Metrô otimização da capacidade
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- Débora Martini Faria
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1 Metrô otimização da capacidade 1
2 EGIS NO MUNDO Egis é um grupo de consultoria e de engenharia nos setores de transportes, urbanístico, construção civil, indústria, saneamento, meio ambiente e energia. Nos setores rodoviário e aeroportuário, a oferta do grupo se amplia para a estruturação financeira de projetos, turnkey de equipamentos e para a operação. Com colaboradores, dos quais na engenharia, e um faturamento de 900 milhões de euros em 2012, o grupo está presente em mais de 100 países. 2
3 EGIS NO BRASIL EGIS VEGA A VEGA participa dos principais projetos ferroviários no Brasil, principalmente após a retomada dos investimentos públicos e privados no setor. A larga experiência, somada à visão de longo prazo, no desenvolvimento da infraestrutura do país, distingue a VEGA entre as poucas consultoras brasileiras que detêm a excelência técnica exigida para o desenvolvimento de estudos e projetos tão complexos como os ferroviários. AERORESERVICE (EGIS AVIA) Consultancy and Engineering of Design Ltd. develops activities related to Civil Aviation. It acted in planning and design services and field works supervision of airports projects as well as in other transportation modalities, like roads, railroads and terminals facilities. It also rendered a specialized technical office on airports concession and privatization processes. 3
4 A B Concepção de um metrô de alta capacidade Modernização dos sistemas de sinalização-impactos operacionais 4
5 Concepção de um metrô de alta capacidade Desafios Os diferentes parâmetros Os estudos operacionais 5
6 Desafio da concepção da capacidade A I CapítuloA Exemplo das linhas 1 e 2 do metrô do Rio A passagem do intervalo de 2 min. 55 para 2 min. no trecho central permite um ganho de capacidade de 50% com pphpd. Uma variação de 5 segundos do intervalo produz uma variação da capacidade nominal de 2750 pphpd, ou seja, aproximadamente a capacidade de 20 ônibus biarticulados. 6
7 Capacidade do metrô = Intervalo x Capacidade dos trens A I Capítulo A Intervalo > Tempo de parada nas estações - Concepção da malha - Tempo de transferência do passageiro > Retorno aos terminais - Plano viário - Comprimento e desempenho dos trens > Sistema de sinalização / Automatismos > Margem de regularidade - Configuração da malha e das dificuldades de operação (própria de cada malha) > Localização do pátio e retiradas/injeções de trens > Restrições de segurança Capacidade dos trens > Comprimento e gabarito dos trens > Layout 7
8 Capacidade do metrô = Intervalo x Capacidade dos trens A I Capítulo A Intervalo > Tempo de parada nas estações - Concepção da malha - Tempo de transferência do passageiro > Retorno aos terminais - Plano viário - Comprimento e desempenho dos trens > Sistema de sinalização / Automatismos > Margem de regularidade - Configuração da malha e das dificuldades de operação (própria de cada malha) > Localização do pátio e retiradas/injeções de trens > Restrições de segurança Capacidade dos trens > Comprimento e gabarito dos trens > Layout DEFINIÇÃO FUNCIONAL DA MALHA 8
9 Capacidade do metrô = Intervalo x Capacidade des trens A I Capítulo A Intervalo > Tempo de parada nas estações - Concepção da malha - Tempo de transferência do passageiro > Retorno aos terminais - Plano viário - Comprimento e desempenho dos trens > Sistema de sinalização / Automatismos > Margem de regularidade - Configuração da malha e das dificuldades de operação (própria de cada malha) > Localização do pátio e retiradas/injeções de trens > Restrições de segurança Capacidade dos trens > Comprimento e gabarito das composições > Layout DEFINIÇÃO MATERIAL RODANTE 9
10 Capacidade do metrô = Intervalo x Capacidade dos trens A I Capítulo A Intervalo > Tempo de parada nas estações - Concepção da malha - Tempo de transferência do passageiro > Retorno aos terminais - Plano viário - Comprimento e desempenho dos trens > Sistema de sinalização / Automatismos > Margem de regularidade - Configuração da malha e das dificuldades de operação (própria de cada malha) > Localização do pátio e retiradas/injeções de trens > Restrições de segurança Capacidade dos trens > Comprimento e gabarito dos trens > Layout DEFINIÇÃO TÉCNICA 10
11 Capacidade do metrô A I Capítulo A MATERAL RODANTE DEFINIÇÃO FUNCIONAL DA MALHA DEFINIÇÃO TÉCNICA Problemática complexa que compreende vários tópicos Precisa ser tratada previamente e de maneira transversal Desafio dos estudos operacionais 11
12 Exemplos de problemáticas funcionais A I Capítulo A As restrições operacionais mudam de acordo com a configuração da malha. Os desempenhos de cada configuração depende do comprimento dos trens, da otimização do plano viário, da demanda, etc.. Problemática das estações com forte demanda e consideração desse fato na concepção da malha. 12
13 Estudos operacionais A I Capítulo A Permitem: > O cálculo dos tempos de percurso > O dimensionamento da frota > O ajuste do plano de manutenção > O dimensionamento do pátio > O ajuste dos cenários de operação degradada, em caso de ocorrências > O dimensionamento das equipes Também permitem: > A verificação das condições de operação, do intervalo atingível, > E sua otimização. 13
14 Speed (km/h) Estudos operacionais A I Capítulo A Análise dos pontos críticos de operação > Tempos de retorno técnico > tabela horária com injeção, retirada dos trens Análise com softwares de cálculo de tempo de percurso e de construção horária. 90 LIGNE Y1 Track Distance pk (m) 1Y1 Track 2 14
15 Simulação dinâmica A I Capítulo A Permite uma identificação acurada dos pontos críticos Permite a análise de todos os parâmetros operacionais de maneira integrada e simultânea Permite verificar a operacionalidade da linha: > Consiste em injetar microatrasos e verificar a estabilidade da operação. > Permite trabalhar a margem de regularidade e, portanto, otimizar o intervalo em operação. É necessária especialmente quando uma linha contém diferentes pontos críticos que podem interagir entre si. 15
16 Modernização dos sistemas de sinalização-impactos operacionais 16
17 Modernização dos sistemas de sinalização- Impactos operacionais B I Chapitre B Tempo de estacionamento em estação Estacoes terminais Sistemas de sinalização e os automatismos Regulação do tráfego Localização do pátio e retiradas/injeções Restrições de segurança Capacidade dos trens (gabarito, tamanho, layout) 17
18 Modernização dos sistemas de sinalização- Impactos operacionais B I Chapitre B Exemplos da rede métropolitana de São Paulo 18
19 Modernização dos sistemas de sinalização- Impactos operacionais B I Chapitre B CPTM Projetos de modernização dos Sistemas de Comunicação e Telecom (SCT) Metrô de São Paulo Implementação dum sistema CBTC nas linhas 1, 2 e 3 SUPERVIA no RIO também esta modernizando os seus sistemas de sinalização (implementação do ERTMS) 19
20 Modernização dos sistemas de sinalização- Impactos operacionais A I Chapitre A Novo SCT com CBTC Campo CCO Posto com CBTC Mais modos de condução CBTC IKL SCT Mais Televigilâncias Embarcado Mais informações para condução CBTC MATERIAL RODANTE Mais comandos para condução Novo Sistema CBTC Novo PCS Ccampo Embarcado Mais Televigilâncias Mais Telecomandos Mais Telecomandos CBTC IKL CBTC 20
21 Modernização dos sistemas de sinalização- Impactos operacionais Novos procedimentos de operação para os operadores CCO, os maquinistas em relação às mudanças entre ATP e CBTC B I Chapitre B Equipe treinada no local PCS Módulos de treinamento apropriados para os operadores e os maquinistas Etc. 21
22 Referências A I Capítulo A Concepção / Realização Lyon, Marselha, René, Le, Toulouse. Macau, Chennai, Calcutá, Déli, Riad. Estudos e expertise em operação Paris (RER A, RER B, Linha 13) Metrô do Grand Paris Express Barcelona (Linha 9), Barcelona (Malha FGC), Lausanne, Masshad.. 22
23 Contatos Eric HUOT Coordenador de projetos + 55 (11) / [email protected] Luis CUNHA Coordenador de projetos + 55 (11) / [email protected] R. Dr. Sodré, 72 - Vila Nova Conceição São Paulo - SP Tel. (55) (11) R. do Ouvidor, 88 - Centro Rio de Janeiro RJ 23
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