) que transfere calor ao sistema através de uma superfície (parede). E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 23/23
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