FONOAUDIOLOGIA GERIÁTRICA
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- Dalila Bacelar Mascarenhas
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1 FONOAUDIOLOGIA GERIÁTRICA Unidade 1 1
2 Unidade 1 São Luís 2014
3 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Reitor Natalino Salgado Filho Vice-Reitor Antonio José Silva Oliveira Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Fernando de Carvalho Silva CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE - UFMA Diretora Nair Portela Silva Coutinho
4 UFMA/UNA-SUS, 2014 Todos os diretos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou para qualquer fim comercial. A responsabilidade pelos direitos autorais dos textos e imagens desta obra é da UNA-SUS/UFMA Esta obra recebeu apoio financeiro do Ministério da Saúde Universidade Federal do Maranhão - UFMA Universidade Aberta do SUS - UNA-SUS Rua Viana Vaz, nº 41, Centro, São Luís MA. CEP: Site: Normalização Bibliotecária Eudes Garcez de Souza Silva (CRB 13ª Região nº de Registro 453) Revisão ortográfica: JOÃO CARLOS RAPOSO MOREIRA Revisão técnica: Rosângela Ziccardi (UERJ) Adriana Oliveira Dias de Sousa Morais (UFMA) CONTEUDISTA: Edinalva Neves Nascimento Universidade Federal do Maranhão. UNASUS/UFMA Fonoaudiologia geriátrica/edinalva Neves Nascimento(Org.). - São Luís, f. : il. 1. Saúde do idoso. 2. Geriatria. 3. Fonoaudiologia. 4. UNASUS/UFMA. I. Ferreira, Elza Bernardes. II. Moreira, João Carlos Raposo. III. Pinho, Judith Rafaelle Oliveira. IV. Abreu, Thalita Queiroz. V.Título. CDU
5 PALAVRAS DO AUTOR Escrever sobre a atuação do fonoaudiólogo na saúde pública é um privilégio, haja vista a conquista gradual e progressiva deste profissional nos espaços de gestão e nas práticas profissionais em serviços do SUS. A inserção do fonoaudiólogo nos serviços públicos de saúde permitiu identificar mais precocemente as dificuldades de comunicação (linguagem, fala e audição), bem como intervir nas doenças fonoaudiológicas relacionadas à alimentação (disfagia, broncoaspiração), promovendo a saúde nos diferentes ciclos de vida da população. A contribuição do fonoaudiólogo na atenção à saúde da pessoa idosa é inquestionável, haja vista que a alteração na comunicação pode acompanhar o processo de envelhecimento, refletindo negativamente em seu desempenho familiar e social. Sendo assim, a Fonoaudiologia tem grande contribuição na melhoria da interação, e consequentemente, na qualidade de vida destas pessoas.
6 APRESENTAÇÃO Olá, caro (a) aluno (a), Esta unidade apresenta a inserção do fonoaudiólogo nos serviços de saúde pública, especialmente, na Atenção Básica, compondo a Equipe do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF). Para facilitar o estudo, contemplamos a atuação deste profissional no envelhecimento humano, de forma interdisciplinar. Desta forma, foram destacados alguns aspectos fundamentais para a inclusão de outros profissionais na equipe multiprofissional com o desenvolvimento interdisciplinar na contribuição do atendimento e acompanhamento da pessoa idosa à luz da integralidade em saúde. Esperamos que você consiga apreender que a Fonoaudiologia deve dirigir seu foco de ação no fomento da qualidade de vida e envelhecimento ativo e saudável, rompendo com o paradigma hegemônico de atenção e cuidado voltados apenas às doenças. Bons estudos
7 SUMÁRIO UNIDADE O TRABALHO DO FONOAUDIÓLOGO NA ATENÇÃO BÁSICA A RELAÇÃO DA FONOAUDIOLOGIA COM O ENVELHECIMENTO HUMANO O PROCESSO DO ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DA PESSOA IDOSA REFERÊNCIAS... 13
8 UNIDADE 1 1 O TRABALHO DO FONOAUDIÓLOGO NA ATENÇÃO BÁSICA Para iniciarmos nossa conversa, você sabe dizer como a Fonoaudiologia está inserida nas ações de Atenção Básica? A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) estabelece como um dos fundamentos e diretrizes da Estratégia Saúde da Família (ESF) o desenvolvimento de práticas em saúde sob a forma do trabalho em equipe. Na composição da equipe mínima da ESF estão contemplados os seguintes profissionais: médico, enfermeiro, técnico/auxiliar de enfermagem, agentes comunitários de saúde, bem como podem ser incluídos o odontólogo e o técnico e/ou auxiliar de saúde bucal. Os demais profissionais de saúde podem compor as equipes do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), em que se enquadra a inserção do fonoaudiólogo. 2 A RELAÇÃO DA FONOAUDIOLOGIA COM O ENVELHECIMENTO HUMANO Você sabe dizer qual a relação da Fonoaudiologia com o envelhecimento humano? A atuação do fonoaudiólogo junto à pessoa idosa tem como objetivo a identificação das questões relacionadas à sua área de atuação que podem impedir a inserção social do idoso, além de prevenir doenças ou reabilitar, caso elas já estejam instaladas. As mudanças nas habilidades de comunicação ocorrem de forma diferente em cada indivíduo e são decorrentes de fatores genéticos, condições de saúde, processos biológicos, neurocognitivos, ocupação, dentre outros. Com o caminhar da vida, a vulnerabilidade das competências comunicativa e linguística à idade não se mostra significativa, desde que não esteja associada a problemas de saúde (TERRA et al., 2010). 8
9 Desta forma, o compromisso da Fonoaudiologia está com a qualidade de vida e a promoção da saúde das pessoas idosas. É evidente que frente a alterações patológicas, a reabilitação também é imprescindível para atender à demanda das pessoas idosas, pois é capaz de aperfeiçoar a capacidade funcional com consequente impacto no aumento da qualidade de vida. Assim, ao mesmo tempo em que direciona ações preventivas para evitar doenças e agravos mais comuns na população idosa, a Fonoaudiologia deve dirigir seu foco de ação no fomento da qualidade de vida e envelhecimento ativo e saudável, rompendo com o paradigma hegemônico de atenção e cuidado voltados apenas às doenças. A Fonoaudiologia é responsável desde a promoção da saúde, pela avaliação, o diagnóstico, a habilitação e reabilitação, bem como na manutenção da saúde e da qualidade de vida das pessoas idosas. Desta forma, atua nos aspectos fonoaudiológicos da função auditiva periférica e central, função vestibular, linguagem oral e escrita, voz, fluência, articulação da fala, sistema miofuncional orofacial, cervical e deglutição. Portanto, a atuação do fonoaudiólogo no acompanhamento da pessoa idosa dentro do sistema de saúde tem ampla extensão e perpassa pelos diferentes níveis de atenção, englobando ações de promoção, proteção e recuperação da saúde (BEZERRA et al., 2010). Tudo bem! Entendemos que o fonoaudiólogo é importante no acompanhamento do envelhecimento, porém, o que pode fazer na esfera da pessoa idosa? 9
10 O papel do fonoaudiólogo na esfera da pessoa idosa na atenção primária à saúde deve então ser generalista e ter como foco a promoção e recuperação da saúde, prevenção de doenças e agravos e reabilitação com o objetivo de promover autonomia e qualidade de vida (GOULART, 2003). Deve, portanto, articular as suas ações com os profissionais da ESF atuando no individual e coletivo considerando aspectos sociais, econômicos, culturais e ambientais que podem intervir no processo saúde e adoecimento. É muito importante que sejam construídos protocolos das atividades com as ESF para nortear o planejamento e monitoramento das ações realizadas, o que pode contribuir sobremaneira para informações mais precisas e consequente melhoria nos determinantes e condicionantes da saúde com a atuação do fonoaudiólogo na equipe (FERNANDES; NASCIMENTO; SOUZA, 2013). Com estas ferramentas, o fonoaudiólogo, na Atenção Básica, deve superar a lógica hegemônica de produção em saúde desenvolvida nos ambulatórios de média complexidade e hospitais, com atendimentos especializados historicamente voltados às ações individuais e fragmentadas através de um modelo biológico, para um modo de cuidado compartilhado, interdisciplinar, coletivo e mais integral (BEZERRA et al., 2010). 3 O PROCESSO DO ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DA PESSOA IDOSA Além das modificações físicas, o envelhecimento pode gerar consequências no modo de viver a vida do idoso, bem como das pessoas que convivem com ela, sendo assim as necessidades de atenção profissional e assistência à pessoa idosa não se perfazem suficientemente com a atenção de apenas um profissional. É de grande relevância que um conjunto de profissionais de diferentes áreas contribua com seus conhecimentos na construção de 10
11 propostas e atividades na perspectiva da atenção integral à saúde da pessoa idosa e promoção do envelhecimento saudável, ao que chamamos de interdisciplinaridade. A existência da equipe multiprofissional por si só não é suficiente para que a interdisciplinaridade aconteça na prática, pois na atuação multidisciplinar o paciente pode ter atendimento por vários profissionais, mas eles podem não se reunir para dialogar, discutir sobre um caso, enfim, se comunicar e, desta maneira, contribuir para uma abordagem fragmentada. A atenção e assistência às doenças mais comuns com o envelhecimento devem ficar a cargo do médico ou da especialidade médica Geriatria, entretanto, o processo de envelhecimento, carreado com as suas peculiaridades psicológicas, bem como o contexto cultural em que se dá a inserção da pessoa idosa na sociedade, convoca a contribuição e participação efetiva de diversas áreas, relacionadas ou não à saúde, como: Sociologia, a Educação, o Serviço Social, a Nutrição, a Fonoaudiologia, a Psicologia, a Enfermagem, a Terapia Ocupacional, dentre outras. A qualidade de vida de cada pessoa, no processo do envelhecimento, depende da sua visão de mundo, da sua carga sociocultural, do seu contexto econômico, da sua família, do meio-ambiente, da sua alimentação, da sua personalidade e do seu conceito individual (VALLE; LIMA, 2003). Assim, é de grande importância a inclusão de outros profissionais na equipe multiprofissional com o desenvolvimento interdisciplinar na contribuição do atendimento e acompanhamento da pessoa idosa à luz da integralidade em saúde e a promoção do envelhecimento saudável (LEMOS et al., 2004). A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) prevê a composição mínima da equipe multiprofissional de Saúde da Família com o médico, o enfermeiro, o auxiliar ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde, podendo ser composta, ainda, pela Equipe de Saúde Bucal (cirurgião dentista, técnico e/ou auxiliar em saúde bucal). 11
12 ATENÇÃO! Para o desenvolvimento deste ideal de transformação se faz necessária a constituição de múltiplas redes de comunicação interpessoal, interdisciplinar, interinstitucional e intersetorial (FERIOTTI, 2009). Desta forma, a interdisciplinaridade na Atenção Básica pode se dar através da equipe multiprofissional de Saúde da Família juntamente ao Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), construindo ações e atividades dos projetos intersetoriais de envelhecimento saudável, bem como os projetos terapêuticos singulares das pessoas idosas. A atuação interdisciplinar requer que os profissionais se reúnam, se encontrem constantemente, para discutir o caso do paciente, as ações a serem desenvolvidas, bem como monitorar e avaliar os resultados que estão sendo obtidos. A interdisciplinaridade também pode e deve se desenvolver através de encontros e discussões com outros profissionais de outros serviços da rede de atenção à pessoa idosa, como os Centros de Referência em Assistência Social (CRAS/CREAS), Centro de Atenção Integral a Saúde do Idoso (CAISI), ambulatórios de especialidades médicas, hospitais, serviços de reabilitação, conselho municipal do idoso, dentre outros. Por fim, a interdisciplinaridade contribui fundamentalmente para a organização de uma linha de atenção e cuidado que seja contínua e integral. Ela rompe com a fragmentação tradicionalmente existente nas práticas em saúde (monodisciplinaridade), em que cada profissional planeja e desenvolve sua ação isoladamente frente às necessidades apresentadas pelo paciente, sem discussão dos resultados produzidos, comprometendo desta forma a garantia da integralidade da atenção (CAVALHEIRO, 2009). LEITURA COMPLEMENTAR! Para saber mais sobre interdisciplinaridade acesse o documento: Interdisciplinaridade em Atenção Básica disponível em: 12
13 REFERÊNCIAS BEZERRA, R.S.S. et. al. Arranjo matricial e o desafio da interdisciplinaridade na atenção básica: a experiência do NASF em Camaragibe/PE. Divulgação em Saúde para Debate, v. 46, p. 51-9, CAVALHEIRO, M.T.P. Fonoaudiologia e saúde da família. Revista CEFAC, v.11, n.2, p. 4-5, FERNANDES, T.L., NASCIMENTO, C. M. B., SOUZA, F. O. S. Análise das atribuições dos fonoaudiólogos do NASF em municípios da região metropolitana do Recife. Rev. CEFAC, v.15, n.1, p , FERIOTTI, M.L. Equipe multiprofissional, transdisciplinaridade e saúde: desafios do nosso tempo. Vínculo São Paulo, v. 6, n.2, GOULART, B.N.G. A fonoaudiologia e suas inserções no sistema único de saúde: análise prospectiva. Rev. Fono Bras., v. 2, n. 4, p , LEMOS, S. M. A. et al. Saúde do Idoso na Atenção Primária à Saúde: proposta de atuação Interdisciplinar. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA, 2., Anais... Belo Horizonte, MG, TERRA, N.L. et al. Envelhecimento e suas múltiplas áreas do conhecimento. Porto Alegre: EDIPUCRS, VALLE, M. L. R.; LIMA, M. Temas multidisciplinares de neuropsicologia e aprendizagem: qualidade de vida no envelhecimento. São Paulo: SCOR Editora Tecci, p
14 Leitura complementar: AMARAL, L. C. G.; SENA, A. P. R. C. Perfil audiológico dos pacientes da terceira idade atendidos no Núcleo de Atenção Médica Integrada da Universidade de Fortaleza. Fono Atual, ano. 7, n. 27, BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Diretrizes do NASF: Núcleo de Apoio a Saúde da Família. Brasília: Ministério da Saúde, p... Portaria Nº 2.527, de 27 de outubro de Redefine a atenção domiciliar no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 28 out Seção 1, p Portaria nº 154 de 24 de janeiro de Cria os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 4 mar FALCÃO, D.V.S. Cuidar de familiares idosos com a doença de Alzheimer: uma reflexão sobre aspectos psicossociais. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 14, n. 4, p , JOTZ, G. P. et al. Anatomia da cavidade oral, orofaringe, hipofaringe, laringe esôfago. In: ; CARRARA DE-ANGELIS, E.; BARROS, A.P.B. Tratado da deglutição e disfagia no adulto e na criança. Rio de Janeiro: Revinter, p SANTOS, C.G. Desafios da longevidade: agonia ou êxtase? Kairós, v. 5, n.1, p ,
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