MOBILIDADE URBANA E DIREITOS HUMANOS
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- Edite Bayer Rosa
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1 MOBILIDADE URBANA E DIREITOS HUMANOS
2 40,9% (não motorizado) Divisão Modal 170 milhões viagens / dia 29,4% (coletivo) 26,1% 38,1% 3,3% 29,7% (individual) 2,8% 2,5% 27,2% ônibus metroferroviário automóvel motocicleta bicicleta a pé Fonte: Sistema de Informações da Mobilidade Urbana da ANTP
3 EFETIVIDADE DOS MODOS DE TRANSPORTE Índices por passageiro Modo Energia Poluição Custo total Área de via ônibus moto 1,9 14,0 3,9 4,2 auto 4,5 6,4 8,0 6,4
4 A crise de Mobilidade População Urbana: em 1940 apenas 31% do Brasil, hoje 82%; Política rodoviarista destruição dos trens e bondes como transporte urbano- automóvel grande sonho de desenvolvimento; Constituição de 1988; supressão dos recursos cativos do Governo Federal nas políticas de transporte urbano e transferência das competências aos estados e municípios Fim da regularidade dos investimentos federais em transportes públicos; Privatização do espaço viário pelo automóvel; Sucateamento dos sistemas de trens metropolitanos; Perdas desde 1992 : + de 30 bilhões passageiros e + de R$ 30 bilhões 15 milhões de brasileiros não conseguem pagar usualmente a tarifa Quase inexistência de MODERADORES DE TRÁFEGO traffic calming ;
5 CIDADE DO AUTOMÓVEL- Política Pública dominante EFICÁCIA: Vírus da CULTURA AUTOMOBILÍSTICA atinge todas as classes, todos os partidos políticos, todos os sexos, e todos os níveis políticos da nação; a cultura, a economia, a qualidade de vida e tantas coisas mais- TUDO CONTAMINADO; Impunidade ao MOTORISTA INFRATOR- Judiciário contaminado; Utiliza 40% do Espaço Público; Produz 42 mil mortos/ano e 360 mil feridos dos quais 120 mil portadores de deficiência permanente; Prioridade de operação e investimento às necessidades do automóvel; BARREIRAS GENERALIZADAS nas vias, calçadas, veículos. CIDADÃOS DE SEGUNDA CLASSE : PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E COM MOBILIDADE REDUZIDA, PEDESTRE E CICLISTA.
6 50 MILHÕES EM 50 ANOS- PROMESSA NOVOS 50 MILHÕES EM 15 ANOS
7 POLÍTICAS DE ESTÍMULO AO TRANSPORTE INDIVIDUAL- 2008/2009 R$ 14 BILHÕES - PARA INCENTIVAR A COMPRA DE AUTOMÓVEIS Redução de IPI no preço dos carros novos, sem garantia de que o alívio fiscal chegue ao consumidor e não foram atrelados a manutenção do emprego- R$ 3 a 4 bilhões Justificativa da crise econômica Ampliação do crédito para carros usados Recursos para os bancos das montadoras- (R$ 4 bilhões Gov. Federal e R$ 4 bilhões Gov. Estado de São Paulo Renúncia da CIDE- R$ 3 bilhões para não aumentar a gasolina
8 Direitos da Mobilidade Qualquer pessoa, e principalmente crianças, velhos e portadores de deficiência, os seres humanos mais frágeis possam ter direito a mover seguro na cidade andando pelas ruas, pedalando tranquilamente rumo ao trabalho ou meditando na janela do ônibus,do metrô, ou do trem, todos percebendo, com clareza, que a sociedade pode ser mais tranquila, fraterna e feliz.
9 Direitos da Mobilidade O sistema viário democratizado entre os modos coletivos e não motorizados, que prevalecerão sobre o veículo individual; A sociedade e as empresas, conscientizadas e mobilizadas, atuando em prol de uma cidadania no trânsito balizando suas políticas públicas no ser humano e não nos veículos; Uma mídia amiga do cidadão, combatendo o infrator;
10 Direitos da Mobilidade Prioridade ao modo a pé de deslocamento, a bicicleta e o transporte coletivo ; Os investimentos em obras públicas priorizarão pedestres, bicicletas, transporte coletivo com paz no trânsito;
11 Direitos da Mobilidade Amplos e permanentes investimentos na área de educação para formar cidadãos que compreendam a importância do respeito e da solidariedade na mobilidade e não simplesmente motoristas do futuro.
12 Direitos da Mobilidade Trânsito deverá ser cidadão, com ações articuladas entre os diversos níveis de governo. Um Judiciário comprometido com a cidadania no trânsito, punindo infratores. O Legislativo, vigilante, cuidará para que o Código de Trânsito Brasileiro não seja desfigurado.
13 Direitos da Mobilidade Uma mobilidade consciente, sustentável, ecológica, e participativa;
14 Direitos da Mobilidade Construir espaço e tempos sociais que preserve, defenda e promova, a qualidade do ambiente natural e o patrimônio histórico, cultural e artístico das cidades e os bairros antigos; Viabilizar a descentralização das atividades no espaço urbano; Ter um novo urbanismo, que siga o Estatuto da Cidade e que inclua o cidadão de baixa renda;
15 Política de Mobilidade Cidadã EQUIDADE na apropriação do sistema viário; ACESSIBILIDADE PARA TODOS (30 a 40 % são a pé), calçadas, equipamento de transferência intermodal e veículos acessíveis, rebaixamento de calçadas; PRIORIDADE na gestão e investimento aos modos coletivos e não motorizados; RESTRIÇÃO AO ACESSO DOS AUTOMÓVEIS no tempo e no espaço aos automóveis (áreas centrais, corredores, e demais áreas de mobilidade urbana densa); FIM DOS SUBSÍDIOS AOS AUTOMÓVEIS; REFORMA URBANA, obras viárias condicionadas a terem investimentos em Transporte público, não motorizado e de acessibilidade a todos; MOBILIZAÇÃO SOCIAL: paz no trânsito e Mobilidade Sustentável e Acessível para todos.
16 Direitos Humanos As cidades são, por definição, o espaço para a construção da cidadania, para o convívio harmonioso e fértil das diferenças, assim como para a celebração da liberdade e das fantasias. livro Pindorama Revisitada de Nicolau Sevcenko
17 Direitos Humanos Terá como base a Política Nacional Mobilidade Urbana o ESTATUTO DA MOBILIDADE SUSTENTÁVEL
18 Lei das Diretrizes da Política Nacional da Mobilidade Urbana ( Lei nº /12) ESTATUTO DA MOBILIDADE SUSTENTÁVEL
19 Lei da Mobilidade Urbana ( Lei nº ) Institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana Aprovada no Congresso em 2011, sancionada com vetos pela presidente Dilma Rousseff em 3 /1/ 2012, e entrou em vigor no dia 13 de abril. Está fundamentada nos seguintes PRINCÍPIOS: VII - justa distribuição dos benefícios e ônus decorrentes do uso dos diferentes modos e serviços; VIII - equidade no uso do espaço público de circulação, vias e logradouros
20 LEI DA MOBILIDADE URBANA A Política Nacional de Mobilidade Urbana é orientada pelas seguintes DIRETRIZES: II - prioridade dos modos de transportes não motorizados sobre os motorizados e dos serviços de transporte público coletivo sobre o transporte individual motorizado; III - integração entre os modos e serviços de transporte urbano; Gratuidades Os Municípios terão que divulgar os impactos das gratuidades no valor das tarifas do transporte público.
21 DOS DIREITOS DOS USUÁRIOS I - receber o serviço adequado, III - ser informado nos pontos de embarque e desembarque de passageiros, de forma gratuita e acessível, sobre itinerários, horários, tarifas dos serviços e modos de interação com outros modais; IV - ter ambiente seguro e acessível para a utilização do Sistema Nacional de Mobilidade Urbana, conforme as Leis /2000 e /2000.
22 DOS DIREITOS DOS USUÁRIOS Os usuários dos serviços terão o direito de ser informados, em linguagem acessível e de fácil compreensão, sobre: I - seus direitos e responsabilidades; II - os direitos e obrigações dos operadores dos serviços; e III- os padrões preestabelecidos de qualidade e quantidade dos serviços ofertados, bem como os meios para reclamações e respectivos prazos de resposta.
23 DOS DIREITOS DOS USUÁRIOS Participação da sociedade civil no planejamento, fiscalização e avaliação, destacando: I - órgãos colegiados com a participação de representantes do Poder Executivo, da sociedade civil e dos operadores dos serviços; III - audiências e consultas públicas; IV - comunicação, de avaliação da satisfação dos cidadãos e dos usuários e de prestação de contas públicas.
24 Os entes federativos poderão utilizar os seguintes instrumentos de gestão : I - restrição e controle de acesso e circulação, permanente ou temporário, de veículos motorizados em locais e horários predeterminados; III - aplicação de tributos sobre modos e serviços de transporte urbano pela utilização da infrainstrutora urbana, vinculando-se a receita à aplicação exclusiva em infra-instrutora urbana destinada ao transporte público coletivo e ao transporte não motorizado e no financiamento do subsídio público da tarifa de transporte público
25 IV - dedicação de espaço exclusivo nas vias públicas para os serviços de transporte público coletivo e modos de transporte não motorizados; V - estabelecimento da política de estacionamentos de uso público e privado, com e sem pagamento pela sua utilização, como parte integrante da Política Nacional de Mobilidade Urbana;
26 LEI DA MOBILIDADE URBANA GOVERNOS DEVEM PRIORIZAR EM SUAS AÇÕES DE MOBILIDADE URBANA
27 LEI DA MOBILIDADE URBANA GOVERNOS DEVEM PRIORIZAR EM SUAS AÇÕES DE MOBILIDADE URBANA 1. Estacionamentos com gestão pública- áreas centrais com taxação;incentivo e planejamento junto sistemas estruturais (Metrôs e Ferrovia e Corredores de ônibus); 2. Qualificar sistema de ônibus Convencional (abrigos; informação ao usuários - GPS; proibir estacionamento em vias de transportes públicos;faixas exclusivas com controle de câmeras); 3. Tornar público quanto o usuário paga a mais na tarifa para pagar gratuidades; 4. Calçadas públicas (grande demanda de pedestres) devem ser acessíveis, iluminadas e sem obstáculos;
28 GOVERNOS DEVEM PRIORIZAR EM SUAS AÇÕES DE MOBILIDADE URBANA 6. Bicicletas devem ter seu espaço (ciclovias, ciclofaixas) e integrada ao sistema de transportes. Bicicletas Públicas Compartilhadas;. 7. Rever seus Planos de investimentos em sistema viário para adequar a prioridade aos modais não motorizados e Transportes Públicos Vias exclusivas para automóveis sem calçadas, ciclovias e vias exclusivas para ônibus estão contrário a Lei de mobilidade); 8. Constituir espaços formais de participação social para discutir os projetos e monitorar a implantação dos mesmos segundo as premissas da lei; 9.Cidadania para os pedestres nas faixas.
29 Fr ente Par lamentar do Tr anspor te Público Direito ao transporte bom e barato LEI DO BARATEAMENTO DAS TARIFAS PLC 310/2009- Regime Especial de Incentivo Transporte REDUÇÃO DE 26,89% NAS TARIFAS COMPROMISSO DA UNIÃO Redução a Zero do PIS e COFINS incidentes sobre o transporte público urbano e metropolitano. Redução a Zero da CIDE incidente sobre o óleo diesel e energia elétrica, utilizado no transporte público urbano e metropolitano. Substituição da contribuição social do transporte público urbano incidente sobre a folha de pagamento pela incidência no faturamento das operadoras, 3, 5 %
30 Fr ente Par lamentar do Tr anspor te Público Direito ao transporte bom e barato LEI DO BARATEAMENTO DAS TARIFAS- PLC 310/2009 COMPROMISSO DOS ESTADOS Redução, isenção ou não incidência do ICMS sobre óleo diesel, chassis, carrocerias, veículos, pneus e câmaras de ar utilizados no transp. coletivo urbano e metropolitano. COMPROMISSO DOS MUNICÍPIOS Redução, isenção ou não incidência do ISS e das taxas de fiscalização ou gerenciamento, incidentes sobre o serviço de transporte publico coletivo urbano. EXIGENCIAS PARA PARTICIPAR - Implantação do regime de bilhete único ou de sistema de transporte público estruturado com integração física ou tarifária; - Sistema Licitado; Instalação de Conselho de Transportes, com participação da sociedade civil;
31 LEI DA MOBILIDADE URBANA JORNADA BRASILEIRA NA CIDADE, SEM MEU CARRO
32 JORNADA NA CIDADE SEM MEU CARRO IMAGENS INTERNACIONAIS
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35 JORNADA NA CIDADE SEM MEU CARRO CARROS FICAM SEM VAGAS
36 JORNADA NA CIDADE SEM MEU CARRO VAGA VIVA SÃO PAULO-SP
37 177 carros =240 pessoas e cabem 3 ônibus
38 Corredor de ônibus da Terceira Perimetral de Porto Alegre Qualidade dos transporte. Domingos é usado pelas bicicletas
39 Ruas nos morros- Valparaiso- Chile
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41 QUANDO NA RUA O CARRO É SEGREGADO
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43 JORNADA NA CIDADE SEM MEU CARRO BICICLETÁRIO NO JAPÃO
44 Bogotá das Bicicletas - Colômbia
45 JORNADA NA CIDADE SEM MEU CARRO BICICLETA NA CHUVA NO JAPÃO
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48 BICICLETAS PÚBLICAS COMPARTILHADAS SÃO CAETANO DO SUL/SP
49 BICICLETAS PÚBLICAS COMPARTILHADAS PARA CADEIRANTES SÃO CAETANO DO SUL/SP
50 BICICLETAS PÚBLICAS COMPARTILHADAS
51 BICICLETAS PÚBLICAS COMPARTILHADAS SÃO CAETANO DO SUL/SP
52 SINALIZAÇÃO PARA BICICLETAS
53 BICICLETAS BRANCAS
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56 SINALIZAÇÃO PARA PEDESTRES
57 SINALIZAÇÃO PARA PEDESTRES
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60 Agradeço a atenção! Urbanista da Mobilidade Cristina Baddini Lucas Assessora do MDT- Movimento Nacional pela Direito ao Transporte Público de Qualidade para Todos Presidenta da CTMAC Prefeitura de Macapá (96) [email protected]
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