VIABILIDADE DE IMPORTAÇÃO:
|
|
|
- Inês Quintanilha Varejão
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 VIABILIDADE DE IMPORTAÇÃO: Levantamento dos principais conceitos pertinentes à importação Rafael Metzger 1 Georgia M.P. Kistenmacher 2 RESUMO Com a globalização, a presença de produtos eletrônicos diferenciados vem crescendo no Brasil. Acompanhando esta tendência, a empresa MK Infocenter questionou os conhecimentos básicos necessários para iniciar a importação desses produtos, no caso, MP3 Players. Através de exploração bibliográfica qualitativa, foram levantadas maneiras de negociar produtos importados, abrangendo as modalidades de pagamentos, câmbio, meios de transporte e peculiaridades das negociações com os chineses. Concluiu-se que a divisão de responsabilidades através da modalidade FCA, o uso de transporte aéreo, aliados ao pagamento antecipado numa taxa de câmbio favorável, constituem o modelo apropriado e menos oneroso à importação de produtos importados da China. Palavras-chave: Importação, China, Informática. 1 INTRODUÇÃO A tecnologia está presente nos mais diversos ramos de negócios e setores, junto, encontram-se empresas que buscaram antecipadamente novas tecnologias para alcançar um nível avançado de excelência. Essa visão dinâmica do mercado torna-se fundamental e estratégica para o sucesso de qualquer organização na atualidade. O Brasil destaca-se no cenário internacionalmente como grande desenvolvedor de softwares corporativos, atendendo e criando soluções dinâmicas para grandes empresas como a Petrobrás, Embraer, entre outras. Softwares brasileiros gerenciam importantes empresas internacionais e complexos sistemas como a bolsa de Frankfurt. No contexto nacional, a cidade de Blumenau destaca-se pela forte presença de empresas do ramo tecnológico, desenvolvedores de software (parte lógica), criadores e revendedores de hardware (parte física). Um cenário acirrado e competitivo onde o cliente procura os melhores prestadores de serviço e fornecedores de produtos. 1 Acadêmico do Curso de Administração com Habilitação em Comércio Exterior do Instituto Blumenauense de Ensino Superior. ([email protected]). 2 Prof. Orientador Mestre em Relações Internacionais. Prof. do curso de Administração do Instituto Blumenauense de Ensino Superior. ([email protected])
2 Em torno desse cenário, encontra-se a MK Infocenter, empresa atuante no mercado de compra e venda de computadores e periféricos. Com conhecimento e domínio das novas tecnologias, procura sempre melhores custos e produtos diferenciados. A MK foi fundada em 1996, por Marcelo Yamaguchi objetivando suprir uma necessidade do mercado, a falta de empresas do ramo de venda e manutenção de computadores. Durante esse período, buscou sempre atender seus clientes com excelência, revendendo mais de 15 mil itens das mais variadas marcas. Depois de 8 anos de experiência, num cenário muito mais competitivo encontrou uma forma de diferenciar-se, revender produtos 100% legalizados e com garantia estendida de dois anos, a única na região a inserir esse valor em seus produtos, repassando para o cliente, a satisfação e certeza da durabilidade de seus equipamentos. O mercado de computadores e periféricos é rigoroso com a qualidade e assistência técnica, considerando-se a elevada exigência dos consumidores, sempre à procura de novas tecnologias. Foi pensando nesse assunto, que a MK decidiu levantar quais os requisitos necessários para trabalhar com produtos importados, visto que possui contatos internacionais e não possui conhecimentos sob o comércio exterior. Tendo-se em foco que existe grande carência de produtos que são regularmente lançados na China como, por exemplo, tocadores de MP3, a empresa decidiu inovar e analisar as possibilidades de importação dos produtos, dados os processos burocráticos e os conhecimentos necessários para negociação saudável. Com base na necessidade de novos produtos diferenciados, deseja-se Identificar em âmbito geral os principais conceitos pertinentes ao processo de importação de produtos para a empresa MK Infocenter Computadores e Periféricos da China. O levantamento das informações pertinentes à importação inicia-se a partir da execução deste artigo, descrevendo as principais noções sobre o comércio exterior brasileiro. Objetiva-se também, com todos os conhecimentos pertinentes à importação, fortalecer os conhecimentos do acadêmico, no que tange aos principais conceitos necessários para a condução do comércio exterior. 2 LEVANTAMENTO DOS PRINCIPAIS CONCEITOS SOBRE AS IMPORTAÇÕES
3 2.1 IMPORTAÇÃO A importação de qualquer bem ou serviço é resultado da falta ou elevado custo de se obter internamente o mesmo tipo de bem ou serviço. As empresas brasileiras iniciam o processo de busca de produtos importados a partir do momento que sentem necessidade de obter algum produto exclusivo ou algum produto encontrado internamente, porém com preços menores que os aqui praticados. A abertura ao mercado internacional foi muitas vezes estrategicamente realizada para proteger a indústria nacional e seus produtos. Tida como uma ameaça, as importações de produtos foram praticamente suspensas em virtude da falta de competitividade da indústria nacional frente aos produtos importados com menor custo de produção e qualidade similar. Schulz (2000, p. 104) destaca sobre as importações: As importações desempenham papel vital na vida econômica de qualquer país desenvolvido, subdesenvolvido, ou em desenvolvimento, pois nenhum país é totalmente auto-suficiente. Todos os países dependem, de alguma forma, do resto do mundo para suprir suas necessidades. Quanto mais desenvolvido e industrializado, maior será sua necessidade de relacionamento com outros países. A importação é capaz de aumentar ou diminuir o número de empregos no Brasil, a partir do momento que algum bem ou serviço que é normalmente produzido internamente começar a ser importado com custos menores, é provável que aconteça a diminuição de empregos no setor. Entretanto, quando algum produto exclusivo for importado, podem-se gerar vários novos postos de trabalho, seja ele em vendas, marketing ou até mesmo no aprimoramento desse produto para ser comercializado. 2.2 INCOTERMS Com a falta de padronização nas modalidades negociadas no mercado internacional, a Câmara de Comércio Internacional (CCI) recebeu o papel de padronizar os termos de comércio exterior e adaptá-los a maioria das legislações dos paises. Na primeira edição da CCI em 1936 vários termos foram padronizados, porém sua utilização se intensificou apenas o término da Segunda-Guerra Mundial. Esses termos ficaram conhecidos como Incoterms International Commercial Terms, ou seja, termos do comércio internacional.
4 De acordo com Vasquez (2001, p. 39): Com o propósito de colocar à disposição dos comerciantes, negociantes e traders um meio de superar as mais graves causas de atrito, na realidade os mais comuns, a Câmara de Comércio Internacional publicou, em 1936, a série de normas para interpretação, conhecida pelo nome de Incoterm Confirmando essa hipótese, Rocha (2001, p.97) completa Os Incoterms são regulamentados desde 1936 pela Câmara de Comércio Internacional, com o objetivo de evitar interpretações divergentes entre compradores e vendedores. Os Incoterms são termos aplicados no comércio internacional para indicar as obrigações do exportador e importador onde são usados também para a formalização dos preços de venda e levantamento do valor de compra de qualquer produto importado. A escolha do Incoterm correto numa negociação é de vital importância para ambos os lados, pois fazem com que cada negociador saiba quais serão os custos envolvidos nessa nacionalização das mercadorias e principalmente, os riscos e responsabilidades da mercadoria nesse transito. Os Incoterms podem ser negociados de uma forma onde o comprador se responsabiliza por praticamente todo o procedimento legal, fiscal e comercial da operação como também pode dar ao vendedor responsabilidades máximas de desembaraço, transporte, seguro até a entrega no local estabelecido pelo comprador. Incoterms (International Commercial Terms) são regras que foram desenvolvidas pela Câmara de Comércio Internacional com objetivo de parametrizar e unificar no mercado internacional as responsabilidades de cada lado envolvido, acelerando assim, os procedimentos para elaboração dos contratos de compra e venda internacional através de siglas. Essas siglas são compostas de 3 letras que através das normas internacionais definem até onde o vendedor da mercadoria deverá disponibilizar a mercadoria ao importador sem adicionar nenhum custo ao valor acordado. Nascimento (2000, p.1) complementa: Os Incoterms foram criados pela CCI Câmara de Comércio Internacional, em 1936, sendo um padrão contratual mundial que tem sido regularmente atualizado para acompanhar o passo do desenvolvimento do comércio internacional. Acompanhando a expansão das zonas de livre comércio, o aumento do uso de comunicação eletrônica em transações comerciais, e mudanças nas práticas de transportes, os Incoterms foram recentemente revisados e no início deste ano (2000) foi lançada à brochura de nº 560 com a
5 edição dos Incoterms-2000, as outras alterações (emendas e adições) foram realizadas em 1953, 1967, 1976, 1980 e O Incoterms 2000 oferece uma apresentação mais simples e mais clara das treze definições. A partir disso, pode-se perceber que a existência desses termos padronizados internacionalmente é fundamental em qualquer negociação, pois a partir do momento que se sabe qual termo utilizar, pode-se também realizar o levantamento correto do preço e despesas operacionais para disponibilizar a mercadoria no local acordado sem surpresas ou custos inesperados. Os Incoterms são divididos em quatro grupos conforme o local de entrega das mercadorias ao comprador. Têm-se os grupos: E, C, F e D. Cada Incoterm é composto por três letras distintas, que em inglês costumam ser as iniciais da explicação de cada termo. De acordo com Nascimento (2000, p.1) os Incoterms são divididos em: Os treze Incoterms são divididos em quatro grupos: Grupo E partida possuindo um só incoterm o EXW (Ex Works Na Origem); Grupo F transporte principal não pago, possuindo três incoterms, FCA (Free Carier Livre no Transportador), FAS ( Free Alongside Ship Livre ao Lado do Navio) e FOB (Free on Board Livre a Bordo); Grupo C transporte principal pago, possuindo quatro incoterms, CFR (cost and Freight Custo e Frete), CIF (Cost, Insurance and Freight Custo, Seguro e Frete), CPT (Cariage Paid To Transporte Pago Até) e CIP (Cariage And Insurance Paid To Transporte e Seguro Pagos Até); e finalmente o Grupo D chegada, com cinco incoterms, DAF (Delivered At Frontier Netregue na Fronteira), DES (Delivered Ex Ship Entregue no Navio), DEQ (Delivered Ex Quay Entregue no Cais), DDU ( Delivered Duty Unpaid Entregue com Direitos não Pagos) e DDP (Delivered Duty Paid Entregue com Direitos Pagos). O uso destas diferentes expressões que aparecem visam atingir o máximo de consistência possível e desejável com respeito às várias interpretações que possam surgir nas negociações internacionais, é importante ressaltar também que alguns não são usados no Brasil, em função da nossa legislação, especificamente a que trata dos nossos regimes tributários. Tendo-se em vista que se conhece o perfil do produto, descrevem-se apenas os termos principais necessários para conhecimento da empresa. Os Incoterms FOB (via despacho marítimo) e FCA serão descritos a seguir de forma simples, facilitando a escolha do Incoterm mais apropriado nas negociações da empresa MK Infocenter. FOB (Free On board) Esse Incoterm é o mais utilizado no comércio internacional pela maior praticidade de o exportador ser responsável por todo trâmite dentro do seu país, e o importador pelos trâmites legais no país destino da operação. Desse modo, cada qual
6 fica responsável pelo processo em seu território, o que facilita de grande forma toda burocracia do local de origem e destino ser executada pela parte ativa do processo. O Incoterm Free On Board (livre a Bordo do navio) pode ser utilizado para transporte marítimo, hidroviário interno e de cabotagem, além de informar também que utilizando esse termo o vendedor cumpre sua obrigação quando entrega a mercadoria, desembaraçada para exportação e quando a mesma tenha cruzado a amurada do navio. Todos os riscos por danos ou perdas e qualquer custo adicional na operação são transferidos para o comprador nesse momento. De acordo com Nascimento (2000, p.1) o termo FOB compreende: [...] No Brasil, dois destes termos internacionais, são bastante conhecidos e erroneamente utilizados, os termos FOB e CIF. O termo FOB (Free on Board) significa que o exportador entrega as mercadorias quando elas transpõem a amurada do navio no porto de embarque nomeado. Vasquez (2001, p.64) descreve as obrigações e responsabilidades a serem arcados pelo vendedor na modalidade FOB: O vendedor obriga-se a: Fornecimento da mercadoria de acordo com o contrato: o vendedor deve fornecer as mercadorias e a fatura comercial de acordo com o contrato; Licenças, autorizações e formalidades: obter por sua própria conta e risco qualquer licença de exportação; Contratos de transporte e seguro: fica claro que nesta modalidade o vendedor não é responsável pela obtenção de frete e seguro; Entrega: Entregar as mercadorias a bordo do navio designado pelo comprador, no porto de embarque indicado, na data, ou dentro do período estabelecido e na forma habitual do porto; Transferência de riscos: o vendedor devera assumir todos os riscos de perda ou dano às mercadorias até o momento exato em que tenham cruzado a amurada do navio no porto de embarque designado; Divisão de custos: pagar todos os custos relacionados às mercadorias até o momento em que tenham cruzado a amurada do navio no porto de embarque designado. Pagar todos os custos de formalidades alfandegárias para exportação, bem como todos os direitos, impostos e outros encargos oficiais cobrados em razão da exportação. Vasquez (2001, p.66) discorre sobre as obrigações da parte interveniente nesse processo. O comprador deve então: Pagamento do preço: pagar o preço estabelecido no contrato de venda; Licença, autorizações e formalidades: obter a seu próprio risco e expensas qualquer licença de importação ou outra autorização oficial e cumprir com todas as formalidades alfandegárias para a importação das mercadorias e, quando necessário, para seu transito em outro país;
7 Contratos de transporte e seguro: contratar, a suas próprias expensas, o transporte das mercadorias, a partir do local indicado para embarque; Transferência de riscos: arcar com todos os riscos de perda ou dano às mercadorias a partir do momento em que tenham cruzado a amurada do navio, no porto de embarque indicado; Divisão de custos: pagar todos os custos relacionados com as mercadorias a partir do momento em que tenham cruzado a amurada do navio, no porto de embarque indicado Em vista disso, a utilização do Incoterm FOB para qualquer negociação internacional torna-se válida, pois cada participante da negociação responsabiliza-se pelos trâmites em seu país, e o custo operacional é diluído em ambas as partes. Face ao exposto, devem-se orientar ambas as partes dos devidos custos, riscos e procedimentos resultantes de uma negociação formalizada com esse Incoterm. Uma boa negociação é aquela em que ambas as partes atingem seus objetivos e realizam a operação com transparência e excelência. FCA (Free Carrier) O Incoterm FCA diferencia-se dos demais termos utilizados por ser utilizada em todo tipo de transporte internacional, inclusive multimodal. É de suma importância conhecer suas peculiaridades, pois se tende a ter contato com pequenos pedidos, de produtos com baixo volume, ou baixa quantidade de peças, como amostras, e é necessária sua utilização para despachar mercadorias através de empresas de Courier (empresa de transporte aéreo internacional expresso) ou semelhantes. Vasquez (2000, p. 52) explica: Free Carrier significa que o vendedor cumpre sua obrigação de entrega quando tenha encaminhado as mercadorias, desembaraçadas para exportação, à custodia do transportador nomeado pelo comprador, no local ou ponto determinado. Se o comprador não precisar esse, o vendedor pode escolher, dentro do perímetro do local estipulado, onde o transportador deverá assumir a custódia das mercadorias. O uso do termo FCA pode acontecer intercalando-se algum nome de local designado, como por exemplo, se o comprador delimitar que a mercadoria seja disponibilizada no Aeroporto de Navegantes, ele pode realizar a negociação com o termo FCA Forwarder / Aeroporto de Navegantes, e a mercadoria estará disponível para o comprador no seu representante (agente ou transportador aéreo) no Aeroporto de Navegantes na data estabelecida. Nessas condições, é responsabilidade do importador escolher alguma empresa de envio para indicar ao exportador aonde entregar a carga. Tem-se o conhecimento de que
8 muitas vezes, mesmo sem a necessidade oficial, o próprio importador consulta as transportadoras para conceder ao cliente um melhor atendimento buscando melhores condições de envio. Frente ao exposto, o conhecimento sobre Incoterms que possa ser utilizados em transportes diferenciados é de primordial necessidade, pois no comércio internacional, a pluralidade dos processos, riscos e problemas, é imensa. Tendo-se em base o segmento da empresa em questão, o termo deverá ser utilizado em inúmeras ocasiões, pois os componentes que se necessitam possuem baixíssimo volume, os quais requeiram uma modalidade aonde possam ser enviados quantidades e volumes menores. Escolha do Incoterm Buscou-se descrever de forma individual cada modalidade de poderia ser empregada na negociação em questão. Dessa maneira, coletou-se uma variada e ampla quantidade de informações que trazem as vantagens da utilização de cada Incoterm de acordo com o nível de responsabilidade do importador e do exportador, que serão apresentadas a seguir: - FOB: poderá ser utilizado no caso de transporte marítimo, hidroviário e de cabotagem, através de containers, porém no caso da empresa MK, que deseja importar produtos de baixíssimo volume, certamente não se mostra o termo a ser utilizado. Porém se demonstrou que esse é o termo mais utilizado no comércio internacional por proporcionar a cada interveniente do processo ser responsável pelos trâmites em seu país. - FCA: modalidade utilizada para todas as modalidades de transporte, com a mercadoria sendo entregue desembaraçada para exportação em uma transportadora internacional designada pelo importador. A responsabilidade do exportador termina ao entregar a mercadoria no transportador e todos os custos até o local de destino são de responsabilidade do importador. Assim, com a possibilidade de transportar a mercadoria em questão por meio de transporte aéreo, essa modalidade é a mais adequada quando o exportador não paga o transporte aéreo, ou seja, é aconselhável a negociação nesse Incoterm. Face ao exposto, a modalidade mais adequada a ser utilizada é a FCA. Então, a empresa exportadora se responsabilidade pela entrega dos produtos na empresa de transporte que for designada pelo importador desembaraçada para a exportação. O importador arca com os custos a partir daquele momento que compreendem o
9 transporte, o seguro, o desembaraço no Brasil e todos os custos necessários para liberar a mercadoria, junto com todos os impostos incidentes sobre a mercadoria. 2.3 MODALIDADES DE PAGAMENTO A escolha da melhor modalidade de pagamento é realizada através da análise do risco apresentado pelo comprador, quanto maior o risco da transação, mais segura e rígida tende a ser a modalidade de pagamento. Existem também riscos supranacionais, que são aqueles aonde o risco maior é de um colapso financeiro no País em questão, nessas condições o exportador pode requerer uma confirmação do crédito por alguma instituição financeira de outro país, o qual garantirá o pagamento da transação ao exportador. O pagamento de exportações realizadas por empresas brasileiras, assim como o pagamento de importações para o exterior, acontece através de contrato de câmbio com algum banco e pode ser celebrada para liquidação pronta, quando o fechamento do pagamento/recebimento acontece no ato da operação, ou então, futura quando o pagamento/recebimento for ocorrer numa data futura. Pagamento antecipado Quando o pagamento acontece em algum momento antes do recebimento da mercadoria é caracterizado o pagamento antecipado, porém no comércio exterior, esse mesmo termo pode compreender conceitos mais elaborados em comparação aos apresentados até hoje. Segundo Rebono (2004, p. 251) o pagamento antecipado compreende: Cabe ao importador efetuar o pagamento antes do embarque da mercadoria. O importador devera apresentar ao banco vendedor de moeda estrangeira a proforma invoice e o numero de Licença de Importação (LI) aprovada, se necessária para a operação. Somente após remeter o valor da transação e a confirmação do pagamento é que o exportador providenciará a exportação das mercadorias e o envio da respectiva documentação. Face ao exposto, nessa modalidade de pagamento, o exportador não corre nenhum risco na operação, pois somente embarca a mercadoria após atestar o recebimento do valor referente à mercadoria. Enquanto isso, o importador necessita de confiança no vendedor para acreditar que o envio será efetuado, pois supostamente não possui nenhuma garantia da concretização do recebimento da mercadoria. De praxe,
10 essa modalidade está presente em empresas interligadas que não apresentam risco do não cumprimento do negócio, ou então em negociações entre empresas que já possuem um histórico favorável onde exista grande confiança para antecipar o pagamento da compra. Pagamento à vista Nessa modalidade o pagamento acontece após o embarque da mercadoria e antes do desembaraço aduaneiro, conferindo a ambas as partes garantias na negociação. O vendedor (exportador) já terá embarcado as mercadorias, porém estas apenas serão desembaraçadas para entrega contra o aceite da operação pelo importador, e o importador, já terá a certeza de que a mercadoria já foi embarcada, e será desembaraçada após o aceite do negócio e pagamento ao exterior. Ou seja, ambas as partes tem garantias suficientes para não sair lesado. Segundo Rebono (2004, p. 252) o pagamento antecipado pode: Dependendo do grau de confiança do exportador, os documentos originais na importação podem ser enviados para o importador e este, solicitar o fechamento e a liquidação do câmbio para o banco ou a corretora. Casos contrários serão encaminhados diretamente ao banco tomador no Brasil, que só os liberará mediante fechamento e liquidação do contrato de câmbio. A partir da análise dos procedimentos e averiguação das seguranças dessa modalidade de pagamento, verifica-se que ambas as partes possuem garantias suficientes para efetuar uma boa negociação sem a ociosidade de espera pelo pagamento nem recebimento e ao mesmo tempo as mercadorias já estão a caminho do importador prontas para desembaraço (em posse dos documentos) e sem maiores restrições. Melhor modalidade para a empresa Este trabalho buscou identificar as modalidades de pagamentos que poderiam ser utilizadas em uma negociação internacional. Nesse aspecto, peculiaridades do país exportador devem influenciar na escolha de cada modalidade como também o nível de confiança entre as partes. Assim, desenvolveram-se as particularidades de cada modalidade de pagamento, como também os devidos riscos de cada interveniente na operação, sendo apresentado a seguir: - Pagamento antecipado: o pagamento é realizado antes do momento do embarque da mercadoria através da apresentação dos documentos de importação (Proforma Invoice e Licença de Importação). Somente depois de atestar o pagamento o exportador libera a mercadoria para ser enviada. O exportador não corre risco, pois
11 embarca a mercadoria somente depois de receber, porém o importador segue com todos os riscos possíveis tendo de confiar no exportador que a mercadoria será enviada. O pagamento antecipado é muito utilizado nas primeiras negociações onde inexista confiança entre as partes, ou então, quando o importador apresentar risco de não efetuar o pagamento (segue ele um risco da empresa ou de crise no governo). - Pagamento à vista: a mercadoria é embarcada e os documentos seguem para o banco (quando não existir muita confiança no importador) ou seguem diretamente para o banco negociador que só entregará os documentos após realizar o pagamento da operação. Assim, o exportador estará protegido, pois a mercadoria só será desembaraçada após o devido pagamento, e o importador, terá a certeza que após o pagamento a mercadoria será de sua responsabilidade. O pagamento à vista deve se tornar comum após algumas negociações com o mesmo exportador, e gera grande confiança e segurança entre ambas as partes. 2.4 TRANSPORTE INTERNACIONAL Em qualquer negociação internacional, existe a necessidade de levantar e designar a melhor modalidade de transporte, e também de levantar todos os custos pertinentes ao trajeto completo da mercadoria até o destino final. O levantamento das responsabilidades de transporte inicia-se a partir da escolha do Incoterm, delimitando as responsabilidades de comprador e vender quanto ao transporte das mercadorias. A escolha do melhor meio de transporte é responsável diretamente pelo preço final do produto entregue no local designado, uma escolha errada pode acarretar grandes prejuízos para a negociação, e o produto pode chegar ao destino sem viabilidade de comercialização. Transporte Marítimo O transporte marítimo compreende qualquer método de transporte pelo mar de mercadorias ou pessoas, sendo usado para viagens turísticas como também em transportes de longo curso de mercadorias. O transporte marítimo está presente em grande parte das negociações internacionais, capaz de levar desde pequenos volumes em despachos consolidados (aqueles onde um container é dividido em várias partes menores, contendo várias cargas de diferentes clientes), como até mesmo grandes peças e máquinas desmontadas.
12 No transporte marítimo um ponto forte é o baixo custo de envio, porém nessas negociações deve-se ter em mente os prazos de recebimento das mercadorias. O envio de mercadorias do continente asiático até o Brasil leva cerca de 45 dias, acarretando muitas vezes, uma demora imensa no recebimento das mercadorias. Num mercado imensamente volátil como a informática, esse pode ser o período necessário para o lançamento de um novo modelo e do abandono do anterior. Para essas modalidades, é sempre necessário certificar-se de que o transporte ocorrerá em uma companhia de confiança, capaz de manusear as mercadorias da melhor forma, e conferir ao dono da mercadoria maior segurança no envio. Nesses casos, a contratação de um seguro torna-se aconselhável e necessário, visto que os riscos e avarias são possíveis. Na grande maioria das movimentações portuárias são utilizados containers, que é um recipiente construído de material resistente com objetivo de proporcionar a segurança, inviolabilidade e agilidade da mercadoria no transporte. De acordo com Vieira (2003) o tipo mais utilizado de container é o modelo General Purpose (propósitos múltiplos). Compreendem estruturas de 20 e 40. Vieira (2003) explica as diferenças: Container de 20 : Medidas Externas: 20 x 8 x 8 6 (6,058 x 2,438 x 2,591 m) Medidas Internas: 19 4 x 7 8 x 7 10 (5,901 x 2,332 x 2,375 m) Máximo peso bruto de utilização: 24 toneladas Tara9: kg (correspondente ao peso bruto do cofre) Capacidade: 33m cúbicos Container de 40 : Medidas Externas: 40 x 8 x 8 6 (12,192 x 2,438 x 2,591 m) Medidas Internas: 39 6 x 7 8 x 7 10 (12,035 x 2,332 x 2,375 m) Máximo peso bruto de utilização: 30 toneladas Tara9: kg (correspondente ao peso bruto do cofre) Capacidade: 66m cúbicos Face ao exposto, o transporte por meio marítimo não se torna interessante para o transporte de MP3 Players, visto que apresentam baixos volumes e os mesmos devem ser rapidamente recebidos e comercializados. Porém para qualquer outro tipo de mercadoria, onde o avanço tecnológico não seja tão presente, e compreendam maiores volumes, o envio por transporte marítimo é o mais adequado, diminuindo os custos de envio e adequando a mercadoria ao melhor método de envio. Transporte Aéreo
13 O transporte por meio de aviões é certamente o método mais ágil, transportando as mercadorias, normalmente menores volumes, rapidamente. Envios que normalmente levariam 45 dias até a China, acontecem em cerca de 7 dias no envio aéreo. O transporte aéreo agiliza o processo de envio, em contrapartida onera o custo final do produto. O envio aéreo é realmente aconselhável para mercadorias de baixo volume e em casos onde o prazo é fator determinante. No caso de amostras ou pequenas remessas é o meio indicado de envio. Normalmente, acontece em casos onde a mercadoria não consiga ser embarcada até a data estipulada no transporte marítimo, e para cumprir os prazos estipulados o exportador arca com o envio das mercadorias no transporte aéreo. De acordo com Rebono (2004, p.260): O valor do frete dessa modalidade de transporte é considerado o mais alto entre os modais existentes, pois as tarifas utilizadas pelas companhias aéreas são calculadas sobre peso ou metragem cúbica, utilizando-se aquele que contribuir com maior receita; alem disso, o valor pelo armazenamento no aeroporto é cobrado sobre o valor aduaneiro, podendo onerar o custo da importação. Dessa forma, é necessário que o importador, antes de utilizar a modalidade de transporte aéreo, analise a real necessidade que tem da mercadoria, ou seja, sua urgência e todas as despesas que compõem o uso desse modal, pois, dependendo do tipo de mercadoria ou da quantidade a ser importada, o custo final utilizando o transporte aéreo poderá ser menor que o de outros modais. No Brasil, a responsável pela administração dos aeroportos e de seus armazéns de carga é o INFRAERO (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária), sendo responsável por receber as mercadorias da companhia aérea e armazenar em local adequado conforme natureza da mercadoria. Certamente, mercadorias perecíveis são armazenadas em locais pertinentes como eletrônicos e outros equipamentos são armazenados em locais seguros e convenientes. Sob essas condições, o transporte aéreo revela-se interessante para o envio de pequenas mercadorias (como os MP3 players em questão) e demonstra a agilidade do processo recebendo as mercadorias via aéreo. Acredita-se que em alguns anos, a partir do momento que ocorrer a intensificação do trafego de mercadorias, o frete tenda a diminuir, gerando assim, menores custos referentes ao envio das mercadorias. Porém a quantidade de prestadores de serviço de entrega aérea deverá acompanhar esse crescimento, para equilibrar o valor do frete cobrado.
14 Meio de transporte escolhido Como terceiro objetivo específico, este trabalho abordou os diversos meios de transporte utilizados no comércio internacional de mercadorias, buscando orientar o leitor a escolher e discernir entre o meio de transporte mais adequado ao produto. Um produto de menor volume pode ser facilmente transportado com velocidade e custo adequando, enquanto mercadorias de alto volume exigem um planejamento mais complexo. Assim, cada tipo de transporte se mostra mais adequado a determinado tipo de mercadoria levando-se em consideração o volume total a ser transportado. A seguir será exposto cada tipo de transporte com as mercadorias normalmente transportadas: - Transporte marítimo: nesse tipo de transporte normalmente são movimentadas mercadorias de grande volume, quantidade ou proporção. É o meio de transporte internacional mais utilizado no mundo, e por ele são transportados todos os tipos possíveis de produto. Podem ser utilizados vários tipos de container, específicos para cada tipo de produto. O grande problema desse meio de transporte é o tempo de transporte. - Transporte aéreo: o transporte aéreo é certamente o mais rápido e mais oneroso. Porém, para pequeno volume/peso pode ser considerado o mais adequado, visto em uma caixa de sapatos podem caber centenas de MP3 Players, esse é certamente o meio de transporte mais adequado. Enquanto no transporte marítimo o tempo de transporte chega facilmente a quarenta e cinco dias (China-Brasil), o transporte aéreo leva normalmente menos de sete. Assim, o transporte aéreo mostra-se o adequado para os produtos que a empresa MK Infocenter deseja importar. Com agilidade, segurança e um custo adequado os produtos podem ser recebidos diretamente com entrega local de uma empresa de courier internacional. 3 CONCLUSÃO A realização deste trabalho de pesquisa foi motivada pela relevância e necessidade da entrada de um número maior de empresas no mercado internacional. O Brasil necessita fortalecer sua imagem no cenário global, e ser visto com maior freqüência por pequenas e micro-empresas.
15 Quando uma empresa focada no mercado local decide iniciar as negociações buscando fortalecer a cadeia de suprimentos, deve optar pela ajuda de profissionais da área de comércio exterior. Em cada negociação serão visualizadas novas situações, onde, com paciência e o detrimento necessário obterão diferenciais competitivos no mercado onde atuam. Quando uma empresa decide entrar no mercado internacional, seja na importação ou exportação, deve ter um conhecimento mínimo para dar um formato adequado ao projeto. Dessa maneira, uma empresa que não possui nenhum conhecimento dos conceitos do comércio exterior, deve fomentar a idéia buscando bibliografias pertinentes aos processos de interesse. Concluiu-se que o Incoterm mais adequado para a negociação é o FCA Free Carrier, com o uso de transporte aéreo como mais ágil, aliados ao pagamento antecipado ao exportador chinês numa taxa de câmbio favorável, constituem o modelo apropriado e menos oneroso à importação de produtos importados da China. Assim, a empresa MK Infocenter pode importar produtos da China com grande agilidade em pequenos embarques, recebendo dentro de uma semana os produtos e rapidamente comercializando os mesmos no mercado interno. Dessa forma, aumenta a garantia de dependência ao dólar, como também mantém uma pauta de produtos atualizada e competitiva. É recomendada a utilização desse trabalho para empresas que estejam interessadas em iniciar as negociações de produtos importados da China, haja vista que propõe-se a continuidade do trabalho de pesquisa, como também o enriquecimento no levantamento de informações sobre o mercado Chinês comprovando que nenhum estudo termina por completo. IMPORTATION VIABILITY: Survey of the main pertinent concepts to the importation ABSTRACT With the globalization, the presence of differentiated electronic products comes growing in Brazil. Following this trend, company MK Infocenter questioned the basic knowledge necessary to initiate the importation of these products, in the case, MP3 Players. Through qualitative bibliographical exploration, ways had been raised to negotiate imported products, enclosing the modalities of payments, exchange, ways of transport and peculiarities them negotiations with the Chinese. One concluded that the
16 division of responsibilities through modality FCA, the use of air transportation, allies to the prepayment in one tax of favorable exchange, constitutes the appropriate and less onerous model to the importation of imported products of China. Keywords: Importation, China, Computer science. REFERÊNCIAS ACUFF, Frank L. Como negociar qualquer coisa com qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo. 2. ed. São Paulo: Senac, BORTATO, Artur César. Comércio Exterior: Teoria e Gestão. In: DIAS, Reinaldo. (Org); RODRIGUES, Waldemar. (Org); et al. Comércio Exterior Teoria e Gestão. São Paulo: Atlas, p COHEN, Herb. Você pode negociar qualquer coisa. 14. ed. Rio de Janeiro: Record, KEEDI, Samir; MENDONÇA, Paulo C.C.Transportes e seguros no comércio exterior. 2. ed. São Paulo: Aduaneiras, KOTLER, Philip. Administração de Marketing Análise, Planejamente, Implementação e Controle. 4. ed. São Paulo: Atlas, KOTLER, Philip. O Marketing das Nações. São Paulo: Futura, MAIA, Jaime de Mariz. Economia Internacional e Comércio Exterior. São Paulo: Atlas, MALHOTRA, Naresh K. Pesquisa de Marketing Uma Orientação Aplicada. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, MOREIRA, Benedito Fonseca. Fundamentos da Burocracia Brasileira. Disponível em: < Acesso em: 15 out NASCIMENTO, Saumínio da Silva. Incoterms Termos Internacionais de Comércio. Disponível em: < Acesso em: 15 out
17 REBONO, Maria. Comércio Exterior: Teoria e Gestão. In: DIAS, Reinaldo. (Org); RODRIGUES, Waldemar. (Org); et al. Comércio Exterior Teoria e Gestão. São Paulo: Atlas, p ROCHA, Paulo César Alves. Logística e Aduana. São Paulo: Aduaneiras, SCHULZ, Arlingo. Comércio Exterior para Brasileiros Coleção Livro Didático ed. Blumenau: Edifurb, VASQUEZ, José Lopes. Comércio Exterior Brasileiro SISCOMEX Importação e Exportação. 5. ed. São Paulo: Atlas, VIEIRA, Guilherme Bergmann Borges. Transporte Internacional de Cargas. 3. ed. São Paulo: Aduaneiras, 2003.
INCOTERMS. (International Commercial Terms)
Página 1 INCOTERMS (International Commercial Terms) André de Farias Albuquerque Recife PE 2016 Página 2 ANDRÉ DE FARIAS ALBUQUERQUE INCOTERMS (International Commercial Terms) Recife, janeiro de 2016. Página
INCOTERMS. (International Commercial Terms / Termos Internacionais de Comércio)
INCOTERMS INCOTERMS (International Commercial Terms / Termos Internacionais de Comércio) Servem para definir, dentro da estrutura de um contrato de compra e venda internacional, os direitos e obrigações
INCOTERMS GRUPO E ENTREGA NO ESTABELECIMENTO DO IMPORTADOR/ EXPORTADOR
Introdução Nas relações de Comércio Internacional, tanto o exportador quanto o importador devem agir de acordo com normas estabelecidas pelos órgãos competentes a fim de haver êxito na logística das mercadorias.
ZONAS FRANCAS. PDF criado com versão de teste do pdffactory. Para comprar, acesse www.divertire.com.br/pdffactory UNIDADE I PARTE II
RELAÇÕES INTERNACIONAIS DE COMÉRCIO Profª [ Sidney Jaciana Reis] Amorim UNIDADE I PARTE II ZONAS FRANCAS PRINCIPAIS CONCEITOS UTILIZADOS PORTO SECO LIVRE denominação dada as Zonas Francas onde não há portos
Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba FATEC-ID
Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba FATEC-ID Curso de Tecnologia em Disciplina: Volume 10: Gestão do Parte 3 2013 Este documento é para uso exclusivo da FATEC-ID. Nenhuma de suas partes pode ser veiculada,
Escola Secundária com 3º ciclo de Paços de Ferreira
INCOTERMS CATARINA CAMPOS, Nº7 CATARINA PINTO, Nº8 12ºS INCOTERMS Os INCOTERMS (International Commercial Terms) podem ser considerados como um conjunto de regras internacionais de carácter facultativo
Logística. Oliveira, Felipe Flausino de. Logística : incoterms / Felipe Flausino de Oliveira. Varginha, slides : il.
Logística Oliveira, Felipe Flausino de. O48l Logística : incoterms / Felipe Flausino de Oliveira. Varginha, 2015. 23 slides : il. Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader Modo de Acesso: World Wide Web
Contratos e Convenções: INCOTERMS 2010
COMÉRCIO INTERNACIONAL Contratos e Convenções: INCOTERMS 2010 Pontos 9 e 12 do programa Prof.Nelson Guerra INCOTERMS Terms Commerce International ou Termos de comércio Internacional PAÍSES ONDE OS INCOTERMS
COMO REDUZIR CUSTOS E PROBLEMAS COM TRANSPORTE INTERNACIONAL E LOGÍSTICA
COMO REDUZIR CUSTOS E PROBLEMAS COM TRANSPORTE INTERNACIONAL E LOGÍSTICA INSTITUTO MERCOSUL Ariane Canestraro a. Eleger o melhor meio de Transporte: Aéreo urgências x tarifas premium Marítimo LCL / FCL
INCOTERMS Check list para uma boa utilização na prática
INCOTERMS 2010 INCOTERMS 2010 1. O que são? 2. Antecedentes históricos e evolução 3. Elementos chave 4. 2 classes & principais diferenças entre D e C 5. As obrigações ao abrigo de cada regra Incoterms
Faculdade Salesiana Dom Bosco de Piracicaba
Faculdade Salesiana Dom Bosco de Piracicaba Ana Paula Haypas Olvera Gabriela Itália Sartori Lucas Selles Marina Feo Luís Henrique João Comércio Exterior Contrato de Compra e Venda Internacional Piracicaba
Contratos Internacionais de Compra e Venda & Incoterms
Contratos Internacionais de Compra e Venda & Incoterms O contrato internacional é formal, bilateral, consensual, oneroso e comutativo, o que pressupõe agentes autônomos, livre formação de suas vontades
Prof. Glauco Carvalho. INCOTERMS e LOGÍSTICA INTERNACIONAL
Prof. Glauco Carvalho INCOTERMS e LOGÍSTICA INTERNACIONAL INCOTERMS Em qualquer transação de compra e venda internacional as responsabilidades se dividem. A globalização promoveu a criação de uma normatização
MÓDULO 5 Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS)
MÓDULO 5 Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS) Os INCOTERMS são regras criadas pela Câmara de Comércio Internacional (CCI) para administrar conflitos que possam existir através da interpretação
9. INCOTERMS. CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio FONTES: Exterior. São Paulo: Aduaneiras, 2010.
9. INCOTERMS CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio FONTES: SILVA, Luiz Augusto Tagliacollo. Logística no Comércio Exterior. São Paulo: Aduaneiras, 2010. SOUZA, José Meireles de Sousa. Gestão do Comércio
VISÃO GERAL - INCOTERMS COMÉRCIO INTERNACIONAL. Contratos e Termos Internacionais de Comércio: INCOTERMS 2000
COMÉRCIO INTERNACIONAL VISÃO GERAL - INCOTERMS Contratos e Termos Internacionais de Comércio: INCOTERMS 2000 Prof.Nelson Guerra Concurso Receita Federal EXW Ex Works Tradução: Na Origem Exemplo: EXW-Curitiba
INCOTERMS: Definições e Responsabilidades Estabelecidas. INCOTERMS: Definitions and Responsibilities Established
Eixo Temático: Relações Internacionais INCOTERMS: Definições e Responsabilidades Estabelecidas INCOTERMS: Definitions and Responsibilities Established Iliane Colpo, Ana Paula de Azevedo Dal Pozzolo,Rafael
Unidade. Importação. Mercado UNME SEBRAE/PA
Unidade Importação de Mercado UNME SEBRAE/PA Importação É o processo que consiste em trazer um bem ou um serviço, do exterior para o país. O procedimento deve ser efetuado via nacionalização do produto
Agenciamento de Cargas Importação Marítima
Agenciamento de Cargas Importação Marítima Jailson de Souza Agenciamento de Cargas Definição Sistemática, como trabalha, intermediários, contratação de serviços Vantagens do Agenciamento de Cargas O que
Programa Comex Infoco. Tema: Introdução e Prática dos Incoterms
Programa Comex Infoco Tema: Introdução e Prática dos Incoterms Apresentação do Professor Cristiane Padilha Palomin Insira uma foto de perfil Profissional com mais de 20 anos de experiência na área de Comércio
Desembarque no local de entrega no destino Marco da transferência de risco da mercadoria negociada
INCOTERMS Definições para interpretar as fórmulas contratuais Elaboradas pelas Câmara de Comércio Internacional (CCI) São termos facilitadores na redação do contrato de compra e venda, mas não são obrigatórios
Termos Internacionais de Comércio EXW FCA FAS FOB CFR CIF CPT CIP DAP DAT DDP
Termos Internacionais de Comércio EXW FCA FAS FOB CFR CIF CPT CIP DAP DAT DDP Aspectos Gerais Cada vez mais as empresas recorrem às potencialidades do mercado global. Neste contexto é necessária a perfeita
Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS 2010)
PUCGO 2014 Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS 2010) Convenção das Nações Unidas sobre Contratos de Compra e Venda Internacional de Mercadorias (Convenção de Viena) Regras estándar internacionalmente
ADMINISTRAÇÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR
ADMINISTRAÇÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR MÓDULO ACE- Administração de Comércio Exterior Rev.: 00 Página.1 de 19 INDICE (Utilize os marcadores para navegar na barra do lado esquerdo) ADMINISTRAÇÃO DE COMÉRCIO
INCOTERMS 2000-2010. samir keedi. [email protected]
INCOTERMS 2000-2010 samir keedi [email protected] INCOTERMS 2000-2010 PUBLICAÇÃO Nº 560 / 715E VIGOR A PARTIR DE 01.01.2000 / 2011 CÂMARA DE COMÉRCIO INTERNACIONAL CCI - PARIS O QUE É E O OBJETIVO
Unidade II RECURSOS MATERIAIS E. Profa. Marinalva Barboza
Unidade II RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Profa. Marinalva Barboza Compras no contexto logístico Compras no contexto logístico Essa cadeia é essencial e de extrema importância para todas as áreas: Gestor
ELABORAR DU-E NOTA FISCAL ELETRÔNICA
ELABORAR DU-E NOTA FISCAL ELETRÔNICA A DU-E poderá ser elaborada por serviço ou por tela, sendo o documento preenchido campo a campo. O declarante ou o próprio exportador irá informar os dados da operação
International Commercial Terms. Incoterms e Procedimentos Para o Comércio Exterior Conceitos Básicos. Eduardo Leoni Machado Junho/2012
International Commercial Terms Incoterms e Procedimentos Para o Comércio Exterior Conceitos Básicos Eduardo Leoni Machado Junho/2012 Incoterms Definição e Conceito International Commercial Terms (Termos
Aula 11 TERMOS INTERNACIONAIS DE COMÉRCIO - (INTERNATIONAL COMMERCIAL TERMS - INCO- TERMS). MAIA (2007) apresenta a Convenção de Genebra
Aula 11 TERMOS INTERNACIONAIS DE COMÉRCIO - (INTERNATIONAL COMMERCIAL TERMS - INCO- TERMS). MAIA (2007) apresenta a Convenção de Genebra Em 1931, os países membros da Liga das Nações (Órgão, naquela época,
Dicas na Liberação Aduaneira de Embarque de Importação
Dicas na Liberação Aduaneira de Embarque de Importação Como Evitar Problemas, Multas, Atrasos e Custos Extras em uma Importação? Apresentação do Professor Professora: Ariane Canestraro. Administradora
T p i o p s o d e d expo p r o tação
Tipos de exportação Docente: Fernanda Lisboa Processos de importação e exportação Santos / SP Exportações livres A maioria das exportações brasileiras estão livres de quaisquer restrições, controles ou
Unidade II SISTEMÁTICA DE. Profa. Lérida Malagueta
Unidade II SISTEMÁTICA DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO Profa. Lérida Malagueta Comércio internacional Brasil: temos Procon / SPC Comércio Internacional: Necessidade de criação de órgãos, como: Fundo Monetário
INCONTERMS 2010. Grupo E (Partida) EXW EX Works A partir do local de produção ( local designado: fábrica, armazém, etc.)
Numa negociação internacional, é muito importante que o gestor comercial esclareça com o seu cliente quais serão as condições de entrega a praticar para a mercadoria que vai ser transacionada, ou seja,
CONTRATOS E INCOTERMS. Sobre contratos que regulamentam as importações e as exportações, é possível afirmar que
CONTRATOS E INCOTERMS 01 - (CODESP/2011) Um contrato internacional de compra e venda de mercadorias é um instrumento complexo, pois inclui não somente as condições de compra e venda, mas também acordos
CONTABILIDADE GERAL. Procedimentos Específicos. Importação e Exportação Tratamento Contábil Parte 1. Prof. Cláudio Alves
CONTABILIDADE GERAL Procedimentos Específicos Prof. Cláudio Alves No que diz respeito às operações de importação e exportação de bens envolve frequentemente a contratação de serviços de terceiros, o reconhecimento
COMO EXPORTAR AMOSTRAS PARA O BRASIL?
COMO EXPORTAR AMOSTRAS PARA O BRASIL? Se os passos deste procedimento não forem seguidos, existe o risco das seguintes penalidades para o importador: (I) Apreensão da amostra e/ou (II) Multa a ser paga
SEMINÁRIO TEMÁTICO VII: COMÉRCIO EXTERIOR EXEMPLO 1 EXEMPLO 2 AULA 02: OS FLUXOS COMERCIAIS BRASILEIROS
SEMINÁRIO TEMÁTICO VII: COMÉRCIO EXTERIOR AULA 02: OS FLUXOS COMERCIAIS BRASILEIROS TÓPICO 04: TERMOS INTERNACIONAIS DE COMÉRCIO No tópico anterior você teve a oportunidade de conhecer os órgãos responsáveis
Serviços em Comércio Exterior
INCOTERMS Os Incoterms (International Commercial Terms / Termos Internacionais de Comércio) foram instituídos em 1936 pela Câmara Internacional do Comércio com o intuito de fornecer regras internacionais
O Uso dos Incoterms na Exportação
O Uso dos Incoterms na Exportação Por JOSÉ ELIAS ASBEG Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil Belém - Pará Nas exportações brasileiras, são aceitas quaisquer condições de venda praticadas no comércio
www.commex.com.br [email protected]
CURSO DE INICIAÇÃO À EXPORTAÇÃO Módulo I www.commex.com.br [email protected] 1 SUMÁRIO 1 DRAWBACK... 03 1.1 Formas de Classificação... 03 1.2 Mercadorias Admitidas no Regime... 04 1.3 Modalidades de
Aula Nº 15 Contratos Mercantis
Aula Nº 15 Contratos Mercantis Objetivos da aula: Nesta aula, vamos conhecer os contratos mercantis mais usuais, suas características e as normas que os disciplinam. 1. NOÇÕES GERAIS Contrato é um negócio
Glossário Alfandega. Apólice. Balança comercial. Cobrança documentaria
Glossário Alfandega Alfândega (do árabe al-fundaq, "hospedaria", "estalagem") ou aduana (do árabe addīwān, "registro", "escritório") é uma repartição governamental oficial de controlo do movimento de entradas
INCOTERMS INTERNATIONAL RULES FOR INTERPRETATION OF TRADE RULES REGRAS INTERNACIONAIS PARA A INTERPRETAÇÃO DE TERMOS COMERCIAIS REVISÃO 2010
INCOTERMS INTERNATIONAL RULES FOR INTERPRETATION OF TRADE RULES REGRAS INTERNACIONAIS PARA A INTERPRETAÇÃO DE TERMOS COMERCIAIS REVISÃO 2010 INCOTERMS São cláusulas que definem responsabilidades e obrigações
UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP CAMPUS: BRASÍLIA CURSO: ADMINISTRAÇÃO
UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP CAMPUS: BRASÍLIA CURSO: ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA - ASL INCOTERMS TERMOS INTERNACIONAIS DE COMÉRCIO ALUNOS: CRISTINA LOPES DE MIRANDA GISELE OISIOVICI
INCOTERMS { CLIQUE NOS INCOTERMS PARA SABER MAIS}
INCOTERMS { CLIQUE NOS INCOTERMS PARA SABER MAIS} 2010 INCOTERMS 2010 EX WORKS (EXW)... 3 FCA (FREE CARRIER)... 3 FAS (FREE ALONGSIDE SHIP)...4 FOB (FREE ON BOARD)...4 CFR (COST AND FREIGHT)...5 CIF (COST
Aprendendo a Exportar INCOTERMS INCOTRADES
Aprendendo a Exportar INCOTERMS INCOTRADES Grupo Mainá Moratori, Ana Carolina Seccato, André Ramalho, Raphael Fassoni, Fábio Bugatti, Sâmia Perone, Thaís Machado Quem somos e o que fazemos? Empresa criada
Programa Comex Infoco. Tema: Potenciais de Exportação para a América Latina
Programa Comex Infoco Tema: Potenciais de Exportação para a América Latina Apresentação do Professor Professor Lellis Pós graduado em Gestão de empresas e docência pela FGV, ampla vivência comercial na
O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO : COMPETITIVIDADE PERENIDADE SOBREVIVÊNCIA EVOLUÇÃO
O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO : COMPETITIVIDADE PERENIDADE SOBREVIVÊNCIA EVOLUÇÃO orienta na implantação e desenvolvimento do seu negócio de forma estratégica e inovadora O QUE SÃO PALESTRAS
COMÉRCIO INTERNACIONAL
COMÉRCIO INTERNACIONAL Prof.Nelson Guerra Sobre o autor: Pós-graduado em Comércio Exterior e Mercosul, Pós-graduado em MBA-Finanças. Graduado em Letras Luso-Anglicanas, Funcionário da extinta CACEX - Carteira
COMÉRCIO EXTERIOR. Incoterms 2000 PROF. NORBERTO RODRIGUES
COMÉRCIO EXTERIOR Incoterms 2000 PROF. NORBERTO RODRIGUES Histórico 1936 - Câmara de Comércio Internacional - CCI, publicou série de normas para interpretação dos mais importantes termos utilizados no
FLUXOGRAMA DE EXPORTAÇÃO
FLUXOGRAMA DE EXPORTAÇÃO 1. PLANEJAMENTO Novos mercados; Mais lucros; Mais empregos Separar uma parte da produção para o mercado interno e outra para o mercado externo, pois a exportação é um processo
AQUILES VIEIRA. Teoria e Prática Cambial. Exportação e importação. 2ª edição. Editora Lex
AQUILES VIEIRA Teoria e Prática Cambial Exportação e importação 2ª edição Editora Lex São Paulo 2005 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Vieira,
GUIA PRÁTICO DE APOIO ÀS EXPORTAÇÕES
GUIA PRÁTICO DE APOIO ÀS EXPORTAÇÕES 1. Aspectos operacionais 1.1 Roteiro para exportação 1º Passo Efetuar o registro de exportador na Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento,
GRUPO C Transporte principal pago pelo exportador (riscos do importador)
Na última aula, estudamos os INCOTERMS dos grupos E e F. Agora, discutiremos os INCOTERMS dos grupos C e D. Claro que nosso objetivo é identificar quais despesas (custos) e quais riscos (responsabilidade
SEGUROS E RISCOS EM TRANSPORTE INTERNACIONAL. Profª MSc Cristiana Rennó D Oliveira Andrade
SEGUROS E RISCOS EM TRANSPORTE INTERNACIONAL Profª MSc Cristiana Rennó D Oliveira Andrade TRANSPORTE INTERNACIONAL Transporte Internacional: comercial e global progresso e desenvolvimento troca e circulação
Contrato de Câmbio na Exportação.
Contrato de Câmbio na Exportação. A Momento da Contratação B Liquidação do contrato de câmbio C Alteração D Cancelamento E Baixa do Contrato de Câmbio F Posição de Câmbio: nivelada, comprada e vendida.
COMÉRCIO INTERNACIONAL EM EXERCÍCIOS P/ RFB Prof. RICARDO VALE AULA 08: CONTRATOS INTERNACIONAIS E INCOTERMS
AULA 08: CONTRATOS INTERNACIONAIS E INCOTERMS Olá, amigos concurseiros, tudo bem? Hoje falaremos de um assunto que, tradicionalmente, sempre é cobrado nos concursos da RFB. Eu diria, inclusive, que se
SEGURO DE LUCROS CESSANTES
Data: 09/10/2017 Prova: PROVA REGULAR DEMAIS RAMOS MOD 2 - Tipo B Tipo: B SEGURO DE LUCROS CESSANTES 1) ANALISE AS PROPOSIÇÕES A SEGUIR E DEPOIS MARQUE A ALTERNATIVA CORRETA O pequeno volume de arrecadação
ANÁLISE DAS INCOTERMS E REDUÇÃO DE CUSTOS NAS EXPORTAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL DO SETOR FUMAGEIRO
ANÁLISE DAS INCOTERMS E REDUÇÃO DE CUSTOS NAS EXPORTAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL DO SETOR FUMAGEIRO Márcio Eifert 1 Cesar Augusto Bay 2 Vinícius C. S. Zonatto 3 RESUMO Este trabalho
Informações INCOTERMS 2010 - versão 1.0-19/08/2015 1/7. Informa
Informações INCOTERMS 2010 - versão 1.0-19/08/2015 1/7 Informa INCOTERMS 2010 Tendo em vista a publicação do Incoterms 2010 pela Câmara de Comércio Internacional (International Chamber of Commerce - ICC)
SEGUROS DE TRANSPORTES E RCT
Data: 09/10/2017 Prova: PROVA REGULAR DEMAIS RAMOS MOD 2 - Tipo A Tipo: A SEGUROS DE TRANSPORTES E RCT 1) MARQUE A ALTERNATIVA CORRETA Nos transportes internacionais, quando o transporte e a venda de mercadoria
NEGOCIOS INTERNACIONAIS INCOTERMS
NEGOCIOS INTERNACIONAIS INCOTERMS MSc.RICARDO LOZANO Por que Logística Internacional? Tendências para Globalização 51 das 100 maiores economias do mundo são corporações, não países!! Wal-mart é maior do
INCOTERMS. Incoterms 2010 Novos Termos DAP e DAT. Versão Siscomex Incoterms 1990 CPT FCA CIP EXW DDP FOB DDU CFR DES DEQ. Outros: FAS e DAF CIF
INCOTERMS CPT FCA CIP EXPORTADOR Frete Internacional Seguro Internacional IMPORTADOR EXW FOB CFR DES DDU DDP Outros: FAS e DAF CIF DEQ Versão Siscomex Incoterms 1990 Incoterms 2010 Novos Termos DAP e DAT
CURSOS ON-LINE COMÉRCIO INTERNACIONAL CURSO REGULAR PROFESSORES: RODRIGO LUZ E MISSAGIA AULA 09 INCOTERMS (INTERNATIONAL COMMERCIAL TERMS)
AULA 09 INCOTERMS (INTERNATIONAL COMMERCIAL TERMS) Olá pessoal. Hoje falaremos sobre o tema Incoterms, que tanto cai nas provas. É a nossa última aula. As próximas serão ministradas pelo professor Rodrigo
EXERCÍCIOS DE ECONOMIA INTERNACIONAL E COMEX. 1 - Ao se eleger um Incoterm para uma operação comercial, as partes definem
EXERCÍCIOS DE ECONOMIA INTERNACIONAL E COMEX 1 - Ao se eleger um Incoterm para uma operação comercial, as partes definem a) a modalidade de transporte e a forma de contratação e liquidação de câmbio b)
INCOTERMS A importância da ferramenta no comércio internacional (revisão de 2010)
Universidade Tuiuti do Paraná Artigo de conclusão de curso MBA em Relações internacionais, negociação e comércio exterior INCOTERMS A importância da ferramenta no comércio internacional (revisão de 2010)
LOGÍSTICA E FATORES INTERVENIENTES DOS INCOTERMS
LOGÍSTICA E FATORES INTERVENIENTES DOS INCOTERMS Enderson Rafael Paula da Silva Graduação em Tecnologia em Comércio Exterior pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte.
ANALISTA DE LOGÍSTICA EM COMÉRCIO EXTERIOR
CURSO FORMAÇÃO ANALISTA DE LOGÍSTICA EM COMÉRCIO EXTERIOR PROGRAMA DO CURSO 0800-718-3810 / 4062-0660 - Ramal: 0405 www.abracomex.org /abracomexadm /abracomex FORMAÇÃO ANALISTA DE LOGÍSTICA EM COMÉRCIO
1 Visão Geral. 2 Instalação e Primeira Utilização. Manual de Instalação do Gold Pedido
Manual de Instalação do Gold Pedido 1 Visão Geral Programa completo para enviar pedidos e ficha cadastral de clientes pela internet sem usar fax e interurbano. Reduz a conta telefônica e tempo. Importa
Prof.Msc.Ricardo Lozano PUCGOIAS 2014
Prof.Msc.Ricardo Lozano PUCGOIAS 2014 FLUXOGRAMA DE EXPORTAÇÃO 1 - PLANEJAMENTO Novos mercados Mais lucros Mais empregos Maior escala de produção e vendas Separar uma parte da produção para o mercado interno
Evidenciação das Receitas provenientes dos Incoterms: Estudo de Caso da exportadora Brasil Foods S.A.
Evidenciação das Receitas provenientes dos Incoterms: Estudo de Caso da exportadora Brasil Foods S.A. Paula Miglioli da Cunha Alves 1 [email protected] Resumo: Diante das mudanças ocorridas no âmbito
INSTRUÇÃO HELIBRAS ATENDIMENTO AOG PARA SUBSIDIÁRIAS DO GRUPO AIRBUS HELICOPTERS
ATENDIMENTO AOG PARA SUBSIDIÁRIAS DO GRUPO AIRBUS HELICOPTERS SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO... 3 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA E APLICÁVEIS... 3 3.1. DOCUMENTOS APLICÁVEIS... 3 3.2. DOCUMENTOS
MBA GESTÃO DE PORTOS UNAERP CAMPUS GUARUJÁ. Gargalos logísticos na retro área do porto de Santos
MBA GESTÃO DE PORTOS UNAERP CAMPUS GUARUJÁ Gargalos logísticos na retro área do porto de Santos Autor David dos Santos Carreira UNAERP - Universidade de Ribeirão Preto - Campus Guarujá [email protected]
Orientações Consultoria de Segmentos NFC-e e as Modalidades do Frete
NFC-e e as 31/03/2017 Sumário 1 Questão... 3 2 Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3 Análise da Consultoria... 3 3.1 Frete Modalidades... 4 3.2 Frete tipo CIF... 4 3.3 Frete tipo FOB... 5 3.4 Quanto
Fundo de Investimento em Direitos Creditórios FIDC
Renda Fixa Fundo de Investimento em Direitos Creditórios FIDC Fundo de Investimento em Direitos Creditórios O produto O Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) é uma comunhão de recursos que
ANALISTA DE LOGÍSTICA EM COMÉRCIO EXTERIOR
CURSO FORMAÇÃO ANALISTA DE LOGÍSTICA EM COMÉRCIO EXTERIOR PROGRAMA DO CURSO 0800-718-3810 / 4062-0660 - Ramal: 0405 www.abracomex.org /abracomexadm /abracomex FORMAÇÃO ANALISTA DE LOGÍSTICA EM COMÉRCIO
MINISTÉRIO DO COMÉRCIO
MINISTÉRIO DO COMÉRCIO Agência para a Promoção de Investimento e Exportações MANUAL DO EXPORTADOR Procedimentos Administrativos Luanda, 10 de Julho de 2015 INDICE I. INTRODUÇÃO 2 II. PREAMBULO...2 III.
IMPORTAÇÃO: A BUROCRACIA NOS PORTOS BRASILEIROS
213 IMPORTAÇÃO: A BUROCRACIA NOS PORTOS BRASILEIROS Micheli Jovana Wagner Rechenmacher 1 Henrique Assis Dörr 2 RESUMO A globalização atinge todas as empresas, e com isso surge nelas a necessidade de inovar
Drawback. 1. O que é o regime de drawback?
Drawback 1. O que é o regime de drawback? O drawback é um regime aduaneiro especial que consiste na suspensão, isenção ou restituição dos tributos incidentes nos produtos utilizados no processo produtivo
