Plano Diretor de Trânsito e Transporte
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- Maria Eduarda Letícia Antas Carreiro
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1 Região Sudeste Rio de Janeiro Baía de Guanabara Niterói Veículos = maior mobilidade, crescimento das cidades Aumento da frota = congestionamento menor mobilidade. Maiores distancias = aumento da frota.
2 A solução priorizar o transporte coletivo Rua das Flores: A primeira avenida do Brasil fechada ao trânsito de veículos (em 1971). O Palácio Avenida (à esquerda na foto) foi construído em 1929 e abrigava o Cine Avenida, um dos primeiros cines de Curitiba. Curitiba - referência brasileira. Tendência mundial. Terminal de Transporte Campina do Siqueira, no final da Avenida Padre Anchieta (foto: Prefeitura de Curitiba). Plano Diretor Urbano (PDU) Plano Integrado de Trânsito e Transportes (PITT) /1996 Diretoria de Desenvolvimento Urbano Integrado 1995 Código Nacional de Trânsito / Municipalização do Trânsito Planos Urbanísticos Regionais (PUR), legislação de ocupação e uso do solo, incluindo hierarquização e definições viárias Plano Diretor de Transportes e Trânsito (PDTT) /em implantação Construção Terminal João Goulart m2 (7000m2 de plataformas),12 plataformas, 120 linhas ônibus/hora, passageiros/dia Implantação de Faixa Seletiva para Ônibus na Av. Visc. Rio Branco Faixa reversível Av. Roberto Silveira Via Arterial em Icaraí, 5 faixas de rolamento: 2 por sentido e 1 reversivel na hora de pico no sentido mais carregado Eliminação de gargalo na Praça Renascença: Conexão entre corredores arteriais (Alameda São Boaventura, Av. Feliciano Sodre, Av. do Contorno, Ponte) A boa gestão do trânsito e transporte da cidade implica na adoção de medidas que garantam: 1. Acessibilidade aos serviços e bens; 2. Segurança, minimizando os fatores geradores de acidentes; 3. Melhoria das condições ambientais, reduzindo poluição e desperdício de energia; 4. Desenvolvimento econômico, com redução de custo e tempo de produção; 5. Articulação entre os diferentes segmentos sociais. Transporte não é um fim em si mesmo, mas uma forma da população atingir seus interesses econômicos e sociais. O processo de planejamento de transportes não é mais direcionado ao atendimento da necessidade de deslocamento do veículo, mas do ser humano. A Mobilidade Urbana é entendida como uma função pública que visa assegurar a acessibilidade para todos. Neste Sentido, o PDTT pretende ser um PACTO pela MOBILIDADE, a ser implantando nos próximos anos.
3 1 veículo x 14 pessoas Combustível (gasolina) Danos Ambientais Tempo perdido em congestionamento Custos totais automóvel 98 milhões litros /ano 190 milhões dólares/ano 40 milhões dólares/ano 275 milhões dolares/ano Automóvel x Transporte Coletivo Veículos / 1000 Habitantes % 99 % 62 % 90% Anos Combustível (diesel) Danos Ambientais Tempo perdido em congestionamento Custos totais ônibus 9,5 milhões litros /ano 1,9 milhões dólares/ano 25 milhões dólares/ano 32 milhões dolares/ano 2 veículos x 5 pessoas 9% 1 % 38 % 10% Fonte ANTP/RJ Mobilidade - diretamente proporcional ao poder aquisitivo. Percurso - aprox. 5 km. Fonseca Centro Velocidade das viagens meio de transporte salário viagem aquisição manutenção Estacionam. tempo total velocidade bicicleta automóvel ônibus 500, ,8 km/h , ,4 km/h , ,8 km/h. 500, h ,1 km/h 1.000, ,83 km/h 5.000, ,18 km/h 500, km/h , ,5 km/h , ,6 km/h. Faixas Salariais R$ 500,00, R$ 1.000,00 e R$ 5.000,00 carga hor ária 220 h/m Prazo de depreciação - 10 anos O nível de renda da população tem impacto decisivo sobre as taxas de mobilidade no transporte de passageiros, desde o ônibus até o avião, mas sempre passando pelo automóvel. Diretrizes: Prioridade para o transporte coletivo: Faixas e pistas exclusivas para ônibus; Terminais de Integração; Medidas de segurança e conforto para os usuários e pedestres; Melhorias no sistema viário; Sinalização adequada; Facilidade para os deslocamentos dos Portadores de Necessidades Especiais. Estrada Francisco da Cruz Nunes Faixa seletiva para ônibus; Parada de ônibus no canteiro central; Travessias de pedestres disciplinadas; Rua Alcebíades Pinto/Caetano Monteiro Restauração e Alargamento; Binário com Est. Fco da Cruz Nunes; Largo da Batalha - Revitalização Urbana Estrada da Cachoeira Alargamento e Revitalização Urbana Sistema Tronco -Alimentador Linhas Troncais: Ônibus Linhas Alimentadoras: Micro-Ônibus Linhas de Vizinhança: Vans Terminais deintegração Largo da Batalha Itaipu Maria Paula Piratininga Eliminação de Conflitos Viários Rótulas da Est. Fco. da Cruz Nunes Trevo do Itaipu Multicenter Praias Oceânicas e Pendotiba
4 Estrada Francisco da Cruz Nunes Terminal Lgo. da Batalha Corredor da Av. Amaral Peixoto Pista Exclusiva para Ônibus Parada de Ônibus Corredor da Av. Roberto Silveira Pista Exclusiva para Ônibus Parada de Ônibus Rua Gavião Peixoto Formação de Binário com Av. R. Silveira Ligação Viária Sta Rosa x Centro/Ponte Santa Rosa x Bairro de Fátima (Túnel); Bairro de Fátima x Centro (Mergulhão); Bairro de Fátima x Ponte Rio-Niterói; Terminais Intermodais Centro (Praça Araribóia) Charitas (Av. Pref. Sylvio Picanço) Corredor de Pedestres na Área Central Traffic Calming em Icaraí Melhoria da Circulação e Sinalização Revitalização urbana do Centro Praias da Baía Av. Amaral Peixoto
5 Corredor da Al. São Boaventura Faixa Seletiva para Ônibus Parada de Ônibus Sobre o Canal Corredor da Av Feliciano Sodr é Pista Exclusiva para Ônibus Parada de Ônibus Rua Saldanha Marinho Restauração Binário com Av. Feliciano Sodré Sistema Tronco -Alimentador Linhas Troncais (Ônibus) Linhas Alimentadoras (Micro-Ônibus) Linhas de Vizinhança (Vans) Terminais de Integração Fonseca Engenhoca (Estação) Alameda São Boaventura Av. Feliciano Sodré Alameda São Boaventura Alameda Boaventura Av. Feliciano Sodré Terminal do Fonseca Estação Engenhoca Est. Francisco da Cruz Nunes Binário Alcebiades Est. da Cachoeira Terminal Maria Paula Terminal Itaipú Terminal Lg. da Batalha Revitalização Lg. da Batalha Av. Amaral Peixoto Av. Roberto Silveira Túnel Santa. Rosa/Bairro de Fátima Mergulhão Bairro de Fátima/Centro Mergulhão Centro/Bairro de Fátima Revitalização das áreas Sistemas Eletrônicos de Controle da Frota Identificação de Veículos Autorizados Levantamento de Velocidade Produção de Dados do Sistema Sistema de Bilhetagem Eletrônica para Cobrança de Tarifa
6 Padronização de Frota: Identificação por Cores Nove de Julho São Paulo
7 Transporte não é um fim em si mesmo, mas uma forma da população atingir seus interesses econômicos e sociais. [email protected]
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