RESPONSABILIDADE CIVIL PRÉ-CONTRATUAL
|
|
|
- Daniel Fontes Escobar
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 RESPONSABILIDADE CIVIL PRÉ-CONTRATUAL Na responsabilidade civil pré-contratual as partes são consideradas simples tratantes e não definitivamente contratantes, em que pese sejam aplicados a esta responsabilidade os princípios e regras como se contrato fosse. compreensão da matéria a ser posteriormente explanada: Analisar-se-á um caso específico para facilitar a APELAÇÃO CÍVEL. RESPONSABILIDADE CIVIL. DANO MATERIAL E MORAL. PRÉ-CONTRATO DESISTÊNCIA. Caracterizado que as partes firmaram um ante contrato, tendo havido a quebra do acerto firmado pela requerida, inerente está o dever de indenizar pelo dano material causado ao autor. Portanto, aquele que tem um dever de conduta, com ou sem contrato, pode ser obrigado a reparar o dano, quando a este deu causa. (Apelação Cível n.º , julgada em 12 de novembro de 2003, 6.ª Câmara Cível, Relator: Des. Artur Arlindo Ludwig, Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul). Trata-se de julgado em que a demandada, mais precisamente aqui apelante, foi condenada ao pagamento de indenização por danos materiais oriundos da quebra de um pré-contrato firmado com um escritor e a editora de livros, a qual desistiu de publicar a obra de maneira arbitraria e inesperada. No pré-contrato foi garantida ao escritor a publicação da obra na Feira do Livro de Porto Alegre de O autor ficaria com 300 (trezentos) exemplares e ganharia 10% sobre a venda de três mil livros, a serem comercializados pelo preço unitário de R$ 20,00 (vinte reais). Entretanto, passado o período de duas semanas de dedicação exclusiva, recebe a notícia de que não mais haveria a publicação de sua obra. Diante do caso concreto se analisará, para o desenvolvimento deste trabalho, alguns tópicos indispensáveis e que foram objeto de posicionamento dos julgadores bem como alguns conceitos doutrinários sobre a matéria, somando-se ou mesmo criticando os fundamentos utilizados para o caso concreto. 1
2 Primeiramente, cabe conceituar o instituto do précontrato e as suas responsabilidades civis, provenientes da não ocorrência do efetivo contrato, por desistência arbitrária de um dos proponentes. O conceito de responsabilidade civil pré-contratual exposto por um respeitável doutrinador sobre a matéria, Dr. Antonio Chaves, consiste no seguinte: há responsabilidade pré-contratual quando ocorre a ruptura arbitrária e intempestiva das negociações contrariando o consentimento dado na sua elaboração, de tal modo que a outra parte se soubesse que ocorria o risco de uma retirada repentina, não teria tomado as medidas que adotou. 1 A ruptura é ocasionada pelo simples agir de má-fé, agir com culpa, frustrando a expectativa daquele que é inesperadamente prejudicado com a ruptura; ou mesmo, em um enfoque moderno e mais objetivo, pela inobservância do princípio da boa fé objetiva. Em se tratando de boa fé objetiva, bem salienta Récio Eduardo Cappelari, nobre conhecedor da matéria examinada que neste aspecto, contrariando inúmeros doutrinadores, entende que mesmo que a culpa se consubstancie como elemento constitutivo, na maioria dos casos de RPC, nem nessa hipótese deve ser ela admitida no lugar da boa-fé objetiva, pois esta sim é que se aplica aos casos em que a conduta dos indivíduos está sendo valorada, ao passo que a culpa observa mais a imputação de fatos às pessoas (de acordo com critérios subjetivos): o importante, durante as tratativas, é justamente averiguar se a conduta das partes se houve com honestidade e lealdade, a fim de se apurar a existência ou não do motivo justo para abandonar as mesmas, tarefa que incumbe ao princípio da boa-fé na sua feição objetiva e não à culpa. 2 Lembra a boa fé, objetiva como um princípio, uma cláusula geral capaz de abranger inúmeras situações, inclusive de responsabilidade civil pré-contratual, pois ela amplia conceitos: o comportamento dos contratantes terá de pautar-se pelos cânones da lealdade e da probidade. De modo mais concreto, apontam-se aos negociadores certos deveres recíprocos através da responsabilidade pré-contratual tutela-se, diretamente, a fundada confiança de cada um das partes em que a outra conduza às negociações, segundo a boa-fé. 3 1 CHAVES, Antonio, Responsabilidade pré contratual, p CAPPELARI, Récio Eduardo Responsabilidade pré-contratual, pg Segundo Aguiar Júnior, in acórdão de Apelação Cível n , TJ-RS 2
3 Outros são os elementos indispensáveis para a caracterização da responsabilidade civil pré-contratual. Dentre eles, na classificação dos requisitos gerais de Cappelari, estão: o consentimento às negociações, o dano patrimonial, a relação de causalidade, e, conforme já conceituado, a inobservância do princípio da boa-fé objetiva. O consentimento às relações é uma das principais provas que deve contar para que se caracterize a responsabilidade pré-contratual. No caso do processo em análise foi devidamente comprovado através de prova documental e testemunhal. Foi juntada aos autos a missiva enviada pela demandada que demonstra o interesse na divulgação da obra, e correspondência do autor, enviada à editora, com o intuito de compor um acordo face à desistência imotivada do contrato por parte da demandada. Afora isso a prova testemunhal comprovou a contratação especial de um revisor para concluir o trabalho, para que o mesmo ficasse pronto para o lançamento na feira do livro de Porto Alegre. Além disso, foi também ouvido o responsável da empresa demandada pela publicidade das futuras publicações e quando soube da desistência, encerrou os seus trabalhos. É evidente que o autor foi levado a crer que sua obra iria ser publicada. Foi considerável o desenvolvimento do negócio. Afirmou em seu depoimento que passou duas semanas preparando o livro, e que na reunião conjunta com os responsáveis pela publicação ficou acertado que o livro seria publicado. Em face desse entendimento, criou-se a expectativa e tomaram-se as providências para o acontecimento, posteriormente frustrado sem qualquer justa explicação da editora de livros. Esse é um dos principais elementos para a caracterização da responsabilidade civil pré-contratual, pois se não comprovado o consentimento das partes, a aceitação recíproca na elaboração contratual, a existência de desenvolvimento do negócio, impossível responsabilizar aquele que se desobrigou aleatoriamente. Quanto ao dano sofrido pelo autor restou comprovado nos autos face às argumentações da exordial e o testemunho de um funcionário, que caberia ao autor 10% da venda de 300 (trezentos) exemplares. Assim, foi determinado o pagamento da quantia de R$ 6.000,00 (seis mil reais), não incidindo qualquer fundamento o pedido de dano moral uma vez que não restou comprovado o abalo sofrido pelo autor, pois seria considerado enriquecimento sem causa, conforme sopesou o respeitável voto do Relator do julgado, Desembargador Artur Arlindo Ludwig. 3
4 Quanto a não incidência de dano moral, entende-se que à questão não se mereceu a importância necessária, uma vez que houve notícia na imprensa de que o livro seria lançado em um dos principais eventos da capital gaúcha, a Feira do Livro de Porto Alegre. Em que pese o autor não ser conhecido, a publicidade se deu em um dos principais jornais de circulação do Estado do Rio Grande do Sul, fato devidamente comprovado nos autos. Já o dano patrimonial restou corretamente analisado no nosso entendimento. São esses os lucros cessantes, a perda da chance, o que o autor deixou de lucrar caso o contrato tivesse ocorrido. O nexo de causalidade, também elemento indispensável à configuração da responsabilidade civil pré-contratual, se encontra presente e está nitidamente demonstrado. A ação antijurídica está estampada, a desistência de contratar por uma das partes sem qualquer motivação, sem qualquer razoabilidade ficou sobejamente caracterizada, até mesmo diante da fixação genérica da demandada em apenas negar o vínculo contratual. A editora vinha demonstrando o interesse em contratar com o escritor. Tomou atitudes e negociações para que o contrato se efetivasse. Seu interesse foi expresso e claro. Entretanto, foi contrária às suas próprias atitudes quando, sem qualquer explicação, desistiu da contratação. Veja-se a reflexão de Récio Eduardo Cappelari sobre a relação de causalidade: Assim, a dúvida que se tem é se a retirada abrupta das negociações pode ser considerada causa do dano a ser indenizado. Dando-se resposta positiva a este questionamento, é impositivo se afirmar que, por mais que se reconheça o direito que tem uma pessoa de se retirar das negociações preliminares, tal retirada não será admissível, se revelar uma total irreflexão sobre as conseqüências dessa atitude. (pg. 41) Verifica-se, portanto, configurados todos os elementos essências para a caracterização da responsabilidade civil pré-contratual. Além desses elementos analisados, elenca o doutrinador citado, como elemento específico, a confiança na seriedade das tratativas, elemento que está diretamente ligado ao consentimento das contratações. A reflexão do doutrinador Récio sobre esse conceito está bem definida nas seguintes palavras: Averiguada, pois a importância da legítima confiança no plano jurídico pode-se dizer que, sempre que se entra 4
5 em negociações, ressalvadas, é claro, as possíveis exceções a serem averiguadas nos casos concretos, entra-se crendo na seriedade da conduta do cocontratante e, caso este comportamento honesto não se verifique, ocasionando danos, há o efetivo direito de ressarcimento. Desta observação, pode-se concluir que, para que se configure a RPC por ruptura das tratativas, é imprescindível que haja uma confiança (= afinamento) razoável na futura conclusão do contrato, além da falta de justo motivo para a ruptura do dano (pg. 47). Conclui ainda o entendimento afirmando que a real importância da confiança na seriedade das tratativas em todo o tráfico jurídico, conduzindo a que as mesmas só possam ser abandonadas, quando se verificar justo motivo (p.49). Ao caso concreto, não foi comprovado pela editora, nem mesmo mencionado, qualquer motivo para a desistência motivada da contratação, prestando-se a demandada somente em negar o compromisso contratual. Afora esse elemento específico, vislumbra-se ainda o elemento da enganosidade da informação, mas que não está caracterizada no caso concreto, pois se presta a situações em que exista a relação de consumo. A expectativa contratual, as tratativas anteriores para configuração contratual, quanto mais avançada se encontrarem, quanto mais informações, idéias e pontos já fixados, mais as partes estarão amarradas. Sendo imprescindível que desde já atuem as partes com transparência, honestidade, lealdade e probidade, a fim de que tenham a expectativa legítima do futuro contrato. O que se vislumbra nessa construção doutrinária é a efetiva aplicação dos princípios norteadores da responsabilidade objetiva às situações também pré-contratuais, não invadindo, é claro, os limites da liberdade de contratar ou mesmo da desistência de uma proposta. O que a responsabilidade civil pré-contratual determina é a proteção daquele que está com a expectativa concretizada e é surpreendido por uma desistência contratual imotivada, causando inúmeros prejuízos à outra parte. BIBLIOGRAFIA: 1) CAPPELARI, Récio Eduardo Responsabilidade pré-contratual, aplicabilidade ao direito brasileiro/ Récio Eduardo Cappelari Porto Alegre: Livraria do Advogado, ) CHAVES, Antônio, Responsabilidade pré contratual.2.ª Edição, revista, ampliada e atualizada. Editora Lejus, São Paulo, ) LÔBO, Paulo Luiz Neto, O contrato, exigências e concepções atuais: prefácio de Lourival Vilanova. São Paulo: Saraiva: ) VENOSA, Silvio de Salvo Direito Civil Contratos em Espécie, volume 3, 4.ª Edição. Editora Atlas SA
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA SEXTA CÂMARA CÍVEL
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA SEXTA CÂMARA CÍVEL Apelação Cível nº 2007.001.17272 Apelante 1: Milton de Oliveira Ferreira Apelantes 2: Kab Kalil Administração de Bens Ltda. e outro Apelados: os mesmos Relator:
PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Apelação Cível nº 0059871-12.2007.8.19.0001 Apelante: JONETES TERESINHA BOARETTO Apelado: GRANDE HOTEL CANADÁ LTDA. Relator: DES. CUSTÓDIO TOSTES DECISÃO MONOCRÁTICA
Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Décima Sexta Câmara Cível
APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO CIVIL. AÇÃO DE COBRANÇA DE DIFERENÇAS DE COMISSÕES DE CORRETAGEM. PLANO DE SAÚDE. SENTENÇA DE IMPROCEDÊNCIA. RECURSO DA AUTORA. Inexistência de cerceamento de defesa em razão de
EMBRIAGUEZ EXCLUSÃO DE COBERTURA
EMBRIAGUEZ EXCLUSÃO DE COBERTURA Seminário Direitos & Deveres do Consumidor de Seguros Desembargador NEY WIEDEMANN NETO, da 6ª. Câmara Cível do TJRS Introdução O contrato de seguro, regulado pelos artigos
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO
Registro: 2016.0000079316 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0057625-38.2012.8.26.0562, da Comarca de Santos, em que é apelante FABIO LUIS DE ABREU (JUSTIÇA GRATUITA), é
TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo
TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo fls. 1 Registro: 2014.0000012698 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0000652-58.2010.8.26.0360, da Comarca de Mococa, em que
E M E N T A: RESPONSABILIDADE POR DANO MORAL. DÍVIDA PAGA. TÍTULO INDEVIDAMENTE PROTESTADO. ILEGALIDADE. PROVA. PRESUNÇÃO DO DANO.
APELAÇÃO CÍVEL Nº 338.882 - PB APTE : CAIXA ECONOMICA FEDERAL ADV/PROC: VALCICLEIDE ALVES DE FREITAS RANGEL E OUTROS APDO : DJANIO ANTONIO OLIVEIRA DIAS ADV/PROC: GILVANA RIBEIRO CABRAL E OUTRO RELATOR
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO VIGÉSIMA SEXTA CÂMARA CÍVEL/CONSUMIDOR
APELAÇÃO Nº: 0284066-04.2012.8.19.0001 APELANTE 1: DEPIL LASER CENTRO AVANÇADO DE DEPILAÇÃO A LASER LTDA. APELANTE 2: PAULA FORTES SANCHES (RECURSO ADESIVO) APELADOS: OS MESMOS RELATORA: DES. SANDRA SANTARÉM
RESPONSABILIDADE SUBJETIVA: A TEORIA DA CULPA
RESPONSABILIDADE SUBJETIVA: A TEORIA DA CULPA Material didático destinado à sistematização do conteúdo da disciplina Direito Civil IVI Publicação no semestre 2014.1 no curso de Direito. Autor: Vital Borba
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO
fls. 204 ACÓRDÃO Registro: 2015.0000452090 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1004570-29.2014.8.26.0161, da Comarca de Diadema, em que é apelante ITAÚ UNIBANCO S/A ( ATUAL DENOMINAÇÃO
Relator: Desembargador CELSO LUIZ DE MATOS PERES
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO CÍVEL Autos nº 0059083-90.2010.8.19.0001 Apelante: IVAN DE AZEVEDO Apelado: GAFISA S/A Relator: Desembargador CELSO LUIZ DE MATOS PERES Ação Indenizatória.
Responsabilidade Civil
Responsabilidade Civil Responsabilidade civil, dano e Regimes de Responsabilidade: A responsabilidade civil pode ser classificada em responsabilidade por culpa, pelo risco ou pelo sacrifício, dependendo
RECURSOS IMPROVIDOS.
1 APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORDINÁRIA. COMPRA E VENDA DE IMÓVEL NA PLANTA. ENTREGUE DA UNIDADE DENTRO DO PRAZO PREVISTO. DANO MORAL. ALTERAÇÃO DA PLANTA DO IMÓVEL, SEM O CONSENTIMENTO DOS COMPRADORES. MODIFICAÇÃO
Superior Tribunal de Justiça
RECURSO ESPECIAL Nº 540.048 - RS (2003/0061038-6) RECORRENTE : VALDA TEREZINHA CARBONE ADVOGADO : MARLON LEANDRO TORRES E OUTRO RECORRIDO : HOSPITAL DE BASE DO DISTRITO FEDERAL RELATORA: MINISTRA NANCY
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA NONA CÂMARA CÍVEL RELATOR: DES. MARCOS ALCINO DE AZEVEDO TORRES
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA NONA CÂMARA CÍVEL RELATOR: DES. MARCOS ALCINO DE AZEVEDO TORRES APELAÇÃO CÍVEL Nº. 0002183.65.2008.8.19.0001 APTE: CRISTOVÃO JERONIMO SOARES LOPES APDO: ITAU SEGUROS S.A. Apelação
TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo
fls. 35 Registro: 2016.0000031880 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0003042-68.2011.8.26.0003, da Comarca de, em que é apelante/apelado JOSUÉ ALEXANDRE ALMEIDA (JUSTIÇA
A Responsabilidade civil objetiva no Código Civil Brasileiro: Teoria do risco criado, prevista no parágrafo único do artigo 927
A Responsabilidade civil objetiva no Código Civil Brasileiro: Teoria do risco criado, prevista no parágrafo único do artigo 927 Marcela Furtado Calixto 1 Resumo: O presente artigo visa discutir a teoria
APELANTE: EDWALTER CUNHA COUTO APELADO: LOTÉRICA RONDON PLAZA SHOPPING LTDA.
APELANTE: EDWALTER CUNHA COUTO APELADO: LOTÉRICA RONDON PLAZA SHOPPING LTDA Número do Protocolo: 64876/2012 Data de Julgamento: 09-01-2013 E M E N T A APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS
EMENTA CIVIL - DANOS MORAIS - NEGATIVA NA CONCESSÃO DE PASSE LIVRE EM VIAGEM INTERESTADUAL - TRANSPORTE IRREGULAR - INDENIZAÇÃO DEVIDA.
Órgão: 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais Classe: ACJ Apelação Cível no Juizado Especial N. Processo: 2007.09.1.022383-7 Apelante:VIAÇÃO TRANSPIAUÍ SÃO RAIMUNDENSE LTDA Apelado:
RESPONSABILIDADE CIVIL NA LESÃO CORPORAL
RESPONSABILIDADE CIVIL NA LESÃO CORPORAL Filipe Rezende Semião, est.. Sumário: I - Pressupostos da Responsabilidade Civil II - Dispositivos legais III - Dano ao corpo IV - Indenização na lesão corporal
D E C I S Ã O. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 4ª CÂMARA CÍVEL Relator: Desembargador SIDNEY HARTUNG
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 4ª CÂMARA CÍVEL Relator: Desembargador SIDNEY HARTUNG APELAÇÃO CÍVEL Nº 0193026-72.2011.8.19.0001 Apelante (Autor): AMANDA PEIXOTO MARINHO DOS SANTOS Apelado
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO
Registro: 2013.0000209289 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0017770-14.2003.8.26.0224, da Comarca de Guarulhos, em que é apelante/apelado HSBC SEGUROS ( BRASIL ) S/A, são
QUINTA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
QUINTA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO APELAÇÃO CÍVEL Nº 0004150-49.2007.8.19.0042 APELANTE: MERCADOLIVRE.COM ATIVIDADES DE INTERNET LTDA. APELADA: LÍVIA SANTUX ANDRADE
Origem : 01920050029000 Machadinho do Oeste/RO (1ª Vara Criminal)
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE RONDÔNIA Câmara Criminal Data de distribuição :31/07/2007 Data de julgamento :25/09/2008 100.019.2005.002900-0 Apelação Criminal Origem : 01920050029000 Machadinho do Oeste/RO (1ª
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
fls. 2383 Registro: 2015.0000709196 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Agravo de Instrumento nº 2118608-98.2015.8.26.0000, da Comarca de Sorocaba, em que é agravante ECOPAV CONSTRUÇÕES
ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores VITO GUGLIELMI (Presidente) e PAULO ALCIDES. São Paulo, 12 de julho de 2012.
ACÓRDÃO Registro: 2012.0000334706 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0009544-94.2000.8.26.0007, da Comarca de São Paulo, em que são apelantes LEOBINO COSTA FIGUEREDO (E OUTROS(AS))
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Registro: 2014.000079XXXX ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº XXXXXX-XX.2011.8.26.0309, da Comarca de Jundiaí, em que é apelante VASSOURAL EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA.
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR JOÃO ALVES DA SILVA ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL N. 200.2011.007481-8/001 RELATORA : Vanda Elizabeth Marinho Juíza Convocada APELANTE : Adriano Damasceno
Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Rio Grande do Sul Vara Federal e Juizado Especial Federal Criminal Adjunto de Lajeado
AÇÃO ORDINÁRIA (PROCEDIMENTO COMUM ORDINÁRIO) Nº 5006374-73.2012.404.7114/RS AUTOR : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS RÉU : HELIO BECKMANN RELATÓRIO SENTENÇA INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL
1005895-57.2016.8.26.0100 - lauda 1
fls. 372 SENTENÇA Processo Digital nº: 1005895-57.2016.8.26.0100 Classe - Assunto Procedimento Comum - Planos de Saúde Requerente: Requerido: UNIMED PAULISTANA SOCIEDADE COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO
ACÓRDÃO. São Caetano do Sul, em que são apelantes GAFISA S/A (E. OUTROS(AS)) e ABYARA BROKERS INTERMEDIAÇÃO
Registro: 2014.0000543XXX ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº XXXXXXX-97.2011.8.26.0565, da Comarca de São Caetano do Sul, em que são apelantes GAFISA S/A (E OUTROS(AS)) e
EXMº SR. DR. JUÍZ DE DIREITO DO 12º JUIZADO ESPECIAL CIVEL DO MEIER DA COMARCA DA CAPITAL.
223 EXMº SR. DR. JUÍZ DE DIREITO DO 12º JUIZADO ESPECIAL CIVEL DO MEIER DA COMARCA DA CAPITAL. PROC.0011163-42-2014-8-19-0208 I. CONDOMÍNIO DO EDIFICIO FANY, por seu advogado, nos autos da AÇÃO INDENIZATORIA
V I S T O S, relatados e discutidos estes autos de
EMENTA RECURSO ORDINÁRIO, provenientes da CURITIBA - PR, sendo Recorrentes ADVOGADO ASSOCIADO - VÍNCULO DE EMPREGO - NÃO CONFIGURADO - Comprovado que a parte autora firmou "contrato de associação com advogado"
ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores ALEXANDRE LAZZARINI (Presidente) e COSTA NETTO.
ACÓRDÃO Registro: 2016.0000041232 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1006537-83.2014.8.26.0590, da Comarca de São Vicente, em que são apelantes UNIMED DE SANTOS COOPERATIVA DE TRABALHO
Superior Tribunal de Justiça
RECURSO ESPECIAL Nº 467.343 - PR (2002/0105069-3) RELATOR : MINISTRO RUY ROSADO DE AGUIAR RECORRENTE : ADILSON OTTMAR DE SOUZA ADVOGADO : SANDRO BALDUINO MORAIS E OUTRO RECORRIDO : LUIZ EDMUNDO GALVEZ
SENTENÇA. Maxcasa Xii Empreendimentos Imobiliários Ltda
fls. 1 SENTENÇA Processo nº: 0008740-84.2013.8.26.0100 Classe Assunto: Procedimento Ordinário - Perdas e Danos Requerente: Fernando Albieri Requerido: Maxcasa Xii Empreendimentos Imobiliários Ltda Juiz(a)
APTE: FLAVIO COELHO BARRETO (Autor) APTE: CONCESSIONÁRIA DA RODOVIA DOS LAGOS S.A. APDO: OS MESMOS
APTE: FLAVIO COELHO BARRETO (Autor) APTE: CONCESSIONÁRIA DA RODOVIA DOS LAGOS S.A. APDO: OS MESMOS RELATORA: DESEMBARGADORA MARIA REGINA NOVA APELAÇÕES CÍVEIS. DIREITO ADMINISTRATIVO E DO CONSUMIDOR. ACIDENTE
SENTENÇA. Processo Digital nº: 1020139-94.2015.8.26.0562 Classe - Assunto Procedimento Ordinário - Espécies de Contratos Requerente: Requerido:
fls. 25 SENTENÇA Processo Digital nº: 1020139-94.2015.8.26.0562 Classe - Assunto Procedimento Ordinário - Espécies de Contratos Requerente: Requerido: Justiça Gratuita Juiz(a) de Direito: Dr(a). Thais
BOLETIM INFORMATIVO 01/2014 PROCESSO N.º 0203500-71.1989.5.05.0015 ABRAHÃO SADIGURSKY E OUTROS VS. PETROBRÁS
Salvador, 07 de março de 2014 BOLETIM INFORMATIVO 01/2014 PROCESSO N.º 0203500-71.1989.5.05.0015 ABRAHÃO SADIGURSKY E OUTROS VS. PETROBRÁS Prezado Sr(a). Cliente, O escritório Catharino, Mesquita & Fonseca
V I S T O S, relatados e discutidos estes autos de RECURSO ORDINÁRIO, provenientes da 05ª VARA DO TRABALHO DE MARINGÁ, sendo recorrente
EMENTA CARTÕES DE PONTO. AUSÊNCIA DE ASSINATURA DO EMPREGADO. VALIDADE. Ante a inexistência de exigência legal, a falta de assinatura do empregado, por si só, não acarreta a invalidade dos cartões de ponto,
APELAÇÃO. SEPARAÇÃO. PARTILHA. DERAM PARCIAL PROVIMENTO. Nº 70048117212 COMARCA DE ERECHIM A C Ó R D Ã O
APELAÇÃO. SEPARAÇÃO. PARTILHA. A partilha de cotas de empresa não pode tomar por base o valor do capital social e nem o valor do patrimônio líquido, mas sim o valor real que a participação confere ao sócio,
Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios GABINETE DO DESEMBARGADOR SANDOVAL OLIVEIRA E M E N T A A C Ó R D Ã O
Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios GABINETE DO DESEMBARGADOR SANDOVAL OLIVEIRA Acórdão Nº 267.056 Órgão Classe Processo N. Apelante(s) Apelado(s) Relator Revisor
QUINTA CÂMARA CÍVEL Apelação Cível nº 0362045-42.2012.8.19.0001 Relator: DES. HENRIQUE CARLOS DE ANDRADE FIGUEIRA
QUINTA CÂMARA CÍVEL Apelação Cível nº 0362045-42.2012.8.19.0001 Relator: DES. HENRIQUE CARLOS DE ANDRADE FIGUEIRA ADMINISTRATIVO. RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO. AÇÃO DE COBRANÇA. TRATAMENTO MÉDICO PRESTADO
VII Congresso Nacional e XIII Simpósio de Auditoria e Gestão em Saúde SOMAERGS. 9 e 10 de outubro de 2014 Porto Alegre
VII Congresso Nacional e XIII Simpósio de Auditoria e Gestão em Saúde SOMAERGS 9 e 10 de outubro de 2014 Porto Alegre Antônio Gilberto Cardoso Especialista em Clínica Médica Pós-graduado em Administração
Espelho Administrativo Peça
Espelho Administrativo Peça A medida judicial a ser proposta é uma ação de responsabilidade civil / ação indenizatória pelo rito ordinário em face da União Federal, tendo em vista o dano sofrido por João
TRIBUNAL DE JUSTIÇA VIGÉSIMA QUINTA CÂMARA CÍVEL/CONSUMIDOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA VIGÉSIMA QUINTA CÂMARA CÍVEL/CONSUMIDOR APELAÇÃO CÍVEL Nº 0489078-15.2012.8.19.0001 APELANTE: SKY BRASIL SERVIÇOS LTDA. APELADO: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RELATORA:
CERTIDÃO DE ACÓRDÃO. Processo nº 0000792-65.2011.5.15.0085 RO. Recurso Ordinário de decisão oriunda da VARA DO TRABALHO DE SALTO
377 Processo nº 0000792-65.2011.5.15.0085 RO Autos recebidos do Relator e aguardando pauta em 12/12/2012. Edital de Pauta divulgado no DEJT em 15/02/2013, sendo o dia 18/02/2013 considerado como data de
Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Pará BELÉM SECRETARIA 1ª CÂMARA CÍVEL ISOLADA ACÓRDÃO - DOC: 20160138558352 Nº 158029
ACÓRDÃO - DOC: Nº 158029 APELAÇÂO CÍVEL Nº RELATORA: DESA. Trata-se de apelação cível interposta por CONSTRUTORA LEAL MOREIRA LTDA. inconformada com a sentença prolatada pelo Juízo de Direito da 1ª Vara
Preparo comprovado às fls. 49/52.
Acórdão 8a Turma RECURSO ORDINÁRIO. DANO MORAL. ACIDENTE DO TRABALHO. AMPUTAÇÃO DE PARTE DO DEDO POLEGAR DA MÃO DIREITA. A lesão psicofísica, com sequela que causa incapacidade para o trabalho - ainda
GOUVÊA FRANCO ADVOGADOS
O DIREITO DE REGRESSO DO INSS: ACIDENTES DE TRABALHO E A LEI Nº 8.213/91 Introdução: Recentemente, por todo o Brasil, constata-se na Justiça Federal o crescente aumento de ações regressivas propostas pelo
DA INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS.
Fl. 1 Reclamante: Evandra Schau Marques Reclamado: Lojas Renner S.A. VISTOS, ETC. Evandra Schau Marques ajuíza ação trabalhista contra Lojas Renner S.A. em 11/11/2011. Após exposição fática e fundamentação
FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 18º
Diploma: CIVA Artigo: 18º Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Isenções Coop. de Serviços - Impossibilidade de aplicação da al. 21) do art. 9º Processo: nº 4185, por despacho de.., do SDG do IVA, por delegação do
Processo de arbitragem. Sentença
Processo de arbitragem Demandante: A Demandada: B Árbitro único: Jorge Morais Carvalho Sentença I Processo 1. O processo correu os seus termos em conformidade com o Regulamento do Centro Nacional de Informação
Tribunal de Contas da União
Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Acórdão 291/96 - Segunda Câmara - Ata 17/96 Processo nº TC 399.124/93-4 Responsável: Sebastião Fernandes Barbosa Entidade: Prefeitura Municipal de Minas Novas
ACÓRDÃO NU.: 0040400-74.2014.5.13.0003 RECURSO ORDINÁRIO RECORRENTE: C&A MODAS LTDA RECORRENTE: BANCO BRADESCARD S.A. RENAN CARVALHO CASTRO DA COSTA
ACÓRDÃO RECURSO ORDINÁRIO RECORRENTE: C&A MODAS LTDA RECORRENTE: BANCO BRADESCARD S.A. RECORRIDO: RENAN CARVALHO CASTRO DA COSTA E M E N T A TERCEIRIZAÇÃO. ALEGAÇÃO DE IRREGULARIDADES. PARCERIA COMERCIAL
Nº 70028459576 COMARCA DE PORTO ALEGRE KELLY BORCHARDT GREGORIS CLARO DIGITAL S/A A CÓRDÃO
APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE CANCELAMENTO DE DÉBITO E INDENIZAÇÃO. TELEFONE MÓVEL. SERVIÇO DE ACESSO À INTERNET. Não foi comprovado o satisfatório esclarecimento da consumidora sobre os termos da contratação,
DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA E BAIXA DE SOCIEDADE
DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA E BAIXA DE SOCIEDADE É sabido - e isso está a dispensar considerações complementares - que a pessoa jurídica tem vida distinta da dos seus sócios e administradores.
DO BRASIL REPÚBLICA FEDERATIVA CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO
ILUSTRÍSSIMO SENHOR(A) REPRESENTANTE LEGAL DA EMPRESA TNL PCS Processo de Licitação nº 142/2012 Pregão Eletrônico nº 018/2012 O CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO CRA-ES, entidade de direito público interno,
PODER JUDICIÁRIO SEGUNDO TRIBUNAL DE ALÇADA CIVIL DÉCIMA CÂMARA
APELAÇÃO COM REVISÃO N º 604.846-0/9 - SANTOS Apelante: Edmar Sérvulo Pereira Apelada : Terracom Engenharia Ltda. COMPETÊNCIA. CONTRATO DE TRABALHO. AÇÃO DE REPARAÇÃO DE DANOS. O caso concreto trata de
357 VIGÉSIMA SEXTA CÂMARA CÍVEL/CONSUMIDOR APELAÇÃO CÍVEL PROCESSO Nº 0005263-56.2012.8.19. ANA MARIA PEREIRA DE OLIVEIRA
VIGÉSIMA SEXTA CÂMARA CÍVEL/CONSUMIDOR APELAÇÃO CÍVEL APELANTE: BANCO DO BRASIL S/A APELANTE: CLAUDIO FELIPE CUSTODIO LESSA APELADO: OS MESMOS RELATOR: DES. ANA MARIA PEREIRA DE OLIVEIRA Relação de consumo.
X CONGRESSO DE DIREITO DO SEGURO E PREVIDÊNCIA Vitória, 04 a 05 de março de 2016. Reunião do GNT Garantia
X CONGRESSO DE DIREITO DO SEGURO E PREVIDÊNCIA Vitória, 04 a 05 de março de 2016 Reunião do GNT Garantia MARÇO DE 2016 Reunião do GNT Garantia Comparativo do seguro garantia entre o Brasil e alguns países
Novo Código de Processo Civil e a antiga Medida Cautelar de Antecipação de Garantia
Novo Código de Processo Civil e a antiga Medida Cautelar de Antecipação de Garantia Por Vinicius Jucá Alves e Christiane Alves Alvarenga, respectivamente, sócio e associada de TozziniFreire Advogados Em
TRIBUNAL DE JUSTIÇA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL ACÓRDÃO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 0287773-14.2011.8.19.0001 Apelante 1: CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO AUSER Apelante 2: RICARDO MIRANDA MOTTA Apelados: OS MESMOS Origem: Juízo de Direito da
Dados Básicos. Ementa. Íntegra
Dados Básicos Fonte: 70048967012 Tipo: Acórdão TJRS Data de Julgamento: 14/08/2012 Data de Aprovação Data não disponível Data de Publicação:24/08/2012 Estado: Rio Grande do Sul Cidade: Novo Hamburgo Relator:
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO
ACÓRDÃO Registro: 2014.0000671514 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1005199-16.2014.8.26.0577, da Comarca de São José dos Campos, em que é apelante ENNES DISTRIBUIDORA DE EXTINTORES,
O conflito envolvendo a devolução da comissão de corretagem no estande de vendas da Incorporadora
O conflito envolvendo a devolução da comissão de corretagem no estande de vendas da Incorporadora Por Roberto Santos Silveiro Uma das questões mais atuais e controvertidas do direito processualimobiliário
Nº 70052301447 COMARCA DE PORTO ALEGRE A C Ó R D Ã O
RESPONSABILIDADE CIVIL. AÇÃO INDENIZATÓRIA. FURTO DE VEÍCULO EM ÁREA AZUL. Ocorrendo o furto de veículo em área azul, administrada pela EPTC, a qual é destinada a estacionamento com a finalidade de garantir
DIREITO ADMINISTRATIVO
DIREITO ADMINISTRATIVO RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO Atualizado até 13/10/2015 RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO NOÇÕES INTRODUTÓRIAS Quando se fala em responsabilidade, quer-se dizer que alguém deverá
Ressarcimento de danos elétricos em equipamentos
AO SENHOR NELSON JOSÉ HUBNER MOREIRA DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL SGAN 603, MÓDULO J, CEP: 70830-030 BRASÍLIA/DF RECOMENDAÇÃO 1. CONSIDERANDO que o Ministério Público é instituição
TRIBUNAL DE JUSTIÇA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL
TRIBUNAL DE JUSTIÇA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Apelação Cível nº. 0120754-14.2010.8.19.0002 Apelante: UNIMED SÃO GONÇALO NITERÓI SOCIEDADE COOPERATIVA DE SERVIÇOS MÉDICOS E HOSPITALARES LTDA Apelado: MARIA EMÍLIA
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL Apelação Cível nº. 0096526-41.2011.8.19.0001 Apelante: Amil Assistência Médica Internacional S/A Apelado: Raul Ricardo Raposo Filho Relator: Des. Elton M.
PODER JUDICIÁRIO. Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ACÓRDÃO
ACÓRDÃO Registro: 2013.0000251389 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0128060-36.2010.8.26.0100, da Comarca de São Paulo, em que é apelante AGÊNCIA ESTADO LTDA, é apelado IGB ELETRÔNICA
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO
fls. 1 ACÓRDÃO Registro: 2014.0000233978 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo de Instrumento nº 2070413-53.2013.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é agravante BOTUCATU TEXTIL S/A
CARTILHA SOBRE DIREITO À APOSENTADORIA ESPECIAL APÓS A DECISÃO DO STF NO MANDADO DE INJUNÇÃO Nº 880 ORIENTAÇÕES DA ASSESSORIA JURIDICA DA FENASPS
CARTILHA SOBRE DIREITO À APOSENTADORIA ESPECIAL APÓS A DECISÃO DO STF NO MANDADO DE INJUNÇÃO Nº 880 ORIENTAÇÕES DA ASSESSORIA JURIDICA DA FENASPS 1. Que entidades conseguiram no Supremo Tribunal Federal
ACÓRDÃO. Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0342384-90.2009.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é apelante MINISTERIO
Registro: 2013.0000257478 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0342384-90.2009.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é apelante MINISTERIO PUBLICO, é apelado PANDURATA
DA RESPOSABILIDADE CIVIL DO ESTADO (PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS)
DA RESPOSABILIDADE CIVIL DO ESTADO (PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS) Toda lesão de direito deve ser reparada. A lesão pode decorrer de ato ou omissão de uma pessoa física ou jurídica. Quando o autor da lesão
A RESPONSABILIDADE CIVIL OBJETIVA DO EMPREGADOR NO ACIDENTE DE TRABALHO
A RESPONSABILIDADE CIVIL OBJETIVA DO EMPREGADOR NO ACIDENTE DE TRABALHO CUNHA, R. C. B. RESUMO A presente monografia trata-se da responsabilidade civil objetiva do empregador no acidente de trabalho. O
