Gestão do valor no Capital de Giro
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- Derek Fraga de Caminha
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1 Gestão do valor no Capital de Giro
2 Definir o objetivo da gestão do capital de giro; Integrar a gestão dos elementos do capital de giro; Apresentar um modelo de gestão integrada; Apresentar estratégias funcionais de gestão de valor de giro; Apresentar estratégias de nível de atividade na gestão do capital de giro; Apresentar estratégia de gestão de valor na tesouraria; Apresentar os impactos inflacionários na gestão do capital e giro.
3 A principal função dos gestores é maximizar a riqueza dos proprietários pela maximização do valor na organização. Desse modo, uma organização que não gera valor aos nela interessados está fadada ao fracasso. O objetivo das organizações é gerar valor para os seus stakeholders e os inseridos em seu ambiente interno e externo. Por outro lado, os gestores estão gerando valor a todos os envolvidos com a organização.
4 O papel do gestor financeiro é zelar para que o investimento se concentre em ativos, em volume não excessivo, que proporcionem retornos maiores do que os custos de captação. Sob a ótica da abordagem mais tradicional, a gestão do capital de giro resume-se em identificar o padrão dos fluxos de caixa da organização e gerir todos os seus componentes, de forma que se encontre um nível adequado para cada um deles. Uma forma de se medir o valor gerado é por meio do EVA.
5 Gestão total do valor (GVT) = geração de valor na atividade(gva) + geração de valor em finanças (GVF). Dicionário das Variáveis: GVA = produção, comercialização e administração GVF = giro, tesouraria e impostos
6 GVA = valor gerado na venda (VGV) + valor gerado na produção (VGP) + valor gerado na administração (VGA). VGV = receitas brutas devoluções abatimentos despesas comerciais ganho financeiro do contas a receber deduzido do respectivo custo de capital = resultado comercial.
7 VGP = resultado comercial custo de produção +/- resultado monetário de estoques deduzido do respectivo custo médio ponderado do capital de giro (CMPCG) x Estoques = resultado de produção. VGA = resultado de produção despesas administrativas = resultado da atividade.
8 GVF = Valor gerado com impostos (VGI) + valor gerado no giro (VGG) + valor gerado na tesouraria (VGT) Dicionário das Variáveis: VGI = impostos sobre receitas + IR + contribuições VGG = retorno do investimento em giro (RIG) custo médio ponderado no capital de giro (CMPCG) x passivo circulante operacional (PCO) VGT = (RIF CMPCG) x ACF
9 Investimento em Tesouraria AC Disponibilidades PC Financiamentos de curto prazo Clientes Fornecedores ITC Investimento em Giro Estoques Outras contas a pagar Adiantamento de Fornecedores CGL (+)
10 Recursos investidos de terceiros operacionais, terceiros financeiros ou recursos dos proprietários (capital). Todo investimento tem um custo e há a expectativa de que gere retorno ao investidor.
11 AC PC Disponibilidades Financiamentos de curto prazo Retorno médio Clientes Estoques Fornecedores Outras contas a pagar Custo médio Adiantamento de Fornecedores CGL (+)
12 Objetivo da gestão integrada do capital de giro Gerar valor Maximizar valor econômico adicionado do CG (VGG + VGT)
13 AC PC Disponibilidades Financiamentos de curto prazo CMPCT Clientes Fornecedores Estoques Outras contas a pagar CMPPCO CMPCOG CMPCTG Adiantamento de Fornecedores CGL (+) CMPCLP
14 Troca da linha de crédito por de menor custo; Captações internacionais podem conduzir à redução do CMPCTG por ganhos cambiais; Exportar ou agregar atividade agropecuária.
15 A Geração de Valor na Tesouraria ocorre quando o Retorno do Investimento em Tesouraria (RIT) é superior ao Custo Médio Ponderado do Capital de Tesouraria (CMPCT). Valor Gerado na Tesouraria (VGT) = (( RIT - CMPCT) x IT) x (1-IR) OBS! Gerar valor na tesouraria envolve aumentar o Retorno do Investimento em Tesouraria (RIT) e reduzir o Custo Médio Ponderado do Capital de Tesouraria (CMPCT).
16 Retorno do Investimento em Tesouraria (RIT) Caixa Bancos Aplicações Financeiras ST(-) Empréstimos de Curto Prazo Duplicatas Descontadas Outros Passivos Circulantes Financeiros Custo Médio Ponderado do Capital de Tesouraria (CMPCT)
17 Saldo de Tesouraria: Corresponde à diferença entre o Ativo Circulante Financeiro (ACF) e o passivo Circulante Financeiro (PCF). ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Financeiro Caixa e Bancos Aplicações Financeiras Financiamentos Duplicatas Descontadas Financeiro Operacional Contas a Receber Estoques Fornecedores Salários e Encargos Operacional
18 Saldo de Tesouraria = AC Financeiro PC Financeiro Baseado nesse conceito é possível considerar que a situação de Superávit de Tesouraria ocorre quando: AC financeiro> PC financeiro. Por outro lado, a situação de Déficit de Tesouraria ocorre quando: PC financeiro> AC financeiro.
19 Investimento em Tesouraria pode ser expresso da seguinte forma: Caixa IT Bancos Aplicações no Mercado Financeiro ACF Aplicações Financeiras na Cadeia de Produção ST (-)
20 Retorno do Investimento em Tesouraria: É o retorno médio das aplicações financeiras, quer no mercado financeiro, quer em operações financeiras na cadeia de produção. Pode ser expresso pelo esquema: RIT Retorno por reciprocidade Retorno por reciprocidade Taxa média das aplicações no mercado financeiro Taxa média das aplicações na cadeia de produção Caixa Bancos Aplicações no Mercado Financeiro Aplicações Financeiras na Cadeia de Produção
21 Desse modo, o RIT será: RIT = RC x Caixa/IT + RB x Bancos/ IT + RAF x ApF/IT + RACp x ApCp/IT Dicionário das Variáveis IT= Investimento em Tesouraria RC=Retorno do Caixa RB=Retorno de Bancos RAF=Retorno de Aplicações no Mercado Financeiro RACp=Retorno de Aplicações Financeiras na Cadeia de Produção Caixa=Saldo Conta Caixa Bancos=Saldo da Conta Bancos ApF=Saldo da Conta Aplicações no Mercado Financeiro ApCp=Saldo da Conta Aplicações Financeiras na Cadeia de Produção
22 Custo Médio Ponderado de Capital de Tesouraria (CMPCT) corresponde ao custo de manter o Investimento em Tesouraria (IT). Caixa PCF IT ACF ST (-) Bancos Aplicações no Mercado Financeiro Aplicações Financeiras na Cadeia de Produção Empréstimos de Curto Prazo Duplicatas Descontadas Outros Passivos Circulantes Financeiros CMPCT
23 Spread de Tesouraria: É a diferença entre a taxa de retorno e a taxa de custo do capital, deduzido do Imposto sobre a Renda (IR). SPREAD DE TESOURARIA = (RIT - CMPCT) x (1-IR)
24 Em relação ao valor gerado da tesouraria, entende-se que o objetivo da gestão da tesouraria é maximizar o Valor Gerado na Tesouraria (VGT). Logo: Objetivo: Max VGT VGT = SPREAD * IT
25 Relação entre Prazo Médio, Duration e Maturity: Duration é o prazo médio das operações ponderado pelos fluxos de caixa a valor presente. Maturity é o prazo para vencimento das operações. Value at Risk: avalia a perda máxima, dado determinado grau de confiança, em que a organização pode incorrer, em decorrência de riscos de mercado, em determinado período de tempo.
26 Estratégias na gestão da liquidez: constitui-se na capacidade e pagamento das dívidas da organização. Estratégia de Liquidez Imediata: refere-se à capacidade de pagamento das dívidas por parte da organização com seus recursos disponíveis. Estratégia de Liquidez Corrente: ocorre quando da troca de recursos captados a curto prazo por recursos de longo prazo ou por redução de aplicações a longo prazo como realizáveis a longo prazo.
27 Estratégias na gestão da liquidez Alongamento de prazos de dívidas de curto prazo: constitui-se em uma forma de ampliar a liquidez corrente de uma empresa por meio da renegociação, transformando dívidas de curto prazo em dívidas de longo prazo.
28 Estratégia na gestão do investimento em tesouraria: pode ser realizada por meio de: Montagem de factoring sinérgica: empresas que utilizam esse modelo usualmente descontam os títulos contra si mesma em mãos dos fornecedores a taxas de juros menores que as praticadas pelos bancos. Criação de um banco sinérgico: atua integrado à estrutura financeira da empresa e possui bons mecanismos de captação de recursos.
29 A geração de valor no giro ocorre quando o Retorno do Investimento em Giro (RIG) é maior do que o Custo Médio Ponderado de Capital Operacional em Giro (CMPCOG).
30 Investimento em Giro: Constitui-se no investimento realizado em itens do ativo circulante operacional. Clientes Investimento em Giro (IG) Bancos Adiantamento a fornecedores
31 Retorno sobre o Investimento em Giro (RIG): É calculado como o retorno médio ponderado de todos os itens do ativo circulante operacional. RIG Pessoa Física (Taxa do CDC) Pessoa Jurídica (Taxa CG) Zero* ACO Clientes Estoques Adiantamento a Fornecedores Taxa de Desconto
32 Retorno sobre o Investimento em Giro (RIG) Componentes do Investimento em Giro. Retorno dos Créditos a Receber: Deve-se utilizar como taxa de retorno a taxa implícita na venda a prazo ou na taxa respectiva de operação de financiamento. Retorno dos Estoques: São recursos investidos em ativos esperando para serem trabalhados (matéria-prima e produtos em produção) ou ativos prontos (produtos acabados) esperando a sua venda. Retorno dos Adiantamentos a Fornecedores: geralmente os fornecedores oferecem descontos no pagamento antecipado de compras que ainda não foram entregues e não constam nos estoques da empresa.
33 Custo médio Ponderado do Capital Operacional em Giro (CMPCOG): corresponde ao custo de manter o Investimento em Giro (IG). Disponibilidades Clientes Financiamentos de curto prazo Fornecedores CMPCT IG Estoques Outras contas a pagar CMPPCO CMPCOG Adiantamento de Fornecedores CGL (+) CMPCLP
34 Valor Gerado no Giro (VGG) Objetivo: Max VGG Max VGG = Max (RIG - CMPCOG) * IG * (1-IR)
35 Estratégias na gestão de recebíveis Expansão de Crédito: Caso a taxa de retorno de investimento em contas a receber seja superior à taxa de captação de recursos, gera valor o investimento em venda prazo a clientes. Gestão de Risco de Mercado no Contas a Receber: deve ser utilizada quando a empresa dá aos clientes a opção de adiar seus prazos de pagamento para uma data posterior à data da futura desvalorização, sem custo algum.
36 Especulação com estoques É possível quando há uma expectativa de elevação dos preços de algum ativo e a companhia possui capacidade de estocagem Consignação O fornecedor entrega o produto ao cliente, mas continua sendo o proprietário do produto até que este seja vendido
37 Logística integrada O fornecedor passa a administrar os estoques, controlando a reposição, gerando ordens de compra a preços preestabelecidos e absorvendo todo o estoque da estrutura
38 Estrutura Tradicional Loja do supermercado Estoque Gondola = 1 dia Estoque da Loja Estoque retaguarda = 3 dias Prazo de entrega = 10 dias Central de distribuição Estoque = 5 dias Fornecedor Departamento de compras matriz Consulta, confirmação e processamento do pedido = 2 dias
39 Estrutura moderna na rede varejista Loja do supermercado Estoque Gondola do fornecedor Estoque da loja Estoque retaguarda do fornecedor Financia o cliente com cartão de crédito Fornecedor Controla a reposição e detêm o estoque
40 Antecipação de pagamentos a fornecedores Deve-se comparar o CMPCG com o desconto concedido sendo o desconto maior, a decisão irá gerar valor Constituição de fundos para pagamentos sazonais Deve-se ter um fundo ou reserva de caixa para os pagamentos sazonais, como o 13º salário
41 Incentivo fiscal e financiamento por impostos a pagar Muitas empresas se beneficiam destes incentivos e os transformam num mecanismo de financiamento de suas atividades Atraso no pagamento de impostos e posterior renegociação com o Fisco também tem sido uma estratégia utilizada por algumas empresas
42 Controle rigoroso dos ativos circulantes de forma a manter o mínimo necessário investido Clientes a receber: quanto menor o investimento, maior a dificuldade em se efetuar vendas Estoques: maiores as chances de se incorrer em perdas de vendas, problemas de produção e atrasos de entrega aos clientes
43 Estratégia do CG para o crescimento sustentado Estratégia do CG na retratação do negócio Estratégia do CG na sazonalidade da atividade
44 São três as preocupações básicas para o crescimento de forma sustentada: Controlar a expansão do ACO; Expandir proporcionalmente o PCO; Financiar o ACO com recursos de longo prazo
45 Casos de extrema inadimplência e altas taxas de captação de giro no mercado podem levar a empresa a preferir reduzir sua exposição ao risco e retrair para sobreviver
46 Estrutura de menor risco Financia todo o ativo circulante e o capital de giro sazonal com recursos de longo prazo $ Capital de giro sazonal Recursos de longo prazo Ativo não circulante Eixo dos tempos
47 Estrutura de risco intermediário Recursos de longo prazo financiam o capital de giro permanente e parte do sazonal $ Recursos de curto prazo Capital de giro sazonal CGL Recursos de longo prazo Ativo não circulante Eixo dos tempos
48 Estrutura de maior risco Os recursos de longo prazo, além de financiarem o CG permanente, financiam toda necessidade sazonal $ Capital de giro sazonal Recursos de curto prazo Ativo não circulante CGL Recursos de longo prazo Eixo dos tempos
49 Deve-se incluir no preço a previsão inflacionária. Normalmente não é considerado nos demonstrativos, incentivando a distribuição de lucros inexistentes.
50 GITMAN, L. J. Princípios da administração financeira, 10 ed., São Paulo: Pearson Addison Wesley, MATIAS, A. B. (Coord.). Finanças Corporativas de Curto Prazo e a Gestão do Capital de Giro. São Paulo: Atlas, 2007.
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