A impressão digital de Deus
|
|
|
- Martín Medina Figueiroa
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 O número áureo, um número misterioso e enigmático que está, habilmente, impresso em elementos da natureza, na forma de uma razão, sendo considerada por muitos, como uma oferta de Deus ao mundo. A impressão digital de Deus Neste trabalho interpretativo apresento o surgimento e primeiros relatos de um número com características transcendentais, que acabou por influenciar profundamente o jovem Pitágoras e os destinos da Escola Pitagórica. O número com características transcendentais é encontrado em todas as obras da criação e em meu estudo apresento-o como sendo a assinatura ou impressão digital de Deus em todo as Suas criações. Faço ainda uma apresentação geométrica do pentagrama e de seus segmentos de reta, como sendo a figura mais perfeita para o entendimento de que somos feitos à imagem e semelhança de Deus. NÚMERO ENIGMÁTICO Os primeiros relatos de números com caráter transcendental ocorreram no século V a.c., onde Hipasus de Metaponto, ao estudar medidas naturais, relata a descoberta de um número que não era representado pela razão entre dois números inteiros; esta relação numérica foi descrita no século III a.c., na obra de Euclides de Alexandria, em seu livro VI, na proposição 30 em que propunha Dividir um comprimento em duas partes desiguais, para que a relação entre o maior e o menor segmento, seja igual à relação entre estes e comprimento original, que acaba por resultar num número com parte decimal variando eternamente, sem repetição específica ou regularidade. Entretanto, a utilização de tal número confunde-se com o período da Antiguidade, pois, já
2 2 no Egito Antigo, as pirâmides foram construídas levando-se em consideração valores muito próximos aos do número descoberto por Hipasus de Metaponto. O PRINCÍPIO DAS COISAS E SUA INFLUENCIA NO PENSAMENTO PITAGÓRICO Na Grécia Antiga se acreditava que toda a natureza e todo cosmo eram compostos pelos elementos ar, água, terra e fogo, através de um processo de separação dos contrários. Fogo Seco Quente Fig. Composição da natureza e do cosmo. Ar Terra Frio Úmido água Havia pensadores com argumentações contrárias, os quais influenciaram profundamente o jovem Pitágoras, que não se sentindo satisfeito com os conhecimentos adquiridos em sua terra, deixa-a e passa a visitar a maioria dos grandes centros da sabedoria no Egito, Indostão, Pérsia, Creta e Palestina, recebendo ensinamentos de diversos mestres. Ainda no início de sua jornada, Pitágoras manteve estreita relação com Tales de Mileto, considerado um dos 7 Sábios da Antiguidade. Entretanto, quem mais influenciou Pitágoras, ainda aos 20 anos, foi um discípulo de Tales, chamado Anaximandro, que o estimulou profundamente acerca da Criação, Arché. O filósofo Anaximandro considerava o infinito como o princípio das coisas, e o chamou de Apeíron. Considerava que o limitado não poderia ser a
3 3 origem das coisas limitadas. Esclarecia que o princípio de todas as coisas, o elemento primordial, não poderia ser uma coisa determinada como água, terra, fogo ou ar. O que se queria explicar, era justamente a origem destas coisas determinadas. O princípio primeiro deveria, portanto, ser alguma coisa indeterminada, infinita. Pitágoras então, estruturou sua busca pela Arché não na água, ar, fogo ou Apeíron, mas nos números. Aos 56 anos volta à sua terra natal e funda sua escola A Escola Pitagórica. Os pitagoricos rapidamente se depararam com o tal número com parte decimal variando eternamente sem regularidade. Inicialmente consideram um erro cósmico, de forma a ser reprimido e guardado em segredo profundo. Segredo este que deu origem à grande crise do pensamento matemático e filosófico dos pitagóricos", pois, como consequência direta de estudos, observações, relações e modelos numéricos que apareciam na área da beleza, estética, harmonia musical, do próprio teorema de Pitágoras e em outros elementos da natureza, os pitagóricos descobriram que a razão de dois segmentos nem sempre eram comensuráveis, ou seja, nem sempre a razão entre o comprimento de dois segmentos é uma fração de números inteiros, descoberta, que os conduziram a imaginar grandezas incomensuráveis. A VONTADE DO CRIADOR O QUINTO ELEMENTO A crise pitagórica estava criada não por lançar dúvidas sobre a matemática do número descoberto, mas sim pela necessidade de ampliar as relações e extrapolar o sentido filosófico da Escola Pitagórica, deixando, agora, de priorizar a construção de pensamentos sobre o universo apoiados somente em estudos sobre esferas, números e nas relações entre os corpos cósmicos e os elementos da natureza; agora, então, tornava necessário, também associar e dar evidencia ao que chamaram de divina proporção e que era explicitado pelo que hoje é chamado de número áureo. A constatação do número áureo e suas conseqüências na crise pitagórica foram relatadas pelo historiador e filósofo neoplatônico, Jâmblico
4 4 Chalcidensis, que em um de seus escritos comenta que o houve a divulgação, a um homem não pitagórico, da existência do tal número e de seu caráter de incompreensibilidade. Comentou ainda que, quem divulgou, o que então deveria ser segredo, foi tão odiado que, não só foi excluído da associação e do modo de vida dos pitagóricos, como também teve sua traição escrita na lapde de seu túmulo. A crise do pensamento filosófico e matemático dos pitagóricos só foi completamente superada quando da assimilação da descoberta e do conhecimento do Dodecaedro, o quinto e último corpo cósmico, e ainda e também, pelo discurso de Platão intitulado Timeu, em que Platão explica a natureza através da relação entre os elementos naturais e os Corpos Cósmicos Poliedros de Platão já conhecidos e estudados pelos pitagóricos. Em Timeu, Platão apresenta a nova descoberta, o dodecaedro, ao qual chamou de o mais nobre corpo entre todos os outros e apresenta uma suave relação do quinto poliédro com o trabalho do Criador. A assimilação do número áureo e da divina proporção por Pitágoras e seus discípulos assume um papel imprescindível nos rumos da humanidade, oferecendo a compreensão de que houve uma vontade. Apresenta a possibilidade de que o Criador possa ter criado tudo à Sua imagem, demonstrando que, mesmo numa divisão desigual do todo, existi uma relação singular que assemelha a parte ao todo.
5 5 Não que os pitagóricos o tenham feito, mas, o avanço do pensamento pitagórico abriu espaço para a apresentação da ideia do Deus onisciente e onipotente, que criou o mundo, influenciou de forma indireta o processo e do pensamento matemático acerca da natureza. Abriu, também, a possibilidade para explicar toda a dúvida ligada a esses fenômenos como resultado da finitude humana e, assim, compreender os fenômenos como precisa, e, portanto, acessível à definição matemática. O Criador é uno. Ele não está jamais, como pesam alguns, fora do mundo, mas sim totalmente no mundo inteiro. O Criador está no universo e o universo está no Criador. O universo e o Criador não são mais que uma unidade. Pitágoras Os pitagóricos, por razões filosóficas e matemáticas, apropriaram-se do dodecaedro como sendo a representação da ligação do Criador com a criação. O NÚMERO Φ O número Φ (lê-se fí), resultado da divina proporção, aproximadamente 1,618, assume um sentido que lança luz, e demonstra o sinal da vontade ou uma impressão digital de Deus em todas as obras da natureza.
6 6 Vejamos como obter o número de ouro Φ (phi) e uma razão áurea a partir de um segmento AB, onde AB = 1 unidade de medida. B A C. x x 1 Diz-se que o ponto C divide o segmento AB em divina proporção se a razão entre o segmento menor e o segmento maior é igual à razão entre o segmento maior e CB/AC =AC/AB, ou seja (1-x)/x = x/1,que pela propriedade fundamental das proporções (produto dos meios igual ao produto dos extremos) chega-se a uma equação polinomial de segundo grau x 2 + x - 1 = 0, cujas raízes x = 1 5 são: que deve, evidentemente ser 2 desconsiderar, por se tratar da medida de um segmento e, neste caso o x resulta em um valor menor do que zero. que resulta em x = 0, Sendo x a porção maior da divisão do segmento AB, os matemáticos a denominam de razão áurea. O número de ouro pode ser obtido a partir da divisão do segmento AB/AC= 1/0, = 1, = Φ Entretanto, o x = 1+ 5 A letra grega ( fí ), é uma homenagem a Phidias, um escultor do século V a.c. e matemático da Grécia antiga, que estudou e criou esculturas para o Parthenon e Olympus. REPRESENTAÇÃO SIMBÓLICA DE A própria representação simbolica do número áureo idealiza um entendimento da combinação do algarismo 0 (zero) Vazio - Nada - Inexistência Irregularidade - Caos sobreposto pelo algarismo 1 (um) Uno - Tudo -
7 7 Existência Regularidade - Deus, ou seja, Um sobre Zero, Criação através do Nada, Ordem a partir do Caos, Existência a partir da Inexistência, Regularidade sobre a Irregularidade, tudo num simbolismo da constituição de um padrão para o Infinito. I Uno Tudo Existência Regularidade Deus O Vazio Nada Inexistência Irregularidade Caos Φ A constante da criação Em 1200 d.c, Leonardo Pisano, conhecido como Fibonacci, apresenta o número áureo como o resultado de uma equação matemática que expressa um padrão de números - seqüênciade Fibonacci- que também se revela ao longo de toda a natureza. Uma boa representação para o encontro da constante, é a razão entre os termos da série de Fibonacci, a partir da concepção do vazio e do uno: Os padrões numéricos apresentados, logo após o sétimo evento, acabam por revelar a capacidade criativa e sublime do Criador, tornando apropriada a afirmação da existencia da vontade do Grande Arquiteto do Universo,
8 8 demonstrando que quando criou o universo, tudo fora projetado para se encaixar perfeitamente em Seus planos. Geometricamente o Φ se expressa na forma de espiral. Vemos isso nas folhas, entre o posicionamento de galhos das plantas, no arranjo de pétalas de uma flor, nas moléculas de DNA e em todas as obras da natureza.
9 9 Todos os seres humanos, na dimensão total de seu corpo, em pequenos detalhes de sua constituição óssea, até mesmo em suas moléculas de DNA, estão distribuídos em proporção áurea.
10 10
11 11 A VONTADE DO CRIADOR E A SUA ASSINATURA MATEMÁTICA Estas formas, números, espirais, e a proporção divina são onipresentes por toda a criação. Sua simetria, beleza e precisão matemática são evidentes em todos os aspectos da natureza, tornando possível uma conclusão racional, de que o Criador do Universo é um Ser pessoal, inteligente, que criou essas coisas como uma impressão digital visível da Sua existência invisível, mas pessoal. Este Grande Arquiteto, Deus sábio e poderoso, criativo e soberano da criação é a revelada na Bíblia, dos quais pode-se dizer, "faz grandes coisas, que nós não podemos compreender. A divina proporção é análoga à relação de Deus para com a criação, e os ensinamentos da maioria das religiões expressam o pensamento de que parte de Deus está dentro de cada um de nós e que somos criados à Sua imagem e semelhança. O aspecto generalizado do Φ ao longo da vida e do universo é considerado por alguns como a assinatura, a impressão digital de Deus, uma constante universal da criação utilizadas para garantir a beleza e a unidade da Sua criação.
12 12 Recomendações de vídeos: Nature by Numbers Donald no pais da matemágica hd Referencial Bibliográfico Arte e Matemática: Número de Ouro BARBOSA, R. M. Descobrindo Padrões Pitagóricos. Editora: Atual. São Paulo BOYER, Carl B. História da Matemática. Editora Edgard Blucher Ltda. São Paulo EVES, Howard, Introdução à história da matemática; tradução: Hygino H. Domingues. Campinas, SP: Editora da Unicamp FLETCHER, Rachel, An American Vision of Harmony: Geometric Proportions in Thomas Jefferson's Rotunda at the University of Virginia. FRINGS, Marcus. The Golden Section in Architectural Theory. GORMAN, Peter Pitágoras Uma Vida, Cultrix/ Pensamento, 1ª edição. São Paulo: HUNTLEY, H. E. A Divina Proporção - Um Ensaio sobre a Beleza na Matemática.Brasília : Editora Universidade de Brasília, p. HUYLEBROUCK, Dirk; LABARQUE, Patrick. More True Applications of the Golden Number. NEUFERT. A Arte de Projetar em Arquitetura. OSTWALD, Michael J. Review of Modulor and Modulor 2 by Le Corbusier (Charles Edouard Jeanneret). RIVERA, Félix ; NEVES, Juarenze; GONÇALVES, Dinei (1986). Traçados em Desenho Geométrico. Rio Grande: editora da Furg, 389 p.
(a-x) / x = x / a. A raiz positiva 1, , muitas vezes é indicada pelo símbolo f(fi) e às vezes por t (tau).
1 PROPORÇÃO ÁUREA Iniciaremos esta aula introduzindo o conceito de Proporção Áurea. Relembrando um dos assuntos estudados na aula anterior "Média Proporcional", daremos uma explicação do que vem a ser
Tudo começou com um problema aparentemente banal: Quantos pares de coelhos podem ser gerados de um par de coelhos em um ano?
B"H Fibonacci Tudo começou com um problema aparentemente banal: Quantos pares de coelhos podem ser gerados de um par de coelhos em um ano? O matemático italiano Leonardo Pisano (de Pisa), cujo apelido
OS PRIMEIROS FILÓSOFOS E AS PRIMEIRAS QUESTÕES FILOSÓFICAS. A physis é a Natureza eterna e em constante transformação
OS PRIMEIROS FILÓSOFOS E AS PRIMEIRAS QUESTÕES FILOSÓFICAS As principais características desses filósofos eram de filosofar acerca de uma explicação racional e sistemática sobre a origem, ordem e transformação
OFICINA 14 DESCOBRINDO E CONSTRUINDO NÚMEROS IRRACIONAIS
OFICINA 4 DESCOBRINDO E CONSTRUINDO NÚMEROS IRRACIONAIS Profª Dra. Virgínia Cardia Cardoso I PROBLEMAS. Uma estrada é muito perigosa, com muitos acidentes. Existem dois trechos retilíneos onde resolveram
Retângulo áureo e divisão áurea
Retângulo áureo e divisão áurea Geraldo Ávila 1. O retângulo áureo Chama-se retângulo áureo qualquer retângulo ABCD (Figura 1) com a seguinte propriedade: se dele suprimirmos um quadrado, como ABFE, o
FILOSOFIA E OS PRÉ-SOCRÁTICOS TERCEIRÃO COLÉGIO DRUMMOND 2017 PROF. DOUGLAS PHILIP
FILOSOFIA E OS PRÉ-SOCRÁTICOS TERCEIRÃO COLÉGIO DRUMMOND 2017 PROF. DOUGLAS PHILIP O CONCEITO E A ORIGEM DA FILOSOFIA A ruptura com o pensamento mítico não se dá de forma imediata, mas de forma progressiva,
DIVISÃO ÁUREA 1- INTRODUÇÃO
DIVISÃO ÁUREA 1- INTRODUÇÃO A Razão Áurea tem sido motivo de estudo desde os mais remotos tempos. Ela representa, segundo os estudiosos, a mais agradável proporção entre dois segmentos ou duas medidas.
O Número de Ouro e a Divina Proporção
O Número de Ouro e a Divina Proporção Patricia Camara Martins 1 1 Colegiado do Curso de Matemática Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas da Universidade Estadual do Oeste do Paraná Caixa Postal 711
Conforto Ambiental I: Ergonomia e Antropometria
Conforto Ambiental I: Ergonomia e Antropometria Profª Claudete Gebara J. Callegaro Mestranda em Arquitetura e Urbanismo [email protected] 1º semestre de 2013 Universidade Ibirapuera Arquitetura e
Conjuntos numéricos. Prof.ª: Aline Figueirêdo Nascimento
Conjuntos numéricos Prof.ª: Aline Figueirêdo Nascimento Introdução É indiscutível que os números exercem influência marcante no dia a dia dos seres humanos. Na economia global, por exemplo, os indicadores
O NÚMERO ÁUREO E O NÚMERO PLÁSTICO 1
O NÚMERO ÁUREO E O NÚMERO PLÁSTICO 1 Miguel Shiniti AGUENA 2 Estudante de Ensino Técnico Integrado ao Médio IFSP/Câmpus São Paulo Arthur Pires JULIÃO 3 Mestre em Matemática/USP Docente de Matemática FATEC/Câmpus
NÚMERO DE OURO E SECÇÃO ÁUREA
NÚMERO DE OURO E SECÇÃO ÁUREA Andressa Arnemann Caneppele 1, Fabiana Raquel Mühl 2, Neuri Antônio Feldmann 3 Palavras-chave: Matemática, Divina Proporção, Beleza. INTRODUÇÃO Através do Número de Ouro e
FIBONACCI & GEOMETRIA FRACTAL
FIBONACCI & GEOMETRIA FRACTAL A Sequência de Fibonacci descreve como as coisas podem crescer através da geometria fractal. Exemplos de como essa disposição numérica ocorre podem ser vistos em diversos
Conjuntos numéricos. Prof.ª: Aline Figueirêdo Nascimento
Conjuntos numéricos Prof.ª: Aline Figueirêdo Nascimento Introdução É indiscutível que os números exercem influência marcante no dia a dia dos seres humanos. Na economia global, por exemplo, os indicadores
UNIDADE 2. Período Pré-socrático. Cosmológico
UNIDADE 2 Período Pré-socrático Cosmológico PRÉ-SOCRÁTICOS FILÓSOFOS DA NATUREZA RODA VIVA Chico Buarque Tem dias que a gente se sente Como quem partiu ou morreu A gente estancou de repente Ou foi o mundo
Tales de Mileto (c a.c.)
Tales de Mileto (c. 624-546 a.c.) Tales foi considerado por Aristóteles como o primeiro filósofo, por ter sido o primeiro a buscar uma explicação racional de mundo. Com esse pensador, ele foi o fundador
OFICINA CONSTRUÇÃO DE PROTA RETRATOS COM A FORMA DE HEXAEDROS REGULARES
ISSN 2316-7785 OFICINA CONSTRUÇÃO DE PROTA RETRATOS COM A FORMA DE HEXAEDROS REGULARES Tânia Baier FURB Universidade Regional de Blumenau [email protected] Dalana Fischer FURB - Universidade regional
PRÓPRIA CASA,COMO PRETENDES EN- CONTRAR OUTRAS EXCELÊNCIAS? EM TI ESTÁ OCULTO O TESOURO DOS TE- SOUROS. (Sócrates)
ADVIRTO,SEJA QUEM FORES! Ó TU, QUE DESEJAS SONDAR OS ARCANOS DA NATUREZA;SE NÃO ACHARES DEN- TRO DE TI AQUILO QUE PROCURAS, TAMBÉM NÃO PODERÁS ACHAR FORA. SE IGNORAS AS EXCELÊNCIAS DE TUA PRÓPRIA CASA,COMO
FILOSOFIA CURSINHO COLÉGIO DRUMMOND 2017 PROF. DOUGLAS PHILIP
FILOSOFIA CURSINHO COLÉGIO DRUMMOND 2017 PROF. DOUGLAS PHILIP O CONCEITO DE MITO UNIDADE 1 Mythos: contar e/ou narrar. Os mitos são uma tentativa de entender a realidade a partir de explicações referidas
O CAMPO DOS NÚMEROS REAIS. Capítulos IV, V e VI do livro Conceitos fundamentais da Matemática Bento de Jesus Caraça
O CAMPO DOS NÚMEROS REAIS Capítulos IV, V e VI do livro Conceitos fundamentais da Matemática Bento de Jesus Caraça Aula passada... Números Naturais: 1, 2, 3, Números Inteiros: 0, 1, 2, 3, Relações Biunívocas
DESENHO GEOMÉTRICO AULA 4T EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
1 DESENHO GEOMÉTRICO AULA 4T EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1. DIVIDIR O SEGMENTO AB = 5 CM EM MÉDIA E EXTREMA RAZÃO E INDICAR O SEGMENTO ÁUREO DE AB E TAMBÉM O SEGMENTO O QUAL AB É ÁUREO. Seja o segmento AB =
Processo de compreensão da realidade. Não é lenda Verdade Explicação do misterioso Expressão fundamental do viver humano
Processo de compreensão da realidade Não é lenda Verdade Explicação do misterioso Expressão fundamental do viver humano Homero Ilíada Hesíodo Teogonia Odisseia A invenção da escrita Nova idade mental Surgimento
PITÁGORAS: UM MATEMÁTICO INSUPERÁVEL. ¹Discente do Curso de Matemática da UEG-UnU de Santa Helena de Goiás
7ª JORNADA ACADÊMICA 2013 18 a 23 de Novembro Unidade Universitária de Santa Helena de Goiás Crescimento Regional Inovação e tecnologia no mercado de trabalho PITÁGORAS: UM MATEMÁTICO INSUPERÁVEL Gleiciane
COLÉGIO ESTADUAL PARIGOT DE SOUZA MUNICÍPIO DE INÁCIO MARTINS-PARANÁ 2015 PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
COLÉGIO ESTADUAL PARIGOT DE SOUZA MUNICÍPIO DE INÁCIO MARTINS-PARANÁ 2015 PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO ETAPA 2 CADERNO II CIÊNCIAS HUMANAS NÚMERO DE OURO E A RELAÇÃO COM OUTRAS ÁREAS.
OFICINA: HISTÓRIA DA MATEMÁTICA. Resumo
OFICINA: HISTÓRIA DA MATEMÁTICA Resumo Os grandes matemáticos surgiram antes e depois de Cristo, inventando novas fórmulas, soluções e cálculos. A inteligência do homem era algo tão magnífico, que a matemática
FRACTAIS: a complexidade e a auto-semelhança dos padrões geométricos representadas com materiais concretos e tecnologia computacional
FRACTAIS: a complexidade e a auto-semelhança dos padrões geométricos representadas com materiais concretos e tecnologia computacional Profa. Ângela Maria Hartmann Monitores: Matheus Garcia Arantes; Victor
Os Poliedros de Platão
Os Poliedros de Platão Poliedro é um sólido geométrico cuja superfície é composta por um número finito de faces, cujos vértices são formados por três ou mais arestas em três dimensões (eixo dos "X", "Y",
Autor: Marcos Paulo Ferreira Rio de Janeiro, 2011 Orientadora: Profª Drª Tatiana Marins Roque Universidade Federal do Rio de Janeiro Uma leitura dos
CONCEITO DE NÚMEROS REAIS: UMA PROPOSTA DIDÁTICA BASEADA NA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA. Autor: Marcos Paulo Ferreira Rio de Janeiro, 2011 Orientadora: Profª Drª Tatiana Marins Roque Universidade Federal do
INSTITUTO ÁGORA CEZAR CANESSO. O SURGIMENTO DA FILOSOFIA Resenha Crítica
INSTITUTO ÁGORA CEZAR CANESSO O SURGIMENTO DA FILOSOFIA Resenha Crítica Rio de Janeiro - RJ 2017 1 O SURGIMENTO DA FILOSOFIA De acordo com o tema apresentado no Artigo, há uma incerteza quanto à origem
FILOSOFIA RECAPITULAÇÃO
FILOSOFIA RECAPITULAÇÃO O QUE É FILOSOFIA? CONCEITOS ORIGEM DA PALAVRA philo = AMOR FRATERNAL sophia = SABEDORIA AMOR PELA SABEDORIA AMIZADE PELO SABER PRIMEIRO USO DO TERMO ACREDITA-SE QUE O FILÓSOFO
O conhecimento das civilizações Profª Tathiane Milaré
O conhecimento das civilizações Profª Tathiane Milaré Cultura própria: deuses, língua, escrita hieroglífica Importância do Rio Nilo na Agricultura Transporte: roda raiada e barco à vela Comércio: uso de
UM ESTUDO SOBRE O VALOR DA PERFEIÇÃO: A DIVINA PROPORÇÃO
Sociedade Brasileira de na Contemporaneidade: desafios e possibilidades UM ESTUDO SOBRE O VALOR DA PERFEIÇÃO: A DIVINA PROPORÇÃO Matheus Alexandre Oliveira de Souza [email protected] Raphael Vasconcelos
Sistemas de Proporções Matemáticas
Página 1 de 13 Revista Eletrônica de Ciências São Carlos, domingo, 10 de agosto de 2008. Número 26, Abril de 2004 Artigo Sistemas de Proporções Matemáticas Henrique Ferraz Estudante de Arquitetura e Urbanismo
A principal forma de organização da sociedade grega durante a Antiguidade é a Polis, cidade-estado que produzia todos os bens necessários à
A principal forma de organização da sociedade grega durante a Antiguidade é a Polis, cidade-estado que produzia todos os bens necessários à subsistência do ser humano à época. Tinha autonomia política
8º ANO Segmentos de reta incomensuráveis. Pontos irracionais da reta numérica. Nuno Marreiros Comensurável VS Incomensurável
NÚMEROS REAIS 8º ANO Segmentos de reta incomensuráveis. Pontos irracionais da reta numérica. Nuno Marreiros Comensurável VS Incomensurável A medida pode ser comparada com um padrão. A medida não pode ser
PLATÃO E A MATEMÁTICA: SÓLIDOS PLATÔNICOS
PLATÃO E A MATEMÁTICA: SÓLIDOS PLATÔNICOS ELIAS, Silvana Leide Garcia [email protected] GOBATO, Angélica Romagnoli [email protected] Acadêmicas do 2º Ano do curso de Matemática. CTESOP BOCHENEK,
15/03/2016. História da Filosofia Antiga: Aula 2 Prof. Rafael de Lima Oliveira
Pré-socráticos História da Filosofia Antiga: Aula 2 Prof. Rafael de Lima Oliveira 1 Os primeiros filósofos: os pré-socráticos Séculos VII-VI a.c.; Restam apenas fragmentos de suas obras e comentários doxográficos;
Fontes utilizadas nessa palestra: - Arquivo pessoal (Cláudia Couto) e pesquisa Internet
Fontes utilizadas nessa palestra: - Arquivo pessoal (Cláudia Couto) e pesquisa Internet PRA COMEÇAR VAMOS FAZER: 2 LINHAS VERTICAIS E 2 LINHAS HORIZONTAIS Nos papéis que receberam ESTAS LINHAS TÊM QUE
OS FILÓFOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS
OS FILÓFOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS São chamados de filósofos da natureza. Buscavam a arché, isto é, o elemento ou substância primordial que originava todas as coisas da natureza. Dirigiram sua atenção e suas
A Ciência e a Filosofia gregas
A Ciência e a Filosofia gregas Por que a Grécia foi o berço da produção de tanto conhecimento? Atualmente que nação seria a Grécia? Pitágoras e a Harmonia Musical do Universo Matemático, astrônomo, filósofo
Palavras-chave: História da Matemática; Números irracionais; Incomensurabilidade de segmentos.
UMA INTERPRETAÇÃO GEOMÉTRICA DOS NÚMEROS IRRACIONAIS POR MEIO DA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA Débora Cristina Tamagnoni 1 Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Cornélio Procópio [email protected]
NÚCLEO EDUCAFRO KALUNGA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA PROFESSOR DEREK PAIVA
NÚCLEO EDUCAFRO KALUNGA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA PROFESSOR DEREK PAIVA NOTAS DE AULA: REPRESENTAÇÕES DECIMAIS A representação decimal é a forma como escrevemos um número em uma única base, e como essa
Educação Matemática MATEMÁTICA LICENCIATURA. Professora Andréa Cardoso
Educação Matemática MATEMÁTICA LICENCIATURA Professora Andréa Cardoso OBJETIVO DA AULA: Diferenciar a Matemática Racional da Matemática Prática 2 UNIDADE I : EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO Matemática Racional
DOS REAIS AOS DECIMAIS
DOS REAIS AOS DECIMAIS Número é a sua representação Na sua origem, número é resultado dos processos de contagem ou de medida. Tais números precisam ter algum tipo de representação, para possibilitar as
OS NÚMEROS DE FIBONACCI
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE MATEMÁTICA, ESTATÍSTICA E COMPUTAÇÃO CIENTÍFICA OS NÚMEROS DE FIBONACCI Disciplina: MA148 Fundamentos da Matemática Professor responsável: Fernando Eduardo
1.1. Numéricos. Conjuntos MATEMÁTICA. Conjunto dos Números Naturais (N) Conjunto dos Números Inteiros (Z)
CAPÍTULO 1 Capítulo 1 1.1 Conjuntos Numéricos Conjunto dos Números Naturais (N) Os números naturais são em geral associados à ideia de contagem, e o conjunto que os representa é indicado por N. N = {0,
As origens da filosofia. Os filósofos pré-socráticos
Na aula de hoje vamos estudar. As origens da filosofia. Os filósofos pré-socráticos O que chamamos de filosofia surgiu na Grécia Antiga. Os filósofos pré socráticos. Os jônios ou Escola de Mileto. Escola
Matemática. Sumários
Matemática Sumários Sumário Vamos começar! 8 4 Números naturais: multiplicação e divisão 92 1 Números naturais e sistemas de numeração 14 1 Números para contar 15 2 Números para ordenar e transmitir informações
e sua relação como número áureo é bem estreito. Temos a aparição desses números em espirais, sejam elas a concha de um molusco, em ondas, em uma
A RAZÃO ÁUREA E A SEQÜÊNCIA DE FIBONACCI Thiago Yukio Tanaka Universidade Federal de Pernambuco [email protected] Lucimarcos José da Silva Universidade Federal de Pernambuco [email protected]
MAC DOWELL FILOSOFIA OS PRÉ- SOCRÁTICOS PAZ NA ESCOLA
MAC DOWELL FILOSOFIA OS PRÉ- SOCRÁTICOS PAZ NA ESCOLA DATA: 18/02/2019 1. O surgimento da Filosofia. 2. Mitologia Grega. 3. Mito e Filosofia. 2 3 MAC DOWELL FILOSOFIA OS PRÉ- SOCRÁTICOS PAZ NA ESCOLA DATA:
MATÉRIA DA DISCIPLINA ÉTICA E CIDADANIA APLICADA AO DIREITO I
4 MATÉRIA DA DISCIPLINA ÉTICA E CIDADANIA APLICADA AO DIREITO I MINISTRADA PELO PROFESSOR MARCOS PEIXOTO MELLO GONÇALVES PARA A TURMA 1º T NO II SEMESTRE DE 2003, de 18/08/2003 a 24/11/2003 O Semestre
PROFESSOR: ALEXSANDRO DE SOUSA
E.E. Dona Antônia Valadares MATEMÁTICA 1º ANO Conjuntos Numéricos PROFESSOR: ALEXSANDRO DE SOUSA http://donaantoniavaladares.comunidades.net MATEMÁTICA, 9º Ano Pontos no plano cartesiano/pares ordenados
Planificação De Uma Aula Usando História da Matemática. Liliana Carolina Vieira Pinho
ãomm aoed Planificação De Uma Aula Usando História da Matemática Liliana Carolina Vieira Pinho Planificação De Uma Aula Usando História da Matemática Liliana Carolina Vieira Pinho Trabalho elaborado no
Funções - Primeira Lista de Exercícios
Funções - Primeira Lista de Exercícios Vers~ao de 0/03/00 Recomendações Não é necessário o uso de teoremas ou resultados complicados nas resoluções. Basta que você tente desenvolver suas idéias. Faltando
FIBONACCI num cartão, como é sugerido a seguir.
Problemas (9 o Ano) 1 Problema: Probabilidades A palavra FIBONACCI é construída por nove letras. Foram usadas três cores verde, azul e vermelho para representar cada uma das letras da palavra FIBONACCI
FILOSOFIA, O PRINCIPIO DE TUDO:
Aluno: Série/ano: 7 Turma: Turno: Professor: Data: / / FILOSOFIA, O PRINCIPIO DE TUDO: Já estudamos no 6º ano que a Filosofia surgiu do espanto do homem diante da natureza. Os primeiros filósofos procuravam
MATRIZ DE REFERÊNCIA DE MATEMÁTICA PROVA FLORIPA MATEMÁTICA - 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
MATEMÁTICA - 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL T1 - RECONHECIMENTO DE NÚMEROS E OPERAÇÕES. C1. Mobilizar ideias, conceitos e estruturas relacionadas à construção do significado dos números e suas representações.
Exercícios de Revisão 1
Exercícios de Revisão 1 1. Quando começamos a estudar, somos logo levados a buscar o que ela é. Nossa primeira surpresa surge ao descobrirmos que não há apenas uma definição da, mas várias. Uma primeira
Ordenar ou identificar a localização de números racionais na reta numérica.
Ordenar ou identificar a localização de números racionais na reta numérica. Estabelecer relações entre representações fracionárias e decimais dos números racionais. Resolver situação-problema utilizando
A APLICAÇÃO DA PROPORÇÃO ÁUREA NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS
A APLICAÇÃO DA PROPORÇÃO ÁUREA NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS Leonardo Paes Leme Bedeschi (FEAMIG) [email protected] Lucinea do Amaral (FEAMIG) [email protected] Wilson José Vieira
Fique atento a data da sua avaliação de Filosofia, conferindo com antecedência no portal NIED.
Caro estudante, Este material contém informações BÁSICAS sobre os conteúdos. Para maiores informações, procure diretamente o professor de filosofia, Daniel de Oliveira Neto. Fique atento a data da sua
FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DE MATEMÁTICA FUNDAÇÃO CECIERJ / SEEDUC-RJ
FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DE MATEMÁTICA FUNDAÇÃO CECIERJ / SEEDUC-RJ COLÉGIO: Colégio Estadual Amanda Velasco PROFESSOR: Aline Barros Ribeiro MATRÍCULA: 09291956 SÉRIE: 9 ano do Ensino Médio
MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE EDIÇÕES SM
Matemática PNLD2017 Ensino Fundamental II MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE EDIÇÕES SM O momento de escolha de uma coleção aprovada no PNLD pode se transformar em uma fonte de incertezas para o educador das escolas
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA CAMPUS ALEGRETE PIBID
1. Dados de identificação. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PROPOSTA DIDÁTICA 1.1 Nome do bolsista. Bruno Santana do Prado. 1.2 Público alvo: 8 e 9 ano. 1.3 Duração: 2,5 horas. 1.4 Conteúdo desenvolvido: Teorema
RPM 05 - Grandezas incomensuráveis e números irracionais. Geraldo Ávila Departamento de Matemática Universidade de Brasília Brasília - DF
Página 1 de 6 Olhando Mais de Cima Grandezas incomensuráveis e números irracionais Geraldo Ávila Departamento de Matemática Universidade de Brasília 70910 Brasília - DF Existem, em Matemática, conceitos
HISTÓRIA DOS NÚMEROS
HISTÓRIA DOS NÚMEROS O número é um conceito fundamental em matemática que foi construído numa longa história. Existem evidências arqueológicas de que o homem, já há 50.000 anos, era capaz de contar. O
Ar infinito: indeterminado, não tem uma forma clara.
FILOSOFIA ANTIGA Ar infinito: indeterminado, não tem uma forma clara. Está presente na água de Tales: H20. Essencial para a vida dos seres vivos. É a causa do movimento da natureza: vento move nuvens,
MITO E FILOSOFIA 1 SÉRIE DO ENSINO MÉDIO COLÉGIO DRUMMOND 2017 PROF. DOUGLAS PHILIP
MITO E FILOSOFIA 1 SÉRIE DO ENSINO MÉDIO COLÉGIO DRUMMOND 2017 PROF. DOUGLAS PHILIP QUAL O SIGINIFICADO DA PALAVRA FILOSOFIA? QUAL A ORIGEM DA FILOSOFIA? E O QUE HAVIA ANTES DA FILOSOFIA? OS MITOS A palavra
HISTÓRIA DA MATEMÁTICA I MAT 341 INTRODUÇÃO
HISTÓRIA DA MATEMÁTICA I MAT 341 INTRODUÇÃO 2016 3 Antonio Carlos Brolezzi IME-USP Grécia Antiga: berço da Matemática sistematizada Fontes principais: referências históricas em escritos filosóficos ou
O SURGIMENTO DA FILOSOFIA Prof. André Teixeira
O SURGIMENTO DA FILOSOFIA Prof. André Teixeira COMPETÊNCIA DE ÁREA HABILIDADES - Compreender os elementos culturais que constituem as identidades HABILIDADE: H23 - Analisar a importância dos valores éticos
Razão Áurea: a Divina Proporção
Razão Áurea: a Divina Proporção Golden Ratio: the Divine Proportion CC1 Ana Mary Barreto de Almeida * Danielly Silva de Oliveira Ribeiro ** Luis Gustavo Marques Soares *** Rejane Waiandt Schuwartz Faria
RESENHAS. Erickson, Glenn W. e Fossa, John A.. Número e razão: os fundamentos matemáticos da metafísica platônica. Natal: EDUFRN, páginas.
RESENHAS Erickson, Glenn W. e Fossa, John A.. Número e razão: os fundamentos matemáticos da metafísica platônica. Natal: EDUFRN, 2005. 252 páginas. Tassos Lycurgo * Livros são entidades estranhas, pois,
MA14 - Unidade 2 Divisão Euclidiana Semana de 08/08 a 14/08
MA14 - Unidade 2 Divisão Euclidiana Semana de 08/08 a 14/08 Divisão Euclidiana Mesmo quando um número natural a não divide o número natural b, Euclides 1, nos seus Elementos, utiliza, sem enunciá-lo explicitamente,
MATEMÁTICA PLANEJAMENTO 3º BIMESTRE º B - 11 Anos
PREFEITURA MUNICIPAL DE IPATINGA ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO/ SEÇÃO DE ENSINO FORMAL Centro de Formação Pedagógica CENFOP MATEMÁTICA PLANEJAMENTO 3º
INTRODUÇÃO À FILOSOFIA
INTRODUÇÃO À FILOSOFIA Há três mil anos, não havia explicações científicas para grande parte dos fenômenos da natureza ou para os acontecimentos históricos, assim, para buscar um significado para esses
Teoria do Conhecimento e Filosofia da Ciência I Osvaldo Pessoa Jr Capítulo III
Teoria do Conhecimento e Filosofia da Ciência I Osvaldo Pessoa Jr. 2010 Capítulo III A MATEMÁTICA ANTIGA 1. A Matemática na Grécia Antiga A matemática grega, partindo de Tales de Mileto (c. 625-546 a.c.)
Números e Funções Reais, E. L. Lima, Coleção PROFMAT.
1/12 Aviso Este material é apenas um resumo de parte do conteúdo da disciplina. O material completo a ser estudado encontra-se no Capítulo 4 - Seções 4.1 e 4.2 do livro texto da disciplina: Números e Funções
Michelangelo - Capela Sistina
Mito e Filosofia Michelangelo - Capela Sistina Origens do Mito Mito: explicação da realidade anterior a filosofia e que Não se baseia na racionalidade! O Mito serviu para acalmar a ansiedade humana em
x. 20= x= 40 = 35 y
20 25 = 28 x x. 20= 25.28 x= 25.28 20 x = 35. Resolvendo a medida y agora, vimos que x = 35, logo o raciocínio é, 25 40 = x y 25 40 = 35 y 25.y = 40.35 y= 40.35 30 y = 56. Exemplo-03. Ao executar a fiação
MAT Geometria Euclidiana Plana. Um pouco de história
Geometria Euclidiana Plana Um pouco de história Prof a. Introdução Estudo axiomático da geometria estudada no ensino fundamental e médio, a Geometria Euclidiana Plana. Método axiomático (dedutivo): utilizado
AS CÔNICAS DE APOLÔNIO
Sociedade na Contemporaneidade: desafios e possibilidades AS CÔNICAS DE APOLÔNIO Arianne Alves da Silva Universidade Federal de Uberlândia [email protected] Mirianne Andressa Silva Santos Universidade
FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DE MATEMÁTICA FUNDAÇÃO CECIERJ / SEEDUC-RJ COLÉGIO:
FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DE MATEMÁTICA FUNDAÇÃO CECIERJ / SEEDUC-RJ COLÉGIO: Estadual Cel. João Limongi PROFESSORA: Edneuza da Silva Reis de Souza MATRÍCULA: 0926411-0 SÉRIE: 2ºano Nova Eja
A Razão Áurea. A História de FI, um número surpreendente
A Razão Áurea A História de FI, um número surpreendente O Livro Autor: Mário Livio Editora: Record Idioma: Português Nº de Páginas: 333 Edição: 2006 Preço: 48 reais (www.livifusp.com.br) Estrutura 9 capítulos
NOTAS SOBRE O NÚMERO DE OURO NA CONSTRUÇÃO HISTÓRICO MATEMÁTICA
NOTAS SOBRE O NÚMERO DE OURO NA CONSTRUÇÃO HISTÓRICO MATEMÁTICA Francisco Danilo Duarte Serafim 1 (Autor); Brenda Lee Sales Lobo Guerra 2 (Co-autora); Adele Cristina Braga de Araujo 3 (Orientadora) 1.
Números Irracionais. Dinâmica 3. 9º Ano 1º Bimestre DISCIPLINA SÉRIE CAMPO CONCEITO. 9º Ano do Ensino Fundamental
Reforço escolar M ate mática Números Irracionais Dinâmica 3 9º Ano 1º Bimestre DISCIPLINA SÉRIE CAMPO CONCEITO Matemática 9º Ano do Ensino Fundamental Numérico Aritmético. Números reais. Primeira Etapa
ALBERTO MAGNO E TOMÁS DE AQUINO
1 ALBERTO MAGNO E TOMÁS DE AQUINO A ESCOLÁSTICA E OS PRINCIPAIS REPRESENTANTES ALBERTO MAGNO TOMÁS DE AQUINO Buscaram provar a existência de Deus utilizando argumentos racionais. 2 A UNIDADE ENTRE A FÉ
CONFORTO AMBIENTAL: ERGONOMIA E ANTROPOMETRIA AULA 3 (24/02/2014)
Universidade Ibirapuera Arquitetura e Urbanismo 24.02.2014 CONFORTO AMBIENTAL: ERGONOMIA E ANTROPOMETRIA AULA 3 (24/02/2014) Antropometria A natureza como referência O homem como medida das coisas Profª
NÚMEROS REAIS E MEDIDAS. Nos módulos anteriores, construímos dois conjuntos numéricos:
NÚMEROS REAIS E MEDIDAS Recapitulando Nos módulos anteriores, construímos dois conjuntos numéricos: 1) Conjunto dos inteiros {0,1,2,3...} m 2) Conjunto dos racionais: { / m,n são inteiros e n 0} n No módulo
MINICURSO - ÁLGEBRA E FUNÇÕES O TEOREMA DE PITAGORAS E OS TERNOS PITAGÒRICOS: APROFUNDANDO CONCEITOS MATEMÁTICOS PARA O 9º ANO DA EDUCAÇÃO BÁSICA.
MINICURSO - ÁLGEBRA E FUNÇÕES O TEOREMA DE PITAGORAS E OS TERNOS PITAGÒRICOS: APROFUNDANDO CONCEITOS MATEMÁTICOS PARA O 9º ANO DA EDUCAÇÃO BÁSICA. JORGE HENRIQUE DUARTE, JAELSON DANTAS DE ALMEIDA (SE-PE,
SABEDORIA INICIÁTICA DAS IDADES - II
O cosmo é regido por relações matemáticas. A teoria da Harmonia das Esferas Estudavam os quatro elementos: terra, água, ar e fogo. Prof. Instr. Eliseu Mocitaíba da Costa www.portaldeaquario.com.br Link
