EDUCAÇÃO EM PRISÕES: A OFERTA DE CURSOS PROFISSIONALIZANTES NO SISTEMA PRISIONAL DO ESTADO ESPÍRITO SANTO

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1 EDUCAÇÃO EM PRISÕES: A OFERTA DE CURSOS PROFISSIONALIZANTES NO SISTEMA PRISIONAL DO ESTADO ESPÍRITO SANTO INTRODUÇÃO CAÇADOR, Alice Guizzardi 1 AGUIAR, Jéssyca Souza 2 PORTINHO, Diego Buffolo 3 Ao observar o cenário da educação no sistema prisional capixaba, percebese a oferta de cursos profissionalizantes a fim de proporcionar aos detentos um melhor engajamento da sua inserção no mercado de trabalho, em contrapartida, nota-se que não são todos os presídios que possuem essa oferta de educação (SECRETARIA DE ESTADO DA JUSTIÇA, 2021) e até mesmo nem todos os detentos frequentam esse ensino com intuito de ter um trabalho digno quando forem reinseridos na sociedade. Por isso, a parceria de empresas com as unidades prisionais é tão importante para os detentos, que buscarão por oportunidades quando conseguirem sua liberdade novamente, visto que os cursos profissionalizantes é uma porta de saída do mundo da criminalidade para as pessoas que ingressam nesses cursos. Sendo assim, o estudo tem por objetivo analisar se as parcerias empresariais tanto privadas, como públicas ofertantes de cursos profissionalizantes contribuem para a inserção dos ex-detentos no mercado de trabalho. METODOLOGIA O estudo caracteriza-se por uma abordagem qualitativa, contemplando a consulta bibliográfica e documental, de caráter exploratório, incluindo a pesquisa de leis, reportagens publicadas que versam sobre a educação nas prisões, além do Plano de Educação nas Prisões do Estado do Espírito Santo. A pesquisa também contempla análise de depoimento publicado no site da Secretaria de Estado da Justiça do Governo do Estado do Espírito Santo (SEJUS). As palavras chaves utilizadas para as buscas foram: educação profissionalizante, educação nas prisões, 1 Graduanda do Curso de Pedagogia do Centro Universitário São Camilo-ES 2 Graduando do Curso de Pedagogia do Centro Universitário São Camilo-ES 3 Professor orientador. Mestre em Ensino, Educação Básica e Formação de Professores pela Universidade Federal do Espírito Santo. Centro Universitário São Camilo-ES

2 2 educação nos presídios do Espírito Santo. Os dados foram discutidos a partir dos referenciais que fundamentam o estudo. DISCUSSÃO Educação nas Prisões A educação nas prisões é reiterada no Plano Nacional de Educação e na Lei nº 7.210/1984 (Lei de Execução Penal), que foi alterada de acordo com a Lei /2011, como forma de reintegrar as pessoas privadas de liberdade. Segundo o documento: Educação em prisões na América Latina: direito, liverdade e cidadania (UNESCO, 2009, p. 130) é função da educação prisional proporcionar às pessoas presas informações e acesso aos diferentes níveis de educação e capacitação profissional, promovendo a realização de trajetórias, uma vez que a educação deve ser entendida de forma integral, abarcando o sujeito em todas as dimensões de sua personalidade: ética, estética, política, artística, cultural, no âmbito da saúde, do trabalho e nas relações sociais. A oferta de educação no sistema prisional é feita através da modalidade de ensino intitulada Educação de Jovens e Adultos (EJA), em que o preso pode remir parte do tempo de execução penal, por trabalho ou por estudo, sendo 1 (um) dia de pena a cada 12 (doze) horas de estudo, podendo ser a educação básica, profissionalizante ou superior (BRASIL, 1984). Além disso, a oferta da educação acontece de maneira plena, onde os detentos possuem acesso a livros, atividade variadas, aulas e ambientes estruturados para que aconteça o momento de ensino aprendizagem. A educação nos presídios pode contemplar tanto a educação formal, como a não-formal, que possibilita os detentos de terem uma profissionalização após saírem das unidades prisionais. Vale ressaltar que ambas devem andar articuladas em todos os momentos. Entretanto, sabe-se que a população prisional enfrenta muitas questões que já violam seus direitos, principalmente na quantidade de pessoas por cela, que é muito além que o sistema carcerário suporta, sem contar a falta de higiene, a alimentação inadequada e a falta de infraestrutura adequada (VERÍSSIMO, 2019), o que acaba dificultando um pouco ambas educações, tanto formal, como não-formal. Então, a educação vem para essas pessoas como forma de esperança para sua

3 3 vida além das grades das prisões, preparando-os para assumir seu papel na sociedade e no trabalho. Educação nas Prisões do Espírito Santo No Estado do Espírito Santo, a parceria da Secretaria de Estado de Educação (SEDU) juntamente com a Secretaria de Estado da Justiça (SEJUS), atendia 36 (trinta e seis) unidades prisionais, 30 (trinta) delas possuía a oferta de educação, na modalidade da Educação de Jovens e Adultos (EJA), de acordo com o Plano Estadual de Educação nas Prisões, nos exercícios de 2015 a Em que as aulas eram distribuídas em três turnos matutino, vespertino e noturno -, com carga horária diária de 4h/aulas, assim como nas escolas fora do sistema prisional (SEJUS, 2021). Diante a parceria criada pela SEDU e a SEJUS, ficou na responsabilidade da Sedu o fornecimento de materiais didáticos-pedagógicos, a gestão de pessoal do magistério e o acompanhamento pedagógico e orientação. Enquanto isso, a SEJUS ficou responsável por toda a estrutura das salas, com equipamentos e mobiliários (SECRETARIA DE ESTADO DA JUSTIÇA, 2021). A consolidação da oferta de educação nas unidades prisionais no Estado não foi uma tarefa fácil no início do processo, pois o olhar da sociedade perante aos detentos, fez com que a contratação de professores tivesse grande recusa para lecionar no sistema carcerário, além das unidades não estarem acostumadas com o processo de ensino aprendizagem na sua rotina do dia-a-dia. No ano de 2019, o Estado contava com cerca de 300 (trezentos) professores nas unidades prisionais, que tinham aproximadamente (três mil e seiscentos) detentos matriculados na educação formal (SECRETARIA DE ESTADO DA JUSTIÇA, 2021). É válido ressaltar que as aulas foram suspensas de forma presencial durante a pandemia, de acordo com a Nota técnica 006/2021 Orientações para as Unidades Prisionais do Estado do Espírito Santo (SECRETARIA DE ESTADO DA JUSTIÇA, 2021), que obedeceram às orientações da Gerência de Educação e Trabalho, repondo a carga horária por meio de atividades pedagógicas não presenciais. Educação profissionalizante nas prisões do Espírito Santo

4 4 De acordo com o Plano Estadual nas Prisões do Estado, das 30 (trinta) unidades que possuía a oferta de educação, 29 (vinte e nove) ofertava cursos profissionalizantes (ESPÍRITO SANTO, 2016). A oferta dos cursos profissionalizantes, dentro de presídios do Espírito Santo acontece através de parcerias com empresas privadas, com prefeituras, com o estado, com a união, ONGs e através de técnicos que já trabalham no sistema prisional (ESPÍRITO SANTO, 2016). A importância desses cursos ofertados no sistema prisional do Espírito Santo, assim como em qualquer outro estado, vem a ser um recomeço na vida de muitos detentos, que começam a escrever uma nova história. Em depoimento, Ivanilson Trancoso Martins (SECRETARIA DE ESTADO DA JUSTIÇA, 2021), conta como os cursos profissionalizantes transformaram sua vida, possibilitando um recomeço na busca de vida diferente. Assim como o depoente, cerca de outros jovens e adultos tem acesso à educação nas unidades prisionais, e cerca de internos trabalham em mais de 200 empresas, através dos cursos profissionalizantes ofertados. Sendo assim, percebe-se a importância da educação significativa, através de parcerias empresariais com os sistemas prisionais no Estado do Espírito Santo, a fim de que os detentos tenham novas chances de recomeçarem suas vidas e de serem contratados no mercado de trabalho, com esperança de uma vida transformada e amparados de acordo com a legislação do nosso país. CONSIDERAÇÕES FINAIS Mediante o exposto, a educação nas prisões do estado do Espirito Santo é de grande relevância para as pessoas que estão frequentando o sistema prisional, pois eles já enfrentam várias questões que violam seus direitos, e a educação vem como um recomeço para eles. Então, é de suma importância as ofertas de cursos profissionalizantes no sistema prisional capixaba, onde proporcionam a esses indivíduos uma inserção no mercado de trabalho contribuindo no processo de reintegração dos detentos ao convívio social. Contudo, ainda é necessário avançar em novas tentativas de parcerias com mais empresas, para que os detentos capixabas tenham mais possibilidades de

5 5 saírem e ingressarem no mercado de trabalho e se tornarem cidadãos empenhados em reassumir sua família, seu papel social e obterem uma nova expectativa de vida. REFERÊNCIAS BRASIL. Lei n 9.394, de 20 de dezembro de Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, Disponível em: < Acesso em: 19 maio BRASIL. Lei n 7.210, de 11 de julho de Institui a lei de execução penal. Brasília, Disponível em: < Acesso em: 18 maio SECRETARIA DE ESTADO DA JUSTIÇA. Depoimento de Ivanilson Trancoso Martins Disponível em: < Aceso em: 18 maio SECRETARIA DE ESTADO DA JUSTIÇA. Campanha ressocialização Disponível em: < Aceso em: 21 maio ESPÍRITO SANTO. Secretaria da Justiça/Secretaria da Educação. Plano estadual de educação nas prisões. Vitória: Governo do Estado do Espírito Santo, p. Disponível em: < O_PRISOES_148X21cm_I_WEB%20(2).pdf>. Acesso em: 21 maio SECRETARIA DE ESTADO DA JUSTIÇA. Nota técnica 006/2021 Orientações para as unidades prisionais do estado do Espírito Santo. Vitória Disponível em: < Acesso em: 21 maio UNESCO. Educação em prisões na América Latina: direito, liberdade e cidadania. Brasília: Unesco, OEI, AECID, p. Disponível em: 9df60-0f9a-45b5-93c5-82d53439f4b7. Acesso em: 19 maio VERÍSSIMO, Elza. O sistema prisional brasileiro como violador dos direitos humanos. JUS. Disponível em: Acesso em: 21 maio 2021.

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