Comorbidades e Fibrose Pulmonar Idiopática
|
|
|
- Rodrigo Mario da Rocha Gil
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 e Ronaldo A. Kairalla Grupo de Doenças Intersticiais Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração (InCor) Hospital das Clínicas da FMUSP Núcleo Avançado de Tórax Hospital Sírio Libanês XIV Curso Nacional de Atualização em Pneumologia - SBPT 2013 Definição de FPI Idiopathic pulmonary fibrosis (IPF) is defined as a specific form of chronic, progressive fibrosing interstitial pneumonia of unknown cause, occurring primarily in older adults, and limited to the lungs. ATS/ERS/JRS/ALAT IPF Statement. Am J Respir Crit Care Med, 2011 Sintomas da FPI são limitados ao pulmão Existe alguma relação da FPI com outras doenças? Faz parte de uma síndrome sistêmica?? Podemos interferir na evolução da FPI atuando nessas doenças? 1
2 Cardíaca - Possíveis explicações Fatores etiológicos comuns Resposta fibrogênica a diferentes estímulos Ligação causal entre as doenças Kizer et al. Arch Int Med, 2004 Doença Isquêmica - CATE Candidatos a transplante 630 Divididos em Fibróticos não Granuloma 112 (76 FPI) Fibróticos Granuloma Não Fibróticos Kizer et al. Arch Int Med, 2004 Doença Isquêmica - CATE Kizer et al. Arch Int Med,
3 Doença Isquêmica CATE Fibróticos não Gran correlação positiva Kizer et al. Arch Int Med, 2004 Doença Isquêmica Estatina causa DIP? 50 pacientes com FPI x 100 controles Estatina OR 1.13, CI , NS ICO - OR 5.37, CI , p < 0.01 Ponnuswamy et al. Respir Med, pacientes com FPI x 100 controles Beta bloq efeito protetor?? Ponnuswamy et al. Respir Med,
4 Doença Isquêmica - CATE Candidatos a transplante 73 FPI x 56 DPOC FPI ICO mais frequente Presença de ICO interfere na sobrevida Nathan et al. Respir Med, 2010 Doença Isquêmica CATE Nathan et al. Respir Med, 2010 Doença Isquêmica CATE Sobrevida na FPI Probabilidade de sobrevida ajustada para ICO, sexo, idade, CVF e DCO Nathan et al. Respir Med,
5 Doença Cardiovascular Estudo populacional 920 FPI x 3593 Controles FPI ICO mais frequente FPI TVP mais frequente Controlados para sexo, idade e tabagismo Hubbard et al. Am J Respir Crit Care Med, 2008 Doença Cardiovascular Estudo populacional Incidencia cumulativa da primeira crise coronariana aguda Hubbard et al. Am J Respir Crit Care Med, 2008 Distúrbios Respiratórios do Sono Ativação adrenérgica Aumento na pressão das VVAA Qualidade de vida 5
6 Primeiro estudo - Sono 18 FPI Polissonografia 11 SAH 7 ronco + Hiperrestencia VA Correlação com PFP e IMC Mermingkis et al. Lung, Sono 50 FPI consecutivos Idade média 64,9 anos AOS 88% Leve - 10 (20%) Moderada/Grave - 34 (68%) Sensibilidade dos questionários: ESE 75%, esp 15% AS-SDQ 88%, esp 50% Correlação discreta com IMC - (r 0.30; p 0.05) Lancaster et al. Chest, Sono 50 FPI consecutivos Lancaster et al. Chest,
7 - Sono 34 FPI consecutivos Sonolencia 20%, ronco 38%, insonia 44% Redução na eficiencia 64,9±14,5% e do REM 10,1±4,8% Aumento do Estagio 1-15,1±7,7% Microdespertares 19,9±12,2/h IAH 9.4±8.2/h (41%), (44%), 15/h 5 (15%) Mermingkis et al. Sleep Breath, Sono 34 FPI polissonografia Correlações: CPT com IAH REM (p=0.03, r= 0.38) Tendencia com IMC (p=0.07, r=0.33) Mermingkis et al. Sleep Breath, Sono Tratamento da AOS Não há estudos significativos Dificuldades Padrão respiratório da FPI Tosse noturna Uso de corticóide Depressão e distúrbios do humor Presença de RGE Mermingkis et al. Sleep Breath,
8 Diabetes - Diabetes 3 estudos principais Japão 66 FPI Inglaterra 920 FPI México 97 FPI Resultados semelhantes correlacionando DM e FPI - Diabetes Japão 52 FPI Enomoto et al. Chest,
9 Inglaterra 920 FPI - Diabetes Gribbin et al. Respir Med, 2009 Inglaterra 920 FPI - Diabetes Gribbin et al. Respir Med, Diabetes México 97 FPI Figueroa et al. Respir Med,
10 Refluxo Gastroesofágico - RGE RGE é frequente em FPI Existe relação do RGE com a patogênese da FPI? Epifenômeno associado à restrição pulmonar? Relação entre RGE (broncoaspiração) e fibrose centrolobular (broncocêntrica) é aceita. Tratamento do RGE interfere na evolução da FPI? Fahim et al. Pulm Med, RGE Fahim et al. Pulm Med,
11 - RGE RGE é frequente em FPI Fahim et al. Pulm Med, 2011 Inglaterra 920 FPI - Diabetes Gribbin et al. Respir Med, 2009 Inglaterra 920 FPI - Diabetes Gribbin et al. Respir Med,
12 - RGE Impacto do tratamento Estudo retrospectivo 2 centros (SF, Mayo) 204 pacientes Presença de sintomas de RGE 34% História de RGE 45% Uso de medicações para RGE 47% Tratamento cirúrgico do RGE 5% Lee et al. Am J Respir Crit Care Med, RGE Impacto do tratamento Lee et al. Am J Respir Crit Care Med, 2012 Coagulopatias 2 hipóteses A presença de TEV predispõe a FPI- Microtrombembolismo evoluindo para fibrose A presença de FPI predispõe a TEV FPI estado pró-coagulante favorecendo TEV 12
13 Estudo populacional na Dinamarca 7,4 milhões de indivíduos Incidencia de PII > na presença de: Tromboembolismo venoso (95% CI, ) Embolia Pulmonar (95% CI, ) TVP (95% CI, ) Sode et al. Am J Respir Crit Care Med, 2010 Estudo populacional na Dinamarca Sode et al. Am J Respir Crit Care Med, 2010 Estudo populacional na Dinamarca Sode et al. Am J Respir Crit Care Med,
14 Estudo de registro óbitos nos EUA milhões de indivíduos FPI Tromboembolismo venoso: FPI - 3,815 (1.74%) 34% > população geral 44% > DPOC 54% > Cancer de pulmão Sprunger et al. Eur Respir J, 2012 Causa principal do óbito Sprunger et al. Eur Respir J, 2012 Impacto do tratamento: 2 estudos Kubo et al, 2005 Noth et al,
15 Anti-coagulação Estudo prospectivo 56 pacientes 33 anticoagulação Varfarina ambulatorial Heparina baixo peso internado 23 placebo mortalidade mortalidade na exacerbação Kubo et al. Chest Anti-coagulação Pequena casuística Metodologia pouco clara Não há consenso para seu uso de rotina Necessita novos estudos Kubo et al. Chest Varfarina e FPI Noth et al. Am J Respir Crit Care Med,
16 Varfarina e FPI estudo interrompido por mortalidade Mortalidade Mortalidade + Internação Noth et al. Am J Respir Crit Care Med, 2012 Varfarin e FPI Críticas: Efeito pró-coagulante Melhor com heparina? (Kubo) Noth et al. Am J Respir Crit Care Med, 2012 Qual a possível ligação entre: coronariopatia, DM, AOS, coagulopatia e RGE com a FPI??? 16
17 Qual a possível ligação entre: coronariopatia, DM, AOS, coagulopatia e RGE com a FPI??? Teoria microvascular na patogenia da FPI Lesão inicial endotelial secundária no epitélio RGE: stress oxidativo Não Farmacológico Apesar de não haver tratamento específico Podemos Tratar esses pacientes Pesquisa intensa das comorbidades Tratamento específico das comorbidades Cuidados com a condição física Cuidados com a qualidade de vida 17
TEP - Evolução. Após episódio de TEP agudo, em 85 a 90% dos casos ocorre. trombólise espontânea ou farmacológica e recanalização do vaso
Fabio B. Jatene Prof. Titular do Departamento de Cardiopneumologia -HC HC-FMUSP TEP Agudo 1cm TEP - Evolução Após episódio de TEP agudo, em 85 a 90% dos casos ocorre trombólise espontânea ou farmacológica
Sobre o tromboembolismo venoso (TVE)
Novo estudo mostra que a profilaxia estendida com Clexane (enoxaparina sódica injetável) por cinco semanas é mais efetiva que o esquema-padrão de 10 dias para a redução do risco de Tromboembolismo Venoso
PNEUMONITE ASPIRATIVA ASPIRAÇÃO PNEUMONITE ASPIRATIVA 09/07/2014. Pneumonite química (S. Mendelson) Pneumonia aspirativa (contaminação bacteriana)
PNEUMONITE ASPIRATIVA Profa. Cláudia Henrique da Costa Universidade do Estado do Rio de Janeiro ASPIRAÇÃO Inalação de conteúdo gástrico ou da orofaringe para as vias aéreas Pode ocorrer tanto no âmbito
INCIDÊNCIA DE TROMBOEMBOLISMO VENOSO NO PÓS-OPERATÓRIO DE PACIENTES SUBMETIDOS À CIRURGIA ORTOPÉDICA DE QUADRIL E JOELHO EM UM HOSPITAL DE GOIÂNIA.
INCIDÊNCIA DE TROMBOEMBOLISMO VENOSO NO PÓS-OPERATÓRIO DE PACIENTES SUBMETIDOS À CIRURGIA ORTOPÉDICA DE QUADRIL E JOELHO EM UM HOSPITAL DE GOIÂNIA. ASSIS, Thaís Rocha¹; SILVA, Mara Nunes da²; SANDOVAL,
Função pulmonar na diabetes mellitus
Função pulmonar na diabetes mellitus José R. Jardim Pneumologia Universidade Federal de São Paulo Elasticidade pulmonar anormal em DM Juvenil - 1976 11 diabéticos (24 anos) de início juvenil Dependentes
CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DOS DISTÚRBIOS DO SONO AASM 2006
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PNEUMOLOGIA E TISIOLOGIA I Curso de Pneumologia na Graduação DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS DO SONO Carlos Alberto de Assis Viegas Universidade de Brasília Faculdade de Medicina da Bahia
TEP incidental em neoplasias
Fabrício Martins Valois Teorema de Bayes 0% 100% TEP incidental TEP identificado sem suspeita clínica de embolia Prevalência de 2,5% Realização demasiada de exames... Dentali LR. Radiology, 243, 2005 1
Page 1 EDUCAÇÃO DA EQUIPE DE ATENDIMENTO EDUCAÇÃO DA EQUIPE DE ATENDIMENTO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO EM ASMA RELAÇÃO MÉDICO PACIENTE
RELAÇÃO MÉDICO PACIENTE COMUNICAÇÃO ABERTA DESENVOLVIMENTO DE PLANO DE TRATAMENTO CONJUNTO ESTIMULAR O ESFORÇO DO PACIENTE E DA FAMÍLIA NO SENTIDO DA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DOS SINTOMAS EDUCAÇÃO DA EQUIPE
Estratégias na Doença Pulmonar Avançada (DPA)
Estratégias na Doença Pulmonar Avançada (DPA) Maria Christina Lombardi Machado IX Curso Nacional de Atualização em Pneumologia Rio de Janeiro, 18-20 de abril de 2008 Hospital do Servidor Público Estadual
IX Curso Nacional de Atualização em Pneumologia - SBPT. Discinesia de corda vocal. Diagnóstico diferencial da Asma DISCINESIA DE CORDA VOCAL
IX Curso Nacional de Atualização em Pneumologia - SBPT 18 a 20 de Abril - Rio de Janeiro Discinesia de corda vocal diferencial da Asma d Ávila Melo DISCINESIA DE CORDA VOCAL PASSAGEM DE AR FONAÇÃO PROTEÇÃO
TOSSE CRÔNICA DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL NA CRIANÇA. Dra. Adriana Vidal Schmidt Serviço de Alergia e Imunologia Hospital Universitário Cajurú PUC-Pr
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL NA CRIANÇA Dra. Adriana Vidal Schmidt Serviço de Alergia e Imunologia Hospital Universitário Cajurú PUC-Pr TOSSE NA INFÂNCIA PRINCIPAL SINTOMA RESPIRATÓRIO SEGUNDA QUEIXA MAIS FREQUENTE
PREVENÇÃO DAS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS PREVENIR É PRECISO MANUAL DE ORIENTAÇÕES AOS SERVIDORES VIGIAS DA PREFEITURA DE MONTES CLAROS
PREVENÇÃO DAS DOENÇAS MANUAL DE ORIENTAÇÕES AOS SERVIDORES CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS VIGIAS DA PREFEITURA DE MONTES CLAROS design ASCOM-PMMC PREVENIR É PRECISO DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS No
27/04/2016. Diferenças na exacerbação infecciosa na DPOC vs. DPOC com pneumonia. Mara Figueiredo
Diferenças na exacerbação infecciosa na DPOC vs. DPOC com pneumonia Mara Figueiredo Conflitos de Interesse CFM nº 1.59/00 de 18/5/2000 e ANVISA nº 120/2000 de 30/11/2000 Nos últimos doze meses recebi apoio
Doenças Desencadeadas ou Agravadas pela Obesidade
Doenças Desencadeadas ou Agravadas pela Obesidade Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica ABESO Dra. Maria Edna de Melo CREMESP 106.455 Responsável Científica pelo site
SÍNDROME DE LADY WINDERMERE. Identificação: 45 anos, feminina, branca, natural e procedente de São Paulo, representante comercial.
SÍNDROME DE LADY WINDERMERE Identificação: 45 anos, feminina, branca, natural e procedente de São Paulo, representante comercial. Novembro de 2012: Tosse persistente, dispnéia e cefaléia, quando suspeitaram
Tratamento Sistêmico Clássico. Copyright AMBULATÓRIO DE PSORÍASE MARCELO ARNONE AMBULATÓRIO DE PSORÍASE HOSPITAL DAS CLÍNICAS FMUSP
Tratamento Sistêmico Clássico MARCELO ARNONE AMBULATÓRIO DE PSORÍASE HOSPITAL MARCELO DAS CLÍNICAS ARNONE FMUSP AMBULATÓRIO DE PSORÍASE HOSPITAL DAS CLÍNICAS FMUSP Tratamento Sistêmico Clássico Acitretina
FIBROSE PULMONAR. O que é a fibrose pulmonar?
O que é a fibrose pulmonar? FIBROSE PULMONAR Fibrose pulmonar envolve a cicatrização do pulmão. Gradualmente, os sacos de ar (alvéolos) dos pulmões tornam-se substituídos por fibrose. Quando a cicatriz
Apnéia do Sono e Ronco Guia Rápido
Homehealth provider Apnéia do Sono e Ronco Guia Rápido Ronco: atrás do barulho, um problema de saúde mais sério www.airliquide.com.br O que é Apnéia do Sono? Apnéia do sono é uma síndrome que pode levar
Diário Oficial Estado de São Paulo
Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 206 DOE de 31/10/07 p.25 SAÚDE GABINETE DO SECRETÁRIO
Residência Saúde 2013 PROVA OBJETIVA PROVA DISCURSIVA FISIOTERAPIA ORGANIZADOR
Residência Saúde 2013 FISIOTERAPIA 1 FISIOTERAPIA Questão 1 Pacientes com fraqueza muscular decorrente das doenças neuromusculares podem evoluir com disfunção pulmonar e insuficiência respiratória. Em
Pesquisa sobre o Nível de Percepção da População Brasileira sobre os Fatores de Risco das Doenças Cardiovasculares
Pesquisa sobre o Nível de Percepção da População Brasileira sobre os Fatores de Risco das Doenças Cardiovasculares Sociedade Brasileira de Cardiologia / FUNCOR Instituto Vox Populi AstraZeneca Sociedade
Atualização do Congresso Americano de Oncologia 2014. Fabio Kater
Atualização do Congresso Americano de Oncologia 2014 Fabio Kater Multivitaminas na prevenção do câncer de mama, próstata e pulmão: caso fechado! Revisão da literatura para tipos específicos de câncer
Interface entre DPOC e Câncer de Pulmão
Interface entre DPOC e Câncer de Pulmão Ilka Lopes Santoro Unifesp-EPM 17/04/2015 Conflitos de interesse em potencial Sem conflitos de interesse a declarar Objetivos Introdução Ligações patogênicas clinicamente
Representa o efeito funcional de uma doença e do seu tratamento sobre o paciente, como é percebido pelo próprio paciente (Schipper, 1990)
Representa o efeito funcional de uma doença e do seu tratamento sobre o paciente, como é percebido pelo próprio paciente (Schipper, 1990) < 10% 10 to < 20% 20% Inflamação mucosa nasal Sintomas Consequências
Keywords: Idiopathic pulmonary fibrosis/diagnosis; Idiopathic pulmonary fibrosis/physiopathology; Idiopathic pulmonary fibrosis/therapy.
Artigo original Fibrose Pulmonar Idiopática: Uma Atualização Idiopathic Pulmonary Fibrosis: An Update Letícia Kawano-Dourado 1, Ronaldo A. Kairalla 1, Carlos R. R. Carvalho 1 RESUMO A fibrose pulmonar
Efeitos do tabagismo passivo sobre a saúde
Efeitos do tabagismo passivo sobre a saúde Jonathan Samet, MD, MS Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health 2007 Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health O que é Tabagismo Passivo? Fumaça
Administração dos riscos cardiovasculares Resumo de diretriz NHG M84 (segunda revisão, janeiro 2012)
Administração dos riscos cardiovasculares Resumo de diretriz NHG M84 (segunda revisão, janeiro 2012) traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto 2014 autorização para uso e divulgação sem
Terapia com pressão positiva na via aérea (PAP): indicações, O Problema Complacência da Via Aérea. tipos de equipamentos e seguimento
Terapia com pressão positiva na via aérea (PAP): indicações, tipos de equipamentos e seguimento Simone Chaves Fagondes Hospital de Clínicas de Porto Alegre LabSono- Clínica Lavinsky O Problema Complacência
Diagnóstico Diferencial de Nódulos Pulmonares
Diagnóstico Diferencial de Nódulos Pulmonares Letícia Kawano-Dourado Grupo de Doenças Intersticiais e Vasculites Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP Nódulos
Sessão Televoter Diabetes. Jácome de Castro Rosa Gallego Simões-Pereira
2010 Sessão Televoter Diabetes Jácome de Castro Rosa Gallego Simões-Pereira Indivíduos com risco elevado para diabetes (Pré-diabetes) Alteração da glicémia em jejum (AGJ): Glicémia em jejum: entre 110
Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa. Os objetivos dessa unidade são:
Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Módulo Unidade 01 Tópico 01 Avaliação Global da Pessoa Idosa na Atenção Básica A identificação de Risco Introdução Os objetivos dessa unidade são: Identificar
Abordagem do doente com DPOC Agudizada
2010 Abordagem do doente com DPOC Agudizada Amélia Feliciano Centro Hospitalar Lisboa Norte Hospital Pulido Valente Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) Resposta inflamatória anómala dos pulmões a
IESC/UFRJ Mestrado em Saúde Coletiva Especialização em Saúde Coletiva Modalidade Residência Disciplina: Epidemiologia e Saúde Pública
Avaliação de Programas de Rastreamento: história natural da doença, padrão de progressão da doença, desenhos de estudo, validade e análise de custo-benefício. IESC/UFRJ Mestrado em Saúde Coletiva Especialização
EFEITO PROJETADO DA DIETA DE REDUÇÃO DE SAL NA DOENÇA CARDIOVASCULAR FUTURA
EFEITO PROJETADO DA DIETA DE REDUÇÃO DE SAL NA DOENÇA CARDIOVASCULAR FUTURA AP R E S E N TAD O P O R R E N AT O AN T U N E S C AI R E S N A R E U N I Ã O D A U N I D AD E D E H I P E R T E N S Ã O D O
CAPACIDADE PULMONAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM OBESOS
25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 CAPACIDADE PULMONAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM OBESOS Diego de Faria Sato 1 ; Sonia Maria Marques Gomes Bertolini 2 RESUMO: A obesidade é considerada
Palavras Chave: Transtornos de deglutição/reabilitação; Fonoterapia; Unidades de terapia intensiva.
Avaliação e terapia fonoaudiológica da deglutição de pacientes adultos traqueostomizados dependentes de ventilação mecânica em unidade de terapia intensiva Palavras Chave: Transtornos de deglutição/reabilitação;
Estudo mostra que LANTUS ajudou pacientes com Diabetes Tipo 2 a atingirem a meta recomendada pela ADA para o controle de açúcar no sangue
Paris, 07 de junho, de 2008 Estudo mostra que LANTUS ajudou pacientes com Diabetes Tipo 2 a atingirem a meta recomendada pela ADA para o controle de açúcar no sangue Novos dados apresentados na Annual
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA Propedêutica no Processo de Cuidar na Saúde do Adulto Profª Daniele Domingues Zimon Profª Adriana Cecel Guedes DPOC DPOC é um estado patológico caracterizado pela limitação
TEMA: RESPIMAT ESPIMAT. Data: 22/04/2013 NOTA TÉCNICA 57 /2013. Medicamento x Material Procedimento Cobertura
NOTA TÉCNICA 57 /2013 Data: 22/04/2013 Medicamento x Material Procedimento Cobertura Solicitante: Juiz de Direito FLÁVIO BARROS MOREIRA Número do processo: 0082629-95.2012 TEMA: TEMA: SYMBICORT YMBICORT
CONSULTA EM PNEUMOLOGIA CÓDIGO SIA/SUS: 03.01.01.007-2. Motivos para encaminhamento:
CONSULTA EM PNEUMOLOGIA CÓDIGO SIA/SUS: 03.01.01.007-2 Motivos para encaminhamento: 1. Dor torácica 3. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica 4. Nódulo pulmonar 5. Pneumonia Adquirida na Comunidade 6. Tosse
SÍNDROME DE APNEIA DO SONO: UM NOVO ALVO TERAPÊUTICO NO DOENTE CARDÍACO
SÍNDROME DE APNEIA DO SONO: UM NOVO ALVO TERAPÊUTICO NO DOENTE CARDÍACO XIX Jornadas de Cardiologia de Santarém Ana Ferreira Alves 1. Novembro. 2013 Agenda O que é a Síndrome de apneia Obstrutiva do sono
Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9
Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9 Tabela 01 - Principais Antecedentes e Fatores de Risco para Doença Cardiovascular à Internação na Unidade Todos os Pacientes Egressos da Unidade Hipertensão Arterial
I CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM TABAGISMO DISCIPLINA DE PNEUMOLOGIA - ESCOLA MÉDICA DE PÓS-GRADUAÇÃO - PUC RIO AVALIAÇÃO CLÍNICA INICIAL
Cristina Cantarino Pneumologista Coordenadora do Centro de Estudos para Tratamento da Dependência à Nicotina do INCA Coordenadora Municipal do Controle de Tabagismo de Niterói Coordenadora da Clínica de
DPOC e Oxigenoterapia Guia Rápido
Homehealth provider DPOC e Oxigenoterapia Guia Rápido www.airliquide.com.br O que é DPOC? O paciente com DPOC doença pulmonar obstrutiva crônica possui falta de ar e tosse porque seus pulmões e suas vias
Indicações e Particularidades da VNI nos Doentes com BQ. Cidália Rodrigues Serviço de Pneumologia - Hospital Geral CHUC
Indicações e Particularidades da VNI nos Doentes com BQ Cidália Rodrigues Serviço de Pneumologia - Hospital Geral CHUC Indicações e Particularidades da VNI nos Doentes com BQ Desafios Prática clínica:
Carcinoma de tireóide ide na infância
Carcinoma de tireóide ide na infância Dra. Rossana Corbo INCa/UFRJ 2006 Incidência: 5 casos/milhão /ano EUA (1973 1977) crianças as com idade inferior a 20 anos Apresentação clinica: predomínio em meninas
PROTOCOLOS DE REABILITAÇÃO CARDÍACA FASE II
PROTOCOLOS DE REABILITAÇÃO CARDÍACA FASE II III SIMPÓSIO DE FISIOTERAPIA EM CARDIOLOGIA 30 de Outubro a 02 de Novembro de 2004 DAIANA CRISTINE BÜNDCHEN INSTITUTO DE CARDIOLOGIA DE CRUZ ALTA-CT SERVIÇO
SAOS. Fisiopatologia da SAOS 23/04/2013. Investigação e tratamento de SAOS nos pacientes com pneumopatias crônicas
Investigação e tratamento de SAOS nos pacientes com pneumopatias crônicas Márcia Gonçalves de Oliveira Médica Pneumologista Doutora em ciências pela UNIFESP Assistente do Amb. Sono Classificação dos Distúrbios
Uso do Dímero D na Exclusão Diagnóstica de Trombose Venosa Profunda e de Tromboembolismo Pulmonar
Uso do Dímero D na Exclusão Diagnóstica de Trombose Venosa Profunda e de Tromboembolismo Pulmonar 1- Resumo O desequilíbrio das funções normais da hemostasia sangüínea resulta clinicamente em trombose
30/07/2013. Rudolf Krawczenko Feitoza de Oliveira Grupo de Circulação Pulmonar / UNIFESP - EPM. PIOPED (n=117) ICOPER (n=2.210)
Rudolf Krawczenko Feitoza de Oliveira Grupo de Circulação Pulmonar / UNIFESP - EPM * Kenneth. Chest 2002;2:877 905. PIOPED (n=7) ICOPER (n=2.20) RIETE (n=3.39) Dispneia 73% 82% 83% Taquicardia 70% ND ND
Curso Profissional de Técnico de Apoio Psicossocial- 2º ano Módulo nº5- Semiologia Psíquica Portefólio de Psicopatologia Ana Carrilho- 11ºB
Curso Profissional de Técnico de Apoio Psicossocial- 2º ano Módulo nº5- Semiologia Psíquica Portefólio de Psicopatologia Ana Carrilho- 11ºB É uma doença psiquiátrica que leva as pessoas a acreditarem que
Rinite. Asma. montelucaste. Margarete Arrais MD, Pneumologista
Asma Rinite montelucaste Margarete Arrais MD, Pneumologista Introdução A asma apresenta muitas vezes uma estreita relação com a rinite alérgica. Manifestação diferente de uma mesma entidade nosológica.
Eduardo Henrique Teixeira Professor da Faculdade de Medicina PUC - Campinas
Eduardo Henrique Teixeira Professor da Faculdade de Medicina PUC - Campinas A ansiedade é uma vivência normal que todos os seres humanos experimentam com freqüência. Estado afetivo caracterizado por uma
A situação do câncer no Brasil 1
A situação do câncer no Brasil 1 Fisiopatologia do câncer 23 Introdução O câncer é responsável por cerca de 13% de todas as causas de óbito no mundo: mais de 7 milhões de pessoas morrem anualmente da
- Grupo de Apoio e Educação em Diabetes
DIABETES O que é Diabetes mellitus é uma doença crônica resultante do desequilíbrio entre a secreção e a sensibilidade à insulina. A classificação tradicional segrega as condições hiperglicêmicas nos seguintes
Martins Pereira, S. Moreira, F.; Breda, M.; Pratas, R.; Dias, L. Serviço de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial Hospital de Braga
Martins Pereira, S. Moreira, F.; Breda, M.; Pratas, R.; Dias, L. Serviço de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial Hospital de Braga Introdução Hipertrofia de adenóides e amígdalas como principal
16/04/2015 CÂNCER DE PULMÃO. Rastreamento do Câncer de Pulmão: Solução ou Complicação?
Rastreamento do Câncer de Pulmão: Solução ou Complicação? Bruno Hochhegger MD, PhD Médico Radiologista do Pavilhão Pereira Filho e Hospital Dom Vicente Scherer Professor de Radiologia da UFCSPA e PUC/RS
Sessão De Pediatria. Discussão De Artigos
Sessão De Pediatria Discussão De Artigos Evaluation of children with recurrent pneumonia diagnosed by world health organization criteria. Pediatr Infect Dis J. 2002: 21: 108-12. James D. Heffelfinger,
Prevenção Cardio vascular. Dra Patricia Rueda Cardiologista e Arritmologista
Prevenção Cardio vascular Dra Patricia Rueda Cardiologista e Arritmologista Principal causa de morte em todo o mundo Considerada uma EPIDEMIA pela OMS em 2009 Alta mortalidade Alta morbidade = Muitas
XIII Reunião Clínico - Radiológica Dr. RosalinoDalazen. www.digimaxdiagnostico.com.br/
XIII Reunião Clínico - Radiológica Dr. RosalinoDalazen www.digimaxdiagnostico.com.br/ CASO CLÍNICO NC, sexo masculino, 66 anos, realiza TC de tórax por suspeita de fibrose pulmonar. Queixa-se de falta
Hipertensão Arterial Pulmonar Protocolos Por que e para que? Ricardo Fonseca Martins
Hipertensão Arterial Pulmonar Protocolos Por que e para que? Ricardo Fonseca Martins HAP Definição Condição patológica caracterizada pela elevação da pressão arterial pulmonar média acima de 25mmHg com
1. O diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) é feito cumulativamente na presença de (Nível de evidência A, grau de recomendação I):
NÚMERO: 028/2011 DATA: 30/09/2011 ATUALIZAÇÃO: 10/09/2013 ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: Diagnóstico e Tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica Médicos
Arn Migowski. Diretrizes Nacionais para a Detecção Precoce do Câncer de Mama
Diretrizes Nacionais para a Detecção Precoce do Câncer de Mama Arn Migowski Médico sanitarista e epidemiologista Divisão de Detecção Precoce Instituto Nacional de Câncer INCA, 09 de outubro de 2015 Declaro
Consulta de Enfermagem para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica. Ms. Enf. Sandra R. S. Ferreira
Consulta de Enfermagem para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica Ms. Enf. Sandra R. S. Ferreira O QUE É HIPERTENSÃO ARTERIAL? Condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados
OS 5 PASSOS QUE MELHORAM ATÉ 80% OS RESULTADOS NO CONTROLE DO DIABETES. Mônica Amaral Lenzi Farmacêutica Educadora em Diabetes
OS 5 PASSOS QUE MELHORAM ATÉ 80% OS RESULTADOS NO CONTROLE DO DIABETES Mônica Amaral Lenzi Farmacêutica Educadora em Diabetes TER DIABETES NÃO É O FIM... É o início de uma vida mais saudável, com alimentação
XXX Jornadas de Cardiologia, Hipertensão e Diabetes. 5ª Feira 15 de Janeiro de 2015
XXX Jornadas de Cardiologia, Hipertensão e Diabetes Hotel do Mar Sesimbra 5ª Feira 15 de Janeiro de 2015 I Sessão 08.30-09.30 Mini Curso de Hipertensão Arterial O que há nos novos estudos e recomendações
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)
COMO TRATAR A SAOS NO PACIENTE COM DPOC? II CURSO NACIONAL DE SONO MARÍLIA MONTENEGRO CABRAL Professora da Universidade de Pernambuco Médica da Clínica de Sono do Recife São Paulo, 24 de março de 2012
Teste seus conhecimentos: Caça-Palavras
Teste seus conhecimentos: Caça-Palavras Batizada pelos médicos de diabetes mellitus, a doença ocorre quando há um aumento do açúcar no sangue. Dependendo dos motivos desse disparo, pode ser de dois tipos.
13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1
13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA
Raniê Ralph Pneumo. 18 de Setembro de 2008. Professora Ana Casati. Trombo-embolismo pulmonar (TEP)
18 de Setembro de 2008. Professora Ana Casati. Trombo-embolismo pulmonar (TEP) Hoje o DX é feito em menos de 30%. Antigamente só fazia DX quando havia triângulo de Infarto Pulmonar: bilirrubina aumentada,
Síndrome Overlap: diagnóstico e tratamento. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS)
Síndrome Overlap: diagnóstico e tratamento XIII Curso Nacional de Atualização em Pneumologia MARÍLIA MONTENEGRO CABRAL Professora da Universidade de Pernambuco Médica da Clínica de Sono do Recife Rio de
INTRODUÇÃO. Síndrome da Apneia e Hipopneia Obstrutiva do Sono SAHOS obstrução repetitiva das vias aéreas superiores VAS 10 seg/evento.
Fausto A. Ito CD Especialista em Anatomia Aplicada da Cabeça -ICB/USP; Membro da Associação Brasileira do Sono; Diretor da ITO Clínica (RJ) Ronco e Apneia do Sono. [email protected] Márcio Luciano
Assistência Farmacêutica na Depressão
Definição Assistência Farmacêutica na Depressão Grupo de atividades relacionadas com o medicamento, destinadas a apoiar as ações de saúde demandadas por uma comunidade, envolvendo o abastecimento de medicamentos
Gerência de Vigilância em Saúde e Informação Secretaria Municipal de Saúde Informe técnico: Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)
Nº de amostras Nº casos Gerência de Vigilância em Saúde e Informação VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA: SRAG Em 213, até a SE 3/213, foram notificados 1325 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) sendo
30 de Abril 5ª feira Algoritmo de investigação: TVP e Embolia Pulmonar. Scores de Wells
30 de Abril 5ª feira Algoritmo de investigação: TVP e Embolia Pulmonar. Scores de Wells António Pedro Machado Scores de Wells Doença tromboembólica venosa Cálculo da probabilidade clínica pré-teste de
Comparação da força da musculatura respiratória em pacientes acometidos por acidente vascular encefálico (AVE) com os esperados para a idade e sexo
Comparação da força da musculatura respiratória em pacientes acometidos por acidente vascular encefálico (AVE) com os esperados para a idade e sexo Camila Viana Benzoni 1, Paulo Eduardo Gomes Ferreira
SEGUIMENTO DO DOENTE CORONÁRIO APÓS A ALTA HOSPITALAR. Uma viagem a quatro mãos
SEGUIMENTO DO DOENTE CORONÁRIO APÓS A ALTA HOSPITALAR Uma viagem a quatro mãos Doença coronária Uma das principais causas de morte no mundo ocidental Responsável por 1 em cada 6 mortes nos E.U.A. 1 evento
Rastreamento do câncer de pulmão
Rastreamento do câncer de pulmão Arthur Soares Souza Jr. Professor livre docente da FAMERP Membro do Ultra X Diagnóstico por Imagem São José do Rio Preto - SP Rastreamento do câncer de pulmão Estamos familiarizados
PNEUMONIA. Internações por Pneumonia segundo regiões no Brasil, 2003
PNEUMONIA Este termo refere-se à inflamação do parênquima pulmonar associada com enchimento alveolar por exudato. São infecções das vias respiratórias inferiores gerando um processo inflamatório que compromete
DOENÇA ARTERIAL PERIFÉRICA (DAP) Prof. Abdo Farret Neto
DOENÇA ARTERIAL PERIFÉRICA (DAP) Prof. Abdo Farret Neto DOENÇA ARTERIAL PERIFÉRICA (DAP) OBJETIVOS DO APRENDIZADO SOBRE DAP 1. Aprender a DIANOSTICAR a doença 2. Identificar e tratar adequadamente os FATORES
Incidência de Lesão Pulmonar Aguda e Síndrome da Angústia Respiratória Aguda na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Sírio Libanês
Incidência de Lesão Pulmonar Aguda e Síndrome da Angústia Respiratória Aguda na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Sírio Libanês Incidence of Acute Lung Injury and Acute Respiratory Distress Syndrome
Imagem da Semana: Radiografia de tórax
Imagem da Semana: Radiografia de tórax Figura: Radiografia de tórax em PA. Enunciado Paciente masculino, 30 anos, natural e procedente de Belo Horizonte, foi internado no Pronto Atendimento do HC-UFMG
Necessidades importantes e desconhecidas da DPOC. Dr. Roberto Stirbulov CREMESP 38.357
Necessidades importantes e desconhecidas da DPOC Dr. Roberto Stirbulov CREMESP 38.357 Necessidades importantes e desconhecidas da DPOC Dr. Roberto Stirbulov CREMESP 38.357 Pneumologista A doença pulmonar
Câncer de Pulmão: Radioterapia Profilática de Crânio Total. Quais as evidências e os benefícios?
FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS UNIVERSIDADE DE CAMPINAS Câncer de Pulmão: Radioterapia Profilática de Crânio Total. Quais as evidências e os benefícios? JUMARA MARTINS RADIOTERAPIA UNICAMP 2012 Introdução
DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS DO SONO OBJETIVOS CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DOS DISTÚRBIOS DO SONO AASM 2006 CARLOS A A VIEGAS UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS DO SONO CARLOS A A VIEGAS UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA OBJETIVOS Classificação dos distúrbios do sono Classificação dos distúrbios respiratórios do sono Definições: ronco, ravas (rera),
04/06/2012. Pneumonias Eosinofílicas. Definição de PE. Abordagem geral para o Pneumologista
Alexandre de Melo Kawassaki Médico do Grupo de Doenças Intersticiais Pulmonares - HCFMUSP Pneumonias Eosinofílicas Abordagem geral para o Pneumologista Definição de PE Presença de quaisquer desses critérios:
INTRODUÇÃO. Diabetes & você
INTRODUÇÃO Diabetes & você Uma das coisas mais importantes na vida de uma pessoa com diabetes é a educação sobre a doença. Conhecer e saber lidar diariamente com o diabetes é fundamental para levar uma
Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda. Cápsulas moles 100 mg e 150 mg
OFEV (esilato de nintedanibe) Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda. Cápsulas moles 100 mg e 150 mg Ofev esilato de nintedanibe APRESENTAÇÕES Cápsulas moles de 100 mg e 150 mg: embalagem
PROJETO. Saúde, um direito Cívico
PROJETO Saúde, um direito Cívico Projeto Mexa-se - Ano de 2014-2015 Página 1 " A manutenção da saúde assenta no contrariar a tendência para a redução de exercício. Não existe nenhuma forma de substituir
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DAS REGIÕES DE SAÚDE DIR-XIV-MARÍLIA
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DAS REGIÕES DE SAÚDE DIR-XIV-MARÍLIA Protocolo de normatização para a dispensação de análogos de insulina de longa duração (insulina glargina e detemir) e de
A METODOLOGIA DO TRATAMENTO DO TABAGISMO NO SUS
A METODOLOGIA DO TRATAMENTO DO TABAGISMO NO SUS I Encontro de Profissionais de Saúde para Abordagem e Tratamento do Tabagismo na Rede SUS Ricardo Henrique Sampaio Meirelles Divisão de Controle do Tabagismo
Comorbidade entre depressão e doenças clínicas em um ambulatório de geriatria.
Artigo Técnico Saúde Total Novembro / 2007 Comorbidade entre depressão e doenças clínicas em um ambulatório de geriatria. O envelhecimento populacional fará com que os médicos e profissionais de saúde,
RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA
RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA José Luís Esteves Francisco Comissão Nacional de Mamografia SBM CBR FEBRASGO Ruffo de Freitas Júnior Presidente Nacional da Soc. Bras. De Mastologia Rede Goiana de Pesquisa
