FONOAUDIOLOGIA GERIÁTRICA
|
|
|
- João Victor Carrilho Batista
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 FONOAUDIOLOGIA GERIÁTRICA Unidade3 1
2 Unidade 3 São Luís 2014
3 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Reitor Natalino Salgado Filho Vice-Reitor Antonio José Silva Oliveira Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Fernando de Carvalho Silva CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE - UFMA Diretora Nair Portela Silva Coutinho
4 UFMA/UNA-SUS, 2014 Todos os diretos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou para qualquer fim comercial. A responsabilidade pelos direitos autorais dos textos e imagens desta obra é da UNA-SUS/UFMA Esta obra recebeu apoio financeiro do Ministério da Saúde Universidade Federal do Maranhão - UFMA Universidade Aberta do SUS - UNA-SUS Rua Viana Vaz, nº 41, Centro, São Luís MA. CEP: Site: Normalização Bibliotecária Eudes Garcez de Souza Silva (CRB 13ª Região nº de Registro 453) Revisão ortográfica: João Carlos Raposo Moreira Revisão técnica: Rosângela Ziccardi (UERJ) Adriana Oliveira Dias de Sousa Morais (UFMA) CONTEUDISTA: Edinalva Neves Nascimento Universidade Federal do Maranhão. UNASUS/UFMA Fonoaudiologia geriátrica/edinalva Neves Nascimento (Org.). - São Luís, f. : il. 1. Saúde do idoso. 2. Geriatria. 3. Fonoaudiologia. 4. UNASUS/UFMA. I. Ferreira, Elza Bernardes. II. Moreira, João Carlos Raposo. III. Pinho, Judith Rafaelle Oliveira. IV. Abreu, Thalita Queiroz. V. Título. CDU
5 PALAVRAS DO AUTOR Escrever sobre a atuação do fonoaudiólogo na saúde pública é um privilégio, haja vista a conquista gradual e progressiva deste profissional nos espaços de gestão e nas práticas profissionais em serviços do SUS. A inserção do fonoaudiólogo nos serviços públicos de saúde permitiu identificar mais precocemente as dificuldades de comunicação (linguagem, fala e audição), bem como intervir nas doenças fonoaudiológicas relacionadas à alimentação (disfagia, broncoaspiração), promovendo a saúde nos diferentes ciclos de vida da população. A contribuição na atenção à saúde da pessoa idosa é inquestionável, haja vista que alteração na comunicação pode acompanhar o processo de envelhecimento, refletindo negativamente em seu desempenho familiar e social. Sendo assim, a Fonoaudiologia tem grande contribuição na melhoria da interação e, consequentemente, na qualidade de vida destas pessoas.
6 APRESENTAÇÃO Olá, caro (a) aluno (a), Nesta unidade, serão demonstrados outros espaços de acompanhamento da pessoa idosa (hospital, ambulatório e nas instituições de longa permanência para idosos- ILPI) e a contribuição realizada pelo fonoaudiólogo. Para facilitar o processo de ensino- aprendizagem, ressaltamos algumas medidas de biossegurança na atuação profissional, de modo a preservar a saúde de todos os atores envolvidos no processo de cuidado de saúde da pessoa idosa. Torna-se fundamental a identificação dos riscos ocupacionais para planejar medidas preventivas que visem a promoção da saúde do fonoaudiólogo. Bons estudos!
7 SUMÁRIO UNIDADE ACOMPANHAMENTOS FONOAUDIOLÓGICOS E BIOSSEGURANÇA Acompanhamento fonoaudiológico hospitalar Acompanhamento fonoaudiológico ambulatorial Acompanhamento fonoaudiológico institucional BIOSSEGURANÇA REFERÊNCIAS... 17
8 UNIDADE 3 1 ACOMPANHAMENTOS FONOAUDIOLÓGICOS E BIOSSEGURANÇA 1.1 Acompanhamento fonoaudiológico hospitalar Um dos principais objetivos do fonoaudiólogo no ambiente hospitalar está relacionado ao tratamento da disfagia e da broncoaspiração no idoso hospitalizado. A disfagia pode acontecer devido a uma causa funcional, perturbação ou falta de coordenação das etapas da deglutição ou a uma causa estrutural, ou seja, um estreitamento da luz esofagiana ligado ao processo inflamatório ou de um tumor (FURKIM, 1997). A broncoaspiração, entrada de líquido ou alimento na região subglótica, é uma das sequelas mais frequentes da disfagia após o acidente vascular encefálico (BRANDÃO; NASCIMENTO; VIANNA, 2009). Outro objetivo da Fonoaudiologia Hospitalar é evitar ou minimizar possíveis sequelas que a doença base pode causar na comunicação, além de diminuir o tempo de permanência da pessoa idosa no hospital para o seu retorno à sociedade com as habilidades comunicacionais mais adequadas possíveis (PITTIONI, 2001). Desta forma, é de grande importância existir comunicação entre os profissionais dos serviços hospitalares com os profissionais dos serviços de Atenção Básica que serão responsáveis pelo acompanhamento da pessoa idosa após a alta hospitalar, momento em que podem ser esclarecidas as ações e atividades realizadas para evitar possíveis sequelas relacionadas à causa que levou à internação da pessoa idosa, além de deixar um canal aberto para operacionalização da comunicação horizontal na rede de atenção à saúde, contribuindo para a integralidade da atenção e consequentemente com o aumento da qualidade de vida das pessoas idosas. 8
9 1.2 Acompanhamento fonoaudiológico ambulatorial O fonoaudiólogo que atua no SUS deve ser capaz de identificar as questões fonoaudiológicas de maior relevância na comunidade em que atua para assim propor e efetivar ações e medidas preventivas, bem como deve organizar também um ambulatório de atendimento que se identifique com as características do território (BEFI, 1997). O acompanhamento fonoaudiológico ambulatorial da pessoa idosa deve ser interdisciplinar junto à equipe multiprofissional da ESF e demais profissionais inseridos no NASF, contando com a retaguarda dos serviços de referência na rede de atenção fonoaudiológica quando assim se fizer necessário. O profissional fonoaudiólogo pode atuar nas unidades básicas de saúde em três níveis de atenção. Na atenção primária com o objetivo de eliminar ou inibir fatores responsáveis pela ocorrência e desenvolvimento das patologias de comunicação (fala, linguagem e audição). Na atenção secundária a ação diagnóstica das patologias de maior prevalência é rápida e o tratamento imediato, além de promover condições para que portadores de alterações auditivas possam desenvolver suas atividades sociais. E, na atenção terciária, o fonoaudiólogo trabalha com a reabilitação das alterações já instaladas de um grupo na população (FUSSIGER, 2012). Segundo Moreira; Mota (2009), as manifestações patológicas de fala, da linguagem e da audição abalam a competência, o desempenho comunicativo e geram sofrimento mesmo não apresentando dor, limitando a capacidade da pessoa em criar e transformar através da palavra, comprometendo assim a qualidade de vida. Portanto, é fundamental a identificação das demandas específicas da comunidade, para serem estabelecidos ações e programas preventivos, além de medidas que evitem ou reduzam os problemas de comunicação, sendo necessária constante avaliação a fim de garantir a prevenção e tratamento adequado às problemáticas da comunicação (BELTRAME, 2003). As ações, programas e medidas devem estar em consonância com os dispositivos tecnológicos para organização de trabalho do NASF junto à 9
10 ESF, como a pactuação do apoio e clínica ampliada, o projeto terapêutico singular e o projeto de saúde no território. Outra modalidade de acompanhamento ambulatorial são os ambulatórios especializados e de reabilitação em Fonoaudiologia, que ofertam retaguarda à Atenção Básica, na lógica da referência e contrarreferência quando existe a necessidade de exames e/ou acompanhamento mais complexo frente a alterações patológicas na pessoa idosa. Para fortalecer esta modalidade de atenção à saúde, o Ministério da Saúde lançou o programa Melhor em Casa, em 2011, com diretrizes para a organização da atenção domiciliar na Atenção Básica e funcionamento dos Serviços de Atenção Domiciliar (SAD) através das Equipes Multidisciplinares de Atenção Domiciliar (EMAD) e Equipes Multidisciplinares de Apoio (EMAP), em que é prevista a inclusão do fonoaudiólogo. Desta forma, a atenção domiciliar está organizada em três modalidades, a AD1, a AD2 e a AD3. A Atenção Domiciliar Tipo 1 (AD1), de acordo com a Portaria GM/MS Nº 2.527/11, é de responsabilidade das equipes de Atenção Básica apoiadas pelo NASF para usuários que: I - possuam problemas de saúde controlados/compensados e com dificuldade ou impossibilidade física de locomoção até uma unidade de saúde; II - necessitem de cuidados de menor complexidade, incluídos os de recuperação nutricional, de menor frequência, com menor necessidade de recursos de saúde e dentro da capacidade de atendimento das Unidades Básicas de Saúde (UBS) [...] (BRASIL, 2011). Já a Atenção Domiciliar Tipo 2 (AD2) se destina a usuários que tenham patologias ou problemas de saúde com dificuldade ou impossibilidade física de chegar até a unidade de saúde, além da necessidade de uma frequência maior de cuidado e de forma contínua, enquanto que na AD3, além das questões relativas à AD2, o usuário apresenta ainda a necessidade de uso de equipamentos para oxigenoterapia, suporte ventilatório não invasivo, concentra- 10
11 dor de O2, diálise e paracentese. A responsabilidade da AD2 e AD3 são dos SAD através das EMAD e EMAP (BRASIL, 2011). LEITURA COMPLEMENTAR! Para saber mais sobre o Programa Melhor em Casa, leia: Melhor em Casa: a segurança do hospital no conforto do seu lar: caderno de Atenção Domiciliar, publicado pelo Ministério da Saúde em Acesse: Portaria GM/MS Nº , de 27 de outubro de Redefine a Atenção Domiciliar no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Disponível em: É importante também que a atenção domiciliar sempre seja desenvolvida pela equipe multiprofissional de forma interdisciplinar, que pressupõe a possibilidade da prática de um profissional se reconstruir na prática do outro, sendo que além dos procedimentos específicos de cada um, é de grande relevância a valorização dos diversos saberes da equipe, o que contribui para uma abordagem mais integral e resolutiva (BRASIL, 2011). Além disso, é de fundamental importância que o profissional compreenda a inseparabilidade entre a família, a vida doméstica e a vida comunitária com a dinâmica política e econômica da sociedade como um todo. Desta forma, o cuidado no domicílio inclui o fortalecimento de relações familiares, os vínculos afetivos, redes de solidariedade social, além do fortalecimento da autoestima, que contribuem na construção de ambientes mais favoráveis à recuperação da saúde (KLOCK; HECK; CASARIM, 2005; BRASIL, 2011). 11
12 1.3 Acompanhamento fonoaudiológico institucional Outra modalidade de acompanhamento fonoaudiológico se dá nas Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI), onde o profissional deve atuar na avaliação, diagnóstico, elaboração de programas educativos e na reabilitação da comunicação para contribuir com a qualidade de vida dos idosos. Nas ILPI, compete ao profissional fonoaudiólogo o trabalho relacionado às áreas de comunicação voz, audição, fala e linguagem e ao ato da alimentação funcionamento coordenado das funções de respiração, mastigação e deglutição. As ILPI compõem a rede de assistência à saúde da pessoa idosa, correspondendo a uma parcela significativa desta população, tendo em vista sua fragilidade e vulnerabilidade. Por isso, idealmente devem ser inseridas na área de abrangência das equipes de Saúde da Família que, juntamente aos profissionais das instituições, devem acompanhar a pessoa idosa com respaldo dos demais níveis de atenção sempre que necessário (MENDES, 2002). Muitas vezes, as ILPI são a única opção que resta ao cuidado do idoso, entretanto representa um modelo, de certa forma, excludente, pois quando a pessoa idosa está institucionalizada, acaba ficando afastada de sua família, de seus vínculos afetivos e das pessoas com que até então vivia ou se relacionava cotidianamente. Esta situação pode gerar diminuição da capacidade funcional, reduzir a autonomia para as atividades da vida diária, além de declínio na qualidade de sua comunicação, bem como impactos emocionais e sociais (SIS- VESTRE; COSTA NETO, 2003). Segundo Gutierrez (2009), são necessárias ações preventivas junto aos idosos, com triagens constantes para identificar alterações nas habilidades comunicacionais e de deglutição que devem ser acompanhadas, tratadas ou reabilitadas, contando com a retaguarda dos ambulatórios de especialidades e reabilitação na rede de atenção à saúde. Portanto, o acompanhamento fonoaudiológico institucional deve seguir a mesma lógica adotada na Atenção Básica, para que de forma interdisciplinar sejam identificadas as necessidades 12
13 existentes que serão base para o planejamento das ações e atividades de promoção da saúde, prevenção de doenças e agravos, bem como monitoramento e reabilitação quando necessário. Chegamos até aqui! Verificamos qual o papel do fonoaudiólogo na atenção à saúde da pessoa idosa nos diferentes serviços. No entanto, para atuar de forma segura, você precisa conhecer os princípios básicos da Biossegurança. Você sabe o que isso significa? 2 BIOSSEGURANÇA De acordo com Teixeira; Valle (1996), Biossegurança é um conjunto de ações que visam reduzir ou mesmo eliminar os riscos que podem acometer a saúde, especialmente durante a prestação de serviços, ações de pesquisa e atividades de ensino, entre outras. Especificamente no ambiente de trabalho, estas ações tendem a evitar acidentes e a prevenir infecções por agentes biológicos (bactérias, vírus, fungos, protozoários, etc.), tanto no profissional quanto no paciente. Costa (1996) enfatiza que as atividades de prevenção de acidentes em ambientes ocupacionais também são consideradas ações de Biossegurança. O fonoaudiólogo pode atuar em vários cenários, entre eles consultórios, clínicas multiprofissionais, hospitais, unidades básicas de saúde, escolas, creches, asilos e domicílios. Nestes ambientes, ele pode ter contato com diferentes 13
14 objetos e diversas pessoas, sem conhecer o estado real deles em relação às doenças infectocontagiosas (GIGLIO, 2005; CONSELHO FEDERAL DE FO- NOAUDIOLOGIA, 2007). Segundo Melani (2005), a transmissão de microrganismos patogênicos pode ocorrer de forma direta (por meio de saliva, sangue e secreções) e indireta (por meio de instrumentos e superfícies contaminadas). Durante a fonoterapia, frequentemente o profissional tem contato com a mucosa bucal, auditiva e nasal de seus pacientes, além de objetos e equipamentos contaminados, aumentando o risco para as infecções. Logo, independente do local de trabalho, o fonoaudiólogo precisa adotar medidas de promoção para a sua segurança e de seu paciente. E quais são as medidas de proteção? De acordo com o Manual de Biossegurança do Conselho Federal de Fonoaudiologia publicado em 2007, as medidas de segurança são: 1) Imunização dos profissionais da saúde Todo profissional da saúde deve ser imunizado contra doenças imunopreviníveis. IMPORTANTE! Acesse o link: Você visualizará o Manual de Biossegurança. Nas páginas 9, 10 e 11 há um quadro com informações sobre doenças infecciosas importantes para fonoaudiólogos. 14
15 2) Higienização das mãos As mãos são responsáveis pela veiculação de uma grande quantidade de microrganismos que provocam diversas infecções. Logo, elas devem ser higienizadas no começo e no final da jornada de trabalho, antes e após o atendimento de cada paciente, entre os cuidados de um paciente e outro, entre os procedimentos de um mesmo paciente e após o contato com qualquer objeto, equipamento, sangue ou fluídos. Elas devem ser lavadas com água corrente e enxutas preferencialmente com papel toalha (CONSELHO FEDERAL DE FO- NOAUDIOLOGIA, 2007). VOCE QUER SABER MAIS SOBRE A LAVAGEM DAS MÃOS? Assista ao vídeo da ANVISA que mostra o passo a passo: 3) Uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) O uso de EPI como, por exemplo, jalecos, luvas, máscaras, são fundamentais para a promoção da segurança de qualquer profissional da saúde, representando para o fonoaudiólogo uma barreira que o protege e também ao paciente (CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA, 2007). A World Health Organization (2004) apresenta vários equipamentos de proteção individual. Foram selecionados três que estão estritamente relacionados com a atuação do fonoaudiólogo: Jalecos e aventais Calçados fechados Luvas Evita contaminação do vestuário Evita impactos e salpicos Evita contato direto com microrganismos 15
16 Fixe isso! Os aventais e jalecos devem ser de cor clara (preferencialmente brancos) para facilitar a visualização da sujeira, com mangas longas, e serem utilizados exclusivamente no ambiente de trabalho. Jamais utilize os jalecos e aventais na rua, em restaurantes ou demais locais públicos. As unhas devem ser curtas e sem esmaltes coloridos; os cabelos presos durante a permanência no local de trabalho; usar sapatos fechados na ponta; evitar uso de brincos, anéis e outras jóias no ambiente de trabalho para não veicularem microrganismos. 4) Higienização do ambiente e dos materiais/instrumentos Segundo Mancini et al (2008), o ambiente de trabalho e os artigos (materiais/equipamentos) fonoaudiológicos devem ser esterilizados para total eliminação dos possíveis microrganismos que estiverem ali presentes. Esta esterilização pode ser física ou química. Rotineiramente, a limpeza do ambiente e dos artigos fonoaudiológicos deve seguir três etapas, de acordo com Souza (2000): 1) Imersão: água + sabão/detergente para remoção das sujeiras; 2) Enxague: água corrente e potável; 3) Secagem: papel toalha, pano limpo, secador de ar frio/quente comprimido. Dependendo do material/equipamento, a fricção com álcool 70% é indicado. Além dos equipamentos e ações de proteção individual, o Conselho Federal de Fonoaudiologia (2007) também destaca as medidas de segurança para os acidentes ocupacionais, ou seja, instrução adequada, supervisão eficiente, uso adequado de EPI, observação das normas existentes, jornada de trabalho adequada. Torna-se fundamental a identificação dos riscos ocupacionais para planejar medidas preventivas que visem à promoção da saúde do fonoaudiólogo. 16
17 REFERÊNCIAS BEFI, D. Fonoaudiologia na atenção primária à saúde. São Paulo, Lovise, BELTRAME, I. L. Fonoaudiologia e saúde pública. In: OLIVEIRA, S.T. (Org.) Fonoaudiologia hospitalar. São Paulo: Lovise, p BRANDAO, D.M.S.; NASCIMENTO, J.L.S.; VIANNA, L.G. Capacidade funcional e qualidade de vida em pacientes idosos com ou sem disfagia após acidente vascular encefálico isquêmico. Rev. Assoc. Med. Bras., v.55, n.6, p , BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria Nº 2.488, de 21 de outubro de Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 24 out Disponível em: < Acesso em: 9 set Conselho Federal de Fonoaudiologia. Medidas de controle de infecção para fonoaudiólogos: manual de Biossegurança: 8º Colegiado. Brasília, COSTA, M.A.F. Biossegurança: segurança química básica para ambientes biotecnológicos e hospitalares. São Paulo: Santos, FURKIM, A.M. Disfagia: a intervenção fonoaudiológica. In: JUNQUEIRA, P.; DAUDEN, A T.B.C. Aspectos atuais em fonoaudiologia. São Paulo: Pancast, p
18 FUSSIGER, C.C. A inserção do profissional de fonoaudiologia no SUS: relatório de experiência no município de São Vendelino, RS f. Monografia (Especialização em Gestão em Saúde) Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, GIGLIO, V. P. Procedimentos fonoaudiológicos e ambiente de trabalho: aspectos relacionados à biossegurança. In: BACHA, S. M.C. et al. Biossegurança em fonoaudiologia. Pulso Editorial, p GUTIERREZ, S.M. et al. Queixas fonoaudiológicas de idosos residentes em uma instituição de longa permanência. Disturb. Comun., v.21, n.1, p , MANCINI, P.C. et al. Medidas de biossegurança em audiologia. Revista CE- FAC, v. 10, n. 4, p , MELANI, A. C. F. Contribuições da odontologia quanto às medidas de biossegurança em fonoaudiologia. In: BACHA, S.M.C. et al. Biossegurança em Fonoaudiologia. Pulso Editorial, p. MENDES, E.V. A atenção primária no SUS. Fortaleza: Escola de Saúde Pública do Ceará, MOREIRA, M.D.; MOTA, H.B. Os caminhos da fonoaudiologia no Sistema Único de Saúde. Rev. CEFAC, v.11, n. 3, p , PITTIONI, M.E.M. Fonoaudiologia hospitalar: uma realidade necessária f. Monografia (Especialização em Motricidade Oral Hospitalar) - Centro de Especialização em Fonoaudiologia Cínica, Londrina, PR,
19 SILVESTRE, J.A.; COSTA NETO, M.M. Abordagem do idoso em programas de saúde da família. Cadernos de Saúde Pública, v.19, n. 3, p , TEIXEIRA, P.; VALLE, S. Biossegurança: uma abordagem multidisciplinar. Rio de Janeiro: Fiocruz, WORLD HEALTH ORGANIZATION. Laboratory biosafety manual. 3.ed. Geneva: WHO, Leitura complementar: AMARAL, L. C. G.; SENA, A. P. R. C. Perfil audiológico dos pacientes da terceira idade atendidos no Núcleo de Atenção Médica Integrada da Universidade de Fortaleza. Fono Atual, ano. 7, n. 27, BEZERRA, R.S.S. et. al. Arranjo matricial e o desafio da interdisciplinaridade na atenção básica: a experiência do NASF em Camaragibe/PE. Divulgação em Saúde para Debate, v. 46, p. 51-9, BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Diretrizes do NASF: Núcleo de Apoio a Saúde da Família. Brasília: Ministério da Saúde, p... Portaria Nº 2.527, de 27 de outubro de Redefine a atenção domiciliar no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 28 out Seção 1, p.44. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 154 de 24 de janeiro de Cria os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 4 mar
20 FALCÃO, D.V.S. Cuidar de familiares idosos com a doença de Alzheimer: uma reflexão sobre aspectos psicossociais. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 14, n. 4, p , JOTZ, G. P. et al. Anatomia da cavidade oral, orofaringe, hipofaringe, laringe esôfago. In: ; CARRARA DE-ANGELIS, E.; BARROS, A.P.B. Tratado da deglutição e disfagia no adulto e na criança. Rio de Janeiro: Revinter, p SANTOS, C.G. Desafios da longevidade: agonia ou êxtase? Kairós, v. 5, n.1, p ,
FONOAUDIOLOGIA GERIÁTRICA
FONOAUDIOLOGIA GERIÁTRICA Unidade 1 1 Unidade 1 São Luís 2014 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Reitor Natalino Salgado Filho Vice-Reitor Antonio José Silva Oliveira Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
RELATO DE EXPERIÊNCIA EM ATENDIMENTOS COM IDOSOS NO PROGRAMA MELHOR EM CASA
RELATO DE EXPERIÊNCIA EM ATENDIMENTOS COM IDOSOS NO PROGRAMA MELHOR EM CASA Aryostennes Miquéias da Silva Ferreira*; Marcíllia Poncyana Félix Bezerra** *Programa Melhor em Casa Pombal/PB [email protected];
PROGRAMA: GRAVIDEZ SAUDÁVEL, PARTO HUMANIZADO
PROGRAMA: GRAVIDEZ SAUDÁVEL, PARTO HUMANIZADO BOM PROGRESSO- RS 2009 PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM PROGRESSO Administração: Armindo Heinle CNPJ. 94726353/0001-17 End. Av. Castelo Branco, n 658 Centro CEP:
Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006
Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no
Tratamento da dependência do uso de drogas
Tratamento da dependência do uso de drogas Daniela Bentes de Freitas 1 O consumo de substâncias psicoativas está relacionado a vários problemas sociais, de saúde e de segurança pública, sendo necessário
Pesquisa ação: Um Instrumento utilizado por uma equipe multiprofissional em saúde para capacitação de professores na educação infantil.
Pesquisa ação: Um Instrumento utilizado por uma equipe multiprofissional em saúde para capacitação de professores na educação infantil. Aline Alessandra Irano Anaí Ramos Vieira Francielli Viana Mota Laura
Experiências de Formação de Nutricionistas para o Sistema Único de Saúde
Experiências de Formação de Nutricionistas para o Sistema Único de Saúde CASO 9: PRÁTICAS INTEGRADORAS Introdução Neste Caso Didático será relatada a experiência do curso de graduação em Nutrição do Centro
PORTARIA MS N. 702 DE 12 DE ABRIL DE 2002
MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA MS N. 702 DE 12 DE ABRIL DE 22 Dispõe sobre a criação de mecanismos para a organização e implantação de Redes Estaduais de Assistência à Saúde do Idoso.
PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE
APRESENTAÇÃO Caro Residente, Este manual tem o objetivo informá-lo sobre a dinâmica do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde (RMS) nas áreas de concentração: Saúde Cardiovascular e Saúde Indígena
A atuação do Assistente Social na Atenção Básica Inês Pellizzaro I-Política de ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE 1) Como é definida? * Um conjunto de ações em saúde (amplas, complexas que abrangem múltiplas facetas
NOTA TÉCNICA 55 2011
Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com transtornos mentais e com necessidades decorrentes do uso prejudicial de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do SUS. Minuta de portaria: Institui a Rede
A escola para todos: uma reflexão necessária
A escola para todos: uma reflexão necessária Área: Inclusão Selecionador: Maria da Paz de Castro Nunes Pereira Categoria: Professor A escola para todos: uma reflexão necessária A escola é, por excelência,
REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Nutrição é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais
Prefeitura Municipal de Chácara Rua: Heitor Candido, 60 Centro 36.110-000 Chácara Minas Gerais Telefax: (32) 3277-1014 E-mail; [email protected].
LEI 646 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2005 Dispõe sobre a Política Municipal do Idoso. O Prefeito Municipal de Chácara, MG, faço saber que a Câmara Municipal de Chácara decreta e eu sanciono a seguinte Lei: INSTITUI
CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA
RESOLUÇÃO CFFa nº 320, de 17 de fevereiro de 2006 Dispõe sobre as especialidades reconhecidas pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia, e dá outras providências. O Conselho Federal de Fonoaudiologia - CFFa,
ESPECIALIZAÇÃO EM CIÊNCIAS DA ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE
ESPECIALIZAÇÃO EM CIÊNCIAS DA ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE Objetiva ampliar os estudos científicos acerca da Atividade Física e do Exercício Físico, da Saúde Pública e da Saúde Coletiva, instrumentalizando
PARECER COREN-SP 042/2014 CT PRCI nº 5441/2014 Tickets nºs 374.222, 374.252 e 374.523
PARECER COREN-SP 042/2014 CT PRCI nº 5441/2014 Tickets nºs 374.222, 374.252 e 374.523 Ementa: Utilização de luvas de procedimentos para aplicação de vacina. 1. Do fato Profissionais de Enfermagem solicitam
Escola da Saúde Manual de Segurança e Boas Práticas dos Laboratórios de Estrutura e Função e Laboratórios de Habilidades
Escola da Saúde Manual de Segurança e Boas Práticas dos Laboratórios de Estrutura e Função e Laboratórios de Habilidades 2011 Universidade Potiguar, Laureate International Universities 1 Escola da Saúde
Programa Multicêntrico de qualificação em Atenção Domiciliar a Distância
1 Programa Multicêntrico de qualificação em Atenção Domiciliar a Distância 2 GUILHERME EMANUEL BRUNING MAURO BINZ KALIL SATI JABER MAHMUD UNIDADE 3 AAVALIAÇÃO E MANEJO DOMICILIAR DA DIARREIA São Luís 2013
Critérios de fragilidade
LINHA DE CUIDADO AO IDOSO FRÁGIL Desospitalizado Funcional Critérios de fragilidade Clínico Social Etário Fonte: SMSA /PBH Ciclo de Violência Intradoméstica contra a pessoa idosa Insuficiência Familiar
REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP
REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP Regulamento do Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura Faculdade de
FORMULÁRIO DE SUBMISSÃO DE RESUMO
FORMULÁRIO DE SUBMISSÃO DE RESUMO ESCOLHA SUA OPÇÃO DE APRESENTAÇÃO: Título: RESPONSABILIDADE SOCIAL DA ENFERMAGEM E POLÍTICA DE HUMANIZAÇÃO EM SAÚDE Relator: Adrielle Priscilla Souza Lira Autores: Adrielle
DIALOGANDO COM O PLANO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS. Departamento de Proteção Social Especial Juliana M.
DIALOGANDO COM O PLANO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS Departamento de Proteção Social Especial Juliana M. Fernandes Pereira Marcos importantes para o trabalho social com a questão das drogas
MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO
MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO LUIZA MACHADO COORDENADORA Objetivo estratégico do MS relacionado ao envelhecimento
PRÁTICAS PSICOLÓGICAS E POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL:ALGUMAS INTERROGAÇÕES
137 PRÁTICAS PSICOLÓGICAS E POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL:ALGUMAS INTERROGAÇÕES Lilian Rodrigues da Cruz Márcio André Schiefferdecker Universidade de Santa Cruz do Sul Resumo O trabalho investiga
BIOSSEGURANÇA NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA
Centro Universitário Newton Paiva Escola de Odontologia BIOSSEGURANÇA NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA Maria Aparecida Gonçalves de Melo Cunha O que é biossegurança? O termo biossegurança é formado pelo radical
Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 1 Introdução
Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 1 Introdução Em Introdução, veremos os conceitos gerais referentes à violência, sua
COMUNICAÇÃO NA LINHA ASSISTENCIAL
COMUNICAÇÃO NA LINHA ASSISTENCIAL Ministério da Saúde QUALIHOSP 2011 São Paulo, abril de 2011 A Secretaria de Atenção à Saúde/MS e a Construção das Redes de Atenção à Saúde (RAS) As Redes de Atenção à
O PERFIL DOS PACIENTES ATENDIDOS PELO PROGRAMA DE ASSISTENCIA E INTERNAÇÃO DOMICILIAR-PAID NO MUNICIPIO DE CASCAVEL -PR
O PERFIL DOS PACIENTES ATENDIDOS PELO PROGRAMA DE ASSISTENCIA E INTERNAÇÃO DOMICILIAR-PAID NO MUNICIPIO DE CASCAVEL -PR ROSANI DA ROSA BENDO 1 LAIS PRISCILA FAGHERAZZI 2 MARA LUCIA RENOSTRO ZACHI 3 INTRODUÇÃO:
Texto 03. Os serviços da Proteção Social Especial de Média Complexidade e o processo de construção de saída da rua
Texto 03 Os serviços da Proteção Social Especial de Média Complexidade e o processo de construção de saída da rua A Proteção Social Especial PSE organiza a oferta de programas, projetos e serviços socioassistenciais
PORTARIA No- 2.681, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2013
PORTARIA No- 2.681, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2013 Redefine o Programa Academia da Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos
Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos
Variável: Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos Participantes do Aprofundamento da Variável: Coordenador: Mário Vinícius Bueno Cerâmica Betel - Uruaçu-Go Colaboradores: Juarez Rodrigues dos
PREFEITURA MUNICIPAL DE PILÕES CNPJ: 08.148.488/0001-00 CEP: 59.5960-000 GABINETE DO PREFEITO
LEI Nº. 277/2007. CEP: 5.50-000 Institui o Programa Casa da Família e dá outras providências. A Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito do Município de Pilões, sanciono e promulgo a seguinte lei: Art.
PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX
PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX INTRODUÇÃO A extensão universitária é, na realidade, uma forma de interação que deve existir permanentemente entre a universidade e os diversos setores da sociedade. Assim, a
CREAS - Institucional. O que é o CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social)?
CREAS - Institucional O que é o CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social)? Considerando a definição expressa na Lei nº 12.435/2011, o CREAS é a unidade pública estatal de abrangência
SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 234, DE 2010. Art. 1º A presente Lei regulamenta a profissão de Optometrista em todo o território nacional.
SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 234, DE 2010 Dispõe sobre a regulamentação da profissão de optometrista e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º A presente Lei regulamenta
ANEXO III CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
ANEXO III CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CONTEÚDO COMUM PARA TODAS AS CATEGORIAS PROFISSIONAIS SAÚDE PÚBLICA E SAÚDE COLETIVA SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS 1. História do sistema de saúde no Brasil; 2. A saúde na
Portaria 002/2012. O Secretário Municipal de Educação, no uso de suas atribuições, e considerando os preceitos legais que regem a Educação Especial:
Portaria 002/2012 Estabelece normas para o exercício dos profissionais do magistério, detentores dos cargos de Agentes de Apoio em Educação Especial, de natureza pedagógica e as de cuidar, no Atendimento
Agrupamento de Escolas D. Lourenço Vicente. Proposta para apoio em Terapia da Fala e Psicologia
Proposta para apoio em Terapia da Fala e Psicologia Centro de Apoio e Intervenção no Desenvolvimento Infantil PROJETO AIDI I. Exposição Na atualidade, os recursos técnicos disponíveis nos jardins-de-infância
SERVIÇO DE PROTEÇÃO E ATENDIMENTO INTEGRAL À FAMÍLIA (PAIF)
SERVIÇO DE PROTEÇÃO E ATENDIMENTO INTEGRAL À FAMÍLIA (PAIF) TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS NA ASSISTÊNCIA SOCIAL NA PERSPECTIVA DA SUPERAÇÃO DO CLIENTELISMO/ASSISTENCIALISMO O Serviço de Proteção e Atendimento
Política Nacional de Humanização da Atenção e da Gestão do SUS
Política Nacional de Humanização da Atenção e da Gestão do SUS Por que precisamos de uma PNH? Para enfrentar as graves lacunas quanto ao acesso aos serviços e e à atenção integral à saúde. Para modificar
Audiologia. SERVIÇO DE FONOAUDIOLOGIA ORGANOGRAMA Chefe de serviço: Prof. Maria Isabel Kós Vice-chefe: Prof. Rosane Pecorari
SERVIÇO DE FONOAUDIOLOGIA ORGANOGRAMA Chefe de serviço: Prof. Maria Isabel Kós Vice-chefe: Prof. Rosane Pecorari Sessão de pacientes internos Motricidade oral e disfagia (pacientes internados no HU) A
O TRABALHO SOCIAL EM HABITAÇÃO COM UM CAMPO DE ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL
O TRABALHO SOCIAL EM HABITAÇÃO COM UM CAMPO DE ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL HADDAD, Tatiana Paula (Estágio I), e-mail: [email protected]; PETILO, Kássia Schnepper (Estágio I), e-mail: [email protected];
PROGRAMA DE ESTÁGIO PARA ALUNOS DA UFCSPA
PROGRAMA DE ESTÁGIO PARA ALUNOS DA UFCSPA 1) Justificativa Os estágios, curriculares ou não, têm a finalidade de proporcionar a complementação da formação universitária e constam de atividades de prática
Será que é influenza (gripe)? Quem tem sintomas de febre repentina, tosse e dor de garganta. Guia de consulta e Cuidado. (Tradução Provisória)
Será que é influenza (gripe)? Quem tem sintomas de febre repentina, tosse e dor de garganta. Guia de consulta e Cuidado (Tradução Provisória) Introdução: O outono é a estação do ano mais propícia para
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO NA AREA DA SAÚDE
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO NA AREA DA SAÚDE Porto Alegre, 01 de julho de 2011 EDUCAÇÃO PROFISSIONAL LDB Nº 9394/96 É uma modalidade de ensino integrada às diferentes formas de educação,
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA ESTÁGIO CURRICULAR
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA ESTÁGIO CURRICULAR Canoas, março de 2015 1 - Informações Gerais O Estágio Supervisionado do Curso de Fonoaudiologia da ULBRA é feito a partir do 6º semestre
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ACESSIBILIDADE. - Não seja portador de Preconceito -
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ACESSIBILIDADE - Não seja portador de Preconceito - 2014 1 OBJETO As Políticas Institucionais de Acessibilidade Não seja portador de preconceito tem como objetivo promover ações
Habilidades e competências no Cuidado à pessoa idosa. Karla Giacomin, MD, PhD
Habilidades e competências no Cuidado à pessoa idosa Karla Giacomin, MD, PhD Roteiro Seminário Preâmbulo Envelhecimento ativo Cuidado Habilidades e competências Ferramentas da gestão 2003 Estatuto do
A Educação Permanente na articulação de uma rede de cuidado integral à saúde: A experiência da Estratégia Saúde da Família na AP 3.
Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil Subsecretaria de Atenção Primária, Coordenação de Área Programática 3.2 Estratégia Saúde da Família na AP 3.2 Coordenadoria de Educação Permanente SPDM A Educação
Importância da Higiene
Importância da Higiene Anexo 1 1 Semana Pedagógica 1º semestre - 2016 Anexo I Importância da Higiene Você sabe o que é higiene? Higiene é o conjunto de medidas que tomamos para eliminar a sujeira, que
NOTA TÉCNICA 03 2012 REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS
NOTA TÉCNICA 03 2012 REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS Atualização da Minuta de portaria para a Assembleia do CONASS em 21/03/2012 1. Contextualização Pessoas com deficiência são
Proposta Especialidade NEUROFUNCIONAL segundo os critérios da CBO e outros
Proposta Especialidade NEUROFUNCIONAL segundo os critérios da CBO e outros CATECE Comissão de Análise de Títulos de Especialistas e Cursos de Especialização Complexidade da especialidade É o domínio dos
LEI Nº 1.087, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2013.
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO ALEGRE MG Praça Nestor Daniel de Carvalho, 129 Centro São José do Alegre MG CEP: 37.510-000 Tel/Fax: (35) 3645-1222 CNPJ: 18.025.999/0001-99 LEI Nº 1.087, DE 10 DE DEZEMBRO
Neste início de século observamos no mundo uma economia
Nutrição, Prevenção e Qualidade de Vida DRA. CHRISTIANNE DE VASCONCELOS AFFONSO 1 INTRODUÇÃO Neste início de século observamos no mundo uma economia de interdependência, denominada globalização, caracterizada
Estado de Mato Grosso Município de Tangará da Serra Assessoria Jurídica www.tangaradaserra.mt.gov.br. - Fone (0xx65) 3311 4801
LEI N.º 3808, DE 04 DE MAIO DE 2012. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DE CARGOS DE PROVIMENTO EFETIVO, ABERTURA DE VAGAS E ALTERAÇÃO NO ANEXO I D, DAS LEIS MUNICIPAIS Nº 2.099/2003 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2003 E 2875,
300 QUESTÕES DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PARA TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL
Caro Leitor, A equipe técnica do Concurseiro da Saúde empenha-se em desenvolver apostilas e materiais atualizados de acordo com as leis recentemente publicadas a fim de estar sempre em consonância com
REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE BIOLOGIA MOLECULAR E IMUNOLOGIA APLICADO AOS CURSOS SUPERIORES DE GRADUAÇÃO E PÓS- GRADUAÇÃO
RESOLUÇÃO DO CONSELHO SUPERIOR Nº23/2014 DISPÕE SOBRE O REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE BIOLOGIA MOLECULAR E IMUNOLOGIA APLICADO AOS CURSOS SUPERIORES DE GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO DA CNEC/IESA.
TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE
TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE Avaliação institucional: potencialização do processo ensino e aprendizagem A avaliação institucional é uma prática recente
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ CÂMPUS CURITIBA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ CÂMPUS CURITIBA Pró-Reitoria de Extensão, Pesquisa e Inovação Diretoria de Extensão e Políticas de Inclusão
MANUAL DE NORMAS GERAIS E DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO
FACULDADES INTEGRADAS DO EXTREMO SUL DA BAHIA Credenciada pela Portaria Ministerial nº 1.727 de 13/06/2002 D. O.U. 14/06/2002 MANUAL DE NORMAS GERAIS E DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO Eunápolis BA 2009 1.
TRABALHO INTEGRADO DE FONOAUDIOLOGIA, PSICOLOGIA E SERVIÇO SOCIAL PARA ATENDIMENTO AO PACIENTE LARINGECTOMIZADO
TRABALHO INTEGRADO DE FONOAUDIOLOGIA, PSICOLOGIA E SERVIÇO SOCIAL PARA ATENDIMENTO AO PACIENTE LARINGECTOMIZADO Adriana C. Alves Batista Denise Emília Andrade Facuri Irma Helena F B. Bomfim Magda Rodrigues
O Processo de Trabalho do ACS no cuidado à Pessoa com Doença Falciforme. Ana Paula Pinheiro Chagas Fernandes [email protected].
O Processo de Trabalho do ACS no cuidado à Pessoa com Doença Falciforme Ana Paula Pinheiro Chagas Fernandes [email protected] Integração e Integralidade Portaria GM 3252 Art. 4º A Vigilância
JOSÉ SERRA ANEXO NORMAS PARA CADASTRAMENTO CENTROS DE REFERÊNCIA EM CIRURGIA VASCULAR INTRALUMINAL EXTRACARDÍACA
Portaria GM/MS nº de abril de 2002 O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a alta incidência de doenças cardiovasculares na população brasileira, o que se constitui
SÍNDROME DE DOWN E A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA
SÍNDROME DE DOWN E A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA Bárbara Lea Guahyba 1 Mara Regina Nieckel da Costa 2 RESUMO O artigo aqui apresentado tem como tema a inclusão social de pessoas portadoras de síndrome de
A necessária abordagem interdisciplinar: a importância da equipe de referência da Assistência Social
A necessária abordagem interdisciplinar: a importância da equipe de referência da Assistência Social POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS - 2004 SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - SUAS REDE
FACULDADE DE CIÊNCIAS MÈDICAS DA SANTA CASA DE SÃO PAULO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
FACULDADE DE CIÊNCIAS MÈDICAS DA SANTA CASA DE SÃO PAULO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1. APRESENTAÇÃO O objetivo deste manual é orientar o desenvolvimento dos estágios
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Resumo Gisele Gomes Avelar Bernardes- UEG 1 Compreendendo que a educação é o ponto chave
Caminhos na estratégia. de saúde da família: capacitação de cuidadores de idosos
Caminhos na estratégia de saúde da família: capacitação de cuidadores de idosos Erica Rosalba Mallmann: Escola de Enfermagem - UFRGS Lenice Ines Koltermann: Enfermeira Supervisora da Saúde da Família da
A Organização da Atenção Nutricional: enfrentando a obesidade
A Organização da Atenção Nutricional: enfrentando a obesidade Introdução Há cerca de 20 anos, a Secretaria de Saúde de um grande município começou a desenvolver e implantar iniciativas relacionadas à Alimentação
EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS A Lei Complementar nº 395, de 26 de dezembro de 1996, e alterações posteriores, é uma das mais importantes leis do nosso Município, por definir a forma com que o Executivo Municipal
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA
PARECER COREN/SC Nº 020/CT/2013 Assunto: Solicitação de parecer técnico sobre a solicitação de mamografia de rastreamento por Enfermeiro nas instituições de saúde. I - Do Fato Trata-se de expediente encaminhado
Proposta de Curso de Especialização em Gestão e Avaliação da Educação Profissional
Proposta de Curso de Especialização em Gestão e Avaliação da Educação Profissional A Educação Profissional analisada sob a ótica de sua gestão e de sua avaliação de modo a instrumentalizar gestores educacionais
Lei nº 8.111, de 08 de outubro de 2009.
Lei nº 8.111, de 08 de outubro de 2009. Dispõe sobre a política municipal do idoso e dá outras providências A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI: CAPÍTULO I
O APOIO MATRICIAL COMO PROCESSO DE CUIDADO NA SAÚDE MENTAL
O APOIO MATRICIAL COMO PROCESSO DE CUIDADO NA SAÚDE MENTAL Patrícia de Bitencourt Toscani 1 Durante a década de 70, o processo da Reforma Psiquiátrica possibilitou construir uma nova política de saúde
a. Limpeza b. Descontaminação c. Degermação d. Anti-sepsia e. Desinfecção
21. Sobre a participação do setor privado no Sistema Único de, SUS, é incorreto afirmar que: a. As entidades filantrópicas e sem fins lucrativos também recebem remuneração do SUS pelos serviços prestados
Atuação fonoaudiológica no Programa Saúde na Escola (PSE) Autores: RENATA CORREIA DA SILVA, APARECIDO JOSÉ COUTO SOARES, MARIA SILVIA CÁRNIO,
Atuação fonoaudiológica no Programa Saúde na Escola (PSE) Autores: RENATA CORREIA DA SILVA, APARECIDO JOSÉ COUTO SOARES, MARIA SILVIA CÁRNIO, Introdução Os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) são
RESOLUÇÃO N 008/2015. A Diretora Geral da Faculdade Unilagos, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Legislação em vigor, RESOLVE
RESOLUÇÃO N 008/2015 Dispõe sobre a inclusão de políticas do aluno autista no Núcleo de Pesquisa e Estudos em Educação para a diversidade e Inclusão da Mantida. A Diretora Geral da, no uso das atribuições
Contratação de serviços de consultoria técnica especializada pessoa física. PROJETO: PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE.
EDITAL PF no. 007/2015 CONVOCAÇÃO DE INTERESSADOS À SELEÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA TÉCNICA ESPECIALIZADA PESSOA FÍSICA O CONASS: O Conselho Nacional de Secretários de Saúde é uma entidade
Norma de Orientação Farmacêutica Higienização das mãos Hygiènization des mains Hygienization of the hands
p. 1 de 10k Norma de Orientação Farmacêutica Higienização das mãos Hygiènization des mains Hygienization of the hands 1ª EDIÇÃO Janeiro de p. 2 de 10k p. 3 de 10k Índice Introdução... 4 Campo de aplicação...
A Atenção Primária à Saúde
A Atenção Primária à Saúde Maria Emi Shimazaki SHIMAZAKI, M. E. (Org.). A Atenção Primária à Saúde. In: MINAS GERAIS. Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais. Implantação do Plano Diretor da
SER MONITOR: APRENDER ENSINANDO
SER MONITOR: APRENDER ENSINANDO Vanessa Torres dos Santos ([email protected])¹ Emelynne Gabrielly de Oliveira Santos ([email protected])¹ Izaac Batista Lima ([email protected])¹ Marília
considerando a necessidade de diminuir o risco de infecção hospitalar, evitar as complicações maternas e do recém-nascido;
PORTARIA Nº 1.016, DE 26 DE AGOSTO DE 1993 O Ministério de Estado da Saúde, Interino no uso das atribuições legais, e. considerando a necessidade de incentivar a lactação e o aleitamento materno, favorecendo
Avaliação da linguagem na síndrome de Down: análise de protocolos desenvolvidos em extensão universitária
Avaliação da linguagem na síndrome de Down: análise de protocolos desenvolvidos em extensão universitária Autores: TALITA MARIA MONTEIRO FARIAS BARBOSA, GABRIELA REGINA GONZAGA RABELO, IVONALDO LEIDSON
UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO- OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNISC
UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO- OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNISC CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º O presente Regulamento
PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 h Semestre do Curso: 7º
PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Introdução à Fonoaudiologia Carga Horária Semestral: 40 h Semestre do Curso: 7º 1 - Ementa (sumário, resumo) Estudo da comunicação humana
LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE
Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?
SISTEMA DE INFORMAÇÃO DOS NÚCLEOS DE APOIO A SAÚDE DA FAMÍLIA SINAI NO MUNICÍPIO DE SOBRAL.
SISTEMA DE INFORMAÇÃO DOS NÚCLEOS DE APOIO A SAÚDE DA FAMÍLIA SINAI NO MUNICÍPIO DE SOBRAL. Autora :Suzana Lourdes Ferreira Frota - Frota, S.L.F. - Secretaria da Saúde e Ação Social de Sobral/ Escola de
R E S O L U Ç Ã O. Fica aprovado o Regulamento para Atividades Práticas do Curso de Enfermagem, bacharelado, da Faculdade do Maranhão FACAM.
RESOLUÇÃO CSA N 10/2010 APROVA O REGULAMENTO PARA ATIVIDADES PRÁTICAS DO CURSO DE ENFERMAGEM, BACHARELADO, DA FACULDADE DO MARANHÃO FACAM. O Presidente do Conselho Superior de Administração CSA, no uso
IV SEMINÁRIO DE ATENÇÃO PRIMÁRIA/ SAÚDE DA FAMÍLIA A TRAJETÓRIA DE IMPLANTAÇÃO DO ACOLHIMENTO: RELATO DE EXPERIÊNCIA
IV SEMINÁRIO DE ATENÇÃO PRIMÁRIA/ SAÚDE DA FAMÍLIA A TRAJETÓRIA DE IMPLANTAÇÃO DO ACOLHIMENTO: RELATO DE EXPERIÊNCIA Geordany Rose de Oliveira Viana Esmeraldo Enfermeira e Mestranda em Saúde PúblicaUECE
SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Maio 2015 Ficha Técnica Autor Direção-Geral da Segurança Social (DGSS) - Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação (DSIA) Edição e propriedade
Ao final do estudo deste módulo, você será capaz de: Caracterizar o ambiente escolar; Enumerar pontos sensíveis no ambiente escolar;
1 Módulo 1 O ambiente escolar Apresentação do Módulo Os fatos frequentemente divulgados na mídia reforçam a necessidade de conhecimento do ambiente escolar. Mais do que conhecer, é preciso criar mecanismos
IMPLANTANDO O ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE ESTADUAL DE ENSINO
ORIENTAÇÕES PARA A GARANTIA DO PERCURSO ESCOLAR DO ALUNO NA CONVIVÊNCIA DOS DOIS REGIMES DE ENSINO: ENSINO FUNDAMENTAL COM DURAÇÃO DE OITO ANOS E ENSINO FUNDAMENTAL COM DURAÇÃO DE NOVE ANOS. IMPLANTANDO
O PAPEL DO ENFERMEIRO EM UMA ESTRTÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 1
O PAPEL DO ENFERMEIRO EM UMA ESTRTÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 1 SOUZA, Daiane Fagundes de 2 ; SCHIMITH, Maria Denise 2 ; SEGABINAZI, Aline Dalcin 3 ; ALVES, Camila Neumaier 2 ; WILHELM,
PROJETO DE LEI Nº DE 2015 (Do Sr. Delegado Éder Mauro) O CONGRESSO NACIONAL decreta:
PROJETO DE LEI Nº DE 2015 (Do Sr. Delegado Éder Mauro) Institui o Programa Nacional de Recuperação de Dependentes Químicos. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art.1 Fica instituído o Programa Nacional de Recuperação
CICLO DE OFICINAS DE QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA: Ênfase na Implantação do Acolhimento. PROPOSTA METODOLÓGICA Março/2013
CICLO DE OFICINAS DE QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA: Ênfase na Implantação do Acolhimento PROPOSTA METODOLÓGICA Março/2013 PNAB PEAB PNH DIRETRIZES GERAIS Acolhimento como diretriz nacional do SUS Cuidado
Carta de recomendações para o enfrentamento às violências na primeira infância
Carta de recomendações para o enfrentamento às violências na primeira infância Rio de Janeiro, 2 de abril de 2015 A todas as pessoas que atuam na promoção e defesa dos direitos das crianças A Rede Nacional
Universidade Federal da Integração Latino Americana MANUAL DO ESTAGIÁRIO
Universidade Federal da Integração Latino Americana MANUAL DO ESTAGIÁRIO MANUAL DO ESTAGIÁRIO PROGRAD - Pró-Reitoria de Graduação DEAC - Divisão de Estágios e Atividades Complementares Sumário 1. Apresentação...
Gestão de impactos sociais nos empreendimentos Riscos e oportunidades. Por Sérgio Avelar, Fábio Risério, Viviane Freitas e Cristiano Machado
Gestão de impactos sociais nos empreendimentos Riscos e oportunidades Por Sérgio Avelar, Fábio Risério, Viviane Freitas e Cristiano Machado A oferta da Promon Intelligens considera o desenvolvimento de
