ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS
|
|
|
- Therezinha Edite Guterres Moreira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS Ernesto Friedrich de Lima Amaral 25 de março de 2009 Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia Departamento de Sociologia e Antropologia Pós-Graduação Elaboração, Gestão e Avaliação de Projetos Sociais em Áreas Urbanas
2 ESTRUTURA DO CURSO 2 1. Conceitos básicos relacionados a indicadores sociais 2. Fontes de dados para construção de indicadores sociais 3. Construção de indicadores demográficos e de saúde 4. Construção de indicadores de segurança pública, criminalidade e justiça 5. Construção de indicadores educacionais 6. Construção de indicadores de mercado de trabalho, renda e pobreza 7. Construção de indicadores habitacionais, de infra-estrutura urbana, de qualidade de vida, ambientais e de opinião pública 8. Construção de índices de desigualdade e desenvolvimento humanos
3 AULA 3 Indicadores demográficos e de saúde Conceitos de taxas, probabilidades e pessoas-ano Taxa Bruta de Natalidade (TBN) Taxas Específicas de Fecundidade (TEF) Taxa de Fecundidade Total (TFT) Taxa de Mortalidade Infantil (TMI) Taxas Específicas de Mortalidade (TEM) Esperança de vida ao nascer (e 0 ) Taxa ou proporção de óbitos e morbidade por causas Estrutura etária da população (pirâmides etárias) Dinâmica etária da população (razões de dependência) 3
4 INDICADORES DEMOGRÁFICOS 4 A Demografia trata dos aspectos estáticos de uma população num determinado momento - tamanho e composição -, assim como também da sua evolução no tempo e da inter-relação dinâmica entre as variáveis demográficas (fecundidade, mortalidade, migração). (Carvalho, Sawyer e Rodrigues 1998) Os indicadores demográficos são geralmente os mais citados em artigos e na mídia, além de serem atualizados freqüentemente nos relatórios sociais e bancos de dados. Fontes de dados importantes: * Atlas do PNUD, o qual sintetiza os dados censitários brasileiros de 1991 e * Departamento de Informática do Ministério da Saúde (DATASUS) disponibiliza dados atuais de diferentes fontes.
5 TAXA PROBABILIDADE 5 Taxa pode ser definida como a divisão do número de eventos, que ocorreram em um determinado intervalo de tempo, pelo número de indivíduos que estiveram expostos ao risco do evento em questão, durante o mesmo período. A probabilidade é similar à taxa, com a diferença de que o denominador é composto por todas as pessoas de uma determinada população no começo do período de observação.
6 QUAL É ENTÃO O DENOMINADOR DA TAXA? (Carvalho, Sawyer e Roberto 1998) 6 Para o cálculo de taxas, uma vez que a população total muda a cada instante no decorrer de um ano, surge a dúvida sobre qual população levar em consideração no denominador. Na população no início do ano não estão incluídas as crianças que nascerão durante o ano. As pessoas que estão vivas no começo do período e que virão a falecer antes do fim do ano não poderão entrar com o mesmo peso do que aquelas que sobreviverão. Na população no final do ano não estão incluídas as pessoas que faleceram durante o ano, e estão incluídas todas as crianças que nasceram durante o ano (e que não estiveram expostas ao risco demográfico durante todo o ano).
7 O CONCEITO DE PESSOAS-ANO 7 O ideal seria contabilizar no denominador o número de pessoas-ano da população em estudo. Todo indivíduo presente no início e no fim do ano deveria ser contado como uma pessoa-ano. Os indivíduos presentes no início e que faleceram durante o ano, assim como as crianças nascidas durante o ano, deveriam ser contabilizados pela fração de ano vivido. O conceito de pessoas-ano é ideal para especificar a população exposta ao risco de um evento, sendo o denominador ideal para taxas demográficas. No entanto, é muito difícil o cálculo do número de pessoas-ano.
8 QUAL A SOLUÇÃO? 8 O denominador das taxas deveria ser o produto do número de pessoas multiplicado pelo número de anos, ou frações de anos, que cada pessoa viveu em um local e período. Em substituição ao número de pessoas-ano, o denominador das taxas pode utilizar a população total no meio do período, na suposição de que os nascimentos e óbitos na população ocorram uniformemente no decorrer desse período.
9 TAXA BRUTA DE NATALIDADE (TBN) 9 A Taxa Bruta de Natalidade é a razão entre o número de crianças nascidas vivas ao longo de um ano (dados do Registro Civil) pela população estimada no meio do período. Indica as características demográficas da população em estudo e o seu estágio no curso da Transição Demográfica. Taxas elevadas são típicas de países com estrutura etária jovem e mortalidade infantil elevada. Políticas devem ser realizadas na área de saúde materno-infantil, oferta de vagas em creches e ensino básico. Taxas mais baixas indicam necessidade de oferta de serviços urbanos, habitação e emprego. Taxas muito baixas são típicas de países com estrutura etária mais envelhecida. Políticas devem enfatizar áreas de assistência e previdência social.
10 TAXA BRUTA DE NATALIDADE (TBN) 10 Nascimentos _ vivos _ no _ ano População _ estimada _ no _ meio _ do _ ano *1.000
11 TAXA ESPECÍFICA DE FECUNDIDADE (TEF) 11 Em um determinado ano, a Taxa Específica de Fecundidade por idade da mulher refere-se à divisão do número de nascimentos vivos de mães em um determinado grupo etário, pelo número de mulheres neste mesmo grupo etário. As TEFs são geralmente estimadas para 7 grupos etários: 15-19, 20-24, 25-29, 30-34, 35-39, 40-44, Nascimentos _ vivos _ de _ mães _ do _ grupo _ etário Número _ de _ mulheres _ no _ grupo _ etário _ x _ x
12 TAXA DE FECUNDIDADE TOTAL (TFT) 12 A Taxa de Fecundidade Total corresponde ao número médio de filhos que uma mulher teria ao terminar o período reprodutivo (15 a 49 anos de idade). Como a fecundidade geralmente não é constante, a TFT é interpretada como o número médio de filhos nascidos vivos por mulher de uma geração hipotética que, ao atravessar todo o período reprodutivo, vivenciasse o conjunto de TEFs observadas em um determinado ano. A TFT é calculada pelo somatório das TEFs de todos os grupos etários, multiplicado pelo tamanho dos grupos etários considerados (geralmente cinco anos). 5* ( Somatório _ das _ TEFs _ dos _ grupos _ etários _ x)
13 DADOS PARA CÁLCULO DAS TEFs E TFT NO BRASIL 13 Pop. feminina a a a a a a a Nascimentos por idade da mãe a a a a a a a Fonte: Sistema de Informática do Ministério da Saúde (DATASUS).
14 CÁLCULO DAS TEFs E TFT NO BRASIL 14 TEF a 19 0,0622 0,0727 0,0757 0,0788 0,0818 0,0835 0,0809 0,0769 0,0725 0,0695 0,0674 0, a 24 0,1082 0,1189 0,1226 0,1247 0,1289 0,1330 0,1234 0,1186 0,1160 0,1131 0,1094 0, a 29 0,0898 0,0969 0,1024 0,1019 0,1039 0,1060 0,1024 0,0978 0,0954 0,0954 0,0951 0, a 34 0,0597 0,0653 0,0636 0,0644 0,0657 0,0669 0,0665 0,0637 0,0623 0,0620 0,0622 0, a 39 0,0297 0,0337 0,0323 0,0328 0,0342 0,0360 0,0341 0,0330 0,0329 0,0323 0,0324 0, a 44 0,0098 0,0111 0,0102 0,0103 0,0107 0,0107 0,0103 0,0100 0,0099 0,0099 0,0102 0, a 49 0,0012 0,0014 0,0013 0,0012 0,0012 0,0012 0,0010 0,0010 0,0009 0,0009 0,0008 0,0008 TFT 1,80 2,00 2,04 2,07 2,13 2,19 2,09 2,00 1,95 1,92 1,89 1,84 Fonte: Sistema de Informática do Ministério da Saúde (DATASUS).
15 TAXAS ESPECÍFICAS DE FECUNDIDADE BRASIL, ,14 TEF 0,12 0,10 0,08 0,06 0,04 0, ,00 15 a a a a a a a 49 Idade Fonte: Sistema de Informática do Ministério da Saúde (DATASUS).
16 7,0 6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0, TAXAS DE FECUNDIDADE TOTAL BRASIL, TFT Ano Fonte: Nações Unidas - (variante média).
17 TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL (TMI) 17 A Taxa de Mortalidade Infantil é a razão entre o número de óbitos de crianças de até 1 ano e o total de crianças nascidas vivas durante o ano, expresso em milhares. É um indicador representativo das condições gerais de vida ou saúde de uma região ou segmento da população. É importante para programas de avaliação de políticas públicas nas áreas de saúde e saneamento básico. Informações são geralmente provenientes do Registro Civil (disponíveis no DATASUS, por exemplo). Em regiões mais desenvolvidas, o indicador possui maior confiabilidade pela qualidade dos dados coletados. Geralmente é computado anualmente e para áreas geográficas específicas.
18 TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL (TMI) 18 Óbitos _ de _ crianças _ com _ até _1_ Nascidos _ vivos _ no _ ano ano *1.000
19 TAXAS DE MORTALIDADE INFANTIL BRASIL, ,0 135,0 120,0 105,0 90,0 75,0 60,0 45,0 30,0 TMI de ambos os sexos TMI masculina TMI feminina 15,0 0,0 Fonte: Nações Unidas - (variante média). 19 TMI (por nascimentos) Ano
20 TAXAS E RAZÕES DERIVADAS DA TMI 20 Taxa de Natimortalidade é a incidência de partos de crianças natimortas. É um indicador de prevalência de problemas relacionados à saúde e alimentação materna, e qualidade do atendimento pré-natal, por exemplo. Taxa de Mortalidade Neonatal corresponde à mortalidade infantil ocorrida até 28 dias após o nascimento. Geralmente decorre de problemas de gestação, de parto, problemas congênitos ou genéticos. Taxa de Mortalidade Pós-neonatal ocorre devido a doenças infecto-parasitárias, causadas pela desnutrição, condições habitacionais, saneamento básico, padrão de vida das famílias. Razão de Mortalidade Materna que é a razão do número de óbitos de mães devido a complicações na gravidez e parto, pelo número de nascidos vivos.
21 INDICADOR DE MORTALIDADE SINTÉTICO 21 Há a necessidade de obter um indicador que informe o nível da mortalidade geral da população, e não somente da mortalidade das crianças. Os riscos de mortalidade são diferentes nos grupos etários e sexos. Os riscos à mortalidade são altos no primeiro ano de vida, caindo até os 10 anos. O ingresso no mercado de trabalho (e no período reprodutivo por parte das mulheres) aumenta os riscos à mortalidade. Maiores patamares ocorrem após os 60 e 70 anos, em decorrência do envelhecimento.
22 TAXAS ESPECÍFICAS DE MORTALIDADE (TEM) PERNAMBUCO, 2005 TEM é a divisão entre total de óbitos em cada grupo etário em um ano, pela população correspondente. 0, ,1000 0,0800 0,0600 0,0400 0,0200 0,0000 Fonte: Sistema de Informática do Ministério da Saúde (DATASUS). 0 a 4 5 a 9 10 a a a a a a a a a a a a a a
23 ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER (e 0 ) 23 Esperança de vida ao nascer expressa o número médio de anos que se espera que um recém-nascido possa viver em uma dada sociedade, considerando as probabilidades de sobrevivência registradas em um momento específico para cada grupo etário. É um indicador que serve para avaliar as condições de saúde da população. Tabelas de sobrevivência (ou tábuas de mortalidade, ou tábuas de vida) são usadas para estimar a esperança de vida, considerando os riscos de mortalidade em todas as idades e os diferenciais por sexo. É um indicador menos específico e sensível para avaliação de programas sociais, tornando necessário estimar esperança de vida em outros grupos etários.
24 DADOS ORIGINAIS E RESULTADO FINAL DA ESPERANÇA DE VIDA DE MINAS GERAIS, Grupo Homens Óbitos e0 Grupo Mulheres Óbitos e , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,5 Fonte: Sistema de Informática do Ministério da Saúde (DATASUS).
25 85,0 ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER BRASIL, ,0 75,0 70,0 65,0 60,0 55,0 50,0 e0 de ambos os sexos e0 masculina e0 feminina 45,0 Fonte: Nações Unidas - (variante média). 25 Esperança de vida ao nascer Ano
26 TAXA OU PROPORÇÃO DE ÓBITOS POR CAUSAS 26 As estatísticas de mortalidade (óbitos) ou de morbidade (doenças) por causas aprofundam a análise das condições de saúde da população, quando os dados disponíveis são de boa qualidade. O perfil epidemiológico dos óbitos e doenças está associado ao nível de desenvolvimento sócio-econômico e da oferta de prestação de serviços de saúde para a população. Países subdesenvolvidos apresentam altos índices de doenças infecciosas e parasitárias, em decorrência de infraestrutura precária (relacionado a abastecimento de água, saneamento básico, atendimento ambulatorial...). Países desenvolvidos apresentam mortalidade ligada a doenças crônico-degenerativas, acidentes de trânsito e demais mortes violentas (enfermidades modernas ).
27 TAXA OU PROPORÇÃO DE ÓBITOS POR CAUSAS 27 A discriminação dos óbitos e doenças pode então ser realizada por sexo, grupos etários e causas. No caso de não haver bom nível de cobertura dos registros de mortalidade por causas, a proporção de óbitos é calculada, ao invés da taxa. Taxa de mortalidade pela causa i: Óbitos _ decorrentes _ da _ causa Total _ da _ população _ i * Proporção de óbitos pela causa i: Óbitos _ decorrentes Total _ de da _ óbitos causa _ i *
28 INDICADORES DE MORBIDADE E ATENDIMENTO À SAÚDE 28 Estatísticas de morbidade e atendimento à saúde são importantes para analisar e acompanhar o padrão de saúde da população e da oferta de serviços médicos. A taxa de morbidade por doenças específicas é calculada de forma semelhante à taxa de mortalidade por causas, expressa por cem mil habitantes. Caso os dados não tenham cobertura satisfatória, o indicador de proporção de internações por doenças é estimado (com total de consultas no denominador). Taxas de morbidade são indicadores-produto, resultado de fatores sócio-econômicos e programas de saúde pública. Indicadores de prestação de consultas são indicadoresprocesso, que especificam fluxo do atendimento prestado.
29 TAXA OU PROPORÇÃO DE MORBIDADE POR CAUSAS 29 Dados estão disponíveis no site do DATASUS. Taxa de morbidade hospitalar pela doença i: Internações _ decorrentes _ da _ doença Total _ da _ população _ i * Proporção de consultas pela especialidade clínica i: Consultas _ atendidas _ da _ especialidade Total _ de _ consultas _ i *100
30 ESTRUTURA ETÁRIA DA POPULAÇÃO (PIRÂMIDES ETÁRIAS) 30 A composição da população por idade e sexo é reflexo da história da dinâmica populacional (fecundidade, mortalidade, migração). Estrutura populacional pode ser ilustrada com pirâmides etárias: * Eixo horizontal representa o número absoluto ou proporção da população. * Eixo vertical representa os grupos etários. É necessário obter somente a distribuição da população por grupos etários e sexo para construção das pirâmides. Dado disponível em relatórios sociais e sites com dados demográficos (Nações Unidas, DATASUS), inclusive com projeção da população para próximas décadas.
31 1970 ESTRUTURA ETÁRIA NO BRASIL, Mulher Homem Percentual Fonte: Microdados do Censo Demográfico do Brasil (IBGE).
32 DINÂMICA ETÁRIA DA POPULAÇÃO (RAZÕES DE DEPENDÊNCIA) 32 A razão de dependência total é a razão do número de crianças de até 14 anos e pessoas com 65 anos e mais pelo total da população de 15 a 64 anos. A razão de dependência jovem considera no numerador apenas as crianças de até 14 anos. A razão de dependência idosa considera somente a população idosa (65 anos e mais) no numerador. É geralmente calculada em termos de 100 habitantes. É importante na formulação de políticas já que possui informação precisa sobre o perfil etário da população. É menos sensível a variações de curto prazo do que as taxas de natalidade, mortalidade e crescimento.
33 RAZÃO DE DEPENDÊNCIA TOTAL 33 ( Crianças 14anos) + ( Idosos 65anos) * População 64
34 RAZÃO DE DEPENDÊNCIA NO BRASIL EM Faixa Etária População Menor 1 ano ano anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos a 24 anos a 29 anos a 34 anos a 39 anos a 44 anos a 49 anos a 54 anos a 59 anos a 64 anos a 69 anos a 74 anos a 79 anos anos e mais Total Crianças (0 a 14) Adultos (15 a 64) Idosos (65+) Faixa Etária População 0 a a e mais Total Fonte: Sistema de Informática do Ministério da Saúde (DATASUS).
35 RAZÃO DE DEPENDÊNCIA NO BRASIL EM ( Crianças 14anos) 15 Razão de dependência jovem: *100 = População *100 = 45,96 15 ( Idosos 65anos) População Razão de dependência idosa: 64 *100 = *100 = 8,91 ( Crianças 14anos) + ( Idosos 65anos) 15 População 64 Razão de dependência total: *100 = * = 54,87 Fonte: Sistema de Informática do Ministério da Saúde (DATASUS).
36 RAZÕES DE DEPENDÊNCIA NO BRASIL, ,0 90,0 80,0 JANELA DE OPORTUNIDADES 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0, Percentual Razão de dependência total (0-14 e 65+) Razão de dependência jovem (0-14) Razão de dependência idosa (65+) Ano Fonte: Nações Unidas - (variante média).
ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS
1 ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS Ernesto Friedrich de Lima Amaral 21 de setembro de 2011 Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia Departamento de Sociologia e Antropologia
Caracterização do território
Perfil do Município de Betim, MG 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 346,8 km² IDHM 2010 0,749 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 378089 hab. Densidade demográfica
Tábuas Completas de Mortalidade por Sexo e Idade Brasil 2012
Tábuas Completas de Mortalidade por Sexo e Idade Brasil 2012 Breve análise da mortalidade no período 2011-2012 2 Presidenta da República Dilma Rousseff Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão Miriam
BRASIL: TÁBUA COMPLETA DE MORTALIDADE - 2010
Diretoria de Pesquisas DPE Coordenação de População e Indicadores Sociais COPIS Gerência de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica - GEADD BRASIL: TÁBUA COMPLETA DE MORTALIDADE - 2010 Em cumprimento
INDICADORES DE SAÚDE I
Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia INDICADORES DE SAÚDE I 2005 Indicadores globais: Coeficiente
INDICADORES DE SAÚDE
INDICADORES DE SAÚDE A actuação da epidemiologia pode permitir melhorar a qualidade do diagnóstico ou tratamento dos indivíduos ou possibilitar novos meios de prevenção. A avaliação das características
Geografia População (Parte 2)
1. Estrutura Etária: Geografia População (Parte 2) A Transição Demográfica corresponde à mudança no perfil de idade dos habitantes, engloba proporções de crianças, jovens/adultos, idosos, homens e mulheres.
Curso de Especialização em Saúde da Família Modalidade a Distância. Unidade 2 Módulo 3 Taxa ou coeficiente de mortalidade infantil
Curso de Especialização em Saúde da Família Modalidade a Distância Unidade 2 Módulo 3 Taxa ou coeficiente de mortalidade infantil A taxa ou coeficiente de mortalidade infantil é uma estimativa do risco
Medidas de Freqüência de Doenças e Problemas de Saúde: Mortalidade, Padronização de taxas
Universidade Federal do Rio de Janeiro Programa de Pós P s Graduação em Saúde Coletiva Medidas de Freqüência de Doenças e Problemas de Saúde: Mortalidade, Padronização de taxas Porque Mortalidade? Morte
Geografia População (Parte 1)
Geografia População (Parte 1) 1. População Mundial: Define-se população mundial como o número total de humanos vivos no planeta num dado momento. Em 31 de Outubro de 2011 a Organização das Nações Unidas
Dinâmica populacional. Porto Alegre 2015
Dinâmica populacional Porto Alegre 2015 Conceitos demográficos fundamentais a distribuição mundial Os diferentes aspectos demográficos, tais como população absoluta, densidade demográfica, crescimento
ANEXO TÉCNICO I: INFORMAÇÕES SOBRE A ÁREA DE PLANEJAMENTO 3.3
ANEXO TÉCNICO I: INFORMAÇÕES SOBRE A ÁREA DE PLANEJAMENTO 3.3 1 ÁREA DE PLANEJAMENTO 3.3 A Área de Planejamento 3.3 é a área que possui o maior número de bairros do Rio de Janeiro: 29. Possui uma população
Noções Básicas sobre
Tábua Completa de Mortalidade para o Noções Básicas sobre Brasil - 2011 Rio, 29 de novembro de 2012 Data 00/00/00 HISTÓRICO Mortalidade Infantil Em abril de 2012, o IBGE disponibilizou para sociedade os
SOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA E RACIOCÍNIO LÓGICO DO INSS - 2008 TÉCNICO DO SEGURO SOCIAL PROVA BRANCA.
SOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA E RACIOCÍNIO LÓGICO DO INSS - 2008 TÉCNICO DO SEGURO SOCIAL PROVA BRANCA. Professor Joselias www.concurseiros.org Março de 2008. Um dos indicadores de saúde comumente utilizados
INDICADORES DE SAÚDE
Secretaria de Estado da Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Coordenação de Vigilância e Controle Ambiental de Vetores INDICADORES
ESTRUTURA ETÁRIA, BÔNUS DEMOGRÁFICO E POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE ATIVA NO BRASIL. Cenários de Longo Prazo e suas Implicações para o Mercado de Trabalho
CAPÍTULO 12 ESTRUTURA ETÁRIA, BÔNUS DEMOGRÁFICO E POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE ATIVA NO BRASIL Cenários de Longo Prazo e suas Implicações Mercado de Trabalho Objetivos Caracteriza o processo de transição demográfica
Capítulo 2. Matriz de indicadores
Capítulo 2 Matriz de indicadores MATRIZ DE INDICADORES BÁSICOS * A - DEMOGRÁFICOS População total A.1 Número total de pessoas residentes e sua estrutura relativa, em determinado espaço geográfico, no
A realidade do SAB para as crianças e adolescentes de 7 a 14 anos. O acesso à Educação
33 A realidade do SAB para as crianças e adolescentes de 7 a 14 anos. Quase 5 milhões de crianças e adolescentes, com idade entre 7 e 14 anos (18,8% da população da região) vivem no Semi-árido. No Brasil,
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO NÚCLEO DE ESTUDOS DE SAÚDE COLETIVA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE SAÚDE DE NITERÓI PROGRAMA MÉDICO DE FAMÍLIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO NÚCLEO DE ESTUDOS DE SAÚDE COLETIVA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE SAÚDE DE NITERÓI PROGRAMA MÉDICO DE FAMÍLIA AVALIAÇÃO DAS AÇÕES DE PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO VERTICAL
Dados (2012) Fórmula Cálculo Chade Cálculo Austrália TCN TCN = TN TM TCN = = TCN = =
Fonte: UNFPA, 2013. POPULAÇÃO E POVOAMENTO Atividade 1 1. o Calcula, a partir do quadro a TN, TM e TCN, para cada um dos países. Dados (2012) Indicadores Chade Austrália N. o de habitantes 11 720 997 23
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social Centro de Imprensa. Índice Futuridade
Índice Futuridade Plano Futuridade O FUTURIDADE: Plano Estadual para a Pessoa Idosa é uma iniciativa da Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social - Seads que objetiva fortalecer a rede
Razões, proporções e taxas. Medidas de frequência.
Razões, proporções e taxas. Medidas de frequência. Para examinar a transmissão de uma doença em populações humanas, precisamos claramente de poder medir a frequência não só da ocorrência da doença como
SEGPLAN XVII ENCONTRO NACIONAL DA ANIPES FORTALEZA, DEZEMBRO DE 2012
SEGPLAN XVII ENCONTRO NACIONAL DA ANIPES FORTALEZA, DEZEMBRO DE 2012 Índice de Desempenho dos Municípios Goianos - IDM THIAGO ALVES, MARCOS ARRIEL, LILLIAN PRADO, EDUIGES ROMANATTO E JULIANA DIAS XVII
Número de consultas médicas (SUS) por habitante F.1
Número de consultas médicas (SUS) por habitante F.1 1. Conceituação Número médio de consultas médicas apresentadas 1 no Sistema Único de Saúde (SUS) por habitante, em determinado espaço geográfico, no
NOS PRÓXIMOS VINTE E CINCO ANOS O NÚMERO DE IDOSOS PODERÁ MAIS DO QUE DUPLICAR O NÚMERO DE JOVENS.
Dia Internacional do Idoso 1 de Outubro de 2007 27 de Setembro de 2007 NOS PRÓXIMOS VINTE E CINCO ANOS O NÚMERO DE IDOSOS PODERÁ MAIS DO QUE DUPLICAR O NÚMERO DE JOVENS. O número de idosos tem aumentado,
Foto: Harald Schistek
Foto: Harald Schistek 43 A adolescência é uma fase especial de afirmação da autonomia do indivíduo, vital para o exercício da cidadania e de seus múltiplos direitos. Caracteriza-se por uma etapa do desenvolvimento
PARTICIPAÇÃO FEMININA NO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO 1
PARTICIPAÇÃO FEMININA NO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO 1 Ana Luiza Neves de Holanda Barbosa 2 1 INTRODUÇÃO Nas últimas décadas o papel da mulher na economia e na sociedade como um todo tem passado por
Saúde e mortalidade nos BRICs
Saúde e mortalidade nos BRICs José Eustáquio Diniz Alves 1 Até meados do século XIX as taxas de mortalidade eram altas em todo o mundo. Mesmo nos países mais desenvolvidos da época, de cada mil crianças
O Envelhecimento em Portugal
O Envelhecimento em Portugal Situação demográfica e sócio-económica recente das pessoas idosas I. Enquadramento geral As expressões sublinhadas encontram-se explicadas no final do texto Consideram-se pessoas
PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA
PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE TRANSGÊNICOS DEZEMBRO 2002 OPP 573 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA PESQUISA OBJETIVO LOCAL - Levantar junto a população da área em estudo opiniões sobre os transgênicos. -
ANÁLISE DE INDICADORES SÓCIO- ECONÔMICOS DO ESTADO DO TOCANTINS
ESTUDO ESTUDO ANÁLISE DE INDICADORES SÓCIO- ECONÔMICOS DO ESTADO DO TOCANTINS ESTUDO MAIO/2004 Luciana da Silva Teixeira Consultora Legislativa da Área IX Política e Planejamento Econômicos, Desenvolvimento
A Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (RIDE-DF) no Censo 2010
A Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (RIDE-DF) no Censo 2010 Coordenação: Rômulo José da Costa Ribeiro Responsável: Rômulo José da Costa Ribeiro 1 Colaboração: Juciano Rodrigues, Rosetta
1) Por que pode-se afirmar que o capitalismo provocou o surgimento das cidades? Explique.
1) Por que pode-se afirmar que o capitalismo provocou o surgimento das cidades? Explique. 2) Por que Pirâmides Etárias de base larga são tão comuns no continente africano?. 3) Quais as principais características
9. o ANO FUNDAMENTAL PROF. ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE
9. o ANO FUNDAMENTAL PROF. ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE CONTEÚDOS E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade IV Natureza-sociedade: questões ambientais. 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES
Taxa de mortalidade infantil Descrição
Ind020104RNE Taxa de mortalidade infantil, por ano, segundo Brasil, Região Nordeste, regiões metropolitanas do Nordeste e escolaridade da mãe Indicador Taxa de mortalidade infantil Descrição Número de
Pernambuco. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Pernambuco (1991, 2000 e 2010)
Pernambuco Em, no estado de Pernambuco (PE), moravam 8,8 milhões de pessoas, onde parcela relevante (7,4%; 648,7 mil habitantes) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 185 municípios,
ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS
1 ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS Ernesto Friedrich de Lima Amaral 14 de abril de 2009 Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia Departamento de Sociologia e Antropologia
HIV/AIDS NO ENTARDECER DA VIDA RESUMO
HIV/AIDS NO ENTARDECER DA VIDA Iolanda Cristina da Costa (1) ; Regina Célia Teixeira (2) ; (1) Graduanda de Psicologia; Centro Universitário de Itajubá- FEPI; [email protected]; (2) Professora/orientadora;
Exercícios complementares
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE INSTITUTO DE ESTUDOS DE SAÚDE COLETIVA DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA - FACULDADE DE MEDICINA PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA DISCIPLINA:
Acre. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1 o e 3 o quartis nos municípios do estado do Acre (1991, 2000 e 2010)
Acre Em, no estado do Acre (AC) moravam 734 mil pessoas, e uma parcela ainda pequena dessa população, 4,3% (32 mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 22 municípios, dos quais sete
Contrastes no Desenvolvimento
Contrastes no Desenvolvimento Professor António Ervideira 9º Ano Sumário Crescimento e Desenvolvimento Indicadores de desenvolvimento IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) Regiões de desenvolvimento homogéneo
Exercícios de estrutura da população
Exercícios de estrutura da população Material de apoio do Extensivo 1. Os gráficos a seguir, extraídos do sítio eletrônico do IBGE, apresentam a distribuição da população brasileira por sexo e faixa etária
Atenção à Saúde Indicadores de atenção preventiva
Ind030203RNE - Proporção de crianças com esquema vacinal básico completo na idade-alvo, por ano, segundo Brasil, Região Nordeste, regiões Indicador Proporção de crianças com esquema vacinal básico completo
Informe Epidemiológico Mortalidade Infantil
página 1/11 Aspectos Gerais O objetivo deste Informe é apresentar a evolução histórica da mortalidade infantil (MI) no Estado do Ceará, a partir dos dados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM),
I Seminário Internacional de Atenção Primária em Saúde de São Paulo. Consolidando a eficiência do Sistema e a qualidade da atenção à saúde
I Seminário Internacional de Atenção Primária em Saúde de São Paulo Consolidando a eficiência do Sistema e a qualidade da atenção à saúde Missão A OS -ACSC, imbuída de filosofia cristã, tem como missão
Indicadores do Estado de Saúde de uma população
Indicadores do Estado de Saúde de uma população O que é a Saúde? Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), saúde é o estado de completo bemestar físico, mental e social e não, apenas, a ausência de
Experiência Brasileira
SEGUNDA REUNIÓN REGIONAL SOBRE EVALUACIÓN Y ESTIMACIONES DEMOGRÁFICAS CON BASE EN INFORMACION CENSAL Análisis de la mortalidad adulta Experiência Brasileira Santiago, Chile, 11 al 16 junio de 2012 Tábuas
Informações sobre Beneficiários, Operadoras e Planos
Gerência de Produção de Informação GEPIN/GGSIS/DIDES Informações sobre Beneficiários, Operadoras e Planos DADOS DO SETOR EDIÇÃO: JUNHO/2005 COMPETÊNCIA: MARÇO/2005 O Caderno de Informações de Beneficiários,
Elaboração e Análise de Projetos
Elaboração e Análise de Projetos Análise de Mercado Professor: Roberto César ANÁLISE DE MERCADO Além de ser o ponto de partida de qualquer projeto, é um dos aspectos mais importantes para a confecção deste.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE
Presidenta da República Dilma Rousseff Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão Miriam Belchior INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Presidenta Wasmália Bivar Diretor-Executivo Fernando
CUSTOS SOCIAIS E ECONÔMICOS DOS ACIDENTES DE TRÂNSITO EM MARINGÁ
1.0 Introdução CUSTOS SOCIAIS E ECONÔMICOS DOS ACIDENTES DE TRÂNSITO EM MARINGÁ Prof. Dr. Joilson Dias Assistente Científica: Cássia Kely Favoretto Costa Departamento de Economia Universidade Estadual
A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO
A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO A busca por oportunidades iguais de trabalho e renda entre homens e mulheres é o foco de discussão entre grupos feministas em todos os países. A discriminação no campo de
A DEMANDA POR SERVIÇOS DE SAÚDE DAS PEQUENAS CIDADES DE GLÓRIA DE DOURADOS, DEODÁPOLIS, JATEÍ E VICENTINA PARA DOURADOS MS.
A DEMANDA POR SERVIÇOS DE SAÚDE DAS PEQUENAS CIDADES DE GLÓRIA DE DOURADOS, DEODÁPOLIS, JATEÍ E VICENTINA PARA DOURADOS MS. Fernando Andrade Caires 1, Mara Lúcia Falconi da Hora Bernardelli 2 1 Estudante
Os Processos de Construção e Implementação de Políticas Públicas para Crianças e Adolescentes em Situação de Rua 1
1 Os Processos de Construção e Implementação de Políticas Públicas para Crianças e Adolescentes em Situação de Rua 1 Boletim de Pesquisa n. 2, outubro de 2009. Um projeto do Centro Internacional de Estudos
Medidas Antropométricas em crianças
Medidas Antropométricas em crianças Prof a Raquel Simões A. Nutricional Profa. Raquel Simões 1 Medidas Antropométricas - crianças Peso Estatura / Comprimento Perímetro cefálico Perímetro Torácico Perímetro
ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DO CUSTO DA CESTA BÁSICA DE IJUÍ, RS 1
ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DO CUSTO DA CESTA BÁSICA DE IJUÍ, RS 1 Andressa Schiavo 2, Fabiani Schemmer 3, José Valdemir Muenchen 4, Dilson Trennepohl 5, Vinicio Golin De Senna 6, Rayan Bonadiman 7. 1 Trabalho
MULHERES E TABAGISMO NO BRASIL, O QUE AS PESQUISAS REVELAM MICHELINE GOMES CAMPOS DA LUZ SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE MINISTÉRIO DA SAÚDE
MULHERES E TABAGISMO NO BRASIL, O QUE AS PESQUISAS REVELAM MICHELINE GOMES CAMPOS DA LUZ SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE MINISTÉRIO DA SAÚDE Como podemos monitorar o tabagismo nas mulheres no Brasil
Epidemiologia descritiva. Definições, taxas, confundimento
Epidemiologia descritiva Definições, taxas, confundimento Epidemiologia Estudo da distribuição (temporal e espacial) das doenças e dos seus determinantes. Distribuição Casos de doença por grupos etários,
Informe Epidemiológico Doenças Crônicas Não Transmissíveis
página 1/6 Aspectos Gerais As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) são caracterizadas por um conjunto de doenças que não tem envolvimento de agentes infecciosos em sua ocorrência, multiplicidade
Medidas matemáticas, conceito de risco e medidas de ocorrência. João Bosco Siqueira Júnior
Medidas matemáticas, conceito de risco e medidas de ocorrência João Bosco Siqueira Júnior Epidemiologia Ciência que estuda o processo saúde-doença na comunidade, analisando a distribuição e os fatores
TRABALHO FINAL DISCIPLINA POPULAÇÃO, ESPAÇO E AMBIENTE PROFESSORES: DR. MIGUEL V. MONTEIRO E DRA. SILVANA AMARAL TÍTULO: URBANIZAÇÃO NA AMAZÔNIA
TRABALHO FINAL DISCIPLINA POPULAÇÃO, ESPAÇO E AMBIENTE PROFESSORES: DR. MIGUEL V. MONTEIRO E DRA. SILVANA AMARAL TÍTULO: URBANIZAÇÃO NA AMAZÔNIA BRASILEIRA: O CASO DE MANAUS AUTOR: RAFAEL ESTEVÃO MARÃO
Índice de Bem-Estar Urbano Local da Região Metropolitana de Manaus
Índice de Bem-Estar Urbano Local da Região Metropolitana de Manaus Por João Luiz Nery Introdução: O Índice de Bem-estar Urbano (IBEU), desenvolvido pelo INCT Observatório das Metrópoles, resultou na publicação
Taxa de desemprego estimada em 11,9%
4 de novembro de 215 Estatísticas do Emprego 3.º trimestre de 215 Taxa de desemprego estimada em 11,9% A taxa de desemprego no 3.º trimestre de 215 foi de 11,9%. Este valor é igual ao do trimestre anterior
Boletim eletrônico trimestral sobre a participação das mulheres no mercado de trabalho a partir dos dados da - Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE -
Boletim eletrônico trimestral sobre a participação das mulheres no mercado de trabalho a partir dos dados da - Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE - Elaboração: (SPM), Fundo de Desenvolvimento das Nações
Cobertura do teste Papanicolaou e
XVIII IEA WORLD CONGRESS OF EPIDEMIOLOGY VII CONGRESSO BRASILEIRO DE EPIDEMIOLOGIA PORTO ALEGRE BRASIL 20 A 24 DE SETEMBRO DE 2008 Cobertura do teste Papanicolaou e fatores associados à não realização
20º Encontro Nacional de Líderes do Mercado Segurador. 05-08 de fevereiro de 2015 Salvador -BA
20º Encontro Nacional de Líderes do Mercado Segurador 05-08 de fevereiro de 2015 Salvador -BA Sistema Nacional de Saúde Brasileiro SUS Saúde Suplementar Vigilência Epidemiológica Promoção à Saúde Vigilância
TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA
Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia TRANSIÇÃO
OCUPAÇÃO E EMPREENDEDORISMO NAS REGIÕES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: uma análise a partir do Censo 2010
OCUPAÇÃO E EMPREENDEDORISMO NAS REGIÕES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: uma análise a partir do Censo 2010 NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, MAIO
Número de consultas médicas (SUS) por habitante F.1
Número de consultas médicas (SUS) por habitante F.1 Conceituação Número médio de consultas médicas apresentadas 1 no Sistema Único de Saúde (SUS) por habitante, em determinado espaço geográfico, no ano
PROVA DE GEOGRAFIA RESPONDA ÀS QUESTÕES 12 E 13 DE ACORDO COM A ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DAS FIGURAS.
9 PROVA DE GEOGRAFIA RESPONDA ÀS QUESTÕES 12 E 13 DE ACORDO COM A ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DAS FIGURAS. FIGURA 1: DE 14000 A 20000 ANOS ATRÁS FIGURA 2: PRESENTE Q U E S T Ã O 1 2 As figuras representam
2. Acidentes de trânsito: as vítimas
2. trânsito: as vítimas Aula Interdisciplinar Indicação: 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental Os usuários mais vulneráveis representam quase a metade dos mortos no trânsito. Longe dos princípios de cidadania,
PERSISTÊNCIA DO PODER POLÍTICO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: O CASO DA TRANSIÇÃO DE REGIME NO BRASIL
PERSISTÊNCIA DO PODER POLÍTICO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: O CASO DA TRANSIÇÃO DE REGIME NO BRASIL Aluno: Rafael Campos de Mattos Orientador: Claudio Ferraz Introdução Nas últimas décadas, observou-se
Quadro 1 Idades e número de pacientes masculinos e femininos que participaram no rastreio da Colgate do Mês da Saúde Oral 2000. Todos os grupos Idades
RELATÓRIO SOBRE OS HÁBITOS DE SAÚDE ORAL DOS PACIETES OBSERVADOS OS COSULTÓRIOS DETÁRIOS DURATE O MÊS DA SAÚDE ORAL, EM PORTUGAL, PATROCIADO PELA COLGATE, 2002 Este relatório apresenta, de uma forma resumida,
Danielle Celentano. Manaus, 22 de novembro de 2007. Ação Global 2007 Desenvolvimento Social Local : Um desafio para o investimento social privado"
Danielle Celentano Manaus, 22 de novembro de 2007 Ação Global 2007 Desenvolvimento Social Local : Um desafio para o investimento social privado" Danielle Celentano & Adalberto Veríssimo realização: financiamento:
Desenvolvimento Humano e Social
Desenvolvimento Humano e Social Índices de Desenvolvimento Na seção referente aos índices de desenvolvimento, foram eleitos para análise o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M), o Índice de
Cabo Verde Perfil do país EPT 2014
Cabo Verde Perfil do país EPT 4 Contexto geral Situado bem ao oeste africano, composto de uma dezena de ilhas e povoado com um pouco mais de 5 habitantes, Cabo Verde é um país de rendimento intermédio
Educação e Escolaridade
Já existe certo consenso de que um dos grandes obstáculos para o crescimento da economia brasileira é a capacitação dos nossos trabalhadores, sendo que boa parte desse processo ocorre nas escolas e universidades.
Em 30 anos, menos crianças desnutridas e mais adolescentes acima do peso
Em 30 anos, menos crianças desnutridas e mais adolescentes acima do peso A Pesquisa de Orçamentos Familiares 2002-2003 do IBGE detectou uma melhora nos indicadores antropométricos da população com menos
Aula 8 Indicadores básicos de demografia 131
Aula 8 Indicadores básicos de demografia Meta da aula Apresentar alguns indicadores básicos da demografia. Objetivos da aula Ao final desta aula, você deverá ser capaz de: 1. calcular e analisar a Taxa
