BELO HORIZONTE - Contexto Histórico
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- Elza Barateiro Mirandela
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2 BELO HORIZONTE - Contexto Histórico 1897 : Inauguração da nova capital do Estado de Minas Gerais Símbolo dos ideais republicanos: BH foi criada para centralizar atividades políticas, administrativas, terciárias (comércio e serviços) e culturais. É a primeira cidade planejada do Brasil: traçado de malhas superpostas delimitada por uma avenida circular : Cidade Jardim Consolidação da cidade como importante centro econômico e político do Brasil. Tem-se início o processo de verticalização na área central. Expansão da cidade nos eixos oeste (cidade industrial) e norte (Pampulha)
3 BELO HORIZONTE - Contexto Histórico : Uma cidade para o capital A capital mineira seguiu o modelo de crescimento e desenvolvimento de cidades observado no Brasil: exclusão e segregação sócio-espacial. Crescimento econômico acelerado e desordenado. Produção imobiliária voltada para os mercados de média e alta rendas; agravamento dos problemas de trânsito e transporte devido à concentração populacional; população de baixa renda carente de políticas habitacionais; consolidação da ocupação ilegal. Anos 90: A cidade para o cidadão Requalificação e valorização do patrimônio natural e construído. Melhor qualidade de vida, projetos de inclusão social e econômica. Participação popular no processo de gestão da cidade
4 A ÁREA CENTRAL DE BELO HORIZONTE
5 A ÁREA CENTRAL DE BELO HORIZONTE Zona urbana planejada, limitada pela Avenida do Contorno: traçado ortogonal, cortado por grandes avenidas, amplos espaços públicos, áreas verdes, visadas monumentais, setorização das funções urbanas. Verticalização e registros expressivos de descaracterização do patrimônio. Maior índice metropolitano de verticalização dos domicílios. População residente total de pessoas (IBGE-Censo 2000); Principal referência econômica, simbólica e urbanística para a Região Metropolitana de Belo Horizonte.
6 A ÁREA CENTRAL DE BELO HORIZONTE Características Atuais Sinais de descaracterização e redução do dinamismo sócioeconômico: imóveis fechados a mais de cinco anos. Perda de atividades tradicionais e substituição dos tipos de comércio e serviços: fechamento de alguns cinemas, bares e restaurantes e fuga do comércio de elite para outras áreas da cidade. Perda de população residente. Dificuldade para venda de apartamentos muito grandes, sem garagem, com condomínio e IPTU caros. Conflitos de uso: pedestres x veículos x mobiliário urbano. Para o público que não freqüenta a área: imagem de um local inseguro e degradado.
7 A ÁREA CENTRAL DE BELO HORIZONTE A área continua viva e diversificada, porém com atividades de caráter mais popular: espaço depreciado e abandonado pelo capital mas intensamente apropriado pelo social. Necessidade de tratamento da área pela sua importância econômica, simbólica e urbanística e em atendimento ao Plano Diretor do Município: Instituição do Programa de Requalificação da Área Central Centro Vivo
8 O PROGRAMA CENTRO VIVO Metas: Reforçar o papel dessa área como centro simbólico da cidade, da Região Metropolitana e do Estado; Valorizar a diversidade de suas atividades e consolidar o Centro como local de encontro; Transformar o Centro de BH em um lugar bom para morar, trabalhar, passear, aprender, conviver. Eixos de atuação: Planejamento urbano Segurança Inclusão Social e Econômica Requalificação urbanística e ambiental
9 O PROGRAMA CENTRO VIVO Planejamento Urbano
10 O PROGRAMA CENTRO VIVO Planejamento Urbano Elaborar diagnóstico compreensivo da área central e propor ações integradas para sua valorização e preservação, sustentadas pelos seguintes princípios: Desenvolvimento sustentável Participação popular Inclusão social
11 Ações urbanísticas PLANEJAMENTO URBANO Código de Posturas Municipais: reformulação da legislação que estabelece normas de convivência nos espaços públicos. Plano diretor de arborização: levantamento das árvores da área central e criação de um plano de arborização viária com programação anual de podas, reduzindo o transtorno no trânsito. Revisão do Plano Diretor do Município: permissão para instalação de usos relacionados à administração pública na área central como indutores de revitalização econômica. Revisão da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo: flexibilização de parâmetros para viabilizar adaptação dos edifícios. Plano Diretor da Região Centro-sul: elaboração de diretrizes para o desenvolvimento urbano e sócio-econômico sustentável da área.
12 Ações urbanísticas PLANEJAMENTO URBANO Legislação de incentivo a preservação de conjuntos urbanos: incentivos fiscais e financeiros, como transferência do direito de construir para imóveis tombados. Regulamentação dos instrumentos urbanísticos do Estatuto da Cidade (Lei Federal nº /01): permitirá o estabelecimento de políticas urbanas que visam o efetivo cumprimento da função social da propriedade urbana. Plano de Reabilitação do Hipercentro: consolidação de projetos existentes, identificação de áreas para intervenção futura, reestruturação das normas urbanísticas para a área de forma compatível com a atual apropriação dos espaços, minimização de conflitos entre veículos, pedestres e mobiliário urbano.
13 Ações urbanísticas PLANEJAMENTO URBANO PLANO DE REABILITAÇÃO DO HIPERCENTRO ÁREA DE INTERVENÇÃO LEGENDA ÁREA CENTRAL Área do Plano de R eabilitação do Hipe rcentro HIPERCENTRO LEGAL (LEI 7.166/96) MAIS ENTORNO DA PRAÇA RAUL SOARES, QUADRAS AO LONGO DAS AVENIDAS BIAS FORTES E ÁLVARES CABRAL E TRECHO DA REGIÃO HOSPITALAR.
14 Ações urbanísticas PLANEJAMENTO URBANO PLANO DE REABILITAÇÃO DO HIPERCENTRO Conteúdo das propostas: OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Reestruturação da paisagem urbana; Ordenação do tráfego de veículos e de pedestres na área; Ordenação e dinamização dos usos e das atividades urbanas; Estímulo ao uso residencial; Proposição de formas de gestão urbana; Revisão da Legislação Urbanística. METODOLOGIA: Etapa 1 - Elaboração do Diagnóstico; Etapa 2 - Definição de Diretrizes; Etapa 3 - Definição de Propostas e apresentação do Plano de Reabilitação do Hipercentro; Etapa 4 - Proposta de adequação da Legislação urbanística existente. Obs. A mobilização social e a participação dos usuários da área está prevista para todas as etapas do plano.
15 Ações urbanísticas PLANEJAMENTO URBANO PLANO DE REABILITAÇÃO DO HIPERCENTRO Estudos já realizados: Pesquisa de uso e ocupação dos imóveis : Pesquisa de opinião com passantes e comerciantes; Pesquisa de apropriação do espaço público; Pesquisa de percepção ambiental; Diagnóstico de macro e micro drenagem; Diagnóstico de tráfego e transportes; Entrevistas com empresas, associações e órgãos públicos que atuam na área; Elaboração de banco de dados; Oficina de diagnóstico com a população. Etapa atual: - fechamento do diagnóstico. - definição de diretrizes.
16 Ações urbanísticas PLANEJAMENTO URBANO PLANO DE REABILITAÇÃO DO HIPERCENTRO Apropriação dos espaços conforme pesquisa de percepção ambiental Síntese dinâmica urbana Principais edificações de referência na área central. Áreas com fo rte caráter de lazer e descanso. Via preferencialmente de pedestres. Fluxo intenso de pedestres inclusive na faixa de rolament o. Áreas principais de circulação de catadores de papel. Proximidade de depósito s de papéis, mercados, etc. Áreas de baixo fluxo de pedestres e alto grau de degradação das calçadas. Porções apropriadas por parcela s marginalizadas da população. Presença de edificações abandonadas, galpões, imóveis fechados. Predominância do comércio popular e usuários de baixa renda. Presença do comércio sofisticado e dos serviços. Presença de usuários de maior poder aquisitivo. Áreas de concentração de população de rua para descanso. Passarelas de articulação centro-bairro e transposição da Av. Contorno e linha férrea. Fluxo intenso de pedestres. Principais pontos de concentração de pedestres em funçã o do transporte coletivo. Pontos de lazer noturno, boemia e happyhour - principais bares e restaurantes.
17 Ações urbanísticas PLANEJAMENTO URBANO PLANO DE REABILITAÇÃO DO HIPERCENTRO Apropriação dos espaços conforme pesquisa de percepção ambiental. Síntese dinâmica noturna Áreas de concentração de população de rua para descanso. Áreas de concentração de pedestres para uso do transporte coletivo. Áreas de concentração de catadores de papel, trechos de destaque no seus percursos. Áreas de concentração de motéis populares, prostituição, shows e cinemas eróticos. Pontos de lazer noturno, boemia e happyhour (bares e restaurantes) propiciadores de movimento de usuários. Áreas de maior destaque na concentração de bares e restaurantes, com o uso das calçadas para disposição de mesas, ocupando grande porção no espaço público. Shows de música ao vivo e/ou disposição de caixas de som voltadas para o espaço público. Som de alta intensidade e grande abrangência espacial. Praças com concentração de casais de namorados. Pontos de encontro para excursões e embarque em ônibus de viagem. Pontos de encontro de skatistas para prática do esporte. Ponto de encontro de surdos mudos. Ponto de encontro de usuários da Galeria Praça 7 (roqueiros, punks, hip hop, etc, na maioria adolescentes. Ponto de encontro de usuários dos bares da Galeria Center Praça. Ponto de encontro de religiosos. Show de música religiosa e pista de dança, às sextas-feiras. Pessoas, em geral senhores na faixa de 60 anos, jogando damas e xadrez. Área de concentração de garotos de programa (michês).
18 Ações urbanísticas PLANEJAMENTO URBANO PLANO DE REABILITAÇÃO DO HIPERCENTRO Apropriação dos espaços conforme pesquisa de percepção ambiental. UNIDADE 1: USO POPULAR (comércio popular, boemia, prostituição) Entorno imediato Terminal Rodoviário, Restaurante Popular e Shopping,. Oiapoque. Avenida Santos Dumont e Rua dos Guaicurus UNIDADE 2: USO CULTURAL (apropriação diversificada: uso eventual eventos) Praça da Estação, Rua Aarão Reis, Casa do Conde e Viaduto Santa Tereza UNIDADE 3: COMÉRCIO ESPECIALIZADO Avenida do Contorno, Shopping Tupinambás e Rua Rio Grande do Sul UNIDADE 4: COMÉRCIO ESPECIALIZADO + USO RESIDENCIAL Av. Paraná, Av. Olegário Maciel e Rua dos Guaranis. UNIDADE 5: USOS DIVERSIFICADOS (comércio e serviços variados) Praça Sete, Rua São Paulo e Rua dos Caetés) UNIDADE 6: USO INSTITUCIONAL TRADICIONAL, USO RESIDENCIAL DE SEGMENTO DE MAIS ALTA RENDA; COMÉRCIO MAIS SOFISTICADO) Praça Sete:, Av. Afonso Pena, Shopping Cidade e Av. Augusto de Lima UNIDADE 7: APROPRIAÇÃO INFLUENCIADA PELO MERCADO CENTRAL E PRAÇA RAUL SOARES. Uso residencial pontual de alta densidade. Praça Raul Soares, Edifício JK e Barro Preto. UNIDADE 8: CENTRO CHIQUE : reduz comércio e serviços, aumenta uso residencial. Maior semelhança com Lourdes e Funcionários Avenidas Afonso Pena, Álvares Cabral e João Pinheiro. Rua Goiás. UNIDADE 9: ENCLAVE : apropriação interna dos espaços Avenida do Contorno -entorno Parque Municipal e Av. Ezequiel Dias.
19 Ações urbanísticas PLANEJAMENTO URBANO PLANO DE REABILITAÇÃO DO HIPERCENTRO Pré-diagnóstico: A área objeto do plano continua viva e diversificada, com atividades de caráter mais popular. O Hipercentro é visto como local inseguro e degradado, principalmente pelo público que não freqüenta a área. Por parte de moradores, comerciantes e associações há sentimento de apreço e reconhecimento de melhoria; O grande volume de ônibus, o trânsito, o barulho e a poluição não são apontados como os maiores problemas da área, e sim a presença de lixo, população de rua e o mau estado de conservação das calçadas, assim como a localização do mobiliário urbano; Há mudanças na percepção e na ação com relação à degradação do Hipercentro por parte do mercado imobiliário, iniciativas privadas, poder público e população.
20 O PROGRAMA CENTRO VIVO Ações de Segurança
21 O PROGRAMA CENTRO VIVO Segurança Melhorar a segurança na área, garantindo condições necessárias ao fomento das atividades econômicas e de habitabilidade no centro. Ações implantadas: Criação da Guarda Municipal, com um contigente de 1148 guardas; Projeto Olho Vivo (em parceria com a PM e CDL): instalação de câmaras de vídeo visando monitorar a segurança do cidadão; Controle Inteligente de Tráfego (CIT): sistema de gerenciamento do tráfego (sincronismo dos semáforos); Melhoria da iluminação pública: substituição das luminárias com baixo rendimento por equipamentos mais modernos e eficientes.
22 Ações de segurança pública SEGURANÇA PROGRAMA OLHO VIVO - Abril/2004/2005/2006 Programa Olho Vivo melhorias progressivas das condições de segurança na Área Central; Redução e dispersão das ocorrências Efeitos positivos de ações integradas (PM, PBH, Conseps), retirada dos camelôs e intervenções de reqüalificação.
23 Ações de inclusão social e econômica HABITAÇÃO NO CENTRO Identificação de espaços e edificações com potencial de utilização para o uso residencial
24 O PROGRAMA CENTRO VIVO Inclusão social e econômica
25 O PROGRAMA CENTRO VIVO Inclusão Social e Econômica Melhorar as condições de ocupação e habitabilidade da área central, aproveitando a infra-estrutura instalada na região; Promover a inclusão social, econômica, saúde e segurança alimentar para todos que circulam, moram e trabalham no centro; Organizar o comércio na área central, tornando-o mais adequado e atrativo para o consumidor.
26 Ações de inclusão social e econômica SHOPPINGS POPULARES Remanejamento dos camelôs, ambulantes e toreros, atendendo ao novo Código de Posturas (2004), em acordo construído com a população por meio da II Conferência de Política Urbana. Apropriação das calçadas pelos pedestres: melhoria da segurança, da acessibilidade e do comércio formal. Antes Depois
27 Ações de inclusão social e econômica SHOPPINGS POPULARES Adaptação ou construção de edificações para atividades de comércio popular destinadas a abrigar os ambulantes, retirandoos das ruas (2.119 comerciantes informais), porém, assegurando sua permanência na área central por meio de operações urbanas com a iniciativa privada. Até o momento foram construídos 05 Shoppings Populares (Tupinambás, Xavantes, Oiapoque, Tocantis, Caetés-PBH e Caetés-iniciativa privada): 1705 boxes. Vista interna Shopping Tupinambás Shopping Oiapoque
28 Ações de inclusão social e econômica RESTAURANTES POPULARES Refeições balanceadas com cardápio variado, a preços subsidiados - R$ 1,00 - totalizando refeições servidas por dia. Restaurante Popular Região Hospitalar
29 Ações de inclusão social e econômica CULTURA POPULAR Projeto Miguilim Cultural. Oficinas de restauro. Programa arena cultural. Programa jovem jardineiro. Oficinas Culturais no Parque Municipal. Incentivo à produção de eventos culturais e promoção turística. Melhorias nos teatros Francisco Nunes e Marília. Centro de Cultura de BH. Circuito cultural gastronômico.
30 Ações de inclusão social e econômica HABITAÇÃO NO CENTRO Habitação como instrumento de requalificação ambiental e diversificação social do centro e melhor aproveitamento da infra-estrutura urbana aí instalada. SANTOS DUMONT,740 RIO DE JANEIRO,37 RIO DE JANEIRO,18 ESPÍRITO SANTO,604 PRAÇA RUI BARBOSA,187 AFONSO PENA, 271 TUPIS,718 SÃO PAULO,351 GUAJAJARAS,432 CAETES, 331 GUARANIS,504 ESPÍRITO SANTO,474 SÃO PAULO,679 ESPÍRITO SANTO,490 EDIFICAÇÕES POTENCIAIS PARA USO HABITACIONAL PROJETOS EM ANDAMENTO (INICIATIVA PRIVADA)
31 Ações de inclusão social e econômica HABITAÇÃO NO CENTRO Proposição de Legislação Urbana para viabilizar a adaptação de edifícios de uso residencial no Hipercentro - Lei do Hipercentro (Projeto de Lei nº 810/05): Proposição de usos residencial e misto em edificações já existentes, sem acréscimo de área líquida; Flexibilização dos parâmetros da Lei nº 7.166/96: Coeficiente de Aproveitamento, Quota de Terreno por Unidade Habitacional, Taxa de Permeabilização e Áreas de Estacionamento; Alteração de parâmetros do Código de Obras: tamanho dos cômodos, pé-direito, iluminação e ventilação; Liberação de Licenciamento Ambiental; Procedimentos e custos de aprovação facilitados pela PBH (para os casos de EHIS). EDIFICAÇÕES POTENCIAIS PARA USO HABITACIONAL PROJETOS EM ANDAMENTO (INICIATIVA PRIVADA)
32 O PROGRAMA CENTRO VIVO Requalificação Urbanística e Ambiental
33 O PROGRAMA CENTRO VIVO Requalificação urbanística e ambiental Melhorar as condições da paisagem urbana do centro inclusive eliminando a poluição visual no entorno dos conjuntos tombados; Preservar, valorizar e divulgar os espaços que se constituem referências simbólicas da memória coletiva; Melhorar as condições de mobilidade na área central, priorizando a circulação de pedestres com segurança;
34 Ações urbanísticas INTERVENÇÕES FÍSICAS PRAÇA DA ESTAÇÃO Recuperação de marco simbólico (portal de entrada). Adequação espaço público para manifestações e eventos. Melhoria do acesso à Estação Central do Trem Metropolitano. Início Séc.XX 2006
35 Ações urbanísticas INTERVENÇÕES FÍSICAS PRAÇA DA ESTAÇÃO PROJETO CONCLUÍDO
36 Ações urbanísticas INTERVENÇÕES FÍSICAS BOULEVARD ARRUDAS Engloba um trecho de aproximadamente 1,5 km ao longo das duas das principais vias arteriais da cidade (avenidas do Contorno / Andradas) entre a rua Rio de Janeiro e alameda Ezequiel Dias. Reabilitação ambiental da área. Recuperação do patrimônio histórico. Ampliação do espaço para pedestres. Priorização do transporte coletivo. Melhoria das condições de circulação de pedestres e veículos.
37 Ações urbanísticas INTERVENÇÕES FÍSICAS BOULEVARD ARRUDAS PROJETO PRIORITÁRIO
38 Ações urbanísticas INTERVENÇÕES FÍSICAS PRAÇA SETE Uma das principais destinações da área central de Belo Horizonte: local por onde circulam mais de um milhão de pessoas diariamente. Ampliação e qualificação dos espaços de convivência. Valorização do seu referencial simbólico, o Pirulito. Intervenção nos quatro quarteirões fechados, com leituras diferenciadas.
39 Ações urbanísticas INTERVENÇÕES FÍSICAS CAMINHOS DA CIDADE Através da seqüencial requalificação de importantes corredores de pedestres, pretende-se priorizar as necessidades dos pedestres, configurando uma rede de percursos seguros, confortáveis e acessíveis para todos. Diretrizes gerais de projeto: atendimento das normas técnicas definidas pela NBR 9050:04 (acessibilidade); o alargamento de calçadas onde for necessário; tratamento e remoção de obstruções; iluminação em segundo nível direcionada para pedestres; canalização de pedestres para a travessia, através da implantação de mobiliário urbano e gradis; implantação de travessia elevada ou com piso diferenciado e melhoria em sua sinalização e iluminação; tratamento dos pontos de ônibus, considerando a acomodação dos passageiros e respeitando o espaço de circulação;
40 Ações urbanísticas INTERVENÇÕES FÍSICAS CAMINHOS DA CIDADE Requalificação dos espaços públicos de calçadas, passeios e travessias de pedestre das ruas Rio de Janeiro, Carijós e Caetés. RUA CAETÉS RUA CARIJÓS RUA RIO DE JANEIRO
41 Ações urbanísticas INTERVENÇÕES FÍSICAS CAMINHOS DA CIDADE Restauração das fachadas das edificações na rua Caetés. RUA CAETÉS
42 Ações urbanísticas INTERVENÇÕES FÍSICAS CAMINHOS DA CIDADE PROJETO PRIORITÁRIO PROJETO CONCLUÍDO CONCLUÍDO PROPOSTA PARA RESTAURAÇÃO DE FACHADAS ECLÉTICAS PAGINAÇÃO DE PISO - PROJETO CONCLUÍDO RESTAURAÇÃO DE FACHADAS
43 Ações urbanísticas INTERVENÇÕES FÍSICAS REGIÃO DO MERCADO CENTRAL Reabilitação ambiental da área. Melhoria das condições de circulação de pedestres e veículos. Recuperação de espaços públicos referenciais e de valor histórico e cultural (Praça Raul Soares e área adjacente ao Mercado Central).
44 Ações urbanísticas INTERVENÇÕES FÍSICAS BALAUSTRADAS DA RUA SAPUCAÍ Requalificação funcional, ambiental e paisagística da área
45 Ações urbanísticas INTERVENÇÕES FÍSICAS CONJUNTOS URBANOS TOMBADOS Legislação de incentivo à preservação dos conjuntos urbanos. Ateliê de acompanhamento de projetos: orientações técnicas e elaboração de projetos de restauro. Despoluição visual dos conjuntos urbanos protegidos. ATELIER DE ACOMPANHAMENTO DE PROJETO
46 Ações urbanísticas MONITORAMENTO AVALIAÇÃO DAS INTERVENÇÕES REALIZADAS Avaliação dos Passantes (273 pessoas) Caetés/Carijós/Pça da Estação/Pça 7 4% 3% 2% 91% Positivos Regular Negativos Não sabe
47 Ações urbanísticas MONITORAMENTO AVALIAÇÃO DAS INTERVENÇÕES REALIZADAS Avaliação dos Comerciantes (amostra de 33%) Caetés Carijós 13% 3% 6% 20% 64% Positivos Mais ou menos Negativos Não respondeu Positivos 94% Negativos Praca da Estacão Praça Sete 18% 11% 82% 89% Positivos Negativos Não respondeu Positivos Negativos
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