Questões de Filosofia. Um ensaio!
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- Giovanni Sintra Zagalo
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1 Questões de Filosofia Um ensaio!
2 Introdução Leitura atenta dos textos das questões; Busca de referências na questão Situar o filósofo, ou pensamento deste, em um contexto espaço temporal para evitar anacronismos. Redigir a resposta de forma clara e concisa.
3 Questão 1 [VUNESP / 2010] Em 399 a.c., o filósofo Sócrates é acusado de graves crimes por alguns cidadãos atenienses. [...} Em seu julgamento, segundo as práticas da época, diante de um júri de 501 cidadãos, o filósofo apresenta um longo discurso, sua apologia ou defesa, em que, no entanto, longe de se defender objetivamente das acusações, ironiza seus acusadores, assume as acusações, dizendo-se coerente com o que ensinava, e recusa a declarar-se inocente ou pedir uma pena. Com isso, ao júri, tendo que optar pela acusação ou pela defesa, só restou como alternativa a condenação do filósofo á morte. Danilo Marcondes. Iniciação á História da Filosofia, Adaptado. Com base no texto apresentado, explique quais foram os motivos da condenação de Sócrates à morte.
4 Resposta da questão- Segundo o texto Sócrates (o réu) ao ser acusado utiliza-se da ironia (característica de seu método filosófico)para responder às acusações; Segundo o texto ele aceita as acusações para manter a coerência com o que ensinava como filósofo. Assim, segundo o texto, Sócrates foi condenado por se recusar a apresentar uma defesa que realmente garantiria sua absolvição para manterse fiel à sua filosofia.
5 Resposta 2 Duas fontes principais relatam o julgamento e a defesa de Sócrates no tribunal ateniense: a Apologia de Sócrates, de Xenofonte, e a Apologia de Sócrates, de Platão. Xenofonte, enumera três motivos: "seus inimigos o acusaram de não reconhecer os deuses do Estado, introduzir extravagâncias demoníacas e corromper os jovens".
6 Platão distingue as acusações antigas (combate aos sofistas) das acusações recentes. Essas últimas são as causas imediatas que o levaram ao tribunal e consistem na impiedade e na corrupção da juventude; em sua defesa Sócrates aponta que nenhuma delas explica seu julgamento, identificando em sua atividade filosófica de refutação do saber aparente dos cidadãos a causa real pela qual é conduzido ao tribunal.
7 2. [UEL / 2009] Leia o seguinte texto de Maquiavel. [...} como é meu intento escrever coisa útil para os que se interessarem, pareceu-me mais conveniente procurar a verdade pelo efeito das coisas, do que pelo que delas se pode imaginar. E muita gente imaginou repúblicas e principados que nunca se viram nem jamais foram reconhecidos como verdadeiros. Vai tanta diferença entre o como se vive e o modo por que se deveria viver, que quem se preocupar com o que se deveria fazer em vez do que se faz aprende antes a ruína própria, do que o modo de se preservar; e um homem que quiser fazer profissão de bondade é natural que se arruíne entre tantos que são maus. Assim, é necessário a um príncipe, para se manter, que aprenda a poder ser mau e que se valha ou deixe de valer-se disso segundo a necessidade. MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe. Cap. XV. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 69.
8 Com base no texto e nos conhecimentos sobre o pensamento de Maquiavel acerca da relação entre poder e moral, é correto afirmar.
9 a) Maquiavel se preocupa em analisar a ação política considerando tão-somente as qualidades morais do Príncipe, que determinam a ordem objetiva do Estado. (Falso)
10 b) O sentido da ação política, segundo Maquiavel, tem por fundamento originário e, portanto, anterior, a ordem divina, refletida na harmonia da Cidade. (Falso)
11 c) Para Maquiavel, a busca da ordem e da harmonia, em face do desequilíbrio e do caos, só se realiza com a conquista da justiça e do bem comum. (Falso)
12 d) Na reflexão política de Maquiavel, o fim que deve orientar as ações de um Príncipe é a ordem e a manutenção do poder. (verdadeiro)
13 e) A análise de Maquiavel, com base nos valores espirituais superiores aos políticos, repudia como ilegítimo o emprego da força coercitiva do Estado. (Falso)
14 Comentário Política para Aristóteles: A arte de bem governar a pólis. Política cristã Medieval Governar de acordo com o desejo de Deus. Maquiavel: Substituiu: Deve e desejável pelo que É efetivamente. (política da realidade efetiva)
15 Questão3 [VUNESP / 2010] Segundo John Locke, filósofo britânico do século XVII, a mente humana é como uma tábula rasa, uma folha em branco na qual a experiência deixa suas marcas. Responda a qual escola filosófica ele pertenceu e explique duas de suas características.
16 Escola de Atenas. Rafael,
17 Empiristas X Racionalistas Origem do conhecimento: Experiências que marcam nosso intelecto e nos fazem conhecer o mundo sensível Origem do conhecimento: Nosso intelecto é dotado de formas (ideias) que são anteriores à qualquer experiência sensível
18 Resposta Locke é Empirista segundo a definição anterior pois para ele os sentidos imprimem em nosso intelecto marcas que nos permitem ter ideias (simples ou complexas) das coisas existentes.
19 4. [UFMG / 2008] Leia estes quadrinhos:
20 WATTERSON, Bill. A vingança da babá. Editora Best News, 1997, v. I, p. 78.
21 Kant estabelece que as ações das pessoas, para serem realmente éticas, devem pautar-se no seguinte princípio, denominado imperativo categórico: Age apenas segundo uma máxima tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal. KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. Tradução de Paulo Quintela. São Paulo: Abril Cultural, 1974, p REDIJA um texto, relacionando as declarações do garoto Calvin ao imperativo categórico kantiano. JUSTIFIQUE sua resposta.
22 Estratégias de resolução Trechos de Calvin: Não acredito mais em ética. fins justificam os meios. (Maquiavel) Pegue o que puder enquanto dá! É o que digo! A força dá o direito! Os vencedores escrevem a história. (Hobbes) É um mundo cão! Então vou fazer o que tiver de fazer. E deixar os outros discutirem se é certo ou não! (relativismo)
23 Trechos de Kant Age apenas segundo uma máxima tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal.
24 Tema da questão: Ética exige do candidato uma dupla habilidade: a de interpretar textos de gêneros diferentes; relacioná-los. [Apesar de ser desejável o conhecimento prévio da filosofia moral de Kant, autor do século XVIII, a leitura atenta dos textos e do enunciado basta para a elaboração de uma resposta adequada e coerente. ]
25 Possibilidades de desenvolvimento Segundo Kant: Princípio ou Máxima ação Objetivo Possui valor moral! Não possui valor moral!
26 Deste modo A AÇÃO deve se pautar em um princípio que possa ser Universal e determinado pela Vontade (autônoma e racional, destituída de inclinações ou autoridades externas ao agente) por PRINCÍPIO e não por OBJETIVO a ser alcançado.
27 Conflito Calvin X Kant Calvin move-se por egoísmo. Seus princípios só valem para si. Não tem pretensões universais para regular a ação de outros.
28 Considerações finais Ausência de um cânone para questões; Dificuldade de leitura de textos filosóficos; Intertextualidade; Coerência ; Persistência diante da adversidade.
29 Descartes O bom senso é a coisa do mundo mais bem distribuída: todos pensamos tê-lo em tal medida que até os mais difíceis de contentar nas outras coisas não costumam desejar mais bom senso do que aquele que têm.
30 E continue a nadar!!!! Use-o!
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