Risco de Liquidez e Gerenciamento de Capital
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- Stella Cipriano Gil
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1 Risco de Liquidez e Gerenciamento de Capital
2 Gerenciamento de Capital Política de Gerenciamento do Risco de Capital Plano de Capital: Monitoramento mensal do nível de crise de capital As projeções deverão ser realizadas, no mínimo, com os seguintes parâmetros: (1) projeções constantes da previsão orçamentária; (2) de acordo com o comportamento observado nos últimos oito e quatro trimestres.
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4 PROJEÇÕES DO IB: MÉDIA DE 8 TRIMESTRES
5 Gerenciamento de Capital Nível de crise de capital: Considerando que o Patrimônio de Referência Exigido (PRE), apurado mensalmente pelo BRDE, representa adequadamente as necessidades de capital do BRDE, conforme expresso na Política de Gerenciamento de Capital, o nível de crise de capital fica definido como a situação em que as projeções para o prazo de 12 meses apontam para a insuficiência do Patrimônio de Referência (PR) fazer frente ao Patrimônio de Referência Exigido (PRE) nos patamares mínimos estabelecidos pelo Banco Central (Índice de Basiléia). Plano de Contingência de Capital Forma Comissão de Contingência Estuda opções:
6 Gerenciamento de Capital Plano de Contingência de Capital É constituída Comissão de Contingência Entre as ações para readequação do nível de capital do Banco poderão ser propostas, entre outras medidas: - alienação de ativos, inclusive de direitos creditórios. - busca de aporte de capital junto aos controladores; - redução do ritmo de expansão da carteira por novas operações; - intensificação dos esforços para recuperação de créditos; - redução de despesas e antecipação de receitas previstas em orçamento; - emissão de Letras Financeiras e outras formas de captação possíveis.
7 Risco de Liquidez A Resolução BACEN n 4090/2012, dispõe sobre a implementação de estrutura de gerenciamento do risco de liquidez nas instituições financeiras. O Art. 5 da referida Resolução define os requisitos mínimos da estrutura de gerenciamento de liquidez, os quais são atendidos pelo BRDE conforme exposto a seguir:
8 Risco de Liquidez I - políticas e estratégias para o gerenciamento do risco de liquidez claramente documentadas, que estabeleçam limites operacionais e procedimentos destinados a manter a exposição ao risco de liquidez nos níveis estabelecidos pela administração da instituição; - Política de Gerenciamento do Risco de Liquidez - Plano Atual de Investimentos - Fundo de Liquidez
9 Fundo de Liquidez ( piso )
10 Risco de Liquidez II - processos para identificar, avaliar, monitorar e controlar a exposição ao risco de liquidez em diferentes horizontes de tempo, inclusive intradia, contemplando, no mínimo, a avaliação diária das operações com prazos de liquidação inferiores a 90 (noventa) dias; Foi desenvolvido o aplicativo Fluxo de Caixa Projetado (Diário), que informa a projeção de recebimentos e pagamentos a serem realizados pelo BRDE nos próximos 90 dias.
11 Risco de Liquidez
12 Risco de Liquidez VI - realização periódica de testes de estresse com cenários de curto e de longo prazo, idiossincráticos e sistêmicos, cujos resultados devem ser considerados ao estabelecer ou rever as políticas, as estratégias, os limites e o plano de contingência de liquidez;
13 Risco de Liquidez III - avaliação, com periodicidade mínima anual, dos processos de que trata o inciso II; A revisão periódica dos referidos processos está prevista na Política de Gerenciamento do Risco de Liquidez, como parte das atribuições da Superintendência de Planejamento Departamento de Gestão de Riscos. IV - políticas e estratégias de captação que proporcionem diversificação adequada das fontes de recursos e dos prazos de vencimento; O BRDE não realiza a captação de recursos no mercado, sendo suas disponibilidades formadas pelos aportes de capital por parte dos controladores e pelos resultados acumulados. Os recursos utilizados nas operações de crédito são preponderantemente oriundos de repasses do BNDES. V - plano de contingência de liquidez, regularmente atualizado, que estabeleça responsabilidades e procedimentos para enfrentar situações de estresse de liquidez; O Plano de Contingência de Liquidez foi estabelecido pelo BRDE, após ser submetido e aprovado pela Diretoria e pelo Conselho de Administração.
14 Risco de Liquidez VII - avaliação do risco de liquidez como parte do processo de aprovação de novos produtos, assim como da compatibilidade destes com os procedimentos e controles existentes. Os produtos operados pelo BRDE são, em sua quase totalidade, financiamentos realizados através de repasses de recursos do BNDES. Não existe, portanto, vinculação direta entre a disponibilidade de ativos líquidos do Banco e as operações de crédito realizadas pelo BRDE. Os riscos existentes referem-se ao risco de inadimplência nas operações que tenha de vir a ser suportado pelo BRDE junto ao BNDES. Como instrumentos mitigadores do risco de crédito, o BRDE dispõe de uma política específica de concessão de crédito, que determina, entre outras ações, a existência de alçadas e comitês aprobatórios e a utilização de garantias compatíveis com os riscos assumidos predominantemente na forma de garantias hipotecárias ou alienação de equipamentos.
15 Risco de Liquidez 1º As políticas e as estratégias para o gerenciamento do risco de liquidez de que trata o inciso I, bem como o plano de contingência de que trata o inciso V, devem ser aprovados e revisados, no mínimo anualmente, pela diretoria da instituição e pelo conselho de administração, se houver. A Resolução BRDE n 2300/2012 institui a Política de Gerenciamento do Risco de Liquidez. 2º O gerenciamento do risco de liquidez deve considerar todas as operações praticadas nos mercados financeiros e de capitais, assim como possíveis exposições contingentes ou inesperadas, tais como as advindas de serviços de liquidação, prestação de avais e garantias, e linhas de crédito contratadas e não utilizadas. O risco de liquidez decorrente de operações realizadas nos mercados financeiros e de capitais é reduzido, dado que, conforme já exposto, as aplicações financeiras do BRDE, em consonância com suas determinações normativas, são realizadas preponderantemente em títulos públicos de elevada segurança e liquidez. Em relação a exposições contingentes ou inesperadas, o BRDE monitora estes riscos através do Departamento de Gestão de Riscos, e segue as normas do Banco Central e internas relativas aos limites prudenciais de exposição e provisionamento visando a mitigação de eventuais perdas.
16 Plano de Contingência de Liquidez É atribuição da Superintendência de Planejamento Departamento de Gestão de Riscos, conforme estabelece a Política de Gerenciamento do Risco de Liquidez, acompanhar mensalmente a projeção de recebimentos e pagamentos, observando a situação de liquidez do Banco, inclusive projetando cenários alternativos. Estas informações devem ser relatadas formalmente à Diretoria e ao Conselho de Administração, através dos Comitês de Risco e de Gestão.
17 Plano de Contingência de Liquidez Nível de crise de liquidez: O nível de crise de liquidez é definido em função da capacidade de solvência do BRDE. Será considerado nível de crise de liquidez a situação em que o fluxo de caixa projetado aponte que o banco não apresentará solvência no espaço de 90 dias. Também poderá ser considerado que existe risco de liquidez iminente no caso da ocorrência de evento contingente ou modificação acentuada das condições de mercado, conforme apreciação do Comitê de Risco.
18 Plano de Contingência de Liquidez - Ações de adequação do nível de capital: Constatada a situação de nível de crise de liquidez (projeção do insolvência do Banco em um horizonte de 90 dias ou ocorrência de eventos contingentes de grande gravidade conforme avaliação do Comitê de Risco): i. o CORIS deverá comunicar o fato, através do COGES, à Diretoria e ao Conselho de Administração; ii. será constituída uma Comissão de Contingência de Liquidez, que deverá encaminhar ao COGES e submeter à Diretoria e ao Conselho de Administração propostas de ações para readequação do nível de capital do BRDE.
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