HIDROVIAS DO SUDESTE / SUL
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- Daniela Pinheiro Rico
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1 HIDROVIAS DO SUDESTE / SUL OS DESAFIOS DA INTERMODALIDADE HIDROVIA TIETÊPARANÁ Departamento Hidroviário Oswaldo F. Rossetto Jr. Diretor Agência Nacional de Transportes Aquaviários ANTAQ 30 de agosto de 2006
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3 ECLUSAS, CANAIS E SINALIZAÇÃO NA HIDROVIA TIETÊPARANÁ
4 DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA, PROTEÇÃO DE PILARES E AMPLIAÇÃO DE VÃOS DE PONTES
5 HIDROVIA TIETÊ PARANÁ RESTRIÇÕES COM DESMEMBRAMENTO DE COMBOIOS SITUAÇÃO EM FEVEREIRO DE 2006
6 OBRAS COMPLEMENTARES NA HIDROVIA TIETÊ PARANÁ MOEDA: R$ 10^3 BASE: Jun 2006 PROGRAMA / OBRAS ITEM Recurso 2006 ( Eliminação de Restrições Operacionais na HTP ) 1 Ampliação de Vãos de Navegação e Proteção de Pilares nos Cruzamentos com pontes Rodoviárias e Ferroviárias. 1.1 Estudo de alternativas para ampliação de vãos de pontes. 1.2 SP 255 rio Tietê Implantação Proteção dos Pilares do Vão de Navegação. 1.3 Acompanhamento Técnico Obras da SP E E/U TOTAL E SP 333 rio Tietê Ampliação do Vão de Navegação. E/U SP 425 rio Tietê Ampliação do Vão de Navegação. E/U Ferroviaria Ayrosa Galvão Ampliação do Vão de Navegação E SP 191 rio Tietê Ampliação do Vão de Navegação. E SP 147 rio Tietê Relocação / Nova Proteção e Nova Ponte. E Ampliação e Retificação de Canais de Navegação Existentes Res. Ibitinga Canal de acesso à montante da Eclusa. E/U Res. Ibitinga Derrocamento a frio a jusante de Bariri. E Res. Nova Avanhandava Canal de aproximação da ponte da SP 425. E/U Res. Bariri Canal submerso entre Igaraçu e jusante da Eclusa de Barra Bonita. E/U 2.5 Res. Barra Bonita rio Tietê Retificação em trechos de rota do Km 25 ao 110 e remoção de pontos altos. E Rota de Navegação do rio Piracicaba Retificação com destocamento submerso em 25 km de rota. E Modernização Tecnológica e Monitoramento Ambiental 3.1 Aquisição de Equipamentos de Segurança Fornecimento e Instalação de Pontos de Espera. E/U 3.2 Implantação do Sistema de Monitoramento e Controle Operacional da Hidrovia Tietê Paraná. E SUB TOTAL ( RECURSOS DH / ESTADO / UNIÃO ) 4 OBRAS A CARGO DAS GERADORAS 4.1 CESP Proteção dos Pilares do Vão de Navegação da Ponte dos Barrageiros. 4.2 AES Tietê: Garagem de Espera do canal a jusante da Ponte da SP Barra Bonita Alteamento da Máscara de jusante da Eclusa Ibitinga Modernização do Sistema de Defensas do Muro Guia Fixo a jusante da Eclusa Promissão Amortecedor de ondas da Eclusa TOTAL ( RECURSOS DH / ESTADO / UNIÃO e GERADORAS ) Gilberto_DH/InvestimHTP / Obras HTP 06_09 RecursosDH_Estado_União_CESP_AES_jun ( R$ x 10³ ) ( R$ x 10³ ) Legenda: E U ( Estado ) ( União )
7 HIDROVIA TIETÊ PARANÁ RESTRIÇÕES COM DESMEMBRAMENTO DE COMBOIOS SITUAÇÃO APÓS 2008 COM CONCLUSÃO DO PROGRAMA DE OBRAS
8 CONTROLE OPERACIONAL VARIAÇÃO DOS NÍVEIS DOS RESERVATÓRIOS RESERVATÓRIO DE BARRA BONITA 451,50 450,50 449,50 448,50 447,50 446,50 445,50 444,50 443,50 442,50 RESERVATÓRIO DE PROMISSÃO 384,50 384,00 383,50 383,00 382,50 382,00 381,50 381,00 380,50 380,00 RESERVATÓRIO DE TRÊS IRMÃOS COTA MÉDIA REGISTRADA COTA MÍNIMA DE NAVEGAÇÃO PROVISÓRIO ( 325,40 ) 21/2/03 21/3/03 21/4/03 21/5/03 21/6/03 21/7/03 21/8/03 21/9/03 21/10/03 21/11/03 21/12/03 21/4/02 21/5/02 21/6/02 21/7/02 21/8/02 21/9/02 21/10/02 21/11/02 21/12/02 21/1/03 21/8/01 21/9/01 21/10/01 21/11/01 21/12/01 21/1/02 21/2/02 21/3/02 21/6/01 21/7/01 21/4/01 21/5/01 21/8/00 21/9/00 21/10/00 21/11/00 21/12/00 21/1/01 21/2/01 21/3/01 21/2/00 21/3/00 21/4/00 21/5/00 21/6/00 21/7/00 325,40 21/9/99 21/10/99 21/11/99 21/12/99 21/1/00 328,50 328,00 327,50 327,00 326,50 326,00 325,50 325,00 324,50 324,00 323,50 323,00
9 CONTROLE OPERACIONAL VARIAÇÃO DOS NÍVEIS DOS RESERVATÓRIOS 12/05 12/05 11/05 11/05 10/05 10/05 9/05 9/05 8/05 8/05 6/05 7/05 7/05 RESERVATÓRIO DE TRÊS IRMÃOS 6/05 5/05 5/05 4/05 3/05 2/05 1/05 12/04 11/04 COTA MÍNIMA DE NAVEGAÇÃO 4/05 3/05 2/05 1/05 12/04 11/04 10/04 9/04 RESERVATÓRIO DE PROMISSÃO 10/04 COTA MÉDIA REGISTRADA COTA MÍNIM A DE NAVEGAÇÃO 9/04 8/04 7/04 6/04 5/04 4/04 8/04 7/04 6/04 5/04 4/04 3/04 3/04 2/04 COTA MÉD IA REGISTRAD A 12/05 11/05 10/05 9/05 8/05 7/05 PROVISÓRIO ( 325,40 ) 6/05 4/05 3/05 2/05 MÍNIMA DE NAVEGAÇÃO 5/05 1/05 COTA 12/04 11/04 9/04 8/04 7/04 COTA MÉDIA REGISTRADA 10/04 6/04 5/04 4/04 3/04 2/04 325,40 1/04 328,50 328,00 327,50 327,00 326,50 326,00 325,50 325,00 324,50 324,00 323,50 323,00 2/04 384,50 384,00 383,50 383,00 382,50 382,00 381,50 381,00 380,50 380,00 1/04 451,50 450,50 449,50 448,50 447,50 446,50 445,50 444,50 443,50 442,50 1/04 RESERVATÓRIO DE BARRA BONITA
10 Implantação de Melhorias Operacionais Indicadores Na via navegável Implantação de pontos de espera (unidades) Construção / Aprofundamento de canais (m) ,5 2,5 2,5 2,7 2,8 (*) 2,9 (*) Sistema antiincêndio Sistema de Controle CFTV Muro Guia 1 1 Ampliação de vão Proteção de pilares Implantação de sinalização luminosa Calado (m) Nas eclusas unidades Nas pontes unidades (*) Calado em função das condições hidrológicas favoráveis
11 INVESTIMENTOS PRIVADOS ESTALEIROS E EMBARCAÇÕES
12 INVESTIMENTOS PRIVADOS TERMINAIS
13 HIDROVIA TIETÊPARANÁ TOTAL HTP TOTAL HTP CARGAS FARELO DE SOJA ÓLEO DIESEL SORGO AÇÚCAR XAROPE DE CANA CALCÁRIO AREIA MADEIRA / CARVÃO ARROZ PROJETADA SOJA ÓLEO VEGETAL MILHO TRIGO ÁLCOOL CANA ADUBO CASCALHO MANDIOCA PNEUS SOJA ÓLEO VEGETAL MILHO TRIGO ÁLCOOL CANA ADUBO CASCALHO MANDIOCA PNEUS Produção (TKU X 10 ) FARELO DE SOJA ÓLEO DIESEL SORGO AÇÚCAR XAROPE DE CANA CALCÁRIO AREIA MADEIRA / CARVÃO ARROZ PROJETADA (*) (*) 1996 (*) (*) 1999 (*) ( ) * Métodos estatísticos não revisados (*) ANO SOJA FARELO DE SOJA ÓLEO VEGETAL ÓLEO DÍESEL MILHO SORGO TRIGO AÇÚCAR ÁLCOOL XAROPE DE CANA CANA CALCÁRIO ADUBO MADEIRA/CARVÃO AREIA (1) CASCALHO (1) SUBTOTAL LONGITUDINAL SOJA MILHO TRIGO ADUBO MADEIRA/CARVÃO MANDIOCA ARROZ PNEUS mil ton milhão TKU mil ton milhão TKU mil ton milhão TKU mil ton milhão TKU mil ton milhão TKU mil ton milhão TKU mil ton milhão TKU mil ton milhão TKU mil ton milhão TKU , (*) ANO (EM TONELADAS) SAZONALIDADE milhão TKU ,2 1 0,1 0, ,2 0, ,5 0,07 0,06 0,04 FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ SUBTOTAL TRANSVERSAL (2) TOTAL mil ton (*) milhão TKU 320 (*) 1997 CARGAS DE LONGO CURSO NA HIDROVIA TIETÊPARANÁ mil ton (*) * Métodos estatísticos não revisados CARGAS E PRODUÇÃO DE TRANSPORTE TIPO DE CARGA 1996 ( ) TONELADAS Carga (T X 10 3) PRODUÇÃO DE TRANSPORTE TOTAL % Total
14 HIDROVIA TIETÊPARANÁ PRINCIPAIS CARGAS TRANSPORTADAS 2005 TIPO DE CARGA ORIGEM DESTINO (1) DISTÂNCIA (KM) TOTAL SOJA TOTAL SOJA FARELO DE SOJA TOTAL FARELO DE SOJA MILHO TOTAL MILHO TRIGO TOTAL TRIGO CANA TOTAL CANA ADUBO TOTAL ADUBO AREIA TOTAL AREIA CASCALHO TOTAL CASCALHO MADEIRA / CARVÃO TOTAL MADEIRA / CARVÃO MANDIOCA ARROZ PNEUS S. SIMÃO S. SIMÃO S. SIMÃO S. SIMÃO TERMINAIS PARAGUAIOS TERMINAIS PARAGUAIOS S. SIMÃO S. SIMÃO S. SIMÃO TRÊS LAGOAS EPITÁCIO PEDERNEIRAS (Q) PEDERNEIRAS (T) S. M. SERRA (G) ANHEMBI (T) GUAIRA STA. HELENA PEDERNEIRAS (Q) PEDERNEIRAS (T) ANHEMBI (T) S. M. SERRA (G) S. M. SERRA (G) TOTAL CARGA (T) % 9,3 4,1 3,3 3,5 4,4 2,3 26,9 0,6 6,5 2,9 0,3 0,5 10,7 TKU % 23,0 10,2 9,3 10,4 0,2 0, , ,4 16,0 8,6 0,6 1, , , TERMINAIS PARAGUAIOS GUAIRA , , , ,6 0,4 HERNANDÁRIAS S. M. SERRA (G) , ,5 HERNANDÁRIAS S. SIMÃO , ,4 TERMINAIS PARAGUAIOS STA. HELENA , TERMINAIS PARAGUAIOS GUAIRA , , , ,0 TERM. FLORESTA US. DIAMANTE , ,4 TERM. SÃO MIGUEL US. DIAMANTE , ,0 TERM. MARAMBAIA US. DIAMANTE , ,1 TERM. BARREIRO US. DIAMANTE , ,6 TERM. FERNANDO US. DIAMANTE , , ,5 0,1 23,2 0,1 GUAIRA GUAYRÁ , STA. HELENA PUERTO ITAIPU PORÃ , , , ,2 0,05 PAULICÉIA PANORAMA (2) , GUAIRA , NAVIRAI STA. TEREZINHA (2) ICARAIMA , ECLUSADAS TIETÊ ECLUSADAS TIETÊ , , ,4 0,0 0,2 0, ,8 0,02 0,04 PAULICÉIA EPITACIO PANORAMA EPITÁCIO ,6 0,2 1,0 ARAÇATUBA ANHEMBI TERMINAIS PARAGUAIOS STA. HELENA TERMINAIS PARAGUAIOS GUAIRA TERMINAIS PARAGUAIOS STA. HELENA 30 GUAIRA GUAYRÁ 10 GUAIRA GUAYRÁ 10 SP (DH) GO (AHRANA) PY (AHRANA) PR (AHRANA) MS (AHRANA) SP (AHRANA) 3,6 0, ,6 0,3 0,6 0,9 OBS: TKU = TONELADA QUILÔMETRO ÚTIL Fonte: AHRANA TRANSVERSAL (2) CARGA (T) TKU TERMINAIS PARAGUAIOS STA. HELENA TOTAL (2) LONGITUDINAL CARGA (T) TKU (*) ANHEMBI (M): TERMINAL NOVA MECA ANHEMBI (T): TERMINAL TORQUE S.M. SERRA (A): TERMINAL DE ÁLCOOL SARTCO S.M. SERRA (G): TERMINAL DE GRÃOS SARTCO PEDERNEIRAS (Q): TERMINAL QUINTELLA PEDERNEIRAS (T): TERMINAL TORQUE 4,8 0,07 0,16 0, ,85 0,008 0,006 0,
15 HIDROVIA TIETÊPARANÁ Principais cargas Potenciais Grãos, farelos e óleos vegetais soja, trigo e milho Sucroalcooleiro cana, açúcar e álcool Petroquímico e combustíveis Insumos Agrícolas calcário, fertilizantes e defensivos Madeira e celulose OBJETIVO DE LONGO PRAZO PLANO ESTRATÉGICO HIDROVIÁRIO Alcançar até 2.020: 15 x 109 tku 6% da distribuição modal do Estado
16 PERSPECTIVAS DE CARGA SETOR SUCROALCOOLEIRO 2005 milhão ton (produção) 2010/11 milhão ton (demanda) Previsão Crescimento CANA % ÁLCOOL % AÇÚCAR % PRODUÇÃO Fonte: UNICA
17 Protocolo de intenções ST Transpetro Fonte: PETROBRAS 2006
18 TRANSPORTE DE COMBUSTÍVEIS COMBUSTÍVEIS 120 ÁLCOOL Carga Transportada (T X 103) 103 ÓLEO DIESEL ANO
19 HIDROVIA TIETÊPARANÁ Protocolo de intenções ST Unica Duto para Exportação de Álcool
20 HIDROVIA TIETÊPARANÁ Protocolo de intenções ST Unica Duto Conchas Paulínia Ramal Ferroviário em Conchas
21 REDE HIDROVIÁRIA PAULISTA ATUAL E POTENCIAL Rios Navegáveis e Potencialmente Navegáveis no Estado de São Paulo Rio Trecho Extensão (km) Piracicaba da foz até Paulínea Tietê da foz até Mogi das Cruzes Paraná Santa Fé à Porto Primavera 390 Paranapanema foz até Itapetininga 760 Grande da foz até Rifaina 540 MogiGuaçu da foz até MogiGuaçu 240 Pardo da foz até São José do Rio Pardo 280 Paraíba do Sul São José dos Campos até Cruzeiro 170 Ribeira do Iguape da foz à divisa do Estado 330 Peixe da foz até Marília Total ) Alinhamento Institucional com a União Transporte Hidroviário inclui: navegação interior, travessias, portos e terminais marítimos e fluviais Em conformidade com o Plano Nacional de Vias Navegáveis Interiores (PNVNI) 1973 Em conformidade com o Plano Estadual de Recursos Hídricos
22 APROVEITAMENTO MÚLTIPLO SANTA MARIA DA SERRA
23 HIDROVIA TIETÊPARANÁ Aproveitamento Múltiplo Santa Maria da Serra SETOR BENEFÍCIO Extensão de 55 km na Hidrovia TietêParaná Possibilidade de conexões intermodais com Ferrovia, Rodovia e Dutovia Economia de transporte da ordem de R$ 60 milhões / ano Geração de Energia Elétrica Viabilidade de geração da ordem de 12 a 18 MW Receitas anuais da ordem de R$ 8 milhões / ano Turismo, Esporte e Lazer Implantação de um pólo turístico às margens do reservatório Investimentos previstos em hotéis, marinas e condomínios Terrenos com disponibilidade de transporte, água, energia, etc. Investimentos previstos de US$ 250 milhões Valorização imobiliária de áreas marginais ao reservatório Maior controle de vazões e enchentes Maiores disponibilidades de água para irrigação Melhores possibilidades de desenvolvimento de piscicultura Ganhos ambientais com menor consumo de combustível Ganhos ambientais com menor emissão de poluentes Transporte Pólo Industrial Demais
24 HIDROVIA TIETÊPARANÁ POTENCIAL DE EXPANSÃO ±2 00 km ±1 00 km
25 HIDROVIA TIETÊPARANÁ ESTUDO DE PRÉVIABILIDADE Barra Bonita
26 HIDROVIA TIETÊPARANÁ TRECHO 4 METROPOLITANO
27 RIO TIETÊ BARRAGEM E ECLUSA DO CEBOLÃO
28 RIO TIETÊ PONTES
29 Fonte: Trade and Transport Março / 2006
30
31 INTERMODALIDADE
32 HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE PEDERNEIRAS
33 HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE PEDERNEIRAS
34 HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAIS DE PANORAMA E PRESIDENTE EPITÁCIO
35 HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE PANORAMA
36 HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE PRESIDENTE EPITÁCIO
37 HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE CONCHAS
38 HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE CONCHAS
39 HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE ARAÇATUBA
40 HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE ARAÇATUBA
41 HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE RUBINÉIA
42 HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE RUBINÉIA
43 HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE CASTILHO
44 HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE CASTILHO
45 A Questão Ambiental Ação Civil Pública 1. Situação Ação Civil Pública de Responsabilidade por Danos ao Patrimônio Público Natural nº , de 16/02/98, de autoria do Ministério Público Federal e Ministério Público do Estado do Paraná, através da Procuradoria da República no Município de Umuarama. Objetivo licenciamento ambiental da Hidrovia como um todo. Tem dificultado, e por vezes impedido o licenciamento de obras e empreendimentos relacionados a Hidrovia. Necessidade de regularização ambiental da Hidrovia Licença de Operação. 2. Propostas Perspectivas de Solução para a Hidrovia já em Funcionamento Avaliação de Impacto Ambiental AIA. Sistema de Gestão Ambiental SGA e Plano de Controle Ambiental PCA. 3. Sistematização de Procedimentos
46 HIDROVIA TIETÊPARANÁ INICIATIVAS DO DH: ATIVOS AMBIENTAIS 1. SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS HIDROVIA TIETÊPARANÁ E = BASE DE DADOS GEOAMBIENTAIS DETALHE N = E = N= JAU RIO E= E = E= DIVISÃO DE GEOLOGIA INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS N = LABORA TÓRIO DE CARTOGRA FIA GEOTÉCNICA N = E = PLANO BÁSICO DE CONTINGÊNCIA PARA O TRANSPORTE DE CARGAS PERIGOSAS N= N = E= E = N= E= N = N = E = E= E = N = ITAPUÍ ITAPUÍ ITAPUÍ N = N = N = E = E= E = BORACÉIA BORACÉIA BORACÉIA BORACÉIA E= E= E= N = E = N= N = N N= E= E= N = E = E = N= N = N= E= N = N= N= E = N = N = E= N= RIO ^ TIETE N = E = N = N = N = E = N = PEDERNEIRAS PEDERNEIRAS PEDERNEIRAS PEDERNEIRAS N = N= Legenda Ferrovia Terminal de carga Rodovia secundária Rota de navegação Rodovia principal USO E OCUPAÇÃO Vegetação Área urbana Ponto de erosão Áera alvo Reservatório Curva de nível Rios Consiste em uma base cartográfica digital em SIG Sistema de Informações Geográficas, contendo todos os atributos que têm interface com o meio ambiente, como: uso e ocupação do solo, terminais implantados, pólos potenciais, APAs Áreas de Proteção Ambiental, pontos de erosão, entre outros, para permitir um acompanhamento conjunto das questões relativas ao desenvolvimento sustentável, visando implantação do Plano de Gestão Ambiental da Hidrovia TietêParaná. O Plano de Contingência desenvolvido propõe uma estrutura organizacional e o encadeamento de ações articuladas entre os agentes presentes no sistema, de modo a minimizar os efeitos de eventuais acidentes envolvendo cargas perigosas na Hidrovia TietêParaná. Neste momento encontrase em fase de discussão entre os usuários, Marinha, Defesa Civil e Administradores da Via, para sua implementação.
47 HIDROVIA TIETÊPARANÁ INICIATIVAS DO DH: ATIVOS AMBIENTAIS 1. PLANO DE MANEJO DE PLANTAS AQUÁTICAS Acúmulo de vegetação nas bóias de sinalização Controle químico 1. CONVÊNIO DE COOPERAÇÃO COM A MARINHA: FISCALIZAÇÃO E SEGURANÇA DO TRÁFEGO PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO HÍDRICA Controle mecânico Controle biológico A ação antrópica possibilita a proliferação em excesso de O convênio tem como objeto a cooperação entre DH e plantas aquáticas nos reservatórios, prejudicando seus Marinha, com a finalidade de intensificar as atividades de diversos usos, inclusive a navegação; Disso decorre a inspeção e fiscalização do tráfego aquaviário, visando a: necessidade do estabelecimento de um plano de manejo, de modo a controlar a incidência dessas macrófitas. Segurança do Tráfego Aquaviário, No momento estão sendo analisadas as responsabilidades Salvaguarda da vida humana, e institucionais dos diversos órgãos envolvidos, e iniciando a Prevenção da poluição hídrica. fase de concepção do referido manejo.
48 PLANO ESTRATÉGICO HIDROVIÁRIO Diretrizes Ordenar e atender os interesses do Estado com relação ao transporte hidroviário; Balizar as ações e iniciativas do Departamento Hidroviário; Definição de Políticas Hidroviárias para o Estado e suas Estratégias de Implantação: Plano de Ação Programas e Projetos Objetivo de Longo Prazo Aumento da contribuição do modal na matriz de transporte de cargas: de 0,6% para 6%. Foco Estratégico Aumento da Exploração das Rotas Atuais novos usuários e novos tipos de cargas; Abertura e Exploração de Novas Rotas; Aumento da utilização do modal redução de custos, facilidades e divulgação.
49 PLANO ESTRATÉGICO HIDROVIÁRIO BALANÇO SOCIAL Resumo dos benefícios sociais estimados 2004 a 2020 Movim e nto Ano Econom ia de com bustíve l Re duçã o de a cide nte s Re duçã o de polue nte s Econom ia tota l R$ (m il) R$ (m il) R$ (m il) R$ (m il) ( m il tku) Tota l no pe ríodo Fonte: Plano Es tratégico Hidroviário DH / 2005 A maior participação do modal hidroviário na matriz de transportes traz benefícios diretos e indiretos O maior beneficiário direto é o usuário Menores custos operacionais O maior beneficiário indireto é a sociedade Balanço Social Outros benefícios a serem mensurados aumento da produtividade de setores da economia, diminuição da incidência do roubo de carga, qualidade de vida, diminuição de ruídos, etc.
50 Atividade Hidroviária Divisão de Atribuições Marinha do Brasil Segurança da Navegação ANTAQ, ARTESP, ST e STM Regulação e Fiscalização do Transporte Aquaviário CODESP e DERSA Administração Portuária AHRANA e DNIT Administração do Trecho Federal da HTP DH Administração do Trecho Paulista da HTP Regulação e Fiscalização de Travessias Concessionárias de Geração Hidrelétrica Operação e Manutenção das Eclusas na HTP Operadores Privados Transporte na HTP Portos e Terminais Marítimos e Fluviais Órgãos e Empresas Estatais, Travessias e Linhas Marítimas e Fluviais Prefeituras, Concessionárias de Geração Hidrelétrica, Operadores Privados
51 Atividade Hidroviária Atuação Institucional Federal x Estado de São Paulo FEDERAL ESTADO DE SÃO PAULO MT DecretoLei 200/1967 ST Lei 9.318/1966 Formulação, coordenação e supervisão da política nacional de transportes ferroviário, rodoviário e aquaviário. A aprovação dos planos de outorgas. Coordenar todos os meios de transporte responsabilidade direta ou indireta do Estado. ANTAQ Lei /2001 de STM Lei 7.450/1991 Celebrar atos de outorga de permissão ou autorização de prestação de serviços de transporte de navegação fluvial, lacustre, de travessia, de apoio marítimo, de apoio portuário, de cabotagem e longo curso. Execução da política de transportes urbanos de passageiros para as regiões metropolitanas; Organização, coordenação, operação e fiscalização do sistema metropolitano de transportes públicos de passageiros. Elaborar e editar normas e regulamentos relativos à prestação de serviços de transporte e à exploração da infraestrutura aquaviária e portuária. ARTESP Decreto /2002 DNIT Lei /2001 Implementar a política formulada para a administração da infraestrutura do Sistema Federal de Viação, sua operação, manutenção, restauração ou reposição, adequação de capacidade, e ampliação (novas vias e terminais). AHRANA Lei 7.450/1991 Administrar o trecho federal da Hidrovia TietêParaná. Regulamentar e fiscalizar todas as modalidades de serviços públicos de transporte autorizados, permitidos ou concedidos, no âmbito da Secretaria dos Transportes, a entidades de direito privado. DH Decreto /2000 Regular, controlar, administrar e fiscalizar as atividades desenvolvidas na Hidrovia TietêParaná e relacionadas às travessias e linhas de transporte do litoral e do interior.
52 Processo de Estruturação do DH Exposição de Motivos 1. A Reorganização do Setor de Transporte Hidroviário Alinhamento aos modelos institucionais vigentes na esfera federal; Concentrar a gestão do modal Grande fragmentação no Estado. 2. A Estrutura Atual do Departamento Hidroviário Corrigir deficiências de estrutura e pessoal. 3. O Novo Modelo Institucional Isonomia de tratamento do hidroviário com relação aos demais modos; Melhoria da estrutura organizacional para fazer frente as futuras atribuições; Condição de exercer o poder de polícia sobre a atividade relativa a navegabilidade; Estrutura de cargos e salários; Necessidade de especialização técnica e capacitação de pessoal.
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54 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO HIDROVIÁRIO Av. do Estado, 777 1º andar São Paulo SP Brasil C.E.P.: Tel.: (11) Fax: (11) Site:
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