Data: / / Município: Código (IBGE) EAS: Código (CNES)
|
|
|
- Luciano Benedicto Alvarenga Caldas
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 UF ESTADO D - _ MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES UF PROGRAMA DE AVALIAÇÃO DO INSTRUMENTO DE SUPERVISÃO SALA DE VACINAÇÃO PAISSV (Versão 2.0 / Dezembro de 2004) ( ) 1 a. Supervisão ( ) 2 a. Supervisão Data: / / Município: Código (IBGE) EAS: Código (CNES) Tipo de Estabelecimento: Hospital ( ) Hosp. / Maternidade ( ) Maternidade ( ) Unidade de Saúde ( ) Clínica ( ) PACS / PSF ( ) Tipo de Administração: Federal ( ) Estadual ( ) Municipal ( ) Filantrópica ( ) Privada ( ) Endereço completo: Supervisor: I IDENTIFICAÇÃO 1) Nome do Diretor do EAS 2) Nome da Coordenação de Enfermagem 3) Área Urbana ( ) 4) Área Rural ( ) 5) Horário de funcionamento do EAS - Manhã: às 6) Horário de funcionamento do EAS - Tarde: às 7) Horário de funcionamento do EAS - Integral: às 8) Horário de funcionamento da Sala de Vacinação: Manhã: às 9) Horário de funcionamento da Sala de Vacinação: Tarde: às 1... COORDENAÇÃO... NACIONAL Código e Nome da... ) Hosp. /... nidade de Saúde (... ) Código e Nome do... 1)... a EAU... 2) 3) 4) 5) a EAU - Manhã: )... a EAU - Tarde:... 7)... a EAU - Integral:... <#> ) 9)...
2 10) Horário de funcionamento da Sala de Vacinação: Integral: às 11) Todas as vacinas do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI) são administradas durante todo o período de funcionamento da Sala de Vacinação? BCG 11.1) Se NÃO: Vacinas Hepatite B Pólio Oral DTP H. influenzae b Tetravalente Sarampo Tríplice Viral Dupla Viral dt Rubéola Febre amarela Outras: Manhã Tarde 1 vez p/semana QUANDO 2 vezes p/semana 3 vezes p/semana Quinzenal Mensal 12)Profissionais que atuam na Sala de Vacinação e Responsável Técnico : Capacitações Nome Categoria Sala Vacina BCG Rede Frio E.. Adversos Profissional Sim Ano* Não Sim Ano* Não Sim Ano* Não Sim Ano* Não *Registrar o ano da última capacitação. 2 10) MINISTÉRIO DA SAÚDEESTADO D FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE CENTRO NACIONAL DE EPIDEMIOLOGIACOORDENAÇÃO MUNICIPAL DO PROGRAMA DE IMUNIZAÇÕES COORDENAÇÃO GERAL DO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES INSTRUMENTO DE SUPERVISÃO EM SALA DE VACINAÇÃO I IDENTIFICAÇÃO 1) Data da Supervisão 2) Nome da Unidade de Saúde (US) 3) Endereço 4) Nome do Diretor da US 5) Nome da Coordenação Chefia de Enfermagem 6) Código da US 7) Município... D
3 II ASPECTOS GERAIS DA SALA DE VACINAÇÃO 1) A sala de vacinação funciona: 8 horas ou mais ( ) 6 horas ( ) 4 horas ( ) 2) É exclusiva para essa atividade? 3) É de fácil acesso à população? 4) Está devidamente identificada? 5) A área física da sala de vacinação atende as normas preconizadas pela CGPNI/ANVISA? 5.1) Tamanho mínimo de 6 m 2 5.2) Parede de cor clara, impermeável e fácil higienização 5.3) Piso resistente e antiderrapante 5.4) Piso impermeável e de fácil higienização 5.5) A sala dispõe de: 5.5.1) Pia com torneira e bancada de fácil higienização 5.5.2) Proteção adequada contra luz solar direta 5.5.3) Iluminação e arejamento adequado 6) A sala de vacinação está em condições ideais de conservação? 7) A sala de vacinação está em condições ideais de limpeza? 8) A limpeza geral (paredes, teto, etc) é feita no mínimo a cada quinze dias? 9) A temperatura ambiente da sala é mantida em 18ºC a 20ºC? 10) Tem objetos de decoração (papéis, vasos, etc)? 11) O mobiliário da sala de vacinação apresenta boa distribuição funcional? 3 no mesmo horário que a Unidade de Saúde? Sim Não 3) 4) 5) 9 material liso,, impermeável, e de fácil higienização 5.1) 6) 7) cartazes,
4 ... em recipientes plásticos... 12) Apresenta organização dos impressos e materiais de expediente? 13) As seringas e agulhas de uso diário estão acondicionados adequadamente ( em recepientes limpos e tampados)? 14) As seringas e agulhas de estoque estão acondicionados em embalagens fechadas e em local sem umidade? 15) Tem mesa de exame clínico/similar e/ou cadeira para aplicação de vacina? 15.1) Se SIM, possui colchonete ou similar revestido de material impermeável e protegido com material descartável? Não se aplica ( ) III - PROCEDIMENTOS TÉCNICOS 1) Indicação da Vacina: 1.1) Verifica a idade e intervalo entre as doses? 1.2) Investiga a ocorrência de eventos adversos à dose anterior? 1.3) Observa situações em que o adiamento temporário da vacinação está indicado e ou contra-indicações? 1.4) Orienta sobre a vacina a ser administrada? Não observado ( ) 1.5) Orienta o registro do aprazamento? Não observado ( ) 2) Observa o prazo de validade da vacina? 3) O preparo da vacina está: Correto ( ) Incorreto ( ) Não Observado ( ) 4) Registra data e hora de abertura do frasco? 5) Observa o prazo de validade após a abertura do frasco? 6) A técnica de administração da vacina está: Correta ( ) Incorreta ( ) Não Observado ( ) 7) Faz o acondicionamento de materiais perfurocortantes conforme as normas de biosegurança? 4 ou... 1) ) 3)... 4)... 5)... 6)... a 7)
5 8) Faz o tratamento das vacinas com microorganismos vivos antes do descarte? 9) Faz busca ativa de suscetíveis com a clientela que freqüenta o EAS? 10) Faz uso do cartão controle: 10.1) Para criança 10.2) Para adulto 11) Os cartões controle são organizados por data de retorno? 12) Realiza busca ativa de faltosos? 13) O quantitativo de vacinas é suficiente para atender a demanda? 14) Há estoque excessivo de vacinas na U.S? 15) O quantitativo de seringas e agulhas é suficiente para atender a demanda? 16) Observa o prazo de validade das seringas e agulhas? 17) Acondiciona separadamente os vários tipos de lixo? 18) Destino final do lixo: Adequado ( ) Inadequado( ) IV - REDE DE FRIO 1) A tomada elétrica é de uso exclusivo para cada equipamento? 2) O refrigerador é de uso exclusivo para imunobiológicos? 3) A capacidade do refrigerador é igual ou superior a 280 litros? 4) O refrigerador está em bom estado de conservação? 4.1) Está em estado ideal de funcionamento? 4.2) Está em estado ideal de limpeza? 5 8) 9) a US 13) 14) 15) 16) 17) 18) IIncinerado Queimado ( ) Enterrado/Aterro ( ) CCéu aberto <#>Coleta seletiva ( ) <#>Coleta comum ( ) <#>Coleta para aterro ( ) 2) 3) 3.1) É o recomendado para conservação de vacinas?
6 5) O refrigerador está distante de: 5.1) Fonte de calor 5.2) Incidência de luz solar direta 5.3) 20 cm da parede 6) Existe termômetro de Máxima e Mínima e/ou cabo extensor no refrigerador? 7) No evaporador são mantidas bobinas de gelo reciclável na quantidade recomendada? funcionando na 2ª prateleira d 8) No refrigerador tem bandeja coletora de água? 9) No refrigerador: 9.1) Na 1ª prateleira são armazenadas em bandejas perfuradas somente as vacinas que podem ser submetidas a temperatura negativa? 9.2) Na 2ª prateleira são armazenadas em bandejas perfuradas somente as vacinas que não podem ser submetidas a temperatura negativa? 9.3) Na 3ª prateleira são armazenados os estoques de vacinas, soros e diluentes? 10) Os imunobiológicos estão organizados por tipo, lote e validade? 11) É mantida distância entre os imunobiológicos e as paredes da geladeira a fim de permitir a circulação do ar? 12) São mantidas garrafas de água com corante e em todo o espaço inferior interno do refrigerador? <#> <#> 13) Existe material no painel interno da porta do refrigerador? 14) Faz a leitura e o registro corretos das temperaturas no início e no fim da jornada de trabalho? 6
7 15) O mapa de Controle Diário de Temperatura está afixado em local visível? 16) O degelo e a limpeza do refrigerador são realizados a cada 15 dias ou quando a camada de gelo atingir 0,5 cm? O degelo e a limpeza do refrigerador é realizada 17) Descreva os procedimentos para degelo e limpeza do refrigerador. A descrição foi correta? 18) Existe um programa de manutenção preventiva e/ou corretiva para o refrigerador da sala de vacina? 19) O serviço dispõe em número suficiente para atender as atividades de rotina: 19.1) Caixa térmica (poliuretano e ou poliestireno expandido - isopor) ou outro equipamento de uso diário 19.2) Bobinas de gelo reciclável Não se aplica ( ) 19.3) Termômetro de máxima e mínima e de cabo extensor Não se aplica ( ) de ( 19.4) Fita de PVC / Crepe Não se aplica ( ) 20) Na organização da caixa térmica é feita a ambientação das bobinas de gelo reciclável? Não se aplica ( ) 21) Faz o monitoramento da temperatura da(s) caixa(s) térmica(s) ou do equipamento de uso diário? 22) Quando por qualquer motivo os imunobiológicos forem submetidos a temperaturas não recomendadas: 22.1) É comunicado imediatamente a instância hierarquicamente superior? 22.2) É preenchido o formulário de avaliação de imunobiológico sob suspeita e enviado a instância hierarquicamente superior? 22.3) As vacinas sob suspeita são mantidas em temperatura de +2ºC a +8ºC, até o pronunciamento da instância superior? 7
8 23) Há indicação na caixa de distribuição elétrica para não desligar o disjuntor da sala de vacinação? V - SISTEMA DE INFORMAÇÃO SI 1) Instrumentos: Cartão da Criança Cartão do Adulto Boletim Diário de Doses Aplicadas de Vacinas Boletim Mensal de Doses Aplicadas de Vacinas Cartão Controle (aprazamento) Mapa Diário de Controle de Temperatura Ficha de Investigação de Eventos Adversos (no EAS) Formulário para Avaliação de Vacinas Sob Suspeita Movimento Mensal de Imunobiológicos 2) Manuais: Normas Técnicas Procedimentos para Administração de Vacinas Rede de Frio Vigilância Epidemiológica dos Eventos Adversos Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais Capacitação de Pessoal em Sala de Vacinação 3) Tem conhecimento da: 3.1) Cobertura vacinal 3.2) Taxa de abandono VI EVENTOS ADVERSOS PÓS VACINAÇÃO Existência Preenchimento Correto Sim Não Sim Não Sim Existência 1) Tem conhecimento da ocorrência de eventos adversos associados às vacinas? Não há ocorrência ( ) 2) Tem informação de quais são os eventos adversos pós-vacinação? 3) Identifica os eventos adversos que devem ser encaminhados para avaliação médica? Não 23) - 1) Impressos Instrumentos: Descriminação Impressos Existentes o a U 2) Descriminação Impressos Existentes S as 2) 8
9 4) Notifica os eventos adversos pós-vacinação? 4.1) Se SIM, investiga? VII - IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS 1) Tem conhecimento da existência do CRIE? 2) Tem conhecimento dos imunobiológicos disponíveis no CRIE? 3) Conhece as indicações destes imunobiológicos? 4) Conhece o fluxo para solicitação destes imunobiológicos? VIII - VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA 1) Tem conhecimento da ocorrência ou não de casos de Doenças Imunopreveníveis na sua área de abrangência (Sarampo, Rubéola, Difteria, Coqueluche, Tétano, Poliomielite, Raiva e outras)? 2) Tem conhecimento da incidência das doenças imunopreveníveis X cobertura vacinal? 3) Participa da vacinação de bloqueio quando indicado? Nunca ocorreu ( ) 4) Notifica os casos suspeitos de doenças sob vigilância epidemiológica que chegam ao seu conhecimento? Nunca ocorreu ( ) IX EDUCAÇÃO EM SAÚDE 1) Participa em parcerias com diversos segmentos sociais para divulgação das ações de imunizações? 2) Participa em parcerias com os programas existentes no EAS? 3) Participa de eventos diversos com a finalidade de divulgar as ações do Programa de Imunizações? 4) Todo o indivíduo que comparece a sala de vacinação é orientado e informado sobre a importância das vacinas e do cumprimento do esquema vacinal? 3) pós vacinação 1) 3) 1) e í 2) 3) 1) 2) a U 3) 9
10 5) Todos os funcionários do EAS são informados sobre as vacinas disponíveis, importância de estar vacinado e do encaminhamento da clientela à sala de vacinação? X CONSIDERAÇÕES FINAIS 1) Situações identificadas: 2) Recomendações: NOME DO SUPERVISIONADO ASSINATURA DO SUPERVISIONADO NOME DO SUPERVISOR ASSINATURA DO SUPERVISOR a U Problema s Identificados <#>RecomendaçõesEncaminhamentos : Observações 10
ENFERMAGEM IMUNIZAÇÃO. Calendário Vacinal Parte 22. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM IMUNIZAÇÃO Calendário Vacinal Parte 22 Profª. Tatiane da Silva Campos ASPECTOS TÉCNICOS E ADMINISTRATIVOS DA VACINAÇÃO sala de vacinação RESPONSABILIDADE da equipe de enfermagem treinada e capacitada
Sistema de Informação na Sala de Vacina: como incidir no subregistro.
Fundação Oswaldo Cruz- FIOCRUZ Grupo Hospitalar Conceição Curso de Especialização em Informação Científica e Tecnologia em Saúde ICTS Sistema de Informação na Sala de Vacina: como incidir no subregistro.
REVISÃO VACINAS 15/02/2013
1. De acordo com o calendário básico de vacinação, assinale a alternativa que apresenta a(s) vacina(s) que deve(m) ser administrada(s) em um recém nascido. REVISÃO VACINAS a) Somente a BCG. b) BCG e vacina
Atualização Imunização 2017
Atualização Imunização 2017 Sala de Vacina Equipamento distante de fonte de calor e raios solares; Afastar o refrigerador da parede, pelo menos 20 cm; Usar tomada exclusiva para cada equipamento; Temperatura
Sala de Vacina. Afastar o refrigerador da parede, pelo menos 20 cm; Verificar a temperatura 2 vezes ao dia;
Sala de Vacina Equipamento distante de fonte de calor e raios solares; Afastar o refrigerador da parede, pelo menos 20 cm; Usar tomada exclusiva para cada equipamento; Temperatura interna preferencialmente
É a aplicação da vacina dupla adulto (dt) e Tríplice bacteriana acelular (difteria, tétano e coqueluche) nas gestantes, após prescrição médica.
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Vacinação de Dupla Adulto e Tríplice Bacteriana Acelular em Gestantes Responsável pela prescrição do POP Responsável pela execução do POP 1. Definição POP N 75 Área de Aplicação:
CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM SAÚDE COLETIVA
CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM SAÚDE COLETIVA Professor: Hugo Pascoal Programa Nacional de Imunização Tem como objetivo o controle de doenças imunopreveníveis através de amplas coberturas vacinais, para que
Introdução da segunda dose da vacina contra o sarampo aos 15 meses de idade.
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SÃO PAULO Coordenadoria de Controle de Doenças Centro de Vigilância Epidemiológica Divisão de Imunização Calendário de Vacinação no Estado de São Paulo Parte da história
Imunização: Como se sair bem mesmo com tantas atualizações Prof.ª Natale Souza
Imunização: Como se sair bem mesmo com tantas atualizações Prof.ª Natale Souza Imunização Pontos importantes No Brasil, desde o início do século XIX, as vacinas são utilizadas como medida de controle de
Imunização Prof.º Hygor Elias
Imunização Prof.º Hygor Elias Rede de Frios Os imunobiológicos são produtos extremamente termolábeis, especialmente por conterem antígenos e adjuvantes. Por esse motivo há a necessidade de um controle
Disciplina Atenção Básica
Rede de Frio Conservação de imunobiológicos Disciplina Atenção Básica - 2018 Anna Luiza de F. P. L. Gryschek Núbia Virginia A. L. de Araujo Objetivo final da vacinação Chegar a uma idade avançada sem ter
CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO DA REDE PÚBLICA DE SANTA CATARINA Última atualização em 05 de janeiro de 2016
Grupo alvo Idade BCG Hepatite B (1) VIP e VOP (10) Pentavalente Pneumo 10 Rotavírus (2) Meningo C Hepatite A Febre Amarela (3) Tríplice Viral (4) Tetraviral (5) HPV dtpa (8) Influenza (gripe) (9) Dupla
NOVO CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA 2016
Algumas doenças são chamadas de infecciosas: aquelas causadas por micro-organismos. Para evitar a ocorrência de muitas delas, são usadas as vacinas, que protegem nosso organismo contra esses seres vivos.
I Capacitação para Enfermeiros. Hepatite Viral C
I Capacitação para Enfermeiros na Atenção aos Portadores de Hepatite Viral C 27 de maio de 2008 São Paulo PROGRAMA ESTADUAL DE HEPATITES VIRAIS e CRT/DST/AIDS Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
Histórico. Erradicação da Varíola
Histórico Inserção contra Febre Amarela Erradicação da Pólio Erradicação da Varíola Revolta da vacina 1904 Vacinação Em 1973, houve a criação do Programa Nacional de Imunização PNI. Este articula, sob
Coberturas vacinais e homogeneidade, crianças menores de 1 ano e com 1 ano de idade, Estado de São Paulo,
CCD COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Prof. Alexandre Vranjac GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO INFORME TÉCNICO PARA ATUALIZAÇÃO DO ESQUEMA VACINAL DE CRIANÇAS MENORES
ATUALIZAÇÃO DO CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO
ATUALIZAÇÃO DO CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO 2017 Seis vacinas terão seu público-alvo ampliado em 2017 Hepatite A: crianças Tetra Viral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela): crianças Meningocócica C: crianças
CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO PARA O ESTADO DE SÃO PAULO
CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO PARA O ESTADO DE SÃO PAULO - 2016 IDADE VACINAS A PARTIR DO NASCIMENTO BCG 1 2 3 2 MESES ROTAVÍRUS 4 3 MESES MENINGOCÓCICA C 3 4 MESES ROTAVÍRUS 5 5 MESES MENINGOCÓCICA C 6 MESES
ROTEIRO PARA POSTO DE COLETA DE ANÁLISES CLÍNICAS
PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE COORDENADORIA GERAL DE VIGILÂNCIA DA SAÚDE EQUIPE DE CONTROLE E VIGILÂNCIA DE SERVIÇOS DE SAÚDE versão 06/03/2007 ROTEIRO PARA POSTO DE
ENFERMAGEM IMUNIZAÇÃO. Calendário Vacinal Parte 7. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM IMUNIZAÇÃO Parte 7 Profª. Tatiane da Silva Campos VIP - Vacina poliomielite 1, 2 e 3 (inativada) é apresentada sob a forma líquida em frasco multidose ou em seringa preenchida (unidose). é trivalente
Palavras-chave: Programa Nacional de Imunização. Cobertura Vacinal. Sistema de Informação.
11º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM ESTRATÉGIAS PARA MONITORAMENTO DO PROGRAMA DE IMUNIZAÇÃO NA ATENÇÃO BÁSICA Jamilly Grava Miranda 1 Vanessa Denardi Antoniassi Baldissera 2 Nelly Lopes Moraes Gil
CALENDÁRIO VACINAL Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Imunizações e Rede de Frio
CALENDÁRIO VACINAL 2016 Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Imunizações e Rede de Frio CALENDÁRIO VACINAL 2016 Historicamente, diversos calendários de vacinação foram propostos em função
ENFERMAGEM IMUNIZAÇÃO. Calendário Vacinal Parte 26. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM IMUNIZAÇÃO Calendário Vacinal Parte 26 Profª. Tatiane da Silva Campos Evento adverso pós-vacinação (EAPV): é qualquer ocorrência médica indesejada após a vacinação e que, não necessariamente,
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO PEDRO DA ALDEIA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE. Criança
Criança Para vacinar, basta levar a criança a um posto ou Unidade Básica de Saúde (UBS) com o cartão da criança. O ideal é que toda dose seja administrada na idade recomendada. Entretanto, se perdeu o
Imunização. Prof. Hygor Elias. Calendário Vacinal da Criança
Imunização Prof. Hygor Elias Calendário Vacinal da Criança 1 Vacinação do Adolescente Vacinação do Adulto 2 Vacinação da Gestante Vacinação do Idoso 3 Ano: 2017 Banca: CONSULPLAN Órgão: TRE-RJ Prova: Técnico
RESOLUÇÃO - RDC Nº 197, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2017
Publicado em: 28/12/2017 Edição: 248 Seção: 1 Página: 2-59 Órgão: Diretoria Colegiada RESOLUÇÃO - RDC Nº 197, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2017 Dispõe sobre os requisitos mínimos para o funcionamento dos serviços
Vacinação em prematuros, crianças e adolescentes
Vacinação em prematuros, crianças e adolescentes O Centro de Inovação Unimed-BH publica as orientações sobre o Programa de Imunização para Prematuros, Crianças e Adolescentes, atualizado com as últimas
Vacinação Segura. Secretaria Estadual de Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Imunização e Rede de Frio
Secretaria Estadual de Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Imunização e Rede de Frio Vacinação Segura Renata Silva Rocha Moraes Janeth Felicíssima Machado Diniz Coordenação de Normatização
Vacinas. Tem na Previnna? Ao nascer 1 mês. 24 meses 4 anos. 18 meses 2 anos/ 12 meses. 15 meses. 5 meses. 4 meses. 8 meses. 3 meses. 6 meses.
Dos 2 aos 1 1 BCG ID Dose única Hepatite B, TANTO A VACINA HEPATITE B QUANTO A VACINA HEXAVALENTE (DIFTERIA, TÉTANO, Tríplice Bacteriana (Difteria, Tétano e Coqueluche) Haemophilus influenzae b, TANTO
Pilar: Empresa (Rotina)
Resolução RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002. ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária Pilar: Empresa (Rotina) 1. EDIFICAÇÃO E INSTALAÇÕES 1.10 INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E VESTIÁRIOS PARA OS MANIPULADORES:
VACINAÇÃO PRÉ E PÓS-TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS ADULTO
VACINAÇÃO PRÉ E PÓS-TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS ADULTO Os candidatos a transplantes de órgão sólidos, os receptores, seus comunicantes domiciliares, os doadores e a equipe assistencial devem ter seus esquemas
CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO CRIANÇA ATÉ 6 ANOS DE IDADE
CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO CRIANÇA ATÉ 6 ANOS DE IDADE CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO CRIANÇA ATÉ 6 ANOS DE IDADE 2013 IDADE VACINA A PARTIR DO NASCIMENTO 2 MESES BCG 1 HEPATITE B 2 VACINA VIP 3 PENTAVALENTE 7 ROTAVÍRUS
Dra. Tatiana C. Lawrence PEDIATRIA, ALERGIA E IMUNOLOGIA
Vacinação As vacinas são as ferramentas mais poderosas e inofensivas que temos para combater as doenças. Protegem milhões de crianças e adultos das doenças que ameaçam nossas vidas, como poliomielite (paralisia
VACINAS A SEREM DISPONIBILIZADAS PARA AS CRIANÇAS MENORES DE CINCO ANOS DE IDADE NA CAMPANHA DE MULTIVACINAÇÃO 2016.
VACINAS A SEREM DISPONIBILIZADAS PARA AS CRIANÇAS MENORES DE CINCO ANOS DE IDADE NA CAMPANHA DE MULTIVACINAÇÃO 2016. VACINAS BCG ESQUEMA VACINAL Dose única ao nascer. Disponível para crianças menores de
ARMAZENAGEM E CONSERVAÇÃO DOS IMUNOBIOLÓGICOS EM UNIDADES DE SAÚDE Autor(es): Apresentador: Orientador: Revisor 1: Revisor 2: Instituição:
ARMAZENAGEM E CONSERVAÇÃO DOS IMUNOBIOLÓGICOS EM UNIDADES DE SAÚDE Autor(es): Apresentador: Orientador: Revisor 1: Revisor 2: Instituição: VANINI, Marisa; CASARIN, Sidnéia Tessmer Marisa Vanini Elaine
SETOR DE VACINAS HERMES PARDINI TREINAMENTO VACINAS EQUIPE CALL CENTER. Enfº Adalton Neto Enfª Ana Paula
SETOR DE VACINAS HERMES PARDINI TREINAMENTO VACINAS EQUIPE CALL CENTER Enfº Adalton Neto Enfª Ana Paula Equipe administrativa Vacinas / Apoio Técnico Equipe administrativa de Vacinas: 1 médica Coordenação
Calendário de Vacinação da Criança
Calendário de Vacinação da Criança Calendário Nacional de Vacinação da Criança (PNI) - 2016 (1) BCG - ID Administrar dose única, o mais precocemente possível, preferencialmente nas primeiras 12 horas após
Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.946, DE 19 DE JULHO DE 2010
Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.946, DE 19 DE JULHO DE 2010 Institui, em todo o território nacional, o Calendário de Vacinação para os Povos Indígenas. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE,
Desafios, gargalos e perspectivas em vacinas e vacinações no Brasil
Desafios, gargalos e perspectivas em vacinas e vacinações no Brasil Carla Magda A. S. Domingues Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde
CARTILHA DE VACINAÇÃO. Prevenção não tem idade. Vacine-se!
CARTILHA DE VACINAÇÃO Prevenção não tem idade. Vacine-se! A saúde é o nosso bem mais precioso, e a vacinação é um meio acessível, seguro e efetivo de protegê-la! A vacinação protege não apenas aqueles
Imunização. Prof.ª Hygor Elias. Alterações no Calendário Vacinal. Varicela HPV Febre Amarela
Imunização Prof.ª Hygor Elias Alterações no Calendário Vacinal Varicela HPV Febre Amarela Alterações do Calendário Vacinal de 2017 1 Não é possível exibir esta imagem. Vacina contra Papilomavírus Humano
SBP - Calendário ideal para a Criança SBP lança Calendário de Vacinação 2008
SBP - Calendário ideal para a Criança 2008 SBP lança Calendário de Vacinação 2008 Nota s: 1. A vacina contra hepatite B deve ser aplicada nas primeiras 12 horas de vida. A segunda dose pode ser feita com
Registro de doses aplicadas no SIAPI manual de orientação, 2009
Registro de doses aplicadas no SIAPI manual de orientação, 2009 Registro de doses aplicadas no Sistema de Informação de Avaliação do Programa de Imunizações SIAPI, considerando a necessidade de padronização
Vigilância das Doenças Preveníveis por Imunização Vacinação do Profissional de Saúde
Vigilância das Doenças Preveníveis por Imunização Vacinação do Profissional de Saúde Universidade Federal Fluminense Instituto de Saúde da Comunidade Departamento de Epidemiologia e Bioestatística Epidemiologia
Calendário. ideal para Adolecentes
Calendário SBP - So c i e d a d e Br a s i l e i r a d e Pediatria ideal para Adolecentes D e p a r t a m e n t o d e In f e c t o l o g i a d a SBP Calendário de Vacinação para Crianças - 2008 Idade Vacina
Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Consulta Pública n 328, de 24 de abril de 2017 D.O.U de 25/04/2017
Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 328, de 24 de abril de 2017 D.O.U de 25/04/2017 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das
Vacinação na Saúde do Trabalhador Portuário
II Seminário de Integração sobre Saúde e Segurança na Área Portuário Brasília/DF Vacinação na Saúde do Trabalhador Portuário Cristiane Pereira de Barros Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações
CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO RELATORIO DE FISCALIZAÇAO
RELATORIO DE FISCALIZAÇAO 1. Identificação: 1.1. Estabelecimento: Pronto Atendimento Médico Municipal de Poconé. 1.2. CNPJ: 03.162.872/0001-44 1.3. Endereço: Av. Dom Aquino, 406. Centro. Poconé/MT. CEP
11. - NCEE UFRJ). S.P.L.,
VACINA 01. (NC-UFPR Enfermeiro/2012). Na administração de medicação intramuscular em recém-natos (RN), o local mais apropriado é a região da face ântero-lateral da coxa. Qual o volume máximo recomendado
VA P CINAS ARA CRIANÇAS Dourados
Dourados VACINAS PARA CRIANÇAS O ato de vacinar é a forma mais fácil de proteger o organismo contra doenças infecciosas potencialmente graves e de prevenir que essas doenças sejam transmitidas a outras
ENFERMAGEM IMUNIZAÇÃO. Calendário Vacinal Parte 2. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM IMUNIZAÇÃO Calendário Vacinal Parte 2 Profª. Tatiane da Silva Campos Fonte: http://portalsaude.saude.gov.br. Acessado em 26/10/2017 as 09:40h. Calendário Vacinal Nota: A Administrar Uma dose
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Secretaria da Saúde
Considerando a confirmação de um caso de sarampo e quatro fortemente suspeitos no Ceará; Considerando a confirmação de surto de sarampo em Pernambuco e casos confirmados relacionados à importação, nos
ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR
ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR Workshop do Programa Nacional de Imunização IV Encontro de Enfermagem em Hematologia e Hemoterapia Secretaria da Saúde do Estado do Ceará
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP Situações de Emergência na sala de vacinação
vacinas 0 Situações de Emergência na sala de vacinação Nº ASSUNTO: Padronizar Situações de Emergência na sala de vacinação. RESULTADOS ESPERADOS: Evitar perdas de vacinas. APLICAÇÃO: Este POP aplica-se
PROGRAMAÇÃO DA ATIVIDADE DE LABORATÓRIO DE IMUNIZAÇÃO 2015
MÓDULO 0701206 - ENFERMAGEM NA ATENÇÃO BÁSICA - 2015 PROGRAMAÇÃO DA ATIVIDADE DE LABORATÓRIO DE IMUNIZAÇÃO 2015 Documento produzido pelas Especialistas em Ensino Eloá Otrenti, Érica Gomes Pereira, Karen
Conservação e administração de vacinas: a atuação da enfermagem
Originais / Originals Conservação e administração de vacinas: a atuação da enfermagem Vaccine Storage and Administration: Nurse s Role Resumo Manter a qualidade dos imunobiológicos é um desafio para a
Informe Técnico. Assunto: Informe sobre a situação do sarampo e ações desenvolvidas - Brasil, 2013.
MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA DAS DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS COORDENAÇÃO-GERAL DE DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS SCS, Quadra 04, Edifício Principal, 4º andar CEP:
Recebimento de Amostra Biológica - Triagem Camila Pistelli Caldini Março/2012
II Encontro Multidisciplinar IGEN-Centros de Diálise Recebimento de Amostra Biológica - Triagem Camila Pistelli Caldini Março/2012 Francês Triage, repartir mediante escolha Seleção, escolha, separação.
IMPORTANTE. Os imunobiológicos devem ser mantidos no REFRIGERADOR com temperatura entre -2 e +8 C.
Administração de Imunobiológicos IMPORTANTE Os imunobiológicos devem ser mantidos no REFRIGERADOR com temperatura entre -2 e +8 C. Contra indicações gerais: Imunodeficiência congênita ou adquirida Neoplasias
Imunizações Prof. Orlando A. Pereira FCM - Unifenas
Imunizações Prof. Orlando A. Pereira FCM - Unifenas Imunização ativa A imunização ativa é realizada pela introdução no organismo de diferentes tipos de antígenos, representados tanto por cepas vivas e
COBERTURAS VACINAIS: IMPORTÂNCIA
Construindo um País mais Saudável 40 anos do Programa Nacional de Imunizações COBERTURAS VACINAIS: IMPORTÂNCIA Renato de Ávila Kfouri Presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) Coberturas
ACOLHIMENTO E AMBIENTAÇÃO DE SALA DE VACINA NA PERSPECTIVA DE GARANTIA DOS DIREITOS DA CRIANÇA.
ACOLHIMENTO E AMBIENTAÇÃO DE SALA DE VACINA NA PERSPECTIVA DE GARANTIA DOS DIREITOS DA CRIANÇA. PRATES, Dábilla de Oliveira 1, CARLONI, Maria Elisa Campos 2, BECKER, Cintia 3, REZENDE, Barbara Carneiro
CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA
CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA Ao nascer 2 meses 3 meses BCG-ID (2) vacina BCG vacina adsorvida Vacina Inativada poliomielite (VIP - Salk) (4) vacina poliomielite 1, 2 e 3 (inativada) Vacina
Procedimento Operacional Padrão (POP) Setor: Ambulatório de Pediatria. Título: Sala de Vacinas do HU
Procedimento Operacional Padrão (POP) Ambulatório de Pediatria Título: Sala de Vacinas do HU POP NEPEN/DE/HU Versão: 01 Próxima revisão: 2019 Elaborado por: Cinara Porto Pierezan e Ivana Fossari Data da
UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO Faculdade de Medicina. Acadêmicas do 2º ano Priscilla Maquinêz Veloso Renata Maia de Souza
UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO Faculdade de Medicina Acadêmicas do 2º ano Priscilla Maquinêz Veloso Renata Maia de Souza Fonte: Centro de Vigilância Epidemiológica, 2011 1. BCG: Caso a vacina BCG não tenha
Resultados Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza
Resultados Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza Ana Vilma Leite Braga Núcleo de Imunizações NUIMU Coordenadoria de Promoção e Proteção à Saúde COPROM Secretaria Estadual de Saúde - SESA Campanha
Higiene e Conduta: Ambiente
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 14.11 Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
Riscos Biológicos. Acidente Ocupacional com Material Biológico. HIV, HCV e HBV
Riscos Biológicos Acidente Ocupacional com Material Biológico HIV, HCV e HBV Sistema de Vigilância Monitorar práticas existentes Cobertura vacinal Características dos acidentes Riscos de adoecimento Estabelecer
CARTILHA AÇÕES PARA MINIMIZAR AS PERDAS VACINAIS 2017
CARTILHA AÇÕES PARA MINIMIZAR AS PERDAS VACINAIS 2017 Sumário Apresentação... 3 1. Introdução... 4 2. Conservação das vacinas... 5 3. Perdas Vacinais... 6 4. Perdas Físicas... 7 4.1 Quebra de frasco...
* APRECIAÇÃO DE DOCUMENTOS SIM NÃO NA
PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE COORDENADORIA GERAL DE VIGILÂNCIA DA SAÚDE EQUIPE DE VIGILÂNCIA DE SERVIÇOS E PRODUTOS DE INTERESSE Á SAÚDE EVSPIS/CGVS/SMS/PMPA Av. Padre
Transporte do Leite Humano Ordenhado
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 19.11 Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
Situação da implantação do Sistema Nominal de Imunização. SI-PNI
Situação da implantação do Sistema Nominal de Imunização. SI-PNI Março de 2014 Jarbas Barbosa da Silva Júnior Secretaria de Vigilância em Saúde 1993/1994: 1º Sistema de Informação (nacional) sobre Imunizações
Assunto: Atualização da investigação de caso suspeito de sarampo em João Pessoa/PB - 22 de outubro de 2010
MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Departamento de Vigilância Epidemiológica Esplanada dos Ministérios, Edifício Sede, 1º andar 70.058-900 Brasília-DF Tel. 3315 2755/2812 NOTA TÉCNICA
