ESCOLA SECUNDÁRIA DE ANADIA

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1 ESCOLA SECUNDÁRIA DE ANADIA Documento da Modalidade Voleibol NÚCLEO DE ESTÁGIO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

2 INTRODUÇÃO Este documento surge na necessidade de realizar um documento que descreva de forma clara e resumida todos os conteúdos que poderiam ser abordados no contexto escolar, seja na aula de educação física, no desporto escolar ou nas aulas de formação técnica, sobre a modalidade de andebol. Dada a impossibilidade de abordar todos as componentes técnicas e tácticas das diversas modalidades, porque o ensino deve respeitar as populações a que se dirige, surge este documento, que foi previamente planeado, para constar do dossier de estágio e que fornece uma informação mais detalhada, comparativamente à unidade didáctica e ao documento de apoio para os alunos, desta modalidade. Ao elaborar este documento, ao qual se vai anexar uma bateria de exercícios, julgamos que damos resposta a qualquer necessidade bibliográfica que possa surgir na leccionação deste jogo desportivo colectivo. Caracterização do Voleibol O voleibol é um jogo desportivo colectivo praticado por duas equipas, cujo objectivo é enviar a bola por cima da rede, fazendo-a cair no campo adversário e evitando que ela caia no nosso próprio campo. Cada equipa é constituída por doze jogadores, sendo seis efectivos e seis suplentes. O campo rectangular (18*9m), delimitado por duas linhas laterais e duas finais e dividido ao meio por uma rede. A rede deve estar colocada a 2,24m para os femininos e a 2,43 para os masculinos. Documento da Modalidade - Voleibol 2

3 Um jogo é ganho pela equipa que vença três sets. Um set é ganho pela equipa que faz primeiro 25 pontos. No 5º set, que acontece quando as equipas estão empatadas a 2 sets, ganha a equipa que faz primeiro 15 pontos mas, caso as equipas se encontrem empatadas aos 14, ganha aquela que primeiro conseguir uma vantagem de 2 pontos da equipa adversária. A equipa de arbitragem é constituída por dois árbitros, um marcador e 2 ou 4 juizes de linha. Um árbitro colocado à altura da rede e no prolongamento desta, o outro no lado oposto mas ao nível dos jogadores. Documento da Modalidade - Voleibol 3

4 REGRAS DO VOLEIBOL Posição dos jogadores e início do jogo Quando o jogador encarregue de executar o serviço inicia a jogada, os jogadores situam-se em duas linhas paralelas à rede, permitindo, no entanto, que sejam quebradas. Cada uma destas é composta por 3 jogadores, designado-se avançados os jogadores que ocupam uma posição mais próxima da rede e defesas os jogadores que estão atrás destes. O jogo começa com o serviço, realizado pelo jogador de uma das equipas. Isto após a autorização do arbitro. Executante colocado na zona de serviço sem pisar a linha do fundo: - a bola deve ser lançada ou largada antes de ser batida; - a bola deve ser batida com um só mão ou com o antebraço; - a bola deve transpor a rede sem a tocar; após apito do arbitro, o jogador dispõe de uma única tentativa, em 5 segundos, para realizar o serviço. Formas de jogar a bola A bola pode ser jogada com qualquer parte do corpo. Documento da Modalidade - Voleibol 4

5 Toques da equipa: Cada equipa tem direito a um máximo de três toques mais o toque do bloco, para reenviar a bola por cima da rede. Número de toques consecutivos: Um jogador não pode tocar na bola, voluntariamente, duas vezes na bola, à excepção do bloco. Neste caso, um jogador que toque na bola pode executar um segundo toque. Transporte: A bola deve ser batida, sem ser transportada, lançada, agarrada ou empurrada, podendo ressaltar para qualquer direcção. No entanto, nas acções defensivas (1º toque) pode ser transportada. Toque na rede: É interdito tocar a rede em toda a sua extensão e nas varetas a menos que o toque não tenha influência na jogada. Penetração no campo adversário: É permitido pisar o campo contrário com os pés e com as mãos desde que pelo menos uma parte destes esteja em contacto ou sobre a linha central. É interdito tocar o solo do campo contrário com qualquer outra parte do corpo. Bola fora: a bola é fora quando: a) Cai no solo inteiramente fora das linhas de delimitação; b) Toca um objecto fora do terreno, o tecto ou alguém exterior ao jogo; c) Toca as varetas, cabos, postes ou a própria rede no exterior das varetas/bandas laterais; Documento da Modalidade - Voleibol 5

6 d) Atravessa, completamente o plano vertical da rede, totalmente ou em parte pelo exterior do espaço de passagem entre as varetas. Faltas no serviço: Antes do serviço quando: a) viola a ordem de serviço; b) não efectua o serviço correctamente; c) demora mais de 5 segundos para o realizar; d) A bola não é largada antes de ser batida. Após o batimento da bola quando: a) o jogador que serve pisa a linha de fundo e campo; b) a bola não é batida com uma só mão, ou antebraço; c) toca um jogador da equipa que serve ou não passa o plano vertical da rede; d) cai fora ; e) passa por cima de uma cortina individual ou colectiva. Rotação ao serviço: Quando a equipa que receba ganha o direito ao serviço, os jogadores efectuam uma rotação, deslocando-se uma posição no sentido dos ponteiros do relógio. Sistema de pontuação: Cada vez que uma equipa faz um serviço, em consequência de uma jogada, existe a atribuição de um ponto a essa equipa. Documento da Modalidade - Voleibol 6

7 Um jogo é ganho pela equipa que vença três sets. Um set é ganho pela equipa que faz primeiro 25 pontos. No 5º set, que acontece quando as equipas estão empatadas a 2 sets, ganha a equipa que faz primeiro 15 pontos mas, caso as equipas se encontrem empatadas aos 14, ganha aquela que primeiro conseguir uma vantagem de 2 pontos da equipa adversária. Sanções disciplinares: Advertência: Quando um jogador comete uma falta de natureza anti-desportiva (ex. Contesta uma decisão do árbitro). Feita verbalmente. Penalização: Quando um jogador tem uma primeira atitude considerada grosseira. O adversário ganha um ponto. Expulsão: Quando um jogador comete o mesmo tipo de falta pela segunda vez, ou tem uma conduta injuriosa. O jogador deixa o campo durante aquele set. Desqualificação: Se um jogador tiver uma conduta injuriosa ou cometer uma agressão. O jogador abandona definitivamente o recinto de jogo. Documento da Modalidade - Voleibol 7

8 Sinais dos Árbitros: Documento da Modalidade - Voleibol 8

9 Documento da Modalidade - Voleibol 9

10 Fundamentos técnicos ofensivos: Escola Secundária de Anadia Núcleo de Estágio de Ed. Física POSIÇÃO BÁSICA DEFINIÇÃO Atitude preparatória que o jogador adopta, de modo a poder responder com mais eficácia às várias situações de jogo. OBJECTIVOS Permitir uma intervenção rápida, correcta e tecnicamente adequada à situação de jogo, sem perca de equilíbrio. DETERMINANTES TÉCNICAS Peso do corpo equitativamente distribuído pelos dois apoios Membros inferiores flectidos e pés afastados (lateralmente ou um à frente do outro), permitindo um bom equilíbrio Tronco ligeiramente inclinado à frente (bacia em retroversão) Linha dos ombros à frente da linha dos joelhos Membros superiores flectidos e afastados com cotovelos junto à bacia, e palmas das mãos viradas uma para a outra. ERROS MAIS FREQUENTES pés paralelos; extensão dos membros inferiores; membros superiores descontraídos Documento da Modalidade - Voleibol 10

11 PASSE DE FRENTE DEFINIÇÃO Projecção da bola com as mãos para a frente. OBJECTIVOS Projecção da bola com precisão para a frente quando situada no plano superior DETERMINANTES TÉCNICAS Fase Preparatória A partir da posição base fundamental, colocação do corpo debaixo da trajectória da bola Braços elevados frontalmente e flectidos, com cotovelos orientados para a frente, ligeiramente para o lado e num plano superior ao dos ombros Mãos voltadas para trás sem rigidez e dedos ligeiramente para dentro com polegares no alinhamento um do outro e indicadores voltados para trás (polegares e indicadores formam um "triângulo") Fase Principal Bacia em anteversão Braços flectidos com cotovelos à altura do rosto A bola é tocada com a superfície interior dos dedos ligeiramente acima e à frente da cabeça Flexão cubital das mãos na fase propulsiva Acompanha a execução do passe uma extensão dos membros inferiores e superiores com movimento convergente dos braços Fase Final Continuação da extensão dos membros inferiores e superiores com movimento convergente dos braços (seguir a trajectória da bola). Documento da Modalidade - Voleibol 11

12 ERROS MAIS FREQUENTES Passe realizado a partir do peito; Bola batida com a palma das mãos / ausência de movimento de elevação dos braços; Falta de deslocamento para a bola. Cotovelos demasiado afastados ou fechados Transmissão da bola com os membros inferiores em extensão Não extensão dos membros superiores e inferiores no momento do passe Ausência do movimento convergente dos braços após o passe. PASSE DE COSTAS DEFINIÇÃO Transmissão da bola com as mãos para trás. OBJECTIVOS Projecção da bola com precisão para trás quando situada no plano superior. Documento da Modalidade - Voleibol 12

13 DETERMINANTES TÉCNICAS Fase Preparatória A partir da posição base fundamental, colocação do corpo debaixo da trajectória da bola Braços elevados frontalmente e flectidos, com cotovelos orientados para a frente, ligeiramente para o lado e num plano superior ao dos ombros Mãos voltadas para trás sem rigidez e dedos ligeiramente para dentro com polegares no alinhamento um do outro e indicadores voltados para trás (polegares e indicadores formam um "triângulo") Fase Principal Extensão dorsal do tronco Bacia em retroversão Palmas das mãos viradas para cima Braços flectidos com cotovelos à altura do rosto Cabeça inclinada para trás Contacto com a bola efectuado atrás do plano vertical do corpo A bola é tocada com a superfície interior dos dedos ligeiramente acima da cabeça Flexão cubital das mãos na fase propulsiva Acompanha a execução do passe uma extensão dos membros inferiores e superiores com movimento convergente dos braços Fase Final Extensão total do corpo à retaguarda com os braços e os olhos a seguirem a trajectória da bola. Documento da Modalidade - Voleibol 13

14 ERROS MAIS FREQUENTES Transmissão da bola com os membros inferiores em extensão Não extensão dos membros superiores e inferiores no momento do passe Contacto da bola com a palma da mão e má orientação das mãos e dedos Ausência do movimento convergente dos braços após o passe Não existência da extensão total do corpo à rectaguarda com os braços e os olhos a seguirem a trajectória da bola. SERVIÇO POR BAIXO DEFINIÇÃO Envio da bola, através de um batimento com uma mão num plano inferior, para o campo contrário. OBJECTIVOS Colocação da bola no campo contrário, dificultando ao máximo a sua recepção. Documento da Modalidade - Voleibol 14

15 DETERMINANTES TÉCNICAS Fase Preparatória Apoios e linha dos ombros dirigidos para o alvo (numa fase de aprendizagem) ou corpo paralelo à linha final (numa fase mais avançada de forma a criar maior incerteza à equipa contrária) Apoio contra-lateral do braço hábil ligeiramente avançado Flexão dos membros inferiores e acentuado abaixamento do centro de gravidade Tronco ligeiramente inclinado à frente (plano dos ombros à frente do plano dos joelhos) O braço hábil oscila à retaguarda, enquanto o outro segura a bola num plano ligeiramente superior ao plano dos joelhos e no prolongamento do braço hábil Fase Principal Movimento de trás para a frente do braço hábil e da mão que segura a bola (numa fase de aprendizagem), ou só do braço hábil (numa fase mais avançada) Quando a mão que segura a bola perde o contacto com esta, a mão aberta do braço hábil (em extensão), realiza o batimento através de um impulso seco com a palma da mão, havendo uma elevação de todo o corpo e a passagem do seu peso para o apoio mais avançado O ponto de contacto com a bola deverá ser no plano inferior e posterior, de modo a imprimir-lhe uma trajectória de baixo para cima e de trás para a frente acompanhando o movimento de extensão das pernas Fase Final Continuação do movimento de extensão de pernas (para cima e para a frente), assim como da elevação do braço hábil acompanhando o movimento de saída da bola Após o batimento da bola, o pé mais recuado é "transportado" para um plano à frente do apoio dianteiro, possibilitando uma rápida entrada em campo de modo a prosseguir a sua acção em jogo. Documento da Modalidade - Voleibol 15

16 ERROS MAIS FREQUENTES Colocação errada dos apoios; Bola colocada num plano demasiado alto ou baixo; Bola colocada demasiado longe do corpo; Bola não colocada no prolongamento do braço de batimento, o que origina um movimento lateral; Peso do corpo sempre noa apoio de trás. SERVIÇO POR CIMA DEFINIÇÃO Envio da bola, através de um batimento com uma mão num plano superior, para o campo contrário. OBJECTIVOS Colocação da bola no campo contrário, dificultando ao máximo a sua recepção. Documento da Modalidade - Voleibol 16

17 DETERMINANTES TÉCNICAS Fase Preparatória Apoios e linha dos ombros dirigidos para o alvo (numa fase de aprendizagem) ou corpo paralelo à linha final (numa fase mais avançada de forma a criar maior incerteza à equipa contrária) Apoio contra-lateral do braço hábil ligeiramente avançado Pernas ligeiramente flectidas Bola segura com uma ou as duas mãos à altura da bacia (ténis potente); ou segura com uma mão ao nível da bacia subindo à altura dos ombros, ou mesmo partindo desta posição (ténis flutuante) Fase Principal Serviço Potente No momento em que a bola é lançada ao ar (na vertical), verifica-se o avanço da bacia, acompanhado de um movimento posterior do tronco, mais acentuadamente do ombro cujo braço vai efectuar o batimento e a elevação dos dois braços, com uma maior amplitude do braço que vai bater a bola que vai ser armado atrás da cabeça No momento em que a bola é batida, todo o corpo efectua um movimento de trás para a frente, passando todo o seu peso para o apoio mais avançado O braço de batimento, efectua um movimento muito rápido, procurando bater a bola no seu ponto máximo de extensão, para lhe imprimir uma grande velocidade O batimento da bola é feito na linha perpendicular do corpo, com a palma da mão e através de um batimento seco Serviço Flutuante (diferenças em relação ao ténis potente) Após o lançamento da bola ao ar, o avanço da bacia e o movimento posterior do tronco são menos acentuados A bola é batida num plano ligeiramente acima e à frente da cabeça, podendo o batimento ser efectuado com a mão aberta ou fechada No momento do batimento, o braço encontra-se flectido ao nível do cotovelo Documento da Modalidade - Voleibol 17

18 ERROS MAIS FREQUENTES Corpo não colocado frontalmente à rede; lançamento da bola demasiado alta e/ ou não realizado num plano vertical; O movimento do braço de batimento não é realizado de trás para a frente mas sim lateralmente; mão relaxada; Batimento com o M.S. flectido. REMATE EM APOIO DEFINIÇÃO Batimento da bola com uma mão e com os pés no chão. OBJECTIVOS Projecção da bola com força para o campo contrário, criando dificuldades à equipa adversária. Documento da Modalidade - Voleibol 18

19 DETERMINANTES TÉCNICAS Fase Preparatória Ligeira flexão dos membros inferiores Elevação superior, abdução e rotação lateral do braço de batimento; flexão do antebraço formando um ângulo de 90º com o braço e rotação lateral do tronco (armar o braço) Mão executante ao nível da nuca e em hiperextensão Braço não dominante em elevação antero-superior (a "apontar para a bola) e com o ombro avançado O corpo arqueia-se dorsalmente Fase Principal O batimento da bola inicia-se com a extensão rápida do braço Dominante, acompanhada de extensão dos membros inferiores A bola deve ser batida acima e à frente da cabeça (o mais alto possível e com o braço em extensão), através de um batimento seco e com liberdade articular do pulso Fase Final O batimento da bola é seguido do avanço do ombro respectivo. ERROS MAIS FREQUENTES Inexistência de chamada Batimento no hemisfério inferior da bola Batimento com o pulso Braço flectido aquando do batimento; Empurrar a bola, em vez de efectuar o batimento; Inclinação do tronco atrás Documento da Modalidade - Voleibol 19

20 REMATE EM SUSPENSÃO DEFINIÇÃO Batimento da bola com uma mão e em suspensão, para o campo contrário. OBJECTIVOS Projecção da bola com força directamente para o campo contrário Projecção da bola contra o bordo exterior do bloco, de forma a que esta seja reflectida para fora. DETERMINANTES TÉCNICAS Fase Preparatória Pequena corrida preparatória (2/3 passos), com passos curtos, sendo o penúltimo apoio mais alongado e rasante, juntando-se posteriormente o pé de chamada ao pé de apoio Hiperextensão dos braços durante os dois últimos apoios, acompanhada de flexão do tronco Blocagem com os calcanhares e ligeira flexão de pernas Pés ligeiramente colocados à frente da linha do tronco, com o apoio contra-lateral ao braço de batimento ligeiramente avançado em relação ao apoio homo-lateral Ligeira flexão da cabeça Inicio da flexão dos braços (movimento dos braços de trás para a Documento da Modalidade - Voleibol 20

21 frente e de baixo para cima), para auxiliarem a elevação de todo o corpo Inicio da extensão das pernas (iniciada quando os braços, no movimento de flexão, passam junto das pernas) Fase Principal Avanço do ombro e braço não dominante e consequente rotação lateral do tronco Hiperextensão do tronco, sendo necessária a flexão das pernas para compensar o movimento, de forma a manter o equilíbrio Braço não dominante em elevação antero-superior (a "apontar para a bola") e com o ombro avançado Elevação superior, abdução e rotação lateral do braço de batimento; flexão do antebraço formando um ângulo de 90º com o braço e rotação lateral do tronco (armar o braço) Cotovelo dirigido para a bola, junto à cabeça e num plano acima do ombro Hiperextensão da mão Flexão do tronco e extensão das pernas para compensar o movimento e manter o equilíbrio Movimento assimétrico dos dois braços, iniciado pela extensão do braço dominante Movimento muito rápido do braço de batimento de cima para baixo, a fim de poder bater a bola com o máximo de velocidade, acompanhado simultaneamente do movimento de trás para a frente de todo o corpo A bola deverá ser batida acima e à frente da cabeça, no ponto mais alto possível e com a mão completamente aberta Flexão da mão durante o contacto com a bola Ligeira flexão da cabeça Fase Final O movimento do braço de batimento deverá continuar após o batimento da bola Recepção ao solo equilibrada com o terço anterior dos apoios, para poder assegurar o equilíbrio do corpo e ficar preparado para iniciar uma Documento da Modalidade - Voleibol 21

22 nova acção de jogo Pernas semi-flectidas para amortecer a chegada ao solo. ERROS MAIS FREQUENTES Inexistência de chamada Batimento no hemisfério inferior da bola Batimento com o pulso Braço flectido aquando do batimento; Empurrar a bola, em vez de efectuar o batimento; Inclinação do tronco atrás AMORTI DEFINIÇÃO Ligeiro toque (finta de ataque) na bola para o campo contrário, antecedido de um movimento preparatório característico do remate em suspensão. OBJECTIVOS Colocar a da bola com precisão para o campo contrário. Documento da Modalidade - Voleibol 22

23 DETERMINANTES TÉCNICAS Na chamada, o penúltimo apoio é mais longo do que o último Após o último apoio o pé esquerdo está ligeiramente avançado em relação ao direito e ambos estão oblíquos em relação à rede Flexão / extensão dos M.I. Hiper-extensão da articulação gleno-umeral ( puxada dos MS. Atrás) Impulsão vertical oblíqua à rede M. S. esquerdo em extensão, à frente do corpo e ao nível da cabeça, com a palma da mão virada para baixo Ligeira rotação do tronco acompanhando o M.S. dominante M. S. direito em posição de armação ( para cima, para a retaguarda, cotovelo alto e flectido e mão flectida para trás) A partir da posição de braço armado, extensão do braço de batimento para cima Logo de seguida, frenagem do movimento do braço, no momento de contacto com a bola, sendo substituído o batimento de remate, e só no último instante a bola é colocada com a mão ou dedos no campo contrário. Gesto demasiado denunciado Fazer transporte de bola. ERROS MAIS FREQUENTES Fundamentos técnicos defensivos: DESLOCAMENTOS Documento da Modalidade - Voleibol 23

24 DEFINIÇÃO OBJECTIVOS Colocar-se rapidamente numa Movimento de locomoção do jogador. posição favorável à execução das acções do jogo, de forma a criar a relação adequada entre corpo / bola / gesto técnico e o posicionamento dos outros jogadores, em função da circulação da bola e da estratégia colectiva. DETERMINANTES TÉCNICAS A partir da posição base fundamental Deslocamento Frontal Passo(s) à frente (curtas distâncias) Em corrida para a bola com paragem equilibrada para a intervenção sobre a bola (grandes distâncias). Deslocamento Lateral Passos curtos e rápidos; calcanhares não se tocam; pernas nunca se cruzam (curtas distâncias) Em corrida para a bola com paragem equilibrada para a intervenção sobre a bola (grandes distâncias). Deslocamento à Retaguarda Deslocamento atrás com passo(s) cruzado(s) (curtas distâncias) Rotação do corpo e corrida para a bola com paragem equilibrada para a intervenção sobre a bola (grandes distâncias). ERROS MAIS FREQUENTES cruzamento dos apoios; pés paralelos; extensão dos membros inferiores; membros superiores descontraídos Documento da Modalidade - Voleibol 24

25 MANCHETE DEFINIÇÃO Transmissão da bola com os dois antebraços unidos. OBJECTIVOS Projecção da bola quando animada de grande velocidade e/ou situada num plano inferior. DETERMINANTES TÉCNICAS Fase Preparatória Posição equilibrada, com o peso do corpo equitativamente distribuído pelos dois apoios Membros inferiores, superiores e tronco em flexão Pés paralelos (largura dos ombros), com um dos apoios avançado em relação ao outro Braços e mãos ligeiramente afastados Fase Principal Junção dos braços (em completa extensão) e mãos (sobrepostas ou com uma envolvendo a outra), com os cotovelos quase a tocarem-se Peso do corpo desigualmente distribuído pelos dois apoios Contacto com a bola no terço distal anterior dos antebraços, havendo uma extensão dos membros inferiores para cima e para a frente, iniciada pela perna mais recuada Bola contactada abaixo do plano dos ombros Elevação dos ombros e extensão do tronco durante o contacto Controle visual da bola Fase Final Documento da Modalidade - Voleibol 25

26 Continuação da extensão do tronco e membros inferiores Travagem do movimento dos membros superiores Continuação do controle visual da bola. ERROS MAIS FREQUENTES pés paralelos membros inferiores em extensão; batimento ou contacto com a bola efectuado num plano demasiado elevado ou lateral; membros superiores flectidos; mãos dadas lateralmente; a zona de contacto com a bola são as mãos; movimento demasiado amplo e descontrolado dos braços, debaixo para cima; inclinação do tronco atrás. BLOCO Documento da Modalidade - Voleibol 26

27 DEFINIÇÃO Passagem das mãos acima do plano da rede, sendo efectuado por um, dois ou três jogadores atacantes que se elevam formando uma barreira com as mãos. OBJECTIVOS Defender a bola vinda do campo contrário. Formar uma barreira com as mãos de forma a projectar a bola directamente para o solo do campo contrário. O bloco efectua-se com o objectivo de atenuar ou deter o ataque do adversário. Pode ser levado a cabo por um só jogador ou em grupo de 2 ou de três jogadores, sendo, neste último caso, para defender uma zona importante do campo. DETERMINANTES TÉCNICAS Atitude de Espera Posição equilibrada, peso do corpo equitativamente distribuído pelos dois apoios (paralelos, afastados à largura dos ombros e perpendiculares à rede) Membros inferiores ligeiramente flectidos Braços elevados frontalmente e flectidos, com cotovelos orientados para a frente, ligeiramente para o lado e num plano superior ao dos ombros Mãos abertas, palmas das mãos viradas para a rede e colocadas ao nível da cara ou ligeiramente acima Deslocamento (se necessário) Poderá ser feito com os apoios paralelos (normalmente dois apoios, em que um apoio nunca ultrapassa o outro), estando o corpo sempre paralelo à rede Ou com cruzamento de apoios (para maiores distâncias), estando o corpo perpendicular à rede durante o deslocamento (Bloco propriamente dito) Acentuada flexão do corpo, de modo a melhorar a impulsão Documento da Modalidade - Voleibol 27

28 Elevação dos braços junto ao corpo (acção enérgica dos braços na subida simultaneamente com o impulso de pernas) e extensão das pernas Extensão dos braços e ligeira flexão do tronco Mãos bem abertas e tensas em flexão cubital (para o campo contrário), procurando cobrir a maior superfície possível acima da rede Ângulo de incidência das mãos inferior a 90º no plano horizontal, de modo a poder reflectir a bola directamente para o solo do campo adversário Recepção ao solo equilibrada com o terço anterior dos apoios, para poder assegurar o equilíbrio do corpo e ficar preparado para iniciar uma nova acção de jogo Pernas semi-flectidas para amortecer a chegada ao solo. ERROS MAIS FREQUENTES Contacto com a rede fazendo falta Execução do bloco afastado da rede Erro no tempo de salto Mãos bastante afastadas possibilitando a passagem da bola pelo meio de ambas Dedos unidos no contacto com a bola Não flexão cubital das mãos no contacto com a bola. Fundamentos Tácticos Para se começar com o jogo é necessário uma certa técnica. Por isso iniciase com uma aprendizagem metódica do toque de dedos e manchete. Assim que os alunos estão em condições de controlar mais ou menos a bola, pode-se iniciar o jogo. O melhor é começar com 3 jogadores em cada equipa, num campo pequeno. Posteriormente, fazemos situação de jogo de 4x4 e só por último o jogo formal, 6x6. Documento da Modalidade - Voleibol 28

29 Nas situações de jogo de 3x3, de 4x4, e no 3:1:2 (W) do jogo formal 6x6 os jogadores não ocupam qualquer posição especifica. Apenas no 4:2 do jogo formal, vai haver um jogador com a função de segundo passador. Objectivo deste segundo passador é poder colocar três rematadores. SITUAÇÃO DE JOGO 3X3 Ataque: Neste sistema existem 3 atacantes, dos quais um deles é o passador (B) os outros dois são finalizadores (A e C). O ataque deve ser executado pelos jogadores colocados mais lateralmente, isto após uma boa recepção e respectivo passe feito pelo distribuidor, que é o jogador que se encontrar naquela posição mais junto da rede. Defesa: Neste sistema todos os jogadores defendem. Procura garantir o êxito do primeiro toque que é fundamental para que se possa preparar o ataque. É necessário que os jogadores ocupem racionalmente o espaço, de forma a que todas a zonas do campo estejam acessíveis e facilmente protegidas. Os alunos colocam-se com um jogador á frente e dois atrás. O jogador C1 põe a bola em jogo (serviço por baixo), o jogador A ou C recebe a bola e passa para B, que por sua vez volta a passar para A ou C. O jogador que fizer o terceiro toque passa para A1 ou C1, que passa para B1, que passa para A1 ou C1, etc. Documento da Modalidade - Voleibol 29

30 Inicialmente vamos começar por utilizar apenas o passe. Posteriormente, quando o jogo é satisfatório, A1, C1, A e C já podem receber em manchete e B e B1 só podem fazer passe. Numa fase ainda mais avançada, introduz-se o remate para os jogadores A, A1, C e C1. SITUAÇÃO DE JOGO 4X4 Quando os jogadores já se tornaram tão eficientes que o jogo de três funciona satisfatoriamente, experimenta-se o jogo a quatro jogadores, em campos com as mesmas dimensões. Ataque: Neste sistema (3:1) existem 3 atacantes e um defesa (A), dos quais um deles é o passador (C) os outros dois são finalizadores (B e D). C B D A Após a recepção da bola, inicia-se de imediato o ataque, dispondo a equipa dois toques, geralmente um passe preparatório (de frente ou de costas) e a finalização do ataque (remate). No entanto, o jogador que dá o segundo toque pode não completar esta sequência, executando uma finta de passe e colocando directamente a bola, com uma trajectória curta no campo adversário. No terceiro toque, o jogador pode optar pelo remate ou pela colocação da bola num espaço vazio, procurando dificultar a recepção da outra equipa. Documento da Modalidade - Voleibol 30

31 Ao preparar a finalização remate é muito importante proteger o rematador, prevendo hipótese de o blocador adversário ter algum êxito e a bola ressaltar para a zona próxima do rematador. Protecção ao próprio ataque A protecção ao ataque deve ser feita pelos jogadores que não o fazem, isto é pelo jogador lateral do lado contrário aquele por onde vai ser feito o ataque, pelo jogador que executou o passe e pelo jogador que se encontra mais recuado no campo (como é facilmente perceptível na figura). A primeira linha que forma um anel de protecção é constituída pelo jogador que fez o passe e pelo jogador mais recuado. A segunda linha é constituída por apenas um jogador que é o do lado contrário aquele por onde vai ser feito o ataque. Isto é, o jogador A e C é que fazem a protecção ao ataque. B C A D Defesa: Neste sistema(3:1) existe um defesa. Procura garantir o êxito do primeiro toque que é fundamental para que se possa preparar o ataque. É necessário que os jogadores ocupem racionalmente o espaço, de forma a que todas a zonas do campo estejam acessíveis e facilmente protegidas. Documento da Modalidade - Voleibol 31

32 No 4x4 é normalmente utilizada a colocação dos jogadores em losango. Um jogador mais avançado junto à rede, dois jogadores laterais e um mais recuado. C B D A O jogador mais avançado (C) tem por objectivo defender as bolas próximas da rede e assegurar a realização do passe de ataque, garantindo o segundo toque. Executa deslocamentos laterais ou oblíquos, orientando-se para os companheiros para efectuar esse passe. Os jogadores laterais mais recuados (D e B) defendem a zona intermédia. Efectuam deslocamentos perpendiculares e oblíquos à rede, não havendo, em principio recuar para trás da sua posição inicial. O jogador mais recuado (A), defende o espaço mais afastado da rede e, para isso, desloca-se usando fundamentalmente trajectórias laterais. Como podemos ver na figura em baixo a realização do bloco é efectuada pelo jogador (C), enquanto os restantes avançam para defender um remate do opositor ou um ressalto da bola vindo das mãos do blocador. C B A D Documento da Modalidade - Voleibol 32

33 No caso de o adversário tentar colocar a bola junto á rede( amorti ), o jogador A avança no terreno de jogo. C A B D Quando a equipa está de posse do serviço os jogadores podem adoptar as posições seguintes: Quando A serve, A1, B1 ou D1 fazem a recepção para C1 que por sua vez passa para B1 ou D1 fazerem o terceiro toque, e o mesmo repete-se do outro lado. Documento da Modalidade - Voleibol 33

34 Os defesas A e A1 deveram, todas as vezes que a bola é reenviada por cima da rede, cobrir aquele jogador que a envia (o que quer dizer, encontrar-se atrás dos jogadores). O jogador que serve deve seguir a trajectória da bola e reentrar no terreno de jogo para ocupar o seu lugar, tendo especial atenção á devolução imediata da bola para a sua zona, enquanto os restantes companheiros se preparam igualmente para as tarefas defensivas. SITUAÇÃO DE JOGO 6X6 È uma formação sem jogadores especializados em situação de jogo 6x6, vem que as tarefas são realizadas por todos os jogadores. Estes, mantêm sempre a sua posição no terreno de jogo, não existindo permutações e o passador é sempre o jogador que nesse momento ocupa a posição 3. É utilizado por equipas de fraco nível técnico-táctico e na iniciação ao voleibol formal. Recepção ao serviço: O posicionamento de recepção ao serviço é muito variável de equipa para equipa e pode na mesma equipa manter-se constante ou variar de acordo com as várias formações a utilizar. Depende fundamentalmente: Das características dos jogadores que cada equipa possui, nomeadamente dos jogadores especializados na tarefa de recepção; Da libertação dos jogadores que posicionados na zona defensiva, não recebem, para executarem o ataque dessa mesma zona; Do próprio serviço utilizado pela equipa adversária, que pode conduzir a algumas adaptações no sistema de recepção. Documento da Modalidade - Voleibol 34

35 No entanto, a tendência no voleibol actual, é para que a recepção possa ser efectuada por um número reduzido de jogadores e normalmente pelos jogadores defesas, a fim de se libertarem os jogadores atacantes para as acções ofensivas. Na escola, devido a carências técnicas e com o intuito de conseguir maior tempo de sustentação da bola em jogo, opta-se por utilizar um grande número de jogadores na recepção ao serviço. Defesa (W) Este sistema é caracterizado pela posição muito recuada dos dois rematadores (posições 2 e 4), que deste modo poderão intervir mais frequentemente na recepção. O defesa da posição central (posição 6) vai situar-se ligeiramente avançado. O alinhamento dos jogadores neste sistema caracteriza-se pela forma de um W. Sistema Defensivo: No sistema defensivo 3:1:2 (mais utilizado na iniciação) o jogador da posição 6 encontra-se ligeiramente avançado, o defesa central avança no terreno e faz a Documento da Modalidade - Voleibol 35

36 protecção directa ao bloco; é muito utilizado quando o bloco é de dois jogadores. Dos três jogadores atacantes dois executam o bloco (ou por vezes apenas um), o jogador atacante que não participa no bloco protege a pequena diagonal. Quando acontece o bloco é executado por apenas um jogador (pode acontecer devido ao facto de a bola se encontrar longe da rede e o ataque não ser perigoso, ou por outros motivos específicos do jogo), o que não foi ao bloco protege o mesmo perto do blocador (bolas mortas, amorties e ressaltos no bloco). Escola Secundária de Anadia Núcleo de Estágio de Ed. Física Os defesas ficam mais no fundo do campo, à excepção do que se encontra na posição 6, como já foi referido. O defesa do lado de onde vai ser executado o ataque deve proteger a primeira linha, o defesa do outro lado deve proteger a grande diagonal. ATAQUE (3:1:2) O Sistema 3:1:2, é um sistema que cada jogador vai desempenhar funções, quer de distribuidor (passador) quer de rematador, conforme a posição que vai ocupando no campo. O sistema com seis passadores, portanto, sem tarefas especializadas, é utilizado na iniciação ao jogo formal 6x6. Deste modo, cada jogador passa por todas as posições e funções de jogo. O passador será sempre o jogador que ocupar a posição 3. Protecção ao ataque: É a posição que os jogadores adoptam no terreno de jogo, de modo a poderem defender a bola que é reflectida pelo bloco adversário, após ataque da sua própria equipa. Esta protecção pode revestir duas formas: Documento da Modalidade - Voleibol 36

37 A protecção próxima, também chamada de primeiro anel, que é efectuada junto do atacante que realiza a acção ofensiva; A protecção mais afastada, ou segundo anel, que é efectuada num plano mais distante do atacante que remata. Escola Secundária de Anadia Núcleo de Estágio de Ed. Física No sistema 1:2:3 a protecção próxima é efectuada por 2 jogadores e a protecção mais afastada é executada por 3 jogadores. O jogador nº 3 passa, por exemplo, para o nº 2 que remata. O trabalho dos outros 5 jogadores é cobrir o campo contra a bola que vem reenviada do bloco. Os 3 e 6 cobrem de perto, junto à rede, e deverão Ter os joelhos muito curvados, dado que aqui a bola vem com muita velocidade. Os 1, 5 e 4 cobrem o resto do campo. Todos os jogadores deverão estar de frente para o bloco. Devido a haver jogadores com maiores aptidões para esta ou aquela função, são utilizadas as permutações e as penetrações. ATAQUE (4:2) Permutações A partir do momento de execução do serviço, os jogadores podem trocar de posição no terreno de jogo. Estas trocas de posição, chamadas permutações, fazem-se no sentido de: Aproveitar ao máximo as características de cada jogador; Especializar os jogadores numa dada posição; Uma melhor adaptação à equipa contrária. Num sistema 4:2 os dois passadores jogam cruzados e, quando estão na zona de ataque, devem jogar na posição 3 para que possam fazer a distribuição para qualquer dos lados. Documento da Modalidade - Voleibol 37

38 Penetrações De modo a criar uma maior eficácia atacante, as equipas utilizam geralmente três atacantes na acção ofensiva, o que obriga um jogador da zona defensiva a deslocar-se para a zona de ataque com a tarefa de distribuir o jogo. Este jogador é o passador. Esta movimentação que se opera num plano perpendicular à rede, chama-se penetração. À organização colectiva da equipa cabe aproveitar adequadamente e do modo mais rentável as diferentes características e aptidões de cada jogador, para melhorar o nível técnico-táctico da equipa, aspectos que se vão reflectir na formaç ão da equipa e no sistema de jogo a utilizar. BIBLIOGRAFIA: Barata, João; Coelho, Olímpio (1998), Hoje há Educação Física, Texto Editora. Batista, Paula (1997/98), Sebenta de Didáctica do 3º ano da FCDEF-UC Fraga, F (1995), Conhecer o Voleibol, Edições Universitárias Lusófonas, U.L.H.T. Graça, Amândio; Oliveira, José (1995), O Ensino dos Jogos Desportivos Colectivos, FCDEF-UP. Grande Enciclopédia do desporto (1999), Editora cultural Programas de Educação Física ( 1991), Ensino Básico 3º Ciclo Documento da Modalidade - Voleibol 38

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