Abordagem Macroeconômica do
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- Ana Lívia Andrade Peralta
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1 Abordagem Macroeconômica do Balanço de Pagamentos Desvalorização e termos de troca Teorema das elasticidades críticas Limites fundamentais da desvalorização cambial
2 Mecanismos de ajustamento do balanço de pagamentos O déficit ou superávit externo é resultado de: 1. efeitos dos preços relativos e da renda nacional, também 2. efeitos das variações da taxa de câmbio (contínuas em regime cambial flutuante e descontínuas em regime cambial fixo), e por fim, 3. efeitos da política monetária e fiscal. Os dois primeiros efeitos são classificados, por algumas correntes do pensamento econômico, como automáticos em economia de mercado. Os últimos efeitos são considerados discricionários.
3 Mecanismos automáticos de ajustamento segundo neoclássicos Os economistas clássicos e neoclássicos defendem a eficácia dos mecanismos automáticos de ajustamento ou reequilíbrio do balanço de pagamentos: pelos preços dos bens e serviços (em regime de câmbio fixo) e pelo preço da moeda (em regime de câmbio flexível).
4 Efeito preço em regime de câmbio fixo Há efeito preço em regime de câmbio fixo (Fluxograma 1): 1. o déficit do balanço de transações correntes provoca saída de divisas; 2. há queda da oferta de moeda, os preços internos tornam-se inferiores aos preços externos; 3. aumenta a demanda de produtos nacionais até alcançar o reequilíbrio do balanço de transações correntes. A condições para esse automatismo são: 1. perfeita flexibilidade dos preços; 2. pleno emprego no país superavitário; 3. oferta e demandas elásticas às variações de preços relativos.
5 Fluxograma 1: a lógica do equilíbrio automático DÉFICIT NAS TRANSAÇÕES CORRENTES SAÍDA DE MOEDA Ajustamento com taxa de câmbio fixa REDUÇÃO DA MASSA MONETÁRIA BAIXA DOS PREÇOS INTERNOS GANHO DE COMPETITIVIDADE NO PREÇO REEQUILÍBRIO DAS TRANSAÇÕES CORRENTES
6 Efeito preço em regime de câmbio flexível O efeito preço em regime de câmbio flexível é distinto (Fluxograma 2): o equilíbrio do balanço de transações correntes se restabelece sem modificações dos preços internos expressos em moeda nacional, mas sim com variação da taxa de câmbio, que converte os preços internos em preços internacionais. DÉFICIT NAS TRANSAÇÕES CORRENTES OFERTA LÍQUIDA DE MOEDA NACIONAL NO MERCADO DE CÂMBIO DEPRECIAÇÃO DA MOEDA NACIONAL MELHORIA DA COMPETITIVIDADE- PREÇO DO PAÍS REEQUILÍBRIO DAS TRANSAÇÕES CORRENTES
7 Efeito renda (ou quantidade) Para os economistas keynesianos, há efeito renda, induzido pelo saldo do balanço de pagamentos. Não aceitam as hipóteses neoclássicas de 1. pleno emprego e 2. alta elasticidade da demanda ao preço. A lógica keynesiana é baseada nos efeitos multiplicadores das rendas internas em situação de desequilíbrio comercial.
8 Efeito renda (ou quantidade) O multiplicador do comércio exterior postula que o saldo positivo no balanço de transações correntes reforça a demanda agregada. O O reequilíbrio automático é encontrado 1. pelo estímulo às importações do país superavitário e 2. pelo freio às importações do país deficitário. As importações dependem da renda doméstica e as exportações, da renda do resto do mundo.
9 Impacto monetário do superávit do BP
10 MECANISMO DE EQUILÍBRIO COM CÂMBIO FLEXÍVEL impacto monetário do superávit do balanço de pagamentos aumento da massa monetária aumento dos encaixes monetários dos agentes elevação da demanda dos produtos nacionais elevação da demanda dos produtos estrangeiros elevação dos preços dos produtos nacionais demanda de divisas estrangeiras no mercado de câmbio apreciação da moeda estrangeira elevação dos preços dos produtos estrangeiros revalorização das reservas cambiais até que a elevação dos preços tenha absorvido a demanda suplementar ligada à alta da massa monetária (novo equilíbrio)
11 Abordagem das Elasticidades A abordagem das elasticidades analisa o impacto que a mudança de preços relativos, através da desvalorização cambial, tem sobre o balanço comercial. Os efeitos da desvalorização cambial, em regime de câmbio fixo (semelhantes aos da depreciação em regime de câmbio flexível), são: 1. encarecimento das importações e 2. queda nos preços externos das exportações. Com isto, reforça-se a competitividade dos produtos nacionais, em termos de troca. No entanto, imediatamente, as quantidades importadas e exportadas permanecem as mesmas; logo, a desvalorização deteriora de imediato os termos de troca.
12 Termos de Troca Os termos de troca constituem a relação entre: o preço médio das exportações e o preço médio das importações. Se os produtos importados estão, em média, mais caros do que os produtos exportados os termos de troca estão desfavoráveis. Com a deterioração dos termos de troca, é necessário, doravante, vender mais bens no exterior, para manter a mesma quantidade importada de bens estrangeiros; com o mesmo volume de exportações, só se poderá comprar menor quantidade de produtos estrangeiros.
13 Desvalorização, Termos de Troca e Equilíbrio Interno Os termos de troca (TT) medem a relação entre o índice dos preços das exportações ( P x ) e o índice de preços das importações ( P M ): TT = P X / P M é indicador do poder de compra no exterior. Conseqüências potenciais da deterioração dos TT = f( desvalorização cambial ): acentuação do déficit comercial; efeito inflacionário; diminuição da atividade econômica.
14 Conseqüências potenciais da deterioração dos termos de troca 1. Acentuação do déficit comercial: para volume de troca constante, receitas das exportações diminuem e gastos com importações aumentam. 2. Efeito inflacionário: o aumento dos preços dos importados com grande coeficiente na produção e no consumo resulta em inflação de custos importada, que acaba refletindo nos preços dos produtos exportáveis => prejudica a melhoria da competitividade-preço, obtida pela desvalorização cambial. 3. Moderação da atividade: em função da diminuição da demanda agregada interna, devido às maiores importações não serem compensadas por maior exportação, cairá a renda interna ( Y), o que, no futuro, provocará queda das importações ( M t + 1 ) e melhoria do saldo comercial: (X - M) t + 1
15 Elasticidade-preço A elasticidade-preço é a relação entre: a variação relativa na quantidade procurada ou ofertada de um bem, a variação relativa de seu preço. Por exemplo, o coeficiente de elasticidade-preço da demanda pode ser obtido dividindo a sua variação de sua quantidade pela variação percentual dos seus preços, sendo esta a causa daquela. Caso o coeficiente seja maior do que 1, a demanda é dita elástica, ou seja, a variação percentual no preço resultará em variação percentual maior na quantidade demandada. Vice-versa (menor do que 1), a demanda é inelástica. Mutatis mutandis, para a oferta.
16 Elasticidades-preço da oferta e da demanda O objetivo da desvalorização cambial é, justamente, obter esse superávit comercial mais cedo pela melhoria da competitividade-preço do que mais tarde pela recessão. Portanto, o melhor resultado 1. a elevação dos preços (em moeda nacional) dos bens importados e 2. a redução da quantidade importada em conjunto com 3. a redução dos preços dos bens exportados (em moeda estrangeira) e 4. o aumento da quantidade exportada irá depender de quatro elasticidades: 1. duas elasticidades-preço da oferta e da demanda de exportações e 2. duas elasticidades-preço da oferta e da demanda das importações. Quanto mais elásticas ao preço forem as duas demandas, maior será o impacto no balanço comercial.
17 Condição para efeito imediato A questão é que, na abordagem das elasticidades, as elasticidades-preço das importações e das exportações são determinantes da amplitude e da rapidez do efeito da competitividade-preço sobre os fluxos comerciais ( X e M), para evitar os citados efeitos macroeconômicos perversos da desvalorização (déficit, inflação, desemprego). Então, para o déficit comercial diminuir em seguida à desvalorização as receitas da exportação se tornarem maiores do que as despesas com importações, é necessário: ([P X. X] / [P M. M]) > 1.
18 Hipótese de perfeita elasticidade O efeito imediato da desvalorização é reduzir a relação entre os preços P X / P M, pois o efeito-preço é mais rápido do que o efeito-quantidade. Com isto, agrava o déficit [(X M) < 0] até que ele seja reduzido pelo aumento compensador suficiente da relação entre quantidades X / M, seja por aumento de X e diminuição de M, seja por progressão de X mais rápida do que a de M. Logo, a elasticidade de X com relação a P X e a elasticidade de M com relação a P M devem ser tais que X / M aumenta mais rápido do que P X / P M abaixa. Isso significa que a elasticidade de X / M com relação a P X / P M deve ser superior a 1 (elástica): trata-se da hipótese de perfeita elasticidade da oferta de bens e serviços, tanto interna, quanto externa, às variações da demanda.
19 Teorema das Elasticidades Críticas 1ª condição de Marshall-Lerner: o BTC se reequilibra após desvalorização se a soma em valor absoluto das elasticidades-preço (ε ) das exportações e das importações for superior a um (1): ε X + ε M > 1 2ª condição de Marshall-Lerner: a soma das elasticidades-preço das importações e das exportações deve ser tanto mais superior a 1 quanto mais o déficit inicial seja importante = f(estudos empíricos)
20 Condições de Marshall-Lerner As chamadas condições de Marshall-Lerner tentam sugerir o nível mínimo de elasticidades que asseguram o reequilíbrio externo. Na verdade, é a empolada confissão de ignorância por parte dos economistas teóricos. Honestamente, não se sabe a priori se a desvalorização cambial restabelecerá o equilíbrio externo. Isso dependerá de estudos empíricos, caso-a-caso. As condições que tornam a desvalorização bem sucedida são fenômenos empíricos.
21 Curva em J Outra possível situação é a das demandas domésticas e externas inelásticas, no curto prazo. Nesse caso, o balanço comercial sempre piora, após a desvalorização cambial. O retorno ao equilíbrio externo, mesmo quando teoricamente assegurado (pelas condições Marshall- Lerner), pode exigir prazo significativo. O efeito termos-de-troca é imediato, o efeito competitividade toma algum tempo a mais.
22 Curva em J Saldo comercial A curva em J representa, em gráfico, sob forma da letra jota, o aparecimento ou a acentuação do déficit, durante certo tempo, seguido de diminuição progressiva do déficit. 0 t
23 Limites Fundamentais da Desvalorização Cambial As principais razões que podem limitar a eficácia da desvalorização: 1. rigidezes da demanda 2. rigidezes da oferta e comportamentos da margem de lucro 3. fatores políticos
24 1. Rigidez da demanda interna e da demanda estrangeira Devido à crescente abertura externa, as economias aumentam a dependência mútua de fornecimentos, o que atenua a elasticidade-preço da demanda. Assim, em curto prazo, o país não dispõe de substitutos e continua a importar a mesma quantidade, mesmo se a desvalorização cambial encarece a fatura: há inelasticidade-preço em curto prazo. Também ao lado da competitividade-preço, há competitividade-estrutural que torna o produto importado diferenciado, independentemente de seu preço, pelo menos em curto prazo.
25 2. Rigidez da oferta e comportamentos da margem de lucro Quando a desvalorização começa a influenciar a demanda interna e a externa, isto não modifica os fluxos comerciais, se a oferta possui condições de responder à demanda. Mas se não há capacidade produtiva ociosa, nos setores exportadores, as pressões da demanda suplementar provocarão o aumento das margens de lucro, anulando o ganho da competitividade-preço, provocado pela desvalorização.
26 3. Fatores políticos Pode ocorrer a anulação da eficácia da desvalorização pelas represálias dos parceiros comerciais. Adotam medidas de retaliação para limitar importações provenientes do país que desvalorizou a sua moeda. Se também eles desvalorizarem, a guerra de desvalorizações pode provocar perda geral. Por isso mesmo, os acordos internacionais só costumam permitir desvalorização supervisionada, acompanhada de medidas internas monitoradas via FMI redução de demanda agregada e/ou do déficit fiscal, para remediar o desequilíbrio.
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