MODELO DE EQUILÍBRIO GLOBAL INTERNO E EXTERNO (CONTINUAÇÃO)
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- Ana Luiza Galvão Alcaide
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1 BLOCO B.B1 (2) MODELO DE EQUILÍBRIO GLOBAL INTERNO E EXTERNO (CONTINUAÇÃO) O EQUILÍBRIO EXTERNO: A CURVA BP Até ao momento apenas consideramos o modelo de equilíbrio global interno determinação dos níveis de rendimento real e da taxa de juro que: Permite, tudo o resto igual, o equilíbrio simultâneo nos mercados real (de bens e serviços) e monetário (e de títulos). MODELO IS-LM EM ECONOMIA ABERTA (4 SECTORES). Agora temos de introduzir o EQUILÍBRIO EXTERNO DA ECONOMIA (SALDO BP = 0): - - 1
2 De forma a determinar o: EQUILÍBRIO GLOBAL (SIMULTÂNEO) INTERNO E EXTERNO DA ECONOMIA. (Y, i) onde se verifique em simultâneo equilíbrio interno mercado real ou de bens e serviços e mercado monetário - e de títulos) e equilíbrio externo (BP = 0). FUNÇÃO BP SALDO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS (BP) = = SALDO DA BALANÇA DE BENS E SERVIÇOS (NX) + + SALDO DA BALANÇA FINANCEIRA NÃO MONETÁRIA (BK) (*) - - 2
3 (*) Simplificações:. BALANÇA DE RENDIMENTOS (RLE) + BALANÇA DAS TRANSFERÊNCIAS (CORRENTES E DE CAPITAL) = 0 BALANÇA CORRENTE E DE CAPITAL = BALANÇA DE BENS E SERVIÇOS NX = X M.. BALANÇA FINANCEIRA NÃO MONETÁRIA (BK) = BALANÇA FINANCEIRA TOTAL (BF) - ACTIVOS DE RESERVA. = ENTRADAS LÍQUIDAS DE CAPITAL. SALDO BP (em sentido económico) = SALDO (NX + BK) = VARIAÇÃO DAS RESERVAS OFICIAIS EM OURO + DIVISAS Δ R.. SALDO (BC + BK) = 0 BP EQUILIBRADA Δ R =
4 . SALDO (BC + BK)> 0 SUPERÁVITE DA BP Δ R> 0. SALDO (BC + BK) < 0 DÉFICE DA BP Δ R <0 BALANÇA DE BENS E SERVIÇOS NX = X M NX = X M = NX m* Y + a* θ/r (θ/r). θ = (E* Pf / P ) = TAXA DE CÂMBIO REAL OU COMPETITIVIDADE EXTERNA OU TERMO DE TROCA. X = X + f* Y* + a1* θ/r M = M + m* Y a2* θ/r NX = X M + a* θ - m* Y a = a1 + a2 somatório das elasticidades preço da procura das exportações e das importações. NX = (Y;Y*;θ)
5 BALANÇA FINANCEIRA NÃO MONETÁRIA (BK) Os movimentos de entradas e saídas de capitais são determinados pelo confronto entre a taxa de rentabilidade dos capitais no país e no resto do mundo. Tomando como indicador a taxa de juros aquele movimento: Determinado pelo DIFERENCIAL EXISTENTE ENTRE A TAXA DE JURO INTERNA ( i ) E A TAXA DE JURO INTERNACIONAL (i f). Ou seja: por (i i f) pelo que podemos concentrar- nos no diferencial das taxas de juro para explicar as entradas e saídas de capital. Hipóteses:. (i i f) ceteris paribus ENTRADAS LÍQUIDAS DE CAPITAL
6 . (i i f) ceteris paribus SAÍDAS LÍQUIDAS DE CAPITAL. BP = BP [Y; Y*; θ; (i i f)] DEDUÇÃO DA FUNÇÃO BP Hipóteses simplificadoras Y*;θ; i f são variáveis exógenas.. θ =. Y* = Y * i f = if pequena economia aberta se admite que o país não tem capacidade para afectar quer Y* quer i f. ESTAS HIPÓTESES PERMITEM CONCENTRARMO-NOS NA RELAÇÃO ENTRE A TAXA DE JURO INTERNA i E O NÍVEL DE RENDIMENTO INTERNO Y. PARA A QUAL SE TEM EQUILÍBRIO EXTERNO (BP = 0)
7 Admitindo a existência de uma relação linear: BP = NX m* Y + d* (i if) BP = X M m* Y + d* (i if) Na equação anterior impondo a condição de equilíbrio externo (BP = 0): BP = X M m* Y + d* (i i f) = 0 FUNÇÃO/CURVA) BP i = [ i f ( X M ) / d ] + (m / d )* Y. m = propensão marginal a importar.. d = sensibilidade das entradas líquidas de capital ao diferencial de taxas de juro ( i i f)
8 FUNÇÃO (CURVA) BP representa, no espaço (i, Y), as condições de equilíbrio externo (BP = 0): DECLIVE POSITIVO (m /d)> 0 Partindo de uma situação de equilíbrio inicial (i o, Y o) (BP = 0): Y M NX (pioria da NX) i BK ( entradas líquidas de capitais compensatórias) reequilíbrio da BP (BP = 0)
9 HIPÓTESES DA FUNÇÃO/CURVA BP CONFORME O GRAU DE MOBILIDADE DOS MOVIMENTOS DE CAPITAL PERFEITA MOBILIDADE DE CAPITAIS: O MODELO DE MUNDELL-FLEMING Pressupostos Básicos. Os mercados financeiros estão integrados de modo que os títulos nacionais e estrangeiros são substitutos perfeitos na carteira de títulos dos agentes económicos.. Os agentes têm acesso a informação rápida e de baixo custo sobre o diferencial (i i f).. O parâmetro d = DECLIVE BP = m / d =
10 i ENTRADA MASSIVA DE CAPITAIS ESTRANGEIROS: que elimina o diferencial ( i i f ). i SAÍDA MASSIVA DE CAPITAIS os agentes preferem os títulos estrangeiros: que elimina o diferencial ( i i f ). i LM i f BP = 0 IS 0 Y 0 Y A CURVA BP É HORIZONTAL (AO NÍVEL i = i f). Acima deste valor BP> 0 ENTRAM CAPITAIS.. Abaixo deste valor BP < 0 SAEM CAPITAIS
11 . OS FLUXOS DE CAPITAIS ELIMINAM O DIFERENCIAL (i i f) i = i f. Pressupostos (ainda) fortes na análise: Expectativas dos agentes sobre a taxa de câmbio (nomeadamente, quanto a eventuais depreciações/desvalorizações cambiais) não se alteram no período. Os preços interno (P) e internacional (P*) são constantes no período. AUSÊNCIA DE MOVIMENTOS DE CAPITAIS: CURVA BP VERTICAL i # i f sem restrições. d = 0 DECLIVE BP = m / d =
12 BP = 0 i LM i 0 IS 0 Y 0 Y IMPERFEITA MOBILIDADE DE CAPITAIS: CURVA BP POSITIVAMENTE INCLINADA i # i f de forma limitada depende do grau de mobilidade dos capitais: do parâmetro d. 0 < d < DECLIVE BP = m / d > 0. TANTO MENOS INCLINADA QUANTO MAIOR d grau de mobilidade dos capitais
13 . TANTO MAIS INCLINADA QUANTO MENOR d grau de mobilidade dos capitais. i LM BP = 0 i 0 IS 0 Y 0 Y PONTOS FORA DA CURVA BP (POSITIVAMENTE INCLINADA) i BP > 0 A BP = 0 BP < 0 B 0 Y
14 Pontos sobre a curva BP representam equilíbrio na curva BP. Pontos fora da curva BP representam desequilíbrio na curva BP.. Pontos acima da curva BP PONTO A: BP SUPERAVITÁRIA. Para reequilibrar a BP : OU i saída de capital Deteriora BK. OU Y o que ao aumentar as importações Deteriora NX.. Pontos abaixo da curva BP PONTO B BP DEFICITÁRIA: Requerendo i OU Y para retornar a BP de equilíbrio
15 EFEITO DE UMA VARIAÇÃO DA TAXA DE CÂMBIO REAL (θ/r) NA CURVA BP (POSITIVAMENTE INCLINADA) θ DEPRECIAÇÃO/DESVALORIZAÇÃO DA TAXA DE CÂMBIO REAL: DESLOCAMENTO PARALELO E PARA BAIXO DA CURVA BP. PARA DADO NÍVEL DE Y NX (MELHORIA DO SALDO DA BALANÇA DE BENS E SERVIÇOS). COMPATÍVEL COM UMA MENOR i. MENOR NECESSIDADE DE ENTRADAS LÍQUIDAS DE CAPITAL.. PARA QUE BP =
16 θ APRECIAÇÃO/VALORIZAÇÃO DA TAXA DE CÂMBIO REAL: DESLOCAMENTO PARALELO E PARA CIMA DA CURVA BP. Nota: Por hipótese P e P * não se alteram (são constantes) θ = E
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