Profª Anna Kossak Romanach 45.01
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- Carla de Carvalho Cruz
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1 Profª Anna Kossak Romanach 45.01
2 Conteúdo 1. Título: Síndrome Geral de Adaptação ou SGA. 2. Listagem de assuntos. 3. Primórdios de síntese do ser humano. 4. Concepções unitárias na saúde, doença e envelhecimento. 5. Correntes sintéticas da Medicina. 6. Hans Selye ( ). 7. Estresse, Conceito. 8. Estresse: sofrimento do organismo sob agressão (alarmógeno). 9. Síndrome geral de adaptação ou SGA: normal e patológica. 10. Seqüência das fases e subfases de adaptação. 11. Alarrmógeno repetitivo ou excessivo na base da doença de adaptação. 12. Reações de alarme: ativas e passivas. 13. Manifestações iniciais do estresse; estado inespecífico subfase de choque subfase de contrachoque. 14. Alterações neuroendócrinas das fases de choque e contrachoque. 15. Sub-fase de choque. 16. Subfase de contrachoque. 17. Fases de alarme e individualização medicamentosa. 18. SGA por afecções locais. 19. SGA. Esquema (repetição). 20. Fase de compensação resistência. 21. Vulnerabilidade da fase de resistência. 22. Da resistência ao esgotamento. 23. Fase de esgotamento. 24. Contribuição da SGA à Homeopatia. 25. Parâmetros entre Homeopatia e SGA. (a) 26. Parâmetros entre Homeopatia e SGA. ( b) 27. A conotação doença-simillimum e doença-alarrmógeno. 28. Ações contaminantes. 29. Fatores condicionantes. 30. Homeostase e Fisiopatologia. (Bellavite). 31. A mobilização reacional neuroindócrinoimunitária no estresse. 32. Contribuição de Hans Selye à Ciência. 32. FIM
3 Primórdios de síntese do ser humano A concepção do homem como unidade, conforme o termo indivíduo = indivisível ou não divisível, sempre acompanhou o pensamento médico. O sistema endócrino se fez presente em todas as interpretações de síntese, mediante sua constante interferência, direta ou indireta, na maioria dos fenômenos biológicos. Nas tentativas de síntese do homem destacaram-se, em etapas sucessivas, o sistema neurovegetativo, o sistema endócrino, o tálamo-hipófise, o diencéfalo-hipófise, o sistema reticular e a conjunção diencéfalo-hipófisesupra-renal. 3
4 Concepções unitárias do ser humano: na saúde, na doença envelhecimento. A globalidade farmacodinâmica. e no O homem adoece como um todo, ainda que seu distúrbio pareça superficial, isolado, ou um sintoma subjetivo único. O homem envelhece como um todo, embora sem uniformidade. Paulatinamente, todas suas funções e partes se alteram. Cada farmacodinamia traduz personalidade exclusiva, complexa, com leis próprias; esta globalidade medicamentosa estável - se evidencia através de reatores os organismos vivos - sadios ou doentes, representativos de sistemas instáveis. 4
5 Correntes Sintéticas da Medicina O SER HUMANO REAGE COMO UNIDADE frente aos agentes nóxios, experimentação patogenética e ao meio ambiente, representando uma UNIDADE PSICO-NEURO-ENDÓCRINO-IMUNITÁRIA. Correntes sintéticas Sistemas biológicos envolvidos MEDICINA PSICOSSOMÁTICA MEDICINA CÓRTICO- VISCERAL DE PAVLOV Reflexoterapia nêurica ou HOMEOPATIA Sistema de estresse. Síndrome Geral de Adaptação. Homeostase. Meio líquido Intersticial sangue-linfa. Sistema imunitário. Sistema Endócrino. Sistema neuro-vegetativo. Cibernética (feedback). 5
6 Hans Selye
7 Conceito de STRESS ou ESTRESSE Definição adotada por Hans Selye: Estado no qual extensas regiões do organismo desviam-se da condição normal de repouso. Outras interpretações: Estado de tensão do organismo obrigado a mobilizar defesas para enfrentar situações perigosas (alarmógeno). Conjunto de reações do organismo a qualquer agressão e que se torna doença quando repetitivo ou persistente (crônico). 7
8 ESTRESSE = sofrimento do organismo sob agressão (alarmógeno). Estresse não é o fator que atua sobre o organismo, mas sim o sofrimento do organismo provocado pela ação desse fator - ou alarmógeno. Hans SELYE ( ) enunciou três premissas relacionadas ao estresse: 1 - Qualquer estresse desenvolve uma síndrome constituída de manifestações gerais essencialmente similares. 2 - Esta síndrome contribui para a adaptação. 3 - A adaptação pode causar doença. 8
9 Síndrome geral de adaptação normal e patológica. A síndrome geral de adaptação consiste em um conjunto de reações inespecíficas e gerais do organismo contra estímulos persistentes causadores de estresse. As alterações desta síndrome, sejam funcionais, bioquímicas, humorais ou morfológicas, são sempre as mesmas, gerais e não específicas, qualquer que seja a natureza da causa que as provocou. O termo síndrome advém do fato das manifestações, embora parcialmente independentes, estarem coordenadas entre si. A síndrome é geral porque condiciona fenômenos generalizados de defesa. Adaptação indica aquisição e manutenção de estado de resistência ou equilíbrio. Esta síndrome torna-se patológica quando as reações fisiológicas de defesa se ampliam e intensificam em excesso, quando assumem curso anormal devido a interferências patológicas ou quando perdem a relação com a intensidade do alarmógeno. A rotura da síndrome de adaptação produz morte orgânica. 9
10 SÍNDROME GERAL DE ADAPTAÇÃO. Fases e sub-fases. Quando um indivíduo é exposto continuamente a uma sobrecarga, a síndrome geral de adaptação resultante passa por três períodos distintos: 1. Alarmógeno >>>>>> REAÇÃO DE ALARME CHOQUE CONTRA-CHOQUE 2. F ASE DE RESISTÊNCIA 3. FASE DE ESGOTAMENTO OU DESCOMPENSAÇÃO 10
11 Alarmógeno repetitivo ou excessivo está na base da doença de adaptação. Os alarmógenos representam fatores de qualquer natureza que atuam sobre o organismo e o desviam do estado normal ou de repouso, mediante conjunto de modificações que constituem o estresse. O alarmógeno vinculado ao fenômeno de estresse induz no organismo: - uma reação fisiológica ou adaptação satisfatória; - ou uma reação patológica, por excesso, insuficiência ou anormalidade, dando origem às doenças de adaptação. O estado de estresse produz no organismo conseqüências específicas dependentes da natureza do alarmógeno, com simultâneas conseqüências inespecíficas comuns a outros alarmógenos, constituindo estas últimas a finalidade do estudo da síndrome geral de adaptação. 11
12 Sintomatologia da SGA REAÇÔES DE ALARME Soma de todos fenômenos não específicos provocados pela exposição brusca a estímulos que afetam grandes extensões do organismo, aos quais este não está adaptado qualitativa ou quantitativamente. Compreende: - manifestações ativas de REAÇÃO - manifestações passivas de LESÃO 12
13 MANIFESTAÇÕES INICIAIS DO ESTRESSE. Alarme choque - contrachoque. No estado de estresse as manifestações iniciais são similares e não específicas. O organismo mobiliza defesas imediatas de adaptação, através de sucessivas etapas: alarme - com subfase de choque e subfase de contrachoque. O alarmógeno vinculado ao estresse induz no organismo: a) uma reação fisiológica ou adaptação satisfatória; b) uma reação patológica, por excesso, insuficiência ou anormalidade, dando origem às doenças de adaptação. O período inicial de choque, quando tumultuado, se caracteriza por manifestações passivas e lesionais. Dentro de minutos ou até 24 horas, a defesa começa a se delinear, constituindo o contrachoque, caracterizado por fenômenos funcionais, anatômicos e bioquímicos opostos àqueles da fase de choque. Se o contrachoque não se instalar, sobrevirá morte do indivíduo. Superado o contrachoque, o organismo entrará em fase de resistência. acontecerá a fase descompensação. Eventualmente, 13
14 Alterações neuro-endócrinas dos períodos de choque e de contrachoque No período de choque os centros nervosos hipotalâmicos são despertados pelo alarmógeno e por sua vez estimulam a adeno-hipófise, o que resulta em aumento do hormônio corticotrófico (ACTH) e somatotrófico (STH). O hipotálamo, por intermédio dos nervos esplâncnicos, excita a zona medular da supra-renal, resultando em catecóis que desempenham papel importante no período seguinte de contrachoque. O período de contrachoque traduz início de reação organizada desenvolvendo resistência aos agentes estressantes dentro das possibilidades máximas, onde os sistemas diencéfalo-hipofisário e córtico-supra-renal desempenham papel essencial. Os animais, nesta fase, apresentam hipertrofia do córtex supra-renal, atrofia aguda do tecido timo-linfático e lesões intestinais. 14
15 Subfase de CHOQUE = condição generalizada intensa aguda (minutos 24 horas) hipotermia hipotensão depressão S.N. hipotonia muscular hemoconcentração transtorno da permeabilidade capilar e celular desintegração tissular generalizada (impulso catabólico) hipocloremia acidose hiperglicemia efêmera leucopenia erosões gastrintestinais agudas 15
16 S.G.A. Subfase de contrachoque Sinais defensivos opostos àqueles da etapa de choque: hipertermia freqüente hipertensão arterial hipercloremia hiperglicemia aumento da volemia alcalose aumento da diurese aumento de leucócitos 16
17 Fase de alarme e individualização medicamentosa A fase de alarme frente ao alarmógeno microbiano, tóxico ou emocional, abrange mecanismos inespecíficos de defesa, basicamente semelhantes nos diferentes indivíduos submetidos à mesma agressão. Entretanto, de permeio às manifestações padronizadas da síndrome, existirão nuanças inerentes ao terreno orgânico ou à natureza do fator nóxio, capazes de identificá-lo. Estas manifestações podem assumir aspectos pessoais através de modalidade ou qualificação dos fenômenos patognomônicos e comuns da síndrome, de modo a conferir matizes personalizados ao conjunto, que permitem a pesquisa de correspondências patogenéticas. Assim também acontece no tumulto agudo provocado por algumas doenças infecciosas específicas, onde sob o ponto de vista homeopático, o agente etiológico assume prioridade, não pela qualidade intrínseca do microorganismo, mas pelo poder de despertar suscetibilidades e denunciar padrões reativos do terreno. 17
18 Síndrome geral de adaptação por afecções locais Entre os fatores mórbidos existem aqueles que, mais potentes, desenvolvem estado de estresse de modo exclusivo, direto e sistêmico. Alguns outros são, entretanto, dotados de ação específica a setores limitados, com alterações circunscritas e que, a partir destes sítios isolados suscitam estímulo que afeta maior extensão orgânica, com resultado final idêntico aos alarmógenos que desde o início provocaram fenômenos intensos generalizados. Ainda não está esclarecida a maneira como as alterações locais atingem o lobo hipofisário anterior, daí desenvolvendo a síndrome geral de adaptação, supondo-se que esta influência decorre de via hipotalâmica. SELYE não admite doenças exclusivamente locais e, na etiologia da síndrome geral de adaptação, inclui condições circunscritas, inclusive aquelas de natureza traumática. 18
19 Reapresentando o esquema: SÍNDROME GERAL DE ADAPTAÇÃO Quando um indivíduo é exposto continuamente a uma sobrecarga, a síndrome geral de adaptação resultante passa por três períodos distintos: 1. Alarmógeno >>>>>> REAÇÃO DE ALARME CHOQUE CONTRA-CHOQUE 2 F ASE DE RESISTÊNCIA 3. FASE DE ESGOTAMENTO OU DESCOMPENSAÇÃO 19
20 Fases de compensação resistência Após o período de contrachoque, cujos sintomas são contrários àqueles do período de choque, delineiam- se manifestações representativas de equilíbrio e coexistência pacífica com o fator estressante. Nesta fase de compensação persiste desequilíbrio clínico, silencioso mas sempre na iminência de irromper quando nova carga estressante incidir sobre o organismo. O potencial mórbido pode se concentrar em um locus minoris resistentiae para, oportunamente, se eliminar através de tecidos ou órgãos, provocando manifestações justificáveis de diagnóstico nosológico. Instalada a situação de resistência, as condições estênicas do organismo permitem a exteriorização de sintomas que lhe são peculiares, tornando-o receptivo à atuação de estímulo medicamentoso paralelo, de defesa, no mesmo sentido da tendência reativa já ensaiada para vencer a influência morbífica. Se HAHNEMANN admitiu a inviabilidade do retorno espontâneo ao estado inicial de equilíbrio nos estados crônicos, considerando os miasmas uma condição de marcha mais ou menos lenta, porém, inexorável, também SELYE não cogitou de influência que tornasse reversível a fase de compensação da síndrome; o seu trabalho, embora reconhecido mundialmente, foi justamente marginalizado pela falta de significado prático e a ausência de recurso capaz de interferir na seqüência desses fenômenos. Entretanto, à fase de resistência, ou de compensação, aplica-se o cabedal terapêutico hahnemanniano. 20
21 A vulnerabilidade da fase de resistência, seg. Selye. A fase de resistência, que se caracteriza pela soma das reações gerais não específicas provocadas pela exposição a estímulos aos quais o organismo adquiriu adaptação, instala-se quando a atuação agressora for prolongada; torna-se então específica em determinado indivíduo frente ao mesmo estímulo provocador inicial. No decurso do estágio de resistência devida a um alarmógeno determinado, em geral o organismo se mostra vulnerável a outros alarmógenos. Esta explicação admite que, enquanto se estabelece a resistência frente ao estímulo atuante responsável pelo quadro de compensação, modificam-se, desfavoravelmente, as reações frente a outros estímulos intercorrentes. Tal aspecto é importante pela interferência de fatores condicionantes intrínsecos alheios à agressão, oriundos do nível periférico ou dos níveis intermediários da síndrome (hipofisária, ou supra-renal), desviando patologicamente o padrão reacional. Quando o estado de estresse se prolonga em demasia, falha a capacidade adaptativa e sobrevém fase de esgotamento ou descompensação, cujas manifestações gerais se assemelham à fase de choque, fechando o circuito sindrômico. 21
22 Da RESISTÊNCIA ao ESGOTAMENTO Estado ou Fase de RESISTÊNCIA Adaptação que acontece somente quando a ação do estímulo for prolongada - tornando-se específica. Desenvolve-se frente ao estímulo provocador, com prejuízo da resistência outros estímulos provocadores seqüentes. frente a Enquanto aumenta a resistência frente ao estímulo que está atuando, diminui frente aos outros. Quando o estresse se prolonga em demasia, esgota-se a capacidade de adaptação resultando o Estado ou Fase de ESGOTAMENTO com manifestações gerais que se assemelham à fase de choque; então, não mais consegue ser mantida. a adaptação, = consiste na soma de todas as reações gerais não específicas provocadas pela exposição prolongada a estímulos aos quais o organismo adquiriu adaptação. 22
23 Fase de esgotamento A fase de esgotamento instala-se quando o estado de estresse persiste, enfraquecendo a adaptação ou resistência adquirida pelo organismo que, aos poucos, chega ao cansaço e se descompensa. A alteração neuroendócrina importante desta fase consiste na falência supra-renal conseqüente à falta de estímulo hipofisário, ou pela incapacidade de resposta ao estímulo emitido pela hipófise. O Organon discorre sobre a necessidade de abstrair a causa atuante no doente sob tratamento. A imprudência quanto à falta de assepsia e de higiene, superestimando as possibilidades da força vital, traz o risco de sobrecarga nociva, levando o organismo à descompensação por insuficiência relativa. 23
24 SINDROME GERAL DE ADAPTAÇÃO - Contribuição à Homeopatia 1. ETIOLOGIA MULTIFATORIAL 2. Valorização da IDENTIDADE FARMACOLÓGICA. Valorização das ações CONTAMINANTES que encontram correspondência nas patogenesias. 3. INESPECIFICIDADE entre CAUSA e DOENÇA DE ADAPTAÇÃO. 4. DESPROPORÇÃO entre CAUSA e DOENÇA. 5. INVERSÃO DE RESPOSTA. Contrária à ação primária do alarmógeno e, especificamente, às AÇÕES CONTAMINANTES. 6. Importância do TERRENO como PREDISPOSIÇÃO MÓRBIDA. 7. Influência de EMOÇÕES no desequilíbrio da HOMEOSTASE 8. Interferência de FATORES CONDICIONANTES. 9. INEXISTÊNCIA DE DOENÇAS LOCALIZADAS DINÂMICAS. 10. Alerta para as LIMITAÇÕES terapêuticas. 11. IRREVERSÃO DAS DOENÇAS CRÔNICAS DE ADAPTAÇÃO. 24
25 HOMEOPATIA e S.G.A. Parâmetros (a) 1. Inespecificidade entre e causa e doença. 2. Importância da remoção do fator nocivo. (H 7 Organon. SGA fase de descompensação). 3. Nuanças clínicas. 4. Totalidade dos sintomas. 5. Importância do terreno. No Estresse alterações metabólicas, alterações endócrinas. Na H + constituição ou biótipo alterações endócrinas; Temperamento alterações metabólicas; estado miasmático simillimum. 6. Desproporção entre CAUSA x ESTRESSE x DOENÇA a) na SGA e H estado de sensibilização anterior. b ) na SGA e H inexistência de doenças localizadas. 25
26 HOMEOPATIA e S.G.A. Parâmetros (b) 7. Fatores condicionantes. SGA explicação das variedades de doenças. Na H explicação de variedades da doença e de causalidades. 8. Importância das emoções na etiologia. Distúrbio psíquico SGA. SGA distúrbio psíquico. Em H considerar posição hierárquica do distúrbio psíquico. 9. Enfoque terapêutico. Período de choque = tratamento padronizado SGA= não dispõe de tratamento Graus de comprometimento = sem diagnóstico H = Simillimum Nota: In Homeopatia em 1000 Conceitos 3ª edição 26
27 Lei da semelhança e Síndrome Geral de Adaptação. Conotações DOENÇA x SIMILLIMUM e DOENÇA x ALARMÓGENO. Lei da semelhança DOENÇA A DOENÇA B MEDICAMENTO 1 DOENÇA C... MEDICAMENTO 2 DOENÇA Z MEDICAMENTO 3 MEDICAMENTO 4 Síndrome geral de adaptação Portadores de DOENÇAS DIFERENTES A, B, C - podem justificar UM MESMO MEDICAMENTO 1. Portadores de MESMA DOENÇA - Z - (ou DIAGNÓSTICO NOSOLÓGICO) podem exigir MEDICAMENTOS DIFERENTES 2, 3 ou 4) DOENÇAS DIFERENTES - A, B, C - podem ser provocadas pela MESMA CAUSA ou ALARMÓGENO 1. Uma MESMA DOENÇA - Z - (ou DIAGNÓSTICO NOSOLÓGICO) pode ser atribuída a CAUSAS ou ALARMÓGENOS DIFERENTES. 2, 3 ou 4. DOENÇA A DOENÇA B ALARMÓGENO 1 DOENÇA C... ALARMÓGENO 2 DOENÇA Z ALARMÓGENO 3 ALARMÓGENO 4 27
28 AÇÕES CONTAMINANTES O polimorfismo da S.G.A. se deve, em grande parte, ao ESTRESSE INESPECÍFICO + EFEITOS ESPECÍFICOS ações contaminantes devidas a propriedades farmacológicas diferentes Propriedades específicas, exclusivas, Individualizantes (contaminantes) Não existem dois o # o o alarmógenos, dois ácidos.exatamente iguais.nem dois agentes infecciosos exatamente iguais. Propriedade inespecífica, comum à categoria 28
29 IMPULSO LINHA PRINCIPAL A FATORES CONDICIONANTES A B C B Ó r g ã o s e f e t o r e s c Fator condicionante A afeta efetores 7 a 12 Fator condicionante B afeta somente E 12 Fator C afeta somente 12 FATORES CONDICIONANTES são circunstâncias que influem no curso da SGA, sem necessariamente nela tomarem parte. * Modificam a reação inespecífica ao estresse. * São alheios ao alarmógeno. * Ocorrem em qualquer nível da síndrome. 29
30 HOMEOSTASE E FISIOPATOLOGIA de uma doença Adapt. de texto de Bellavite, Barreiras. Primeiras defesas. Sistemas de detoxicação Se o dano for grave ou irreversível CAUSAS DIVERSAS ALTERAÇÃO * Bioquímica * Anatômica * Funcional REAÇÃO DE SISTEMAS BIOLÓGICOS DE HOMEOSTASE *Sinais *Sintomas *Alterações laboratoriais ESTADOS PATOLÓGICOS MORTE RESTABELECIMENTO SAÚDE AUMENTO DAS DEFESAS BIOLÓGICAS ADAPTAÇÃO Depósitos patológicos Hiperplasias Modificações em receptores 30
31 Adaptado de esquema de Bellavite. Interação psico neuro endócrino imunitária Válida para todas correntes sintéticas da Medicina A interação neuroimunoendócrina, tanto em caso estresse biológico quanto o psicológico, exige mobilização reacional global do organismo. 31
32 A contribuição de Hans Selye à Ciência. SELYE estuda as situações do organismo em desequilíbrio prolongado, constantemente agredido e em constante esforço de defesa enquanto consegue, até o momento em que é vencido pela fadiga; neste estágio a adaptação estagna, de modo a garantir a sobrevida do organismo, ainda que em em postura patológica irreversível de adaptação; os males cronificados são arrastados até a morte, sem perspectiva de tratamento. SELYE conceitua o organismo ao modo de unidade, sob todos os aspectos e em todas as circunstâncias. Interpreta um mínimo traumatismo local como sendo agressão do organismo na totalidade e justifica que todo o organismo detecta, toma conhecimento, avalia e se mobiliza como sistema, desvencilhando-se da mínima agressão sem delegar a responsabilidade de sua integridade a estruturas regionalizadas. Os estudos de SELYE foram esquecidos por não oferecerem solução terapêutica aos casos cronificados. O autor teve o mérito de introduzir na Medicina os hormônios adenocorticotróficos, úteis na fase de choque. 32
33 Apresentação finalizada. 33
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