ROTINA DO EXAME DE ECODOPPLER COLOR
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- Luiz Henrique Varejão Ramalho
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1 ROTINA DO EXAME DE ECODOPPLER COLOR Atualizado em 01/04/2011 Autores: Ronaldo Rodrigues e Luiz Felix 1. Corte Unidimensional da aorta e átrio esquerdo ( colocar linha de corte do M-Mode cortando o maior diâmetro da aorta e do átrio esquerdo, de preferência vizualizando as cúspides aórticas em sístole e diástole ) 2. Corte Unidimensional da valva Mitral ( colocar linha de corte do M-Mode a nível da valva mitral, com a preocupação de registrar o movimento anterior do folheto anterior e registrar o movimento posterior do folheto posterior ). Observar o final do segmento CD ( componente sistólico do M-Mode Mitral ) se não há posteriorização desta região, pois é um achado sugestivo de Prolapso Valvar Mitral. 3. Corte Unidimensional do VENTRICULO ESQUERDO colocar a linha de corte do M-Mode no meio da cavidade ventricular esquerda, tendo o cuidado de não vizualizar neste corte quaisquer componentes da valva mitral. Neste corte será medido o SIV, a parede ínfero-lateral, ambas em sístole e diástole, assim como os diâmetros sistólico e diastólico do VENTRICULO ESQUERDO. Anotar em anexo a fração de ejeção do VENTRICULO ESQUERDO e o percentual de encurtamento da cavidade ( %AD ) já calculado automaticamente pelo aparelho.
2 4. Anotar em anexo o índice de massa do VENTRICULO ESQUERDO ( massa ventricular esquerda dividido pela área de superfície corporal ) para homens o normal é até 115 g/m² e para mulher o normal é até 95 g/m². Calcular o diâmetro indexado do VENTRICULO ESQUERDO ( diâmetro diastólico do VENTRICULO ESQUERDO dividido pela ASC valores normais até 31 mm/m² ). 5. Avaliar a contratilidade segmentar na janela longitudinal das paredes antero-septal e ínfero-lateral do VENTRICULO ESQUERDO ( pontuar em 1 como contratilidade normal, 2 pontos como hipocinesia, 3 pontos como acinesia e 4 pontos como discinesia ) 6. Medir o diãmetro da via de saida do VENTRICULO ESQUERDO ( cúspides abertas ) e anotar.
3 7. Rodar o transdutor 90 graus em sentido horário e identificar o corte transverso a nível dos vasos da base. Neste corte identificaremos a aorta em corte transverso no centro da imagem e a artéria pulmonar em situação longitudinal (cuidado para se identificar a bifurcação posterior da artéria pulmonar caso isto não aconteça podemos suspeitar que este vaso seja a aorta e estaremos de frente a uma transposição dos vasos da base). 8. Avaliar a presença de 3 cúspides aórticas, sempre em sístole. Afastar espessamento ou degeneração das cúspides aórticas. Tentar identificar as artérias coronárias. 9. Colocar o Doppler Continuo ( CW ) no centro da artéria pulmonar e medir a velocidade máxima do fluxo, calculando assim o gradiente máximo pulmonar. 2 Gradiente máximo pulmonar = 4 x Vel. Pulmonar
4 10. Utilizar o Doppler Colorido para identificar mínima regurgitação pulmonar e avaliar a presença de fluxo contínuo em artéria pulmonar, que é sugestivo de Persistência do Canal Arterial. 11. Avaliar agora o corte transverso a nível da valva mitral, analisando o movimento de abertura valvar mitral, assim como seu fechamento. 12. Avaliar neste corte a contratilidade dos segmentos basais das paredes anterior, anteroseptal, septal inferior, inferior, ínfero-lateral e antero-lateral ( pontuar em 1 como contratilidade normal, 2 pontos como hipocinesia, 3 pontos como acinesia e 4 pontos como discinesia ) 13. Avaliar no corte transverso a nível do músculo papilar a contratilidade dos segmentos médios das paredes anterior, antero-septal, septal inferior, inferior, ínfero-lateral e anterior ( pontuar em 1 como contratilidade normal, 2 pontos como hipocinesia, 3 pontos como acinesia e 4 pontos como discinesia ) 14. Avaliar no corte transverso a nível da ponta a contratilidade dos segmentos apicais das paredes anterior, septal, inferior e lateral ( pontuar em 1 como contratilidade normal, 2 pontos como hipocinesia, 3 pontos como acinesia e 4 pontos como discinesia.
5 15. Ir para o corte Apical 4 câmaras. 16. Avaliar a contratilidade das paredes septal inferior e lateral do VE ( pontuar em 1 como contratilidade normal, 2 pontos como hipocinesia, 3 pontos como acinesia e 4 pontos como discinesia ) 17. Ir para o corte Apical 2 câmaras. 18. Avaliar a contratilidade das paredes inferior e anterior do VE ( pontuar em 1 como contratilidade normal, 2 pontos como hipocinesia, 3 pontos como acinesia e 4 pontos como discinesia) 19. Ir para o corte Apical 5 câmaras. 20. Avaliar a contratilidade das paredes septal anterior e ínfero-lateral do VE ( pontuar em 1 como contratilidade normal, 2 pontos como hipocinesia, 3 pontos como acinesia e 4 pontos como discinesia )
6 21. Início da Avaliação da Função diastólica do VENTRICULO ESQUERDO. 22. Doppler Pulsado na frente dos folhetos da valva mitral, localizando a onda E ( primeira onda ) e a onda A ( segunda onda ). Medir suas velocidades e dividir a velocidade da onda E pela velocidade da onda A. ( Relação E/A normal maior de 1 e menor do que 2 ). Medir o tempo de diastóle. Medir a duração em segundos da onda A. 23. M-Mode Colorido da valva mitral. Utilizar o Color para indentificar o fluxo transmitral e colocar a linha de corte do M-Mode logo no centro do fluxo colorido e calcular com o caliper rampa a velocidade de inclinação da rampa ( valor normal acima de 55 cm/s ) 24. Colocar o volume de amostra do Doppler Pulsado (PW) abaixo da valva mitral e pesquisar a presença de fluxo negativo (abaixo da linha de base e sistólico), sugestivo de IM. 25. Qualificar a Insuficiência Mitral, caso exista, pela relação entre a área de regurgitação mitral em relação a área do AE ( se IM tem área < 20% da área do AE ela é leve, se tem entre 20 e 40% da área do AE ela é moderada e se ela tem > 40% da área do AE ela é grave ).
7 26. Medir o anel valvar mitral e anotar 27. Doppler Continuo à frente da mitral para calcular o TVI mitral (planimetrar toda a curva de fluxo transmitral) 28. Doppler Pulsado antes da valva aórtica para calcular o TVI TSVE (planimetrar toda a curva de fluxo da via de saída do VE) 29. Calcular Volume Transmitral: diâmetro do anel mitral² x 0,785 x TVI mitral ( valores em ml ) 30. Calcular Volume Aórtico (Stroke Volume): diâmetro da VSVE² x 0,785 x TVI VSVE ( valores em ml ) 31. Medir a área e o volume do AE. Indexar o volume do AE (Volume / ASC valores normais até 28 ml/m² )
8 32. Realizar fluxo das veias pulmonares ( registrar a presença das ondas S e D, assim como o reverso atrial ). Avaliar a relação S/D ( normal > 1 ) e medir a velocidade e a duração da onda A reversa. 33. Doppler Tecidual do anel mitral lateral e septal, registrando e anotando as velocidades da onda E e A em ambas as paredes e fazer a média entre elas. 34. Calcular a Relação E mitral/e miocárdica ( valores acima de 15 inferem pressõss elevadas de enchimento do VENTRICULO ESQUERDO ). 35. Pressão do AE é Relação E/E + 4 mmhg ( anotar ) 36. Doppler Contínuo na aorta, para calcular o gradiente aórtico. Planimetrar a curva obtida, tendo agora o gradiente máximo e médio VE-AO. 37. Avaliar o tamanhos das cavidades direitas ( área e volume do AD ) 38. Doppler Continuo à frente da tricúspide para calcular o TVI tricúspide ( planimetrar toda a curva de fluxo tricuspídeo )
9 39. Medir o anel valvar tricúspide e anotar Calcular Volume Tricuspideo: diâmetro do anel tricúspide x 0,785 x TVI tricúspide ( valores em ml ) 41. Avaliar função sistólica do VD Tissue Doppler do anel lateral tricúspide ( ondas S acima de 0,09 inferem função sistólica do VD normal ) 42. Avaliar a presença com o ColorDoppler de IT. Se existir utilizar o CW para medir a velocidade máxima. Velocidade Máxima da IT ao quadrado x 4 + pressão do AD vai resultar na pressão sistólica da artéria pulmonar. 43. Corte Subxifóide utilizar o colordoppler para afastar a presença de CIA. 44. Avaliar a presença de derrame pericárdico 45. Medir o diâmetro da veia cava inferior e avaliar a sua variabilidade em percentual com a inspiração profunda. 46. ColorDoppler em veia supra-hepática. Somente podemos ver fluxos em cor azul, drenando em veia cava inferior. 47. Realizar o corte longitudinal da aorta abdominal. Se o ColorDoppler evidenciar fluxo em azul, sugere IAO grave. 48. Corte Supraesternal Medir a aorta ascendente ( até 40 mm ), a aorta transversa ( até 35 mm ) e a descendente ( até 25 mm ). 49. ColorDoppler da Aorta Ascendente e Descendente. 50. CW na aorta descendente para afastar a presença de Coarctação da Aorta.
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