DIRETRIZES PARA O DESENVOLVIMENTO
|
|
|
- Nicolas Melgaço Alvarenga
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 DIRETRIZES PARA O DESENVOLVIMENTO AMBIENTE INSTITUCIONAL Diálogo Conselho Empresarial do Maranhão: Diálogo permanente com a classe empresarial, a partir de uma agenda conjunta que inclui temas ambientais, tributários, fundiários e de infraestrutura, entre outros; CriaçãodeCâmarasSetoriaisparaadiscussão eomapeamentode medidaseações estruturantes nos segmentos de turismo, agronegócio, energia e gás, minério, metalurgia, comércio e serviços e infraestrutura. Políticas Transparentes de Benefícios: Horizontais e focalizadas nos segmentos estruturantes das cadeias com maior potencial de crescimento. Combate à corrupção Secretaria de Transparência e Controle Licenciamento Ambiental busca da simplificação e agilização
3 DIRETRIZES PARA O DESENVOLVIMENTO INFRAESTRUTURA Estradas quilômetros em obras atuais ou que começarão até o 1º semestre de Escolas Escola Digna- 200 Núcleos de Educação Integral- 30 IEMA Educação profissional e tecnológica- 23 Porto do Itaqui Internet
4 DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS OBRAS
5 FIBRA ÓPTICA DA ELETRONORTE SE Imperatriz SE São Luís I SE São Luís III SE Miranda São Mateus do Maranhão Bacabal Amarante RE Grajaú SE Ponto Franco SE Peritoró Pedreiras SE São Luís II Itapecuru-Mirim Coroatá SE Presidente Dutra Barra do Corda Programa de acesso à internet do Governo do Maranhão Estreito
6 TEGRAM
7 DIRETRIZES PARA O DESENVOLVIMENTO INCENTIVOS Programa Mais Empresas: Com o objetivo de fomentar e diversificar a matriz industrial e agroindustrial do Maranhão, a partir da integração e adensamento das cadeias produtivas estratégicas ao desenvolvimento estadual. Programa Maranhão Mais Produtivo: Substituição das importações interestaduais, por meio da valorização do empreendedor local, com foco na elevação da produtividade, estímulo à qualidade, inovação e sustentabilidade. Revisão da tabela do Simples para reduzir carga tributária de MPEs: Redução média de 20%
8 JUSTIÇA SOCIAL Plano Mais IDH: Promover a superação da extrema pobreza e das desigualdades sociais nos 30 municípios de menor IDH do Estado, por meio de estratégia de desenvolvimento territorial sustentável, com políticas públicas nas áreas de saúde, educação, habitação, água, saneamento e geração de renda.
9 PLANO DE AÇÃO MAIS IDH EDUCAÇÃO E SAÚDE
10 PRODUÇÃO, OPORTUNIDADES E CAMINHOS
11 MARANHÃO E O MATOPIBA Fonte: Embrapa 31 microrregiões 337 municípios
12 ÁGUA
13
14
15
16 Fonte: IBGE 2014
17 FLORESTAS PLANTADAS Açailândia mil 173,3mil hectares de florestas (2012) Uso: celulose, carvão/lenha Potencial para instalação de fábrica de MDF Fonte: SEMA/ ABRAF
18
19 Pecuária 19
20
21
22
23 MATRIZ ENERGÉTICA Maior estabilidade e disponibilidade no sistema elétrico Projetos Potência (MW) UTE Gera Maranhão 330 UHE Estreito UTE Itaqui 360 Complexo Parnaíba Consumo atual de energia elétrica MW / dia ** Capacidade atual de geração de energia MW / dia Fonte: Aneel; ** Eletronorte (dados de 2013)
24 NOVA MATRIZ ENERGÉTICA Potencialidades 13ª rodada de concessões de blocos de exploração de gás Eólica Solar Maré-motriz Fonte: Aneel; ** Eletronorte
25
26 PORTO DO ITAQUI Movimentação (em mil toneladas) * *Previsão 26
27 LOCALIZAÇÃO ESTRATÉGICA América do Norte EUA Nova Orleans Nova York Europa Holanda Ásia Rússia China Japão Canal do Panamá África América do Sul Vitória (ES) Rio de Janeiro(RJ) Santos (SP) Oceania Buenos Aires
28 PRINCIPAIS ROTAS MARÍTIMAS (ITAQUI) Potencialidades Itaqui (MA) Nautical miles Salvador (BA) Tubarão (ES) Rio (RJ) Santos (SP) Rio Grande (RS) Rotterdam (NL) Hamburg (DE) N. Orleans (USA) S. Francisco (USA) Canal do Panamá Fonte: Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap)
29 MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS Potencialidades BERÇO t 15m BERÇO m Especializado BERÇO t 19m BERÇO t 18m BERÇO t 13,5m BERÇO t 15m BERÇO t 12m BERÇO t 12m Multiuso 29
30 TERMINAL DE GRÃOS DO MARANHÃO Investimento de R$ 578 milhões QUATRO ARMAZÉNS INDEPENDENTES Capacidadede toneladasde capacidade estática. (base soja) Cargas já movimentadas em 2015 via TEGRAM: tons I III II IV I II GLENCORE SERVIÇOS E III IV TERMINAL CORREDOR COMÉRCIO DE PRODUTOS CGG TRADING NORTE AGRÍCOLAS CONSÓRCIO GRESCIMENTO Foto aérea do TEGRAM / Junho 2015.
31
32
Perspectivas da Indústria Nacional de Celulose e Papel
35º. Fórum ANAVE Perspectivas da Indústria Nacional de Celulose e Papel Simone Nagai 9 de novembro, 2010 Temas: O Setor Base Florestal Contribuição Social e Ambiental Investimentos e Perspectivas 2 Desempenho
NOVEMBRO 2011 IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA PORTO HOJE PLANO ESTRATÉGICO
NOVEMBRO 2011 IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA PORTO HOJE PLANO ESTRATÉGICO 1 LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA MUNDIAL Rotterdam (5) (1) (4) Porto do Itaqui (3) (2) Itaqui China (Shangai) (1) Via Canal Panamá ~ 12.000
A Logística Brasileira Hoje e Suas Tendências
A Logística Brasileira Hoje e Suas Tendências Prof. Manoel A. S. Reis, PhD I SEMINÁRIO DE INFRAESTRUTURA DA BRITCHAM Segmento de Transportes no Brasil São Paulo 18 de Novembro de 2010 1. Características
Jurandir Vieira Santiago
22º Fórum de Debates Brasilianas: Os Novos Polos de Desenvolvimento Painel 2: Mecanismos para a Indução da Política Industrial no Brasil Jurandir Vieira Santiago Presidente do BNB As Políticas Industriais
O setor aquaviário e o comércio exterior
O setor aquaviário e o comércio exterior Associação de Comércio Exterior do Brasil AEB ENAEX 2011 - Encontro nacional de comércio exterior Rio de Janeiro, RJ 19 de agosto de 2011 Fernando Antonio Brito
AGENDA. Da Globalização à formulação de uma estratégia de Crescimento e Emprego para a União Europeia.
PORTUGAL A INOVAR O Desafio do Desenvolvimento Regional AGENDA Da Globalização à formulação de uma estratégia de Crescimento e Emprego para a União Europeia. Objectivos Plano Tecnológico, a resposta portuguesa
1. Contexto atual (crise econômica)
1. Contexto atual (crise econômica) Crescimento demográfico maior demanda por serviços do Estado; Restrições orçamentárias. As políticas ambientais tendem a ficar em segundo plano. Como manter uma gestão
PROJETOS DE INFRAESTRUTURA EM 6 EIXOS
PROJETOS DE INFRAESTRUTURA EM 6 EIXOS PAC Cidade Melhor Enfrentar os principais desafios das grandes aglomerações urbanas, propiciando melhor qualidade de vida PAC Comunidade Cidadã Presença do Estado
Sustentabilidade do Setor Florestal
Sustentabilidade do Setor Florestal Quem somos o Somos o resultado da União de duas empresas brasileiras com forte presença no mercado global de produtos florestais renováveis. o Uma nova empresa com
Seminário Transporte para o Comércio e Integração Regional. CNI-BID Brasília-DF, 01/10/08. Logística Integrada André Ravara
Seminário Transporte para o Comércio e Integração Regional CNI-BID Brasília-DF, 01/10/08 Logística Integrada André Ravara A Vale Milhares de empregados da Vale participam intensamente do dia-a-dia de mais
MERCADO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS E GERAÇÃO DISTRIBUÍDA. Jurandir Picanço
MERCADO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS E GERAÇÃO DISTRIBUÍDA Jurandir Picanço Novembro/2015 Cenários de Longo Prazo União Européia 2050 100% Renovável para eletricidade Consumo em TWh Fonte: WEC Word Energy Council
3º Seminário BM&F Famato Os desafios da pecuária no cenário global. Mercados futuros para um Mato Grosso mais competitivo.
3º Seminário BM&F Famato Os desafios da pecuária no cenário global Mercados futuros para um Mato Grosso mais competitivo Ivan Wedekin Você é competitivo quando tem um desempenho a longo prazo acima da
Seminário sobre Energia Elétrica Luanda, 8 e 9 de Setembro de 2011
Seminário sobre Energia Elétrica Luanda, 8 e 9 de Setembro de 2011 A política energética europeia para a promoção da competitividade, sustentabilidade e segurança de abastecimento Jorge de Sousa Professor
A Ibá e o Setor de Florestas Plantadas
A Ibá e o Setor de Florestas Plantadas Beatriz P. Milliet Câmara Temática de Infraestrutura e Logística do Agronegócio Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento 30 de setembro- 2015 1 1 A Ibá
AGRONEGÓCIO BRASILEIRO ALAVANCA DO MERCADO INTERNO OPORTUNIDADES E DESAFIOS VALOR
AGRONEGÓCIO BRASILEIRO ALAVANCA DO MERCADO INTERNO OPORTUNIDADES E DESAFIOS VALOR AVALIAÇÕES TÉCNICAS JUNHO 2013 EVOLUÇÃO DO BRASIL HÁ 50 ANOS = IMPORTADOR HÁ 20 ANOS = VENDEDOR HOJE = FORNECEDOR DISPUTADO
Energia Nuclear: oportunidades, riscos e desafios
Energia Nuclear: oportunidades, riscos e desafios Por: Drausio Atalla DATA Energia Elétrica é fator fundamental para o desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida que somente ocorrerá no Brasil se
Marco Referencial da Educação Ambiental. Orientações para ações do Prevfogo. I - Bases Conceituais Legais. II - Foco do Prevfogo
Marco Referencial da Educação Ambiental Orientações para ações do Prevfogo I - Bases Conceituais Legais II - Foco do Prevfogo I - Bases Conceituais Legais: O Brasil é um dos poucos países do mundo onde
O Terminal Desempenho Operacional. Financeiro Acessibilidade ao Porto Desenvolvimento de Negócios
TECON Salvador O Terminal Desempenho Operacional Financeiro Acessibilidade ao Porto Desenvolvimento de Negócios TECON Salvador Antes da Expansão Sem os portêineres, o cais de Ligação era voltado para a
Janeiro 2016. PORTO DO AÇU Soluções de Infraestrutura para o Brasil
Janeiro 2016 PORTO DO AÇU Soluções de Infraestrutura para o Brasil Estrutura Societária 74,3% 6,7% Outros Minoritários 19% FERROPORT PORTO DO AÇU GNA AÇU PETROLEO T-MULT BP-PRUMO 100% 100% 100% 50% 20%
Planejamento, Desenvolvimento e Políticas Públicas
Planejamento, Desenvolvimento e Políticas Públicas MÁRCIO GIMENE DE OLIVEIRA Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Salvador, 6 de agosto de 2014 ABOP Slide 1 PLANEJAMENTO: cálculo que precede
AGRONEGÓCIO BRASILEIRO
AGRONEGÓCIO BRASILEIRO OBSTÁCULOS LOGÍSTICOS COMISSÃO DE AGRICULTURA E REFORMA AGRÁRIA COMISSÃO DE SERVIÇOS E INFRAESTRUTURA SENADO FEDERAL JULHO DE 2010 EXPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO IMPORTAÇÕES DE FERTILIZANTES
Klabin S.A. Uma Empresa Brasileira
Klabin S.A. Uma Empresa Brasileira Klabin 15 unidades fabris em oito estados do Brasil 15 unidades fabris em oito estados do Brasil e uma na Argentina Maior produtora, exportadora e recicladora de papéis
MINISTÉRIO DAS CIDADES
MINISTÉRIO DAS CIDADES Mobilidade Urbana Sustentável Seminário Infraestrutura turística, megaeventos e promoção da imagem do Brasil no exterior 16 e 17 de agosto de 2011 MINISTÉRIO DAS CIDADES MISSÃO Combate
Subsecretaria de Economia Verde. Subsecretaria de Economia
Subsecretaria de Economia Verde Atual Conjuntura O Estado do Rio de Janeiro apresenta forte crescimento econômico, porém agora é o momento de posicioná-lo como uma liderança dentro uma inoxorável tendência:
balanço 1Oº março >> junho 2014 A gente FAZ um brasil de oportunidades
balanço 1Oº março >> junho 2014 A gente FAZ um brasil de oportunidades Metrô de Salvador Linha 1 Trecho Lapa - Acesso Norte Salvador BA apresentação O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) completa
Plano BrasilMaior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer.
Plano BrasilMaior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Foco e Prioridades Contexto Dimensões do Plano Brasil Maior Estrutura de Governança Principais Medidas Objetivos Estratégicos e
Visão Geral do Potencial do Mercado Florestal para a Região do MATOPIBA Tocantins Florestal Nov/2013
Visão Geral do Potencial do Mercado Florestal para a Região do MATOPIBA Tocantins Florestal Nov/2013 www.consufor.com A EMPRESA A Consufor é uma empresa de consultoria em NEGÓCIOS e ESTRATÉGIAS, especializada
Palavras de Saudação
ESTUDOS E PESQUISAS Nº 327 Palavras de Saudação Luciano Coutinho* Fórum Especial 2009 - Na Crise Esperança e Oportunidade, Desenvolvimento como Sonho Brasileiro, Oportunidade para as Favelas 17 e 18 de
FuturaGene Visão Geral
FuturaGene Visão Geral Agenda Apresentação Institucional Introdução Porque a Biotecnologia Nosso negócio Resumo 2 Introdução Líder brasileiro em biotecnologia florestal Setor atraente; expectativas da
O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL
O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL 08 de Novembro de 2012 O que é o Brasil Rural? O Brasil Rural Diversidade: raças, origens étnicas, povos, religiões, culturas Conflitos: concentração de terra, trabalho
Panorama do Mercado Brasileiro. Richard Nicolas De Jardin
Panorama do Mercado Brasileiro Richard Nicolas De Jardin Linha do Tempo Falta de Infraestrutura Poucos Postos Segmento de Taxi Privatizações Crescimento da Infraestrutura Novos mercados Aumento das Vendas
SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC. Agricultura do Século XXI Agropecuária, Meio Ambiente, Sustentabilidade e Inovação.
SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC Agricultura do Século XXI Agropecuária, Meio Ambiente, Sustentabilidade e Inovação. Avanços da Agricultura Brasileira. Passou de importador
ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO
ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO CUMPRIR E FAZER CUMPRIR A CONSTITUIÇÃO 1. Cumprir e fazer cumprir a
VI SIMPÓSIO BRASILEIRO sobre Pequenas e Médias Centrais Hidrelétricas
VI SIMPÓSIO BRASILEIRO sobre Pequenas e Médias Centrais Hidrelétricas Mesa Redonda: O Papel das PCH e Fontes Alternativas de Energia na Matriz Energética Brasileira Amilcar Guerreiro Diretor de Estudos
PROJETO CALCÁRIO SUL DA BAHIA
PROJETO CALCÁRIO SUL DA BAHIA 1 ÍNDICE DE PROJETO Introdução O uso diversificado de calcário Estudo de mercado PCC (carbonato de cálcio precipitado) GCC (carbonato de cálcio moído) Potencialidade econômica
Matriz elétrica brasileira Eólica
1 Matriz elétrica brasileira Eólica UEE VOLTA DO RIO Lívio Teixeira de Andrade Filho Coordenação-Geral de Fontes Alternativas Departamento de Desenvolvimento Energético 2 PRINCÍPIOS E OBJETIVOS DA POLÍTICA
LICENCIAMENTO DE EMPREENDIMENTOS DE PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA A PARTIR DA BIOMASSA
LICENCIAMENTO DE EMPREENDIMENTOS DE PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA A PARTIR DA BIOMASSA Fluxograma DIRETORIA GERAL DIREG DIRETORIA DE LICENCIAMENTO DILIC DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO DIFIS DIRETORIA DE RECURSOS
A Estratégia Regional de Especialização Inteligente do Alentejo
A Estratégia Regional de Especialização Inteligente do Alentejo CCDRAlentejo em 30 de Janeiro de 2015 Direcção de Serviços de Desenvolvimento Regional ROTEIRO: 1. A Estratégia Regional de Especialização
O PAPEL DO ENGENHEIRO AGRÔNOMO NA FORMULAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O AGRONEGÓCIO
O PAPEL DO ENGENHEIRO AGRÔNOMO NA FORMULAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O AGRONEGÓCIO O que caracteriza as sociedades modernas e prósperas? CONHECIMENTO que determina... Produtos que sabemos produzir Produtos
PROGRAMA RS TECNÓPOLE
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA CIÊNCIA, INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO PROGRAMA RS TECNÓPOLE Porto Alegre, abril de 2011. 1 1. CONCEITOS BÁSICOS E ANTECEDENTES A inovação
A intervenção do Instrumento JESSICA
A intervenção do Instrumento JESSICA Próximo período de programação - Algumas considerações Sílvio Costa Presidente do Instituto de Desenvolvimento Regional, IP-RAM Funchal, 03 de Junho de 2014 Com que
Localização estratégica
Redução e simplificação de tributos. Investimentos sociais intensificados. Infraestrutura qualificada. Novas empresas em expansão e instalação. Abertura de novos postos de trabalho. O PROMARANHÃO, um novo
SÍNTESE JUINA. Meio Ambiente
SÍNTESE JUINA Aperfeiçoar mecanismos controle ambiental Meio Ambiente Instalação de viveiros de distribuição de mudas para o reflorestamento e matas ciliares Ampliar aceso aos programas de crédito de Capacitar
O mercado imobiliário no Rio de Janeiro
O mercado imobiliário no Rio de Janeiro Índice 1- Potencial do Setor Imobiliário População Demanda Financiamento e taxa de juros 2- Mercado do Rio de Janeiro Evolução do Setor Grandes Investimentos Programa
15 anos + de 700 projetos Segmentos: educação, saúde, imobiliário, varejo, hotelaria, logística, mobilidade, cidades + de 500 cidades analisadas e
15 anos + de 700 projetos Segmentos: educação, saúde, imobiliário, varejo, hotelaria, logística, mobilidade, cidades + de 500 cidades analisadas e mapeadas Inteligência de Mercado e Soluções Estratégicas
GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO BRASIL E O PROJETO DE LEI DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS
ISWA 2005 - Hacia un sistema integral de residuos solidos urbanos Buenos Aires Argentina GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO BRASIL E O PROJETO DE LEI DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Victor Zular Zveibil
PARÁ Fomento à exploração mineral
PARÁ Fomento à exploração mineral Ouro Preto, Maio de 2016 2 O ESTADO DO PARÁ Brasil Região Amazônica Estado do Pará Regiões de Integração Informações PARÁ Part (%) no Brasil Área (1.000 km 2 ) 1.248 15%
GT de Economia Criativa
GT de Economia Criativa Santa Maria, 02 de outubro de 2012 Pauta da reunião 1) Ações após a 1ª reunião do GT 2) Apresentação do Projeto de Mapeamento Georreferenciado da Economia Criativa 3) Apresentação
Mudanças Climáticas e Desastres Naturais no Brasil - Desafios ao Desenvolvimento Urbano Resiliente
Mudanças Climáticas e Desastres Naturais no Brasil - Desafios ao Desenvolvimento Urbano Resiliente São Paulo, 12 de mao de 2016 Estrutura da Apresentação Panorama Geral - Mudanças Climáticas - Desastres
MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL. sexta-feira, 29 de junho de 12
MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL O QUE É MOBILIDADE URBANA? É um atributo das cidades e se refere ao deslocamentos de pessoas e bens no espaço urbano. Pensar a mobilidade urbana é pensar sobre como se organizam
SUPERPORTO DO AÇU. Rio de Janeiro Junho de 2013
SUPERPORTO DO AÇU Rio de Janeiro Junho de 2013 SUPERPORTO DO AÇU X PORTOS BRASILEIROS Típico Porto brasileiro: estrangulado pelo crescimento da cidade X Superporto do Açu: Complexo Industrial de 90Km²
POLÍTICA NACIONAL DE MOBILIDADE URBANA. LEI 12.587 3 de janeiro de 2012
LEI 12.587 3 de janeiro de 2012 A POLÍTICA NACIONAL DE MOBILIDADE URBANA, INSTITUDA PELA LEI 12.587, É INSTRUMENTO DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO URBANO, OBJETIVANDO A INTEGRAÇÃO ENTRE OS DIFERENTES MODOS
INSERÇÃO DAS ENERGIAS ALTERNATIVAS RENOVÁVEIS NO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO
INSERÇÃO DAS ENERGIAS ALTERNATIVAS RENOVÁVEIS NO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO Associação Brasileira dos Pequenos e Médios Produtores de Energia Elétrica - APMPE CONFERÊNCIA REGIONAL DA AMÉRICA LATINA E DO
PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA A produção de Habitação de Interesse Social na promoção do desenvolvimento urbano
PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA A produção de Habitação de Interesse Social na promoção do desenvolvimento urbano Maria do Carmo Avesani Diretora do Departamento de Produção Habitacional Secretaria Nacional
9º Lugar. População: 62.204 hab. Área do Município: 1,589,52 km² Localização: Região Sul Goiano PIB (2005): R$ 505,5 milhões PIB :
População: 62.204 hab. Área do Município: 1,589,52 km² Localização: Região Sul Goiano PIB (2005): R$ 505,5 milhões PIB : per capita R$ 7.701,00 9º Lugar Principais distâncias: Goiânia: 154 km Brasília:
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da
1. Garantir a educação de qualidade
1 Histórico O Pacto pela Juventude é uma proposição das organizações da sociedade civil, que compõem o Conselho Nacional de Juventude, para que os governos federal, estaduais e municipais se comprometam
Mobilidade Urbana. Linhas gerais, resultados e desafios selecionados
Mobilidade Urbana Linhas gerais, resultados e desafios selecionados Apresentação A política de desenvolvimento urbano é estratégica para a promoção de igualdade de oportunidades, para a desconcentração
2. QUATRO CENÁRIOS PARA O RIO GRANDE DO NORTE
2. QUATRO CENÁRIOS PARA O RIO GRANDE DO NORTE 35 1 Este capítulo apresenta uma síntese de quatro cenários prospectivos elaborados pelo Mais RN. O documento completo, contendo o detalhamento dessa construção,
A Indústria de Papel no Brasil. BNDES - Rio de Janeiro Miguel Sampol Pou Klabin Julho 2003
A Indústria de Papel no Brasil BNDES - Rio de Janeiro Miguel Sampol Pou Klabin Julho 2003 1 Produção mundial de papel por região - 2001- Em % A produção mundial está distribuída uniformemente em 3 áreas
AGENDA. A Vale. O Maior Projeto de Logística da America Latina. - Exportação de Minério. - Logística da Vale de Carga Geral
Vale no Maranhão AGENDA A Vale O Maior Projeto de Logística da America Latina - Exportação de Minério - Logística da Vale de Carga Geral A Vale no Mundo A Vale tem operações mineradoras, laboratórios de
Oportunidades no Mercado de Biocombustíveis
4 e 5 de junho de 2007 World Trade Center São Paulo, Brasil SÃO PAULO ETHANOL SUMMIT Novas Fronteiras do Etanol: Desafios da Energia no Século 21 Oportunidades no Mercado de Biocombustíveis Arnaldo Walter
Oportunidades de Negócios e Parcerias entre Santa Catarina e China
Oportunidades de Negócios e Parcerias entre Santa Catarina e China China Brazil Santa Catarina Santa Catarina Dados Gerais SANTA CATARINA Área: 95,442 Km² População: 6,38 Milhões (2012) Densidade: 67 habitantes/km²
Novas tecnologias para o desenvolvimento produtivo baseado na experiência do desenvolvimento do Cerrado Brasileiro
Novas tecnologias para o desenvolvimento produtivo baseado na experiência do desenvolvimento do Cerrado Brasileiro Cláudio Takao Karia Chefe Adjunto de P&D Embrapa Cerrados VI Foro por el desarrollo de
NORTE DO ES: ARACRUZ E ÁREAS DE INFLUÊNCIA
NORTE DO ES: ARACRUZ E ÁREAS DE INFLUÊNCIA Aracruz Celulose e a Estrada de Ferro Vitória Minas Esse estudo tem como objeto de análise uma região caracterizada pela influência de dois sistemas de infra-estrutura:
A Mineração e a. Política Nacional de Mudança do Clima
Secretaria de Geologia, A e a Política Nacional de Mudança do Clima Departamento de Desenvolvimento Sustentável na Secretaria de Geologia, Ministério das Minas e Energia Secretaria de Geologia, SUMÁRIO
Oportunidades e Restrições ao uso da Energia Eólica no Brasil
Oportunidades e Restrições ao uso da Energia Eólica no Brasil Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Fundação Instituto de Administração, como requisito parcial para a conclusão do curso MBA Executivo
