Mecanismo de Resistência do Hospedeiro
|
|
|
- Marco Antônio Valente da Costa
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Mecanismo de Resistência do Hospedeiro 1 Introdução uma distinção relativamente precisa pode ser feita entre o que se denomina defesa imune inata e defesa imune adaptativa. Quando um agente infecta o organismo, o sistema de defesa local pode ser suficiente para impedir a replicação e a disseminação do agente infeccioso, impedido, portanto, o desenvolvimento da doença. Este mecanismo estabelecido é referido como constituído do sistema imune inato. Entretanto, o sistema imune inato poderá ser insuficiente para defender se da invasão pelo agente infeccioso, e o sistema imune adaptativo, então, entra em ação, embora o máximo de eficiência possa levar algum tempo para ser atingido. Uma vez atingido o ideal da eficiência, o organismo infectante é eliminado com conseqüente recuperação da doença. O destaque principal entre os mecanismos de resposta imune inata e adaptativa é que a memória específica da infecção é impressa no sistema imune adaptativo, de modo que havendo uma subseqüente infecção pelo mesmo agente, entre em ação uma resposta particularmente efetiva com considerável rapidez. É digno de se enfatizar que há uma aproximação sinérgica ente os dois sistemas, com o mecanismo adaptativo melhorando grandemente a eficiência da resposta inata. Antes que um agente infeccioso penetre num organismo, ele precisa vencer uma variedade de barreiras físicas e bioquímicas que operam na superfície do corpo. Uma das mais importantes, com certeza, é a pele, que é normalmente impermeável à maioria dos agentes infecciosos. Muitas bactérias não sobrevivem por longo tempo na pele devido ao efeito inibitório direto do ácido láctico e dos ácidos graxos presentes no suor e nas secreções sebáceas, e no baixo ph que eles promovem. Entretanto, ocorrendo à perda da pele, como em queimaduras, por exemplo, a infecção vem a ser um problema importante. 2 Suscetibilidade é a tendência que possui um organismo vivo para contrair uma determinada enfermidade. Quando um agente infeccioso encontra todos os meios necessários para se desenvolver no organismo de um certo hospedeiro, afirma se que este é suscetível ao agente infeccioso. 3 Resistência: 3.1 Introdução é natural que o organismo do hospedeiro oponha se freqüentemente a presença de um agente infeccioso, da mesma forma que pode se opor à presença de qualquer
2 2 elemento estranho ou anormal por ele mesmo produzido (elementos celulares mortos ou degenerados, restos celulares ou catabólitos, por exemplo). Esta resistência ou mecanismo de defesa é imprescindível para a sobrevivência de uma das espécies envolvidas na associação parasito/hospedeiro, isto é, o hospedeiro, especialmente o homem. 3.2 Definição resistência ou imunidade, é um conjunto de mecanismos corporais que servem de defesa contra a invasão ou multiplicação de agentes infecciosos ou contra os efeitos nocivos de seus produtos finais. 3.3 Tipos de Resistência ou Imunidade: Imunidade Inespecífica ou Imunidade Natural é o conjunto de mecanismos de resistência presentes ao nascer ou que se desenvolvem naturalmente devido à maturação do hospedeiro. Os mecanismos de resistência inespecífica são: Fatores como a idade, raça, espécie, nutrição, hormônios, e outros Barreiras Físicas a integridade do tegumento cutâneo (pele) seco e descamativo, e das mucosas; os movimentos ciliares que operam uma drenagem contínua de extensas superfícies do trato respiratório, a temperatura corporal (pode ser inadequada para certas espécies de protozoário e helmintos), tensão de O 2 e outros Barreiras Bioquímicas as secreções bacteriostáticas cutâneas (secreção cutânea das glândulas sudoríparas e sebáceas com seu conteúdo de ácidos graxos e láctico, que possuem ação bactericida e bacteriostática contra alguns tipos de bactérias); a secreção mucosa de órgãos internos (secreção salivar, gástrica, intestinal, vaginal e lacrimal além de substâncias bactericida e bacteriostática, o ph e o potencial de óxido redução delas que pode não corresponder as necessidades do agente infeccioso); o fluxo lacrimal, salivar, biliar e urinário; a alcalinidade do suco pancreático, a ação mucolítica e bactericida da bile; a ação virucida e bactericida da lisozima presente na lágrima, saliva e secreções nasais; fatores séricos e teciduais constituídos pela betalisina, complemento, interferon, fibronectina, tuftisina, espermina da próstata e protamina do esperma, entre outras Barreiras Biológicas a microbiota normal, da orofaringe, da pele, do intestino, a vagina, entre outras, competindo e eliminando substâncias antagônicas a microbiota invasiva; a incapacidade do organismo hospedeiro para fornecer ao seu hóspede certos fatores de crescimento ou de substratos indispensáveis ao seu metabolismo; a falta mecanismo estimulantes ou desencadeantes do desencistamento, da eclosão ovular ou do desenvolvimento larvário, que deve atuar no momento e no local oportuno, quando as formas do parasito penetrarem no
3 3 hospedeiro potencial; a falta de receptores especiais na superfície celular, capazes de permitir a aderência e, em seguida a endocitose do agente infectante nas células do hospedeiro. Exs: a ausência do antígeno de Duffy (receptores específicos para o Plasmodium vivax) em populações negras africanas, por isso são refratárias a este Plasmodium; presença de hemoglobinopatias (anemia falciforme, talassemias, hemoglobina C e ausência de glicose 6 fosfato desidrogenase) são fatores que inibem a presença do plasmódio da malária Mecanismo da Fagocitose esta, é executada pelos leucócitos (neutrófilos e monócitos), pelos macrófagos (histiócitos e células do sistema mononuclear fagocitário SMF). Estas células se ligam aos microorganismos, englobam estes agentes e os destroem e, uma vez que se utilizam sistemas de reconhecimento primitivos e inespecíficos que permitem sua ligação e uma variedade de produtos microbianos. Elas são também responsáveis (uma vez que outros mecanismos também são) pelas respostas imunes inatas. Por isso, elas agem como nossa primeira linha de defesa contra as infecções Resistência Específica ou Imunidade Específica: Definição é uma resposta fisiológica específica desenvolvida pelo organismo hospedeiro, em função de um contato anterior com o parasito e são comuns a todos os organismos da mesma espécie. O objetivo primordial desse tipo de imunidade é dificultar a penetração, reprodução ou mesmo a permanência do agente etiológico no organismo parasitado. A principal diferença entre a resposta inata ou não adaptativa e a resposta imune adaptativa é que esta última é altamente específica para um determinado patógeno; além disto, este tipo de resposta torna se mais eficiente após cada encontro subseqüente com o mesmo agente patogênico, uma vez que o sistema imune "memoriza" o agente infeccioso e evita, desta forma, que o mesmo invasor venha posteriormente causar enfermidade. Doenças como o sarampo e difteria, induzem respostas imunes adaptativas que geram uma imunidade prolongada após uma infecção. Assim, as duas principais características de uma resposta imune adaptativa são a memória e a especificidade Tipos de Imunidade Específica: A Imunidade Ativa quando o hospedeiro responde a um agente infeccioso através de anticorpos que ele mesmo produziu. A imunidade ativa divide se em: I Imunidade Ativa Naturalmente Adquirida é quando o hospedeiro adquire a imunidade através de uma infecção subclínica ou mesmo de uma doença. Algumas doenças como a
4 4 poliomielite, parecem produzir um tipo de imunidade muito mais duradoura do que as outras, com a influenza (resfriado). II Imunidade Ativa Artificialmente Adquirida é o tipo de imunidade adquirida através do uso de vacinas. Uma cepa atenuada de um microorganismo é aquela que anda encontra se viva, entretanto, sua virulência encontra se diminuída. Para que um organismo vivo possa ser utilizado numa vacina, ele deve ser atenuado a ponto de não ser mais capaz de causar doença, mas deve ser antigenicamente inalterado. Uma vacina composta de microorganismos atenuados é preferível a uma vacina morta, pois se trata de um agente imunizante mais eficaz, ou seja, a imunidade induzida por este tipo de vacina dura um tempo maior. B Imunidade Passiva é aquela em que os anticorpos produzidos por um determinado organismo, são transferidos para outro indivíduo. Nesse caso, a imunidade confere ao indivíduo uma proteção de forma imediata. A transferência de anticorpos maternos através da placenta para o feto representa este tipo de imunidade. Pode ser dividida em: I Imunidade Passiva Naturalmente Adquirida existe quando a transferência passiva de anticorpos ocorre de forma natural, como é o caso do feto que recebe anticorpos maternos (IgG) por via placentária ou através do colostro (primeiro leite após o parto) e a criança já nasce com esses anticorpos transferidos da mãe que persistem por 2 a 4 meses. As principais imunoglobulinas contidas no colostro são: IgA, IgG e IgM. II Imunidade Passiva Artificialmente Adquirida é aquela em que a transferência de anticorpos ocorre através da inoculação de soro de um indivíduo anteriormente parasitado, em um outro organismo. A administração de antitoxina diftérica em crianças com difteria, objetivando neutralizar a exotoxina diftérica e a inoculação de antitoxina tetânica em indivíduos expostos ao tétano e que não tenha sido imunizado ativamente no passado, previne a infecção tetânica; são exemplos deste tipo de imunização. C Antígeno é uma porção ou produto de um agente biológico capaz de estimular a formação de anticorpos específicos. D Anticorpo é uma globulina (proteína) encontrada em fluidos tecidos e no soro, produzida em resposta ao estímulo de antígenos específicos, sendo capaz de se combinar com eles, neutralizando os ou destruindo os Vacinas:
5 Definição é uma suspensão de antígenos (microorganismos vivos atenuados, inativos ou frações destes), administrada para produzir imunidade. Na realidade, um indivíduo vacinado encontra se com a doença de forma branda, conferindo lhe uma imunidade ativa específica, que começa a se manifestar, de forma gradativa, após sua inoculação Características as principais são: A Inocuidade a vacina não deve provocar reações indesejáveis ou adversas além de um determinado nível considerável para o indivíduo, ou seja, as reações a ela relacionadas (quando existir) geralmente deve ser branda, especialmente em indivíduos alérgicos ou em imunodeficientes. B Pureza deve ser pura, ou seja, livre de resíduos, dos meios de cultura (mais comumente embrião de ovo) e sem quaisquer outras substâncias além do antígeno vacinal e dos componentes inertes fluidos suspensores, preservativos, estabilizadores, antibióticos a adjuvantes indicados e próprios de cada preparação. C Esterilidade a vacina deve ser estéril, ou seja, não deve possuir quaisquer microorganismos que provocam sua contaminação, no caso de indicação, a preparação deve conter substância preservativas ou antibióticos, em geral timerosal ou neomicina. D Potência deve ser suficientemente potente para estimular o sistema imune a produzir resposta satisfatória capaz de proteger de forma adequada e por tempo prolongado Classificação: A Quanto a Procedência do Antígeno: I Vacina Autógena ou Autovacina é aquela cuja preparação é feita a partir de amostra do próprio receptor e usualmente destina se à terapia ou prevenção de situações recidivantes de doença infecciosa, tais como faringites, furunculoses e outras estafilococcias. II Vacina de Estoque é aquela preparada a partir de uma amostra padronizada de microorganismo, por processos industriais de produção em larga escala e que usualmente destina se à prevenção, tais como as vacinas BCG, tríplice, de hemófilos, entre outras. B Quanto a Natureza do Antígeno: I Microorganismo Inativado quando o antígeno é um microorganismo (vírus ou bactérias) inativado por processos físicos (calor ou irradiação ultravioleta) ou químicos (fenol, b
6 6 propiolactona, etc.). O vírus da gripe, o da raiva, a Bordetella pertusis (coqueluche) e a Salmonella tiphy (febre tifóide), são exemplos disto. II Toxóide ou Anatoxina são vacinas cujo antígeno são exotoxinas bacterianas inativada pelo formol, tais como a vacina antitetânica e antidiftérica. III Subunidade de Microorganismo ocorre quando o antígeno vacinal é uma fração de região externa de microorganismo (vírus, bactérias ou protozoários), tais como vacina da febre amarela (vírus), da meningite meningocócica (bactéria), da malária (protozoário). C Quanto ao Número de Antígenos: I Vacina Simples constituída por um único antígeno, como a BCG, tétano, sarampo, hepatite B, febre amarela, entre outras. II Vacina Mista quando formada por dois ou mais antígenos, tais como as vacina dupla = DT/dT (tétano + difteria), tríplice = DPT (tétano difteria + coqueluche) e tríplice (sarampo + rubéola + caxumba). III Vacina Polivalente constituída por dois ou mais antígenos diferentes de cepas da mesma espécie de microorganismos, como a meningocócica A/C, meningocócica A/C/Y/W 35, pneumocócica 23 (constituída por 23 diferentes cepas sorológicas do pneumococo), gripe ou influenza A/B, entre outras. IV Vacina Conjugada ocorre quando o antígeno vacinal encontra se conjugado a uma proteína, capaz de torná lo mais imunogênico, tal como a vacina para hemófilos B. D Quanto ao Estado Físico: I Vacinas Líquidas neste caso pode conter substâncias adjuvantes, tais como a vacina tríplice (DPT), duplas (DT/dT), tétano (TT), pólio oral e injetável, febre tifóide e pneumocócicas. Exs: tríplice (DPT), dupla (DT/dT), tétano (TT), pólio oral e injetável, febre tifóide e pneumocócicas. II Vacinas Liofilizadas são vacinas dessecadas por liofilização e não podem conter substâncias adjuvantes, porque o mecanismo de liofilização envolve congelamento, o que compromete a potência das vacinas que os contém. Este processo dá maior estabilidade às vacinas, que devem ser liquefeitos no momento de seu uso, através de diluentes apropriados. Exs: BCG, sarampo, rubéola, caxumba, febre amarela, meningocócicas: A, C, Y e Wl35.
7 7 E Quanto a Administração por vias: oral, intradérmica, percutânea, subcutânea e intramuscular. Nota este texto é, na realidade, uma breve introdução, por isso queremos esclarecer aos interessados no assunto, que para obter o texto na íntegra (total), basta solicitá-lo, que atenderemos todos os pedidos e enviaremos os mesmos pelos Correios e Telégrafos; portanto, entre em contato conosco através dos nossos telefones ou . À Direção. Maceió, Janeiro de Autor: Mário Jorge Martins. Prof. Adjunto de Saúde Coletiva da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL). Mestre em Parasitologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Médico da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA).
ENFERMAGEM IMUNIZAÇÃO. Política Nacional de Imunização Parte 4. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM IMUNIZAÇÃO Política Nacional de Imunização Parte 4 Profª. Tatiane da Silva Campos Estamos constantemente expostos a agentes infecciosos (parasitas, bactérias, vírus e fungos). Defesa desses
Histórico. Imunização. Tipos de Imunização. Imunização ativa 14/09/2009
Histórico Variolação: 1796 Vacina anti-rábica: 1885 Vacina anti-pólio (Salk): 1954 Vacina anti-pólio (Sabin): 1956 Primeira vacina recombinante: 1986 Vacina contra rotavírus: 1998 1 2 Imunização Objetivos:
Imunização ativa e passiva
IMUNIZAÇÕES Imunização ativa e passiva IMUNIZAÇÕES IMUNIZAÇÃO É DEFINIDA COMO A AQUISIÇÃO DE PROTEÇÃO IMUNOLÓGICA CONTRA UMA DOENÇA INFECCIOSA. Jenner e a varíola (1798) Pasteur e o cólera (1798) IMUNIZAÇÕES
ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO
ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO CONCURSO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM TEMA 11 PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE VACINAS O que faz uma vacina? Estimula
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNIRIO IMUNOPROFILAXIA. Dra. Cleoncie Alves de Melo Bento Profa. Adjunta Disciplina de Imunologia
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNIRIO IMUNOPROFILAXIA Dra. Cleoncie Alves de Melo Bento Profa. Adjunta Disciplina de Imunologia Introdução IMUNIDADE ATIVA PASSIVA Introdução IMUNIDADE
IMUNOPROFILAXIA. Dra. Rosa Maria Tavares Haido Profa. Adjunta Disciplina de Imunologia
Dra. Rosa Maria Tavares Haido Profa. Adjunta Disciplina de Imunologia Introdução IMUNIDADE ATIVA PASSIVA Introdução IMUNIDADE ATIVA NATURAL Infecções clínicas ou sub-clínicas ARTIFICIAL Vacinas Definição
Importância e Descoberta
Importância e Descoberta OMS - VACINAÇÃO E ÁGUA LIMPA INTERVENÇÕES DE SAÚDE PÚBLICA COM MAIOR IMPACTO NA SAÚDE MUNDIAL, APLICADAS MESMO ANTES DO CONHECIMENTO DA EXISTENCIA DE GERMES EM 1786 JENNER, APÓS
Histórico. Erradicação da Varíola
Histórico Inserção contra Febre Amarela Erradicação da Pólio Erradicação da Varíola Revolta da vacina 1904 Vacinação Em 1973, houve a criação do Programa Nacional de Imunização PNI. Este articula, sob
EXAMES LABORATORIAIS: IMUNOLOGIA
EXAMES LABORATORIAIS: IMUNOLOGIA Aula 2 CONCEITOS GERAIS Imunidade: conjunto de processos fisiológicos que permite ao organismo reconhecer corpos estranhos e responder contra os mesmos. Sistema imune:
BIOLOGIA Sistema imunológico e excretor
Sistema imunológico Módulo 31 Página 01 à 14 O Pulso - Titãs Composição: Arnaldo Antunes O pulso ainda pulsa O pulso ainda pulsa... Peste bubônica Câncer, pneumonia Raiva, rubéola Tuberculose e anemia
Vacinas e Vacinação 24/02/2014. Prof. Jean Berg. Defesas orgânicas. Imunoprofilaxia. Imunoprofilaxia. Resistência à infecção.
Prof. Jean Berg Imunologia Resposta imune Mecanismo pelo qual o organismo é capaz de reconhecer e eliminar as substâncias heterólogas. Resposta imune Substâncias heterólogas Endógena células mortas Exógena
Vacinas e Vacinação. cüéya ]xtç UxÜz 18/5/2010. Defesas orgânicas. Imunoprofilaxia. Imunoprofilaxia. Resistência à infecção.
cüéya ]xtç UxÜz Imunologia Resposta imune Mecanismo pelo qual o organismo é capaz de reconhecer e eliminar as substâncias heterólogas. Resposta imune Substâncias heterólogas Endógena células mortas Exógena
Vacinas e Imunoterapia
Como os organismos hospedeiros vertebrados podem adquirir Imunidade? Vacinas e Imunoterapia Prof. Helio José Montassier Imunidade Passiva É uma forma de imunidade temporária após transferência natural
ANTÍGENOS & ANTICORPOS
ANTÍGENOS & ANTICORPOS ANTÍGENOS e IMUNÓGENOS ANTÍGENOS estruturas moleculares que interagem com anticorpos (reconhecimento). apesar de reconhecidas nem sempre provocam uma resposta do sistema imune São
Imunologia Veterinária. Aula 1 A defesa do organismo
Imunologia Veterinária Aula 1 A defesa do organismo Uma Breve História da Imunologia Veterinária Quando infecções como a varíola e a peste se espalharam pela sociedade antiga, embora muitos tenham morrido,
Antígenos e Imunoglobulinas
Curso: farmácia Componente curricular: Imunologia Antígenos e Imunoglobulinas DEYSIANE OLIVEIRA BRANDÃO Antígenos (Ag) São estruturas solúveis ou particuladas reconhecidas pelo organismo como estranha
10/02/2011 VACINAS IMUNIZAÇÃO. Referências Bibliográficas:
INTRODUÇÃO À IMUNOLOGIA: PROPRIEDADES GERAIS Prof. MSc. Weverson Pires [email protected] [email protected] Referências Bibliográficas: ANTUNES, L. Imunologia Geral. Rio de Janeiro: Atheneu, 1998.
Resposta imune inata (natural ou nativa)
Universidade Federal do Pampa Campus Itaqui Curso de Nutrição Imunologia Resposta imune inata (natural ou nativa) Profa. Dra. Silvana Boeira Acreditou-se por muitos anos que a imunidade inata fosse inespecífica
Imunidade Humoral. Células efectoras: Linfócitos B. (Imunoglobulinas)
Imunidade Humoral Células efectoras: Linfócitos B (Imunoglobulinas) Determinantes antigénicos Também conhecidos como epítopos, são porções do antigénio que reúnem aspectos físicos e químicos que favorecem
!"#$%&'()%*+*!,'"%-%./0
Processos Patológicos Gerais Biomedicina!"#$%&'()%*+*!,'"%-%./0 Lucas Brandão O QUE É A IMUNOLOGIA? O QUE É A IMUNOLOGIA? Estudo do Imuno latim immunis (Senado romano) O que é a Imunologia? Definição:
São macromoléculas com alto peso molecular, formadas por unidades denominadas aminoácidos (aa), ligados entre si através de ligações peptídicas.
AS PROTEÍNAS São macromoléculas com alto peso molecular, formadas por unidades denominadas aminoácidos (aa), ligados entre si através de ligações peptídicas. Mais de 100 aa Menos de 100 aa polipeptídeo
Imunizações Prof. Orlando A. Pereira FCM - Unifenas
Imunizações Prof. Orlando A. Pereira FCM - Unifenas Imunização ativa A imunização ativa é realizada pela introdução no organismo de diferentes tipos de antígenos, representados tanto por cepas vivas e
Sistema Imunológico. 1) Introdução. É o sistema responsável pela defesa do organismo contra a ação de agente patogênicos (que causam doenças).
1) Introdução É o sistema responsável pela defesa do organismo contra a ação de agente patogênicos (que causam doenças). 2) Componentes Células de defesa (Leucócitos ou glóbulos brancos) Órgãos linfáticos
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP
1 MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP 2 RESUMO:-MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES INFECCIOSOS - BARREIRAS 1. Barreiras
CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM. Professor(a) Mayra Caires Pires
CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM Professor(a) Mayra Caires Pires IMUNOLOGIA 2016.1 O SISTEMA IMUNOLÓGICO Profa Mayra Caires Pires Histórico O que é? Sistema responsável pelo reconhecimento e pela resposta
IMUNOLOGIA. Felipe Seixas
IMUNOLOGIA Felipe Seixas De 1884 a 1960 Surgimento da teorias microbianas Única causa específica para cada doença Compreensão das formas de contágio Início de programas de combate às infecções; Tratamento
Doenças Infecciosas e Transmissão de Doenças: Conceitos Básicos
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Estudos em Saúde Coletiva Graduação de Saúde Coletiva Disciplina: Fundamentos de Epidemiologia Doenças Infecciosas e Transmissão de Doenças: Conceitos
ATUALIZAÇÃO EM SALA DE VACINA
2014 ATUALIZAÇÃO EM SALA DE VACINA Unidade I - PNI CHIARA DANTAS VANDERLEI 2 APRESENTAÇÃO Avidaéumaoportunidadeenãoumaobrigação,especialmentequandosetrata devalorizaravidahumanaevitandodoençascomvacinação
REVISÃO VACINAS 15/02/2013
1. De acordo com o calendário básico de vacinação, assinale a alternativa que apresenta a(s) vacina(s) que deve(m) ser administrada(s) em um recém nascido. REVISÃO VACINAS a) Somente a BCG. b) BCG e vacina
FUNDAMENTOS DE IMUNOLOGIA
FUNDAMENTOS DE IMUNOLOGIA Imunidade Adquirida Específica ou Adaptativa: Respostas a antígenos específicos Imunidade Adquirida Incluem linfócitos e seus produtos, como os anticorpos; Substâncias estranhas
IMUNOLOGIA. Prof. Fausto de Souza Aula 10: Imunização Passiva e Ativa Vacinas
IMUNOLOGIA Prof. Fausto de Souza Aula 10: Imunização Passiva e Ativa Vacinas Imunização passiva Imunização passiva transferência de anticorpos produzidos por um animal ou outro homem. Esse tipo de imunidade
Imunologia. Introdução ao Sistema Imune. Lairton Souza Borja. Módulo Imunopatológico I (MED B21)
Imunologia Introdução ao Sistema Imune Módulo Imunopatológico I (MED B21) Lairton Souza Borja Objetivos 1. O que é o sistema imune (SI) 2. Revisão dos componentes do SI 3. Resposta imune inata 4. Inflamação
SETOR DE VACINAS HERMES PARDINI TREINAMENTO VACINAS EQUIPE CALL CENTER. Enfº Adalton Neto Enfª Ana Paula
SETOR DE VACINAS HERMES PARDINI TREINAMENTO VACINAS EQUIPE CALL CENTER Enfº Adalton Neto Enfª Ana Paula Equipe administrativa Vacinas / Apoio Técnico Equipe administrativa de Vacinas: 1 médica Coordenação
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO PEDRO DA ALDEIA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE. Criança
Criança Para vacinar, basta levar a criança a um posto ou Unidade Básica de Saúde (UBS) com o cartão da criança. O ideal é que toda dose seja administrada na idade recomendada. Entretanto, se perdeu o
MSc. Romeu Moreira dos Santos
MSc. Romeu Moreira dos Santos 2017 2015 INTRODUÇÃO Imunizar: tornar imune (o organismo) ou resistente a determinada doença infecciosa. Passiva (Transferência de Acs da Mãe p/ o feto / neonato ou Soroterapia)
PATOGENICIDADE BACTERIANA
PATOGENICIDADE BACTERIANA Fatores de de Virulência Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará Curso de Licenciatura Plena em
HISTÓRIA DA IMUNOLOGIA
1 HISTÓRIA DA IMUNOLOGIA O termo imunidade provém do latim immunitas, que se refere a isenções a taxas que os senadores romanos auferiam; Os conceitos de contágio e a teoria dos germes surgem, em 1546,
MSc. Romeu Moreira dos Santos
MSc. Romeu Moreira dos Santos 2018 2015 INTRODUÇÃO Imunizar: tornar imune (o organismo) ou resistente a determinada doença infecciosa. QUAIS SÃO AS FORMAS DE IMUNIZAR? Questions & feedback? Email me dave@
Biologia 12 Sistema imunitário
Biologia 12 Sistema imunitário Resposta imunitária conjunto de processos que permite ao organismo reconhecer substâncias estranhas ou anormais de forma a que sejam neutralizadas e eliminadas. O reconhecimento
4ª Ficha de Trabalho para Avaliação Biologia (12º ano)
4ª Ficha de Trabalho para Avaliação Biologia (12º ano) Ano Lectivo: 2008/2009 Nome: Nº Turma: CT Curso: CH-CT Data: 06/03/2009 Docente: Catarina Reis NOTA: Todas as Respostas são obrigatoriamente dadas
Resposta imune adquirida
Resposta imune adquirida Resposta imune adquirida Também denominada: - Resposta imune tardia - Resposta imune adaptativa É caracterizada por ocorrer em períodos mais tardios após o contato com um agente
Escola: Nome: Turma: N.º: Data: / / FICHA DE TRABALHO 1A. amena atmosfera organismos. protetora temperatura solo. rochas água radiações
FICHA DE TRABALHO 1A amena atmosfera organismos protetora temperatura solo rochas água radiações A os microrganismos podem ser divididos no grupo das, dos e dos protozoários (protistas). B O conhecimento
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP RESUMO:-MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES INFECCIOSOS
Ciências Naturais, 6º Ano. Ciências Naturais, 6º Ano FICHA DE TRABALHO 1A. Escola: Nome: Turma: N.º: Conteúdo: Micróbios. Escola: Nome: Turma: N.
FICHA DE TRABALHO 1A amena atmosfera organismos FICHA DE TRABALHO 1A amena atmosfera organismos protetora temperatura solo protetora temperatura solo rochas água radiações rochas água radiações A os microrganismos
Discente: Priscila Diniz Lopes Docente: Hélio José Montassier Disciplina de Imunologia
Discente: Priscila Diniz Lopes Docente: Hélio José Montassier Disciplina de Imunologia 2016 Passiva Proteção imediata Imunidade temporária Ativa Proteção não é conferida imediatamente Proteção prolongada
NOVO CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA 2016
Algumas doenças são chamadas de infecciosas: aquelas causadas por micro-organismos. Para evitar a ocorrência de muitas delas, são usadas as vacinas, que protegem nosso organismo contra esses seres vivos.
Vigilância das Doenças Preveníveis por Imunização Vacinação do Profissional de Saúde
Vigilância das Doenças Preveníveis por Imunização Vacinação do Profissional de Saúde Universidade Federal Fluminense Instituto de Saúde da Comunidade Departamento de Epidemiologia e Bioestatística Epidemiologia
24/11/2015. Biologia de Microrganismos - 2º Semestre de Prof. Cláudio 1. O mundo microbiano. Profa. Alessandra B. F. Machado
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA, MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA Relação bactéria-hospedeiro Profa. Alessandra B. F. Machado O mundo microbiano Os microrganismos são ubíquos.
ENFERMAGEM IMUNIZAÇÃO. Calendário Vacinal Parte 26. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM IMUNIZAÇÃO Calendário Vacinal Parte 26 Profª. Tatiane da Silva Campos Evento adverso pós-vacinação (EAPV): é qualquer ocorrência médica indesejada após a vacinação e que, não necessariamente,
Vacinas e soros hiperimunes: Conceito, transferência de imunidade, composição e tipos de vacinas. Prof. Helio José Montassier
Vacinas e soros hiperimunes: Conceito, transferência de imunidade, composição e tipos de vacinas Prof. Helio José Montassier TIPOS DE IMUNIDADE Imunidade Passiva:- Proteção imediata Administração de Acs
Página 1 de A célula 4 é um e está a libertar. a) linfócito T...toxinas. d) linfócito B citoquinas. c) linfócito B toxinas
Escola Prof. Reynaldo dos Santos Vila Franca de Xira Biologia - 12º ano - Teste de Avaliação Maio 2018 Unidade 3: Imunidade e controlo de doenças; Biotecnologia no diagnóstico e terapêutica Leia atentamente
Microbiota Normal do Corpo Humano
Microbiota Normal do Corpo Humano Microbiota Microbiota Microflora Flora indígena São termos usados para denominar os microrganismos que habitam o corpo humano e interagem de forma benéfica. Flora normal
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA II
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA II MICROBIOLOGIA: Mikros (= pequeno) + Bio (= vida) + logos (= ciência) A Microbiologia é definida, como a área da ciência que dedica - se ao estudo de microrganismos. Os
ADJUVANTES VACINAIS 1
145 ADJUVANTES VACINAIS 1 Michel da Costa Ferreira 2 ; Whebert Dueli Rosse 3 ; Wendel da Silva Lopes 4 ; Breno Drumond 5 ; Marli de Carvalho 6 ; Cíntia Soares Cardoso Condé Quintão 7 Adriane Jane Franco
Estudo do sistema imune do corpo e suas funções e alterações. uuhsc.utah.edu/healthinfo/adult/path/glossary.htm
O estudo de todos os aspectos do sistema imune, incluindo sua estrutura e função, falhas e alterações do sistema imune, banco de sangue, imunização e transplantes de órgãos. www.als.net/als101/glossary.asp
CARTILHA DE VACINAÇÃO. Prevenção não tem idade. Vacine-se!
CARTILHA DE VACINAÇÃO Prevenção não tem idade. Vacine-se! A saúde é o nosso bem mais precioso, e a vacinação é um meio acessível, seguro e efetivo de protegê-la! A vacinação protege não apenas aqueles
SISTEMA IMUNITÁRIO ou IMUNOLÓGICO. O sangue e as defesas corporais
SISTEMA IMUNITÁRIO ou IMUNOLÓGICO O sangue e as defesas corporais INTRODUÇÃO Promove o combate a microrganismos invasores e a limpeza do organismo (retirada de células mortas e de células alteradas) Altamente
Dra. Tatiana C. Lawrence PEDIATRIA, ALERGIA E IMUNOLOGIA
Vacinação As vacinas são as ferramentas mais poderosas e inofensivas que temos para combater as doenças. Protegem milhões de crianças e adultos das doenças que ameaçam nossas vidas, como poliomielite (paralisia
Universidade Federal Fluminense Resposta do hospedeiro às infecções virais
Universidade Federal Fluminense Resposta do hospedeiro às infecções virais Disciplina de Virologia Departamento de Microbiologia e Parasitologia (MIP) Mecanismos de resposta inespecífica Barreiras anatômicas
Imunização. Prof. Hygor Elias. Calendário Vacinal da Criança
Imunização Prof. Hygor Elias Calendário Vacinal da Criança 1 Vacinação do Adolescente Vacinação do Adulto 2 Vacinação da Gestante Vacinação do Idoso 3 Ano: 2017 Banca: CONSULPLAN Órgão: TRE-RJ Prova: Técnico
TÓPICOS BÁSICOS DE IMUNOLOGIA
Secretaria Estadual de Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Imunização e Rede de Frio Coordenação de Normatização TÓPICOS BÁSICOS DE IMUNOLOGIA Objetivos deste módulo Conhecer os tipos
VACINAÇÃO DE GESTANTES. Carla Sakuma de Oliveira Médica infectologista
VACINAÇÃO DE GESTANTES Carla Sakuma de Oliveira Médica infectologista VACINAÇÃO DA MULHER PERÍODO ANTE-NATAL PRÉ-NATAL GESTAÇÃO PUERPÉRIO Momento ideal Doenças imunopreveníveis deveriam ser alvo de prevenção
Fundamentos de Epidemiologia
Fundamentos de Epidemiologia 1 Definição do grego epi = sobre, demos = população. Do ponto de vista etimológico seria o estudo das epidemias. É estudo da freqüência, distribuição espacial e cronológica
Para estudarmos a reprodução viral vamos analisar a reprodução do bacteriófago, parasito intracelular de bactérias. Bacteriófago
6) Reprodução Viral o Os vírus só se reproduzem no interior de uma célula hospedeira. o O ácido nucléico dos vírus possui somente uma pequena parte dos genes necessários para a síntese de novos vírus.
Vacinação em prematuros, crianças e adolescentes
Vacinação em prematuros, crianças e adolescentes O Centro de Inovação Unimed-BH publica as orientações sobre o Programa de Imunização para Prematuros, Crianças e Adolescentes, atualizado com as últimas
O sistema imune é composto por células e substâncias solúveis.
Definição: estudo do sistema imune (SI) e dos mecanismos que os seres humanos e outros animais usam para defender seus corpos da invasão de microorganimos Eficiente no combate a microorganismos invasores.
IMUNOLOGIA CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM
IMUNOLOGIA 2016.1 CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM Professora Mayra Caires Pires IMUNOLOGIA 2016.1 CONCEITOS IMPORTANTES E BREVE HISTÓRICO Professora Mayra Caires Pires Conceituando Origem e signicado da palavra:
VA P CINAS ARA CRIANÇAS Dourados
Dourados VACINAS PARA CRIANÇAS O ato de vacinar é a forma mais fácil de proteger o organismo contra doenças infecciosas potencialmente graves e de prevenir que essas doenças sejam transmitidas a outras
11. - NCEE UFRJ). S.P.L.,
VACINA 01. (NC-UFPR Enfermeiro/2012). Na administração de medicação intramuscular em recém-natos (RN), o local mais apropriado é a região da face ântero-lateral da coxa. Qual o volume máximo recomendado
Imunologia. Propriedades das Respostas imunes e órgãos linfóides. Bibliografia Básica. Introdução. Tipos de imunidade. Histórico 12/03/2012
Bibliografia Básica Imunologia Prof. Dr. Gilson C. Macedo www.ufjf.br/imunologia Introdução Propriedades das Respostas imunes e órgãos linfóides Prof: Dr. Gilson C. Macedo Derivado do latim immunitas Refere-se
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias e Vírus) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias e Vírus) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP RESUMO:- MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES INFECCIOSOS - BARREIRAS
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas Metazoários) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas Metazoários) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP RESUMO:-MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES
ADULTO TAMBÉM TOMA VACINA!
ADULTO TAMBÉM TOMA VACINA! Não é só na infância que precisamos delas. Entenda por que a imunização nessa fase é fundamental e conheças as 6 vacinas que todos os adultos devem tomar. 1 TRÍPLICE BACTERIANA:
Defesa não Especifica. Realizado por: Ricardo Neves
Defesa não Especifica Realizado por: Ricardo Neves Como se defende o nosso corpo das doenças? Vacinas? Como são feitas? Como funcionam? http://www.theimmunology.com/animations/vaccine.htm Constituição
Ditos sobre vacinas. Vacinas são boas ou Ruins?
Ditos sobre vacinas Prof. Gilson C. Macedo SOROS E VACINAS: MANIPULAÇÃO DO SISTEMA IMUNE PARA COMBATER INFECÇÕES * Vacinas não previnem nada * São feitas com placenta de boi (no caso de vaca) * São feitas
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas Metazoários) Prof. Helio José Montassier / FCAVJ-UNESP
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas Metazoários) Prof. Helio José Montassier / FCAVJ-UNESP RESUMO:-MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES
Maria Etelvina de Sousa Calé
Divulgação de Boas Práticas 13 e 14 de Dezembro de 2011 Princípios e Recomendações Maria Etelvina de Sousa Calé Lisboa, 13 Dezembro 2011 Vacinas Substâncias antigénicas utilizadas para produzir imunidade
A BIOLOGIA MOLECULAR NA PRODUÇÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS
A BIOLOGIA MOLECULAR NA PRODUÇÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS PRODUÇÃO DE INSUMOS BIOLÓGICOS GENE PLASMÍDEO HOSPEDEIRO TRANSCRIÇÃO - RNA TRADUÇÃO - PROTEÍNA PURIFICAÇÃO PLASMÍEO PADRÃO Amp R Ori Promotor Eco RI
Aula: Histologia II. Sangue e linfa. Funções de hemácias, plaquetas e leucócitos.
Sangue e linfa. Funções de hemácias, plaquetas e leucócitos. PROFESSORA: Brenda Braga DATA: 10/04/2014 7. Tecidos Conjuntivos de Transporte 7.1. Sangue Centrifugação 55 % Plasma 45 % Elementos figurados
IMUNIZAÇÕES. Dra Joelma Gonçalves Martin Departamento de Pediatria Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP
IMUNIZAÇÕES Dra Joelma Gonçalves Martin Departamento de Pediatria Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP IMUNIZAÇÕES IMUNIZAR: tornar não susceptível a uma determinada doença a e, dessa forma, preveni-la.
Vacinas. Tem na Previnna? Ao nascer 1 mês. 24 meses 4 anos. 18 meses 2 anos/ 12 meses. 15 meses. 5 meses. 4 meses. 8 meses. 3 meses. 6 meses.
Dos 2 aos 1 1 BCG ID Dose única Hepatite B, TANTO A VACINA HEPATITE B QUANTO A VACINA HEXAVALENTE (DIFTERIA, TÉTANO, Tríplice Bacteriana (Difteria, Tétano e Coqueluche) Haemophilus influenzae b, TANTO
Interação vírus célula Aspectos Gerais. Tatiana Castro Departamento de Microbiologia e Parasitologia (UFF)
Interação vírus célula Aspectos Gerais Tatiana Castro Departamento de Microbiologia e Parasitologia (UFF) Interação Vírus - Célula Relacionada ao ciclo de replicação do vírus Efeitos primários da infecção
VÍRUS PROF.º MÁRIO CASTRO PROMARIOCASTRO.WORDPRESS.COM
VÍRUS PROF.º MÁRIO CASTRO PROMARIOCASTRO.WORDPRESS.COM Os vírus são seres muito simples e pequenos (medem menos de 0,2 µm), formados basicamente por uma cápsula proteica envolvendo o material genético,
CARACTERÍSTICAS GERAIS DA MICROBIOTA HUMANA
1 CONCEITOS IMPORTANTES DE MICROBIOTA MICROBIOTA: conjunto de microrganismos presente em um ambiente específico. Ex.: microbiota: do ar de interiores; da água do mar; do solo;... Como é determinada? Métodos
Reinaldo Menezes Martins Consultor Científico Bio-Manguinhos/Fiocruz
Reinaldo Menezes Martins Consultor Científico Bio-Manguinhos/Fiocruz Perguntas Como é a resposta(s) imunológica básica aos diferentes tipos de vacinas (polissacarídicas, conjugadas, proteicas, virais vivas)?
ESPECIALIZAÇÃO EM MICROBIOLOGIA APLICADA UNIOESTE PROF. RAFAEL ANDRADE MENOLLI
ESPECIALIZAÇÃO EM MICROBIOLOGIA APLICADA UNIOESTE PROF. RAFAEL ANDRADE MENOLLI Imunologia Definição: estudo do sistema imune (SI) e dos mecanismos que os seres humanos e outros animais usam para defender
ATUALIZAÇÃO DO CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO
ATUALIZAÇÃO DO CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO 2017 Seis vacinas terão seu público-alvo ampliado em 2017 Hepatite A: crianças Tetra Viral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela): crianças Meningocócica C: crianças
