OITAVA CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS
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- Maria de Belem Fartaria Bardini
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1 OITAVA CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS Nº IMPETRANTE: JULIAN VINICIUS DE ALBUQUERQUE REIS E SILVA PACIENTE: ROGÉRIO DE SOUZA FERREIRA AUTORIDADE IMPETRADA: JUÍZO DE DIREITO DO JUIZADO ESPECIAL ADJUNTO CRIMINAL DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA DA MULHER DA COMARCA DE QUEIMADOS RELATOR: Desembargador CLAUDIO TAVARES DE OLIVEIRA JUNIOR. HABEAS CORPUS. VIOLÊNCIA DOMÉSTICA. PRISÃO PREVENTIVA DO PACIENTE. MANUTENÇÃO. CONSTRANGIMENTO ILEGAL NÃO CARACTERIZADO. ORDEM DENEGADA. Inadmissibilidade de dilação probatória, em sede de ação constitucional de habeas corpus, sob pena de supressão de instância. Presença dos requisitos autorizadores do art. 312, do Código de Processo Penal. Decisão judicial devidamente fundamentada, decretando a prisão preventiva do paciente. Vítima que busca, junto ao Poder Judiciário, a proteção que lhe é garantida por Lei, a fim de resguardar a sua integridade física e psicológica. Paciente que, por sua vez, já havia protagonizado episódios anteriores de agressão doméstica, em desfavor da mesma vítima, que, finalmente, socorreu-se do Poder Judiciário, tendo a autoridade judicial decretado-lhe a prisão, como medida extrema, mas única que se mostra eficaz, nas circunstâncias do caso concreto. A Lei /2011 alterou a redação do artigo 313, III, do CPP, admitindo a decretação da HC nº (8ª CCrim) - ACÓRDÃO Des. Claudio Tavares de Oliveira Junior fl. 1
2 prisão preventiva se o crime envolver violência doméstica. Ordem denegada Vistos, relatados e discutidos estes autos do Habeas Corpus nº , em que figura como impetrante o causídico Julian Vinicius de Albuquerque Reis e Silva, como paciente Rogério de Souza Ferreira e como autoridade impetrada o Juízo de Direito do Juizado Especial Adjunto Criminal da Violência Doméstica da Mulher da Comarca de Queimados, ACORDAM os Desembargadores que compõem a Oitava Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, por unanimidade, em denegar a ordem, nos termos do voto do Relator. RELATÓRIO Cuida a hipótese de habeas corpus, com pedido de liminar, impetrado em favor de Rogério de Souza Ferreira, alegando que o paciente sofre constrangimento ilegal no Juízo de origem. Narra que o mesmo foi preso por ter supostamente praticado o crime de lesão corporal contra sua ex-companheira (artigo 129, 9º, do CP), Requer a revogação da prisão preventiva decretada, alegando que várias outras medidas protetivas poderiam ter sido impostas pela autoridade impetrada, a teor do art. 22, da Lei /2006. Informações do Juízo impetrado (e-doc 00013), aduzindo que a prisão preventiva do paciente fundamentou-se na necessidade de se garantir a ordem pública e de se resguardar a instrução criminal, além de se amparar na garantia da segurança da vítima. Destaca que, além da presença dos requisitos HC nº (8ª CCrim) - ACÓRDÃO Des. Claudio Tavares de Oliveira Junior fl. 2
3 autorizadores, há o histórico de crimes envolvendo violência praticados pelo paciente em desfavor da mesma vítima, protagonizando, claramente, a hipótese prevista no art. 313, III, do CPP. Decisão desta Relatoria indeferindo o pedido de liminar (e-doc 00017). Parecer do Ministério Público, da lavra da procuradora de justiça Leila Machado Costa, opinando pela denegação da ordem (e-doc 00019). Petição ajuizada pelo impetrante sustentando a desnecessidade da prisão preventiva e a ausência de medidas protetivas previamente impostas ao paciente. É o Relatório. VOTO Denego a ordem. Antes de tudo, convém afirmar que a ação constitucional de habeas corpus não admite dilação probatória, sob pena de supressão de instância. Ao que dispõe o art. 5º, da Lei /06, configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero, que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial, (I) no âmbito da unidade doméstica, (II) da família ou (III) em qualquer relação íntima de afeto. A condição peculiar da mulher (vítima) prevista no art. 4º, da Lei Especial, está perfeitamente delineada com o fim social a que se destina a HC nº (8ª CCrim) - ACÓRDÃO Des. Claudio Tavares de Oliveira Junior fl. 3
4 legislação em comento. A Lei Maria da Penha é um exemplo de implementação para a tutela do gênero feminino, justificando-se pela situação de vulnerabilidade e hipossuficiência em que se encontram as mulheres vítimas da violência doméstica e familiar. A alegação da impetrante é no sentido de que o acusado estaria sofrendo constrangimento ilegal, vez que não haveria motivos que justificassem a manutenção de sua custódia cautelar. Entendo que razão não lhe assiste, na medida em que estão presentes os requisitos autorizadores do art. 312, do Código de Processo Penal. Na bem fundamentada decisão que decretou a prisão preventiva do réu, asseverou o ilustre Juízo a quo: O art. 310, com sua nova redação, determina que ao receber o auto de prisão em flagrante, o juiz deverá fundamentadamente: I relaxar a prisão ilegal; ou II converter a prisão em flagrante em preventiva, quando presentes os requisitos constantes do art. 312 deste Código, e se revelarem inadequadas ou insuficientes as medidas cautelares diversas da prisão; ou III conceder liberdade provisória, com ou sem fiança. Fixadas essas premissas, observo que no caso dos autos o acusado foi preso em flagrante delito por suposta prática dos crimes previstos no art. 140, 147 e 129, 9º, do CP, na forma da Lei /06. Concluídas as investigações preliminares, há indícios suficientes da materialidade e da autoria delitiva, conforme se pode constatar das peças técnicas. Por seu turno, o art. 313, III do CPP dispõe que a prisão preventiva será admitida para garantir a execução das medidas protetivas de urgência se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher. Compulsando-se detidamente os autos, verifica-se que, de fato, assiste razão ao Parquet, sendo imperiosa a decretação da prisão preventiva do autor do fato, uma vez que estão presentes os requisitos previstos no artigo 313, III, do Código de Processo Penal. HC nº (8ª CCrim) - ACÓRDÃO Des. Claudio Tavares de Oliveira Junior fl. 4
5 Certo é que o réu já havia protagonizado episódio anterior de agressão em desfavor da mesma vítima, que se socorreu do Poder Judiciário em busca de medidas protetivas, conforme revelam os autos de nº Permitir a continuidade desse cenário é trazer total descrédito às decisões judiciais, a ensejar novos episódios de agressão em desfavor da vítima, o que além de inadmissível é deveras temerário. É de se destacar, ainda, a postura do autor do fato, que insiste em investir violentamente em desfavor da vítima, protagonizando reiteradas e inadmissíveis cenas de horror familiar, revelando, em consonância com o seu comportamento reiterado, que não pretende resignar-se à instrução e possíveis penalidades que venham a lhe ser impostas. Noutro giro, além de se resguardar a integridade da vítima, a prisão é necessária para a garantia da ordem pública, devendo ser assegurada a credibilidade do Poder Judiciário, cumprindo assim o processo penal como forma de controle social. Por fim, as medidas cautelares alternativas à prisão, previstas no ar. 319, incisos I a IX do CPP se mostram inadequadas e insuficientes para o caso, não sendo a prisão desproporcional ao crime, nos termos do art. 282, inciso I e II do CPP, a contrario sensu. Ressalto, por oportuno, que as circunstâncias do fato afastam a possibilidade de aplicação de qualquer outra medida que não seja a prisão. Assim, por estarem presentes os requisitos autorizadores, com base nos artigos 312 e 313, III do CPP, DECRETO a prisão preventiva do autor do fato ROGERIO DE SOUSA PEREIRA (Anexo I e-doc 00003). os grifos não são do original Ao que se nota, a vítima busca, junto ao Poder Judiciário, a proteção que lhe é garantida por Lei, a fim de resguardar a sua integridade física e psicológica. O paciente, por sua vez, já havia protagonizado episódios anteriores de agressão em desfavor da mesma vítima, que, finalmente, socorreu-se do Poder Judiciário, tendo a autoridade judicial decretado-lhe a prisão, como medida extrema, mas única que se mostra eficaz, nas circunstâncias do caso concreto. HC nº (8ª CCrim) - ACÓRDÃO Des. Claudio Tavares de Oliveira Junior fl. 5
6 Mister salientar que a Lei /2011 alterou a redação do artigo 313, III, do CPP, admitindo a decretação da prisão preventiva se o crime envolver violência doméstica. Na hipótese em apreço, a Defesa requereu a imposição de medidas protetivas, tendo o Magistrado a quo manifestado sua plena concordância com a Promotoria de Justiça, indeferindo o pleito defensivo. Manteve-se, assim, a prisão do paciente, a despeito da ausência de decretação anterior de medidas protetivas. Sobre o tema, há diversos julgados deste Egrégio Tribunal de Justiça: Habeas Corpus. Paciente denunciado por infração aos artigos 129, 9º, e 148, 1º, n/f do art. 69, todos do Código Penal. Alega o impetrante o constrangimento ilegal praticado pelo Juízo coator, sustentando a existência de erro de fundamentação para a decretação da prisão preventiva do paciente, bem como sua desnecessidade. Afirma ainda, ser o paciente primário e possuir residência fixa e que não há risco na garantia da ordem pública visto que a vítima não mais reside na residência do casal. Requer a revogação da prisão preventiva e a concessão da liberdade provisória. Informa o referido Juízo, que o paciente foi preso em flagrante em 22/01/2013. Segundo as informações prestadas o Ministério Público opinou pela conversão da prisão em flagrante em preventiva, tendo o juízo deferido o pedido. Consta ainda que, o juízo aguarda a apresentação da defesa preliminar, considerando que ainda não houve a manifestação da defesa, apesar de regularmente publicado o despacho pelo cartório. Justificada e indispensável a mantença da custódia como garantia da ordem pública e para assegurar a aplicação da lei penal, por tratar-se de crime praticado com grave ameaça ou violência à pessoa. Ausência de comprovação do alegado constrangimento. As condições pessoais apresentadas pela defesa por si sós não são suficientes para garantir a liberdade do paciente. A Lei /2011 alterou a redação do artigo 313, III, do CPP admitindo a decretação da prisão preventiva se HC nº (8ª CCrim) - ACÓRDÃO Des. Claudio Tavares de Oliveira Junior fl. 6
7 o crime envolver violência doméstica, como no caso em tela. Presentes os requisitos previstos nos artigos 312 do Código de Processo Penal. Ausência do constrangimento ilegal apontado. Ordem denegada. (HABEAS CORPUS DES. SUELY LOPES MAGALHAES - Julgamento: 14/03/ OITAVA CAMARA CRIMINAL) Os grifos não são do original HABEAS CORPUS. LEI MARIA DA PENHA. DECRETAÇÃO DE PRISÃO PREVENTIVA. CONSTRANGIMENTO ILEGAL. INOCORRÊNCIA. A decretação da prisão preventiva torna superada a discussão sobre a ilegalidade da prisão em flagrante, além de se encontrar, devidamente, fundamentada na garantia da ordem pública, na plenitude da instrução criminal e na aplicação da lei penal, especialmente, ao consignar a gravidade do fato e a possibilidade de ser a ofendida ameaçada pelo paciente, sendo, ainda, indispensável à proteção física e psíquica da vítima, razões que justificam a sua manutenção, nos termos dos artigos 312 e 313, III, ambos do Código de Processo Penal. Afasta-se, assim, a alegação defensiva, de ter a decisão se baseado em circunstâncias hipotéticas, devendo ser registrada a extensão das lesões sofridas pela vítima e as ameaças proferidas pelo paciente. ORDEM DENEGADA. (HABEAS CORPUS Relatora DES. DENISE VACCARI MACHADO PAES - Julgamento: 11/10/ QUINTA CAMARA CRIMINAL) HABEAS CORPUS.- ARTIGO 147 E 150, CAPUT (DUAS VEZES), N/F ARTIGO 71, DO CÓDIGO PENAL, COM A INCIDÊNCIA DA CIRCUNSTÂNCIA AGRAVANTE PREVISTA NO ARTIGO 61, INCISO II, ALÍNEA f FORMA DO ARTIGO 69, TODOS DO CÓDIGO PENAL.VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER. PRISÃO PREVENTIVA.- PEDIDO DE LIBERDADE PROVISÓRIA.- REQUERIMENTO NO SENTIDO DE QUE O III JUIZADO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA SEJA CONSIDERADO COMO JUÍZO INCOMPETENTE PARA O JULGAMENTO DOS CRIMES EM APRESSO.-. RECONHECIMENTO DA COMPETENCIA DA VARA CRIMINAL HC nº (8ª CCrim) - ACÓRDÃO Des. Claudio Tavares de Oliveira Junior fl. 7
8 COMUM - INOCORRÊNCIA DE CONSTRANGIMENTO ILEGAL.- Depreende-se do processado que o réu invadiu a residência de sua irmã, que solicitou que o mesmo se retirasse, não sendo atendida, sendo que nesta oportunidade, o paciente ameaçou de morte seu genitor. Segundo o genitor do paciente, Sr. Jorge Correa da Silva, o réu teria retornado cerca de 30 a 40 minutos depois, mais nervoso e mais alterado, para subtrair aparelhos de TV e DVD, eis que pretendia trocá-los por drogas. O paciente, todavia, não teve sucesso na subtração dos referidos objetos, pois, seu genitor chamou por seu outro filho, Tiago, que conseguiu expulsar o irmão.-. Constatasse que o réu num mesmo dia invadiu por duas vezes a casa da irmã..-. A Lei Maria da Penha visa tutelar as mulheres em situação de vulnerabilidade e hipossuficiência, vítimas da violência doméstica e familiar. No caso dos autos, os crimes descritos na denúncia ocorreram dentro do âmbito familiar e tendo como uma das vítimas uma mulher, irmã do paciente. Portanto, dentro do contexto apresentado, até o momento, não se pode afirmar, como quer a Defesa, que o paciente não tinha a intenção de submeter a irmã à sua vontade dominadora. Deve-se aguardar o exame das provas, que ainda serão colhidas. Todavia, questões relacionadas ao mérito não tem campo de apreciação em sede de habeas corpus, eis que o exame aprofundado das provas se mostra inadmissível nesta estreita via..-. A Defesa requereu, ainda, a liberdade provisória do acusado, que foi preso por ocasião do flagrante, tendo sido o pedido indeferido, por decisão prolatada em 14/02/2011 (fls. 85). A decisão está adequadamente fundamentada e demonstra estarem presentes os fundamentos ensejadores da prisão preventiva, devendo, portanto, ser mantida. Dessa forma, não vislumbro constrangimento ilegal a ser sanando. Ordem denegada. (HABEAS CORPUS DES. VALMIR RIBEIRO - Julgamento: 27/04/ OITAVA CAMARA CRIMINAL) ministerial: Vale transcrever, também, o seguinte trecho do parecer O fumus boni iuris, da mesma forma, encontra-se configurado, haja vista o disposto no art. 22 da Lei nº 11340/07 que prevê a utilização de tais medidas visando à proteção da mulher, e, ainda, o disposto no artigo 20 da mesma Lei que autoriza a decretação de prisão preventiva HC nº (8ª CCrim) - ACÓRDÃO Des. Claudio Tavares de Oliveira Junior fl. 8
9 pelo juiz, de ofício, mesmo durante o inquérito policial. A redação do dispositivo é clara: "Art. 20: Em qualquer fase do inquérito policial ou da instrução criminal, caberá a prisão preventiva do agressor, decretada pelo juiz, de ofício, a requerimento do Ministério Público ou mediante representação da autoridade policial." Como se não bastasse, o impetrante não trouxe aos autos nenhum elemento novo, que demonstre a insubsistência dos motivos que ensejaram a custódia do paciente. Por fim, ainda não ocorreu, no Juízo de origem, designação de Audiência de Instrução e Julgamento, de sorte que a manutenção da prisão se mostra imprescindível, ante o fundado temor da vítima e de testemunhas que, provavelmente, irão depor em juízo, sendo certo que a precoce soltura do paciente colocaria em risco a própria instrução criminal. ordem. Pelas razões expostas, VOTO pela denegação da Rio de Janeiro, 29 de janeiro de Desembargador CLAUDIO TAVARES DE OLIVEIRA JUNIOR Relator HC nº (8ª CCrim) - ACÓRDÃO Des. Claudio Tavares de Oliveira Junior fl. 9
OITAVA CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS
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APELAÇÃO CÍVEL Nº 249588-54 (200902495881) COMARCA DE GOIÂNIA
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TRT-RO-0007900-20.2004.5.01.0041
PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO Gab Des Gloria R egina Ferreira Mello Av. Presidente Antonio Carlos,251 7o andar - Gab.34 Castelo Rio de Janeiro
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PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO
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42k +h 1,.14,1 ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Genésio Gomes Pereira Filho ACÓRDÃO 0110 APELAÇÃO CÍVEL N. 001.2008.006.247-2/001 - Campina Grande RELATOR: Des. Genésio
TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo
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PROCESSO: 0168800-03.2005.5.01.0021 - RO
Acórdão 5ª Turma REPRESENTATIVIDADE SINDICAL. O enquadramento sindical do empregador se dá pela sua atividade preponderante da empresa. Sendo esta a Construção e Reparo Naval, seus empregados são representados
, da Comarca de Carapicuíba, em que é paciente. JEFFERSON SOARES DE MACEDO, Impetrantes GABRIELA CAROLINA
fls. 210 Registro: 2017.0000564420 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Habeas Corpus nº 2098191-56.2017.8.26.0000, da Comarca de Carapicuíba, em que é paciente JEFFERSON SOARES DE MACEDO,
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1 DÉCIMA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL AGRAVO LEGAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0009707-02.2014.8.19.0000 AGRAVANTE: MUNICÍPIO DE NITERÓI AGRAVADO: LUCAS MARQUES CAVALCANTI RELATOR: DES. GABRIEL ZEFIRO AGRAVO
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO Registro: 2013.0000222885 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0021361-58.2009.8.26.0196, da Comarca de Franca,
Mestre Anderson Nogueira Oliveira Prática Jurídica I PETIÇÃO INICIAL
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Vistos e examinados os autos.
CONCLUSÃO Em 08 de fevereiro de 2013, faço estes autos conclusos à MMª. Juíza Federal Titular da 3ª Vara Federal de Sorocaba, Drª SYLVIA MARLENE DE CASTRO FIGUEIREDO. Técnico Judiciário RF 5448 PROCESSO
