GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Secretaria da Saúde
|
|
|
- Lívia Festas Natal
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Considerando a confirmação de um caso de sarampo e quatro fortemente suspeitos no Ceará; Considerando a confirmação de surto de sarampo em Pernambuco e casos confirmados relacionados à importação, nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraíba e Distrito Federal, além de surtos em vários países da Europa e África; Considerando que o Ceará é um Estado de grande fluxo de turista advindos de todos os Estados e de outros Países; A do Estado do Ceará, através do Núcleo de Vigilância Epidemiológica/ Coordenadoria de Promoção e Proteção à Saúde (NUVEP/COPROM), em consonância com as recomendações da Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde resolve, por precaução, ALER- TAR municípios, hospitais, clínicas, unidades de saúde, laboratórios, portos, aeroportos (públicos e privados), municípios limites com outros Estados sobre orientações de detecção, diagnóstico e medidas de prevenção e controle do sarampo. - Esta nota de alerta deve ser divulgada amplamente para os profissionais de saúde. Definição de caso suspeito de Sarampo O sarampo é uma doença viral aguda, com elevada transmissibilidade e que pode acometer pessoas de qualquer idade não vacinadas. A vacina contra o sarampo é a medida preventiva mais eficaz. Atualmente essa vacina pode ser encontrada em todas as unidades de Saúde dos Municípios e do Estado. Caso suspeito é todo paciente que, independente da idade e da situação vacinal, apresentar FE- BRE e EXANTEMA maculopapular, acompanhados de um ou mais dos seguintes sinais e sintomas: tosse e/ou coriza e/ou conjuntivite; OU todo indivíduo suspeito com história de viagem ao exterior nos últimos 30 dias ou de contato, no mesmo período, com alguém que viajou ao exterior ou para outro estado ou município com transmissão comprovada de sarampo. Intensificação da Vigilância Epidemiológica do Sarampo - Identificar oportunamente a ocorrência de novos casos suspeitos; - Notificar IMEDIATAMENTE, em até 24 horas, à Secretaria Municipal de Saúde a ocorrência de casos suspeitos; Página 1/5
2 Investigação epidemiológica em até 48 casos suspeitos. - Coletar sangue para realização de sorologia e enviar ao Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN/CE) de forma oportuna, em até 24 horas após coleta; - Avaliar as coberturas vacinais de rotina em todos os municípios; - Realizar a busca ativa de casos suspeitos não notificados nas unidades de saúde públicas e privadas (hospitais, unidades básicas, laboratórios, clínicas etc.). Vacinação de rotina Intensificação das ações de Imunização contra Sarampo Reforçar o monitoramento da cobertura vacinal, vacinação de rotina para a população de 12 meses a 49 anos de idade conforme o Calendário Nacional de vacinação, proceder à busca de faltosos, principalmente nos municípios que fazem fronteira com fortaleza. Vacinação em situação de bloqueio A realização de bloqueio vacinal se dá diante de um caso suspeito de sarampo. Deve ser realizado de forma seletiva (vacina apenas quem não comprovar vacinação prévia) em todos os contatos dos casos suspeitos. Já a operação limpeza se dá em locais onde o caso circulou (vizinhos, creches, salas de aula, sala de trabalho, unidade de atendimento, shopping, etc), seguindo os esquemas preconizados por idade: - Vacinar crianças de 06 meses a menor de 1 ano de idade uma dose da vacina tríplice viral (VTV) e agendar a dose aos 12 meses de vida da rotina. - Pessoas na faixa etária de 01 a 19 anos de idade: atualizar calendário vacinal para a idade (esquema vacinal completo de 2 doses de vacina com o componente sarampo) com intervalo mínimo de 30 dias entre elas; - Pessoas na faixa etária de 20 a 49 anos de idade: se for contato de caso suspeito de sarampo vacinar com uma dose caso não comprove vacinação anterior. Página 2/5
3 - Pessoas com 50 anos e mais: se for contato de caso suspeito de sarampo vacinar com uma dose caso não comprove vacinação anterior (avaliar a situação epidemiológica). A vacinação de bloqueio deve ser realizada oportunamente até 72 horas, porém se ultrapassado esse limite de tempo, proceder a vacinação. Na ausência de comprovação vacinal, o contato considera-se não vacinado. Contra-indicações - Anafilaxia a dose anterior da vacina; - Grávidas não devem ser vacinadas, pelo risco teórico de causar danos ao feto. Recomenda-se que a gravidez seja evitada por 30 dias após a administração da vacina. Caso a vacina seja aplicada inadvertidamente não é indicada a interrupção da gravidez; - Pessoas com imunodeficiências congênitas ou adquiridas. Na possibilidade de exposição ao vírus selvagem avaliar risco benefício individual. Infecção assintomática pelo HIV não constitui contra-indicação; - Pessoas em uso de corticosteróides em doses imunossupressoras devem ser vacinadas com intervalo de pelo menos um mês após a suspensão da droga; - Pessoas em uso de quimioterapia imunossupressora só devem ser vacinadas três meses após a suspensão do tratamento; - Transplantados de medula óssea recomenda-se vacinar com intervalo de dois anos após o transplante. Algumas atividades de imunização já foram realizadas no ano de 2013 a fim de prevenir a entrada do vírus do sarampo no Estado durante eventos em massa, como a Copa das Confederações e em preparação para a Copa do Mundo de Futebol. Profissionais do setor hoteleiro, taxistas, profissionais de saúde e viajantes tiveram seu esquema vacinal atualizado. A cobertura vacinal de rotina em crianças de 1 ano, no Ceará, no ano de 2013 foi de 102,66%. Página 3/5
4 Figura 1. Cobertura Vacinal de Vacina Tríplice Viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) de rotina em crianças em de 1 ano de idade, em 2013, no Ceará. Fonte: SESA/COPROM/NUVEP/SINANWEB. Dados sujeitos à revisão. Dados até dezembro de Intensificação das ações de vigilância laboratorial - Liberar resultados dos exames oportunamente, ou seja, até o 4º dia da chegada da amostra no Laboratório; - Em casos de exames confirmados em Laboratório Particular, envio do mesmo soro para análise no Laboratório de Referência do Estado (LACEN/CE) e notificar à SMS. Medidas Imediatas diante de um caso suspeito Profissionais de Saúde: assistência médica ao paciente, proteção individual para evitar Página 4/5
5 circulação viral (isolamento domiciliar ou hospitalar), notificação do caso em até 24 horas, investigação em até 48 horas, bloqueio vacinal em até 72 horas, coleta de (sangue, urina, exsudato de naso e orofaringe) para os casos com sorologia positiva para identificação viral diagnóstica, proteção da população com vacinação de suscetíveis. População: após constatação de sinais e sintomas de sarampo buscar atendimento médico imediatamente na unidade de saúde mais próxima da residência. A detecção de casos importados e de casos relacionados à importação em países em que a interrupção da transmissão já foi alcançada, como no Brasil, Estados Unidos e em outros países das Américas constitui um evento que aponta para a necessidade da manutenção de vigilância epidemiológica ativa e alerta para novas eventuais ocorrências. O Ministério da Saúde ressalta que, como em todas as investigações de casos suspeitos de sarampo no país, a conclusão final de todos os casos notificados somente será divulgada após os exames confirmatórios realizados no laboratório de referência nacional (FIOCRUZ/RJ), sem nenhum prejuízo às medidas a serem adotadas. Referências : Disque Saúde do Ministério da Saúde: do Ceará: - Ministério da Saúde: - ANVISA: Contatos: [email protected] CIEVS/CE (Lúcia Costa) [email protected] CEVEPI/SMS/Fortaleza [email protected] NUVEP/SESA /5215 (Daniele Queiroz) [email protected] - CEVEPI/SMS/Fortaleza (Daniele Ribeiro) Página 5/5
Informe Técnico - SARAMPO nº4 Atualização da Situação Epidemiológica
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROF. ALEXANDRE VRANJAC DIVISÃO DE DOENÇAS DE TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA Informe Técnico - SARAMPO nº4
Atualização das medidas de controle: Sarampo/Rubéola
Atualização das medidas de controle: Sarampo/Rubéola ESTADO DE SÃO PAULO SÃO PAULO 2011 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA
Assunto: Atualização da investigação de caso suspeito de sarampo em João Pessoa/PB - 22 de outubro de 2010
MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Departamento de Vigilância Epidemiológica Esplanada dos Ministérios, Edifício Sede, 1º andar 70.058-900 Brasília-DF Tel. 3315 2755/2812 NOTA TÉCNICA
NOTA DE ALERTA SARAMPO
NOTA DE ALERTA SARAMPO Atualização em 21/09/2017 A OPAS/Brasil faz o segundo Alerta Epidemiológico referente a um surto de sarampo no estado de Bolívar (Venezuela) que faz fronteira com o Brasil e também
Informe Técnico. Assunto: Informe sobre a situação do sarampo e ações desenvolvidas - Brasil, 2013.
MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA DAS DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS COORDENAÇÃO-GERAL DE DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS SCS, Quadra 04, Edifício Principal, 4º andar CEP:
Informe Técnico Sarampo e Rubéola
Informe Técnico Sarampo e Rubéola I. Introdução: O sarampo e a rubéola possuem vigilância integrada desde 1999, tornando oportuna a detecção de casos e surtos e a efetivação das medidas de controle. A
Sarampo. Transmissão Sintomas Tratamento Vacinação e Prevenção
Sarampo Transmissão Sintomas Tratamento Vacinação e Prevenção O que é O Sarampo é uma doença grave, causada por vírus e extremamente contagiosa. Como ocorre a transmissão: De forma direta, de pessoa para
Informe Técnico Sarampo e Rubéola
Informe Técnico Sarampo e Rubéola I. Introdução: O sarampo e a rubéola possuem vigilância integrada desde 1999, tornando oportuna a detecção de casos e surtos e a efetivação das medidas de controle. A
Vigilância de sarampo e rubéola
Vigilância de sarampo e rubéola Períodos na investigação de doenças em eliminação 1. Período de exposição / incubação; 2. Período de transmissibilidade ; 3. Período de aparecimento de casos secundários;
FEBRE AMARELA VACINE-SE PREVENIR SAIBA COMO CONHEÇA OS SINTOMAS E
FEBRE AMARELA VACINE-SE CONHEÇA OS SINTOMAS E SAIBA COMO PREVENIR O que é A febre amarela é uma doença viral, febril, transmitida por mosquitos, que pode acometer um grande número de pessoas ao mesmo tempo.
Figura 1. Casos notificados de sarampo, segundo classificação final e ano de ocorrência, Ceará, 2013 a 2015*.
1. Descrição do Surto de Sarampo no Ceará, 2013 a 2015. No Estado do Ceará foram notificados 4.094 casos suspeitos de sarampo entre 25/12/2013 e 12/09/2015. Desses, 22% (916/4094) foram confirmados e 78%
ORIENTAÇÃO DO DEPARTAMENTO CIENTÍFICO DE INFECTOLOGIA DA SOCEP PARA OS PEDIATRAS PARA O ENFRENTAMENTO DO SURTO DE SARAMPO NO CEARÁ
ORIENTAÇÃO DO DEPARTAMENTO CIENTÍFICO DE INFECTOLOGIA DA SOCEP PARA OS PEDIATRAS PARA O ENFRENTAMENTO DO SURTO DE SARAMPO NO CEARÁ Revisor: Robério Dias Leite Presidente do Departamento Científico de Infectologia
COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA
COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA INFORME Nº 35/2017 MONITORAMENTO DOS CASOS E ÓBITOS DE FEBRE AMARELA NO BRASIL INÍCIO DO EVENTO: Dezembro de 2016
COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA
COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA INFORME Nº 33/2017 MONITORAMENTO DOS CASOS E ÓBITOS DE FEBRE AMARELA NO BRASIL INÍCIO DO EVENTO: Dezembro de 2016
COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA
COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA INFORME Nº 34/2017 MONITORAMENTO DOS CASOS E ÓBITOS DE FEBRE AMARELA NO BRASIL INÍCIO DO EVENTO: Dezembro de 2016
53 o CONSELHO DIRETOR
53 o CONSELHO DIRETOR 66 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL DA OMS PARA AS AMÉRICAS Washington, D.C., EUA, 29 de setembro a 3 de outubro de 2014 Tema 8.6 da Agenda Provisória CD53/INF/6, Rev. 1 12 de setembro
NOTA INFORMATIVA Nº 33/2018-CGPNI/DEVIT/SVS/MS
MINISTÉRIO DA SAÚDE COORDENAÇÃO-GERAL DO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES - CGPNI SRTV 702, Via W5 Norte - Bairro Asa Norte, Brasília/DF, CEP 70723-040 Site - saude.gov.br I DO CONTEÚDO: NOTA INFORMATIVA
NOTA TÉCNICA. Vigilância da Influenza ALERTA PARA A OCORRÊNCIA DA INFLUENZA E ORIENTAÇÃO PARA INTENSIFICAÇÃO DAS AÇÕES DE CONTROLE E PREVENÇÃO
12 de abril de 2016 Página 1/5 VIGILÂNCIA DA INFLUENZA A vigilância da influenza no Ceará é composta pela vigilância sentinela da SG e vigilância universal da SRAG, além da vigilância de surtos de SG.
Vacinação contra Febre Amarela em Santa Catarina. Arieli Schiessl Fialho
apresentam Vacinação contra Febre Amarela em Santa Catarina Arieli Schiessl Fialho A Doença A Febre Amarela (FA) é uma doença infecciosa febril aguda, imunoprevenível, endêmica e enzoótica nas florestas
Dra. Tatiana C. Lawrence PEDIATRIA, ALERGIA E IMUNOLOGIA
Vacinação As vacinas são as ferramentas mais poderosas e inofensivas que temos para combater as doenças. Protegem milhões de crianças e adultos das doenças que ameaçam nossas vidas, como poliomielite (paralisia
Informe Técnico - SARAMPO nº2 /2010 Atualização da Situação Epidemiológica
1 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROF. ALEXANDRE VRANJAC Av. Dr. Arnaldo, 351-6º andar SP/SP CEP: 01246-000 Fone: (11)3082-0957 Fax:
IMPACTO DAS ATIVIDADES PREVENTIVAS DE VACINAÇÃO DIANTE DO SURTO DE DOENÇAS EXANTEMÁTICAS, BRASIL 2006/2007
IMPACTO DAS ATIVIDADES PREVENTIVAS DE VACINAÇÃO DIANTE DO SURTO DE DOENÇAS EXANTEMÁTICAS, BRASIL 2006/2007 INTRODUÇÃO: Santos possui o maior porto do emisfério sul cuja movimentação de argas engloba os
Calendário de Vacinação da Criança
Calendário de Vacinação da Criança Calendário Nacional de Vacinação da Criança (PNI) - 2016 (1) BCG - ID Administrar dose única, o mais precocemente possível, preferencialmente nas primeiras 12 horas após
COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA
COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA INFORME Nº 39/2017 MONITORAMENTO DOS CASOS E ÓBITOS DE FEBRE AMARELA NO BRASIL INÍCIO DO EVENTO: Dezembro de 2016
NOTA TÉCNICA FEBRE AMARELA SESA/ES 02/2017. Assunto: Informações e procedimentos para a vigilância de Febre Amarela no Espírito Santo.
NOTA TÉCNICA FEBRE AMARELA SESA/ES 02/2017 Assunto: Informações e procedimentos para a vigilância de Febre Amarela no Espírito Santo. Considerando a ocorrência de casos e óbitos suspeitos de Febre Amarela
Febre Amarela. Transmissão Sintomas Tratamento Vacinação e prevenção
Febre Amarela Transmissão Sintomas Tratamento Vacinação e prevenção O que é A febre amarela é uma doença viral, febril, transmitida por mosquitos, que pode acometer um grande número de pessoas ao mesmo
Vigilância das Doenças Preveníveis por Imunização Vacinação do Profissional de Saúde
Vigilância das Doenças Preveníveis por Imunização Vacinação do Profissional de Saúde Universidade Federal Fluminense Instituto de Saúde da Comunidade Departamento de Epidemiologia e Bioestatística Epidemiologia
Painel de Indicadores Estratégicos de Vigilância em Saúde
Painel de Indicadores Estratégicos de Vigilância em Saúde - 2018 Histórico Painel criado em 2015 para análise de indicadores estratégicos para a vigilância em saúde do Ceará. Monitorado quadrimestralmente
Coberturas vacinais e homogeneidade, crianças menores de 1 ano e com 1 ano de idade, Estado de São Paulo,
CCD COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Prof. Alexandre Vranjac GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO INFORME TÉCNICO PARA ATUALIZAÇÃO DO ESQUEMA VACINAL DE CRIANÇAS MENORES
Ofício Circular S/SUBPAV/SAP n.º 019/2015 Rio de Janeiro, 03 de novembro de 2015.
1 Ofício Circular S/SUBPAV/SAP n.º 019/2015 Rio de Janeiro, 03 de novembro de 2015. Às Coordenadorias Gerais de Atenção Primária com vistas às Unidades de Saúde Assunto: Procedimentos para notificação
ATUALIZAÇÃO DO CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO
ATUALIZAÇÃO DO CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO 2017 Seis vacinas terão seu público-alvo ampliado em 2017 Hepatite A: crianças Tetra Viral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela): crianças Meningocócica C: crianças
BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO Nº 05 VÍRUS ZIKA SEMANA 15 MATO GROSSO DO SUL / 2016
BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO Nº 05 VÍRUS ZIKA SEMANA 15 MATO GROSSO DO SUL / 2016 MAPA DE MUNICÍPIOS COM CONFIRMAÇÃO LABORATORIAL DE CASOS DE VÍRUS ZIKA NO MATO GROSSO DO SUL, 2016. Governo do Estado de Mato
INFORME TÉCNICO 001/2016
SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE INFORME TÉCNICO 001/2016 Vigilância Epidemiológica da Febre do ZIKA Vírus no Estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro,
Vacinação em prematuros, crianças e adolescentes
Vacinação em prematuros, crianças e adolescentes O Centro de Inovação Unimed-BH publica as orientações sobre o Programa de Imunização para Prematuros, Crianças e Adolescentes, atualizado com as últimas
Agentes de viroses multissistêmicas
Agentes de viroses multissistêmicas Sarampo, Caxumba e Rubéola São viroses de transmissão respiratória, doenças comuns da infância, porém podem ocorrer também em adultos não vacinados. As infecções produzem
Resultados Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza
Resultados Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza Ana Vilma Leite Braga Núcleo de Imunizações NUIMU Coordenadoria de Promoção e Proteção à Saúde COPROM Secretaria Estadual de Saúde - SESA Campanha
MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE SARAMPO / RUBÉOLA. 24 de setembro de 2018
MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE SARAMPO / RUBÉOLA 24 de setembro de 2018 Conteúdo Contexto atual Objetivos Manifestações clínicas e definições utilizadas Diagnóstico diferencial Orientações para o manejo
Nota Informativa nº001/2017
Nota Informativa nº001/2017 Informa alterações no Calendário Nacional de Vacinação para o ano de 2017 e dá outras informações Diversos calendários de vacinação foram propostos historicamente pelo PNI (Programa
CENTRO ESTADUAL DE VIGILÂNCIA DIVISÃO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO SOBRE A SITUAÇÃO DA INFLUENZA NO RS 24/06/11
BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO SOBRE A SITUAÇÃO DA INFLUENZA NO RS 24/06/11 Em 2009, o mundo enfrentou pandemia de Influenza por um novo subtipo viral, com grande repercussão na saúde das pessoas e sobrecarga
Vigilância da doença causada pelo zika vírus nos Estados Unidos
Centros de Controle e Prevenção de Doenças Vigilância da doença causada pelo zika vírus nos Estados Unidos Marc Fischer, MD, MPH Arboviral Diseases Branch 8 de junho de 2016 Objetivos Atualizar a epidemiologia
Departamento de Saúde Pública da ARS Norte, I.P. Área Funcional de Alerta e Resposta em Saúde Pública Investigação laboratorial.
Ministério da Saúde DEPARTAMENTO DE SAÚDE PÚBLICA Agosto 2012 Índice 1. Introdução.. 3 2. Investigação e intervenção. 3 2.1. Investigação laboratorial. 3 2.2. Inquérito epidemiológico 4 2.3. Controlo da
ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR
ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR Workshop do Programa Nacional de Imunização IV Encontro de Enfermagem em Hematologia e Hemoterapia Secretaria da Saúde do Estado do Ceará
Novas Recomendações para Vigilância Epidemiológica da Coqueluche
Novas Recomendações para Vigilância Epidemiológica da Coqueluche O cenário epidemiológico da coqueluche, no Brasil, desde a década de 1990, apresentou importante redução na incidência dos casos na medida
Circulação do vírus da rubéola no Brasil será monitorada pela OMS até
Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2010 (15). Edição 31 Aline Oliveira Araújo 1 Andréa Cunha Souza 1 Camila Manuela de Moura Sá Fortes¹ Clareanne A. Fortes Damasceno
Introdução da segunda dose da vacina contra o sarampo aos 15 meses de idade.
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SÃO PAULO Coordenadoria de Controle de Doenças Centro de Vigilância Epidemiológica Divisão de Imunização Calendário de Vacinação no Estado de São Paulo Parte da história
REVISÃO VACINAS 15/02/2013
1. De acordo com o calendário básico de vacinação, assinale a alternativa que apresenta a(s) vacina(s) que deve(m) ser administrada(s) em um recém nascido. REVISÃO VACINAS a) Somente a BCG. b) BCG e vacina
Boletim Epidemiológico
Página 1 / 8 1. Situação Epidemiológica do Sarampo Diferentes regiões do mundo estão definindo metas para a eliminação do sarampo e da rubéola até o ano de 2015. No entanto, surtos recentes de sarampo
Trabalho Final Atividades Integradoras IV. Aline dos Santos Novaes Martins
Trabalho Final Atividades Integradoras IV Aline dos Santos Novaes Martins Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo CVE/SP Missão A missão do Centro de Vigilância Epidemiológica Alexandre
Informe Epidemiológico Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 09 de 2016
Informe Epidemiológico Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 9 de 216 A vigilância da influenza no Brasil é composta pela vigilância
Situação Epidemiológica de Febre Amarela Silvestre
Situação Epidemiológica de Febre Amarela Silvestre Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis 26 de janeiro de 2017 Introdução Febre Amarela
Imunização: Como se sair bem mesmo com tantas atualizações Prof.ª Natale Souza
Imunização: Como se sair bem mesmo com tantas atualizações Prof.ª Natale Souza Imunização Pontos importantes No Brasil, desde o início do século XIX, as vacinas são utilizadas como medida de controle de
Coqueluche em lactentes jovens um antigo problema de saúde pública, ainda presente
Coqueluche em lactentes jovens um antigo problema de saúde pública, ainda presente A coqueluche, também conhecida como tosse comprida ou tosse espasmódica, é uma doença infecciosa aguda do trato respiratório
Calendário. ideal para Adolecentes
Calendário SBP - So c i e d a d e Br a s i l e i r a d e Pediatria ideal para Adolecentes D e p a r t a m e n t o d e In f e c t o l o g i a d a SBP Calendário de Vacinação para Crianças - 2008 Idade Vacina
SBP - Calendário ideal para a Criança SBP lança Calendário de Vacinação 2008
SBP - Calendário ideal para a Criança 2008 SBP lança Calendário de Vacinação 2008 Nota s: 1. A vacina contra hepatite B deve ser aplicada nas primeiras 12 horas de vida. A segunda dose pode ser feita com
Monitoramento do Período Sazonal da Febre Amarela Brasil 2017/2018
informe nº 0 /8 Monitoramento do Período Sazonal da Febre Amarela Brasil /8 MONITORAMENTO DA SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA DA FEBRE AMARELA NO BRASIL Período de monitoramento: 0/0/ a 30/06/8 Atualização: 26/2/
SBP FAZ ALERTA AOS PAIS E RESPONSÁVEIS SOBRE VERDADES E MENTIRAS NA VACINAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES CONTRA A FEBRE AMARELA
SBP FAZ ALERTA AOS PAIS E RESPONSÁVEIS SOBRE VERDADES E MENTIRAS NA VACINAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES CONTRA A FEBRE AMARELA Para ajudar no esclarecimento da população sobre os riscos e benefícios da
Pernambuco (62), Santa Catarina (01) e Paraíba (02). O genótipo D8 foi identificado em 50 amostras e o D4 em uma amostra.
ESTADO DA PARAÍBA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE GERÊNCIA EXECUTIVA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Informe Epidemiológico Sarampo - Setembro/2013 O sarampo é uma doença altamente transmissível e que pode evoluir
