IV QUADRO CLÍNICO: PÉ CAVO
|
|
|
- Lívia Almeida Tomé
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PÉ CAVO I DEFINIÇÃO: Deformidade em eqüino fixa do antepé sobre o retropé algumas vezes associada á artelhos em garra Está associado com alta taxa de incidência familiar. II ETIOLOGIA : Existem casos que são congênitos e outros que são idiopáticos, mas a maioria é secundária á alguma doença neuromuscular subjacente, ex: - Músculo : distrofia muscular( pé cavo miopático) - Sistema Nervoso Periférico: D. de Charcot-Marie-Tooth, trauma do nervo ciático - Medula Espinhal: poliomielite, mielomeningocele, tumores medulares - Trato Espinocerebelares : ataxia de friedreich, síndrome de Roussy Levy - Trato Piramidal e Extra-piramidal: paralisia cerebral - Cerebral : histeria III ETIOLOGIA : ( TEORIAS) - Bentzon: existe um desequilíbrio muscular entre o músculo tibial anterior(fraco) e o fibular longo(forte) levando á pronação do antepé e flexão plantar do 1º mtt. Para substituir a ação dorsoflexora do tibial anterior os extensores dos artelhos hiperextendem as F1.O flexor longo dos dedos flexionam as falanges distais dos artelhos caracterizando o dedo em garra - Fraqueza isolada do músculo fibular curto: portanto o fibular longo se hipertrofia tornando-se mais forte que o tibial anterior, mecanismo supra-citado) - Paralisia da musculatura intríseca do pé : - Paralisia do tríceps sural: os flexores dos artelhos compensam a disfunção do tríceps levando ao dedo em garra. IV QUADRO CLÍNICO:
2 - Pé Cavo Simples : flexão plantar uniforme (coluna medial e lateral) do antepé com distribuição igual de peso no 1º e 5º metatarso. O calcâneo está em neutro - Pé Cavo Varo: apenas a coluna medial do antepé está em eqüino, portanto o 5º mtt está normal. Na deambulação devido á excessiva pressão no eixo do 1º mtt o retropé inverte-se compensatóriamente e c/ o tempo esta deformidade em varo torna-se rígida. - Pé Calcâneocavo: o antepé está em eqüino e o retropé em posição calcânea devido a paralisia do tríceps sural. Visto em casos de paralisia flácida como na mielomeningocele ou poliomielite.a proeminência plantar da face posterior do calcâneo leva á formação de calosidades em excesso criando uma deformidade semelhante á um cabo de pistola(pistol grift deformity) - Pé Equinocavo: o antepé, retropé e o tornozelo estão em eqüino devido á contratura do tríceps sural. Geralmente é secundário ao PTC. A elevação do arco longitudinal medial do pé é fixa devido á contratura de partes moles: flexor do hálux e dos dedos, fascia plantar, abdutor do hálux e do 5º mtt, interósseos, inserções do tibial posterior, ligamento em Y, cápsula das art naviculocuneiformes e metatarsocuneiformes. Posteriormente desenvolverão as deformidades ósseas. Os artelhos podem ser normais mas geralmente estão em garra(hiperextensão da art mtf + flexão da ifd), levando á formação bolsas dolorosas no dorso da art interfalangiana(devido ao atrito c/ calçado). Existem casos em que a deformidade é tão grave que os artelhos não tocam no solo alterando a marcha e levando á maior pressão na cabeça do mtt formando ceratose plantar. Ao exame físico existem 02 testes que avaliam a flexibilidade das deformidades:
3 - Teste de Coleman e Chesnut : apóia-se a borda lateral do pé em um bloco de madeira(2,5 á 4 cm), deixando do 1º ao 3º dedo pendendo livre p/ flexão plantar e pronação. Se o varismo do retropé for flexível ele valgisará durante esta manobra significando que a causa do varismo está no ante pé(portanto a correção cirúrgica deve ser feita apenas no ante pé). Caso contrário deve-se abordar tanto o antepé como o retropé - Teste de Kelikian Ducroquet: dorsoflexão pasiva das cabeças do mtt( empurrar p/ cima) leva á correção do artelho em garra(se for flexível), isto é, as art mtf flexionam-se e a if hiperestendem V RADIOLOGIA: - Rx de pé (AP + PERFIL) com carga : AP:  talocalcaneano no pé cavo está diminuido PERFIL:  de Méary : formado pelo eixo longitudinal do tálus e do 1º mtt 0 graus  de Hibbs: formado pelo eixo longitudinal do metatarso e do calcâneo 150 Pitch do calcâneo( â calcâneo solo): no pé cavo > 30º
4 VI TRATAMENTO : A) Conservador: indicado em casos iniciais e brandos, o tratamento é sintomático e não corretivo: palmilhas com apoio retrocapital(alivia a pressão na cabeça dos mtt), elevação de 03 á 04 mm do bordo lateral do salto( se o retropé estiver em inversão). B)Cirúrgico: é o tratamento efetivo do pé cavo pois o conservador é apenas sintomático. O tipo de cirurgia dependerá da etiologia e severidade do pé além de idade do pcte. - Liberação de partes moles: indicado em pés cavos flexíveis até 06 anos de idade. Todas as estruturas plantares são liberadas: flexor curto dos dedos, fascia plantar, abdutor curto do hálux e do 5º mtt, cápsula das art tarsometatarsianas, lig calcâneocubóides, calcâneonavicular e spring. A técnica de Steindler modificada por Tachdjan a incisão é central na planta do pé, pois a original( incisão no lado medial) leva á deformidades devido á contratura da cicatriz além do risco de lesão neurovascular no intra-operatório. - Transposição tendinosa: utilizadas p/ estabelecer um equilíbrio muscular em pés cavos flexíveis, especialmente quando na dorsoflexão ativa do pé os artelhos hiperestendem, mas a cabeça do mtt permanece em eqüino. Antes da transferência é necessário a liberação de partes moles na face plantar. As técnicas mais utilizadas são a transferência do tibial anterior p/ o dorso da base do 1º mtt ou extensor longo do hálux p/ o 1º mtt(robert Jones). Se houver uma deformidade fixa do 1º raio realiza-se a técnica de Fowler(uma osteotomia de adição na face plantar do cuneiforme medial) associado á R. Jones e transferência do extensor longo para o colo do 2º, 3º, 4º metatarso - Procedimentos ósseos: indicado em pés esqueléticamente maduros ou em pcte > 06 anos que apresentem deformidade ósseas estruturadas. Basicamente as técnicas utilizadas são para corrigir a deformidade em eqüino do antepé e o varismo do retropé. Porém aqui também deve-se liberar inicialmente os tecidos moles plantares. a) osteotomia em cunha dorsal de subtração dos cuneiformes e cubóide: indicada quando o ápice da deformidade está no
5 mediopé. Ela encurta o pé portanto não deve ser feita em pé esqueléticamente imaturo. b) Osteotomia em V do tarso( Japas): c/ depressão plantar da base do fragmento distal e fixação. Ela não encurta o pé, mas não é indicada em pés imaturos. c) Osteotomia de subtração dos 4 mtt laterais c/ ressecção em cunha dorsal e artrodese da art mtt-cuneiforme do hálux: indicada em pés imaturos cujo o ápice da deformidade esteja localizada anteriormente á art mtt-társica d) Tríplice artrodese em bico : indicada nas deformidade cavo posterior. Nesta técnica resseca-se parte articular do tálus(em bico),calcâneo, navicular e cuneiforme e) Osteotomia de fechamento lateral(dwyer): existe á osteotomia de abertura medial( também descrita por Dwyer), mas não é recomendada devido á problemas de fechamento da ferida Tríplice artrodese : indicado no pé cavo varo paralítico ou na deformidade em varo fixo for na art subpe CAVO Definido por elevação exagerada do arco longitudinal, devido a flexão plantar rígida do 1 raio, associado a variados graus de varismo do retrope, adução do antepe e garra dos dedos Pode causar dor na região do retrope,, antepe ou mista Impressão da pegada plantar só estão apoiadas as cabeças metartarsais e coxim plantar do calcanhar
6 A flexibilidade fica diminuída devido a verticalização da talocalcaneana, diminuindo a mobilidade da subtalar durante a marcha Classificação: Tipo/local Antepe Retrope Pe normal Equilibrado Neutro ou valgo discreto Pe cavo varo Flexão plantar Varo Pe calcaneocavo Eqüino rígido Calcâneo Pe equinovaro Eqüino equino Etiologia : manifestação de um distúrbio neuromuscular com algum desequilíbrio muscular. Pelo menos 2/3 dos pacientes que buscam tratamento para pe cavo doloroso apresentam alteração neurológica e metade destes apresentam alguma das formas da doença de Charcot Marrie Tooth -Neuromuscular - Doença muscular (distrofia muscular tipo Becker, deformante, etc) - Neuropatia dor nervos periféricos e das raízes lombossacras (charcot marrie tooth, mielomeningocele, etc) - Doenças da medula espinhal e do trato espinocerebelar (Ataxia de Friedreich) - Doença cerebral e cerebelar Congenita - PTC - Artrogripose - Pe cavo congênito Hereditária - Pe cavo idiopatico - Familiar (considerar possibilidade de charcot Marrie Tooth) Traumática - Sd compartimental - Seqüelas de esmagamentos - Lesões tendineas por ferimentos lacerantes - Tendão calcâneo alongado excessivamente Pe calcaneocavo fraqueza do tendão calcâneo é fundamental para o seu desenvolvimento. O calcâneo assume posição de dorsiflexão
7 Fraqueza do M.Tibial anterior esta presente em alguns tipos de pe cavo e é característico de Charcot Marrie Tooth Fascia plantar fica cada vez mais retraída devido a ação dos músculos intrínsecos do pe e dos flexores plantares e também fraqueza dos músculos extensores Quadro clinico Dificuldades no uso de calçados, devido a configuração em cavo do pe Dor no pe associadas a marcha prolongada, corridas e tempo prolongado em pe, devido a diminuição da amplitude da subtalar, levando a diminuição da capacidade de absorver impacto Deformidades do retrope - Pich do calcâneo >30º - Aponeurose plantar extremamente tensa nos casos graves - Deformidade óssea fixa - Pé calcaneocavo proeminência exagerada da tuberosidade do calcâneo, com atrofia do tríceps sural Deformidades do antepe - Adução do antepe - Marcha sobre borda lateral do pe, se o retrope estiver em varo - Marcha sobre a borda medial do pé se o antepe estiver em pronaçao - Dedos em garra pode ser a única queixa do paciente Exame físico Exame neurológico completo é mandatorio Teste dos blocos de Coleman avaliação da flexibilidade do retropé,é o teste mais importante para o planejamento cirúrgico Exame da amplitude articular do pe e tornozelo Exames Radiografias em AP documenta o grau de adução do antepe Radiografias em perfil útil para o calculo do varismo pelo método de Meary (longo eixo do talus e 1º MTT) Radiografia, RNM coluna vertebral - procurando alguma patologia no interior da coluna vertebral Teste sanguineo de DNA (Charcot Marrie Tooth) Biopsia do nervo ou muscular
8 Pesquisa de potenciais evocados Eletroneuromiografia Tratamento conservador Não existe cura ou tratamento para muitas lesões neurológicas que causam pé cavo. Além disso fraqueza e desequilíbrio muscular não são reversíveis. A deformidade plantar progride com a evolução da doença Modificações nos calçados, orteses suro suropodálicas e fisioterapia não conseguem alterar o desenvolvimento do pé cavo varo O uso de palmilhas com suporte para o arco e uso de calçados corretivos pode aliviar a dor e melhorar a marcha nos casos mais leves] Tratamento cirúrgico 3 principios básicos: corrigir todas as deformidades(uma de cada vez), reequilibrar as forças musculares restantes e deixar possibilidades para novas correções Indicações cirúrgicas básicas: evidencia de deformidade progressiva, calosidades dolorosas,sor cabeças metartarsais, instabilidade do tornozelo Problema fundamental num antepé rígido e retropé móvel flexão plantar e pronação do 1 MTT corrigindo o antepé corrige-se o retropé Procedimentos de partes moles - Correção de de3formidades sempre começa pelas partes moles fasciotomia plantar, liberação proximal do abdutor do halux, e possivelmente capsulotomias, talonavicular, cuneometartarsal, além do alongamento do tibial posterior - Procedimento de Steindler: liberação da fascia plantar, flexor curto dos dedos e quadrado plantar
9 - Procedimento de Jones halux: transferência do extensor longo do halux para o colo do 1 MTT, Artrodese, tenodese ou condilectomia da articulação IF - Dedos em garra Liberação da MTF, tenotomia dos extensores, artrodese da IFP ou condilectomia Procedimentos ósseos - Osteotomias: Cunha de fechamento de base dorsal do 1MTT usado nos pés adultos e rígidos Cunha de abertura de base plantar no cuneiforme medial: utilizada nos pés mais flexíveis infantis e adolescentes Cunha de encurtamento coluna lateral do pe pode necessitar de encurtamento se adução e varismo persistirem após liberação da coluna medial Osteotomias do calcâneo podem corrigir ate os casos mais graves de cavo varo rígido dos pés - Dwyer cunhas de abertura e fechamento do retrope varo. Osteotomias de lateralizacao ou elevação surgiram como modificações dessa técnica - Artrodese triplice Não deve ser utilizada em crianças e adolescentes como procedimento primário, pois leva a sobrecarga, artrose degenerativa precoce ou artropatia de charcot nas articulações adjacentes Deve ser considerada procedimento de salvamento na existência de artrite grave ou recidiva nos pacientes maduros esqueleticamente - Osteotomias combinadas do calcâneo e dos ossos do tarso associados a procedimento de Stendler
10 Preserva as articulações e efetivo nas correções das deformidades - Osteotomia em cunha de fechamento em V Cole- osteotomia de base dorsal com retirada de partes do navicular, cuboide e cuneiformes Japas modificação do Cole osteotomia em V com base nos MTT - Correção dos dedos procedimento de Jones utilizado quando ha uma hiperextensao do 1 raio devido a fraqueza do tibial anterior transfere o tendão extensor longo do halus para o colo do 1 MTT e artrodese interfalangica - Correção dos dedos em garra se flexível, liberação de partes moles(tendões extensores e cápsula articular) mais estabilização por transferência tendinea (técnica de parrish). Se rígida, ressecção das cabeças das falanges proximais e fixação com FK f) talar ou talocalcâneonavicular.
BIOMECÂNICA PÉ E TORNOZELO
BIOMECÂNICA PÉ E TORNOZELO O pé é considerado como uma das mais importantes articulações do corpo, pois além de possuir importantes funções no suporte de peso e na marcha, ele é causa de várias patologias,
DEDOS ABDUZIDO E EM FORMA DE GARRA
DEDOS HÁLUX ADUZIDO HÁLUX HÁLUX ADUZIDO HÁLUX ABDUZIDO E EM FORMA DE GARRA Tornozelo: Observa-se a posição relativa dos maléolos tibial e fibular e a relação destes dois acidentes ósseos em conjunto com
ARTICULAÇÕES DO TORNOZELO E PÉ ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO E PÉ
ARTICULAÇÕES DO TORNOZELO E PÉ ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO E PÉ TORNOZELO-PÉ Ajuste à superfícies irregulares; Estabilização do membro inferior; Absorver impactos; Impulsionar o corpo. Composto por : 34 articulações;
Deformidades Angulares dos Membros Inferiores I - Joelhos - Prof André Montillo
Deformidades Angulares dos Membros Inferiores I - Joelhos - Prof André Montillo www.montillo.com.br Desenvolvimento Fisiológico do Eixo dos Joelhos: Geno Varo e Geno Valgo Normal Geno Varo Geno Valgo Deformidades
MÚSCULOS DOS MEMBROS INFERIORES
MÚSCULOS DOS MEMBROS INFERIORES Músculos Anteriores da Coxa Flexores de Quadril Músculo Origem Inserção Inervação Ação Pectíneo Psoas Maior Psoas menor Ilíaco Sartório Ramo Superior do púbis Processos
Músculos da Perna e Pé
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Instituto de Ciências Biomédicas Departamento de Anatomia Músculos da Perna e Pé Profa. Elen H. Miyabara [email protected] Dorsiflexão Flexão plantar Dorsiflexão Flexão Plantar Art.
EXAME DO PUNHO E DA MÃO
EXAME DO PUNHO E DA MÃO INTRODUÇÃO Mão e punho constituem as partes mais ativas da extremidade superior 28 ossos, numerosas articulações, 19 músculos intrínsecos e 20 músculos extrínsecos Mão atua como
CASO CLÍNICO Sentido dos vetores de força Maior contração do tibial posterior Insuficiência do músculo tibial posterior - principalmente a medida que se vai envelhecendo Coluna Vertebral Equilíbrio
CASO CLÍNICO BIOMECÂNICA PÉ E TORNOZELO O pé é considerado como uma das mais importantes articulações do corpo, pois além de possuir importantes funções no suporte de peso e na marcha, ele é causa
Pé equino-varo rígido e pé curto
39 F. Duerksen Pé equino-varo rígido e pé curto PÉ EQUINO-VARO RÍGIDO Esta deformidade começa a ser vista como achado muito comum em qualquer programa que trata pacientes de hanseníase. Consiste no resultado,
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA ORTOCURSO TORNOZELO E PÉ CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 30 de Julho de 2016
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA ORTOCURSO TORNOZELO E PÉ CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 30 de Julho de 2016 NOME: HOSPITAL: ( ) R1 ( ) R2 ( ) R3 ( ) R4 ( ) Não Residentes 1) A principal fonte
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA ORTOCURSO TORNOZELO E PÉ CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 30 de Julho de 2016
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA ORTOCURSO TORNOZELO E PÉ CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 30 de Julho de 2016 NOME: HOSPITAL: ( ) R1 ( ) R2 ( ) R3 ( ) R4 ( ) Não Residentes 1) Na torção do tornozelo
Fasciite PLANTAR UNIFESP - SÃO PAULO. LEDA MAGALHÃES OLIVEIRA REUMATOLOGIA - fisioterapeuta.
Fasciite PLANTAR LEDA MAGALHÃES OLIVEIRA REUMATOLOGIA - fisioterapeuta [email protected] UNIFESP - SÃO PAULO Conceitos Considera-se que a fasciite atinja 10 % de corredores Seria resultante de trauma repetido
Metatarsalgias. Prof. Dr. Helencar Ignácio Dr. Márcio G Figueiredo
Prof. Dr. Helencar Ignácio Dr. Márcio G Figueiredo Grupo de Cirurgia de Pé e Tornozelo Departamento de Ortopedia e Traumatologia do Hospital de Base Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto FUNFARME
ALTERAÇÕES DAS CURVAS DA COLUNA VERTEBRAL
PROBLEMAS POSTURAIS * Profª Érica Verderi ALTERAÇÕES DAS CURVAS DA COLUNA VERTEBRAL Hipercifose É aumento da curvatura da região dorsal, ou seja, é o aumento da convexidade posterior no plano sagital,
Músculos da Perna. Músculos da Perna. Músculos. Membros Inferiores. Músculos da Perna. Regiões. Perna e Pé. Tibial Anterior. Divisão.
Regiões Músculos dos Membros Inferiores Perna e Pé Marcelo Marques Soares Prof. Didi Região Anterior Região Lateral Região Posterior Superficial Região Posterior Profunda Músculos da Perna Região Anterior
Músculos da Perna e Pé. Profa. Dra. Cecília H A Gouveia Ferreira Departamento de Anatomia Instituto de Ciências Biomédicas Universidade de São Paulo
Músculos da Perna e Pé Profa. Dra. Cecília H A Gouveia Ferreira Departamento de Anatomia Instituto de Ciências Biomédicas Universidade de São Paulo Movimentos Angulares do Tornozelo e Pé Dorsiflexão Flexão
19/11/2011. Melhorar a performance. Reduzir os riscos de lesão. Caminhada. Passa do apoio duplo para o duplo balanço. Corrida com o antepé
Biomecânica da Corrida Entendimento da biomecânica da corrida Melhorar a performance Reduzir os riscos de lesão Corrida Relacionada Esporte competitivo Atividade recreacional Estágio do desenvolvimento
Correção de pé cavo pela técnica de Japas
RECONSTRUÇÃO MANGUITO ROTATOR ARTROSCÓPICA Correção de pé cavo pela técnica de Japas Luiz Sérgio M. Pimenta 1, Paulo Sampaio 2, Sérgio Abrahão 2, Wellington F. Molina 3 RESUMO Os autores apresentam um
Fraturas Pro r f Mo M isé s s é Me M n e d n e d s e
Fraturas Prof Moisés Mendes Fraturas - definição CONCEITO Corresponde a divisão brusca e violenta de um osso ou cartilagem. A incidência é maior no sexo masculino, devido a uma exposição maior aos traumas,
- MÉTODO KABAT - FACILITAÇÃO NEUROMUSCULAR PROPRIOCEPTIVA
- MÉTODO KABAT - FACILITAÇÃO NEUROMUSCULAR PROPRIOCEPTIVA 1 KABAT BASES DO MÉTODO KABAT 1. Padrão de Facilitação -Movimentos nas diagonais (cabeça, MMSS/MMII, cintura escapular, cintura pélvica); -Movimento
Ossos da Perna Vista Anterior
TORNOZELO Ossos da Perna Vista Anterior FÍBULA TÍBIA MALÉOLO LATERAL MALÉOLO MEDIAL Ossos do Pé Vista Lateral TÁLUS CALCÂNEO NAVICULAR CUBÓIDE TARSO METATARSO FALANGES Ossos do Pé Vista Dorsal FALANGES
Pé Torto Congênito, Pé Plano e Metatarso Aduto. Lorena Amorim Ortopedia pediátrica
Pé Torto Congênito, Pé Plano e Metatarso Aduto Lorena Amorim Ortopedia pediátrica PTC - Definição Presença de varismo e equinismo do retro-pé, adução e inversão do médio e ante-pés Subluxação medial e
Artrose do Ombro ou Artrose Gleno Umeral
Artrose do Ombro ou Artrose Gleno Umeral Artrose é o termo genérico usado para relatar o desgaste da cartilagem que recobre uma articulação. Diferentemente de outras articulações como joelho e quadril,
PLANO DE AULA. Atividade extraclasse. Aulas práticas. Básica:
PLANO DE AULA Disciplina: Ortopedia, Traumatologia e Reumatologia Professor(a): Prof. Msd. Marcus Vinicius Gonçalves Torres Azevedo Curso: Fisioterapia Semestre/Ano 3 / 2010 Turma: Atividades temáticas
ANATOMIA DOS. Sistema Nervoso Periférico. Nervos Espinhais PROF. MUSSE JEREISSATI
SISTEMAS ANATOMIA DOS Sistema Nervoso Periférico Nervos Espinhais PROF. MUSSE JEREISSATI [email protected] website: www.mussejereissati.com Feito com Apple Keynote AGORA, NÃO! 3 Sistema Nervoso
ORTESES TORNOZELO PÉ (AFO) PROF: ALAN DE SOUZA ARAUJO
ORTESES TORNOZELO PÉ (AFO) PROF: ALAN DE SOUZA ARAUJO INTRODUÇÃO AS AFO CONTROLAM O ALINHAMENTO E A MOVIMENTAÇÃO DO PÉ E DO TORNOZELO, DESTA FORMA DE TODO O CORPO. SÃO MAIS BARATAS, ESTETICAMENTE ACEITÁVEIS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ HOSPITAL DE CLÍNICAS CURITIBA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ HOSPITAL DE CLÍNICAS CURITIBA Orto-Hemo HC-UFPR LUCIANO DA ROCHA LOURES PACHECO HC-UFPR Luciano Rocha Loures Pacheco COMPLICAÇÕES MUSCULOESQUELÉTICAS E ALTERNATIVAS TERAPÊUTICAS
Cinesiologia 19/4/2011. Classificação planar da posição e dos movimentos. Cinemática: Ciência do movimento dos corpos no espaço. Prof.
Cinesiologia Classificação planar da posição e dos movimentos Prof. Cláudio Manoel Cinemática: Ciência do movimento dos corpos no espaço Movimento de único ponto (C.G.) Posição de uma única articulação
Ministério da Saúde - MS Secretaria de Atenção à Saúde Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS
Ministério da Saúde - MS Secretaria de Atenção à Saúde Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS Procedimento x CBO Competencia: 03/2016 Filtros Utilizados Competencia:
CINESIOLOGIA Planos, Eixos e Movimentos. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior
CINESIOLOGIA Planos, Eixos e Movimentos Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Planos Referenciais LOCALIZAÇÃO DIVIDE O CORPO EM PLANO SAGITAL (plano mediano) Verticalmente, da frente para trás; paralelo
Biomecânica e Exame Físico do Pé e Tornozelo
INTRODUÇÃO QUEIXAS: deformidades, alterações no suporte de carga e dor. HISTÓRIA: identificação, data, duração, velocidade de progressão, mudanças e relações, localização, irradiação, características e
FOTOPODOSCOPIA NAS INSPEÇÕES DE SAÚDE DO CBMERJ
Dr. Euclides José Martins Amaral FOTOPODOSCOPIA NAS INSPEÇÕES DE SAÚDE DO CBMERJ A utilização da fotopodoscopia como recurso de registro e captura de impressão plantar demonstra-se ser confiável e pode
relatam sentir somente a dor irradiada, não percebendo que sua origem está na coluna. Portanto, todo indivíduo com queixa de dor irradiada
FISIOTERAPIA Coluna e Dores Irradiadas Dores musculoesqueléticas localizadas em pontos distantes da coluna podem ser causadas por distúrbios da própria coluna. Márcia Maria Cruz Problemas da coluna se
Tornozelo - Pé. Tornozelo - Pé Cinesiologia. Renato Almeida
Tornozelo - Pé Questão de Concurso Treinando... (SERTANEJA - PR) Os músculos fibular longo, fibular curto e terceiro fibular realizam qual movimento? a) Flexão do joelho. b) Eversão do pé. c) Plantiflexão
Biomecânica do complexo articular do tornozelo & pé FUNÇÕES TORNOZELO
Biomecânica do complexo articular do tornozelo & pé Isabel C. N. Sacco (Ph.D.) 3 FUNÇÕES Suporte do peso Controle e estabilização do MMII Ajuste à superfície de contato Manipulação de objetos e operação
AVALIAÇÃO DO PUNHO E MÃO
AVALIAÇÃO DO PUNHO E MÃO 1. Anatomia Aplicada Articulação Radioulnar Distal É uma artic. de eixo uniaxial que possui um grau de liberdade; Posição de repouso: 10 de supinação; Posição de aproximação máxima:
ORTESES PARA PARAPLEGIA E TRASTORNOS DO QUADRIL P R O F : A L A N D E S O U Z A A R A Ú J O
ORTESES PARA PARAPLEGIA E TRASTORNOS DO QUADRIL P R O F : A L A N D E S O U Z A A R A Ú J O INTRODUÇÃO O retorno a caminhada é o objetivo principal tanto de pacientes quanto de fisioterapeutas. Várias
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/ TORNOZELO E PÉ CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 27 de Junho de 2015
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/ TORNOZELO E PÉ CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 27 de Junho de 2015 NOME: HOSPITAL: ( ) R1 ( ) R2 ( ) R3 ( ) R4 ( ) Não Residentes
Prova de Conhecimentos Específicos
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº003/2015 SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE CARGO: FISIOTERAPEUTA Nome do candidato: Doc. Identificação: Prova de Conhecimentos Específicos 1) Modo ventilatório é a forma como
Programa de Educação Continuada em Fisiopatologia e Terapêutica da Dor 2016 Equipe de Controle de Dor da Divisão de Anestesia ICHC- FMUSP
Programa de Educação Continuada em Fisiopatologia e Terapêutica da Dor 2016 Equipe de Controle de Dor da Divisão de Anestesia ICHC- FMUSP Lombalgia Mario Augusto Taricco Lombalgia Conceito dor na região
Acessos cirúrgicos aos ossos e articulações dos membros
Universidade Paulista UNIP Medicina Veterinária Anatomia Topográfica Aplicada São José dos Campos, 10 de maio de 2012 Acessos cirúrgicos aos ossos e articulações dos membros Membro Torácico Corpo da escápula
Disciplina de Traumato-Ortopedia e Reumatologia. Prof. Marcelo Bragança dos Reis
Disciplina de Traumato-Ortopedia e Reumatologia Fraturas em crianças Prof. Marcelo Bragança dos Reis Introdução Fise Tipos de ossificação - intramenbranosa, endocondral Tipos de fratura - descolamento
3/26/2009. ALTERAÇÕES DA ESTRUTURA CORPORAL -parte I (MMII)
ALTERAÇÕES DA ESTRUTURA CORPORAL -parte I (MMII) 1 SÓLEO GASTROCNÊMIO FIBULAR TIBIAL POSTERIOR FLEXORES CURTO DOS DEDOS L C (Marques, 2005) 2 CONSIDERAÇÕES SOBRE O PÉ BIPEDESTAÇÃO /MARCHA MECANISMO ANTIGRAVITACIONAL
Capítulo. 11 Imobilização de fraturas. Conceitos Gerais de. Capítulo 11 Conceitos gerais de imobilização de fraturas 1. OBJETIVOS
Capítulo Conceitos Gerais de 11 Imobilização de fraturas 1. OBJETIVOS No final desta unidade modular formandos deverão ser capazes de: Listar e descrever as técnicas gerais e imobilização dos membros superiores
Síndrome de Guillain-Barré
Enfermagem em Clínica Médica Síndrome de Guillain-Barré Enfermeiro: Elton Chaves email: [email protected] Síndrome de Guillain-Barré É uma doença autoimune que ocorre quando o sistema imunológico
Deformidades dos Pés Joanetes
Deformidades dos Pés Joanetes O joanete é uma das situações mais comuns entre os problemas encontrados nos pés. É natural que uma situação tão freqüente esteja acompanhada de dúvidas e mitos. Nosso objetivo
Síndrome de Insuficiência do Tibial Posterior
1. INTRODUÇÃO À exceção das roturas que envolvem o tendão de Aquiles, com as quais os médicos estão mais familiarizados, as demais roturas tendinosas no tornozelo e pé são raramente diagnosticadas e, muito
RIOT 2019/20. Presidente SBOT-CE: Dr. Atualpa Junior Vice-presidente SBOT-CE: Dr. Leonardo Drumond
Coordenador RIOT 2019: Dr. Jonatas Brito CRONOGRAMA RESPONSÁVEL Março Ciência básica Abril 28/mar 19:00-19:30 INTRODUÇÃO RIOT 2017 Dr. Jonatas 19:30-20:30 Biologia óssea e dos tecidos moles 20:45-21:30
1 - COLUNA VERTEBRAL Conceitos gerais 19
1 - COLUNA VERTEBRAL Conceitos gerais 19 Coluna cervical 20 Conceitos gerais 20 Exame radiológico 20 Torcicolo traumático 22 Torcicolo inflamatório ou infeccioso 23 Torcicolo congénito 23 Malformações
Existem duas formas de prescrição de palmilhas ortopédicas Pés Sem Dor
Prezado médico: Existem duas formas de prescrição de palmilhas ortopédicas Pés Sem Dor 1 2 Especificar apenas a patologia: A Pés Sem Dor avalia e escolhe a correção mais adequada para cada diagnóstico
Protocolos articulações dos MMII. Profº Cláudio Souza
Protocolos articulações dos MMII Profº Cláudio Souza Indicações A tomografia computadorizada de articulações dos MMII (Membros inferiores), em 90% dos casos é para avaliação de descontinuidades, em sua
Tendão Tibial Posterior: Insuficiência
Tendão Tibial Posterior: Insuficiência Autoria: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Elaboração Final: 1 de maio de 2008 Participantes: Pereira CJ, Canto RST, Canto FRT, Costa MT O Projeto
AVALIAÇÃO DE TORNOZELO E PÉ
AVALIAÇÃO DE TORNOZELO E PÉ 1- Anatomia aplicada: Retropé: Articulação Tibiofibular inferior (distal): é uma articulação do tipo fibroso ou sindesmose. A posição de repouso é a flexão plantar e a posição
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/ TORNOZELO E PÉ CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 27 de Junho de 2015
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/ TORNOZELO E PÉ CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 27 de Junho de 2015 NOME: HOSPITAL: ( ) R1 ( ) R2 ( ) R3 ( ) R4 ( ) Não Residentes
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/ TORNOZELO E PÉ CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 27 de Junho de 2015 NOME:
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/ TORNOZELO E PÉ CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 27 de Junho de 2015 NOME: HOSPITAL: ( ) R1 ( ) R2 ( ) R3 ( ) R4 ( ) Não Residentes
Articulações OSSO DO QUADRIL OSSO DO QUADRIL OSSO DO QUADRIL 1º SEGMENTO CINTURA PÉLVICA OSSO DO QUADRIL. Membro Inferior.
Membro Inferior Marcelo Marques Soares Prof. Didi Articulações Membro Inferior 1 Segmento - Cintura Pélvica 2 Segmento - Coxa e PATELA 3 Segmento - Perna (Medial) e FÍBULA (Lateral) 4 Segmento - Pé TARSO,
Órteses e Próteses. Prof. Ms. Marcelo Lima
Órteses e Próteses Prof. Ms. Marcelo Lima [email protected] www.profmarcelolima.webnode.com.br ÓRTESES Dispositivo externo aplicado ao corpo com objetivos de modificar aspectos funcionais e/ou
PATOLOGIAS DO PÉ DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DEPARTAMENTO DE CIRURGIA Hospital Universitário Miguel Riet Corrêa - Rua Visconde de Paranaguá, 102 Rio Grande, RS CEP 96200/190 Telefone: (53)
Cinesiologia e Biomecânica. Conceitos e Definições
Conceitos e Definições Conceitos e Definições O QUE É CINESIOLOGIA? É o estudo do movimento humano. Subdisciplinas da Cinesiologia Cinesiologia Biomecânica Educação Física Física Adaptada Fisiologia do
Movimentos do Corpo Humano e os Músculos que os realizam (categorizados por articulação)
Movimentos do Corpo Humano e os Músculos que os realizam (categorizados por articulação) Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Júnior TORNOZELO Dorsiflexão: Tibial Anterior O = côndilo lateral da tíbia I =
Lesões nos Pés: tratamentos ortopodológicos
Lesões nos Pés: tratamentos ortopodológicos ORTOPODOLOGIA Biomecânica Descargas Alívio da pressão/alívio da carga Alivio das úlceras de pressão Ortopodologia Segundo a duração do tratamento Segundo o efeito
Avaliação Fisioterapêutica do Tornozelo e Pé
Avaliação Fisioterapêutica do Tornozelo e Pé Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João Disciplina: MFT-0377 Métodos de Avaliação Clínica e Funcional Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional
Fraturas Osteocondrais. Dr. Paulo Rockett
Fraturas Osteocondrais Dr. Paulo Rockett Freqüentes 80% das lesões do LCA apresentam lesões condrais ou osteocondrais Atingem a estrutura mais importante da articulação: CARTILAGEM Geralmente são negligenciadas
Os membros superiores são formados por quatro segmentos ósseos, que apresentamos a seguir. Todos os ossos desses segmentos são pares.
ESQUELETO APENDICULAR O Esqueleto Apendicular corresponde às regiões dos membros superiores e inferiores. Estudaremos inicialmente a osteologia, artrologia e miologia dos membros superiores e, posteriormente,
DEFEITOS DE FECHAMENTO DO TUBO NEURAL
DEFEITOS DE FECHAMENTO DO TUBO NEURAL DFTN defeito fechamento tubo neural 3 a sem. vida intra-uterina defeito ósseo (coluna) e tecido nervoso (medula) paralisia Mielomeningocele FECHAMENTO BOLSA INTRA
Mielomeningocele. Mielomeningocele. Incidência. Etiologia. Profa. Andréa Cristina de Lima. As causas da mielomeningocele são multifatoriais incluindo:
Mielomeningocele Mielomeningocele Devido a falha do fechamento do tubo neural entre a 3 a e 4 a semana de desenvolvimento intra-útero; A medula espinhal e as meninges ficam contidas na bolsa cística; O
Tendão Tibial Posterior: Lesão Degenerativa
Tendão Tibial Posterior: Lesão Degenerativa Elaboração Final: 30 de maio de 2008 Participante: Mizusaki JM Autoria: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia O Projeto Diretrizes, iniciativa conjunta
Podemos didaticamente dividir a musculatura dos membros superiores em grupos principais: Músculo Origem Inserção Ação Psoas maior proc.
MIOLOGIA DO ESQUELETO APENDICULAR MIOLOGIA DO MEMBRO INFERIOR Podemos didaticamente dividir a musculatura dos membros superiores em grupos principais: Iliopsoas MÚSCULOS QUE ACIONAM A COXA Psoas maior
Níveis de Amputação APOSTILA 14
Níveis de Amputação APOSTILA 14 Introdução Membro residual: COTO. Coto controle da prótese durante ortostatismo e deambulação. COTO Características ideais do coto: Quanto mais longo melhor; Estabilidade
PS 24 - MÉDICO I - Ortopedia e Traumatologia: Cirurgia do Pé e Tornozelo. Pág. 1
Pág. 1 HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL N.º 04/2011 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS PROCESSO SELETIVO 24 MÉDICO I Ortopedia e Traumatologia: Cirurgia do Pé e Tornozelo 01. E 11.
Protocolos articulações dos MMSS. Profº Cláudio Souza
Protocolos articulações dos MMSS Profº Cláudio Souza Indicações A tomografia computadorizada das articulações dos MMSS tem como objetivo a avaliação da integridade da articulação e a avaliação de descontinuidades.
Pelve masculina e feminina. Observar as diferenças anatômicas
Membros inferiores Pelve Pelve masculina e feminina Observar as diferenças anatômicas Estar atento as diferenças anatômicas Teste F F ou M?? Protocolo de proteção Incidências 1- AP de pelve: Perna afetada
Testes para o Joelho
Testes para o Joelho Teste de compressão de Apley Pcte em dec. ventral, fletir a perna a 90º. Segurar o tornozelo, aplicar pressão para baixo e girar a perna lateral//e emedial//e. Teste de compressão
24/6/2013 DISCIPLINA DE ANATOMIA HUMANA
DISCIPLINA DE ANATOMIA HUMANA SISTEMA MUSCULAR Prof. Rodrigo Freitas Monte Bispo [email protected] 2013 1 2 3 CONCEITO DE MÚSCULOS São estruturas especializadas em contração e relaxamento. Rasch;Burke
Órteses para o Tronco e Coluna Cervical. Prof: Alan de Souza Araújo
Órteses para o Tronco e Coluna Cervical Prof: Alan de Souza Araújo INTRODUÇÃO As órteses na coluna são utilizadas com o objetivo de estabilizar ou imobilizar, diminuir a dor estabilizando para que a dor
FRANCISCO FERREIRA. Universo. Saude. Desvios Posturais
FRANCISCO FERREIRA Saude Universo Desvios Posturais DESVIOS POSTURAIS E ATIVIDADE FÍSICA Muito se fala em desvios posturais, mas você sabe do que se trata realmente? A coluna vertebral é dividida em região
Aspectos Técnicos das Amputações dos Membros Inferiores
Aspectos Técnicos das Amputações dos Membros Inferiores Nelson De Luccia Erasmo Simão da Silva INTRODUÇÃO O cirurgião vascular desempenha papel fundamental no universo que envolve as amputações nos membros
ORTESE JOELHO TORNOZELO PÉ (OJTP) - KAFO PROFESSOR: ALAN DE SOUZA ARAUJO
ORTESE JOELHO TORNOZELO PÉ (OJTP) - KAFO PROFESSOR: ALAN DE SOUZA ARAUJO INTRODUÇÃO Com o desenvolvimento de novos plásticos, metais, mais leves e mais duráveis as OJ se tornaram mais funcionais e estéticas.
Anatomia de superfície e palpatória da perna, tornozelo e pé
2010 Anatomia de superfície e palpatória da perna, tornozelo e pé http://www.imagingonline.com.br/ Esse capítulo descreve a anatomia de superfície e procedimentos palpatórios simples para a perna, tornozelo
TRATAMENTO FISIOTERAPEUTICO EM PÓS OPERATÓRIO DE AMPUTAÇÃO TRANSFEMURAL DE MEMBRO INFERIOR DIREITO
TRATAMENTO FISIOTERAPEUTICO EM PÓS OPERATÓRIO DE AMPUTAÇÃO TRANSFEMURAL DE MEMBRO INFERIOR DIREITO Robson Pacheco 1, Daiane Bittencourt Fraga 1 1 Universidade Federal de Santa Catarina/Campus Araranguá/[email protected]
COMPLEXO DO OMBRO. Cinesiologia e Biomecânica
COMPLEXO DO OMBRO Cinesiologia e Biomecânica Ossos Úmero Escápula Clavícula Esterno Costelas Esterno, clavículas e costelas Esterno: manúbrio, corpo e processo xifóide; Clavículas: osso cilíndrico em S
Capítulo. Traumatismos das 35 Extremidades. Capítulo 35. Traumatismos das Extremidades 1. OBJETIVOS
Capítulo Traumatismos das 35 Extremidades 1. OBJETIVOS No final da sessão os formandos deverão ser capazes de: Listar e descrever os mecanismos produtores de traumatismo das extremidades. Descrever a importância
A R E M G PROCESSO SELETIVO UNIFICADO 2014
A R E M G PROCESSO SELETIVO UNIFICADO 2014 PRÉ-REQUISITO ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA 10 DE NOVEMBRO DE 2013 DETERMINAÇÕES 1. NÃO ABRA O CADERNO DE PROVA SEM AUTORIZAÇÃO. 2. Este teste consta de 30 questões
Lesão do plexo braquial
FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Lesão do plexo braquial Acd. Eliziânio Cavalcante w w w. s c n s. c o m. b r Relato do Caso Paciente M.S.J., 36 anos, sexo
CADEIRAS E POLTRONAS: ERGONOMIA E PRODUTOS ESTE GUIA FOI CRIADO PARA AUXILIAR O PROFISSIONAL NA CONFIGURAÇÃO DE SUA ÁREA DE TRABALHO.
CADEIRAS E POLTRONAS: ERGONOMIA E PRODUTOS ESTE GUIA FOI CRIADO PARA AUXILIAR O PROFISSIONAL NA CONFIGURAÇÃO DE SUA ÁREA DE TRABALHO. Obrigado por ter adquirido os nossos produtos. A Lavore Móveis segue
Lesões Traumáticas dos Membros Inferiores
Prof André Montillo Lesões Traumáticas dos Membros Inferiores Lesões do Joelho: Lesões Ósseas: Fratura Distal do Fêmur Fratura da Patela Fratura Proximal da Tíbia: Platô Tibial Anatomia: Lesões Traumáticas
ÓRTESE LOMBOSSACRAL. Pil Sun Choi ]
1 ÓRTESE LOMBOSSACRAL Pil Sun Choi ] Muitas doenças clínicas, traumáticas e condições pósoperatórias da coluna lombossacral são tratadas com órteses lombossacral. HISTÓRIA: Existem relatos na literatura
Patologias dos membros superiores
Disciplina de Traumato-Ortopedia e Reumatologia Patologias dos membros superiores Prof. Marcelo Bragança dos Reis Introdução Doenças do ombro Doenças do cotovelo Doenças do punho e da mão Introdução Doenças
Cinesiologia Aplicada. Quadril, Joelho e tornozelo
Cinesiologia Aplicada Quadril, Joelho e tornozelo Cintura Pélvica - Ossos Ossos Pélvicos: Ílio Isquio Púbis Femúr Cintura Pélvica - Movimentos Movimentos da Cintura Pélvica Rotação Pélvica posterior Retroversão
INSTRUÇÕES. O tempo disponível para a realização das duas provas e o preenchimento da Folha de Respostas é de 5 (cinco) horas no total.
INSTRUÇÕES Para a realização desta prova, você recebeu este Caderno de Questões. 1. Caderno de Questões Verifique se este Caderno de Questões contém a prova de Conhecimentos Específicos referente ao cargo
Osteoartrose. Ms. Roberpaulo Anacleto
Osteoartrose Ms. Roberpaulo Anacleto Introdução Sinônimos: Osteoartrite; Doença Articular Degenerativa Não há sintomas sistêmicos Locais mais acometidos: Membros inferiores e segmentos vertebrais. Associação:
ESTUDO RADIOLÓGICO DO JOELHO
ESTUDO RADIOLÓGICO DO JOELHO ESTUDO RADIOLÓGICO DO JOELHO PATELA Pertence mais ao joelho do que a perna propriamente dita. É um osso curto, aplanado de frente para trás. Esta inserido no tendão do músculo
Raio X: Radiografia Simples Descoberto em 8 de Novembro de 1895 Físico alemão Wilhelm Konrad Roentgen Radiação emitida pelo tubo de raios catódicos:
Prof André Montillo Raio X: Radiografia Simples Descoberto em 8 de Novembro de 1895 Físico alemão Wilhelm Konrad Roentgen Radiação emitida pelo tubo de raios catódicos: Ampola Os raios catódios emitidos
INTRODUÇÃO A ar.culação do tornozelo
INTRODUÇÃO A ar.culação do tornozelo Articulação sinovial do tipo gínglimo As extremidades inferiores da Tíbia e Fíbula formam um entalhe onde se ajusta a tróclea do Tálus, que tem forma de roldana. Tálus
Definição: É a Quebra Estrutural da Continuidade Óssea, ou seja, é uma Solução de Continuidade no Tecido Ósseo.
André Montillo UVA Definição: É a Quebra Estrutural da Continuidade Óssea, ou seja, é uma Solução de Continuidade no Tecido Ósseo. Etiologia: Trauma Forças Físicas: Atuam no osso para produzir uma Fratura
PREFEITURA MUNICIPAL DE MIRACEMA 2014 MÉDICO ORTOPEDISTA PLANTONISTA PROVA OBJETIVA
1 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 1) No tratamento das fraturas expostas tipos I e II de Gustilo e Anderson, uma das alternativas de antibioticoterapia profilática preconizada, em casos de alergia a cefalosporinas,
Anatomia Geral. http://d-nb.info/1058614592. 1 Filogênese e Ontogênese Humanas. 5 Músculos. 6 Vasos. 2 Visão Geral do Corpo Humano
Anatomia Geral 1 Filogênese e Ontogênese Humanas 1.1 Filogênese Humana 2 1.2 Ontogênese Humana: Visão Geral, Fecundação e Estágios Iniciais do Desenvolvimento 4 1.3 Gastrulação, Neurulação e Formação dos
Fratura do colo do tálus: análise do resultado do tratamento e das complicações.
LEONARDO RIBEIRO BASTOS Fratura do colo do tálus: análise do resultado do tratamento e das complicações. Dissertação apresentada ao Curso de Pós-graduação da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa
13/05/2013. Prof.Msc.Moisés Mendes Universidade Estadual do Piauí- Teresina
Prof.Msc.Moisés Mendes Universidade Estadual do Piauí- Teresina [email protected] Extremidade distal do rádio Extremidade distal da ulna Carpo ( escafóide, semilunar, piramidal, trapézio,
