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1 15 ANÁLISE DO CRESCIMENTO FÚNGICO EM CAPACETES DOS USUÁRIOS DOS SERVIÇOS DE MOTOTAXISTAS Romeu de Oliveira Felizardo 1 ; Rakel Sayonara Ferreira de Souza 1 ; Henrique Douglas Melo Coutinho 2 ; Fabíola Fernandes Galvão Rodrigues 3. Resumo - Fungos são organismos de distribuição mundial, que habitam vários tipos de ambientes. Dois diferentes grupos de fungos responsáveis pelas principais causas patologias, são eles: fungos leveduriformes e fungos dermatofíticos e não dermatofíticos. Os sintomas são característicos, com aparecimento de manchas esbranquiçadas ou avermelhadas, descamação local, seguido de prurido ou não. A contaminação e disseminação desses fungos ocorrem por contato de pessoas com animais, com o solo, com outras pessoas e especialmente através de fômites, que são principalmente os objetos de uso pessoal, como pentes, capacetes entre outros. Quando um desses equipamentos é utilizado de forma coletiva o processo de transmissão se agrava, é o que pode ser observado pelos usuários dos serviços de mototaxistas, onde é comum o uso coletivo do capacete. A avaliação do crescimento fúngico serviu para comprovar o perigo de contágio, e como alerta para população em relação a esse perigo, onde foi evidenciado um nível de contaminação fúngica muito elevado nos capacetes de uso coletivo diferentemente naqueles de uso individual. Unitermos: fungos; micoses superficiais; dermatófitos; infecção fúngica. ANALYSIS OF FUNGAL GROWTH IN HELMETS FOR USERS OF SERVICES OF TAXI MOTORCYCLISTS Abstract - Fungi are organisms of worldwide distribution, inhabiting various types of environments. It can cause various diseases, most commonly in the cause superficial mycoses. Two different groups of fungi are responsible for the main causes of diseases, they are: yeasts end filamentous dermatophyte and non-dermatophyte fungi. The symptoms are characteristic, with spots appearing whitish or reddish, peeling site, followed by prurid or not. The contamination and spread of these fungi occur by contact of people with animals, with the ground, with others, and especially through fomites, which are mainly personal belongings such as combs, hats and more. When one of these devices is used collectively to the transfer process worsens, Is what can be observed by users of the services of taxi motorcyclists, where it is common for the collective use of the helmet. Evaluation of fungal growth was used to demonstrate the danger of contagion, and to alert the population in relation to this hazard, where he was shown a level of fungal contamination very high in collective use of helmets unlike those for individual use. Uniterms: fungi; superficial mycoses; dermatophyte; fungal infection. 1 Biomédico, Faculdade Leão Sampaio, Juazeiro do Norte - CE, Brasil; 2* Biólogo, Doutor em Produtos Naturais e Sintéticos Bioativos - Laboratório de Microbiologia e Biologia Molecular LMBM/URCA, Crato - CE, Brasil; 3 Bióloga, Doutoranda em Biotecnologia, Mestre em Tecnologia de Alimentos - Laboratório de Pesquisa em Produtos Naturais LPPN/URCA, Crato - CE, Brasil. Autor Correspondente: Henrique D. M. Coutinho. Departamento de Química Biológica, Universidade Regional do Cariri URCA, Crato-CE, Brasil. Rua Cel. Antonio Luis 1161, Pimenta, Fone: +55(88) ; Fax +55(88) [email protected]; [email protected], [email protected], [email protected] Recebido em 24/08/2012 Aceite para publicação 19/09/2012

2 16 INTRODUÇÃO Os fungos são seres heterotróficos que podem ou não interagir com outros seres vivos, geralmente interagem de formas simbióticas ou parasitárias. Esses seres desenvolvem grande importância no meio ambiente, decompondo matéria orgânica, no caso dos fungos saprófitos, ou renovando algumas substâncias essenciais para natureza como na biorremediação (Coutinho et al., 2011). Devido à forma de vida parasitária de alguns fungos, patologias são facilmente observadas, principalmente problemas cutâneos, conhecidos como micoses cutâneas ou superficiais. Essas patologias atingem a população em larga escala, variando o tipo de agente causador assim como as formas patológicas, de acordo com cada região. Alguns fatores como as condições climáticas, os níveis sociais das comunidades, a faixa etária e também o grau de imunidade do hospedeiro também são relevantes neste aspecto (Brilhante, 2011). A contaminação pode ocorrer de várias formas, por contado com o solo, animais, ou de pessoa para pessoa, sendo esses os tipos de contaminação direta. A contaminação indireta ocorre através do contato com fômites, principalmente materiais de uso pessoal, como pentes, chapéus e capacetes (Framil et al., 2011). Por isso a importância do uso individual desses equipamentos, o que não é observado, por exemplo, nos serviços de mototaxistas, onde é compartilhado um capacete por vários usuários do serviço. Torna-se esse hábito de interesse aos estudos epidemiológicos por ser um mecanismo ativo de contágio de diversas micoses superficiais, e principalmente devido o crescimento observado desse serviço na última década, tendo hoje milhões de usuários em todo Brasil. O trabalho de avaliação do crescimento fúngico dos capacetes dos usuários dos serviços de mototaxistas é muito importante na contribuição para o esclarecimento dos perigos de contágio e disseminação dessas doenças infecciosas dentro de uma comunidade, já que passageiros de ciclomotores, motonetas e motocicletas só são permitidos ser transportados utilizando capacete de segurança (Distrito Federal, 1998). No Brasil, os fungos encontram condições ideais de vida, principalmente nas regiões mais úmidas e clima mais quente, facilitando a proliferação e disseminação das espécies (Magagnin et al., 2011). As micoses superficiais são caracterizadas por sintomas particulares, porém, algumas características gerais são apresentadas: geralmente na pele surgem lesões arredondadas, brancas ou avermelhadas, apresentando ou não ressecamento, coceira e/ou descamação da região; nas áreas capilares podem surgir um nível elevado de queda de cabelo seguido do processo de descamação (Bentubo et al., 2010). Os pacientes imunodeprimidos apresentam sempre sintomas mais agressivos e infecções recorrentes (Pincelli et al., 2008). Existem três grandes grupos de fungos que levam ao processo micótico superficial, são eles: os leveduriformes, que compreendem as espécies Malassezia spp., Trichosporon sp., e as do gênero Candida (Diniz; Souza Filho, 2005). Outro grupo é o dos fungos filamentosos denominados de dermatófitos, representados por três gêneros principais: Trichophyton, Microsporum e Epidermophyton (Gürtler et al., 2005). Por fim, o grupo dos fungos filamentosos não dermatofíticos, sendo os agentes principais o Piedraia hortae e Phaeoannelomyces werneckii (Giraldi et al., 2003). Essa pesquisa teve como objetivo evidenciar e analisar qualitativamente a presença de fungos em capacetes de usuários do serviço de mototaxistas e alertar a população do nível de contaminação que estão expostos. MATERIAIS E MÉTODOS O trabalho foi realizado de forma investigativa, com caráter qualitativo evidenciando o crescimento de fungos por análises in vitro presentes em capacetes utilizados por usuários do serviço de mototaxistas, nos meses de abril e maio de A pesquisa ocorreu obedecendo aos critérios éticos, mantendo em completo sigilo a identificação dos mototaxistas que cederam os equipamentos, assegurados com um termo de consentimento devidamente assinado.

3 17 As coletas foram realizadas em capacetes de usuários que utilizam o serviço de mototaxistas. O critério para escolha das coletas das amostras ocorreu de forma aleatória, em pelo menos um posto em cada bairro do município de Juazeiro do Norte/CE, sendo que bairros de maiores fluxos populacionais tiveram mais pontos coletados. Foi coletado material do equipamento de apenas um moto-taxista de cada posto, seguindo as seguintes características: capacetes com dois a quatro anos de uso e estando em razoáveis condições usuais. Quando houve mais de um equipamento seguindo essas características no mesmo posto a escolha foi feita de forma aleatória. Quando não houve nenhum equipamento com essas características no posto, foi feita a busca em outro posto no mesmo bairro. Os fabricantes e os diferentes modelos dos capacetes não foram especificados. Paralelamente foi realizado um monitoramento em capacetes de uso individual para fins de comparação. As coletas foram feitas com swabs estéreis nas áreas internas do capacete, sendo elas: região posterior (occipital) e região lateral à altura da área auricular. Os esfregaços foram introduzidos em de tubos de ensaio contendo 5 ml de água destilada estéril, identificados e transportados para o laboratório de microbiologia da Faculdade Leão Sampaio, e mantidos na posição vertical até o momento dos ensaios que tiveram início em no máximo duas horas após as coletas. Para os semeios das amostras, os tubos de ensaio foram vigorosamente agitados (Vortex mod. 251), por aproximadamente 60 segundos, para liberar os esporos dos fungos. Em seguida, foi adicionado 0,1 ml de cada suspensão do inóculo em placas de Petri contendo ágar Sabouraud dextrose acrescido de cloranfenicol (50 mg.l -1 ). As placas foram mantidas à temperatura ambiente (aproximadamente 28 C) até o desenvolvimento de colônias (3-8 dias). As colônias foram avaliadas de acordo com suas características macroscópicas e diferenciadas em leveduriformes e filamentosos (Harvey et al., 2008). RESULTADOS As amostras constaram de um total de 40 capacetes, sendo 30 de uso coletivo pelos usuários do serviço de mototaxistas e 10 de uso particular de motociclistas. A inoculação e o desenvolvimento de fungos nas placas permitiram estabelecer comparações entre os capacetes compartilhados por várias pessoas e o uso individual, de acordo com o gral de contaminação quanto à positividade das placas. Classificou-se o crescimento das placas em ausência, contáveis e incontáveis de acordo com o número de colônias. Do total de 30 placas com semeio dos capacetes dos usuários do serviço de mototaxistas, 30 (100%) resultaram em crescimento de colônias, ou seja, culturas positivas. Desse total de culturas positivas, 8 (26,7%) corresponderam ao crescimento de colônias classificadas como contáveis (C) e o restante, 27 (73,3%), incontáveis (I). Dos 10 capacetes coletados de uso individual, 4 (40%) apresentaram ausência (A) de crescimento, ou seja, culturas negativas, e 6 (60%) resultaram em crescimento de colônias, ou seja, culturas positivas, sendo que todas as culturas positivas nos capacetes de uso individual apresentaram crescimento de colônias com características contáveis (C) (Tabela 1). Tabela 1: Resultados do número de amostras analisadas e o percentual de contaminação fúngica por placas. Capacetes Ausência (A) Contável (C) Incontável (I) TOTAL Uso coletivo 0 8 (26,7%) 22 (73,3%) 30 Uso individual 4 (40%) 6 (60%) 0 10 TOTAL 4 (10%) 14 (35%) 22 (55%) 40 A: ausência de crescimento fúngico; C: número de colônias contáveis; I: número de colônias incontáveis.

4 18 Com base nas características fenotípicas das colônias, foram identificadas as duas formas morfológicas básicas de crescimento fúngico, isto é, como fungos filamentosos e leveduriformes. Alguns grupos de colônias apresentaram coloração branca ou amarelada, formas arredondadas de tamanho menor e aspecto pastoso ou cremoso, sendo essas as principais características estruturais das colônias de fungos leveduriformes. Outras colônias apresentaram de uma forma geral, coloração branca ou enegrecida, formas arredondadas de tamanho aumentado e ramificações externas ao meio de cultura com aspecto algodonoso, aveludado ou pulverulento, sendo essas as principais características estruturais das colônias de fungos filamentosos. (Figura 1). 1 2 Figura 1: 1. Colônia com características estruturais de fungos leveduriformes. 2. Colônia com características estruturais de fungos filamentosos. A avaliação das características macroscópicas das colônias permitiu estabelecer um parâmetro com a diferenciação percentual de crescimento das placas quando semeadas com material dos capacetes de uso coletivo e individual, apresentando os seguintes resultados. Das 30 placas com semeio dos capacetes de uso coletivo, 30 (100%) apresentaram crescimento de colônias com características de fungos filamentosos e 7 (23,3%) crescimento de colônias com características de fungos leveduriformes. Das seis 10 placas com semeio dos capacetes de uso individual, 6 (60%) apresentaram crescimento de colônias com características de fungos leveduriformes e 2 (20%) crescimento de colônias com características de fungos filamentosos (Figura 2).

5 19 Figura 2: Percentual da diferenciação das caracteríticas de fungos leveduriformes e filamentosos em capacetes de uso coletivo e individual. DISCUSSÃO Pode-se notar uma maior contaminação por fungos nos capacetes dos usuários do serviço de mototaxistas, com maior prevalência de colônias com características de fungos filamentosos. Estudos estimativos apontam que 10 a 15% da população humana poderão ser infectados por estes tipos de microrganismos em algum momento de sua vida, principalmente os fungos dermatófitos (Rezende et al., 2008). Os capacetes de uso individual apresentaram negatividade para crescimento de fungos em algumas placas e em caso de culturas positivas houve um crescimento discreto, o que evidencia o perigo de contágio no uso coletivo. É importante salientar o perigo de contaminação fúngica pelos indivíduos com quadro de imunodepressão, principalmente pacientes HIV soropositivos onde micoses superficiais são freqüentes nos vários estágios da doença e em torno de 40% dos pacientes aidéticos coexiste uma infecção fúngica de pele, sendo os de isolamento mais frequente os fungos das espécies Trichophyton rubrum, Trichophyton mentographytes e Epidermophyton floccosum (Macêdo et al., 2008). Pacientes lupídicos também sofrem com persistentes infecções fúngicas, conferindo uma importante causa de morbidade e mortalidade. Essas infecções ocorrem geralmente devido ao processo de tratamento, o qual o paciente é induzido à imunodepressão tornando-se alvo fácil para reincidentes infecções (Fernandes et al., 1998). CONCLUSÃO O estudo pôde confirmar o perigo do compartilhamento de equipamentos de uso pessoal, evidenciando o uso do capacete, equipamento obrigatório para circulação em motocicletas. Quando esse uso acontece de forma coletiva, fato observado no serviço do mototaxistas, o nível de contaminação fúngica foi notavelmente maior em relação aos capacetes de uso individual. Esse assunto tornando-se, portanto, de grande interesse epidemiológico, visto que o crescimento demográfico das cidades implica em um maior crescimento dos serviços prestados pelos mototaxistas, aumentando o perigo de infecções dentro de uma comunidade. O perigo citado cresce ainda mais quando relacionamos o uso desses serviços aos indivíduos imunodeprimidos, o que leva a um quadro quase certo de contaminação. O que leva a importância da proteção da região capilar na utilização desses serviços. AGRADECIMENTOS Os autores são gratos as agências de fomento à pesquisa CNPq e FUNCAP, pelos recursos financeiros e pela bolsa BPI de HDMC. BIBLIOGRAFIA Coutinho, F.P.; Cavalcanti, M.A.Q.; Yano-Melo, A.M. (2011). Phosphate-solubilizing fungi isolated from a semiarid area cultivated with melon (Cucumis melo L. cv. gold mine). Acta Botanica Brasilica, 25, Brilhante, R.S.N. (2011). Estudo demonstra atividade antifúngica de Moringa oleifera e Vernonia sp.. Ciencia Rural, 41,

6 20 Framil, V.M.S.; Melhem, M.S.C.; Szeszs, M.W.; Zaitz, C. (2011). Novos aspectos na evolução clínica da pitiríase versicolor. Anais Brasileiros de Dermatologia, 86, Distrito Federal. Lei N de 21 de janeiro de Das normas gerais de circulação e conduta. Brasília: Código de Trânsito Brasileiro, Magagnin, C.M.; Stopiglia, C.D.O.; Vieira, F.J.; Heidrich, D.; Machado, M.; Vetoratto, G.; Lamb, F.M.; Scroferneker, M.L. (2011). Perfil de suscetibilidade a antifúngicos de dermatófitos isolados de pacientes com insuficiência renal crônica. Anais Brasileiros de Dermatologia, 86, Bentubo, H.D.L.; Gambale, W.; Fischman, O. (2010). Leveduras isoladas do pelame de cães sadios que vivem em regime domiciliar. Arquivos Brasileiros de Medicina Veterinária e Zootecnia, 62, Pincelli, T.P.H.; Brandt, H.R.C.; Motta, A.L.; Maciel, F.V.R.; Criado, P.R. (2008). Fusariose em paciente imunocomprometido: sucesso terapêutico com voriconazol. Anais Brasileiros de Dermatologia, 83, Diniz, L.M.; Souza Filho, J.B. (2005). Estudo de 15 casos de piedra branca observados Na grande Vitória (Espírito Santo Brasil) durante cinco anos. Anais Brasileiros de Dermatologia, 80, Gürtler, T.G.R.; Diniz, L.M.; Nicchio, L. (2005). Microepidemia de tinha do couro cabeludo por Microsporum canis em creche de Vitória Espírito Santo (Brasil). Anais Brasileiros de Dermatologia, 80, Giraldi, S.; Abbage, K.T.; Marinone, L.P.; Oliveira, V.C.; Bertogna, J. (2003). Tinea nigra: relato de seis casos no Estado do Paraná. Anais Brasileiros de Dermatologia, 78, Harvey, R.A.; Champe, P.C.; Fisher, B.D. Microbiologia Ilustrada. 2. Ed. Porto Alegre: Artmed, Rezende, C.; Borsari, G.P.; Silva, A.C.F.; Cavalcanti, F.R. (2008). Estudo epidemiológico das dermatofitoses em instituições públicas da cidade de Barretos, São Paulo, Brasil. Revista Brasileira de Análise Clínica, 40, Macêdo, D.P.C.; Neves, R.P.; Lopes, F.C. (2008). Case report: disseminated dermatophytosis by Microsporum gypseum in a systemic lupus erythematosus patient. Brazilian Journal of Microbiology, 39, Fernandes, N.C.; Lamy, F.; Akiti, T.; Barreiros, M.G.C. (1998). Infecção por Microsporum gypseum em pacientes com AIDS: relato de caso. Anais Brasileiros de Dermatologia, 73,

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