EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL"

Transcrição

1 ISSN Ano CXLVI 215 Brsíli - DF, qurt-feir, 11 de novembro de Sumário PÁGINA Atos do Poder Executivo... 1 Presidênci d Repúblic... 1 Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento... 4 Ministério d Ciênci e Tecnologi... Ministério d Cultur... Ministério d Defes Ministério d Educção Ministério d Fzend Ministério d Integrção Ncionl Ministério d Justiç Ministério d Pesc e Aquicultur Ministério d Previdênci Socil Ministério d Súde Ministério ds Ciddes Ministério ds Comunicções Ministério ds Relções Exteriores Ministério de Mins e Energi Ministério do Desenvolvimento Agrário Ministério do Desenvolvimento Socil e Combte à Fome Ministério do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior Ministério do Meio Ambiente Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão Ministério do Trblho e Emprego Ministério dos Trnsportes Ministério Público d União Poder Judiciário Entiddes de Fisclizção do Exercício ds Profissões Liberis. 8. Atos do Poder Executivo DECRETO 7.006, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Dá nov redção o rt. 6 o do Anexo I o Decreto n o 5.417, de 13 de bril de 2005, que prov Estrutur Regimentl e o Qudro Demonstrtivo dos Crgos em Comissão do Grupo-Direção e Assessormento Superiores e ds Funções Grtificds do Comndo d Mrinh e do Ministério d Defes. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso ds tribuições que lhe confere o rt. 84, incisos IV e VI, líne "", d Constituição, DECRETA: Art. 1 o O rt. 6 o do Anexo I o Decreto n o 5.417, de 13 de bril de 2005, pss vigorr com seguinte lterção: "Art. 6 o Ao Almirntdo compete ssessorr o Comndnte d Mrinh ns sus tribuições de direção e gestão d Forç e, n qulidde de Alto Comndo d Mrinh, tur como órgão de pelo código processmento ds promoções, n form dispost n Lei de Promoções de Oficiis ds Forçs Armds. 1 o O Almirntdo, convocdo e presidido pelo Comndnte d Mrinh, é constituído pelos Almirntes-de-Esqudr d tiv, qundo no exercício de crgos e funções no Comndo d Mrinh e no Ministério d Defes...." (NR) Art. 2 o Este Decreto entr em vigor n dt de su publicção. Art. 3 o Ficm revogdos: I - o Decreto n o , de 7 de mrço de 1979; e II - o Decreto n o , de de mrço de Brsíli, de novembro de 2009; 188 o d Independênci e 121 o d Repúblic. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Nelson Jobim Pulo Bernrdo Silv. DESPACHOS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA MINISTÉRIO DA DEFESA Exposição de Motivos N o 334, de 28 de outubro de Sobrevoo no território ncionl de eronve pertencente o Pís bixo relciondo: Repúblic do Equdor: Presidênci d Repúblic - eronve tipo LEGACY 600, pertencente à Forç Aére dquele Pís, em missão de trnsporte do seu Presidente d Repúblic, com seguinte progrmção, no no de 2009: di 24 de outubro - procedente de Quito, Equdor, pouso em Mnus e Fortlez e destino Moscou, Rússi; e di 3 de novembro - procedente de Moscou, pouso em Fortlez e Mnus e destino Quito. Homologo. Em de novembro de N o 346, de 9 de novembro de Sobrevoo no território ncionl de eronve pertencente o Pís bixo relciondo: Repúblic Bolivrin d Venezuel: - eronve tipo C-750, pertencente à Avição Militr Ncionl Bolivrin dquele Pís, em missão de trnsporte d comitiv presidencil, com seguinte progrmção, no mês de novembro de 2009: di 2 - procedente de Miqueti, Venezuel, com destino Guyquil, Equdor, e retorno no mesmo di. Homologo. Em de novembro de N o 347, de 9 de novembro de Sobrevoo no território ncionl de eronve pertencente o Pís bixo relciondo: Estdo Plurincionl de Bolívi: - eronve tipo C-130, pertencente à Forç Aére dquele Pís, em missão de trnsporte de crg, com seguinte progrmção, no mês de novembro de 2009: di 9 - procedente de L Pz, Bolívi, e destino Bogotá, Colômbi; e di - procedente de Bogotá e destino L Pz. Homologo e utorizo. Em de novembro de INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DIRETORIA DE AUDITORIA, FISCALIZAÇÃO E NORMALIZAÇÃO DESPACHOS DO DIRETOR Em 09 de novembro de 2009 Entiddes: AR TRADEMARX, AR SESCON GRANDE FLORIANÓPO- LIS, AR SERVIR, AR FÓRUM, AR POLOMASTHER, AR DATABRÁS e AR DOSSIER DIGITAL vinculds à AC CERTISIGN MULTIPLA Processo nº: / Defere-se os pedidos de utorizção, pr relizção de uditori independente pel empres CASUAL AUDITORES INDE- PENDENTES S/S ns AR TRADEMARX, AR SESCON GRANDE FLORIANÓPOLIS, AR SERVIR, AR POLOMASTHER, AR DA- TABRÁS e AR DOSSIER DIGITAL e pel empres HLB AUDI- LINK AUDITORES & CONSULTORES n AR FORUM vinculds à AC CERTISIGN MULTIPLA, n cdei d AC CERTISIGN conforme Precer CGAF ITI-158/2009, nos termos do item 7 do DOC- ICP-08 d ICP-Brsil. Entiddes: AR POLOMASTHER, AR SINCOR RJ, AR ARRUDA, AR RV UNITAS e AR SINCOR vinculds à AC SINCOR Processo nº: / Defere-se os pedidos de utorizção, pr relizção de uditori independente pel empres CASUAL AUDITORES INDE- PENDENTES S/S ns AR POLOMASTHER, AR SINCOR RJ, AR ARRUDA, AR RV UNITAS e AR SINCOR vinculds à AC SIN- COR, n cdei d AC CERTISIGN conforme Precer CGAF ITI- 160/2009, nos termos do item 7 do DOC-ICP-08 d ICP-Brsil. PEDRO PAULO LEMOS MACHADO GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL 57, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Institui Grupo Técnico que mencion e dá outrs providêncis. O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DO GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso de sus tribuições e tendo em vist o disposto no 2 o do rt. 2 o e no rt. 4 o do Decreto n o 4.801, de 6 de gosto de 2003, que cri Câmr de Relções Exteriores e Defes Ncionl do Conselho de Governo, resolve: Art. 1 o Instituir Grupo Técnico pr elborção de um propost de redção pr o Plno Ncionl de Segurnç em Respost Incidentes de Proteção, no âmbito do Código Interncionl de Segurnç e Proteção de Nvios e Instlções Portuáris (Código ISPS), em consonânci com o Decreto n o 6.869, de 4 de junho de Art. 2 o O Grupo de Trblho será composto por representntes dos seguintes órgãos: I - Gbinete de Segurnç Institucionl d Presidênci d Repúblic, que o coordenrá; II - Cs Civil d Presidênci d Repúblic; III - Ministério d Justiç (DPF e SENASP); IV - Ministério d Defes; V - Ministério ds Relções Exteriores; VI - Ministério d Fzend; VII - Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento, representdo pel VIGIAGRO; VIII - Secretri Especil de Portos d Presidênci d Repúblic; IX - Comndo d Mrinh; X- Agenci Ncionl de Trnsportes Aquviários; e XI - Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári.

2 2 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 Prágrfo único. O Gbinete de Segurnç Institucionl poderá convidr prticipr ds reuniões especilists, órgãos ou entiddes públics, cujo conhecimento contribu pr os trblhos tribuídos por est Portri. Art. 3 o A propost elbord será presentd à Câmr de Relções Exteriores e Defes Ncionl, por intermédio de seu Coordendor. Art. 4 o Os membros do Grupo de Trblho, titulr e suplente, serão indicdos pelos dirigentes máximos dos órgãos referidos no rt. 2 o, no przo de té quinze dis, prtir d dt de publicção dest Portri. Art. 5 o O Grupo de Trblho deverá elborr té o di 30 de bril de 20 propost de redção pr o Plno Ncionl de Segurnç em Respost Incidentes de Proteção. Art. 6 o A prticipção no Grupo de Trblho de que trt o rt. 2 o será considerd de relevnte interesse público e não remunerd. Art. 7 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. JORGE ARMANDO FELIX SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS 313, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO ESPECIAL DE PORTOS, SUBSTITUTO, DA PRESIDÊNCIA DA RE- PÚBLICA considerndo o disposto n Lei nº , de 5 de setembro de 2007, publicd no Diário Oficil d União de 6 de setembro de 2007; e n Lei nº , de 15 de junho de 2007, regulmentd pelo Decreto nº , de 3 de julho de 2007, com redção dd pelo Decreto nº , de 24 de julho de 2007, e pelo Decreto nº , de 28 de mrço de 2008, e nos termos d Portri SEP/PR nº. 0, de 20 junho de 2008, e tendo em vist o que const do processo SEP No / , resolve: Identificção do Processo Autorizção de Obrs DI-ED/ do Diretor de Infrestrutur e Execução de Obrs d Compnhi Docs do Estdo de São Pulo - Codesp e SEP No / , DE DE NOVEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO ESPECIAL DE PORTOS, SUBSTITUTO, DA PRESIDÊNCIA DA RE- PÚBLICA considerndo o disposto n Lei nº , de 5 de setembro de 2007, publicd no Diário Oficil d União de 6 de setembro de 2007; e n Lei nº , de 15 de junho de 2007, regulmentd pelo Decreto nº , de 3 de julho de 2007, com redção dd pelo Decreto nº , de 24 de julho de 2007, e pelo Decreto nº , de 28 de mrço de 2008, e nos termos d Portri SEP/PR nº. 0, de 20 junho de 2008, e tendo em vist o que const do processo SEP No / , resolve: Art. 1º Aprovr, com bse n Not Técnic Conclusiv nº. 014/2009, de folhs 180 e 181 do processo referencido, o Projeto de investimento em infr-estrutur portuári, de execução de obrs de Projeto de Reform e Reconstrução dos Armzéns XII e XVII do Terminl de Grnéis Pérol loclizdo no Terminl Portuário do Porto de Sntos, descrito no Anexo presente Portri, d empres Pérol S.A., CNPJ No / , pr os fins de desão o Regime Especil de Incentivos pr o Desenvolvimento d Infr-Estrutur - REIDI. Art. 2º. Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Art. 1º Aprovr, com bse n Not Técnic Conclusiv nº. 015/2009, de folhs 128 e 129 do processo referencido, o Projeto de investimento em infr-estrutur portuári de redequção ds áres de estocgem, como rmzéns, edifícios de poio e pátios, d empres Mrimex Despchos, Trnsportes e Serviços Ltd., CNPJ No / , pr os fins de desão o Regime Especil de Incentivos pr o Desenvolvimento d Infr-Estrutur - REIDI. Art. 2º. Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. JOSÉ DI BELLA FILHO ANEXO NOME TERMINAL MARIMEX Ti p o Terminl Portuário Alfndegdo de Crgs Ato Autoriztivo Autorizção de Obrs DI-ED/ do Diretor de Infrestrutur e Execução de Obrs d Compnhi Docs do Estdo de São Pulo - Codesp Pesso Jurídic Titulr Mrimex Despchos, Trnsportes e Serviços Ltd CNPJ No / Loclizção Ru Xvier Pinheiro No. 62, Birro Mcuco, Sntos, São Pulo Enqudrmento n Portri SEP No. Aprovr o enqudrmento do Projeto de investimento em Infrestrutur portuári d empres Mrimex Despchos, Trnspor- 0, de 20 de junho de 2008 tes e Serviços Ltd, CNPJ No / no Regime Especil de Incentivos pr o Desenvolvimento d Infr-Estrutur - REIDI. Relção dos documentos presentdos Em relção o projeto enqudrdo, form presentds s seguintes documentções: Descrição do projeto com objetivo, pel empres Mrimex Despchos, Trnsportes e Serviços Ltd, nos termos do rt. 7º, incisos I, II e II c/c o relizdos (fls. 14/32), Cronogrm físico finnceiro (fls. Identificção d empres, Detlhmentos de serviços serem 8º do rt. 6º do Decreto nº , de 42/43), Reltório fotográfico ds obrs em ndmento 03 de julho de 2007 e rt. 2º d Portri SEP nº 0, de 20 de junho de (fls. 37/41), Cronogrm de implntção (fl. 119); (fls.44/53), Plnts geris de implntção (fls. 33/36), Projetos 2008: Qunto os spectos jurídicos, form presentds s seguintes documentções: Crtão de CNPJ (fl. 04), Instrumento prticulr de lterção e consolidção de Contrto Socil (fls. 05/11), Cópi utenticd d identidde do Titulr d Empres (fl. 13), Contrto de Arrendmento com Compnhi Docs do Estdo de São Pulo (fls. 88/118), Primeir Retificção, Rtificção e Aditmento o Contrto de Arrendmento com Compnhi Docs do Estdo de São Pulo (fls. 82/86), Segund Retificção, Rtificção e Aditmento o Contrto de Arrendmento com Compnhi Docs do Estdo de São Pulo (fls. 73/80), Terceir Retificção, Rtificção e Aditmento o Contrto de Arrendmento com Compnhi Docs do Estdo de São Pulo (fls. 66/71), Qurt Retificção, Rtificção e Aditmento o Contrto de Arrendmento com Compnhi Docs do Estdo de São Pulo (fls. 61/64), Quint Retificção, Rtificção e Aditmento o Contrto de Arrendmento com Compnhi Docs do Estdo de São Pulo (fls. 56/59), Publicção no Diário Oficil d União de 12 de Mio de 2000 de Extrtos de Contrtos com Compnhi Docs do Estdo de São Pulo - Codesp (fl.87), Autorizção de Obrs DI- ED/ do Diretor de Infrestrutur e Execução de Obrs d Compnhi Docs do Estdo de São Pulo - Codesp (fls. 124/125). JOSÉ DI BELLA FILHO ANEXO NOME TERMINAL DE GRANÉIS PÉROLA Ti p o Terminl Portuário de Grnéis Ato Autoriztivo Autorizção de relizção ds obrs DI - ED / d Diretori de Infrestrutur e Execução de Obrs d Compnhi Docs do Estdo de São Pulo - CODESP Pesso Jurídic Titulr Pérol S.A. CNPJ No / Loclizção Avenid Edurdo Pereir Guinle, s/n - Armzéns XII e XVII - Docs, Sntos, São Pulo Enqudrmento n Portri SEP No. Aprovr o enqudrmento do Projeto de investimento em Infrestrutur portuári d empres Pérol S.A., CNPJ No. 0, de 20 de junho de / no Regime Especil de Incentivos pr o Desenvolvimento d Infr-Estrutur - REIDI. Relção dos documentos presentdos pel empres Pérol S.A., nos termos do rt. 7º, incisos I, II e II c/c o 8º do rt. 6º do Decreto nº , de 03 de julho de 2007 e rt. 2º d Portri SEP nº 0, de 20 de junho de 2008: Identificção do Processo Em relção o projeto enqudrdo, form presentds s seguintes documentções: Memoril descritivo do Projeto com descrição d obr, escopo dos serviços, concepção do projeto, plnilh de quntiddes, przos de execução dos serviços, especificções técnics e memoril de cálculo (fls. 33/73), Plnts geris do Projeto (fls ) e Propost comercil d obr (fls. 82/86). Qunto os spectos jurídicos, form presentds s seguintes documentções: Esttuto Socil (fls. /18), At de Reunião do Conselho de Administrção de 20 de dezembro de 2008 (fls. 19/20), At d Assembléi Gerl Extrordinári de 24 de dezembro de 2008 (fls. 21/23), Certidão Negtiv d Receit Federl (fl. 24), Instrumento Prticulr de Contrto de Empreitd Prcil (fls. 25/32), Certidão Negtiv de FGTS d Cix Econômic Federl (fl. 54), Certidão Negtiv de I.S.S. d Secretri de Economi e Finnçs d Prefeitur Municipl de Sntos (fl. 55), Certidão Negtiv de Impostos d Secretri de Estdo dos Negócios d Fzend do Governo do Estdo de São Pulo (fl. 56), Contrto de Arrendmento com Compnhi Docs do Estdo de São Pulo - CODESP (fls. 89/117), Primeiro Instrumento de Retificção, Rtificção e Aditmento do Contrto de Arrendmento com Compnhi Docs do Estdo de São Pulo - CODESP (fls. 118/149), Segundo Instrumento de Aditmento do Contrto de Arrendmento com Compnhi Docs do Estdo de São Pulo - CODESP (fls. 150/151), Terceiro Instrumento de Retificção, Rtificção e Aditmento do Contrto de Arrendmento com Compnhi Docs do Estdo de São Pulo - CODESP (fls. 175/178), Cópis ds identiddes dos Titulres d Empres (fl. 156/157), Comprovntes de residênci dos Titulres d Empres (fl. 158/159), Certificdo de Operdor Portuário (fl. 160), Autorizção de relizção ds obrs DI - ED / d Diretori de Infrestrutur e Execução de Obrs d Compnhi Docs do Estdo de São Pulo - CODESP (fl. 88). Autorizção de relizção ds obrs DI - ED / d Diretori de Infrestrutur e Execução de Obrs d Compnhi Docs do Estdo de São Pulo - CODESP e SEP No / pelo código

3 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA 51, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso ds tribuições que lhe confere o rt. 87, Prágrfo único, inciso II, d Constituição, tendo em vist o disposto no rt. 7 o, do Decreto-Lei n o 2.295, de 21 de novembro de 1986, no rt. 4 o, inciso I, líne "b", do Decreto n o , de 15 de setembro de 1987, nos rts. 25 e 27, do Decreto n o 5.351, de 21 de jneiro de 2005, no rt. 1 o, d Resolução do Conselho Monetário Ncionl - CMN n o 3.805, de 28 de outubro de 2009, e o que const do Processo n o / , resolve: Art. 1 o Estbelecer os procedimentos pr opercionlizção do disposto n Resolução do Conselho Monetário Ncionl - CMN n o 3.805, de 28 de outubro de 2009, n form dest Instrução Normtiv. Art. 2 o A liquidção ds operções de crédito concedids com recursos do Fundo de Defes d Economi Cfeeir - Funcfé pr finncimentos de estocgem de cfé d sfr 2008/2009 em scs de cfé de 60kg ocorrerá conforme o estbelecido no rt. 1º d Resolução CMN n o 3.805, de 2009, e ns seguintes condições: I - condições geris: ) somente poderão efetur o pgmento em cfé os mutuários dimplentes e desde que o fçm té dt do respectivo vencimento d operção; b) quntidde do produto será definid pel divisão do vlor tulizdo d dívid pelo preço mínimo do cfé vigente n dt do pgmento d respectiv operção; c) poderão ser efetudos pgmentos prciis em cfé desde que prévi ou concomitntemente complementdos com moed corrente té s respectivs dts de vencimentos ds prcels, sendo considerdo o sldo devedor tulizdo; d) o cfé ddo o Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento - MAPA/Funcfé em pgmento ds operções deverá estr depositdo em rmzéns credencidos pel Conb; e) o produto ser entregue em pgmento deverá observr os seguintes pdrões: 1. cfé rábic - tipo 6, bebid dur pr melhor, com té 86 defeitos, peneir 13 cim, dmitido té % de vzmento, e teor de umidde de té 12,5%, em scs de 60 kg, com os ágios e deságios estbelecidos pel Conb; 2. cfé robust - tipo 7, com té 150 defeitos, peneir 13 cim, e teor de umidde de té 12,5%, em scs de 60 kg, com os ágios e deságios estbelecidos pel Conb; II - do mutuário: ) comprecer o gente finnceiro, té 30 (trint) dis ntes do vencimento d operção, pr mnifestr formlmente intenção de pgr dívid medinte entreg de cfé, ns seguintes condições: b) declrr que: 1. entregrá/mnterá o produto em rmzém credencido pel Conb em té 15 dis ntes do vencimento d dívid, pr vibilizr os procedimentos opercionis dquel Compnhi ntes de 05 dis do vencimento d dívid; 2. está ciente de que eventuis despess com remoção do produto pr rmzém credencido pel Conb serão de su inteir responsbilidde, não sendo pssíveis de ressrcimento; 3. ceitrá s condições e preços fixdos pr entreg o MAPA/FUNCAFÉ do produto, e que liquidção será processd n dt de vencimento d dívid ou no di útil posterior; 4. está ciente de que, um vez vencid, operção será considerd indimplid; c) solicitr purção de sldo devedor d operção pr dt do vencimento; d) entregr o produto em rmzém credencido pel Conb e pedir preprção/confirmção d clssificção e vlição d mercdori, se for o cso, pr fins de mortizção/liquidção d dívid junto o gente finnceiro; III - d Compnhi Ncionl de Abstecimento - Conb: receber o produto, vlir e informr, o mutuário e o gente finnceiro, quntidde e clssificção do produto entregue pelo mutuário pr quitção d dívid; e o vlor pelo qul o produto será entregue o Funcfé - vlor este que será considerdo pelo gente finnceiro pr fins de mortizção/liquidção d dívid; IV - do gente finnceiro: ) informr o mutuário o sldo projetdo pr dt do vencimento d dívid; b) utorizr o mutuário entregr o cfé vinculdo à operção em rmzéns credencidos pel Conb, pr entreg o Funcfé; c) comunicr à Conb o recebimento do pedido de pgmento em produto, solicitndo que Conb se mnifeste no przo máximo de 15 (quinze) dis ntes do vencimento d operção; d) dr quitção o mutuário do vlor informdo pel Conb. Prágrfo único. Até dt d efetivção d operção, s despess com rmzengem e fins, seguro, brçgem/estiv e tributos, se houver, deverão ser custeds pelo mutuário. Art. 3 o A liquidção d operção pg em produto será efetud pelo gente finnceiro débito do Funcfé, pós o recebimento dos documentos que comprovem titulridde e o depósito do produto, que deverão ser envidos à Conb, que frá o controle do estoque e d rmzengem. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código o O gente finnceiro, n liquidção d dívid, tuliz o vlor d dívid e efetu s contbilizções devids no sistem; e comnd mortizção/liquidção d dívid, d seguinte mneir: I - credit o finncimento e debit cont trnsitóri, pelo vlor informdo pel Conb; II - credit o finncimento e debit cont corrente do cliente, pelo vlor do resíduo finnceiro, cso existente; III - mortiz cont do pssivo do gente finnceiro junto o Funcfé e contbiliz remunerção ser recebid do MAPA; e IV - comunic conclusão d mortizção/liquidção d dívid o mutuário, o MAPA e à Conb. 2 o O débito do gente finnceiro junto o Funcfé cess prtir do to de liquidção d operção pg em produto, ns condições do cput deste rtigo. 3 o O Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento - MAPA/Funcfé repssrá o gente finnceiro té o di do mês subsequente o vlor equivlente o spred ds operções quitds, devidmente corrigido pel tx médi Selic. Art. 4 o Fic Conb utorizd bixr os tos normtivos próprios e pertinentes à implementção dest Instrução Normtiv. Art. 5 o Est Instrução Normtiv entr em vigor n dt de su publicção. REINHOLD STEPHANES 923, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso ds tribuições que lhe confere o rt. 87, Prágrfo único, inciso II, d Constituição, considerndo o disposto no 1, rt. 96-A, seção IV, cpítulo V, d Lei n 8.112, de 11 de dezembro de 1990, Lei n , de 2 de fevereiro de 2009, e o Decreto n 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, resolve: Art. 1º Alterr o rt. 2º d Portri Ministeril nº 768, de 18 de setembro de 2009, publicd no DOU de 21/09/2009, Seção 1, que pss vigorr com seguinte redção: "Art. 2 O Comitê Gestor de Educção Continud, de cráter delibertivo, será composto pelos titulres e respectivos suplentes ds seguintes uniddes ou crgo: I - Secretri-Executiv - SE, que o presidirá; II - Assessori de Gestão Estrtégic - AGE; III - Secretri de Defes Agropecuári - SDA; IV - Secretri de Desenvolvimento Agropecuário e Coopertivismo - SDC; V - Secretri de Polític Agrícol - SPA; VI - Secretri de Produção e Agroenergi - SPAE; VII - Secretri de Relções Interncionis do Agronegócio - SRI; VIII - Diretor de Progrm d Secretri Executiv; IX - Comissão Executiv do Plno d Lvour Ccueir - CEPLAC; X - Instituto Ncionl de Meteorologi - INMET; XI - Subsecretri de Plnejmento, Orçmento e Administrção - SPOA/SE; e XII - Coordenção-Gerl de Desenvolvimento de Pessos - CGDP/SE. (NR)" Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. REINHOLD STEPHANES 928, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 87, prágrfo único, inciso II, d Constituição, combindo com os rts. 25 e 27, d Lei nº.683, de 28 de mio de 2003, pelo rt. 7º, d Lei nº 9.362, de 13 de dezembro de 1996, com bse no volume d cot trifári de importção de çúcr tribuíd pelo Governo dos Estdos Unidos d Améric o Brsil, pr embrque no período 2009/20, Considerndo que cot preferencil de exportção de çúcr pr o mercdo norte-mericno é um direito negocil concedido o Governo Brsileiro; Considerndo que, de cordo com o disposto no rt. 7, d Lei n 9.362, de 13 de dezembro de 1996, distribuição d cot menciond deve ser direciond à Região Norte/Nordeste; Considerndo que é um questão estrtégic impedir que o cesso à cot se trnsforme num desestímulo à continuidde d produção de álcool etílico combustível ns uniddes de produção beneficiáris; Considerndo necessidde de mnter derênci entre prticipção percentul d cot de exportção de çúcr com totlidde de Açúcr Totl Recuperável (ATR) dos produtos derivdos d cn-de-çúcr produzidos no Estdo; Considerndo que o comércio com os mercdos preferenciis deve ser um instrumento de desenvolvimento regionl, por meio d tividde econômic d produção, de cordo com o espírito d Lei nº 9.362, de 1996; Considerndo que cot or concedid não ger qulquer tipo de direito futuro, e o que const do Processo nº / , resolve: Art. 1º A locção d cot preferencil de exportção de çúcr, destind o Brsil pelo governo dos Estdos Unidos d Améric (EUA), será direciond às uniddes de produção de çúcr instlds n Região Norte/Nordeste, nos volumes indicdos no nexo, já descontd polrizção, pr exportção no no-sfr 2009/20, e observrá prticipção de cd Unidde d Federção nos rteios relizdos em nos nteriores e ponderção de cd unidde industril de cordo com su produção dos derivdos d cn-de-çúcr n sfr 2008/ º Somente terão direito o recebimento d cot s uniddes de produção d Região Norte e Nordeste que industrilizrm çúcr, no no sfr 2008/2009, em sus própris instlções fbris, e que estejm com seu prque industril em condições de processmento d cn-de-çúcr n presente sfr. 2º As cots form clculds de cordo com produção informd pels indústris n sfr 2008/2009, por meio do Sistem de Acompnhmento d Produção Cnvieir - SAPCn, envid quinzenlmente o Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento - MAPA. Art. 2º A cot de exportção de çúcr destindo o mercdo norte-mericno, referente o período de 1º de outubro de de setembro de 20, e pr embrque té est últim dt, fic estbelecid nos volumes constntes do nexo dest Portri. Art. 3º Os Certificdos de Elegibilidde de Cot, emitidos pelo governo dos EUA em fvor do Governo Brsileiro, e que ssegurm entrd do çúcr em portos norte-mericnos, serão emitidos, em fvor ds uniddes produtors de çúcr relcionds no nexo dest Portri. Art. 4º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. REINHOLD STEPHANES ANEXO ALAGOAS , 07 Centrl Açucreir Snto Antônio - Filil Cmrgibe 1.785,04 Centrl Açucreir Snto Antônio S/A 5.570,70 Ci. Açucreir Centrl Sumúm 2.673,30 Ci. Açucreir Usin Cpricho 1.747,42 Ci. Açucreir Usin Snt Mri S/A 2.944,70 Coopertiv de Colonizção Agro-pecuári Indústri Pindorm LTDA 2.562,75 Industril Porto Rico S/A 4.456,00 Lginh Agro Industril S/A - Filil Guxum 3.392,73 Lginh Agro Industril S/A - Filil Urub 2.409,19 Mendo Smpio S/A 4.330,79 Penedo Agro Industril S/A 2.317,26 S/A Leão Irmãos Açúcr e Álcool 3.564,19 S/A Usin Coruripe Açúcr e Álcool 8.779,55 Triunfo - Agro-Industril S/A 4.523,74 Usin Ceté S/A 4.325,48 Usin Ceté S/A - Filil Cchoeir 3.287,38 Usin Ceté S/A - Filil Mritub 3.605,30 Usin Cnsção do Sinimbú S/A , 11 Usin Snt Clotilde S/A 2.952,19 Usin Serr Grnde S/A 3.332,85 Usin Tqur S/A 1.744,26 Usins Reunids Serest S/A 3.291,14 AMAZONAS 656,42 Agropecuári Jyoro LTDA 656,42 BAHIA 6.2,75 Agro-Indusril Vle do São Frncisco 5.334,45 União Industril Açucreir LTDA 876,30 MARANHÃO 538,60 Mity Bioenergi 538,60 PA R Á 456,04 Pgris - Prá Pstoril e Agrícol S/A 456,04 PA R A Í B A 4.342,48 Agro-Industril Vle do Príb LTDA 1.837,96 Ci. Usin São João 753,93 Usin Monte Alegre S/A 1.750,58 PERNAMBUCO ,43 Ci. Agro Industril de Goin 4.230, Ci. Industril do Nordeste Brsileiro - Mss Flid 1.954,60 Interiorn Serviços e Construções LTDA 3.317,83 Un Açúcr e Energi LTDA 1.679,58 Usin Bom Jesus S/A 2.371,94 Usin Centrl Olho D'Águ S/A 6.539,72 Usin Crungi S/A 5. 1, 53 Usin Ipojuc S/A 2.713,50 Usin JB 3.529,79 Usin Petribú S/A 5.865,39 Usin Pumty S/A 4.132,35 Usin Slgdo S/A 3.012,96 Usin São José S/A 5.099,98 Usin Trpiche S/A , 32 Usin União e Indústri S/A 3.300,24 Usivle Industri e Comércio LTDA 3.300,31 Vle Verde Empreendimentos Agrícols Ltd 2.227,31 Vitóri Agroindustril LTDA 406,26 Zihutnejo do Brsil Açúcr e Álcool LTDA 4.294,80 PIAUÍ 419,27 Comvp Açúcr e Álcool Ltd 419,27 RIO GRANDE DO NORTE 6.530,54 LDC Bioenergi S/A 3.739,68 Vle Verde Empreendimentos Agrícols LTDA ,86 Filil II SERGIPE 2.844,49 Usin São José do Pinheiro LTDA 2.844,49 TO TA L ,09

4 4 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 PORTARIA Nº 929, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso d competênci que lhe confere o rt. 87, prágrfo único, inciso IV, d Constituição, tendo em vist o disposto no Decreto nº 6.170, de 25 de julho de 2007, lterdo pelo Decreto nº 6.428, de 14 de bril de 2008, e o que const do Processo nº / , resolve: Art. 1º Autorizr o uso de sldo dos créditos orçmentários/finnceiros descentrlizdos nteriormente pr o Ministério ds Relções Exteriores - MRE, constntes do Orçmento Gerl d União - OGU, provdo pel Lei nº 7.9, de 19 de jneiro de 2009, PT Fonte 0, no vlor de R$ ,00 (oitent mil reis), com finlidde de relizr missão comercil do gronegócio brsileiro à Chin, por meio d Secretri de Relções Interncionis do Agronegócio deste Ministério. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Art. 2º Pr execução ds tividdes prevists, dr-se-á o vlor de R$ ,00 (oitent mil reis), de cordo com o cronogrm de desembolso constnte do Plno de Trblho que pss fzer prte integrnte dest Portri. Art. 3º O período de execução do objeto observrá o przo estbelecido no Plno de Trblho. Art. 4º Cberá o Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento exercer o compnhmento ds ções prevists pr execução do Plno de Trblho, de modo poir e evidencir bo e regulr plicção dos recursos trnsferidos. Art. 5º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. REINHOLD STEPHANES pelo código

5 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN SECRETARIA EXECUTIVA 136, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso d tribuição que lhe confere o 4º, do rt. 44, do Anexo I à Portri nº 300, de 16 de junho de 2005 e tendo sido observdo o disposto no rt. 7º do referido dispositivo, bem como o que const no Processo / , resolve: Art. 1º Instlr, no âmbito de tução d Superintendênci Federl de Agricultur, Pecuári e Abstecimento, no Estdo do Mto Grosso do Sul, com competêncis definids no rt. 23, do Anexo I, do Regimento Interno ds Superintendêncis Federis de Agricultur, Pecuári e Abstecimento, Unidde de Vigilânci Agropecuári de Bel Vist - UVAGRO-BLV/VIGIAGRO-MS. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. JOSÉ GERARDO FONTELLES PORTARIA Nº 137, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso d tribuição que lhe confere o 4º, do rt. 44, do Anexo I à Portri nº 300, de 16 de junho de 2005 e tendo sido observdo o disposto no rt. 7º do referido dispositivo, bem como o que const no Processo / , resolve: Art. 1º Instlr, no âmbito de tução d Superintendênci Federl de Agricultur, Pecuári e Abstecimento, no Estdo do Prná, competêncis definids no rt. 23, do Anexo I, do Regimento Interno ds Superintendêncis Federis de Agricultur, Pecuári e Abstecimento, Unidde de Vigilânci Agropecuári de Cscvel - U VA G R O - C V L / V I G I A G R O - P R. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. JOSÉ GERARDO FONTELLES PORTARIA Nº 138, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso d tribuição que lhe confere o 4º, do rt. 44, do Anexo I à Portri nº 300, de 16 de junho de 2005 e tendo sido observdo o disposto no rt. 7º do referido dispositivo, bem como o que const no Processo / , resolve: Art. 1º Instlr, no âmbito de tução d Superintendênci Federl de Agricultur, Pecuári e Abstecimento, no Estdo do Prná, competêncis definids no rt. 23, do Anexo I, do Regimento Interno ds Superintendêncis Federis de Agricultur, Pecuári e Abstecimento, Unidde de Vigilânci Agropecuári de S. Helen - U VA G R O - S T H / V I G I A G R O - P R. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. JOSÉ GERARDO FONTELLES SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA 35, DE DE OUTUBRO DE 2009 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso d tribuição que lhe confere o inciso IV, do rt. 3, combindo com o disposto no inciso V, do rt. 9 o, todos do Anexo d Portri n o 45, de 22 de mrço de 2007, tendo em vist o disposto n Instrução Normtiv n o 42, de 31 de dezembro de 2008, n Instrução Normtiv n o 21, de 30 de junho de 2009, e o que const do Processo n o / , resolve: Art. 1 o Promover publicção dos resultdos do progrm de controle de resíduos de grotóxicos em mçã e mmão do exercício de 2006, 2007, 2008 e té junho de 2009, n form dos Anexos I, II e III à presente Instrução Normtiv. Art. 2 o Informr que ções de investigção cmpo form dotds pelo Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento - MAPA pr identificr s possíveis cuss d presenç de resíduos de grotóxicos não utorizdos e cim dos limites máximos permitidos pel legislção em vigor. Art. 3 o Recomendr os setores produtivos contempldos pelo Progrm de Controle de Resíduos de Agrotóxicos, com bse ns violções detectds pelo progrm, que sejm dotds medids de educção snitári cmpo pr tendimento às bos prátics de utilizção de grotóxicos. Art. 4 o Est Instrução Normtiv entr em vigor n dt de su publicção. Art. 5 o Fic revogd Instrução Normtiv n o 38, de 24 de dezembro de INÁCIO AFONSO KROETZ QUADRO GERAL CONSOLIDADO DOS RESULTADOS DO MONITORAMENTO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE RESÍDUOS DE AGROTÓXICOS PARA A CULTURA DA MAÇÃ Ano Nº de Amostrs Relizdmes Nº de Amostrs Confor- Índice de Conformidde , 11 % ,54% ,50% Até Junho ,06% QUADRO GERAL CONSOLIDADO DOS RESULTADOS DO MONITORAMENTO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE RESÍDUOS DE AGROTÓXICOS PARA A CULTURA DO MAMÃO Ano Nº de Amostrs Relizdmes Nº de Amostrs Confor- Índice de Conformidde ,31% ,24% ,16% Até Junho de ,87% LEGENDA - ESCOPO ANALÍTICO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE RESÍDUOS DE AGROTÓXICOS EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ANÁLISE MULTIRRESÍDUOS: Acefto, Aldicrb, Aletrin, Azinfós etílico, Azinfós metílico, Azoxistrobin, Bifentrin, Bioletrin, Bosclid, Bromopropilto, Cptn, Crbril, Crbendzim (Benomil, Tiofnto metílico), Crbofenotion, Crbofurno, Ciflutrin, Cimoxnil, Cipermetrin, Ciproconzol, Clorotlonil, Clorpirifós, Clorpirifós metílico, Clofenvinfós I eii, Deltmetrin, Dizinon, Diclorvós, Dicofol, Difenoconzol 1,2, Dimetoto, Dissulfoton, Diticrbmtos, Esfenvlerto, Espinosde, Etion, Etoprofós, Etrinfós, Fenmifós, Fenrimol, Fenitrotion, Fenproptrin, Fention, Fentoto, Fenvlerto, Fipronil, Flusifope-pbutílico, Flutrifol, Folpete, Forte, Furtiocrb, HCH lf, HCH bet, HCH delt, Imzlil, Imidcloprid, Iprodion, Iprovlicrb, Kresoxim metil, Lmbdcilotrin, Metmidofós, Metidtion, Metomil, Mevinfós cis e trns, Miclobutnil, Monocrotofós, Ometoto, Oxifluorfem, Prtion etílic, Prtion metílic, Permetrin cis e trns, Pirzofós, Piridben, Pirimifós etílico, Pirimifós metílico, Procimidon, Proclorz, Profenofós, Proprgito, Propriconzol I e II, Tebuconzol, Terbufós, Tetrdifon, Tibendzol, Timetoxn, Tiodicrb, Trizofós, Triclorfon, Triflurlin, Vmidotion e Vinclozolin. I QUADRO DOS RESULTADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO/PAÍS DO MONITORAMENTO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE RESÍDUOS DE AGROTÓXICOS PARA A CULTURA DA MAÇÃ Ano Estdo Nº de Amostrs Nº de Amostrs Índice de Conformidde Relizds Conformes 2006 RS ,33% SC ,30% 2007 RS ,00% SC ,06% 2008 PR 7 7 0,00% RS ,78% SC ,39% pelo código Até Junho de 2009 SP 1 0 0,00% ARGENTINA ,38% CHILE ,00% FRANÇA 1 1 0,00% RS ,94% SC ,00% QUADRO DOS RESULTADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO MONITORAMENTO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE RESÍDUOS DE AGROTÓXICOS PARA A CULTURA DO MAMÃO Ano Estdo Nº de Amostrs Relizdformes Nº de Amostrs Con- Índice de Conformidde 2006 BA 9 9 0,00% ES ,18% RN ,86% 2007 BA 5 5 0,00% ES ,50% RN ,33% 2008 BA ,33% ES ,75% MG 4 4 0,00% PB 2 2 0,00% RN ,45% SP 3 3 0,00% Até Junho BA 8 80,00% de 2009 ES ,00% RN 4 4 0,00% II QUADRO GERAL DAS VIOLAÇÕES DETECTADAS NO PROGRAMA DE CONTROLE DE RESÍDUOS DE AGROTÓXICOS NAS CULTURAS DE MAÇÃ E MAMÃO Cultur Tipo de Análise Número de Ingredientes Ativos LMR Resíduo Detectdo Amostrs (mg/kg) (mg/kg) Anlisds 2006 Mçã Multirresíduos de 38 Azinfós Metílico (03) (I) 0,01 / 0,01 / 0,01 Agrotóxicos Mmão Multirresíduos de 91 Proclorz (01) 1,0 1,3 Agrotóxicos Dimetoto (01) (I) 0,06 Pirimifós Etílico () (I) 0,01 / 0,01 Fipronil () (I) 0,04 / 0,03 Acefto (01) (I) 0, Mçã Multirresíduos de 112 Crbofurno (04) (I) 0,01 / 0, / 0,04 / Agrotóxicos 0,06 Mmão Multirresíduos de 51 Dimetoto (04) (I) 0,03 / 0,1 / 0,3 / 0,3 Agrotóxicos Ometoto (01) (I) 0,01 Proclorz () 1,0 1,1 / 1, Mçã Multirresíduos de 240 Binfentrin () (I) 0, / 0,04 Agrotóxicos Ditiocrbmtos CS2 2,0 2,3 (01) Metidtion () (I) 0,04 / 0,06 Lmbd-cilotrin (03) (I) 0,03 / 0,05 / 0,06 Azinfós Metílico (14) (I) 0,01 / 0,01 / 0, / 0, / 0, / 0, / 0, / 0, / 0,03 / 0,03 / 0,06 / 0,06 / 0,07 / 0,5 Mmão Multirresíduos de 181 Ciproconzol (01) (I) 0,01 Agrotóxicos Lmbd-cilotrin (01) (I) 0,2 Proclorz () 1,0 1,2 / 1,9 Timetoxn (01) 0,05 0,07 Mçã Mmão Multirresíduos de Agrotóxicos Multirresíduos de Agrotóxicos Trizofós (01) (I) 0,1 Crbendzim (Benomil, Tiofnto Metílico) (06) 0,5 0,7 / 0,8 / 0,9 / 1,2 / 2,2 / 3,7 Dimetoto (01) (I) 0,01 Clorotlonil () 0,1 0,2 / 0,3 Metmidofós (01) (I) 0, Acefto (01) (I) 0,06 Até Junho de Bosclid () (I) 0,05 / 0,09 39 Endosulfm Sulfto (I) 0,03 (01) Proclorz (01) 1,0 1,6 LMR - Limite Máximo de Resíduo (I) Pr quels substâncis com LMR igul ZERO ou quels sem LMRs estbelecidos, o Nível de Ação é igul o Limite de Quntificção do método de confirmção.

6 6 ISSN SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE RISCO RURAL COORDENAÇÃO-GERAL DE ZONEAMENTO AGROPECUÁRIO PORTARIA Nº 276, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 2005, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 2005, e nº 17, de 6 de jneiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União de 9 de jneiro de 2006, e observdo, no que couber, o contido ns Instruções Normtivs nº 2, de 9 de outubro de 2008 e nº 4, de 30 de mrço de 2009, d Secretri de Polític Agrícol, publicds, respectivmente, no Diário Oficil d União de 13 de outubro de 2008 e de 31 de mrço de 2009, resolve: Art. 1º Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de milho no Estdo do Cerá, no-sfr 2009/20, conforme nexo. Art. 2º Est Portri tem vigênci específic pr o no-sfr definido no rt. 1º e entr em vigor n dt de su publicção. Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS GUSTAVO BRACALE ANEXO 1. NOTA TÉCNICA Estdo do Cerá cultivou, n sfr 2008/2009, um áre de 689,3 mil hectres de milho (Ze mys L.) com um produção de 554,9 mil de tonelds, conforme ddos do levntmento d CONAB de novembro de O milho pode presentr vrições nuis e regionis no rendimento de grãos cusds, principlmente, por deficiêncis hídrics durnte o desenvolvimento d cultur. Tis deficiêncis podem ser intenss em lguns nos, prticulrmente ns regiões mis quentes, no finl d primver e início do verão. Configurm-se como principis ftores de risco climático bix quntidde e irregulridde n distribuição de chuvs, um vez que, de modo gerl, o regime térmico do Estdo tende às exigêncis d cultur. Objetivou-se, com o zonemento grícol, identificr s áres pts e os períodos de plntio com menor risco climático pr o cultivo do milho no Estdo. Ess identificção foi relizd prtir de nálises térmics e hídrics. A nálise hídric bseou-se em um modelo de blnço hídrico d cultur pr períodos decendiis de semedur. Pr cd período, fse fenológic e locl d estção pluviométric form estimdos os vlores do índice de stisfção d necessidde de águ (ISNA), expresso pel relção ETr/ETm (evpotrnspirção rel/evpotrnspirção máxim). Form considerds s seguintes vriáveis: precipitção pluvil, evpotrnspirção potencil, ciclos e fses fonológics ds cultivres, coeficiente de cultur (Kc) e cpcidde de águ disponível dos solos, As cultivres form clssificds em três grupos de crcterístics homogênes: Grupo I (n < 1 dis); Grupo II (1 dis n 145 dis); e Grupo III (n >145 dis), onde n express o número de dis d emergênci à mturção fisiológic. Considerou-se pto pr o cultivo o município que presentou, no mínimo, em 20% de su áre, vlor de ISNA igul ou superior 0,55 n fse de florescimento/enchimento de grãos, em 80% dos nos vlidos. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO São ptos o cultivo de milho no Estdo os solos dos tipos 1, 2 e 3, observds s especificções e recomendções contids n Instrução Normtiv nº 2, de 9 de outubro de Não são indicds pr o cultivo: - áres de preservção obrigtóri, de cordo com Lei 4.771/65 (Código Florestl) e lterções; - áres com solos que presentm profundidde inferior 50 cm ou com solos muito pedregosos, isto é, solos nos quis clhus e mtcões ocupem mis de 15% d mss e/ou d superfície do terreno. 3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA Períodos Dts 1º º º º Meses Jneiro Fevereiro Mrço Abril Períodos Dts 1º º º º Meses Mio Junho Julho Agosto Períodos Dts 1º º º º Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro 4. CULTIVARES INDICADAS Pr efeito de indicção dos períodos de plntio, s cultivres indicds pelos obtentores /mntenedores pr o Estdo do Cerá form grupds conforme seguir especificdo. pelo código GRUPO I AGROMEN TECNOLOGIA: 30A70, AGN-2012, AGN- 20A06, AGN-25A23, AGN-3050, AGN-30A00, AGN-30A03, AGN- 30A06, AGN-30A09, AGN-30, AGN-3150, AGN-31A31, AGN- 34A11, AGN-34A12 e AGN-35A42. DOW AGROSCIENCES: 2B688Hx, 2B7Hx, CD 384, Dow 2B587, Dow 2B688, Dow 2B7, Dow 2B7CL, Dow 2C520, Dow 2C599, Dow 766, Dow 8480 e Dow CO32. DU PONT DO BRASIL S/A: 31Y, 30A04, 30B30, 30B30Y, 30B39Y, 30B88, 30F33, 30F33H, 30F34, 30F35, 30F35H, 30F35R, 30F35Y, 30F36, 30F36H, 30F36Y, 30F44, 30F44Y, 30F80, 30F80H, 30F80R, 30F80Y, 30F87, 30F87Y, 30F90, 30F90H, 30F90R, 30F90Y, 30F98, 30F98Y, 30K64, 30K64H, 30K64R, 30K64Y, 30K73, 30K73H, 30K73R, 30K73Y, 30K75, 30K75H, 30K75Y, 30P70, 30P70H, 30P70R, 30P70Y, 30R32, 30R32H, 30R32Y, 30S31, 30S40, 30S40Y, BG7049, BG7049Y, BG7055, P31, P37, P3041, P3646, P3646Y, P3862, P3862Y, P4042, P4042Y, P4260, P4285 e ZELIA. EMBRAPA: BR 5033 (As Brnc), BR 5037 (Cruzet), BRS 2223, BRS Assum Preto e BRS Ctingueiro. GENESEEDS: BM 22, BM 3061, GNZ 2004 e GNZ GENEZE SEMENTES: GNZ MHATRIZ PESQUISA AGRÍCOLA: GNZ 2728, GS 233C, GS 332C, SÓCRATES, ZNT 2030, ZNT 2353 e ZNT 33. MONSANTO: AG 90, AG 90YG e DKB 315. SANTA HELENA: SHS 3031, SHS 3035, SHS 4040, SHS 4050, SHS 4060, SHS 4070, SHS 4080, SHS 5050, SHS 5060, SHS 5070, SHS 5080, SHS 5090, SHS 7070, SHS 7080 e SHS SEMENTES BIOMATRIX LTDA: BM 207, BM 5 e BM 8. SYNGENTA SEEDS LTDA: Exceler, Formul, Formul TL, Grr, Impcto, Impcto TL, Mster, NB 7443, SG 6015 e SG 6418, Somm. GRUPO II CATI: AL 25, AL 34, AL Bndeirnte, AL BIANCO, AL MANDURI e AL PIRATININGA. DU PONT DO BRASIL S/A: P31H. EMBRAPA: BR 6, BR 201, BR 205, BR 206, BR 451, BR 473, BR 5011 (Sertnejo), BR 56, BR 58 (São Frncisco), BR 5036, BR 5039, BRS 01, BRS, BRS 30, BRS 31, BRS 35, BRS 40, BRS 20, BRS 22, BRS 3003, BRS 35, BRS 3035, BRS 3150, BRS 43, BRS 4154 (Srcur) e BRS Sol d Mnhã. GENESEEDS: AHL 188, PRE 22T11, PRE 22T12, PRE 32D. MONSANTO: AG 51, AG, AG 2040, AG 2060, AG 4051, AG 5011, AG 50, AG 5030YG, AG 5055, AG 60, AG 6040, AG 7000, AG 7000YG, AG 70, AG 7088, AG 7088RR2, AG 8060, AG 8060YG, AG 8088, AG 8088RR2, AG 8088YG, AG 9040, AS 1592, DKB 175, DKB 177, DKB 177RR2, DKB 185YG, DKB 191, DKB 191YG, DKB 330, DKB 330RR2, DKB 330YG, DKB 350, DKB 350YG, DKB 370, DKB 390, DKB 390RR2, DKB 390YG, DKB 393, DKB 393RR2, DKB 393YG, DKB 455, DKB 499, DKB 615, DKB 747, DKB 789 e DKB 979. NACIONAL SEMENTES: ÓRION e TAURUS. PLANAGRI S/A: PL1335, PL6880 e PL6882. PRIMAIZ: PZ 240, PZ 242 e PZ 677. SYNGENTA SEEDS LTDA: RB6324 e Tropicl Plus. UNIVERS. FEDERAL DE LAVRAS - UFLA: BRAS 50 e BRAS 30. GRUPO III Com bse ns informções prestds pelos obtentores/mntenedores, nenhum ds cultivres indicds pr o Estdo do Cerá obteve enqudrmento no grupo III. Nots: 1)Informções específics sobre s cultivres indicds devem ser obtids junto os respectivos obtentores/mntenedores. 2) Devem ser utilizds no plntio sementes produzids em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei nº.711, de 5 de gosto de 2003, e Decreto nº 5.153, de 23 de gosto de 2004). 5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA A relção de municípios do Estdo do Cerá ptos o cultivo de milho foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente. MUNICÍPIOS GRUPO I PERÍODOS DE PLANTIO SOLO TIPO 1 SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 Abir Acrpe Acrú Acopir Aiub 3 5 Alcântrs Altneir Amontd Antonin do Norte Apuirés 4 5 Aquirz Arcti 4 5 Arcoib Arrendá Arripe Artub Arneiroz 4 5 Assré Auror Bixio Bnbuiú 6 7 Brblh Brreir Brro Brroquinh Bturité Beberibe Bel Cruz Bo Vigem 4 8 Brejo Snto Cmocim Cmpos Sles Cnindé Cpistrno Cridde Criré Cririçu Criús Crnubl Cscvel Ctrin Ctund Cuci Cedro Chvl Choro 4 7 Chorozinho Coreú Crteús Crto Crot Cruz Deputdo Irpun Pinheiro 4 5 Ererê 4 7 Eusébio Fris Brito Forquilh Fortlez Fortim 4 5 Frecheirinh Generl Smpio 4 5 Grç Grnj Grnjeiro Groírs Guiúb Gurcib do Norte Gurmirng Hidrolândi Horizonte Ibretm 2 5 Ibipin Ibicuiting 4 5 Icpuí Icó 3 5 Igutu Independênci 3 4 Ipporng Ipumirim Ipu Ipueirs Iruçub 4 5 Itiçb 4 5 Ititing Itpgé Itpipoc Itpiún Itrem Ittir Jguribe 4 5 Jrdim Jti Jijoc de Jericocor Juzeiro do Norte Jucás Lvrs d Mngbeir Limoeiro do Norte 4 5 Mrcnú Mrngupe Mrco Mrtinópole Msspê Muriti Meruoc Milgres Milh 4 8 Mirím Missão Velh Mombç 4 8 Monsenhor Tbos Mord Nov 4 5 Morújo Morrinhos Mucmbo Mulungu Nov Olind Nov Russs Novo Oriente

7 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN Ocr Orós 3 4 Pcjus Pctub Pcoti Pcujá Plhno 4 5 Plmáci Prcuru Pripb Prmbu Prmoti 4 5 Pedr Brnc Penforte Pentecoste Pereiro Pindoretm Piquet Crneiro 4 7 Pires Ferreir Porng Porteirs Potengi Quiterinópolis 1 5 Quixdá 4 5 Quixelô 4 6 Quixermobim 4 7 Redenção Reriutb Russs 4 5 Sboeiro 3 5 Slitre Sntn do Acrú Sntn do Criri Snt Quitéri São Benedito São Gonçlo do Amrnte São Luís do Curu Sendor Pompeu 4 7 Sendor Sá Sobrl Solonópole 4 5 T m b o r i l T r r f s T u á 3 5 Te j u ç u o c 4 6 Ti n g u á Tr i r i Tu r u r u Ubjr Umri Umirim Uruburetm Uruoc V r j o t Várze Alegre Viços do Cerá MUNICÍPIOS GRUPOS II e III PERÍODOS DE PLANTIO SOLO TIPO 1 SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 Abir Acrpe Acrú Acopir Aiub Alcântrs Altneir Alto Snto 1 2 Amontd Antonin do Norte Apuirés Aquirz Arcti 2 3 Arcoib Arrendá Arripe Artub Arneiroz 36 3 Assré Auror Bixio Bnbuiú Brblh Brreir Brro Brroquinh Bturité Beberibe Bel Cruz Bo Vigem Brejo Snto Cmocim Cmpos Sles Cnindé Cpistrno Cridde Criré Cririçu Criús Crnubl Cscvel Ctrin EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código Ctund Cuci Cedro Chvl Choro Chorozinho Coreú Crteús Crto Crot Cruz Deputdo Irpun Pinheiro 1 4 Ererê 1 5 Eusébio Fris Brito Forquilh Fortlez Fortim 1 3 Frecheirinh Generl Smpio Grç Grnj Grnjeiro Groírs Guiúb Gurcib do Norte Gurmirng Hidrolândi Horizonte Ibretm Ibipin Ibicuiting Icpuí Icó Igutu Independênci 36 3 Ipporng Ipumirim Ipu Ipueirs Ircem 1 3 Iruçub Itiçb 2 3 Ititing Itpgé Itpipoc Itpiún Itrem Ittir Jguretm 2 4 Jguribr 1 2 Jguribe Jgurun 2 3 Jrdim Jti Jijoc de Jericocor Juzeiro do Norte Jucás Lvrs d Mngbeir Limoeiro do Norte 1 3 Mdlen 2 4 Mrcnú Mrngupe Mrco Mrtinópole Msspê Muriti Meruoc Milgres Milh Mirím Missão Velh Mombç Monsenhor Tbos Mord Nov 1 4 Morújo Morrinhos Mucmbo Mulungu Nov Olind Nov Russs Novo Oriente Ocr Orós Pcjus Pctub Pcoti Pcujá Plhno Plmáci Prcuru Pripb Prmbu Prmoti Pedr Brnc Penforte Pentecoste Pereiro Pindoretm Piquet Crneiro Pires Ferreir Porng Porteirs Potengi Potiretm 1 3 Quiterinópolis Quixdá Quixelô 36 5 Quixermobim Quixeré 2 3 Redenção Reriutb Russs 1 3 Sboeiro Slitre Sntn do Acrú Sntn do Criri Snt Quitéri São Benedito São Gonçlo do Amrnte São João do Jguribe 1 2 São Luís do Curu Sendor Pompeu Sendor Sá Sobrl Solonópole 1 4 Tbuleiro do Norte 1 3 T m b o r i l T r r f s T u á 36 4 Te j u ç u o c Ti n g u á Tr i r i Tu r u r u Ubjr Umri Umirim Uruburetm Uruoc V r j o t Várze Alegre Viços do Cerá PORTARIA Nº 277, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 2005, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 2005, e nº 17, de 6 de jneiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União de 9 de jneiro de 2006, e observdo, no que couber, o contido n Instrução Normtiv nº 2, de 9 de outubro de 2008, d Secretri de Polític Agrícol, publicd no Diário Oficil d União de 13 de outubro de 2008, resolve: Art. 1º Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de bnn no Estdo do Mrnhão, sfr 2009, conforme nexo. Art. 2º Est Portri tem vigênci específic pr sfr definid no rt. 1º e entr em vigor n dt de su publicção. GUSTAVO BRACALE ANEXO 1. NOTA TÉCNICA Nturl d Zon Tropicl úmid, bnneir (mus spp) é cultivd entre s ltitudes 30 o N e 30 o S, normlmente em ltitudes não superiores 1500 m. Exige temperturs médis elevds, lt umidde reltiv do r e solo úmido, presentndo bom desenvolvimento vegettivo n fix de temperturs médis mensis compreendids entre 18 o Ce 35 o C. O vento é prejudicil à cultur d bnneir por frgmentr o limbo folir, reduzindo tx fotossintétic. Objetivou-se, com o zonemento grícol, identificr os municípios e os períodos de plntio com menor risco climático pr o cultivo d bnneir no Estdo do Mrnhão. Ess identificção foi relizd com bse em um modelo de blnço hídrico d cultur pr períodos decendiis de plntio. Pr cd período e locl d estção pluviométric form estimdos os vlores do índice de stisfção d necessidde de águ (ISNA), expresso pel relção ETr/ETm (evpotrnspirção rel/evpotrnspirção máxim). Form considerds s seguintes vriáveis: precipitção pluvil, tempertur e cpcidde de águ disponível dos solos, Com bse n deficiênci hídric nul (DEF), estimd pelo blnço hídrico, form estbelecidos os seguintes critérios de risco pr o cultivo não irrigdo d bnneir:. Bixo Risco - DEF 350 mm em mis de 70% dos nos estuddos;. Médio Risco - DEF 350 mm em 50 70% dos nos estuddos;. Alto Risco - DEF 350 mm em mis de 50% dos nos estuddos. Os municípios do Estdo do Mrnhão presentrm lto risco pr o cultivo d bnneir em condições nturis (não irrigdo). Portnto, em todos os municípios do Estdo, o cultivo d bnneir deve ser relizdo com prátic de irrigção suplement r.

8 8 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO São ptos o cultivo de bnn no Estdo os solos dos tipos 2 e 3, observds s especificções e recomendções contids n Instrução Normtiv nº 2, de 9 de outubro de Não são indicds pr o cultivo: - áres de preservção obrigtóri, de cordo com Lei 4.771/65 (Código Florestl) e lterções; - áres com solos que presentm profundidde inferior 50 cm ou com solos muito pedregosos, isto é, solos nos quis clhus e mtcões ocupem mis de 15% d mss e/ou d superfície do terreno. 3. TABELA DE PERÍODOS DE PLANTIO Períodos Dts 1º º º º Meses Jneiro Fevereiro Mrço Abril COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Períodos Dts 1º º º º Meses Mio Junho Julho Agosto Períodos Dts 1º º º º Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro 4. CULTIVARES INDICADAS Ficm indicds no Zonemento Agrícol de Risco Climático, pr cultur de bnn no Estdo do Mrnhão, s cultivres de bnn registrds no Registro Ncionl de Cultivres (RNC) do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento, tendids s indicções ds regiões de dptção, em conformidde com s recomendções dos respectivos obtentores/detentores (mntenedores). Not: Devem ser utilizds, no plntio, muds produzids em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei nº.711, de 5 de gosto de 2003, e Decreto nº 5.153, de 23 de gosto de 2004). 5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO SOB IRRIGAÇÃO A relção de municípios do Estdo do Mrnhão ptos o cultivo de bnn foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente. MUNICÍPIOS PERÍODOS Açilândi Afonso Cunh Águ Doce do Mrnhão Alcântr Aldeis Alts Altmir do Mrnhão Alto Alegre do Mrnhão Alto Alegre do Pindré Alto Prníb 34 9 Ampá do Mrnhão Amrnte do Mrnhão Anjtub Anpurus Apicum-Açu Argunã Arioses Arme Arri Axixá Bcbl Bcbeir Bcuri Bcuritub Blss Brão de Grjú Brr do Cord Brreirinhs Bel Vist do Mrnhão Belágu Benedito Leite Bequimão Bernrdo do Merim Bo Vist do Gurupi Bom Jrdim Bom Jesus ds Selvs Bom Lugr Brejo Brejo de Arei Buriti Buriti Brvo Buriticupu Buritirn Cchoeir Grnde Cjpió Cjri Cmpestre do Mrnhão Cândido Mendes Cntnhede Cpinzl do Norte Crolin Crutper Cxis Cedrl Centrl do Mrnhão Centro do Guilherme Centro Novo do Mrnhão Chpdinh Cidelândi Codó Coelho Neto Colins Conceição do Lgo-Açu Corotá Cururupu Dvinópolis Dom Pedro Duque Bcelr Esperntinópolis Estreito Feir Nov do Mrnhão Fernndo Flcão Formos d Serr Negr Fortlez dos Nogueirs Fortun Godofredo Vin Gonçlves Dis Governdor Archer Governdor Edison Lobão Governdor Eugênio Brros Governdor Luiz Roch Governdor Newton Bello Governdor Nunes Freire Grç Arnh Grjú Guimrães Humberto de Cmpos Ictu Igrpé do Meio Igrpé Grnde Impertriz Itipv do Grjú Itpecuru Mirim Iting do Mrnhão Jtobá Jenippo dos Vieirs João Lisbo Joselândi Junco do Mrnhão Lgo d Pedr Lgo do Junco Lgo dos Rodrigues Lgo Verde Lgo do Mto Lgo Grnde do Mrnhão Ljedo Novo Lim Cmpos Loreto Luís Domingues Mglhães de Almeid Mrcçumé Mrjá do Sen Mrnhãozinho Mt Rom Mtinh Mtões Mtões do Norte Milgres do Mrnhão Mirdor Mirnd do Norte Mirinzl Monção Montes Altos Morros Nin Rodrigues Nov Colins Nov Iorque Nov Olind do Mrnhão Olho d'águ ds Cunhãs Olind Nov do Mrnhão Pço do Lumir Plmeirândi Pribno Prnrm Pssgem Frnc Pstos Bons Pulino Neves Pulo Rmos Pedreirs Pedro do Rosário Penlv Peri Mirim Peritoró Pindré-Mirim Pinheiro Pio XII Pirpems Poção de Pedrs Porto Frnco Porto Rico do Mrnhão Presidente Dutr Presidente Juscelino Presidente Médici Presidente Srney Presidente Vrgs Primeir Cruz Rpos Richão Ribmr Fiquene Rosário Smbíb Snt Filomen do Mrnhão Snt Helen Snt Inês Snt Luzi Snt Luzi do Pruá Snt Quitéri do Mrnhão Snt Rit Sntn do Mrnhão Snto Amro do Mrnhão Snto Antônio dos Lopes São Benedito do Rio Preto São Bento São Bernrdo São Domingos do Azeitão São Domingos do Mrnhão São Félix de Blss São Frncisco do Brejão São Frncisco do Mrnhão São João Btist São João do Crú São João do Príso São João do Soter São João dos Ptos São José de Ribmr São José dos Bsílios São Luís São Luís Gonzg do Mrnhão São Mteus do Mrnhão São Pedro d Águ Brnc São Pedro dos Crentes São Rimundo ds Mngbeirs São Rimundo do Doc Bezerr São Roberto São Vicente Ferrer Stubinh Sendor Alexndre Cost Sendor L Rocque Serrno do Mrnhão Sítio Novo Sucupir do Norte Sucupir do Richão Tsso Frgoso Ti m b i r s Ti m o n Trizidel do Vle Tu f i l â n d i Tu n t u m Tu r i ç u Tu r i l â n d i Tu t ó i Urbno Sntos Vrgem Grnde Vi n Vil Nov dos Mrtírios Vitóri do Merim Vitorino Freire Zé Doc pelo código

9 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN Ministério d Ciênci e Tecnologi AGÊNCIA ESPACIAL BRASILEIRA 196/AEB, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O PRESIDENTE DA AGÊNCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB, no uso de sus tribuições e tendo em vist delegção de competênci outorgd pel Portri GM/MCT 473, de 28 de julho de 2008, e o que const do Processo Administrtivo / , resolve: Art. 1º. Autorizr complementção d descentrlizção de crédito e o repsse de recursos pr o Centro de Lnçmento de Alcântr - CLA, UG , Gestão 00001, no vlor de R$ ,00 (um milhão e quinhentos mil reis), n Ação 7F40 - Implntção do Centro Espcil de Alcântr - CEA, conforme Processo / Art. 2º. A Diretori de Trnsporte Espcil e Licencimento - DTEL, com o poio d Diretori de Plnejmento, Orçmento e Administrção - DPOA, exercerão o compnhmento d execução do objeto d presente descentrlizção, de modo evidencir bo e regulr plicção dos recursos trnsferidos. FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS ÁREA FINANCEIRA E DE CAPTAÇÃO DESPACHO DO SUPERINTENDENTE Em de novembro de 2009 Comprometimento Orçmentário do FNDCT n o - 94/2009. O Superintendente d Áre Finnceir e de Cptção, no uso de sus tribuições conferids pel RES/DIR/0084/00, resolve: comprometer o orçmento do Fundo Ncionl de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT, n form bixo: BENEFICIÁRIO NUMERO CONVENIO NUMERO VALOR EMPENHO VIGENCIA CONVE- EMPENHO PTRES NIO Fundção de Apoio o Desenvolvimento do Ensino Superior do Norte de Mins 0111/ ne ,95 28 / / 2011 Fundção de Apoio o Desenvolvimento do Ensino Superior do Norte de Mins 0111/ ne ,05 28 / / 2011 Fundção Sousândrde de Apoio o Desenvolvimento d UFMA 04/ ne ,15 12 / 08 / 2011 Fundção Rio Mdeir 0632/ ne ,45 06/05/20 Fundção Universidde Regionl de Blumenu 0427/ ne ,75 04 / 08 / 2011 Fundção de Apoio à Universidde Federl de São João Del Rei 0403/ ne ,60 03/09/2012 Fundção Cerense de Pesquis e Cultur 1463/ ne ,20 23 / 12 / 2011 Universidde Federl do Tringulo Mineiro 0433/ nc ,81 03/09/2012. A eficáci do presente despcho fic condiciond su publicção no Diário Oficil d União. Ministério d Cultur AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA DELIBERAÇÃO 198, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O DIRETOR-PRESIDENTE d ANCINE, no uso ds tribuições legis elencds pel Resolução de Diretori Colegid nº. 22/2009, e em cumprimento o disposto n Lei nº , de 20/07/1993, Medid Provisóri nº , de 06/09/2001, e Decreto nº , de 04/11/20, resolve: Art. 1º Aprovr o projeto udiovisul relciondo bixo, pr o qul proponente fic utorizd cptr recursos trvés d comercilizção de certificdos de investimento nos termos do rt. 1º d Lei nº , de 20/07/ A Águ Recusd - O Julgmento de Jesus Processo: / Proponente: CV & F Produções Ltd. Cidde/UF: São Pulo/SP CNPJ: / Vlor totl do orçmento provdo: R$ ,00 Vlor provdo no rtigo 1º d Lei 8.685/93: R$ ,00 Bnco: 001- gênci: cont corrente: /1 Aprovdo n Reunião de Diretori Colegid nº. 330, relizd em 03/11/2009. Przo de cptção: té 31/12/2009. Art. 2º Aprovr o projeto udiovisul relciondo bixo, pr o qul proponente fic utorizd cptr recursos medinte ptrocínio, n form previst no rt. 1º-A d Lei nº , de 20/07/ De Onde Vem Ess Btid? Processo: / Proponente: Souz e Grci S/S Ltd. Cidde/UF: Belém/PA CNPJ: / Vlor totl do orçmento provdo: R$ ,00 Vlor provdo no rtigo 1º-A d Lei nº /93: R$ ,50 EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código Art. 3º. O órgão executor beneficiário deverá restituir à AEB, té o finl do exercício de 2009, os créditos não empenhdos e os sldos finnceiros. CARLOS GANEM COMISSÃO TÉCNICA NACIONAL DE BIOSSEGURANÇA DESPACHO DO PRESIDENTE O Presidente d Comissão Técnic Ncionl de Biossegurnç - CTNBio, no uso de sus tribuições e de cordo com o rtigo 14, inciso XIX, d Lei 11.5/05 e do Art. 5º, inciso XIX do Decreto 5.591/05, torn público que fic cnceldo o Precer Técnico 2033/2009 e o respectivo Extrto de Precer, publicdo no DOU 180, Seção 1, págin 22, de 21/09/2009. WALTER COLLI CARLOS EDUARDO GUTIERREZ FREIRE Bnco: 001- gênci: cont corrente: /X Aprovdo n Reunião de Diretori Colegid nº. 330, relizd em 03/11/2009. Przo de cptção: té 31/12/ Qundo Primver Chegr Processo: / Proponente: Hlo Produções Artístics Ltd. Cidde/UF: São Pulo/SP CNPJ: / Vlor totl do orçmento provdo: R$ ,88 Vlor provdo no rtigo 1º-A d Lei nº /93: R$ ,00 Bnco: 001- gênci: cont corrente: /9 Aprovdo n Reunião de Diretori Colegid nº. 330, relizd em 03/11/2009. Przo de cptção: té 31/12/2009. Art. 3º Est Deliberção entr em vigor n dt de su publicção. MANOEL RANGEL SECRETARIA DE FOMENTO E INCENTIVO À C U LT U R A 123, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO DE FOMENTO E INCENTIVO À CUL- TURA, no uso de sus tribuições legis, que lhe confere o inciso I do rt. 3º d Portri 1.088, de 18 de setembro de 2009, resolve: Art. 1.o - Aprovr projetos culturis, relciondos no nexo est Portri, pr os quis os proponentes ficm utorizdos cptr recursos, medinte doções ou ptrocínios, n form previst no 1º do rtigo 18 d Lei n.º 8.313, de 23 de dezembro de 1991, lterd pel Lei n.º 9.874, de 23 de novembro de Art. 2.o - Est portri entr em vigor n dt de su publicção. ROBERTO GOMES DO NASCIMENTO ANEXO ÁREA: 1 ARTE CÊNICAS - (ART.18, 1º) Grnde Bllet Moscou T4F Entretenimento S.A CNPJ/CPF: / Processo: /20-09 SP - São Pulo Vlor do Apoio R$: ,00 Przo de Cptção: 11/11/ /12/2009 Resumo do Projeto: Possibilitr o público de cinco importntes ciddes brsileirs de ssistirem relizção de um turnê de 25 espetáculos de blé clássico d premid compnhi interncionl Grnd Moscow Clssicl Bllet. A Compnhi frá presentções especiis pr estudntes e professores d rede públic de ensino. Este projeto irá relizr um Progrm de Ação e Medição Culturl (Multidisciplinr) com principl objetivo umentr difusão do bem culturl e levr rte té sl de ul Centro de Contção de Históris Associção Viv e Deixe Viver CNPJ/CPF: / Processo: /20-09 SP - São Pulo Vlor do Apoio R$: ,44 Przo de Cptção: 11/11/ /12/2009 Resumo do Projeto: Serão relizds presentções de contdores de históris em hospitis do Estdo de São Pulo pr crinçs e dolescentes interndos. Com isso, o hábito e cultur de Contr Históris serão resgtdos, promovendo tmbém Cultur Populr e o Folclore trvés ds históris, possibilitndo ssim, que Cultur chegue de form inusitd em locis como os hospitis e de form cessível às crinçs e dolescentes que muits vezes pssm grnde prte d vid interndos. ÁREA : 6 HUMANIDADES : LIVROS DE VALOR ARTÍSTICO, LITERÁRIO OU HUMANÍSTICO (ART. 18) Mins/Itáli - Um Encontro Culturl Associção Universo Culturl Assistencil CNPJ/CPF: / Processo: /08-58 MG - Itún Vlor do Apoio R$: ,00 Przo de Cptção: 11/11/ /12/2009 Resumo do Projeto: Este projeto vis à relizção de um livro sobre presenç itlin no Estdo de Mins Geris e o processo de influênci dess cultur européi n vid mineir Gilberto Freyre - Intérprete do Brsil Fundção Gilberto Freyre CNPJ/CPF: / Processo: /08-40 PE - Recife Vlor do Apoio R$: ,00 Przo de Cptção: 11/11/ /12/2009 Resumo do Projeto: Relizr um exposição sobre Gilberto Freyre, 20 nos pós su morte, lembrr importânci dos livros do historidor e sociólogo pernmbucno, pr compreensão e formção socil do Brsil. O projeto terá 5000 livros-ctálogos e folders, com distribuição grtuit pr os visitntes d exposição. ÁREA: 7 ARTES INTEGRADAS - (ART. 18) BIENAL DE SÃO PAULO Fundção Bienl de São Pulo CNPJ/CPF: / Processo: /20-09 SP - São Pulo Vlor do Apoio R$: ,68 Przo de Cptção: Resumo do Projeto: Relizr 29ª edição d Bienl de São Pulo, exposição de cráter periódico mis importnte do Brsil e d Améric Ltin, que reunirá obrs de proximdmente 120 rtists do Brsil e do Mundo. A mostr tem como tem "Há sempre um copo de mr pr um homem nvegr", e será relizd no Pvilhão Ciccillo Mtrzo. Serão relizds diverss outrs tividdes durnte relizção do evento, como: ção eductiv, workshops, seminários e diverss publicções relcionds às tividdes PROJETO CURATORIAL DA 29ª BIENAL DE SÃO PAULO Fundção Bienl de São Pulo CNPJ/CPF: / Processo: /20-09 SP - São Pulo Vlor do Apoio R$: ,00 Przo de Cptção: 11/11/ /12/2009 Resumo do Projeto: Contrtção d equipe curtoril, coordendores, e Assessori de comunicção. Pssgens éres, diáris E hospedgem que serão utilizds pel equipe Curtoril pr contto com rtists, museus, Gleris, entre outros, pr escolh ds obrs que Serão exposts n 29ª BIENAL DE SÃO PAULO.

10 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de , DE DE NOVEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO DE FOMENTO E INCENTIVO À CUL- TURA, no uso de sus tribuições legis, que lhe confere o inciso I do rt. 3º d Portri 1.088, de 18 de setembro de 2009, RE- S O LV E : Art. 1.o - Aprovr complementção de Vlor em fvor dos projetos culturis relciondos nos nexos I e II est Portri, pr os quis os proponentes ficm utorizdos cptr recursos, medinte doções ou ptrocínios, n form previst, respectivmente, no 1º do Artigo 18 e no Artigo26 d Lei n.º 8.313, de 23 de dezembro de 1991, lterd pel Lei n.º 9.874, de 23 de novembro de Art. 2º - Est portri entr em vigor n dt de su publicção. ÁREA: 3 MÚSICA INSTRUMENTAL/ERUDITA - (ART.18, 1º) Escol de Músic d AMC 2008/2009 Associção do Movimento de Compositores d Bixd Fluminense CNPJ/CPF: /0001- RJ - São João de Meriti Vlor Complementr em R$: 4.288,00 ÁREA: 4 ARTES VISUAIS - (ART. 18) "Oui, Brsil" - Exposição de Fotogrfis Actum - Consultori Empresril Ltd. CNPJ/CPF: / SP - Tupã Vlor Complementr em R$: 4.900,00 ÁREA : 6 HUMANIDADES : LIVROS DE VALOR ARTÍSTICO, LITERÁRIO OU HUMANÍSTICO (ART. 18) Domingos Tótor de Fé e Fibr Vi ds Artes Assessori, Projetos e Mrketing Culturl Ltd ROBERTO GOMES DO NASCIMENTO COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS CNPJ/CPF: / GO - Pirenópolis Vlor Complementr em R$: , NuTE Pr Todos Édio Rniere d Silv CNPJ/CPF: SC - Blumenu Vlor Complementr em R$: 4.247,00 ÁREA: 7 ARTES INTEGRADAS - (ART. 18) Ntl no Plácio Avenid 2009 In Brsil Mrketing Culturl Ltd. CNPJ/CPF: / SP - São Pulo Vlor Complementr em R$: , Er Um Vez: Arte Cont Históris Do Mundo V.R. Prt Produções Ltd CNPJ/CPF: / SP - São Pulo Vlor Complementr em R$: ,00 I ÁREA: 3 MÚSICA EM GERAL - (ART. 26) Ccso - Músic e poesi Alecrim - Produções Artístics Ltd. CNPJ/CPF: / DF - Brsíli Vlor Complementr em R$:.800,00 ÁREA: 7 ARTES INTEGRADAS - (ART. 26) Di d Fmíli Alctei Serviços Cinemtográficos CNPJ/CPF: / SP - São Pulo Vlor Complementr em R$: ,00 125, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO DE FOMENTO E INCENTIVO À CUL- TURA, no uso de sus tribuições legis, que lhe confere o inciso I do rt. 3º d Portri 1.088, de 18 de setembro de 2009, resolve: Art.1.o - Prorrogr o przo de cptção de recursos dos projetos culturis, relciondos nos nexos I e II est Portri, pr os quis os proponentes ficm utorizdos cptr recursos, medinte doções ou ptrocínios, n form previst, respectivmente, no 1º do rtigo 18 e no rtigo 26 d Lei n.º 8.313, de 23 de dezembro de 1991, lterd pel Lei n.º 9.874, de 23 de novembro de Art. 2º - Est portri entr em vigor n dt de su publicção. ROBERTO GOMES DO NASCIMENTO pelo código ÁREA: 3 MÚSICA INSTRUMENTAL/ERUDITA - (ART.18, 1º) Músicos, os Instrumentos! (Aos) Clube Musicl São Pedro - Gspr / SC CNPJ/CPF: / SC - Gspr Período de cptção: 27// /12/ Melodis do Brsil - Identidde e Trnsformção Heloís Helen Fernndes Pinto CNPJ/CPF: SP - São Pulo Período de cptção: 01/11/ /12/ Cs de músic: Mnutenção, oficins e circuito culturl Associção Culturl Cs de Músic de Ouro Brnco CNPJ/CPF: / MG - Ouro Brnco Período de cptção: 04/11/ /12/ Cores do Atlântico - Um Ptrimônio Culturl Comprtilhdo Mri do Socorro Pereir CNPJ/CPF: SP - São Pulo Período de cptção: 01/11/ /12/ Turnê Rômulo Aoto de Rmos Universidde Livre d Cultur CNPJ/CPF: / PR - Curitib Período de cptção: 01/11/ /12/2009 ÁREA: 4 ARTES VISUAIS - (ART. 18) Sutur - Hibridção - Reciclgem - Licidde - Ano d Frnç no Brsil CONCEITO Consultori em Projetos Culturis Ltd. CNPJ/CPF: / SP - São Pulo Período de cptção: 01/11/ /12/2009 I ÁREA: 3 MÚSICA EM GERAL - (ART. 26) Anos est Noite (50) - Grvção de CD/DVD Produções Musicis S.R.S Ltd CNPJ/CPF: / RJ - Rio de Jneiro Período de cptção: 01/11/ /12/2009 SECRETARIA DO AUDIOVISUAL 31, DE DE NOVEMBRO DE 2009 A União, por intermédio do Ministério d Cultur neste to representdo pel Secretri do Audiovisul - SAv, em prceri com Sociedde Amigos d Cinemtec - SAC com bse no Progrm Lbortórios de Experimentção e Pesquis em Tecnologis Audiovisuis - XPTA.LAB, cujo editl foi publicdo no Diário Oficil d União de 13 de gosto de 2009, seção 3, PP. 17, 18 e 19, resolve: Torn públic seleção dos 4 (qutro) Projetos de Excelênci e respectivos Projetos Consorcidos ptos receber o poio de R$ ,00 (oitocentos e cinqüent mil reis), conforme decisão d Comissão Julgdor do referido progrm em reunião relizd no di 09 de novembro de 2009: Estção-Escol de Televisão Digitl: Desenvolvimento de um Ambiente Distribuído pr Desenvolvimento e Testes de Conteúdos Audiovisuis Intertivos - UFPB - LAVID - Lbortório de Aplicções de Vídeo Digitl - João Pesso/PB Lbortório de Excelênci em Desenvolvimento de Aplictivos pr Produção, Edição e Difusão de Conteúdos Audiovisul pel Internet e TV Digitl - UFRN - Lbortório Ntlnet - Ntl/RN Sistem bios cíbrido intertivo n relidde urbn umentd: WIKINARUA - UNB - Colin - Lbortório de Pesquis em Arte e Relidde Virtul - Brsíli/DF Virtulidde Imersiv e Intertiv bsed em Cloud Computing - UFSCr - Deprtmento de Computção - São Crlos/SP N mesm ocsião, Comissão Julgdor selecionou 4 (qutro) Projetos de Excelênci e respectivos Projetos Consorcidos suplentes, no cso de eventuis desistêncis ou impedimentos dos projetos seleciondos: 1 - ViMus OBOGUI - Instituto Contemporâneo de Projeto e Pesquis - Rio de Jneiro/RJ 2 - bricocine / CINEstesi - Descentro - Tibu do Sul/RN 3 - LESD - Lbortório de Experimentção Sberes Digitis - FUNDEP - Fundção de Desenvolvimento d Pesquis - CCNM - Centro de Convergênci de Novs Mídis - Belo Horizonte/MG 4 - ComCultur - PqTcPB - Fundção Prque Tecnológico d Prib - Cmpin Grnde/PB Em conformidde com o item 9.15 do editl, eventuis recursos podem ser interpostos à Comissão Julgdor no przo de té 5 (cinco) dis úteis contr d dt de publicção deste resultdo. Após nálise dos recursos, será relizd homologção do resultdo finl d seleção. Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. SILVIO DA-RIN Secretário do Audiovisul. Ministério d Defes AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL D I R E TO R I A DECISÃO 381, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Autoriz empres ére estrngeir operr no território ncionl. A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC, no exercício d competênci que lhe foi outorgd pelos rts. 11, inciso III, d Lei nº , de 27 de setembro de 2005, e 4º, inciso XIV, e 24, inciso VI, mbos do Anexo I do Decreto nº 5.731, de 20 de mrço de 2006, e considerndo o que const do processo nº / , deliberdo e provdo n Reunião de Diretori relizd em de novembro de 2009, DECIDE: Art. 1º Autorizr empres estrngeir U.S. Airwys Inc., de ncionlidde norte-mericn, inscrit no CNPJ sob o nº / , operr, no território ncionl, serviço éreo de trnsporte regulr interncionl de pssgeiro, crg e ml postl, com fundmento no rt. 212 d Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986, que dispõe sobre o Código Brsileiro de Aeronáutic. Art. 2º Est Decisão entr em vigor n dt de su publicção. SOLANGE PAIVA VIEIRA Diretor-Presidente SUPERINTENDÊNCIA DE INFRAESTRUTURA A E R O P O RT U Á R I A PORTARIAS DE DE NOVEMBRO DE 2009 O SUPERINTENDENTE DE INFRAESTRUTURA AERO- PORTUÁRIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC, no uso de sus tribuições outorgds pelo rtigo 41, inciso VIII e X, do Regimento Interno provdo pel Resolução n 1, de 15 de setembro de 2009, nos termos do disposto n Instrução de Avição Civil - IAC Instrução pr Autorizção de Construção e de Registro de Aeródromos Privdos, com fundmento n Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986, que dispõe sobre o Código Brsileiro de Aeronáutic, resolve: Nº Considerr registrdo e berto o tráfego éreo o Aeródromo Privdo Agrovle (SNAV), no município de Juzeiro (BA), com vlidde de 5 (cinco) nos; Nº Considerr registrdo e berto o tráfego éreo o Aeródromo Privdo Fzend Botuverá (SNBE), no município de Prnting (MT), com vlidde de 5 (cinco) nos; Nº Renovr o registro do Heliponto Privdo Gilson Mchdo (SNPR), no município de Grvtá (PE), com vlidde de 5 (cinco) nos, ficndo revogd Portri n 1.837/SIA, de 08 de outubro de 2009, publicd no Diário Oficil d União, de 9 de outubro de 2009, Seção 1, págin 25; Nº Alterr o registro do Aeródromo Privdo Blneário São Jnuário (SDBV), no município de Ilh Comprid (SP), com vlidde té 30 de mrço de 2014, ficndo revogd Portri ANAC n 433/SIE, de 30 de mrço de 2009, publicd no Diário Oficil d União, de 1 de bril de 2009, Seção 1, págin 16; Nº Renovr o registro do Heliponto Privdo Iporng-Gurujá (SDIX), no município de Gurujá (SP), com vlidde de 5 (cinco) nos; Nº Renovr o registro do Aeródromo Privdo Aeroclube de Birigui (SDBI), no município de Birigui (SP), com vlidde de 5 (cinco) nos; Nº Revogr o registro do Heliponto Privdo Petrobrás - Refinri de Cpuv (SJPT), no município de Cpuv (SP), ficndo revogd Portri DAC 166/SIE, de 4 de mrço de 2005; Nº Revogr o registro do Aeródromo Privdo Fzend Sntn (SSAC), no município de Aquidun (MS), ficndo revogd Portri DAC N 911/SIE, de 20 de gosto de 2004; Nº Revogr o registro do Aeródromo Privdo Rio Negro (SION), no município de Feliz Ntl (MT), ficndo revogd Portri DAC N 364/SIE, de 26 de fevereiro de 2003; e Nº Revogr o registro do Aeródromo Privdo Mldenorte (SITI), no município de Porto de Moz (PA), ficndo revogd Portri DAC N 706/SIE, de 8 de mio de O inteiro teor ds Portris cim encontr-se disponível no sítio d ANAC n rede mundil de computdores - endereço h t t p : / / w w w. n c. g o v. b r RODRIGO FERREIRA DE OLIVEIRA

11 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN Ministério d Educção GABINETE DO MINISTRO 1.061, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre instituição do Prêmio Experiêncis Educcionis Inclusivs - A escol prendendo com s diferençs, sob coordenção do Ministério d Educção/Secretri de Educção Especil - MEC/SEESP e d Orgnizção dos Estdos Ibero-mericnos pr Educção, Ciênci e Cultur - OEI, e dá outrs providêncis. O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO no uso d tribuição que lhe confere o rt. 87, prágrfo único, d Constituição Federl, Considerndo os instrumentos interncionis rtificdos pelo Brsil referentes à educção inclusiv, especilmente Convenção dos Direitos ds Pessos com Deficiênci d ONU/2006; Considerndo Constituição Federl/1988, Polític Ncionl de Educção Especil n Perspectiv d Educção Inclusiv/2008, o Decreto Legisltivo 186/2008, o Decreto Executivo 6.571/2008 e o Decreto Executivo 6949/2009; Considerndo que inclusão dos lunos público lvo d educção especil ns clsses comuns do ensino regulr é um dos grndes desfios que enfrentm tulmente miori ds escols n Ibero - Améric, resolve: Art. 1 o Instituir o Prêmio Experiêncis Educcionis Inclusivs - A escol prendendo com s diferençs, ser concedido pelo Ministério d Educção, por meio d Secretri de Educção Especil em prceri com Orgnizção dos Estdos Ibero-mericnos pr Educção, Ciênci e Cultur - OEI com objetivo de promover e difundir experiêncis escolres inovdors e efetivs de inclusão escolr de lunos com deficiênci, trnstornos globis do desenvolvimento e lts hbiliddes/superdotção ns clsses comuns do ensino regulr d rede públic, conforme regulmento em nexo. Art. 2 o Cbe o Ministério d Educção/Secretri de Educção Especil - MEC/SEESP e à Orgnizção dos Estdos Iberomericnos pr Educção, Ciênci e Cultur - OEI e, em cráter de exclusividde, implementr, coordenr e executr o Prêmio podendo, se necessário, tur em prceri com outros orgnismos, entiddes, ssocições, fundções ou empress ncionis e interncionis. Art. 3 o A gestão técnic, dministrtiv, orçmentári, finnceir e ptrimonil pr relizção do prêmio é de responsbilidde do Ministério d Educção/Secretri de Educção Especil - MEC/SEESP e d Orgnizção dos Estdos Ibero-mericnos pr Educção, Ciênci e Cultur - OEI. Prágrfo único. As despess finnceirs sob responsbilidde do MEC /SEESP correrão por cont do Progrm Desenvolvimento d Educção Especil. Ação: Gestão e Administrção do Progrm. Art. 4 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. FERNANDO HADDAD PRÊMIO EXPERIÊNCIAS EDUCACIONAIS INCLUSIVAS A ESCOLA APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS R E G U L A M E N TO CAPÍTULO I - DO PRÊMIO Art. 1º O Prêmio EXPERIÊNCIAS EDUCACIONAIS IN- CLUSIVAS - A ESCOLA APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS, instituído por meio d Portri Nº 61 de de Novembro de 2009, publicdo no D.O.U de do Ministério d Educção, tem por objetivo promover e difundir experiêncis escolres inovdors e efetivs de inclusão escolr de lunos com deficiênci, trnstornos globis do desenvolvimento e lts hbiliddes/superdotção, tendo como bse Polític Ncionl de Educção Especil n Perspectiv d Educção Inclusiv. Art. 2º A coordenção e execução do Prêmio EXPERIÊN- CIAS EDUCACIONAIS INCLUSIVAS - A ESCOLA APRENDEN- DO COM AS DIFERENÇAS estão crgo do Ministério d Educção - Secretri de Educção Especil, em conjunto com Orgnizção dos Estdos Ibero-mericnos pr Educção, Ciênci e Cultur - OEI. Prágrfo único. A execução e o ptrocínio do Prêmio EX- PERIÊNCIAS EDUCACIONAIS INCLUSIVAS - A ESCOLA APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS contm com cooperção d Fundção MAPFRE e com o poio do Conselho Ncionl de Secretários de Educção (CONSED) e d União Ncionl dos Dirigentes Municipis (UNDIME). Art. 3º O Prêmio EXPERIÊNCIAS EDUCACIONAIS IN- CLUSIVAS - A ESCOLA APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS tem cráter exclusivmente educcionl e não se vincul nenhum modlidde de sorteio ou qulquer exigênci de pgmento pelos concorrentes, tmpouco está condiciondo à quisição ou o uso de quisquer bens, direitos ou serviços. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código CAPÍTULO II - DA ABRANGÊNCIA E REGIÕES Art. 4º O Prêmio EXPERIÊNCIAS EDUCACIONAIS IN- CLUSIVAS - A ESCOLA APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS é de brngênci ncionl. Art. 5º O Prêmio EXPERIÊNCIAS EDUCACIONAIS IN- CLUSIVAS - A ESCOLA APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS será concedido 5 (cinco) escols públics, 1 (um) por região, seguir especificds, contndo ind com possibilidde de Menção Honros pr experiêncis relcionds à Educção Infntil: Região Norte Concorrerão entre si s experiêncis desenvolvids ns escols públics ds redes estduis e municipis d Região Norte do Brsil presentds pr o Prêmio EXPERIÊNCIAS EDUCACIO- NAIS INCLUSIVAS - A ESCOLA APRENDENDO COM AS DI- FERENÇAS por um de seus responsáveis (direção escolr, professores ou coordendores). Região Nordeste Concorrerão entre si s experiêncis desenvolvids ns escols públics ds redes estduis e municipis d Região Nordeste do Brsil presentds pr o Prêmio EXPERIÊNCIAS EDUCA- CIONAIS INCLUSIVAS - A ESCOLA APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS por um de seus responsáveis (direção escolr, professores ou coordendores). Região Centro-Oeste Concorrerão entre si s experiêncis desenvolvids ns escols públics ds redes estduis, municipis e do Distrito Federl d Região Centro-Oeste do Brsil presentds pr o Prêmio EXPE- RIÊNCIAS EDUCACIONAIS INCLUSIVAS - A ESCOLA APREN- DENDO COM AS DIFERENÇAS por um de seus responsáveis (direção escolr, professores ou coordendores). Região Sudeste Concorrerão entre si s experiêncis desenvolvids ns escols públics ds redes estduis, municipis d Região Sudeste do Brsil presentds pr o Prêmio EXPERIÊNCIAS EDUCACIO- NAIS INCLUSIVAS - A ESCOLA APRENDENDO COM AS DI- FERENÇAS por um de seus responsáveis (direção escolr, professores ou coordendores). Região Sul Concorrerão entre si s experiêncis desenvolvids ns escols públics ds redes estduis e municipis d Região Sul do Brsil presentds pr o Prêmio EXPERIÊNCIAS EDUCACIO- NAIS INCLUSIVAS - A ESCOLA APRENDENDO COM AS DI- FERENÇAS por um de seus responsáveis (direção escolr, professores ou coordendores). CAPÍTULO III - DOS PROCEDIMENTOS DE PARTICI- PA Ç Ã O Art. 6º O período de inscrições é de 16 de novembro de de mrço 20. Prágrfo único. Serão considerdos somente os trblhos com dt do envio d documentção dentro do przo estbelecido. Será considerd dt do envio pel internet ou postgem indicd pelo crimbo do correio, n dt d expedição. Art. 7º As inscrições estrão berts pr s experiêncis inicids no período de 2008/2009 que possm ser comprovds e que estejm em curso no no letivo de 20. Prágrfo único. Frão prte do processo de seleção somente os trblhos em ndmento e que tendm os requisitos previstos neste regulmento. Art. 8º As experiêncis serão inscrits em nome d escol em que são desenvolvids, encminhds pel direção escolr, devendo hver identificção do(s) responsável(is) pelo relto de experiênci Ṗrágrfo único. Os reltos de experiênci escritos em grupo deverão identificr té 2 (dois) responsáveis, componentes d equipe de trblho. Art. 9º Cd escol poderá concorrer com pens um trblho. Art. As inscrições são grtuits e podem ser feits vi internet, pelo site ou vi postl, como crt registrd, com Aviso de Recebimento endereçdo à: Prêmio EXPERIÊNCIAS EDUCACIONAIS INCLUSIVAS - A ESCOLA APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS OEI SHS Qudr 6, Conjunto A, Bloco C Edifício Business Center Tower - sl 919 CEP : Brsíli - DF Prágrfo único. A Comissão Orgnizdor não se responsbiliz por inscrição não recebid no przo por motivos de ordem técnic dos computdores, flh de comunicção, congestionmento de linhs de comunicção, bem como outros ftores que impossibilitem o envio do trblho. Art. 11 Não serão ceits fichs de inscrição e trblhos envidos por fx. Art. 12 Os trblhos envidos por vi postl deverão conter fich de inscrição devidmente preenchid conforme especificdo no nexo I, cópi do trblho impresso e su versão em meio mgnético (CD). CAPÍTULO IV - DA APRESENTAÇÃO DO TRABALHO Art. 13 O trblho relizdo não deve ultrpssr 8 (oito) págins, incluíds s referêncis bibliográfics. Deve ser encminhdo vi postl, digitdo em corpo 12, em formto A4, 3cm ns mrgens superior e esquerd e 2cm ns mrgens inferior e direit, espçmento 1,5. No cso de encminhmento vi internet, o trblho deve seguir s mesms norms. Art. 14 O trblho deve ser presentdo como um relto de experiênci, seguindo o roteiro: presentção, equipe de trblho, populção beneficid, objetivo, descrição detlhd d experiênci, resultdos, vlição, considerções finis e referêncis bibliográfics, conforme especificdo no nexo II tendo como referênci o nexo III disponível em Prágrfo único. Não deverão ser envidos outros mteriis complementres como impressos, fotos, vídeos, produtos do trblho, etc. CAPÍTULO V - DO PROCESSO DE SELEÇÃO Art. 15 Os seguintes critérios, serão considerdos pr seleção e premição dos trblhos inscritos: ) coerênci entre os objetivos e os resultdos lcnçdos; b) promoção de cessibilidde n escol; c) trblho colbortivo; d) prticipção d fmíli e d comunidde; e) rticulção intersetoril ds polítics públics e os demis serviços d comunidde; f) projeto político pedgógico d escol n perspectiv d educção inclusiv; g) estrtégis pedgógics do tendimento educcionl especilizdo; h) estrtégis pedgógics d sl de ul comum. Prágrfo único. Serão considerdos os mesmos critérios pr indicção dos trblhos que receberão Menção Honros. Art. 16 Pr seleção e vlição dos trblhos será constituíd: I - um Comissão Orgnizdor compost por membros d OEI e d SEESP/MEC; II - um Comissão de Seleção constituíd de 13 (treze) membros indicdos pel Comissão Orgnizdor; e III - um Comissão Julgdor constituíd por (dez) personliddes ncionis com trblho destcdo n áre d educção inclusiv. Art. 17 Serão 3 (três) fses consecutivs de seleção: ) Primeir Fse: Hbilitção dos Prticipntes A Comissão de Seleção será responsável pel verificção d comptibilidde dos trblhos com os pressupostos estbelecidos neste regulmento. b) Segund Fse: Seleção dos Finlists A Comissão de Seleção será responsável pel elborção de precer técnico indicndo té 25 (vinte e cinco) experiêncis finlists, sendo té 5 (cinco) em cd região. 1 As 25 (vinte e cinco) finlists envirão fotos e/ou vídeos que ilustrem experiênci, por vi postl (crt registrd ou sedex), no przo de té 7 (sete) dis pós o recebimento de comunicção d Comissão Orgnizdor. 2 Nest fse, os membros d Comissão de Seleção, compnhdos ou não de representntes do MEC e/ou d OEI, relizrão visits in loco às escols onde estão sendo desenvolvids s experiêncis finlists. c) Terceir Fse: Escolh dos Premidos Entre os trblhos finlists serão seleciondos, pel Comissão Julgdor, 5 (cinco) trblhos pr receberem o Prêmio, 1 (um) de cd região. A Comissão Julgdor poderá, ind, outorgr Menção Honros experiêncis d Educção Infntil. CAPÍTULO VI - DA PREMIAÇÃO Art. 18 Os orgnizdores nuncirão em mio de 20, pel imprens, pelo site oficil do Prêmio e pelos sites do MEC e OEI os 25 (vinte e cinco) finlists, sendo 5 (cinco) de cd região. Art. 19 As 5 (cinco) escols premids (um em cd região) receberão como prêmio: I - diplom II - R$ 8.000,00 (oito mil reis), sob o ptrocínio d Fundção MAPFRE/OEI. III - Intercâmbio pr 2 (dois) representntes de cd escol premid, pr conhecer um ds outrs experiêncis premids, com s despess de pssgem, limentção e hospedgem por té 5 (cinco) dis custeds pelo MEC/SEESP. IV - Apresentção d experiênci premid, por 2 (dois) representntes d escol no Seminário Ncionl Educção Inclusiv: Direito à Diversidde, relizr-se em Brsíli, em mio de 20. V - Divulgção d experiênci em publicção conjunt d Secretri de Educção Especil - SEESP/MEC e d OEI. 1 Um publicção interncionl será orgnizd pel Rede Intergovernmentl Ibero-mericn de Cooperção pr Educção de Pessos com Necessiddes Eductivs Especiis - RIINEE e pel OEI, contemplndo s experiêncis premids. 2 O Secretário de Educção d rede à qul está vinculd escol premid terá su prticipção no Seminário Ncionl Educção Inclusiv: Direito à Diversidde custed pelo MEC/SE- E S P. Art. 20 As escols indicds pr Menção Honros receberão diplom, indicrão 2 (dois) representntes pr prticiprem do Seminário Ncionl Educção Inclusiv: Direito à Diversidde e terão su experiênci divulgd em publicção conjunt d Secretri de Educção Especil - SEESP/MEC e d OEI. Art. 21 As demis escols finlists receberão diplom, indicrão 1 (um) representnte pr prticipr do Seminário Ncionl Educção Inclusiv: Direito à Diversidde, e terão su experiênci divulgds em publicção conjunt d Secretri de Educção Especil - SEESP/MEC e d OEI. Art. 22 As 5 (cinco) escols com experiêncis premids, (s) com Menção(ões) Honros(s) e s demis finlists receberão seus respectivos prêmios no Seminário Ncionl Educção Inclusiv: Direito à Diversidde. Prágrfo único. As despess de vigem, trsldo, hospedgem e limentção dos representntes que não residm em Brsíli, correrão por cont do MEC/SEESP, sem direito à compnhnte, excetundo-se os csos de pessos com deficiênci que solicitrem esse compnhmento.

12 12 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 CAPÍTULO VII - DAS CONSIDERAÇÕES FINAIS Art. 23 Ficrá crgo d Comissão de Seleção decidir pel não premição de um ou mis regiões, qundo os critérios do regulmento não tenhm sido stisftorimente tendidos. Art. 24 Ao se inscreverem, os (s) prticipntes utorizm utomticmente à Comissão Orgnizdor utilizr, editr, publicr e reproduzir totl ou prcilmente os conteúdos e qulquer informção contid no trblho, sem restrição de espécie lgum, sendo ind permitid edição, trdução, sincronizção, inclusão em bnco de ddos, divulgção pelos diversos veículos de mídi, distribuição, uso direto ou indireto, entre outrs, sendo vedd qulquer utilizção com finlidde lucrtiv. Art. 25 É de inteir responsbilidde dos (s) inscritos (s) o ônus reltivo os direitos utoris de textos, imgens e outros meios que porventur sejm inseridos no trblho presentdo. Art. 26 Os mteriis encminhdos pr concorrer o Prêmio EXPERIÊNCIAS EDUCA- CIONAIS INCLUSIVAS - A ESCOLA APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS não serão devolvidos. Cberá os orgnizdores su destruição ou seu rquivmento n sede d SEESP/MEC e/ou d OEI em Brsíli, onde estrão disponíveis pr consult. Art. 27 A escolh ds experiêncis finlists, ds experiêncis premids, dos membros d Comissão de Seleção e dos membros d Comissão Julgdor, ssim como decisão de csos omissos nesse regulmento, serão de inteir responsbilidde dos Orgnizdores. Art. 28 A prticipção no Prêmio EXPERIÊNCIAS EDUCACIONAIS INCLUSIVAS - A ESCOLA APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS implic ceitção irrestrit deste regulmento. Experiêncis Educcionis Inclusivs - escol prendendo com s diferençs FICHA CADASTRO DA EXPERIÊNCIA 1) Cdstro do trblho inscrito: Título d Experiênci: Nome d Escol: Código do INEP: Município: UF Áre: Urbn Rurl Endereço: Birro: CEP: DDD: Telefone principl: Telefone lterntivo: Fx: E-mil: Nome do() Diretor() d Escol: Etps e modliddes oferecids: Modliddes de ensino oferecids: Educção Infntil Educção Regulr Ensino Fundmentl (nos/séries iniciis) Educção Especil (AEE) Ensino Fundmentl (nos/séries finis) Educção de Jovens e Adultos (EJA) Ensino Médio Etps oferecids: Educção Infntil Ensino Fundmentl Ensino Médio Educção de Jovens e Adultos (EJA) 2) Cdstro dos Responsáveis pelo relto d experiênci: 1º Representnte: Nome: Mtrícul n rede de ensino: Sexo: Formção: Função n Escol: Feminino Msculino CPF: RG: Órgão expedidor/uf Dt d expedição: Dt de Nscimento: DDD: Telefone principl: Celulr: E-mil: 2º Representnte: Nome: Mtrícul n rede de ensino: Sexo: Formção: Função n Escol: Feminino Msculino Formção: Função n Escol: CPF: RG: Órgão expedidor/uf Dt d expedição: Dt de Nscimento: DDD: Telefone principl: Celulr: E-mil: Locl e dt: Assintur e crimbo do diretor d escol: I DESCRIÇÃO DA EXPERIÊNCIA ITEM CONTEÚDO 1. Apresentção - Como surgiu; qul relidde ou desfio que foi enfrentdo, por que se optou por relizr experiênci; poios recebidos. 2. Equipe de trblho - Número de pessos envolvids n experiênci. - Descrição ds sus funções dentro d escol. - Descrição d su prticipção no desenvolvimento d experiênci. 3. Populção beneficid - Alunos beneficidos com experiênci, público-lvo d educção especil e demis. 4. Objetivo gerl d experiêncivolvimento d experiênci? - Qul resultdo ser lcnçdo, em termos geris, com o desen- 5. Descrição detlhd do desenvolvimento d experiênci - Embsmento teórico que orientou o trblho. - Fses ou etps. - Metodologi gerl de trblho. - Breve descrição ds tividdes relizds, dos mteriis e recursos elbordos e/ou utilizdos. - Momentos significtivos durnte o processo. - Avnços identificdos o longo d experiênci(lunos, gestão e comunidde) - Mudnçs importntes durnte o processo de trblho. - Vlores desenvolvidos n comunidde escolr. - Outrs crcterístics do desenvolvimento d experiênci. 6. Resultdos - Identificção e vlição dos principis resultdos, exemplos específicos dos efeitos positivos d experiênci e comentários geris. 7. Avlição - Identificção e vlição dos principis desfios presentdos e ds estrtégis pr superá-los, indicdores quntittivos e/ou qulittivos d experiênci. 8. Considerções Finis - Conclusões geris d experiênci relizd. 9. Referêncis Bibliográfics - Citr fontes/ referêncis utilizds , DE DE NOVEMBRO DE 2009 Alter redção do 2 o e incisos I e III do 3 o do Art. 3 o do Regimento Interno do Instituto Benjmim Constnt, provdo pel Portri n o 325, de 17 de bril de 1998, e modificdo pel Portri n o 1.337, de 3 de dezembro de O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de sus tribuições legis, resolve Art. 1 o Alterr redção do 2 o e incisos I e III do 3 o, do Art. 3 o do Regimento Interno do Instituto Benjmim Constnt, provdo pel Portri n o 325, de 17 de bril de 1998, e modificdo pel Portri n o 1.337, de 3 de dezembro de 1998, pssndo vigorr com seguinte redção: "Art. 3 o o O Diretor-Gerl do Instituto Benjmim Constnt será escolhido entre os servidores tivos e em efetivo exercício do qudro do IBC, há pelo menos cinco nos, que tenhm formção de nível superior e indicdos em list tríplice; (NR) 3 o... I - Poderão compor o Colégio Eleitorl pr indicção d list tríplice servidores tivos e em efetivo exercício, lunos de dezesseis nos completos, que não estejm com mtrícul trncd ou suspensos por indisciplin, lunos rebilitndos inscritos nos cursos de qulificção prtir do décimo terceiro mês ou que estejm no 1 o no, desde que freqüentndo regulrmente o Progrm de Rebilitção há pelo menos 2 nos; médicos residentes, mtriculdos prtir do 2 o no, com freqüênci regulr no Progrm de Residênci Médic e servidores públicos federis cedidos. (NR) II -... III - N composição do Colégio Eleitorl, os votos dos servidores terão pesos de 80% e os demis votntes 20%. (NR)" Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. FERNANDO HADDAD COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS 1.067, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de sus tribuições, e tendo em vist o disposto no inciso II, do rt.56, d Lei nº , de 14 de gosto de 2008, resolve: Art. 1 o Promover, n form dos nexos I, II, III, IV, V, VI, VII e VIII, dest Portri, modificção d modlidde de plicção de dotções orçmentáris d Unidde 261, constnte d Lei n o , de 30 de dezembro de 2008, Lei Orçmentári de 2009, tendo em vist necessidde de dequção d progrmção orçmentári do Ministério d Educção, conforme justifictivs constntes nos Processos de n os : / ; / ; / ; / ; / ; / ; / Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. FERNANDO HADDAD ÓRGÃO: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIDADE: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO R$ FUNC PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/SUBTÍTULO VA L O R S N P O U T ACRÉSCIMO Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis - No Estdo de Snt Ctrin F REDUÇÃO Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis - No Estdo de Snt Ctrin F I ÓRGÃO: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIDADE: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO R$ FUNC PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/SUBTÍTULO VA L O R S N P O U T pelo código

13 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN ACRÉSCIMO Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis - No Estdo d Bhi F REDUÇÃO Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis - No Estdo d Bhi F I I ÓRGÃO: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIDADE: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO R$ FUNC PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/SUBTÍTULO VA L O R S N P O U T ACRÉSCIMO Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis - No Estdo de Snt Ctrin F REDUÇÃO Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis - No Estdo de Snt Ctrin F V ÓRGÃO: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIDADE: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO R$ FUNC PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/SUBTÍTULO VA L O R S N P O U T ACRÉSCIMO Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis - No Estdo d Bhi F REDUÇÃO Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis - No Estdo d Bhi F ANEXO V ÓRGÃO: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIDADE: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO R$ FUNC PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/SUBTÍTULO VA L O R S N P O U T ACRÉSCIMO Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis - No Estdo d Bhi F REDUÇÃO Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis - No Estdo d Bhi F ANEXO VI ÓRGÃO: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIDADE: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO R$ FUNC PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/SUBTÍTULO VA L O R S N P O U T ACRÉSCIMO Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis - No Estdo de F Goiás REDUÇÃO Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis - No Estdo de Goiás F ANEXO VII ÓRGÃO: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIDADE: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO R$ FUNC PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/SUBTÍTULO VA L O R S N P O U T ACRÉSCIMO Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis - No Estdo de F Goiás REDUÇÃO Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis - No Estdo de Goiás F EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ANEXO VIII ÓRGÃO: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIDADE: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO R$ FUNC PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/SUBTÍTULO VA L O R S N P O U T ACRÉSCIMO Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis - Universidde Estdul F de Feir de Sntn - No Estdo d Bhí REDUÇÃO Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis Apoio Entiddes de Ensino Superior Não Federis - Universidde Estdul de Feir de Sntn - No Estdo d Bhí F pelo código

14 14 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 SECRETARIA EXECUTIVA 1.256, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O Secretário Executivo do Ministério d Educção, no uso ds tribuições subdelegds pelo Art. 2º, Portri nº 1508, publicd no DOU de 17 de junho de 2003, de conformidde com delegção de competênci outorgd pel Portri MP nº 79, de 28 de fevereiro de 20, e considerndo o disposto no rt. 37 d Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, com redção dd pel Lei nº 9.527, de de dezembro de 1997, resolve redistribuir o crgo efetivo vgo: Servidor: Crgo vgo Crgo: Técnico de Tecnologi d Informção Código d vg: Do: Instituto Federl de Educção, Ciênci e Tecnologi de Pernmbuco - Cmpus Recife Pr: Fundção Universidde Federl do Vle do São Frncisco Processo: / JOSÉ HENRIQUE PAIM FERNANDES COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE 2.480, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGI- PE, no uso de sus tribuições legis e, considerndo o que const nos Processos nº /09-23 e /09-33; resolve: Art. 1º - Homologr o resultdo do Concurso Público de Provs e Títulos, objetivndo o preenchimento de vg pr o Crgo de Professor Efetivo, Nível I, conforme Editl nº. 041/2009, publicdo no D.O.U. em 13/07/2009, pr o Núcleo de Ciêncis Contábeis do Cmpus Universitário "Prof. Alberto Crvlho", cuj Mtéri de Ensino, Crgo, Regime de Trblho, cndidtos provdos e médi finl estão relciondos n ordem que se segue: Mtéri de Ensino: Contbilidde brngendo s Disciplins: Contbilidde Tributári I e II; Auditori I e II; Auditori Fiscl; Auditori Governmentl; Contbilidde Gerl I e II; Contbilidde Aplicd à Administrção I e II; Contbilidde Comercil; Contbilidde do Terceiro Setor; Contbilidde Ambientl; Étic Gerl e Profissionl de Contbilidde; Pesquis em Contbilidde; Teori Contábil e Obrigções e Rotins Fiscis. Crgo: Assistente RT: 40 (qurent) hors 1º lugr: João Alves Crvlho Filho - 60,67. Mtéri de Ensino: Contbilidde brngendo s Disciplins: Contbilidde Públic I e II, Auditori I e II, Auditori Fiscl; Auditori Governmentl; Contbilidde Gerl I e II; Contbilidde Aplicd à Administrção I e II; Contbilidde Interncionl; Contbilidde Avnçd; Étic Gerl e Profissionl de Contbilidde; Pesquis em Contbilidde; Teori Contábil e Prátics e Rotins Contábeis. Crgo: Assistente RT: 40 (qurent) hors 1º lugr: Silvi Luíz Almeid Correi - 63,60. Art. 2º - Est Portri entrrá em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. JOSUÉ MODESTO DOS PASSOS SUBRINHO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ ATO 1.735, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ, no uso de sus tribuições legis e, considerndo o Memo nº. 503/09- PRAD/DRH/DAP/SR; resolve: 1. No Ato d Reitori n. 1307/09, de , publicdo no D.O.U. de , referente à Homologção do Concurso Público de Provs e Títulos pr Crreir de Mgistério Superior, em regime de Dedicção Exclusiv, onde se lê: CÍCERO MAR- GEBIO GOMES TORRES; lei-se: CÍCERO MAGERBIO GOMES TORRES, e onde se lê: PAULINNE JUNQUEIRA SILVA ANDER- SEN STRINI; lei-se: PAULINNE JUNQUEIRA SILVA ANDRE- SEN STRINI. 2. No Ato d Reitori n. 531/09, de , publicdos no D.O.U. de , referente à Homologção do Concurso Público de Provs e Títulos pr Crreir de Mgistério Superior, em regime de Dedicção Exclusiv, onde se lê: ARTEMISIA CAL- DAS DE SOUZA; lei-se: ARTEMISIA CALDAS SOUZA. 3. No Ato d Reitori n. 998/09, de , publicdos no D.O.U. de , referente à Homologção do Concurso Público de Provs e Títulos pr Crreir de Mgistério Superior, em regime de Dedicção Exclusiv, onde se lê: MARIANA DE MORAES SOUSA; lei-se: MARIANA DE MORAIS SOUSA. 4. No Ato d Reitori n. 492/09, de , publicdos no D.O.U. de , referente à Homologção do Concurso Público de Provs e Títulos pr Crreir de Mgistério Superior, em regime de Dedicção Exclusiv, onde se lê: ELIANA DE SOUSA ALENCAR; lei-se: ELIANA DE SOUSA ALENCAR MARQUES. LUIZ DE SOUSA SANTOS JÚNIOR pelo código FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO AMAZONAS 2.426, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A REITORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMA- ZONAS usndo ds tribuições conferids por Decreto de 12 de junho de 2009, publicdo no Diário Oficil d União de 15/6/2009, resolve: I - HOMOLOGAR o resultdo do processo seletivo objeto do Aviso de Seleção nº 014/2009, conforme segue: Unidde Deprtmentção Disciplin Cndidto Clssific- FCA Ciêncis Eng. Aplicd Dnniel Roch Bevilqu 1º Pesqueirs Aquicultur e Desenho pr Instlções Aquícols Produção Métodos e Melhormento de Crvlho Esú Aguir 1º Animl e Ve g e t l Plnts ISB - Português Instrumentl Lim Benion de 1º Neto MÁRCIA PERALES MENDES SILVA FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO 56, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Constituição Federl de Art. 214; Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996; Lei Nº.172, de 9 de jneiro de 2001; Lei Nº , de 6 de fevereiro de Lei nº , de 14 de gosto de 2008; Lei nº , de 30 de dezembro de 2008; Resolução 3/97 - CNE Estbelece orientções e diretrizes pr concessão e o pgmento de bolss de estudo no âmbito do Progrm Escol Ativ, voltdo à formção continud de professores em efetivo exercício do mgistério com tução nos nos ou séries iniciis do ensino fundmentl em clsses multisserids, durnte o período de implntção ncionl do Progrm, nos exercícios de 2009 e 20. O PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO DO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO (CD/FNDE), no uso ds tribuições legis que lhe são conferids pelo rt. 14 do Decreto nº 6.319, de 20 de dezembro de 2007, republicdo no Diário Oficil d União de 2 de bril de 2008 e os rtigos 3, 5 e 6 do nexo d Resolução/CD/FNDE N 31, de 30 de setembro de 2003, CONSIDERANDO o compromisso do Ministério d Educção em relizr, em prceri com os estdos e os municípios, progrms de formção pr todos os professores em exercício, utilizndo tmbém, pr isto, os recursos d educção distânci (LDB - Lei N 9.394/96, Art. 87, 3, inciso III); CONSIDERANDO que Lei de Diretrizes e Bses d Educção Ncionl (Lei N 9394/96), define, no seu Artigo 63, que os institutos superiores de educção deverão mnter "progrms de formção continud pr os profissionis d educção dos diversos níveis"; CONSIDERANDO que "os sistems de ensino promoverão vlorizção dos profissionis d educção, ssegurndo-lhes, inclusive nos termos dos esttutos e dos plnos de crreir do mgistério público, perfeiçomento profissionl continudo" (LDB - Lei N 9.394/96, Artigo 67, inciso II); CONSIDERANDO que os sistems de ensino "envidrão esforços pr implementr progrms de desenvolvimento profissionl dos docentes em exercício, incluíd formção em nível superior em instituições credencids, bem como em progrms de perfeiçomento em serviço" (Resolução 3/97 - Conselho Ncionl de Educção); CONSIDERANDO que Constituição Federl de 1988 estbelece que o PNE deverá elevr o pdrão mínimo de qulidde do ensino no pís; CONSIDERANDO os bixos índices presentdos por lunos de turms multisserids do ensino fundmentl séries/nos iniciis; e CONSIDERANDO que o Progrm Escol Ativ prevê ofert de curso de formção continud pr professores-formdores, em âmbito ncionl, e pr professores-multiplicdores em âmbito do Distrito Federl, dos estdos e municípios, durnte o período de implntção Ncionl do Progrm. Resolve, "Ad Referendum": Art. 1 Aprovr os critérios e s norms pr concessão e pgmento de bolss de estudo e pesquis durnte o período de implntção ncionl do Progrm Escol Ativ, nos exercícios de 2009 e 20, nos termos dest Resolução e d Lei Nº , de 6 de fevereiro de I - DO PROGRAMA E SEUS PARTICIPANTES: Art. 2. O Progrm Escol Ativ é destindo clsses multisserids de escols situds em áres ruris e combin um série de elementos e instrumentos de cráter pedgógico, socil e de gestão escolr, visndo: I - melhorr qulidde do desempenho escolr em clsses multisserids ds escols do cmpo; II -poir os sistems estduis e municipis de ensino n melhori d educção ns escols do cmpo com clsses multisserids, oferecendo diversos recursos pedgógicos e de gestão; III - fortlecer o desenvolvimento de proposts pedgógics e metodologis dequds clsses multisserids; IV - proporcionr formção continud pr os educdores envolvidos no Progrm com bse em proposts pedgógics e princípios políticos pedgógicos voltdos às especificiddes do cmpo; V - publicr, dquirir e distribuir mteriis pedgógicos que sejm propridos pr o desenvolvimento d propost pedgógic; VI - tender s escols de todos os municípios que derirm o Progrm Escol Ativ no Plno de Ação Articuld (PAR), Decreto n o 6.094, de 27 de bril de 2007 e lterções posteriores, ou que estejm incluídos nos Territórios d Ciddni, instituídos pelo Decreto n o 38, de 25 de fevereiro de Art. 3. O Progrm cont com os seguintes componentes metodológicos: I - Cdernos de Ensino-Aprendizgem: livros por disciplins (Português, Mtemátic, Históri, Geogrfi, Ciêncis e Alfbetizção) específicos pr educndos com finlidde de mplir o conhecimento que o luno já possui cerc do conteúdo ser estuddo, proximndo versão socil d versão escolr e cdernos de orientções pedgógics por disciplin pr o educdor com o objetivo de poiá-lo qunto o uso do mteril, presentndo sugestões de como encminhr s tividdes em sl de ul; II - Cntinhos de Aprendizgem: espços interdisciplinres nos quis são reunidos mteriis de pesquis, subsídios pr s uls fim de propicir experimentção, comprção e socilizção de conhecimentos. Devem ser montdos pelos educndos, educdores e comunidde, com cervo de livros, plnts, informções sobre nimis, objetos socioculturis relciondos à cultur locl e às áres de conhecimento; III - Colegido Estudntil: coletivo de representntes dos educndos, orgnizdos pr fortlecer prticipção destes e d comunidde fvorecendo gestão democrátic n escol. Su função é estimulr uto-orgnizção, tomd de decisões coletivs, o comndo, execução e gestão de trefs, ssim como coordenção de reuniões. O Colegido Estudntil terá su representção no Conselho Escolr, que reúne educdores e comunidde, conforme previsto n LDB (Lei nº 9.394/96); IV - Escol e Comunidde: como prte d comunidde, escol deve procurr profundr su inserção n mesm, por meio de tividdes curriculres relcionds à vid diári, o mbiente nturl e socil, à vid polític e às condições mteriis dos educndos e d comunidde. São, portnto, necessáris estrtégis curriculres que não se limitem os conhecimentos relciondos às vivêncis do educndo e d comunidde, ms que tmbém trtem d formção humn como um todo. Art. 4º Pr trblhr rticuldmente com os componentes curriculres, o Progrm oferece formção continud os professores-multiplicdores (tutores), responsáveis pel formção dos educdores ds clsses multisserids, em um curso de 240 (duzents e qurent) hors: I - o curso é dividido em 6 (seis) módulos de 40 (qurent) hors cd; II - o finl de cd módulo, os professores-multiplicdores devem presentr um propost de trblho ser desenvolvid junto os educdores ds clsses multisserids de su rede de ensino. 1º A formção dos professores-multiplicdores ntecede à formção dos professores ds clsses multisserids. 2º A prtir do segundo módulo, pr prosseguir com su formção, o professor multiplicdor deverá presentr um reltório sobre o trblho que relizou junto os educdores ds clsses multisserids prtir d propost que elborou no módulo nterior. 3º Ao desenvolverem seu trblho como professores-multiplicdores dos educdores, frão jus bols de estudo e pesquis, nos termos d Lei nº /2006. Art 5 São gentes do Progrm Escol Ativ: I - Secretri de Educção Continud Alfbetizção e Diversidde do Ministério d Educção (SECAD/MEC), gestor do Progrm; II - o Fundo Ncionl de Desenvolvimento d Educção (FNDE/MEC), órgão vinculdo o Ministério d Educção e responsável pelo pgmento ds bolss no âmbito do Progrm; III - Secretris Estduis e Municipis de Educção, responsáveis pel execução do Progrm; e IV - Instituições Públics de Ensino Superior (IPES), responsáveis por ofertr os cursos do Progrm Escol Ativ. Art. 6º Aos gentes do Progrm Escol Ativ cbem s seguintes responsbiliddes: I - à Secretri de Educção Continud Alfbetizção e Diversidde do Ministério d Educção (SECAD/MEC) compete: ) coordenr e monitorr implntção do Progrm em âmbito ncionl; b) elborr s diretrizes e os critérios pr orgnizção dos cursos de formção continud; c) grntir os recursos finnceiros pr formção dos professores-multiplicdores e pr o pgmento ds bolss durnte o período de implntção do Progrm; d) fornecer os kits pedgógicos necessários pr s tividdes escolres do Progrm; e) orgnizr e mnter um sistem de gestão do Progrm, em prceri com os estdos e os municípios.

15 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN f) definir, em conformidde com s diretrizes do Progrm e d Lei n o /2006, os critérios serem plicdos pels secretris estduis e municipis de Educção n seleção dos bolsists; g) responsbilizr-se pel produção, impressão, reprodução e distribuição dos mteriis escritos, videográficos e outros, necessários à implementção e à divulgção do Progrm e à relizção dos cursos de formção; h) definir clendário dos cursos de formção em conjunto com s Secretris Estduis e Municipis de Educção e Instituições Públics de Ensino Superior; i) coordenr e monitorr concessão de bolss no âmbito do Progrm, por meio de sistems informtizdos específicos e de instrumentos que considerr propridos, pr o compnhmento e vlição d consecução ds mets físics do Progrm; j) fornecer o FNDE/MEC s mets nuis do Progrm e su respectiv previsão de desembolso, bem como, estimtiv d distribuição mensl de tis mets e dos recursos finnceiros destindos o pgmento ds bolss; k) instituir, por Portri do dirigente d SECAD/MEC, o gestor responsável por efetivr certificção digitl dos cdstros e ds utorizções de pgmento de bolss serem encminhdos o FNDE por meio do Sistem de Gestão de Bolss (SGB), sistem informtizdo específico pr pgmento ds bolss; l) encminhr o FNDE, por meio do SGB, os cdstros dos bolsists, contendo os seguintes ddos: número d Crteir de Identidde (RG), número do registro no Cdstro de Pessos Físics (CPF), nome d mãe, dt de nscimento, endereço residencil ou profissionl com indicção do birro, cidde e estdo, número do Código de Endereçmento Postl (CEP) bem como nome e número d gênci do Bnco do Brsil S/A onde os recursos deverão ser creditdos; m) monitorr e homologr s solicitções de pgmentos os bolsists registrds no SGB pelos gestores responsáveis pelo Progrm ns IPES; n) gerr e encminhr o FNDE/MEC, por meio do SGB, os lotes mensis dos bolsists ptos receber o pgmento ds bolss, utorizdos por certificção digitl; o) notificr o bolsist em cso de restituição de vlores recebidos indevidmente; p) encminhr o FNDE/MEC, por meio de ofício, s eventuis solicitções de lterção de ddos cdstris dos bolsists; q) solicitr oficilmente o FNDE interrupção ou o cncelmento do pgmento de bolss, ou substituição do beneficiário, qundo for o cso; e r) informr tempestivmente o FNDE quisquer normliddes que possm contecer no decorrer do cumprimento dest Resolução. II - o Fundo Ncionl de Desenvolvimento d Educção (FNDE/MEC) compete: ) elborr, em comum cordo com SECAD/MEC, os tos normtivos reltivos o pgmento de bolss de estudo e pesquis durnte o período de implntção do Progrm Escol Ativ; b) providencir bertur, em gênci do Bnco do Brsil S/A indicd pelo bolsist, d cont-benefício específic pr cd um dos beneficiários cujos cdstros pessois lhe sejm encminhdos pel SECAD/MEC, por intermédio do SGB; c) efetivr o pgmento mensl ds bolss de estudo e pesquis no âmbito do Progrm, depois de tendids pel SECAD/MEC s obrigções estbelecids nest Resolução; d) monitorr o pgmento de bolss junto o Bnco do Brsil S/A; e) suspender o pgmento d bols sempre que ocorrerem situções que justifiquem medid, inclusive por solicitção d SE- CAD/MEC; f) envir reltórios periódicos à SECAD/MEC sobre os pgmentos ds bolss; g) prestr informções à SECAD/MEC sempre que for solicitdo; e h) divulgr informções sobre o pgmento ds bolss no sítio eletrônico III- às Secretris Estduis de Educção compete: ) ssinlr o termo de desão o Progrm Escol Ativ, concordndo em ssumir s responsbiliddes que lhes cbem no desenvolvimento do Progrm; b) coordenr, compnhr e executr s tividdes em su áre de brngênci; c) elborr cronogrm pr relizção dos encontros de formção; d) proceder à seleção de 2 (dois) profissionis pr decisões de cráter dministrtivo e logístico (supervisor de curso), colocndoos à disposição do Progrm pr grntir condições dequds de desenvolvimento ds ções e tividdes em su áre de brngênci; e) selecionr um professor-multiplicdor por té 25 (vinte e cinco) escols de su rede e grntir que este disponh de crg horári suficiente pr que prticipe de su própri formção e relize formção e compnhmento dos educdores de su rede; f) responsbilizr-se pelos custos de trnsporte do professormultiplicdor de su rede pr prticipção nos cursos de formção e nos seminários de compnhmento e vlição; g) receber os mteriis referentes os cursos de formção e responsbilizr-se por su entreg os cursists; h) plnejr e compnhr formção dos professores-multiplicdores junto com s IPES; i) compnhr, nos municípios de su áre de brngênci, formção dos educdores; e j) relizr o compnhmento e monitormento nos municípios que derirm o Progrm Escol Ativ no Estdo, bem como mnter tulizdo o sistem de monitormento e vlição; IV - às Instituições Públics de Ensino Superior (IPES) compete: EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código ) selecionr professores (municipis, estduis, distritis e de movimentos sociis) formdos n metodologi do Progrm, ptos serem dmitidos como professores formdores; b) oferecer e coordenr formção e orientr os professoresformdores pr turem nos momentos presenciis com os cursists e pr relizrem o compnhmento ds turms distânci; c) indicr 2 (dois) gestores responsáveis pelo Progrm n IPES, obrigtorimente professores efetivos d instituição, e encminhr à SECAD/MEC os ddos cdstris desses gestores e su concordânci no desempenho d função; d) construir e mnter tulizdo um bnco de ddos com informções sobre os professores-formdores e professores-multiplicdores; e) grntir que todo professor-formdor e professor-multiplicdor seleciondo ssine dus vis do Termo de Compromisso do Bolsist com o Progrm (Anexo I dest Resolução), envindo um dels à SECAD/MEC e mntendo outr vi rquivd, como determin o Art. 26 dest Resolução; f) certificr os professores-formdores e professores-multiplicdores; g) compnhr e monitorr frequênci dos professoresmultiplicdores nos cursos de formção e envir à SECAD/MEC, por intermédio do Sistem de Gestão de Bolss (SGB), o cdstro pessol dos bolsists, bem como listgem mensl dos professores-formdores e professores-multiplicdores que estiverem ptos pr efeito de pgmento d bols conforme cronogrm ser estbelecido, encminhndo- tmbém por meio de ofício; h) promover vlição dos professores-formdores e professores-multiplicdores, em conjunto com s equipes ds Secretris de Educção; i) relizr o compnhmento técnico-pedgógico dos cursos de formção e mnter tulizdo o sistem de monitormento e vlição do Progrm; j) elborr e encminhr à SECAD/MEC os reltórios sobre os cursos de formção; k) informr, tempestivmente, à SECAD/MEC, qulquer substituição ou desistênci de qulquer professor-pesquisdor, professor-formdor, supervisor de curso ou professor-multiplicdor; l) envir ofício à SECAD/MEC solicitndo o pgmento ds bolss, compnhdo do reltório mensl de tividdes e d relção de bolsists utorizdos gerd pelo SGB. Prágrfo único. Os municípios que derirem individulmente o Progrm Escol Ativ deverão comprometer-se : ) selecionr um professor-multiplicdor por té 25 (vinte e cinco) escols de su rede pr ser o professor-multiplicdor do Progrm, preferencilmente do qudro efetivo; b) instituir um coordenção municipl pr trtr dos ssuntos fetos à educção do cmpo e, em prticulr, ds clsses multisserids que serão tendids pelo Progrm; c) ssessorr técnic e pedgogicmente os educdores ds escols em que o Progrm Escol Ativ for implntdo, por meio de compnhmento técnico às turms, reuniões e tividdes de formção em serviço pr os educdores, entre outrs tividdes; d) grntir formção continud e em serviço ds equipes escolres n metodologi do Progrm; e) grntir prticipção dos professores-multiplicdores n formção continud em serviço do Progrm; f) orgnizr e implementr menslmente os microcentros (o item foi sintetizdo); g) ssegurr o pdrão mínimo de funcionmento ds uniddes escolres com vists à grnti de um mbiente dequdo às tividdes educcionis; h) grntir à equipe técnic e formdor s condições necessáris de cesso às escols e s tividdes nos microcentros; e i) compnhr, monitorr e vlir o Progrm no âmbito locl. II - DA CONCESSÃO DAS BOLSAS Art. 7º As bolss de que trt ess Resolução serão concedids pel SECAD/MEC os professores d rede públic de ensino que tuem como professores-pesquisdores I e II, supervisores de curso, professores-formdores I e II e professores-multiplicdores (tutores) durnte o período de implntção do Progrm Escol Ativ e serão pgs pelo FNDE/MEC diretmente os beneficiários, por meio de crédito em cont-benefício bert em gênci do Bnco do Brsil S/A, indicd especificmente pr esse fim e medinte ssintur, pelo bolsist, de Termo de Compromisso (Anexo I) em que conste, dentre outros: I) utorizção pr o FNDE/MEC, conforme o cso, bloquer ou estornr vlores creditdos n cont-benefício, medinte solicitção diret o Bnco do Brsil S/A, ou proceder o desconto nos pgmentos subseqüentes, ns seguintes situções: ) ocorrênci de depósitos indevidos; b) determinção do Poder Judiciário ou requisição do Ministério Público; c) consttção de irregulriddes n comprovção d freqüênci do bolsist; e d) consttção de incorreções ns informções cdstris do bolsist. II) obrigção do bolsist de, inexistindo sldo suficiente n cont-benefício e não hvendo pgmentos futuros serem efetudos, restituir o FNDE/MEC, no przo de 15 (quinze) dis contr d dt do recebimento d notificção, os vlores creditdos indevidmente ou objeto de irregulridde consttd, n form previst no Art. 23 dest Resolução. Art. 8 As tribuições dos bolsists de que trt ess Resolução estão descrits no Anexo III dest Resolução. Art. 9 A seleção dos beneficiários ds bolss de estudo e pesquis prevists nest Resolução, relizd pels Secretris Estduis e Municipis de Educção e Instituições Públics de Ensino Superior, será precedid de divulgção públic pr cdstrmento dos interessdos que tenderem os seguintes requisitos: I - estr preferencilmente em efetivo exercício no mgistério d rede públic de ensino, ou estr vinculdo o Progrm Escol Ativ; II - ter disponibilidde pr cumprir crg horári mínim definid de cordo com s Diretrizes do Progrm; III - ter formção mínim em nível superior e experiênci de, no mínimo, um no no mgistério e em educção do cmpo ou no Progrm Escol Ativ; e IV - permnecer em exercício mntendo o vínculo com rede públic de ensino federl, estdul ou municipl durnte implntção do Progrm. Art.. Os critérios pr concessão, mnutenção, suspensão e cncelmento de pgmento ds bolss pr os beneficiários do Progrm Escol Ativ são determindos pel SECAD/MEC, de cordo com s diretrizes do Progrm. Art. 11. A vlição e expedição de certificdos pr os professores-formdores professores-multiplicdores são de responsbilidde ds IPES, de cordo com s Diretrizes do Progrm. III - DO PAGAMENTO DAS BOLSAS Art. 12. A título de bols de estudo e pesquis, durnte o período de implntção do Progrm o FNDE pgrá cd beneficiário, cumprids s tribuições constntes no Anexo II dest Resolução, os seguintes vlores: I - os professores-pesquisdores I ds IPES, com experiênci de 3 (três) nos no mgistério superior, receberão menslmente R$ 1.200,00 (um mil e duzentos reis), sendo o pgmento condiciondo à entreg dos reltórios referentes à coordenção dos módulos de formção em âmbito estdul e à provção desses reltórios pel SECAD/MEC; II - os professores-pesquisdores II ds IPES, com experiênci de 3 (três) nos no mgistério superior, receberão menslmente R$ 1.200,00 (um mil e duzentos reis), sendo o pgmento condiciondo à entreg dos reltórios referentes à coordenção dos módulos de formção em âmbito estdul e à provção desses reltórios pel SECAD/MEC; III - os professores-formdores I seleciondos pels IPES, com experiênci de 3 (três) nos no mgistério superior, receberão R$ 1.200,00 (um mil e duzentos), por um módulo de formção com crg horári totl de 0 (cem) hors, correspondendo 40 (qurent) hors pr plnejmento, 40 (qurent) hors pr execução do curso e 20 (vinte) hors pr elborção de reltório, sendo o pgmento condiciondo à entreg do reltório reltivo o desenvolvimento do respectivo módulo de formção junto cd turm de té 50 (cinqüent ) professores-multiplicdores; IV - os professores-formdores II seleciondos pels IPES, com formção mínim em nível superior e experiênci de 1 (um) no em mgistério ou vinculção progrm de pós-grdução de mestrdo ou doutordo, receberão té R$ 900,00 (novecentos), por um módulo de formção com crg horári totl de 0 (cem) hors, correspondendo 40 (qurent) hors pr plnejmento, 40 (qurent) hors pr execução do curso e 20 (vinte) pr elborção de reltório, sendo o pgmento condiciondo à entreg de reltório reltivos o desenvolvimento de respectivo módulo de formção junto cd turm de té 50 (cinqüent ) professores-multiplicdores; V - os supervisores de curso ds secretris estduis prceirs, com formção mínim em nível superior e experiênci de 1 (um) no em mgistério ou vinculção progrm de pós-grdução de mestrdo ou doutordo, receberão menslmente R$ 900,00 (novecentos reis), condiciondos à entreg de reltório sobre relizção dos cursos de formção dos professores-multiplicdores e sobre o compnhmento pedgógico os municípios; VI - os professores-multiplicdores (tutores), com formção em nível superior e experiênci de 1 (um) no em mgistério, receberão menslmente R$ 400,00 (qutrocentos reis), condiciondos à entreg de reltório sobre s tividdes de formção de professores e de compnhmento pedgógico relizdo. 1º. As bolss serão pgs os beneficiários do Progrm Escol Ativ durnte implntção do Progrm e por um período máximo de 12 (doze) meses (exceto no cso dos professores-formdores, cujo pgmento será feito por módulo de formção), podendo ser pgs por tempo inferior ou mesmo sofrer interrupção, desde que justificd. 2. O bolsist que não tender os critérios estbelecidos pr o curso e pr o Progrm, bem como descumprir s obrigções explicitds no Termo de Compromisso (Anexo I), terá suspenso o pgmento ds bolss ele destinds, temporári ou definitivmente, dependendo do cso. 3º. Não hverá renovção utomátic ds bolss, pois qulquer renovção depende de o professor ser seleciondo pr prticipr de um novo curso. Art. 13. Os professores-formdores somente frão jus o recebimento de um bols o mês, mesmo que venhm exercer formção em mis de um turm ou Estdo, no mesmo período. 1º. O recebimento d bols de que trt este rtigo vinculrá o professor-formdor o Progrm. 2º. O professor-formdor poderá vinculr-se mis de um progrm que conced bols de estudo e pesquis, porém receberá pens um ds bolss, quel de mior vlor monetário, conforme determin Lei N o / Art. 14. As bolss de estudo e pesquis serão pgs pelo FNDE/MEC diretmente o bolsist, por meio de crédito em contbenefício especificmente bert pr esse fim, em gênci do Bnco do Brsil S/A indicd entre quels cdstrds no SGB.

16 16 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 IV - DA ABERTURA E MOVIMENTAÇÃO DAS CON- TA S - B E N E F Í C I O Art. 15. As conts-benefício berts pelo FNDE/MEC ficrão bloqueds té que o bolsist compreç à gênci bncári onde cont foi bert e proced à entreg e à chncel dos documentos necessários à movimentção dos créditos, de cordo com s norms bncáris vigentes, e, ind, efetue o cdstrmento de su senh pessol e retire o crtão mgnético destindo o sque dos vlores depositdos título de bols. Art. 16. As conts-benefício depositáris dos vlores ds bolss são isents do pgmento de trifs bncáris sobre su mnutenção e movimentção, conforme previsto no Acordo de Cooperção Mútu firmdo entre o FNDE/MEC e o Bnco do Brsil S/A. Prágrfo único. A isenção de trifs brnge o fornecimento de um único crtão mgnético pr relizção de sques e consult sldos e extrtos d cont-benefício. Art. 17. Os sques e consult sldos e extrtos deverão ocorrer, exclusivmente, por meio de crtão mgnético, nos terminis de uto-tendimento do Bnco do Brsil S/A ou de seus correspondentes bncários, medinte utilizção de senh pessol e intrnsferível. Prágrfo único. O Bnco do Brsil S/A não fornecerá tlonário de cheques os bolsists, podendo, ind, restringir o número de sques, de depósitos e de consults sldos e extrtos. Art. 18. Excepcionlmente, qundo os múltiplos de vlores estbelecidos pr sques nos terminis de uto-tendimento forem incomptíveis com os vlores dos sques serem efetudos, o Bnco do Brsil S/A ctrá sques e consults nos cixs convencionis mntidos em sus gêncis bncáris. Art. 19. O bolsist que efetur movimentção de su contbenefício em descordo com o estbelecido nest Resolução ou solicitr emissão de segund vi do crtão mgnético ficrá sujeito o pgmento ds correspondentes trifs bncáris. Art. 20. Os créditos não scdos pelos bolsists no przo de dois nos pós dt do respectivo depósito, serão revertidos pelo Bnco do Brsil S/A em fvor do FNDE/MEC, que não se obrigrá novo pgmento sem que hj solicitção forml do beneficiário, compnhd d competente justifictiv e d nuênci dos gestores locl e ncionl do Progrm. 1º Ao FNDE, observds s condições estbelecids no inciso I do Art. 7º dest Resolução, é fcultdo estornr ou bloquer, conforme o cso, vlores creditdos n cont-benefício do bolsist, medinte solicitção diret o Bnco do Brsil S/A, ou proceder os descontos nos pgmentos futuros. 2º Inexistindo sldo suficiente n cont-benefício do bolsist pr efetivr o estorno ou o bloqueio de que trt o prágrfo nterior e não hvendo previsão de pgmento ser efetudo, o bolsist ficrá obrigdo restituir os recursos o FNDE, no przo de 15 (quinze) dis contr d dt do recebimento d notificção, de cordo com o inciso II do Art. 7º e n form previst no Art.23 dest Resolução. 3º Sendo identificds incorreções nos ddos cdstris d cont-benefício é fcultdo o FNDE dotr providêncis junto o Bnco do Brsil S/A, visndo regulrizção d situção, independentemente de utorizção do bolsist. Art. 21. As despess com execução ds ções prevists nest Resolução correrão por cont de dotção orçmentári consignd nulmente o FNDE/MEC, observndo limites de movimentção, empenho e pgmento d progrmção orçmentári e finnceir nul. V -- DA SUSPENSÃO DOS PAGAMENTOS E DA RE- VERSÃO DE VALORES Art. 22. O FNDE fic utorizdo suspender ou cncelr o pgmento de bols os bolsists qundo: I - houver substituição do bolsist ou o cncelmento de su prticipção no Progrm; II - forem verificds irregulriddes no exercício ds tribuições do bolsist; III - forem consttds incorreções ns informções cdstris do bolsist; e IV - for consttd freqüênci inferior à estbelecid pelo Progrm ou cúmulo indevido de benefícios. Art. 23. As devoluções de vlores decorrentes de pgmento efetudo pelo FNDE título de bolss, independentemente do fto gerdor que lhes derm origem, deverão ser efetuds em gênci do Bnco do Brsil S/A, medinte utilizção d Gui de Recolhimento d União (GRU), disponível no sítio eletrônico (no menu "Serviços"), n qul deverão ser indicdos o nome e o CPF do bolsist e ind: I - se devolução ocorrer no mesmo no do pgmento ds bolss e este não for decorrente de Restos Pgr inscritos pelo FNDE/MEC, deverão ser utilizdos os códigos no cmpo "Unidde Gestor", no cmpo "Gestão", no cmpo "Código de Recolhimento" e o código no cmpo "Número de Referênci" e, ind, mês e no que se refere bols ser devolvid no cmpo "Competênci"; II - se devolução for decorrente de Restos Pgr inscritos pelo FNDE/MEC ou de pgmentos de bolss ocorridos em nos nteriores o d emissão d GRU, deverão ser utilizdos os códigos no cmpo "Unidde Gestor", no cmpo "Gestão", no cmpo "Código de Recolhimento" e o código no cmpo "Número de Referênci" e, ind, mês e no que se refere bols ser devolvid no cmpo "Competênci". COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS pelo código Prágrfo único. Pr fins do disposto nos incisos I e II deste rtigo consider-se no de pgmento quele em que o respectivo crédito foi disponibilizdo n cont-benefício do bolsist, informção disponível no sítio eletrônico Art. 24. Incorreções n bertur ds conts-benefício ou nos pgmentos ds bolss cusds por informções flseds, prestds pelos bolsists qundo de seu cdstro ou pelo gestor do Progrm no teste d freqüênci às tividdes prevists, implicrão no imedito desligmento do responsável pel flsidde e no impedimento de su prticipção em qulquer outro progrm de bolss executdo pelo FNDE, no przo de cinco nos, independentemente de su responsbilizção civil e penl. VI - DA FISCALIZAÇÃO E DO ACOMPANHAMENTO Art. 25. A fisclizção do pgmento de bolss do Progrm Escol Ativ é de competênci d SECAD/MEC, do FNDE e de qulquer órgão do sistem de controle interno e externo d União, medinte relizção de uditoris, de inspeção e de nálise d documentção referente à prticipção dos beneficiários no Progrm. Art. 26. Os documentos que testm d prticipção dos beneficiários nos cursos oferecidos pelo Progrm deverão ser rquivdos pel SECAD/MEC e pel IPES pelo przo de 5 (cinco) nos, contr d dt d provção d prestção ou tomd de conts do FNDE, ficndo à disposição dos órgãos e entiddes d dministrção públic incumbidos d fisclizção e controle do Progrm. VII - DA DENÚNCIA Art. 27. Qulquer pesso, físic ou jurídic, poderá denuncir irregulriddes identificds no pgmento de bolss do Progrm, por meio de expediente forml contendo necessrimente: I - exposição sumári do to ou fto censurável, que possibilite su perfeit determinção; e II -identificção do responsável pel prátic d irregulridde, bem como dt do ocorrido. 1º Qundo denúnci for presentd por pesso físic, deverão ser fornecidos o nome legível e o endereço pr respost ou esclrecimento de dúvids. 2º Qundo o denuncinte for pesso jurídic (prtido político, ssocição civil, entidde sindicl etc), deverá encminhr cópi de documento que teste su constituição jurídic e fornecer, lém dos elementos referidos no 1º deste rtigo, o endereço d sede d representnte. Art. 28. As denúncis deverão ser dirigids à Ouvidori do FNDE, no seguinte endereço: I - se vi postl, Setor Bncário Sul - Qudr - Bloco F - Edifício FNDE - 5o ndr, Brsíli - DF, CEP: ; II - se vi eletrônic, [email protected]. Art. 29. Ficm provdos os Anexos I, II e III dest Resolução. Art. 30. Revog-se Resolução CD/FNDE N o 32, de 26 de junho de Art. 31. Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. FERNANDO HADDAD FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PROGRAMA ESCOLA ATIVA TERMO DE COMPROMISSO DE BOLSISTA LEI Nº /2006 Estou ciente, tmbém, de que bols recebid em descordo com s condições fixds, sem Justifictivs devidmente ceits pel SECAD/MEC e pelo FNDE, me obrig devolver, corrigidos, todos os vlores mim creditdos contr d consttção do descumprimento ds condições. A vigênci do presente Termo de Compromisso de Bolsist inicir-se-á n dt de / / e encerrr-se-á em / /, com finlizção ds tividdes do Progrm Escol Ativ. Locl e dt Assintur I ATRIBUIÇÕES DOS BOLSISTAS: 1-Pr estr pto receber bols do Progrm Escol Ativ, o professor-pesquisdor I d IPES deverá: I - ssinr o Termo de Compromisso do Bolsist (Anexo I) em que constm seus direitos e obrigções; II - prticipr dos cursos de formção continud promovidos pelo MEC; III - coordenr o Plnejmento, orgnizção e execução dos módulos de formção, juntmente com o supervisor de curso e professores-formdores; IV - selecionr professores-formdores pr relizção dos módulos de formção n metodologi do Progrm em conjunto com o professor pesquisdor II e supervisores de curso; V - coordenr s formções dos professores-multiplicdores; VI - compnhr o desenvolvimento dos módulos de formção dos professores de clsses multisserids presencilmente ou à distânci; VII - compnhr ssiduidde e prticipção dos professores-multiplicdores nos cursos de formção; VIII - promover vlição dos professores-formdores, em conjunto com s equipes ds secretris estduis de Educção; IX - relizr o compnhmento técnico-pedgógico dos cursos de formção; X - elborr e encminhr menslmente à SECAD/MEC os reltórios sobre os cursos de formção dos professores-multiplicdores; XI - solicitr menslmente, no SGB e por meio de ofício à SECAD/MEC, o pgmento os bolsists que estiverem ptos receber bols, compnhdo d listgem dos beneficiários, bem como de reltório sistemtizdo de tods s tividdes desenvolvids; XII - informr, tempestivmente, qulquer substituição ou desistênci de professor-formdor, por meio de ofício encminhdo à SECAD/MEC. 2-Pr estr pto receber bols do Progrm Escol Ativ, o professor pesquisdor II d IPES deverá: I - ssinr o Termo de Compromisso do Bolsist (Anexo I) em que constm seus direitos e obrigções; II- prticipr dos cursos de formção continud promovidos pelo MEC; III - selecionr professores-formdores pr relizção dos módulos de formção n metodologi do Progrm em conjunto com o professor-pesquisdor I e supervisores de curso; IV - grntir s condições necessáris pr relizção ds etps de cd módulo formtivo nos estdos; V - construir e mnter tulizdo um bnco de ddos com informções sobre os professores-formdores e supervisores de curso e professores multiplicdores; VI - providencir certificção dos professores-multiplicdores; VII - cdstrr professores-formdores, supervisores de curso e professores-multiplicdores e testr frequênci dos bolsists nos lotes de pgmento bertos no SGB; VIII - grntir que todo professor-formdor, supervisor de curso e professor-multiplicdor ssine seu Termo de Compromisso do Bolsist (Anexo I) em dus vis, envindo um dels à SECAD/MEC e mntendo outr vi rquivd; De cordo com os termos estbelecidos ns norms do Progrm Escol Ativ bem como d Resolução de que este documento é nexo, eu (nome), nscido em / /, portdor do CPF nº, d Crteir de Identidde nº (expedid por (órgão expedidor), em / / ), mordor no endereço lição IX - mnter tulizdo o sistem de monitormento e v- do Progrm. CEP (telefones:, 3-Pr estr pto receber bols do Progrm Escol e- Ativ, o professor- formdor I e II deverá: mil ), comprometo-me I - ssinr o Termo de Compromisso do Bolsist (Anexo I) relizr s tividdes prevists no curso de formção continud de em que constm seus direitos e obrigções; professores-formdores do Progrm Escol Ativ, n função de II - prticipr do curso de formção continud do Progrm,, bem como ctr s seguintes condições: nejndo, conduzindo e vlindo tividdes de formção dos pro- desenvolvendo plicção dos conhecimentos de cd módulo, pl- - dedicr-me com finco às tividdes do Progrm Escol fessores-multiplicdores; Ativ; III - encminhr à IPES solicitção de pgmento de su - não cumulr mis de um bols de estudo e pesquis bols, compnhd do(s) respectivo(s) reltório(s) do módulo de formção desenvolvido junto os professores-multiplicdores; regid pel Lei no /2006; IV - tur nos momentos presenciis com os cursists; - estr em efetivo exercício no mgistério n rede públic de 4-Pr estr pto receber bols do Progrm Escol ensino; Ativ, o supervisor de curso d Secretri de Educção, deverá: - fornecer os documentos comprobtórios dos requisitos pr I - ssinr o Termo de Compromisso do Bolsist (Anexo I) minh inscrição e permnênci nos cursos de formção, sempre que em que constm seus direitos e obrigções; solicitdo; e II - prticipr do plnejmento do curso de formção continud, relizndo tods s tividdes prevists, quis sejm: - informr lterções em meus ddos cdstris e mudnçs ns minhs condições pr inscrição e permnênci no curso de ) prticipr ds etps de plnejmento, execução e vlição de cd módulo formtivo com s IPES; formção do Progrm Escol Ativ. Estou ciente de que o pgmento d bols poderá ser utomticmente b) compnhr relizção dos módulos de formção vlindo interrompido cso não sej cumprid qulquer ds condições estbelecids neste Termo de Compromisso. tução dos professores multiplicdores ns tividdes de formção;

17 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN III - encminhr menslmente reltório ds tividdes desenvolvids IPES que estiver vinculdo; IV - compnhr o desenvolvimento do Progrm Escol Ativ n rede estdul e poir o compnhmento e desenvolvimento do progrm n rede municipl do seu estdo; V - relizr o compnhmento técnico-pedgógico dos cursos de formção nos municípios e mnter tulizdo o sistem de monitormento e vlição do Progrm; VI - construir e mnter tulizdo um bnco de ddos dos municípios que desenvolvem o Progrm Escol Ativ (rede municipl e rede estdul). 5-Pr estr pto receber bols do Progrm Escol Ativ o professor-multiplicdor (tutor) d rede municipl ou estdul deverá: Ddos do bolsist (*) Cmpos obrigtórios CPF* NOME* UF Nturlidde* Município nturlidde* Dt de nscimento* Estdo civil* Nome do cônjuge Nome do pi Nome d mãe* Ddos Bncários Estdo* Município de tução* Nr d gênci do Bnco do Brsil* Formção Curso de grdução* Dt de inicio* Dt de término* Experiênci Instituição de tução* C rg o * Dt de dmissão n instituição de ensino* Documentos Tipo * Identidde* Dt de expedição* Órgão expedidor* Endereço Ti p o * CEP* Logrdouro* Birro* Complemento* Te l e f o n e s II FICHA DE CADASTRAMENTO DE BOLSISTA EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código I - ssinr o Termo de Compromisso do Bolsist (Anexo I) em que constm seus direitos e obrigções; II - prticipr do curso de formção continud, relizndo tods s tividdes prevists, quis sejm: ) prticipr ds etps referentes cd módulo formtivo; b) desenvolver plicção dos conhecimentos de cd módulo, plnejndo, conduzindo e vlindo tividdes de formção dos professores ds escols de clsses multisserids; III - encminhr menslmente reltório ds tividdes desenvolvids à SEDUC e IPES que estiver vinculdo; IV - relizr o compnhmento técnico-pedgógico ns escols ele designds e mnter tulizdo o sistem de monitormento e vlição do Progrm. ( ) Solteiro ( ) Csdo ( ) Seprdo ( ) Divorcido ( ) Viúvo ( ) União estável Ti p o * ( )Residencil ( ) Comercil ( ) Celulr Número ( ) Ti p o ( )Residencil ( ) Comercil ( ) Celulr Número ( ) E-mil* Período de pgmento Mês do início de recebimento* Mês do término de recebimento* Quntidde de bolss* (NOME DO BOLSISTA) ( A S S I N AT U R A ) (Locl e dt) De cordo: (NOME DO COORDENADOR GERAL) (NOME DO DIRETOR OU REITOR DA INSTITUIÇÃO) RESOLUÇÃO 57, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Estbelece orientções e diretrizes pr o pgmento de bolss de estudo e de pesquis os prticipntes do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic, no âmbito do Ministério d Educção. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Constituição Federl de rt. 214; Lei Complementr nº 1, de 04 de mio de 2000; Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996; Lei nº.172, de 9 de jneiro de 2001; Lei nº , de 6 de fevereiro de 2006; Lei nº 11.5, de 11 de julho de 2007; Lei nº , de 14 de gosto de 2008; Lei nº , de 30 de dezembro de 2008; Precer nº 1/03 do CNE; Portri nº 145, de 11 de fevereiro de O PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO DO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE, no uso de sus tribuições legis, conferids pelo rt. 14, do Cpítulo V, Seção IV, do Anexo I do Decreto nº 6.319, de 20 de dezembro de 2007, republicdo no DOU de 2 de bril de 2008, e os rtigos 3º, 5º e 6º do Anexo d Resolução CD/FNDE nº 31, de 30 de setembro de CONSIDERANDO que Constituição Federl, em seu rtigo 214, estbelece que o Plno Ncionl de Educção dev elevr o nível d qulidde do ensino no pís; CONSIDERANDO que o direito à educção escolr se constitui como dimensão fundnte d ciddni, estndo reconhecido em diversos documentos de cráter ncionl e interncionl; CONSIDERANDO os objetivos do Plno de Desenvolvimento d Educção (PDE), de promover melhori d qulidde d educção básic públic e expndir e interiorizr ofert de cursos e progrms de formção de professores no pís; CONSIDERANDO o desfio de lcnçr, em 22, um nível de desenvolvimento d educção básic equivlente à médi dos píses integrntes d Orgnizção pr Cooperção e o Desenvolvimento Econômico (OCDE); CONSIDERANDO que os resultdos d vlição de desempenho relizd pelo Sistem de Avlição d Educção Básic (SAEB) estão muito quém do ptmr mínimo desejável, determinndo urgênci de investir esforços e recursos pr melhorr qulidde ds escols de Ensino Fundmentl e Ensino Médio; CONSIDERANDO que os indicdores educcionis evidencim que melhori d qulidde d educção depende de mneir integrd, tnto de ftores internos qunto de ftores externos que impctm do processo ensino prendizgem; CONSIDERANDO necessidde de se construir um processo de formção de gestores escolres, que contemple concepção do cráter público d educção e busc de su qulidde socil, bsed nos princípios d gestão democrátic, olhndo escol n perspectiv d inclusão socil e d emncipção humn; e CONSIDERANDO necessidde de estbelecer norms e diretrizes pr concessão de bolss de estudo e pesquis, no âmbito do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic. Resolve, "AD REFERENDUM": Art. 1º Estbelecer s orientções, os critérios e s norms pr o pgmento de bolss de estudo e de pesquis prticipntes do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic, implementdos pel Secretri de Educção Básic do Ministério d Educção (SEB/MEC), prtir do exercício de 2009, de cordo com Lei N o / I - DO PROGRAMA, SEUS AGENTES E PARTICIPAN- TES Art. 2º O Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic vis contribuir com formção efetiv de gestores educcionis ds escols públics, de modo colborr pr melhori d qulidde do ensino d Educção Básic, por meio d ofert de cursos, n modlidde de educção distânci. Art. 3º As bolss de estudo e de pesquis de que trt est Resolução serão concedids os prticipntes do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic desde que os entes federdos os quis os tis prticipntes estejm vinculdos tenhm feito su desão o Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic, medinte celebrção de instrumento com instituições de ensino superior (IES) em que constem os correspondentes direitos e obrigções. Art. 4º São gentes do Progrm: I - Secretri de Educção Básic do Ministério d Educção (SEB/MEC); II - Secretri de Educção Distânci do Ministério d Educção (SEED/MEC); III - o Fundo Ncionl de Desenvolvimento d Educção (FNDE); IV - instituições de ensino superior (IES); V - secretris estduis, municipis e do Distrito Federl de Educção. Art. 5º São obrigções dos gentes: I - d Secretri de Educção Básic do Ministério d Educção (SEB/MEC): )coordenr o Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic em nível ncionl; b)elborr s diretrizes geris e os critérios pr orgnizção dos cursos em gestão escolr;

18 18 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 c)grntir os recursos finnceiros pr elborção dos mteriis; d)definir, em conformidde com s diretrizes do Progrm, os critérios pr seleção dos bolsists serem plicdos pels secretris de Educção estduis, municipis e do Distrito Federl, em prceri com s IES públics que ofertrem os cursos em gestão escolr, n modlidde de educção distânci. e)elborr propost técnic, pedgógic e finnceir; f)definir estrtégis de implementção, gerencimento, compnhmento e vlição do Progrm; g)rticulr os tores envolvidos diret e indiretmente n gestão dos cursos em gestão escolr; h)orgnizr os cursos em prceri com o Grupo de Trblho Interinstitucionl Ncionl (GTIN), constituído por entiddes educcionis; i)efetivr tividdes gerenciis necessáris à execução; j)monitorr e vlir s tividdes ns uniddes federtivs prticipntes; k)responsbilizr-se pel produção, impressão e reprodução dos mteriis escritos e impressos, videográficos e outros necessários à implementção e divulgção do Progrm; l)providencir distribuição pr s IES do mteril produzido no âmbito do Progrm; m)trnsferir recursos finnceiros pr vibilizr ofert dos cursos em gestão escolr; n)definir clendário ncionl dos cursos; o)promover encontros ou seminários; p)prestr cooperção técnic às IES, secretris de educção e uniddes estduis d União Ncionl dos Dirigentes Municipis de Educção (UNDIME); q)responsbilizr-se pelo compnhmento d execução do objeto do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic; r)notificr o Tribunl de Conts d União, conforme o cso, eventuis irregulriddes no decorrer d execução; s)instituir comissão de compnhmento, integrd por representntes d SEB/MEC, definindo sus tribuições; II - d Secretri de Educção à Distânci (SEED/MEC): )fornecer o FNDE s mets nuis do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic e su respectiv previsão de desembolso, bem como estimtiv d distribuição mensl de tis mets e dos recursos finnceiros destindos o pgmento de bolss; b)grntir os recursos finnceiros pr o pgmento ds bolss; c)instituir, por portri, o gestor ncionl do Progrm, que será responsável por efetivr certificção digitl dos cdstros e ds utorizções pr pgmento de bolss serem encminhdos o FNDE por meio do SGB, sistem informtizdo específico pr o pgmento de bolss; d)encminhr o FNDE/MEC, por meio do SGB, os cdstros dos bolsists, contendo os seguintes ddos: número d Crteir de Identidde (RG), número do registro no Cdstro de Pessos Físics (CPF), nome d mãe, dt de nscimento, endereço residencil ou profissionl, com indicção do birro, cidde e estdo, número do Código de Endereçmento Postl (CEP), nome e número d gênci do Bnco do Brsil S/A onde os recursos deverão ser creditdos; e)monitorr e vlidr por certificção digitl s solicitções de pgmentos os bolsists, registrds no SGB pelos gestores responsáveis pelo Progrm em cd um ds IES envolvids; f)encminhr o FNDE/MEC, por meio de ofício, eventuis solicitções de lterção de ddos cdstris de bolsists, devidmente justificds; g)solicitr oficilmente o FNDE interrupção ou cncelmento do pgmento de bolss ou substituição do beneficiário, qundo for o cso; h)notificr o bolsist em cso de restituição de vlores recebidos indevidmente; e i)informr tempestivmente o FNDE sobre quisquer normliddes que possm ocorrer no decorrer do cumprimento dest Resolução. III- do Fundo Ncionl de Desenvolvimento d Educção (FNDE): )elborr, em comum cordo com SEB e com SE- ED/MEC, os tos normtivos reltivos o pgmento de bolss de estudo e pesquis no âmbito Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic; b)providencir bertur, no Bnco do Brsil S/A, em gênci indicd pelo bolsist, de cont-benefício específic pr cd um dos beneficiários do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic cujos cdstros pessois lhe sejm encminhdos pel SEED/MEC por intermédio do SGB; c)efetivr o pgmento mensl ds bolss concedids no âmbito do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic, depois de tendids pel SEB e pel SEED/MEC s obrigções estbelecids nest Resolução; d)suspender o pgmento ds bolss sempre que ocorrerem situções que justifiquem medid, inclusive por solicitção d SEB ou d SEED/MEC; e)mnter o SGB em operção pr possibilitr o cdstrmento dos bolsists e solicitção de pgmento ds bolss por prte dos gestores locis, bem como homologção ds informções por prte do gestor ncionl do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic; f)monitorr o pgmento de bolss junto o Bnco do Brsil S/A; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS pelo código g)fornecer reltórios periódicos sobre o pgmento de bolss à SEB e à SEED/MEC; h)prestr informções à SEB e à SEED/MEC sempre que solicitds; i)divulgr informções sobre o pgmento ds bolss no sítio eletrônico IV - ds instituições de ensino superior: ) tendids s determinções do rt. 3º dest Resolução, bem como do perfil exigido pr prticipção no curso, selecionr os bolsists que desempenhrão s funções de coordendor-gerl, coordendor-djunto e formdor do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic bem como, em prceri com s secretris de Educção estduis, municipis e do Distrito Federl, selecionr os professores que ssumirão s funções de supervisor de curso e tutor, que devem ter vínculo com respectiv rede de ensino; b) relizr o compnhmento técnico pedgógico dos cursos em gestão escolr; c) orientr os prticipntes pr turem nos cursos em gestão escolr; d) cdstrr e mnter tulizdos os ddos pessois dos prticipntes, encminhndo-os à Comissão de Acompnhmento; e) indicr oficilmente o coordendor-gerl do Progrm n IES que, n qulidde de gestor locl, será responsável por testr tods s informções prestds, o que inclui os ddos cdstris dos bolsists, bem como por solicitr, por meio do SGB, o pgmento mensl os beneficiários que estiverem ptos receber bols; f) indicr oficilmente o coordendor-gerl substituto que será responsável por ssessorr e substituir o titulr do Progrm n IES nos seus fstmentos legis; g) envir ofício à SEED/MEC encminhndo menslmente listgem nominl dos bolsists pr os quis foi solicitdo o pgmento de bolss no SGB; h) encminhr à Comissão de Acompnhmento, té o primeiro di útil do mês, o Reltório de Ocorrêncis que indique permnênci, suspensão ou cncelmento do pgmento os destintários ds bolss; i) mnter os registros ds informções necessáris o controle dos cursos, bem como do Termo de Compromisso e d freqüênci dos prticipntes, pr verificção periódic pel SE- ED/MEC; e j) informr tempestiv e oficilmente à SEB e à SEED/MEC s substituições ou desistêncis de bolsists do Progrm, efetundo s devids lterções (cdstrmento do substituto e desvinculção do desistente) no SGB; V - ds secretris de Educção estduis, municipis e do Distrito Federl: ) coordenr, compnhr e executr s tividdes em su jurisdição; b) orgnizr e prever horários pr relizção dos encontros presenciis, em conjunto com IES; c) colocr à disposição espço físico dequdo pr os encontros presenciis, com equipmentos necessários, cesso à internet e proporcionr poio os cursists durnte o curso; d) selecionr, em conjunto com IES, profissionl pr desempenhr função de supervisor de curso e colocá-lo à disposição do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic, pr tomr decisões de cráter dministrtivo e logístico, grntindo condições pr o desenvolvimento do trblho; e) selecionr, em conjunto com IES, profissionl pr desempenhr função de tutor e colocá-lo à disposição do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic; f) relizr o levntmento d demnd e indicr, por meio de nálise de currículo ou outrs modliddes, os gestores que prticiprão dos cursos; g) responsbilizr-se pel liberção e, qundo for o cso, pelo pgmento de diáris e pssgens do supervisor de curso e tutor vinculdos su rede de ensino, pr prticipr tnto d formção inicil qunto dos seminários de compnhmento e vlição; h) colocr linh telefônic e internet à disposição do Progrm, pr contto com IES; i) receber os mteriis referentes os cursos e responsbilizr-se por su entreg os supervisores de curso e tutores; j) testr, por meio de ofício, efetiv tução dos supervisores de curso e tutores de su rede de ensino, segundo requisitos estbelecidos em conjunto com s IES; k) informr imeditmente à IES responsável pel execução do curso ocorrênci de desligmento ou fstmento de supervisor ou tutor vinculdos su rede de ensino. Art. 6º São competêncis e responsbiliddes dos bolsists do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic: I - do coordendor-gerl: )incumbir-se, n condição de pesquisdor, de desenvolver, dequr e sugerir modificções n metodologi de ensino dotd, bem como conduzir nálises e estudos sobre o desempenho do progrm; b)coordenr e monitorr os trblhos de formção; c)rticulr s ções desenvolvids, de modo ssegurr unidde Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic em tods s instituições prticipntes; d)coordenr dministrtivmente os cursos em gestão escolr; e)definir e orgnizr equipe técnico-pedgógic pr dministrr os cursos do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic ns IES; f)rticulr e negocir forms de colborção com os diferentes gentes; g)coordenr elborção dos projetos e plnos de trblho e compnhr documentção té que sej ssind pelo reitor e envid o FNDE; h)coordenr, em conjunto com os gentes, os seminários de compnhmento e vlição; i)representr IES nos seminários de bertur e de vlição do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic nos estdos; j)grntir interlocução entre os prticipntes envolvidos no processo de formção; k)coordenr o processo de certificção dos prticipntes; l)n qulidde de gestor locl do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic, grntir o correto cdstrmento dos bolsists no SGB; m)n qulidde de gestor locl do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic, solicitr menslmente, no SGB, o pgmento dos bolsists que tiverem cumprido com sus responsbiliddes; n)compnhr e monitorr os pgmentos de bolss no âmbito do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic; o)envir menslmente à SEED/MEC ofício, discriminndo os bolsists pr os quis solicitou o pgmento, bem como os respectivos vlores e prcels solicitdos; p)envir periodicmente à SEB/MEC os reltórios sobre s tividdes de formção, utilizndo o modelo de reltório de tividdes definido pelo MEC; II - do coordendor-djunto: )ssessorr, n condição de pesquisdor, o coordendor-gerl em tividdes de desenvolvimento, dequção e justmento d metodologi de ensino, bem como conduzir nálises e estudos sobre o desempenho do Progrm; b)coordenr elborção d propost de implntção do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic, s ções de suporte tecnológico, o desenvolvimento de novs tecnologis, mteriis impressos e multimídi, grntindo integrção dos mesmos no processo de formção; c)coordenr gestão cdêmic; d)coordenr e compnhr s ções dos formdores; e)coordenr encontros pedgógicos com os formdores pr o plnejmento ds ções; f)coordenr seleção dos formdores; g)crir mecnismos que ssegurem o cumprimento do cronogrm de implementção do curso; III - do supervisor de curso: )mnter plntão de poio os professores e tutores; b)orientr e supervisionr equipe de tutores em relção os conteúdos dos módulos e tividdes serem executds; c)vlir o desempenho dos tutores; IV - do formdor: )plnejr tividde de formção; b)ministrr o curso de formção dos tutores; c)proferir plestr nos seminários; d)relizr gestão cdêmic d turm; e)coordenr e compnhr s ções dos tutores; f)orientr o processo de elborção do trblho de conclusão de curso (TCC), qundo for o cso; g)orgnizr os seminários e encontros com os tutores pr compnhmento e vlição do curso; h)nlisr com os tutores os reltórios ds turms e orientr os encminhmentos; i)prticipr dos encontros de coordenção, promovidos pelo coordendor djunto; j)dr ssistênci pedgógic à distânci os tutores ds turms; k)rticulr-se com o coordendor-djunto e com o supervisor de curso; l)presentr documentção necessári pr certificção dos tutores; V - do tutor: )rticulr-se com os supervisores e formdores correspondentes à turm que dá ssistênci; b)uxilir os formdores n gestão cdêmic d turm, oferecendo ssistênci os cursists; c)uxilir os formdores nos momentos presenciis; d)crir mecnismos que ssegurem o cumprimento do cronogrm de implementção do curso; e)prestr ssistênci os cursists, no tendimento continudo; f)mnter plntão de poio os formdores distânci; g)plnejr s tividdes de formção do cursist; h)compnhr freqüênci dos cursists. Art 7º A seleção dos beneficiários ds bolss previst nest Resolução será precedid de divulgção pr cdstrmento dos interessdos que tenderm os seguintes critérios: I - estr disponível pr tur no Progrm, cumprindo crg horári mínim definid de cordo com s diretrizes do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic; II - estr em exercício efetivo no mgistério d rede públic de ensino, conforme dispõe o 1º, inciso I, do rt. 1º d Lei nº / III - permnecer em exercício, mntendo o vínculo com rede públic de ensino estdul, municipl e do Distrito Federl, durnte o período de vigênci dos cursos em gestão escolr no âmbito do Progrm.

19 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN II - DAS BOLSAS Art. 8º As bolss de estudo e de pesquis de que trt est Resolução serão concedids prticipntes do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic que cumprm os critérios e requisitos estbelecidos pel SEB. 1º Os critérios pr concessão ds bolss e os vlores monetários dotdos pel SEB/MEC são definidos com bse ns determinções do rt. 2º d Lei nº /2006 e de cordo com o perfil dos profissionis vinculdos o Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic, considerndo su formção e experiênci bem como especificidde e complexidde ds responsbiliddes com s quis rcrão durnte o período de durção do Progrm, estbelecids no rt. 7º dest Resolução. 2º A título de bols de estudo e pesquis, o FNDE pgrá os bolsists do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic os seguintes vlores: I - o coordendor-gerl, R$ 1.200,00 (hum mil e duzentos reis) mensis; II - o coordendor-djunto, R$ 1.200,00 (hum mil e duzentos reis) mensis; III - o supervisor de curso, R$ 900,00 (novecentos reis) mensis; IV - o formdor, R$ 900,00 (novecentos reis) mensis; V - o tutor, R$ 600,00 (seiscentos reis) mensis; Art. 9 o As bolss serão concedids pel SEB/MEC e pgs pelo FNDE diretmente os beneficiários, por meio de crédito em cont-benefício bert em gênci do Bnco do Brsil S/A, indicd especificmente pr esse fim, e medinte ssintur, pelo bolsist, de Termo de Compromisso (Anexo I) em que constem, dentre outros: I - utorizção pr o FNDE, conforme o cso, bloquer ou estornr vlores creditdos n cont-benefício, medinte solicitção diret o Bnco do Brsil S/A, ou proceder o desconto nos pgmentos subseqüentes, ns seguintes situções: ) ocorrênci de depósitos indevidos; b) determinção do Poder Judiciário ou requisição do Ministério Público; c) consttção de irregulriddes n comprovção d freqüênci do bolsist; e d) consttção de incorreções ns informções cdstris do bolsist. II - obrigção do bolsist de, inexistindo sldo suficiente n cont-benefício e não hvendo pgmentos futuros serem efetudos, restituir o FNDE, no przo de 15 (quinze) dis contr d dt do recebimento d notificção, os vlores creditdos indevidmente ou objeto d irregulridde consttd, n form previst no rt. 24 dest Resolução. Art.. As despess com execução ds ções prevists nest Resolução correrão por cont de dotção orçmentári consignd nulmente o FNDE, observndo limites de movimentção, empenho e pgmento d progrmção orçmentári e finnceir nul. III - DO PAGAMENTO DE BOLSAS E DA ABERTURA E MOVIMENTAÇÃO DAS CONTAS-BENEFÍCIO Art. 11. A título de bols, o FNDE pgrá menslmente cd beneficiário os vlores especificdos no rt. 8º dest Resolução, por meio de depósito em conts-benefício específics, berts pelo FNDE pr esse fim, em gênci do Bnco do Brsil S/A indicd pelo bolsist entre quels cdstrds no SGB. 1º A bols será pg pelo período de durção de 12 (doze) meses, podendo ser pg por tempo inferior ou mesmo sofrer interrupção, desde que justificd. A renovção ds bolss de estudo e pesquis somente poderá ocorrer pós o przo de que trt este prágrfo, desde que o prticipnte sej novmente seleciondo. 2º Os bolsists do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic somente frão jus o recebimento de um bols por período, mesmo que venhm exercer mis de um função no âmbito do Progrm. 3º O recebimento de qulquer um dos tipos de bols de que trt este rtigo vinculrá o prticipnte o Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic. 4º É veddo o pgmento de bolss o prticipnte que possuir vinculção outro progrm de bols de estudo cujo pgmento tenh por bse Lei n o /2006. Art. 12. Pr que sej efetudo o pgmento ds bolss os beneficiários, s IES deverão envir à SEED/MEC ofício contendo relção nominl de todos os bolsists, bem como quntidde e o vlor de prcels solicitds. Em seguid, s solicitções feits pelos gestores locis do Progrm no SGB serão homologds por certificção digitl pel SEED e encminhds o FNDE, pr s providêncis reltivs o pgmento ds bolss. Prágrfo único. As ocorrêncis mensis reltds pels IES frão prte do processo de liberção do pgmento. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código Art. 13. As conts-benefício de que trt o rt. 11 ficrão bloqueds té que o bolsist compreç à gênci onde cont foi bert e proced à entreg e à chncel dos documentos necessários à movimentção dos créditos, de cordo com s norms bncáris vigentes, e, ind, efetue o cdstrmento de su senh pessol e retire o crtão mgnético destindo o sque dos vlores depositdos título de bols de estudo e pesquis. Art. 14. As conts-benefício depositáris dos vlores ds bolss são isents do pgmento de trifs bncáris sobre su mnutenção e movimentção, conforme previsto no Acordo de Cooperção Mútu firmdo entre o FNDE e o Bnco do Brsil S/A. Prágrfo único. A isenção de trifs brnge o fornecimento de um único crtão mgnético, relizção de sques e consult sldos e extrtos d cont-benefício. Art. 15. Os sques e s consults sldos e extrtos deverão ocorrer exclusivmente por meio de crtão mgnético, nos terminis de uto-tendimento do Bnco do Brsil S/A ou de seus correspondentes bncários, medinte utilizção de senh pessol e intrnsferível. Prágrfo único. O Bnco não está obrigdo fornecer tlonário de cheques os bolsists, podendo ind restringir o número de sques, de depósitos e de consults sldos e extrtos. Art. 16. Excepcionlmente, qundo os múltiplos de vlores estbelecidos pr sques nos terminis de uto-tendimento forem incomptíveis com os vlores dos sques serem efetudos pelos bolsists, o bnco ctrá sques e consults nos cixs convencionis mntidos em sus gêncis bncáris. Art. 17. O bolsist que efetur movimentção de su contbenefício em descordo com o estbelecido nest Resolução ou solicitr emissão de segund vi do crtão mgnético ficrá sujeito o pgmento ds correspondentes trifs bncáris. Art. 18. Os créditos não scdos pelos bolsists, no przo de dois nos pós dt do respectivo depósito, serão revertidos pelo Bnco em fvor do FNDE, que não se obrigrá novo pgmento sem que hj solicitção forml do beneficiário, compnhd d competente justifictiv e d nuênci dos gestores locl e ncionl do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic. Art. 19. Ao FNDE, observds s condições estbelecids no inciso I do rt. 9º dest Resolução, é fcultdo estornr ou bloquer, conforme o cso, vlores creditdos n cont-benefício do bolsist, medinte solicitção diret o Bnco do Brsil S/A, ou proceder os descontos nos pgmentos futuros. Art. 20. Inexistindo sldo suficiente n cont-benefício do bolsist pr efetivr o estorno ou o bloqueio de que trt o prágrfo nterior e não hvendo previsão de pgmento ser efetudo, o bolsist ficrá obrigdo restituir os recursos o FNDE, no przo de 15 (quinze) dis contr d dt do recebimento d notificção, n form previst no rt. 24. Art. 21. Sendo identificds incorreções nos ddos cdstris d cont-benefício é fcultdo o FNDE dotr providêncis junto o Bnco do Brsil S/A, visndo regulrizção d situção, independentemente de utorizção do bolsist. IV - DAS COMPETÊNCIAS E RESPONSABILIDADES DOS BOLSISTAS Art. 22. As competêncis e responsbiliddes dos bolsists do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic constm do Art. 6º dest Resolução. Prágrfo único. O descumprimento de qulquer ds obrigções por prte do bolsist implicrá n imedit suspensão dos pgmentos de bolss ele destindos, temporári ou definitivmente, dependendo do cso. IV - DA SUSPENSÃO DOS PAGAMENTOS E REVER- SÃO DOS VALORES Art. 23. O FNDE fic utorizdo suspender ou cncelr o pgmento d bols qundo: I - houver substituição do bolsist ou o cncelmento de su prticipção no progrm; II - forem verificds irregulriddes no exercício ds responsbiliddes do bolsist; III - forem consttds incorreções ns informções cdstris do bolsist; IV - for consttd freqüênci inferior à estbelecid pelo progrm ou cúmulo indevido de benefícios; e V - houver solicitção express d SEB ou d SEED/MEC, sempre que ocorrerem situções que justifiquem medid. Art. 24. As devoluções de vlores decorrentes de pgmento efetudo pelo FNDE título de bolss de estudo e pesquis no âmbito do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic, independentemente do fto gerdor que lhes derm origem, deverão ser efetuds em gênci do Bnco do Brsil S/A, medinte utilizção d Gui de Recolhimento d União (GRU), disponível no sítio eletrônico (no menu "Serviços"), n qul deverão ser indicdos o nome e o CPF do bolsist e ind: I - se devolução ocorrer no mesmo no do pgmento ds bolss e este não for decorrente de Restos Pgr inscritos pelo FNDE, deverão ser utilizdos os códigos no cmpo "Unidde Gestor", no cmpo "Gestão", no cmpo "Código de Recolhimento" e o código no cmpo "Número de Referênci" e, ind, mês e no que se refere bols ser devolvid no cmpo "Competênci"; II - se devolução for decorrente de Restos Pgr inscritos pelo FNDE ou de pgmentos de bolss ocorridos em nos nteriores o d emissão d GRU, deverão ser utilizdos os códigos no cmpo "Unidde Gestor", no cmpo "Gestão", no cmpo "Código de Recolhimento" e o código no cmpo "Número de Referênci" e, ind, mês e no que se refere bols ser devolvid no cmpo "Competênci". Prágrfo único. Pr fins do disposto nos incisos I e II deste rtigo consider-se no de pgmento quele em que foi disponibilizdo o respectivo crédito n cont-benefício do bolsist, disponível no sítio eletrônico Art. 25. Incorreções n bertur ds conts-benefício ou nos pgmentos ds bolss cusds por informções flseds, prestds pelos bolsists qundo de seu cdstro ou pelo gestor do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic no teste d freqüênci às tividdes prevists, implicrão no imedito desligmento do responsável pel flsidde e no impedimento de su prticipção em qulquer outro progrm de bolss executdo pelo FN- DE, no przo de cinco nos, independentemente de su responsbilizção civil e penl. Art. 26. O FNDE fic utorizdo suspender ou cncelr o pgmento ds bolss o beneficiário que, qulquer tempo, não cumprir com os critérios estbelecidos pr do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic, de cordo com rt. 23 dest Resolução. V - DA FISCALIZAÇÃO E DO ACOMPANHAMENTO Art. 27. A fisclizção do cumprimento ds condições instituíds nest Resolução por prte ds IES, reltivs às obrigções dos beneficiários pr que fçm jus às bolss do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic, é de competênci d SEB/MEC, d SEED/MEC bem como do FNDE e de qulquer órgão do sistem de controle interno e externo d União, medinte relizção de uditoris, de inspeção e de nálise d documentção referente à prticipção dos beneficiários no Progrm. Art. 28. Os documentos referentes os critérios de seleção e de execução dos progrms de formção, relção dos beneficiários e os respectivos vlores ds bolss de estudo e pesquis deverão ser rquivdos ns IES, durnte o período de 5 (cinco) nos contr d dt d provção d prestção ou tomd de conts do FNDE, e serão de cesso público permnente, ficndo à disposição dos órgãos e entiddes incumbidos d fisclizção e controle d dministrção públic. VI - DA DENÚNCIA Art. 29. Qulquer pesso, físic ou jurídic, poderá denuncir irregulriddes identificds no pgmento de bolss no âmbito do Progrm Ncionl Escol de Gestores d Educção Básic Públic, por meio de expediente forml contendo necessrimente: I - exposição sumári do to ou fto censurável que possibilite su perfeit determinção; e II - identificção do responsável pel prátic d irregulridde, bem como dt do ocorrido. 1º Qundo denúnci for presentd por pesso físic, deverão ser fornecidos o nome legível e endereço pr respost ou esclrecimento de dúvids. 2º Qundo o denuncinte for pesso jurídic (prtido político, ssocição civil, entidde sindicl, etc.), deverá encminhr cópi de documento que teste su constituição jurídic e fornecer, lém dos elementos referidos no 1º deste rtigo, o endereço d sede d representnte. Art. 30. As denúncis encminhds o FNDE deverão ser dirigids à Ouvidori, no seguinte endereço: I - se por vi postl: Ouvidori FNDE - Setor Bncário Sul - Qudr - Bloco F - Edifício FNDE- 5º ndr, Brsíli - DF, CEP: ; II - se por meio eletrônico, [email protected] Art. 31. Fic provdo os Anexos I e II dest Resolução. Art. 32. Revog-se Resolução CD/FNDE n o 37, de 30 de julho de Art. 33. Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. FERNANDO HADDAD

20 20 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de CURSO 1.2. Função TERMO DE COMPROMISSO DO BOLSISTA 2. FUNDAMENTAÇÃO 2.1 Lei Nº /2006 e Lei 11.5/2007 que dispõe sobre utorizção concessão de bolss de estudo e de pesquis prticipntes de progrms de formção inicil e continud de professores pr educção básic. 3. IDENTIFICAÇÂO 3.1 Nome 3.2 Ncionlidde 3.3 Estdo civil 3.4 Profissão 3.5 Nº CPF/MF 3.6 Nº RG / Órgão Expedidor 3.7 Dt de nscimento 3.8 Endereço (logrdouro, nº, birro, cidde, UF e Cep) 3.9 Telefones 4. ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELO SISTEMA 4.1 Denominção 4.2 Sigl SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SEED 4.3 Endereço (logrdouro, nº, birro, cidde, UF e Cep) Esplnd dos Ministérios, Ministério d Educção - Sobreloj, sl 1 - Brsíli, DF, CEP: Representnte legl (nome, crgo) CARLOS EDUARDO BIELSCHOWSKY 5. INSTITUIÇÃO PÚBLICA DE ENSINO SUPERIOR 5.1 Denominção 5.2 Sigl 5.3 CNPJ 5.4 Endereço (logrdouro, n.º, birro, cidde, UF e Cep) 5.5 Representnte legl (nome, crgo) Formção Curso de grdução* Dt de inicio* Dt de término* Ti t u l ç ã o Doutordo* Mestrdo* Especilizção* Experiênci Instituição de tução* C rg o * Dt de dmissão n instituição de ensino* Documentos Tipo * Identidde* Dt de expedição* Órgão expedidor* E n d e re ç o Ti p o * CEP* Logrdouro* Birro* Complemento* Te l e f o n e s Ti p o * ( )Residencil ( ) Comercil ( ) Celulr Número ( ) Ti p o ( )Residencil ( ) Comercil ( ) Celulr Número ( ) E-mil* 6. ÓRGÃO PAGADOR 6.1 Denominção FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÂO 6.4 Endereço (logrdouro, nº, birro, cidde, UF e Cep) SBS, QUADRA, BLOCO F Ed AUREA 6.5 Representnte Legl (nome, crgo) DANIEL SILVA BALABAN - PRESIDENTE DO FNDE 6.2 Sigl FNDE 6.3 CNPJ Período de pgmento Mês do início de recebimento* Mês do término de recebimento* Quntidde de bolss* COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS (NOME DO BOLSISTA) (LOCAL E DATA) A S S I N AT U R A 7. CONDIÇÕES GERAIS 7.1. Atribuições: 7.2. Direitos: DE ACORDO: (NOME DO COORDENADOR GERAL) (NOME DIRETOR OU REITOR DA INSTITUIÇÃO) 7.3 Deveres: Declro ter ciênci dos direitos e ds obrigções inerentes à qulidde de bolsist n função de, e nesse sentido, COMPROMETO- ME respeitr s cláusuls descrits no item 7.0 ds Condições Geris deste Termo de Compromisso. Declro, ind, sob s pens d lei, que s informções prestds são expressão d verdde e que preencho plenmente os requisitos pr o recebimento d bols expressos n Lei / 2006, e que tenho nos de experiênci no ensino e que o recebimento d referid bols não constituirá cúmulo de bols de estudo ou pesquis proveniente de outros órgãos do Poder Público. Estou ciente, tmbém, que inobservânci dos requisitos citdos cim implicrá no cncelmento d(s) bols(s), com restituição integrl e imedit dos recursos, de cordo com s regrs prevists n Resolução CD/FNDE nº XX/2009., / /. Locl Dt Assintur do Professor Assintur do Coordendor PNEG d IES I FICHA DE CADASTRAMENTO DE BOLSISTA Ddos do bolsist (*) Cmpos obrigtórios CPF* NOME* UF Nturlidde* Município nturlidde* Dt de nscimento* Estdo civil* ( ) Solteiro ( ) Csdo ( ) Seprdo ( ) Divorcido ( ) Viúvo ( ) União estável Nome do cônjuge Nome do pi Nome d mãe* Ddos Bncários Estdo* Município de tução* Nr d gênci do Bnco do Brsil* pelo código SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR 1.604, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Secretári de Educção Superior, usndo d competênci que lhe foi conferid pelo Decreto n o 5.773, de 9 de mio de 2006, lterdo pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, e tendo em vist o Reltório SESu/DESUP/COREG n o 259/2009, d Diretori de Regulção e Supervisão d Educção Superior, conforme const do Processo nº / , Registro SAPIEnS n o , do Ministério d Educção, resolve: Art. 1 o Renovr o reconhecimento do curso de Mtemátic, bchreldo, com 40 (qurent) vgs totis nuis, no turno noturno, ministrdo pelo Centro Universitário Metropolitno de São Pulo, n Ru Dr. Sólon Fernndes, nº 155, Cmpus de Vil Rosáli, n cidde de Gurulhos, no Estdo de São Pulo, mntid pel Sociedde Gurulhense de Educção, com sede n cidde de Gurulhos, no Estdo de São Pulo, nos termos do disposto no rtigo, 7º do Decreto nº 5.773, de 9 de mio de Prágrfo único. A renovção do reconhecimento que se refere est Portri é válid exclusivmente pr o curso ministrdo no endereço constnte neste rtigo. Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção , DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 MARIA PAULA DALLARI BUCCI A Secretári de Educção Superior, usndo d competênci que lhe foi conferid pelo Decreto n o 5.773, de 9 de mio de 2006, lterdo pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, e tendo em vist o Reltório SESu/DESUP/COREG n o 264/2009, d Diretori de Regulção e Supervisão d Educção Superior, conforme const do Processo nº / , Registro SAPIEnS n o , do Ministério d Educção, resolve: Art. 1 o Renovr o reconhecimento do curso de Mtemátic, licencitur, com 80 (oitent) vgs totis nuis, no turno noturno, ministrdo pelo Centro Universitário Metropolitno de São Pulo, n Ru Dr. Sólon Fernndes, nº 155, Cmpus de Vil Rosáli, n cidde de Gurulhos, no Estdo de São Pulo, mntid pel Sociedde Gurulhense de Educção, com sede n cidde de Gurulhos, no Estdo de São Pulo, nos termos do disposto no rtigo, 7º do Decreto nº 5.773, de 9 de mio de Prágrfo único. A renovção do reconhecimento que se refere est Portri é válid exclusivmente pr o curso ministrdo no endereço constnte neste rtigo. Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA PAULA DALLARI BUCCI

21 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN , DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Secretári de Educção Superior, usndo d competênci que lhe foi conferid pelo Decreto n o 5.773, de 9 de mio de 2006, lterdo pelo Decreto nº 6.303, de 12 de dezembro de 2007, e tendo em vist o Reltório SESu/DESUP/COREG nº 374/2009, d Diretori de Regulção e Supervisão d Educção Superior, conforme const do Processo nº / , Registro Spiens nº , do Ministério d Educção, resolve: Art. 1 o Renovr o Reconhecimento do curso de Geogrfi, licencitur, com 75 (setent e cinco) vgs totis nuis, no turno noturno, ministrdo pels Fculddes Integrds de Ourinhos, no âmbito do Instituto Superior de Educção, n Rodovi BR 153, km m, s/n, birro Águ do Cteto, n cidde de Ourinhos, no Estdo de São Pulo, mntids pel Fundção Educcionl Miguel Monfrrej, com sede n cidde de Ourinhos, no Estdo de São Pulo, nos termos do disposto no rt., 7º, do Decreto nº 5773, de 09 de mio de Prágrfo único. A renovção do reconhecimento que se refere est Portri é válid exclusivmente pr o curso ministrdo no endereço citdo neste rtigo. Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA PAULA DALLARI BUCCI 1.607, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Secretári de Educção Superior, usndo d competênci que lhe foi conferid pelo Decreto n o 5.773, de 09 de mio de 2006, lterdo pelo Decreto nº 6.303, de 12 de dezembro de 2007, e tendo em vist o Reltório SESu/DESUP/COREG nº 416/2009, d Diretori de Regulção e Supervisão d Educção Superior, d Secretri de Educção Superior, conforme const do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério d Educção, resolve: Art. 1 o Renovr o reconhecimento do curso de Mtemátic, licencitur, com 50 (cinqüent) vgs totis nuis, no turno noturno, ministrdo pelo Instituto Superior de Educção de Itbir, n Rodovi MG 03, s/nº, Córrego Seco, birro Areão, n cidde de Itbir, no Estdo de Mins Geris, mntid pel Fundção Comunitári de Ensino Superior de Itbir, com sede n cidde de Itbir, no Estdo de Mins Geris, nos termos do disposto no rtigo, 7º, do Decreto nº 5.773, de 9 de mio de Prágrfo único. A renovção do reconhecimento que se refere est Portri é válid exclusivmente pr o curso ministrdo no endereço citdo neste rtigo. Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA PAULA DALLARI BUCCI 1.608, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Secretári de Educção Superior, usndo d competênci que lhe foi conferid pelo Decreto n o 5.773, de 09 de mio de 2006, lterdo pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, e tendo em vist o Reltório SESu/DESUP/COREG n o 492/2009, d Diretori de Regulção e Supervisão d Educção Superior, conforme const do Processo n o / , Registro SAPIEnS n o , do Ministério d Educção, resolve: Art. 1 o Renovr o reconhecimento do curso de Ciêncis Biológics, licencitur, com 120 (cento e vinte) vgs totis nuis, no turno noturno, ministrdo pel Universidde São Mrcos, n Ru Clóvis Bueno de Azevedo, n 176, birro Ipirng, n cidde de São Pulo, no Estdo de São Pulo, mntid pel Associção de Educção e Assistênci Socil "São Mrcos", com sede n cidde de São Pulo, no Estdo do São Pulo, nos termos do disposto no rtigo, 7 o do Decreto n o 5.773, de 9 de mio de Prágrfo único. A Renovção do reconhecimento que se refere est Portri é válid exclusivmente pr o curso ministrdo no endereço citdo neste rtigo. Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL MARIA PAULA DALLARI BUCCI 1.609, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Secretári de Educção Superior, usndo d competênci que lhe foi conferid pelo Decreto n o 5.773, de 9 de mio de 2006, lterdo pelo Decreto n o e tendo em vist o Reltório SE- Su/DESUP/COREG nº 494/2009, d Diretori de Regulção e Supervisão d Educção Superior, conforme const do Processo n o / , Registro SAPIEnS n o , do Ministério d Educção, resolve: pelo código Art. 1 o Renovr o reconhecimento do curso de Sistems de Informção, bchreldo, com 80 (oitent) vgs totis nuis, no turno noturno, ministrdo pel Fculdde de Apucrn, n Ru Osvldo de Oliveir, nº 600, Birro Jrdim Flmingos, n cidde de Apucrn, no Estdo do Prná, mntid pelo Centro de Ensino Superior de Apucrn, com sede n cidde de Apucrn, no Estdo do Prná, nos termos do disposto no rtigo, 7 o, do Decreto n o 5.773, de 9 de mio de Prágrfo único. A renovção do reconhecimento que se refere est Portri é válid exclusivmente pr o curso ministrdo no endereço constnte neste rtigo. Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA PAULA DALLARI BUCCI 1.6, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Secretári de Educção Superior, usndo d competênci que lhe foi conferid pelo Decreto n o 5.773, de 9 de mio de 2006, lterdo pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, e tendo em vist o Reltório SESu/DESUP/COREG n o 495/2009, d Diretori de Regulção e Supervisão d Educção Superior, conforme const do Processo n o / , Registro SAPIEnS n o , do Ministério d Educção, resolve: Art. 1 o Renovr o reconhecimento do curso de Engenhri de Produção Mecânic, bchreldo, com 180 (cento e oitent) vgs totis nuis, no turno noturno, ministrdo pel Universidde Nove de Julho, n Ru Vergueiro, nº 235, birro Liberdde, n cidde de São Pulo, no Estdo de São Pulo, mntid pel Associção Educcionl Nove de Julho, com sede n cidde de São Pulo, no Estdo de São Pulo, nos termos do disposto no rtigo, 7 o, do Decreto n o 5.773, de 9 de mio de Prágrfo Único: A renovção do reconhecimento que se refere est Portri é válid exclusivmente pr o curso ministrdo no endereço constnte neste rtigo. Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA PAULA DALLARI BUCCI 1.611, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Secretári de Educção Superior, usndo d competênci que lhe foi conferid pelo Decreto n o 5.773, de 9 de mio de 2006, lterdo pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, e tendo em vist o Reltório SESu/DESUP/COREG n o 368/2009, d Diretori de Regulção e Supervisão d Educção Superior, conforme const do Processo n o / , Registro SAPIEnS n o , do Ministério d Educção, resolve: Art. 1 o Autorizr o curso de Educção Físic, licencitur, com 120 (cento e vinte) vgs totis nuis, no turno noturno, ser ministrdo pels Fculddes Integrds de Ariquemes no âmbito do Instituto Superior de Educção, n Avenid Guporé, n o 3577, Setor Institucionl, n cidde de Ariquemes, no Estdo de Rondôni, mntids pelo Centro de Ensino Superior de Ariquemes, com sede n cidde de Ariquemes, no Estdo de Rondôni. Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA PAULA DALLARI BUCCI 1.612, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Secretári de Educção Superior, usndo d competênci que lhe foi conferid pelo Decreto n o 5.773, de 9 de mio de 2006, lterdo pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, e tendo em vist o Reltório SESu/DESUP/COREG n o 227/2009, d Diretori de Regulção e Supervisão d Educção Superior, conforme const do Processo n o / , Registro SAPIEnS n o , do Ministério d Educção, resolve: Art. 1 o Indeferir o pedido de utorizção do curso de Letrs, licencitur, com hbilitção em Língu Portugues e em Língu Ingles e respectivs literturs, pleitedo pel Fculdde Metropolitn de Mringá, n Avenid Muá, n o 2.854, birro Zon 1, n cidde de Mringá, Estdo do Prná, mntid pelo UNIFAMMA - União ds Fculddes Metropolitns de Mringá Ltd. com sede n cidde de Mringá, no Estdo do Prná. Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA PAULA DALLARI BUCCI 1.613, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Secretári de Educção Superior, usndo d competênci que lhe foi conferid pelo Decreto nº 5.773, de 9 de mio de 2006, lterdo pelo Decreto 6.303, de 12 de dezembro de 2007, e tendo em vist o Reltório SESu/DESUP/COREG nº 449/2009, d Diretori de Regulção e Supervisão d Educção Superior, conforme const do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério d Educção, resolve: Art. 1 o Reconhecer o curso de Educção Físic, licencitur, com 120 (cento e vinte) vgs totis nuis, no turno noturno, ministrdo pelo Instituto Superior de Educção Orígenes Less, n Rodovi Osny Mtheus, Km 8, s/n, birro Urbno, n cidde de Lençóis Pulist, no Estdo de São Pulo, mntido pel Associção Lençoense de Educção e Cultur - ALEC, com sede n cidde de Lençóis Pulist, no Estdo de São Pulo, nos termos do disposto no rtigo, 7º, do Decreto nº 5.773, de 9 de mio de Prágrfo único. O reconhecimento que se refere est Portri é válido exclusivmente pr o curso ministrdo no endereço citdo neste rtigo. Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA PAULA DALLARI BUCCI UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO PORTARIAS DE DE NOVEMBRO DE 2009 O Reitor d Universidde Federl do Rio de Jneiro, no uso de sus tribuições, conferids pelo Decreto Presidencil de 24 de junho de 2003, publicdo no Diário Oficil d União Nº 120, de 25 de junho de 2003, resolve: Tornr público, em ordem de clssificção, o nome dos cndidtos provdos em Concursos Públicos de Provs e Títulos, conforme Unidde e Ctegori discriminds bixo. O número do Editl do concurso é 03, de 14 de jneiro de 2009, publicdo no DOU nº 15, de 22 de jneiro de PROFESSOR ASSISTENTE ESCOLA DE BELAS ARTES/Pintur 1º- Mrth Werneck de Vsconcellos 2º- Lícius d Silv 3º- Pedro Meyer Brreto 4º- Jorge Luiz Smpio Durte 5º- Emilino de O. Neto PROFESSOR ADJUNTO FACULDADE NACIONAL DE DIREITO/Administrtivo 1º- Fábio Corrê Souz de Oliveir 2º- Mnoel Messis Peixinho FACULDADE NACIONAL DE DIREITO /Direito Interncionl Público 1º- Pulo Emilio Vuthier Borges de Mcedo 2º- Denise de Souz Sores 3º- Lier Pires Ferreir Junior FACULDADE NACIONAL DE DIREITO /Processo Civil Mrci Cristin Xvier de Souz O Reitor d Universidde Federl do Rio de Jneiro, no uso de sus tribuições, conferids pelo Decreto Presidencil de 24 de junho de 2003, publicdo no Diário Oficil d União Nº 120, de 25 de junho de 2003, resolve: Tornr público, em ordem de clssificção, o nome dos cndidtos provdos em Concursos Públicos de Provs e Títulos, conforme Unidde e Ctegori discriminds bixo. O número do Editl do concurso é 86, de 04 de dezembro de 2008, publicdo no DOU nº 242, de 12 de dezembro de PROFESSOR ASSISTENTE FACULDADE DE MEDICINA/Trumto-Ortopedi e Reumtologi em Terpi Ocupcionl An Pul Mrtins Czeiro PROFESSOR ADJUNTO ESCOLA DE BELAS ARTES/Projeto em Comunicção Visul Doris Clr Kosminsky NÚCLEO DE ESTUDOS EM POLÍTICAS PÚBLICAS/Direitos Humnos e Relções Interncionis 1º- Mrcelo Jmes Vsconcelos Coutinho 2º- Elídio Alexndre Borges Mrques ALOISIO TEIXEIRA UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO 830, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 O Reitor d Fundção Universidde Federl do Vle do São Frncisco - UNIVASF, no uso ds sus tribuições conferids pelo Decreto de 19 de dezembro de 2008, publicdo no Diário Oficil d União de 22 de dezembro de 2008, e tendo em vist o disposto no item 8.1 do Editl nº. 18, de 25 de bril de 2008, publicdo no DOU nº. 80, de 28/04/2008, resolve: PRORROGAR, por 01 (um) no, contr de de novembro de 2009, o przo de vlidde do Concurso Público destindo o provimento de Crgos de Técnico-Administrtivos em Educção do Qudro Permnente d Fundção Universidde Federl do Vle do São Frncisco, com o resultdo homologdo trvés do Editl nº. 55, de 06 de novembro de 2008, publicdo no DOU nº. 218, de /11/2008. (Processo nº / ) JOSÉ WEBER FREIRE MACEDO

22 22 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de Ministério d Fzend CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA FA Z E N D Á R I A SECRETARIA EXECUTIVA DESPACHOS DO SECRETÁRIO EXECUTIVO Em de novembro de 2009 PAF - ECF Ludo. INA MMrtn Têxtil Ltd O Secretário Executivo do Conselho Ncionl de Polític Fzendári - CONFAZ, em conformidde com o disposto n cláusul décim do Convênio ICMS 15/08, de 4 de bril de 2008, comunic que empres desenvolvedor de Progrm Aplictivo Fiscl (PAF- ECF), MMrtn Têxtil Ltd, CNPJ: / , registrou nest Secretri Executiv o Ludo de Análise Funcionl de PAF- ECF número INA , reltivo o PAF-ECF nome: SGV - Sistem Gerencil de Vends, versão: , código MD-5: 5b74f61357b7c004805c4bdd4f2bb8*EXECUT\SGV_Cix, emitido pelo órgão técnico credencido: Fundção Instituto Ncionl de Telecomunicções - FINATEL, no qul não const "não conformidde". COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS PAF - ECF Ludo PRS SMART SISTEMAS LTDA O Secretário Executivo do Conselho Ncionl de Polític Fzendári - CONFAZ, em conformidde com o disposto n cláusul décim do Convênio ICMS 15/08, de 4 de bril de 2008, comunic que empres desenvolvedor de Progrm Aplictivo Fiscl (PAF- ECF), SMART SISTEMAS LTDA, CNPJ: / , registrou nest Secretri Executiv o Ludo de Análise Funcionl de PAF-ECF número PRS22009, reltivo o PAF-ECF nome: SMART SIGA, versão: 9.0, código MD-5: 69046b77286f83c4cd8743d1b94beb40, emitido pelo órgão técnico credencido: Pontifíci Universidde Ctólic do Rio Grnde do Sul - PUCRS, no qul não const não conformidde. PAF - ECF Ludo. INA GZ Sistems Importção e Comércio Ltd O Secretário Executivo do Conselho Ncionl de Polític Fzendári - CONFAZ, em conformidde com o disposto n cláusul décim do Convênio ICMS 15/08, de 4 de bril de 2008, comunic que empres desenvolvedor de Progrm Aplictivo Fiscl (PAF- ECF), GZ Sistems Importção e Comércio Ltd, CNPJ: / , registrou nest Secretri Executiv o Ludo de Análise Funcionl de PAF-ECF número INA08009, reltivo o PAF-ECF nome: Mercoflex, versão: 03.00, código MD-5: 31929f17193cd1f2c5f54e0fc6c0418f, emitido pelo órgão técnico credencido: Fundção Instituto Ncionl de Telecomunicções - FI- NATEL, no qul não const "não conformidde". PAF - ECF Ludo PRS OFFICE SYSTEM Informátic Ltd O Secretário Executivo do Conselho Ncionl de Polític Fzendári - CONFAZ, em conformidde com o disposto n cláusul décim do Convênio ICMS 15/08, de 4 de bril de 2008, comunic que empres desenvolvedor de Progrm Aplictivo Fiscl (PAF- ECF), OFFICE SYSTEM Informátic Ltd, CNPJ: / , registrou nest Secretri Executiv o Ludo de Análise Funcionl de PAF-ECF número PRS12009, reltivo o PAF-ECF nome: Mster Key - Sistem de Automção Comercil, versão: 3.04, código MD-5: ce28e04bcf15c935c39724bf06dbbcf, emitido pelo órgão técnico credencido: Pontifíci Universidde Ctólic do Rio Grnde do Sul - PUCRS, no qul não const não conformidde. PAF - ECF Ludo IFL VIO- LA & SILVA LTDA O Secretário Executivo do Conselho Ncionl de Polític Fzendári - CONFAZ, em conformidde com o disposto n cláusul décim do Convênio ICMS 15/08, de 4 de bril de 2008, comunic que empres desenvolvedor de Progrm Aplictivo Fiscl (PAF- ECF), VIOLA & SILVA LTDA, CNPJ: / , registrou nest Secretri Executiv o Ludo de Análise Funcionl de PAF- ECF número IFL , reltivo o PAF-ECF nome: PAF-ECF VIASOFT, versão: 1.00, código MD-5: e2d1b8e7cd780c81d7e600f0c4c79, emitido pelo órgão técnico credencido: Instituto Fildelfi de Londrin - IFL, no qul não const não conformidde. pelo código Registro ECF SE/CONFAZ. 013/09 - Certificdo de Conformidde de Hrdwre - RE042/ O Secretário Executivo do Conselho Ncionl de Polític Fzendári - CONFAZ, em conformidde com o disposto no prágrfo único d cláusul décim primeir do Convênio ICMS 137, de 15 de dezembro de 2006, comunic que o fbricnte de equipmento Emissor de Cupom Fiscl ECF-IF - DARUMA TELECO- MUNICAÇÕES E INFORMÁTICA S/A, CNPJ: / , registrou nest Secretri Executiv, sob o número 013/09, o Certificdo de Conformidde de Hrdwre de ECF número RE042/009 reltivo o ECF mrc DARUMA, modelo MACH 3, versão , emitido pelo órgão técnico credencido Fundção Instituto Ncionl de Telecomunicções - FINATEL. PAF - ECF Ludo IFL CS Comercio de Informátic Ltd O Secretário Executivo do Conselho Ncionl de Polític Fzendári - CONFAZ, em conformidde com o disposto n cláusul décim do Convênio ICMS 15/08, de 4 de bril de 2008, comunic que empres desenvolvedor de Progrm Aplictivo Fiscl (PAF- ECF), CS Comercio de Informátic Ltd, CNPJ: / , registrou nest Secretri Executiv o Ludo de Análise Funcionl de PAF-ECF número IFL , reltivo o PAF-ECF nome: Admin, versão: 2,97, código MD-5: 5cdeedf293841e2d525268c292586, emitido pelo órgão técnico credencido: Instituto Fildelfi de Londrin - IFL, no qul não const não conformidde. PAF - ECF Ludo - POL Bemtech S.A O Secretário Executivo do Conselho Ncionl de Polític Fzendári - CONFAZ, em conformidde com o disposto n cláusul décim do Convênio ICMS 15/08, de 4 de bril de 2008, comunic que empres desenvolvedor de Progrm Aplictivo Fiscl (PAF- ECF), Bemtech S.A., CNPJ: / , registrou nest Secretri Executiv o Ludo de Análise Funcionl de PAF-ECF número POL , reltivo o PAF-ECF nome: Bemcsh, versão: , código MD-5: 1D2F2693D D8C A*Bemcsh, emitido pelo órgão técnico credencido: Escol Politécnic de Mins Geris - POLIMIG, no qul não const não conformidde. MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA CONSELHO DE RECURSOS DO SISTEMA NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS, DE PREVIDÊNCIA PRIVADA ABERTA E DE C A P I TA L I Z A Ç Ã O RETIFICAÇÃO N At d 7ª Sessão do Conselho de Recursos do Sistem Ncionl de Seguros Privdos, de Previdênci Privd Abert e de Cpitlizção - CRSNSP, publicd no D.O.U de 24 de junho de 2009, Seção I, págin 15, no RECURSO Processo SUSEP N o /99-84, onde se lê: "PENALIDADE: mult de R$ ,84"; lei-se: "PENALIDADE: mult de R$ 4.014,46." PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL PROCURADORIA DA FAZENDA NACIONAL EM MINAS GERAIS PROCURADORIA SECCIONAL DA FAZENDA NACIONAL EM UBERABA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 5, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Exclui pessos físics e jurídics do Prcelmento Excepcionl - PAEX, de que trt o rt. 1º d Medid Provisóri 303, de 29 de junho de A PROCURADORA-SECCIONAL DA FAZENDA NA- CIONAL EM UBERABA/MG, no uso de sus tribuições e tendo em vist o disposto nos rts. 1º e 7º d Medid Provisóri 303, de 29 de junho de 2006, nos rts. 6º 13 d Portri Conjunt PGFN/SRF 001, de 03/01/2007 declr: Art. 1º Ficm excluídos do Prcelmento Excepcionl de que trt o rt. 1º d Medid Provisóri. 303, de 29 de junho de 2006, s pessos físics e jurídics relcionds no Anexo Único deste Ato Declrtório, tendo em vist ter sido: ) verificd indimplênci do sujeito pssivo por 2 (dois) meses consecutivos ou lterndos, reltivmente às prestções mensis ou quisquer dos impostos, contribuições ou exções de competênci dos órgãos referidos no cput do rt. 3º d referid Medid Provisóri, inclusive os com vencimento posterior 28 de fevereiro de 2003; b) consttd existênci de débitos mntidos, pelo sujeito pssivo, sob discussão dministrtiv ou judicil, resslvds s hipóteses do inciso II do 3º do rt. 1º; c) verificdo o descumprimento do disposto no prágrfo único do rt. 2º d Medid Provisóri. 303/2006, ou d) consttd incidênci d hipótese do rt. 3º, inciso II, d Lei , de 27 de mio de 2009 c/c rt. d Portri Conjunt PGFN/RFB 06, de 22 de julho de Art. 2º A rescisão referid no rt. 1º implicrá remess do débito pr inscrição em dívid tiv ou o prosseguimento d execução, conforme o cso, e implicrá exigibilidde imedit d totlidde do crédito confessdo e ind não pgo e utomátic execução d grnti prestd, qundo existente, restbelecendo-se, em relção o montnte não pgo, os créscimos legis n form d legislção plicável à époc d ocorrênci dos respectivos ftos gerdores. Art. 3º É fcultdo o sujeito pssivo, no przo de (dez) dis, contdo d dt de publicção deste Ato Declrtório Executivo, presentr recurso dministrtivo, nos termos do rt. d Portri Conjunt PGFN/SRF. 01, de 03 de jneiro de 2007, endereçdo à Procurdori Seccionl d Fzend Ncionl em Uberb, situd n Ru Aluízio de Melo Teixeir 378, Fbrício, Uberbs/MG, CEP Art. 4º Não hvendo presentção de recurso no przo previsto no rt. 3º, exclusão do PAEX será definitiv. Art. 5º Este Ato Declrtório entr em vigor n dt de su publicção. MARIA DO SOCORRO SANTOS DE CASTRO ANEXO ÚNICO Relção ds pessos excluíds do Prcelmento Excepcionl previsto n Medid Provisóri. 303/2006 (PAEX), com bse no número do CPF/CNPJ: CPF/CNPJNOME STEFANI COMERCIO E REPRESENTACOES LT- DA TECIDOS PRIMOS LTDA USV CONFECCOES LTDA ME VIAFONE CELULAR LTDA WILLIAM ROBERTO ZAGO WILSON DE ARAUJO CUNHA CPF ME PROCURADORIA SECCIONAL DA FAZENDA NACIONAL EM VARGINHA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 1, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 Exclui pessos físics e jurídics do Prcelmento Excepcionl PAEX de que trt o rt. 1º d Medid Provisóri 303, de 29 de junho de A PROCURADORA-SECCIONAL DA FAZENDA NA- CIONAL EM VARGINHA/MG, no uso de sus tribuições e tendo em vist o disposto nos rts. 1º e 7º d Medid Provisóri 303, de 29 de junho de 2006, nos rts. 6º 13 d Portri Conjunt PGFN/SRF 1, de 3 de jneiro de 2007, declr: Art. 1º Ficm excluídos do Prcelmento Excepcionl (PAEX) de que trt o rt. 1º d Medid Provisóri 303, de 29 de junho de 2006, de cordo com seu rt. 7º, s pessos físics e jurídics relcionds nos Anexos I e II este Ato Declrtório Executivo (ADE), tendo em vist que foi consttd ocorrênci de dois meses consecutivos ou lterndos sem recolhimento ds prcels do PAEX ou com recolhimento prcil. Art. 2º O detlhmento do motivo d exclusão poderá ser obtido n págin d Secretri d Receit Federl (SRF) n Internet, no endereço < com utilizção d Senh PAEX. Art. 3º É fcultdo o sujeito pssivo, no przo de dis, contdo d dt de publicção deste ADE, presentr recurso dministrtivo dirigido à Procurdori-Seccionl d Fzend Ncionl em Vrginh -MG, loclizd à Ru Presidente Antônio Crlos, 527, Centro, CEP , Vrginh -MG. Art. 4º Não hvendo presentção de recurso no przo previsto no rt.3º, exclusão do PAEX será definitiv. Art. 5º Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. VÂNIA DE OLIVEIRA MACIEL DRF: 066 VARGINHA PARCELAMENTO: PARCELAMENTO EM 130 MESES LOTE: YARA MACOGGI BELISÁRIO BARBOSA ME GÁS IDEAL LTDA ME HUDSON ASSIS FERREIRA ME PERFUMARIA E PAPELARIA PEIXOTO ROSA ME COPDRY COMÉRCIO DE MÁQUINAS LTDA - EPP EVERALDO PIRES LEANDRO AMARAL ALVARENGA & CIA LTDA ART'S GRÁFICAS E EDITORA IMAGEM LTDA ME HÉLIO FERREIRA SILVA ME GILBERTO DONISETE SIQUEIRA CASTRO ME LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA ME EVALDO MUNIZ FRANCO ME ROSIMEIRE FERNANDA MARTINS LOPES ME

23 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN JOSÉ VICENTE NETO ME SOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL LTDA MARCIA INÁCIA AS DILVA MARTINS ANDRADE GERALDO HENRIQUE DA SILVA & CIA LTDA ME PAULO MENDES DE OLIVEIRA JÚNIOR ME DYCK PISCINAS LTDA SUPERMERCADO CAMANDUCAIA LTDA G T W ELETROMECÂNICA LTDA CRISALPA COM.& DIST. PROD. ALIMENTÍCIOS LTDA ME HELENA LUIZA TRICOT LTDA JULIANO DE MATOS RASTELLI ME FATOLIV INDÚSTRIA METALÚRGICA LTDA ME PINUS BRASIL EXPORT LTDA CABO VERDE HOTELARIA LTDA ME ANTONIO NILDA GONÇALVES DOS SANTOS CPF TRASNPORTADORA NOVO MILÊNIO LTDA LÁZARA RODOLFINA PEREIRA OLIVEIRA MILENIUM RECREAÇÕES LTDA THOR ASSISTÊNCIA TÉCNICA LTDA RECICLAGEM SANTA MARIA LTDA RAMATATI TRICOT LTDA TPS ELETRÔNICA INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA EPP MICHELE DE CACEA DIAS VIEIRA DA SILVA ELISANGELA APA. RIBEIRO DA SILVA COSTA ME CÉLIO ROBERO DE OLIVEIRA EPP JOSÉ MARIA BRANDÃO JOSÉ SIQUEIRA LOPES CPF ILACIR RIGHETTI ROBERTO DE MARTHA MARTA EMERGENTE COUTINHO FRIOS NARA LTDA CASA TERÊNCIO LTDA VALÉRIA BARTOLOMEI SOUZA DIAS HERCILIO FIRMIANO NETO TECNINT INTERNACIONAL DO BRASIL IND. COM. EQUIPA- MENTOS MAQUINAS LTDA EPP MAURO JOAQUIM DE SOUZA ME MARCOS FLÁVIO DE SOUZA ME DISTRIBUIDORA DE PLÁSTICOS ALFENENSE LTDA ME INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE POLVILHO 3 IRMÃOS LTDA ME B. FERNANDES DE ANDRADE & FILHOS LTDA MINERAÇÃO E COMÉRCIO BARAUNAS LTDA INDÚSTRIA DE CALÇADOS MARLIN LTDA ME JOÃO LUIZ DE BARROS & CIA LTDA VEÍCULOS MÁQUINAS E PEÇAS AS EMPRESA JORNALÍSTICA JORNAL SUL DE MINAS LTDA CÁSSIO APARECIDO VALÉRIO MINASAT LTDA RÁDIO ALTEROSA DE BRASÓPOLIS LTDA JOSÉ ALFREDO AZEVEDO & CIA LTDA SARA COSTA TAVARES MARIA APARECIDA BOCHE TOFOLI ASTILIO ELETRO ELETÔNICA LTDA ME PEREIRA & ARANTES LTDA MARCO ANTONIO BONELLI EDMILSON TENORIO ME COBRA CONSULTORIA E SERVIÇOS S/C LTDA SERRARIA DE GRANITOS FERREIRA SALES LTDA ÀGUA BRANCA TRANSPORTES LTDA SOLUSEG EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL LTDA AGROPECUÁRIA AKROPOLIS LTDA PAULO VIEIRA MIYASAKI VALQUÍRIA TIBAES DE MARINS ROMILDO FERREIRA DE ANDRADE ME ROBERTO MORAIS DE ABREU ANTONIO CARLOS MARGUTTI & CIA LTDA NICIOLI & MATILE LTDA CONFECÇÃO MARIA STOCKLER LTDA COMERCIAL LUMA LTDA ANGELICA ADRIANA PEREIRA GUIMARÃES FATO CONCRETO INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA ME I EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL DRF: POÇOS DE CALDAS PARCELAMENTO: PARCELAMENTO EM 130 MESES LOTE: VIAÇÃO SANTA ALICE LTDA ME UNIÃO CORRETORA DE CAFÉ S/C LTDA MATTEMP - INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA MARIA IVANI SANTOS JEREMIAS ME DENIS FELÍCIO DA SILVA ME MANOTUR TRANSPORTE E TURISMO LTDA PAULO CÉSAR DA SILVA ME NILCEMAR BENEDITA GONÇALVES & CIA LTDA ME LEONARDO LOPES ME NEOMINAS COMERCIAL E DISTRIBUIDOR LTDA JOÃO BATISTA FERREIRA F. B. M INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA PEDAÇO DE MINAS PRODUTOS ALIMENTÍCIOS LTDA PRADO INDÚSTRIA & COMÉRCIO LTDA ANDRES SHINKO MOROMISATO MOROMISATO CASA ELOY MATERIAIS PARA CONSTRUÇÕES LTDA A EQUIPAR LTDA TRANSPORTADORA GASPAR LTDA BAE E CHURRASCARIA CARRETÃO LTDA ANTONIO MARIANO DANIEL MOREIRA DA FONSECA BENEDITO ANTONIO DE ARAÚJO EXCELSIOR HOTEL LTDA pelo código MINERAÇÃO PAULO COSTA LTDA ELOY GABRIEL DA SILVA FRANGONETTE GUAXUPÉ ALFA FRIO REFRIGERAÇÃO LTDA FAENZA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MÓVEIS LTDA JOSÉ RIBEIRO LUZ PASSETTI, BORGES & CIA LTDA ME EDSON FRANCO ME ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 2, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 Exclui pessos físics e jurídics do Prcelmento Especil PAES de que trt o rt. 1º d Lei.684/2003. A PROCURADORA-SECCIONAL DA FAZENDA NA- CIONAL EM VARGINHA/MG, no uso de sus tribuições e tendo em vist o disposto nos rts. 1º e 7º d Lei.684/2003, c/c o rt. 7º, I, d Portri Conjunt PGFN/SRF 1, de 25/06/2003 e com o rt.9, II, d Portri Conjunt PGFN-SRF 4, de 20/09/2004, declr: Art. 1º Ficm excluídos do Prcelmento Especil (PAES) de que trt o rt. 1º d Lei.684/2003, de cordo com seu rt. 7º, s pessos físics e jurídics relcionds nos Anexos I e II este Ato Declrtório Executivo (ADE), tendo em vist que foi consttd ocorrênci de três meses consecutivos ou seis meses lterndos sem recolhimento ds prcels do PAES ou com recolhimento prcil. Art. 2º O detlhmento do motivo d exclusão poderá ser obtido n págin d Secretri d Receit Federl (SRF) n Internet, no endereço < com utilizção d Senh PAES. Art. 3º É fcultdo o sujeito pssivo, no przo de dis, contdo d dt de publicção deste ADE, presentr recurso dministrtivo dirigido à Procurdori-Seccionl d Fzend Ncionl em Vrginh -MG, loclizd à Ru Presidente Antônio Crlos, 527, Centro, CEP , Vrginh -MG. Art. 4º Não hvendo presentção de recurso no przo previsto no rt.3º, exclusão do PAES será definitiv. Art. 5º Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. VÂNIA DE OLIVEIRA MACIEL DRF: 066Lotes: 43 e 44 NINOME ELZA MADURO ZARONI / VELO INDUSTRIA E COMERCIO LTDA ME / FUNDICAO JAGUARI LTDA / ROBERTO DE MARTHA / PRINCIPAL ARMAZENS GERAIS LTDA / MOACIR QUINTINO DA ROSA & CIA LT- DA VICENTE ROMULO CARVALHO MARIO MARCIO ZUCATO I DRF:06112Lotes:07, 09, 16 e 17 NI NOME ASSAD AUN NETTO ROBERTA BERTI AUN IRENE LUCILA FERREIRA CECILIO RIBEIRO JOAO EVANGELISTA CECILIO RIBEIRO PAULO ROBERTO DE AZEVEDO ANTONIO MENDES / DROGARIA POFARMA DE POCOS LTDA ME /0001-TECNOMICRO IND COM, IMPORTACAO E EXPORTACAO LTDA AGNALDO SIQUEIRA VIANA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS 1ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM GOIÂNIA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 124, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 Declr excluíd do Regime Especil Unificdo de Arrecdção de Tributos e Contribuições devidos pels Microempress e Empress de Pequeno Porte (Simples Ncionl) de que trtm os rtigos d Lei Complementr no 123, de 14 de dezembro de 2006, e sus lterções. A DELEGADA SUBSTITUTA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM GOIÂNIA-GO, no uso d tribuição que lhe confere o inciso I do rtigo 283 do Regimento Interno, provdo pel Portri MF no 125, de 04 de mrço de 2009, e o rtigo 33 d Lei Complementr no 123, de 2006, e considerndo o disposto no rtigo 4o d Resolução no 15, de 23 de julho de 2007, do Comitê Gestor do Simples Ncionl (CGSN), e o purdo no Processo no / , declr: Art. 1o Excluíd do Simples Ncionl pesso jurídic FG EQUIPAMENTOS RODOVIÁRIOS LTDA. ME, CNPJ no / , em virtude de possuir débitos previdenciários com Fzend Públic Federl, cuj exigibilidde não está suspens, conforme previsto no inciso I do rtigo 29 d Lei Complementr no 123, de 2006, e no inciso XI do rtigo 5o d Resolução CGSN no 15, de Art. 2o O fto motivdor d exclusão ocorreu prtir do mês de dezembro de 2005, com os vencimentos dos débitos e os efeitos d exclusão ocorrerão prtir do di 1o de julho de 2007, de cordo com o disposto no inciso VII do rtigo 6o º d Resolução CGSN no 15, de Art. 3o Poderá pesso jurídic presentr, no przo de trint dis contdos prtir d ciênci deste Ato Declrtório Executivo, mnifestção de inconformidde junto o Delegdo d Receit Federl do Brsil de Julgmento em Brsíli-DF, nos termos do Decreto no , de 7 de mrço de Processo Administrtivo Fiscl (PAF), e sus lterções posteriores, ssegurndo, ssim, o contrditório e mpl defes. Art. 4o Não hvendo mnifestção nesse przo, exclusão tornr-se-á definitiv. ADRIANA HANNUM RESENDE SERVIÇO DE CONTROLE E ACOMPANHAMENTO TRIBUTÁRIO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 28, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 O CHEFE DO SERVIÇO DE CONTROLE E ACOMPA- NHAMENTO TRIBUTÁRIO DA DELEGACIA DA RECEITA FE- DERAL EM GOIANIA/GO, no uso ds tribuições que lhe são conferids no rt. 6º d Portri 154/2009 (DOU 22/05/2009), e tendo em vist Instrução Normtiv SRF 864, de 25 de Julho de 2008, D.O.U, de 01/08/2008, e fce o constnte do processo / Declr: Art. 1º CANCELADA por motivo de multiplicidde no Cdstro de Pesso Físic - CPF, inscrição bixo relciond: CPF em nome de EDWALDO LOU- RENÇO, 2º Permnece tiv inscrição do CPF , em nome de EDWALDO LOURENÇO, qul inscrição cim será vinculd. Art. 3º O presente Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. WESLEY FRAGA GUIMARÃES ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 29, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2009 Declr inpt inscrição no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic. O CHEFE DO SERVIÇO DE CONTROLE E ACOMPA- NHAMENTO TRIBUTÁRIO DA DELEGACIA DA RECEITA FE- DERAL EM GOIANIA/GO, no uso ds tribuições que lhe são conferids no rt. 6º d Portri 154/2009 (DOU 22/05/2009), e tendo em vist o disposto no inciso III do rtigo 34 d Instrução Normtiv RFB 748, de 28 de junho de 2007, resolve: Art. 1º - Declrr INAPTA inscrição no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic (CNPJ), em nome de FLEXFILM INDUSTRIA E COMERCIO LTDA, CNPJ / , por motivo de Inexistênci de Fto, conforme processo / ; Art. 2º Que serão considerdos inidôneos, não produzindo efeitos tributários em fvor de terceiros interessdos, os documentos emitidos pel empres cim citd, desde 28 de mio de 2009; Art. 3º O presente Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. WESLEY FRAGA GUIMARÃES ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 30, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 O CHEFE DO SERVIÇO DE CONTROLE E ACOMPA- NHAMENTO TRIBUTÁRIO DA DELEGACIA DA RECEITA FE- DERAL EM GOIANIA/GO, no uso ds tribuições que lhe são conferids no rt. 6º d Portri 154/2009 (DOU 22/05/2009), e tendo em vist Instrução Normtiv SRF 864, de 25 de Julho de 2008, D.O.U, de 01/08/2008, e fce o constnte do processo / , declr: Art. 1º CANCELADA por motivo de multiplicidde no Cdstro de Pesso Físic - CPF, inscrição bixo relciond: CPF em nome de PABLO BORGES C O S TA. Art. 2º Permnece tiv inscrição do CPF , em nome de PABLO BORGES COSTA, qul inscrição cim será vinculd. Art. 3º O presente Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. WESLEY FRAGA GUIMARÃES

24 24 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM CARUARU ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 17, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O DELEGADO ADJUNTO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM CARUARU-PE no uso ds tribuições que lhe são conferids pel Instrução Normtiv SRF nº 504 de 3 de fevereiro de 2005, e considerndo o que const no processo dministrtivo nº / , declr: Art 1º Inscrit no Registro Especil sob o nº 041/0 empres V N INDÚSTRIA DE BEBIDAS LTDA. ME, CNPJ / , estbelecid no Km 94 d Rodovi BR 423, s/n, no Birro de Heliópolis, Grnhuns-PE, não lcnçndo este registro qulquer outro estbelecimento d mesm empres. Art. 2º A interessd exerce tividde de engrrfmento dos seguintes produtos: Reg. Min. Agricult. Produto Mrc Cpciddes PE Cchç Adoçd Ping Nordestin 350,475,600 e 980 ml PE Cipirinh Nordestin 670 ml PE Cchç Adoçd Nordestin 670 ml PE Beb. Alcool Mist Ctub Donzel 475 e 900 ml PE Beb. Alcool Mist Ctub Fogos 900 ml PE Vo d c N o r d o ff 00 ml PE Coquetel de Abcxi Nordestin 670 ml PE Licor de Ment Nordestin 900 ml COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Art 3º O estbelecimento cim deverá cumprir s obrigções citds n IN SRF nº 504/2005, sob pen de suspensão ou cncelmento dest inscrição. Art. 4º Este Ato Declrtório somente terá vlidde pós su publicção no Diário Oficil. DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM MOSSORÓ ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 2, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2009 Concede registro prévio necessário à quisição de mtéris-prims, produtos intermediários e mteriis de emblgem com suspensão de IPI à empres que mencion. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM MOSSORÓ/RN, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rtigo 17 d Instrução Normtiv RFB 948, de 15 de junho de 2009, e tendo em vist o que const no processo dministrtivo / , declr: Art. 1º Fic concedido o registro prévio de que trt o rt. 15 d IN RFB 948/2009 à empres CMR BRASIL PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO HORTOFRUTÍCOLA LTDA, CNPJ: / , pr hbilitção o regime de suspensão do IPI previsto no rt. 29 d Lei n.º.637, de 30 de dezembro de 20. Art. 2º Este to não convlid s informções presentds pel empres, principlmente qunto o cumprimento d condição referid no cput do rt. 14 d Instrução Normtiv RFB 948, de 15 de junho de Art. 3º Este Ato Declrtório entrrá em vigor e produzirá efeitos prtir d dt de su publicção no Diário Oficil d União. ALLAN PATRICK MEDEIROS LUCAS 5ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM ITABUNA SEÇÃO DE ARRECADAÇÃO E COBRANÇA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 39, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 Exclui pessos físics e jurídics do Prcelmento Especil (Pes), de que trt o rt. 1º d Lei.684, de 30 de mio de O CHEFE DA SEÇÃO DE ARRECADAÇÃO E COBRAN- ÇA DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ITABUNA, no uso de sus tribuições e tendo em vist o disposto nos rts. 1º e 7º d Lei.684, de 30 de mio de 2003, no rt. 12 d Lei , de 21 de dezembro de 2004, nos rts. 9º 17 d Portri Conjunt PGFN/SRF 3, de 25 de gosto de 2004, e n Portri Conjunt PGFN/SRF 4, de 20 de setembro de 2004, declr: Art. 1º Ficm excluíds do Prcelmento Especil (Pes) de que trt o rt. 1º d Lei.684, de 30 de mio de 2003, de cordo com seu rt. 7º, s pessos físics e jurídics relcionds no Anexo Único este Ato Declrtório Executivo (ADE), tendo em vist que foi consttd ocorrênci de três meses consecutivos ou seis lterndos sem recolhimento ds prcels do Pes ou que este tenh sido efetudo em vlor inferior o fixdo nos incisos II e III do 3º, incisos I e II do 4º e 6º do rt. 1º d Lei.684, de Art. 2º O detlhmento do motivo d exclusão poderá ser obtido n págin d Secretri d Receit Federl (SRF) n Internet, no endereço < com utilizção d Senh Pes. pelo código FRANCISCO NASARENO DE ANDRADE Art. 3º É fcultdo o sujeito pssivo, no przo de dis, contdo d dt de publicção deste ADE, presentr recurso dministrtivo dirigido o Delegdo d Receit Federl do Brsil de Itbun, no endereço: Av. Améli Amdo, 05, Centro, Itbun-BA, CEP Art. 4º Não hvendo presentção de recurso no przo previsto no rt. 3º, exclusão do Pes será definitiv. Art. 5º Este ADE entr em vigor n dt de su publicção. JOSÉ LUCAS PEREIRA DE BARROS ANEXO ÚNICO Relção ds pessos excluíds do Prcelmento Especil (Pes). Três prcels consecutivs ou seis lternds sem recolhimento ou com recolhimento inferior o fixdo nos incisos II e III do 3º, incisos I e II do 4º e 6º do rt. 1º d Lei.684, de Relção dos CPF ds pessos físics excluíds Relção dos CNPJ ds pessos jurídics excluíds / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 40, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Exclui pessos jurídics do Prcelmento Excepcionl (Pex), de que trt o rt. 1º d Medid Provisóri 303, de 29 de junho de O CHEFE DA SEÇÃO DE ARRECADAÇÃO E COBRAN- ÇA DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ITABUNA, no uso de sus tribuições e tendo em vist o disposto nos rts. 1º e 7º d Medid Provisóri 303, de 29 de junho de 2006, nos rts. 6º 13 d Portri Conjunt PGFN/SRF 1, de 3 de jneiro de 2007, declr: Art. 1º Ficm excluíds do Prcelmento Excepcionl (Pex) de que trt o rt. 1º d Medid Provisóri 303, de 2006, de cordo com seu rt. 7º, s pessos jurídics relcionds no Anexo Único este Ato Declrtório Executivo (ADE), tendo em vist que foi consttd ocorrênci de dois meses consecutivos ou lterndos sem recolhimento ds prcels do Pex ou com recolhimento prcil. Art. 2º O detlhmento do motivo d exclusão poderá ser obtido n págin d Secretri d Receit Federl (SRF) n Internet, no endereço < com utilizção d Senh Pex Ȧrt. 3º É fcultdo o sujeito pssivo, no przo de dis, contdo d dt de publicção deste ADE, presentr recurso dministrtivo dirigido o Delegdo d Receit Federl do Brsil de Itbun, no endereço: Av. Améli Amdo, 05, Centro, Itbun-BA, CEP Art. 4º Não hvendo presentção de recurso no przo previsto no rt. 3º, exclusão do Pex será definitiv. Art. 5º Este ADE entr em vigor n dt de su publicção. JOSÉ LUCAS PEREIRA DE BARROS ANEXO ÚNICO Relção ds pessos excluíds do Prcelmento Especil (Pex). Dus prcels consecutivs ou lternds sem recolhimento ou com recolhimento prcil. Relção dos CNPJ ds pessos jurídics excluíds / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM CONTAGEM ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 64, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2009 Anul inscrição de empres no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic. O DELEGADO SUBSTITUTO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE CONTAGEM-MG, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo inciso IV do rt. 243 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF 95, de 30 de bril de 2007, considerndo o que const do processo dministrtivo n.º / , declr:

25 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN Art. 1º Nul inscrição / , d empres ETI SILK LTDA, por duplicidde, no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic, tendo em vist o disposto no inciso I e prágrfo primeiro do rt. 30 d IN RFB n 748, de 28 de junho de 2007, com efeitos retrotivos 11//1994. Art. 2o Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. ADRIANO DE PINHO TAVARES DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 11 8, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 Declr inptidão de empres pernte o Cdstro Ncionl de Pessos Jurídics. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA-MG, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo inciso III do rtigo 280 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl, provdo pel Portri MF 125, de 04 de mrço de 2009, publicd no DOU de 06 de mrço de 2009, e sus lterções posteriores combindo com o que dispõe o rtigo 34 d Instrrução Normtiv d Receit Federl do Brsil 748 de 28 de junho de 2007 bem como os elementos integrntes do Processo / , declr: INAPTA inscrição no Cdstro Ncionl de Pessos Jurídics do Ministério d Fzend (CNPJ) / d empres COMÉRCIO DE CAFÉ SÃO SEBASTIÃO LTDA, com endereço declrdo no CNPJ à Ru São José, 156, Centro, Erváli/MG, por enqudrr-se n hipótese previst no rtigo 34, incisos II e III d Instrução Normtiv RFB 748, de 28 de junho de MARCUS VINICIUS DADALTI BARROSO DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VARGINHA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 56, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 Divulg enqudrmento de bebids, segundo o regime de tributção do Imposto sobre Produtos Industrilizdos de que trt o rt. 1º d Lei nº 7.798, de de julho de O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VARGINHA (MG), no uso d competênci delegd pel Portri RFB nº 1.069, de 04 de julho de 2008, e tendo em vist o disposto nos rts. 149 e 150 do decreto nº 4.544, de 26 de dezembro de 20 - Regulmento do Imposto sobre Produtos Industrilizdos (RIPI), lterdo pelo Decreto nº 6.158, de 16 de julho de 2007, e pelo Decreto nº 6.588, de 01 de outubro de 2008 e no rt. 5º d Instrução Normtiv RFB nº 866/2008, DE- CLARA: Art. 1º O produto relciondo neste Ato Declrtório Executivo (ADE), pr efeito de cálculo e pgmento do Imposto sobre Produtos Industrilizdos (IPI) de que trt o rt. 1º d Lei nº 7.798, de de julho de 1989, pss ser clssificdo ou ter su clssificção lterd conforme Anexo Único. Art. 2º - As clsses de enqudrmento prevists neste ADE, slvo nos csos expressmente definidos, referem-se produtos comercilizdos em qulquer tipo de vsilhme. Art. 3º As clsses de enqudrmento prevists neste ADE plicm-se os produtos fbricdos no pís, exceto qunto os produtos do código d Tbel de Incidênci do IPI que observrem o disposto no 2º do rt. 152 do RIPI. Art. 4º Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção, produzindo efeitos prtir do di 01 de jneiro de EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ANEXO ÚNICO pelo código ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 11 9, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 Inscreve empres no Registro Especil pr Produtor de Agurdente de Cn n form previst n IN SRF/504/2005. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA-MG, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, tendo em vist o disposto n Instrução Normtiv SRF 504, de 3 de fevereiro de 2005, e com bse no processo dministrtivo /20-93, declr: Art.1º - Inscrit no Registro Especil sob o 064/121, empres DESTILARIA BARROSINHA LTDA, CNPJ / , estbelecid no Sítio Sgrn, s/, Zon Rurl, em Brroso - MG, não lcnçndo este registro qulquer outro estbelecimento d mesm empres, que exerce tividde de produtor de gurdente de cn d mrc comercil "Brrosinh". Art. 2º - O estbelecimento cim deverá cumprir s obrigções citds n IN/SRF 504/2005, sob pen de suspensão ou cncelmento dest inscrição. Art. 3º - Este Ato Declrtório somente terá vlidde pós su publicção no Diário Oficil d União. MARCUS VINÍCIUS DADALTI BARROSO RETIFICAÇÃO No Ato Declrtório Executivo DRF/JFA/MG/ 8, de 7 de fevereiro de 20, publicdo n Seção I do Diário Oficil d União de 13 de fevereiro de 20, onde constou: "Art. 1º... em recipientes com cpcidde de 700ml." Lei-se: "Art. 1º... em recipientes com s cpciddes de 600 e 700 ml." CARLOS MÁRCIO ORTIZ PEREIRA CNPJ MARCA COMERCIAL CAPACIDADE (mililitros) CÓDIGO E N Q U A D R A M E N TO TIPI (letr) / ENGENHODOCE (RECIPIENTE NAO-RE- De 671ml té 00ml Q TO R N AV E L ) / ENGENHODOCE (RECIPIENTE NAO-RE- De 671ml té 00ml N TO R N AV E L ) / ENGENHODOCE (RECIPIENTE NAO-RE- Até 180ml G TO R N AV E L ) ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 57, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Divulg enqudrmento de bebids, segundo o regime de tributção do Imposto sobre Produtos Industrilizdos de que trt o rt. 1º d Lei nº 7.798, de de julho de O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VARGINHA (MG), no uso d competênci delegd pel Portri RFB nº 1.069, de 04 de julho de 2008, e tendo em vist o disposto nos rts. 149 e 150 do decreto nº 4.544, de 26 de dezembro de 20 - Regulmento do Imposto sobre Produtos Industrilizdos (RIPI), lterdo pelo Decreto nº 6.158, de 16 de julho de 2007, e pelo Decreto nº 6.588, de 01 de outubro de 2008 e no rt. 5º d Instrução Normtiv RFB nº 866/2008, declr: Art. 1º O produto relciondo neste Ato Declrtório Executivo (ADE), pr efeito de cálculo e pgmento do Imposto sobre Produtos Industrilizdos (IPI) de que trt o rt. 1º d Lei nº 7.798, de de julho de 1989, pss ser clssificdo ou ter su clssificção lterd conforme Anexo Único. SEÇÃO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 3, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 Exclui sujeito pssivo do Prcelmento Especil (Pes), de que trt o rt. 1º d Lei.684, de 30 de mio de O CHEFE DA SEÇÃO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA - Sort, no uso de sus tribuições, e tendo em vist o disposto nos rts. 1º e 7º d Lei.684, de 30 de mio de 2003, no rt. 12 d Lei , de 21 de dezembro de 2004, nos rts. 9º 17 d Portri Conjunt PGFN/SRF 3, de 25 de gosto de 2004, e n Portri Conjunt PGFN/SRF 4, de 20 de setembro de 2004, declr: Art. 1º Fic excluído do Prcelmento Especil (Pes) de que trt o rt. 1º d Lei.684, de 30 de mio de 2003, nos termos do rt. 7º d citd lei, o sujeito pssivo Nonbis Indústri e Comércio Ltd., CNPJ: / , consttd flt de recolhimento (integrl e/ou prcil) de tributos correntes e de prcels do Pes por período superior três meses consecutivos ou seis lterndos. Art. 2º O detlhmento d motivção d exclusão pode ser obtido n págin d Secretri d Receit Federl n Internet, no endereço < com utilizção d Senh Pes. Art. 3º É fcultdo o sujeito pssivo, no przo de dez dis, contdos d dt de publicção deste Ato Declrtório Executivo, presentr recurso dministrtivo dirigido o Delegdo d Receit Federl em Juiz de For, no endereço: Av. Brão do Rio Brnco, 372, Mnoel Honório, Juiz de For/MG, Cep Art. 4º Não hvendo presentção de recurso no przo previsto no rt. 3º, exclusão do Pes tornr-se-á definitiv. Art. 5º Este to entr em vigor n dt de su publicção. HELIOMAR BROXADO DE CARVALHO Art. 2º - As clsses de enqudrmento prevists neste ADE, slvo nos csos expressmente definidos, referem-se produtos comercilizdos em qulquer tipo de vsilhme. Art. 3º As clsses de enqudrmento prevists neste ADE plicm-se os produtos fbricdos no pís, exceto qunto os produtos do código d Tbel de Incidênci do IPI que observrem o disposto no 2º do rt. 152 do RIPI. Art. 4º Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção, produzindo efeitos prtir do di 01 de jneiro de ANEXO ÚNICO CARLOS MÁRCIO ORTIZ PEREIRA CNPJ MARCA COMERCIAL CAPACIDADE (mililitros) CÓDIGO E N Q U A D R A M E N TO TIPI (letr) / CACHAÇA GARIMPO DA PRINCESA (RECI- De 671ml té 00ml M PIENTE NAO-RETORNAVEL) / SOBERANA DE MINAS De 671ml té 00ml M / SOBERANA DE MINAS (RECIPIENTE NAO-RE- Até 180ml C TO R N AV E L ) /0001- COLINAS DO SUL (RECIPIENTE RETORNA- De 376ml té 670ml M VEL) (670ml) /0001- COLINAS DO SUL (RECIPIENTE RETORNA- De 376ml té 670ml K VEL) (600ml) /0001- COLINAS DO SUL (RECIPIENTE RETORNA- De 376ml té 670ml G VEL) (500ml) / MARUAIA (RECIPIENTE NAO-RETORNAVEL) De 376ml té 670ml L / CANINHA DAS LETRAS (RECIPIENTE NAO- Até 180ml G R E TO R N AV E L ) / CANINHA DAS LETRAS (RECIPIENTE NAO- De 181ml té 375ml K R E TO R N AV E L ) / CANINHA DAS LETRAS (RECIPIENTE NAO- De 376ml té 670ml N R E TO R N AV E L ) / CANINHA DAS LETRAS (RECIPIENTE NAO- De 671ml té 00ml Q R E TO R N AV E L ) / L I LY ' S De 376ml té 670ml N / L I LY ' S De 671ml té 00ml O / L I LY ' S De 181ml té 375ml J / L I LY ' S De 671ml té 00ml Q / LOURINHA (RECIPIENTE NAO-RETORNAVEL) De 671ml té 00ml M / RAINHA DA LAVOURA (RECIPIENTE NAO-RE- De 671ml té 00ml O TO R N AV E L ) / RAINHA DA LAVOURA (RECIPIENTE NAO-RE- De 376ml té 670ml M TO R N AV E L ) (600ml) / LOURINHA (RECIPIENTE RETORNAVEL) De 671ml té 00ml L / RAINHA DA LAVOURA (RECIPIENTE RETOR- De 671ml té 00ml N N AV E L ) / RAINHA DA LAVOURA (RECIPIENTE NAO-RE- Até 180ml G TO R N AV E L ) / RAINHA DA LAVOURA (RECIPIENTE NAO-RE- De 376ml té 670ml N TO R N AV E L ) (500ml) / PAIOLINHO (RECIPIENTE RETORNAVEL) De 671ml té 00ml I

26 26 ISSN ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA NO RIO DE JANEIRO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 139, DE 1 o - DE JULHO DE 2009 Declr nulidde d inscrição de empres pernte o Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic. A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA NO RIO DE JANEIRO, usndo de sus tribuições e de cordo com o disposto no rtigo 30, inciso I, d Instrução Normtiv 748, de 11 de junho de 2007, d Secretri d Receit Federl do Brsil, e considerndo o que const do Processo Administrtivo / , declr: Art. 1º - A NULIDADE d inscrição / no Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic - CNPJ, do CON- DOMÍNIO DO EDIFÍCIO VERANEIO, em virtude de hver sido tribuído mis de um número de inscrição pr o mesmo estbelecimento. Art. 2º - Este ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO entrrá em vigor n dt de su publicção. Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS CATIA DA SILVA BESERRA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 144, DE 9 DE JULHO DE 2009 Declr nulidde d inscrição de empres pernte o Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic. A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA NO RIO DE JANEIRO, usndo de sus tribuições e de cordo com o disposto no rtigo 30, inciso I, d Instrução Normtiv 748, de 11 de junho de 2007, d Secretri d Receit Federl do Brsil, e considerndo o que const do Processo Administrtivo /00-13, declr: Art.1º - A NULIDADE d inscrição / no Cdstro Ncionl de Pessos Jurídics - CNPJ, do CON- DOMÍNIO DO EDIFÍCIO TOUR DE NANTES, em virtude de hver sido tribuído mis de um número de inscrição pr o mesmo estbelecimento. Art. 2º - Este ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO entrrá em vigor n t de su publicção. CATIA DA SILVA BESERRA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 145, DE 13 DE JULHO DE 2009 Declr nulidde d lterção de Domicilio Tributário pernte o Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic. A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA NO RIO DE JANEIRO, usndo de sus tribuições e de cordo com o disposto no rtigo 30, inciso II, d Instrução Normtiv 748, de 11 de junho de 2007, d Secretri d Receit Federl do Brsil, e considerndo o que const do Processo Administrtivo / , declr: Art 1º - A NULIDADE d lterção cdstrl, dtd de 30/05/2001 trnsferindo o domicílio tributário, d 8ª pr 7ª Região Fiscl, d pesso jurídic CALLAMARI COMERCIAL LTDA, CNPJ / , em virtude de ter sido consttdo vício no to prticdo pernte o Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic - CNPJ. Art. 2º - Este ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO entrrá em vigor n dt de su publicção. CATIA DA SILVA BESERRA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 161, DE 26 DE AGOSTO DE 2009 Declr nulidde d inscrição no Cdstro de Pesso Físic. A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA NO RIO DE JANEIRO, usndo de sus tribuições e de cordo com o disposto no rt. 29 d Instrução Normtiv 864, de 25 de julho de 2008, d Secretri d Receit Federl do Brsil, publicd no DOU 01/08/2008, e considerndo o que const dos Processos Administrtivos s / e / , declr: Art. 1º - A NULIDADE ds inscrições bixo relcionds, no Cdstro de Pesso Físic - CPF, do titulr EDUARDO MA- GALHAES, em virtude de terem sido inscrits com vícios Art. 2º - Este ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO entrrá em vigor n dt de su publicção. CATIA DA SILVA BESERRA pelo código ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 199, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 Cncel declrção de nulidde de empres pernte o Cdstro Ncionl de Pessos Jurídics A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA DO RIO DE JANEIRO, no uso ds tribuições que lhe form conferids pelo rt. 205 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF 125, de 04 de mrço de 2009, publicd no D.0.U. de 06 de mrço de 2009, declr: Art. 1º - Que fic CANCELADO o ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 151, de 04 de gosto de 2009, expedido por est Delegci, publicdo no Diário Oficil d União 189, do di de outubro de 2009, Seção 1, págin 20, no qul foi declrd nulidde d inscrição d empres J C VALENTE TRANSPORTES LTDA., pernte o Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic, CNPJ / , um vez que o mesmo foi expedido indevidmente, consonte elementos contidos no Processo Administrtivo / Art. 2º - Este ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO entrrá em vigor n dt de su publicção. CATIA DA SILVA BESERRA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 200, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 Cncel declrção de nulidde de empres pernte o Cdstro Ncionl de Pessos Jurídics. A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA DO RIO DE JANEIRO, no uso ds tribuições que lhe form conferids pelo rt. 205 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF 125, de 04 de mrço de 2009, publicd no D.0.U. de 06 de mrço de 2009, declr: Art. 1º - Que fic CANCELADO o ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 119, de 29 de mio de 2009, expedido por est Delegci, publicdo no Diário Oficil d União 118, do di 24 de junho de 2009, Seção 1, págin 22, no qul foi declrd nulidde d inscrição d empres CABOT UK LTDA., pernte o Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic, CNPJ / , um vez que o mesmo foi expedido indevidmente, consonte elementos contidos no Processo Administrtivo / Art. 2º - Este ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO entrrá em vigor n dt de su publicção. CATIA DA SILVA BESERRA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM CAMPOS DOS GOYTACAZES ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 25, DE 18 DE SETEMBRO DE 2009 Declr de ofício nulidde de inscrição no Cdstro de Pessos Físics (CPF). O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM CAMPOS DOS GOYTACAZES/RJ, com fundmento nos rt d Instrução Normtiv RFB 864, de 25 de julho de 2008 e tendo em vist o que const no processo dministrtivo / , declr: Artigo único - NULA inscrição no Cdstro de Pessos Físics (CPF) de por flt de comprovção d existênci d pesso físic. JORGE CLAUDIO DUARTE CARDOSO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 36, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Declr nuld inscrição no CNPJ O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM CAMPOS DOS GOYTACAZES/RJ, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Regimento Interno d Secretri d Receit Federl, provdo pel portri MF 125, de 04 de mrço de 2009, com fundmento no 1º e o inciso II do rt. 30 d IN RFB 748, de 28 de junho de 2007 e tendo em vist o que const no processo dministrtivo / , especilmente às fls. 01 e 06, declr: Art. 1º - ANULADO, por vício n inscrição o CNPJ / Art. 2º - Este to produzirá efeitos retrotivmente à dt d inscrição (26//1988). JORGE CLAUDIO DUARTE CARDOSO DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VOLTA REDONDA SEÇÃO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 3, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Exclui pessos jurídics do Prcelmento Excepcionl (Pex), de que trt o rt. 1º d Medid Provisóri 303, de 29 de junho de A CHEFE DA SEÇÃO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VOLTA REDONDA, no uso de sus tribuições e tendo em vist o disposto nos rts. 1º e 7º d Medid Provisóri 303, de 29 de junho de 2006, nos rts. 6º 13 d Portri Conjunt PGFN/SRF 1, de 3 de jneiro de 2007, declr: Art. 1º Ficm excluíds do Prcelmento Excepcionl (Pex) de que trt o rt. 1º d Medid Provisóri 303, de 2006, de cordo com seu rt. 7º, s pessos jurídics relcionds no Anexo Único este Ato Declrtório Executivo (ADE), tendo em vist que foi consttd ocorrênci de dois meses consecutivos ou lterndos sem recolhimento ds prcels do Pex ou com recolhimento prcil. Art. 2º O detlhmento do motivo d exclusão poderá ser obtido n págin d Secretri d Receit Federl (SRF) n Internet, no endereço < com utilizção d Senh Pex. Art. 3º É fcultdo o sujeito pssivo, no przo de dis, contdo d dt de publicção deste ADE, presentr recurso dministrtivo dirigido à Delegd d Receit Federl do Brsil em Volt Redond, n Ru Lúcio Bittencourt, 73 - Vil Snt Cecíli - Volt Redond - RJ. Art. 4º Não hvendo presentção de recurso no przo previsto no rt. 3º, exclusão do Pex será definitiv. Art. 5º Este ADE entr em vigor n dt de su publicção. CRISTIANE ROSÁRIO PINHEIRO SANTANA ANEXO ÚNICO Relção ds pessos excluíds do Prcelmento Especil (Pex). Dus prcels consecutivs ou lternds sem recolhimento ou com recolhimento prcil. Relção dos CNPJ ds pessos jurídics excluíds / / / / / ª REGIÃO FISCAL ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 123, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 O SUPERINTENDENTE REGIONAL DA RECEITA FE- DERAL DO BRASIL NA 8ª REGIÃO FISCAL, no uso d competênci estbelecid no rt. 1º, 1º, d Instrução Normtiv RFB 562, de 19 de gosto de 2005, e à vist do que const do processo / , declr: 1. Fic empres ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE JET SKI PROFISSIONAL E NÃO PROFISSIONAL, com sede n Ru Itápolis, Pcembu - São Pulo/SP, inscrit no CNPJ/MF sob / , utorizd utilizr os procedimentos previstos n Instrução Normtiv RFB 562/2005 pr os despchos duneiros de dmissão temporári e de reexportção dos bens destindos o evento desportivo "CAMPEONATO MUNDIAL DE JET RAID - ETAPA BRASIL 2009", relizr-se no período de de novembro de 2009, nos municípios de Bertiog, São Sebstião (Ilhbel), Gurujá e Pri Grnde, Estdo de São Pulo. 2. A operção de que trt o item 1 fic condiciond à liberção por outros órgãos d Administrção Públic qundo se trtr de mercdori sujeit seu controle. 3. Fic fixdo como przo máximo pr permnênci dos bens no Pís o período compreendido entre 06 de novembro e 29 de dezembro de 2009, nos termos do 4º do rt. 3º d Instrução Normtiv RFB 562/ Este to entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. JOSÉ GUILHERME ANTUNES DE VA S C O N C E L O S

27 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM ARARAQUARA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 42, DE 23 DE OUTUBRO DE 2009 O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM ARARAQUARA - SP, no uso d competênci previst no rt. 28, inciso III, d Portri MF 125, de 4 de mrço de 2009, DOU de , decide CANCELAR DE OFÍCIO o CNPJ bixo por Anulção de inscrição indevid, de cordo com os processos dministrtivos respectivos. PREFEITURA MUNICIPAL DE BORBOREMA CNPJ: /00-50 NOME FANTASIA: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE PROCESSO ADMINISTRATIVO: / PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAPOLIS CNPJ: /00-18 NOME FANTASIA: PROCESSO ADMINISTRATIVO: / FÁBIO EDUARDO BOSCHI DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM GUARULHOS ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 16, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 Exclui pessos jurídics do Prcelmento Excepcionl (Pex), de que trt o rt. 1º d Medid Provisóri 303, de 29 de junho de O AUDITOR-FISCAL DA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL bixo identificdo, em exercício n Delegci d Receit Federl do Brsil em Gurulhos, no uso d competênci delegd pel Portri DRF/GUA 030, de 23 de Abril de DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM LIMEIRA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 22, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2009 Divulg enqudrmento de bebids segundo o regime de tributção do Imposto sobre Produtos Industrilizdos de que trt o rt. 1º d Lei nº 7.798, de de julho de 1989 O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM LIMEIRA-SP, no uso d competênci delegd pel Portri RFB nº 1.069, de 7 de julho de 2008, e tendo em vist o disposto nos rts. 149 e 150 do Decreto nº 4.544, de 26 de dezembro de 20 - Regulmento do Imposto sobre Produtos Industrilizdos (Ripi), lterdo pelos Decretos nº 6.158, de 16 de julho de 2007, e, de 1º de outubro de 2008 e Instrução Normtiv RFB nº 866, de 6 de gosto de 2008, declr: Art. 1º Os produtos relciondos neste Ato Declrtório Executivo (ADE), pr efeito de cálculo e pgmento do Imposto sobre Produtos Industrilizdos (IPI) de que trt o rt. 1º d Lei nº 7.798, de de julho de 1989, pssm ser clssificdos ou ter sus clssificções lterds, de cordo com o nexo único deste Ato Declrtório Executivo. Art. 2º As clsses de enqudrmento e reenqudrmento prevists neste ADE, slvo nos csos expressmente definidos, referem-se produtos comercilizdos em qulquer tipo de vsilhme. Art. 3º Excepcionlmente, e visndo solucionr pendêncis, este Ato Declrtório está contemplndo solicitções de reenqudrmentos, cujos preços dos produtos comercilizdos, tenhm tido lterção de preço, ms não implicou em modificção n clsse de vlor do Imposto sobre Produtos Industrilizdos (IPI), de enqudrmento nterior, servindo este Ato, pens pr confirmção de reenqudrmentos. Art. 4º Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção, produzindo efeitos prtir de 23 de novembro de ANEXO ÚNICO EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código , publicd no DOU de 30 de Abril de 2009, e tendo em vist o disposto nos rts. 1º e 7º d Medid Provisóri 303, de 29 de junho de 2006, nos rts. 6º 13 d Portri Conjunt PGFN/SRF 1, de 3 de jneiro de 2007, declr: Art. 1º Ficm excluíds do Prcelmento Excepcionl (Pex) de que trt o rt. 1º d Medid Provisóri 303, de 2006, de cordo com seu rt. 7º, s pessos jurídics relcionds no Anexo Único este Ato Declrtório Executivo (ADE), tendo em vist que foi consttd ocorrênci de dois meses consecutivos ou lterndos sem recolhimento ds prcels do Pex ou com recolhimento prcil. Art. 2º O detlhmento do motivo d exclusão poderá ser obtido n págin d Secretri d Receit Federl (SRF) n Internet, no endereço < com utilizção d Senh Pex Ȧrt. 3º É fcultdo o sujeito pssivo, no przo de dis, contdo d dt de publicção deste ADE, presentr recurso dministrtivo dirigido o Delegdo d Receit Federl do Brsil em Gurulhos, de cordo com o 1º do rtigo d Portri Conjunt PGFN/SRF 1, de 2007, à Ru d Cntreir, Vil August - Gurulhos - SP - CEP Art. 4º Não hvendo presentção de recurso no przo previsto no rt. 3º, exclusão do Pex será definitiv. Art. 5º Este ADE entr em vigor n dt de su publicção. RENATO VASCONCELLOS LOUZADA ANEXO ÚNICO Relção ds pessos excluíds do Prcelmento Especil (Pex). Dus prcels consecutivs ou lternds sem recolhimento ou com recolhimento prcil. Relção dos CNPJ ds pessos jurídics excluíds / / / / / / / / / / / / JÚLIO CESAR NAVAS CNPJ MARCA COMERCIAL CAPACIDADE (mililitros) CÓDIGO TI- E N Q U A D R A M E N TO PI (letr) / CACHAÇA DA TULHA OURO (RECIPIEN- De 671ml té Q TE NAO-RETORNAVEL) 00ml / CACHAÇA DA TULHA OURO (RECIPIEN- Até 180ml G TE NAO-RETORNAVEL) / CACHAÇA DA TULHA PRATA (RECI- Até 180ml E PIENTE NAO-RETORNAVEL) / CACHAÇA DA TULHA OURO (RECIPIEN- De 376ml té 670ml N TE NAO-RETORNAVEL) / BOSSA CLUB - OURO (RECIPIENTE De 376ml té 670ml N N A O - R E TO R N AV E L ) / ENGENHO DA VERTENTE TRADICIO- De 671ml té Q NAL (RECIPIENTE NAO-RETORNAVEL) 00ml / ENGENHO DA VERTENTE PREMIUM De 671ml té Q (RECIPIENTE NAO-RETORNAVEL) 00ml / ENGENHO DA VERTENTE TRADICIO- Até 180ml G NAL (RECIPIENTE NAO-RETORNAVEL) / ENGENHO DA VERTENTE PREMIUM Até 180ml G (RECIPIENTE NAO-RETORNAVEL) / DOMUS (AGUARDENTE COMPOSTA E De 181ml té 375ml G BEBIDA ALCOOLICA, DE GENGIBRE) / DOMUS (AGUARDENTE COMPOSTA E De 181ml té 375ml G BEBIDA ALCOOLICA, DE GENGIBRE) / MORADA DO VENTO (RECIPIENTE NAO- De 671ml té K R E TO R N AV E L ) 00ml / FOLHAS DE OLIVA (RECIPIENTE NAO- Até 180ml G R E TO R N AV E L ) / FOLHAS DE OLIVA (RECIPIENTE NAO- De 376ml té 670ml N R E TO R N AV E L ) / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / FOLHAS DE OLIVA (RECIPIENTE NAO- De 376ml té 670ml N R E TO R N AV E L ) / FOLHAS DE OLIVA (RECIPIENTE NAO- De 376ml té 670ml N R E TO R N AV E L ) / AGUARDENTE CAPÃO GROSSO (RECI- De 671ml té H PIENTE RETORNAVEL) 00ml / VELHO PARATI (RECIPIENTE NAO-RE- De 671ml té J TO R N AV E L ) 00ml / VILLA VELHA (RECIPIENTE RETORNA- De 376ml té 670ml C VEL) / DO BARRIL (RECIPIENTE NAO-RETOR- De 376ml té 670ml D N AV E L ) / BALALAIKA De 671ml té L 00ml / M O S C O W I TA De 376ml té 670ml H / VILLA VELHA CARVALHO (AGUARDEN- De 671ml té I TE COMPOSTA) 00ml / BALALAIKA ICE De 181ml té 375ml Ex E / MOSCOWITA ICE De 181ml té 375ml Ex E / PIRASSUNUNGA 21 (RECIPIENTE RE- De 671ml té F TO R N AV E L ) 00ml / PIRASSUNUNGA 21 (RECIPIENTE NAO- De 671ml té H R E TO R N AV E L ) 00ml / JANAINA (RECIPIENTE RETORNAVEL) De 671ml té F 00ml / JANAINA (RECIPIENTE NAO-RETORNA- De 671ml té H VEL) 00ml / M O S C O W I TA De 671ml té L 00ml DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM OSASCO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 43, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Reconhece isenção ds contribuições de que trtm os rt. 22 e 23 d Lei 8.212/1991 e ds contribuições devids outrs entiddes e fundos pesso jurídic de direito privdo, constituíd como Entidde Beneficente de Assistênci Socil - EBAS. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM OSASCO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 203, inciso X, d Portri MF 125 de 4 de mrço de 2009, publicd no DOU de 6 de mrço de 2009 e tendo em vist o qunto disposto no rt. 303 d Instrução Normtiv SRP 03, de 14 de julho de 2005, declr: Art 1º. Fic reconhecid isenção pr entidde CASA DA PAZ, CNPJ / , relciond com s contribuições de que trtm os rt. 22 e 23 d Lei 8.212/91 e ds contribuições devids às outrs entiddes e fundos, nos termos dos rt d Instrução Normtiv SRP 03, de 14 de julho de 2005; do rt. 55 d Lei 8.212, de 24 de julho de 1991; do rt. 3º, 5º e 6º d Lei , de 16 de mrço de 2007 e rt. 206 e 208 do Regulmento d Previdênci Socil, provdo pelo Decreto 3.048, de 06 de mio de Art 2º. A entidde qui referencid, beneficid com isenção deverá obrigtorimente presentr, té o di 30 de bril de cd no, à Delegci d Receit Federl do Brsil, de su jurisdição, reltório circunstncido de sus tividdes no exercício nterior, previsto no rt. 209 do RPS, provdo pelo Decreto 3.048/99. Art. 3º. A isenção previst neste Ato Declrtório não dispens entidde de efetur os recolhimentos ds contribuições rrecdds dos segurdos empregdos e d comercilizção d produção rurl n condição de sub-rogd, de que trt o rt. 30 d Lei 8.212/1991; do recolhimento dos vlores retidos, n form do rt. 31 d mesm Lei, n hipótese de contrtr serviços medinte empreitd ou cessão de mão-de-obr; bem como do cumprimento ds obrigções cessóris prevists n legislção que trt ds norms de rrecdção, fisclizção e cobrnç ds contribuições previdenciáris.

28 28 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 Art. 4º. Este Ato não contempl s lterções decorrentes d Lei 9.732, de 11 de dezembro de 1998, objeto d Ação Diret de Inconstitucionlidde - ADIN 2.8-5, produzindo efeitos prtir de 24 de novembro de 2004, pós su publicção no DOU, tudo conforme Processo / AIRTON APARECIDO FABIANO 9ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM CASCAVEL ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 80, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O DELEGADO DA DELEGACIA DA RECEITA FEDE- RAL DO BRASIL EM CASCAVEL/PR, no uso de su tribuição regimentl e consonte o disposto no rtigo 34 inciso III, no rtigo 41 inciso II e no rtigo 43, d Instrução Normtiv RFB 748, de 28 de junho de 2007, conforme representção formuld no processo dministrtivo / , resolve: Art. Único: Declrr Inpt inscrição no Cdstro Ncionl de Pessos Jurídics (CNPJ) d empres LOURENÇO LÚCIO DE ALMEIDA ME - CNPJ / , sujeitndo- os efeitos previstos nos rtigos 47 e 48 d Instrução Normtiv RFB 748, de 2007, sendo considerdos inidôneos os documentos por el emitidos prtir de 08 de julho de A presente declrção de inptidão bsei-se n flt de regulrizção cdstrl e no não tendimento à intimção constnte no Editl 4, de 27 de gosto de 2009, consttndo-se inexistênci de fto d empres. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS EDAIR RIBEIRO DA SILVA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 81, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O DELEGADO DA DELEGACIA DA RECEITA FEDE- RAL DO BRASIL EM CASCAVEL/PR, no uso de su tribuição regimentl e consonte o disposto no rtigo 34 inciso III, no rtigo 41 inciso II e no rtigo 43, d Instrução Normtiv RFB 748, de 28 de junho de 2007, conforme representção formuld no processo dministrtivo / , resolve: Art. Único: Declrr Inpt inscrição no Cdstro Ncionl de Pessos Jurídics (CNPJ) d empres SOSAJUMI COMERCIO DE PNEUS LTDA ME - CNPJ / , sujeitndo- os efeitos previstos nos rtigos 47 e 48 d Instrução Normtiv RFB 748, de 2007, sendo considerdos inidôneos os documentos por el emitidos prtir de de setembro de A presente declrção de inptidão bsei-se n flt de regulrizção cdstrl e no não tendimento à intimção constnte no Editl 040, de 16 de setembro de 2009, consttndo-se inexistênci de fto d empres. EDAIR RIBEIRO DA SILVA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 82, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O DELEGADO DA DELEGACIA DA RECEITA FEDE- RAL DO BRASIL EM CASCAVEL/PR, no uso de su tribuição regimentl e consonte o disposto no rtigo 34 inciso III, no rtigo 41 inciso II e no rtigo 43, d Instrução Normtiv RFB 748, de 28 de junho de 2007, conforme representção formuld no processo dministrtivo / , resolve: Art. Único: Declrr Inpt inscrição no Cdstro Ncionl de Pessos Jurídics (CNPJ) d empres TAVARES COMERCIO DE PNEUS E CAMARAS LTDA - ME - CNPJ / , sujeitndo- os efeitos previstos nos rtigos 47 e 48 d Instrução Normtiv RFB 748, de 2007, sendo considerdos inidôneos os documentos por el emitidos prtir de de setembro de A presente declrção de inptidão bsei-se n flt de regulrizção cdstrl e no não tendimento à intimção constnte no Editl 042, de 16 de setembro de 2009, consttndo-se inexistênci de fto d empres. EDAIR RIBEIRO DA SILVA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 83, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O DELEGADO DA DELEGACIA DA RECEITA FEDE- RAL DO BRASIL EM CASCAVEL/PR, no uso de su tribuição regimentl e consonte o disposto no rtigo 34 inciso III, no rtigo 41 inciso II e no rtigo 43, d Instrução Normtiv RFB 748, de 28 de junho de 2007, conforme representção formuld no processo dministrtivo / , resolve: Art. Único: Declrr Inpt inscrição no Cdstro Ncionl de Pessos Jurídics (CNPJ) d empres L. M. RIBEIRO COMER- CIO DE PNEUS - CNPJ / , sujeitndo- os efeitos previstos nos rtigos 47 e 48 d Instrução Normtiv RFB 748, de 2007, sendo considerdos inidôneos os documentos por el emitidos prtir de de setembro de A presente declrção de inptidão bsei-se n flt de regulrizção cdstrl e no não tendimento à intimção constnte no Editl 041, de 16 de setembro de 2009, consttndo-se inexistênci de fto d empres. EDAIR RIBEIRO DA SILVA pelo código ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 84, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O DELEGADO DA DELEGACIA DA RECEITA FEDE- RAL DO BRASIL EM CASCAVEL/PR, no uso de su tribuição regimentl e consonte o disposto no rtigo 34 inciso III, no rtigo 41 inciso II e no rtigo 43, d Instrução Normtiv RFB 748, de 28 de junho de 2007, conforme representção formuld no processo dministrtivo / , resolve: Art. Único: Declrr Inpt inscrição no Cdstro Ncionl de Pessos Jurídics (CNPJ) d empres ATACADO DE CONFEC- ÇÕES E PRESENTES M.D.SOUZA LTDA - CNPJ / , sujeitndo- os efeitos previstos nos rtigos 47 e 48 d Instrução Normtiv RFB 748, de 2007, sendo considerdos inidôneos os documentos por el emitidos prtir de 28 de gosto de A presente declrção de inptidão bsei-se n flt de regulrizção cdstrl e no não tendimento à intimção constnte no Editl 039, de 16 de setembro de 2009, consttndo-se inexistênci de fto d empres. EDAIR RIBEIRO DA SILVA ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM PORTO ALEGRE ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 72, DE 16 DE OUTUBRO DE 2009 Concessão de Registro Especil dos estbelecimentos que relizm operções com ppel imune O Delegdo d Receit Federl do Brsil em Porto Alegre/RS, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 2º d Instrução Normtiv SRF. 71, de 24 de gosto de 2001, lterdo pel Instrução Normtiv SRF 1, de 21 de dezembro de 2001, e em conformidde com o que dispõe o rt. 1º do Decreto-Lei 1.593, de 21 de dezembro de 1977, lterdo pel Lei 9.822, de 23 de gosto de 1999, e pel Medid Provisóri , de 24 de gosto de 2001, rt. 32, 6º, e os rtigos 18, 1º e 4º, e 19 do Decreto 4.544, de 26 de dezembro de 20, declr: Artigo único. A empres Gráfic e Editor Águi Print Ltd, com endereço n Ru Nicolu Copérnico,25 - Birro Srndi, Porto Alegre/RS, CEP , CNPJ / , pelo processo / , tem concedido o Registro Especil de Estbelecimentos que relizm operções com ppel imune, n tividde de gráfic, sendo-lhe concedido trvés d inscrição GP- 1/313, em 16//2009. LEOMAR WAYERBACHER ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 75, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2009 Declr cnceldo de ofício inscrição no CPF O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM PORTO ALEGRE - RS, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo inciso VIII do rt. 292 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl, provdo pel Portri MF 125, de 04/03/2009, publicd no DOU de 06/03/2009, e tendo em vist, o disposto no rt. 26 d IN RFB 864, de 25 de julho de 2008, DECLARA cnceld, de ofício, inscrição no CPF, por hver sido tribuído mis de um número de inscrição pr um mesm pesso físic, de cordo com o disposto no inciso I do rt. 25 d IN RFB 864/2008, de: -CPF MARIA APARECIDA DE PAULA GUIMARAES O procedimento que se refere este Ato Declrtório implicrá extinção d inscrição no CPF, e será considerd como dt d mesm dt em que inscrição for cnceld. LEOMAR WAYERBACHER ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 76, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2009 Declr cnceldo de ofício inscrição no CPF O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM PORTO ALEGRE - RS, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo inciso VIII do rt. 292 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl, provdo pel Portri MF 125, de 04/03/2009, publicd no DOU de 06/03/2009, e tendo em vist, o disposto no rt. 26 d IN RFB 864, de 25 de julho de 2008, DECLARA nuldos, de ofício, os tos de concessão de inscrição no CPF, por hver sido consttd frude n inscrição por inexistênci d pesso físic, de cordo com o disposto no rt. 29 d IN RFB 864/2008, de: -CPF ADRIANO JOSE PARREIRA LO- PES -CPF JOSE ODILO CALHEIROS CU- NHA O procedimento que se refere este Ato Declrtório implicrá extinção d inscrição no CPF, e será considerd como dt d mesm dt em que inscrição for cnceld. LEOMAR WAYERBACHER SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL 681, DE DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO-ADJUNTO DO TESOURO NACIONAL, no uso ds tribuições que lhe conferem Portri MF nº 183, de 31 de julho de 2003, e Portri STN nº 143, de 12 de mrço de 2004, e tendo em vist s condições geris de ofert de títulos públicos prevists n Portri STN n 4, de 04 de gosto de 2003, resolve: Art. 1º Tornr públics s condições específics serem observds n ofert públic de Nots do Tesouro Ncionl, Série B - NTN-B, cujs crcterístics estão definids no Decreto nº 3.859, de 04 de julho de 2001: I - ofert públic será relizd em dus etps: primeir etp, com liquidção finnceir em moed corrente, e segund etp, por meio de trnsferênci de títulos de responsbilidde do Tesouro Ncionl, listdos nos Anexos. Em mbs s etps, s quntiddes ofertds serão dividids entre dois grupos, I e II, listdos no inciso III; II - quntidde: té (dois milhões) de títulos pr o grupo I e té (um milhão e quinhentos mil) títulos pr o grupo II, que serão distribuídos, critério do Tesouro Ncionl, observdos os vencimentos constntes do inciso III: ) quntidde d primeir etp: té (quinhentos mil) títulos pr o grupo I e té (quinhentos mil) títulos pr o grupo II; e b) quntidde d segund etp: té (um milhão e quinhentos mil) títulos pr o grupo I e té (um milhão) de títulos pr o grupo II. III - crcterístics de emissão: ) Grupo I: Przo prtir Quntidde Tx de Dt do Vencimentquidção Form de li- Adquirente d emissão (dis) (em mil) Juros (..) 734 Até 500 6% Em moed Público corrente Até 500 6% Em moed Público corrente Até 500 6% Em moed Público corrente 733 Até % Em títulos Público Até % Em títulos Público Até % Em títulos Público b) Grupo II: Przo prtir Quntidde Tx de Dt do Vencimentquidção Form de li- Adquirente d emissão (dis) (em mil) Juros (..) Até 500 6% Em moed Público corrente Até 500 6% Em moed Público corrente Até 500 6% Em moed Público corrente Até % Em títulos Público Até % Em títulos Público Até % Em títulos Público IV - dt d emissão d primeir etp: ; V - dt d emissão d segund etp: ; VI - dt d liquidção finnceir d primeir etp: ; VII - dt d liquidção finnceir d segund etp: ; VIII - dt-bse: ; IX - vlor nominl n dt-bse: R$ 1.000,00; e X - divulgção, por intermédio do Bnco Centrl do Brsil, do resultdo d primeir etp do leilão: prtir ds 14h30 n dt de relizção d primeir etp; XI - divulgção, pelo Tesouro Ncionl, do resultdo d segund etp do leilão: prtir ds 14h30 n dt de relizção d segund etp; 1º Os cupons de juros ds NTN-B poderão ser negocidos seprdmente do principl, mntids s crcterístics d emissão; 2º As cotções ds NTN-B serem ofertds n segund etp serão divulgds por meio de Portri d Secretri do Tesouro Ncionl no di d relizção d segund etp. Art. 2º. A primeir etp obedecerá às seguintes condições: I - dt de colhimento ds proposts de compr: ; II - horário pr colhimento ds proposts: de 12h às 13h; III - sistem eletrônico ser utilizdo: exclusivmente o sistem Ofert Públic Forml Eletrônic (OFPUB), nos termos do regulmento do Sistem Especil de Liquidção e de Custódi (SE- LIC) do Bnco Centrl do Brsil; IV - quntidde máxim de proposts por instituição: 5 (cinco) pr cd um dos títulos ofertdos; V - n formulção ds proposts de compr deverá ser utilizd cotção, com qutro css decimis, e o montnte de cd propost deverá contemplr quntiddes múltipls de cinqüent títulos; e

29 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN VI - critério de seleção ds proposts: serão credencids tods s proposts com cotções iguis ou superiores à cotção mínim ceit, qul será plicd tods s proposts vencedors. Art. 3º Pr fins de liquidção finnceir do leilão, o vlor nominl ds NTN-B n primeir etp, tulizdo té respectiv dt d liquidção finnceir, menciond no rt. 1º, inciso VI, dest Portri, ser considerd pr o cálculo dos preços unitários será: Título Dt-Bse VNA NTN-B , Art. 4º Pr fins de liquidção finnceir do leilão, o vlor nominl ds NTN-B d segund etp, tulizdo té respectiv dt de liquidção finnceir, menciond no Art. 1º, inciso VII, dest Portri, será divulgdo por meio de portri d Secretri do Tesouro Ncionl no di de relizção d segund etp. Art. 5º As instituições credencids operr com o DE- MAB/BCB e com CODIP/STN, nos termos d Decisão Conjunt nº 14, de 20 de mrço de 2003, poderão relizr operção especil, definid pelo rt. 1º, inciso I, do Ato Normtivo Conjunto nº 18, de 6 de fevereiro de 2009, que consistirá n quisição de NTN-B com s crcterístics presentds bixo, pels cotções de vend purds n primeir etp d ofert públic de que trt o rt. 1º dest Portri: I - dt d operção especil: ; II - horário pr colhimento ds proposts: de 15h às 16h; III - divulgção d quntidde totl vendid: n dt do leilão, prtir ds 16h30, por intermédio do Bnco Centrl do Brsil; IV - dt d liquidção finnceir: ; e V - crcterístics d emissão: ) Grupo I: Título Przo prtir d Vlor Nominl n Dt do Vencimento emissão (dis) dt-bse (R$) NTN-B , NTN-B , NTN-B , b) Grupo II: Título Przo prtir d Vlor Nominl n Dt do Vencimento emissão (dis) dt-bse (R$) NTN-B , NTN-B , NTN-B , Prágrfo único. Somente será relizd operção especil previst neste rtigo pr o grupo I, se totlidde do volume ofertdo o público n primeir etp pr o menciondo grupo, nos termos do rt. 1º dest Portri, for vendid. O mesmo se plic à operção especil pr o grupo II. Art. 6º A quntidde de títulos ser ofertd n operção especil referid no rt. 8º corresponderá 20% (vinte por cento) d quntidde vendid o público n primeir etp d ofert públic de que trt o rt. 1º e obedecerá à mesm distribuição percentul verificd entre os títulos vendidos. 1º A locção d quntidde ofertd, conforme o rt. 8º do menciondo Ato Normtivo Conjunto, obedecerá à seguinte proporção: I - 45% (qurent e cinco por cento) às instituições denominds "delers" primários; e II - 55% (cinqüent e cinco por cento) às instituições denominds "delers" especilists. 2º. Dos títulos destindos cd grupo, quntidde máxim que poderá ser dquirid por cd instituição obedecerá o critério estbelecido no 1º do rt. 8º do menciondo Ato Normtivo Conjunto, e será informd à instituição pelo Sistem OFPUB. Art. 7º A segund etp obedecerá às seguintes condições: I - dt de colhimento ds proposts de compr: ; II - horário pr colhimento ds proposts: de 12h às 13h; III - sistem eletrônico ser utilizdo: exclusivmente o CETIPNET - Pltform de Negocição - Leilão STN, nos termos do Regulmento d CETIP S\A - Blcão Orgnizdo de Ativos e Derivtivos; IV - n formulção ds proposts de vend deverá ser utilizd cotção percentul, com qutro css decimis, e codificção própri, ser divulgd pel CETIP, pr trnsferênci dos títulos públicos custodidos no SELIC e preço unitário, com seis css decimis, pr trnsferênci dos títulos públicos custodidos n CE- TIP; e V - critério de seleção ds proposts: melhor preço pr o Tesouro Ncionl, qundo se trtr do mesmo título. A critério do Tesouro Ncionl, no cso de títulos distintos. Prágrfo único. O proponente deverá ser, obrigtorimente, titulr de cont individulizd no SELIC, sob pen de ter sus proposts excluíds do leilão. Art. 8º Pr fins de liquidção ds operções decorrentes d segund etp dest ofert públic, tem-se que: I - em relção à vend dos títulos públicos custodidos no SELIC o Tesouro Ncionl: ) o preço unitário do título corresponde o produto de seu vlor nominl tulizdo té dt de emissão, menciond no rt. 1 o, inciso V, dest Portri, pel cotção, convertid à form unitári, informd n respectiv propost vencedor; e EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código b) s liquidções ds operções devem ser efetivds no SELIC té às 14h. II - em relção à vend dos títulos públicos custodidos n CETIP o Tesouro Ncionl: ) o preço unitário do título é o informdo, com seis css decimis, n respectiv propost vencedor; e b) cont de custódi deve presentr sldo suficiente de títulos no horário previsto pr o registro ds operções serem liquidds n "Jnel Multilterl" d CETIP. III - em relção à compr de NTN-B: ) o preço unitário do título corresponde o produto do seu vlor nominl tulizdo té dt de emissão, menciond no rt. 1 o, inciso V, dest Portri, pel cotção utilizd n segund etp, divulgd em Portri do Tesouro Ncionl; b) quntidde de NTN-B reltiv à segund etp corresponde o quociente, rredonddo pr o número inteiro imeditmente superior, entre o vlor finnceiro ds vends referids nos dois incisos nteriores e o preço unitário menciondo n líne "" deste inciso; c) s NTN-B serão depositds, obrigtorimente, n cont individulizd do proponente vencedor; e d) prte contrtnte tem de ser o próprio proponente vencedor e s liquidções ds operções devem ser efetivds no SELIC té às 15h30. Prágrfo único. Os comndos de que trtm os incisos I e III deste rtigo são os previstos no item do Regulmento do SELIC. Art. 9º O não cumprimento do disposto no rtigo nterior implicrá perd do direito às comprs e às vends de que trt est portri. Art. º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. PAULO FONTOURA VALLE Anexo (Pr liquidção finnceir ds NTN-B com przo de 733 dis) 1 CRÉDITOS SECURITIZADOS E X T E CERTIFICADOS FINANCEIROS DO TESOURO CFT-A, com vencimento té 15/9/2011 CFT-E: HCFTE LETRAS FINANCEIRAS DO TESOURO LFT-A, com vencimento de 28/5/2013 té 25/6/2013 LFT e LFT-B, com vencimento de 15/11/2009 té 21/9/ NOTAS DO TESOURO NACIONAL NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/5/2011 NTN-C, com vencimento em 1/3/ CUPONS DE JUROS Cupons de juros de NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/8/ PRINCIPAIS Principis de NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/5/ TÍTULOS DA DÍVIDA AGRÁRIA TDAD 1%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/9/2011 TDAD 2%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/9/2011 TDAD 3%, com vencimento de 1/12/2009 té 1//2011 TDAE e TDAH 6%, com vencimento de 1/12/2009 té 1//2011 I (Pr liquidção finnceir ds NTN-B com przo de 1737 dis) 1 CRÉDITOS SECURITIZADOS E X T E CERTIFICADOS FINANCEIROS DO TESOURO CFT-A, com vencimento té 15/12/2013 CFT-E: HCFTE32001 e HCFTE001 3 LETRAS FINANCEIRAS DO TESOURO LFT-A, com vencimento de 28/5/2013 té 20/6/2015 LFT e LFT-B, com vencimento de 15/11/2009 té 18/12/ NOTAS DO TESOURO NACIONAL NTN-A1, com vencimento em 15/09/2013 NTN-A6, com vencimento em 15/04/2014 NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/11/2013 NTN-C, com vencimento em 1/3/ CUPONS DE JUROS Cupons de juros de NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/11/ PRINCIPAIS Principis de NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/5/ TÍTULOS DA DÍVIDA AGRÁRIA TDAD 1%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/2/2014 TDAD 2%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/4/2014 TDAD 3%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/5/2014 TDAE e TDAH 6%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/8/2014 II (Pr liquidção finnceir ds NTN-B com przo de 3929 dis) 1 CRÉDITOS SECURITIZADOS CVSA9701 CVSB9701 CVSC9701 CVSD9701 E X T E CERTIFICADOS FINANCEIROS DO TESOURO CFT-A, com vencimento té 15/9/2017 CFT-E: HCFTE32001 e HCFTE001 3 LETRAS FINANCEIRAS DO TESOURO LFT-A, com vencimento de 28/5/2013 té 20/6/2015 LFT e LFT-B, com vencimento de 15/11/2009 té 7/9/ NOTAS DO TESOURO NACIONAL NTN-A1, com vencimento em 15/09/2013 NTN-A6, com vencimento em 15/04/2014 NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/5/2017 NTN-C, com vencimento de 1/3/2011 té 1/7/ CUPONS DE JUROS Cupons de juros de NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/8/ PRINCIPAIS Principis de NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/5/ TÍTULOS DA DÍVIDA AGRÁRIA TDAD 1%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/5/2018 TDAD 2%, com vencimento de 1/12/2009 té 1//2018 TDAD 3%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/7/2019 TDAE e TDAH 6%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/8/21 V (Pr liquidção finnceir ds NTN-B com przo de 5390 dis) 1 CRÉDITOS SECURITIZADOS CVSA9701 CVSB9701 CVSC9701 CVSD9701 E X T E CERTIFICADOS FINANCEIROS DO TESOURO CFT-A, com vencimento té 15/7/2019 CFT-E: HCFTE32001 e HCFTE001 3 LETRAS FINANCEIRAS DO TESOURO LFT-A, com vencimento de 28/5/2013 té 20/6/2015 LFT e LFT-B, com vencimento de 15/11/2009 té 7/9/ NOTAS DO TESOURO NACIONAL NTN-A1, com vencimento em 15/09/2013 NTN-A3, com vencimento em 15/04/24 NTN-A6, com vencimento em 15/04/2014 NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/3/23 NTN-C, com vencimento de 1/3/2011 té 1/4/21 5 CUPONS DE JUROS Cupons de juros de NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/5/ PRINCIPAIS Principis de NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/5/ TÍTULOS DA DÍVIDA AGRÁRIA TDAD 1%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/7/20 TDAD 2%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/9/21 TDAD 3%, com vencimento de 1/12/2009 té 1//22 TDAE e TDAH 6%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/12/27 ANEXO V (Pr liquidção finnceir ds NTN-B com przo de 9315 dis) 1 CRÉDITOS SECURITIZADOS CVSA9701 CVSB9701 CVSC9701 CVSD9701 E X T E CERTIFICADOS FINANCEIROS DO TESOURO CFT-A, com vencimento té 15/3/22 CFT-E: HCFTE32001 e HCFTE001 3 LETRAS FINANCEIRAS DO TESOURO LFT-A, com vencimento de 28/5/2013 té 20/6/2015 LFT e LFT-B, com vencimento de 15/11/2009 té 7/9/ NOTAS DO TESOURO NACIONAL NTN-A1, com vencimento em 15/09/2013 NTN-A3, com vencimento em 15/04/24 NTN-A6, com vencimento em 15/04/2014 NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/11/2033 NTN-C, com vencimento de 1/3/2011 té 1/1/ CUPONS DE JUROS Cupons de juros de NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/5/22 6 PRINCIPAIS Principis de NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/5/ TÍTULOS DA DÍVIDA AGRÁRIA TDAD 1%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/9/24 TDAD 2%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/3/27 TDAD 3%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/9/24 TDAE e TDAH 6%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/12/27 ANEXO VI (Pr liquidção finnceir ds NTN-B com przo de dis) 1 CRÉDITOS SECURITIZADOS CVSA9701 CVSB9701 CVSC9701 CVSD9701 E X T E CERTIFICADOS FINANCEIROS DO TESOURO CFT-A, com vencimento té 15/3/22 CFT-E: HCFTE32001 e HCFTE001 3 LETRAS FINANCEIRAS DO TESOURO LFT-A, com vencimento de 28/5/2013 té 20/6/2015 LFT e LFT-B, com vencimento de 15/11/2009 té 7/9/ NOTAS DO TESOURO NACIONAL NTN-A1, com vencimento em 15/09/2013 NTN-A3, com vencimento em 15/04/24 NTN-A6, com vencimento em 15/04/2014 NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/5/2035 NTN-C, com vencimento de 1/3/2011 té 1/1/ CUPONS DE JUROS Cupons de juros de NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/2/23 6 PRINCIPAIS Principis de NTN-B, com vencimento de 15/11/2009 té 15/5/ TÍTULOS DA DÍVIDA AGRÁRIA TDAD 1%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/12/25 TDAD 2%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/3/27 TDAD 3%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/9/24 TDAE e TDAH 6%, com vencimento de 1/12/2009 té 1/12/27

30 30 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 BANCO CENTRAL DO BRASIL DIRETORIA COLEGIADA DIRETORIA DE LIQUIDAÇÕES E CONTROLE DE OPERAÇÕES DO CRÉDITO RURAL ATO 395, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O Diretor de Liquidções e Controle de Operções do Crédito Rurl, do BANCO CENTRAL DO BRASIL, no uso ds tribuições que lhe confere o rtigo 18, inciso IV, do Regimento Interno do Bnco Centrl do Brsil, nexo à Portri , de 4 de mrço de 2005, com bse no rt. 41, prágrfo 2º, d Lei 6.4, de 13 de mrço de 1974, resolve: prorrogr, por 30 (trint) dis, contr do di , o przo pr conclusão do inquérito procedido n COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS COMERCIÁRIOS DE IGUATAMA LTDA. (CREDICOM) - Em liquidção extrjudicil (CNPJ / ), com sede em Igutm (MG). ANTONIO GUSTAVO MATOS DO VALE COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS COLEGIADO COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS DECISÃO DE 13 DE OUTUBRO DE 2009 PA RT I C I PA N T E S MARIA HELENA DOS SANTOS FERNANDES DE SANTANA - PRESIDENTE ELI LORIA - DIRETOR ELISEU MARTINS - DIRETOR MARCOS BARBOSA PINTO - DIRETOR OTAVIO YAZBEK - DIRETOR APRECIAÇÃO DE PROPOSTA DE TERMO DE COMPROMISSO - PROC. RJ2009/ FLÁVIO FONTANA MINCARONI Reg. nº 6606/09 Reltor: SGE Trt-se de precição de propost de Termo de Compromisso presentd pelo Sr. Flávio Fontn Mincroni, no âmbito do PAS 07/2007, que trt d purção do eventul uso de informção privilegid em negocições com ções de emissão d Sdi S.A. e Perdigão S.A., relizds no período que ntecedeu divulgção, pel primeir, de ofert públic pr quisição de ções de emissão d segund, em O Colegido, pós nlisr propost, decidiu solicitr o Comitê de Termo de Compromisso que vlisse renegocição d propost de Termo de Compromisso presentd pelo Sr. Flávio Fontn Mincroni.. Rio de Jneiro, 9 de novembro de 2009 NILZA PINTO NOGUEIRA Chefe d Coordenção de Controle de Processos Administrtivos Ministério d Integrção Ncionl SECRETARIA EXECUTIVA DEPARTAMENTO DE GESTÃO DOS FUNDOS DE INVESTIMENTOS RETIFICAÇÃO N Resolução nº 73, de 25 de setembro de 2009, que cncelou, sem desvio de recursos, o incentivo fiscl concedido pelo Fundo de Investimento d Amzôni - Finm à empres AGROIN- DUSTRIAL ESTRELA S.A, inscrit no CNPJ/MF sob o n.º / , publicd no DOU de 1 de outubro de 2009, Seção 1, pág. 28, Onde se lê: "CANCELAR, de fto e de direito, sem desvio n plicção de recursos, os incentivos fiscis do Finor concedidos à empres AGROINDUSTRIAL ESTRELA S.A, inscrit no CNPJ/MF sob o nº / "; Lei-se: "CANCELAR, de fto e de direito, sem desvio n plicção de recursos, os incentivos fiscis do Finm concedidos à empres AGROINDUSTRIAL ESTRELA S.A, inscrit no CNPJ/MF sob o nº / ". SECRETARIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL 999, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Reconhece situção de emergênci no Município de Cetnos-BA. A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto n o 012, de 05 de junho de 2009, do Município de Cetnos, devidmente homologdo pelo Decreto n o , de 25 de gosto de 2009, do Estdo d Bhi, e pelo código Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de estigem, situção de emergênci, no Município de Cetnos, zon rurl, pelo przo de novent dis, contdos prtir de 05 de junho de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. IVONE MARIA VALENTE 1.000, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Reconhece situção de emergênci no Município de Cndeis-BA. A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto n o 12, de 5 de mio de 2009, do Município de Cndeis, devidmente homologdo pelo Decreto n o , de 15 de mio de 2009, do Estdo d Bhi, e Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de escorregmentos e deslizmentos, situção de emergênci, no Município de Cndeis, zon urbn, Birros: Srndi, Snto Antonio, Mlembá, Snt Clr, Alto do Dendê, Sn Mrtin, Centro, Arei e Dom Avelr; Zon rurl, Distritos: Crob, Menino Jesus, Mdeir, Cbotó e Pssé, pelo przo de novent dis, contdos prtir de 5 de mio de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. IVONE MARIA VALENTE 1.001, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Reconhece situção de emergênci no Município de Potirguá-BA. A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto n o 56, de 4 de junho de 2009, do Município de Potirguá, devidmente homologdo pelo Decreto n o , de 18 de junho de 2009, do Estdo d Bhi, e Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de enxurrds, situção de emergênci no Município de Potirguá, em todo o Município, pelo przo de novent dis, contdos prtir de 04 de junho de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. IVONE MARIA VALENTE 1.0, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Reconhece situção de emergênci no Município de Simões Filho - BA. A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto n o 293/2009, de 23 de bril de 2009, do Município de Simões Filho, devidmente homologdo pelo Decreto n o , de 7 de mio de 2009, do Estdo d Bhi, e Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de lgmentos, situção de emergênci, no Município de Simões Filho, zon urbn, pelo przo de trint dis, contdos prtir de 23 de bril de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. IVONE MARIA VALENTE 1.003, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Reconhece situção de emergênci no Município de Bixio-CE. A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto n o , de 01 de junho de 2009, do Estdo do Cerá, com fundmento no Decreto n o 5.376, rt. 17, 2 o, de 17 de fevereiro de 2005, e Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de enchentes, situção de emergênci no Município de Bixio, zon urbn, ns rus: Nov Bixio e Projetd; Zon rurl, Distrito: Jurem e locliddes de Bixio Grnde, Brrocão, Cmpos e Timbúb, conforme o Formulário de Avlição de Dnos, constnte do referido Processo, pelo przo de novent dis, contdos prtir de de mio de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. IVONE MARIA VALENTE 1.004, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Reconhece situção de emergênci no Município de Bel Cruz - CE. A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto n o , de 11 de mio de 2009, do Estdo do Cerá, com fundmento no Decreto n o 5.376, rt. 17, 2 o, de 17 de fevereiro de 2005, e Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de enchentes, situção de emergênci no Município de Bel Cruz, Zon Urbn, no Birro Centro, Ru Nicolu Peixoto, Ru 21 de Abril e Ru Humitá; zon rurl, locliddes: Areis, Areis d Snt, Ipueirs, Ingá Brnc, Mrquinho, Vrjot, Ilh do Roch, Tbubs, Tibir, Brrocs, Várze Fei, Articuns, Brreirs, L.do Mto, L. Sêc, Corguinho dos Silvs, Gurd e Espinhos, conforme o Formulário de Avlição de Dnos, constnte do referido Processo, pelo przo de novent dis, contdos prtir de 04 de mio de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. IVONE MARIA VALENTE 1.005, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Reconhece situção de emergênci no Município de Coreú-CE. A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto n o , de 11 de mio de 2009, do Estdo do Cerá, com fundmento no Decreto n o 5.376, rt. 17, 2 o, de 17 de fevereiro de 2005, e Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de enchentes, situção de emergênci no Município de Coreú, zon urbn, nos Birros: Plnlto d Dnúbi, Alto São José, Centro, São Miguel; zon rurl, Distritos: Arquém, Aroeirs, Cnto e Ubún, pelo przo de novent dis, contdos prtir de 03 de mio de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. IVONE MARIA VALENTE 1.006, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Reconhece situção de emergênci no Município de Mrco-CE. A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto n o , de 11 de mio de 2009, do Estdo do Cerá, com fundmento no Decreto n o 5.376, rt. 17, 2 o, de 17 de fevereiro de 2005, e Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de enchentes, situção de emergênci no Município de Mrco, zon urbn, nos birros: Brro Vermelho, Ilhot, Conjunto Monsenhor Vldir, Centro e Slins; zon rurl, Locliddes: Tper Velh, Btim, Tbuleiro Grnde, Pssgem ds Pedrs, Arrs, Ilh do Córrego, Cedro, Junco Mnso, Slins II, Alms, Cchoeir, Sores, Gdo Brvo, Mrcjá e Cjueirinho, conforme o Formulário de Avlição de Dnos, constnte do referido Processo, pelo przo de novent dis, contdos prtir de 23 de bril de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. IVONE MARIA VALENTE

31 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN , DE DE NOVEMBRO DE , DE DE NOVEMBRO DE , DE DE NOVEMBRO DE 2009 Reconhece situção de emergênci no Município de Uruoc-CE. A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto n o 007, de 30 de bril de 2009, do Município de Uruoc, devidmente homologdo pelo Decreto n o , de 19 de junho de 2009, do Estdo do Cerá, e Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de enchentes, situção de emergênci, no Município de Uruoc, zon urbn, Birro Alecrim, Rus Benevides Moreir e Assunção e Birro Vil Nov, Ru Vil Nov; zon rurl, Distritos: Cmpnário, Sede Rurl e Prcuá, pelo przo de novent dis, contdos prtir de 30 de bril de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. IVONE MARIA VALENTE 1.008, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Reconhece situção de emergênci no Município de Ictu-MA. A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto n o , de 04 de mio de 2009, lterdo pelo Decreto n o de , do Estdo do Mrnhão com fundmento no Decreto n o 5.376, rt. 17, 2 o, de 17 de fevereiro de 2005, e Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de enxurrds, situção de emergênci, no Município de Ictu, zon urbn, no Birro Centro; zon rurl, nos Povodos de Sntn, Moinho, Snto Antonio dos Cboclos, Vist Alegre, Ribeir, Jusstub, Ittub, Sertãozinho, Slgdo, Anjtub, Bo Vist dos Monroe, Snt Izbel, Plmeirs, Serrri, Pedro Gonçlo, Retiro, Itper, Mmun, Mpruci, Rio do Meio II, Rio ds Folhs, Quilombo, Monte Sombrio, Jburu, Boqueirão, Snt Mri, Olho D'Águ, São Pulo, Cbrl, João Moleque, Mruim, Cno, Bcbl, Forquilh, Grrncho, Boi Tocdo, Axixá, Prt, Bom Sucesso, Btlh, Bom Pssr I, Jordão, Mtinh, Ltdinh, Centro do Ctitu, Tper e Morre Best, conforme o Formulário de Avlição de Dnos, constnte do referido Processo, pelo przo de novent dis, contdos prtir de 30 de bril de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. IVONE MARIA VALENTE 1.009, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Reconhece situção de emergênci no Município de Ccimb de Arei-PB. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto n o 061/2009, de 08 de mio de 2009, do Município de Ccimb de Arei, devidmente homologdo pelo Decreto n o , de 19 de mio de 2009, do Estdo d Príb, e Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de enxurrds, situção de emergênci, no Município de Ccimb de Arei, zon rurl: Crnúb, Crnúb do Borje, Urtig, Liberdde, Frinh, Cchoeir, Cchoeir II, Belo Monte, São Frncisco, Richo de Arei e Ems, conforme o Formulário de Avlição de Dnos, constnte do referido Processo, pelo przo de novent dis, contdos prtir de 08 de mio de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. Reconhece situção de emergênci no Município de Prníb-PI. A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto n o 1.075/2009, de 15 de bril de 2009, do Município de Prníb, devidmente homologdo pelo Decreto n o , de 26 de mio de 2009, do Estdo do Piuí, e Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de enchentes, situção de emergênci no Município de Prníb, zon urbn, Birros: Piuí, Ctnduvs, Cntglo, São José, Tbuleiro, Birro do Crmo, Nov Prníb, Ilh Grnde de Snt Isbel; Locliddes: Vzntinh, Fzendinh; zon rurl: Ilh Grnde de Snt Isbel; Comuniddes: Alto d Cruz, Lbino, São José, Bo Vist, Sbonetl, Céu, Brro Vermelho, Alto do Btist, Alto do Rezdor, Alto d Filomen, Alto do Moreno, Lgo d Prt, Portinho, Ccimbão e Rnchri, conforme o formulário de Avlição de Dnos, constnte do referido Processo, pelo przo de novent dis, contdos prtir de 26 de mrço de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. IVONE MARIA VALENTE 1.011, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Reconhece situção de emergênci no Município de Arvorezinh-RS. A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto n o 1.569, de 29 de bril de 2009, do Município de Arvorezinh, devidmente homologdo pelo Decreto n o , de 22 de junho de 2009, do Estdo do Rio Grnde do Sul, e Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de estigem, situção de emergênci, no Município de Arvorezinh, zon rurl, pelo przo de novent dis, contdos prtir de 29 de bril de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. IVONE MARIA VALENTE 1.012, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Reconhece situção de emergênci no Município de Psso do Sobrdo-RS. A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto n o 29, de 12 de mio de 2009, do Município de Psso do Sobrdo, devidmente homologdo pelo Decreto n o , de 23 de junho de 2009, do Estdo do Rio Grnde do Sul, e Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de estigem, situção de emergênci, no Município de Psso do Sobrdo, zon rurl, pelo przo de novent dis, contdos prtir de 12 de mio de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. Reconhece situção de emergênci no Município de Pejuçr-RS. A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto Executivo n o 1.0, de 6 de mio de 2009, do Município de Pejuçr, devidmente homologdo pelo Decreto n o , de 18 de junho de 2009, do Estdo do Rio Grnde do Sul, e Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de estigem, situção de emergênci, no Município de Pejuçr, zon rurl, pelo przo de novent dis, contdos prtir de 6 de mio de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. IVONE MARIA VALENTE 1.014, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Reconhece situção de emergênci no Município de Tio Hugo-RS. A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto n o 612, de 4 de mio de 2009, do Município de Tio Hugo, devidmente homologdo pelo Decreto n o , de 23 de junho de 2009, do Estdo do Rio Grnde do Sul, e Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de estigem, situção de emergênci, no Município de Tio Hugo, zon rurl, pelo przo de novent dis, contdos prtir de 4 de mio de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. IVONE MARIA VALENTE 1.015, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Reconhece estdo de clmidde públic no Município de Gurcib-SC. A SECRETÁRIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL, com bse no Decreto n o 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o A, de 07 de novembro de 2008, publicd no Diário Oficil d União, Seção 2, de 23 de dezembro de 2008, e Considerndo o Decreto n o 64/2009, de 8 de setembro de 2009, do Município de Gurcib, devidmente homologdo pelo Decreto n o 2.664, de 30 de setembro de 2009, do Estdo de Snt Ctrin, e Considerndo, ind, s informções d Secretri Ncionl de Defes Civil no Processo n o / , resolve: Art. 1 o Reconhecer, em virtude de torndos, o estdo de clmidde públic, no Município de Gurcib, em todo o município, conforme o Formulário de Avlição de Dnos constnte do referido Processo, pelo przo de novent dis, contdos prtir de 8 de setembro de Art. 2 o Est portri entr em vigor n dt de su publicção. IVONE MARIA VALENTE pelo código IVONE MARIA VALENTE IVONE MARIA VALENTE

32 32 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de Ministério d Justiç COMISSÃO DE ANISTIA PAUTA DA 22ª SESSÃO PLENÁRIA DE JULGAMENTO A SER REALIZADA EM 13 DE NOVEMBRO DE 2009 O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE ANISTIA do Ministério d Justiç, crid pelo rtigo 12, d Lei nº.559, de 13 de novembro de 20, torn público todos os interessdos e os que virem o presente EDITAL, ou dele conhecimento tiverem, que no di 13 de novembro de 2009, à prtir ds hors, n sl 404 do Ed. Rymundo Foro do Ministério d Justiç, sito n Esplnd dos Ministérios, Bloco T, Brsíli, DF, relizr-se-à Sessão d Comissão de Anisti. I - Processos remnescentes de sessões nteriores: Nº Requerimento Ti p o Nome Reltor Observção Idde A CLOVES DE CASTRO Conselheiro Edson Cláudio Pistori NUMERAÇÃO A LUIS CARLOS ANTAS RIBEIRO Conselheir Sueli Aprecid Bellto NUMERAÇÃO A ELMA LOPES DOS REIS LIMA Conselheiro Nrciso Fernndes Brbos NUMERAÇÃO A R CLETO DA COSTA CAMPELO NETO ONILDA PINHEIRO CAMPELO Conselheiro Juvelino José Strozke NUMERAÇÃO A DAGOBERTO ALVES COSTA Conselheiro Juvelino José Strozke NUMERAÇÃO A MNIECZISLAU CICHACZEVSKI Conselheiro Nrciso Fernndes Brbos NUMERAÇÃO A BARBARA HARTZ Conselheir Sueli Aprecid Bellto NUMERAÇÃO A VALDETE RODRIGUES ALMEIDA Conselheiro Egmr José de Oliveir NUMERAÇÃO A PAULO STRUTHOS FILHO Conselheir Vnd Dvi Fernndes de Oliveir NUMERAÇÃO A PAULO JOSÉ DA SILVA Conselheir Mrin d Silv Steinbruch NUMERAÇÃO A LUIZ CARLOS LOPES Conselheir Mrin d Silv Steinbruch NUMERAÇÃO A CARLOS ANTÔNIO DE FREITAS Conselheir Vnd Dvi Fernndes de Oliveir NUMERAÇÃO A R FRIEDERICO BEBBA SANDRA MARIA BEBBA FETZER E OUTROS Conselheiro Nrciso Fernndes Brbos NUMERAÇÃO A NILO RAMOS DIAS Conselheir Sueli Aprecid Bellto NUMERAÇÃO A R JOSÉ BATISTA DA SILVA WELLINGTON SANTANA DA SILVA Conselheiro Nrciso Fernndes Brbos NUMERAÇÃO A R ANTÔNIO DE MELO MOTA RICARDO ANTÔNIO SORIANO MOTA E OUTROS Conselheiro Juvelino José Strozke NUMERAÇÃO A R ANTÔNIO GIRELLI ROMILDA MATTE GIRELLI Conselheir Vnd Dvi Fernndes de Oliveir Vists Juvelino José Strozke IDADE A R ROSA LÚCIA SALES CAVALVANTE Conselheir Sueli Aprecid Bellto IDADE A R WALDEMAR CANOVA DALLA CORTE MARIA DALLA CORTE Conselheir Vnd Dvi Fernndes de Oliveir Vists Juvelino José Strozke IDADE 67 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS II - Processos incluídos pr sessão do di : Nº Requerimento Ti p o Nome Reltor Observção Idde A JOSÉ FLÁVIO DE BRITO Conselheir Sueli Aprecid Bellto NUMERAÇÃO A JOSÉ CLAUDIO DA SILVA Conselheir Mrin d Silv Steinbruch NUMERAÇÃO A MARIO MÁRCIO DA CONCEIÇÃO Conselheiro Henrique de Almeid Crdoso NUMERAÇÃO A GERALDO MAJELA NOGUEIRA Conselheiro Henrique de Almeid Crdoso NUMERAÇÃO A ADOLFO PEREIRA LEITE Conselheiro Henrique de Almeid Crdoso NUMERAÇÃO A TRAJANO JOSÉ TEIXEIRA CHAVES Conselheiro Henrique de Almeid Crdoso NUMERAÇÃO A MAILDES ALVES DE MELLO Conselheir Vnd Dvi Fernndes de Oliveir NUMERAÇÃO A ANTÔNIO BEZERRA DE ARAÚJO Conselheiro Henrique de Almeid Crdoso NUMERAÇÃO A ANAOR ALVES DA SILVA Conselheir Vnd Dvi Fernndes de Oliveir NUMERAÇÃO A MARIA HELENA LOUREIRO PINTO Conselheir Sueli Aprecid Bellto NUMERAÇÃO A SIDNEI ALONSO Conselheir Sueli Aprecid Bellto NUMERAÇÃO A GERALDO MARCELO Conselheiro José Crlos Moreir d Silv Filho NUMERAÇÃO A ALEXANDRE DE OLIVEIRA GOMES Conselheiro Henrique de Almeid Crdoso NUMERAÇÃO A JOÃO CARLOS DA PAIXÃO Conselheir Mrin d Silv Steinbruch NUMERAÇÃO A OSMAR DA COSTA MENDES Conselheiro José Crlos Moreir d Silv Filho NUMERAÇÃO A R JOSÉ INÁCIO BATISTA JOSIAS BARROS BATISTA Conselheiro José Crlos Moreir d Silv Filho DOENÇA A R SONIA BRANDÃO DE BRANDÃO LARISSA BRANDÃO DE BRANDÃO COELHO GRAÇA Conselheiro José Crlos Moreir d Silv Filho DOENÇA A JOSÉ DANILO CARNEIRO Conselheir Mrin d Silv Steinbruch IDADE A HÉLIO MASCARENHAS DE SOUZA Conselheir Vnd Dvi Fernndes de Oliveir BLOCO PETRO- BRAS A SEBASTIÃO JAIR Conselheir Vnd Dvi Fernndes de Oliveir BLOCO PETRO- BRAS A JOSÉ PINTO DE OLIVEIRA Conselheir Vnd Dvi Fernndes de Oliveir BLOCO PETRO- BRAS A JOSELITO DE SANTANA Conselheir Vnd Dvi Fernndes de Oliveir BLOCO PETRO- BRAS A R ANTONIO DA SILVA CORREIA Conselheir Vnd Dvi Fernndes de Oliveir BLOCO PETRO- 62 MARIA DA PENHA DE FREITAS CORREIA A R JOSE DANTAS RIBEIRTO ANA MARIA NASCIMENTO RIBEIRO Conselheir Vnd Dvi Fernndes de Oliveir BRAS BLOCO PETRO- BRAS 63 Legend: A - Anistindo R - Requerente PAULO ABRAO PIRES JUNIOR pelo código

33 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN CONSELHO FEDERAL GESTOR DO FUNDO DE DEFESA DE DIREITOS DIFUSOS ATA DA ª REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA EM 24 DE SETEMBRO DE 2009 Aos vinte e qutro dis do mês de setembro de dois mil e nove, às hors, n sl 304 do Edifício sede do Ministério d Justiç (DF), no Plácio d Justiç Rymundo Foro, reuniu-se o CONSELHO FEDERAL GESTOR DO FUNDO DE DEFESA DE DIREITOS DIFUSOS (CFDD). ESTIVERAM PRESENTES: Sob Presidênci do Dr. DIEGO FALECK, os Conselheiros: Dr. VINICIUS MARQUES DE CARVALHO e o Dr. JOSÉ ANTONIO BATISTA DE MOURA ZIEBARTH, mbos representntes do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE; Dr. ANTONIO CAR- NEIRO SOBRINHO, representnte do Ministério Público Federl, Dr. RUTELLY MARQUES DA SILVA e o Dr. RICARDO MOURA DE ARAÚJO FARIA, mbos representntes do Ministério d Fzend; Drª ANNA ELIZA FINGER, representnte do Ministério d Cultur - MinC; Drª. ROSANA GRINBERG, representnte do Instituto Brsileiro de Defes do Consumidor - IDEC; Dr. MARCUS DA COSTA FERREIRA e o Dr. WALTER JOSÉ FAIAD MOURA, mbos representntes do Instituto Brsileiro de Polític e Direito Consumidor - BRASILCON; Drª VANÊSCA BUZELATO PRESTES, representnte do Instituto por um Plnet Verde; e o Dr. NELSON CAMPOS, Secretário-Executivo do CFDD. JUSTIFICARAM AS AUSÊNCIAS: Dr. BRUNO CÉSAR ALMEIDA DE ABREU, representnte do Ministério d Súde - ANVISA e o Dr. GERALDO VITOR DE ABREU, representnte do Ministério do Meio Ambiente. O Presidente do Conselho, Dr. DIEGO FALECK, grdeceu presenç de todos e deu início à discussão dos ssuntos em put. Item 1 Posse do Conselheiro: 1.1- Dr. JOSÉ ANTONIO BATISTA DE MOURA ZIEBARTH, n qulidde de suplente, representnte do Conselho Administrtivo de Defes Econômic -CADE; Item 2º Aprovção ds Ats ds 120ª e 121ª Reuniões Ordináris do CFDD. Item 3º Qudro Demonstrtivo dos Vlores Recolhidos o CFDD, de cordo com os códigos de recolhimento. O Secretário-Executivo leu os vlores recolhidos n cont do FDD: Código Condenções Judiciis - Meio Ambiente - R$ ,46 (cento e oitent e nove mil, setent e um reis e qurent e seis centvos); Código 0 - Condenções Judiciis - Consumidor R$ ,96 (cento e cinquent e oito mil, cento e oitent e seis reis e novent e seis centvos); Código Condenções Judiciis - Bens e Direitos de Vlor Artístico: R$ 2.600,00 (dois mil e seiscentos reis); Código Qulquer outro Interesse Difuso e Coletivo - R$ ,41 (um milhão, trezentos e cinco mil, duzentos e oitent e cinco reis e qurent e um centvos); Código Pessos Portdors de Deficiênci (Lei 7.853/89) - R$ ,63 (oitent e nove mil, quinhentos e sessent e qutro reis e sessent e três centvos); Código Mults - Código de Defes do Consumidor - CDC - R$ 5.540,38 (cinco mil, quinhentos e qurent reis e trint e oito centvos); Código 007- Indenizções - Código de Defes do Consumidor - CDC - Consumidor - não houve recolhimento; Código 008 -Condenções Judiciis - Mercdo Imobiliário - R$ ,98 (qutrocentos e doze mil, seiscentos e setent e um reis e novent e oito centvos); Código Condenções Judiciis - Infrção à Ordem Econômic - R$ ,65 (vinte e sete milhões, setecentos e dezessete mil, quinhentos e setent e oito reis e sessent e cinco centvos); Outrs Receits - Sorteios de Instituições Filntrópics - R$ ,90 (qutorze mil, setecentos e trint e cinco reis e novent centvos); Outrs Receits - Doções - R$ 1.924,24 (um mil, novecentos e vinte e qutro reis e vinte e qutro centvos); Depósitos Judiciis - não houve recolhimento; Devolução de Sldo de Convênios no Próprio Exercício - não houve recolhimento; Devolução de sldo de Convênios de Exercícios nteriores - R$ ,97 (setecentos e vinte e nove mil, duzentos e vinte e um reis e novent e sete centvos); Restituição de Receit Depositd Indevidmente n cont do CFDD - não houve recolhimento. Mults legislção - Inflção Previst - R$ ,83 (vinte mil, quinhentos e cinquent e seis reis e oitent e três centvos). Obtendo como sldo finl o vlor de R$ ,95 (trint milhões, seiscentos e qurent e oito mil, seiscentos e trint e um reis e novent e cinco centvos). Qudro de extrto d Cont do FDD, té 31 de gosto de Form rrecddos no mês de gosto R$ ,27 (dois milhões, setecentos e novent e cinco mil, duzentos e qurent e dois reis e vinte e sete centvos); O sldo cumuldo té julho de 2009 é de R$ ,95 (trint milhões, seiscentos e qurent e oito mil, seiscentos e trint e um reis e novent e cinco centvos) Item 4º Deliberção sobre projetos: 4.1- Interessdo: Prefeitur de Montes Clros/MG ( / ). Projeto: Construção de 1200 Bcis de Contenção de Águs ds Chuvs. Conselheir-Reltor: Drª. Vnêsc Buzelto Prestes, representnte do Instituto O Direito Por um Plnet Verde. Pedido de Vist: Dr. Gerldo Vitor de Abreu, representnte do Ministério Do Meio Ambiente. Decisão do CFDD: Retirdo de Put; 4.2- Interessdo: Fundção Brsil Ciddão pr Educção, Cultur, Tecnologi e Meio Ambiente/CE ( / ). Projeto: De Olho n Biodiversidde. Conselheiro-Reltor: Dr. Gerldo Vitor de Abreu, representnte do Ministério do Meio Ambiente. Decisão do CFDD: Retirdo de Put; 4.3- Interessdo: Prefeitur Municipl de Antônio João/MS ( / ). Projeto: Progrm Municipl de Recuperção ds Nscentes do Rio Dourdo. Conselheiro-Reltor: Dr. Bruno Césr Almeid de Abreu, representnte do Ministério d Súde - ANVISA. Decisão do CFDD: Retirdo de Put. Item 5º Assuntos Geris. Foi discutido o precer d PGFN/CAF nº 1.766/2009, de de setembro de 2009 d Procurdori Gerl d Fzend Ncionl, referente à Resolução do CFDD nº 23/2009 que cri o referendo de projetos objeto de termo de Ajustmento de Condut - TAC, previsto pelos rt. 5º, 6º, d lei nº 7.347, de 24 de julho de 1985, e termo de compromisso de Cessção - TCC, de que cuid os rts. 53 e seguintes EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código d lei nº 8.884, de 11 de junho de Os representntes do Ministério d Fzend de cordo com o oficio nº 348/GA- BIN/SEAE/MF, de de setembro de 2009, sugerem tmbém mnifestções d Consultori Jurídic do Ministério d Justiç. Item 6º Dt d próxim reunião ordinári di 22 de outubro de 2009, no Plenário do Conselho Administrtivo de Defes Econômic -CADE. Nd mis hvendo trtr, reunião foi encerrd, lvrd presente At, ssind pelo Presidente do CFDD. DIEGO FALECK Presidente do Conselho CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA ACÓRDÃOS ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº / Requerentes: O-I Mnufcturing Itly S.p.A., Zigngo Vetro S.p.A. e Vetri Specili S.p.A. Advogdos: Gustvo Lge Nomn, Leonrdo Pimentel Bueno, Tito Amrl de Andrde e outros. Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln EMENTA: Ato de concentrção. Mercdo ncionl de emblgens de vidro pdrão. Mercdo ncionl de emblgens de vidro especil. Hipótese previst no rt. 54, 3º d Lei 8.884/94. Conhecimento. Apresentção tempestiv. Aprovção incondicionl. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, provr operção sem restrições, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Arthur Snchez Bdin e os Conselheiros, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor- Gerl do CADE Interino Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo, o Secretário do Plenário Substituto, Bruno Corrê Burini. e o representnte do Ministério Público Federl, Antonio Augusto Brndão de Ars. Ausente, justificdmente, o Conselheiro Olvo Zgo Chingli. Brsíli, DF, 28 de Outubro de 2009, dt d 454ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR SANCHEZ BADIN Presidente do Conselho FERNANDO DE MAGALHÃES FURLAN Conselheiro-Reltor ATO DE CONCENTRAÇÃO nº / Requerentes: NKB Rio S/A e Centro de Mstologi do Rio de Jneiro Ltd. Advogdos: Ptríci Avigni, Mrcos Joquim Gonçlves Alves, Luro Celidonio Gomes dos Reis Neto e outros. Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln EMENTA: Ato de concentrção. Mercdo de serviços de medicin dignóstic por imgem referente o exme ultrssonogrfi no município do Rio de Jneiro. Hipótese previst no rt. 54, 3º d Lei 8.884/94. Conhecimento. Apresentção tempestiv. Aprovção incondicionl. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, provr operção sem restrições, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Arthur Snchez Bdin e os Conselheiros, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor- Gerl do CADE Interino Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo, o Secretário do Plenário Substituto, Bruno Corrê Burini. e o representnte do Ministério Público Federl, Antonio Augusto Brndão de Ars. Ausente, justificdmente, o Conselheiro Olvo Zgo Chingli. Brsíli, DF, 28 de Outubro de 2009, dt d 454ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR SANCHEZ BADIN Presidente do Conselho FERNANDO DE MAGALHÃES FURLAN Conselheiro-Reltor ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº / Requerentes: MD Investors Corportion e Metldyne Corportion Advogdos: Amdeu Crvlhes Ribeiro, Frederico Crrilho Dons e outros Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln EMENTA: Ato de Concentrção - Operção relizd no exterior - Aquisição, pel MD Investors Corportion, d totlidde do cpitl socil d Metldyne Corportion - Prte envolvid pertencente grupo com fturmento bruto no Brsil superior R$ 400 milhões - Pelo conhecimento - Apresentção tempestiv - Mercdo de produtos sinterizdos - Aprovção sem restrições ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, provr operção sem restrições, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Arthur Snchez Bdin e os Conselheiros, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor- Gerl do CADE Interino Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo, o Secretário do Plenário Substituto, Bruno Corrê Burini. e o representnte do Ministério Público Federl, Antonio Augusto Brndão de Ars. Ausente, justificdmente, o Conselheiro Olvo Zgo Chingli. Brsíli, DF, 28 de Outubro de 2009, dt d 454ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR SANCHEZ BADIN Presidente do Conselho FERNANDO DE MAGALHÃES FURLAN Conselheiro-Reltor ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº /2009- Requerentes: Compnhi Brsileir de Estireno Representntes: Muro Grinberg, Leonor Clodovil, Cmill Poletti Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln EMENTA: Ato de Concentrção - Operção relizd no Brsil - Aquisição, pel CBE, de subsidiári integrl d BASF que produz poliestireno - Apresentção tempestiv - Pelo conhecimento - Mercdo de poliestireno - Aprovção sem restrição. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, provr operção sem restrições, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Arthur Snchez Bdin e os Conselheiros, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor- Gerl do CADE Interino Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo, o Secretário do Plenário Substituto, Bruno Corrê Burini. e o representnte do Ministério Público Federl, Antonio Augusto Brndão de Ars. Ausente, justificdmente, o Conselheiro Olvo Zgo Chingli. Brsíli, DF, 28 de Outubro de 2009, dt d 454ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR SANCHEZ BADIN Presidente do Conselho FERNANDO DE MAGALHÃES FURLAN Conselheiro-Reltor ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº / Requerentes: GTIS Seridó Brsil Prticipções Ltd. Representntes: Tito Amrl de Andrde, Helois Helen Monteiro de Lim e outros Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln EMENTA: Ato de Concentrção - Operção relizd no Brsil - Aquisição, pel GTIS, d prticipção d Klbin Segll no cpitl socil d 6 Seridó Empreendimentos e Prticipções Ltd. - Apresentção tempestiv - Pelo conhecimento - Mercdo de incorporção de empreendimentos imobiliários - Aprovção sem restrição. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, provr operção sem restrições, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Arthur Snchez Bdin e os Conselheiros, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor- Gerl do CADE Interino Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo, o Secretário do Plenário Substituto, Bruno Corrê Burini. e o representnte do Ministério Público Federl, Antonio Augusto Brndão de Ars. Ausente, justificdmente, o Conselheiro Olvo Zgo Chingli. Brsíli, DF, 28 de Outubro de 2009, dt d 454ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR SANCHEZ BADIN Presidente do Conselho FERNANDO DE MAGALHÃES FURLAN Conselheiro-Reltor ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº / Requerentes: Scheffler AG Representntes: José Augusto Regzzini, Mrcelo Clliri, Dniel Oliveir, Fernnd Mnzno Syeg e outros Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln EMENTA: Ato de Concentrção - Operção relizd no Exterior - Aquisição, pel Scheffler, por meio de ofert públic, do controle cionário d Continentl - Apresentção tempestiv - Pelo conhecimento - Mercdo de rolmento e sistems de freios ABS - Aprovção incondicionl.

34 34 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, provr operção sem restrições, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Arthur Snchez Bdin e os Conselheiros, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor- Gerl do CADE Interino Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo, o Secretário do Plenário Substituto, Bruno Corrê Burini. e o representnte do Ministério Público Federl, Antonio Augusto Brndão de Ars. Ausente, justificdmente, o Conselheiro Olvo Zgo Chingli. Brsíli, DF, 28 de Outubro de 2009, dt d 454ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR SANCHEZ BADIN Presidente do Conselho FERNANDO DE MAGALHÃES FURLAN Conselheiro-Reltor ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº / Requerentes: Sr Lee Cfés do Brsil Ltd. Representntes: Cristinne Sccb Zrzur, Lilin Brreir, Mrcos Pjoll Grrido e outros Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln EMENTA: Ato de Concentrção - Operção relizd no Brsil - Aquisição, pel Sr Lee, d integrlidde ds quots representtivs do cpitl socil d Cfé Mok - Apresentção tempestiv - Pelo conhecimento - Mercdo de cfé torrdo, cfé solúvel, cpuccino, cfé verde pr exportção e filtros de cfé - Aprovção incondicionl do to. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, provr operção sem restrições, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Arthur Snchez Bdin e os Conselheiros, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor- Gerl do CADE Interino Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo, o Secretário do Plenário Substituto, Bruno Corrê Burini. e o representnte do Ministério Público Federl, Antonio Augusto Brndão de Ars. Ausente, justificdmente, o Conselheiro Olvo Zgo Chingli. Brsíli, DF, 28 de Outubro de 2009, dt d 454ª Sessão Ordinári de Julgmento. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS ARTHUR SANCHEZ BADIN Presidente do Conselho FERNANDO DE MAGALHÃES FURLAN Conselheiro-Reltor AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR Nº: / Representnte: SDE ex officio Representds: Autobn S.A., Renovis S.A., Vinorte S.A., Ecovis S.A. e Vioeste S.A. Advogdos: Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln EMENTA: Averigução Preliminr - Alegção de prátic de crtel pr prticipção em licitção públic de concessão rodoviári - Inexistênci de indícios de infrção à ordem econômic - Decisão pelo rquivmento. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, o Plenário por unnimidde determinou o rquivmento d verigução preliminr, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Arthur Snchez Bdin e os Conselheiros, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor-Gerl do CADE Interino Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo, o Secretário do Plenário Substituto, Bruno Corrê Burini. e o representnte do Ministério Público Federl, Antonio Augusto Brndão de Ars. Ausente, justificdmente, o Conselheiro Olvo Zgo Chingli. Brsíli, DF, 28 de Outubro de 2009, dt d 454ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR SANCHEZ BADIN Presidente do Conselho FERNANDO DE MAGALHÃES FURLAN Conselheiro-Reltor AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR Nº: / Representnte: Energi e Sbor Distribuidor Ltd. Advogdos: Sem indicção nos utos. Representd: SDV Frnqui e Logístic Ltd. e Sucos Del Vlle do Brsil Ltd. Advogdos: Christine Pntoj, Mrcelo Roitmn, Giselli Tvres Feitos Cost e outros Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln EMENTA: Averigução Preliminr - Alegção de prátic nticoncorrencil com o intuito de prejudicr ou eliminr prticipntes dos mercdos de frnqui de distribuição de sucos prontos pr beber - Inexistênci de indícios de infrção à ordem econômic - Decisão pelo rquivmento. pelo código ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, determinr o rquivmento d verigução preliminr e revogr medid cuteltóri concedid incidentlmente, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Arthur Snchez Bdin e os Conselheiros, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor-Gerl do CADE Interino Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo, o Secretário do Plenário Substituto, Bruno Corrê Burini. e o representnte do Ministério Público Federl, Antonio Augusto Brndão de Ars. Ausente, justificdmente, o Conselheiro Olvo Zgo Chingli. Brsíli, DF, 28 de Outubro de 2009, dt d 454ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR SANCHEZ BADIN Presidente do Conselho FERNANDO DE MAGALHÃES FURLAN Conselheiro-Reltor EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO ATO DE CONCEN- TRAÇÃO Nº / Representnte: Mileni Agrociêncis S.A. Advogdos: Leopoldo U. C. Pgotto, Bruno de Oliveir Mggi e outros. Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln EMENTA: Embrgos de declrção em to de concentrção - Apresentção tempestiv - Mercdo ncionl de inseticids - Embrgos rejeitdos. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, conhecer e rejeitr Embrgos de Declrção nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Arthur Snchez Bdin e os Conselheiros, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor-Gerl do CADE Interino Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo, o Secretário do Plenário Substituto, Bruno Corrê Burini. e o representnte do Ministério Público Federl, Antonio Augusto Brndão de Ars. Ausente, justificdmente, o Conselheiro Olvo Zgo Chingli. Brsíli, DF, 28 de Outubro de 2009, dt d 454ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR SANCHEZ BADIN Presidente do Conselho FERNANDO DE MAGALHÃES FURLAN Conselheiro-Reltor ATO DE CONCENTRAÇÃO nº / Requerentes: The Gores Group LLC. e Gigset Communictions S.A.S Advogdos: José Augusto Regzzini, Mrcelo Clliri, Crl Ndeu e outros Reltor: Conselheiro Olvo Zgo Chingli EMENTA: Ato de Concentrção. Operção em âmbito mundil com reflexos no Brsil. Aquisição pelo Grupo Gores, por meio d Sgem Communictions SAS, de todos os tivos relciondos à unidde de negócios de bnd lrg d Gigset Communictions GmbH. Hipótese previst no rt. 54, 3º, d Lei 8.884/94. Notificção intempestiv. Aplicção de mult. Preceres d Secretri de Acompnhmento Econômico do Ministério d Fzend - SEAE, Secretri de Direito Econômico do Ministério d Justiç - SDE e Procurdori do CADE - ProCADE pel provção sem restrições. Inexistênci de prejuízos à concorrênci. Aprovção sem restrições. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, provr operção sem restrições, impondo mult por intempestividde, nos termos do voto do Conselheiro Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Arthur Snchez Bdin e os Conselheiros Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Olvo Zgo Chingli, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo. Ausente, justificdmente, o Conselheiro Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor-Gerl Interino do CADE, Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo, o representnte do Ministério Público Federl Antonio Augusto Brndão de Ars e o Secretário do Plenário Substituto, Bruno Corrê Burini. Brsíli - DF, 30 de setembro de 2009, dt d 452ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR SANCHEZ BADIN Presidente do Conselho OLAVO ZAGO CHINAGLIA Conselheiro-Reltor ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº / Requerentes: BTS Feirs, Eventos e Editor Ltd ("BTS") e Móbile Feirs e Eventos Ltd Advogdos: Mrcelo Lmy Rego, Tmr Rfiq Nhuz e outros Reltor: Conselheiro Césr Cost Alves de Mttos EMENTA: Ato de Concentrção. Procedimento sumário. Aquisição pel BTS Feirs Eventos e Editor Ltd ("BTS") d totlidde do cpitl socil d Móbile Feirs e Eventos Ltd ("MÓ- BILE"). Hipótese de subsunção previst no rt. 54, 3º, d Lei nº 8.884/94 - fturmento. Mercdo relevnte de prestção de serviços de plnejmento, orgnizção, dministrção e montgem de feirs, exposições, congressos, empreendimentos e congêneres Concentrção horizontl sem preocupções concorrenciis. Inexistênci de integrção verticl. Cláusul de não-concorrênci dequd os prâmetros do CADE. Preceres convergentes pel provção. Ato de concentrção conhecido e operção provd, sem restrições. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente do CADE e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, em conhecer e provr operção, sem restrições, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm os Conselheiros do CADE Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes, o Procurdor-Gerl Interino do CADE Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo, o Secretário do Plenário Substituto, Bruno Corrê Burini e o representnte do Ministério Público Federl Antonio Augusto Brndão de Ars. Ausente, justificdmente, o Conselheiro Olvo Zgo Chingli. Brsíli, DF, 28 de outubro de 2009, dt d 454ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR SANCHEZ BADIN Presidente do Conselho CÉSAR COSTA ALVES DE MATTOS Conselheiro-Reltor AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR Nº /20-49 Representnte: Sociedde de Abstecimento de Águ e Snemento S/A - SANASA Cmpins Representds: Alpm Trnsportes e Comércio de Produtos Químicos Ltd., Brscrbo Agroindustril Ltd. e Polytrde Indústri e Comércio Ltd. Advogdos: Igucemir Gonçlves Frnco, João Mri de Oliveir Souz, Crlos Alberto Cvgioni Filho e outros Reltor: Conselheiro Césr Cost Alves de Mttos EMENTA: Averigução Preliminr. Combinção de preços ou juste de vntgens em concorrênci públic ou dministrtiv. Insuficiênci de provs. Arquivmento. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente do CADE e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, determinr o rquivmento d verigução preliminr, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm os Conselheiros do CADE Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes, o Procurdor-Gerl Interino do CADE Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo e o representnte do Ministério Público Federl Antonio Augusto Brndão de Ars. Ausente, justificdmente, o Conselheiro Olvo Zgo Chingli. Brsíli, DF, 28 de outubro de 2009, dt d 454ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR SANCHEZ BADIN Presidente do Conselho CÉSAR COSTA ALVES DE MATTOS Conselheiro-Reltor ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº /2006 Requerentes: Brsilco S.R.L. e Telecom Itáli Interntionl N. V. Advogdos: Cristinne Sccb Zrzur, Pedro Dutr, Lílin Brreir e outros Reltor: Conselheiro Césr Cost Alves de Mttos EMENTA: Ato de Concentrção. Aquisição, pel Brsilco S.R.L., de proximdmente 38% do cpitl votnte d Solprt Prticipções S.A., pertencentes à Telecom Itli Interntionl N.V. ("Telecom Itli"). Setor de Telecomunicções. Hipóteses de subsunção previst no rt. 54, 3º, d Lei nº 8.884/94 - fturmento e prticipção de mercdo. Apresentção tempestiv. Tx processul recolhid. Ausênci de prejuízos à concorrênci. Aprovção sem restrições.

35 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente do CADE e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, em conhecer e provr operção, sem restrições, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm os Conselheiros do CADE Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes, o Procurdor-Gerl Interino do CADE Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo, o Secretário do Plenário Substituto, Bruno Corrê Burini e o representnte do Ministério Público Federl Antonio Augusto Brndão de Ars. Ausente, justificdmente, o Conselheiro Olvo Zgo Chingli. Brsíli, DF, 28 de outubro de 2009, dt d 454ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR SANCHEZ BADIN Presidente do Conselho CÉSAR COSTA ALVES DE MATTOS Conselheiro-Reltor DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA ALVARÁ Nº 4.047, DE 29 DE SETEMBRO DE 2009 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei 7.1, de 20 de junho de 1983, lterd pel Lei nº 9.017, de 30 de mrço de 1995, regulmentd pelo Decreto nº , de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo Decreto nº 1.592, de de gosto de 1995, tendendo requerimento d prte interessd, bem como decisão proltd no Processo nº / DPF/PCA/SP, declr revist utorizção pr funcionmento de serviços ORGÂNICOS de VIGILÂNCIA, válid por 01(um) no d dt d publicção no D.O.U., concedid à empres INDÚSTRIAS ROMI S/A, inscrit no CNPJ/MF sob o nº / , tendo como responsável pelo serviço orgânico de segurnç: MARCIO FRANCISCO DE OLIVEIRA, pr efeito de exercer sus tividdes no Estdo de SÃO PAULO. ADELAR ANDERLE ALVARÁ Nº 4.604, DE 9 DE OUTUBRO DE 2009 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei nº 7.1, de 20 de junho de 1.983, lterd pel Lei nº de 30 de mrço de e pelo rt. 45 do Decreto nº de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo Decreto nº de de gosto de 1995, e tendendo solicitção por prte do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº / DE- LESP/SR/DPF/SP; resolve: Conceder utorizção à empres EAGLE SEGURANÇA S/C LTDA, CNPJ/MF nº / , sedid no Estdo de SÃO PAULO pr dquirir em estbelecimento comercil utorizdo pelo Deprtmento Logístico do Comndo do Exército, rms e munições ns seguintes quntiddes e nturez: -05 (CINCO) PISTOLAS CALIBRE.380 e; -225 (DUZENTOS E VINTE E CINCO) CARTUCHOS DE MUNIÇÃO CALIBRE.380. O przo pr inicir o processo de compr expirrá em 60 dis, prtir d publicção dest utorizção. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ADELAR ANDERLE ALVARÁ Nº 4.704, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL, SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei 7.1, de 20 de junho de 1983, lterd pel Lei nº 9.017, de 30 de mrço de 1995, regulmentd pelo Decreto nº , de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo Decreto nº 1.592, de de gosto de 1995, tendendo requerimento d prte interessd, bem como decisão proltd no Processo nº / DELESP/SR/SP, declr revist utorizção pr funcionmento de serviços ORGÂNICOS de VIGILÂNCIA, válid por 01(um) no d dt d publicção no D.O.U., concedid à empres TAMBORÉ S/A, inscrit no CNPJ/MF sob o nº /00-72, tendo como responsável pelo serviço orgânico de segurnç: JOSUÉ ALVES DE ANDRADE, pr efeito de exercer sus tividdes no Estdo de SÃO PAULO. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA pelo código ALVARÁ Nº 4.737, DE 27 DE OUTUBRO DE 2009 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL, SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei nº 7.1, de 20 de junho de 1.983, lterd pel Lei nº de 30 de mrço de e pelo rt. 45 do Decreto nº de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo Decreto nº de de gosto de 1995, e tendendo solicitção por prte do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº / SR/DPF/MG; resolve: Conceder utorizção à empres BH FORTE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF nº / , sedid no Estdo de MINAS GERAIS pr dquirir em estbelecimento comercil utorizdo pelo Deprtmento Logístico do Comndo do Exército, rms e munições ns seguintes quntiddes e nturez: -07(SETE) REVOLVERES CALIBRE 38; -126(CENTO E VINTE E SEIS) CARTUCHOS DE MU- NIÇÃO CALIBRE 38. O przo pr inicir o processo de compr expirrá em 60 dis, prtir d publicção dest utorizção. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ 4.749, DE 27 DE OUTUBRO DE 2009 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL, SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei 7.1, de 20 de junho de 1983, lterd pel Lei nº 9.017, de 30 de mrço de 1995, regulmentd pelo Decreto nº , de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo Decreto nº 1.592, de de gosto de 1995, tendendo requerimento d prte interessd, bem como decisão proltd no Processo nº / CV/DPF/XAP/SC; resolve: Conceder utorizção à empres INVIOSAT SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF: nº / , pr exercer tividde de ESCOLTA ARMA- DA no Estdo de SANTA CATARINA. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº 4.786, DE 28 DE OUTUBRO DE 2009 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL, SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei 7.1, de 20 de junho de 1983, lterd pel Lei nº 9.017, de 30 de mrço de 1995, regulmentd pelo Decreto nº , de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo Decreto nº 1.592, de de gosto de 1995, tendendo requerimento d prte interessd, bem como decisão proltd no Processo nº / DELESP/SR/SP, declr revist utorizção pr funcionmento de serviços ORGÂNICOS de VIGILÂNCIA, válid por 01(um) no d dt d publicção no D.O.U., concedid à empres COOPERATIVA CENTRAL OESTE CATARINENSE, inscrit no CNPJ/MF sob o nº / , tendo como responsável pelo serviço orgânico de segurnç: HORACIO FRAN- CISCO DOS SANTOS FILHO, pr efeito de exercer sus tividdes no Estdo de SÃO PAULO. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº 4.789, DE 28 DE OUTUBRO DE 2009 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL, SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei 7.1, de 20 de junho de 1983, lterd pel Lei nº 9.017, de 30 de mrço de 1995, regulmentd pelo Decreto nº , de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo Decreto nº 1.592, de de gosto de 1995, tendendo requerimento d prte interessd, bem como decisão proltd no Processo nº / DPF/CAS/SP, declr revist utorizção pr funcionmento de serviços ORGÂNICOS de VIGILÂNCIA, válid por 01(um) no d dt d publicção no D.O.U., concedid à empres CONDOMÍNIO LAGOS DE SHANADU, inscrit no CNPJ/MF sob o nº / , tendo como responsável pelo serviço orgânico de segurnç: HELDER DA COSTA FERREIRA MANÃO, pr efeito de exercer sus tividdes no Estdo de SÃO PA U L O. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº 4.8, DE 30 DE OUTUBRO DE 2009 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL, SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei nº 7.1, de 20 de junho de 1.983, lterd pel Lei nº de 30 de mrço de e pelo rt. 45 do Decreto nº de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo Decreto nº de de gosto de 1995, e tendendo solicitção por prte do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº / DPF/TLS/MS; resolve: Conceder utorizção à empres UNIDAS SEGURANCA E VIGILANCIA LTDA, CNPJ/MF nº / , sedid no Estdo do MATO GROSSO DO SUL pr dquirir em estbelecimento comercil utorizdo pelo Deprtmento Logístico do Comndo do Exército, rms e munições ns seguintes quntiddes e nturez: - 04 (QUATRO REVÓLVERES) CALIBRE 38; - 48 (QUARENTA E OITO) CARTUCHOS DE MUNIÇÃO CALIBRE 38. O przo pr inicir o processo de compr expirrá em 60 dis, prtir d publicção dest utorizção. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº 4.857, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL, SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei 7.1, de 20 de junho de 1983, lterd pel Lei nº 9.017, de 30 de mrço de 1995, regulmentd pelo Decreto nº , de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo Decreto nº 1.592, de de gosto de 1995, tendendo requerimento d prte interessd, bem como decisão proltd no Processo nº / SR/DPF/PE, declr revist utorizção pr funcionmento de serviços especilizdos de VIGILÂNCIA e hbilitd exercer s tividdes de ESCOLTA ARMADA e SEGU- RANÇA PESSOAL, válid por 01(um) no d dt d publicção no D.O.U., concedid à empres TKS SEGURANÇA PRIVADA LTDA, inscrit no CNPJ/MF sob o nº / , tendo como sócios RIDELZE PESSOA MAGALHÃES DE LIMA SANTOS E RO- DRIGO CANDIDO DE OLIVEIRA, pr efeito de exercer sus tividdes no Estdo de PERNAMBUCO. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº 4.864, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 O COORDENADOR-GERAL DE SEGURANÇA PRIVA- DA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL, SUBSTITU- TO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei 7.1, de 20 de junho de 1983, lterd pel Lei nº 9.017, de 30 de mrço de 1995, regulmentd pelo Decreto nº , de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo Decreto nº 1.592, de de gosto de 1995, tendendo requerimento d prte interessd, bem como decisão proltd no Processo nº / SR/DPF/MG, revolve: RETIFICAR o lvrá nº 1.608, publicdo no DOU de 15 de bril de 2009, págin 63, Seção 1, onde se lê: "de 06 de bril de 2008", lei-se " de 06 de bril de 2009". RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº 4.867, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL, SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rtigo 20 d Lei nº 7.1, de 20 de junho de 1983, lterd pel Lei nº 9.017, de 30 de mrço de 1995, e pelo rtigo 32 do Decreto nº , de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo Decreto nº 1.592, de de gosto de 1995, tendendo solicitção formuld pel prte interessd, bem como decisão proltd no Processo nº / CGCSP/DIREX/DF; resolve: lterr Portri nº 0416, publicd no D.O.U. em 22 de mio de 1998, que concedeu Autorizção de Funcionmento à empres PHOENIX SEGURANÇA LTDA, pr prestr serviços de VI- GILÂNCIA no DISTRITO FEDERAL, CNPJ nº /0001-, no que se refere à rzão socil que pss ser: VIPASA - VI- GILÂNCIA PATRIMONIAL ARMADA LTDA, utorizndo empres promover lterção em seus tos constitutivos. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº 4.868, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL, SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei nº 7.1, de 20 de junho de 1.983, lterd pel Lei nº de 30 de mrço de e pelo rt. 45 do Decreto nº de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo Decreto nº de de gosto de 1995, e tendendo solicitção por prte do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº / SR/DPF/RS; resolve: Conceder utorizção à empres EMPRESA PORTOALE- GRENSE DE VIGILÂNCIA LTDA, CNPJ/MF nº / , sedid no Estdo do RIO GRANDE DO SUL pr dquirir rms e munições ns seguintes quntiddes e nturez:

36 36 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de (NOVENTA E SEIS) REVÓLVERES CALIBRE 38 pertencentes empres VIGILÂNCIA PEDROZO LTDA CNPJ/MF / e -960 (NOVECENTOS E SESSENTA) CARTUCHOS DE MUNIÇÕES CALIBRE 38 em estbelecimento comercil utorizdo pelo Deprtmento Logístico do Comndo do Exército. O przo pr inicir o processo de compr expirrá em 60 dis, prtir d publicção dest utorizção. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº.601, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2009 O COORDENADOR GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei nº 7.1/83, lterd pel Lei nº 9.017/95, e pelo rt. 45 do Decreto nº /83, lterdo pelo Decreto nº 1.592/95, tendendo solicitção do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº 2009/00296/DPF/JFA/MG, resolve: CONCEDER utorizção à empres AFEQUE SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA LTDA, CNPJ/MF: /00-05, sedid em MINAS GERAIS, pr dquirir: Em Estbelecimento Comercil utorizdo pelo Deprtmento Logístico do Comndo do Exército: -3 (TRÊS) Revólver(s) CALIBRE 38, -36 (TRINTA E SEIS) Crtuchos de Munição CALIBRE 38. O przo pr inicir o processo de compr expirrá em 60 dis prtir d publicção dest utorizção. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS ADELAR ANDERLE ALVARÁ Nº.605, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2009 O COORDENADOR GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei nº 7.1/83, lterd pel Lei nº 9.017/95, e pelo rt. 45 do Decreto nº /83, lterdo pelo Decreto nº 1.592/95, tendendo solicitção do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº 2009/00366/DPF/CZS/AC, resolve: CONCEDER utorizção à empres joz s. de oliveir me, CNPJ/MF: / , sedid no ACRE, pr dquirir: Em Estbelecimento Comercil utorizdo pelo Deprtmento Logístico do Comndo do Exército:- (DEZ) Revolvers CA- LIBRE 38,-180 (CENTO E OITENTA) Crtuchos de Munição CA- LIBRE 38. O przo pr inicir o processo de compr expirrá em 60 dis prtir d publicção dest utorizção. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº.607, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 O COORDENADOR GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei nº 7.1/83, lterd pel Lei nº 9.017/95, e pelo rt. 45 do Decreto nº /83, lterdo pelo Decreto nº 1.592/95, tendendo solicitção do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº 2009/ /DPF/JVE/SC, resolve: CONCEDER utorizção à empres SEGURIDADE SERVIÇOS DE SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF: / , sedid em SANTA CATA- RINA, pr dquirir: Em Estbelecimento Comercil utorizdo pelo Deprtmento Logístico do Comndo do Exército:- (dez) Revolver(s) CA- LIBRE 38,-180 (cento e oitent) Crtuchos de Munição CALIBRE 38. O przo pr inicir o processo de compr expirrá em 60 dis prtir d publicção dest utorizção. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº.608, DE 6 DE NOVEMBRO DE O COORDENADOR GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei nº 7.1/83, lterd pel Lei nº 9.017/95, e pelo rt. 45 do Decreto nº /83, lterdo pelo Decreto nº 1.592/95, tendendo solicitção do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº 2009/00520/DPF/SCS/RS, resolve: CONCEDER utorizção à empres SUL SPECIAL SERVICE SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF: / , sedid no RIO GRANDE DO SUL, pr dquirir: Em Estbelecimento Comercil utorizdo pelo Deprtmento Logístico do Comndo do Exército: - 03 (TRÊS) Espingrds CALIBRE 12, pelo código (SETENTA E DOIS) Crtuchos de Munição CALIBRE 12, (TREZENTOS E QUARENTA E DOIS) Crtuchos de Munição CALIBRE 38. E d empres cedente VIGILANCIA PEDROZO LTDA., / : - 19 (DEZENOVE) Revólveres Clibre 38. O przo pr inicir o processo de compr expirrá em 60 dis prtir d publicção dest utorizção. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº.6, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 O COORDENADOR GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei nº 7.1/83, lterd pel Lei nº 9.017/95, e pelo rt. 45 do Decreto nº /83, lterdo pelo Decreto nº 1.592/95, tendendo solicitção do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº 2009/00240/DPF/CZO/SP, resolve: CONCEDER utorizção à empres ESCOLA DE FORMAÇÃO DE VIGILANTES SECULUM LTDA-ME, CNPJ/MF: / , sedid em SÃO PAULO, pr dquirir: Em Estbelecimento Comercil utorizdo pelo Deprtmento Logístico do Comndo do Exército: (CINCO MIL E QUI- NHENTAS) Espolets pr Munição CALIBRE 38/.380, (CIN- CO MIL E QUINHETOS) Projéteis pr Munição CALIBRE 38, (DUAS MIL) Grms de Pólvor. O przo pr inicir o processo de compr expirrá em 60 dis prtir d publicção dest utorizção. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº.615, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O COORDENADOR GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei 7.1/83, lterd pel Lei nº 9.017/95, e pelo rt. 32 Decreto nº /83, lterdo pelo Decreto nº 1.592/95, tendendo solicitção do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº 2009/00205/DPF/BRU/SP; resolve: DECLARAR revist utorizção pr funcionmento, válid por 01(um) no prtir d dt d publicção no D.O.U., concedid à empres CEN- TRO DE FORMACAO E RECICLAGEM PROF DE VIGILANTES BARREIRA, inscrit no CNPJ/MF sob o nº / , especilizd n prestção de serviços de Curso de Formção tendo como Sócio(s): CLAUDINEIA PEREIRA BERNARDES, FULVIA EDUARDA DA SILVA, pr efeito de exercer sus tividdes em SÃO PAULO, com Certificdo de Segurnç nº , expedido pel SR/DPF/SP. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº.616, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O COORDENADOR GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei 7.1/83, lterd pel Lei nº 9.017/95, e pelo rt. 32 Decreto nº /83, lterdo pelo Decreto nº 1.592/95, tendendo solicitção do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº 2009/00295/DELESP/DREX/SR/DPF/RS; resolve: DE- CLARAR revist utorizção pr funcionmento, válid por 01(um) no prtir d dt d publicção no D.O.U., concedid à empres CTTE SEGURANÇA PRIVADA LTDA, inscrit no CNPJ/MF sob o nº / , especilizd n prestção de serviços de Vigilânci Ptrimonil tendo como Sócio(s): IMARA LANZIOTTI DE SOUZA e DANIELLY LANZIOTTI DE SOUZA, pr efeito de exercer sus tividdes no RIO GRANDE DO SUL, com Certificdo de Segurnç nº , expedido pel SR/DPF/RS. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DESPACHOS DA SECRETÁRIA Em de novembro de 2009 A SECRETÁRIA DE DIREITO ECONÔMICO, no uso ds competêncis que lhe form tribuíds pel Lei nº 8.884, de 11 de Junho de 1994, e com bse no disposto n Lei nº 9.784, de 29 de jneiro de 1999, opino pel: Nº Aprovção do to de concentrção nº / em que é requerente: Schoeller Arc Systems Services B.V. Advs.: Tito Amrl de Andrde, Gustvo Lge Nomn e outros Aprovção do to de concentrção nº / em que são requerentes: Apollo Mngement L.P. E Plint Corportion. Advs.: José Augusto Regzzini, Mrcelo Clliri e outros Aprovção do to de concentrção nº / em que são requerentes: VRG Lins Aéres S/A E Iberi Lines Aéres de Espñ S/A.. Advs.: Fernndo de Oliveir Mrques, Mário Roberto Villnov Nogueir e outros Aprovção do to de concentrção nº / em que são requerentes: Louis Dreyfus Corportion E Dunvnt Enterprises, Inc.. Advs.: Frncisco Ribeiro Todorov, Alessndro Mrius O. Mrtins e outros Aprovção do to de concentrção nº / em que são requerentes: Log & Print Gráfic e Logístic S.A. E Tecnicópis Gráfic e Editor Ltd. Advs.: Brbr Rosenberg, José Crlos d Mtt Berrdo e outros Aprovção do to de concentrção nº / em que são requerentes: Westinghouse Air Brke Techonologies Corportion E Koch Resources, LLC Advs.: José Augusto Regzzini, Mrcelo Clliri e outros Ref.: Averigução Preliminr nº / Representnte: SDE ex officio. Representd: Tigre S.A. Tubos e Conexões. Advogdo: Milton de Souz Coelho (OAB/DF nº 3.809). Acolho Not Técnic de fls., exrd pelo Coordendor- Gerl d CGAI, Pedro Lúcio Lyr, e provd pel Diretor do DPDE, An Pul Mrtinez, e, com bse no rt. 50, 1º, d Lei nº 9.784/99, integro s sus rzões à presente decisão, inclusive como su motivção. Decido, pois, por determinr o rquivmento d presente verigução preliminr, com recurso de ofício o CADE, conforme rt. 14, IV e 31 d Lei nº 8.884/94, por não terem sido identificdos indícios de infrção à ordem econômic suficientes pr insturção de Processo Administrtivo Ref.: Processo Administrtivo nº / Representnte: Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS. Representd: Unimed Arrum - Coopertiv de Trblho Médico. Advogdos: Alexndr Grci Ferreir, Silvn Gm de Oliveir, Fbio Luis Amoedo Afonso e Christine Arújo de Oliveir. Acolho Not Técnic de fls., provd pel Diretor do Deprtmento de Proteção e Defes Econômic, Dr. An Pul Mrtinez, e, com fulcro no 1º do rt. 50, d Lei nº 9.784/99, integro s sus rzões à presente decisão, inclusive como su motivção. Pelos fundmentos pontdos n referid Not Técnic, defiro produção de prov documentl, nos termos do rt. 37 d Lei nº 8.884/94 c/c rt. 3º, III, d Lei nº 9.784/99, indefiro produção de prov testemunhl, de cordo com o rt. 53, cput, d Portri MJ 04/2006 c/c rts. 35 e 37 d Lei nº 8.884/94, e indefiro o pedido de depoimento pessol d Representnte, por forç do rtigo 53, 1º, d Portri MJ 04/2006. MARIANA TAVARES DE ARAUJO DESPACHO DO CHEFE DE GABINETE Em de novembro de Determino divulgção dos seguintes tos de concentrção econômic protocoldos nos termos do rt. 54, d Lei nº 8.884/94 e do rt. 13, d Portri nº 5/96/SDE:/ AC nº / Requerentes: Krft Foods Inc. ("Krft") e Cdbury plc ("Cdbury"). Operção: quisição, pel "Krft", d totlidde ds ções subscrits ou não subscrits d "Cdbury". O setor de tividde envolvido n operção é o de Indústri Alimentíci - Doces. AC nº / Requerentes: Brdesco Dentl S.A. ("Brdesco Dentl") e Odontoprev S.A. ("Odontoprev"). Operção: incorporção, pel "Odontoprev", d totlidde ds ções de emissão d "Brdesco Dentl". O setor de tividde envolvido n operção é o de Seguros e Previdênci. AC nº / Requerentes: Brskem S.A. ("BRASKEM") e Mexichem Resins Colombi S.A. ("MEXICHEM COLÔMBIA"). Operção: quisição, pel "BRASKEM", de um volume nul de especiliddes de resins de PVC d "MEXICHEM COLÔMBIA". O setor de tividde envolvido n operção é o de Indústri Químic e Petroquímic - Petroquímicos Diversos. DIEGO FALECK DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR DESPACHO DO DIRETOR Em 5 de novembro de Processo Administrtivo n / Representnte: DPDC "ex officio". Representndo: Schering do Brsil Químic e Frmcêutic Ltd. Compulsndo os utos verifico que o recurso presentdo pel representd é tempestivo, um vez observdo o przo estbelecido pelo cput do rtigo 49 do Decreto n /97, bem como pelo rtigo 59 d Lei n /99. Considerndo que o recurso interposto trz em seu bojo os mesmos rgumentos já precidos e rebtidos n decisão proferid nesse Processo Administrtivo, não vejo rzão pr reconsiderá-l. Dinte do exposto e pelo que mis dos utos const, recebo o recurso no efeito suspensivo em relção às snções imposts, nos termos do disposto no prágrfo único do rt. 61 d Lei n /99 e do rt. 49 do Decreto n /97, considerndo que há receio de prejuízo de difícil ou incert reprção à representd, cso decisão sej reformd. Assim, determino o seu encminhmento à Secretri de Direito Econômico deste Ministério, conforme norm do rt. 56, 1º, d Lei n /99. RICARDO MORISHITA WADA

37 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ANÁLISE DE INFRAÇÕES DOS SETORES DE SERVIÇOS E DE INFRA-ESTRUTURA DESPACHO DA COORDENADORA-GERAL Em de novembro de 2009 Nº Ref.: Processo Administrtivo nº / Representntes: Globl Villge Telecom Ltd., Intelig Telecomunicções Ltd., Trnsit do Brsil Ltd. e Esytone Telecomunicções Ltd. Representds: Americel S.A., Clro S.A., Tim Celulr S.A., Tim Brsil Serviços e Prticipções S.A., TNL PCS S.A (Oi) e Vivo S.A. Advs.: Ubirtn Mttos, Mri Cecíli Andrde, Adrin Frnco Ginnini, José Del Chiro Ferreir d Ros, José Inácio Gonzg Frnschini, Cmil Cstnho Girrdi, Cláudi Compnem e outros. Ficm s Representds intimds pr, no przo de 5 (cinco) dis, ser contdo em dobro, especificrem s provs que ind pretendem produzir, justificndo su necessidde e presentndo, n oportunidde, o rol ds testemunhs, em número não superior 03 (três), cso esse meio probtório sej do interesse d Representd. MARCELA CAMPOS GOMES FERNANDES Substitut COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE MERCADO DESPACHOS DO COORDENADOR-GERAL Em 9 de novembro de Ref: Ato de Concentrção nº / Requerentes: Totvs S/A e Hery Softwre Ltd. Advs: Luro Celidônio e Outros. Em conformidde com Lei nº 8.884/94 e o Cpítulo VIII d Portri/MJ nº. 4, de 06 de jneiro de 2006, defiro o pedido de trtmento confidencil solicitdo. 4 - Ref: Ato de Concentrção nº / Requerentes: Trfo Equipmentos Elétricos S/A, JDZ Prticipções Ltd. e Lelc Retivos Ltd. Advs: Fábi Regin Freits e Outros. Em conformidde com Lei nº 8.884/94 e o Cpítulo VIII d Portri/MJ nº. 4, de 06 de jneiro de 2006, defiro o pedido de trtmento confidencil solicitdo Ref: Ato de Concentrção nº / Requerentes: Cisco Systems, Inc e Strent Networks, Corp. Advs: Frncisco Ribeiro Todorov e Outros. Em conformidde com Lei nº 8.884/94 e o Cpítulo VIII d Portri/MJ nº. 4, de 06 de jneiro de 2006, defiro o pedido de trtmento confidencil solicitdo Ref: Ato de Concentrção nº / Requerentes: Kimberly-Clrk Corportion e I-Flow Corportion. Advs: Flávio Lemos Belliboni e Outros. Em conformidde com Lei nº 8.884/94 e o Cpítulo VIII d Portri/MJ nº. 4, de 06 de jneiro de 2006, defiro o pedido de trtmento confidencil solicitdo Ref: Ato de Concentrção nº / Requerente: Vncouver Empreendimentos e Prticipções Ltd. Advs: Tigo Mchdo Cortez e Outros. Em conformidde com Lei nº 8.884/94 e o Cpítulo VIII d Portri/MJ nº. 4, de 06 de jneiro de 2006, defiro o pedido de trtmento confidencil solicitdo. LUIS CLÁUDIO LIMA PINHEIRO Substituto SECRETARIA NACIONAL DE JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE ESTRANGEIROS DIVISÃO DE PERMANÊNCIA DE ESTRANGEIROS EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL DESPACHOS DO CHEFE Fce às diligêncis procedids pelo Deprtmento de Políci Federl, DEFIRO o presente pedido de permnênci, vez que restou provdo que o() estrngeiro() mntém prole brsileir sob su gurd e dependênci econômic, ssistindo- socil e morlmente. Processo Nº / Cristhin Amdo Cstro Perez e Ktherine Lopez Vsquez Processo Nº / Mrcelo Dniel Seglerb Bourdette Processo Nº / Slvdor Cbllero Processo Nº / Achrf Hlwi e Ay To h m e Processo Nº / Fernndo Humberto Cludino Fjrdo, Fernndo Antonio Cludino Plm e Mrci Fbiol Plm Cbllero Processo Nº / Frncisco Inácio Coro Rposo Lopes Processo Nº / Filipe Miguel Conceição Guerreiro Processo Nº / Mlvin Fbin Pintos Surez Processo Nº / Angelique Nicole Vn Toorn Dnts Processo Nº / Oscr Benjmim Constntino pelo código Processo Nº / Jun Pblo Benvente Lbrin Processo Nº / Christin André Boudier, Emmnuelle Loetiti Juliette Budet Boudier, Jenne Pulette Ginette Josette Boudier e Jules Mx Emilino Boudier Processo Nº / Bismr Churipuy Brvo e Mriel Buripoco Sos Processo Nº / Alberto Mrin Villlon Processo Nº / Jun Jose Adrin Montlvo Processo Nº / Jose Luis Villvicencio Mmni e Mirim Hunc Condor Processo Nº / Jhonny Simon Alig Velsquez e Mirin Crolin Ortuno Gomez Processo Nº / Weiqing Li e Hui Ye Processo Nº / Zhongsheng Cheng e Limin Ren Processo Nº / Sbino Mmni Mmni, Mriel Ticon Hullp e Romn Mmni Ticon Processo Nº / Lino Coc Chinchill, An Condori Kyri e Rodrigo Coc Condori Processo Nº / Ptrick Mcmurphy Mcmhon Processo Nº / Mri Lucin Romero Processo Nº / Mrio D`Arcngeli Processo Nº / Freddy Mmni Condori e Rit Mmni Processo Nº / Sndr Murwski Processo Nº / Mri Nunel Avil Silvestre Processo Nº / Frnk Stefn Bernhrd Processo Nº / Luis Crlos Dis João Processo Nº / Julie Ann Prdo Processo Nº / Pblo Reinldo Cervi Processo Nº / Gbriele Romno DEFIRO o presente pedido de trnsformção de residênci temporári em permnente nos termos do Acordo Brsil e Urugui, por troc de Nots, pr implementção entre si do Acordo sobre Residênci pr ncionis dos Estdos Prtes do Mercosul. Processo Nº / Wldo Césr Leon Pen DEFIRO o presente pedido de trnsformção de residênci temporári em permnente nos termos do Acordo entre Brsil e Argentin, por troc de Nots, pr Implementção entre si do Acordo sobre Residênci pr Ncionis dos Estdos Prtes do Mercosul. Processo Nº / Cinti Pol Ordoñez Fce às diligêncis procedids pelo Deprtmento de Políci Federl, DEFIRO o presente pedido de permnênci, vez que restou provdo que o() estrngeiro() mntém prole brsileir sob su gurd e dependênci econômic, ssistindo- socil e morlmente. Processo Nº / Huynh Vn Tho e Lê Trân Hông Trng Fce às diligêncis procedids pelo Deprtmento de Políci Federl, DEFIRO o presente pedido de permnênci, vez que restou provdo que o() estrngeiro() mntém prole brsileir sob su gurd e dependênci econômic, ssistindo- socil e morlmente. Processo Nº / Fustino Cm Pcri e Ermini Flores Ferrufino INDEFIRO o presente pedido, tendo em vist que o (s) estrngeiro (s) encontr (m) for do pís Processo Nº / Piero Nicols Dontelli Processo Nº / Osmny Mederos Mrtinez Processo Nº / Dniel Andre Rodriguez Ary Processo Nº / Andrew Julin Little Processo Nº / Cesre Vel Processo Nº / Michel Jen Bernrd D e s f o rg e s Processo Nº / Antonio Nunez Mrtinez Processo Nº / Primo Dionildo Benitez Vliente Processo Nº / Piero Pellegrini Processo Nº / Kun Lo Sn Mei Processo Nº / Robert Qust Processo Nº / Jun Crlos Seiwld Srbi e Elizbeth Judith Cstedo Añez Processo Nº / Mri Ptrici Brreto de Freits Pereir Processo Nº / Ermenegildo Bido Processo Nº / Julio Quispe Apz e Ftim Andre Mendoz Luizg Processo Nº / Hether Ann Junqueir Fce às diligêncis procedids pelo Deprtmento de Políci Federl, INDEFIRO o presente pedido, tendo em vist, que o estrngeiro não foi loclizdo no endereço fornecido nos utos, restndo prejudicd instrução do processo. Processo Nº / Jeremy Dvid Bncroft Processo Nº / Edurdo Bornncin Processo Nº / Polo Orienti Processo Nº / José Crlos de Oliveir V l e z i m Processo Nº / Rymond Cro Processo Nº / Temb Chrly Processo Nº / Christopher Lrkin Wo o d i e Processo Nº / Wlter Greinocker Processo Nº / Ali Youssef Kssem, Lynn Kssem, Rn Koumyh e Sbine Kssem Processo Nº / Jorn Fitzu Processo Nº / Joquin Echevrri Nvrro Processo Nº / Byron Fernndo Cevllos Gomez Processo Nº / Derek Theodore Gretz Processo Nº / Nirk Winkelmnn Moreno Processo Nº / Ion Adrin Vintilescu e Roberto Visentin Processo Nº / Sebstin Bruno Cbrer Processo Nº / Cludio Andrés Arens Abrc e Montserrt Alvrez Coron Processo Nº / Yuling Wu e Yuzhun Zhou Processo Nº / Freddy Sergio Chuym Quispe e Mxim Quispe Perez Processo Nº / Xingping Zhng Processo Nº / Willy Mmni Flores e Celi Huchni Mmni Processo Nº / Rolo Fbin Cmeo Zcri e Mri Angelic Conde Loz Processo Nº / Lixin Li Processo Nº / Grbiel Cespedes Subirn Processo Nº / Ruben Guido Conde Quispe e Virgini Herrer Hunco Fce às diligêncis procedids pelo Deprtmento de Políci Federl, INDEFIRO o presente pedido de permnênci, tendo em vist, que o estrngeiro não preenche os requisitos do rt.75, II, b, d Lei 6.815/80. Processo Nº / Brnko Blbn Processo Nº / Mrio Omr Fuertes Rocbdo Processo Nº / Antonio Mnuel Brreto d Conceição Indefiro o presente pedido, tendo em vist o não cumprimento de exigêncis junto o Deprtmento de Políci Federl. Processo Nº / Chiu Yun Trng Processo Nº / Dongping Wu e Pingzhu Wu Fce às diligêncis procedids pelo Deprtmento de Políci Federl, INDEFIRO o presente pedido, tendo em vist, que o estrngeiro não foi loclizdo no endereço fornecido nos utos, restndo prejudicd instrução do processo. Processo Nº / Jen Philippe Mrie Flohic e Mrie Julie Le Strt Fce às diligêncis procedids pelo Deprtmento de Políci Federl, DEFIRO o presente pedido de permnênci, vez que restou provdo que o() estrngeiro() mntém prole brsileir sob su gurd e dependênci econômic, ssistindo- socil e morlmente. Processo Nº / Michelle Victori Veg de Lestni e Jimen Lestni Veg FERNANDA R. SALDANHA DE AZEVEDO INDEFIRO o presente pedido, tendo em vist, que no momento d solicitção o estrngeiro() encontrv-se em situção irregulr no pís. Processo Nº / Roy Edwrd Rojs Lopez INDEFIRO o presente processo por flt de mpro legl. Processo Nº / Oscr Edurdo Lopez Moreno, Alvro Sntigo Lopez Vron, Dniel Estebn Lopez Vron, Oscr Dvid Lopez Vron, Pol Andre Vron Ortiz e Perl Vlentin Lopez Vron DEFIRO o presente pedido de trnsformção do visto temporário VII, em permnente, nos termos d legislção vigente. Processo Nº / Gerrd Nzzi Liuf Defiro o presente pedido de permnênci nos termos d Resolução Normtiv nº 01/97 do Conselho Ncionl de Imigrção. Processo Nº / Enoch Humberto Apz Cll MARIA OLÍVIA S. DE MIRANDA ALVES Substitut Fce às diligêncis procedids pelo Deprtmento de Políci Federl, DEFIRO o presente pedido de permnênci, vez que restou provdo que o() estrngeiro() mntém prole brsileir sob su gurd e dependênci econômic, ssistindo- socil e morlmente. Processo Nº / Ptrick René Murice Dussert

38 38 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 Processo Nº / Linford Ry Hurst Processo Nº / Dnny Enrique Tpi Pino Processo Nº / Rul Jesus Diz Ross, Gudlupe Kristel Bueno Norieg e Mercedes Norieg Shurico Processo Nº / Jose Nicols Gomez Slzr e Ptrici Yhir Bellez Chung Processo Nº / ktrin Isbelle Hider Processo Nº / Fernndo Dmin Corre Processo Nº / Joquin Toms de L Puente Surez Processo Nº / Pn Jimeng e Zheng Xiofen Processo Nº / Cristobl Urbiet Processo Nº / Mrt Eugeni Clle Ctorceno Processo Nº / Edgr Mrcino Iturbe Oliveir Processo Nº / Vicente Ismel Nvrro Herndez Processo Nº / Sebstien George Dupin-Dupouts Processo Nº / Mrleny Rubio Mrulnd Processo Nº / Vicent Dávlos Armo Processo Nº / Frncisco Jvier Blduzzi Processo Nº / Fredy Cllnup Hurhu e Cludi Crol Slzr Zubiet Processo Nº / Lin Zhenwen Processo Nº / Zhu Songbi e Zhu Jini Processo Nº / Mri August Sls Te n e d Processo Nº / Lurent Oscr Alves d Cruz Teixeir Processo Nº / Gbriel Erico Loto e Ann Korolov Processo Nº / Wilfrido Rfel Gomez Frnco Processo Nº / Ntli Elisbet D`Amico e Hroldo Jorge Frillocchi Processo Nº / Germn Chmbi Mixto e Ros Mmni Hunc Processo Nº / Gorzd Brcun Processo Nº / Edwin Quispe Cruz e Teres Quispe Meji Processo Nº / Jun Crlos Zrco Conde, John Cristhin Zrco Mmni e Mri Ines Mmni Vrgs Processo Nº / Freddy Eufronio Choque Ortiz, Myumi Choque Limchi, Wilm Limchi Choque e Yulis Choque Limchi Processo Nº / Olof Gustf Mrcus Holmgren Processo Nº / Victorino Mujic Aruquip, Selin Mujic Chino e Soni Chino Aruni Processo Nº / Simion Choque Leon, Gin Letici Choque Colque e Olivi Colque Astete Processo Nº / Rubelyn Ybnes Sbrido Processo Nº / Brite Pp Aning Amoh Processo Nº / Mrio Mmni Mendoz e Zulm Aguilr Lim Processo Nº / Felix Arrig Grimldes e Mrtin Scc Mmni Processo Nº / Amnd Jyne Gonzlez Slins COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS CAROLINDA RODRIGUES CHAVES p/delegção de Competênci Determino o rquivmento do presente processo, dinte do término do curso. Processo Nº / Luis Gustvo Sum Rivero e Telm Ttin Rivero Cldrdo Processo Nº / Jose Custodio Sldnh Novis Processo Nº / Jeque Luis Arlindo Lopes Processo Nº / Crmen Dilene Andrde Fortunto Determino o rquivmento do(s) presente(s) processo(s), por já ter decorrido przo(s) superior(s) o d(s) estd(s) solicitd(s). Processo Nº / Jose Luis Choque Cpró Processo Nº / Alberto Plomres Puebl FRANCISCO DE ASSIS PEREIRA DA SILVA p/delegção de Competênci pelo código DEFIRO o(s) presente(s) pedido(s) de prorrogção do przo de estd. Processo Nº / Bntu Mendonç Ktchipwi Syl, té 24/07/20 Processo Nº / Lidionete Helen Dis Elis, té 05/08/20 Processo Nº / Agildo Elton Piv Dembi, té 17/07/20 Processo Nº / Fernndo Jesus Crrsco Mery, té 21/06/20 Processo Nº / Hether Ky Alkire, té 08/06/20 Processo Nº / Jose Gonzlo Jimenez Rengel, té 12/06/20 Processo Nº / Deolsnik Crvlho de Oliveir Viegs, té 30/06/20 Processo Nº / Dnielson Jorge Delgdo Neves, té 30/06/20 Processo Nº / Erivldo Ptrick Slvdor Mrinho, té 06/06/20 Processo Nº / Jeetendr Khemni, té 17/07/20 Processo Nº / Alessi Benizzi, té /07/20 Processo Nº / Julin Moises Sejje Surez, té 06/06/20 Processo Nº / Xvier Bertil Pedro d Cost, té /05/20 Processo Nº / Crlos Andres Bonill Quintero, té 15/06/20 Processo Nº / Heli Mrilz Biec Afonso Fernndes, té 25/07/20 Processo Nº / Smor Mchel Jnurio e Silv, té 20/07/20 Processo Nº / Mri Angel Noguer Irl, té 27/06/20 Processo Nº / Mrt Betriz Aguilr Gomez, té 07/07/20 Processo Nº / Steven Andrew Mcghee, té 23/08/20 Processo Nº / Leocádi Mrizí Silv Sntos Cost, té 01/03/20 Processo Nº / Alex River, té 11 / 01 / 20 Processo Nº / Amido Djlo, té 24/01/20 Processo Nº / Soni Mri Ferreir Cordeiro, té 20/04/20 Processo Nº / Alexndr Len Gletovic Crbntes, té 04/07/20 Processo Nº / Frncisco Jvier de Oyrzbl Gutiérrez Brquin, té 31/07/20 Processo Nº / Antonio Jose Gspr Ferreir, té 09/07/20 Processo Nº / Ev Smbu, té 15 / 04 / 2011 Processo Nº / Yoelvis Orozco Gonzlez, té 17/07/20 Processo Nº / Ddi Bulusso Neteno e Mgd Elis Cosme dos Sntos Bukusso Netemo, té 04/07/20 MARIA ROSA VILAS BOAS DE ALMEIDA p/delegção de Competênci DEPARTAMENTO DE JUSTIÇA, CLASSIFICAÇÃO, TÍTULOS E QUALIFICAÇÃO DESPACHO DO DIRETOR Em 6 de novembro de 2009 Considerndo o disposto n Lei nº 9.790, de 23 de mrço de 1999, no Decreto nº 3.0, de 30 de junho de 1999, e n Portri nº 361, de 27 de julho de 1999, INDEFIRO os pedidos de qulificção como Orgnizção d Sociedde Civil de Interesse Público ds entiddes seguir relcionds, em rzão de que s mesms não tenderm o disposto no rt. 6º, 3º,I, d Lei nº 9.790: I. ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS MILITARES DE SANTA CRUZ DO SUL, com sede n cidde de SANTA CRUZ DO SUL, Estdo do Rio Grnde do Sul - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); II. CENTRO COMUNITÁRIO SANTA EDWIRGENS EM ANEXO O CENTRO ASSISTENCIAL ANDRÉ LUIZ, com sede n cidde de FORTALEZA, Estdo do Cerá - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); III. INSTITUTO CRUZ E SOUSA - ICS, com sede n cidde de FLORIANÓPOLIS, Estdo de Snt Ctrin - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ). Considerndo o disposto n Lei nº 9.790, de 23 de mrço de 1999, no Decreto nº 3.0, de 30 de junho de 1999, e n Portri nº 361, de 27 de julho de 1999, INDEFIRO os pedidos de qulificção como Orgnizção d Sociedde Civil de Interesse Público ds entiddes seguir relcionds, em rzão de que s mesms não tenderm o disposto no rt. 6º, 3º,II, d Lei nº 9.790: I. INSTITUTO MARANHENSE DE INCLUSÃO SOCIAL - I.M.I.S, com sede n cidde de SÃO LUÍS, Estdo do Mrnhão - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); II. INSTITUTO MATIZES, com sede n cidde de BRA- SÍLIA - Distrito Federl - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); III. ONDA SOLIDÁRIA, com sede n cidde do RIO DE JANEIRO, Estdo do Rio de Jneiro - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); IV. RIO DE JANEIRO DE MÃOS DADAS PELA PAZ SERVINDO EM AMOR - ALFA, com sede n cidde do RIO DE JANEIRO, Estdo do Rio de Jneiro - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ). Considerndo o disposto n Lei nº 9.790, de 23 de mrço de 1999, no Decreto nº 3.0, de 30 de junho de 1999, e n Portri nº 361, de 27 de julho de 1999, INDEFIRO os pedidos de qulificção como Orgnizção d Sociedde Civil de Interesse Público ds entiddes seguir relcionds, em rzão de que s mesms não tenderm o disposto no rt. 6º, 3º,III, d Lei nº 9.790: I. ASSOCIAÇÃO DAS DAMAS DE CARIDADE DE MONTES CLAROS - ASSOCIAÇÃO, com sede n cidde de MON- TES CLAROS, Estdo de Mins Geris - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); II. ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DOS DEFICIENTES FÍ- SICOS DE IPORÁ E REGIÃO - ADIR, com sede n cidde de IPORÁ, Estdo de Goiás - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); III. CASA DA JUVENTUDE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, com sede n cidde de DUQUE DE CAXIAS, Estdo do Rio de Jneiro - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ) ; IV. CENTRO DE ORQUÍDEAS DE PERNAMBUCO - OR- QUIS, com sede n cidde de GRAVATÁ, Estdo de Pernmbuco - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); V. CENTRO MARPE DE DESENVOLVIMENTO - CEM- DES, com sede n cidde de SÃO BERNARDO DO CAMPO, Estdo de São Pulo - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); VI. GRUPO DE INCLUSÃO SOCIAL E ENCAMINHA- MENTO DE DROGADOS E ALCOÓLATRAS DE CANOAS-RS - GISEDA, com sede n cidde de CANOAS, Estdo do Rio Grnde do Sul - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); VII. ICDE - INSTITUTO DE COMBATE À FRAUDE E DEFESA DA CONCORRÊNCIA, com sede n cidde de PORTO ALEGRE, Estdo do Rio Grnde do Sul - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); VIII. INSTITUTO BRASIL FUTURO - IBF, com sede n cidde de BRASÍLIA - Distrito Federl - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); IX. INSTITUTO CULTURAL E DESPORTIVO EDUARDO SANTOS, com sede n cidde de JACAREPAGUÁ, Estdo do Rio de Jneiro - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ) ; X. INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO HUMANITÁ- RIO, EDUCACIONAL, DE INTEGRAÇÃO AGRO-AMBIENTAL E SÓCIO-ECONÔMICO - IDHEIAS, com sede n cidde de BRA- SÍLIA - Distrito Federl - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); XI. INSTITUTO SOCIAL DE APOIO A ARTE E A VIDA - ISAAV, com sede n cidde de BARUERI, Estdo de São Pulo - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); XII. INSTITUTO SOCIO-AMBIENTAL IVO RINALDIN - INSTITUTO RINALDIN, com sede n cidde de LAPA, Estdo do Prná - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); XIII. ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE IN- TERESSE PÚBLICO "CRIANÇA FUTURA NAÇÃO" - C.F.N., com sede n cidde de RIBEIRÃO PRETO, Estdo de São Pulo - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); XIV. ORGANIZAÇÃO E FOMENTO PARA O DESEN- VOLVIMENTO SOCIAL - PROVER, com sede n cidde de NOVO HAMBURGO, Estdo do Rio Grnde do Sul - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); XV. SEMENTES DO AMANHÃ - SEMEA, com sede n cidde de TERESÓPOLIS, Estdo do Rio de Jneiro - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ); XVI. SOCIEDADE VIVER, com sede n cidde do RIO DE JANEIRO, Estdo do Rio de Jneiro - CGC/CNPJ nº / (Processo MJ nº / ). DAVI ULISSES BRASIL SIMÕES PIRES

39 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN SECRETARIA DE MONITORAMENTO E CONTROLE DA PESCA E AQUICULTURA DEPARTAMENTO DE REGISTRO DA PESCA E AQUICULTURA RETIFICAÇÃO N Portri nº 1, de 6 de novembro de 2009, publicd no Diário Oficil d União, de de novembro de 2009, Seção 1, pág. 61, onde se lê: Deprtmento de Pesc e Aqüicultur e O Diretor do Deprtmento de Pesc e Aqüicultur, lei-se: Deprtmento de Registro de Pesc e Aqüicultur, e o Diretor do Deprtmento de Registro d Pesc e Aqüicultur.. Ministério d Pesc e Aquicultur Ministério d Previdênci Socil SECRETARIA DE PREVIDÊNCIA C O M P L E M E N TA R DEPARTAMENTO DE ANÁLISE TÉCNICA 3.145, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A DIRETORA DE ANÁLISE TÉCNICA, no uso ds tribuições que lhe confere o rt. 13, combindo com o rt. 74, mbos d Lei Complementr nº 9, de 29 de mio de 2001 e inciso IV, do rt. 12 do Anexo I o Decreto nº 6.417, de 31 de mrço de 2008, considerndo s mnifestções técnics exrds no Processo MPAS nº /88-72, às fls. sob o comndo nº e juntd nº , resolve: Art. 1º Aprovr o 3º Termo Aditivo o Convênio de Adesão celebrdo entre Mgnus - Sociedde Previdenciári, Mgnesit Refrtários S/A, Cerâmic São Cetno Ltd. e MSA-Infor Sistems e Automção S/A, n qulidde de ptrocindors do Plno de Benefícios Mgnus, CNPB nº Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA ESTER VERAS 3.146, DE DE NOVEMBRO DE 2009 A DIRETORA DE ANÁLISE TÉCNICA, no uso ds tribuições que lhe confere o rt. 13, combindo com o rt. 74, mbos d Lei Complementr nº 9, de 29 de mio de 2001 e inciso IV, do rt. 12 do Anexo I o Decreto nº 6.417, de 31 de mrço de 2008, considerndo s mnifestções técnics exrds no Processo MPAS nº , sob comndo nº e juntd nº , resolve: Art. 1º Aprovr o Termo Aditivo o Convênio de Adesão celebrdo entre ptrocindor Portocel - Terminl Especilizdo de Brr do Richo S/A, em relção o Plno de Aposentdori Arus - CNPB nº , dministrdo pel ARUS - Fundção Arcruz de Seguridde Socil. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA ESTER VERAS 3.147, DE DE NOVEMBRO DE 2009 A DIRETORA DE ANÁLISE TÉCNICA, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso I do rt. 33, combindo com o rt.74, mbos d Lei Complementr nº 9, de 29 de mio de 2001 e inciso I, do rt. 12 do Anexo I o Decreto nº 6.417, de 31 de mrço de 2008, considerndo s mnifestções técnics exrds no Processo MPAS nº / 98-81, às fls. sob o comndo nº e juntd nº , resolve: Art. 1º Aprovr s lterções proposts pr o Regulmento do Plno de Benefícios Folhprev, CNPB nº , dministrdo pelo Multipensions Brdesco - Fundo Multiptrocindo de Previdênci Privd. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA ESTER VERAS EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código

40 40 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de Ministério d Súde AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA DECISÕES DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: Unimed Alto Prníb - Coopertiv de Trblho Médico Ltd. Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde dos votntes o voto condutor d DIGES pelo conhecimento e não provimento do recurso, com mnutenção d decisão proferid em segund instânci no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: AGUANAMBI SAÚDE S/C Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIGES pelo não conhecimento do recurso, com o cncelmento exofficio d cobrnç referente às identificções representds pels AIHs relcionds no Voto, com mnutenção d decisão proferid em segund instânci pr s demis identificções, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: AMICO SAÚDE LTDA Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIOPE no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor, pelo não conhecimento, mntendo decisão proferid em segund instânci, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: CENTRAL MÉDICA DE PREVENÇÃO LT- DA. Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIOPE no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor, pelo conhecimento e não provimento do recurso, mntendo decisão proferid em segund instânci, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: Grupo Vid Serviços de Assessori Ltd. Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIOPE no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor, ANS, pelo não conhecimento do recurso, mntendo decisão proferid em segund instânci, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. pelo código A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: MEDPLAN Assistênci Médic Ltd. Reg. ANS nº: 3375 Decisão: Aprovdo por unnimidde dos votntes o voto condutor d DIOPE pelo não conhecimento do recurso, mntendo decisão proferid em segund instânci, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: Unimed Alto Prníb - Coopertiv de Trblho Médico Ltd. Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIGES, no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor, pelo conhecimento e não provimento do recurso, com mnutenção d decisão proferid em segund instânci no processo de Ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: Unimed Alto São Frncisco - Coopertiv de Trblho Médico Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIOPE no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor, pelo não conhecimento do recurso, mntendo decisão proferid em segund instânci, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO- UNIMED AQUIDAUANA Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIOPE no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor, pelo conhecimento e não provimento do recurso, mntendo decisão proferid em segund instânci, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: Unimed Arguri - Coopertiv de Trblho Médico Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde dos votntes o voto condutor d DIOPE pelo não conhecimento do recurso, mntendo decisão proferid em segund instânci, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: Unimed de Mnus - Coopertiv de Trblho Médico Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde dos votntes o voto condutor d DIOPE pelo não conhecimento do recurso, mntendo decisão proferid em segund instânci, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: UNIMED DE TAUBATÉ-COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIOPE no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor, pelo não conhecimento do recurso, mntendo decisão proferid em segund instânci, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: Unimed Guxupé - Coopertiv de Trblho Médico Ltd. Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIGES, no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor, pelo não conhecimento do recurso, com mnutenção d decisão proferid em segund instânci no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: Unimed Ituiutb - Coopertiv de Trblho Médico Ltd. Reg. ANS nº: 3060 Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIFIS, no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor, pelo não conhecimento do recurso, com mnutenção d decisão proferid em segund instânci no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: Unimed Mceió - Coopertiv de Trblho Médico Ltd Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIOPE no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor, pelo não conhecimento do recurso, mntendo decisão proferid em segund instânci, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: Unimed Mrquês de Vlenç - Coopertiv de Trblho Médico Ltd. Reg. ANS nº: 3287 Decisão: Aprovdo por unnimidde dos votntes o voto condutor d DIOPE pelo não conhecimento do recurso, mntendo decisão proferid em segund instânci, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS.

41 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: Unimed Sntos Dumont - Coopertiv de Trblho Médico Ltd. Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIGES, no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor, pelo conhecimento e não provimento do recurso, com mnutenção d decisão proferid em segund instânci no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: Unimed Sobrl Coopertiv de Trblho Médico Ltd. Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIOPE no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor, pelo não conhecimento do recurso, mntendo decisão proferid em segund instânci, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: UNIMED SOROCABA-COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIGES, no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor ANS, pelo conhecimento e não provimento do recurso, com mnutenção d decisão proferid em segund instânci no processo de ressrcimento o SUS, Processo nº / Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO GERÊNCIA-GERAL DE FISCALIZAÇÃO REGULATÓRIA DECISÕES DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O(A) Gerente Gerl de Fisclizção Regultóri, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº 3, de 04/07/2007, publicd no DO de 11/07/2007, seção 2, fl. 24, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS, e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 81/2004, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.15, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 19/09/2003, lterd pel RN nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. ANS A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: Unimed São Roque Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIOPE no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor, pelo não conhecimento do recurso, com mnutenção d decisão proferid em segund instânci, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: União Hospitlr Operdor de Plnos de Súde Ltd. Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde dos votntes o voto condutor d DIOPE pelo não conhecimento do recurso, mntendo decisão proferid em segund instânci, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. FAUSTO PEREIRA DOS SANTOS Diretor-Presidente DECISÕES DE DE NOVEMBRO DE 2009 A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: Unimed Teófilo Otoni - Coopertiv de Trblho Médico Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIFIS, no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor, pelo conhecimento e provimento prcil do recurso, cncelndo cobrnç referente às identificções representds pels AIHs n.º (11/2003) e (12/2003), com mnutenção d decisão proferid em segund instânci pr AIH n.º (12/2003), no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: Unimed Limeir Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIFIS no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor, pelo não conhecimento do recurso, com mnutenção d decisão proferid em segund instânci, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. A Diretori Colegid d AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de sus tribuições legis, e tendo em vist o disposto no inciso VI do rtigo d Lei nº 9.961, de 28 de jneiro de 2000, em deliberção trvés d 234ª Reunião de Diretori Colegid - DC Ordinári, relizd em 29 de outubro de 2009, julgou o seguinte processo dministrtivo: Prot. ANS nº: / Operdor: Associção Pró - Súde Reg. ANS nº: Decisão: Aprovdo por unnimidde o Voto condutor d DIPRO no julgmento do recurso dministrtivo interposto pel Operdor, pelo conhecimento e não provimento do recurso, com mnutenção d decisão proferid em segund instânci, no processo de ressrcimento o SUS. Os utos do processo em epígrfe encontrm-se à disposição dos interessdos n sede d ANS. FAUSTO PEREIRA DOS SANTOS Diretor-Presidente RETIFICAÇÃO N Resolução Opercionl, de 19 de gosto de 2009, publicd no Diário Oficil d União em 20 de gosto de 2009, seção 1, págin 50, ONDE SE LÊ: "registro ANS nº "; LEIA-SE: "registro ANS nº ". Número do Processo n Nome d Operdor Número do Registro Provisório Número do CNPJ Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) ANS / SISTEMA DE SAUDE PRO / Descumprimento de obrigções qunto : envio de inf ,64 (CENTO E SETENTA E CLIN LTDA incorret.; op. finnc.; mec. de regul.; rejuste; urg. e TRES MIL, OITOCENTOS E SEIS emerg.; cob. obrig. (rt. 1º, 12, 21, 35-A, 35-C Lei REAIS E SESSENTA E QUATRO 9656/98, RN 27/03, Res. CONSU 8/98, Res. CONSU C E N TAV O S ) 13/98; rt. 4º, XVII, Lei 9961/00 c/c RN 8/20.) EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL NÚCLEO REGIONAL DE ATENDIMENTO E FISCALIZAÇÃO DO CEARÁ MERCEDES SCHUMACHER DECISÕES DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 A Chefe do Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção do Cerá, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº 5, de 04/07/2007, publicd no DOU de 11/07/2007, seção 2, fl. 25, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS e d portri nº 41, de 9/8/2008, publicd no DOU de 11/9/2008, Seção 2, págin 34 e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 81/2004, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.15, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 19/09/2003, lterd pel RN nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. ANS Número do Processo n Nome d Operdor / ASL-ASSISTÊNCIA A SAÚ- DE / HAPVIDA ASSISTENCIA MEDICA LTDA / UNIMED DE FORTALEZA COOPERATIVA DE TRABA- LHO MÉDICO LTDA. Número do Registro Provisório Número do CNPJ Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) ANS / Red. su rede hosp. Cred., sem prév. ut. d ANS, o descred., em 2005, o Hosp. Espernç Ltd. (CNPJ nº ), o Hosp. de Olhos de Pernmb.Ltd. (CNPJ nº ) e o SEOPE-Serv. Oftlmológico de Pernmb. Ltd. (CNPJ nº ). Art. 17, 4º, lei 9656/ / Deixr de gr., em out/09, pr R. C. M., ben. de plno com seg. hosp., durnte internção hosp., cob. obrig. de hemodiálise, prev. em lei. Inf. o rt. 12, II, lei 9656/ / Deixr de cumprir leg. rel. os prog. de Inc. com bse n MP 148/03, ref. à ben. K. A. O., o não mnter, pr ver. pel ANS, o comp. de envio d pror. do przo pr desão o PIAC, conf. def. n RN 80/04. Inf. o rt. 35, 8º, lei 9656/98, c/c rt. 2º, RN 80/04. R$ ,14 (seicentos e cinquent e três mil, qutrocentos e vinte e oito reis e qutorze centvos) R$ ,00 (oitent e oito mil reis) A D V E RT Ê N C I A MARCILENE M. B.DO VALE pelo código

42 42 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 DECISÕES DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Chefe do Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção do Cerá, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº 5, de 04/07/2007, publicd no DOU de 11/07/2007, seção 2, fl. 25, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS e d portri nº 41, de 9/8/2008, publicd no DOU de 11/9/2008, Seção 2, págin 34 e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 81/2004, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.15, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 19/09/2003, lterd pel RN nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. ANS Número do Processo n Nome d Operdor / UNIMED NATAL SOC. CO- OP. DE TRAB. MÉDICO Número do Registro Provisório Número do CNPJ Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) ANS / Rejustr, em junho/2004, menslidde do Plno de Súde do usuário A. M. dos S., em 19,50%, índice cim do utorizdo pel ANS. Infrção Art. 25, Lei 9656/98 c/c Art. 4º, XVII, Lei 9961/00 e Art. 3º d RN 74/04. R$ ,00 (Cento e oitent e qutro mil, novecentos e sessent e um reis). MARCILENE M. B.DO VALE DECISÕES DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Chefe do Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção de Mins Geris, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº 7, de 04/07/2007, publicd no DOU de 11/07/2007, seção 2, fl. 25, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS e d portri nº 43, de 9/8/2008, publicd no DOU de 11/9/2008, Seção 2, págin 34 e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 81/2004, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.15, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 19/09/2003, lterd pel RN nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS ANS Número do Processo n Nome d Operdor Número do Registro Provisório Número do CNPJ Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) ANS / FUNDAÇÃO SANTA CASA / Deixr grntir, em 20/11/08, proced. excisão e sutur ,00 (QUARENTA E OITO MIL DE MISERICÓRDIA DE BE- lesão circulr c/ rotção de retlho, benef. D.R.V. REAIS) LO HORIZONTE (Art.12, I d Lei 9.656) NÚCLEO REGIONAL DE ATENDIMENTO E FISCALIZAÇÃO EM MATRO GROSSO DECISÕES DE 22 DE OUTUBRO DE 2009 EUNICE MOURA DALLE O(A) Chefe - Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção - MT, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés ds Portris nº 42, de 09/08/2008, publicd no DO de 11/08/2008 e 2736, de 11/09/2008, publicd em 12/09/2008, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS, e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 81/2004, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.15, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 19/09/2003, lterd pel RN nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. ANS Número do Processo n Nome d Operdor Número do Registro Número do CNPJ Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) Provisório ANS / UNIMED CUIABA COOPE / Deixr de cumprir s obrigções prevists nos contrtos Improcedênci. Arquivmento. RATIVA DE TRABALHO celebrdos qulquer tempo. Infrção o tr. 25 d Lei MÉDICO 9656/98. Retrotividde. Reprção Voluntári e Efcz. NÚCLEO REGIONAL DE ATENDIMENTO E FISCALIZAÇÃO EM PERNAMBUCO CLÁUDIA MARIA RESTUM CORRÊA DE SÁ DECISÕES DE 20 DE OUTUBRO DE 2009 A Chefe de Núcleo - Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção - PE, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº 9, de 04/07/2007, publicd no DOU de 11/07/2007, seção 2, fl. 25, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS e d portri nº 45, de 9/8/2008, publicd no DOU de 11/9/2008, Seção 2, págin 34 e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 81/2004, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.15, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 19/09/2003, lterd pel RN nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. ANS Número do Processo n Nome d Operdor Número do Registro Provisório Número do CNPJ Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) ANS / Cix de Assistênci dos Funcionários do Bnco do Brsil nestesist operdor deixou de ssegurr grntir / Não fornecer ssistênci integrl por meio de médico ,00 (sessent mil reis) contrtulmente estbelecid. rtigo 25 d Lei nº 9.656/1998. CYNTHIA BELTRÃO DE SOUZA GUERRA CURADO NÚCLEO REGIONAL DE ATENDIMENTO E FISCALIZAÇÃO DE RIBEIRÃO PRETO DECISÕES DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O Chefe de Núcleo - Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção de Ribeirão Preto, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº 16, publicd no DOU de 19/05/2008, seção 2, fl. 40, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS e d portri nº 48, de 9/8/2008, publicd no DOU de 11/9/2008, Seção 2, págin 35 e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 81/2004, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.15, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 19/09/2003, lterd pel RN nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. ANS Número do Processo n Nome d Operdor / CENTRAL NACIONAL UNI- MED - COOPERATIVA CEN- TRAL / UNIMED DE JABOTICABAL COOP. DE TRABALHO MÉ- DICO / UNIMED DE PRESIDENTE PRUDENTE COOPERATIVA DE TRAB.MÉDICO Número do Registro Provisório Número do CNPJ Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) ANS / Aplicr rej. por vrição de custo em nov/ sem ut. d ANS. Art. 25 d Lei n.º 9.656/98, rt. 4º, inc. XVII d Lei nº 9.961/00 e rt. 1º, único d RN nº 08/ / Desc. cl e 4.1 do contr. de prest. de serv. Méd. e hosp. - Pl. Fácil IV "Módulo Básico" Empr. firm. em 19/05/95, o neg. cob. o proc.: Gstrect. polr sup. com reconstr. jejunl sem torcot. (cir. de obesidde) em jul/09 pr ben. R.A.G.F / Comerc. pl. priv. de ssist. à súde, ind., por interpost pesso, sem prévio reg. n ANS, pós 120 dis d vig. d Lei 9656/98. Art. 9, inc. II d Lei n.º 9.656/98 c/c rt. 11 d RN nº 85/04, lt. pel RN nº 0/05 c/c rt. 3º d CONSU nº 14/98. LUIZ PAULO FAGGIONI ,31 (DUZENTOS E TRINTA E SETE MIL, OITOCENTOS E QUA- RENTA REAIS E TRINTA E UM C E N TAV O S ) ,00 (TRINTA E NOVE MIL, SEISCENTOS REAIS) ,00 (CENTO E SESSENTA E NOVE MIL, OITOCENTOS REAIS) pelo código

43 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO 56, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 Proíbe em todo território ncionl o uso dos equipmentos pr bronzemento rtificil, com finlidde estétic, bsed n emissão d rdição ultrviolet (UV). A Diretori Colegid d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári, no uso d tribuição que lhe confere o inciso IV do rt. 11 do Regulmento provdo pelo Decreto nº 3.9, de 16 de bril de 1999, e tendo em vist o disposto no inciso II e nos 1º e 3º do rt. 54 do Regimento Interno provdo nos termos do Anexo I d Portri nº 354 d ANVISA, de 11 de gosto de 2006, republicd no DOU de 21 de gosto de 2006, em reunião relizd em 9 de novembro de considerndo que Vigilânci Snitári tem como missão precípu prevenção de grvos à súde, ção reguldor de grnti de qulidde de produtos e serviços, que inclui provção de norms e sus tulizções, bem como fisclizção de su plicção; considerndo necessidde de implementr ções que venhm contribuir pr o controle de bens de consumo que, diret ou indiretmente, se relcionem com súde, compreendids tods s etps e processos, d produção o consumo; considerndo Resolução RDC nº 56, de 06 de bril de 20, que estbelece os requisitos essenciis de segurnç e eficáci plicáveis os produtos pr súde e determin que os possíveis riscos ssocidos tecnologi devem ser ceitáveis em relção o benefício proporciondo pelo uso do produto; considerndo revlição d IARC - Interntionl Agency for Reserch on Câncer (instituição vinculd à Orgnizção Mundil d Súde - OMS) em julho de 2009, n qul foi considerd que exposição os rios ultrviolets possui evidêncis suficientes pr considerá-l crcinogênic pr humnos; considerndo que não existem benefícios que contrponhm os riscos decorrentes do uso dos equipmentos pr bronzemento rtificil estético; e considerndo s dificulddes de se determinr um nível de exposição seguro o uso dos equipmentos pr bronzemento rtificil estético; dotou seguinte Resolução de Diretori Colegid e eu, Diretor-Presidente, determino su publicção: Art.1º Fic proibido em todo o território ncionl importção, recebimento em doção, luguel, comercilizção e o uso dos equipmentos pr bronzemento rtificil, com finlidde estétic, bsedos n emissão de rdição ultrviolet. 1º Os equipmentos pr bronzemento rtificil considerdos nest resolução são os prelhos emissores de rdição ultrviolet (UV) destindos o bronzemento rtificil estético. 2º A proibição não se plic os equipmentos com emissão de rdição ultrviolet, registrdo ou cdstrdo n ANVISA conforme regulmento snitário plicável, destindos trtmento médico ou odontológico supervisiondo. Art. 2º Revog-se Resolução RDC nº 308, de 14 de novembro de 20. Art. 3º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. DIRCEU RAPOSO DE MELLO GERENCIA-GERAL DE INSPEÇÃO E CONTROLE DE INSUMOS, MEDICAMENTOS E PRODUTOS DESPACHOS DO GERENTE-GERAL Em de novembro de 2009 A Gerênci-Gerl de Inspeção e Controle de Insumos, Medicmentos e Produtos d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári- ANVISA, no uso de sus tribuições legis conferids pelo rt. 41, XXVII, d Portri nº 354, de 11 de gosto de 2006, lterd pel Portri nº 783, de 13 de julho de 2009, e com fundmento n delegção de competênci conferid pel Portri nº 1, de 09 de setembro de 2009, resolve: Ficm extintos os processos bixo, por pgmento de débitos: CIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇAO (SK COMERCIO DE PERFUMARIA LTDA - EPP) / AIS: 548/03 - GFIMP/ANVISA CRISTIANO LEONEL CARDOSO DE MATTOS - ME / AIS: 593/05 - GFIMP/ANVISA DICOMAR COM E REPRES DE MERCADORIAS POR ATACADO LTDA ME / AIS: 180/03 - GFIMP/ANVISA ESDEVA EMPRESA GRAFICA LTDA / AIS: 077/03 - GFIMP/ANVISA FARMACE INDUSTRIA QUIMICO-FARMACEUTICA CEARENSE LTDA / AIS: 057/07- GFIMP/ANVISA IGEFARMA LABORATORIOS S/A / AIS: 230/04 - GFIMP/ANVISA INDUSTRIA FARMACEUTICA CATEDRAL LTDA / AIS: 279/04 - GFIMP/ANVISA J R F F IND. COM. PROD. AGROPECUÁRIOS LTDA / AIS: 193/07- GFIMP/ANVISA MALLINCKRODT MEDICAL DO BRASIL LTDA EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código / AIS: 147/ - GFIMP/ANVISA MAXCLEAN COMERCIO SERVIÇOS IMP. EXP. LTDA / AIS: 135/05 - GFIMP/ ANVISA MAXIBRIL IND. COM. PRODUTOS LIMPEZA LTDA / AIS: 70/03 - GFIMP/ANVISA NATURE'S PLUS FARMACEUTICA LTDA / AIS: 299/04 - GFIMP/ANVISA PEIXOTO COM. IND. SERV. TRANSPORTES LTDA / AIS: 261/03 - GFIMP/ANVISA SUNFLOWER IND. E LABORATORIO FITOTERAPICO LT D A / AIS: 8/06 - GFIMP/ANVISA Arquive-se os processos bixo, onde form plicds penliddes de dvertênci, visto não mis serem pssíveis de recurso por vencimento do przo legl: INSTITUTO BIOCHIMICO INDUSTRIA FARMACEUTI- CA LTDA / AIS: 174/06 - GFIMP/ANVISA TEIXEIRA PINTO QUIMICA INDUSTRIAL LTDA / AIS: 177/07- GFIMP/ANVISA LUIS BERNARDO DELGADO BIEBER GERÊNCIA-GERAL DE MONITORAMENTO E FISCALIZAÇÃO DE PROPAGANDA, DE PUBLICIDADE, DE PROMOÇÃO E DE INFORMAÇÃO DE PRODUTOS SUJEITOS A VIGILÂNCIA SANITÁRIA DESPACHOS DA GERENTE-GERAL Em de outubro de 2009 A Gerente-Gerl d Gerênci de Monitormento e Fisclizção de Propgnd, de Publicidde, de Promoção e de Informção de Produtos Sujeitos Vigilânci d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári-ANVISA, no uso de sus tribuições legis conferids pelo rt. 50-A, XII, d Portri nº 354, de 11 de gosto de 2006, lterd pel Portri nº 783, de 13 de julho de 2009, resolve: Ficm extintos os processos bixo, por pgmento de débitos: ATLANTIDA NETWORK INTERNATIONAL PRODUCTS DO BRASIL / AIS: 681/03 - GFIMP/ANVISA BIOSINTETICA FARMACEUTICA LTDA / AIS: 1248/04 - GPROP/ANVISA EXPANSAO CIENTIFICA S/A / AIS: 480/03 - GFIMP/ANVISA FARMALAB INDUSTRIAS QUIMICAS E FARMACEU- TICAS LTDA / AIS: 813/04 - GPROP/ANVISA FARMALAB INDUSTRIAS QUIMICAS E FARMACEU- TICAS LTDA / AIS: 054/04 - GFIMP/ANVISA LABORATORIO PERNAMBUCO LTDA / AIS: 1298/03 - GFIMP/ANVISA NOVARTIS BIOCIENCIAS S/A / AIS: 979/04 - GPROP/ANVISA PHARMACIA BIOPHARMA LTDA / AIS: 844/05 - GPROP/ANVISA RADIO E TELEVISAO RECORD S/A / AIS: 052/05 - GPROP/ANVISA RADIO E TELEVISAO RECORD S/A / AIS: 1276/05 - GPROP/ANVISA VITAFLORA BOTICA HEMEOPATICA / AIS: 141/04 - GPROP/ANVISA MARIA JOSÉ DELGADO FAGUNDES GERENCIA-GERAL DE PORTOS AEROPORTOS FRONTEIRAS E RECINTOS ALFANDEGADOS DESPACHOS DO GERENTE-GERAL Em de novembro de 2009 O Gerente-Gerl de Portos, Aeroportos e Fronteirs e Recintos Alfndegdos d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári- ANVISA, no uso de sus tribuições legis conferids pelo rt. 42, XII, d Portri nº 354, de 11 de gosto de 2006, lterd pel Portri nº 783, de 13 de julho de 2009, vem tornr públics s Decisões Administrtivs referentes os processos bixo relciondos: ADMINISTRACAO DOS PORTOS DE PARANAGUA E A N TO N I N A / AIS: 056/ CVS/PR Penlidde de mult no vlor de R$ 4.000,00 (qutro mil reis) AJINOMOTO INTERRAMERICANA IND. E COMERCIO LT D A / AIS: 4/08 CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (quinze mil reis) APSEN FARMACEUTICA S/A / AIS: 078/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (doze mil reis) BIOLAB SANUS FARMACÊUTICA LTDA / AIS: 093/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (vinte e qutro mil reis) BIOLAB SANUS FARMACEUTICA LTDA / AIS: 094/08 - CVS/SP ( / penso) Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (qurent e oito mil reis) BRAZSHIPPING MARITIMA LTDA / AIS: 036/ CVS/PA Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (trint e seis mil reis) COMERCIO IMP. PROD. MED. HOSP. PROSINTESE LT- DA reis) reis) reis) reis) reis) reis) DA reis) / AIS: 115/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ 6.000,00 (seis mil E M S INDUSTRIA FARMACEUTICA LTDA / AIS: 085/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (doze mil FUNDACAO BUTANTAN / AIS: 150/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ 6.000,00 (seis mil GENIX INDUSTRIA FARMACEUTICA LTDA / AIS: 212/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ 6.000,00 (seis mil HPR - COMERCIO EXTERIOR LTDA / AIS: 076/06 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (doze mil LABORATORIOS STIEFEL LTDA / AIS: 137/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (doze mil MASE PRODUTOS QUIMICOS E FARMACEUTICOS LT / AIS: 045/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ 8.000,00 (oito mil MASE PRODUTOS QUIMICOS E FARMACEUTICOS LT- DA / AIS: 046/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ 8.000,00 (oito mil reis) NUTRIFARM DO BRASIL IMPORTAÇAO E EXPORTA- ÇAO DE INGREDIENTES LTDA / AIS: 018/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ 2.000,00 (dois mil reis) RORAIMA ALIMENTOS FOOD LTDA - ME / AIS: 008/09 - CVS/RR Penlidde de mult no vlor de R$ 2.000,00 (dois mil reis) SATA SERVICOS AUXILIARES DE TRANSPORTE AE- REO S/A / AIS: 089/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ 6.000,00 (seis mil reis) TAM - LINHAS AEREAS S/A / AIS: 139/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (trint e seis mil reis) VISTATEK PRODUTOS OTICOS LTDA / AIS: 174/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ 8.000,00 (oito mil reis) ZODIAC PRODUTOS FARMACÊUTICOS S/A / AIS: 071/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (vinte e qutro mil reis) Em 11 de novembro de 2009 O Gerente-Gerl de Portos, Aeroportos e Fronteirs e Recintos Alfndegdos d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári- ANVISA, no uso de sus tribuições legis conferids pelo rt. 42, XII, d Portri nº 354, de 11 de gosto de 2006, lterd pel Portri nº 783, de 13 de julho de 2009, vem tornr públics s Decisões Administrtivs referentes os processos bixo relciondos: AB ENZIMAS BRASIL COMERCIAL LTDA / AIS: 073/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ 6.000,00 (seis mil reis) BRAZSHIPPING MARITIMA LTDA / AIS: 011/09 - CVS/PA Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (trint e seis mil reis) BRAZSHIPPING MARITIMA LTDA / AIS: 12/09 - CVS/PA Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (trint e seis mil reis) BRAZSHIPPING MARITIMA LTDA / AIS: 2/09 - CVS/PA Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (trint e seis mil reis) BRAZSHIPPING MARITIMA LTDA / AIS: 34 - CVS/PA Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (trint e seis mil reis)

44 44 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 CADBURY CADBURY ADAMS INDÚSTRIA COMÉR- CIO PRODUTOS LTDA / AIS: 6/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$.000,00 (dez mil reis) COCAM CIA DE CAFÉ SOLUVEL E DERIVADOS / AIS: 0/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ 6.000,00 (seis mil reis) DUAS RODAS INDUSTRIAL LTDA / AIS: 203/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ 6.000,00 (seis mil reis) ELI LILLY DO BRASIL LTDA / AIS: 0/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (doze mil reis) EUROFARMA LABORATORIOS LTDA / AIS: 121/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (vinte e qutro mil reis) FARMALAB INDUSTRIAS QUIMICAS E FARMACEU- TICAS LTDA / AIS: 180/08 - CVS/SP ( / penso) Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (vinte e qutro mil reis) FUNDACAO DE AMPARO A PESQUISA DE SÃO PAU- LO / AIS: 081/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ 6.000,00 (seis mil reis) LAVILABOR PRODUTOS NATURAIS LTDA ME / AIS: 9/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ 2.000,00 (dois mil reis) JOHNSON & JOHNSON INDUSTRIAL LTDA / AIS: 1/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (doze mil reis) ROCHE DIAGNOSTICA BRASIL LTDA / AIS: 355/08 - CVS/SP ( / e / pensos) Penlidde de mult no vlor de R$ 6.000,00 (seis mil reis) SANSIM SERVIÇOS MÉDICOS LTDA / AIS: 151/08 - CVS/SP Penlidde de Advertênci SYMRISE AROMAS E FRAGRANCIAS LTDA (DRAGO- CO PERFUMES E AROMAS LTDA) / AIS: 014/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ 8.000,00 (oito mil reis) TAM - LINHAS AEREAS S/A / AIS: 142/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (dezesseis mil reis) TOP CONSULT IMPORTAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO LT- DA / AIS: 036/08 - CVS/SP Penlidde de mult no vlor de R$ 2.000,00 (dois mil reis) VARIG S/A - VIACAO AEREA RIO GRANDENSE / AIS: 001/06 - CVS/RJ Penlidde de mult no vlor de R$ ,00 (vinte e qutro mil reis) COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS PAULO BIANCARDI COURY CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE RESOLUÇÃO Nº 426, DE 15 DE OUTUBRO DE 2009 O Plenário do Conselho Ncionl de Súde, em su Ducentésim Segund Reunião Ordinári, relizd nos dis 14 e 15 de outubro de 2009, no uso de sus competêncis regimentis e tribuições conferids pel Lei n 8.080, de 19 de setembro de 1990 e pel Lei n 8.142, de 28 de dezembro de 1990 e pelo Decreto nº 5.839, de 11 de julho de 2006, e considerndo definição de conflito de interesses como "um conjunto de condições ns quis o julgmento profissionl reltivo interesse primários, tis como o bem-estr do pciente ou vlidde d pesquis, tende ser indevidmente influencido por um interesse secundário, como, por exemplo, gnhos finnceiros" (Thompsom, 1993); considerndo possibilidde de influênci de interesses secundários n vlição de projetos de pesquis n CONEP; Considerndo que inúmers pessos e orgnizções têm interesses econômicos diret e indiretmente relciondos às pesquiss vlids pel CONEP; considerndo que é de sum importânci que sejm limitds s possibiliddes de ingresso, como membros d CONEP, de representntes desss orgnizções ou pessos que tenhm relções de interesse econômico n provção de pesquiss com seres humnos; e considerndo que é fundmentl o Conselho Ncionl de Súde vlir com bse em ddos objetivos possibilidde de tornr inelegível o indicdo pelo CEP que for usuário usul d CONEP com projetos finncidos pel indústri, ou que tenh com esse tipo de orgnizção qulquer relção que implique em benefício finnceiro pr si ou seus fmilires. Resolve: pelo código Que os representntes seleciondos n reunião eleitorl, sejm instdos declrr tods s relções de trblho, representção ou outrs relções que impliquem em possíveis conflitos de interesses pr o exercício utônomo d função de membro d CONEP. FRANCISCO BATISTA JÚNIOR Presidente do Conselho Homologo Resolução CNS nº 426, de 15 de outubro de 2009, nos termos do Decreto nº 5.839, de 11 de julho de JOSÉ GOMES TEMPORÃO Ministro de Estdo d Súde SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE CONSULTA PÚBLICA 2, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo importânci do ppel que desempenhm os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics pr melhori d qulidde d tenção à súde, pr prescrição segur e eficz, pr tulizção e democrtizção do conhecimento, pr melhori d qulidde d informção prestd os doentes e pr melhori dos processos gerenciis dos progrms ssistenciis; Considerndo necessidde de se estbelecer critérios de dignóstico e trtmento de enfermiddes, observndo étic e tecnicmente prescrição médic e promover o uso rcionl dos medicmentos pr o trtmento de doençs por meio de regulmentção de indicções e esquems terpêuticos; Considerndo que os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics são resultdo de consenso técnico-científico e são formuldos dentro de rigorosos prâmetros de qulidde, precisão de indicção e posologi; Considerndo necessidde de estbelecer mecnismos de compnhmento de uso e de vlição de resultdos, grntindo, ssim, prescrição segur e eficz; Considerndo necessidde de se promover mpl discussão desses Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics, possibilitndo prticipção efetiv, n su formulção, d comunidde técnico-científic, ssocições médics, profissionis d súde, ssocições de pcientes, usuários, gestores do Sistem Único de Súde (SUS) e d populção em gerl; Considerndo necessidde de tulizr o Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics - Deficiênci do Hormônio de Crescimento - Hipopituitrismo, estbelecido pel Portri SCTIE/MS nº 67, de 01 de novembro de 2006; e Considerndo Portri SAS/MS nº 375, de de novembro de 2009, que prov o roteiro ser utilizdo n elborção de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics (PCDT), no âmbito d Secretri de Atenção à Súde - SAS, resolve: Art. 1º Submeter à Consult Públic o PROTOCOLO CLÍ- NICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS - DEFICIÊNCIA DE HORMÔNIO DO CRESCIMENTO - HIPOPITUITARISMO, constnte do Anexo deste Ato e o Termo de Esclrecimento e Responsbilidde dele integrnte. Prágrfo único. O Protocolo Clínico e o Termo de Esclrecimento e Responsbilidde, de que trt este Artigo, encontrmse disponíveis, tmbém, no sítio: - legislção. Art. 2º Estbelecer o przo de 30 (trint) dis, contr d dt d publicção dest Consult Públic, pr que sejm encminhds sugestões, devidmente fundmentds, reltivs o Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics de que trt o rt. 1º dest Consult Públic. 1º As sugestões devem ser encminhds, exclusivmente, pr o endereço eletrônico: [email protected], especificndo o número d Consult Públic e o nome do Protocolo no título d mensgem; e 2º As sugestões envids deverão, obrigtorimente, estr fundmentds em: I. Estudos Clínicos de fse III - relizdos no Brsil ou exterior; e II. Met-nálises de Ensios Clínicos. Art. 3º Determinr que Secretri de Atenção à Súde - Deprtmento de Atenção Especilizd coordene vlição ds proposições presentds, elborndo versão finl consolidd do Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics or submetido à Consult Públic. Prágrfo único: O novo Protocolo pssrá vigorr em todo território ncionl pós devid provção e publicção por meio de Portri específic. Art. 4º Est Consult Públic entr em vigor n dt de su publicção. ALBERTO BELTRAME ANEXO PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS DEFICIÊNCIA DE HORMÔNIO DO CRESCIMENTO - H I P O P I T U I TA R I S M O S O M AT R O P I N A 1. METODOLOGIA DE BUSCA Pr nálise do trtmento de hipopituitrismo em crinçs n fse de crescimento e dultos deficientes de GH, form relizds s buscs ns bses descrits seguir té dt limite de 15/08/2009. Form vlidos os estudos mis relevntes disponíveis ns bses descrits, especilmente guidelines e consensos. Por se trtr de trtmento de reposição hormonl, são escssos os estudos rndomizdos, controldos e duplo-cegos. N bse Medline/Pubmed: - "growth hormone deficiency" - "growth hormone deficiency in children" - "growth hormone deficiency in dults" - "growth hormone deficiency in children" nd - "dignosis" - "growth hormone deficiency in dults" nd "dignosis" - "growth hormone deficiency in children" nd "tretment" - "growth hormone deficiency in dults" nd "tretment" N bse Cochrne: - "growth hormone deficiency" No site d OMS: - "growth chrts" - "growth velocity chrts" No site do CDC/NCHS: - "growth chrts" - "growth velocity chrts" 2. INTRODUÇÃO O hormônio do crescimento (GH) é um polipeptídeo produzido e secretdo por céluls especilizds loclizds n hipófise nterior e cuj principl função é promoção do crescimento e desenvolvimento corporl; lém disso, prticip d regulção do metbolismo de proteíns, lipídeos e crboidrtos. 1 Não existem estudos brsileiros sobre incidênci d deficiênci de GH; em estudo mericno incidênci foi de 1 em cd 3480 nscidos vivos. 2 A deficiênci de GH pode ser congênit ou dquirid. As cuss congênits são menos comuns e podem ou não estr ssocids defeitos ntômicos. As cuss dquirids incluem tumores e doençs infiltrtivs d região hipotálmo-hipofisári, trtmento cirúrgico de lesões hipofisáris, trum, infecções e infrto hipofisário ou rdioterpi crnin. 3,4 A deficiênci de GH ocorre de mneir isold ou em ssocição outrs deficiêncis de hormônios hipofisários. 3. CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE (CID-) - E23.0 Hipopituitrismo 4. DIAGNÓSTICO 4.1 DIAGNÓSTICO CLÍNICO Crinçs Os principis chdos clínicos em crinçs com deficiênci de GH são bix esttur e redução n velocidde de crescimento. A investigção pr deficiênci de GH está indicd ns seguintes situções: - bix esttur grve, definid como esttur (comprimento/ltur) inferior - 3 desvios-pdrão (z-score = -3) d curv d Orgnizção Mundil de Súde (OMS 2007) 5 disponíveis no site h t t p :// w w w. w h o. i n t / g r o w t h r e f /. - bix esttur, definid como esttur entre -3 e -2 desviospdrão (z-score = -2-3) d esttur previst pr idde e sexo (OMS 2007), ssocid à redução n velocidde de crescimento, definid como velocidde de crescimento inferior o percentil 25 d curv de velocidde de crescimento (Anexos 1 e 2); 6,7 - presenç de condição predisponente como lesão intrcrnin e irrdição do sistem nervoso centrl; - deficiênci de outros hormônios hipofisários; - sinis e sintoms de deficiênci de GH/hipopituitrismo no período neontl (hipoglicemi, icteríci prolongd, micropênis, defeitos de linh médi). Adultos A deficiênci de GH do dulto pode ser isold ou ssocid outrs deficiêncis hormonis e pode ser decorrente de dus situções 8 : - persistênci d deficiênci de GH inicid n infânci; - presenç de lesão d região hipotálmo-hipofisári (tumor, irrdição, trum, doenç inflmtóri ou infeccios) surgid n vid dult. 4.2 DIAGNÓSTICO LABORATORIAL Crinçs O dignóstico d deficiênci de GH deve ser confirmdo pel relizção de testes provoctivos d secreção de GH e pel dosgem de IGF-1. Os testes provoctivos envolvem estímulos como dministrção de insulin, clonidin, levodop, e glucgon, conforme protocolos específicos. 9, Pr técnics como ELISA, quimioluminescênci, imunofluorometri e nticorpos monoclonis o ponto de corte utilizdo é um concentrção de GH inferior 5ng/ml. -13 Nos csos de suspeit de deficiênci isold de GH são necessários dois testes provoctivos pr que se estbeleç o dignóstico. Em pcientes que presentm lesão ntômic ou defeitos d região hipotálmo-hipofisári, históri de trtmento com rdioterpi ou deficiênci ssocid de outros hormônios hipofisários, pens um teste provoctivo é necessário pr o dignóstico. No cso de deficiênci de outros hormônios hipofisários, estes devem estr dequdmente repostos ntes d relizção do teste.

45 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN Nos csos de suspeit de deficiênci de GH no período prépuberl, deverá ser relizdo priming com hormônios sexuis previmente relizção do teste provoctivo de secreção de GH: - menins: com idde prtir de 8 nos e estágio puberl bixo de M3 e PH3 de Tnner deverão receber estrógenos conjugdos n dose de 1,25mg/m 2, vi orl, 3 doses, dministrds 72, 48 e 24h ntes d relizção do teste (dptdo de 14 e 15); - meninos: com idde prtir de 9 nos e estágio puberl bixo de PH3 de Tnner, deverão receber cipionto de testosteron 50mg IM, 2 doses, dministrds 16 dis e 48h ntes d relizção do teste (dptdo de 15). Adultos Pr comprovr deficiênci de GH inicid n vid dult, consider-se deficiênci grve qundo concentrção de GH for inferior 3ng/ml no teste de estímulo (insulin, GHRH-rginin ou glucgon). 8 O pciente deve presentr evidênci de lesão hipotálmo-hipofisári e sintoms de deficiênci, como dislipidemi e osteoporose. Pr que os testes de estímulo sejm vlorizdos, é imprescindível que os pcientes com outrs deficiêncis hipotálmohipofisáris estejm fzendo dequd reposição hormonl. 4.3 DIAGNÓSTICO POR EXAME DE IMAGEM Crinçs Crinçs com bix esttur e redução n velocidde de crescimento devem ser submetids exmes rdiológicos pr vlição d idde ósse. 11 Pr crinçs prtir de 1 no de idde vlição d idde ósse deve ser relizd com RX do punho esquerdo. Pr crinçs menores de 1 no idde ósse deverá ser estimd por RX do joelho. Idde ósse trsd é importnte pr confirmr suspeit dignóstic de deficiênci de GH. N suspeit clínic, com confirmção lbortoril de deficiênci de GH, deverá ser relizd vlição por imgem (tomogrfi computdorizd ou preferencilmente, ressonânci nucler mgnétic) d região hipotálmo-hipofisári buscndo lterções ntômics uxilires no dignóstico. Adultos No cso de deficiênci de GH inicid n vid dult, tmbém deverá ser relizd vlição por imgem (tomogrfi computdorizd ou, preferencilmente, ressonânci nucler mgnétic) d região hipotálmo-hipofisári. A vlição d densidde minerl ósse, trvés de densitometri permite identificr presenç de osteoporose, sendo est situção trtd trvés de Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics específico ( ). 5. CRITÉRIOS DE INCLUSÃO São necessários os itens bixo lém do dignóstico de deficiênci de GH conforme os critérios estbelecidos no item 3: Crinçs e Adolescentes - Idde, peso e ltur tuis - Peso e comprimento o nscer, idde gestcionl - Velocidde de crescimento no último no ou curv de crescimento (preferencil) - Estdimento puberl - Altur medid dos pis biológicos - RX mãos e punhos pr idde ósse - IGF-1, TSH E T4 Totl ou livre (e demis exmes do eixo hipofisário no cso de pnhipopituitrismo) e s reposições hormonis relizds - Exmes geris: hemogrm, VSG, TGO, TGP, Glicemi, EPF, EQU, cretinin - Exme de imgem (RNM de hipófise, preferencil) - 2 testes pr GH com dt e estímulos diferentes (informr se relizdo priming com estrdiol ou testosteron). Nos csos com lterções ntômics pode se ceitr um teste. Adultos - Idde - Comprovr deficiênci prévi, se existente - Ftores de risco pr deficiênci inicid n vid dult -IGF-1, glicemi, TSH E T4 Totl ou livre (e demis exmes do eixo hipofisário, no cso de pnhipopituitrismo) - As reposições relizds, se pertinente - Exme de imgem (RNM de hipófise, preferencil) - 1 teste de estímulo pr GH - Densitometri ósse - Perfil lipídeo: colesterol totl, HDL-colesterol e triglicerídeos séricos 6. CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO Não poderão receber GH pcientes com qulquer um ds condições bixo: doenç neoplásic tiv; doenç gud grve; hipertensão intrcrnin benign; retinopti dibétic prolifertiv ou pré-prolifertiv. Em cso de doenç neoplásic, o trtmento com somtotropin somente poderá ser utilizdo pós liberção documentd por oncologist, decorridos 2 nos do trtmento e remissão complet d doenç. 16,17 Pciente com intolerânci o uso do medicmento. 7. CENTROS DE REFERÊNCIA Recomend-se crição de centros de referênci cdstrdos pelo Gestor Estdul pr vlição dignóstic e compnhmento terpêutico por peditrs e endocrinologists, cuj vlição periódic será considerd pr dispensção dos medicmentos. 8. TRATAMENTO O trtmento d deficiênci de GH foi relizdo inicilmente com dministrção de GH obtido prtir d hipófise de cdáveres humnos. Est form de trtmento foi suspens em 1985 por estr relciond à ocorrênci d doenç de Creutzfeldt-Jkob (enceflopti). 18 Nesse mesmo período tornou-se disponível somtropin humn recombinnte, form biossintétic que substituiu o trtmento n t e r i o r. 19 A utilizção d somtropin humn recombinnte pr EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código trtmento d deficiênci de GH foi vlid em um ensio clínico rndomizdo e em estudos de séries de csos. Setent e sete crinçs com bix esttur form submetids testes provoctivos de secreção de GH e então rndomizds de cordo com respost dos testes pr trtmento com diferentes doses de somtropin ou não trtmento durnte 1 no. 20 O estudo mostrou melhor no desvio pdrão d ltur e n velocidde de crescimento nos subgrupos trtdos com somtropin. No entnto, esse estudo present desenho complicdo, não há descrição do método de rndomizção e os vlidores não erm cegos pr o trtmento. Os estudos de coorte, embor não presentem grupo de comprção e tenhm sido relizdos prtir de bnco de ddos d indústri frmcêutic, representm principl evidênci de benefício do trtmento com somtropin em crinçs com deficiênci de hormônio do crescimento. No estudo de Cutfield e colbordores houve melhor do desvio pdrão (DP) d ltur de -3,1 DP pré-trtmento pr -1,5 DP pós trtmento por um medin de 8,1 nos. 21 No estudo de August e colbordores houve melhor de -2,6 DP pr - 1,3 DP pós tempo médio de trtmento de 4,5 nos. 22 Em nálise de custo-efetividde, relizd pelo sistem de súde inglês prtir do resultdo dos estudos publicdos, o trtmento com somtropin em crinçs com deficiênci de GH foi considerdo custo-efetivo FÁRMACOS As presentções comerciis disponíveis no SUS são de 4 e 12UI por frsco mpol. A fórmul de conversão é 1mg equivle 3UI. Existem presentções comerciis com volumes de diluente diferentes pr mesm dose de hormônio, o que deverá ser observdo qundo d prescrição e orientção o pciente ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO Crinçs Somtropin 0,5-0,035mg/kg/di ou 0,075-0,UI/kg/di dministrdos vi subcutâne à noite 6-7 vezes/semn pr fse de crescimento. Adultos Somtropin 0,15-0,3mg/di ou 0,5-1,0 UI/di (independentemente do peso corporl), justd com dosgem de IGF-1. 8, 24, TEMPO DE TRATAMENTO - CRITÉRIOS DE IN- TERRUPÇÃO O trtmento com somtropin deverá ser interrompido ns seguintes situções: - Nos csos de crinçs em período de crescimento: qundo velocidde de crescimento for inferior 2 cm por no e este chdo estiver ssocido à idde ósse de nos em menins e de 16 nos em meninos; 26 - Não comprecimento dus consults subseqüentes, dentro de um intervlo de três meses, sem dequd justifictiv; - Em cso de intercorrênci, como processo infeccioso grve ou trumtismo necessitndo internção, o trtmento deverá ser interrompido durnte um dois meses ou té que o pciente se recupere. - Em cso de câncer surgido ou recidivdo durnte trtmento, interromper e somente reinicir pós 2 nos livre d doenç, conforme liberção pelo Oncologist BENEFÍCIOS ESPERADOS COM O TRATAMENTO CLÍNICO - Aumento d ltur e velocidde de crescimento em crinçs. - Aumento d densidde minerl ósse em dultos. - Melhor d dislipidemi em dultos. 9. MONITORIZAÇÃO Crinçs A monitorizção do trtmento com somtropin em crinçs deverá ser relizd prtir de consults clínics com ferição ds medids ntropométrics cd 3-6 meses. Exmes lbortoriis pr vlição d glicemi de jejum e função tireoidin devem ser relizdos cd no, incluindo tmbém exmes geris como hemogrm e exme qulittivo de urin. Exme rdiológico pr vlição d idde ósse tmbém deverá ser relizdo nulmente. Como form de verificção do uso dequdo d somtropin e monitorizção d dose dequd deve ser relizd dosgem de IGF-1, nul ou pós pelo menos 30 dis d mudnç de dose. Adulto No cso do trtmento pós o finl do crescimento e pr o deficiente dulto, dosgem de IGF-1 poderá ser relizd um mês pós cd mudnç de dose té o estbelecimento d dose dequd. A prtir de então, dosgem poderá ser relizd nulmente. A met pr dequção d dose é mnter os níveis de IGF-1 próximos d médi pr idde, ou entre médi e limite superior d normlidde. 8,24,25 Monitorizm-se s complicções d flt de reposição, como dislipidemi e osteoporose, lém de indequd distribuição de gordur corporl e bix resistênci à tividde físic, e s complicções do excesso de reposição, como, por exemplo, lterções glicêmics, crcterístics cromegálics e miocrdiopti hipertrófic. Segurnç A somtropin é considerd um medicmento seguro, com rros efeitos colteris grves. Deve-se tentr pr o risco de desenvolvimento de intolerânci à glicose e hipertensão intrcrnin benign. 27 Pcientes com doenç neoplásic prévi deverão ser conjuntmente compnhdos por oncologist ou neurocirurgião. Em grnde série de csos não houve umento d recorrênci de neoplsi ou d incidênci de novos csos em pcientes em uso de somtropin. 17. ACOMPANHAMENTO PÓS TRATAMENTO Crinçs Encerrd fse de crescimento, interrompe-se o trtmento e num intervlo de dis pós, test-se novmente, sendo necessário pens 1 teste, e o estímulo deve ser com insulin, GHRH- Arginin ou glucgon. No reteste, pr comprovr persistênci d deficiênci de GH no período de trnsição pr vid dult, consider-se um IGF-1 bix pr fix etári e sexo e um concentrção de GH inferior 5ng/ml no teste de estímulo Adultos Nos csos de deficiênci de GH grve, reposição hormonl é considerd permnente, justndo-se dose conforme os níveis de IGF-1. 8,24, REGULAÇÃO, CONTROLE E AVALIAÇÃO PELO GESTOR ESTADUAL Recomend-se crição de Centros de Referênci pr vlição e monitorizção clínic ds resposts terpêutics, decisões de interrupção de trtmento, vlição de csos complexos e de dignóstico difícil. Os Centros de Referênci tmbém podem exercer função de Centros de Efetividde Clínic onde colet sistemátic de ddos clínicos permitirá quntificr s resposts os trtmentos e pontr futurs decisões e necessiddes de pesquiss no SUS. 12. TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABI- LIDADE É obrigtóri cientificção do pciente, ou de seu responsável legl, dos potenciis riscos, benefícios e efeitos colteris relciondos o uso do medicmento preconizdo neste Protocolo, o que deverá ser formlizdo por meio d ssintur de Termo de Esclrecimento e Responsbilidde requerido pr solicitção de fornecimento do medicmento. 13. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Thorner MO, Vnce ML, Lws Jr ER, Horvlth E, Kovcs K. The nterior pituitry. In:Wilson JD, Foster DW, Kronenberg HM, Lrsen PR. Willims Textbook of Endocrinology. 9.ed. Phildelphi:WB Sunders Compny p Lindsy R, Feldkmp M, Hrris D, et l. Uth Growth Study: growth stndrds nd the prevlence of growth hormone deficiency. J Peditr. 1994;125: Reiter EO, Rosenfeld RG. Norml nd berrnt growth. In: Wilson JD, Foster DW, Kronenberg HM, Lrsen PR. Willims Textbook of Endocrinology. 9.ed. Phildelphi:WB Sunders Compny p Adn L, Trivin C, Sinte-Rose C, Zucker JM, Hrtmnn O, Bruner R. GH deficiency cused by crnil irrdition during childhood: fctors nd mrkers in young dults. J Clin Endocrinol Metb 2001; 86: de Onis M, Onyngo AW, Borghi, E, Siym A, Nishid C & Siekmnn J. Development of WHO growth reference for schoolged children nd dolescents. Bulletin of the World Helth Orgniztion 2007; 85: Tnner JM, Dvies PS. Clinicl longitudinl stndrds for height nd height velocity for North Americn children. J Peditr. 1985; 7(3): Rosenfield RL, Tnner JM, Hely MJR, Zchmn M, Blizzrd RM. Height nd Height Velocity. Growth, Genetics &Hormones 1988; 5 (2): Jlld RS, Bronstein MD. Deficiênci de GH n Vid Adult: Como Dignosticr e Qundo Trtr?Arq Brs Endocrinol Metb 2008; 52 (5): Richmond EJ, Rogol AD. Growth hormone deficiency in children. Pituitry 2008; 11: De Pul LP, Czepielewski MA. Avlição dos Métodos Dignósticos pr Deficiênci de GH (DGH) n Infânci: IGFs, IGFBPs, Testes de Liberção, Ritmo de GH e Exmes de Imgem. Arq Brs Endocrinol Metb 2008; 52 (5): GH Reserch Society. Consensus guidelines for the dignosis nd tretment of growth hormone (GH) deficiency in childhood nd dolescense: summry sttement of the GH Reserch Society. J Clin Endocrinol Metb. 2000;85: Shlet SM, Toogood A, Rhim A, Brennn BMD. The Dignosis of Growth Hormone Deficiency in Children nd Adults. Endocrine Reviews 1998; 19(2): Tuber M. Growth hormone testing in KIGS. In: Rnke MB, Price DA, Reiter EO, editors. Growth hormone therpy in peditrics - 20 yers of KIGS. Bsel, Krger, 2007: Mrtinez AS, Domené HM, Ropelto G et l. Estrogen priming effect on growth hormone(gh) provoctive test: useful tool for the dignosis of GH deficiency. J Clin Endocrinol Metb 2000; 85: Mrin G, Domene HM, Brnes KM, Blckwell BJ, Cssorl FG, Cutler Jr GB. The effects of estrogen priming nd puberty on the growth hormone response to stndrdized tredmill exercise nd rginine-insulin in norml girls nd boys. J Clin Endocrinol Metb 1994; 79: Drug nd Therpeutics Committee of the Lwson Wilkins Peditric Endocrine Society Guidelines for the use of growth hormone in children with short stture: report by the Drug nd Therpeutics Committee of the Lwson Wilkins Peditric Endocrine Society. J Peditr. 1995;127: Blethen SL, Allen DB, Grves D, August G, Moshng T, Rosenfeld R on behlf of the Ntionl Coopertive Growth Study. Sfety of Recombinnt Deoxyribonucleic Acid-Derived Growth Hormone: The Ntionl Coopertive Growth Study Experience. J Clin Endocrinol Metb. 1996;81: Hintz RL. The prismtic cse of Creutzfeldt-Jkob disese ssocited with pituitry growth hormone tretment. J Clin Endocrinol Metb. 1995;80: Vnce ML, Murs N. Growth hormone therpy in dults nd children. N Engl J Med. 1999;341(16): Solimn AT, Khdir MMA. Growth prmeters nd predictors of growth in short children with nd without growth hormone deficiency treted with humn GH: rndomized controlled study. J Trop Peditr.1996;42(5): Cutfield W, Lindberg A, Wiklnd KA, Chtelin P, Rnke MB, Wilton P. Finl height in idiopthic growth hormone deficiency: the KIGS experience. Act Peditr. 1999;suppl 428:72-75.

46 46 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de August GP, Julius JR, Blethen SL. Adult height in children with growth hormone deficiency who re treted with biosynthetic growth hormone: The Ntionl Coopertive Growth Study Experience. Peditrics. 1998;1(2): Ntionl Institute for Clinicl Excellence. Guidnce on the use of humn growth hormone(somtropin) in children with growth filure. Technology Apprisl Guidnce No. 42. My 20. Disponível em: GH Reserch Society Workshop on Adult Growth Hormone Deficiency. Consensus guidelines for the dignosis nd tretment of dults with growth hormone deficiency: summry sttement of the Growth Hormone Reserch Society Workshop on Adult Growth Hormone Deficiency. J Clin Endocrinol Metb 1998;83: Johnnsson G. Tretment of Growth Hormone Deficiency in Adults. Horm Res 2009;71(suppl 1): Rpport R, Bowlby DA.Clinicl Aspects of Gowth nd Gowth Disorders. In: Pescovitz O H & Eugster EA. Peditric endocrinology: mechnisms, mnifesttions, nd mngement. Phildelphi:Lippincott Willims&Willkins p Drug Fcts nd Comprisons ed. St Louis:Fcts nd Comprisons, Clyton PE, Cuneo RC, Juul A, Monson JP, Shlet SM, Tuber M. Consensus sttement on mngement of the GH-treted dolescent in the trnsition to dult cre. Eur J Endocrinol.2005;152: Molitch ME, Clemmons DR, Mlozowski S, Merrim GR, Shlet SM, Vnce ML, for The Endocrine Society's Clinicl Guidelines Subcommittee. Evlution nd Tretment of Adult Growth Hormone Deficiency: An Endocrine Society Clinicl Prctice Guideline. J Clin Endocrinol Metb 2006; 91(5): Bonfig W, Bechtold S, Bchmnn S, Putzker S, Fuchs O, Pgel P, Schwrz HP. Ressessment of the optiml growth hormone cut-off level in insulin tolernce testing for growth hormone secretion in ptients with childhood-onset growth hormone deficiency during trnsition to dulthood. J Peditr Endocrinol Metb. 2008; 21 ( 11 ): TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABILIDA- DE SOMATROPINA COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Eu, (nome do() pciente), declro ter sido informdo() clrmente sobre os benefícios, riscos, contr-indicções e principis efeitos dversos relciondos o uso do medicmento somtropin, indicdo pr o trtmento d deficiênci de hormônio do crescimento. Os termos médicos form explicdos e tods s minhs dúvids form resolvids pelo médico (nome do médico que prescreve). Assim declro que: Fui clrmente informdo() de que o medicmento que psso receber pode trzer s seguintes melhoris: - umento d ltur e velocidde de crescimento em crinçs; - umento d densidde minerl ósse em dultos; - melhor d dislipidemi em dultos. Fui tmbém clrmente informdo respeito ds seguintes contr-indicções, potenciis efeitos dversos e riscos: - não se sbe o certo os riscos do uso deste medicmento n grvidez, portnto, cso engrvide, devo visr imeditmente o meu médico; - segurnç pr o uso d somtropin durnte mmentção ind não foi estbelecid; - os efeitos dversos já reltdos são os seguintes: reções no locl d injeção, como dor, inchço e inflmção. Algums reções mis rrs incluem dor de cbeç, dor nos músculos, frquez, umento d glicose no sngue, resistênci à insulin, dor no qudril ou nos joelhos, leucemi e hipotireoidismo. - medicmento está contr-indicdo em csos de hipersensibilidde (lergi) conhecid o fármco; - o risco d ocorrênci de efeitos dversos ument com superdosgem; Estou ciente de que este medicmento somente pode ser utilizdo por mim, comprometendo-me devolvê-lo cso não queir ou não poss utilizá-lo ou se o trtmento for interrompido. Sei tmbém que continurei ser tendido, inclusive em cso de eu desistir de usr o medicmento. Autorizo o Ministério d Súde e s Secretris de Súde fzer uso de informções reltivs o meu trtmento, desde que ssegurdo o nonimto. Locl: Dt: Nome do pciente: Crtão Ncionl de Súde: Nome do responsável legl: Documento de identificção do responsável legl: Assintur do pciente ou do responsável legl Médico Responsável: CRM: UF: Assintur e crimbo do médico Dt: Observção: Este Termo é obrigtório o se solicitr o fornecimento de medicmento do Componente de Medicmentos de Dispensção Excepcionl (CMDE) e deverá ser preenchido em dus vis, ficndo um rquivd n frmáci e outr entregue o usuário ou seu responsável legl. pelo código CONSULTA PÚBLICA 3, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo importânci do ppel que desempenhm os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics pr melhori d qulidde d tenção à súde, pr prescrição segur e eficz, pr tulizção e democrtizção do conhecimento, pr melhori d qulidde d informção prestd os doentes e pr melhori dos processos gerenciis dos progrms ssistenciis; Considerndo necessidde de se estbelecer critérios de dignóstico e trtmento de enfermiddes, observndo étic e tecnicmente prescrição médic, e promover o uso rcionl dos medicmentos pr o trtmento de doençs por meio de regulmentção de indicções e esquems terpêuticos; Considerndo que os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics são resultdo de consenso técnico-científico e são formuldos dentro de rigorosos prâmetros de qulidde, precisão de indicção e posologi; Considerndo necessidde de estbelecer mecnismos de compnhmento de uso e de vlição de resultdos, grntindo ssim prescrição segur e eficz; Considerndo necessidde de se promover mpl discussão desses Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics, possibilitndo prticipção efetiv, n su formulção, d comunidde técnico-científic, ssocições médics, profissionis d súde, ssocições de pcientes, usuários e gestores do Sistem Único de Súde (SUS) e d populção em gerl; Considerndo necessidde de tulizr o Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics - Doenç Flciforme, estbelecido pel Portri SAS/MS nº 872, de 06 novembro de 20; e Considerndo Portri SAS/MS nº 375, de de novembro de 2009, que prov o roteiro ser utilizdo n elborção de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics (PCDT), no âmbito d Secretri de Atenção à Súde - SAS, resolve: Art. 1º Submeter à Consult Públic o PROTOCOLO CLÍ- NICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS - DOENÇA FALCIFOR- ME, constnte do Anexo deste Ato e o Termo de Esclrecimento e Responsbilidde dele integrnte. Prágrfo único. O Protocolo Clínico e o Termo de Esclrecimento e Responsbilidde, de que trt este Artigo, encontrmse disponíveis, tmbém, no sítio: - legislção. Art. 2º Estbelecer o przo de 30 (trint) dis, contr d dt d publicção dest Consult Públic, pr que sejm encminhds sugestões, devidmente fundmentds, reltivs o Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics de que trt o Art. 1º dest Consult Públic. 1º - As sugestões devem ser encminhds, exclusivmente, pr o endereço eletrônico: [email protected], especificndo o número d Consult Públic e o nome do Protocolo no título d mensgem; 2º - As sugestões envids deverão, obrigtorimente, estr fundmentds em: I. Estudos Clínicos de fse III - relizdos no Brsil ou exterior; e II. Met-nálises de Ensios Clínicos. Art. 3º Determinr que Secretri de Atenção à Súde - Deprtmento de Atenção Especilizd coordene vlição ds proposições presentds, elborndo versão finl consolidd do Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics or submetido à Consult Públic. Prágrfo único: O novo Protocolo pssrá vigorr em todo território ncionl depois d devid provção e publicção por meio de Portri específic. Art. 4º Est Consult Públic entr em vigor n dt de su publicção. ALBERTO BELTRAME ANEXO PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS DOENÇA FALCIFORME HIDROXIURÉIA E ÁCIDO FÓLICO. 1. METODOLOGIA DE BUSCA DE LITERATURA Pr nálise de eficáci do trtmento específico pr doenç flciforme tulmente registrdo n ANVISA e, portnto, disponível pr utilizção e comercilizção no Brsil, form relizds s buscs ns bses descrits bixo com dt limite de 30/08/2009. N bse Medline/Pubmed: - "hydroxyure" [Substnce Nme] AND "hemoglobin, sickle" [Mesh] - limitd : "humns, met-nlysis, rndomized controlled tril, review, journl rticle".n bse scielo: - "prevlênci" nd "doenç flciforme" - limitd : rtigos originis 2. INTRODUÇÃO A doenç flciforme (DF) é um condição genétic utossômic recessiv decorrente de defeitos n estrutur d hemoglobin (Hb) ssocid ou não defeitos n su síntese. 1, 2 As hemoglobinoptis decorrentes dos defeitos n estrutur d Hb são mis frequentes em povos fricnos, enqunto s tlssemis decorrentes de defeitos n síntese d Hb, em povos do Mediterrâneo, d Ási e d Chin. 1, 2 Apesr dess predileção étnic, DF está presente em todos os continentes como consequênci ds migrções populcionis. 1-5 No Brsil, que reconhecidmente present um ds populções de mior heterogeneidde genétic do mundo, 6 mior prevlênci d doenç ocorre ns Regiões Norte e Nordeste. 7 As pessos com DF obrigtorimente herdm um mutção mtern e outr ptern. As mutções herdds podem estr em estdo homozigótico (SS), único genótipo que pode ser denomindo "nemi" flciforme, 4,5 ou heterozigótico composto, ou sej, doenç é cusd pel hernç de Hb S em combinção com outro defeito (estruturl ou de síntese) n hemoglobin (SC, SD, SE, S bettlssemi, S lftlssemi ou S mut rr). A miori dos genitores de crinçs com DF são heterozigotos simples, ou sej, presentm um gene d Hb A (norml) ssocid com hemoglobin vrinte. 1-5 Não é incomum identificção de um dos pis como fetdo pel DF durnte investigção fmilir suscitd pelo nscimento de um filho dignosticdo trvés trigem neontl ("teste do pezinho") pr doenç. 8- A heterogeneidde mutcionl e outrs crcterístics genétics do indivíduo ssocids ftores mbientis e sociis são responsáveis por um mplo espectro de mnifestções e complicções clínics d DF, 1, 4, 8 fto relevnte que deve ser levdo em considerção durnte o complexo conselhmento genético, bem como durnte o trtmento e o compnhmento clínico dos pcientes e de sus fmílis. O reconhecimento de que DF é um doenç prevlente no Brsil 6, 7 foi determinnte n instituição d Polític Ncionl de Atenção à Doenç Flciforme (PNADF) do Ministério d Súde (MS). 11 Estim-se que 4% populção brsileir tenh o trço flciforme (heterozigose simples) e que pessos tenhm doenç em estdo homozigótico (SS - nemi flciforme) ou n condição de heterozigotos compostos (SC; SE; SD; S/bet Tlssemi - doenç flciforme). 7 A Hb S, n form desoxigend, perde su complex estrutur quternári e dquire um estrutur primári (polimerizção hemoglobínic). A prtir d su polimerizção, HbS torn-se insolúvel, lterndo form eritrocitári (que normlmente é um disco bicôncvo), pr um estrutur que lembr um foice: fenômeno d eritroflciformção. Os eritrócitos flciformdos são fgocitdos premturmente pelo sistem monocítico-mcrofágico, ocsionndo nemi hemolític crônic, gerlmente, de importnte mgnitude 12. A hemólise, por um vi metbólic complex, compromete o metbolismo do óxido nítrico o que ocsion vsculopti prolifertiv. Há lterções endoteliis que germ um estdo inflmtório crônico. O endotélio lesdo expõe o ftor tecidul, que desencdei csct d cogulção e liber multímeros de von Willebrnd. Aind, n DF há expressão nôml de moléculs de desão, hvendo um mior interção entre os elementos celulres snguíneos e o endotélio vsculr Portnto, os pilres fisioptogênicos d vso-oclusão n DF são o fenômeno d eritroflciformção, mior interção entre céluls endoteliis, leucócitos e plquets, vsculopti prolifertiv, o estdo inflmtório crônico e hipercogulbilidde A PNADF tem por objetivo diminuir lt tx de morbimortlidde d DF, 11 que é crcterizd por nemi hemolític crônic e por eventos gudos e potencilmente letis: crises vsooclusivs e síndrome torácic. 12 Por isso, o dignóstico precoce trvés d trigem neontl, prevenção e o trtmento de condições ou doençs ssocids (como infecções) são ções fundmentis pr súde ds pessos com doenç. 16 A identificção dos pcientes ntes do início sintomtológico vis diminuir os episódios vso-oclusivos, tmbém denomindos de crises flcêmics. 4, 16 Nesss crises, pode hver dor intens, lesões isquêmics teciduis e dnos em todos os órgãos e sistems (cérebro, corção, fígdo, rins, pele, olhos, esqueleto e pulmões); sendo que miori dos desfechos ftis é precedid de episódios gudos, como, por exemplo, síndrome torácic gud. 3, 12, Em 1994, um estudo norte-mericno multicêntrico denomindo de Coopertive Study of Sickle Cell Disese (CSSCD) 23 observou que sobrevid medin dos homens com DF er de 42 nos e ds mulheres, de 48 nos; tmbém consttou que s pessos com DF com vlores de Hb fetl (Hb F) superiores 8% sobrevivim mis do que quels com um vlor bixo desse ponto de corte. 24 A hidroxiuréi (HU) present um efeito citotóxico que, o inibir enzim ribonucleotídeo redutse, produz vários efeitos benéficos nos pcientes com DF, tis como: umento d produção de HbF, umento d hidrtção do glóbulo vermelho, umento d tx hemoglobínic, mior produção de óxido nítrico e diminuição d expressão de moléculs de desão. Até o momento, el é considerd terpi frmcológic de mior sucesso pr DF Durnte nove nos de observção, Steinberg e col. concluírm que HU deve ser usd indefinidmente pelos pcientes de que del necessitem 22 ; lém disso, s chnces do fármco produzir efeitos indesejáveis são muito menores que s chnces desss pessos presentrem desfechos ftis em decorrênci d doenç O uso d HU diminui em 40% o risco de óbito pel DF 17, 18, de 4,5 pr 2,5 o número nul de episódios álgicos gudos em dultos e reduz em cerc de 50% s necessiddes trnsfusionis e o número de episódios de síndrome torácic gud. 22, 25 A prescrição de HU pr populção pediátric tem demonstrdo clros benefícios e prece ser bem tolerd 28-33, podendo prevenir ness fix etári tnto o infrto esplênico qunto s mnifestções neurológics (convulsões, prlisis, distúrbios d fl, cegueir trnsitóri e lterções d consciênci). 16, As principis desvntgens do uso d HU são necessidde de monitormento frequente dos efeitos citotóxicos do fármco, lém disso, o potencil crcinogênico e tertogênico do fármco tem um peso mior n hor de prescrição pr crinçs. 16, 20, Outr desvntgem pr populção infntil é usênci de um form frmcêutic líquid. 20

47 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE (CID-) - D56.1 Tlssemi Bet - D56.8 Outrs tlssemis - D 57.0 Anemi flciforme com crise - D 57.1 Anemi flciforme sem crise - D 57.2 Trnstornos flciformes heterozigóticos duplos 4. DIAGNÓSTICO Tnto eletroforese de hemoglobin por foclizção isoelétric (IEF) qunto à cromtogrfi líquid de lt resolução (HPLC) podem ser utilizds no dignóstico pr DF. Se HPLC tiver sido o método escolhido pelo progrm de trigem neontl d DF, os csos lterdos ness metodologi deverão ter sido confirmdos por IEF e ser igulmente reportdos. 5. CRITÉRIOS DE INCLUSÃO 5.1. PREENCHER TODOS OS CRITÉRIOS ABAIXO RE- LACIONADOS: - dde superior 3 nos; - Condições de comprecer às consults e de relizr exmes lbortoriis periódicos; - Teste de grvidez (bet-hcg sérico) negtivo pr mulheres em idde reprodutiv 36 ; - Mulheres em idde reprodutiv devem se comprometer usr método nticoncepcionl com eficáci confirmd durnte terpi com HU PREENCHER PELO MENOS UM DOS SEGUINTES CRITÉRIOS NOS ÚLTIMOS 12 MESES: - Três ou mis episódios álgicos gudos com necessidde de tendimento médico hospitlr ou comprovd incpcidde produtiv (escol/trblho); - Mis de um evento de síndrome torácic gud (STA) definid como presenç de infiltrdo pulmonr recente, não telectásico, envolvendo pelo menos um segmento pulmonr completo, compnhdo de dor torácic, tempertur superior 38,5 ºC, tquipnéi, sibilos, ou tosse em pciente com DF 3 ; ou um episódio de STA que necessitou de O 2 ou trnsfusão snguíne ou um episódio de STA que necessitou de internção em unidde de trtmento intensivo; - Hipoxemi crônic: sturção de oxigênio persistentemente menor que 94% medid em dus visits clínics consecutivs, for de um evento gudo e fstd possibilidde de obstrução denoidl/migdlin em crinçs; - Outrs situções em que hj comprovção de lesão crônic de órgão (pripismo, necrose ósse, retinopti prolifertiv, entre outrs); - Concentrção de Hb < 7g/dL (médi de 3 vlores for de evento gudo); - Concentrção de Hb F < 8% pós 3 nos de idde; - Leucocitose > /mm 3 (médi de 3 vlores medinos for de evento gudo); - Desidrogense látic (DHL): 2 vezes cim do vlor de referênci pr idde; - Alterções no ecodoppler trnscrnino (>200cm/s com impossibilidde de regime trnsfusionl crônico). 6. CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO - Hipersensibilidde, contrindicção ou intolerânci à HU; - Apresentr níveis inceitáveis pr o início do trtmento (Tbel 1), ou sej contgem de neutrófilos inferior 2.500mm 3, de plquets inferior mm 3, de reticulócitos inferior mm 3 ou hemoglobin menor que 4,5g/dL; -Gestção 36,37 ; - Aleitmento mterno: Como HU é excretd no leite humno, cbe decidir ou pel interrupção do leitmento ou pel suspensão do uso do fármco, levndo-se em considerção importânci do trtmento pr mãe; - Sorologi positiv pr HIV: o uso concomitnte de HU e nti-retroviris ument o risco neuropti periféric, pncretite e insuficiênci hepátic; por isso, ess ssocição de medicmentos está contr-indicd. 7. CASOS ESPECIAIS Devido os possíveis efeitos tertogênicos e crcinogênicos d HU, instituição terpêutic em crinçs menores de 3 nos de idde deve ser criteriosmente nlisd, levndo-se em considerção o risco de morbi-mortlidde d doenç. Pelo menos um dos seguintes ftores devem estr presentes: - dctilite (ntes do primeiro no de vid); - concentrção de Hb menor que 7g/dL (médi de 3 vlores for de evento gudo); - contgem de leucócitos mior que /mm 3 (médi de 3 vlores for de evento gudo). 8. CENTRO DE REFERÊNCIA Os Progrms Estduis de Trigem Neontl em Fse II são responsáveis pel trigem neontl d DF, em consonânci com o Progrm Ncionl de Atenção Integrl às Pessos com Doenç Flciforme, e, conforme Polític Ncionl de Atenção às Pessos com Doenç Flciforme e outrs Hemoglobinoptis, pel promoção d súde ds pessos com est doenç. Tmbém, regulmentção do Sistem Único de Súde diz que os pcientes com DF terão primeiro compnhmento multidisciplinr em trigem neontl (AMTN) com médico peditr, psicólogo e ssistente socil. Sus fmílis deverão receber orientção sobre o dignóstico, o trtmento e devem ser encminhds pr conselhmento genético. A continuidde do tendimento deverá seguir o protocolo clínico e s diretrizes terpêutics pr trtmento d DF em centros de referênci. Assim, s pessos de qulquer idde com dignóstico de DF devem ser compnhds no Centro de Referênci pr Doenç Flciforme. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código TRATAMENTO 9.1. FÁRMACO A HU está disponível em cápsuls em gel sólido contendo 500mg do princípio tivo. Mnipulção d preprção líquid pr crinçs: Recomend-se dissolver cápsul de 500mg de HU em ml de águ destild, obtendo concentrção de 50mg/mL, o que fcilit dministrção d dose corret por kilogrm de peso ESQUEMA DE ADMINISTRAÇÃO DOSE INICIAL: 15mg/Kg/di, dose únic. Pr o cálculo d dose utiliz-se o peso rel ou o idel, quele que for m e n o r DOSE MÁXIMA TOLERADA (DMT) A DMT não deve ser superior 35mg/Kg/di 19, El é definid como mior dose cpz de promover melhor mis proeminente no curso clinico e lbortoril d doenç, sem ocorrênci de toxicidde hemtológic conforme Tbel CONDUTA DURANTE A OCORRÊNCIA DE TO- XICIDADE A HU deve ser descontinud té recuperção hemtológic, renl, hepátic ou gstrointestinl. 25 A dose de reinício d terpêutic é de 5mg/Kg menor que dose que estv utilizndo qundo presentou intoxicção, seguindo os mesmos critérios de controle té dose máxim tolerd pr cd específico, que poderá ser de 20, 25 ou 35mg/Kg/di. 22, TEMPO DE TRATAMENTO (CRITÉRIOS DE INTER- RUPÇÃO) O trtmento deve ser de pelo menos 2 nos e mntido por tempo indetermindo de cordo com respost clinic e lbortoril. É importnte lembrr que cerc de 25% ds pessos não presentm respost stisftóri à HU e, portnto, nestes csos esse trtmento deve ser descontinudo, bem como três seis meses ntes d gestção devido os possíveis efeitos tertogênicos do fármco BENEFÍCIOS ESPERADOS - Abolição ou diminuição dos episódios de dor; - Aumento d produção de HbF; - Aumento, mesmo que discreto, d concentrção totl d Hb; - Diminuição dos episódios de síndrome torácic gud; - Diminuição do número de hospitlizções; - Diminuição do número de trnsfusões sngüínes; - Regressão ou estbilizção de dnos em órgãos ou tecidos; - Melhor do bem-estr e d qulidde de vid e mior sobrevid.. MONITORIZAÇÃO.1. EXAMES BASAIS (ntes do início do trtmento) - Hemogrm com contgem de plquets e reticulócitos pr vlir toxicidde d HU, tomndo como bse os exmes feitos à inclusão; - Eletroforese de Hb com dosgem de HbF - pr vlir os efeitos benéficos do trtmento; - Sorologis pr heptite B, heptite C e HIV; - Dosgem séric de trnsminses (AST/TGO, ALT/TGP) e cretinin; - Dosgem séric de ácido úrico; - Dosgem séric de bet-hcg..2. MONITORIZAÇÃO LABORATORIAL.2.1 HEMOGRAMA COMPLETO E CONTAGEM DE RETICULÓCITOS (VER TABELA 1) - té dose de mnutenção: cd 2 semns; - pós dose de mnutenção: cd 4 semns..2.2.creatinina E AMINOTRANSFERASES/TRAN- SAMINASES Consider-se toxicidde renl qundo dosgem de cretinin é superior 50% o vlor bsl e toxicidde hepátic qundo o vlor de ALT é mior que dus vezes o limite superior. - té dose de mnutenção: cd 4 semns; - pós dose de mnutenção: cd 12 semns HEMOGLOBINA FETAL (ver Tbel 1) - té dose de mnutenção: cd 8 semns; - pós dose de mnutenção: cd 24 semns. Devido os possíveis efeitos dversos do fármco, relção entre risco e o benefício deve ser cuiddosmente vlid nos seguintes csos: - Uricosúri: uso de HU pode umentr os níveis séricos de ácido úrico. Em pessos com níveis bsis cim do limite norml estes vlores devem ser monitordos menslmente; - Acido fólico: o uso de HU produz mcrocitose, dificultndo o suspeit lbortoril de deficiênci de ácido fólico. Dest form, é recomenddo o emprego profilático concomitnte de 5mg/di de ácido fólico, três vezes por semn. Cbe ressltr que deficiênci do ácido fólico ument o risco de defeitos congênitos, especilmente de fechmento do tubo neurl; - Interções medicmentoss: não há estudos dequdos sobre interção entre HU e outros medicmentos. Portnto, o uso concomitnte de outros fármcos, principlmente os que tmbém possm produzir depressão d medul ósse, deve ser cuiddosmente monitorizdo; - Sorologi positiv pr HIV: está contr-indicd ssocição de HU com ntiretroviris, didnosin e estvudin; - Sorologi positiv pr heptite B e C: s provs de função hepátic devem ser monitords menslmente durnte o uso d HU; no cso de insuficiênci hepátic não há recomendção de juste d dose. O uso de hidroxiuréi pode diminuir os efeitos colteris provocdos por fármcos ntiviris usdos no trtmento ds heptites 37 ; - Insuficiênci renl: embor poucos estudos tenhm vlido o uso de HU em pessos com insuficiênci renl, recomend-se o juste de dose conforme o vlor de depurção d cretinin: - 50mL/min dministrr 50% d dose; <ml/min dministrr 20% d dose. É recomendável vlição em conjunto com o nefrologist. Pessos em hemodiálise devem receber HU pós o procedimento; - Medids ntopométrics: o peso, ltur e o perímetro cefálico ds crinçs devem ser monitordos cd 2 semns durnte os 2 primeiros meses de trtmento ou enqunto dose estiver sendo justd; qundo crinç estiver com su dose de mnutenção, este monitormento deve ser feito cd mês. Crinçs com iddes entre 9 e 17 meses devem ser relizr testes de desenvolvimento neuropsicomotor. 21 Todos os eventos dversos (EA) relciondos o uso de HU devem ser vlorizdos 38, pois podem contribuir pr um má derênci o trtmento. O uso d HU pode ser mntido n vigênci de EA leve, desde que hj compnhmento regulr de um especilist. Contudo, ocorrênci de EA moderdo ou grve exige suspensão do uso pssível de reintrodução, dependente do dno cusdo e d vontde do usuário. Neurológicos: letrgi, cefléi, tonturs, desorientção e, rrmente, lucinções; Gstrintestinis: estomtite, norexi, náuses, vômitos, dirréi e constipção; Dermtológicos: erupção mculoppulr, eritem fcil e periférico, lopéci, hiperpigmentção dos nexos (pele e ds unhs), pele sec, ulcerção d pele ou grvmento de úlcer já existente. Úlcer isquêmic é um possível efeito dverso do uso crônico de HU. Pessos com históri prévi ou tul de úlcer isquêmic, não há contr-indicção forml do uso de HU, entretnto, precimento de úlcer isquêmic sem históri nterior dest complicção, suspensão d HU deve ser considerd 39 ; Renis: elevção dos níveis séricos de uréi e cretinin; Hepáticos: elevção ds minotrnsferses (AST e ALT); Reprodutivo: oligospermi, zoospermi; efeito tertogênico fetl; Hemtológicos: mielotoxicidde e hiperesplenismo em crinçs; Outros: edem, febre, clfrios, ml-estr, steni. Tbel 1. Pontos de corte pr juste d dose diári de hidroxiuréi* MUITO BAIXO BAIXO ACEITÁVEIS (Toxicidde hemtológic) Contgem ou (suspender té Gru que vlores ceitáveis) Neutrófilos (mm³) Plquets (mm³) Hemoglobin (g/dl) Reiticulócitos (mm³) *** * dptd de Pltt 25 (Mnter dose) (juste d dose) (Início, Re-início, ou umento d dose)** < > < > < 4,5 4,5-5,3 4,5-5,3 < ** té tingir dose máxim tolerd - DMT > *** contgem de reticulócitos se fz necessári té que Hb tinj um vlor mior que 9 g/dl 11. TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABI- LIDADE É obrigtóri cientificção do pciente, ou de seu responsável legl, dos potenciis riscos, benefícios e efeitos colteris relciondos o uso dos medicmentos preconizdos neste Protocolo, o que deverá ser formlizdo por meio d ssintur de Termo de Esclrecimento e Responsbilidde. 12. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Wetherll DJ, Clegg JB. Inherited hemoglobin disorders: incresing globl helth problem. Bulletin of the World Helth Orgniztion, 2001, 79 (8): Wetherll D, Akimynju O, Fuchroen S, Olivieri N, Musgrove P. Inherited disorders of hemoglobin. In: Non-Communicble Diseses (Disese Control priorities in developing countries. Oxford Univ Press, New York, NY), 2nd Ed, pp downlod t: em 29 de julho de Pltt OS. The cute chest syndrome of sickle cell disese. (editoril) New Englnd J. Med : Zgo MA, Pinto ACS. Fisiodoenç ds doençs flciformes: d mutção genétic à insuficênci de múltiplos órgãos. Rev brs hemtol hemoter, 2007; 29(3): Schechter AN. Hemoglobin reserch nd the origins of moleculr medicine. Blood, 2008; 112 (): Downlod : em 31 de julho de Prr FC, Amdo RC, Lmbertucci JR, Roch J, Antunes CM, Pen SDJ..Color nd genomic ncestry in Brzilins. Proc Ntl Acd Sci U S A 2003; 0(1):

48 48 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de Cnçdo RD, Jesus JA. A doenç flciforme no Brsil. Rev brs hemtol hemoter, 2007; 29(3): de Piv e Silv RB; Rmlho AS, Cssorl RMS. A nemi flciforme como problem de Súde Públic no Brsil. Rev. Súde Públic [online]. 1993;27 (1): Sill LMR. Doenç Flciforme: um grve e desconhecido problem de súde públic no Brsil. Jornl de Pditri. 1999; 75 (3): Guedes C, Diniz D. Um cso de discriminção genétic: o trço flciforme no Brsil PHYSIS: Rev. Súde Coletiv. 2007; 17(3): BRASIL. Ministério d Súde. Portri nº 1.391/GM de 16 de gosto de 2005 disponível em: < Acesso em: 20 go Gldwin MR, Vichinsky E. Pulmonry complictions of sickle cell disese. N Engl J Med. 2008; 359; 21: Wood KC, Grnger DN. Sickle cell disese: role of rective oxygen nd nitrogen metbolites. Clin Exp Phrmcol Physiol. 2007;34(9):926-32; 14. Hebbel RP, Osrogigbon R, Kul D. The endothelil biology of sickle cell disese: inflmmtion nd chronic vsculopthy. Microcircultion. 2004; 11(2):129-51; 15. Kto GJ, Gldwin MT, Steinberg MH. Deconstructing sickle cell disese: repprisl of the role of hemolysis in the development of clinicl subphenotypes. Blood Rev. 2007;21(1): Vichinsky E, Hurst D, Erles A, Kemn K, Lubin B. Newborn screening for sickle cell disese: effect on mortlity. Peditrics, 1988; 81(6): Strouse JJ, Lnzkron S, Bech MC Strouse JJ, Lnzkron S, Bech MC, Hywood C, Prk H, Witkop C, Wilson RF, Bss. Hydroxyure for sickle cell disese: systemtic review for efficcy nd toxicity in children. Peditrics 2008; : Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári (ANVISA). Mnul de dignóstico e trtmento de doençs flciformes. Brsíli, DF: Ministério d Súde; Pltt O, Brmbill DJ, Rosse WF et l. Mortlity in sickle cell disese. Life expectncy nd risk fctors for erly deth. N Engl J Med 1994; 330: Hnkins JS, Wre RE, Rogers ZR et l. Long-term hydroxyure therpy for infnts with sickle cell nemi: the HUSOFT extension study. Blood 2005;6(7): Thompson BW, Miller ST, Roger ZR, Ree RC, Wre RE, Wclwiw MA, Iyer RV, Csell JF, Luchtemn-Jones L, Rn S, Thornburg CD, Klptthi RV, Brredo JC, Brown RC, Srnik S, Howrd TH, Luck L, Wng WC. The peditric hydroxyure phse III clinicl tril (Bby HUG): Chllenges of study design. Peditr Blood Cncer 2009; DOI./phc 22. Steinberg MH, Brton F, Cstro O, Pegelow CH, Bls SK, Kutlr A, Orringer E, Bellevue R, Olivieri N, Wckmn J, Vrm M, Rmirez G, Adler B, Smith W, Crlos T, Atg K, de Cstro L, Bigelow C, Sunthrjh Y, Telfer M, Vichinsky E, Clster S, Shurin S, Bridges K, Wclwiw M, Bonds D, Terrin M.. Effect of hydroxyure on mortlity nd morbidity in dult sickle cell nemi: risks nd benefits up to 9 yers of tretment. JAMA 2003; 289 (13): Chrche S, Terrin ML, Moore RD et l. Effect of hydroxyure on the frequency of pinful crises in sickle cell nemi. Investigtors of the Multicenter Study of Hydroxyure in Sickle Cell Anemi. NEngl J Med 1995;332(20): Pltt OS, Brmbill DJ, Rosse WF, Milner PF, Cstro O, Steinberg MH, Klug PP. Mortlity in sickle cell disese - life expectncy nd risk fctors for erly deth. N Engl J Med Jun 9;330(23): Pltt OS. Hydroxyure for the tretment of sickle cell nemi. N Engl J Med (13): Vicri P, Brretto de Mello A, nd Figueiredo MS. Effects of hydroxyure in popultion of Brzilin ptients with sickle cell nemi. Am J Hemtol 2005 ;78(3): Lnzkron S, Strouse JJ, Wilson R, Bech MC, Hywood C. Systemtic Review: hydroxyre for the tretment of dults with sickle cell disese. Ann Inter Med 2008; 148: Zimmermn SA, Schultz WH, Dvis JS et l. Sustined long-term hemtologic efficcy of hydroxyure t mximum tolerted dose in children with sickle cell disese. Blood 2004;3(6): Zimmermn SA, Schultz WH, Burgett S et l. Hydroxyure therpy lowers trnscrnil Doppler flow velocities in children with sickle cell nemi. Blood 2007, 1: Ferster A, Thriri P, Vermylen C et l. Five yers of experience with hydroxyure in children nd young dults with sickle cell disese. Blood 2001;97(11): de Montlembert M, Brousse V, Elie C et l. Long-term hydroxyure tretment in children with sickle cell disese: tolernce nd clinicl outcomes. Hemtologic 2006;91(1): Hnkins JS, Helton KJ, McCrville MB et l. Preservtion of spleen nd brin function in children with sickle cell nemi treted with hydroxyure. Peditr Blood Cncer Gulbis B, Hbermn D, Dufour D et l. Hydroxyure for sickle cell disese in children nd for prevention of cerebrovsculr events: the Belgin experience. Blood 2005;5(7): Mueller BU. When should hydroxyre be used for children with sickle cell disese? Peditrics 2008; : Friedrisch JR, Prá D, Mluf SW, Bittr CM, Mergener M, Pollo T, Kyser M, d Silv MA, Henriques JA, d Roch Sill LM. DNA dmge in blood leukocytes of individuls with sickle cell disese treted with hydroxyure. Mut Res. 2008; 649: Znette AM. Grvidez e contrcepção n doenç flciforme. Rev. brsil. hemtol. hemoter. 2007; 29 (3): COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS pelo código Hssn M, Hsn S, Cstro O, Gidy S, Bnks A, Smoot D. HCV in sickle cell disese. J Ntl Med Assoc (9): Bndeir FMGC, Peres JC, Crvlho EJ, Bezerr I, Arújo AS Mello MRB, Mchdo C. Hidroxiuréi em pcientes com síndromes flciformes compnhdos no Hospitl Hemope, Recife, Brsil. Rev. Brs. Hemtol. Hemoter (3): [downlod: ], pp Chine B, Neonto MG, Girot R et l. Cutneous dverse rections to hydroxyure in ptients with sickle cell disese. Arch Dermtol 2001;137(4): TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABILIDA- DE HIDROXIURÉIA Eu, (nome do() pciente), declro ter sido informdo() clrmente sobre os benefícios, riscos, contr-indicções e principis efeitos dversos relciondos o uso do medicmento hidroxiuréi, indicdo pr o trtmento d doenç flciforme. Os termos médicos form explicdos e tods s minhs dúvids form resolvids pelo médico (nome do médico que prescreve). Assim declro que: Fui clrmente informdo() de que o medicmento hidroxiuréi que psso receber pode trzer s seguintes melhoris: - Desprecimento ou diminuição dos episódios de dor; - Aumento d produção de Hb fetl; - Aumento, mesmo que pequeno, d concentrção totl d Hb; - Diminuição dos episódios de síndrome torácic gud; - Diminuição do número de hospitlizções; - Diminuição do número de trnsfusões sngüínes; - Regressão ou estbilizção de dnos em órgãos ou tecidos; - Melhor do bem-estr e d qulidde de vid e mior sobrevid. Fui tmbém clrmente informdo respeito ds seguintes contr-indicções, potenciis efeitos dversos e riscos: - podem ocorrer os seguintes efeitos dversos: diminuição do número de glóbulos brncos (leucopeni e neutropeni), de glóbulos vermelhos (nemi) e do número de plquets, cnsço, dor de cbeç, tonturs, desorientção e lucinções; perd de petite, náuses, vômitos, dirréi, prisão de ventre e dor de estômgo; elevção de enzims hepátics, heptite medicmentos, infiltrdo pulmonr e fibrose pulmonr, erupções n pele, hiperpigmentção ds unhs, qued de cbelos, câncer de pele; perd de função renl, elevção dos níveis sngüíneos de uréi, cretinin e ácido úrico; febre, clfrios, mle s t r. - hidroxiuréi trvess plcent e vi pr circulção fetl e isso tem um potencil risco de cusr defeitos congênitos no feto e té óbito fetl, por isso grvidez deve ser evitd durnte o trtmento com hidroxiuréi; Reprodução: pode cusr redução d cpcidde reprodutiv de homens e mulheres; - hidroxiuréi é excretd trvés do leito mterno e é totlmente contr-indicdo seu uso em crinçs sdis; existem dus opções serem discutids individulmente: suspensão do leitmento mterno ou suspensão do fármco - levr em considerção os efeitos benéficos do leitmento e do trtmento pr mãe. Estou ciente de que hidroxiuréi somente pode ser utilizdo por mim, comprometendo-me devolvê-lo cso não queir ou não poss utilizá-lo ou se o trtmento for interrompido. Sei tmbém que continurei ser tendido, inclusive em cso de eu desistir de usr o medicmento. Tmbém estou ciente de que o ácido fólico, medicmento complementr o meu trtmento, pode, rrmente, ser mléfico à minh função renl, lém de provocr reção lérgic (febre e erupção cutâne). Autorizo o Ministério d Súde e s Secretris de Súde fzer uso de informções reltivs o meu trtmento, desde que ssegurdo o nonimto. Locl: Dt: Nome do pciente: Crtão Ncionl de Súde: Nome do responsável legl: Documento de identificção do responsável legl: Assintur do pciente ou do responsável legl Médico Responsável: CRM: UF: Assintur e crimbo do médico Dt: Observção: Este Termo é obrigtório o se solicitr o fornecimento de medicmento do Componente de Medicmentos de Dispensção Excepcionl (CMDE) e deverá ser preenchido em dus vis, ficndo um rquivd n frmáci e outr entregue o usuário ou seu responsável legl. CONSULTA PÚBLICA 4, DE DE NOVEMBRO O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo importânci do ppel que desempenhm os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics pr melhori d qulidde d tenção à súde, pr prescrição segur e eficz, pr tulizção e democrtizção do conhecimento, pr melhori d qulidde d informção prestd os doentes e pr melhori dos processos gerenciis dos progrms ssistenciis; Considerndo necessidde de se estbelecer critérios de dignóstico e trtmento de em fermiddes, observndo étic e tecnicmente prescrição médic, e promover o uso rcionl dos medicmentos pr o trtmento de doençs por meio de regulmentção de indicções e esquems terpêuticos; Considerndo que os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics são resultdo de consenso técnico-científico e são formuldos dentro de rigorosos prâmetros de qulidde, precisão de indicção e posologi; Considerndo necessidde de estbelecer mecnismos de compnhmento de uso e de vlição de resultdos, grntindo ssim prescrição segur e eficz; Considerndo necessidde de se promover mpl discussão desses Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics, possibilitndo prticipção efetiv, n su formulção, d comunidde técnico-científic, ssocições médics, profissionis d súde, ssocições de pcientes, usuários e gestores do Sistem Único de Súde (SUS) e d populção em gerl; Considerndo necessidde de tulizr o Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics - Esclerose Lterl Amiotrófic, estbelecido pel Portri SAS/MS nº 913, de 19 de dezembro de 20; e Considerndo Portri SAS/MS nº 375, de de novembro de 2009, que prov o roteiro ser utilizdo n elborção de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics (PCDT), no âmbito d Secretri de Atenção à Súde - SAS, resolve: Art. 1º - Submeter à Consult Públic o PROTOCOLO CLÍ- NICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS - ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA, constnte do Anexo deste Ato e o Termo de Esclrecimento e Responsbilidde dele integrnte. Prágrfo único. O Protocolo Clínico e o Termo de Esclrecimento e Responsbilidde, de que trt este Artigo, encontrmse disponíveis, tmbém, no sítio: - legislção. Art. 2º Estbelecer o przo de 30 (trint) dis, contr d dt d publicção dest Consult Públic, pr que sejm presentds sugestões, devidmente fundmentds, reltivs o Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics de que trt o rt. 1º dest Consult Públic. 1º As sugestões devem ser encminhds, exclusivmente, pr o endereço eletrônico: [email protected], especificndo o número d Consult Públic e o nome do Protocolo no título d mensgem; e 2º As sugestões envids deverão, obrigtorimente, estr fundmentds em: I. Estudos Clínicos de fse III - relizdos no Brsil ou exterior; e II. Met-nálises de Ensios Clínicos. Art. 3º Determinr que Secretri de Atenção à Súde - Deprtmento de Atenção Especilizd coordene vlição ds proposições presentds, elborndo versão finl consolidd do Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics or submetido à Consult Públic. Prágrfo único: O novo Protocolo pssrá vigorr em todo território ncionl depois d devid provção e publicção por meio de Portri específic. Art. 4º Est Consult Públic entr em vigor n dt de su publicção. ALBERTO BELTRAME ANEXO PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA RILUZOL 1.METODOLOGIA DE BUSCA DA LITERATURA Pr nálise de eficáci dos trtmentos específicos pr síndrome de Esclerose Lterl miotrófic tulmente registrdos n ANVISA e, portnto, disponíveis pr utilizção e comercilizção no Brsil, form relizds s buscs ns bses descrits bixo. Form vlidos todos os estudos disponíveis ns bses descrits e selecionds pr vlição metnálises e ensios clínicos rndomizdos, controldos e duplo-cegos publicdos té dt limite de 30/09/2009.

49 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN N bse Medline/Pubmed: - "Riluzole"[Substnce Nme] AND "Amyotrophic Lterl Sclerosis"[Mesh] - " Riluzole"[Substnce Nme] AND "motor neuron disese"[mesh] N bse Ovid MEDLINE: - Riluzole AND Amyotrophic Lterl Sclerosis AND Clinicl Tril [Publiction Type] - Riluzole AND motor neuron disese AND Clinicl Tril [Publiction Type] - limitds : "Humns, Met-Anlysis, Rndomized Controlled Tril" N bse Cochrne: - "Riluzole" - "Amyotrophic Lterl Sclerosis" -"motor neuron disese" 2. INTRODUÇÃO A esclerose lterl miotrófic (ELA) é um ds principis doençs neurodegenertivs, o ldo d doenç de Prkinson e Alzheimer. Su incidênci n populção vri de por hbitntes. 1,2 A idde é o ftor preditor mis importnte pr su ocorrênci, sendo mis prevlente nos pcientes entre 55 e 75 nos de idde. 3 Trt-se de um distúrbio progressivo que envolve degenerção do sistem motor em vários os níveis: bulbr, cervicl, torácico e lombr. 4 Acredit-se que por ocsião do primeiro sintom, mis de 80% dos neurônios motores já form perdidos. 5 Mis de 90% dos csos são esporádicos, e o restnte tem pdrão de hernç utossômic dominnte, às vezes relciondo à mutção do gene SOD1. 6 A sobrevid médi d ELA é de 3-5 nos. N usênci d ventilção mecânic prolongd, porcentgem de sobreviventes em nos é de 8-16%, 7 podendo chegr 15 nos ou mis com jud do suporte ventiltório. 8 O qudro clínico d ELA reflete perd de neurônios do sistem motor - do córtex o corno nterior d medul. Sinis físicos deste distúrbio envolvem chdos de mbos neurônios motores superiores e inferiores. Disfunção sensitiv é incomptível com o dignóstico de ELA, não ser que fçm prte de um distúrbio subjcente. Os chdos físicos correlcionm-se com s diferentes topogrfis d degenerção dos núcleos motores: bulbr, cervicl ou l o m b r. Pcientes com início bulbr presentm disrtri, disfgi ou mbos. Exclusão de outrs cuss potenciis é importnte, tis como crcinom esofágico e misteni grvis. O envolvimento bulbr pode ser devido à degenerção do neurônio motor inferior (prlisi bulbr) ou superior (prlisi pseudobulbr) ou mbos. Prlisi bulbr é ssocid com prlisi fcil inferior e superior e dificuldde de movimento pltl com trofi, frquez e fsciculção d língu. A prlisi pseudobulbr é crcterizd por lbilidde emocionl (tmbém conhecid como risd ou choro ptológicos), umento do reflexo mndibulr e disrtri. 5 O pciente com ELA de início cervicl present sintoms nos membros superiores, uni ou bilteris. Frquez proximl pode-se presentr com dificuldde ns trefs ssocids à bdução do ombro, tis como lvr ou penter o cbelo e frquez distl pode se mnifestr com tividde que requeirm hbilidde de pinçmento. Sinis físicos nos membros superiores podem tmbém ser devidos à disfunção do neurônio motor superior, inferior ou mbos. O brço pode presentr trofi intens com fsciculção profus, ms com reflexos hipertivos. Início lombr implic n degenerção de neurônios motores lombres que pode mnifestr-se com pé cído e dificuldde de subir escds (frquez proximl). Os principis sinis e sintoms d ELA são: 4,9 Sinis e sintoms resultntes diretmente d degenerção motoneuronl: Frquez e trofi Fsciculções e cãibrs musculres Espsticidde Disrtri Disfgi Dispnéi Lbilidde emocionl Sinis e sintoms indiretos, resultntes dos sintoms primários: Distúrbios psicológicos Distúrbios de sono Constipção Silorréi Espessmento de secreções mucoss Sintoms de hipoventilção crônic Dor 3. CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE (CID-) - G 12.2 DOENÇA DO NEURÔNIO MOTOR 4. DIAGNÓSTICO 4.1. CLÍNICO O dignóstico d ELA é evidente nos pcientes com long evolução d doenç e sinis e sintoms generlizdos. O dignóstico precoce d doenç, qundo o pciente tem pens sintoms focis em um ou dus regiões (bulbr, membro superiores, tronco ou membro inferior), pode ser difícil e vi depender d presenç de sinis em outrs regiões fetds e de váris investigções serids.,11 O tempo médio do início dos sintoms té confirmção dignóstic é de proximdmente -13 meses. 12 O dignóstico d ELA é feito com bse n presenç de sinis de neurônio motor e superior concomitntes em diferentes regiões. Os critérios de "El Escoril" clssificm os dignósticos em vários subtipos: 13 EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código ELA DEFINITIVA Sinis de neurônio motor superior (NMS) e inferior (NMI) em três regiões (bulbr, cervicl, torácic ou lombo-scr) ELA PROVÁVEL Sinis de NMS e NMI em DUAS regiões (bulbr, cervicl, torácic ou lombo-scr) com lgum sinl de NMS rostrl os sinis de NMI. ELA PROVÁVEL com suporte lbortoril Sinis de NMS e NMS em um região ou sinis de NMS em um ou mis regiões + Evidênci de desnervção gud n eletroneuromiogrfi em DOIS ou mis segmentos. ELA POSSÍVEL Sinis de NMS e NMI em UMA região somente. ELA SUSPEITA Sinis de NMI em um ou mis regiões (bulbr, cervicl, torácic ou lombo-scr). Sinis de NMS em um ou mis regiões (bulbr, cervicl, torácic ou lombo-scr). Em tods s modliddes deve hver evidênci progressão d doenç e usênci de sinis sensitivos EXAMES COMPLEMENTARES Todo o pciente com suspeit de ELA deve relizr os seguintes exmes, com os respectivos resultdos comptíveis com doenç: - Ressonânci mgnétic (RM) de encéflo e junção crniocervicl com usênci de lesão estruturl que expliquem os sintoms; - Eletroneuromiogrfi (ENMG) de 4 membros com presenç de desnervção em mis de um segmento e neurocondução motor e sensitiv normis; - Hemogrm completo dentro d normlidde; - Função renl (uréi e cretinin) dentro d normlidde; - Função hepátic (ALT, AST) e Protrombin dentro d normlidde. 4.3 DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Nos estágios iniciis d doenç, em que pode hver sinis mínimos de disfunção dos neurônios motores superiores e inferiores, ELA pode ser confundid com um série de outrs condições clínics citds bixo, com respectivo dignóstico diferencil 14 Outrs doençs do neurônio motor: esclerose lterl primári, trofi musculr progressiv, trofi musculr espinhl, trofi musculr espinobulbr; Doençs estruturis: mielopti espondilótic, mlformção de Arnold-Chiri, siringomieli/bulbi, irrdição do SNC, cidente vsculr cerebrl, tumor; Tóxics/metbólics: hipertireoidismo, hiperprtireoidismo, intoxicção por metis pesdos, ltirismo; Inflmtóri uto-imune: neuropti motor multifocl com bloqueio de condução, polineuropti desmieliniznte inflmtóri crônic, esclerose múltipl, misteni grvis, miosite por corpos de inclusão, polimiosite, síndrome prneoplásic; Hereditári: deficiênci de hexosminodse A, presi espástic com miotrofi, txi espinocerebelr, distrofi musculr orofrínge, drenomieloneuropti, deficiênci de mltse ácid; Infeccios: HIV, HTLV-1, Creutzfeldt-Jkob, sífilis; Outrs doençs degenertivs do SNC: degenerção corticobsl, demênci por corpos de Lewy, trofi de múltiplos sistems, prlisi suprnucler progressiv, doenç de Prkinson; Fsciculções benigns; Amiotrofi monomélic: doenç de Hirym. 5. CRITÉRIOS DE INCLUSÃO Serão incluídos neste protocolo de trtmento todos os pcientes que preencherem os critérios dignósticos pr ELA definitiv ou "ELA provável" com suporte lbortoril, vlidos por médico especilist em Neurologi trvés de ludo detlhdo. 6. CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO - Insuficiênci renl ou hepátic; Outr doenç grve ou incpcitnte, incurável ou potencilmente ftl; - Outrs forms de doençs do corno nterior medulr; - Eletroneuromiogrfi não demonstrndo bloqueio d condução motor ou sensitiv; - Demênci, distúrbios visuis, utonômicos, esfincterinos; - Grvidez e ou lctção; - Sob ventilção ssistid; - Hipersensibilidde o medicmento. 7. TRATAMENTO Váris estrtégis modificdors d doenç têm sido testds em ensios clínicos, ms pens um medicmento (riluzol) foi provdo té gor. Bensimon e cols 33 publicrm o primeiro estudo duplo-cego, rndomizdo vlindo o ppel do riluzol n ELA. Form estrtificdos 155 pcientes de cordo com topogrfi de início d doenç e submetidos o trtmento com riluzol n dose de 0mg/di. Após 573 dis 58% dos pcientes do grupo plcebo estvm vivos, em contrste com 74% no grupo do riluzol. O subgrupo mis beneficido foi quele com início de doenç em nível bulbr, com um umento de sobrevid de proximdmente 2-3 meses. Além disso, perd de forç musculr foi significtivmente mis lent no grupo trtdo. Um estudo publicdo dois nos mis trde, envolvendo centros mericnos e um número mior de pcientes confirmou estes chdos. 34 Depois d publicção de um revisão sistemátic do grupo Cochrne 35 e um vlição pelo NICE (Institute for Clinicl Excellence) do Reino Unido, 36 estudos dicionis form recomenddos pr investigr os spectos do potencil de efetividde do riluzol n ELA. No entnto, o uso de riluzol tem resultdo em um sobrevid mior do que reportd nos ensios clínicos rndomizdos controldos, um chdo que necessit de confirmção FÁRMACOS Riluzol: comprimidos de 50mg 7.2 ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO Inicir o trtmento com riluzol n dose de 50mg, por vi orl, cd 12 hors, dministrdo 1h ntes ou 2h pós s refeições. 7.3 TEMPO DE TRATAMENTO O tempo de trtmento é indetermindo e vi dependerá d tolerbilidde do pciente. 7.4 BENEFÍCIOS ESPERADOS Aumento do tempo de sobrevid. 8. MONITORIZAÇÃO O compnhmento em longo przo deverá ser relizdo por neurologist clínico. 38,39 Recomend-se relizr hemogrm, plquets e enzims hepátics nos seguintes momentos: ntes de inicir o trtmento, no primeiro, no segundo, no terceiro, no sexto, no nono e no décimo-segundo mês e, pós, qundo clinicmente necessário CRITÉRIOS PARA SUSPENSÃO DO TRATAMEN- TO - Qundo ALT (TGP) AST (TGO) estiver 5 vezes cim do limite superior d normlidde; - Qundo ocorrer citopeni: leucócitos totis inferiores 3.000/mm3 ou neutrófilos inferiores 1.500/mm3 ou plquets inferiores 0.000/mm3 ou hemoglobin inferior g/dl. - Evolução pr ventilção ssistid. 9. ACOMPANHAMENTO PÓS TRATAMENTO Os pcientes devem ser revlidos em um mês pr vlição de efeitos dversos e pós 1 no pr vlição d efetividde do riluzol.. TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABI- LIDADE - TER É obrigtóri cientificção do pciente, ou de seu responsável legl, dos potenciis riscos, benefícios e efeitos colteris relciondos o uso do medicmento preconizdo neste Protocolo, o que deverá ser formlizdo por meio d ssintur de Termo de Esclrecimento e Responsbilidde. 11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Chncellor AM, Wrlow CP. Adult onset motor neuron disese: worldwide mortlity, incidence nd distribution since J Neurol Neurosurg Psychitry 1992;55: Cronin S, Hrdimn O, Trynor BJ. Ethnic vrition in the incidence of ALS: systemtic review. Neurology 2007;68: Phukn J, Hrdimn O. The mngement of myotrophic lterl sclerosis. J Neurol 2009;256: Mitchell JD, Borsio GD. Amyotrophic lterl sclerosis. Lncet. 2007;369: Mitsumoto H, Rbkin JG. Pllitive cre for ptients with myotrophic lterl sclerosis: "prepre for the worst nd hope for the best". JAMA. 2007;298: Andersen PM. Amyotrophic lterl sclerosis ssocited with muttions in the CuZn superoxide dismutse gene. Curr Neurol Neurosci Rep. 2006;6: Riviere M, Meininger V, Zeisser P, Munst T. An nlysis of extended survivl in ptients with myotrophic lterl sclerosis treted with riluzole. Arch Neurol. 1998;55: Hyshi H, Oppenheimer EA. ALS ptients on TPPV: totlly locked-in stte, neurologic findings nd ethicl implictions. Neurology. 2003;61: Li TM, Dy SJ, Albermn E, Swsh M. Differentil dignosis of motoneurone disese from other neurologicl conditions. Lncet 1986;2: Wilbourn AJ. Clinicl neurophysiology in the dignosis of myotrophic lterl sclerosis: the Lmbert nd the El Escoril criteri. J Neurol Sci 1998;160:S Meininger V. Getting the dignosis right: beyond El Escoril. J Neurol 1999;246:III-III Chio A. Survey: n interntionl study on the dignostic process nd its implictions in myotrophic lterl sclerosis. J Neurol 1999;246:III World Federtion of Neurology Reserch Group on Motor Neuron Diseses. El Escoril revisited: revised criteri for ALS. h t t p :// w w w. w f n l s. o rg / g u i d e l i n e s / 1998 e l e s c o r i l / e l e s c o r i l h tm. 14. Beknd WS, Desi NP. ALS: Pitflls in the dignosis. Prcticl Neurology 2007;7: Miller R, Mitchell J, Lyon M, Moore D. Riluzole for myotrophic lterl sclerosis (ALS)/motor neuron disese (MND). Cochrne Dtbse Syst Rev 2007; 1: CD Mitchell JD, Wokke JH, Borsio GD. Recombinnt humn insulin-like growth fctor I (rhigf-i) for myotrophic lterl sclerosis/motor neuron disese. Cochrne Dtbse Syst Rev 20; 3: CD Bongionni P, Reli C, Sogos V. Ciliry neurotrophic fctor (CNTF) for myotrophic lterl sclerosis/motor neuron disese. Cochrne Dtbse Syst Rev 2004; 3: CD The BDNF Study Group (Phse III). A controlled tril of recombinnt methionyl humn BDNF in ALS. Neurology 1999; 52: Ochs G, Penn RD, York M, et l. A phse I/II tril of recombinnt methionyl humn brin derived neurotrophic fctor dministered by intrthecl infusion to ptients with myotrophic lterl sclerosis. Amyotroph Lterl Scler Other Motor Neuron Disord 2000; 1: Meininger V, Bensimon G, Brdley WR, et l. Effi ccy nd sfety of xliproden in myotrophic lterl sclerosis: results of two phse III trils. Amyotroph Lterl Scler Other Motor Neuron Disord 2004; 5: de Pulis T. ONO-2506 (Ono). Curr Opin Investig Drugs 2003; 4:

50 50 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de Gordon PH, Moore DH, Gelins DF, et l. Plcebocontrolled phse I/II studies of minocycline in myotrophic lterl sclerosis. Neurology 2004; 62: Pontieri FE, Ricci A, Pellicno C, Benincs D, Buttrelli FR. Minocycline in myotrophic lterl sclerosis: pilot study. Neurol Sci 2005; 26: Ryberg H, Askmrk H, Persson LI. A double-blind rndomized clinicl tril in myotrophic lterl sclerosis using lmotrigine: eff ects on CSF glutmte, sprtte, brnched-chin mino cid levels nd clinicl prmeters. Act Neurol Scnd 2003; 8: Gordon PH, Doorish C, Montes J, et l. Rndomized controlled phse II tril of gltirmer cette in ALS. Neurology 2006; 66: Orrell RW. AEOL-150 (Aeolus). Curr Opin Investig Drugs 2006; 7: Meininger V, Asselin B, Guillet P, et l. Pentoxifylline in ALS: double-blind, rndomized, multicentre, plcebo-controlled tril. Neurology 2006; 66: Groeneveld GJ, Veldink JH, vn der Tweel I, et l. A rndomized sequentil tril of cretine in myotrophic lterl sclerosis. Ann Neurol 2003; 53: Desnuelle C, Dib M, Grrel C, Fvier A. A double-blind, plcebo-controlled rndomized clinicl tril of lph-tocopherol (vitmin E) in the tretment of myotrophic lterl sclerosis. Amyotroph Lterl Scler Other Motor Neuron Disord 2001; 2: Cudkowicz ME, Shefner JM, Schoenfeld DA, et l. A rndomized, plcebo-controlled tril of topirmte in myotrophic lterl sclerosis. Neurology 2003; 61: Miller RG, Moore DH 2nd, Gelins DF, et l. Phse III rndomized tril of gbpentin in ptients with myotrophic lterl sclerosis. Neurology 2001; 56: Beghi E, Chio A, Inghilleri M, et l. A rndomized controlled tril of recombinnt interferon bet-1 in ALS. Neurology 2000; 54: Bensimon G, Lcomblez L, Meininger V. A controlled tril of riluzole in myotrophic lterl sclerosis. N Engl J Med 1994; 330: Lcomblez L, Bensimon G, Leigh PN, Guillet P, Meininger V. Dose-rnging study of riluzole in myotrophic lterl sclerosis. Lncet 1996; 347: Miller RG, Mitchell JD, Lyon M, Moore DH. Riluzole for myotrophic lterl sclerosis (ALS)/motor neuron disese (MND). Cochrne Dtbse Syst Rev Jn 24;(1):CD NICE - Ntionl Institute for Clinicl Excellence. Guidnce on the use of riluzole (Rilutek) for the tretment of motor neurone disese: technology pprisl guidnce 20, Jnury Avilble from: Mitchell JD, O'Brien MR, Joshi M. Audit of outcomes in motor neuron disese (MND) ptients treted with riluzole. Amyotroph Lterl Scler Other Motor Neuron Disord 2006; 7: Hutchison TA & Shbn DR,(Eds): DRUGDEX System. MICROMEDEX, Inc. Greenwood Villge, Colordo (5 - [2000]) 39. USP DI Informtion for Helth Cre Professionl. 20ed. Englewood. Micromedex Inc v.1 TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABILIDA- DE RILUZOL Eu, (nome do() pciente), declro ter sido informdo() clrmente sobre os benefícios, riscos, contr-indicções e principis efeitos dversos relciondos o uso do medicmento riluzol, indicdo pr o trtmento d esclerose lterl miotrófic. Os termos médicos me form explicdos e tods s minhs dúvids form resolvids pelo médico (nome do médico que prescreve). Assim declro que: Fui clrmente informdo(), de que o medicmento que psso receber pode trzer s seguintes melhoris: - umento do tempo de sobrevid. Fui tmbém clrmente informdo respeito ds seguintes contr-indicções, potenciis efeitos dversos e riscos: - não se sbe o certo os riscos do uso deste medicmento n grvidez, portnto, cso engrvide, devo visr imeditmente o meu médico; - os efeitos dversos incluem frquez, sono, náuses, vômitos, dirréi, dor n brrig, formigmentos lterção ns enzims do fígdo, dor de cbeç, umento dos btimentos do corção, diminuição ds céluls brncs (diminuição ds defess) e vermelhs (nemi) do sngue. - contr-indicdo em pcientes com hipersensibilidde o riluzol ou os componentes d fórmul e queles com problems no fígdo. Estou ciente de que este medicmento somente pode ser utilizdo por mim, comprometendo-me devolvê-lo cso não queir ou não poss utilizá-lo ou se o trtmento for interrompido. Sei tmbém que continurei ser tendido, inclusive em cso de eu desistir de usr o medicmento. Autorizo o Ministério d Súde e s Secretris de Súde fzer uso de informções reltivs o meu trtmento, desde que ssegurdo o nonimto. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Locl: Dt: Nome do pciente: Crtão Ncionl de Súde: Nome do responsável legl: Documento de identificção do responsável legl: Assintur do pciente ou do responsável legl Médico Responsável: CRM: UF: Assintur e crimbo do médico Dt: Observção: Este Termo é obrigtório o se solicitr o fornecimento de medicmento do Componente de Medicmentos de Dispensção Excepcionl (CMDE) e deverá ser preenchido em dus vis, ficndo um rquivd n frmáci e outr entregue o usuário ou seu responsável legl. pelo código CONSULTA PÚBLICA 5, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo importânci do ppel que desempenhm os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics pr melhori d qulidde d tenção à súde, pr prescrição segur e eficz, pr tulizção e democrtizção do conhecimento, pr melhori d qulidde d informção prestd os doentes e pr melhori dos processos gerenciis dos progrms ssistenciis; Considerndo necessidde de se estbelecer critérios de dignóstico e trtmento de enfermiddes, observndo étic e tecnicmente prescrição médic, e promover o uso rcionl dos medicmentos pr o trtmento de doençs por meio de regulmentção de indicções e esquems terpêuticos; Considerndo que os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics são resultdo de consenso técnico-científico e são formuldos dentro de rigorosos prâmetros de qulidde, precisão de indicção e posologi; Considerndo necessidde de estbelecer mecnismos de compnhmento de uso e de vlição de resultdos, grntindo ssim prescrição segur e eficz; Considerndo necessidde de se promover mpl discussão desses Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics, possibilitndo prticipção efetiv, n su formulção, d comunidde técnico-científic, ssocições médics, profissionis d súde, ssocições de pcientes, usuários e gestores do Sistem Único de Súde (SUS) e d populção em gerl; Considerndo necessidde de tulizr o Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics hipoprtireoidismo, estbelecido pel Portri SCTIE/MS nº 71, de 01 de novembro de 2006; e Considerndo Portri SAS/MS nº 375, de de novembro de 2009, que prov o roteiro ser utilizdo n elborção de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics (PCDT), no âmbito d Secretri de Atenção à Súde - SAS, resolve: Art. 1º Submeter à Consult Públic o PROTOCOLO CLÍ- NICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS - HIPOPARATIREOIDIS- MO, constnte do Anexo deste Ato e o Termo de Esclrecimento e Responsbilidde dele integrnte. Prágrfo único. O Protocolo Clínico e o Termo de Esclrecimento e Responsbilidde, de que trt este Artigo, encontrmse disponíveis, tmbém, no sítio: - legislção. Art. 2º Estbelecer o przo de 30 (trint) dis, contr d dt d publicção dest Consult Públic, pr que sejm presentds sugestões, devidmente fundmentds, reltivs o Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics de que trt o Art. 1º dest Consult Públic. 1º As sugestões devem ser encminhds, exclusivmente, pr o seguinte endereço eletrônico: [email protected], especificndo o número d Consult Públic e o nome do Protocolo no título d mensgem; 2º As sugestões envids deverão, obrigtorimente, estr fundmentds em: e I. Estudos Clínicos de fse III - relizdos no Brsil ou exterior; e II. Met-nálises de Ensios Clínicos. Art. 3º Determinr que Secretri de Atenção à Súde - Deprtmento de Atenção Especilizd coordene vlição ds proposições presentds, elborndo versão finl consolidd do Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics or submetido à Consult Públic. Prágrfo único: O novo Protocolo pssrá vigorr em todo território ncionl depois d devid provção e publicção por meio de Portri específic. Art. 4º Est Consult Públic entr em vigor n dt de su publicção. ALBERTO BELTRAME ANEXO PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS H I P O PA R AT I R E O I D I S M O CARBONATO DE CÁLCIO, ALFACALCIDOL, CALCI- TRIOL 1. METODOLOGIA DE BUSCA DA LITERATURA Relizd busc n bse de ddos Medline/Pubmed, utilizndo-se os termos "Hypoprthyroidism"[Mesh] e "Dignosis"[Mesh] e "Therpeutics"[Mesh], e restringindo-se pr rtigos em humnos, resultou em 120 rtigos. Busc n mesm bse de ddos, utilizndo-se estrtégi de busc "Hypoprthyroidism"[Mesh] restringindo-se pr Metnálises e Ensios Clínicos Rndomizdos, resultou em outros 15 rtigos. Todos os rtigos form revisdos e os identificdos como sendo de interesse pr elborção do protocolo, incluídos no texto. Os A busc foi feit n dt de 23/09/2009, sem limite de dt estbelecid. 2. INTRODUÇÃO Em seres humnos, o metbolismo do cálcio é controldo pels ções direts e indirets do hormônio d prtireóide (PTH) e d vitmin D sobre rins, trto digestivo e ossos (1). O PTH, um molécul de 84 minoácidos secretd pels glânduls prtireóides, é o principl hormônio no controle dos níveis circulntes de cálcio (1, 2). O Hipoprtireoidismo, crcterizdo pel diminuição d liberção de PTH pels prtireóides, mnifest-se trvés dos sinis e sintoms d hipoclcemi (1, 2). A cus mis freqüente de Hipoprtireoidismo é o trum cirúrgico, em cirurgi de tireóide, prtireóide e neoplsis de cbeç e pescoço, podendo ser, nestes csos, trnsitório ou definitivo (1). No período pós-opertório de cirurgis de tireóide o Hipoprtireoidismo trnsitório é cerc de 20 vezes mis freqüente que o definitivo (3). Doençs utoimunes ds prtireóides são segund cus mis freqüente de Hipoprtireoidismo, incluindo dentre ests Síndrome Poliglndulr Autoimune tipo I, que se crcteriz pel ssocição de insuficiênci drenl e cndidíse mucocutâne crônic o Hipoprtireoidismo (4, 5). Outrs cuss menos freqüentes são doençs genétics (6), doençs infiltrtivs (1), doençs de depósito (7-9), lesão por irrdição (1) e idiopátic (). O Hipoprtireoidismo ind pode ser decorrente de hipomgnesemi (11) ou hipermgnesemi (12), sendo nesses csos chmdo de Hipoprtireoidismo funcionl, pois é reversível com correção d mgnesemi (1). Já o pseudohipoprtireoidismo ou resistênci tecidul ção do PTH é um doenç hereditári rr, que se crcteriz por hipoclcemi e níveis normis ou ltos de hormônio d prtireóide (1, 2). Não existem ddos epidemiológicos brsileiros de incidênci ou prevlênci dest doenç. As mnifestções clínics d hipoclcemi gud incluem espsmos musculres, tetni, prestesis e convulsões (1). O eletrocrdiogrm pode mostrr lterções d repolrizção ventriculr e umento do intervlo QT. O Hipoprtireoidismo crônico pode determinr ctrt, clcificção em núcleos d bse no sistem nervoso centrl, com conseqüentes sintoms extrpirmidis e retrdo mentl. 3. CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE (CID-) - E Hipoprtireoidismo idiopático - E PseudoHipoprtireoidismo - E Outro Hipoprtireoidismo - E Hipoprtireoidismo pós-procedimento 4. DIAGNÓSTICO 4.1 CLÍNICO As mnifestções clínics no Hipoprtireoidismo são decorrentes d hipoclcemi. A presenç de umento d excitbilidde neuromusculr pode ser vlid no exme clínico pel presenç dos sinis de Trousseu e Chvostek. O sinl de Trousseu consiste no espsmo crpl, isto é, flexão do pulso e rticulções metcrpoflngens, extensão ds rticulções interflngens distis e proximis, e dução do polegr e dedos, em respost à compressão do brço por meio de esfigmomnômetro insufldo 20 mmhg cim d pressão sistólic durnte 3 minutos. O sinl de Chvostek é menos específico de hipoclcemi, pois pode ocorrer em 15% ds pessos normoclcêmics e consiste no desencdemento de espsmos dos músculos fciis em respost à percussão do nervo fcil n região zigomátic. A históri de cirurgi cervicl ou presenç de cictriz de tireidectomi no pescoço são indictivos de Hipoprtireoidismo póscirúrgico (1). Já presenç de insuficiênci drenl ou de cndidíse mucocutâne crônic sugere o dignóstico de Síndrome Poliglndulr Autoimune tipo I (1, 4, 5, 13). 4.2 LABORATORIAL A vlição inicil deve ser feit com dosgem de cálcio totl ou iônico. Pr corret interpretção do cálcio totl, seu vlor deve ser corrigido pr lbumin no soro: pr cd 1g/dL de lbumin bixo de 4g/dL, deve-se dicionr 0,8mg/dL à medid do cálcio totl. Após identificção de hipoclcemi, PTH, fósforo e mgnésio no soro e clciúri em 24 hors devem ser solicitdos (4). Os chdos lbortoriis típicos no pciente com Hipoprtireoidismo são PTH bixo ou indetectável (<15pg/mL), cálcio bixo (<8mg/dL) e fósforo umentdo (>5,0mg/dL). Como já comentdo, hipomgnesemi (11) ou hipermgnesemi (12) podem induzir Hipoprtireoidismo funcionl, crcterizdo por diminuição d secreção e por resistênci tecidul à ção do PTH, que resolve com correção dos níveis de mgnésio. 5. CRITÉRIOS DE INCLUSÃO Indivíduos com dignóstico lbortoril de Hipoprtireoidismo, definido como cálcio totl, corrigido pr lbuminemi <8mg/dL ou cálcio iônico <4mg/dL, ssocido à PTH sérico <15pg/mL. 6. CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO - Pcientes com Hipoprtireoidismo trnsitório ou funcionl que tenhm normlizdo função ds prtireóides; - Pcientes com hipo ou hipermgenesemi, conforme item 4.2; - Hipersensibilidde ou intolerânci os medicmentos preconizdos neste protocolo. 7. CASOS ESPECIAIS Pcientes com resistênci à ção do PTH, condição chmd de pseudohipoprtireodismo, devem ser incluídos neste protocolo, e eles se plicm os mesmos princípios do trtmento do Hipoprtireoidismo (3). Sugere-se como critério dignóstico de pseudohipoprtireoidismo dosgem séric de cálcio totl, corrigido pr lbumin, <8mg/dL ou cálcio iônico <4mg/dL, ssocido fósforo >5mg/dL e PTH norml ou umentdo. O trtmento de mulheres com Hipoprtireoidismo durnte gestção e período puerperl requer cuiddos especiis. O principl risco pr o feto de gestntes com Hipoprtireoidismo ou pseudohipoprtireoidismo é o desenvolvimento de hiperprtireoidismo secundário e desminerlizção ósse (14). A vitmin D sintétic 1lf-hidroxild com mior experiênci de uso durnte gestção é o clcitriol. Ao longo d gestção há necessidde de umento d dose do clcitriol pr mnutenção dos níveis de cálcio no limite inferior d normlidde (14). Após o prto, s necessiddes de clcitriol retornm pr o ptmr pré-gestcionl. 8. TRATAMENTO O trtmento do Hipoprtireoidismo tem por objetivo evitr complicções guds e crônics d hipoclcemi. O Hipoprtireoidismo ssocido à hipoclcemi grve, que se mnifest com tetni,

51 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN convulsões ou prolongmento do intervlo QT no eletrocrdiogrm, deve ser trtdo emergencilmente, nível hospitlr, com dministrção intrvenos de gluconto ou cloreto de cálcio. O trtmento de mnutenção do Hipoprtireoidismo consiste n correção d clcemi trvés d dministrção de cálcio e vitmin D sintétic 1lfhidroxild por vi orl (1, 2). No Hipoprtireoidismo, dministrção de forms tivs d vitmin D se fz necessári um vez que o PTH, principl estímulo pr conversão renl de 25-hidroxivitmin D em 1,25-dihidroxivitmin D, não está presente. A vitmin D tiv tem ppel importnte n bsorção gstrointestinl de cálcio. Logo que form sintetizdos, os metbólitos 1lf-hidroxildos d vitmin D 3 pssrm ser utilizdos no trtmento do Hipoprtireoidismo, sendo s evidêncis de benefício provenientes de séries de csos, não hvendo estudos comprdos contr plcebo (15, 16). As forms de vitmin D sintétic 1lf-hidroxild disponíveis no Brsil pr o trtmento do Hipoprtireoidismo são o lfclcidol (1lf-hidroxivitmin D 3), que necessit ser hidroxildo no crbono 25 no fígdo, ntes de se tornr o metbólito tivo 1,25- dihidroxivitmin D 3; e o clcitriol (1,25-dihidroxivitmin D 3), form já tiv que não precis ser tivd pr ter efeito (17). A comprção do lfclcidiol com o clcitriol mostrou que mbs s forms de vitmin D sintétic 1lf-hidroxild são efetivs e presentm perfil de segurnç comprável no trtmento do Hipoprtireoidismo (18). Com bo bsorção por vi orl, o clcitriol e o lfclcidol começm ter efeito cerc de 1-2 dis depois de ingeridos (1). Circulm ligdos proteíns (99,9%) tendo efeito por cerc de 3-5 dis pós ingestão (1, 17). Nos pcientes com Hipoprtireoidismo trtdos com cálcio e vitmin D sintétic 1lf-hidroxild, um dos efeitos indesejdos é o desenvolvimento de hiperclciúri, pois o PTH tem efeito nticlciúrico (1, 19). Nesses csos, limitção d ingestão de sódio, o uso de diuréticos tizídicos, ou redução ns doses de cálcio ou vitmin D sintétic 1lf-hidroxild podem ser necessáris (1, 2). Esss medids tmbém podem ser utilizds no inicio do trtmento pr prevenir hiperclciúri (1). 8.1 FÁRMACOS Crbonto de cálcio: comprimidos de 500mg Crbonto de cálcio + vitmin D: comprimidos de 500mg + 400UI Alfclcidol: cápsuls de 0,25mcg e 1mcg. Clcitriol: cápsul de 0,25mcg. 8.2 ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO Alfclcidol: dose inicil de 0,5mcg, por vi orl, 1 vez o di, com juste subseqüente de cordo com clcemi. A dose de mnutenção é gerlmente de 0,5 6mcg o di em 1 ou 2 dministrções (1, 18). Clcitriol: dose inicil de 0,25mcg, vi orl, 1 vez o di, com juste subseqüente de cordo com clcemi. A dose de mnutenção é gerlmente de 0,25 3mcg o di em 1 ou 2 dministrções (1, 18). Crbonto de cálcio: dose usul é de 2 6 g o di, vis orl, em 2 6 dministrções, com pelo menos 3 dministrções, juntmente com s refeições (1). 8.3 TEMPO DE TRATAMENTO O trtmento deve ser mntido por tod vid. 8.4 BENEFÍCIOS ESPERADOS O trtmento do Hipoprtireoidismo tem por objetivo melhorr os sintoms de hipoclcemi, evitr complicções guds e crônics d hipoclcemi, e prevenir complicções oriunds do trtmento com cálcio e vitmin D 1lf-hidroxild. 9. M O N I TO R I Z A Ç Ã O O objetivo do trtmento é mnter o cálcio totl no soro no limite inferior d normlidde, isto é, entre 8 e 8,5mg/dL (1). Tenttivs de mnter o cálcio em níveis mis elevdos gerlmente não trzem benefício, e ocsionm hiperclciúri, que pode levr nefroclcinose, nefrolitíse e insuficiênci renl crônic (19). Em pcientes com hiperclciúri persistente, isto é, clciúri > 300mg/24 hors ou > 4mg/kg de peso/24 hors, devem ser inicids medids terpêutics pr limitá-l, como redução d ingestão de sódio, prescrição de diuréticos tizídicos, ou redução ns doses de cálcio ou vitmin D sintétic 1lf-hidroxild (1). No compnhmento dos pcientes com Hipoprtireoidismo, dosgens sérics de cálcio e fósforo e de cretinúri e clciúri em 24 hors devem ser relizdos regulrmente (1). No início do trtmento sugere-se que os exmes sejm relizdos com periodicidde de 7 14 dis, sendo o intervlo ds consults espçdo progressivmente. Qundo s doses dos medicmentos estiverem justds, o compnhmento pode ser feito cd 3 6 meses (16).. ACOMPANHAMENTO PÓS-TRATAMENTO O trtmento deve ser contínuo o longo d vid, com intervlo entre consults levndo em considerção os ddos clínicos, e com relizção de exmes lbortoriis conforme sugerido no item Monitorizção. 11. REGULAÇÃO/CONTROLE/AVALIAÇÃO PELO GES- TO R O trtmento dos pcientes com hipoprtireoidismo deve ser relizdo em serviços especilizdos de endocrinologi. 12. TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABI- LIDADE - TER É obrigtóri cientificção do pciente, ou de seu responsável legl, dos potenciis riscos e efeitos colteris relciondos o uso dos medicmentos preconizdos neste Protocolo, o que deverá ser formlizdo por meio d ssintur de Termo de Esclrecimento e Responsbilidde. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Shobck D. Clinicl prctice. Hypoprthyroidism. N Engl J Med Jul 24;359(4): Mrx SJ. Hyperprthyroid nd hypoprthyroid disorders. N Engl J Med Dec 21;343(25): Asri R, Pssler C, Kczirek K, Scheub C, Niederle B. Hypoprthyroidism fter totl thyroidectomy: prospective study. Arch Surg Feb;143(2):132-7; discussion Husebye ES, Perheentup J, Rutem R, Kmpe O. Clinicl mnifesttions nd mngement of ptients with utoimmune polyendocrine syndrome type I. J Intern Med My;265(5): Shikm N, Nusspumer G, Hollnder GA. Clering the AIRE: on the pthophysiologicl bsis of the utoimmune polyendocrinopthy syndrome type-1. Endocrinol Metb Clin North Am Jun;38(2):273-88, vii. 6. Thkker RV. Genetics of endocrine nd metbolic disorders: prthyroid. Rev Endocr Metb Disord Mr;5(1): Crpenter TO, Crnes DL, Jr., Anst CS. Hypoprthyroidism in Wilson's disese. N Engl J Med Oct 13;309(15): Toumb M, Sergis A, Knris C, Skordis N. Endocrine complictions in ptients with Thlssemi Mjor. Peditr Endocrinol Rev Dec;5(2): de Seze S, Solnic J, Mitrovic D, Mirvet L, Dorfmnn H. Joint nd bone disorders nd hypoprthyroidism in hemochromtosis. Semin Arthritis Rheum Summer;2(1): Goswmi R, Goel S, Tomr N, Gupt N, Lumb V, Shrm YD. Prevlence of clinicl remission in ptients with spordic idiopthic hypoprthyroidism. Clin Endocrinol (Oxf) Jun Cole DE, Qumme GA. Inherited disorders of renl mgnesium hndling. J Am Soc Nephrol Oct;11(): Koontz SL, Friedmn SA, Schwrtz ML. Symptomtic hypoclcemi fter tocolytic therpy with mgnesium sulfte nd nifedipine. Am J Obstet Gynecol Jun;190(6): Betterle C, Dl Pr C, Mntero F, Znchett R. Autoimmune drenl insufficiency nd utoimmune polyendocrine syndromes: utontibodies, utontigens, nd their pplicbility in dignosis nd disese prediction. Endocr Rev. 20 Jun;23(3): Pitkin RM. Clcium metbolism in pregnncy nd the perintl period: review. Am J Obstet Gynecol Jn 1;151(1): Russell RG, Smith R, Wlton RJ, Preston C, Bsson R, Henderson RG, et l. 1,25-dihydroxycholeclciferol nd 1lph-hydroxycholeclciferol in hypoprthyroidism. Lncet Jul 6;2(7871): Mortensen L, Hyldstrup L, Chrles P. Effect of vitmin D tretment in hypoprthyroid ptients: study on clcium, phosphte nd mgnesium homeostsis. Eur J Endocrinol Jn;136(1): Hussler MR, Cordy PE. Metbolites nd nlogues of vitmin D. Which for wht? Jm Feb 12;247(6): Okno K, Furukw Y, Morii H, Fujit T. Comprtive efficcy of vrious vitmin D metbolites in the tretment of vrious types of hypoprthyroidism. J Clin Endocrinol Metb Aug;55(2): Kurokw K. Clcium-regulting hormones nd the kidney. Kidney Int Nov;32(5): TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABILIDA- DE ALFACALCIDOL E CALCITRIOL Eu, (nome do() pciente), declro ter sido informdo() clrmente sobre os benefícios, riscos, contr-indicções e principis efeitos dversos relciondos o uso do medicmento lfclcidol e clcitriol, indicdos pr o trtmento do Hipoprtireoidismo. Os termos médicos me form explicdos e tods s minhs dúvids form resolvids pelo médico (nome do médico que prescreve). Assim declro que: Fui clrmente informdo(), de que o medicmento que psso receber pode trzer s seguintes melhoris: - melhorr os sintoms de cálcio bixo no sngue; - evitr complicções guds e crônics de cálcio bixo no sngue; Fui tmbém clrmente informdo respeito ds seguintes contr-indicções, potenciis efeitos dversos e riscos: - não se sbe o certo os riscos do uso deste medicmento n grvidez, portnto, cso engrvide, não interromp o trtmento e vise imeditmente o médico; - em relção à mmentção segurnç pr o uso dos medicmentos deve ser vlid pelo médico ssistente considerndo riscos e benefícios, visto ser excretdo pelo leite mterno - os efeitos colteris já reltdos pr lfclcidol e clcitriol são os seguintes: umento d quntidde de cálcio no sngue, crcterizd por dor ósse, constipção, dirréi, secur d boc, dor de cbeç, sede intens, umento d freqüênci ou d quntidde de urin, perd do petite, gosto metálico, dor musculr, náuses, vômitos, cnsço e frquez. Efeitos crônicos podem incluir conjuntivite, diminuição d libido, irritbilidde, coceir, infecções do trto urinário, febre lt, umento d pressão rteril, btimentos crdícos irregulres, umento d sensibilidde dos olhos à luz ou irritção, umento dos níveis de fósforo e colesterol no sngue, perd de peso, pncretite e psicose que é o sintom mis rro. - medicmento é contr-indicdo em csos de hipersensibilidde (lergi) conhecid o fármco, umento d quntidde de cálcio e vitmin D e osteodistrofi renl com hiperfosftemi; - o risco d ocorrênci de efeitos dversos ument com superdosgem. Estou ciente de que este medicmento somente pode ser utilizdo por mim, comprometendo-me devolvê-lo cso não queir ou não poss utilizá-lo ou se o trtmento for interrompido. Sei tmbém que continurei ser tendido, inclusive em cso de eu desistir de usr o medicmento. Autorizo o Ministério d Súde e s Secretris de Súde fzer uso de informções reltivs o meu trtmento, desde que ssegurdo o nonimto. Locl: Dt: Nome do pciente: Crtão Ncionl de Súde: Nome do responsável legl: Documento de identificção do responsável legl: Assintur do pciente ou do responsável legl Médico Responsável: CRM: UF: Assintur e crimbo do médico Dt: Observção: Este Termo é obrigtório o se solicitr o fornecimento de medicmento do Componente de Medicmentos de Dispensção Excepcionl (CMDE) e deverá ser preenchido em dus vis, ficndo um rquivd n frmáci e outr entregue o usuário ou seu responsável legl. CONSULTA PÚBLICA 6, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo importânci do ppel que desempenhm os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics pr melhori d qulidde d tenção à súde, pr prescrição segur e eficz, pr tulizção e democrtizção do conhecimento, pr melhori d qulidde d informção prestd os doentes e pr melhori dos processos gerenciis dos progrms ssistenciis; Considerndo necessidde de se estbelecer critérios de dignóstico e trtmento de enfermiddes, observndo étic e tecnicmente prescrição médic, e promover o uso rcionl dos medicmentos pr o trtmento de doençs por meio de regulmentção de indicções e esquems terpêuticos; Considerndo que os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics são resultdo de consenso técnico-científico e são formuldos dentro de rigorosos prâmetros de qulidde, precisão de indicção e posologi; Considerndo necessidde de estbelecer mecnismos de compnhmento de uso e de vlição de resultdos, grntindo ssim prescrição segur e eficz; Considerndo necessidde de se promover mpl discussão desses Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics, possibilitndo prticipção efetiv, n su formulção, d comunidde técnico-científic, ssocições médics, profissionis d súde, ssocições de pcientes, usuários e gestores do Sistem Único de Súde (SUS) e d populção em gerl; Considerndo necessidde de tulizr o Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics - Hipotireoidismo Congênito, estbelecido pel Portri SAS/MS nº 848, de 31 de outubro de 20; e Considerndo Portri SAS/MS nº 375, de de novembro de 2009, que prov o roteiro ser utilizdo n elborção de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics (PCDT), no âmbito d Secretri de Atenção à Súde - SAS, resolve: Art. 1º Submeter à Consult Públic o PROTOCOLO CLÍ- NICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS - HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO - constnte do Anexo deste Ato e o Termo de Esclrecimento e Responsbilidde dele integrnte. Prágrfo único. O Protocolo Clínico e o Termo de Esclrecimento e Responsbilidde, de que trt este Artigo, encontrmse disponíveis, tmbém, no sítio: - legislção. Art. 2º Estbelecer o przo de 30 (trint), dis contr d dt d publicção dest Consult Públic, pr que sejm encminhds sugestões, devidmente fundmentds, reltivs o Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics de que trt o Artigo 1º dest Consult Públic. 1º - As sugestões devem ser encminhds, exclusivmente, pr o endereço eletrônico: [email protected], especificndo o número d Consult Públic e o nome do Protocolo no título d mensgem; e 2º - As sugestões envids deverão, obrigtorimente, estr fundmentds em: I. Estudos Clínicos de fse III - relizdos no Brsil ou exterior; e II. Met-nálises de Ensios Clínicos. Art. 3º Determinr que Secretri de Atenção à Súde - Deprtmento de Atenção Especilizd coordene vlição ds proposições presentds, elborndo versão finl consolidd do Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics or submetido à Consult Públic. Prágrfo único: O novo Protocolo pssrá vigorr em todo território ncionl depois d devid provção e publicção por meio de Portri específic. Art. 4º Est Consult Públic entr em vigor n dt de su publicção. ALBERTO BELTRAME

52 52 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 ANEXO PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO LEVOTIROXINA 1. METODOLOGIA DE BUSCA DA LITERATURA Relizd busc n bse de ddos Pubmed, utilizndo-se estrtégi de busc com os termos "Congenitl Hypothyroidism"[Mesh] e "Dignosis"[Mesh]) e "Therpeutics"[Mesh], e restringindo-se pr rtigos em humnos, crinçs e publicdos nos últimos nos, resultou em 25 rtigos. Todos os rtigos form revisdos e identificdos como sendo de interesse pr elborção do protocolo, incluídos no texto. Tmbém form consultdos livrostexto de endocrinologi. 2. INTRODUÇÃO A tireóide é um ds miores glânduls endócrins, tendo como função sintetizr os hormônios tireoidinos essenciis pr o desenvolvimento e crescimento dos diversos órgãos e sistems em humnos Ȯ principl hormônio produzido pel tireóide é tiroxin (T 4). No entnto, o hormônio metbolicmente tivo é triiodotironin (T 3), que é produzido, principlmente, trvés d desiodção do T 4 em tecidos periféricos. Apens 20% d produção de T 3 é proveniente d tireóide. A função tireoiden é controld bsicmente por três mecnismos: 1. Eixo hipotálmo - hipófise - tireóide: estímulo hipotlâmico trvés do Hormônio Liberdor d Tireotrofin (TRH) que tu n síntese e liberção do Hormônio Estimuldor d Tireóide (TSH) pel hipófise nterior, o qul, por su vez, promove síntese e secreção de hormônios tireoidenos; 2. Efeito de retro-limentção dos hormônios tireoidinos sobre hipófise e hipotálmo; 3. Autoregulção d síntese hormonl pel glândul tireóide, de cordo com disponibilidde de iodo inorgânico; O hipotireoidismo refere-se à diminuição ou usênci de hormônios tireoidinos e se crcteriz por diminuição dos níveis séricos de T 4 e T 3, podendo ser clssificdo em: - Primário - qundo deficiênci hormonl se deve incpcidde, prcil ou totl, d glândul tireóide de produzir hormônios tireoidenos; - Centrl - qundo há deficiênci de hormônios tireoidenos por flt de estímulo do TSH hipofisário ou do TRH hipotlâmico. O hipotireoidismo congênito tem incidênci vriável, ocorrendo de 1:1.800 (1) 1:.000 (2) nscidos-vivos, n Gréci e n Frnç, respectivmente. No Brsil, incidênci reltd de proximdmente 1 cso pr cd nscidos-vivos (3). Ns regiões não deficientes em iodo (como no Brsil), s principis cuss de hipotireoidismo congênito são: ectopi tireoiden (~60%), genesi tireoiden (~15%), e deficiênci n síntese hormonl (~15%) (4). Os csos de hipotireoidismo congênito centrl são mis rros, ocorrendo em cerc de 1: :0.000 nscidos vivos (5), sendo dignosticdos com bse n ferição do T 4 em conjunto com TSH. O Progrm Ncionl de Trigem Neontl desenvolvido pelo Ministério d Súde em prceri com s Secretri de Súde dos Estdos, Distrito Federl e dos Municípios (Portri n 822/GM, de 06 de junho de 2001), reliz detecção do hipotireoidismo congênito trvés d dosgem do TSH sérico em ppel filtro. A importânci do progrm se justific, um vez que qundo não dignosticds e trtds precocemente, crinçs com hipotireoidismo congênito presentm desenvolvimento mentl e crescimento serimente fetdos (6), sendo que o comprometimento d cpcidde intelectul pode ser irreversível. O prognóstico depende, fundmentlmente, do tempo decorrido pr instituição trtmento, d severidde do hipotireoidismo, e d mnutenção dos níveis hormonis dentro d normlidde. Hipotireoidismo trnsitório pode ocorrer, devido o trtmento ds mães durnte grvidez com iodetos, substâncis ntitireoidens ou iodo rdiotivo (6). 3. CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE (CID-) - E03.0 Hipotireoidismo congênito com bócio difuso - E03.1 Hipotireoidismo congênito sem bócio 4. DIAGNÓSTICO 4.1 CLÍNICO O hipotireoidismo congênito pode presentr-se com hipotoni musculr, dificuldde respirtóri, cinose, icteríci prolongd, constipção, hipotermi, brdicrdi, nemi, sonolênci excessiv, livedo reticulris, choro rouco, hérni umbilicl, lrgmento de fontnels, mixedem, sopro crdíco, mcroglossi, dificuldde n limentção, deficiente crescimento pôndero-estturl, trso n dentição, retrdo n mturção ósse, pele sec e sem elsticidde, trso de desenvolvimento neuropsicomotor e retrdo mentl. No entnto, s mnifestções clínics do hipotireoidismo congênito são n su miori trdis, devendo o dignóstico precoce ser relizdo trvés de trigem neontl. 4.2 LABORATORIAL Trigem neontl é relizd, conforme Portri GM/MS n 822, de 06 de junho de 2001, por meio de: - Medid do TSH em mostr de sngue colhid em ppel filtro (Teste do Pezinho), seguid de medid do T 4 (totl ou livre) em mostr de soro qundo o TSH é superior 20mUI/L por rdioimunoensio ou superior 15mUI/L por ensios imunométricos. Os níveis de TSH de crinçs não fetds são mis ltos durnte os primeiros 3 dis pós o nscimento (podendo, nesse período, gerr dignósticos flso-positivos), normlizndo pós o 4 di de vid; - Alterntivmente, pode ser relizd medid de T 4 em mostr de ppel filtro (que deverá presentr vlor superior 6mcg/dL), seguid de medid de TSH qundo o T 4 for bixo. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS pelo código No Progrm de Trigem Neontl, os resultdos de rstremento positivos, devem sempre ser seguidos de dosgem de T 4 (totl e livre) e TSH em mostr de sngue venoso, obtid com mior brevidde possível, pr confirmção dignóstic. A relizção dos exmes nest seqüênci permite detecção d miori dos csos. Estudo recente sugere que utilizção do ponto de corte de TSH de mui/l no Teste do Pezinho, ument sensivelmente identificção de pcientes com hipotireoidismo congênito (7). Pr que sej determind etiologi do hipotireoidismo, que n miori ds vezes (~90%) é primário, está indicd relizção de exmes de ultrssonogrfi ou cintilogrfi d tireóide (6). A relizção destes exmes não deve retrdr o início d terpi de reposição hormonl. A determinção d cus do hipotireoidismo deve ser postergd pr pós os três nos de vid d crinç, qundo suspensão d levotiroxin pode ser feit e investigção complementd. Nos csos mis rros, de hipotireoidismo centrl (etiologi secundári ou terciári), vlição com teste funcionl de estímulo com TRH pode ser necessári. 5. CRITÉRIOS DE INCLUSÃO Apresentr dignóstico de hipotireoidismo congênito confirmdo por exmes lbortoriis (TSH>15mUI/L e T 4 totl ou livre normis-bixos). 6. CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO Pcientes com TSH norml, com T 4 totl bixo do vlor de referênci, que presentm vlores de proteín crredor de hormônios tireoidenos (TBG - Thyroxine Binding Globulin) bixo do vlor de referênci, o que signific um resultdo flso positivo de hipotireoidismo, um vez que redução d TBG lev dosgens bixs de T 4 totl no soro. Nestes csos, o dignóstico deve ser confirmdo trvés d dosgem de T 4 livre. Pciente com intolerânci o uso do medicmento. 7. CENTRO DE REFERÊNCIA (CR) Conforme já definido n Portri GM/MS n 822, de 06 de junho de 2001, Serviços de Referênci em Trigem Neontl/Acompnhmento e Trtmento de Doençs Congênits Tipo I, II ou III - onde se inclui o hipotireoidismo congênito - são os responsáveis pel relizção d trigem dos pcientes ssim como seu trtmento e compnhmento. 8. TRATAMENTO O hipotireoidismo congênito é um ds principis cuss preveníveis de retrdo mentl. Mesmo se dignosticdo precocemente, se não trtdo e compnhdo de form dequd, complicções irreversíveis, como prejuízos no desenvolvimento mentl e crescimento podem ocorrer. Ensio clínico de trtmento de hipotireoidismo congênito, vlindo como desfecho desenvolvimento mentl e psicomotor (trvés do Teste de Byley, com e os 30 meses de vid), comprou trtmento de hipotireoidismo congênito precoce (ntes dos 13 dis de vid) ou trdio (depois dos 13 dis de vid), e utilizção de dose elevd (>9,5mcg/Kg/di) ou bix (<9,5mcg/Kg/di) de levotiroxin, formndo ssim qutro grupos comprtivos (9). Este estudo demonstrou que, em pcientes com hipotireoidismo congênito grve, pens o trtmento precoce com doses elevds de levotiroxin resultou em desenvolvimento mentl e psicomotores normis (9). Em pcientes com hipotireoidismo leve, pens o grupo com trtmento trdio e com dose bix de levotiroxin não resultou em escores de desenvolvimento mentl e psicomotores normis (9). Este estudo sugere que instituição de trtmento precoce, e com dose elevd de levotiroxin prece ser o trtmento mis dequdo pr pcientes com hipotireoidismo congênito (). 8.1 FÁRMACOS As presentções comerciis disponíveis no SUS de levotiroxin são: comprimidos de 25, 50 e 0mcg. 8.2 ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO Com bo bsorção por vi orl, e com mei-vid de proximdmente 7 dis, levotiroxin é dministrd em dose únic diári. Até o momento, não foi demonstrdo qulquer vntgem d dição de T 3 o trtmento com levotiroxin no hipotireoidismo congênito (11). A dose de levotiroxin vri de cordo com idde e peso corporl do pciente (6, 8). As crinçs mis jovens necessitm de doses miores que crinçs miores e que dultos (Tbel 1). Em neontos, o trtmento inici-se com doses de -15mcg/Kg/di (6). O trtmento inicil do hipotireoidismo congênito, com doses elevds de levotiroxin (proximdmente 50mcg o di pr neontos) proporcion normlizção rápid dos exmes de função tireoiden, sem crretr risco pr os pcientes (12, 13). A dose de levotiroxin deve ser justd periodicmente de cordo com os controles lbortoriis (ver Monitorizção)(6). Qudro 1. Dose de reposição de levotiroxin. Idde Dose (mcg/kg/di) 0-28 dis meses meses nos nos nos 3-4 Adultos TEMPO DE TRATAMENTO O trtmento deve ser mntido por tod vid. Nos csos em que há suspeit de hipotireoidismo neontl trnsitório, pós os três nos de idde, o trtmento pode ser suspenso por curto período de tempo com o objetivo de revlir função tireoiden. 8.4 BENEFÍCIOS ESPERADOS O trtmento do hipotireoidismo congênito lev recuperção do gnho pondero-estturl e melhor do desenvolvimento neuropsicomotor (6). Os benefícios são miores qundo o trtmento é inicido precocemente e com doses dequds de levotiroxin (9). 9. MONITORIZAÇÃO O compnhmento dos pcientes deve-se incluir vlição clínic do desenvolvimento pôndero-estturl e neuropsicomotor, e controle lbortoril de função tireoiden. O trtmento é monitorizdo lbortorilmente por meio d determinção ds concentrções plsmátics de TSH e seu objetivo é ssegurr crescimento e desenvolvimento dequdos, mntendo os vlores de TSH dentro dos vlores de referênci (idelmente entre 0,5-2,0 mu/l). A freqüênci d monitorizção deve ser bsed em ddos clínicos e lbortoriis, conforme sugerido n Qudro 2 (6). Qudro 2. Monitorizção lbortoril. 2 4 semns pós inicir trtmento com levotiroxin A cd 1-2 meses nos primeiros 6 meses de vid A cd 3-4 meses dos 6 meses os 3 nos de vid A cd 6-12 meses pós os 6 nos de vid Em qutro semns pós qulquer mudnç n dose. ACOMPANHAMENTO PÓS-TRATAMENTO O trtmento deve ser contínuo o longo d vid, com intervlo entre consults levndo em considerção os ddos clínicos, e com relizção de exmes lbortoriis conforme sugerido no item Monitorizção. 11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Skordis N, Toumb M, Svv SC, Erkleous E, Topouzi M, Vogzinos M, et l. High prevlence of congenitl hypothyroidism in the Greek Cypriot popultion: results of the neontl screening progrm J Peditr Endocrinol Metb My;18(5): Gudino R, Grel C, Czernichow P, Leger J. Proportion of vrious types of thyroid disorders mong newborns with congenitl hypothyroidism nd normlly locted glnd: regionl cohort study. Clin Endocrinol (Oxf) Apr;62(4): de Crvlho TM, dos Sntos HP, dos Sntos IC, Vrgs PR, Pedros J. Newborn screening: ntionl public helth progrmme in Brzil. J Inherit Metb Dis Aug;30(4): Devos H, Rodd C, Ggne N, Lfrmboise R, Vn Vliet G. A serch for the possible moleculr mechnisms of thyroid dysgenesis: sex rtios nd ssocited mlformtions. J Clin Endocrinol Metb Jul;84(7): Hnn CE, Krinz PL, Skeels MR, Miyhir RS, Sesser DE, LFrnchi SH. Detection of congenitl hypopituitry hypothyroidism: ten-yer experience in the Northwest Regionl Screening Progrm. J Peditr Dec;9(6): Rose SR, Brown RS, Foley T, Kplowitz PB, Kye CI, Sundrrjn S, et l. Updte of newborn screening nd therpy for congenitl hypothyroidism. Peditrics Jun;117(6): Corbett C, Weber G, Cortinovis F, Clebiro D, Pssoni A, Vigone MC, et l. A 7-yer experience with low blood TSH cutoff levels for neontl screening revels n unsuspected frequency of congenitl hypothyroidism. Clin Endocrinol (Oxf) My Gruters A, Krude H. Updte on the mngement of congenitl hypothyroidism. Horm Res. 2007;68 Suppl 5: Bongers-Schokking JJ, Koot HM, Wiersm D, Verkerk PH, de Muinck Keizer-Schrm SM. Influence of timing nd dose of thyroid hormone replcement on development in infnts with congenitl hypothyroidism. J Peditr Mr;136(3): Fisher DA. The importnce of erly mngement in optimizing IQ in infnts with congenitl hypothyroidism. J Peditr Mr;136(3): Cssio A, Ccciri E, Cicognni A, Dmini G, Missiroli G, Corbelli E, et l. Tretment for congenitl hypothyroidism: thyroxine lone or thyroxine plus triiodothyronine? Peditrics My;111(5 Pt 1): Jones JH, Gellen B, Pterson WF, Beton S, Donldson MD. Effect of high versus low initil doses of L-thyroxine for congenitl hypothyroidism on thyroid function nd somtic growth. Arch Dis Child Nov;93(11): Oerbeck B, Sundet K, Kse BF, Heyerdhl S. Congenitl hypothyroidism: no dverse effects of high dose thyroxine tretment on dult memory, ttention, nd behviour. Arch Dis Child Feb;90(2):132-7.

53 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN CONSULTA PÚBLICA 7, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo importânci do ppel que desempenhm os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics pr melhori d qulidde d tenção à súde, pr prescrição segur e eficz, pr tulizção e democrtizção do conhecimento, pr melhori d qulidde d informção prestd os doentes e pr melhori dos processos gerenciis dos progrms ssistenciis; Considerndo necessidde de se estbelecer critérios de dignóstico e trtmento de enfermiddes, observndo étic e tecnicmente prescrição médic, e promover o uso rcionl dos medicmentos pr o trtmento de doençs por meio de regulmentção de indicções e esquems terpêuticos; Considerndo que os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics são resultdo de consenso técnico-científico e são formuldos dentro de rigorosos prâmetros de qulidde, precisão de indicção e posologi; Considerndo necessidde de estbelecer mecnismos de compnhmento de uso e de vlição de resultdos, grntindo ssim prescrição segur e eficz; Considerndo necessidde de se promover mpl discussão desses Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics, possibilitndo prticipção efetiv, n su formulção, d comunidde técnico-científic, ssocições médics, profissionis d súde, ssocições de pcientes, usuários e gestores do Sistem Único de Súde (SUS) e d populção em gerl; Considerndo necessidde de tulizr o Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics - Osteodistrofi Renl, estbelecido pel Portri SCTIE/MS nº 74, de 01 de novembro de 2006; e Considerndo Portri SAS/MS nº 375, de de novembro de 2009, que prov o roteiro ser utilizdo n elborção de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics (PCDT), no âmbito d Secretri de Atenção à Súde - SAS, resolve: Art. 1º - Submeter à Consult Públic o PROTOCOLO CLÍ- NICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS - OSTEODISTROFIA RE- NAL, constnte do Anexo deste Ato e o Termo de Esclrecimento e Responsbilidde dele integrnte. Prágrfo único. O Protocolo Clínico e o Termo de Esclrecimento e Responsbilidde, de que trt este Artigo, encontrmse disponíveis, tmbém, no sítio: - legislção. Art. 2º - Estbelecer o przo de 30 (trint) dis contr d dt d publicção dest Consult Públic, pr que sejm encminhds sugestões, devidmente fundmentds, reltivs o Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics de que trt o Artigo 1º dest Consult Públic. 1º - As sugestões devem ser encminhds, exclusivmente, pr o endereço eletrônico: [email protected], especificndo o número d Consult Públic e o nome do Protocolo no título d mensgem; e 2º - As sugestões envids deverão, obrigtorimente, estr fundmentds em: I. Estudos Clínicos de fse III - relizdos no Brsil ou exterior; e II. Met-nálises de Ensios Clínicos. Art. 3º Determinr que Secretri de Atenção à Súde - Deprtmento de Atenção Especilizd coordene vlição ds proposições presentds, elborndo versão finl consolidd do Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics or submetido à Consult Públic. Prágrfo único: O novo Protocolo pssrá vigorr em todo território ncionl depois d devid provção e publicção por meio de Portri específic. Art. 4º Est Consult Públic entr em vigor n dt de su publicção. NA. ALBERTO BELTRAME ANEXO PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL OSTEODISTROFIA RENAL ALFACALCIDOL, CALCITRIOL E DESFERROXAMI- 1. METODOLOGIA DE BUSCA Form relizds buscs no Pubmed com os seguintes termos: "Renl Osteodystrophy"[Mesh], "Dignosis"[Mesh] e "Therpeutics"[Mesh]. A busc foi restrit pr rtigos em humnos e com os seguintes tipos: ensio clínico, metnálise e diretrizes. Form revisdos os rtigos resultntes d nálise, bem como s referêncis ds diretrizes tuis. Não foi restrit dt de busc, sendo incluídos rtigos té outubro de Tmbém form consultdos livros-texto de nefrologi e endocrinologi. 2. INTRODUÇÃO A insuficiênci renl crônic (IRC) lev lterções no metbolismo ósseo, com progressão dests lterções com o declínio d função renl. Os níveis de cálcio e fósforo e de seus hormônios reguldores, hormônio d prtireóide (PTH) e clcitriol, são lterdos por múltiplos ftores, ms principlmente pel diminuição d eliminção renl do fósforo com conseqüente hiperfosftemi, pel diminuição d produção do clcitriol pelo rim e pel hipoclcemi resultnte destes dois processos. Ests lterções são mis pronuncids prtir do estágio 3 d IRC (tbel 1). Além dests, ocorre tmbém resistênci o PTH no rim e em tecidos periféricos, hiperprtireoidismo secundário e terciário e lterções n degrdção do PTH 1, 2. O resultdo finl dests lterções é um pdrão lbortoril que compreende hipoclcemi, hiperfosftemi (levndo um pelo código umento do produto cálcio-fósforo) e elevção do PTH (hiperprtireoidismo secundário) 2. A doenç do metbolismo ósseo ssocid IRC tem vários espectros, podendo presentr-se somente com lterções lbortoriis, doenç ósse estbelecid e clcificções extr-esquelétics. O termo osteodistrofi tem sido reservdo pr descrição histológic ds lterções ósses secundáris ests lterções metbólics, sendo um ds possíveis mnifestções dest doenç 1, 2. Por ind ser denomind n CID como osteodistrofi renl este termo será usdo como sinônimo de doenç do metbolismo ósseo ssocid IRC neste protocolo, significndo todo o espectro dest doenç e não somente o chdo histológico. As lterções lbortoriis d doenç do metbolismo ósseo ssocid IRC são encontrds n miori dos pcientes com IRC. Estes pcientes em gerl são ssintomáticos e são dignosticdos por exmes lbortoriis de controle. Estudos observcionis e lguns ddos de estudos de intervenção correlcionm estes chdos com umento do número de frturs, de eventos crdiovsculres e de mortlidde 3-5. O principl componente deste umento de risco prece ser hiperfosftemi 6, porém o próprio trtmento medicmentoso dests lterções tmbém prece ter um ppel 7. A doenç ósse estbelecid pode resultr em frturs, dor e deformiddes ósses. Em crinçs pode se presentr com diminuição d velocidde de crescimento e bix esttur. Ddos de estudos dos EUA mostrm que os pcientes em terpi renl substitutiv(trs) presentm um incidênci de frturs 4,4 vezes mior que populção em gerl 8, 9. Além disso, pcientes com IRC e com frtur de qudril presentm um mortlidde mior, qundo comprdos com pcientes com mesm função renl e perfil crdiovsculr, porém livres de frtur. Os pcientes com IRC podem presentr doenç ósse com umento do remodelmento (osteíte fibros cístic ssocid o hiperprtireoidismo), com diminuição do remodelmento (osteomláci e doenç ósse dinâmic ssocids à deficiênci de vitmin D e supressão excessiv ds prtireóides por lterções metbólics ou ssocids o trtmento) ou um pdrão misto dests dus ctegoris. A doenç ósse dinâmic tmbém pode ter como cus intoxicção por lumínio, porém este tipo de lterção tem diminuído com restrição do uso de quelntes de fósforo com lumínio e melhor d qulidde d águ utilizd n hemodiálise. O pdrão com umento do remodelmento é mis comum em pcientes pré-dilíticos, enqunto o pdrão com diminuição do remodelmento é mis comum nos pcientes em TRS 2. O dignóstico de doenç do metbolismo ósseo ssocid IRC tmbém inclui detecção de clcificções extr-esquelétics, incluindo vsos, vlvs crdícs e miocárdio. Apesr do chdo dest complicção ser preditivo de eventos crdiovsculres, ind não é conhecido o vlor do seu trtmento, bem como relção cus-efeito deste fenômeno 1. No Brsil, segundo censo de 2008, d Sociedde Brsileir de Nefrologi, existem pcientes em TRS. Destes, 33% presentm hiperfosftemi e 25% PTH cim de 300 pg/ml. Em relção o trtmento, cerc de 26% usm vitmin D ou nálogo 11. Entretnto, prevlênci d doenç do metbolismo ósseo ssocido IRC no Brsil não é bem estudd. Um estudo com ddos brsileiros 12 demonstrou que no período entre prevlênci de doenç ósse secundári o hiperprtireoidismo er de 44%, doenç mist, de 23,9%, osteomláci, de 11,7% e doenç ósse dinâmic, de 20,4%. Ests txs presentvm um umento importnte qundo comprds com outros períodos neste mesmo estudo. 3. CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE (CID- ) - N25.0 Osteodistrofi renl 4. DIAGNÓSTICO 4.1 DIAGNÓSTICO CLÍNICO O dignóstico clínico de doenç do metbolismo ósseo ssocid IRC gerlmente é feito em pcientes com doenç vnçd que presentm dores ósses, frturs, frquez musculr, ruptur de tendões, prurido, clcificções extr-esquelétics sintomátics e clcifilxi. Estes pcientes em gerl já estão em TRS e idelmente o dignóstico e o trtmento deverim ter sido feitos previmente ests complicções. 4.2 DIAGNÓSTICO LABORATORIAL O dignóstico lbortoril d osteodistrofi renl é feito em pcientes ssintomáticos, n miori ds vezes. Como s lterções no metbolismo ósseo inicim no estágio 3 d IRC, tulmente recomend-se monitorizr os níveis séricos de cálcio, fósforo, PTH e fosftse lclin em pcientes com doenç renl no estágio 3. Em crinçs, um estudo mostrou que ests lterções inicim-se ntes 13, portnto, recomend-se inicir monitorizção mis cedo, no estágio 2. O dignóstico e posteriores decisões terpêutics devem ser feitos preferivelmente bsedos em pdrões, isto é, medids repetids com lterções semelhntes, do que em medids únics. Deve-se tmbém tentr pr s diferentes metodologis usds pelos lbortórios, que devem fornecer os vlores de referênci pr o seu método. O dignóstico lbortoril de osteodistrofi renl é feito qundo lgum dos componentes do metbolismo ósseo (cálcio, fósforo, PTH) encontr-se lterdo. Os estudos que embsm est condut são estudos observcionis sujeitos vieses, principlmente por incluírem prticmente somente pcientes em TRS 3, 14, 15. Apesr disso, s recomendções tuis são bseds nestes estudos, n fisioptologi e ptogênese d doenç e n plusibilidde biológic 1. A dosgem dos níveis séricos de PTH permite fzer o dignóstico e definir grvidde do hiperprtireoidismo secundário, porém não prediz com precisão o tipo de doenç ósse que o pciente present, principlmente qundo está pouco elevd 16, 17. Níveis de PTH bixo de 0 pg/ml estão ssocidos com presenç de doenç dinâmic enqunto que níveis cim de 450 pg/ml estão tipicmente ssocidos com doenç ósse ssocid o hiperprtireoidismo ou doenç mist. Vlores entre 0 e 450 pg/ml podem estr ssocidos com osso norml ou qulquer um dos pdrões cim 16. A dosgem d fosftse lclin séric tmbém é um mrcdor importnte e, em conjunto com o PTH, pode uxilir no dignóstico ds diferentes forms de doenç ósse ssocid IRC. A combinção de níveis bixos de PTH e de fosftse lclin no soro sugere doenç ósse com bixo remodelmento, enqunto que níveis elevdos têm elevd sensibilidde e especificidde pr doenç com umento de remodelmento ósseo 18. O dignóstico d doenç ósse ssocid IRC e seu subtipo é biópsi ósse d crist ilíc com uso de tetrciclin e nálise histomorfométric 19. Por ser um exme invsivo e pel bo correlção do PTH e d fosftse lclin em predizer s lterções ósses, é recomendd, nest populção, somente em lgums situções especiis, como frturs inexplicds, dor ósse persistente, hiperclcemi inexplicd, hipofosftemi inexplicd, suspeit de toxicidde o lumínio e previmente o uso de bisfosfondos. A densitometri ósse não é recomendd pr estes pcientes, pois não tem vlor nem dignóstico e nem prognóstico nest populção. Em crinçs o compnhmento deve ser feito com medids ntropométrics 1. Pr o dignóstico de clcificções extr-esquelétics recomend-se o uso de rdiogrfi bdominl e ecocrdiogrm. A rdiogrfi simples tmbém pode ser utilizd pr o dignóstico dos outros espectros d doenç, porém tem um sensibilidde bix e present lterções somente qundo doenç já está em fse mis vnçd Ṗr o dignóstico de intoxicção pelo lumínio, recomendse o uso do teste d desferroxmin (DFO) 20. Clinicmente estes pcientes se presentm com osteomláci, dores musculres e ósses, nemi microcític resistente reposição de ferro, hiperclemi e lterções neurológics 19. A dosgem não estimuld de lumínio não prece ser útil pr o dignóstico sendo, portnto, indicd relizção do teste. Existem vários protocolos pr relizção deste, porém o que prece ser mis seguro e efetivo é utilizção de 5 mg/kg de DFO 21. Em um estudo que vliou 77 pcientes em TRS, um nível de PTH < 150 pg/ml ssocido um umento do lumínio sérico mior que 50 µg/l pós infusão d DFO demonstrou sensibilidde de 87% e especificidde de 95% pr detecção de doenç ósse por deposição de lumínio em biópsi ósse 20. O teste é feito com dministrção de DFO n dose de 5mg/kg de peso, um hor ntes do término d sessão de hemodiálise. As mostrs pr dosgem de lumínio são coletds ntes d sessão n qul será feit infusão (bsl) e ntes d próxim sessão de hemodiálise (estimuld). O pdrão ouro pr o dignóstico é biópsi ósse. 5. CRITÉRIOS DE INCLUSÃO 5.1 CRITÉRIOS DE INCLUSÃO PARA O USO DE AL- FACALCIDOL E CALCITRIOL As indicções de trtmento tuis diferem conforme o estágio d IRC. Em pcientes com IRC estágio 3-5 que não estejm em TRS (Tbel 1) que tenhm o PTH cim do limite superior do método devem ser trtdos, inicilmente, pr hiperfosftemi ou hipoclcemi, conforme protocolos específicos. Nos pcientes em que o PTH não é corrigido com ests medids e presentm um umento progressivo do PTH deve ser inicido lfclcidol ou clcitriol. Nos pcientes em TRS, os níveis séricos de PTH devem ser mntidos entre dus nove vezes o limite superior do método utilizdo pr su dosgem 1. Alterções importntes dos níveis séricos de PTH, pr cim ou pr bixo, embor ind dentro desse intervlo, devem ser vlids pr inicir ou modificr trtmento, evitndo que o PTH sérico fique for desse intervlo. A vlição do pciente deve preferencilmente ser feit por nefrologist ou endocrinologist com experiênci nest áre. Tbel 1 - Clssificção em estágios d Insuficiênci Renl Crônic Estágio TFG* (ml/min por Descrição 1,73 m 2 ) 1 > 90 Lesão renl com TFG norml ou umentd Lesão renl com TFG levemente diminuíd TFG moderdmente diminuíd TFG severmente diminuíd 5 < 15 ou TRS Flênci renl * TFG: tx de filtrção glomerulr 5.2 CRITÉRIOS DE INCLUSÃO PARA O USO DE DESFERRO- XAMINA Os pcientes que devem ser submetidos o teste pr o dignóstico de excesso de lumínio são queles que presentm dosgem séric não estimuld de lumínio elevd ( ug/l) ou sinis e sintoms clínicos sugestivos de intoxicção por lumínio. Deve tmbém ser relizdo previmente prtireoidectomi, qundo o pciente tem históri de exposição o lumínio. Pr o trtmento com DFO são elegíveis queles pcientes com dignóstico histológico de doenç ósse dinâmic por depósito de lumínio em biópsi ósse ou dignóstico de intoxicção por lumínio pós teste positivo. 6. CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO Alfclcidol e Clcitriol Os pcientes que presentrem hiperfosftemi (fósforo sérico superior 4,6 mg/dl em pcientes com IRC estágio 3-5 ou superior 5,5 em pcientes em TRS) ou hiperclcemi (cálcio sérico cim do limite superior dos métodos de dosgem) não devem receber lfclcidol ou clcitriol. Nestes pcientes, ests lterções devem ser corrigids com quelntes do fósforo, conforme Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics pr trtmento d hiperfosftemi n IRC 22. Após correção destes distúrbios, estes medicmentos podem ser utilizdos.

54 54 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 Desferroxmin Os pcientes com concentrções de lumínio não estimulds miores que 200 ug/l não devem receber DFO pelo risco de neurotoxicidde. Estes pcientes devem ter seu progrm de TRS intensificdo pr diminuição dos níveis de lumínio ntes de receber DFO. E, reltivmente mbos os medicmentos cim especificdos, pciente com contr-indicção ou intolerânci o uso dos medicmentos propostos no PCDT. 7. TRATAMENTO O trtmento d osteodistrofi renl é bsedo n correção ds lterções do metbolismo ósseo. Pr isto, são utilizdos fármcos pr relizr quelção dos ltos níveis de fósforo, nálogos de vitmin D n su form tiv e cirurgi pr remoção ds glânduls prtireóides. Dentre estes fármcos queles usdos pr o mnejo d hiperfosftemi n IRC estão regulmentdos pelo Ministério d Súde conforme Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics pr trtmento d hiperfosftemi n IRC 22. Portnto, qui serão discutidos o clcitriol, o lfclcidol e desferroxmin. O lfclcidol e clcitriol são usdos em pcientes com IRC estágio 3-5D pr corrigir s lterções no metbolismo ósseo e reduzir o risco de hiperprtireoidismo secundário ou su progressão. O clcitriol é form tiv d vitmin D (1,25-OH 2-vitmin D) e o lfclcidol é um nálogo sintético d vitmin D3 e requer um hidroxilção hepátic pr ser trnsformdo n form tiv d vitmin D (portnto é chmdo de pré-medicmento). Pcientes com IRC estágio 3-5 que não estejm em TRS que tenhm o PTH sérico cim do limite superior do método devem ser trtdos, inicilmente, pr hiperfosftemi, hipoclcemi e deficiênci de vitmin D. Nos pcientes em que o PTH não é corrigido com ests medids e que tenhm um umento progressivo do PTH devem ser inicidos nálogos de vitmin D ou clcitriol. Os dois fármcos disponíveis (clcitriol e lfclcidol) form comprdos com plcebo em ensios clínicos rndomizdos (ECR) 23, 24. O estudo que comprou o clcitriol com plcebo 23 incluiu 30 pcientes com seguimento de 8 meses. Este estudo demonstrou que o clcitriol reduzi os níveis séricos de mrcdores do metbolismo ósseo tnto séricos como de biópsi ósse. No cso do lfclcidol form incluídos 176 pcientes com seguimento de 2 nos. Os pcientes que receberm o trtmento tivo presentrm melhor dos índices bioquímicos e histológicos, qundo comprdos com o grupo plcebo 24. As grndes limitções de todos estes estudos são os seus desfechos lbortoriis ou histomorfométricos e número de pcientes pequenos e outros problems metodológicos, não hvendo estudos com desfechos clínicos como desfecho primário. Os ddos de desfechos clínicos existentes (mortlidde e desfechos crdiovsculres) são decorrentes de ddos de segurnç e não desfechos primários. Portnto, em ECR contr plcebo 23, 24 incluindo pcientes com IRC em estágios 3-5, os nálogos d vitmin D reduzirm os níveis séricos de PTH e melhorrm histologi ósse. Apesr disso, s evidêncis de que estes desfechos lbortoriis resultem em melhores desfechos clínicos ind são frcs. Nos pcientes em TRS, estes medicmentos devem usdos com o objetivo de mnter o PTH sérico proximdmente entre dus nove vezes o limite superior do método utilizdo pr su dosgem. Os níveis recomenddos pelos consensos nteriores 19 não são mis utilizdos, pois não se mostrrm úteis em prevenir s lterções em biópsis ósses 25. Não existem ECRs com desfechos clínicos primários ou secundários vlindo o uso de clcitriol e lfclcidol pr trtmento de hiperprtireoidismo secundário em pcientes em TRS. Um estudo com desfecho de histologi ósse mostrou que o uso de clcitriol retrdou o desenvolvimento de osteíte fibros, ms pode ter contribuído pr o umento de doenç ósse dinâmic 26. Este mesmo estudo mostrou que pcientes em uso de clcitriol, qundo comprdos com plcebo, tinhm um menor nível sérico de PTH, porém presentvm elevção dos níveis séricos de cálcio. O lfclcidol não foi testdo nest populção. Estes dois grupos de pcientes form vlidos em conjunto em um metnálise 27 n qul form incluídos 76 estudos, com 3667 pcientes ( miori deles em TRS). Este estudo mostrou melhores resultdos com os novos nálogos d vitmin D em desfechos lbortoriis. Os desfechos clínicos não puderm ser vlidos pelo pequeno número de pcientes vlidos. Est metnálise presentv um heterogeneidde importnte, que pode comprometer os seus chdos 28. O clcitriol pode ser dministrdo por vi orl ou endovenos. Existem evidêncis pr o uso ds dus formulções 29, não presentndo diferençs com relção desfechos bioquímicos. A metnálise já citd 27 mostrou superioridde d rot endovenos pr supressão do PTH, porém este estudo presentv heterogeneidde significtiv tornndo seus resultdos questionáveis FÁRMACOS - Alfclcidol: cápsuls de 0,25 ug e 1 ug - Clcitriol: cápsuls de 0,25 ug e mpols de 1 ug pr uso intrvenoso - Desferroxmin: frsco-mpol com 500 mg de pó liofilizdo + mpols de 5 ml de águ 8.2. ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO - Alfclcidol Pcientes com IRC gru 3 e 4: dose inicil de 0,25-0,5 ug/di Pcientes com IRC gru 5: dose inicil de 1-2 ug, 3 vezes por semn, pós hemodiálise e 3 vezes por semn em diálise peritonil. -Clcitriol Pcientes com IRC gru 3 e 4: dose inicil de 0,25-0,5 ug/di Pcientes com IRC gru 5: ) Vi orl: 0,25-0,5 ug/di ou 0,5-1 ug, 3 vezes por semn, pós diálise; nos csos de diálise peritonil pode-se utilizr dose de 0,5-1 ug, 2-3 vezes por semn. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS pelo código b) Vi intrvenos: 0,5-2 ug, 3 vezes por semn, pós diálise As doses de lfclcidol e clcitriol serão justds de cordo com os níveis séricos de cálcio e fósforo, com umentos de 0,25 0,5 ug cd 4 semns e de cordo com os níveis séricos de PTH intcto dosdos o menos dus vezes por no. Não existem doses máxims recomendds destes dois medicmentos e dose deve ser reguld pelos níveis séricos de cálcio, fósforo e PTH conforme especificdo n sessão monitorizção. Desferroxmin Pr o teste dignóstico: 5 mg/kg em um hor (vide no item dignóstico). Pr trtmento de intoxicção por lumínio: ) Aumento no lumínio mior que 300 g/l ou efeitos colteris durnte o teste dignóstico: 5 mg/kg um vez por semn por 4 meses. A DFO deve ser dministrd de um hor cinco hors ntes d hemodiálise. Após os 4 meses de terpi deve ser suspens DFO por um mês e repetido o teste dignóstico. b) Aumento entre 50 e 299 g/l e sem efeitos colteris durnte o teste: 5 mg/kg um vez por semn por 2 meses. Nestes csos DFO deve ser dministrd n últim hor d hemodiálise. Após os 2 meses de trtmento deve ser suspens DFO por um mês e repetido o teste. c) Aumento menor do que 50 g/l e sem efeitos colteris: DFO não é dministrd por um mês e então repetido o teste. Se neste teste o umento tmbém for menor que 50 g/l, DFO é suspens por 4 meses e feito novmente o teste pós. Se neste último teste o umento novmente for menor que 50 g/l DFO é suspens em definitivo. Em cd finl de trtmento e novo teste, o pciente deve receber o trtmento conforme o umento observdo no último teste. 8.3 TEMPO DE TRATAMENTO (CRITÉRIOS DE INTER- RUPÇÃO) Os pcientes em uso de lfclcidol ou clcitriol devem ter o trtmento interrompido qundo presentrem níveis séricos de PTH bixo de dus vezes o limite superior do norml ou efeitos dversos (hiperclcemi ou hiperfosftemi) conforme exposto no item monitorizção. Os pcientes em uso de DFO pr trtmento de intoxicção por lumínio devem ter trtmento suspenso qundo presentrem três testes consecutivos com umento do lumínio sérico menor que 50 g/l, conforme exposto no item esquem de dministrção. 8.4 BENEFÍCIOS ESPERADOS Os benefícios esperdos com o lfclcidol e clcitriol são: - normlizção dos prâmetros bioquímicos do metbolismo ósseo; - melhor dos sintoms de osteodistrofi renl; - melhor ds lesões ósses. Estes medicmentos tmbém precem melhorr sobrevid e incidênci de eventos crdiovsculres nos pcientes com IRC, porém este benefício não foi demonstrdo em ECR com bo qulidde metodológic. Os benefícios esperdos com desferroxmin são: - regressão dos sinis e sintoms de intoxicção por lumínio; - melhor d histologi ósse, qundo est for vlid. 9. MONITORIZAÇÃO Inexistem estudos que embsem periodicidde dos exmes lbortoriis pr monitorizção do trtmento. A recomendção tul é de fzer monitorizção bsed ns lterções iniciis (do dignóstico), gru de IRC e trtmento em uso 1. Portnto, recomend-se dosr cálcio e fósforo séricos cd 6-12 meses em pcientes com IRC estágio 3 e PTH sérico dependendo do seu nível inicil e d rpidez d progressão d IRC. Nos pcientes com IRC estágio 4 recomendm-se dosgens sérics de cálcio e fósforo cd 3-6 meses e PTH cd 6-12 meses. Nos pcientes em estágio 5 (incluindo TRS), recomendção é dosr no soro cálcio e fósforo cd 1-3 meses e PTH cd 3-6 meses. Em pcientes que estejm em trtmento pr osteodistrofi renl e que tenhm normliddes identificds nos exmes iniciis ou de monitorizção, é conselhável umentr freqüênci destes exmes pr identificção de pdrões e trtmento de possíveis efeitos dversos. Nos pcientes em TRS o nível de PTH desejdo é 2 9 vezes o limite superior do método utilizdo. Em pcientes que estão em uso de nálogos de vitmin D e que desenvolvm hiperclcemi ou hiperfosftemi, este deve ter su dose reduzid ou ser suspenso. A mesm condut deve ser tomd se o PTH diminuir bixo de dus vezes o limite superior do método. Nos pcientes com IRC em estágio 3 5, no ECR que comprou lfclcidol com plcebo 24 ocorreu hiperclcemi em 14% dos pcientes do grupo do lfclcidol comprdo com 3% do grupo plcebo. No estudo que comprou clcitriol com plcebo 23, oito pcientes do grupo trtmento desenvolverm hiperclcemi, enqunto nenhum pciente do grupo plcebo desenvolveu est complicção. Nos pcientes em TRS, no ECR que comprou clcitriol com plcebo 16% dos pcientes em uso d medicmento tiv desenvolverm hiperclcemi enqunto que est complicção conteceu em 5% dos pcientes em uso de plcebo 26. A DFO está ssocid umento d incidênci de mucormicose. Além disso, é descrit neurotoxicidde visul e uditiv, distúrbios gstrintestinis, hipotensão e nfilxi. Por ests rzões, os pcientes que forem submetidos este trtmento devem ter vlições oftlmológics e otorrinolringológics ntes do início do trtmento e nulmente.. ACOMPANHAMENTO PÓS-TRATAMENTO Os pcientes com dignóstico de doenç do metbolismo ósseo ssocid IRC devem ser trtdos enqunto persistirem s lterções do metbolismo ósseo, muits vezes indefinidmente. Ftores que podem ocsionr resolução dests lterções e possível interrupção do trtmento são o trnsplnte renl e correção de distúrbios metbólicos (hiperfosftemi, intoxicção por lumínio). Por ests rzões, o trtmento deve ser revlido semestrlmente, qundo o pciente estiver em trtmento cronicmente, ou ntes se presentr lgum lterção no qudro clínico ou lbortoril. 11. TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABI- LIDADE - TER É obrigtóri cientificção do pciente, ou de seu responsável legl, dos potenciis riscos, benefícios e efeitos colteris relciondos o uso dos medicmentos preconizdos neste Protocolo, o que deverá ser formlizdo por meio d ssintur de Termo de Esclrecimento e Responsbilidde. 12. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. KDIGO clinicl prctice guideline for the dignosis, evlution, prevention, nd tretment of Chronic Kidney Disese-Minerl nd Bone Disorder (CKD-MBD). Kidney Int Suppl A u g ( 11 3 ) : S Thoms R, Knso A, Sedor JR. Chronic kidney disese nd its complictions. Prim Cre Jun;35(2):329-44, vii. 3. Melmed ML, Eustce JA, Plnting L, Jr BG, Fink NE, Coresh J, et l. Chnges in serum clcium, phosphte, nd PTH nd the risk of deth in incident dilysis ptients: longitudinl study. Kidney Int Jul;70(2): Melmed ML, Eustce JA, Plnting LC, Jr BG, Fink NE, Prekh RS, et l. Third-genertion prthyroid hormone ssys nd ll-cuse mortlity in incident dilysis ptients: the CHOICE study. Nephrol Dil Trnsplnt My;23(5): Tentori F, Blyney MJ, Albert JM, Gillespie BW, Kerr PG, Bommer J, et l. Mortlity risk for dilysis ptients with different levels of serum clcium, phosphorus, nd PTH: the Dilysis Outcomes nd Prctice Ptterns Study (DOPPS). Am J Kidney Dis Sep;52(3): Lee GH, Benner D, Regidor DL, Klntr-Zdeh K. Impct of kidney bone disese nd its mngement on survivl of ptients on dilysis. J Ren Nutr Jn;17(1): Moe SM. Vsculr clcifiction nd renl osteodystrophy reltionship in chronic kidney disese. Eur J Clin Invest Aug;36 Suppl 2: Alem AM, Sherrrd DJ, Gillen DL, Weiss NS, Beresford SA, Heckbert SR, et l. Incresed risk of hip frcture mong ptients with end-stge renl disese. Kidney Int Jul;58(1): Stehmn-Breen CO, Sherrrd DJ, Alem AM, Gillen DL, Heckbert SR, Wong CS, et l. Risk fctors for hip frcture mong ptients with end-stge renl disese. Kidney Int Nov;58(5): Mittlhenkle A, Gillen DL, Stehmn-Breen CO. Incresed risk of mortlity ssocited with hip frcture in the dilysis popultion. Am J Kidney Dis Oct;44(4): Sociedde Brsileir de Nefrologi. Censo Acessdo em 30 de outubro de Disponível em h t t p : / / w w w. s b n. o rg. b r / C e n s o / / c e n s o S B N p d f 12. Arujo SM, Ambrosoni P, Lobo RR, Corsi H, Moyses RM, Brreto FC, et l. The renl osteodystrophy pttern in Brzil nd Uruguy: n overview. Kidney Int Suppl Jun(85):S Normn ME, Mzur AT, Borden St, Gruskin A, Anst C, Bron R, et l. Erly dignosis of juvenile renl osteodystrophy. J Peditr Aug;97(2): Levin A, Bkris GL, Molitch M, Smulders M, Tin J, Willims LA, et l. Prevlence of bnorml serum vitmin D, PTH, clcium, nd phosphorus in ptients with chronic kidney disese: results of the study to evlute erly kidney disese. Kidney Int Jn;71(1): Vsslotti JA, Uribrri J, Chen SC, Li S, Wng C, Collins AJ, et l. Trends in minerl metbolism: Kidney Erly Evlution Progrm (KEEP) nd the Ntionl Helth nd Nutrition Exmintion Survey (NHANES) Am J Kidney Dis Apr;51(4 Suppl 2):S Moe SM. Mngement of renl osteodystrophy in peritonel dilysis ptients. Perit Dil Int My-Jun;24(3): Gl-Moscovici A, Popovtzer MM. New worldwide trends in presenttion of renl osteodystrophy nd its reltionship to prthyroid hormone levels. Clin Nephrol Apr;63(4): Uren P, Hruby M, Ferreir A, Ang KS, de Vernejoul MC. Plsm totl versus bone lkline phosphtse s mrkers of bone turnover in hemodilysis ptients. J Am Soc Nephrol Mr;7(3): K/DOQI clinicl prctice guidelines for bone metbolism nd disese in chronic kidney disese. Am J Kidney Dis Oct;42(4 Suppl 3):S D'Hese PC, Couttenye MM, Goodmn WG, Lemonitou E, Digenis P, Sotornik I, et l. Use of the low-dose desferrioxmine test to dignose nd differentite between ptients with luminiumrelted bone disese, incresed risk for luminium toxicity, or luminium overlod. Nephrol Dil Trnsplnt Oct;(): Brt JD, D'Hese PC, Pires C, Lmberts LV, Simoes J, De Broe ME. Low-dose (5 mg/kg) desferrioxmine tretment in cutely luminium-intoxicted hemodilysis ptients using two drug dministrtion schedules. Nephrol Dil Trnsplnt J n ; 11 ( 1 ) : Mffessoni R, Snder GB, Picon PD, Amrl KM, Krug BC, Mnfro RC. Hiperfosftemi n Insuficiênci Renl Crônic. In: Picon PD, Beltrme A, editors. Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics; 20. p Nordl KP, Dhl E. Low dose clcitriol versus plcebo in ptients with predilysis chronic renl filure. J Clin Endocrinol Metb Nov;67(5): Hmdy NA, Knis JA, Beneton MN, Brown CB, Juttmnn JR, Jordns JG, et l. Effect of lfclcidol on nturl course of renl bone disese in mild to moderte renl filure. Bmj Feb 11 ; ( ) :

55 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN Brreto FC, Brreto DV, Moyses RM, Neves KR, Cnzini ME, Dribe SA, et l. K/DOQI-recommended intct PTH levels CONSULTA PÚBLICA 8, DE DE NOVEMBRO DE 2009 do not prevent low-turnover bone disese in hemodilysis ptients. O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Kidney Int Mr;73(6): Bker LR, Muir JW, Shrmn VL, Abrms SM, Greenwood RN, Cttell WR, et l. Controlled tril of clcitriol in he- Considerndo importânci do ppel que desempenhm os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics pr melhori d qulidde d tenção à súde, pr prescrição segur e eficz, pr modilysis ptients. Clin Nephrol Oct;26(4): Plmer SC, McGregor DO, Mcskill P, Crig JC, Elder tulizção e democrtizção do conhecimento, pr melhori d GJ, Strippoli GF. Met-nlysis: vitmin D compounds in chronic qulidde d informção prestd os doentes e pr melhori dos kidney disese. Ann Intern Med Dec 18;147(12): processos gerenciis dos progrms ssistenciis; 28. Tonelli M. Vitmin D in ptients with chronic kidney Considerndo necessidde de se estbelecer critérios de disese: nothing new under the sun. Ann Intern Med Dec dignóstico e trtmento de enfermiddes, observndo étic e tecnicmente prescrição médic, e promover o uso rcionl dos me- 18;147(12): Qurles LD, Yohy DA, Crroll BA, Spritzer CE, Mind dicmentos pr o trtmento de doençs por meio de regulmentção SA, Brtholomy D, et l. Prospective tril of pulse orl versus de indicções e esquems terpêuticos; intrvenous clcitriol tretment of hyperprthyroidism in ESRD. Considerndo que os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics são resultdo de consenso técnico-científico e são for- Kidney Int Jun;45(6): TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABILIDAmuldos dentro de rigorosos prâmetros de qulidde, precisão de DE indicção e posologi; ALFACALCIDOL, CALCITRIOL E DESFERROXAMINA Considerndo necessidde de estbelecer mecnismos de Eu, (nome do() pciente), declro ter sido informdo() clrmente sobre os compnhmento de uso e de vlição de resultdos, grntindo ssim prescrição segur e eficz; benefícios, riscos, contr-indicções e principis efeitos dversos relciondos o uso dos medicmentos lfclcidol, clcitriol e des- Considerndo necessidde de se promover mpl discussão desses Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics, possibilitndo ferroxmin, indicdo pr o trtmento d osteodistrofi renl. prticipção efetiv, n su formulção, d comunidde técnico-científic, ssocições médics, profissionis d súde, ssocições de Os termos médicos form explicdos e tods s minhs dúvids form resolvids pelo médico pcientes, usuários e gestores do Sistem Único de Súde (SUS) e d populção em gerl; (nome do médico que prescreve). Considerndo necessidde de tulizr o Protocolo Clínico Assim declro que: e Diretrizes Terpêutics - Síndrome de Guillin-Brré, estbelecido Fui clrmente informdo() de que o medicmento que psso receber pode trzer s seguintes melhoris: pel Portri SAS/MS nº 496, de de setembro de 2007; e Considerndo Portri SAS/MS nº 375, de de novembro - lfclcidol e clcitriol: melhor controle d doenç com de 2009, que prov o roteiro ser utilizdo n elborção de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics (PCDT), no âmbito d melhor dos problems ósseos e melhor dos sintoms. - desferroxmin: controle do excesso de lumínio e melhor Secretri de Atenção à Súde - SAS, resolve: dos sintoms. Art. 1º - Submeter à Consult Públic o PROTOCOLO CLÍ- Fui tmbém clrmente informdo respeito ds seguintes NICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS - SÍNDROME DE GUILcontr-indicções, potenciis efeitos dversos e riscos: LAIN-BARRÉ, constnte do Anexo deste Ato e o Termo de Esclrecimento e Responsbilidde dele integrnte. - não se sbe o certo os riscos do uso deste medicmento n grvidez, portnto, cso engrvide, devo visr imeditmente o meu Prágrfo único. O Protocolo Clínico e o Termo de Esclrecimento e Responsbilidde, de que trt este Artigo, encontrm- médico; - segurnç pr o uso dos medicmentos lfclcidol e se disponíveis, tmbém, no sítio: - legislção. clcitriol durnte mmentção deve ser vlid pelo médico ssistente considerndo riscos e benefícios, visto ser excretdo pelo Art. 2º - Estbelecer o przo de 30 (trint) dis, contr d dt d publicção dest Consult Públic, pr que sejm presentds sugestões, devidmente fundmentds, reltivs o Proto- leite mterno; - os efeitos colteris já reltdos pr lfclcidol e clcitriol são os seguintes: umento dos níveis de cálcio no sngue, colo Clínico e Diretrizes Terpêutics de que trt o Artigo 1º dest Consult Públic. prisão de ventre, dirréi, secur d boc, dor de cbeç, sede intens, 1º - As sugestões devem ser encminhds, exclusivmente, pr o endereço eletrônico: [email protected], umento d freqüênci ou d quntidde de urin, perd do petite, gosto metálico, dor nos músculos, náuses, vômitos, cnsço e frquez. Alguns efeitos crônicos podem incluir conjuntivite, diminuição especificndo o número d Consult Públic e o nome do Protocolo no título d mensgem; e do desejo sexul, irritbilidde, coceirs, infecções do trto urinário, 2º - As sugestões envids deverão, obrigtorimente, estr febre lt, umento d pressão rteril, btimentos crdícos irregulres, umento d sensibilidde dos olhos à luz ou irritção, u- fundmentds em: I. Estudos Clínicos de fse III - relizdos no Brsil ou mento dos níveis de fóforo no sngue, umento do colesterol, umento ds enzims do fígdo ALT e AST, perd de peso, inflmção II. Met-nálises de Ensios Clínicos. exterior; e no pâncres e psicose que é o sintom mis rro. Art. 3º - Determinr que Secretri de Atenção à Súde - - os efeitos colteris já reltdos pr desferroxmin são Deprtmento de Atenção Especilizd coordene vlição ds reções no locl de plicção d injeção (dor, inchço, coceir, vermelhidão) urin escur, vermelhidão d pele, coceir, reções lér- proposições presentds, elborndo versão finl consolidd do Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics or submetido à Consult gics, visão borrd, ctrt, zumbidos, tontur, dificuldde pr Públic. respirr, desconforto bdominl, dirréi, cãibr ns perns, umento Prágrfo único: O novo Protocolo pssrá vigorr em todo dos btimentos do corção, febre, retrdo no crescimento (em pcientes que começm trtmento ntes dos 3 nos de vid), distúrbio território ncionl pós devid provção e publicção por meio de Portri específic. renl, suscetibilidde infecções. Art. 4º - Est Consult Públic entr em vigor n dt de su - medicmentos são contr-indicdos em csos de hipersensibilidde (lergi) conhecid o fármco, publicção. - risco d ocorrênci de efeitos dversos ument com ALBERTO BELTRAME superdosgem. Estou ciente de que este medicmento somente pode ser ANEXO utilizdo por mim, comprometendo-me devolvê-lo cso não queir ou não poss utilizá-lo ou se o trtmento for interrompido. Sei PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS tmbém que continurei ser tendido, inclusive em cso de eu desistir de usr o medicmento. SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ Autorizo o Ministério d Súde e s Secretris de Súde IMUNOGLOBULINA HUMANA EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL fzer uso de informções reltivs o meu trtmento, desde que ssegurdo o nonimto. O meu trtmento constrá do(s) seguinte(s) medicmento(s): - lfclcidol - clcitriol - desferroxmin Locl: Dt: Nome do pciente: Crtão Ncionl de Súde: Nome do responsável legl: Documento de identificção do responsável legl: Assintur do pciente ou do responsável legl Médico Responsável: CRM: UF: Assintur e crimbo do médico Dt: Observção: Este Termo é obrigtório o se solicitr o fornecimento de medicmento do Componente de Medicmentos de Dispensção Excepcionl (CMDE) e deverá ser preenchido em dus vis, ficndo um rquivd n frmáci e outr entregue o usuário ou seu responsável legl. pelo código METODOLOGIA DE BUSCA DA LITERATURA Pr nálise de eficáci dos trtmentos específicos pr síndrome de Guillin-Brré tulmente registrdos n ANVISA e, portnto, disponíveis pr utilizção e comercilizção no Brsil, form relizds s buscs ns bses descrits bixo. Form vlidos todos os estudos disponíveis ns bses descrits e selecionds pr vlição metnálises e ensios clínicos rndomizdos, controldos e duplo-cegos publicdos té dt limite de 01//2009. N bse Medline/Pubmed: - "Intrvenous Immunoglobulins"[Substnce Nme] AND "Guillin Brre Syndrome"[Mesh] - "Intrvenous Immune Globulin"[Substnce Nme] AND "Guillin Brre Syndrome"[Mesh] -"Immunoglobulins, IV"[Substnce Nme] AND "Guillin Brre Syndrome"[Mesh] - "Plsmpheresis"[Substnce Nme] AND "Guillin Brre Syndrome"[Mesh] - "Plsmpheresis"[Substnce Nme] AND "Guillin Brre Syndrome"[Mesh] - "Plsmpheresis"[Substnce Nme] AND "Guillin Brre Syndrome"[Mesh] - limitds : "Humns, Met-Anlysis, Rndomized Controlled Tril" N bse Ovid MEDLINE: - Intrvenous Immunoglobulins AND Guillin Brre Syndrome AND Clinicl Tril [Publiction Type] - Plsmpheresis AND Guillin Brre Syndrome AND Clinicl Tril [Publiction Type] N bse Cochrne: - "Intrvenous Immunoglobulins" - "Plsmpheresis" - "Guillin Brre Syndrome" 2.INTRODUÇÃO A síndrome de Guillin-Brré (SGB) é mior cus de prlisi flácid generlizd no mundo, 1,2 com incidênci nul de 1 4 por hbitntes, 1 e pico entre 20 e 40 nos de idde. Não existem ddos epidemiológicos específicos pr o Brsil. Trt-se de um doenç de cráter utoimune que comete primordilmente mielin d porção proximl dos nervos periféricos de form gud/subgud. Aproximdmente 60% 70% dos pcientes com SGB present lgum doenç gud precedente (1 3 semns ntes), 3,4 sendo infecção por Cmpilobcter jejuni mis freqüente (32%), seguid por citomeglovirus (13%), virus Epstein Brr (%) e outrs infecções viris, tis como heptite por vírus tipo A, B e C, influenz e HIV. 1,5 Outros ftores precipitntes de menor importânci são cirurgi, imunizção e grvidez. 6,7 A miori dos pcientes percebe inicilmente doenç trvés de sensção de prestesis ns extremiddes distis dos membros inferiores e, em seguid, superiores. Dor neuropátic lombr ou ns perns pode ser vist em pelo menos 50% dos csos. 2 Frquez progressiv é o sinl mis perceptível o pciente, ocorrendo gerlmente nest ordem: membros inferiores, brços, tronco, cbeç e pescoço. A intensidde pode vrir desde frquez leve, que sequer motiv busc por tendimento médico em nível primário, 8 té ocorrênci de tetrplegi complet com necessidde de ventilção mecânic (VM) por prlisi de muscultur respirtóri cessóri. Frquez fcil ocorre n metde dos pcientes o longo do curso d doenç. Entre 5% e 15% dos pcientes desenvolvem oftlmopresi e ptose. A função esfincterin é, n miori ds vezes, preservd, enqunto perd dos reflexos miotáticos pode preceder os sintoms sensitivos té mesmo em músculos pouco fetdos. Instbilidde utonômic é um chdo comum, cusndo eventulmente rritmis importntes, 1,5, ms que rrmente persistem pós dus semns. 7 A doenç usulmente progride por 2 4 semns. Pelo menos 50% 75% dos pcientes tingem seu ndir n segund semn, 80% 92% té terceir semn e 90% 94% té qurt. 5,9 Insuficiênci respirtóri com necessidde de VM ocorre em té 30% dos pcientes nest fse.. Progressão de sinis e sintoms por mis de 8 semns exclui o dignóstico de SGB, sugerindo então um polineuropti desmieliniznte inflmtóri crônic (PDIC). Pssndo fse d progressão, doenç entr num pltô por vários dis ou semns com subseqüente recuperção grdul d função motor o longo de vários meses. Entretnto, pens 15% dos pcientes ficrão sem nenhum déficit residul pós 2 nos do início d doenç e 5% % permnecerão com sintoms motores ou sensitivos incpcitntes. A mortlidde nos pcientes com SGB é de proximdmente 5% 7%, gerlmente resultnte de insuficiênci respirtóri, pneumoni spirtiv, emboli pulmonr, rritmis crdícs e sepse hospitlr. 5, Os ftores de risco pr um mu prognóstico funcionl são idde cim dos 50 nos, dirréi precedente, início brupto de frquez grve (menos de 7 dis), necessidde de ventilção mecânic e mplitude do potencil d neurocondução motor menor do que 20% do limite norml. 5, O prognóstico motor é melhor ns crinçs, pois necessitm menos de suporte ventiltório e recuperm-se com mior rpidez. 5. Recorrênci do episódio pode ocorrer em té 3% dos csos, não hvendo relção com form de trtmento utilizd n fse gud, conforme se creditv CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE (CID-) - G61.0 Síndrome de Guillin-Brré 4. DIAGNÓSTICO O dignóstico d SGB é primrimente clínico. No entnto, exmes complementres são necessários pr confirmr impressão clínic e excluir outrs cuss de prpresi flácid DIAGNÓSTICO CLÍNICO Os pcientes com SGB devem obrigtorimente presentr grus inequívocos de frquez em mis de um segmento pendiculr de form simétric, incluindo muscultur crnin. Os reflexos miotáticos distis não podem estr normis. A progressão dos sinis e sintoms é de sum importânci, não podendo ultrpssr 8 semns e com recuperção 2-4 semns pós fse de pltô. Febre e disfunção sensitiv são chdos pouco freqüentes, devendo levntr suspeit de um etiologi lterntiv, de cus provvelmente infeccios DIAGNÓSTICO LABORATORIAL Análise do líquido ceflorrquidino: elevção d proteinorrqui compnhd por poucs céluls mononucleres é o chdo lbortoril crcterístico, evidente em té 80% dos pcientes pós segund semn. Entretnto, n primeir semn, proteinorrqui pode ser norml em té 1/3 dos pcientes. Cso o número de linfócitos no líquido ceflorrquidino exced céluls/mm3, deve-se suspeitr de outrs cuss de polineuropti, tis como srcoidose, doenç de Lyme ou infecção pelo vírus HIV Dignóstico eletrofisiológico: A SGB é um processo dinâmico com tx de progressão vriável. 2 O idel seri exminr o pciente pós primeir semn do início dos sintoms, qundo s lterções eletrofisiológics são mis evidentes e melhor estbelecids. É importnte slientr que usênci de chdos eletrofisiológicos dentro deste período não exclui hipótese de SGB. No entnto, explorção eletrofisiológic fz-se necessári pr exclusão de outrs doençs neuromusculres cusdors de prpresi flácid gud.

56 56 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 Neurocondução motor: os mrcos eletrofisiológicos de desmielinizção incluem ltêncis distis prolongds, lentificção de velociddes de condução, dispersão temporl, bloqueio de condução e ltêncis d ond-f prolongds, todos estes prâmetros gerlmente simétricos e multifocis. Existem controvérsis respeito d precocidde dos chdos eletrofisiológicos. Algums utoriddes sugerem que o bloqueio de condução sej lterção mis precoce, 15 enqunto outros utores reltm que s ltêncis motors distis prolongds e o prolongmento ou usênci d ond-f e ond-h são os chdos mis precoces. 16,17 Neurocondução sensitiv: entre 40% e 60% dos pcientes demonstrrá normliddes tnto n velocidde de condução qunto n mplitude (mis freqüente) de vários potenciis de neurocondução sensitiv; tis chdos podem estr usentes durnte s primeirs semns d doenç. 18 Pode levr té 4 6 semns pr que lterções destes potenciis sejm fcilmente detectds CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS 11 Existem vários critérios propostos pr definição do dignóstico de SGB, sendo exigids TODAS s seguintes condições bixo: )Presenç de DOIS Critérios Essenciis; b) Presenç de pelo menos TRÊS Critérios Clínicos Sugestivos de SGB; c) Não presentr mis do que UMA situção que reduz possibilidde de SGB; d) Não presentr NENHUMA situção que exclu o dignóstico de SGB; e) Cso presente UM chdo que reduz possibilidde de SGB deve ter líquido ceflorrquidino e estudo neurofisiológico comptíveis com doenç e investigção dicionl criterios com intuito de fstr outrs etiologis. Nests situções, deve ser vlido por consultor médico especilist em doençs neuromusculres. Abixo, são mostrdos os critérios essenciis, que sugerem, reduzem ou excluem o dignóstico d SGB, bem como um escl de grvidde d SGB 9. I - Critérios Essenciis pr o dignóstico d SGB ) Frquez progressiv de mis de um membro ou de músculos crninos de grus vriáveis, desde presi leve té plegi; b) Hiporreflexi e rreflexi distl com grus vriáveis de hiporreflexi proximl. II - Critérios SUGESTIVOS Clínicos ) Progressão dos sintoms o longo de 4 semns; b) Demonstrção de reltiv simetri d presi de membros; c) Sinis sensitivos leves moderdos; d) Envolvimentos de nervos crninos, especilmente frquez bilterl dos músculos fciis; e) Dor f) Disfunção utonômic; g) Ausênci de febre no início do qudro. Análise do Líquor ) Alt concentrção de proteín; b) Presenç de menos de céluls/mm3. Estudo eletrofisiológico típico 5, 11 * São necessários 3 dos 4 critérios bixo: ) Redução d velocidde de condução motor em 2 ou mis nervos; b) Bloqueio de condução do potencil n neurocondução motor ou dispersão temporl norml em 1 ou mis nervos; c) Prolongmento d ltênci motor distl em 2 ou mis nervos; d) Prolongmento de ltênci d Ond-F ou usênci d mesm; *gerlmente usentes ntes de 5-7 dis, podendo não revelr normliddes em té 15-20% dos csos pós este período III - Situções que REDUZEM possibilidde d SGB ) Frquez ssimétric; b) Disfunção intestinl e de bexig no início do qudro; c) Ausênci de resolução de sintoms intestinis/urinários; d) Presenç de mis de 50 céluls/mm 3 n nálise do líquido ceflorrquidino; e) Presenç de céluls polimorfonucleres no líquido ceflorrquidino; f) Nível sensitivo bem demrcdo. IV - Situções que EXCLUEM possibilidde d SGB ) Históri de exposição hexcrbono, presente em solventes, tints, pesticids ou metis pesdos; b) Achdos sugestivos de metbolismo norml d porfirin; c) Históri recente de difteri; d) Suspeit clínic de intoxicção por chumbo (ou outros metis pesdos); e) Síndrome sensitiv pur (usênci de sinis motores); f) Dignóstico de botulismo, misteni grvis, poliomielite, neuropti tóxic, prlisi conversiv DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL 9 A SGB é um ds cuss mis freqüentes de polineuropti gud vist nos hospitis geris, entretnto váris outrs condições neurológics devem ser distinguids d SGB. O dilem imedito é diferencir SGB de um doenç medulr gud ("segundo versus primeiro neurônio"). Confusão pode ocorrer ns lesões medulres guds em que os reflexos são inicilmente bolidos (choque espinhl). Nests situções, outros sinis devem ser buscdos. A usênci de nível sensitivo bem definido o exme físico neurológico, o envolvimento d muscultur fcil e respirtóri cessóri, o pdrão prestésico em bot e luv reltdo espontnemente pelo pciente, com reltiv preservção d sensibilidde distl flm fvor d SGB. A perd do controle esfincterino, disfunção utonômic e dor lombr podem ocorrer em mbos COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS pelo código os csos, embor predominem ns mieloptis. Prlisi predominntemente motor é tmbém crcterístic d poliomielite ou de outrs mielites infeccioss. Febre, sinis meníngeos, pleocitose liquóric e distribuição ssimétric d frquez costumm coexistir nestes csos. Outrs cuss importntes de polineuropti gud que devem sempre ser incluíds no dignóstico diferencil d SGB são: infeccioss (HIV, Lyme, difteri), prneoplásics (principlmente crcinom brônquico de pulmão), utoimunes (doençs do colágeno, vsculites primáris), tóxics (históri exposicionl miodron, cloroquin, orgnofosfordos, metis pesdos entre outros gentes) e metbólics (porfiri). A polineuropti deve ser diferencid d SGB pelo seu tempo de progressão motor superior 8 semns. Ptose e frquez oculomotor podem cusr confusão com misteni grvis. No entnto, nest situção não há pdrão scendente de perd de forç e os reflexos miotáticos são usulmente preservdos. Por fim, nos pcientes criticmente enfermos, um vriedde de distúrbios neuromusculres (polineuromiopti) pode existir e devem ser distinguidos d SGB. Esses incluem polineuropti ou miopti do pciente crítico, neuropti rpidmente progressiv nos pcientes com insuficiênci renl recebendo sessões de diálise peritonel, hipofosftemi gud induzid por hiperlimentção, miopti por corticóide e efeitos prolongdos de bloquedores musculres. Nestes csos o estudo eletrofisiológico e do líquido ceflorrquidino é de grnde uxílio n definição de doenç desmieliniznte. 5. CRITÉRIOS DE INCLUSÃO Serão incluídos neste protocolo de trtmento todos os pcientes que: - Preencherem os critérios dignósticos do item 3, incluindo s forms vrintes d SGB, vlidos por médico especilist em Neurologi trvés de ludo detlhdo. - Apresentrem doenç moderd-grve (Escl de incpcidde 3) e com menos de 4 semns de evolução. 6. CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO Serão excluídos todos os pcientes com mis de 30 dis de evolução, insuficiênci renl ou que presentrem contr-indicções ou efeitos dversos não toleráveis à imunoglobulin intrvenos, tis como presenç de níveis ltos de IgA e infecção tiv. 7. CASOS ESPECIAIS 7.1. SGB EM CRIANÇAS: os chdos clínicos, lbortoriis e eletrofisiológicos ns crinçs com SGB são similres os encontrdos nos dultos. No entnto, nest populção prevlênci de infecção precedente é de 75% e queix principl mis freqüente é dor. A miori ds crinçs com SGB tem recuperção stisftóri, mesmo com redução significtiv d mplitude do potencil de neurocondução motor. 20 Embor posologi mis frequente d IGIV sej de 0.4g/Kg por 5 dis, em um estudo envolvendo 50 crinçs, não foi observd diferenç de desfechos qundo IGIV foi plicd por dois dis em comprção com cinco dis. 21 Dest form o tempo de uso d IGIV em crinçs não deve ultrpssr 2 dis NEUROPATIA AXONAL SENSITIVO-MOTORA AGUDA (NASMA): primeirmente descrit como um vrinte xonl d SGB, 2 do ponto de vist clínico e eletrofisiológico inicil é indistinguível d SGB. D mesm form que SGB, doenç inici com normliddes sensitivs subjetivs ns extremiddes e evolução mis rápid (poucos dis) d frquez generlizd, miori necessitndo de VM. O prognóstico d NASMA é pior do que n SGB e miori dos pcientes exibe recuperção motor lent e incomplet. 22 Em dição o pdrão liquórico usul de hiperproteinorrqui sem pleocitose, tmbém visto nos pcientes com SGB, há evidênci de infecção recente por Cmpilobcter jejuni e presenç de nticorpos nti-gngliosídeos, prticulrmente nti-gm1. Embor não existm ensios clínicos rndomizdos e controldos específicos pr est vrinte, e devido à impossibilidde de diferencição clínic (e eletrofisiológic, pelo menos n fse inicil) entre NASMA e SGB, mbs situções são trtds de form semelhnte NEUROPATIA AXONAL MOTORA AGUDA (NA- MA): outr vrinte xonl d SGB, crcterizd por início brupto de frquez generlizd, com músculos distis mis grvemente fetdos do que os proximis. Déficits de nervos crninos e insuficiênci respirtóri exigindo VM estão presentes em 33% dos csos. Ao contrário d SGB e d NASMA, sintoms sensitivos estão usentes, bem como os reflexos tendinosos podem ser normis. Presenç de nticorpos nti-gm1 e nti-gd1 são comumente detectdos nestes pcientes, usulmente ssocidos com infecção recente por Cmpilobcter jejuni. 23,24 Os pcientes com NAMA gerlmente presentm bo recuperção, dentro do primeiro no, ms frquez distl residul é comum. Não existem ensios clínicos específicos vlindo eficáci d imunoglobulin ou d plsmferese pr NAMA. No entnto, é provável que est entidde estej incluíd em lguns ensios pr SGB comprndo ests dus modlidde terpêutics, como evidencido posteriormente n nálise criterios dos pcientes seleciondos pr o estudo do Dutch GBS Tril. 25 Neste estudo, 18% dos pcientes inicilmente identificdos como SGB, presentvm n relidde NAMA, hvendo recuperção mis rápid com dministrção de imunoglobulin isold n nálise deste subgrupo, sendo, portnto um prátic justificd nestes csos OUTRAS VARIANTES DE GUILLAIN-BARRE: SÍNDROME DE MILLER-FISHER é crcterizd pel tríde txi, rreflexi oftlmoplegi. Diplopi é queix inicil mis freqüente (39% 78%), seguido por txi (21% 34%) de etiologi provvelmente sensitiv. Presi de outros nervos crninos, especilmente do sétimo, pode ocorrer. Frquez pendiculr proximl pode ser demonstrd o longo do curso d doenç em proximdmente 1/3 dos csos, podendo hver progressão pr frquez generlizd mis grve de form semelhnte à SGB. 2 Em termos de chdos eletrofisiológicos, diferente ds outrs vrintes d SGB, normlidde mis freqüentemente encontrd é redução ds mplitudes do potencil de neurocondução sensitiv for de proporção o prolongmento ds ltêncis distis ou lentificção ds velociddes de condução sensitiv. 26 A recuperção em gerl se dá pós 2 semns do início dos sintoms com evolução fvorável pós 3 5 meses. D mesm form que s outrs vrintes d SGB, há evidênci sorológic de infecção recente por Cmpilobcter jejuni, bem como presenç de nticorpos nti-gngliosídeo, prticulrmente nti- GQ1b. 27 Não existem ensios clínicos rndomizdos e controldos de pcientes com est síndrome. Embor síndrome de Miller-Fischer sej uto-limitd, 27 lguns pcientes podem evoluir pr insuficiênci respirtóri. 28 Assim, prece prudente trtr estes pcientes com imunoglobulin ou plsmferese 2 desde respeitds s condições do item DETERIORAÇÃO PROGRESSIVA APESAR DO TRATAMENTO IMUNODULADOR Alguns pcientes com SGB continum deteriorndo depois do trtmento com IGIV ou plsmferese. 29 Nestes csos melhor opção é desconhecid: esperr ou inicir trtmento dicionl. Um estudo tipo série de csos investigou o efeito de um segundo curso de IGIV em pcientes com SGB grve e refrtári, sugerindo benefício nestes csos. 30 Assim, o presente protocolo recomend um segund relizção de IGIV nos csos inicilmente refrtários. 8. TRATAMENTO Existem dois tipos de trtmento n SGB: (1) ntecipção e o mnejo ds comorbiddes ssocids; (2) trtmento d progressão dos sinis e sintoms visndo menor tempo de recuperção e minimizção de déficits motores. Não há necessidde de trtmento de mnutenção, for d fse gud d doenç. Assim, pcientes com SGB necessitm ser inicilmente dmitidos no hospitl pr observção rigoros. Cuiddo pr estes pcientes é melhor obtido em centros terciários, com fciliddes de cuiddos intensivos e um equipe de profissionis que estejm fmilirizdos com s necessiddes especiis dos pcientes com SGB. Vigilânci estrit e ntecipção ds potenciis complicções são necessáris pr otimizção ds chnces de um desfecho fvorável. Áres de tenção incluem prevenção de fenômenos tromboembólicos, monitorizção crdíc, vlições serids d reserv ventiltóri e de frquez orofrínge, proteção de vis éres, mnejo proprido d função intestinl e d dor, nutrição e suporte psicológico dequdos. A fisioterpi motor deve ser inicid nest fse com intuito de uxilir n mobilizção precoce. 31 Desde introdução dos trtmentos imunomoduldores não houve mudnç n tx de mortlidde. 7 O trtmento específico d SGB vis primordilmente celerr o processo de recuperção, diminuindo s complicções ssocids à fse gud e diminuição dos déficits neurológicos residuis em longo przo. 6 Pr corret indicção do trtmento, fz-se necessári determinção d grvidde clínic propost por Hughes e colbordores 32, sendo considerd doenç leve de 0 2 e moderdogrve de 3 6: 0 - Sudável 1- Sinis e sintoms menores de neuropti, ms cpz de relizr trefs mnuis 2 - Apto cminhr sem uxílio d bengl, ms incpz de relizr trefs mnuis 3 - Cpz de cminhr somente com bengl ou suporte 4 - Confindo cm ou cdeir de rods 5 - Necessit de ventilção ssistid 6 - Morte 8.1. CORTICOSTERÓIDES Não está indicdo uso de corticosteróides. Apens dois ensios clínicos rndomizdos e controldos por plcebo vlirm dequdmente desfechos de interesse nos pcientes com SGB, tis como melhor no gru de incpcidde, tempo de recuperção, mortlidde e efeitos dversos. 32,33 Nestes estudos, não foi encontrd superioridde esttisticmente significtiv d metilprednisolon intrvenos ou d prednisolon orl sobre o plcebo, discordndo de lguns chdos nteriormente demonstrdos em modelos nimis. 34 Assim, bsedo n litertur disponível té o momento, o uso de corticóide no trtmento d SGB não pode ser recomenddo IMUNOGLOBULINA HUMANA A imunoglobulin humn intrvenos (IGIV) tem sido o trtmento de escolh n miori dos píses, pesr de mecnismo de ção pouco compreendido. 31 Su eficáci à curto e longo przo é similr d plsmferese, evitndo complicções inerentes à segund modlidde (hipotensão, necessidde de cteter venoso, trombofili). Existem três grndes ensios clínicos rndomizdos e controldos que vlirm eficáci d IGIV em comprção com plsmferese, sob vários desfechos clínicos. 12,25,36 N nálise globl dos mesmos, observou-se que mbs s modliddes presentrm eficáci similr n celerção d recuperção motor em pcientes com SGB grve (escl 3-6) qundo utilizdos ns primeirs dus semns pós o início dos sintoms. Não existem evidêncis de que IGIV sej benéfic nos csos de SGB gru leve (0-2) e pós qurt semn. 6,7 Tmbém não há evidênci de benefício com ssocição de plsmferese e imunoglobulin humn intrvenos, 12 chdo corrobordo por dus outrs revisões. 8,37 Em função d flt de pdronizção de prâmetros de dministrção d plsmferese, incidênci de efeitos dversos não pode ser dequdmente ferid, embor preç ser

57 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN mis freqüente no grupo d plsmferese. A fcilidde de uso foi significtivmente superior nos grupos d IGIV em função d vi de dministrção e d necessidde de equipmento e profissionis devidmente hbilitdos pr relizção de plsmferese. 37 Dest form o uso IGIV é recomenddo em todos queles pcientes com critérios dignóstico estbelecidos de SGB em estágio moderdo-grve no período de 2-3 semns depois do início dos sintoms, sendo su dministrção efetiv dependente d disponibilidde do fármco e experiênci do centro de tendimento terciário envolvido OUTRAS MODALIDADES TERAPÊUTICAS Plsmferese: Qutro ensios clínicos rndomizdos e comprdos com trtmento de suporte demonstrrm benefícios inequívocos d plsmferese em pcientes com SGB (moderd grve - grus 3 6) prticulrmente se relizd dentro de 7 dis pós o início dos sintoms. A recuperção d cpcidde de dembulr com ou sem jud pós 4 semns, foi o principl desfecho vlido, sendo que dois estudos evidencirm benefícios sustentdos pós 12 meses. 38,42 Adicionlmente, combinção de chdos de todos estes estudos (totlizndo 604 pcientes) demonstrou que plsmferese tmbém diminuiu o tempo de ventilção mecânic, risco de infecções grves, instbilidde crdiovsculr e rritmis crdícs em relção trtmento de suporte. 6 O ppel d plsmferese em crinçs menores de 12 nos de idde pós 30 dis do início dos sintoms permnece incerto. 6,21 Em dultos o uso d plsmferese dependerá d disponibilidde do método e d experiênci do centro de tendimento terciário envolvido. Esquem de utilizção: nos csos leves, dus sessões; csos moderdo-grves (escl de 3-6). 6,40,41 O volume de plsm removido por sessão deve ser de ml/kg cd 48 hors. 25, Outros: form testdos trvés de ensios clínicos rndomizdos o poliglicosídeo vs. Dexmetson, 43 filtrgem do líquor vs. Plsmferese 44 e outros trtmentos djuvntes à IGIV, tis como ftor neurotrófico cerebrl 45 ou betinterferon 46 comprdos com plcebo. Nenhum destes ensios foi grnde o suficiente pr detectr mínimos efeitos benéficos APRESENTAÇÕES DISPONÍVEIS - Imunoglobulin humn: frscos-mpol de 0,5; 1,0; 2,5, 3,0; 5,0 e 6,0g; 8.5. ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO - Imunoglobulin humn: 0,4g/kg/di, por vi intrvenos TEMPO DE TRATAMENTO A imunoglobulin humn deve ser dministrd por 5 dis e interrompid cso hj qulquer evidênci de perd d função renl e nfilxi BENEFÍCIOS ESPERADOS COM A TRATAMENTO - Diminuição do tempo de recuperção d cpcidde de dembulr com jud e sem jud; - Diminuição do número de pcientes com complicções ssocids, que necessitm de VM; - Diminuição do tempo de ventilção mecânic; - Aumento n porcentgem de pcientes com recuperção totl d forç musculr em 1 no e diminuição d mortlidde em 1 no. 9. MONITORIZAÇÃO Avlição prévi d função renl, especilmente em pcientes dibéticos; hidrtção prévi, controle de sinis clínicos pr nfilxi e efeitos dversos, tis como dor moderd no peito, no qudril ou ns costs, náuses e vômitos, clfrios, febre, ml-estr, fdig, sensção de frquez ou leve tontur, cefléi, urticári, eritem, tensão do tórx e dispnéi.. ACOMPANHAMENTO PÓS TRATAMENTO Os pcientes devem ser revlidos um semn e um no pós dministrção do trtmento, trvés d Escl de grvidde clínic n SGB. 11. REGULAÇÃO/CONTROLE/AVALIAÇÃO PELO GES- TO R Alert-se o gestor pr orgnizr-se no sentido de evitr o fornecimento concomitnte d imunoglobulin humn pel Autorizção de Internção Hospitlr (AIH/SIH) e Autorizção de Procedimentos de Alt Complexidde (APAC/SIA). 12. TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABI- LIDADE - TER É obrigtóri cientificção do pciente, ou de seu responsável legl, dos potenciis riscos, benefícios e efeitos colteris relciondos o uso do medicmento preconizdo neste Protocolo, o que deverá ser formlizdo por meio d ssintur de Termo de Esclrecimento e Responsbilidde. 13. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Kieseier BC, Hrtung HP. Therpeutic strtegies in the Guillin-Brré syndrome. Seminrs in Neurology 2003;23: Vucic S, Kiernn MC, Cornblth DR. Guillin-Brré syndrome: n updte. J Clin Neurosci. 2009;16: Ropper AH: The Guillin-Brré syndrome. N Engl J Med 1992 ; 326 : Hughes RA, Rees JH. Clinicl nd epidemiologic fetures of Guillin-Brré syndrome. J Infect Dis 1997;176:S Hhn AF. Guillin-Brré syndrome. Lncet 1998;352: Rphël JC, Chevret S, Hughes RAC, Annne D. Plsm exchnge for Guillin-Brré syndrome (Cochrne Review). In: The Cochrne Librry, Issue 2, Hughes RA, Cornblth DR. Guillin-Brré syndrome. Lncet 2005;366: Hdden RDM, Hughes RAC. Mngement of inflmmtory neuropthies. J Neurol Neurosurg Psychitry 2003:74: vn Doorn PA, Ruts L, Jcobs BC. Clinicl fetures, pthogenesis, nd tretment of Guillin-Brré syndrome. Lncet Neurol. 2008;7: EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código Hughes RA, Wijdicks EF, Benson E, et l. Supportive cre for ptients with Guillin-Brré syndrome. Arch Neurol 2005 ; 62 : Asbury AK, Cornblth DR. Assessment of current dignostic criteri for Guillin-Brré syndrome. Ann Neurol 1990;27 Suppl:S21-S Plsm Exchnge/Sndoglobulin Guillin-Brré Syndrome Tril Group. Rndomized tril of plsm exchnge, intrvenous immunoglobulin, nd combined tretments in Guillin-Brré syndrome. Lncet 1997;349: Visser LH, Schmitz PIM, Meulstee, et l. Prognostic fctors of Guillin-Brré syndrome fter intrvenous immunoglobulin or plsm exchnge. Neurology 1999;53: Romno JG, Rott FT, Potter P, Rosenfeld V, Sntibnez R, Roch B, Brdley WG. Relpses in the Guillin-Brre syndrome fter tretment with intrvenous immune globulin or plsm exchnge. Muscle Nerve. 1998;21: Brown WF, Fesby TE. Conduction block nd denervtion in Guillin-Brré polyneuropthy. Brin 1984;7: Vucic S, Cirns KD, Blck KR, et l. Neurophysiologic findings in erly cute inflmmtory demyelinting polyrdiculoneuropthy. Clin Neurophysiol 2004;115: Gordon PH, Wilbourn AJ. Erly electrodignostic findings in Guillin-Brré syndrome. Arch Neurol 2001;58: Olney RK, Aminoff MJ. Electrodignostic fetures of Guillin-Brré syndrome: rhe reltive sensivity of different techniques. Neurology 1990;40: Albers JW, Donofrio PD, McGonble TK. Sequentil electrodignostic bnormlities in cute inflmmtory demyelinting polyrdiculoneuropthy. Muscle Nerve 1985;8: Brdshw DY, Jones HR. Guillin-Brré syndrome in children: clinicl course, electrodignosis, nd prognosis. Muscle Nerve 1992;15: Korinthenberg R, Schessl J, Kirschner J, Monting JS. Intrvenously dministered immunoglobulin in the tretment of childhood Guillin-Brre syndrome: rndomized tril. Peditrics ; 116 : Miller RG, Peterson GW, Dube JR, Albers JW. Prognostic vlue of electrodignostic in Guillin-Brré syndrome. Muscle Nerve 1988;11: Yuki N, Ymd M, Sto S. Assocition of IgG nti- GD1 ntibody with severe Guillin-Brré syndrome. Muscle Nerve 1993:16: Hdden RDM, Cornblth DR, Hughes RAC, et l. Electrophysiologicl clssifiction of Guillin-Brré syndrome: clinicl ssocitions nd outcome. Ann Neurol 1998;44: Vn der Meché FGA, Scmidtz PIM, nd the Dutch Guillin-Brré Study Group. A rndomized tril compring intrvenous immunoglobulin nd plsm exchnge in Guillin-Brré syndrome. N Engl J Med 1992;326: Fross RD, Dube JR. Neuropthy in the Miller-Fischer syndrome: clinicl nd electrophysiologic findings. Neurology 1987;37: Mori M, Kuwbr S, Fukutke T, et l. Clinicl fetures nd prognosis of Miller Fisher syndrome. Neurology 2001;56: Blu I, Csson I, Liebermn A, et l. The not-so-benign Miller Fisher syndrome: vrint of the Guillin-Brré syndrome. Arch Neurol 1980;37: Hughes RA, Swn AV, Rphel JC, Annne D, vn Koningsveld R, vn Doorn PA. Immunotherpy for Guillin-Brré syndrome: systemtic review. Brin 2007; 130: Frcs P, Avnun L, Frisher S, Herishnu YO, Wirguin I. Efficcy of repeted intrvenous immunoglobulin in severe unresponsive Guillin-Brré syndrome. Lncet 1997; 350: Hughes RAC, vn der Merché FGA. Corticosteroids for Guillin-Brré syndrome (Cochrne Review). In: The Cochrne Librry, Issue 2, Hughes RAC, Newsom-Dvis JM, Perkins GD, Pierce JM. Controlled tril of prednisolone in cute polyneuropthy. Lncet 1978;2: Guillin-Brré Syndrome Steroid Tril Group. Doubleblind tril of intrvenous methylprednisolone in Guillin-Brré syndrome. Lncet 1993; Hughes RAC, Kdlubowski M, Hufschmidt A Tretment of cute inflmmtory polyneuropty. Ann Neurol 1981;9:S125- S vn Koningsveld R, Schmitz PI, Meche FG, Visser LH, Meulstee J, vn Doorn PA; Dutch GBS study group. Effect of methylprednisolone when dded to stndrd tretment with intrvenous immunoglobulin for Guillin-Brre syndrome: rndomised tril. Lncet. 2004;36: Brill V, Ilse WK, Perce R, Dhnni A, Sutton D, Kong K. Pilot tril of immunoglobulin versus plsm exchnge in ptients with Guillin-Brré syndrome. Neurology 1996;46: Hughes RAC, Rphël JC, Swn AV, vn Doorn PA. Intrvenous immunoglobulin for Guillin-Brré syndrome (Cochrne Review). In: The Cochrne Librry, Issue 2, Ostermn PO, Fgius J, Lundemo G, Pihlstedt P, Pirsknen R, Siden A et l. Beneficil effects of plsm exchnge in cute inflmmtory polyrdiculoneuropthy. Lncet 1984;2: The Guillin-Brré syndrome study group. Plsmpheresis nd cute Guillin-Brré syndrome. Neurology 1985;35: French Coopertive Group on Plsm Exchnge in Guillin-Brré syndrome. Efficiency of plsm exchnge in Guillin-Brré syndrome: role of replcement fluids. Annls of Neurology 1987;22: French Coopertive Group on Plsm Exchnge in Guillin-Brré syndrome. Aproprite number of plsm exchnge in Guillin-Brré syndrome. Annls of Neurology 1997;41: French Coopertive Group on Plsm Exchnge in Guillin-Brré syndrome. Plsm exchnge in Guillin-Brré syndrome: one-yer follow-up. Annls of Neurology 1992;32: Zhng X, Xi J, Ye H. Effect of tripterygium polyglycoside on interleukin-6 in ptients with Guillin-Brre syndrome. Chung-Kuo Chung Hsi Chieh Ho Ts Chih 2000; 20: Wollinsky KH, Hulser PJ, Brinkmeier H, Aulkemeyer P, Bossenecker W, Huber-Hrtmnn KH, et l. CSF filtrtion is n effective tretment of Guillin-Brre syndrome: rndomized clinicl tril. Neurology 2001;57: Bens S, Hdden RDM, Hhn A, Hughes RAC, Willison HJ. Rndomisedcontrolled tril of brin-derived neurotrophic fctor in Guillin-Brre syndrome. Eur J Neurol 2000; 7: Pritchrd J, Gry IA, Idrissov ZR, Lecky BR, Sutton IJ, Swn AV, Willison HJ, Winer JB, Hughes RA. A rndomized controlled tril of recombinnt interferon-bet 1 in Guillin-Brre syndrome. Neurology. 2003;61: TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABILIDA- DE IMUNOGLOBULINA HUMANA Eu,, (nome do() pciente), bixo identificdo() e firmdo(), declro ter sido informdo() clrmente sobre tods s indicções, contr-indicções, principis efeitos colteris e riscos relciondos o uso do medicmento imunoglobulin humn, indicdo pr o trtmento d síndrome de Guilln-Brré. Os termos médicos form explicdos e tods s minhs dúvids form resolvids pelo médico (nome do médico que prescreve). Assim declro que: Fui clrmente informdo() de que o medicmento que psso receber pode trzer s seguintes melhoris: - diminuição do tempo de recuperção motor (mior rpidez do início d cpcidde de cminhr com ou sem uxílio); - diminuição de complicções ssocids, incluindo necessidde de ventilção mecânic; - diminuição do tempo de ventilção mecânic, cso est sej necessári; - umento d forç musculr em 1 no; - diminuição d mortlidde em 1 no. Fui tmbém clrmente informdo() respeito ds seguintes contr-indicções, potenciis efeitos colteris e riscos: - não se sbe o certo os riscos do uso deste medicmento n grvidez, portnto, cso engrvide, devo visr imeditmente o meu médico; - os efeitos colteris já reltdos são: dor de cbeç, clfrios, febre, reções no locl de plicção d injeção que incluem dor, coceir e vermelhidão. Problems renis tmbém já form reltdos (umento de cretinin e uréi no sngue, seguido de oligúri e núri, insuficiênci renl gud, necrose tubulr gud, nefropti tubulr proximl, nefrose osmótic). - medicmento contr-indicdo em csos de hipersensibilidde (lergi) o fármco; - o risco d ocorrênci de efeitos dversos ument com superdosgem. Estou ciente de que este medicmento somente pode ser utilizdo por mim, comprometendo-me devolvê-lo cso não queir ou não poss utilizá-lo ou se o trtmento for interrompido. Sei tmbém que continurei ser tendido, inclusive em cso de eu desistir de usr o medicmento. Autorizo o Ministério d Súde e s Secretris de Súde fzer uso de informções reltivs o meu trtmento, desde que ssegurdo o nonimto. Locl: Dt: Nome do pciente: Crtão Ncionl de Súde: Nome do responsável legl: Documento de identificção do responsável legl: Assintur do pciente ou do responsável legl Médico Responsável: CRM: UF: Assintur e crimbo do médico Dt: Observção: Este Termo é obrigtório o se solicitr o fornecimento de medicmento do Componente de Medicmentos de Dispensção Excepcionl (CMDE) e deverá ser preenchido em dus vis, ficndo um rquivd n frmáci e outr entregue o usuário ou seu responsável legl.

58 58 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 CONSULTA PÚBLICA 9, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo importânci do ppel que desempenhm os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics pr melhori d qulidde d tenção à súde, pr prescrição segur e eficz, pr tulizção e democrtizção do conhecimento, pr melhori d qulidde d informção prestd os doentes e pr melhori dos processos gerenciis dos progrms ssistenciis; Considerndo necessidde de se estbelecer critérios de dignóstico e trtmento de enfermiddes, observndo étic e tecnicmente prescrição médic, e promover o uso rcionl dos medicmentos pr o trtmento de doençs por meio de regulmentção de indicções e esquems terpêuticos; Considerndo que os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics são resultdo de consenso técnico-científico e são formuldos dentro de rigorosos prâmetros de qulidde, precisão de indicção e posologi; Considerndo necessidde de estbelecer mecnismos de compnhmento de uso e de vlição de resultdos, grntindo ssim prescrição segur e eficz; Considerndo necessidde de se promover mpl discussão desses Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics, possibilitndo prticipção efetiv, n su formulção, d comunidde técnico-científic, ssocições médics, profissionis d súde, ssocições de pcientes, usuários e gestores do Sistem Único de Súde (SUS) e d populção em gerl; Considerndo necessidde de se estbelecer o Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics - Uveítes Posteriores não Infeccioss, objeto d Consult Públic SCTIE/MS nº, de 15 de outubro de 2004; e Considerndo Portri SAS/MS nº 375, de de novembro de 2009, que prov o roteiro ser utilizdo n elborção de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics (PCDT), no âmbito d Secretri de Atenção à Súde - SAS, resolve: Art. 1º Submeter à Consult Públic o PROTOCOLO CLÍ- NICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS - UVEÍTES POSTERIO- RES NÃO INFECCIOSAS, constnte do Anexo deste Ato e o Termo de Esclrecimento e Responsbilidde dele integrnte. Prágrfo único. O Protocolo Clínico e o Termo de Esclrecimento e Responsbilidde, de que trt este Artigo, encontrmse disponíveis, tmbém, no sítio: - legislção. Art. 2º Estbelecer o przo de 30 (trint) dis, contr d dt d publicção dest Consult Públic, pr que sejm encminhds sugestões, devidmente fundmentds, reltivs o Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics de que trt o Art. 1º dest Consult Públic. 1º As sugestões devem ser encminhds, exclusivmente, pr o endereço eletrônico: [email protected], especificndo o número d Consult Públic e o nome do Protocolo no título d mensgem; e 2º As sugestões envids deverão, obrigtorimente, estr fundmentds em: I. Estudos Clínicos de fse III - relizdos no Brsil ou exterior; e II. Met-nálises de Ensios Clínicos. Art. 3º Determinr que Secretri de Atenção à Súde - Deprtmento de Atenção Especilizd coordene vlição ds proposições presentds, elborndo versão finl consolidd do Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics or submetido à Consult Públic. Prágrfo único: O novo Protocolo pssrá vigorr em todo território ncionl depois d devid provção e publicção por meio de Portri específic. Art. 4º Est Consult Públic entr em vigor n dt de su publicção. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS ALBERTO BELTRAME ANEXO PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS UVEÍTES POSTERIORES NÃO-INFECCIOSAS CICLOSPORINA, AZATIOPRINA E PREDNISONA. 1. METODOLOGIA DE BUSCA DE LITERATURA Relizd pesquis de litertur n bse de ddos d bibliotec virtul em súde d BIREME/LILACS, bibliotec ncionl de medicin e instituto ncionl de súde trvés do PUBMED/ME- DLINE. A pesquis relizd prtir dos termos uveitis, immunosuppressive therpy, immunomodultory therpy, oculr inflmmtory disese, uveíte, imunossupressão e terpi imunomodultóri gerou citções que form refinds por dt, prtir de jneiro de 2005 té setembro de 2009 e por estudos relizdos em humnos. Seleciondos estudos referentes o trtmento e epidemiologi de uveítes posteriores não-infeccioss pr inclusão no PCDT previmente escrito. Estudos prévios 2005 e já descritos em revisões nteriores form revisdos. 2. INTRODUÇÃO Uveíte corresponde à inflmção d úve, cmd vsculr médi dos olhos e pode ser dividid em nterior (íris), intermediári (corpo cilir e vítreo) e posterior (vítreo, retin, coróide e escler). Uveítes com cometimento de mis de um porção uvel são chmds de difuss, presentndo gerlmente cometimento bilterl. As doençs oculres inflmtóris são cus importnte de cegueir (cuidde visul com melhor correção menor que 20/400 ou 0,05) e bix visão (cuidde visul com melhor correção entre 20/70 ou 0,3 e 20/200 ou 0,1) no mundo todo. A incidênci nul de uveíte vri, de cordo com o pís, entre 17 e 52 csos por hbitntes, pelo código com um prevlênci de csos por hbitntes. (1,2) As uveítes são responsáveis por cerc de % dos csos de deficiênci visul no mundo ocidentl, e proximdmente 35% dos pcientes com uveíte referem bix visão ou cegueir. (1,2) A presentção ds uveítes é bstnte vriável, desde inflmção oculr primári té uveíte ssocid à doenç inflmtóri sistêmic. Podem ser dividids entre uveítes infeccioss, ns quis o ptógeno responsável é identificdo e o pciente é submetido o trtmento ntimicrobino específico, e uveítes não-infeccioss. As principis cuss de uveítes posteriores não-infeccioss estão listds seguir: Uveítes oculres primáris: Coriorretinopti de birdshot Coroidite serpiginos Coroidite multifocl com pn-uveíte Esclerite posterior Oftlmi simpátic Síndrome dos pontos brncos Uveíte intermediári idiopátic (prs plnitis) Vsculite retinin idiopátic Uveítes ssocids às doençs sistêmics: Artrite psoriátic Doenç de Behçet Doenç inflmtóri intestinl Esclerose múltipl Grnulomtose de Wegener Lúpus eritemtoso sistêmico Politerite nodos Policondrite recorrente Srcoidose Síndrome de Sjögren Síndrome de Vogt-Koyngi-Hrd As doençs sistêmics presentm um cometimento oculr vriável. A doenç de Behçet curs com uveíte difus e vsculite retinin em cerc de 70% dos csos, sendo uveíte um dos critérios miores pr o dignóstico clínico d doenç e podendo ser mnifestção inicil, precedendo os demis sintoms em té nos. (3) D mesm form, srcoidose se mnifest como uveíte em 20 50% dos pcientes e esclerose múltipl se present com neurite óptic em té 50% dos csos, vsculite retinin em -39% dos csos e uveíte isold em 1-16% dos csos. Doençs que cursm com presenç do nticorpo nticitoplsm de neutrófilos (ANCA) como grnulomtose de Wegener e polirterite nodos presentm uveíte em -20% dos csos, sendo que primeir pode cusr mnifestções oculres em té 90% dos csos. (3) Doençs do tecido conjuntivo, entre els o lúpus eritemtoso sistêmico, cursm com vsculite em -30% dos pcientes. Em menor escl, pcientes com doenç inflmtóri intestinl e rtrite psoriátic presentm uveíte em torno de % dos csos e síndrome de Sjögren em csos rros pode evoluir com uveíte posterior. A doenç de Vogt-Koyngi-Hrd é um síndrome úveo-menínge multi-sistêmic crcterizd por respost uto-imune dirigid os ntígenos melnocíticos dos olhos, pele, sistem nervoso centrl e uditivo. A mnifestção oculr é uveíte difus bilterl com edem de ppil, descolmento seroso d retin neurossensoril, defeito n impermebilidde do epitélio pigmentr d retin, com discret ou nenhum vitreíte. (3) 3. CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE (CID-) - H Inflmção coriorretinin focl - H Inflmção coriorretinin dissemind - H Ciclite posterior - H Outrs inflmções coriorretinins 4. DIAGNÓSTICO 4.1 DIAGNÓSTICO CLÍNICO O dignóstico de uveíte posterior não-infeccios é inicido trvés de exme oftlmológico clínico completo, com medid d cuidde visul, vlição dos reflexos pupilres, biomicroscopi de segmento nterior, tonometri, fundoscopi diret e indiret. O exme oftlmológico clínico deve identificr s lterções oculres comptíveis com o qudro de uveíte posterior, como celulridde no humor quoso e vítreo, precipitdos ceráticos, nódulos e áres de trofi irin, umento ou diminuição d pressão intr-oculr, hiperemi conjuntivl, episclerl ou esclerl, opcificção do cristlino, presenç de lesão focl ou difus de retin ou coróide, edem retinino, embinhmento vsculr, isquemi retinin e trombose retinin. Devido o grnde número de doençs que podem mnifestr o qudro de uveíte posterior, prtir d suspeit clínic devem ser relizdos exmes complementres, visndo à identificção do ftor etiológico. 4.2 DIAGNÓSTICO LABORATORIAL E DE IMAGEM A prtir do qudro clínico de uveíte posterior é obrigtóri exclusão de cuss infeccioss viris, bcterins, prsitáris, protozoáris e fúngics trvés de sorologis, exme clínico sistêmico, culturis, reção intr-dérmic e biópsi. Exmes complementres como ngiogrfi fluoresceínic (retinogrfi fluorescente bilterl), ecogrfi oculr, tomogrfi de coerênci óptic (OCT) e medidores de inflmção sistêmic são úteis pr quntificr o gru de cometimento inflmtório. Avlição sistêmic clínic, tipgem de imunocomplexos, como o HLA-B27, punção lombr e exmes de imgem como tomogrfi computdorizd, rio-x, ressonânci nucler mgnétic e cintilogrfi podem ser necessários n investigção complementr de doençs sistêmics ssocids, exclusão de etiologis infeccioss e síndromes de mscrmento. Um vez que o qudro clínico é comptível com os exmes inflmtórios e que etiologis infeccioss e neoplásics são excluíds, o dignóstico de uveíte posterior nãoinfeccios pode ser estbelecido. O dignóstico de uveítes sbidmente grves recebe tenção especil, um vez que necessitm trtmento mis gressivo desde s fses iniciis d doenç. Os critérios dignósticos pr doenç de Behçet incluem úlcers oris recorrentes, úlcers genitis recorrentes, uveíte, lesões cutânes e teste d ptergi positivo. O dignóstico já pode ser confirmdo n presenç de úlcers oris ssocids dois ou mis critérios. Coroidite serpiginos é dignosticd trvés de ngiogrfi fluoresceínic, que revel s lesões de coroidite cictrizds e em tividde. Vsculite retinin idiopátic é um dignóstico de exclusão. Su presentção é de vsculite retinin difus sem ssocições sistêmics. 5. CRITÉRIOS DE INCLUSÃO Serão incluídos neste protocolo os pcientes que presentrem: - Dignóstico confirmdo de uveíte posterior imune-medid, não-infeccios, de evolução crônic e grve, com risco potencil de perd funcionl. Pr o uso de imunossupressores ciclosporin e ztioprin, lém do dignóstico confirmdo de uveíte posterior não-infeccios deve hver: - Flh n terpêutic com corticoesteróide em monoterpi; - Toxicidde gud, crônic presente ou presumid ou contr-indicção o uso de corticoesteróide em qulquer vi de dministrção; - Dignóstico de uveítes sbidmente grves como doenç de Behçet, coroidite serpiginos e vsculites retinins idiopátics. 6. CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO - Suspeit clínic de infecção intr-oculr; - Pciente com contr-indicção ou intolerânci os medicmentos especificdos. 7. CASOS ESPECIAIS Gestntes: Os corticoesteróides presentm um risco teórico de insuficiênci plcentári e um risco conhecido de bixo peso do recém-nscido. Recomend-se uso d menor dose possível, e cuiddo especil durnte o primeiro trimestre d gestção. Não existem estudos definitivos sobre o uso dos demis imunossupressores durnte gestção, portnto seu uso deve ser feito com cutel, principlmente no primeiro trimestre de gestção, sempre considerndo o risco-benefício do uso do medicmento e utilizndo menor dose necessári pr o controle d doenç. Há consenso entre especilists de que corticoesteróides, ztioprin e ciclosporin são opções viáveis pr uso durnte gestção nos csos de doenç moderd ou grve. O risco gestcionl pelo uso de medicmentos é descrito d seguinte form: (4,5) Prednison e ciclosporin: risco C - Estudos em nimis têm demonstrdo efeitos tertogênicos sobre o feto e não existem estudos em mulheres; ou Não existem estudos disponíveis em mulheres, nem em nimis. São medicmentos que só devem ser dministrdos se o benefício esperdo pr mãe justificr o risco potencil pr o feto. Aztioprin: risco D - Existem clrs evidêncis de risco tertogênico, ms os benefícios crretdos com o uso possm tornálos ceitáveis Nutrizes: Inexistem estudos definitivos sobre o risco de mmentção durnte o uso de imunossupressores. Considerndo ftores como pssgem trvés do leite mterno, os medicmentos são clssificds como comptíveis com mmentção, não recomenddos n mmentção e contr-indicdos n mmentção. A prednison é o único clssificdo como comptível com mmentção. Imunossupressores de diferentes clsses têm pssgem desconhecid pelo leite mterno, estndo no grupo que não são recomenddos n mmentção. (4,5) Adultos em idde fértil: Os pcientes devem ser esclrecidos qunto os riscos de gestção n vigênci do trtmento, sendo indicdo mis de um método nticoncepcionl durnte o período, principlmente nos usuários de ztioprin. (2) Crinçs: O uso de corticoesteróide sistêmico em crinçs present os mesmos efeitos dversos cusdos em dultos, principlmente relciondos o uso crônico. Além disso, retrdo do crescimento é observdo em crinçs usuáris de corticoesteróide. Estudos de imunossupressão em crinçs não demonstrrm risco umentdo, em relção o dulto, pelo uso do medicmento. Determindos efeitos dversos, como nefrotoxicidde, precem ser mis leves em crinçs. O juste d dose dos medicmentos deve ser relizdo em crinçs de cordo com o peso ou superfície corporl. (2,6) Heptopts: A ztioprin present mior risco de heptotoxicidde, estndo indicdo uso cuteloso do medicmento em heptopts. Estudos sugerem relizção de exmes sorológicos, como os pr heptite B e C, vlição funcionl hepátic e bstinênci lcoólic em usuários de ztioprin (2,6) Nefropts: Vários imunossupressores presentm excreção renl, estndo indicdo controle de função renl periódic. Nefrotoxicidde é um dos principis efeitos dversos d ciclosporin necessitndo cutel n prescrição. (2,6) Crdiopts: Ciclosporin present como efeito dverso hipertensão rteril sistêmic, devendo ser prescrito com cutel em pcientes crdiopts. (2,6) 8. COMITÊ DE ESPECIALISTAS A presentção diversificd ds uveítes posteriores não-infeccioss e o grnde número de ssocições sistêmics dificultm, lgums vezes, o dignóstico e compnhmento. É benéfic os pcientes existênci de comitês de especilists que colborem com prescrição e compnhmento do trtmento.

59 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN CENTRO DE REFERÊNCIA Pcientes com uveíte em regime de imunossupressão devem ser vlidos periodicmente em relção à eficáci do trtmento e desenvolvimento de toxicidde gud ou crônic. A existênci de centro de referênci fcilit o trtmento em si, bem como o mnejo ds doses conforme necessário e no controle de efeitos dversos.. TRATAMENTO O trtmento ds uveítes posteriores não-infeccioss é bsedo n busc d homeostse imunológic do pciente. Procur-se, com terpi, supressão d retividde imune berrnte e mnutenção d integridde do sistem de defes do hospedeiro durnte o mior tempo possível. A principl clsse de medicmentos pr tingir esses objetivos são os corticoesteróides, representdos pel prednison.(6) Desvntgens do uso de corticoesteróides são os efeitos dversos locis como umento d pressão intr-oculr e ctrt, e sistêmicos como osteoporose, síndrome de Cushing, dibete melito, hipertensão rteril sistêmic, necrose sséptic de cbeç de fêmur e outros.(6) Além dos efeitos dversos, eventulmente não ocorre controle dequdo d doenç com o uso isoldo de corticoesteróides. Medicmentos imunossupressores de diferentes clsses presentm um ppel importnte no controle de uveítes posteriores não-infeccioss, servindo como redutores d dose ou poupdores de corticosteróide e djuvntes no controle inflmtório. As principis indicções pr o uso de imunossupressores são: (2,6) - Pcientes sem respost dequd com corticosteróide em monoterpi; - Pcientes que pr o controle d doenç necessitm dose de corticosteróide sistêmico com toxicidde intolerável; - Pcientes com indicção de uso crônico em longo przo de corticoesteróides sistêmicos; - Pcientes com uveíte de cráter gressivo e com rápido comprometimento funcionl. Gerlmente medicmentos imunossupressores presentm efeito terpêutico pleno pós lgums semns de uso, motivo pelo qul são gerlmente inicidos de form simultâne o corticosteróide sistêmico, que tem su dose progressivmente reduzid ou descontinud pós estbilizção d doenç. Diversos estudos mostrm eficáci e segurnç dos diversos imunossupressores no trtmento de doenç oculr inflmtóri. (2,6) Inibidores ds céluls T ou inibidores d clcineurin, representdos pel ciclosporin, presentm inúmeros estudos reforçndo seu uso no trtmento de uveítes posteriores não-infeccioss. Ensios clínicos rndomizdos demonstrrm eficáci superior d ciclosporin sobre o uso isoldo de corticosteróide, colchicin, plcebo e clormbucil, no controle de uveítes diverss, inclusive doenç de Behçet. (7-11) A ssocição de ciclosporin e corticosteróide obteve resultdos ind melhores no controle d inflmção oculr.(12) Estudos de coorte, séries de csos não controlds e rtigos de revisão tmbém pontm pr eficáci d ciclosporin em uveítes refrtáris, coroidite multifocl, uveíte em crinçs, coriorretinopti de birdshot, doenç de Behçet, oftlmi simpátic, coroidite serpiginos e síndrome de Vogt-Koyngi-Hrd. (13-21) Antimetbólitos, representdos pel ztioprin, tmbém presentm eficáci no controle de uveítes posteriores não-infeccioss. Ensio clínico rndomizdo em pcientes com doenç de Behçet mostrou eficáci d ztioprin n redução d incidênci de doenç oculr e cometimento do segundo olho, e controle d uveíte com redução do número de episódios de hipópio.(22) Estudo de coorte com compnhmento médio de 8 nos mostrou eficáci d ztioprin no controle d diversos tipos de uveíte. (23) Séries de csos e estudos não controldos colborm pr evidênci de benefício no uso de ztioprin em pcientes com uveíte refrtári, coroidite serpiginos, coroidite multifocl, doenç de Behçet, síndrome de Vogt- Koyngi-Hrd, Prs Plnitis, e fzem referênci de sucesso no uso de ztioprin em monoterpi ou ssocid ciclosporin ou corticosteróide. (2,19,24,25).1. FÁRMACOS - Ciclosporin: cápsuls de 25mg, 50mg, 0mg e solução orl 0mg/mL - Aztioprin: cápsuls de 50mg - Prednison - comprimidos de 5mg e de 20mg..2. ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO - Prednison: 1-2mg/Kg/di, vi orl - Ciclosporin: 2-5mg/Kg/di, dividido em 2 tomds, vi orl; dose máxim té 7mg/Kg/di - Aztioprin: 1-3mg/Kg/di, vi orl; dose máxim té 4mg/Kg/di.3. TEMPO DE TRATAMENTO (CRITÉRIOS DE IN- TERRUPÇÃO) A grnde vribilidde de presentções e etiologis ds uveítes posteriores não-infeccioss não permite o estbelecimento de tempo pdrão de trtmento, sendo necessári constnte revlição d doenç e do qudro oculr. A respost o trtmento é o principl ftor que define o tempo de trtmento necessário com cd medicmento. Em pcientes com doenç gud, um trtmento curto com corticoesteróide sistêmico vi orl, de 3 6 semns, pode ser suficiente pr melhor do qudro oculr. Uveítes guds sbidmente mis grves, como síndrome de Vogt-Koyngi-Hrd, doenç de Behçet, coroidite serpiginos e vsculites retinins idiopátics frequentemente necessitm doses miores de corticoesteróides, podendo se optr pel pulsoterpi endovenos por 3 dis seguid de corticoesteróide vi orl durnte 3-6 semns, ou dministrção do medicmento pel trvés de injeção perioculr ou intrvítre. Em pcientes com doenç crônic, um dose inicil de corticóide, seguid de redução grdul e mnutenção com doses menores ssocids ou não outros imunossupressores podem ser necessáris. Um vez que imunossupressores tenhm sido inicidos, eles são usulmente mntidos por um período de 6 24 meses, pós o qul s doses são reduzids lentmente, com pequenos decréscimos n dose cd 4 EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código semns, sempre observndo tividde inflmtóri oculr. Alguns pcientes necessitm de imunossupressores indefinidmente pr controle d doenç oculr. A interrupção do trtmento é definid por controle dequdo d inflmção oculr de form individulizd, ou pel instlção de efeitos dversos intoleráveis específicos de cd medicmento..4. BENEFÍCIOS ESPERADOS - resolução do episódio de inflmção gud; -prevenção ou minimizção de seqüels estruturis e funcionis secundáris à inflmção oculr; - prevenção ou redução do número de recidivs ou recíds de uveítes crônics ou recorrentes; - mnutenção ou melhor d cuidde visul. 11. MONITORIZAÇÃO Pcientes em uso de corticoesteróide, por mis de três meses, por vi orl devem ter s de pressão rteril e glicemi medids menslmente, e de sódio e potássio cd 60 dis. Durnte o período de uso d corticoterpi, recomend-se redução do risco de perd ósse, conforme preconizdo no Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics, do Ministério d Súde. Exercícios físicos regulres e limentção dequd colborm no controle do gnho de peso. É necessári profilxi de prsitosese reção intrdérmic de Mntoux pr vlição de contto com Mycobcterium tuberculosis pr decisão sobre quimiprofilxi ou trtmento. Usuários de ciclosporin devem controlr pressão rteril e os níveis de cretinin e uréi séricos cd 2 semns nos primeiros 3 meses de uso e pós menslmente. Sódio, potássio, ácido úrico, triglicerídeos, colesterol totl, colesterol HDL e trnsminses hepátics devem ser compnhdos cd 3 meses. A dose subseqüente ser dministrd requer justes individuis, com objetivo de obter o máximo efeito imunossupressor com o mínimo de toxicidde. Pcientes que presentrem lterção relevnte dos controles clínicos ou lbortoriis devem ter dose de ciclosporin reduzid em 25%-50% d dose inicil, e, se ind permnecerem com lterções está indicd suspensão do medicmento. (2) Os principis efeitos dversos dos imunossupressores inibidores de céluls T são toxicidde renl, hipertensão rteril, intolerânci gstro-intestinl, hipertricose, hiperplsi de gengiv, milgi, tremor, prestesis, hiperuricemi e desequilíbrio hidroeletrolítico. (2) Pcientes em trtmento com ztioprin devem relizr hemogrm com contgem de plquets e controle ds trnsminses hepátics cd 4-6 semns. Heptotoxicidde, crcterizd por elevção de 1,5 vezes o vlor norml máximo de trnsminses hepátics, indic redução de 50mg/di com nov ferição pós dus semns. N usênci de respost, o medicmento deve ser descontinudo.(2) Os principis efeitos dversos dos imunossupressores ntimetbólitos são cnsço, intolerânci gstro-intestinl, heptotoxicidde, supressão de medul ósse, pneumoni intersticil, infecções oportunists e neoplsi de pele não-melnocític. (26) Coorte comprtiv entre os imunossupressores ntimetbólitos sugere que os efeitos dversos são mis frequentes com o uso de ztioprin. (27) 12. ACOMPANHAMENTO PÓS-TRATAMENTO A grnde vribilidde de presentções e etiologis ds uveítes posteriores não-infeccioss não permite o estbelecimento de tempo pdrão de trtmento, sendo necessári constnte revlição d doenç e do qudro oculr. A respost o trtmento e incidênci de efeitos dversos é o principl ftor que define o tempo de trtmento necessário com cd medicmento. 13. REGULAÇÃO/CONTROLE/AVALIAÇÃO PELO GES- TO R A liberção ou dispensção dos medicmentos pr o trtmento de uveítes posteriores não-infeccioss deve ocorrer pós nálise de ludo médico com informções clínics como cuidde visul, dignóstico comptível com CID- incluso no PCDT, crcterístics clínics sumrizds, medicmentos usdos previmente com o fim de trtr doenç e efeitos dversos ou de flh d terpêutic que indic ssocição ou troc de imunossupressor. O protocolo de revlição d liberção do medicmento pode incluir: - Revlição pelo gestor pós 2 meses do início do uso do trtmento, solicitndo o médico prescritor ludo informndo se o pciente se dptou bem o medicmento, com efeitos dversos toleráveis e se irá ou não permnecer sob uso prolongdo; - Revlições subseqüentes com intervlo de 6 meses pr renovção ou interrupção do medicmento durnte os primeiros 2 nos de trtmento. - Revlições com intervlo de 12 meses pr renovção ou interrupção do medicmento prtir do terceiro no de trtmento. - Revlições clínics, com o médico ssistente, devem ser definids de cordo com grvidde d doenç, respost o trtmento, efeitos dversos e complicções oculres. 14. TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABI- LIDADE É obrigtóri cientificção do pciente, ou de seu responsável legl, dos potenciis riscos, benefícios e efeitos colteris relciondos o uso dos medicmentos preconizdos neste Protocolo, o que deverá ser formlizdo por meio d ssintur de Termo de Esclrecimento e Responsbilidde. 15. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Wkefield D, Chng JH. Epidemiology of uveitis. Int Ophthlmol Clin. 2005; 45(2): Kim EC, Foster CS. Immunomodultory therpy for the tretment of oculr inflmmtory disese: evidence-bsed medicine recommendtions for use.int Ophthlmol Clin. 2006;46(2): Díz-Vlle D, Méndez R, Arriol P, Cuiñ R, Ariño M. Non-infectious systemic diseses nd uveítes. An Sist Snit Nvr. 2008: 31 Suppl 3: Briggs, GG, Freemn RK, Yffe SJ. Drugs in pregnncy nd lcttion: A reference guide to fetl nd neontl risk. 5 th edition p Use of immunosuppressive drugs in pregnncy nd lcttion {monogrph on CD-ROM}, Berms BL. UpToDte. Version Jbs DA, Rosenbum JT, Foster CS, Hollnd GN, Jffe GJ, Louie JS, et l. Guidelines for the use of immunosuppressive drugs in ptients with oculr inflmmtory disorders: recommendtions of n expert pnel. Am J Ophthlmol Oct;130(4): Nussenbltt RB, Plestine AG, Chn CC, Stevens G Jr, Mellow SD, Green SB. Rndomized, double-msked study of cyclosporine compred to prednisolone in the tretment of endogenous uveitis. Am J Ophthlmol Aug 15;112(2): Msud K, Nkjim A, Urym A, Nke K, Kogure M, Inb G. Double-msked tril of cyclosporin versus colchicine nd long-term open study of cyclosporin in Behçet's disese. Lncet My 20;1(8647): Vitle AT, Rodriguez A, Foster CS. Low-dose cyclosporin A therpy in treting chronic, noninfectious uveitis. Ophthlmology Mr;3(3): de Vries J, Brsm GS, Zl MJ, Boen-Tn TN, Rothov A, Buitenhuis HJ, et l. Cyclosporin in the tretment of severe chronic idiopthic uveitis. Br J Ophthlmol Jun;74(6): BenEzr D, Cohen E, Chjek T, Friedmn G, Piznti S, de Courten C, et l. Evlution of conventionl therpy versus cyclosporine A in Behçet's syndrome. Trnsplnt Proc 1988: 20 Suppl 4: Whitcup SM, Slvo EC Jr, Nussenbltt RB. Combined cyclosporine nd corticosteroid therpy for sight-thretening uveitis in Behçet's disese. Am J Ophthlmol Jul 15;118(1): Jp A, Chee SP. Immunosuppressive therpy for oculr diseses. Curr Opin Ophthlmol Nov;19(6): Michel SS, Ekong A, Blttzis S, Foster CS. Multifocl choroiditis nd pnuveitis: immunomodultory therpy. Ophthlmology. 20 Feb;9(2): Vitle AT, Rodriguez A, Foster CS. Low-dose cyclosporine therpy in the tretment of birdshot retinochoroidopthy. Ophthlmology My;1(5): Mendes D, Correi M, Brbedo M, Vio T, Mot M, Gonçlves O, et l. Behçet's disese: contemporry review. J Autoimmun My-Jun;32(3-4): Chn CC, Roberge RG, Whitcup SM, Nussenbltt RB. 32 cses of sympthetic ophthlmi. A retrospective study t the Ntionl Eye Institute, Bethesd, Md., from 1982 to Arch Ophthlmol My;113(5): Akpek EK, Blttzis S, Yng J, Foster CS. Long-term immunosuppressive tretment of serpiginous choroiditis. Ocul Immunol Inflmm Sep;9(3): Fng W, Yng P. Vogt-koyngi-hrd syndrome. Curr Eye Res Jul;33(7): Murphy CC, Greiner K, Plskov J, Duncn L, Frost NA, Forrester JV, et l. Cyclosporine vs tcrolimus therpy for posterior nd intermedite uveitis. Arch Ophthlmol My;123(5): Ozyzgn Y, Yurdkul S, Yzici H, Tüzün B, Isçimen A, Tüzün Y, et l. Low dose cyclosporin A versus pulsed cyclophosphmide in Behçet's syndrome: single msked tril. Br J Ophthlmol Apr;76(4): Yzici H, Pzrli H, Brnes CG, Tüzün Y, Ozyzgn Y, Silmn A, et l. A controlled tril of zthioprine in Behçet's syndrome. N Engl J Med Feb 1;322(5): Hmuryudn V, Ozyzgn Y, Hizli N, Mt C, Yurdkul S, Tüzün Y, et l. Azthioprine in Behcet's syndrome: effects on longterm prognosis.arthritis Rheum Apr;40(4): Psdhik S, Kempen JH, Newcomb CW, Liesegng TL, Pujri SS, Rosenbum JT, et l. Azthioprine for Oculr Inflmmtory Diseses. Am J Ophthlmol Oct; 148(4): Pcheco PA, Tylor SR, Cuchcovich MT, Diz GV. Azthioprine in the mngement of utoimmune uveitis. Ocul Immunol Inflmm Jul-Aug;16(4): Singh G, Fries JF, Spitz P, Willims CA. Toxic effects of zthioprine in rheumtoid rthritis. A ntionl post-mrketing perspective. Arthritis Rheum Jul;32(7): Glor A, Jbs DA, Leder HA, Kedhr SR, Dunn JP, Peters GB 3rd, et l. Comprison of ntimetbolite drugs s corticosteroid-spring therpy for noninfectious oculr inflmmtion. Ophthlmology Oct;115():

60 60 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABILIDA- DE CICLOSPORINA, AZATIOPRINA E PREDNISONA. Eu, (nome do() pciente), declro ter sido informdo() clrmente sobre os benefícios, riscos, contr-indicções e principis efeitos dversos relciondos o uso do (s) medicmento (s) ciclosporin, ztioprin ou prednison, indicdos pr o trtmento ds uveítes posteriores nãoinfeccioss. Os termos médicos me form explicdos e tods s minhs dúvids form resolvids pelo médico (nome do médico que prescreve). Assim declro que: Fui clrmente informdo(), de que o medicmento que psso receber pode trzer s seguintes melhoris: - melhor d inflmção gud; - prevenção ou minimizção dos problems relciondos à inflmção nos olhos; - prevenção ou redução do número de recíds de uveítes crônics ou recorrentes; - mnutenção ou melhor d qulidde d visão. Fui tmbém clrmente informdo respeito ds seguintes contr-indicções, potenciis efeitos dversos e riscos: - ciclosporin: não se sbe o certo os riscos do uso deste medicmento n grvidez, portnto, cso engrvide, devo visr imeditmente o meu médico; - ztioprin: há riscos pr o feto durnte grvidez, porém o benefício pode ser mior que o risco e isso deve ser discutido com seu médico; Os efeitos dversos mis comumente reltdos são: - pr ztioprin: diminuição ds céluls brncs, vermelhs e plquets do sngue, náuses, vômitos, dirréi, dor bdominl, fezes com sngue, problems no fígdo, febre, clfrios, diminuição de petite, vermelhidão de pele, perd de cbelo, fts, dores ns junts, problems nos olhos (retinopti), flt de r, pressão bix - pr ciclosporin: problems nos rins e fígdo, tremores, umento d quntidde de pêlos no corpo, pressão lt, umento do crescimento d gengiv, umento do colesterol e triglicerídeos, formigmentos, dor no peito, btimentos rápidos do corção, convulsões, confusão, nsiedde, depressão, frquez, dores de cbeç, unhs e cbelos quebrdiços, coceir, espinhs, náuses, vômitos, perd de petite, soluços, inflmção n boc, dificuldde pr engolir, sngrmentos, inflmção do pâncres, prisão de ventre, desconforto bdominl, diminuição ds céluls brncs do sngue, linfom, clorões, umento d quntidde de cálcio, mgnésio e ácido úrico no sngue, toxicidde pr os músculos, problems respirtórios, sensibilidde umentd tempertur e umento ds mms. - pr prednison: retenção de sódio e águ, insuficiênci crdíc congestiv em pcientes suscetíveis, perd de potássio, lclose hipoclêmic, hipertensão rteril, frquez musculr, miopti por corticosteróide, perd de mss musculr, grvmento dos sintoms de Misteni grvis, osteoporose, necrose sséptic d cbeç do fêmur e do úmero, frtur ptológic de ossos longos e vértebrs, ruptur do tendão, úlcer péptic com possível perfurção e hemorrgi, pncretite, distensão bdominl, esofgite ulcertiv, petéquis e equimoses, eritem fcil, retrdo ictrizção, troficutâne, sudorese excessiv, supressão d reção testes cutâneos, rticári, edem ngioneurótico, dermtite lérgic, convulsões, umento de pressão intrcrnin com ppiledem (pseudotumor cerebrl) gerlmente pós trtmento, vertigem, cefléi, irregulriddes menstruis, desenvolvimento de estdo Cushingóide,insuficiênci supr-renl ou hipofisári secundári, principlmente em csos de estresse (cirurgis, trum ou doenç), redução d tolerânci os crboidrtos, mnifestção de Dibetes mellitus ltente, umento d necessidde de insulin ou hipoglicemintes oris em pcientes dibéticos, supressão do crescimento fetl ou infntil, ctrt subcpsulr posterior, umento d pressão intr-oculr,glucom, exoftlmi, blnço nitrogendo negtivo devido o ctbolismo protéico, eufori, depressão grve com mnifestções psicótics, lterções d personlidde, hiperirritbilidde, insôni, lterções do humor, reções de hipersensibilidde ou nfilctóides e reções do tipo choque ou de hipotensão. Estou ciente de que este(s) medicmento(s) somente podem ser utilizdo(s) por mim, comprometendo-me devolvê-lo(s) cso não queir ou não poss utilizá-lo ou se o trtmento for interrompido. Sei tmbém que continurei ser tendido, inclusive em cso de eu desistir de usr o medicmento. Autorizo o Ministério d Súde e s Secretris de Súde fzer uso de informções reltivs o meu trtmento, desde que ssegurdo o nonimto. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Locl: Dt: Nome do pciente: Crtão Ncionl de Súde: Nome do responsável legl: Documento de identificção do responsável legl: Assintur do pciente ou do responsável legl Médico Responsável: CRM: UF: Assintur e crimbo do médico Dt: Observção: Este Termo é obrigtório o se solicitr o fornecimento de medicmento do Componente de Medicmentos de Dispensção Excepcionl (CMDE) e deverá ser preenchido em dus vis, ficndo um rquivd n frmáci e outr entregue o usuário ou seu responsável legl. pelo código , DE DE NOVEMBRO DE O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo o relevnte ppel desempenhdo pelos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics (PCDT) pr melhori d qulidde d tenção à súde, pr prescrição segur e eficz, pr tulizção e democrtizção do conhecimento médico, pr melhori d qulidde d informção prestd os pcientes e pr o perfeiçomento dos processos gerenciis relciondos à tenção à súde; Considerndo necessidde de se estbelecer critérios de dignóstico e trtmento de enfermiddes, observndo étic e tecnicmente prescrição médic e promover o uso rcionl dos medicmentos pr o trtmento de doençs por meio de regulmentção de indicções e esquems terpêuticos; Considerndo que os PCDT devem seguir os princípios d Medicin Bsed em Evidêncis e serem formuldos com bse n revisão criterios d litertur e n melhor evidênci científic disponível; Considerndo necessidde de estbelecer um roteiro ser utilizdo n formulção de PCDT, contendo pdrões, critérios e prâmetros serem observdos n su elborção e publicção; resolve: Art. 1º - Aprovr, n form do Anexo dest Portri, o roteiro ser utilizdo n elborção de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics (PCDT), no âmbito d Secretri de Atenção à Súde - SAS/MS. Art. 2º - Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ALBERTO BELTRAME ANEXO ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROTOCOLOS CLÍNICOS E DIRETRIZES TERAPÊUTI- CAS (PCDT) NOME DA DOENÇA/CONDIÇÃO NOME(S) DO(S) MEDICAMENTO(S) 1- METODOLOGIA DE BUSCA E AVALIAÇÃO DE LI- T E R AT U R A Descrever detlhdmente estrtégi de busc utilizd n revisão de litertur ou d revisão sistemátic, citndo bse de ddos consultds, plvrs-chves, período no tempo e limites de busc (se utilizdo). Todo PCDT que indicr incorporção de novs tecnologis deverá ser elbordo considerndo-se, primordilmente, ensios clínicos rndomizdos, metnálises, revisões sistemátics e, qundo não houver, melhor evidênci disponível, sempre compnhd de um nálise d qulidde dos estudos menciondos. A metodologi d revisão sistemátic deve seguir os critérios d Cochrne ( 2- INTRODUÇÃO Corresponde à conceitução d situção clínic ser trtd, com revisão de su definição e epidemiologi, potenciis complicções e morbi-mortlidde ssocid à doenç. Ddos epidemiológicos ncionis podem ser obtidos no site do DATASUS ( h t t p :// w 3. d t s u s. g o v. b r / d t s u s / d t - sus.php?re=359a1b0c0d0e0f359g3h0i1jd1l2m0n&vinclude=../site/menuold.php). - Pr os PCDT "em tulizção": usr como modelo o PCDT publicdo nteriormente pelo Ministério d Súde, perfeiçondo-o sob s presentes norms. - Pr os novos PCDT: pode ser utilizdo um modelo de PCDT pr um doenç com históri nturl semelhnte. 3- CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE (CID-) Clssificr doenç ou condição de cordo com CID-, disponível em ( Nos PCDT de tulizção, os códigos d CID devem ser comptíveis com queles d relção do Componente de Medicmentos de Dispensção Excepcionl (CMDE), disponível no sítio eletrônico e novos códigos serão incluídos pens nos csos de elborção de novos protocolos. Csos de divergênci ou discordânci deverão ser previmente discutidos. 4- DIAGNÓSTICO Apresentr os critérios de dignóstico pr doenç, subdivididos em dignóstico clínico e lbortoril, qundo necessário, evidencindo lterção encontrd em relção o vlor de referênci e, cso possível, mensurá-l qunto o número de vezes cim ou bixo desse vlor que induz à suspeit ou confirmção d doenç. Atentr pr se os exmes de dignóstico estejm inclusos n tbel de procedimentos do SUS ( 5- CRITÉRIOS DE INCLUSÃO Correspondem os critérios pr inclusão do pciente no PCDT, devendo explicitr qundo podem, ou devem, ser vlidos clinicmente ou por exmes lbortoriis, bem como qul(is) documento(s) comprobtório(s) - reltório, ludo, resultdo - deve(m) ser exigido(s). 6- CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO Correspondem os critérios que impedem inclusão do pciente no PCDT que, em gerl, podem ser contrindicções bsoluts relcionds os medicmentos ou situções clínics peculires. 7- CASOS ESPECIAIS Compreendem situções respeito d doenç ou do trtmento em que relção risco/benefício deve ser cuiddosmente vlid pelo médico prescritor, ns quis um Comitê de Especilists, nomedo pelo gestor estdul, poderá ou não ser consultdo pr decisão finl (exemplos: idosos, crinçs, gestntes e contrindicções reltivs). 8- COMITÊ DE ESPECIALISTAS O Comitê de Especilists constitui-se de um grupo técnicocientífico cpcitdo e qulificdo que deve ser preconizdo nos PCDT em que se julg necessári vlição dos pcientes por motivos de subjetividde de dignóstico, complexidde do trtmento ou csos especiis. Um Comitê de Especilists deve estr inserido, sempre que possível, em um Centro de Referênci. A crição de Comitê de Especilists deve ser um recomendção e não um obrigtoriedde. 9- CENTRO DE REFERÊNCIA (CR) O Centro de Referênci (CR) tem como objetivo prestr ssistênci médic ou frmcêutic plen os usuários do Sistem Único de Súde (SUS), promovendo efetividde do trtmento e o uso responsável e rcionl de medicmentos de dispensção excepcionl fornecidos pels Secretris Estduis d Súde. O CR pode proceder à vlição, o compnhmento e, qundo for o cso, dministrção de medicmentos nos pcientes. Su crição está preconizd em lguns protocolos e com prticulriddes que deverão respeitr e dptr-se cd doenç/condição ou cuiddo especil requerido por el ou pelo(s) medicmento(s), como custo-efetividde, possibilidde de comprtilhmento, rmzenmento, estbilidde etc. A crição de Centro de Referênci deve ser um recomendção e não um obrigtoriedde. - TRATAMENTO Indicção ds opções de trtmento pr tods s fses evolutivs d doenç em questão e discussão ds evidêncis que s embsm. Sempre que indicdo, reltr ou citr os trtmentos não frmcológicos (mudnçs de hábitos, diet, exercícios físicos, psicoterpi, fototerpi, entre outros). Os medicmentos devem ter registro n ANVISA ( e ser comercilizdos no Brsil. No processo de revisão ou elborção de PCDT em que houver previsão de incorporção de novs tecnologis, deve-se considerr s proposições presentds à Comissão pr Incorporção de Tecnologis (CITEC), do Ministério d Súde. Reltivmente à revisão d litertur, elborr um tbel contendo todos os estudos relevntes (Ensio Clínico Rndomizdo + Metnálises), onde constem os utores, dt, delinemento do estudo, populção, intervenções, número de pcientes, desfechos etc. Em sum, um tbel que respond à pergunt "PICO" (populção, intervenção, controle e outcomes - desfechos) e com um comentário pessol sobre qulidde do estudo e nível de evidênci n últim colun. Ns situções em que o objetivo é tulizção do protocolo já publicdo e tulmente vigente e onde um grnde número de estudos for encontrdo, pesquis sistemtizd poderá incluir pens o período posterior à publicção do protocolo. Outr lterntiv nest situção é restrição d pesquis os periódicos com mior índice de impcto, os definidos como "Core Clinicl Journls". O Trtmento present-se dividido em subitens: ) Fármcos Nome d substânci tiv de cordo com Denominção Comum Brsileir (DCB), disponível em: e s presentções disponíveis do(s) medicmento(s) em ordem crescente ds linhs de trtmento. Observr Relção Ncionl de Medicmentos Essenciis ( e Portri GM/MS n o 6/2009 ( b) Esquems de dministrção Apresentr s doses terpêutics recomendds (incluindo mínim e máxim, qundo houver), vis de dministrção e cuiddos especiis, qundo pertinentes. Descrever quis os medicmentos utilizdos ns diferentes fses de evolução, cso o esquem terpêutico sej distinto ou hj esclonmento de doses. c) Tempo de trtmento (critérios de interrupção) Definir o tempo de trtmento e critérios pr su interrupção ḋ) Benefícios esperdos Reltr de form objetiv os desfechos esperdos com o trtmento. Entende-se por "esperdos" queles desfechos documentdos n litertur médic. 11- MONITORIZAÇÃO Descrever de form precis qundo e como monitorizr respost terpêutic (mrcdor de eficáci, por exemplo, hemoglobin pr Epoetin) ou toxicidde do medicmento. Devem ser inseridos efeitos dversos significtivos que possm orientr um mudnç de opção terpêutic ou mudnç de dose. 12- ACOMPANHAMENTO PÓS-TRATAMENTO O tempo de trtmento deve ficr clro. O PCDT deve indicr o período em que os trtmentos crônicos, sem tempo definido, tmbém deverão ser revlidos (seguro pr os pcientes e fctível pr o Gestor do SUS). 13- REGULAÇÃO/CONTROLE/AVALIAÇÃO PELO GES- TO R Trt-se de esclrecer o gestor do SUS quis os pssos dministrtivos que este deve seguir especificmente pr doenç ou condição do PCDT, se houver lgum prticulridde. Por exemplo, lgums doençs que requerem especiliddes ou especificiddes ou medicmentos com lto risco pode-se recomendr que os trtmentos sejm relizdos somente em Centro de

61 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN Referênci, o qul, por decisão do gestor do SUS, poderá receber pr dispensr diretmente o(s) medicmento(s). 14- TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABI- LIDADE - TER O TER é o documento que contém s informções referentes os potenciis riscos e eventos dversos que podem estr ssocidos o uso do medicmento preconizdo no Protocolo. Deve ser escrito em lingugem pr pessos leigs entenderem os termos específicos utilizdos n medicin e deverá ser formlizdo por meio d ssintur do pciente ou do responsável legl, qundo do cdstrmento do usuário pr dispensção de medicmento(s) do Componente de Medicmentos de Dispensção Excepcionl - CMDE. 15- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS As referêncis bibliográfics devem ser numerds e ordends segundo ordem de precimento no texto, no qul devem ser identificds pelos lgrismos rábicos respectivos sobrescritos. Pr listr s referêncis, não utilizr o recurso de nots finis ou nots de rodpé do Word. As referêncis devem ser formtds no estilo Vncouver ( %2012.pdf). 376, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Considerndo necessidde de se estbelecer prâmetros sobre s distonis focis e espsmo hemifcil no Brsil e diretrizes ncionis pr dignóstico, trtmento e compnhmento dos indivíduos com est doenç; Considerndo que os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics são resultdos de consenso técnico-científico e são formuldos dentro de rigorosos prâmetros de qulidde, precisão de indicção e posologi; Considerndo s sugestões dds à Consult Públic SAS/MS n o 3, de 13 de setembro de 2007; Considerndo Portri SAS/MS nº 375, de de novembro de 2009, que prov o roteiro ser utilizdo n elborção de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics (PCDT), no âmbito d Secretri de Atenção à Súde - SAS; e Considerndo vlição d Secretri de Atenção à Súde - Deprtmento de Atenção Especilizd, resolve: Art. 1º - Aprovr, n form do Anexo dest Portri, o PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS - DIS- TONIAS FOCAIS E ESPASMO HEMIFACIAL. 1º - O Protocolo, objeto deste Artigo, que contêm o conceito gerl de distonis focis e espsmo hemifcil, critérios de dignóstico, critérios de inclusão e de exclusão, trtmento e mecnismos de regulção, controle e vlição, é de cráter ncionl e deve ser utilizdo pels Secretris de Súde dos Estdos, Distrito Federl e dos Municípios n regulção do cesso ssistencil, utorizção, registro e ressrcimento dos procedimentos correspondentes; 2º - É obrigtóri observânci desse Protocolo pr fins de dispensção do medicmento nele previsto; 3º - É obrigtóri cientificção do pciente, ou de seu responsável legl, dos potenciis riscos e efeitos colteris relciondos o uso do medicmento preconizdo pr o trtmento d Espsticidde, o que deverá ser formlizdo por meio d ssintur do respectivo Termo de Esclrecimento e Responsbilidde, conforme o modelo integrnte do Protocolo. 4º - Os gestores estduis e municipis do SUS, conforme su competênci e pctuções, deverão estruturr rede ssistencil, definir os serviços referenciis e estbelecer os fluxos pr o tendimento dos indivíduos com doenç em tods s etps descrits no Anexo dest Portri. Art. 2º - Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. Art. 3º - Fic revogd Portri SAS/MS nº 1.014, de 20 de dezembro de 20, publicd no Diário Oficil d União nº 218, de 21 de dezembro de 20, seção 1, pág EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ALBERTO BELTRAME ANEXO PROTOCOLOS CLÍNICOS E DIRETRIZES TERAPÊUTI- CAS DISTONIAS FOCAIS E ESPASMO HEMIFACIAL TOXINA BOTULÍNICA 1. METODOLOGIA DE BUSCA DE LITERATURA Pr elborção do presente Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics pr o trtmento ds distonis com toxin botulínic, foi pesquisd litertur médic com relção ddos de eficáci e segurnç ds diferentes presentções d toxin botulínic disponíveis no pís. A revisão de litertur obedeceu um estrtégi de busc que foi relizd no PubMed/Medline té dt de 01 de outubro de As plvrs-chve utilizds n busc form: "dystoni, torticollis, cervicl dystoni, blephrospsm, hemifcil spsm, writer`s crmp, Meige syndrome, essentil tremor, lryngel dystoni, spsmodic dysphoni, orofcil dystoni". As buscs form relizds combinndo cd um ds plvrs-chve com o termo "botulinum toxin". Não foi determindo limite no período no tempo brngido pel busc, porém foi estbelecido um filtro pr ensios clínicos rndomizdos e revisões sistemátics/metnálises. pelo código Entre os 90 rtigos identificdos n busc, form excluídos os estudos metodologicmente indequdos ou com tmnho mostrl muito reduzido, sendo seleciondos 5 revisões sistemátics/ metnálises e 18 ensios clínicos. 2. INTRODUÇÃO Distoni é um disfunção neurológic crcterizd pel contrção involuntári e sustentd de um músculo isoldo ou um grupo musculr (1), podendo ser primári (idiopátic) ou secundári outrs doençs. As distonis podem cusr movimentos e posturs normis, que podem ser incpcitntes e, freqüentemente, são dolorosos (1). Entretnto, nem tod contrção musculr involuntári constitui um distoni. Cãibrs, tremor, espsticidde, e outros movimentos involuntários, como coréi, não são considerdos distonis. A incidênci ds forms focis de distoni é estimd em 2 novos csos por milhão de hbitntes por no, resultndo em um prevlênci de 29,5 csos por hbitntes (1,2). Estes ddos são miores do que outrs doençs neurológics bem conhecids, tis como doenç do neurônio motor, misteni grvis ou doenç de Huntington. As distonis são um grupo heterogêneo de desordens, podendo ser ssim clssificds: - Pel idde de início (precoces e trdis); - Pel etiologi (primáris ou secundáris); - Pel distribuição corporl de comprometimento. De cordo com distribuição corporl de seu cometimento, s distonis podem ser clssificds em (1, 2): - Focl: envolve músculos de um região limitd do corpo (por exemplo, fce); - Segmentr: envolve grupos musculres contíguos (por exemplo, no membro superior e ombro); - Hemidistoni: fet os membros do mesmo ldo do corpo; - Multifocl: envolve segmentos corporis não-contíguos; - Generlizd: envolvimento de um pern e o tronco ou mbs s perns e qulquer outro segmento do corpo. O trtmento ds distonis é essencilmente sintomático e se bsei no lívio ds contrções musculres, revertendo os movimentos e s posturs normis e dor ssocid, lém de prevenir contrturs e deformiddes. A toxin botulínic tipo A (TBA) represent um opção reconhecid pr este trtmento, sendo considerd o trtmento de escolh pr miori ds distonis focis e segmentres. 3.CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DAS DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE (CID-) G distoni induzid por drogs G distoni fmilir idiopátic G distoni não-fmilir idiopátic G torcicolo espsmódico G distoni orofcil idiopátic G blefroespsmo G outrs distonis G espsmo hemifcil 4. DIAGNÓSTICO O dignóstico ds distonis focis é um dignóstico sindrômico e, portnto, bsedo nos chdos clínicos, não hvendo exme lbortoril ou de imgem específicos. Pode ser mnifestção de outrs doençs neurológics, sendo identificção de possíveis cuss secundáris um rotin n ssistênci estes pcientes. As crcterístics clínics que constituem os critérios dignósticos pr s distonis focis pssíveis de trtmento com toxin botulínic são descrits bixo. 4.1 DISTONIAS CRANIOFACIAIS E ESPASMO HEMI- FA C I A L BLEFAROESPASMO Blefroespsmo é contrção espsmódic involuntári e bilterl do músculo orbiculr dos olhos que cus fechmento oculr forçdo, intermitente ou sustentdo. Contrções d muscultur frontl e músculos médios e inferiores d fce podem ocorrer concomitntemente, n chmd Síndrome de Meige (3). Os primeiros sintoms costumm ser sensção de irritção oculr ou hipersensibilidde à luz, ocsionndo umento d freqüênci do piscmento, cuj intensidde vi umentndo grdulmente té tornr-se um contrtur espsmódic, dificultndo bertur oculr. Em lguns csos, pode hver grnde dificuldde de visão (cegueir funcionl) devido os espsmos, sendo necessári jud pr relizção ds tividdes hbituis (4, 5) ESPASMO HEMIFACIAL Espsmo hemifcil é um dos mis comuns distúrbios do movimento crniofciis e consiste em movimentos involuntários tônicos ou clônicos, irregulres, dos músculos de um só ldo d fce (orbiculr dos olhos, frontl, risório, zigomático mior), lém do pltism. O espsmo hemifcil crcteriz-se por espsmos musculres freqüentemente ssocidos à compressão do nervo fcil por estruturs vsculres, n síd do tronco cerebrl (6) DISTONIA OROMANDIBULAR Crcteriz-se por contrções espsmódics d muscultur mstigtóri (temporl e msseter), fcil inferior (orbiculr d boc, complexo submentonino, pterigóideos lterl e medi), lingul, lbil e, espordicmente, cervicl (pltism). Os espsmos cusm dificuldde pr brir ou fechr boc devido o desvio lterl d mndíbul, trismo ou bruxismo e desvio lterl ou superior ou protrusão d língu (2,7). Dest form, dificultm mstigção, deglutição e rticulção ds plvrs e cusm limitção funcionl e embrço socil pr muitos pcientes (8). 4.2 DISTONIA LARÍNGEA OU DISFONIA ESPASMÓ- DICA A distoni lrínge é um form de distoni focl que compromete os músculos d preg vocl, d lringe e d fringe envolvidos no processo de voclizção, podendo estr ssocid distoni de outros músculos fciis. Existem dus forms de distoni lrínge: distoni dutor e bdutor. N distoni dutor, ocorre dução exgerd e irregulr d preg vocl, que determin um pdrão de voz cnsdo, com timbre metálico, áspero, tenso-estrnguldo, do tipo sufocdo, com início e término bruptos (voz entrecortd), devido quebrs curts n fonção. A fl tem redução d mciez e se torn menos compreensível, embor o cnto sej usulmente menos fetdo do que fl proprimente dit, exceto nos csos severos. N distoni bdutor (form menos freqüente), ocorre contrção sustentd dos músculos cricoritenóideos posteriores, com bdução exgerd d preg vocl. A voz fic reduzid em volume, ssoprd ou sussurrd, de esforço, resultndo em segmentos fônicos e dificultndo compreensão (9, ). 4.3 DISTONIA CERVICAL OU TORCICOLO ESPASMÓ- DICO É o tipo mis comum de distoni focl; crcteriz-se por contrção involuntári de músculos d região cervicl, de form ssimétric, ocsionndo lterções d postur cefálic tis como desvio lterl, pr frente, pr trás, rotção ou ind um combinção desses movimentos. Além disso, é comum vrição n intensidde dos espsmos, que costumm piorr durnte períodos de estresse e de cnsço e melhorr com o repouso ou qundo em decúbito. Dor é um mnifestção comum ds distonis cervicis, estndo presente em cerc de dois terços dos pcientes (2, 11, 12). A distoni cervicl clssific-se em: - Tipo I: cbeç rotd pr um ldo, com elevção do ombro ipsilterl - Tipo II: cbeç rotd pr um ldo - Tipo III: cbeç inclind pr um ldo, com elevção do ombro ipsilterl - Tipo IV: cbeç inclind pr trás 4.4 DISTONIA DE MEMBRO CÃIBRA DO ESCRIVÃO Neste tipo de distoni focl, tmbém conhecido como cãibr ocupcionl ou de tref, ocorre um excessiv contrção musculr simultâne de músculos ntgonists do ntebrço pens durnte um to específico, em gerl o de escrever. Normlmente, costum permnecer restrit o membro que está sendo utilizdo, fetndo mis freqüentemente o grupo de músculos flexores do ntebrço (13), ms o comprtimento extensor tmbém pode estr envolvido. Evolução do qudro pode ocorrer, com s contrções musculres sendo desencdeds pel relizção de outros movimentos ou surgindo mesmo durnte o repouso. É possível que este distúrbio sej conseqüênci d tividde repetitiv do membro em indivíduos geneticmente predispostos (14). 5. CRITÉRIOS DE INCLUSÃO Serão incluídos no Protocolo de trtmento com toxin botulínic os pcientes que presentrem um ds forms bixo, de cordo com os critérios dignósticos: - blefroespsmo - distoni lrínge - espsmo hemifcil - distoni cervicl - distoni oromndibulr - cãibr do escrivão 6. CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO Serão excluídos do Protocolo os pcientes que presentrem pelo menos um dos itens bixo: - gestntes ou mulheres mmentndo; - hipersensibilidde à toxin botulínic ou um de seus componentes; - doenç neuromusculr ssocid (p. ex: doençs do neurônio motor, misteni grvis); - uso concomitnte de potencilizdores do bloqueio neuromusculr (p. ex: minoglicosídeos); - presenç provável de nticorpos contr toxin botulínic, definid por perd de respost terpêutic, pós um determindo número de plicções, em pciente com melhor inicil; - perd definitiv de mplitude rticulr por nquilose ou retrção tendíne. 7. TRATAMENTO 7.1 FÁRMACO A TB é um neurotoxin produzid pel bctéri Clostridium botulinum. Seu principl mecnismo de ção é o bloqueio d liberção de cetilcolin, que é o principl neurotrnsmissor d plc motor. Ocorre interrupção d trnsmissão neuronl com conseqüente bloqueio neuromusculr e, por este motivo, é usd em condições que se crcterizm por tividde musculr exgerd, como é o cso ds distonis. Após injeção locl, TBA difunde-se pelos músculos e outros tecidos. Seu efeito concentr-se próximo o ponto de plicção e diminui com o umento d distânci com relção este ponto. Difusão pr músculos vizinhos é possível, especilmente qundo volumes elevdos são utilizdos, podendo ocsionr eventos dversos (15). O uso clínico d TBA começou no início d décd de 80 e, desde então, vários estudos, incluindo ensios clínicos rndomizdos e controldos e metnálises, têm demonstrdo su eficáci e segurnç no trtmento ds distonis focis. Este protocolo inclui presentções comerciis d TBA que, individulmente, tiverm su eficáci clínic demonstrd no trtmento ds distonis focis. Estão registrds n Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári (ANVISA), tulmente, três presentções comerciis de TBA, comercilizds por 3 diferentes lbortórios. Neste protocolo, ests presentções serão denominds, respectivmente: TBA-1, TBA-2 e TBA-3.

62 62 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 As presentções comerciis de TBA têm forms de rmzenmento, diluição e doses de dministrção diferentes. São produtos biológicos que presentm o mesmo mecnismo de ção, ms diferem em seu comportmento frmcocinético. O médico deverá conhecer sus similriddes e diferençs, pois não há um rzão fix de equipotênci entre els. Não existem uniddes-pdrão interncionis e s uniddes de um preprção não são intercmbiáveis com s de outr, ou sej, s uniddes de um formulção de toxin são exclusivs pr quele produto. As formulções existentes no mercdo devem ser trtds como produtos biológicos em relção à equivlênci de doses e ests devem ser definids conforme s crcterístics individuis de cd produto. Enqunto s doses e pontos de plicção são semelhntes entre s formulções de TBA-1 e TBA3 (16,17), TBA-2 não pode ser dministrd de form semelhnte (18). Até o momento, pesr d dificuldde em estbelecer um consenso sobre proporção mis dequd, litertur interncionl ceit um proporção de 1:3 ou 1:4 entre TBA-1 e TBA-2 (19, 20, 21, 22). Um ensio clínico rndomizdo e cruzdo, relizdo no Brsil, vlindo eficáci e tolerbilidde d TBA-3 em comprção à TBA-1 no trtmento do blefroespsmo e do espsmo hemifcil, demonstrou terem mbs eficáci e segurnç equivlentes: qundo dministrds em doses e pontos de plicção idênticos, presentrm os mesmos resultdos qunto à melhor subjetiv globl, o tempo pr início de respost, à durção d eficáci e incidênci e grvidde dos efeitos dversos (17). As crcterístics ds presentções de TBA são presentds n tbel seguir: COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS TBA-1 TBA-2 TBA-3 Form frmcêuticcuo injetável injetável Pó seco vá- Pó liofilizdo Pó liofilizdo Número de Uniddes por frsco 0 U 500 U 0 U Composição 0,5mg de lbumin humn e bumin humn n, 25 mg de 0,125mg de l- 5 mg de gelti- 0,9mg de NCl e 2,5mg de lctose mg de scrose dextrno e 25 Armzengem <-5 C em freezer ou 2-8 C 2-8ºC pré-reconstituição 2-8 C em geldeir Armzengem 2-8 C 2-8 C 2-8 C pós-reconstituição Tempo de vlidde pós-reconsti- 24 hors 8 hors 4 hors tuição pelo código TBA: toxin botulínic do tipo A. 7.2 ESQUEMA DE ADMINISTRAÇÃO Pr plicção d TBA s seguintes norms técnics são recomendds: plicção deve ser relizd por médico cpcitdo; utilizr sempre soro fisiológico 0,9%, sem conservntes, pr diluição; evitr o borbulhmento ou gitção do conteúdo do frsco durnte diluição e spirção do medicmento pr sering de injeção; indicr e modificr s injeções (doses e pontos de plicção) de cordo com o resultdo terpêutico obtido pós cd plicção; plicr s injeções em múltiplos pontos em cd músculo (pelo menos 2 pontos, podendo ser mis, nos músculos grndes); em dultos recomend-se um dose máxim por plicção de: TBA- 1= 360U, TBA-2= 1.000U e TBA-3= 360U, independentemente do número de músculos envolvidos e do número de pontos de plicção nos quis será dividid; ns crinçs, dose máxim, por sessão de plicção, deve ser de 6U/kg ou no máximo 360U de TBA-1 ou TBA-3. A TBA-2 não foi registrd pr trtmento ds distonis em crinçs; dministrr TBA em todos os músculos desejdos n mesm sessão de plicção; respeitr um intervlo mínimo de 3 meses entre s plicções de TBA (pr diminuir o risco de formção de nticorpos contr toxin), mesmo que sejm em músculos diferentes; uso de eletromiogrfi (EMG) pr s plicções de TBA: segundo litertur (23), s txs de melhor são semelhntes entre s plicções guids ou não por EMG, concluindo que seu uso não é necessário n miori dos pcientes. Mesmo ssim, pr csos especiis, qundo determindos músculos não podem ser dequdmente plpdos ou qundo o pciente é refrtário à bordgem convencionl, pode-se utilizr EMG ou eletroestimulção pr otimizr dministrção d toxin, critério do Centro de Referênci. 7.3 TRATAMENTO DOS TIPOS ESPECÍFICOS DE DISTONIA A. Blefroespsmo Existem vários estudos vlindo eficáci d toxin botulínic no trtmento do blefroespsmo. Um revisão que nlisou 55 estudos, com mis de pcientes no totl (24) concluiu ser TBA ltmente efetiv no trtmento dest condição, com um tx de sucesso de proximdmente 90% e durção médi de efeito entre 2 e 3,5 meses. Posteriormente, um metnálise d litertur gerou um recomendção com nível de evidênci B (dois estudos Clsse II) pr o trtmento do blefroespsmo com toxin botulínic (19, 51). Usulmente dministr-se TBA em 3 5 pontos do músculo orbiculris oculi, bilterlmente (25). Deve-se evitr porção centrl d pálpebr superior, pr que não ocorr indesejd difusão pr o músculo elevdor d pálpebr superior, com risco de ptose plpebrl. Injeções centris n pálpebr inferior tmbém devem ser evitds, sendo que qunto mis próximo d bord plpebrl for injetd toxin, mior o risco de efeitos dversos oculres (20). As doses recomendds pr plicção no músculo orbiculris oculi encontrmse seguir (15): TBA-1 e TBA-3 TBA-2 Dose por ponto 2,5-5 U 20 U Dose totl por olho - 30 U U Se respost clínic inicil for indequd, s doses podem ser umentds em cerc de 2 4 vezes. Doses miores que 5U de TBA-1 ou TBA-3 por sítio não trzem beneficio dicionl e não deverim ser utilizds (26,27). Em pcientes com contrção concomitnte d região d sobrncelh ou dos demis músculos fciis (síndrome de Meige) pontos dicionis de injeção podem ser plicdos nos músculos corrugdor, frontl, zigomático, rizório ou pltism (28, 29), em doses semelhntes. B. Espsmo Hemifcil Existem poucos ensios clínicos rndomizdos e controldos que vlirm o uso de TBA pr este trtmento. No entnto, há evidêncis de que o trtmento com TBA melhor cerc de 88% dos csos de espsmo hemifcil (24). È um ds condições clínics mis freqüentes em mbultório de distúrbios do movimento que ocsion desconforto e perd funcionl d visão decorrente d contrção d muscultur orbiculr dos olhos. De cordo com Assessment Subcommitee d Acdemi Americn de Neurologi, há um recomendção de gru C pr o trtmento do espsmo hemifcil com toxin botulínic (1 estudo clsse II e 1 estudo Clsse III) (51). As injeções podem ser dministrds tnto por vi subcutâne qunto intrmusculr. A litertur não é conclusiv qunto os sítios de plicção e s doses pdrão utilizds, ms, usulmente, doses similres às utilizds no blefroespsmo são plicds no músculo orbiculris oculi (28) e doses dicionis de 2,5-5U são dministrds nos demis músculos fciis, usulmente o nível do mlr e d muscultur zigomátic (30). A respost clínic começ ser observd cerc de 2 4 dis pós s injeções e tinge um pico de ção o fim d primeir semn (31), e o efeito persiste por proximdmente 16 semns (29, 31, 32). A dose totl utilizd é 17,5-50U de TBA-1/ TBA-3 ou U de TBA-2. C. Distoni Oromndibulr O trtmento dest condição com TBA requer um detlhdo conhecimento d ntomi locl. Nos csos em que existe bertur d boc, os principis músculos envolvidos são queles do complexo submentonino e pterigóideo lterl. Qundo o espsmo é de fechmento d boc, os principis músculos são o msseter, o pterigóideo medil (ou interno) e o temporl. O trtmento com TBA, em estudos não controldos, promoveu melhori em té dois terços dos pcientes (33). As doses recomendds pr este trtmento estão seguir (26, 33). Músculos/doses totis TBA-1 e TBA-3 TBA-2 Complexo submentonino 12,5-50 U U Msseter U U D. Distoni Lrínge ou Disfoni Espsmódic Antes de um pciente ser considerdo cndidto pr injeções com TBA, o dignóstico de distoni lrínge deve ser confirmdo por vlição neurológic e otorrinolringológic. Os chdos clínicos devem ser documentdos por videolringoscopi e dministrção d TBA deve ser executd pelo ou com compnhmento do Otorrinolringologist. N disfoni espsmódic dutor (form mis comum) o músculo tireoritnóideo deve ser loclizdo e injeções percutânes de TBA devem ser relizds trvés d membrn cricotireodéi, com um dosgem recomendd de TBA-1 entre 4 e U, de cordo com severidde d distoni (34). Os benefícios do trtmento com TBA verificdos envolvem melhor significtiv d severidde dos sintoms sob vários spectos, conforme demonstrdo por vários estudos, incluindo metnálises (35, 36) e estudos de coorte (37). A melhori nos prâmetros fisiológicos, cústicos e utoperceptuis foi esttisticmente significtiv, vrindo porcentgem de melhor em cd medid entre 74 91%, embor nenhum diferenç tenh sido encontrd entre injeções uni ou bilteris. A melhor d voz observd com TBA começ pós hors d plicção e dur por 4 meses (38). O trtmento d distoni lrínge com toxin botulínic possui recomendção de gru B (1 estudo clsse I) (51). E. Distoni Cervicl O trtmento d distoni cervicl com TBA possui recomendção de gru A (sete estudos Clsse I) (51). Ocsion melhor significtiv d posição norml d cbeç e d dor, qundo comprdo contr plcebo (39, 40). Cerc de 80% dos pcientes present melhor do desvio posturl e 76% 93% têm melhor d dor. A melhor clínic tende ser observd em torno de 7 dis pós plicção, porém, em lguns csos, pode levr té 4 8 semns pr precer (41). O pico de respost se dá em 4 6 semns e durção de efeito é de cerc de 3 meses (42, 43). A corret seleção dos músculos envolvidos, de cordo com o tipo de distoni cervicl, é o ftor mis importnte pr dequd respost o trtmento. As doses e músculos são sumrizdos n tbel seguir (15): Tipo de Distoni Cervicl Músculos Envolvidos Tipo I: Cbeç Esternocleidomstoideo girndo pr o ldo e elevção do Ombro Elevdor d escápul Escleno mínimo Tipo II: Apens rotção D Cbeç Pontos de Aplicção Dose de Toxin Botulínic A (uniddes) TBA-1 / TBA-3 TBA-2 mínimo U Esplênio Tr p é z i o Esternocleidomstoideo mínimo se dose > 25U Tipo III: Cbeç Esternocleido- mínimo inclind mstoideo pr um ldo com elevção do ombro Elevdor d escápul mínimo Escleno mínimo Tr p é z i o Tipo IV: Espsmo Esplênio bilte musculr rl 800 bilterl posterior com elevção d fce Tr p é z i o F. Cãibr do Escrivão Três ensios clínicos demonstrm um melhor significtiv d postur ou d dor ssocid em pelo menos um ds plicções (44, 45, 46), determinndo um recomendção de gru B pr o uso d TBA no trtmento dest condição (1 estudo Clsse I e 3 estudos Clsse III) (51). A respost clínic inici-se, proximdmente, um semn pós injeção, com efeito máximo em dus semns e durção em torno de 3 meses. No entnto, pesr do benefício inicil, somente um terço dos pcientes permnecem em trtmento continudo por mis de 2 nos (47). Pcientes do sexo feminino e queles com punho em flexão têm melhor prognóstico, enqunto os com tremor distônico ssocido presentm pobre respost (13). Não há estudos comprtivos entre TBA-1 e TBA-2 pr est distoni. As doses recomendds pr o trtmento dest doenç estão descrits n tbel bixo (15): Músculos Dose de toxin botulínic A (Uniddes) TBA-1/ TBA-3 TBA-2 Flexor profundo dos dedos Flexor ulnr do crpo Flexor superficil dos dedos Flexor rdil do crpo Flexor longo do polegr Extensor longo do polegr Prondor redondo Lumbricis/ extensor do dedo índice Extensor comum dos dedos TEMPO DE TRATAMENTO (CRITÉRIOS DE INTERRUP- ÇÃO) O tempo de trtmento é indetermindo e o mesmo deve ser mntido enqunto o pciente presentr respost terpêutic e não houver nenhum dos critérios de exclusão. As plicções devem ocorrer em intervlos de pelo menos três meses. Será considerd "flh terpêutic" se os pcientes não obtiverem os benefícios esperdos com o trtmento ou se presentrem efeitos dversos grves ou que interfirm com s sus tividdes hbituis. 7.5 BENEFÍCIOS ESPERADOS Não existe um trtmento que promov cur definitiv ds distonis. Mesmo com sucesso no trtmento com TBA, pens é possível promover-se um lívio sintomático. Os principis benefícios esperdos do trtmento com TBA são: - diminuição d freqüênci e severidde dos espsmos; - diminuição d dor ou desconforto ocsiondos pelos espsmos; - melhori d tividde funcionl e qulidde de vid dos pcientes. 8. MONITORIZAÇÃO 8.1 EFEITOS ADVERSOS As injeções de TBA são gerlmente bem tolerds, não hvendo diferençs significtivs entre s presentções comerciis de TBA com relção seus efeitos dversos. Os mis comuns estão relciondos os sítios de injeção ou à frquez excessiv dos músculos injetdos, qul, em gerl, é trnsitóri, porém pode ter vridos grus de intensidde (27, 32). Seu uso repetido pode levr à frquez e trofi dos músculos estridos (27, 48).

63 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN Efeitos dversos sistêmicos são rros e consistem de um qudro semelhnte o virl, que é trnsitório, ms pode persistir por lgums semns. Injeções intrvsculres cidentis podem ocsionr frquez musculr generlizd (43). Abixo estão relciondos lguns dos principis efeitos dversos d TBA de cordo com o locl de plicção: Relciondos os sítios de injeção: sensção doloros e equimoses ou hemtoms locis; Músculos periorbitis: mis comuns são lcrimejmento, fotofobi e irritção oculr. Pode ocorrer frquez musculr excessiv, que impossibilit o fechmento ou bertur dos olhos. Cerc de % dos pcientes desenvolvem ptose plpebrl, qul melhor espontnemente em menos de 2 semns (32). Outrs complicções incluem visão turv, equimoses locis, exotropi ou endotropi (estrbismo) e diplopi. Alguns pcientes reltm redução centud do piscmento, levndo olho seco e quertite; Músculos cervicis: disfgi é o efeito dverso mis comum (49). Prece hver relção entre o surgimento de disfgi e difusão de TBA, sej pel plicção de lts doses, ou pelos músculos injetdos. Boc sec, prlisi d preg vocl e frquez d muscultur cervicl tmbém podem ocorrer. Comprometimento respirtório é um evento dverso grve que pode ocorrer com injeções n região cervicl, em torno d boc e ns cords vocis. Pneumotórx é um complicção rr, potencilmente grve, que pode ocorrer por penetrção pleurl, o serem relizds injeções cervicis bixs ou n região dorsl. 8.2 CONTRA-INDICAÇÕES Entre s contr-indicções à toxin, incluem-se hipersensibilidde el ou um de seus componentes, o dignóstico de misteni grvis ou doençs do neurônio motor. Deve-se evitr utilizção em pcientes gestntes ou que estejm mmentndo, ssim como em pcientes em uso de minoglicosídeos e outros potencilizdores do bloqueio neuromusculr. Não se deve dministrr toxin botulínic pcientes com infecção locl sobre áre ser injetd. Cuiddos especiis devem ser tomdos nos pcientes portdores de cogulopti ou em uso de nticogulntes. 8.3 DESENVOLVIMENTO DE ANTICORPOS CONTRA TBA Embor miori dos pcientes continue responder às injeções de TBA, lguns se tornm menos responsivos o longo do tempo, ou té mesmo refrtários o trtmento. Aind que problems técnicos, tis como locl de plicção ou dose insuficiente possm justificr perd do benefício de respost, é freqüente, entre os médicos plicdores, tribuir-se o frcsso terpêutico o desenvolvimento de nticorpos neutrlizntes pr TBA. Não existem ddos comprndo probbilidde de desenvolver nticorpos nti-tba entre s diferentes preprções de TBA comercilmente disponíveis. Dest form, melhor estrtégi ind pr evitr formção de nticorpos neutrlizntes d TBA é buscr sempre menor dose e o mior intervlo interdoses possível, independentemente d presentção comercil que estiver em uso. 9. COMITÊ DE ESPECIALISTAS O Comitê de Especilists tem o objetivo de ssessorr o Gestor Estdul vlindo os csos especiis relcionds o trtmento com TBA. Deve ser constituído por, no mínimo, dois médicos especilists em Neurologi/Neurocirurgi, e estr inserido no Centro de Referênci em Distonis. Qundo não for possível ou critério do gestor, deve contr com profissionis vinculdos instituições de excelênci no ensino médico, credencids o Sistem Único de Súde (SUS).. CENTROS DE REFERÊNCIA Recomend-se orgnizção de Centros de Referênci, serem hbilitdos e cdstrdos pelo Gestor Estdul. Estes centros devem ser constituídos por médicos com experiênci no trtmento ds distonis com toxin botulínic. Os Centros de Referênci permitirão vibilizr um estrutur de poio pr o sistem de súde trvés do tendimento de rotin pr pcientes com distoni (plicções d toxin, revlições, etc) e d vlição de pcientes que já estão em trtmento externo e que forem considerdos "csos complexos" (quer sej por dificulddes dignóstics, por prescrição de doses lts d TBA ou por periodicidde menor do que recomendd, ou ind por flh terpêutic ou ocorrênci de efeitos dversos). A experiênci de crição de Centros de Referênci em distonis e implntção dos protocolos clínicos do Ministério d Súde pr o trtmento com TBA demonstrou, o longo dos nos, um redução significtiv nos gstos públicos com este trtmento, lém de permitir um comunicção tiv e informtiv entre clsse médic, contribuindo pr o uso rcionl de medicmentos (50). 11. ACOMPANHAMENTO PÓS TRATAMENTO Como o tempo de trtmento é indetermindo e o intervlo de plicção depende do tipo de distoni e d respost do pciente, o compnhmento pós trtmento deve ocorrer cd plicção, podendo o pciente ter, ou não, plicção subseqüente, conforme monitorizção descrit no item REGULAÇÃO/CONTROLE/AVALIAÇÃO PELO GES- TO R Csos específicos n qul dose prescrit é mior do que s recomendds ou dose é menor do que o equivlente um frscompol, os pcientes devem ser encminhdos pr vlição e plicção no Centro de Referênci. 13. TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABI- LIDADE - TER É obrigtóri informção do pciente, ou de seu responsável legl, dos potenciis riscos, benefícios, efeitos colteris relciondos o uso do medicmento preconizdo neste Protocolo, o que deverá ser formlizdo por meio d ssintur do TER. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Jnkovic J, Fhn S. Dystonic disorders. In: J Jnkovic, E Tolos (eds), Prkinson's Disese nd Movement Disorders (2nd ed). Bltimore: Willims & Wilkins, 1993;337 EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código Tolos E, Muñoz E. Idiopthic nd symptomtic dystonis. In: E Tolos, WC Koller, OS Gershnik. Differentil Dignosis nd Tretment of Movement Disorders. Boston: Butterworth-Heinemnn, 1998; Murri S, Brogelli S, Alfieri G, Brontini F. Use of botulinum toxin in Meige s disese. Riv Neurol 1988;58: Grnds F, Ford J. Blephrospsm: review of 264 ptients. J Neurol Neurosurg Psychitry 1988; 51: Jnkovic J, Ford J. Blephrospsm nd orofcil-cervicl dystoni: clinicl nd phrmcologicl findings in 0 ptients. Ann Neurol 1983;13: Wng A, Jnkovic J. Hemifcil spsm: clinicl findings nd tretment. Muscle Nerve 1998;21: Tolos ES, Mrtí MJ. Adult-onset idiopthic torsion dystonis. In: In Wtts, R.L. nd Koller, W.C. (eds), Movement Disorders: Neurologic Principles nd Prctice. McGrw-Hill, New York, 1997, Yébenes JG, Pernute RS, Tbernero C. Symptomtic Dystonis. In: Wtts, R.L. nd Koller, W.C. (eds), Movement Disorders: Neurologic Principles nd Prctice. McGrw-Hill, New York, 1997, Blitzer A, Brin MF, Fhn S, Lovelce RE. Clinicl nd lbortory chrcteristics of focl lryngel dystoni: study of 1 cses. Lryngoscope 1988;98: Rosenfield DB. Spsmodic dysphoni. Adv Neurol 1988;49: Chn J, Brin MF, Fhn S. Idiopthic cervicl dystoni: clinicl chrcteristics. Mov Disord 1991;6: Jnkovic J, Leder S Wrner D, Schwrtz K. Cervicl dystoni: clinicl findings nd ssocited movement disorders. Neurology 1991; Ds CP, Dressler D, Hllett M. Botulinum toxin therpy of writer's crmp. Eur J Neurol. 2006;13 Suppl 1: Hllett M. The neurophysiology of dystoni. Arch Neurol. 1998;55(5): Moore P, Numnn M. Hndbook of Botulinum Toxin Tretment (2 nd ed). Blckwell Publishing, 2003; Tng X, Wn X. Comprison of Botox with Chinese type A botulinum toxin. Chin Med Sep;113(9): Rieder CRM, Schesttsky P, Socl, MP, Monte TL, Fricke D, Cost J, Picon PD. A double-blind, rndomized, crossover study of prosigne versus botox in ptients with blephrospsm nd hemifcil spsm.clin Neurophrmcol. 2007;30(1): Mrchetti A, Mgr R, Findley L, Lrsen JP, Pirtosek Z, Ruzick E, Jech R, Slwek J, Ahmed F. Retrospective evlution of the dose of Dysport nd BOTOX in the mngement of cervicl dystoni nd blephrospsm: the REAL DOSE study. Mov Disord. 2005;20(8): Nussgens Z, Roggenkmper P. Comprison of two botulinum-toxin preprtions in the tretment of essentil blephrospsm. Grefes Arch Clin Exp Ophthlmol 1997;235: Smpio C, Ferreir JJ, Simões F, Ross MJ, Mglhães M, Correi AP, et l. DYSBOT: single-blind, rndomized prllel study to determine whether ny differences cn be detected in the efficcy nd tolerbility of two formultions of botulinum toxin type A "Dysport nd Botox" ssuming rtio of 4:1. Mov Disord 1997;12: Odergren T, Hjltson H, Kkkol S, Solders G, Hnko J, Fehling C, et l. A double blind, rndomised, prllel group study to investigte the dose equivlence of Dysport nd Botox in the tretment of cervicl dystoni. J Neurol Neurosurg Psychitry 1998; 64: Rnoux D, Gury C, Fondri J, Ms JL, Zuber M. Respective potencies of Botox nd Dysport: double blind, rndomised, crossover study in cervicl dystoni. J Neurol Neurosurg Psychitry 20;72: Comell CL, Buchmn AS, Tnner CM, Brown-Toms NC, Goetz CG. Botulinum toxin injection for spsmodic torticollis: incresed mgnitude of benefit with electromyogrphic ssistnce. Neurology. 1992;42(4): Jost WH, Kohl A. Botulinum toxin: evidence-bsed medicine criteri in blephrospsm nd hemifcil spsm. J Neurol. 2001;248 Suppl 1: Bhidysiri R, Crdoso F, Truong DD. Botulinum toxin in blephrospsm nd oromndibulr dystoni: compring different botulinum toxin preprtions. Eur J Neurol. 2006;13 Suppl 1: Jnkovic J. Blephrospsm nd oromndibulr-lryngel cervicl dystoni: controlled tril of botulinum A toxin therpy. Advnces in Neurology 1988;50: Ptrinely JR, Whiting AS, Anderson RL. Locl side effects of botulinum toxin injections. fcil Dyskinesis. Advnces in Neurology 1988;49: Brin MF, Fhn S, Moskowitz C, Friedmn A, Shle HM, Greene PE, et l. Loclized injections of botulinum toxin for the tretment of focl dystoni nd hemifcil spsm. Mov Disord 1987;2: Krft SP, Lng AE. Botulinum toxin injections in the tretment of blephrospsm, hemifcil spsm, nd eyelid fscicultions. Cn J Neurol Sci 1988;15: Tolos E, Mrti MJ, Kulisevsky J. Botulinum toxin injection therpy for hemifcil spsm. Fcil Dyskinesis. Advnces in Neurology 1988;49: Muriello JA, Coniris H, Hupt EJ. Use of botulinum toxin in the tretment of one hundred ptients with fcil dyskinesis. Ophthlmology 1987;94: Dutton JJ, Buckley EG. Long-term results nd complictions of botulinum A toxin in the tretment of blephrospsm. Ophthlmology 1988;95: Tn E-K, Jnkovic J. Botulinum toxin A in ptients with oromndibulr dystoni: long-term follow-up. Neurology 1999;53: Teive HA, Scol RH, Werneck LC, Qudros Ad, Gspretto EL, S DS, et l. Use of botulinum toxin in the tretment of lryngel dystoni (spsmodic dysphoni): preliminry study of twelve ptients. Arq Neuropsiquitr. 2001;59: Boutsen F, Cnnito MP, Tylor M, Bender B. Botox tretment in dductor spsmodic dysphoni: met-nlysis. J Speech Lng Her Res 20;45(3): Whurr R, Nye C, Lorch M. Met-nlysis of botulinum toxin tretment of spsmodic dysphoni: review of 22 studies. Int J Lng Commun Disord 1998;33 Suppl: Dmrose JF, Goldmn SN, Groessl EJ, Orloff LA. The impct of long-term botulinum toxin injections on symptom severity in ptients with spsmodic dysphoni. J Voice 2004 Sep;18(3): Blitzer A, Brin MF, Stewrt CF. Botulinum toxin mngement of spsmodic dysphoni (lryngel dystoni): 12-yer experience in more thn 900 ptients. Lryngoscope 1998;8: Cost J, Espírito-Snto C, Borges A et l. Botulinum toxin type A therpy for cervicl dystoni. Cochrne Dtbse Syst Rev (2005)1:CD Greene P, Kng U, Fhn S, Brin M, Moskowitz C, Flster E. Double-blind, plcebo-controlled tril of botulinum toxin injections for the tretment of spsmodic torticollis. Neurology 1990;40: Jnkovic J, Schwrtz K, Donovn DT. Botulinum toxin tretment of crnil-cervicl dystoni, spsmodic dysphoni, other focl dystonis nd hemifcil spsm. J Neurol Neurosurg Psychitry. 1990;53(8): Jnkovic J, Schwrtz K. Botulinum toxin injections for cervicl dystoni. Neurology 1990;40: Anderson TJ, Rivest J, Stell R, Steiger MJ, Cohen H, Thompson PD, Mrsden CD. Botulinum toxin tretment of spsmodic torticollis. J Royl Soc Med 1992;85: Tsui JK, Bhtt M, Clne S. Botulinum toxin in the tretment of writer's crmp: double blind study. Neurology 1993;43: Yoshimur DM, Aminoff MJ, Olney RK. Botulinum toxin therpy for limb dystonis. Neurology 1992;42: Cole R, Hllett M, Cohen LG. Double-blind tril of botulinum toxin for tretment of focl hnd dystoni. Mov Disord 1995;: Krp BI, Cole RA, Cohen LG, Grill S, Lou JS, Hllett M.Long-term botulinum toxin tretment of focl hnd dystoni. Neurology. 1994;44(1): Stell R, Thompson PD, Mrsden CD. Botulinum toxin in spsmodic torticollis. J Neurol Neurosurg Psychitry 1988;51: Moore AP, Blumhrdt LD. A double blind tril of botulinum toxin "A" in torticollis, with one yer follow up. J Neurol Neurosurg Psychitry (1991)54(9): Picon, PD, Gurny FC, Socl MP, Lel MP, Lporte EA, Schesttsky P, Dos Reis JG. Implementtion of Brzilin Guidelines for Botulinum Toxin: three-yer follow-up of cost-reduction strtegy in the public helth system of Rio Grnde do Sul, Brzil. Orl presenttion, 4 th HTAI (Helth Technology Assessment Interntionl) Annul Meeting, Brcelon - Spin, June, Simpson, D M. MD; Blitzer, A MD, DDS; Brsher, A MD; Comell, C MD; Dubinsky, R MD, MPH; Hllett, M MD; Jnkovic, J MD; Krp, B MD; Ludlow, C L. PhD; Miyski, J M. MD, MEd; Numnn, M MD; So, Y MD, PhD. Assessment: Botulinum neurotoxin for the tretment of movement disorders (n evidence-bsed review). Report of the Therpeutics nd Technology Assessment Subcommittee of the Americn Acdemy of Neurology. Neurology 2008;70: TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABILIDA- DE TOXINA BOTULÍNICA TIPO A Eu, (nome do() pciente), declro ter sido informdo() clrmente sobre os benefícios, riscos, contr-indicções e principis efeitos dversos relciondos o uso do medicmento toxin botulínic tipo A, indicdo pr o trtmento de distoni focl. Os termos médicos me form explicdos e tods s minhs dúvids form resolvids pelo médico (nome do médico que prescreve). Assim declro que: Fui clrmente informdo(), de que o medicmento que psso receber pode trzer s seguintes melhoris: - diminuição d freqüênci e intensidde dos espsmos (contrção involuntári do músculo); - diminuição d dor ou desconforto ocsiondos pels contrções; - melhori d tividde funcionl e d qulidde de vid. Fui tmbém clrmente informdo respeito ds seguintes contr-indicções, potenciis efeitos dversos e riscos: - não se sbe o certo os riscos do uso deste medicmento n grvidez, portnto, cso engrvide, devo visr imeditmente o meu médico; - o principl efeito desgrdável é dor no locl de plicção d injeção; - os efeitos dversos vrim de cordo com o locl de plicção; os mis reltdos ns distonis cervicis são tontur, frquez gerl, cnsço, sonolênci, ml estr gerl, dificuldde pr engolir, náuses, boc sec, dor de cbeç, irritbilidde; no blefroespsmo (espsmo de pálpebr) e espsmo hemifcil são irritção nos olhos, lcrimejmento, relxmento e inchço d pálpebr, visão turv e tonturs.

64 64 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 Conforme mrc comercil utilizd, dose d toxin botulínic pode ser justd e devo procurr orientção do médico ou frmcêutico em cso de dúvid. Estou ciente de que este medicmento somente pode ser utilizdo por mim, comprometendo-me devolvê-lo cso não queir ou não poss utilizá-lo ou se o trtmento for interrompido. Sei tmbém que continurei ser tendido, inclusive em cso de eu desistir de usr o medicmento. Autorizo o Ministério d Súde e s Secretris de Súde fzer uso de informções reltivs o meu trtmento, desde que ssegurdo o nonimto. Locl: Dt: Nome do pciente: Crtão Ncionl de Súde: Nome do responsável legl: Documento de identificção do responsável legl: Assintur do pciente ou do responsável legl Médico Responsável: CRM: UF: Assintur e crimbo do médico Dt: Observção: Este Termo é obrigtório o se solicitr o fornecimento de medicmento do Componente de Medicmentos de Dispensção Excepcionl (CMDE) e deverá ser preenchido em dus vis, ficndo um rquivd n frmáci e outr entregue o usuário ou seu responsável legl. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS 377, DE DE NOVEMBRO DE 2009 Considerndo necessidde de se estbelecer prâmetros sobre espsticidde no Brsil e diretrizes ncionis pr dignóstico, trtmento e compnhmento dos indivíduos com est doenç; Considerndo que os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics são resultdos de consenso técnico-científico e são formuldos dentro de rigorosos prâmetros de qulidde, precisão de indicção e posologi; Considerndo s sugestões dds à Consult Públic SAS/MS n o 2, de 13 de setembro de 2007; Considerndo Portri SAS/MS nº 375, de de novembro de 2009, que prov o roteiro ser utilizdo n elborção de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics (PCDT), no âmbito d Secretri de Atenção à Súde - SAS; e Considerndo vlição d Secretri de Atenção à Súde - Deprtmento de Atenção Especilizd, resolve: Art. 1º - Aprovr, n form do Anexo dest Portri, o PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS - ES- PA S T I C I D A D E. 1º - O Protocolo objeto deste Artigo, que contêm o conceito gerl de espsticidde, critérios de dignóstico, critérios de inclusão e de exclusão, trtmento e mecnismos de regulção, controle e vlição, é de cráter ncionl e deve ser utilizdo pels Secretris de Súde dos Estdos, Distrito Federl e dos Municípios n regulção do cesso ssistencil, utorizção, registro e ressrcimento dos procedimentos correspondentes; 2º - É obrigtóri observânci desse Protocolo pr fins de dispensção do medicmento nele previsto; 3º - É obrigtóri cientificção do pciente, ou de seu responsável legl, dos potenciis riscos e efeitos colteris relciondos o uso do medicmento preconizdo pr o trtmento d Espsticidde, o que deverá ser formlizdo por meio d ssintur do respectivo Termo de Esclrecimento e Responsbilidde, conforme o modelo integrnte do Protocolo; 4º - Os gestores estduis e municipis do SUS, conforme su competênci e pctuções, deverão estruturr rede ssistencil, definir os serviços referenciis e estbelecer os fluxos pr o tendimento dos indivíduos com doenç em tods s etps descrits no Anexo dest Portri. Art. 2º - Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. Art. 3º - Fic revogd Portri SAS/MS nº 1.013, de 20 de dezembro de 20, publicd no Diário Oficil d União nº 248, de 24 de dezembro de 20, seção 1, pág ALBERTO BELTRAME ANEXO PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTI- CAS E S PA S T I C I D A D E TOXINA BOTULÍNICA TIPO A 1. METODOLOGIA DE BUSCA DE LITERATURA A busc de litertur foi relizd em julho de 2009 no MEDLINE/PUBMED focd no trtmento, utilizndo os termos toxin botulínic e espsticidde ("Botulinum Toxin Type A"[Mesh] AND "Muscle Spsticity"[Mesh]) e limitndo pr Ensios Clínicos Rndomizdos - ECR, Revisões e Metnálises, publicdos nos últimos 5 nos, em inglês ou espnhol. A prtir de 51 publicções encontrds, form seleciondos 22 rtigos (ECR e Metnálises) que form considerdos os mis relevntes. 2. INTRODUÇÃO A espsticidde é um condição clínic multicusl, prte d Síndrome do Motoneurônio Superior (SMS), que comete milhões de pessos em todo o mundo. Incidênci e prevlênci presentm txs vrids e estão intimmente relcionds com s doençs correspondentes. Não há ddos epidemiológicos oficiis no Brsil. N Tbel 1 são presentdos os ddos d litertur interncionl. 1 pelo código É definid como um distúrbio motor crcterizdo pelo umento do tônus musculr, dependente d velocidde, ssocido à excerbção do reflexo miotático. 1 As principis cuss de espsticidde são Acidente Vsculr Cerebrl (AVC), Trumtismo Crnioencefálico (TCE) e Trumtismo Rquimedulr (TRM), em dultos, e, Prlisi Cerebrl (PC) em crinçs. Está ssocid à redução d cpcidde funcionl, limitção d mplitude do movimento rticulr, desencdemento de dor, umento do gsto energético metbólico e prejuízo ns trefs de vid diári, como: limentção, locomoção, trnsferêncis (mobilidde) e cuiddos de higiene. Pode cusr contrturs, rigidez, luxções e deformiddes rticulres. Por outro ldo, o umento do tônus musculr pode contribuir como estbilizção rticulr, melhor posturl, fcilitção ds trocs de decúbito e trnsferêncis. Portnto, é um situção clínic ser moduld e não completmente elimind. 2,3 O médico deve conhecer os princípios d rebilitção, pois o mnejo d espsticidde é multiftoril. Pode requerer outros trtmentos medicmentosos (quimiodenervção fenólic, bclofeno intrtecl), não-medicmentosos (mnobrs de mnutenção d mplitude do movimento rticulr, treino funcionl, órteses de posicionmento, fstmento de ftores de excerbção - vestuário indequdo, frio, posicionmento corporl indequdo) ou cirúrgicos (longmentos músculotendinosos, tenotomis, neurotomis, rizotomis) dependendo d su mgnitude e do comprometimento clínico-funcionl do pciente. Assim não são recomendds medids isolds pr lcnçr os objetivos estbelecidos. 1,4 Tbel 1. Epidemiologi d espsticidde 1 Doenç Prevlênci % espsticidde n doenç Trumtismo Crnioencefálico (moderdo grve) 1-2 / hbitntes 13-20% Acidente Vsculr Cerebrl 2-3 / 0 hbitntes 20-30% Trumtismo Rquimedulr 27 / hbitntes 60-78% Prlisi Cerebrl 2 / nscidos vivos 70-80% Há pouco mis de dus décds form descritos n litertur os primeiros estudos de Toxin Botulínic tipo A (TBA) n redução do tônus musculr. É um proteín produzid pelo Clostridium botulinum (bcilo neróbio cusdor do botulismo - intoxicção limentr sistêmic que provoc entre outros sintoms prlisi musculr flácid). Os primeiros reltos sobre esse microorgnismo dtm do século XIX e somente nos nos 20 form descrits primeirs tenttivs de purificção d TBA. Atulmente, TBA é prte integrnte do rsenl terpêutico de condições espástics, distonis, estrbismo, entre outrs, com segurnç e eficáci CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE (CID-) - G04.1 Prplgi Espástic Tropicl - G80.0 Prlisi cerebrl espástic - G80.1 Diplegi espástic - G80.2 Hemiplegi Infntil - G81.1 Hemiplegi espástic - G82.1 Prplegi espástic - G82.4 Tetrplegi espástic - I69.0 Seqüels de hemorrgi subrcnóide -I69.1 Seqüels de hemorrgi intrcerebrl - I69.2 Seqüels de outrs hemorrgis intrcrnins não trumátics - I69.3 Seqüels de infrto cerebrl - I69.4 Seqüels de cidente vsculr cerebrl não especificdo como hemorrágico ou isquêmico - I69.8 Seqüels de outrs doençs cerebrovsculres e ds não especificds - T90.5 Seqüels de trumtismo intrcrnino - T90.8 Seqüels de outros trumtismos especificdos d cbeç 4. DIAGNÓSTICO O dignóstico é clínico e no exme físico do pciente o médico grdu o tônus musculr segundo Escl de Ashworth Modificd (EAM), instrumento mis utilizdo nos desfechos clínicos d litertur. El present cinco ctegoris que vrim do tônus norml à rigidez (Tbel 2), conforme resistênci musculr contr movimentção pssiv do(s) segmento(s) fetdo(s). 6,7,8 Em situções excepcionis, critério médico, confirmção dos grupos musculres espásticos pode ser feit trvés do estudo eletroneuromiográfico dinâmico. 9 Tão importnte qunto o dignóstico d espsticidde é vlir seu impcto n função motor globl, dor, desenvolvimento de contrturs e deformiddes osteomiorticulres, utocuiddos ou ssistênci do cuiddor. E, prtir desss informções, o plno terpêutico deve ser estbelecido. 1, Tbel 2. Escl de Ashworth Modificd Gru Descrição 0 Tônus norml 1 Leve umento tônus musculr com mínim resistênci no fim do movimento 1+ Leve umento do tônus musculr com mínim resistênci em menos d metde do movimento 2 Aumento mis mrcdo do tônus musculr n mior prte do movimento, ms mobilizção pssiv é efetud com fcilidde 3 Considerável umento do tônus musculr, o movimento pssivo é difícil 4 Segmento fetdo rígido em flexão ou extensão Est escl serve pr vlir intensidde d hipertoni e d respost terpêutic sendo, prtir do nível 1, um indicdor que ssocido à disfunção, dor e necessiddes de ssistênci pode indicr o trtmento. 5. CRITÉRIOS DE INCLUSÃO 11 Os critérios pr inclusão dos pcientes portdores de espsticidde no presente protocolo são: - Apresentr um dos dignósticos codificdos no item 3 cim; - Ter comprometimento funcionl, dor ou risco de estbelecimento de deformiddes osteomusculorticulres, devidmente informdos por ludo médico, e; - Estr inserido em progrm de rebilitção onde o pciente, fmilir ou cuiddor sej cpz de ssegurr o seguimento do trtmento, monitorizção dos efeitos dversos e desão às medids instituíds. 6. CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO 11 São critérios pr exclusão do protocolo, os pcientes espásticos que presentrem pelo menos um ds situções bixo listds: - Hipersensibilidde um ou mis componentes d formulção ds presentções de TBA; - Perd definitiv d mobilidde rticulr por contrtur fix ou nquilose com EAM gru 4; - Doençs d junção neuromusculr (misteni grvis, Eton- Lmbert); - Desenvolvimento de nticorpos contr TBA; - Infecção no locl de plicção; - Gestção ou mmentção; - Uso concomitnte de ntibióticos minoglicosídeos ou espectinomicin; - Impossibilidde de seguimento do compnhmento médico e mnutenção dos cuiddos de rebilitção propostos; 7. CASOS ESPECIAIS Considerm-se csos especiis àqueles que presentm situções não prevists ou que estejm em descordo com esse protocolo. As divergêncis mis freqüentes estão relcionds o CID-, freqüênci de plicção, dose totl preconizd, indicção e flh terpêutic. 12 Nesses csos, recomend-se vlição individul e presencil do pciente por um Comitê de Especilists. 8. COMITÊ DE ESPECIALISTAS O Comitê de Especilists tem o objetivo de ssessorr o Gestor Estdul vlindo os csos especiis relcionds o trtmento com TBA. Deve ser constituído por, no mínimo, dois médicos especilists em Medicin Físic e Rebilitção, Neurologi/Neurocirurgi ou Ortopedi, e estr inserido no Centro de Referênci em Espsticidde. Qundo não for possível ou critério do gestor, deve contr com profissionis vinculdos instituições de excelênci no ensino médico, credencids o Sistem Único de Súde (SUS). 9. CENTRO DE REFERÊNCIA (CR) O Centro de Referênci em Espsticidde tem o objetivo de prticr o uso rcionl d TBA no trtmento d espsticidde trvés d prescrição d menor dose eficz, comprtilhmento de frscos nos csos de doses frcionds, monitorizção dos eventos dversos e de flhs terpêutics, rmzenmento e dispensção e prestção de ssistênci multidisciplinr pr o mnejo d espsticidde. Devem relizr vlição, plnejmento, dministrção de TBA e compnhmento do trtmento. Sugere-se que o CR estej vinculdo um Serviço de Medicin Físic e Rebilitção credencido o SUS. Qundo não for possível, deve estr vinculdo instituições de excelênci no ensino médico, credencids o SUS com equipe multidisciplinr constituíd de médico especilist (Medicin Físic e Rebilitção - Fisitri, Neurologi, Neurocirurgi ou Ortopedi) com experiênci em vlição clínic e funcionl d espsticidde, terpeut ocupcionl e fisioterpeut. 11 A escolh ds instituições que brigrão os CR deve ser relizd pelos gestores estduis seguindo critérios técnicos, geográficos e científicos por eles estbelecidos. A experiênci com crição de Centros de Referênci em Espsticidde e implntção dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics do Ministério d Súde n ssistênci frmcêutic tem demonstrdo redução nos gstos públicos com TBA, lém de permitir um comunicção tiv e informtiv entre clsse médic, contribuindo pr o uso rcionl de medicmentos. 12. TRATAMENTO 1,4, O trtmento d espsticidde é prte do trtmento rebilitdor e o uso d TBA em qudros de espsticidde generlizd não é recomenddo. Pr o uso de TBA como modlidde terpêutic o pciente deve estr inserido em um progrm d rebilitção ou no mínimo relizndo tendimento de fisioterpi e os ftores de excerbção do tônus musculr como infecções, úlcers de pressão, órteses ml-dptds ou complicções clínics devem ser fstds ou mnejds concomitntemente. O plnejmento do trtmento requer os seguintes questionmentos: - O uso d TBA será cpz de reduzir espsticidde do(s) segmento(s) fetdo(s) n mgnitude desejd?

65 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN O uso d TBA, trvés d redução espsticidde, será cpz de trtr ou prevenir lterções osteomiorticulres ou dor? - O uso d TBA é seguro, sem risco de perd d funcionlidde preexistente? Se tods s resposts forem firmtivs, o médico será cpz de relizr o correto plnejmento terpêutico..1. FÁRMACO A TBA é um neurotoxin produzid pel bctéri Clostridium botulinum. Age bloquendo liberção de cetilcolin, o principl neurotrnsmissor d plc motor, interrompendo trnsmissão neuronl e conseqüente bloqueio neuromusculr. 5 Existem três presentções comerciis de TBA provds pr espsticidde pel Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári (ANVISA). Serão utilizds s nomenclturs toxin botulínic tipo A 1 -TBA1, toxin botulínic tipo A 2 - TBA-2 e toxin botulínic tipo A 3 -TBA-3. (Tbel 3). Cbe o médico prescritor conhecer s similriddes e s diferençs entre els, pois são produtos biológicos que presentm mecnismo de ção idêntico (efeito de clsse), ms que diferem em seu comportmento frmcocinético. As formulções não possuem mesm potênci e s uniddes ds formulções de toxin não são uniddes-pdrão interncionis. Cd preprção não é diretmente intercmbiável com outr e deve ser relizdo juste de dose conforme presentção utilizd. Com bse n litertur, considerndo o efeito de clsse, sugere-se seguinte pr conversão proximd de doses: U de TBA 1 = 01U de TBA 3-01U TBA 1 e TBA 3 = 03-04U de TBA 2 A revisão d litertur demonstrou em sete estudos com dultos, totlizndo 2.3 indivíduos e seis com indivíduos de 19 nos de idde, que TBA é segur e eficz n redução d espsticidde trvés de metnálises, revisões sistemátics e ensios clínicos rndomizdos duplo-cegos controldos. Os eventos dversos mis freqüentes são sintoms locis como dor, hemtom, infecção locl, trofi e frquez musculr, lterções d sudorese. Os reltos de efeitos sistêmicos mis comuns são cnsço, frquez generlizd, prurido e reções lérgics. Normlmente esses efeitos não são intensos e n miori dos csos utolimitdo. 13,16-28 Tbel 3. Apresentções de TBA Form frmcêutic Número de Uniddes por frsco Composição Armzengem pré-reconstituição 0,5mg de 0,125mg de lbumin humn 25 mg de dextrno 5 mg de geltin, lbumin humn e e 2,5mg de lctosse e 25 mg de scro- 0,9mg de NCl <-5 C em 2-8 C 2-8ºC freezer ou 2-8 C em geldeir 2-8 C 2-8 C 2-8 C Armzengem pós-reconstituição Tempo de vlidde pós-reconstituição TBA-1 TBA-2 TBA-3 Pó seco Pó liofilizdo injetávetável Pó liofilizdo inje- vácuo 0 U 500 U 0 U 24 hors 8 hors 4 hors.2. ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO A TBA é injetd pel vi intrmusculr conforme plno terpêutico. A plicção deve ser relizd por médico devidmente cpcitdo, especilist em Medicin Físic e Rebilitção - Fisitri, Neurologi, Neurocirurgi ou Ortopedi. A dose totl por sessão de trtmento deve seguir s recomendções ds buls oficiis dos medicmentos, dividids entre os músculos seleciondos. A determinção ds doses bsei-se n intensidde d espsticidde, comprometimento funcionl, peso corporl, tmnho e número de músculos serem trtdos. Cd plicção deve sempre utilizr menor dose eficz estimd. Nos csos que os objetivos não form lcnçdos, novs plicções podem ser considerds respeitndo o intervlo mínimo de meses. Esss medids são indispensáveis pr evitr flh terpêutic pel formção de nticorpos. 16 (Tbel 4) A durção do efeito é vriável e influencido por outrs medids ntiespástics como o uso medicmentos vi orl, órteses e relizção de fisioterpi. A revlição é recomendd 4 6 semns pós cd plicção, sendo s demis relizds critério médico. Após injeção locl, TBA difunde-se pelo tecido musculr e outros tecidos. Seu efeito concentr-se próximo o ponto de plicção e diminui fstndo-se dele. Pode ocorrer difusão pr músculos vizinhos, especilmente qundo são utilizds doses ou volumes elevdos e ocorrer frquez d muscultur djcente. 16 Técnic de plicção: 4,6, - Utilizr sempre solução slin sem conservntes (soro fisiológico 0,9%) pr reconstituição; - Evitr o borbulhmento ou gitção do conteúdo do frsco durnte reconstituição e recuperção do medicmento pr sering de injeção; - Pr loclizção corret dos músculos pode ser utilizdo eletroestimulção ou eletromiogrfi de modo posicionr com precisão gulh, especilmente nos csos de difícil discriminção como músculos do ntebrço, como por exemplo, em obesos e crinçs; - Em músculos grndes ou distis, sugere-se injetr em pelo menos pontos; - Pode-se injetr mis de um músculo no mesmo procedimento, desde que s doses de medicmento disponíveis sejm dequds pr cd músculo injetdo; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código A critério médico, os procedimentos podem ser relizdos sob sedção ou nestesi gerl, principlmente em crinçs. Tbel 4. Recomendções pr mnutenção d respost terpêutic em longo przo: Utilizr menor dose eficz estimd em cd plicção Respeitr o intervlo mínimo de meses entre plicções Prolongr o intervlo entre s replicções o máximo possível.3. TEMPO DE TRATAMENTO (CRITÉRIOS DE INTERRUP- ÇÃO) O trtmento costum ser de tempo indetermindo, podendo ser interrompido por qulquer ds situções relcionds no item 6. Após um número imprevisível de plicções o efeito pode se tornr mis frco ou usente, mesmo com umento de dose. Esses csos levm suspeit de formção de nticorpos. Um teste clínico simples e cessível pode ser feito: Teste de nticorpos no músculo frontl - injet-se U de TBA1 ou TBA3 ou 20U TBA2 no músculo frontl, 03cm cim do cnto lterl de um dos olhos. Após 1-3 semns em vlição médic, pede-se pr o pciente elevr s sobrncelhs, cso o músculo injetdo presentr movimento similr o ldo não injetdo (usênci de prlisi ou frquez musculr), consider-se flh do efeito d TBA BENEFÍCIOS ESPERADOS Os benefícios esperdos com o trtmento com TBA são: - Melhor d tividde funcionl (locomoção, trnsferêncis - mobilidde do pciente, tividdes d vid diári); - Prevenção de contrturs e deformiddes osteomusculorticulres; - Diminuição d dor; - Fcilitção no uso de órteses e relizção dos cuiddos de higiene do pciente; - Redução d tx de uso de outros medicmentos; - Diminuição d freqüênci e severidde dos espsmos; - Redução do número de procedimentos de rebilitção. 11. MONITORIZAÇÃO A monitorizção deve ser feit pelo registro de informções relevntes sobre o trtmento como dignóstico, grupos musculres borddos, doses utilizds, vlição de tônus e registro de efeitos dversos. Em doses dequds, respeitndo técnic de plicção e com profissionis experientes, pode-se dizer que é um trtmento seguro. O pciente ou seu responsável deve ser orientdo procurr seu médico imeditmente se quisquer efeitos indesejáveis surgirem. 12. REGULAÇÃO/CONTROLE/AVALIAÇÃO PELO GES- TO R Recomend-se os gestores estduis que TBA sej utilizd exclusivmente nos CR's considerndo s especificiddes do medicmento (conservção em refrigerção, intervlo entre dministrções, indicções e cálculo de doses), necessidde de médicos especilists e bordgem muiltidisciplinr no mnejo d espsticidde. 13. TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABI- LIDADE (TER) É obrigtóri cientificção do pciente, ou de seu responsável legl, dos benefícios e potenciis riscos e efeitos colteris relciondos o uso do medicmento deste PCDT, que deverá ser formlizdo por meio d ssintur do Termo de Esclrecimento e Responsbilidde. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Vivncos-Mtellno F, Pscul-Pscul SI, Nrdi-Vilrdg J, Miquel-Rodriguez F, de Miguel-Leon I, Mrtinez-Grre MC, Mrtinez-Cbllero I, Lnzs-Melendo G, Grret-Figuer R, Grci- Ruiz PJ, Grci-Bch M, Grci-Aymerich V, Bori-Fortuny I, Aguilr-Brber M; Spnish Group on Spsticity. Guide to the comprehensive tretment of spsticity Rev Neurol Sep 16-30;45(6): Sommerfeld DK, Eek EU, Svensson AK, Holmqvist LW, von Arbin MH. Spsticity fter stroke: its occurrence nd ssocition with motor impirments nd ctivity limittions. Stroke Jn;35(1): O'She TM. Dignosis, tretment, nd prevention of cerebrl plsy. Clin Obstet Gynecol Dec;51(4): Grcies JM, Hefter H, Simpson DM, Moore P. Spsticity in dults. Chpter in Moore P, Numnn M. Hndbook of botulinum toxin tretment. 2 nd Ed Blckwell Science. 5. Numnn M, Toyk KV, Moore P. History nd current pplictions of botulinum toxin - from poison to remedy. Chpter 01 in Moore P, Numnn M. Hndbook of botulinum toxin tretment. 2 nd Ed Blckwell Science. 6. Pthk MS, Nguyen HT, Grhm HK, Moore AP. Mngement of spsticity in dults: prcticl ppliction of botulinum toxin. Eur J Neurol. 2006;13 Suppl 1: Pndyn AD, Johnson GR, Price CI, Curless RH, Brnes MP, Rodgers H. A review of the properties nd limittions of the Ashworth nd modified Ashworth Scles s mesures of spsticity. Clin Rehbil Oct;13(5): Pltz T, Eickhof C, Nuyens G, Vudens P. Clinicl scles for the ssessment of spsticity, ssocited phenomen, nd function: systemtic review of the literture. Disbil Rehbil Jn 7-21;27(1-2): h t t p :// w w w. n c b i. n l m. n i h. g o v / p u b m e d / ? o r d i n l - pos=1&itool=entrezsystem2.pentrez.pubmed.pubmed_resultspnel.pubmed_defultreportpnel.pubmed_rvdocsummlhotr S, Cousins E, Wrd A, Dy C, Jones P, Roffe C, Pndyn A. An investigtion into the greement between clinicl, biomechnicl nd neurophysiologicl mesures of spsticity. Clin Rehbil D e c ; 22 ( 12 ): Wrd AB. Spsticity tretment with botulinum toxins. J Neurl Trnsm. 2008;115(4): Musse CAI, Rieder CRM, Picon PD, Amrl KM. Espsticidde Focl Disfuncionl. In: Picon DP, Beltrme A, Editores. Ministério d Súde. Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics - Medicmentos Excepcionis. Porto Alegre: Gráfic Pllotti; 20.V.1 p Picon, PD, Gurny FC, Socl MP, Lel MP, Lporte EA, Schesttsky P, Dos Reis JG. Implementtion of Brzilin Guidelines for Botulinum Toxin: three-yer follow-up of cost-reduction strtegy in the public helth system of Rio Grnde do Sul, Brzil. Orl presenttion, 4 th HTAI (Helth Technology Assessment Interntionl) Annul Meeting, Brcelon - Spin, June 17 th -20 th, Rieder CR, Schesttsky P, Socl MP, Monte TL, Fricke D, Cost J, Picon PD. A double-blind, rndomized, crossover study of prosigne versus botox in ptients with blephrospsm nd hemifcil spsm. Clin Neurophrmcol Jn-Feb;30(1): Rnoux D, Gury C, Fondri J, Ms JL, Zuber M. Respective potencies of Botox nd Dysport: double blind, rndomised, crossover study in cervicl dystoni. J Neurol Neurosurg Psychitry. 20 Apr;72(4): Rosles RL, Biglke H, Dressler D. Phrmcology of botulinum toxin: differences between type A preprtions. Eur J Neurol Feb;13 Suppl 1: Moore P, Numnn M. Generl nd clinicl spects of tretment with botulinum toxin. Chpter 03 in Moore P, Numnn M. Hndbook of botulinum toxin tretment. 2 nd Ed Blckwell Science. 17. Simpson DM, Grcies JM, Grhm HK, Miyski JM, Numnn M, Russmn B, Simpson LL, So Y; Assessment: Botulinum neurotoxin for the tretment of spsticity (n evidence-bsed review): report of the Therpeutics nd Technology Assessment Subcommittee of the Americn Acdemy of Neurology. Neurology My 6;70(19): Crdoso E, Rodrigues B, Lucen R, Oliveir IR, Pedreir G, Melo A. Botulinum toxin type A for the tretment of the upper limb spsticity fter stroke: met-nlysis. Arq Neuropsiquitr Mr;63(1):30-3. Epub 2005 Apr Bker R, Jsinski M, Mcig-Tymeck I, Michlowsk- Mrozek J, Bonikowski M, Crr L, McLen J, Lin JP, Lynch B, Theologis T, Wendorff J, Eunson P, Cosgrove A. Botulinum toxin tretment of spsticity in diplegic cerebrl plsy: rndomized, double-blind, plcebo-controlled, dose-rnging study. Dev Med Child Neurol. 20 Oct;44(): Crdoso ES, Rodrigues BM, Brroso M, Menezes CJ, Lucen RS, Nor DB, Melo A. Botulinum toxin type A for the tretment of the spstic equinus foot in cerebrl plsy. Peditr Neurol Feb;34(2): Albver-Hernández C, Rodríguez JM, Idrovo AJ. Sfety of botulinum toxin type A mong children with spsticity secondry to cerebrl plsy: systemtic review of rndomized clinicl trils. Clin Rehbil My;23(5): McCrory P, Turner-Stokes L, Bguley IJ, De Grff S, Ktrk P, Sndnm J, Dvies L, Munns M, Hughes A. Botulinum toxin A for tretment of upper limb spsticity following stroke: multi-centre rndomized plcebo-controlled study of the effects on qulity of life nd other person-centred outcomes. J Rehbil Med Jun;41(7): Rosles RL, Chu-Yp AS. Evidence-bsed systemtic review on the efficcy nd sfety of botulinum toxin-a therpy in post-stroke spsticity. J Neurl Trnsm. 2008;115(4): Lukbn MB, Rosles RL, Dressler D. Effectiveness of botulinum toxin A for upper nd lower limb spsticity in children with cerebrl plsy: summry of evidence. J Neurl Trnsm M r ; 116 ( 3 ): Kinnett D. Botulinum toxin A injections in children: technique nd dosing issues. Am J Phys Med Rehbil Oct;83( Suppl):S Childers MK, Brsher A, Jozefczyk P, Reding M, Alexnder D, Good D, Wlcott JM, Jenkins SW, Turkel C, Molloy PT. Dose-dependent response to intrmusculr botulinum toxin type A for upper-limb spsticity in ptients fter stroke. Arch Phys Med Rehbil Jul;85(7): Yblon SA, Brsher A, Gordon MF, Elovic EP, Turkel CC, Dggett S, Liu J, Brin MF. Formtion of neutrlizing ntibodies in ptients receiving botulinum toxin type A for tretment of poststroke spsticity: pooled-dt nlysis of three clinicl trils. Clin Ther Apr;29(4): Moleners G, Schörkhuber V, Fgrd K, Vn Cmpenhout A, De Ct J, Puwels P, Ortibus E, De Cock p, Desloovere K. Long-term use of botulinum toxin type A in children with cerebrl plsy: tretment consistency. Eur J Peditr Neurol Sep; 13(5): TERMO DE ES C L A R E C I M E N TO E RESPONSABILIDADE Toxin botulínic Tipo A Eu, (nome do() pciente), declro ter sido informdo() clrmente sobre os benefícios, riscos, contr-indicções e principis efeitos dversos relciondos o uso do medicmento toxin botulínic tipo A, indicdo pr o trtmento d espsticidde. Os termos médicos form explicdos e tods s minhs dúvids form resolvids pelo médico (nome do médico que prescreve). Assim declro que: Fui clrmente informdo() de que o medicmento que psso receber pode trzer s seguintes melhoris: - melhor d tividde funcionl (locomoção, tividde d vid diári);

66 66 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de prevenção de contrtur e deformiddes ns rticulções (junts); - diminuição d dor; - fcilitção no uso de órteses e relizção dos cuiddos de higiene; - diminuição d freqüênci e severidde dos espsmos; - redução do uso de medicmentos nti-espásticos; - redução do número de procedimentos de rebilitção. Fui tmbém clrmente informdo respeito ds seguintes contr-indicções, potenciis efeitos dversos e riscos: - não se sbe o certo os riscos do uso deste medicmento n grvidez, portnto, cso engrvide, devo visr imeditmente o meu médico; - o principl efeito desgrdável é dor no locl de plicção d injeção; - os efeitos dversos são pouco frequentes, tendo um estimtiv de que cd 0 pcientes que recebem o medicmento pens 3 terão lgum tipo de reção. Já form reltdos frquez, náuses, coceir, dor de cbeç, lergis n pele, ml estr gerl, febre, dor no corpo. Fui tmbém informdo de que este medicmento não tem por objetivo curr doenç que originou espsticidde. Conforme mrc comercil utilizd, dose d toxin botulínic pode ser justd e devo procurr orientção do médico ou frmcêutico em cso de dúvid. Estou ciente de que este medicmento somente pode ser utilizdo por mim, comprometendo-me devolvê-lo cso não queir ou não poss utilizá-lo ou se o trtmento for interrompido. Sei tmbém que continurei ser tendido, inclusive em cso de eu desistir de usr o medicmento. Autorizo o Ministério d Súde e s Secretris de Súde fzer uso de informções reltivs o meu trtmento, desde que ssegurdo o nonimto. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Locl: Dt: Nome do pciente: Crtão Ncionl de Súde: Nome do responsável legl: Documento de identificção do responsável legl: Assintur do pciente ou do responsável legl Médico Responsável: CRM: UF: Assintur e crimbo do médico Dt: Observção: Este Termo é obrigtório o se solicitr o fornecimento de medicmento do Componente de Medicmentos de Dispensção Excepcionl (CMDE) e deverá ser preenchido em dus vis, ficndo um rquivd n frmáci e outr entregue o usuário ou seu responsável legl. 378, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo Portri nº 822/GM, de 06 de junho de 2001, que inclui os procedimentos pr implntção de Serviços de Referênci em Trigem Neontl/Acompnhmento e Trtmento ds Doençs Congênits; Considerndo inclusão dos códigos dos procedimentos pr relizção d trigem neontl, confirmção dignóstic, o compnhmento e o trtmento ds doençs congênits n Tbel de Serviços e Procedimentos do Sistem de Informções Ambultoriis do SUS - SIA/SUS; Considerndo Portri SAS/MS nº 387, de 19 de setembro de 2001, que hbilitou o estdo de Goiás n Fse II de Implntção do Progrm Ncionl de Trigem Neontl; Considerndo vlição e solicitção d Secretri de Estdo d Súde de Goiás, e Considerndo o precer d Secretri de Atenção à Súde - Deprtmento de Atenção Especilizd/Coordenção Gerl de Médi Complexidde, resolve: Art. 1º Hbilitr o estdo de Goiás n Fse III d Implntção do Progrm Ncionl de Trigem Neontl, que prevê trigem neontl, d confirmção dignóstic, o compnhmento e o trtmento d fenilcetonúri, hipotireoidismo congênito, doençs flciformes e outrs hemoglobinoptis e fibrose cístic. Art. 2º Autorizr o gestor credencir como Serviço de Referênci em Trigem Neontl - SRTN o estbelecimento seguir descrito: S RT N APAE Anápolis Código d fse 1406 Município Anápolis CNES Rzão Socil Associção dos Pis e Amigos dos Excepcionis de Anápolis - APAE CNPJ / Prágrfo único. Os procedimentos complementres não disponíveis no SRTN devem ser ssegurdos trvés d rede ssistencil complementr, que grnte tenção integrl os pcientes tridos no SRTN, conforme formlizdo no termo de compromisso d Secretri de Estdo d Súde de Goiás e o preenchimento do Roteiro de Cdstrmento de Serviços de Referênci em Trigem Neontl nos Estdos e demis documentos pertinentes, encminhdos por meio do Ofício n 51/08 - GAB/SCATS, de 08 de mio de Art. 3º Est Portri entr em vigor n dt d su publicção, com efeitos finnceiros contr d competênci novembro/2009. ALBERTO BELTRAME pelo código , DE DE NOVEMBRO DE 2009 O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo Portri nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui Polític Ncionl de Atenção o Portdor de Doenç Renl, ser implntd em tods s uniddes federds; Considerndo Portri SAS/MS nº 432, de 06 de junho de 2006, que trt d orgnizção e definição ds Redes Estduis de Assistênci em Nefrologi n lt complexidde e estbelece s norms específics de credencimento dos serviços e dos centros de nefrologi; Considerndo Portri SAS/MS nº 214, de 15 de junho de 2004, que trt dos procedimentos dilíticos; Considerndo Resolução-RDC nº 154, de 15 de junho de 2004, que estbelece o Regulmento Técnico pr o funcionmento dos serviços de diálise; e Considerndo mnifestção fvorável d Secretri de Estdo Súde do Rio Grnde do Norte e d Comissão Intergestores Biprtite do Estdo, por meio d Deliberção nº 433, de 22 de mio de 2009, resolve: Art. 1º Hbilitr como Serviço de Nefrologi o estbelecimento seguir discrimindo: CNPJ CNES Rzão Socil/Nome Fntsi /Município/UF / Hospitl do Rim LTDA - Mossoró/RN Art. 2º O custeio do impcto finnceiro gerdo por est hbilitção deverá onerr o teto do Estdo de cordo do o Ofício nº 2783, de 06 de outubro de 2009, d Secretri de Estdo de Súde Públic do Rio Grnde do Norte. Art. 3º Est Portri entr em vigor n dt d su publicção. ALBERTO BELTRAME 380, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo Portri nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui Polític Ncionl de Atenção o Portdor de Doenç Renl, ser implntd em tods s uniddes federds; Considerndo Portri SAS/MS nº 432, de 06 de junho de 2006, que trt d orgnizção e definição ds Redes Estduis de Assistênci em Nefrologi n lt complexidde e estbelece s norms específics de credencimento dos serviços e dos centros de nefrologi; Considerndo Portri SAS/MS nº 214, de 15 de junho de 2004, que trt dos procedimentos dilíticos; Considerndo Resolução - RDC nº 154, de 15 de junho de 2004, que estbelece o Regulmento Técnico pr o funcionmento dos serviços de diálise; e Considerndo mnifestção d Secretri de Estdo d Súde do Rio Grnde do Norte, por meio do Ofício n 2783, de 6 de outubro de 2009, resolve: Art. 1 Desbilitr d relizção de procedimentos como Serviço de Nefrologi o Centro de Diálise do Vle do Assú, do município de Assú/RN, inscrito no CNES sob o número , CNPJ / Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt d su publicção, com efeitos prtir d competênci novembro de ALBERTO BELTRAME 381, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo Portri nº 2.848/GM, de 7 de novembro de 2007, que Unific Tbel de Procedimentos, Medicmentos e OPM no SUS; Considerndo necessidde de esclrecer e uniformizr os procedimentos de cessos venosos centris de médi e de long permnênci, sej em cso de impossibilidde de cesso periférico, sej pr s reposições volêmics rápids n instbilidde hemodinâmic ou pr dministrção de medicmentos, hemoderivdos ou soluções; Considerndo s complicções precoces e trdis em cessos venosos centris, independentemente de su indicção n reposição volêmic, n quimioterpi ou n nutrição prenterl; e Considerndo necessidde de se primorr s informções sobre utilizção dos procedimentos pr cessos centris ns diverss áres de tenção à súde e reorientr su codificção nos tendimentos hospitlr e mbultoril no Sistem Único de Súde, resolve: Art. 1º Excluir d Tbel de Procedimentos, Medicmentos e OPM do SUS os procedimentos Cteterismo de vei centrl por punção e Instlção de cteter venoso de long permnênci totlmente implntável. Art. 2º Recompor o procedimento seguir relciondo d Tbel de Procedimentos, Medicmentos e OPM do SUS: Procedimento: Implntção de cteter de long permnênci semi ou totlmente implntável (procedimento principl) Descrição: Procedimento cirúrgico principl pr cesso venoso centrl (vei subclávi, jugulr ou outr de grnde clibre) com o uso de cteter semi ou totlmente implntável, pr dministrção de quimioterápicos ntineoplásicos ou trnsplnte de céluls-tronco hemtopoétics. Inclui o cteter. Origem: H H e Complexidde: AC - Alt Complexidde Modlidde: - Hospitlr 03 - Hospitl-Di Instrumento de Registro: 03 - AIH (Proc. Principl) Tipo de Finncimento: 06 - Médi e Alt Complexidde (MAC) Vlor Ambultoril SA 0,00 Vlor Ambultoril Totl 0,00 Vlor Hospitlr SP: R$ 9,20 Vlor Hospitlr SH: R$ 319,44 Vlor Hospitlr Totl: R$ 428,64 Atributo Complementr: Inclui nestesi, Admite permnênci mior. Sexo: Ambos Idde Mínim: 0 Mes(es) Idde Máxim: 1 Ano(s) Quntidde Máxim: 1 Médi Permnênci: 1 Especilidde do Leito: 01 - Cirúrgico, 03 - Clinico, 07 - Pediátrico CBO: 2231, , 2231F3, 2231F4, 2231F5. CID: C00.0, C00.1, C00.2, C00.3, C00.4, C00.5, C00.6, C00.8, C00.9, C01, C.0, C.1, C.2, C.3, C.4, C.8, C.9, C03.0, C03.1, C03.9, C04.0, C04.1, C04.8, C04.9, C05.0, C05.1, C05.2, C05.8, C05.9, C06.0, C06.1, C06.2, C06.8, C06.9, C07, C08.0, C08.1, C08.8, C08.9, C09.0, C09.1, C09.8, C09.9, C.0, C.1, C.2, C.3, C.4, C.8, C.9, C11.0, C11.1, C11.2, C11.3, C11.8, C11.9, C12, C13.0, C13.1, C13.2, C13.8, C13.9, C14.0, C14.2, C14.8,, C15.0, C15.1, C15.2, C15.3, C15.4, C15.5, C15.8, C15.9, C18.0, C18.1, C18.2, C18.3, C18.4, C18.5, C18.6, C18.7, C18.8, C18.9, C19, C20, C22.0, C22.1, C22.2, C22.3, C22.4, C22.7, C22.9, C25.0, C25.1, C25.2, C25.3, C25.4, C25.7, C25.8, C25.9, C30.0, C30.1, C31.0, C31.1, C31.2, C31.3, C31.8, C31.9, C32.0, C32.1, C32.2, C32.3, C32.8, C32.9, C34.0, C34.1, C34.2, C34.3, C34.8, C34.9, C37, C38.0, C38.1, C38.2, C38.3, C38.4, C38.8, C39.0, C39.8, C39.9, C40.0, C40.1, C40.2, C40.3, C40.8, C40.9, C41.0, C41.1, C41.2, C41.3, C41.4, C41.8, C41.9, C43.0, C43.1, C43.2, C43.3, C43.4, C43.5, C43.6, C43.7, C43.8, C43.9, C44.0, C44.1, C44.2, C44.3, C44.4, C44.5, C44.6, C44.7, C44.8, C44.9, C46.0, C46.1, C46.2, C46.3, C46.7, C46.8, C46.9, C47.0, C47.1, C47.2, C47.3, C47.4, C47.5, C47.6, C47.8, C47.9, C48.0, C48.1, C48.2, C48.8, C49.0, C49.1, C49.2, C49.3, C49.4, C49.5, C49.6, C49.8, C49.9, C52, C53.0, C53.1, C53.8, C53.9, C54.0, C54.1, C54.2, C54.3, C54.8, C54.9, C56, C57.0, C57.1, C57.2, C57.3, C57.4, C57.7, C57.8, C57.9, C58, C62.0, C62.1, C62.9, C64, C65, C66, C67.0, C67.1, C67.2, C67.3, C67.4, C67.5, C67.6, C67.7, C67.8, C67.9, C69.0, C69.1, C69.2, C69.3, C69.4, C69.5, C69.6, C69.8, C69.9, C70.0, C70.1, C70.9, C71.0, C71.1, C71.2, C71.3, C71.4, C71.5, C71.6, C71.7, C71.8, C71.9, C72.0, C72.1, C72.2, C72.3, C72.4, C72.5, C72.8, C72.9, C73, C74.0, C74.1, C74.9, C75.0, C75.1, C75.2, C75.3, C75.4, C75.5, C75.8, C75.9, C76.0, C76.1, C76.2, C76.3, C76.4, C76.5, C76.7, C76.8, C80, C81.0, C81.1, C81.2, C81.3, C81.7, C81.9, C82.2, C83.0, C83.1, C83.2, C83.3, C83.4, C83.5, C83.6, C83.7, C83.8, C83.9, C84.0, C84.1, C84.2, C84.3, C84.4, C84.5, C85.7, C85.9, C88.0, C88.3, C88.7, C88.9, C90.0, C90.1, C90.2, C91.0, C91.5, C92.0, C92.1, C92.3, C92.4, C92.5, C92.7, C93.0, C93.1, C94.0, C94.1, C94.2, C94.3, C94.4, C94.5, C94.7, C95.0, C95.7, C96.0, C96.1, C96.2, C96.3, C96.7, C96.9, C381, C382, C383, C488, C56, C620, C621, C832, C8, C811, C812, C813, C820, C821, C822, C827, C829, C833, C834, C835, C836, C83, 00, C9, C911, C920, C921, C931, C945, D39.2, D43.0, D43.1, D43.2, D43.3, D43.4, D43.7, D43.9, D46.0, D46.1, D46.2, D46.3, D46.4, D46.7, D46.9, D47.0, D47.2, D47.9, D561, D600, D6, D611, D612, D613, D800, D801, D8, D803, D804, D805, D806, D820, D821, D822, D823, D824, D830, D831, D832. Hbilitção UNACON, UNACON com Serviço de Rdioterpi, UNACON com Serviço de Hemtologi, UNACON com Serviço de Oncologi Pediátric, 17 - UNACON Exclusiv de Hemtologi, UNACON Exclusiv de Oncologi Pediátric, CACON, CACON com Serviço de Oncologi Pediátric, Trnsplnte de medul ósse-utogênico, 24 - Trnsplnte de medul ósse-logênico prentdo, Trnsplnte de medul ósse-logênico não prentdo 1º O vlor do cteter comptível com este procedimento está incluído no vlor do SH - Serviços Hospitlres.

67 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN º O código Cteter pr cesso venoso centrl semi/totlmente implntável de long permnênci pss ter vlor totl de R$ 0,00, sendo obrigtório o seu registro tnto no SIA-SUS qunto no SIH-SUS ns tels específics de cd um destes sistems de informção, de form grntir o rstremento e su quisição por meio de fornecedores com cdstro n ANVISA. Art. 3º Incluir n Tbel de Procedimentos, Medicmentos e OPM do SUS os procedimentos seguir relciondos: Procedimento: Implntção de cteter de long permnênci semi ou totlmente implntável (procedimento especil) Descrição: Procedimento cirúrgico especil pr cesso venoso centrl (vei subclávi, jugulr ou outr de grnde clibre) com o uso de cteter semi ou totlmente implntável, pr dministrção de quimioterápicos ntineoplásicos ou trnsplnte de céluls-tronco hemtopoétics. Inclui o cteter. Origem: Complexidde: AC - Alt Complexidde Modlidde: - Hospitlr Instrumento de Registro: 04 - AIH (Proc Especil) Tipo de Finncimento: 06 - Médi e Alt Complexidde (MAC) Vlor Ambultoril SA 0,00 Vlor Ambultoril Totl 0,00 Vlor Hospitlr SP: R$ 9,20 Vlor Hospitlr SH: R$ 319,44 Vlor Hospitlr Totl: R$ 428,64 Sexo: Ambos Idde Mínim: 0 Mes(es) Idde Máxim: 1 Ano(s) Quntidde Máxim: 1 CBO: 2231, , 2231F3, 2231F4, 2231F5. CID: C00.0, C00.1, C00.2, C00.3, C00.4, C00.5, C00.6, C00.8, C00.9, C01, C.0, C.1, C.2, C.3, C.4, C.8, C.9, C03.0, C03.1, C03.9, C04.0, C04.1, C04.8, C04.9, C05.0, C05.1, C05.2, C05.8, C05.9, C06.0, C06.1, C06.2, C06.8, C06.9, C07, C08.0, C08.1, C08.8, C08.9, C09.0, C09.1, C09.8, C09.9, C.0, C.1, C.2, C.3, C.4, C.8, C.9, C11.0, C11.1, C11.2, C11.3, C11.8, C11.9, C12, C13.0, C13.1, C13.2, C13.8, C13.9, C14.0, C14.2, C14.8,, C15.0, C15.1, C15.2, C15.3, C15.4, C15.5, C15.8, C15.9, C18.0, C18.1, C18.2, C18.3, C18.4, C18.5, C18.6, C18.7, C18.8, C18.9, C19, C20, C22.0, C22.1, C22.2, C22.3, C22.4, C22.7, C22.9, C25.0, C25.1, C25.2, C25.3, C25.4, C25.7, C25.8, C25.9, C30.0, C30.1, C31.0, C31.1, C31.2, C31.3, C31.8, C31.9, C32.0, C32.1, C32.2, C32.3, C32.8, C32.9, C34.0, C34.1, C34.2, C34.3, C34.8, C34.9, C37, C38.0, C38.1, C38.2, C38.3, C38.4, C38.8, C39.0, C39.8, C39.9, C40.0, C40.1, C40.2, C40.3, C40.8, C40.9, C41.0, C41.1, C41.2, C41.3, C41.4, C41.8, C41.9, C43.0, C43.1, C43.2, C43.3, C43.4, C43.5, C43.6, C43.7, C43.8, C43.9, C44.0, C44.1, C44.2, C44.3, C44.4, C44.5, C44.6, C44.7, C44.8, C44.9, C46.0, C46.1, C46.2, C46.3, C46.7, C46.8, C46.9, C47.0, C47.1, C47.2, C47.3, C47.4, C47.5, C47.6, C47.8, C47.9, C48.0, C48.1, C48.2, C48.8, C49.0, C49.1, C49.2, C49.3, C49.4, C49.5, C49.6, C49.8, C49.9, C52, C53.0, C53.1, C53.8, C53.9, C54.0, C54.1, C54.2, C54.3, C54.8, C54.9, C56, C57.0, C57.1, C57.2, C57.3, C57.4, C57.7, C57.8, C57.9, C58, C62.0, C62.1, C62.9, C64, C65, C66, C67.0, C67.1, C67.2, C67.3, C67.4, C67.5, C67.6, C67.7, C67.8, C67.9, C69.0, C69.1, C69.2, C69.3, C69.4, C69.5, C69.6, C69.8, C69.9, C70.0, C70.1, C70.9, C71.0, C71.1, C71.2, C71.3, C71.4, C71.5, C71.6, C71.7, C71.8, C71.9, C72.0, C72.1, C72.2, C72.3, C72.4, C72.5, C72.8, C72.9, C73, C74.0, C74.1, C74.9, C75.0, C75.1, C75.2, C75.3, C75.4, C75.5, C75.8, C75.9, C76.0, C76.1, C76.2, C76.3, C76.4, C76.5, C76.7, C76.8, C80, C81.0, C81.1, C81.2, C81.3, C81.7, C81.9, C82.2, C83.0, C83.1, C83.2, C83.3, C83.4, C83.5, C83.6, C83.7, C83.8, C83.9, C84.0, C84.1, C84.2, C84.3, C84.4, C84.5, C85.7, C85.9, C88.0, C88.3, C88.7, C88.9, C90.0, C90.1, C90.2, C91.0, C91.5, C92.0, C92.1, C92.3, C92.4, C92.5, C92.7, C93.0, C93.1, C94.0, C94.1, C94.2, C94.3, C94.4, C94.5, C94.7, C95.0, C95.7, C96.0, C96.1, C96.2, C96.3, C96.7, C96.9, C381, C382, C383, C488, C56, C620, C621, C832, C8, C811, C812, C813, C820, C821, C822, C827, C829, C833, C834, C835, C836, C83, 00, C9, C911, C920, C921, C931, C945, D39.2, D43.0, D43.1, D43.2, D43.3, D43.4, D43.7, D43.9, D46.0, D46.1, D46.2, D46.3, D46.4, D46.7, D46.9, D47.0, D47.2, D47.9, D561, D600, D6, D611, D612, D613, D800, D801, D8, D803, D804, D805, D806, D820, D821, D822, D823, D824, D830, D831, D832. Hbilitção UNACON, UNACON com Serviço de Rdioterpi, UNACON com Serviço de Hemtologi, UNACON com Serviço de Oncologi Pediátric, 17 - UNACON Exclusiv de Hemtologi, UNACON Exclusiv de Oncologi Pediátric, CACON, CACON com Serviço de Oncologi Pediátric, Trnsplnte de medul ósse-utogênico, 24 - Trnsplnte de medul ósse-logênico prentdo, Trnsplnte de medul ósse-logênico não prentdo Procedimento: Retird de cteter de long permnênci semi ou totlmente implntável Descrição: Procedimento que consiste n retird de cteter semi ou totlmente implntável. Complexidde: MC - Médi Complexidde Modlidde: - Hospitlr 03 - Hospitl-Di Instrumento de Registro: 03 - AIH (Proc principl) Tipo de Finncimento: 06 - Médi e Alt Complexidde (MAC) Vlor Ambultoril SA 0,00 Vlor Ambultoril Totl 0,00 Vlor Hospitlr SP: R$ 0,00 Vlor Hospitlr SH: R$ 20,74 Vlor Hospitlr Totl: R$ 20,74 Sexo: Ambos Idde Mínim: 0 Mes(es) Idde Máxim: 1 Ano(s) Quntidde Máxim: 1 Especilidde do Leito: 01 - Cirúrgico, 03 - Clinico e 07 - Pediátrico CBO: 2234, 2235, 2238, 2239, 2231, , , , 223, , , 2231F3, 2231F4, 2231F5, 2231F6. CID C00.0, C00.1, C00.2, C00.3, C00.4, C00.5, C00.6, C00.8, C00.9, C01, C.0, C.1, C.2, C.3, C.4, C.8, C.9, C03.0, C03.1, C03.9, C04.0, C04.1, C04.8, C04.9, C05.0, C05.1, C05.2, C05.8, C05.9, C06.0, C06.1, C06.2, C06.8, C06.9, C07, C08.0, C08.1, C08.8, C08.9, C09.0, C09.1, C09.8, C09.9, C.0, C.1, C.2, C.3, C.4, C.8, C.9, C11.0, C11.1, C11.2, C11.3, C11.8, C11.9, C12, C13.0, C13.1, C13.2, C13.8, C13.9, C14.0, C14.2, C14.8,, C15.0, C15.1, C15.2, C15.3, C15.4, C15.5, C15.8, C15.9, C18.0, C18.1, C18.2, C18.3, C18.4, C18.5, C18.6, C18.7, C18.8, C18.9, C19, C20, C22.0, C22.1, C22.2, C22.3, C22.4, C22.7, C22.9, C25.0, C25.1, C25.2, C25.3, C25.4, C25.7, C25.8, C25.9, C30.0, C30.1, C31.0, C31.1, C31.2, C31.3, C31.8, C31.9, C32.0, C32.1, C32.2, C32.3, C32.8, C32.9, C34.0, C34.1, C34.2, C34.3, C34.8, C34.9, C37, C38.0, C38.1, C38.2, C38.3, C38.4, C38.8, C39.0, C39.8, C39.9, C40.0, C40.1, C40.2, C40.3, C40.8, C40.9, C41.0, C41.1, C41.2, C41.3, C41.4, C41.8, C41.9, C43.0, C43.1, C43.2, C43.3, C43.4, C43.5, C43.6, C43.7, C43.8, C43.9, C44.0, C44.1, C44.2, C44.3, C44.4, C44.5, C44.6, C44.7, C44.8, C44.9, C46.0, C46.1, C46.2, C46.3, C46.7, C46.8, C46.9, C47.0, C47.1, C47.2, C47.3, C47.4, C47.5, C47.6, C47.8, C47.9, C48.0, C48.1, C48.2, C48.8, C49.0, C49.1, C49.2, C49.3, C49.4, C49.5, C49.6, C49.8, C49.9, C52, C53.0, C53.1, C53.8, C53.9, C54.0, C54.1, C54.2, C54.3, C54.8, C54.9, C56, C57.0, C57.1, C57.2, C57.3, C57.4, C57.7, C57.8, C57.9, C58, C62.0, C62.1, C62.9, C64, C65, C66, C67.0, C67.1, C67.2, C67.3, C67.4, C67.5, C67.6, C67.7, C67.8, C67.9, C69.0, C69.1, C69.2, C69.3, C69.4, C69.5, C69.6, C69.8, C69.9, C70.0, C70.1, C70.9, C71.0, C71.1, C71.2, C71.3, C71.4, C71.5, C71.6, C71.7, C71.8, C71.9, C72.0, C72.1, C72.2, C72.3, C72.4, C72.5, C72.8, C72.9, C73, C74.0, C74.1, C74.9, C75.0, C75.1, C75.2, C75.3, C75.4, C75.5, C75.8, C75.9, C76.0, C76.1, C76.2, C76.3, C76.4, C76.5, C76.7, C76.8, C80, C81.0, C81.1, C81.2, C81.3, C81.7, C81.9, C82.2, C83.0, C83.1, C83.2, C83.3, C83.4, C83.5, C83.6, C83.7, C83.8, C83.9, C84.0, C84.1, C84.2, C84.3, C84.4, C84.5, C85.7, C85.9, C88.0, C88.3, C88.7, C88.9, C90.0, C90.1, C90.2, C91.0, C91.5, C92.0, C92.1, C92.3, C92.4, C92.5, C92.7, C93.0, C93.1, C94.0, C94.1, C94.2, C94.3, C94.4, C94.5, C94.7, C95.0, C95.7, C96.0, C96.1, C96.2, C96.3, C96.7, C96.9, C381, C382, C383, C488, C56, C620, C621, C832, C8, C811, C812, C813, C820, C821, C822, C827, C829, C833, C834, C835, C836, C83, 00, C9, C911, C920, C921, C931, C945, D39.2, D43.0, D43.1, D43.2, D43.3, D43.4, D43.7, D43.9, D46.0, D46.1, D46.2, D46.3, D46.4, D46.7, D46.9, D47.0, D47.2, D47.9, D561, D600, D6, D611, D612, D613, D800, D801, D8, D803, D804, D805, D806, D820, D821, D822, D823, D824, D830, D831, D832. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Procedimento: Instlção de cteter duplo lúmen por punção Descrição: Procedimento especil de punção venos centrl (vei subclávi, jugulr ou outr de grnde clibre) pr cesso centrl de médi permnênci, com o uso de cteter de duplo lúmen, com finlidde de infusão concomitnte de fluidos e medicções, em cso de instbilidde hemodinâmic. Inclui o cteter. Complexidde: MC - Médi Complexidde Modlidde: - Hospitlr Instrumento de Registro: 04 - AIH (Proc. Especil) Tipo de Finncimento: 06 - Médi e Alt Complexidde (MAC) Vlor Ambultoril SA 0,00 Vlor Ambultoril Totl 0,00 Vlor Hospitlr SP: R$ 15,00 Vlor Hospitlr SH: R$ 97,48 Vlor Hospitlr Totl: R$ 112,48 Sexo: Ambos Idde Mínim: 0 Mes(es) Idde Máxim: 1 Ano(s) Quntidde Máxim: 1 Procedimento: Instlção de cteter mono lúmen por punção Descrição: Procedimento especil de punção venos centrl (vei subclávi, jugulr ou outr de grnde clibre) pr cesso venoso centrl de médi permnênci, com o uso de cteter de um só lúmen, com finlidde de dministrção de medicmentos, hemoderivdos ou soluções. Inclui o cteter. Complexidde: MC - Médi Complexidde Modlidde: - Hospitlr 03 - Hospitl-Di Instrumento de Registro: 04 - AIH (Proc. Especil) Tipo de Finncimento: 06 - Médi e Alt Complexidde (MAC) Vlor Ambultoril SA 0,00 Vlor Ambultoril Totl 0,00 Vlor Hospitlr SP: R$ 15,00 Vlor Hospitlr SH: R$ 70,00 Vlor Hospitlr Totl: R$ 85,00 Sexo: Ambos Idde Mínim: 0 Mes(es) Idde Máxim: 1 Ano(s) Quntidde Máxim: 1 Procedimento: Cteter Venoso Centrl Mono lúmen Descrição: Cteter de um só lúmen, de médi permnênci, não implntável, utilizdo pr cesso venoso centrl. Modlidde: - Hospitlr 03 - Hospitl-Di Instrumento de Registro: 04 - AIH (Proc. Especil) Tipo de Finncimento: 06 - Médi e Alt Complexidde (MAC) Vlor Ambultoril SA: 0,00 Vlor Ambultoril Totl: 0,00 Vlor Hospitlr SH: 0,00 Vlor Hospitlr Totl: 0,00 1º O vlor do cteter comptível pr cd um destes procedimentos está incluído no vlor do SH - Serviços Hospitlres. 2º O código Cteter pr cesso venoso centrl semi/totlmente implntável de long permnênci pss ter vlor totl de R$ 0,00, sendo obrigtório o seu registro tnto no SIA-SUS qunto no SIH-SUS ns tels específics de cd um destes sistems de informção, de form grntir o rstremento e su quisição por meio de fornecedores com cdstro n ANVISA. Art. 4º Definir que o procedimento principl de código Implntção de cteter de long permnênci semi ou totlmente implntável (inclui o cteter) sej comptível com os procedimentos seguir relciondos: Código Proced. Descrição Procedimento Internção p/ quimioterpi de dministrção contínu Internção p/ quimioterpi de leucemis guds / crônics gudizds Quimioterpi Plitiv do Crcinom de Nsofringe - estádio IV C ou doenç recidivd) Quimioterpi Plitiv do Crcinom Epidermóide de Cbec e Pescoco - doenç metstátic ou doenç recidivd inoperável Quimioterpi Plitiv do Crcinom Epidermóide / Adenocrcinom de Esôfgo (doenç metstátic ou recidivd) Quimioterpi Plitiv do Crcinom Epidermóide / Adenocrcinom do Colo Uterino (estádio IVB ou recidiv for de áre previmente irrdid) Quimioterpi Plitiv de Neoplsi Mlign Epitelil de Ovário ou d Tub Uterin (estádio IV ou recidiv) - 1ª linh Quimioterpi Plitiv de Neoplsi Mlign Epitelil de Ovário ou d Tub Uterin (estádio IV ou recidiv) - 2ª linh Quimioterpi pr Controle Temporário de Linfom não Hodgkin de Bixo Gru de Mlignidde estádios I e II com doenç mciç ou extens e sintoms constitucionis; estádios III e IV e recidiv - 1ª linh Quimioterpi pr Controle Temporário de Linfom não Hodgkin de Bixo Gru de Mlignidde estádios I e II com doenç mciç ou extens e sintoms constitucionis; estádios III e IV e recidiv - 2ª linh Quimioterpi pr Controle Temporário de Neoplsi de Céluls Plsmátics - 1ª linh - Sem indicção de trnsplnte Quimioterpi pr Controle Temporário de Neoplsi de Céluls Plsmátics - 2ª linh [Resistênci (2ª linh) ou com indicção de trnsplnte (1ª linh)] Quimioterpi prévi à cirurgi ou concomitnte à rdioterpi do Crcinom Epidermóide dos Seios Prnsis/Lringe/ Hipofringe/Cvidde orl/orofringe - Estádios IVA ou IVB Quimioterpi prévi à cirurgi ou concomitnte à rdioterpi do Crcinom de Nsofringe em Estádio de III té IVB Quimioterpi concomitnte à rdioterpi de Crcinom Epidermóide ou Adenocrcinom de Esôfgo de I té IVA Quimioterpi concomitnte à rdioterpi do Crcinom Epidermóide / Adenocrcinom do Colo do Útero em estádios de IB2 té IVA pelo código

68 68 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de Quimioterpi Prévi de Neoplsi Mlign Epitelil de Ovário ou d Tub Uterin (estádio III ou IV) - 1ª linh Quimioterpi Prévi de Neoplsi Mlign Epitelil de Ovário ou d Tub Uterin (estádio III ou IV) - 2ª Linh Quimioterpi Adjuvnte do Crcinom Epidermóide de Cbeç e Pescoço (doenç residul mínim) Quimioterpi Adjuvnte de Neoplsi Mlign Epitelil de Ovário ou d Tub Uterin (em estádio IA ou IB com gru G3 ou G4/ estádio IC ou II / estádio III ou estádio IV sem doenç residul pós-opertóri) Quimioterpi Curtiv d Doenç de Hodgkin (estádio de I IV) - 1ª linh Quimioterpi Curtiv d Doenç de Hodgkin (estádio de I IV) - 2ª Linh Quimioterpi Curtiv d Doenç de Hodgkin (estádio de I IV) - 3ª linh Quimioterpi Curtiv de Linfom não Hodgkin de Grus de Mlignidde Intermediário e Alto (estádio de I IV) - 1ª Linh Quimioterpi Curtiv de Linfom não Hodgkin de Grus de Mlignidde Intermediário e Alto (estádio de I IV) - 2ª Linh Quimioterpi Curtiv de Linfom não Hodgkin de Grus de Mlignidde Intermediário e Alto (estádio de I IV) - 3ª Linh Quimioterpi Curtiv de Leucemi Agud / Mielodisplsi / Linfom Linfoblástico / Linfom de Burkitt - 1ª linh (incluídos ntibióticos profiláticos e quimioterpi intrtecl) Quimioterpi Curtiv de Leucemi Agud / Mielodisplsi / Linfom Linfoblástico / Linfom de Burkitt - 2ª linh (primeir recíd) Quimioterpi Curtiv de Leucemi Agud / Mielodisplsi / Linfom Linfoblástico / Linfom de Burkitt - 3ª linh (segund recíd) Quimioterpi Curtiv de Leucemi Agud / Mielodisplsi / Linfom Linfoblástico / Linfom de Burkitt - 4ª linh (terceir recíd) Quimioterpi Curtiv de Tumor Germintivo de Ovário em estádio de II té IV Quimioterpi Curtiv de Neoplsi Trofoblástic Gestcionl (Coriom/Mol hidtiforme - Persistente / Invsiv) Quimioterpi Curtiv de Neoplsi Trofoblástic Gestcionl (Coriocrcinom de Risco Bixo) Quimioterpi Curtiv de Neoplsi Trofoblástic Gestcionl (Coriocrcinom de Risco Bixo Persistente/Risco Alto/Recidiv) Quimioterpi Curtiv de Tumor Germintivo de Testículo - 1ª Linh Quimioterpi Curtiv de Tumor Germintivo de Testículo - 2ª Linh Quimioterpi Curtiv de Tumor Germintivo Extr- Gondl Quimioterpi de Câncer n Infânci e Adolescênci - 1ª linh Quimioterpi de Alt Dose do Osteossrcom n Infânci e Adolescênci (Procedimento de primeir linh) Quimioterpi de Câncer n Infânci e Adolescênci - 2ª linh (primeir recidiv) Quimioterpi de Câncer n Infânci e Adolescênci - 3ª linh (segund recidiv) Quimioterpi de Câncer n Infânci e Adolescênci - 4ª linh (terceir recidiv) Trnsplnte utogênico de céluls-tronco hemtopoétics de medul ósse Trnsplnte logênico de céluls-tronco hemtopoétics de medul ósse - prentdo Trnsplnte logênico de céluls-tronco hemtopoétics de medul ósse - não-prentdo Trnsplnte logênico de céluls-tronco hemtopoétics de sngue de cordão umbilicl de prentdo Trnsplnte logênico de céluls-tronco hemtopoétics de sngue de cordão umbilicl de não-prentdo Trnsplnte logênico de céluls-tronco hemtopoétics de sngue periférico - prentdo Trnsplnte logênico de céluls-tronco hemtopoétics de sngue periférico de não-prentdo Trnsplnte utogênico de céluls-tronco hemtopoétics de sngue periférico COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Art. 5º Definir que o procedimento especil Instlção de cteter duplo lúmen por punção (inclui o cteter) é comptível com os procedimentos seguir relciondos: Código Proced. Descrição Procedimento Trtmento de infrto gudo do miocárdio Trtmento de choque nfilático Trtmento de choque crdiogênico Trtmento de choque hipovolêmico Trtmento de edem gudo de pulmão Prágrfo único. As comptibiliddes do cteter Cteter Venoso Centrl Duplo Lúmen com procedimentos cirúrgicos são encontrds n Tbel Unificd de Procedimentos, Medicmentos e OPM do Sistem Único de Súde, disponível em Art. 6º Estbelecer que os recursos orçmentários, necessários à implementção dest Portri, correm por cont do orçmento do Ministério d Súde, onerndo o Progrm de Trblho Atenção à Súde d Populção pr Procedimentos de Medi e Alt Complexidde. Art. 7 Est Portri entr em vigor n dt de su publicção, com efeitos finnceiros contr d competênci dezembro/2009 Ȧrt. 8 Fic revogd Portri SAS/MS nº 733, de de outubro de 20, publicd no DOU n o 213, 04 de novembro de 20, Seção 1, pág. 73, e Portri SAS/MS nº 96, de 14 de fevereiro de 2006, publicd no DOU nº 57, de 23 de mrço de 2006, Seção 1, pág. 28. ALBERTO BELTRAME pelo código Ministério ds Ciddes SECRETARIA EXECUTIVA DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO 528, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂN- SITO - DENATRAN, no uso ds tribuições legis, e, considerndo o disposto n Resolução 282, de 26 de junho de 2008, do Conselho Ncionl de Trânsito - CONTRAN, e n Portri 131, de 23 de dezembro de 2008, do Deprtmento Ncionl de Trânsito - DENATRAN, bem como o que const do Processo Administrtivo / , resolve: Art. 1º Credencir, em cráter excepcionl e precário, pelo przo de 01 (um) no, prtir d dt de publicção dest Portri, nos termos do rt. 23 d Portri 131, de 23 de dezembro de 2008, do DENATRAN, pesso jurídic Rchid & Oliveir Perícis e Vistoris S/S Ltd, CNPJ / , situd no Município de São Pulo - SP, n Av. Nordestin, São Miguel Pulist, CEP , pr tur como Empres Credencid em Vistori de Veículos - ECV no Município de São Pulo no Estdo de São Pulo. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ALFREDO PERES DA SILVA CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO RESOLUÇÃO 333, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 Restbelece vigênci d Resolução n.º 157, de 22 de bril de 2004, dndo nov redção o rtigo 8º, que fix especificções pr os extintores de incêndio sendo equipmentos de uso obrigtório nos veículos utomotores, elétricos, reboque e semi-reboque, de cordo com o rtigo 5 do Código de Trânsito Brsileiro e dá outrs providêncis. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, no uso ds tribuições que lhe confere o rt. 12, I, d Lei 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brsileiro, e conforme o Decreto 4.711, de 29 de mio de 2003, que dispõe sobre coordenção do Sistem Ncionl de Trânsito; Considerndo decisão judicil proferid nos utos do processo n.º (Agrvo de Instrumento n.º 1368) em trâmite pernte o Tribunl Regionl Federl d 2ª Região (Processo Originário: Ação Civil Públic ª Vr Federl d Seção Judiciári do Rio de Jneiro) que reformou decisão judicil liminr qul suspendi os efeitos d Resolução n.º 157, de 22 de bril de 2004, do CONTRAN; Considerndo, ind, necessidde de grntir os direitos dos consumidores que dquirirm extintores de incêndio com crg de pó BC no período em que Resolução 157, de 22 de bril de 2004, esteve com seus efeitos suspensos; e Considerndo o contido no Processo /20-41, resolve: Art. 1º Referendr Deliberção n.º 84, de 18 de setembro de 2009, do Presidente do Conselho Ncionl de Trânsito - CON- TRAN, publicd no DOU, de 21 de setembro de 2009, que revogou Deliberção nº. 69/08, restbelecendo os efeitos d Resolução n.º 157, de 22 de bril de Art. 2º Alterr o rtigo 8º d Resolução n.º 157, de 22 de bril de 2004, que pss vigorr com seguinte redção: 'Art. 8º O extintor de incêndio com crg de pó BC deverá ser substituído, té o vencimento d vlidde do teste hidrostático, por extintor de incêndio novo com crg de pó ABC obedecendo às especificções d tbel 2 do Anexo. 1º Os extintores de incêndio substituídos deverão ser coletdos e destindos conforme legislção mbientl vigente. 2º A prtir de 1º de jneiro de 2015, os veículos utomotores só poderão circulr equipdos com extintores de incêndio com crg de pó ABC.' Art. 3º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção revogndo s disposições em contrário. ALFREDO PERES DA SILVA Presidente do Conselho RUI CÉSAR DA SILVEIRA BARBOSA Ministério d Defes RONE EVALDO BARBOSA Ministério dos Trnsportes PAULO SÉRGIO FRANÇA DE SOUSA JÚNIOR Ministério dos Trnsportes VALTER CHAVES COSTA Ministério d Súde JOSÉ ANTÔNIO SILVÉRIO Ministério d Ciênci e Tecnologi ELCIONE DINIZ DE MACEDO Ministério ds Ciddes RESOLUÇÃO 334, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 Isent os veículos blinddos do cumprimento do disposto no rtigo 1º d Resolução CONTRAN nº. 254/2007, que estbelece requisitos pr os veículos de segurnç e critérios pr plicção de inscrição, pictogrms e películs ns áres envidrçds dos veículos utomotores, de cordo com inciso III do Código de Trânsito Brsileiro - CTB. O CONSELHO NACIONAL DE TRANSITO - CONTRAN, no uso ds competêncis que lhe confere o rtigo 12, inciso X, d Lei nº de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brsileiro - CTB e conforme o Decreto nº , de 29 de mio de 2003, que dispõe sobre coordenção do Sistem Ncionl de Trânsito e; Considerndo que blindgem de veículos constitui modificção previst n Resolução CONTRAN nº. 292/2008; Considerndo que os vidros utilizdos n blindgem de veículos não tendem os requisitos estbelecidos n NBR 9491 e sus norms complementres exigidos no rtigo 1º d Resolução CON- TRAN nº. 254/2007, resolve: Art. 1º Referendr Deliberção n.º 78, de 29 de junho de 2009, publicd no Diário Oficil d União - D.O.U em 30 de junho de Art. 2º Isentr os veículos blinddos do uso dos vidros de segurnç exigidos no rtigo 1º d Resolução CONTRAN nº. 254/2007 Ṗrágrfo único. Est isenção se plic tmbém os vidros destindos à reposição. Art. 3º Pr emissão d utorizção prévi, de que trt o rtigo 98 do CTB, utoridde competente exigirá utorizção pr blindgem do veículo, concedid pelo Exército Brsileiro. Art. 4º Qundo relizr inspeção de segurnç veiculr, s Instituições Técnics Licencids - ITL deverão exigir d empres executor d blindgem presentção do comprovnte de seu registro no Exército, bem como, o Reltório Técnico Experimentl (ReTEx) ds blindgens blístics opcs e trnsprentes plicds nos veículos, fornecido pelo Centro de Avlição do Exército (CAEx). Prágrfo único. Qundo d inspeção de que trt o cput deste rtigo s ITL devem testr os itens de segurnç estbelecidos pelo DENATRAN, utilizndo-se d Portri INMETRO/MDIC nº. 30, de 22 de jneiro de Art. 5º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. ALFREDO PERES DA SILVA Presidente do Conselho RUI CÉSAR DA SILVEIRA BARBOSA Ministério d Defes RONE EVALDO BARBOSA Ministério dos Trnsportes PAULO SÉRGIO FRANÇA DE SOUSA JÚNIOR Ministério dos Trnsportes VALTER CHAVES COSTA Ministério d Súde JOSÉ ANTÔNIO SILVÉRIO Ministério d Ciênci e Tecnologi ELCIONE DINIZ DE MACEDO Ministério ds Ciddes ATA DA 2ª REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA REALIZADA EM 14 DE AGOSTO DE 2009 Aos qutorze dis do mês de gosto de dois mil e nove, o Conselho Ncionl de Trânsito - CONTRAN reuniu-se no Setor de Autrquis Sul, Qudr 1, Bloco H, 5º ndr - Brsíli - DF, contndo com presenç de seus integrntes, representntes dos Ministérios d Justiç, d Defes, dos Trnsportes, d Ciênci e Tecnologi, d Súde, do Meio Ambiente e ds Ciddes, sob presidênci do senhor Alfredo Peres d Silv, Presidente do CONTRAN, pr deliberr sobre os ssuntos constntes d put. Abertur d Reunião: pós confirmção d existênci de quorum regulmentr, reunião foi bert pelo senhor Presidente. Leitur, discussão e deliberção d At d 82ª Reunião Ordinári, tendo sido provd pós retificções proposts. ASSUNTOS GERAIS: 1) O senhor Esmerldo Mlheiros Sntos, conviddo pelo Presidente, prticipou d reunião, informndo que já tendo sido indicdo está esperndo su designção como membro do CONTRAN representnte do Ministério d Educção. OR- DEM DO DIA: 1) Processo: / ; Interessdo: Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári - ANVISA; Assunto: Solicit lterção d Resolução 267/ que dispõe sobre o exme de ptidão físic e mentl, vlição psicológic e o credencimento ds entiddes públics e privds de que trtm o rt. 147, I e 1º 4º e o rt. 148 do Código de Trânsito Brsileiro. Após leitur do Despcho 04, d Câmr Temátic de Súde e Meio Ambiente; d Not Técnic 653 d Coordenção Gerl de Instrumentl Jurídico e d Fisclizção - CGIJF e do Precer d CONJUR/CIDADES 724/2009, o Conselho decidiu provr Resolução que recebeu o 327/2009, cuj ement 'Alter Resolução 267/2008-CONTRAN, que dispõe sobre o exme de ptidão físic e mentl, vlição psicológic e o credencimento ds entiddes públics e privds de

69 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN que trtm o rt. 147, I e 1º 4º e o rt. 148 do Código de Trânsito Brsileiro'. 2) Processo: / ; Interessdo: Associção do Trnsporte Rodoviário de Crgs do Brsil; Assunto: Alter o przo previsto no rtigo 17 d Resolução CONTRAN 258/2007, que regulment os rtigos 231, X e 323 do Código Trânsito Brsileiro, fix metodologi de ferição de peso de veículos, estbelece percentuis de tolerânci e dá outrs providêncis - Deliberção 79/09. Após leitur do Despcho 18, d Coordenção Gerl de Infr-estrutur de Trânsito e d Not Técnic 508 d Coordenção Gerl de Instrumentl Jurídico e d Fisclizção - CGIJF e do Despcho d CONJUR/CIDADES 3252/2009, o Conselho decidiu provr Resolução que recebeu o 328/2009, cuj ement é: 'Alter o przo previsto no rtigo 17 d Resolução CONTRAN 258/2007, que regulment os rtigos 231, X e 323 do Código de Trânsito Brsileiro, fix metodologi de ferição de peso de veículos, estbelece percentuis de tolerânci e dá outrs providêncis'. 3) Processo: / ; Interessdo: Ministério ds Ciddes; Assunto: Alter Resolução 245, de 27 de julho de 2007, do CONTRAN, que dispõe sobre instlção de equipmento obrigtório, denomindo ntifurto, nos veículos novos sídos de fábric, ncionis e estrngeiros - Deliberção 82/2009. Após leitur d Not Técnic s/n d Coordenção Gerl de Plnejmento Normtivo e Estrtégico - CGPNE e do Despcho 497 d Coordenção Gerl de Instrumentl Jurídico e d Fisclizção - CGIJF e do Despcho d CONJUR/CIDADES 653/2009, o Conselho decidiu provr Resolução que recebeu o 329/2009, cuj ement é: 'Alter dispositivo d Resolução 245, de 27 de julho de 2007, do CONTRAN, que dispõe sobre instlção de equipmento obrigtório, denomindo ntifurto, nos veículos novos sídos de fábric, ncionis e estrngeiros'. 4) Processo: / ; Interessdo: Ministério ds Ciddes; Assunto: Estbelece o cronogrm pr instlção do equipmento obrigtório definido n Resolução 245/2007, denomindo ntifurto, nos veículos novos, ncionis e importdos - Deliberção 83/2009. Após leitur d Not Técnic 36 d Coordenção Gerl de Plnejmento Normtivo e Estrtégico - CGPNE e dos Despchos nºs 430 e 459 d Coordenção Gerl de Instrumentl Jurídico e d Fisclizção - CGIJF e do Despcho d CONJUR/CI- DADES 654/2009, o Conselho decidiu provr Resolução que recebeu o 330/2009, cuj ement é: 'Estbelece o cronogrm pr instlção do equipmento obrigtório definido n Resolução 245/2007, denomindo ntifurto, nos veículos novos, ncionis e importdos'. 5) Processo: / ; Interessdo: Comitê de Assuntos Finnceiros d Áre de Trânsito COMFITRAN; Assunto: Alterção d Resolução 178/2005, que dispõe sobre uniformizção do procedimento pr relizção de hst públic dos veículos removidos, recolhidos e preendidos, qulquer título, por Órgãos e Entiddes componentes do Sistem Ncionl de Trânsito, conforme o disposto no rtigo 328 do CTB. Após leitur do Despcho 471 d Coordenção Gerl de Plnejmento Opercionl - CGPO e ds Nots 421e 607, d Coordenção Gerl de Instrumentl Jurídico e d Fisclizção - CGIJF e do Despcho d CONJUR/CIDADES 700/2009, o Conselho decidiu provr Resolução que recebeu o 331/2009, cuj ement é: 'Dispõe sobre uniformizção do procedimento pr relizção de hst públic dos veículos retidos, removidos e preendidos, qulquer título, por Órgãos e Entiddes componentes do Sistem Ncionl de Trânsito, conforme o disposto no rtigo 328 do Código de Trânsito Brsileiro (CTB). 6) Processo: / ; Interessdo: Jcson Alberto Bessuer; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 704/2009, foi o mesmo provdo decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo o cncelmento. 7) Processo: / ; Interessdo: Mrie Rose Detobel de Viegs; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 705/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo o cncelmento. 8) Processo: / ; Interessdo: Sidnei Crvo; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 706/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo o cncelmento. 9) Processo: /2004; Interessdo: Newton de Souz Gbe; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 707/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo o cncelmento. ) Processo: /2006; Interessdo: Ledi Kllweit; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 708/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo o cncelmento. 11) Processo: / ; Interessdo: Celso Augusto Ferrz d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 709/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo o cncelmento. 12) Processo: / e / ; Interessdo: Antonio Cost de Leon; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 7/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo o cncelmento. 13) Processo: / ; Interessdo: Frncisco Roberto de Crvlho; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 3ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 711/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 14) Processo: / ; Interessdo: Comunidde Evngélic de Joinville; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 712/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 15) Processo: / ; Interessdo: Sndr Pereir d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr-Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 4ª UNIT; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 713/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo provimento. Mntendo penlidde. 16) Processo: /20-75; Interessdo: Ledilson Rmos Bezerr; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 13ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 714/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo provimento. Mntendo penlidde. 17) Processo: / ; Interessdo: Hugo Jose Teixeir de Crvlho; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 715/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 18) Processo: / ; Interessdo: Roberto Kruspenhr; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 716/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 19) Processo: / ; Interessdo: Sigmr Breno Roloff; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 717/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 20) Processo: / e / ; Interessdo: Ezelmr Pdilh Almeid; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 718/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 21) Processo: / ; Interessdo: Cesr Augusto Pompêo; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 719/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 22) Processo: / ; Interessdo: Pul André Piovesn Rosso; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 720/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 23) Processo: / ; Interessdo: Ivn Dougls de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 721/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 24) Processo: / ; Interessdo: Sibeli Schirlo; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 722/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 25) Processo: / ; Interessdo: Ruy Trezen Ptu Junior; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 11ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 723/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 26) Processo: / ; Interessdo: Antônio Vlério dos Sntos; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 724/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 27) Processo: / ; Interessdo: Célio Domingues; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 725/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 28) Processo: /2005 e / ; Interessdo: Mri Terez Alczs Mrtin Mcri; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 6ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 726/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 29) Processo: / ; Interessdo: Ambientus Reciclgens Ltd Me; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 727/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 30) Processo: / ; Interessdo: Lucino Tges Felippe; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 728/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 31) Processo: /2005 e / ; Interessdo: Ivnete Mrtins d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 729/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 32) Processo: / ; Interessdo: Sr Eleto Hmde; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 6ª UNIT; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 730/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 33) Processo: / ; Interessdo: Vinicius de Crvlho Pires Mendonç; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 17ª UNIT; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 731/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 34) Processo: / ; Interessdo: Dilir Cetno Drros; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 1ª UNIT; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 732/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 35) Processo: / ; Interessdo: Alexndre José Corti; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 1ª UNIT; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 733/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 36) Processo: / ; Interessdo: Mrio Rmos Lim; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª UNIT; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 734/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 37) Processo: / ; Interessdo: Acisio Herpich; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 735/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 38) Processo: / ; Interessdo: Osvldo Neri Líber; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 736/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 39) Processo: / ; Interessdo: Thise Quintino Cntlice; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 737/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 40) Processo: / ; Interessdo: Vilmr Fuck; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 738/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 41) Processo: / ; Interessdo: Nelson Kuhn de Nes; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 739/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 42) Processo: / ; Interessdo: Frncisco Gildi; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 740/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 43) Processo: / ; Interessdo: Rosngel Pereir; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 741/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 44) Processo: / ; Interessdo: Gilberto Gomes; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 742/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 45) Processo: / ; Interessdo: Wldemr Rodrigues; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 743/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 46) Processo:

70 70 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de / ; Interessdo: José Luiz dos Sntos Cordeiro; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 744/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 46) Processo: / ; Interessdo: Cludemir dos Sntos; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 745/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 47) Processo: / ; Interessdo: Ailton Silverio Fgundes; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 746/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 48) Processo: / ; Interessdo: Gilberto Psqule d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 747/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 49 Processo: / ; Interessdo: Célio Bertocho; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 748/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 50) Processo: / ; Interessdo: Richrdson Albert Souz; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 749/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 51) Processo: / ; Interessdo: Rphel Tques Piltti; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 750/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 52) Processo: / ; Interessdo: Ttin de Souz; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 751/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 53) Processo: / ; Interessdo: Itmr Figueir d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 752/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 54) Processo: / ; Interessdo: Jen Frnco Tomz; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 753/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 55) Processo: / ; Interessdo: Robson Cteln; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 754/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 56) Processo: / ; Interessdo: Trnsportes São Gerldo Ltd; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 6ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 755/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 57 ) Processo: /2008-; Interessdo: Pulo Ricrdo Lucs de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 756/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 58) Processo: / ; Interessdo: Orlndo Fernndes dos Sntos; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 757/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 59) Processo: / ; Interessdo: Améli Vieir Vidl; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 758/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 60) Processo: / ; Interessdo: Ndir Antoni Andrde Pinho; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 759/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 61) Processo: / ; Interessdo: Vlter Constntino Feldberg; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 760/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS pelo código conhecimento. 62) Processo: / ; Interessdo: Vinícius de Oliveir Rezende; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 6ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 761/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 63) Processo: / ; Interessdo: Ildo Adir Osid; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 762/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 64) Processo: / ; Interessdo: Agênci Estdul de Administrção do Sistem Penitenciário; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 19ª UNIT; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 763 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 65) Processo: / ; Interessdo: Deprtmento de Polici Rodoviári Federl; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 764 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo Provimento Mntendo Penlidde. 66) Processo: / ; Interessdo: Fábio Brtolomeu Cost Porto; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 4ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 765/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo provimento. Mntendo penlidde. 67) Processo: / ; Interessdo: Vldinez Hermínio de Moris; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 1ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 766/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo provimento. Mntendo penlidde. 68) Processo: / e / ; Interessdo: Neus Justus Guzzu; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 767/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 69) Processo: / ; Interessdo: Pedro Fernndes; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 19ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 768/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 70) Processo: /2007- e / ; Interessdo: Delci Antonio Solno; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 2ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 769/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 71) Processo: / ; Interessdo: Deprtmento de Políci Rodoviári Federl; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 1ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 770/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo provimento. Mntendo Penlidde. 72) Processo: / ; Interessdo: Mrcilio Romero Mchdo; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 4ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 771/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 73) Processo: / ; Interessdo: Jürgen Christin Eichler; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 6ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 772/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 74) Processo: / , / e / ; Interessdo: Lorivl Frncelino Vieir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrti v de Recursos de Infrções - JARI d 19ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 773/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 75)Processo: / ; Interessdo: Vâni Proncte Posso; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 19ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 774/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 76) Processo: / ; Interessdo: Sndro Frncisco Ribeiro; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 12ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 775/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 77) Processo: / ; Interessdo: Leonildes Alves de Oliveir Zulpo; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 11ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 776/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 78) Processo: / ; Interessdo: Sidney Mchdo; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 777/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 79) Processo: / ; Interessdo: Ndir de Freits Bptist; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 778/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 80) Processo: / ; Interessdo: Luiz Bombrdelli; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 779/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 81) Processo: / e / ; Interessdo: Neus Justus Guzzo; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 780/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 82) Processo: / ; Interessdo: Pulo Ricrdo Lucs de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF. Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 794/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 83) Processo: / ; Interessdo: Amuri Vrgs Luz; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF. Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 795/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 84) Processo: / ; Interessdo: Mrcelo D'Avil de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 796/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 85) Processo: / ; Interessdo: Pulo Ricrdo Lucs de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 797/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 86) Processo: / ; Interessdo: Pulo Ricrdo Alves d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 798 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 87) Processo: / ; Interessdo: Gildo Mrtins de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 799/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 88) Processo: / ; Interessdo: Airton Luiz Mrtinelli; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 800/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 89) Processo: / ; Interessdo: Fábio Cetno d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 801/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 90) Processo: / ; Interessdo: Leonrdo Geremis de Melo; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 11ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 8/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 91) Processo: /20-39; Interessdo: Ostomr Jose de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 2ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após

71 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN presentção do Precer 803/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 92) Processo: / ; Interessdo: Cludemir dos Sntos; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 804/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 93) Processo: / ; Interessdo: Cludemir dos Sntos; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 805/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 94) Processo: / ; Interessdo: Cludemir dos Sntos; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 806/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 95) Processo: / ; Interessdo: Rento de Cstro Moreir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 807/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 96) Processo: / ; Interessdo: Trnsbrsilin Trnsportes e Turismo; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 1ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 808/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 97) Processo: / ; Interessdo: Empres de Trnsportes Sntn e São Pulo Ltd; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 809/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 98) Processo: / ; Interessdo: Buzin Trnsportes e Comércio Ltd; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 8/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 99) Processo: / ; Interessdo: Câmr Municipl de São José dos Pinhis; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 811/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 0) Processo: / ; Interessdo: Mrcio Alecsndre Kilr; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 812/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 1) Processo: / ; Interessdo: José Roberto Csslis; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 813/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 1) Processo: / ; Interessdo: Uniper Hidrogeologi e Perfurções; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 814/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 3) Processo: / e / ; Interessdo: Adão Antonio Agostinho; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 4ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 815/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 4) Processo: / e / ; Interessdo: Ezelmr Pdilh Almeid; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 816/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 5) Processo: / ; Interessdo: Vlquíri Ferreir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 817/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 6) Processo: / ; Interessdo: Júlio Mrcos Guimrães Silv; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 818/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 7) Processo: / ; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código Interessdo: Cludiomiro Corrê dos Anjos; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 819/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 8) Processo: / e / ; Interessdo: Orly Tdeu de Pul Pereir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 820/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 9) Processo: / ; Interessdo: Pulo Roberto Rodrigues de Albuquerque; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 11ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 821/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 1) Processos: /2005 e / ; Interessdo: Irimilson Albno de Mtos; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 16ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 822/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 111) Processo: / ; Interessdo: Mri Edite Ribeiro; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 823/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 112) Processos: / e / ; Interessdo: Sidney Crlos Pcheco Junior; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 824/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 113) Processo: / ; Interessdo: Alecxndro de Sous Cost; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 17ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 825/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 114) Processo: / ; Interessdo: Luiz Crlos d Silv Andrde; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 826/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 115) Processo: / ; Interessdo: Odete Mri Dell Nor Lorenzi; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 827/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 116) Processo: /2003; Interessdo: Acumuldores Ajx Ltd; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Polici Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 828/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo provimento. Mntendo o cncelmento. 117) Processo: / ; Interessdo: Edgr Resner Pinz; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 829/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 118) Processo: / ; Interessdo: Oswldo Wetzker; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 830/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 119) Processo: / e / ; Interessdo: Jussr Mri Korbes; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 831/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 120) Processo: /2008-; Interessdo: Edson Luis de Mendonç Mirnd; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 832 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 121) Processo: /2006; Interessdo: Celso Frncisco Moreir; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 833/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. ) Processo: / ; Interessdo: Dulcy Mri Pereir de Azevedo; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 11ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 834/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 123) Processo: / ; Interessdo: Frncelino Mereglli d Silveir; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 835/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 124) Processo: / ; Interessdo: Deoni Andrde de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 836/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 125) Processo: / ; Interessdo: Phildelpho Mnoel Gouvei Filho; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 837/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 126) Processo: / ; Interessdo: Município de Nov Hrtz; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 838/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 127) Processo: / ; Interessdo: Alexndre Appel d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 839/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 128) Processo: / ; Interessdo: João Luiz Mtos de Almeid; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 12ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 840 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 129) Processo: / ; Interessdo: Everton Adrini Mcedo Pereir; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 841/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 130) Processo: /20-44; Interessdo: José Mri Ceccoti; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Polici Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 4ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 842/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 131) Nd mis hvendo trtr, form encerrdos os trblhos pelo Senhor Presidente e determind á lvrtur d presente At que, depois de provd, será ssind pelos membros presentes, representntes de seus respectivos ministérios. Nd mis hvendo trtr, form encerrdos os trblhos pelo Senhor Presidente e determind á lvrtur d presente At que, depois de provd, será ssind pelos membros presentes, representntes de seus respectivos ministérios. Nd mis hvendo trtr, form encerrdos os trblhos pelo Senhor Presidente e determind á lvrtur d presente At que, depois de provd, será ssind pelos membros presentes, representntes de seus respectivos ministérios. ALFREDO PERES DA SILVA Presidente MARCELO PAIVA DOS SANTOS Ministério d Justiç RUI CÉSAR DA SILVEIRA BARBOSA Ministério d Defes RONE EVALDO BARBOSA Ministério dos Trnsportes CARLOS ALBERTO FERREIRA DOS SANTOS Ministério do Meio Ambiente ELCIONE DINIZ DE MACEDO Ministério ds Ciddes JOSÉ ANTÔNIO SILVÉRIO Ministério d Ciênci e Tecnologi

72 72 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 ATA DA 83ª REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA EM 28 DE SETEMBRO DE 2009 Aos vinte oito dis do mês de setembro de dois mil e nove, o Conselho Ncionl de Trânsito - CONTRAN reuniu-se no Hotel St. Peter, Qudr Bloco D Setor Hoteleiro Sul - SHS - Brsili/DF, contndo com presenç de seus integrntes, representntes dos Ministérios d Justiç, d Defes, dos Trnsportes, d Educção, d Súde, Ciênci e Tecnologi e ds Ciddes, sob presidênci do senhor Alfredo Peres d Silv, Presidente do CONTRAN, pr deliberr sobre os ssuntos constntes d put. Abertur d Reunião: pós confirmção d existênci de quorum regulmentr, reunião foi bert pelo senhor Presidente. Leitur, discussão e deliberção d At d 2ª Reunião Extrordinári, tendo sido provd pós retificções proposts. ASSUNTOS GERAIS: 1) O senhor Esmerldo Mlheiros Sntos, indicdo pr representr o Ministério d Educção, prticipou d reunião como conviddo. 2) Processo: nº / do Ministério Público do Estdo de Mins Geris com recomendção de que o DETRAN/MG se bstenh de delegr pessos físics ou jurídics privds o exercício ds tividdes de vistoris, registros e trnsferênci de veículos, e quisquer outros tos que constitum o exercício de poder de políci, de competênci do órgão de trânsito mineiro. O Conselho tomou conhecimento do ssunto. 3) O representnte do Ministério dos Trnsportes fez presentção d senhor Krênin Mrtins Teixeir que fez exposição sobre pesgem dinâmic de grnéis líquidos e sólidos. ORDEM DO DIA: 1) Processo: / ; Interessdo: DENATRAN; Assunto: Dispõe sobre identificções de veículos importdos por detentores de privilégios e imuniddes. Após leitur d Not Técnic nº 923, d Coordenção Gerl de Instrumentl Jurídico e d Fisclizção - CGIJF e do Precer d CONJUR/CIDADES nº 875 /2009, o Conselho decidiu provr Resolução que recebeu o nº 332/2009, cuj ement é: 'Dispõe sobre identificções de veículos importdos por detentores de privilégios e imuniddes em todo o território ncionl'. 2) Processo: / ; Interessdo: Jcson Alberto Bessuer; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 704/2009, foi o mesmo provdo decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo o cncelmento. 3) Processo: / ; Interessdo: Mrie Rose Detobel de Viegs; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 705/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo o cncelmento. 4) Processo: / ; Interessdo: Sidnei Crvo; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 706/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo o cncelmento. 5) Processo: /04; Interessdo: Newton de Souz Gbe; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 707/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo o cncelmento. 6) Processo: /2006; Interessdo: Ledi Kllweit; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 708/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo o cncelmento. 7) Processo: / ; Interessdo: Celso Augusto Ferrz d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 709/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo o cncelmento. 8) Processo: / e / ; Interessdo: Antonio Cost de Leon; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 7/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo o cncelmento. 9) Processo: / ; Interessdo: Frncisco Roberto de Crvlho; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 3ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 711/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. ) Processo: / ; Interessdo: Comunidde Evngélic de Joinville; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 712/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 11) Processo: /20-44; Interessdo: José Mri Ceccoti; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Polici Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 4ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 713/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 12) Processo: / ; Interessdo: Sndr Pereir d COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS pelo código Silv; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr-Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 4ª UNIT; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 713/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo provimento. Mntendo penlidde. 13) Processo: /20-75; Interessdo: Ledilson Rmos Bezerr; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 13ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 714/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo provimento. Mntendo penlidde. 14) Processo: / ; Interessdo: Hugo Jose Teixeir de Crvlho; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 715/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 15) Processo: / ; Interessdo: Roberto Kruspenhr; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 716/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 16)Processo: / ; Interessdo: Sigmr Breno Roloff; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 717/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 17) Processo: / e / ; Interessdo: Ezelmr Pdilh Almeid; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 718/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 18) Processo: / ; Interessdo: Cesr Augusto Pompêo; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 719/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 19) Processo: / ; Interessdo: Pul André Piovesn Rosso; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 720/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 20) Processo: / ; Interessdo: Ivn Dougls de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 721/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 21) Processo: / ; Interessdo: Sibeli Schirlo; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 722/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 22) Processo: / ; Interessdo: Ruy Trezen Ptu Junior; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 11ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 723/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 23) Processo: / ; Interessdo: Antônio Vlério dos Sntos; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 724/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 24) Processo: / ; Interessdo: Célio Domingues; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 725/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 25) Processo: /2005 e / ; Interessdo: Mri Terez Alczs Mrtin Mcri; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 6ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 726/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 26) Processo: / ; Interessdo: Ambientus Reciclgens Ltd Me; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 727/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 27) Processo: / ; Interessdo: Lucino Tges Felippe; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 728/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 28) Processo: /2005 e / ; Interessdo: Ivnete Mrtins d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 729/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 29) Processo: / ; Interessdo: Sr Eleto Hmde; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 6ª UNIT: Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 730/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 30) Processo: / ; Interessdo: Vinicius de Crvlho Pires Mendonç; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 17ª UNIT; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 731/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 31) Processo: / ; Interessdo: Dilir Cetno Drros; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 1ª UNIT; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 732/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 32) Processo: / ; Interessdo: Alexndre José Corti; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 1ª UNIT; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 733/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 33) Processo: / ; Interessdo: Mrio Rmos Lim; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª UNIT; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 734/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 34) Processo: / ; Interessdo: Acisio Herpich; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 735/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 35) Processo: / ; Interessdo: Osvldo Neri Líber; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 736/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 36) Processo: / ; Interessdo: Thise Quintino Cntlice; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 737/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 37) Processo: / ; Interessdo: Vilmr Fuck; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 738/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 38) Processo: / ; Interessdo: Nelson Kuhn de Nes; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 739/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 39) Processo: / ; Interessdo: Frncisco Gildi; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 740/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 40) Processo: / ; Interessdo: Rosngel Pereir; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 741/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 41) Processo: / ; Interessdo: Gilberto Gomes; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 742/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 42) Processo: / ; Interessdo: Wldemr Rodrigues; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 743/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 43) Processo: / ; Interessdo: José Luis dos Sntos Cordeiro; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 744/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 44) Processo: / ; Interessdo: Cludemir dos Sntos; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 745/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 45) Processo: / ; Interessdo: Ailton Silverio Fgundes; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presen-

73 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN tção do Precer 746/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 46) Processo: / ; Interessdo: Gilberto Psqule d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 747/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 47) Processo: / ; Interessdo: Célio Bertocho; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 748/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 48) Processo: / ; Interessdo: Richrdson Albert Souz; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 749/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 49) Processo: / ; Interessdo: Rphel Tques Piltti; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 750/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 50) Processo: / ; Interessdo: Ttin de Souz; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 751/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 51) Processo: / ; Interessdo: Itmr Figueir d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 752/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 52 Processo: / ; Interessdo: Jen Frnco Tomz; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 753/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 53) Processo: / ; Interessdo: Robson Cteln; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 754/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 54) Processo: / ; 55) Interessdo: Trnsportes São Gerldo Ltd; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 6ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 755/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 56) Processo: /2008-; Interessdo: Pulo Ricrdo Lucs de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 756/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 57) Processo: / ; Interessdo: Orlndo Fernndes dos Sntos; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 757/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 58) Processo: / ; Interessdo: Améli Vieir Vidl; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 758/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 59) Processo: / ; Interessdo: Ndir Antoni Andrde Pinho; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 759/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 60) Processo: / ; Interessdo: Vlter Constntino Feldberg; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 760/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 61) Processo: / ; Interessdo: Vinícius de Oliveir Rezende; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 6ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 761/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 62) Processo: / ; Interessdo: Ildo Adir Osid; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 762/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 63) Processo: / ; Interessdo: Agênci Estdul de Administrção do Sistem Penitenciário; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 19ª UNIT; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 763 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 64) Processo: / ; Interessdo: Deprtmento de Polici Rodoviári Federl; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 764 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo Provimento Mntendo Penlidde. 65) Processo: / ; Interessdo: Fábio Brtolomeu Cost Porto; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 4ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 765/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo provimento. Mntendo penlidde. 66) Processo: / ; Interessdo: Vldinez Hermínio de Moris; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 1ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 766/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo provimento. Mntendo penlidde. 67) Processo: / e / ; Interessdo: Neus Justus Guzzu; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 767/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 68) Processo: / ; Interessdo: Pedro Fernndes; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 19ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 768/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 69) Processo: /2007- e / ; Interessdo: Delci Antonio Solno; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 2ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 769/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 70) Processo: / ; Interessdo: Deprtmento de Políci Rodoviári Federl; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 1ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 770/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo provimento. Mntendo Penlidde. 71) Processo: / ; Interessdo: Mrcilio Romero Mchdo; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 4ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 771/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 72) Processo: / ; Interessdo: Jürgen Christin Eichler; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 6ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 772/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 73) Processo: / , / e / ; Interessdo: Lorivl Frncelino Vieir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrti v de Recursos de Infrções - JARI d 19ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 773/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 74) Processo: / ; Interessdo: Vâni Proncte Posso; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 19ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 774/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 75) Processo: / ; Interessdo: Sndro Frncisco Ribeiro; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 12ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 775/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 76) Processo: / ; Interessdo: Leonildes Alves de Oliveir Zulpo; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 11ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos- Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 776/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 77) Processo: / ; Interessdo: Sidney Mchdo; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 777/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 78) Processo: / ; Interessdo: Ndir de Freits Bptist; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 778/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 79) Processo: / ; Interessdo: Luiz Bombrdelli; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 779/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 80) Processo: / e / ; Interessdo: Neus Justus Guzzo; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª UNIT; Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 780/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 81) Processo: / ; Interessdo: Pedro Fernndes; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 781 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não Provimento Mntendo Penlidde. 82) Processo: /2007-; Interessdo: Delci Antonio Solno; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 782 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não Provimento Mntendo Penlidde. 83) Processo: /2006-; Interessdo: Delci Antonio Solno; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 783 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não Provimento Mntendo Penlidde. 84) Processo: / ; Interessdo: Mrcilio Romero Mchdo; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 784 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não Provimento Mntendo Penlidde. 86) Processo: /06-11; Interessdo: Jürgen Chistib Eichler; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 785/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não Provimento Mntendo Penlidde. 87) Processo: / ; Interessdo: Lorivl Frncelino Vieir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 786 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não Provimento Mntendo Penlidde. 88) Processo: / ; Interessdo: Vâni Proncte Posso; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 787 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não Provimento Mntendo Penlidde. 89) Processo: / ; Interessdo: Sndro Frncisco Ribeiro; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 788 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não Provimento Mntendo Penlidde. 90) Processo: / ; Interessdo: Leonildes Alves de Oliveir Zulpo; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 789 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não Provimento Mntendo Penlidde. 91) Processo: /07-45; Interessdo: Sidnei Mchdo; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 790 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não Provimento Mntendo Penlidde. 92) Processo: /06-81; Interessdo: ndir de Freits Bptist; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 791 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não Provimento Mntendo Penlidde. 93) Processo: /07-65; Interessdo: Luiz Bombrdelli; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de

74 74 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 792 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não Provimento Mntendo Penlidde. 94) Processo: / ; Interessdo: Neus Justus Guzzo; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Mrcelo Piv dos Sntos - Ministério d Justiç. Após presentção do Precer 793 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não Provimento Mntendo Penlidde. 95) Processo: / ; Interessdo: Pulo Ricrdo Lucs de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF. Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 794/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 96) Processo: / ; Interessdo: Amuri Vrgs Luz; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF. Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 795/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 97) Processo: / ; Interessdo: Mrcelo D'Avil de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 796 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 98) Processo: / ; Interessdo: Pulo Ricrdo Lucs de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 797/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 99) Processo: / ; Interessdo: Pulo Ricrdo Alves d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF: Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 798 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 0) Processo: / ; Interessdo: Gildo Mrtins de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 799/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 1) Processo: / ; Interessdo: Airton Luiz Mrtinelli; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 800/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 1) Processo: / ; Interessdo: Fábio Cetno d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 801/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 3) Processo: / ; Interessdo: Leonrdo Geremis de Melo; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 11ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 8/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 4) Processo: /20-39; Interessdo: Ostomr Jose de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 2ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 803/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 5) Processo: / ; Interessdo: Cludemir dos Sntos; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 804/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 6) Processo: / ; Interessdo: Cludemir dos Sntos; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 805/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 7) Processo: / ; Interessdo: Cludemir dos Sntos; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 806/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 8) Processo: / ; Interessdo: Rento de Cstro Moreir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS pelo código presentção do Precer 807/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 9) Processo: / ; Interessdo: Trnsbrsilin Trnsportes e Turismo; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 1ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 808/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 1) Processo: / ; Interessdo: Empres de Trnsportes Sntn e São Pulo Ltd; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 809/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 111) Processo: / ; Interessdo: Buzin Trnsportes e Comércio Ltd; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 8/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 112) Processo: / ; Interessdo: Câmr Municipl de São José dos Pinhis; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 811/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 113) Processo: / ; Interessdo: Mrcio Alecsndre Kilr; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 812/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 114) Processo: / ; Interessdo: José Roberto Csslis; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento Ncionl de Infr Estrutur de Trnsportes contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 813/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 115) Processo: / ; Interessdo: Uniper Hidrogeologi e Perfurções; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF: Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 814/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 116) Processo: / e / ; Interessdo: Adão Antonio Agostinho; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 4ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 815/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 117) Processo: / e / ; Interessdo: Ezelmr Pdilh Almeid; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 816/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 118) Processo: / ; Interessdo: Vlquíri Ferreir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 817/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 119) Processo: / ; Interessdo: Júlio Mrcos Guimrães Silv; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 818/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 120) Processo: / ; Interessdo: Cludiomiro Corrê dos Anjos; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 819/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 121) Processo: / e / ; Interessdo: Orly Tdeu de Pul Pereir; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 820/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. ) Processo: / ; Interessdo: Pulo Roberto Rodrigues de Albuquerque; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 11ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 821/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 123) Processos: /2005 e / ; Interessdo: Irimilson Albno de Mtos; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 16ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 822/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 124) Processo: / ; Interessdo: Mri Edite Ribeiro; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 823/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 125) Processos: / e / ; Interessdo: Sidney Crlos Pcheco Junior; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 824/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 126) Processo: / ; Interessdo: Alecxndro de Sous Cost; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 17ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 825/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 127) Processo: / ; Interessdo: Luiz Crlos d Silv Andrde; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 826/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 128) Processo: / ; Interessdo: Odete Mri Dell Nor Lorenzi; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Políci Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 827/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 129) Processo: /2003; Interessdo: Acumuldores Ajx Ltd; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Polici Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 828/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo provimento. Mntendo o cncelmento. 130) Processo: / ; Interessdo: Edgr Resner Pinz; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 829/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 131) Processo: / ; Interessdo: Oswldo Wetzker; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 830/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 132) Processo: / e / ; Interessdo: Jussr Mri Korbes; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 831/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 133) Processo: /2008-; Interessdo: Edson Luis de Mendonç Mirnd; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 832 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 134) Processo: /2006; Interessdo: Celso Frncisco Moreir; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 833/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 135) Processo: / ; Interessdo: Dulcy Mri Pereir de Azevedo; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 11ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 834/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 136) Processo: / ; Interessdo: Frncelino Mereglli d Silveir; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 835/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 137) Processo: / ; Interessdo: Deoni Andrde de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 836/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 138) Processo: / ; Interessdo: Phildelpho Mnoel Gouvei Filho; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 837/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 139) Processo: / ; In-

75 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN teressdo: Município de Nov Hrtz; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 838/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 140) Processo: / ; Interessdo: Alexndre Appel d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 839/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 141) Processo: /05-82; Interessdo: João Luiz Mtos de Almeid; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 4ª SPRF; Reltor: Crlos Alberto Ferreir dos Sntos - Ministério do Meio Ambiente. Após presentção do Precer 840 /2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 142) Processo: / ; Interessdo: Everton Adrini Mcedo Pereir; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz de Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 841/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 143) Processo: / ; Interessdo: Vldeni José Potrich; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 842/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 144) Processo: / ; Interessdo: Vldeni José Potrich; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 843/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 145) Processo: / ; Interessdo: Dnielli Oliveir Diehl; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 844/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 146) Processo: / ; Interessdo: Ailton Mrtins Roth; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 845/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 147) Processo: / ; Interessdo: Everton Crvlho; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 846/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 148) Processo: / ; Interessdo: Bobide Crdoso Selu Junior; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 847/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 149)Processo: / ; Interessdo: Ivnir Bonto; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 848/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 150) Processo: / ; Interessdo: Celso Augusto Ferrz d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 849/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 151) Processo: / ; Interessdo: Jurci Antônio de Lim; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 850/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 152) Processo: /2004; Interessdo: Jongelo Unfer Prboni; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 851/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 153) Processo: / ; Interessdo: Pulo Rento Ribeiro d Fonsec; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 852/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 154) Processo: / ; Interessdo: Simone Amrnte dos Sntos; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 853/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código ) Processo: / ; Interessdo: Conselho Ncionl de Engenhri, Arquitetur e Agronomi - CREA/MS; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 3ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 854/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 156) Processo: / ; Interessdo: Deli Teres Crvlho Germno; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 855/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 157) Processo: / ; Interessdo: Antonio Vnderli Furtdo Wolf; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 856/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 158) Processo: /2004; Interessdo: Ptríci Gentil Lopes de Fri; Assunto: Recurso interposto pelo Deprtmento de Polici Rodoviári Federl contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 6ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 857/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo provimento. Mntendo penlidde. 159)) Processo: / ; Interessdo: José Luiz Felço; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 858/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 160) Processo: / ; Interessdo: Alexndre Coutinho d Silveir; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 11ª SPRF; Reltor: Rone Evldo Brbos - Ministério dos Trnsportes. Após presentção do Precer 859/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não provimento. Mntendo penlidde. 161) Processo: / ; Interessdo: Pontkr Locção de Veículos Ltd; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 7ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 860/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 162) Processo: / ; Interessdo: Tomzi Sriv de Oliveir; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 8ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 861/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. 163) Processo: / ; Interessdo: Mrino d Silv; Assunto: Recurso interposto pelo interessdo contr decisão d Junt Administrtiv de Recursos de Infrções - JARI d 9ª SPRF; Reltor: Elcione Diniz Mcedo - Ministério ds Ciddes. Após presentção do Precer 862/2009, foi o mesmo provdo unnimidde decidindo o Conselho pelo não conhecimento. Nd mis hvendo trtr, form encerrdos os trblhos pelo Senhor Presidente e determind á lvrtur d presente At que, depois de provd, será ssind pelos membros presentes, representntes de seus respectivos ministérios. ALFREDO PERES DA SILVA Presidente do Conselho MARCELO PAIVA DOS SANTOS Ministério d Justiç RUI CÉSAR DA SILVEIRA BARBOSA Ministério d Defes RONE EVALDO BARBOSA Ministério dos Trnsportes VALTER CHAVES COSTA Ministério d Súde JOSÉ ANTÔNIO SILVÉRIO Ministério d Ciênci e Tecnologi ELCIONE DINIZ DE MACEDO Ministério ds Ciddes. Ministério ds Comunicções GABINETE DO MINISTRO 839, DE 22 DE OUTUBRO DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições, e tendo em vist o que const dos Processos nº /20, resolve: Autorizr, de cordo com o rtigo 16 do Decreto nº 5.371, de 17 de fevereiro de 2005, FUNDAÇÃO SÉCULO VINTE E UM, concessionári do Serviço de Rdiodifusão de Sons e Imgens, cnl 53E (cinqüent e três, eductivo), no município de Cmpins, Estdo de São Pulo, executr o Serviço de Retrnsmissão de Televisão, ncilr o Serviço de Rdiodifusão de Sons e Imgens, em cráter secundário, no município de Ampro, Estdo de São Pulo, por meio do cnl 52 (cinqüent e dois), utilizndo os sinis de televisão repetidos vi stélite, visndo retrnsmissão dos seus próprios sinis. HÉLIO COSTA 847, DE 22 DE OUTUBRO DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições, conforme o disposto no rt. 5º d Lei nº 5.785, de 23 de junho de 1972, e no rt. 6º, inciso II, do Decreto n , de 26 de jneiro de 1983, e tendo em vist o que const do Processo nº /2008, resolve: Art. 1º Renovr, de cordo com o rt. 33, 3º, d Lei nº 4.117, de 27 de gosto de 1962, por dez nos, prtir de 31 de gosto de 2008, permissão outorgd à CSR-CENTRAL SISTEMA DE RADIODIFUSÃO LTDA., por meio d Portri nº 254, de 29 de gosto de 1988, publicd no Diário Oficil d União de 31 de gosto 1988, renovd pel portri n 42, de 13 de bril de 1999, publicd no Diário Oficil d União em 26 de bril de 1999, provd pelo Decreto Legisltivo n 405, de 20, pr explorr, sem direito de exclusividde, o serviço de rdiodifusão sonor, em freqüênci moduld, no Município de Formos, Estdo de Goiás. Art. 2º A explorção do serviço de rdiodifusão, cuj outorg é renovd por est Portri, reger-se-á pelo Código Brsileiro de Telecomunicções, leis subseqüentes e seus regulmentos. Art. 3º Este to somente produzirá efeitos legis pós deliberção do Congresso Ncionl, nos termos do 3º do rt. 223 d Constituição Federl. Art. 4 Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. HÉLIO COSTA 876, DE 29 DE OUTUBRO DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições, e tendo em vist o que const dos Processos nº /1999, /1990, /1999, /1990 e /1991, resolve: Art. 1º Revogr, pedido d RÁDIO TV DO AMAZONAS LTDA, s portris bixo relcionds, referentes os Serviços de Retrnsmissão e de Repetição de Televisão, ncilres o Serviço de Rdiodifusão de Sons e Imgens, utilizndo estção terren receptor de sinis de televisão repetidos vi stélite: - Portri MC nº 603, de Acrelândi (Vil Redenção) /AC, cnl 8 (oito) - Portri DENTEL/DR/MNS nº 183, de Nov Aripunã/AM, cnl 6 (seis) - Portri MC nº 572, de Acrelândi/AC, cnl 11 (onze). Art. 2º Revogr, pedido d RÁDIO TV DO AMAZONAS LTDA, portri bixo relciond, referente o Serviço de Retrnsmissão de Televisão, ncilr o Serviço de Rdiodifusão de Sons e Imgens: - Portri DG/DENTEL nº 3.078, de Ccol/RO, cnl 6 (seis). Art. 3º Revogr, pedido d RÁDIO TV DO AMAZONAS LTDA, portri bixo relciond, referente o Serviço de Repetição de Televisão, ncilr o Serviço de Rdiodifusão de Sons e Imgens, utilizndo enlces terrestres: - Portri SE/MC nº 615, de enlces no Estdo do Acre. Art. 4º Estbelecer que est Portri será tornd sem efeito, cso entidde não comprove o pgmento d tx de publicção no Diário Oficil d União. Art. 5º Est Portri entre em vigor n dt de su publicção. HÉLIO COSTA 901, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições e, considerndo o interesse público em expndir os meios de comunicção, resolve publicr presente Portri com o objetivo de brir Consult Públic pr execução do Serviço de Retrnsmissão de Televisão - RTV. Art. 1o Os interessdos em prticipr d seleção pr execução do referido serviço, n loclidde de Curitib, Estdo do Prná, cnl 55- (cinquent e cinco decldo pr menos), deverão, no przo de 30 (trint) dis, contr d publicção dest Portri, tender s exigêncis bixo descrits: I - mnifestr o interesse, medinte requerimento dirigido o: Ministério ds Comunicções Secretri de Serviços de Comunicção Eletrônic Esplnd dos Ministérios Brsíli - DF II - presentr documentção conforme estbelecido no item 5, subitem 5.1 o 5.5 d Norm n. 01/2001, provd pel Portri MC n. 776, de 14 de dezembro de Art. 2o Findo o przo de que trt o Art. 1o e, considerds s mnifestções recebids, os pedidos de outorgs reltivos à loclidde menciond serão precidos pr possível utorizção às entiddes concorrentes. Art. 3o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. HÉLIO COSTA

76 76 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 DESPACHO DO MINISTRO Em 28 de outubro de 2009 APROVO, nos termos do rt. 1 do Decreto n 6.123, de 13 de junho de 2007, e item 5.1 d Norm n 01/2007, provd pel Portri n 465, de 22 de gosto de 2007, com fundmento n Informção n 491/2009/CGEO/DEOC/SCE-MC, o pedido formuldo pel GLOBO COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A pr execução do Serviço Especil pr Fins Científicos e Experimentis com o objetivo de testr cobertur de um estção reforçdor de sinis digitis pr o Sistem Brsileiro de Televisão Digitl Terrestre - SBTVD-T n loclidde do Rio de Jneiro/RJ. Encminhe-se ANA- TEL pr providêncis devids. HELIO COSTA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSELHO DIRETOR ATO N o 6.271, DE 30 DE OUTUBRO DE 2009 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Processo n o / Expede utorizção à ACESSO INTERNET LTDA., CNPJ n o /0001-, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. ANTONIO DOMINGOS TEIXEIRA BEDRAN Presidente do Conselho Substituto ATO N o 6.272, DE 30 DE OUTUBRO DE 2009 Processo n o / Expede utorizção à LA- GOSWEB SISTEMAS DE REDE LTDA. - ME, CNPJ n o / , pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. ANTONIO DOMINGOS TEIXEIRA BEDRAN Presidente do Conselho Substituto ATO N o 6.273, DE 30 DE OUTUBRO DE 2009 Processo n o / Expede utorizção à BRATEL SERVIÇOS DE TELEFONIA LTDA. - ME, CNPJ n o / , pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. ANTONIO DOMINGOS TEIXEIRA BEDRAN Presidente do Conselho Substituto ATO N o 6.274, DE 30 DE OUTUBRO DE 2009 Processo n o / Expede utorizção à BRUNO RICHARD NOGUEIRA SIMÃO - ME, CNPJ n o / , pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. ANTONIO DOMINGOS TEIXEIRA BEDRAN Presidente do Conselho Substituto ATO N o 6.308, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2009 Processo n o / Expede utorizção à JO- TAZO NETWORKS SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO LTDA., CNPJ n o / , pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. ANTONIO DOMINGOS TEIXEIRA BEDRAN Presidente do Conselho Substituto ATO N o 6.359, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2009 Processo n o / Expede utorizção à AJAXTEL TELECOMUNICAÇÕES LTDA. - EPP, CNPJ n o / , pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG Presidente do Conselho pelo código ATO N o 6.360, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2009 Processo n o / Expede utorizção AGI INFORMÁTICA LTDA. - ME, CNPJ n o / , pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG Presidente do Conselho ATO N o 6.361, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2009 Processo n o / Expede utorizção à TE- CHS TECNOLOGIA EM HARDWARE E SOFTWARE LTDA. - EPP., CNPJ n o / , pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG Presidente do Conselho DESPACHOS DO PRESIDENTE Em 27 de mrço de /2006-CD - Processo nº /2003. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso de sus tribuições legis, regulmentres e regimentis, exminndo o Procedimento pr Apurção de Descumprimento de Obrigções (Pdo) em epígrfe, insturdo em desfvor d TECH CABLE DO BRASIL SIS- TEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES LTDA., CNPJ/MF n.º.239.4/ , concessionári do Serviço de TV Cbo n Áre de Petrópolis, no Estdo do Rio de Jneiro, por não ter relizdo, no przo que venceu em 1.º de fevereiro de 2003, o pgmento d segund prcel do preço pelo direito de explorção do serviço n referid Áre, em su Reunião n.º 384, relizd em 8 de mrço de 2006, nos termos d Análise n.º 32/2006-GCJL, de 17 de fevereiro de 2006, e em conformidde com Not Técnic n.º 155/2006/PGF/PFE/ADTB/Antel, de 2 de fevereiro de 2006, d Procurdori Federl Especilizd d Antel, decidiu: - substituir plicção d snção de cssção pel de mult; b - determinr o Superintendente de Serviços de Comunicção de Mss que estbeleç novo przo pr o pgmento d segund prcel do preço pelo direito de explorção do serviço, juntmente com o vlor d mult. PLÍNIO DE AGUIAR JÚNIOR Substituto Em 4 de setembro de /2009-CD - Processo nº / O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições legis, regulmentres e regimentis, exminndo o Recurso Administrtivo interposto pel NET SÃO PAULO LTDA., CNPJ/MF nº / , concessionári do Serviço de TV Cbo n Áre de São Pulo, no Estdo de São Pulo, em fce d decisão proferid por meio do Ato nº 4.907, de 25 de gosto de 2008, do Superintendente de Serviços de Comunicção de Mss Substituto, nos utos do Procedimento pr Apurção de Descumprimento de Obrigções (Pdo) em epígrfe, decidiu, em su Reunião nº 533, relizd em 20 de gosto de 2009, conhecer do Recurso pr, no mérito, negr-lhe provimento, mntendo integrlmente decisão recorrid, consonte os termos d Análise nº 432/2009-GCAB, de 6 de gosto de N o 6.067/2009-CD - Processo nº /2003. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições legis, regulmentres e regimentis, exminndo o Recurso Administrtivo interposto pel NET SÃO PAULO LTDA., CNPJ/MF nº / , concessionári do Serviço de TV Cbo n Áre de Sntos, no Estdo de São Pulo, em fce d decisão proferid por meio do Ato nº 4.912, de 25 de gosto de 2008, do Superintendente de Serviços de Comunicção de Mss Substituto, nos utos do Procedimento pr Apurção de Descumprimento de Obrigções (Pdo) em epígrfe, decidiu, em su Reunião nº 533, relizd em 20 de gosto de 2009, conhecer do Recurso pr, no mérito, negr-lhe provimento, mntendo integrlmente decisão recorrid, consonte os termos d Análise nº 432/2009-GCAB, de 6 de gosto de Em 19 de outubro de 2009 N o 7.404/2009-CD - Processo nº / O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições legis, regulmentres e regimentis, exminndo o Pedido de Reconsiderção presentdo pel empres VIVO S/A, CNPJ/MF n o / , contr decisão proferid pelo Conselho Diretor por meio do Despcho n o 1.347/2009-CD, dtdo de 27 de fevereiro de 2009, nos utos do processo em epígrfe, que tem por objeto verificção do descumprimento dos indicdores de qulidde previstos no Plno Gerl de Mets de Qulidde do Serviço Móvel Pessol, no período de outubro de 2006 setembro de 2007, decidiu, em su Reunião n o 535, relizd em 3 de setembro de 2009, conhecer do Pedido de Reconsiderção pr, no mérito, negr-lhe provimento, mntendo-se integrlmente os termos d decisão recorrid, pels rzões e fundmentos constntes d Análise n o 473/2009-GCPA, de 28 de gosto de RONALDO MOTA SARDENBERG Em 27 de outubro de 2009 Nº 7.544/2009-CD - Processo nº /2003. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições legis, regulmentres e regimentis, exminndo o Pedido de Reconsiderção presentdo pel TECH CABLE DO BRASIL SISTEMAS DE TE- LECOMUNICAÇÕES LTDA., CNPJ/MF nº.239.4/ , Concessionári do Serviço de TV Cbo n Áre de Petrópolis, no Estdo de Rio de Jneiro, contr decisão proferid por meio do Despcho nº 175/2006-CD, dtdo de 27 de mrço de 2006, nos utos do Procedimento pr Apurção de Descumprimento de Obrigções (PADO) em epígrfe, decidiu, em su Reunião nº 539, relizd em 1º de outubro de 2009, conhecer do Pedido, pr, no mérito, negr-lhe provimento, mntendo integrlmente decisão recorrid, pels rzões e fundmentos constntes d Análise nº 501/2009-GCER, de 25 de setembro de ANTONIO DOMINGOS TEIXEIRA BEDRAN Substituto Em 5 de novembro de /2009-CD - Ref: Processo n /2007. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições legis, regulmentres e regimentis, exminndo o Pedido de Reconsiderção presentdo pel MAXCABO TELECOMUNICAÇÕES LTDA., CNPJ/MF n o /0001-, operdor do Serviço de TV Cbo n Áre de Prestção de Serviço de Apucrn/PR, nos utos do processo em referênci, decidiu, em su Reunião n o 539, relizd em 1 de outubro de 2009, conhecer do Pedido de Reconsiderção presentdo contr decisão do Conselho Diretor, consubstncid no Despcho n o 1.369/2007-CD, de 7 de novembro de 2007, pr, no mérito, negr-lhe provimento, mntendo-se integrlmente os termos d decisão recorrid, pels rzões e fundmentos constntes d Análise n o 504/2009-GCER, de 25 de setembro de RONALDO MOTA SARDENBERG SUPERINTENDÊNCIA DE RADIOFREQUÊNCIA E FISCALIZAÇÃO ATO Nº 6.443, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 Autorizr J. L. INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA, CNPJ nº / relizr operção temporári de equipmentos de rdiocomunicção, n(s) cidde(s) de Brsíli/DF, no período de 06/11/2009 /11/2009. EDILSON RIBEIRO DOS SANTOS Superintendente ATO Nº 6.444, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 Autorizr L & M RACING COMPETICOES LTDA, CNPJ nº / relizr operção temporári de equipmentos de rdiocomunicção, n(s) cidde(s) de Brsíli/DF, no período de 06/11/ /11/2009. EDILSON RIBEIRO DOS SANTOS Superintendente ATO Nº 6.445, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 Autorizr WOGEL MOTORSPORTS, CNPJ nº / relizr operção temporári de equipmentos de rdiocomunicção, n(s) cidde(s) de Brsíli/DF, no período de 06/11/ /11/2009. EDILSON RIBEIRO DOS SANTOS Superintendente ATO Nº 6.454, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 Autorizr WILLIAM CURVELO LUBE, CPF nº relizr operção temporári de equipmentos de rdiocomunicção, n(s) cidde(s) de Snt Cruz do Sul/RS, no período de /11/ /11/2009. EDILSON RIBEIRO DOS SANTOS Superintendente

77 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN ATO Nº 6.464, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 Autorizr (o) Embixd do Estdo de Isrel relizr operção temporári de equipmentos de rdiocomunicção, n(s) cidde(s) de Brsíli/DF, Rio de Jneiro/RJ e São Pulo/SP, no período de /11/ /11/2009. EDILSON RIBEIRO DOS SANTOS Superintendente SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA ATO Nº , DE 11 DE ABRIL DE 2006 Processo nº /2003. Aplic à TECH CABLE DO BRASIL SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES LTDA., CNPJ/MF n.º.239.4/ , concessionári do Serviço de TV Cbo n Áre de Petrópolis, no Estdo do Rio de Jneiro, snção de mult correspondente % (dez por cento) sobre o vlor d segund prcel do preço pelo direito de explorção do serviço, devidmente tulizdo segundo os critérios estbelecidos no Editl de Licitção e no Contrto de Concessão, té presente dt, por não ter pgo, dentro do przo fixdo, referid prcel, descumprindo o disposto n Cláusul Segund, letr "b", do Contrto de Concessão. MARCONI THOMAZ DE SOUZA MAYA Superintendente Substituto ATO Nº 4.907, DE 25 DE AGOSTO DE 2008 Processo nº /2003. Aplic à NET SÃO PAU- LO LTDA., CNPJ/MF nº / , concessionári do Serviço de TV Cbo n Áre de São Pulo, no Estdo de São Pulo, snção de mult correspondente 0,044% (zero vírgul zero qurent e qutro por cento) do último vlor declrdo pel empres no Sistem de Acompnhmento ds Obrigções ds Prestdors de TV por Assintur (SATVA) como receit opercionl líquid mensl decorrente do serviço, por ter sido consttdo, durnte tividde de fisclizção, o cometimento de diverss irregulriddes, consubstncids no Ludo pr Verificção de Cumprimento de Obrigções Contrtuis - TVC n.º 00/SP , de 20 de gosto de MARCONI THOMAZ DE SOUZA MAYA Superintendente Substituto ATO Nº 4.912, DE 25 DE AGOSTO DE 2008 Processo nº /2003. Aplic à NET SÃO PAULO LT- DA., CNPJ/MF nº / , concessionári do Serviço de TV Cbo n Áre de Sntos, no Estdo de São Pulo, snção de mult correspondente 0,033% (zero vírgul zero trint e três por cento) do último vlor declrdo pel empres no Sistem de Acompnhmento ds Obrigções ds Prestdors de TV por Assintur (SATVA) como receit opercionl líquid mensl decorrente do serviço, por ter sido consttdo, durnte tividde de fisclizção, o cometimento de diverss irregulriddes, consubstncids no Ludo pr Verificção de Cumprimento de Obrigções Contrtuis - TVC n.º 00/SP , de 15 de gosto de MARCONI THOMAZ DE SOUZA MAYA Superintendente Substituto ATO 5.189, DE 11 DE SETEMBRO DE 2009 Processo nº /2007. Aplic à RCA COMPANY DE TELECOMUNICAÇÕES LT- DA., CNPJ/MF nº / , concessionári do Serviço de TV Cbo n Áre de Gurpri, no Estdo do Espírito Snto, snção de mult correspondente 2,85% (dois vírgul oitent e cinco por cento) do último vlor declrdo pel empres no Sistem de Acompnhmento ds Obrigções ds Prestdors de TV por Assintur (SAT- VA) como receit opercionl líquid mensl decorrente d prestção do serviço, por ter sido purdo o cometimento ds irregulriddes consttds em fisclizção e consubstncids nos Ludos de Vistori Técnic e pr Verificção de Cumprimento de Obrigções Contrtuis - TVC n. 0001ES , mbos de 14 de novembro de EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ARA APKAR MINASSIAN Superintendente ATO Nº 5.335, DE 21 DE SETEMBRO DE 2009 Processo nº /2007. Aplic à RCA COMPANY DE TELECOMUNICAÇÕES LTDA., CNPJ/MF nº / , concessionári do Serviço de TV Cbo n Áre de Coltin, no Estdo do Espírito Snto, snção de mult correspondente 0,95% (zero vírgul novent e cinco por cento) do último vlor declrdo pel empres no Sistem de Acompnhmento ds Obrigções ds Prestdors de TV por Assintur (SATVA) como receit opercionl líquid mensl decorrente d prestção do serviço, por ter sido purdo o cometimento d irregulridde consttd em fisclizção e consubstncid no Ludo pr Verificção de Cumprimento de Obrigções Contrtuis - TVC n.º 0001ES , de 5 de setembro de ARA APKAR MINASSIAN Superintendente pelo código SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS PÚBLICOS DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE Em de gosto de /2009/PBOAC/PBOA/SPB - PADO n.º / Resolve: plicr snção de MULTA no vlor de R$ 2.067,27 (dois mil, sessent e sete reis e vinte e sete centvos) à Embrtel, Concessionári do STFC n Região IV do PGO, por infrção o rt. 20 do PGMQ. GILBERTO ALVES Em 17 de setembro de 2009 Nº 6.405/2009/PBOAC/PBOA/SPB - PADO n.º / Resolve: plicr snção de MULTA no vlor de R$ 3.000,00 (três mil reis) à Embrtel, prestdor Autorizd do STFC n Região I do PGO, por infrção o inciso VIII do rt. 12 do RSTFC, provdo pel Resolução nº 85, de 30/12/1998, e os incisos I e VII d Cláusul 8.1 do Termo de Autorizção. Nº 6.407/2009/PBOAC/PBOA/SPB - PADO n.º / Resolve: plicr snção de MULTA no vlor de R$ ,27 (vinte e qutro mil, quinhentos e novent e sete reis e vinte e sete centvos) à Epsilon Telecomunicções Ltd, prestdor Autorizd do STFC n Região I do PGO, por infrção os rtigos 17 e 59 do RSTFC, provdo pel Resolução nº 426, de 09/12/2005. FERNANDO ANTÔNIO FRANÇA PÁDUA Interino SECRETARIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA 451, DE 26 DE AGOSTO DE 2009 A SECRETÁRIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA DO MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições, tendo em vist o que const do Processo n /2006, resolve: Aprovr o locl de instlção d estção e utilizção dos equipmentos d DCR - PESQUISA, MARKETING E PROPAGAN- DA LTDA, utorizd executr o Serviço de Retrnsmissão de Televisão, ncilr o Serviço de Rdiodifusão de Sons e Imgens, em cráter secundário, no município de Sntn, Estdo do Ampá, utilizndo o cnl 46 (qurent e seis). ZILDA BEATRIZ S. DE CAMPOS ABREU 533, DE 6 DE OUTUBRO DE 2009 A SECRETÁRIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Art. 187, inciso XIX do Regimento Interno do Ministério ds Comunicções, e tendo em vist o que const do Processo nº /2009, resolve: Art. 1 o Autorizr RÁDIO TRANSAMERICA DE CURI- TIBA LTDA, executnte de Serviço de Rdiodifusão Sonor em Freqüênci Moduld, n loclidde de Curitib, Estdo do Prná, efetur lterção contrtul, conforme const nest Portri. Art. 2º Determinr que entidde presente lterção contendo modificção utorizd, registrd n reprtição competente, pr provção deste Ministério. Art. 3º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ZILDA BEATRIZ S. DE CAMPOS ABREU 591, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 A SECRETÁRIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA DO MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições, e tendo em vist o que const no processo nº /2009, resolve: Aprovr o locl de instlção d estção e utilizção dos equipmentos d ORGANIZAÇÃO DE COMUNICAÇÃO FREDY DIETZ LTDA, permissionári do Serviço de Rdiodifusão Sonor em Freqüênci Moduld, no município de Snt Terezinh de Goiás, Estdo de Goiás, utilizndo o cnl 244, clsse C. ZILDA BEATRIZ S. DE CAMPOS ABREU Ministério ds Relções Exteriores. SECRETARIA-GERAL DAS RELAÇÕES EXTERIORES SUBSECRETARIA-GERAL DAS COMUNIDADES BRASILEIRAS NO EXTERIOR DEPARTAMENTO DE ESTRANGEIROS DIVISÃO DE ATOS INTERNACIONAIS AJUSTE COMPLEMENTAR AO ACORDO BÁSICO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA, CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DO ESTADO PLURINACIONAL DA BOLIVIA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO "FORTALECIMENTO DO SISTEMA DE SEMENTES DO INSTITUTO NACIONAL DE INOVAÇÃO AGROPECUÁRIA E FLORESTAL (INIAF)" O Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e O Governo do Estdo Plurincionl de Bolívi (dorvnte denomindos "Prtes"), Considerndo que s relções de cooperção técnic têm sido fortlecids o mpro do Acordo Básico de Cooperção Técnic, Científic e Tecnológic entre o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e o Governo do Estdo Plurincionl d Bolívi, firmdo em 17 de dezembro de 1996; Considerndo o desejo comum de promover cooperção pr o desenvolvimento; e Considerndo que cooperção técnic n áre de gricultur reveste-se de especil interesse pr s Prtes, Ajustm o seguinte: Artigo I 1. O presente Ajuste Complementr tem por objeto implementção do projeto "Fortlecimento do Sistem de Sementes do Instituto Ncionl de Inovção Agropecuári e Florestl (INIAF)" (em dinte denomindo "Projeto"), cuj finlidde é fortlecer o sistem de sementes do Instituto Ncionl de Inovção Agropecuári e Florestl (INIAF) d Bolívi, com vists o umento d produção de sementes de qulidde n Bolívi. 2. O Projeto contemplrá os objetivos, s tividdes e os resultdos lcnçr. 3. O Projeto será provdo e firmdo pels instituições coordendors e executors. Artigo II 1. O Governo d Repúblic Federtiv do Brsil design: ) Agênci Brsileir de Cooperção do Ministério ds Relções Exteriores (ABC/MRE) como instituição responsável pel coordenção, compnhmento e vlição ds tividdes decorrentes do presente Ajuste Complementr: e b) Empres Brsileir de Pesquis Agropecuári - EM- BRAPA como instituição responsável pel execução ds tividdes decorrentes deste Ajuste Complementr. 2. O Governo do Estdo Plurincionl d Bolívi design: ) o Vice-Ministério de Investimento Público e Finncimento Externo como instituição responsável pel coordenção, compnhmento e vlição ds tividdes decorrentes do presente Ajuste Complementr; e b) o Instituto Ncionl de Investigção Agropecuári e Florestl - INIAF como instituição responsável pel execução ds tividdes decorrentes deste Ajuste Complementr. Artigo III 1. Ao Governo d Repúblic Federtiv do Brsil cbe: ) designr e envir técnicos pr desenvolver n Bolívi s tividdes de cooperção técnic prevists no Projeto; b) disponibilizr instlções e infrestrutur dequds à execução ds tividdes de cooperção técnic prevists no Projeto; c) prestr poio opercionl os técnicos envidos pelo Governo bolivino, medinte o fornecimento de tods informções necessáris à execução do Projeto; e d) compnhr e vlir o desenvolvimento do Projeto.

78 78 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de Ao Governo do Estdo Plurincionl d Bolívi cbe: ) designr técnicos pr desenvolver no Brsil s tividdes de cooperção técnic prevists no Projeto; b) disponibilizr instlções e infrestrutur dequds à execução ds tividdes de cooperção técnic prevists no Projeto; c) prestr poio opercionl os técnicos envidos pelo Governo brsileiro, medinte o fornecimento de tods informções necessáris à execução do Projeto; e d) compnhr e vlir o desenvolvimento do Projeto. 3. O presente Ajuste Complementr não implic qulquer compromisso de trnsferênci de recursos finnceiros do Estdo brsileiro ou qulquer outr tividde grvos o ptrimônio ncionl. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Artigo IV N execução ds tividdes prevists no Projeto, s Prtes poderão dispor de recursos de instituições públics e privds, de orgnizções não-governmentis, de orgnismos interncionis, de gêncis de cooperção técnic, de fundos e de progrms regionis e interncionis, que deverão estr previstos em outros instrumentos legis que não o presente Ajuste Complementr. Artigo V Tods s tividdes mencionds neste Ajuste Complementr estrão sujeits às leis e os regulmentos em vigor n Repúblic Federtiv do Brsil e no Estdo Plurincionl d Bolívi. Artigo VI 1. As instituições executors mencionds no Artigo II elborrão reltórios sobre os resultdos obtidos no Projeto desenvolvido no âmbito deste Ajuste Complementr, os quis serão presentdos às instituições coordendors. 2. Os documentos resultntes ds tividdes desenvolvids no contexto do Projeto serão de propriedde conjunt ds Prtes. Em cso de publicção dos referidos documentos, s Prtes deverão ser prévi e formlmente consultds e mencionds no documento publicdo. Artigo VII O presente Ajuste Complementr entrrá em vigor n dt de su ssintur e vigorrá por dois (2) nos, sendo renovdo utomticmente, té o cumprimento de seu objeto, slvo mnifestção contrári de quisquer ds Prtes. Artigo VIII Qulquer controvérsi reltiv à interpretção ou execução do presente Ajuste Complementr será resolvid pels diretmente Prtes, por vi diplomátic. Artigo IX Qulquer um ds Prtes poderá notificr, qulquer momento, por vi diplomátic, su decisão de desconstituir o presente Ajuste Complementr, cbendo às Prtes decidir sobre continuidde ds tividdes que estiverem em execução. A denúnci surtirá efeito três meses pós dt d notificção. Artigo X Ns questões não prevists no presente Ajuste Complementr, plicr-se-ão s disposições do Acordo Básico de Cooperção Técnic, Científic e Tecnológic entre o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e o Governo do Estdo Plurincionl d Bolívi, firmdo em 17 de dezembro de Feito em L Pz, em 25 de setembro de 2009, em dois exemplres originis em português e espnhol, sendo mbos os textos igulmente utênticos. PELO GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Frederico Cézr de Arújo Embixdor do Brsil em L Pz PELO GOVERNO DO ESTADO PLURINACIONAL DA BOLÍ- VIA Jvier Fernndéz Vrgs Vice-Ministro de Investimento Público e Finncimento Externo (VIPFE) pelo código AJUSTE COMPLEMENTAR AO ACORDO BÁSICO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA E CIENTÍFICA ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DE GANA PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO "APOIO A ESTRUTURAÇÃO DO PROGRAMA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À PESSOA COM DOENÇA FALCIFORME DA REPUBLICA DE GANA" O Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e O Governo d Repúblic de Gn (dorvnte denomindos "Prtes"), Considerndo que s relções de cooperção técnic têm sido fortlecids e mprds pelo Acordo Básico de Cooperção Técnic e Científic entre o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e o Governo d Repúblic de Gn, firmdo em 7 de novembro de 1974; Considerndo o desejo mútuo de promover cooperção técnic pr o desenvolvimento; Considerndo que cooperção técnic n áre d súde reveste-se de especil interesse pr s Prtes, Ajustm o seguinte: Artigo I 1. O presente Ajuste Complementr tem por objeto implementção do Projeto "Apoio à estruturção do Sistem Ncionl de Atenção Integrl à Pesso com Doenç Flciforme d Repúblic de Gn" (dorvnte denomindo "Projeto"), cuj finlidde é Colborr n estruturção do sistem ncionl de tenção integrl à pesso com Doenç Flciforme de Gn. 2. O Projeto contemplrá os objetivos, s tividdes serem executds, os resultdos e o orçmento, os quis deverão ser definidos pels instituições executors escolhids pr implementr s tividdes de cooperção, sob estrit coordenção ds Prtes. 3. O Projeto será provdo e firmdo pels instituições coordendors e executors. Artigo II 1. O Governo d Repúblic Federtiv do Brsil design: ) Agênci Brsileir de Cooperção do Ministério de Relções Exteriores (ABC/MRE) como instituição responsável pel coordenção, compnhmento e vlição ds tividdes decorrentes do presente Ajuste Complementr; e b) Universidde Federl de Mins Geris, o Governo do Estdo de Mins Geris por meio d Fundção Hemomins e o Ministério d Súde como instituições responsáveis pel execução ds tividdes decorrentes deste Ajuste Complementr. 2. O Governo d Repúblic de Gn design: ) o Ministério dos Negócios Estrngeiros e Cooperção Regionl como instituição responsável pel coordenção ds tividdes decorrentes do presente Ajuste Complementr; b) o Ministério d Súde como instituição responsável pel coordenção, compnhmento e vlição ds tividdes decorrentes do presente Ajuste Complementr; e c) Fundção de Doenç Flciforme de Gn como instituição responsável pel execução ds tividdes decorrentes do presente Ajuste Complementr. Artigo III 1. Ao Governo d Repúblic Federtiv do Brsil, cbe: ) designr e envir técnicos brsileiros Gn pr desenvolverem s tividdes de cooperção técnic prevists no Projeto; b) prestr poio os técnicos gnenses que relizrão treinmentos no Brsil; c) disponibilizr infr-estrutur pr relizção dos treinmentos no Brsil; e d) compnhr e vlir o desenvolvimento do Projeto. 2. Ao Governo d Repúblic de Gn, cbe: ) designr técnicos gnenses pr prticiprem dos treinmentos no Brsil; b) disponibilizr instlções e infr-estrutur dequds à execução ds tividdes de cooperção técnic em Gn prevists no Projeto; c) prestr poio opercionl pr execução do Projeto; d) grntir mnutenção dos vencimentos e demis vntgens do crgo ou função dos pesquisdores e técnicos gnenses que estiverem envolvidos no Projeto; e) tomr s providêncis pr que s ções desenvolvids pelos técnicos envidos pelo Governo brsileiro tenhm continuidde; e f) compnhr e vlir o desenvolvimento do Projeto. 3. O presente Progrm não implic qulquer compromisso de trnsferênci de recursos finnceiros do Estdo Brsileiro ou qulquer outr tividde grvos o ptrimônio ncionl. Artigo IV N execução ds tividdes prevists no Projeto objeto do presente Ajuste Complementr, s Prtes poderão dispor de recursos de instituições públics e privds, de orgnizções não-governmentis, de orgnismos interncionis, de gêncis de cooperção técnic, de fundos e de progrms regionis e interncionis. Artigo V Tods s tividdes mencionds neste Ajuste Complementr estrão sujeits às leis e os regulmentos em vigor n Repúblic Federtiv do Brsil e n Repúblic de Gn. Artigo VI 1. As instituições executors mencionds no Artigo II elborrão reltórios sobre os resultdos obtidos no Projeto desenvolvido no âmbito deste Ajuste Complementr, os quis serão presentdos às instituições coordendors. 2. Os documentos resultntes ds tividdes desenvolvids no contexto do Projeto que se refere o presente Ajuste Complementr serão de propriedde conjunt ds Prtes. Em cso de publicção dos referidos documentos, deverão s Prtes ser prévi e formlmente consultds e mencionds no documento objeto de publicção. Artigo VII O presente Ajuste Complementr entrrá em vigor n dt de su ssintur e vigorrá por dois (2) nos, sendo renovdo utomticmente por períodos de dois (2) nos, té o cumprimento de seu objeto, slvo mnifestção contrári de qulquer ds Prtes, comunicd à outr Prte. Artigo VIII Qulquer controvérsi reltiv à interpretção do presente Ajuste Complementr que surj n su execução será resolvid pels Prtes por vi diplomátic. Artigo IX As prtes se obrigm não trnsferir os resultdos do Projeto, por els e por seus representntes obtidos por meio do Ajuste, terceirs prtes sem o consentimento forml de mbs s prtes. Artigo X Ns questões não prevists no presente Ajuste Complementr, plicr-se-ão s disposições do Acordo Básico de Cooperção Técnic e Científic entre o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e o Governo d Repúblic de Gn. Feito em Acr, em 7 de setembro de 2009, em dois exemplres originis, nos idioms português e inglês, sendo mbos os textos igulmente utênticos. Pelo Governo d Repúblic Federtiv do Brsil Luis Fernndo Serr Embixdor do Brsil em Gn Pelo Governo d Repúblic de Gn Alhji Muhmmd Mumuni Ministro ds Relções Exteriores e Integrção Regionl MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA BOLIVARIANADA VENEZUELA PARA A COOPERAÇÃO NO SETOR ALIMENTAR E NOS SETORES DE INVESTIMENTO E COMERCIALIZAÇÃO DE ALIMENTOS O Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e O Governo d Repúblic Bolivrin d Venezuel ( seguir denominds "s Prtes"), Considerndo que n dt de 20 de fevereiro de 1973, foi ssindo o Convênio Básico de Cooperção Técnic entre o Governo d Repúblic d Venezuel e o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil;

79 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN Tendo em vist que n dt de 26 de mrço de 2008 foi ssindo o Memorndo de Entendimento n Áre de Reserv de Alimentos entre o Governo d Repúblic Bolivrin d Venezuel e o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil; Expressndo que é necessário fortlecer os lços de cooperção técnic no setor limentr, com finlidde de incentivr o investimento n áre e consolidr s relções bilteris entre s Prtes, uxilindo no êxito d segurnç e soberni limentr, bsedo nos princípios d iguldde, solidriedde e complementridde, Acordrm: Artigo I O presente Memorndo de Entendimento tem por objeto estbelecer s diretrizes que regulm cooperção recíproc ds Prtes no setor limentr e nos setores de investimento e comercilizção de limentos, n bse dos princípios d iguldde, respeito mútuo d soberni e reciprocidde de vntgens, em cumprimento do disposto ns respectivs legislções interns e o previsto neste Memorndo de Entendimento. Artigo II Pr consecução do objeto ssinldo no rtigo nterior, s Prtes cordm desenvolver s seguintes tividdes: 1. troc de conhecimentos e experiêncis dquirids n prticipção do Progrm de Aquisição de Alimentos (PAA), contempldo dentro d Estrtégi do Progrm Fome Zero, com especil ênfse no funcionmento d su orgnizção, por prte d Compnhi Ncionl de Abstecimento (CONAB), e de conhecimentos e experiêncis dquirids no sistem de comercilizção implementdo n "Missão Alimentção", qul está bsed no fornecimento de produtos de qulidde, em quntidde suficiente, preços inferiores os estbelecidos no mercdo, crgo do Ministério do Poder Populr pr Alimentção, por meio d Compnhi Mercdos de Alimentos, C.A. (MERCAL, C.A.) e d Corporção de Abstecimento e Serviços Agrícols, S.A. (LA CASA, S.A.); 2. elborção de proposts de polítics de troc de produtos limentícios oriundos d Repúblic Bolivrin d Venezuel e d Repúblic Federtiv do Brsil, respectivmente, em conformidde com sus respectivs legislções interns, ssim como desenvolvimento de plnos, projetos e/ou progrms nos quis se tenhm em cont os requerimentos e s necessiddes nutricionis de cd povo e su cultur limentr; 3. ssessori e cpcitção necessári pr trnsferênci de conhecimentos e tecnologis nos processos de comercilizção de limentos, de rmzengem e de distribuição; 4. troc de informção detlhd sobre indicdores de produção e consumo, percentuis de produção e distribuição esttl e privd; e sobre sistem de trnsporte, rmzengem e distribuição feit pelo Estdo; 5. ssessormento no uso e trnsferênci do progrm de softwre livre plicável n áre objeto do presente Memorndo de Entendimento; 6. relizção de estudos e pesquiss ns áres de interesse relcionds com o objeto do presente instrumento; 7. intercâmbio de técnicos, especilists e profissionis do setor limentr; e 8. quisquer outros que s Prtes decidm em comum cordo. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Artigo III 1. A fim de desenvolver o objeto deste Memorndo de Entendimento, s Prtes cordm estbelecer um Comitê Técnico, presidido por representntes de cd Prte e composto por funcionários especilizdos ns áres técnics pertinentes que s Prtes considerem necessários. 2. Comitê Técnico indicdo no rtigo nterior se reunirá lterndmente n Repúblic Bolivrin d Venezuel e n Repúblic Federtiv do Brsil, ns dts serem cordds pels Prtes, estbelecendo su primeir reunião em um przo não superior 30 dis posteriores à entrd em vigor do presente instrumento. Artigo IV O cumprimento ds disposições contemplds neste Memorndo de Entendimento dependerá d disponibilidde orçmentári ds Prtes pr cd no. Artigo V O presente Memorndo de Entendimento poderá ser modificdo de comum cordo pels Prtes. As referids modificções entrrão em vigor conforme o estbelecido no rtigo VII deste instrumento. pelo código Artigo VI As dúvids ou controvérsis que surgirem d interpretção ou d plicção do presente Memorndo de Entendimento serão resolvids migvelmente por meio de negocições direts entre s Prtes, pel vi diplomátic. Artigo VII 1. O presente Memorndo de Entendimento entrrá em vigor n dt d su ssintur e terá um durção de três (3) nos, prorrogável utomticmente por períodos iguis, slvo se um ds Prtes comunique à outr, por escrito e pel vi diplomátic, su intenção de não prorrogá-lo com, no mínimo, seis (6) meses de ntecedênci d dt de su expirção. 2. Qulquer um ds Prtes poderá dr por termindo o presente Memorndo de Entendimento, qulquer momento, medinte notificção por escrito à outr Prte, pel vi diplomátic. O término terá efeito três meses depois de recebid notificção. 3. O término do presente instrumento não fetrá relizção dos projetos que se encontrrem em execução, os quis continurão sendo relizdos té su culminção, menos que s Prtes cordem o contrário. Assindo n Cidde de El Tigre, Estdo Anzoátegui, em 30 de outubro de 2009, em dois exemplres, em idiom português e cstelhno, sendo mbos os textos igulmente utênticos. PELO GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Celso Amorim Ministro ds Relções Exteriores Wgner Gonçlves Rossi Presidente d CONAB PELO GOVERNO DA REPÚBLICA BOLIVARIANA DA VENE- ZUELA Felix Osorio Ministro do Poder Populr pr Alimentção. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA RETIFICAÇÃO N Resolução Homologtóri nº 895, de 20 de outubro de 2009, publicd no DOU nº 203, de 23 de outubro de 2009, Seção 1, págin 83, constnte do Processo nº / , no qudro do Anexo I, "Prâmetros pr cálculo do ERD", onde se lê: " ,72" e ,17"; lei-se: " ,69" e " ,56". SUPERINTENDÊNCIA DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ELETRICIDADE DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE Em de novembro de O SUPERINTENDENTE DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ELETRICIDADE DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de sus tribuições regimentis e em conformidde com o que estbelece Resolução Normtiv no 63, de 12 de mio de 2004, tendo em vist o que const no Processo nº / , considerndo o recurso interposto pel empres CEB Distribuição S/A - CEB DIS, resolve: - mnter decisão constnte no Auto de Infrção n. 067/2009-SFE, qul sej, plicção d penlidde de mult no vlor de R$ ,29 (trezentos e oitent e nove mil, dezesseis reis e vinte e nove centvos), dotndo como fundmento, queles constntes n Análise do Pedido de Reconsiderção dest Decisão, com fulcro no disposto no rt. 34 d Resolução Normtiv nº 63/2004. Pr efeitos de recolhimento d mult devem ser observds s disposições do rt. 24, prágrfo único, e rt. 25 d Resolução Normtiv nº 63/2004. Ministério de Mins e Energi O SUPERINTENDENTE DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ELETRICIDADE DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de sus tribuições regimentis e em conformidde com o que estbelece Resolução Normtiv no 63, de 12 de mio de 2004, tendo em vist o que const no Processo nº / , considerndo o recurso interposto pel empres Celg Gerção e Trnsmissão S.A - CELG G&T, resolve: - mnter decisão constnte no Auto de Infrção n. 3/2009-SFE, qul sej, plicção d penlidde de mult no vlor de R$ ,12 (dezoito mil, quinhentos e setent e cinco reis e doze centvos), dotndo como fundmento, queles constntes n Análise do Pedido de Reconsiderção dest Decisão, com fulcro no disposto no rt. 34 d Resolução Normtiv nº 63/2004. Pr efeitos de recolhimento d mult devem ser observds s disposições do rt. 24, prágrfo único, e rt. 25 d Resolução Normtiv nº 63/ O SUPERINTENDENTE DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ELETRICIDADE DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso d tribuição regimentl e em conformidde com o que estbelece o rtigo 50, Inciso I, d Lei n.º 9.784, de 29 de jneiro de 1999, tendo em vist o que dispõe Resolução Normtiv n. 270/2007 e o Submódulo 15.6 dos Procedimentos de Rede, utorizdo pel Resolução Normtiv n. 372/2009, e conforme o que const no Processo n / , resolve: - mnter plicção d Prcel Vriável por Indisponibilidde à empres COPEL Gerção e Trnsmissão S.A - COPEL-GT n Receit Anul Permitid d Linh de Trnsmissão 230 kv Cscvel - Slto Osório, plicd por meio do Despcho nº 3.528/2009 de 17/09/09, no vlor de R$ ,46 (qurent e um mil duzentos e cinquent e oito reis e qurent e seis centvos), dotndo como fundmentos queles constntes n Análise do Pedido de Reconsiderção dest Decisão, com fulcro no disposto no rt. 45 d Resolução Normtiv nº 273/ O SUPERINTENDENTE DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ELETRICIDADE DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de sus tribuições regimentis e em conformidde com o que estbelece Resolução Normtiv no 63, de 12 de mio de 2004, tendo em vist o que const no Processo nº / , considerndo o recurso interposto pel empres Compnhi de Eletricidde do Acre - ELE- TROACRE, resolve: - mnter decisão constnte no Auto de Infrção n. 070/2009-SFE, qul sej, plicção d penlidde de mult no vlor de R$ ,90 (qurent e sete mil, setent e seis reis e novent centvos), dotndo como fundmento, queles constntes n Análise do Pedido de Reconsiderção dest Decisão, com fulcro no disposto no rt. 34 d Resolução Normtiv nº 63/2004. Pr efeitos de recolhimento d mult devem ser observds s disposições do rt. 24, prágrfo único, e rt. 25 d Resolução Normtiv nº 63/2004. JOSÉ ASSAD THOMÉ JÚNIOR SUPERINTENDÊNCIA DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE Em de novembro de O SUPERINTENDENTE DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENER- GIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de 2003, em conformidde com o que estbelece suprcitd resolução, e considerndo o que const do Processo nº / , resolve: I - Liberr s uniddes gerdors UG 01, de kw, UG, de kw e UG 03, de kw, totlizndo kw de potênci instld, d UTE Itumbir, loclizd no Município de Itumbir, Estdo de Goiás, de titulridde d empres Centrl Itumbir de Bioenergi e Alimentos S.A., utorizd por meio d Resolução Autoriztiv ANEEL nº 1.906, de 5 de mio de 2009, pr início d operção em teste prtir do di 11 de novembro de 2009; II - Nos termos do rt. 7º d Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de 2003, Centrl Itumbir de Bioenergi e Alimentos S.A. deverá envir à SFG, no przo de té 60 (sessent) dis, pós dt de conclusão d operção em teste, o reltório finl de testes e ensios, rtificndo ou retificndo potênci ds uniddes gerdors, devidmente compnhdo de cópi d Anotção de Responsbilidde Técnic - ART, registrd no Conselho Regionl de Engenhri, Arquitetur e Agronomi - CREA pel empres ou profissionl responsável pel elborção deste; III - A solicitção do início d operção comercil somente poderá ser efetud pós conclusão d operção em teste e, conforme pertinênci de cd cso, liberção estrá condiciond à presentção dos documentos exigidos no rt. 5º e dr-se-á nos termos do rt. 6º d Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de Nº O SUPERINTENDENTE DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENER- GIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de 2003, em conformidde com o que estbelece suprcitd resolução, e considerndo o que const do Processo nº / , resolve: I - Liberr unidde gerdor TG3 de kw d UTE Rips, loclizd no Município de Limeir, Estdo de São Pulo, de titulridde d empres Rips S.A. Celulose e Ppel, objeto d Portri MME nº 1.432, de 19 de setembro de 1978, e utorizd mplir su cpcidde instld por meio do Despcho ANEEL nº 447, de 2 de junho de 2004, pr início d operção em teste prtir do di 11 de novembro de 2009; II - Nos termos do rt. 7º d Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de 2003, Rips S.A. Celulose e Ppel deverá envir à SFG, no przo de té 60 (sessent) dis, pós dt de conclusão d operção em teste, o reltório finl de testes e ensios, rtificndo ou retificndo potênci d unidde gerdor, devidmente compnhdo de cópi d Anotção de Responsbilidde Técnic - ART, registrd no Conselho Regionl de

80 80 ISSN Engenhri, Arquitetur e Agronomi - CREA pel empres ou profissionl responsável pel elborção deste; III - A solicitção do início d operção comercil somente poderá ser efetud pós conclusão d operção em teste e, conforme pertinênci de cd cso, liberção estrá condiciond à presentção dos documentos exigidos no rt. 5º e dr-se-á nos termos do rt. 6º d Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de Nº O SUPERINTENDENTE DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENER- GIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de 2003, em conformidde com o que estbelece suprcitd Resolução, e considerndo o que const do Processo nº / , resolve: I - Liberr unidde gerdor UG2, de kw, d UHE Bguri, loclizd nos Municípios de Fernndes Tourinho, Governdor Vldres, Periquito, Sobráli, Ipu e Alperct, Estdo de Mins Geris, concedid o Consórcio UHE Bguri, sob lidernç d empres Bguri I Gerção de Energi Elétric S.A., por meio do Contrto de Concessão nº 001/2006, de 15 de gosto de 2006, pr início d operção em teste prtir do di 12 de novembro de 2009; II - Nos termos do rt. 7º d Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de 2003, o Consórcio UHE Bguri deverá envir à SFG, no przo de té 60 (sessent) dis, pós dt de conclusão d operção em teste, o reltório finl de testes e ensios, rtificndo ou retificndo potênci d unidde gerdor, devidmente compnhdo de cópi d Anotção de Responsbilidde Técnic - ART, registrd no Conselho Regionl de Engenhri, Arquitetur e Agronomi - CREA pel empres ou profissionl responsável pel elborção deste; III - A solicitção do início d operção comercil somente poderá ser efetud pós conclusão d operção em teste e, conforme pertinênci de cd cso, liberção estrá condiciond à presentção dos documentos originis exigidos no rt. 5º e dr-se-á nos termos do rt. 6º d Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS RÔMULO DE VASCONCELOS FEIJÃO SUPERINTENDÊNCIA DE FISCALIZAÇÃO ECONÔMICA E FINANCEIRA DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE Em de novembro de O SUPERINTENDENTE DE FISCALIZAÇÃO ECO- NÔMICA E FINANCEIRA SUBSTITUTO DA AGÊNCIA NACIO- NAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, por forç d Portri nº 218, de 3 de outubro de 2000, no uso ds tribuições que lhe form delegds por meio d Portri nº 1.047, de 9 de setembro de 2008, considerndo o disposto no rt. 1º d Lei n o.604, de 17 de dezembro de 20, nos rts. 28, 28-A e 31 d Lei n o 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, e o que const do Documento n o / , resolve: I - nuir com dção de recebíveis em grnti, pel Comphi Sul Pulist de Energi - CSPE, té o limite de 0,34% d receit líquid, no período entre , pr cptção de recursos junto à(o) Eletrobrás no vlor de té R$ ,00 pr investimentos n respectiv áre d delegção do serviço público; II - ressltr que (i) possibilidde de oferecer em grnti os direitos emergentes d delegção está limitd montnte que não compromet opercionlizção e continuidde d prestção dos serviços, e (ii) é de exclusiv responsbilidde d delegtári gestão qunto à necessidde, oportunidde, nálise dos riscos e custos inerentes à operção; III - registrr que est mnifestção não drá os gentes credores direito de qulquer ção contr ANEEL, em decorrênci de descumprimento, pel delegtári, dos seus compromissos finnceiros; e IV - este despcho entr em vigor n dt de su publicção. Nº O SUPERINTENDENTE DE FISCALIZAÇÃO ECO- NÔMICA E FINANCEIRA SUBSTITUTO DA AGÊNCIA NACIO- NAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, por forç d Portri nº 218, de 3 de outubro de 2000, no uso ds tribuições que lhe form delegds por meio d Portri nº 1.047, de 9 de setembro de 2008, considerndo o disposto no rt. 1º d Lei n o.604, de 17 de dezembro de 2004, nos rts. 28, 28-A e 31 d Lei n o 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, e o que const do Documento n o / , resolve: I - nuir com dção de recebíveis em grnti, pel Compnhi Sul Pulist de Energi, té o limite de 15,29% d receit líquid, no período entre 20 20, pr lstro do Contrto de Uso do Sistem de Trnsmissão - CUST nº. /20 junto à(o) Operdor Ncionl do Sistem Elétrico no vlor de té R$ ,00; II - ressltr que (i) possibilidde de oferecer em grnti os direitos emergentes d delegção está limitd montnte que não compromet opercionlizção e continuidde d prestção dos serviços, e (ii) é de exclusiv responsbilidde d delegtári gestão qunto à necessidde, oportunidde, nálise dos riscos e custo inerentes à operção; III - registrr que est mnifestção não drá os gentes credores direito de qulquer ção contr ANEEL, em decorrênci de descumprimento, pel delegtári, dos seus compromissos finnceiros; e IV - este despcho entr em vigor n dt de su publicção. ANTONIO ARAÚJO DA SILVA pelo código SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE Em de novembro de O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições estbelecids no rt. 23, V, d Portri MME nº 349, de 28 de novembro de 1997, com redção conferid pel Resolução Normtiv ANEEL nº 116, de 29 de novembro de 2004, bem como n Portri nº 963, de 24 de junho de 2008, em cumprimento o disposto no rt. 5º d Lei nº 9.074, de 7 de julho de 1995, nos rts. 3º, 3º-A, 26 e 28 d Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, e no Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com sus tulizções posteriores, bem como n Resolução ANEEL nº 395, de 4 de dezembro de 1998, tendo em vist o que const do Processo nº / , resolve: I - Não ceitr os Estudos de Projeto Básico d PCH Forquilh I, com potênci estimd de 7,5 MW, às coordends 27º39'30" de Ltitude Sul e 51º44'52" de Longitude Oeste, situd no rio Forquilh, sub-bci 72, bci hidrográfic do rio Urugui, no Estdo do Rio Grnde do Sul, presentdo pel empres Boc do Monte Energi Ltd., inscrit no CNPJ sob o nº / , pelo não tendimento do rtigo 12, d Resolução ANEEL nº 395, de 4 de dezembro de II - Fcultr à interessd representção dos seus estudos de cordo com orientção emnd d Not Técnic nº 392/2009-SGH/ANE- EL, costd o processo de referênci, estbelecendo que os estudos deverão ser entregues o protocolo d ANEEL prtir do di 08//20 té dt de /03/20. III - Rtificr que não presentção ds informções e reltórios n dt determind implicrá declrção de bndono e trnsferênci do registro pr condição de intivo O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições estbelecids no rt. 23, V, d Portri MME nº 349, de 28 de novembro de 1997, com redção conferid pel Resolução Normtiv ANEEL nº 116, de 29 de novembro de 2004, bem como n Portri nº 963, de 24 de junho de 2008, em cumprimento o disposto no rt. 5º d Lei nº 9.074, de 7 de julho de 1995, nos rts. 3º, 3º-A, 26 e 28 d Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, e no Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com sus tulizções posteriores, bem como n Resolução ANEEL nº 395, de 4 de dezembro de 1998, tendo em vist o que const do Processo nº / , resolve: I - Não ceitr os Estudos de Projeto Básico d PCH Forquilh IV, com potênci estimd de 11,5 MW, às coordends 27º37'03" de Ltitude Sul e 51º45'09" de Longitude Oeste, situd no rio Forquilh, sub-bci 72, bci hidrográfic do rio Urugui, no Estdo do Rio Grnde do Sul, presentdo pel empres Boc do Monte Energi Ltd., inscrit no CNPJ sob o nº / , pelo não tendimento do rtigo 12, d Resolução ANEEL nº 395, de 4 de dezembro de II - Fcultr à interessd representção dos seus estudos de cordo com orientção emnd d Not Técnic nº 391/2009-SGH/ANE- EL, costd o processo de referênci, estbelecendo que os estudos deverão ser entregues o protocolo d ANEEL prtir do di 08//20 té dt de /03/20. III - Rtificr que não presentção ds informções e reltórios n dt determind implicrá declrção de bndono e trnsferênci do registro pr condição de intivo O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições estbelecids no rt. 23, V, d Portri MME nº 349, de 28 de novembro de 1997, com redção conferid pel Resolução Normtiv ANEEL nº 116, de 29 de novembro de 2004, bem como n Portri nº 963, de 24 de junho de 2008, em cumprimento o disposto no rt. 5º d Lei nº 9.074, de 7 de julho de 1995, nos rts. 3º, 3º-A, 26 e 28 d Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, e no Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com sus tulizções posteriores, tendo em vist o que const do Processo nº / , resolve: I - Aceitr os estudos de inventário hidrelétrico do rio Apuê ou Ligeiro, loclizdo n subbci 72, bci hidrográfic do rio Urugui, no Estdo do Rio Grnde do Sul, pr fins de nálise, presentdos pelo Consórcio PEC Energi, inscrit no CNPJ sob o nº / , e desenvolvidos pel Themg Engenhri Ltd., inscrit no CNPJ sob o nº / II - Ficm insubsistentes os requerimentos pr elborção de estudos sobre o mesmo curso d'águ que forem protocoldos prtir d dt de publicção deste to. RETIFICAÇÃO JAMIL ABID No Despcho nº 4.071, de 30 de outubro de 2009, publicdo no DOU de 3 de novembro de 2009, págin 94, Seção 1, nº 209, onde se lê: "... e desenvolvido pel empres TOPCON Projetos e Construções Ltd...." Lei-se "... e desenvolvido pel empres TOPOCON Projetos e Construções Ltd...." e onde se lê: "... os estudos deverão ser entregues o protocolo d ANEEL prtir do di 03/11/ " Lei-se "... os estudos deverão ser entregues o protocolo d ANEEL prtir do di 01//20...". SUPERINTENDÊNCIA DE REGULAÇÃO ECONÔMICA DESPACHO DO SUPERINTENDENTE Em de novembro de O SUPERINTENDENTE DE REGULAÇÃO ECONÔ- MICA DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de sus tribuições que lhe form delegds por meio d Resolução ANEEL nº 216, de 15 de julho de 1998, tendo em vist o disposto nos rt d Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, no rt. 24, Anexo I, do Decreto nº 2.335, de 6 de outubro de 1997, no Decreto nº 2.4, de 28 de novembro de 1997, e o que const do Processo nº / , resolve: I. Cncelr o vlor referente à Tx de Fisclizção de Serviços de Energi Elétric - TFSEE tl como publicdo pr s empress relcionds no Anexo I; II. Fixr Tx de Fisclizção de Serviços de Energi Elétric - TFSEE devid pr s empress informds no Anexo II, referentes os períodos nteriores 2009, pr pgmento no período de dezembro de 2009 novembro de 20; III. Fixr Tx de Fisclizção de Serviços de Energi Elétric - TFSEE pr s empress nos respectivos exercícios relciondos nos Anexo III e IV. Sobre os vlores d TFSEE não dimplidos tempestivmente incidirão juros, mult de mor e demis consectários, conforme legislção em vigor; IV.Ficm s empress cientificds do lnçmento tributário dos montntes referentes à Tx de Fisclizção de Serviços de Energi Elétric - TFSEE referids nos incisos nteriores e d possibilidde de eventul ofert de impugnção ou recurso cerc do lnçmento destes créditos tributários, no przo legl de dis, conforme Lei nº 9.784/1999; V. Os vlores nuis d TFSEE, disponíveis n págin d ANEEL no endereço eletrônico serão recolhidos em um únic prcel ou em duodécimos, exclusivmente o Bnco do Brsil S.A., por meio de GRU - Gui de Recolhimento d União, sendo veddo o uso de quisquer outrs forms de pgmento; VI. A prcel do mês de competênci terá vencimento no di 15 do mês seguinte, sendo fcultdo o recolhimento do vlor integrl n dt do primeiro vencimento; VII. O recolhimento não pgo no przo previsto será crescido de juros, mult de mor e demis consectários conforme estbelece Lei nº , de 27 de mio de 2009, e nos termos d Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996 e d Lei nº.522, de 19 de julho de 20. EDUARDO DE ALENCASTRO Substituto AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS N AT U R A L E BIOCOMBUSTÍVEIS RESOLUÇÃO 36, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O DIRETOR-GERAL d AGÊNCIA NACIONAL DO PE- TRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso de sus tribuições legis, com bse n Resolução de Diretori n.º 1.086, de de novembro de 2009, torn público o seguinte to: Art. 1º Ficm estbelecidos, conforme tbel nex, os preços mínimos dos petróleos produzidos no mês de OUTUBRO de 2009, nos cmpos ds áres concedids pel ANP pr o exercício de tividdes de explorção e produção de petróleo e gás nturl, serem dotdos pr fins de cálculo ds prticipções governmentis de que trt Seção VI, do Cpítulo V, d Lei n.º 9478, de 06 de gosto de 1997, n hipótese previst no 11 do rt. 7º do Decreto n.º 2.705, de 03 de gosto de 1998, preços mínimos estes clculdos conforme Portri n.º 206, de 29 de gosto de Art. 2º Os preços de que trt o rtigo nterior não incluem Contribuição o Progrm de Integrção Socil do Trblhdor - PIS, Contribuição o Progrm de Formção do Servidor Público - PASEP, Contribuição Socil pr o Finncimento d Seguridde Socil - COFINS e o Imposto sobre Operções Reltivs à Circulção de Mercdoris e sobre s Prestções de Serviços de Trnsporte Interestdul e Intermunicipl e de Comunicção - ICMS. Art. 3º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. Art. 4º Revogm-se s disposições em contrário. HAROLDO BORGES RODRIGUES LIMA

81 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN ANEXO N.º Contrto Concessão Nome do Cmpo Corrente Preço Min (R$/m3) /20 1-RT-1-RN (BT-POT-) Richo Tpuio 778, /2000 ACAUA RGN Mistur 752, /97-43 AGUA GRANDE Bino Mistur 776, /97-09 AGUILHADA Sergipno Terr 711, /97-66 AGULHA RGN Mistur 752, /97- ALBACORA Albcor 743, /97-67 ALBACORA LESTE Albcor Leste 705, /97-04 ALTO DO RODRIGUES RGN Mistur 752, /2000 ANAMBE Algono 797, /97-77 ANEQUIM Cbiuns Mistur 721, /97-63 ANGELIM Sergipno Terr 711, /97-62 ANGICO RGN Mistur 752, /97-22 APRAIUS Bino Mistur 776, /97-47 ARABAIANA Pescd 808, /97-95 ARAÇAS Bino Mistur 776, / ARAÇAS LESTE Mior Preco Minimo d Bci 789, /97-58 A R AT U Bino Mistur 776, /97-45 A R AT U M RGN Mistur 752, /97-26 ARUARI Sergipno Terr 711, /97-37 ASA BRANCA RGN Mistur 752, /97-99 ATALAIA SUL Sergipno Mr 796, /97-13 AT U M Cer Mr 741, /97-20 BADEJO Bdejo 721, /97-08 BAGRE Cbiuns Mistur 721, /97-69 BAIXA DO ALGODAO RGN Mistur 752, /97-61 BARRA DO IPIRANGA Espirito Snto 730, /97-92 BARRACUDA Brrcud 717, /97-21 BARRINHA RGN Mistur 752, /98 BENFICA RGN Mistur 752, /97-17 BICUDO Cbiuns Mistur 721, /2004 BIGUA Espirito Snto 730, /97-81 BIJUPIRA Bijupir 744, /97-72 BIRIBA Bino Mistur 776, /97-94 BOA ESPERANÇA RGN Mistur 752, /97-57 BOA VISTA RGN Mistur 752, / BOM LUGAR Mior Preco Minimo d Bci 789, /97-71 B O N I TO Cbiuns Mistur 721, /97-41 BONSUCESSO Bino Mistur 776, /97- BREJINHO RGN Mistur 752, /97-17 BREJINHO Bino Mistur 776, /97-51 BREJO GRANDE Sergipno Terr 711, /20 ROLINHA Rolinh 718, /20 JAÓ Mior Preco Minimo d Bci 789, /97-46 BURACICA Bino Mistur 776, /20 BURIZINHO Mior Preco Minimo d Bci 789, /97-91 CAÇAO Espirito Snto 730, /97-49 CACHALOTE Cchlote 698, /97-61 CACHOEIRINHA RGN Mistur 752, /97-53 CACIMBAS Espirito Snto 730, /97-06 CAIOBA Sergipno Mr 796, /97-52 CAMAÇARI Bino Mistur 776, /97-61 CAMORIM Sergipno Mr 796, /97-16 CAMPO GRANDE Espirito Snto 730, /97-71 C A N A B R AVA Bino Mistur 776, /2000 CANARIO Cnrio 743, /97-34 CANDEIAS Bino Mistur 776, /97-05 CANTA GALO Bino Mistur 776, /97-24 CANTO DO AMARO RGN Mistur 752, / CARAPEBA Cbiuns Mistur 721, /97-55 C A R AT I N G A Crting 712, / CARCARÁ Mior Preco Minimo d Bci 808, /97-14 CARMOPOLIS Sergipno Terr 711, /97-86 CASSARONGONGO Bino Mistur 776, /97-87 C A S TA N H A L Sergipno Terr 711, /97-49 CEXIS Bino Mistur 776, / CHAUA Mior Preco Minimo d Bci 808, /97-62 CHERNE Cbiuns Mistur 721, / CIDADE DE ARACAJU Mior Preco Minimo d Bci 803, /97- CIDADE ENTRE RIOS Bino Mistur 776, /97-29 CIDADE SÃO MIGUEL DOS CAMPOS Algono 797, /97-23 CIDADE SEBASTAO FERREIRA T b u l e i r o 753, /97-81 CIOBA RGN Mistur 752, /97-31 CONCEIÇAO Bino Mistur 776, / CONGRO Cbiuns Mistur 721, /97-91 COQUEIRO SECO T b u l e i r o 753, /97-63 CORAL Corl /97-89 CORREGO CEDRO NORTE Espirito Snto 730, /97-41 CORREGO DAS PEDRAS Espirito Snto 730, /97-21 CORREGO DOURADO Espirito Snto 730, /97-83 C O RV I N A Cbiuns Mistur 721, / CREJOA Mior Preco Minimo d Bci 815, /97-78 CURIMA Cer Mr 741, /97-44 D E N TA O Pescd 808, /97-37 DOM JOAO Bino Mistur 776, /97-08 DOM JOAO MAR Bino Mistur 776, /97-23 DOURADO Sergipno Mr 796, /97-34 E N C H O VA Cbiuns Mistur 721, /97-13 ENCHOVA OESTE Cbiuns Mistur 721, /97-31 E S PA D A Cer Mr 741, /97-18 E S PA D A RT E Espdrte 708, /2004 ES-T-373 Mior Preco Minimo d Bci 815, /2004 ES-T-381 Mior Preco Minimo d Bci 815, /97-97 E S T R E I TO RGN Mistur 752, /97-26 ESTRELA DO MAR Corl /97-56 FAZENDA ALEGRE Fzend Alegre 697, /98 FAZENDA ALTO DAS PEDRAS Bino Mistur 776, /97-62 FAZENDA ALVORADA Bino Mistur 776, /97-25 FAZENDA AZEVEDO Bino Mistur 776, /97-98 FAZENDA BALSAMO Bino Mistur 776, /97-12 FAZENDA BELEM Fzend Belem 680, /97-51 FAZENDA BELEM Bino Mistur 776, /97-30 FAZENDA BOA ESPERANÇA Bino Mistur 776, /97-85 FAZENDA CANAAN RGN Mistur 752, /97-19 FAZENDA CEDRO Espirito Snto 730, /97-44 FAZENDA CEDRO NORTE Espirito Snto 730, /97-48 FAZENDA CURRAL RGN Mistur 752, /97-01 FAZENDA IMBE Bino Mistur 776, /97-72 FAZENDA JUNCO RGN Mistur 752, /97-19 FAZENDA MALAQUIAS RGN Mistur 752, /97-14 FAZENDA MATINHA Bino Mistur 776, /97-65 FAZENDA ONÇA Bino Mistur 776, /97-28 FAZENDA PANELAS Bino Mistur 776, /97-54 FAZENDA PAU BRASIL T b u l e i r o 753, /97-73 FAZENDA POCINHO RGN Mistur 752, /97-81 FAZENDA QUEIMADAS Espirito Snto 730, /97-91 FAZENDA RIO BRANCO Fzend Snto Estevo 750, /97-15 FAZENDA SANTA LUZIA Espirito Snto 730, /97-88 FAZENDA SANTA ROSA Bino Mistur 776, /97-53 FAZENDA SANTO ESTEVAO Fzend Snto Estevo 750, /97-70 FAZENDA SAO JORGE Espirito Snto 730, / FAZENDA SÃO PAULO Mior Preco Minimo d Bci 789, /97-84 FAZENDA SAO RAFAEL Espirito Snto 730, /97-41 FAZENDA SORI Bino Mistur 776, / FOZ DO VAZA BARRIS Sergipe - Vz Brris 701, /97-80 FURADO Algono 797, /97-86 G A R O U PA Cbiuns Mistur 721, /97-49 GAROUPINHA Cbiuns Mistur 721, /97-00 GOLFINHO Golfinho 762, /97-16 GOMO Bino Mistur 776, /97-51 GUAMARE RGN Mistur 752, /2004 GUANAMBI Bino Mistur 776, /97-96 GUARICEMA Sergipno Mr 796, /97-47 GURIRI Espirito Snto 730, /97-13 ICAPUI Fzend Belem 680, /97-89 ILHA DE BIMBARRA Bino Mistur 776, /97-42 ILHA PEQUENA Sergipno Terr 711, /2001 INHAMBU Espirito Snto 730, /97-12 I TA PA R I C A Bino Mistur 776, /20 JAÇANA RGN Mistur 752, /97-93 JACUIPE Bino Mistur 776, /2003 JANDAIA Bino Mistur 776, /97-86 JANDUI RGN Mistur 752, /2000 JAPUAÇU Algono 797, /97-13 JEQUIA T b u l e i r o 753, J I R I B AT U B A Mior Preco Minimo d Bci 776, /2003 JOAO DE BARRO Joo de Brro 798, /97-49 JUAZEIRO RGN Mistur 752, /97-49 J U B A RT E Jubrte 696, /2004 JURITI Mior Preco Minimo d Bci 789, /97- LAGOA AROEIRA RGN Mistur 752, /97-32 LAGOA BONITA Espirito Snto 730, /20 LAGOA DO PAULO Mior Preco Minimo d Bci 789, /20 LAGOA DO PAULO NORTE Mior Preco Minimo d Bci 789, /20 LAGOA DO PAULO SUL Mior Preco Minimo d Bci 789, /97-18 LAGOA PARDA Espirito Snto 730, /97-35 LAGOA PARDA NORTE Espirito Snto 730, /97-72 LAGOA PARDA SUL Espirito Snto 730, /97-06 LAGOA PIABANHA Espirito Snto 730, /97-23 LAGOA SURUACA Espirito Snto 730, /97-81 LAGOA VERDE Bino Mistur 776, /97-44 LAMARAO Bino Mistur 776, /97-15 LEODORIO Bino Mistur 776, /98 LESTE DE POÇO XAVIER RGN Mistur 752, /97-18 LESTE DO URUCU Urucu 799, /97-92 LINGUADO Cbiuns Mistur 721, /97-74 L I V R A M E N TO RGN Mistur 752, /97-08 LORENA RGN Mistur 752, /97-62 MACAU RGN Mistur 752, /97-46 MALHADO Cbiuns Mistur 721, /97-70 MALOMBE Bino Mistur 776, /97-82 M A N AT I Bino Mistur 776, /97-32 MANDACARU Bino Mistur 776, / MAPELE Bino Mistur 776, /97-01 MARIMBA Cbiuns Mistur 721, /97-96 MARIRICU Espirito Snto 730, /97-38 MARIRICU NORTE Espirito Snto 730, /97-59 MARIRICU OESTE Espirito Snto 730, /97- MARLIM Mrlim 712, /97-03 MARLIM LESTE Mrlim Leste 717, /97-74 MARLIM SUL Mrlim Sul P , /97-03 MASSAPE Bino Mistur 776, /97-68 MASSUI Bino Mistur 776, /97-47 MATA DE SAO JOAO Bino Mistur 776, /97-78 MATO GROSSO Sergipno Terr 711, /97-69 MERLUZA Condensdo de Merluz 807, /97-35 MIRANGA Bino Mistur 776, /97-23 MIRANGA NORTE Bino Mistur 776, /97-25 MONTE ALEGRE RGN Mistur 752, /97-37 MOREIA Cbiuns Mistur 721, /97-12 MORRINHO RGN Mistur 752, /97- M O S Q U I TO Espirito Snto 730, / MOSSORO RGN Mistur 752, /97-25 NAMORADO Cbiuns Mistur 721, /97-09 NATIVO OESTE Espirito Snto 730, /97-98 NE NAMORADO Cbiuns Mistur 721, /97-30 NO DO MORRO ROSADO RGN Mistur 752, /97-96 NORTE FAZENDA CARUAÇU Bino Mistur 776, /97-59 OESTE DE UBARANA RGN Mistur 752, /97-01 PA J E U RGN Mistur 752, /97-55 PA M P O Cbiuns Mistur 721, /97-00 PARAMIRIM DO VENCIMENTO Bino Mistur 776, /97-30 PA R AT I Cbiuns Mistur 721, /97-95 PA R G O Cbiuns Mistur 721, /97-75 PA R U Sergipno Mr 796, /98 PEDRA SENTADA RGN Mistur 752, /97-59 PEDRINHAS Bino Mistur 776, /2004 P E R I Q U I TO Periquito 752, /97-93 PEROA Pero 815, /97-84 PESCADA Pescd 808, /97-01 PILAR Algono 797, /2000 P I N TA S S I L G O RGN Mistur 752, /97-89 PIRANEMA Pirnem 803,46 EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código

82 82 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de /97-65 PIRAUNA Cbiuns Mistur 721, / P I TA N G A Mior Preco Minimo d Bci 789, /97-65 POÇO VERDE RGN Mistur 752, /97-28 POÇO XAVIER RGN Mistur 752, / POJUCA Bino Mistur 776, /97-09 POJUCA NORTE Bino Mistur 776, /2000 P O LV O Polvo 706, /97-91 PONTA DO MEL RGN Mistur 752, /97-53 PORTO CARAO RGN Mistur 752, /2003 POT-T-3 Mior Preco Minimo d Bci 808, /2003 POT-T-432 Mior Preco Minimo d Bci 808, /2004 POT-T-557 Mior Preco Minimo d Bci 808, /2004 POT-T-661 Mior Preco Minimo d Bci 808, /2004 IRAÚNA Mior Preco Minimo d Bci 808, /97- QUERERA Bino Mistur 776, /2004 M A R I TA C A Mior Preco Minimo d Bci 789, /05-88 REC-T-265 Mior Preco Minimo d Bci 789, /97-16 REDONDA RGN Mistur 752, /97-89 REDONDA PROFUNDO RGN Mistur 752, /97-18 REMANSO Bino Mistur 776, /97-26 RIACHO DA BARRA Bino Mistur 776, /97-21 RIACHO DA FORQUILHA RGN Mistur 752, /97-99 RIACHO OURICURI Bino Mistur 776, /97-51 RIACHO SAO PEDRO Bino Mistur 776, /97-82 RIACHUELO Sergipno Terr 711, /97-51 RIO BARRA SECA Espirito Snto 730, /97-14 RIO DA SERRA Bino Mistur 776, /97-87 RIO DO BU Bino Mistur 776, /97-99 RIO DOCE Espirito Snto 730, /97-40 RIO DOS OVOS Bino Mistur 776, /97-03 RIO IBIRIBAS Espirito Snto 730, / RIO ITARIRI Bino Mistur 776, /97-14 RIO ITAUNAS Espirito Snto 730, /97-87 RIO ITAUNAS LESTE Espirito Snto 730, /97-43 RIO JOANES Bino Mistur 776, /97-40 RIO MARIRICU Espirito Snto 730, /97-19 RIO MOSSORO RGN Mistur 752, /97-06 RIO PIPIRI Bino Mistur 776, /97-75 RIO POJUCA Bino Mistur 776, / RIO PRETO Espirito Snto 730, /97-91 RIO PRETO OESTE Espirito Snto 730, /97-54 RIO PRETO SUL Espirito Snto 730, /97-17 RIO SAO MATEUS Espirito Snto 730, /97-54 RIO SAUIPE Bino Mistur 776, /97-17 RIO SUBAUMA Bino Mistur 776, /97-81 RIO URUCU Urucu 799, /97-68 RONCADOR Roncdor 717, /97-60 SALEMA Slem 749, /97-38 SALGO Sergipno Terr 711, /97-81 SALINA CRISTAL RGN Mistur 752, /97-80 S A N TA N A Fzend Snto Estevo 750, /97-42 SAO DOMINGOS Bino Mistur 776, /97-45 SAO M.DOS CAMPOS Algono 797, /97-80 SAO MATEUS Espirito Snto 730, /97-13 SAO PEDRO Bino Mistur 776, /97-78 SAUIPE Fzend Snto Estevo 750, /2004 SERIEMA Espirito Snto 730, /97-16 SERRA RGN Mistur 752, /97-70 SERRA DO MEL RGN Mistur 752, /97-32 SERRA VERMELHA RGN Mistur 752, / SERRARIA RGN Mistur 752, /97-31 SESMARIA Bino Mistur 776, /97-16 SIRIRIZINHO Sergipno Terr 711, /97-01 SOCORRO Bino Mistur 776, /97-66 SOCORRO EXTENSAO Bino Mistur 776, /97-24 SUDOESTE URUCU Urucu 799, /97-71 SUL DE CORURIPE T b u l e i r o 753, /97-29 SUSSUARANA Bino Mistur 776, /2004 TA B U I A I A Espirito Snto 730, /97-33 TABULEIRO DOS MARTINS T b u l e i r o 753, /2003 TA N G A R A Bino Mistur 776, /97-14 TA Q U I P E Bino Mistur 776, TA RTA R U G A T r t r u g 797, /97-72 TAT U I Sergipno Mr 796, /05-58 TIGRE Ti g r e 771, /97-47 TRES MARIAS RGN Mistur 752, /97-18 TRILHA Cbiuns Mistur 721, /97-71 UBARANA RGN Mistur 752, /2000 UIRAPURU Uirpuru 789, /97-18 U PA N E M A RGN Mistur 752, /98 VA R G I N H A RGN Mistur 752, /97-07 VARZEA REDONDA RGN Mistur 752, /97-58 VERMELHO Cbiuns Mistur 721, /97-28 VIOLA Cbiuns Mistur 721, /97-67 VOADOR Mrlim 712, /97-01 XAREU Cer Mr 741, / ABALONE Ostr 728, / OSTRA Ostr 728, / A R G O N A U TA Ostr 728, /03 COLIBRI Colibri 765, /97-00 CAMARUPIM Cmrupim 814, /2000 TLD DE TUPI TLD de Tupi 742, / TLD DO PLANO DE AVALIAÇÃO DE TLD do Plno de Avlição de 685,26 DESCOBERTA DO POÇO 1-PTA-0003-SE Descobert do poço 1-PTA-0003-SE /2004 TICO-TICO Mior Preco Minimo d Bci 789, / SEMPRE VIVA Mior Preco Minimo d Bci 776, / RIO IPIRANGA Mior Preco Minimo d Bci 815, /97-20 FRADE Frde 717, / RIACHO VELHO Mior Preco Minimo d Bci 808, /97-18 BAIXA DO JUAZEIRO RGN Mistur 752, /2003 ARAÇARI Mior Preco Minimo d Bci 808, /2000 MUTUM Mior Preco Minimo d Bci 797, /2001 SAIRA Mior Preco Minimo d Bci 815, / SÃO MANOEL Mior Preco Minimo d Bci 808, /2001 PITIGUARI Mior Preco Minimo d Bci 808, /97-70 BIQUARA Mior Preco Minimo d Bci 808, / MORRO DO BARRO Mior Preco Minimo d Bci 776, /2004 A L B AT R O Z Mior Preco Minimo d Bci 815,3773 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS pelo código /2003 CANCÃ Mior Preco Minimo d Bci 815, /97-01 L A G O S TA Condensdo de Merluz 807, / TLD DE CAJUEIRO Mior Preco Minimo d Bci 803, CARDEAL Mior Preco Minimo d Bci 808, /2003 JACUTINGA Mior Preco Minimo d Bci 815, /2004 ANDORINHA Mior Preco Minimo d Bci 808, /2000 PIRACUCÁ Mior Preco Minimo d Bci 807, / HARPIA Mior Preco Minimo d Bci 803, / C A R A P I TA N G A Mior Preco Minimo d Bci 803,46 TC = 1,7376 R$ / US$. Tx de Câmbio (TC) de referênci utilizd no cálculo dos preços mínimos do petróleo ncionl, é médi mensl ds txs de câmbio diáris pr compr do dólr mericno obtids junto o Bnco Centrl do Brsil, pr o mês de OUTUBRO/2009. Petróleo Brent Dted =72,7486 US$/bbl. Vlor médio mensl dos preços diários, em OUTUBRO de 2009, usdo como referênci no cálculo dos preços mínimos do petróleo ncionl. Conforme o Art 6º, d Portri ANP nº 206, de 29 de gosto de 2000 no cso em que s concessionáris não dispuserem ds informções técnics suficientes pr determinção d composição de su corrente, o preço mínimo do petróleo do cmpo em questão será o preço mínimo do petróleo de mior vlor d Bci que o cmpo pertencer, conforme tbel mostrd bixo. Bci Corrente Mior Preço Min (R$/m3) ALAGOAS Algono 797,51 CAMAMU Bino Mistur 776,3384 CAMPOS Slem 749,6559 CEARA Cer Mr 741,7498 ESPIRITO SANTO Peroá 815,3773 POTIGUAR Pescd 808,0406 R E C O N C AV O Uirpuru 789,6381 S A N TO S Condensdo de Merluz 807,8 SERGIPE Pirnem 803,46 SOLIMOES Urucu 799,6546 TUCANO Bino Mistur 776,3384 DESPACHOS DO DIRETOR-GERAL Em de novembro de O DIRETOR-GERAL d AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso de sus tribuições legis, com bse n Resolução ANP nº 34/2005, que provou o Regulmento Técnico ANP nº 06/2005, n Resolução de Diretori nº 42, de 4 de novembro de 2009, e n documentção constnte no Processo ANP nº /2008- torn público o seguinte to: 1.CREDENCIAR o Centro de Tecnologi SENAI - RJ/Sold - CTS SOLDA, loclizdo no Rio de Jneiro -RJ, inscrito no Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic do Ministério d Fzend - CNPJ/MF sob o n o / , pr executr tividdes de Pesquis e Desenvolvimento brngids no Grupo de Serviços Tecnológicos especificdo, conforme relção de serviços tecnológicos e respectivs áres de interesse descrits seguir: Credencimento ANP N o 052-E/2009 Instituição Credencid Centro de Tecnologi SENAI - RJ/Sold - CTS SOLDA Entidde SENAI - Serviço Ncionl de Aprendizgem Industril - Deprtmento Regionl do Estdo do Rio de Jneiro - SENAI DRRJ Entidde de Fturmento Centro de Tecnologi SENAI - RJ/Sold - CTS SOLDA Progrm, Deprtmento ou Divisão / Lbortório(s) -Lbortório de Metlogrfi -Lbortório de Ensios Mecânicos -Lbortório de Rdiogrfi -Lbortório de Ensios Não-destrutivos Avnçdos -Lbortório de Mergulho Profissionl Grupo de Serviços Tecnológicos Grupo E - Desenvolvimento de Metodologis de Análises e Ensios Lbortoriis Não Rotineiros Referentes Tecnologi Industril Básic Serviços Tecnológicos Áres de Interesse Título: Pesquis e desenvolvimento em crcterizção e união de mteriis, inspeção e integridde estruturl de Desenvolvimento, equipmentos. Descrição: Relizção de P&D nos segmentos de crcterizção de mteriis usdos em soldgem, brsgem, Produção, Refino, colgem e revestimento, envolvendo: processos de união de mteriis, inspeção de equipmentos por ensios nãodestrutivos,vlição d integridde estruturl de equipmentos e estudo de microestrutur de soldgem com Tr n s p o r t e relção à corrosão. 2.As tividdes de pesquis e desenvolvimento relcionds os serviços tecnológicos objeto do presente despcho, desenvolvids com recursos oriundos d Cláusul de Investimentos em Pesquis e Desenvolvimento constnte dos Contrtos de Concessão, deverão ser executds em conformidde com s norms estbelecids pel Resolução ANP N o 33/2005 e Regulmento Técnico ANP N o 5/2005, e com s norms técnics pertinentes. 3.A Instituição Credencid deverá demonstrr, qulquer tempo, que tende os requisitos técnicos específicos estbelecidos no Anexo B do Regulmento Técnico N o 6/2005 e os demis requisitos geris exigidos pr credencimento, em especil, os seguintes: I - disponibilidde de infr-estrutur lbortoril, orgnizcionl e dministrtiv necessári pr o dequdo tendimento dos serviços tecnológicos propostos; II - compromisso com o envio de reltório de fturmento, cd semestre, pr ANP, contendo ddos sobre os contrtos/convênios firmdos e os Serviços Tecnológicos prestdos os concessionários; III - compromisso em não relizr os Serviços Tecnológicos credencidos por meio d subcontrtção de serviços de terceiros (pesso jurídic) não credencidos pel ANP, exceto queles previstos no item 9 do Regulmento Técnico N o 6/2005; IV - compromisso com plicção dos recursos rrecddos pr mnutenção e o desenvolvimento d infr-estrutur e de pessol relciondos com os serviços tecnológicos objeto do credencimento; V - compromisso com o contínuo primormento do sistem d qulidde. 4.O CREDENCIAMENTO objeto deste despcho terá vlidde de 3 (três) nos, prtir d dt de publicção, conforme estbelecido no item 14 do Regulmento Técnico ANP nº 6/2005, provdo pel Resolução ANP nº 34/2005.

83 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN Com bse ns disposições d Portri ANP n.º 2, de 30 de dezembro de 1999, e tendo em vist Resolução d Diretori n.º 72, de 4 de novembro de 2009, nego provimento o recurso interposto por ALBATROZ PETRÓLEO LTDA., inscrit no CNPJ sob o n.º / , nos termos do rt. 56, d Lei 9.784, de 29 de jneiro de 1999, conforme Processo n.º / Fic rtificdo o Despcho do Diretor-Gerl n.º 1688, publicdo no Diário Oficil d União em 03 de setembro de HAROLDO BORGES RODRIGUES LIMA DIRETORIA IV SUPERINTENDÊNCIA DE REFINO E PROCESSAMENTO DE GÁS NATURAL AUTORIZAÇÃO 562, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O SUPERINTENDENTE DE REFINO E PROCESSAMEN- TO DE GÁS NATURAL, d AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓ- LEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso de sus tribuições que lhe form conferids pel Portri ANP nº 365, de 1º de dezembro de 2008, tendo em vist o que const do Processo ANP nº / , nos termos d Lei nº 9.478, de 06 de gosto de 1997, e d Resolução ANP nº 25, de de setembro de 2008, torn público o seguinte to: Art. 1º Fic utorizd tividde de comercilizção do biodiesel produzido n Unidde de Biodiesel de Montes Clros, CNPJ / , d Petrobrs Biocombustível S.A., loclizd n Avenid ds Indústris, S/N, Qudr 2, Lotes 8, 9 e, Birro Industril, no Município de Montes Clros, Estdo de Mins Geris, com cpcidde nominl instld de 301,71 m 3 /di de biodiesel, utilizndo rot metílic. Art. 2º Fic revogd Autorizção ANP nº 32, de 16/01/ DOU 19/01/2009, de comercilizção do biodiesel produzido n plnt industril d Empres Petrobrs Biocombustível S.A., CNPJ nº / , loclizd n Avenid ds Indústris, S/N, Qudr 2, Lotes 8, 9 e, Birro Industril, no Município de Montes Clros, Estdo de Mins Geris. Art. 3º Est Autorizção será cnceld no cso de não serem mntids s condições pr tividde de comercilizção do biodiesel produzido n plnt industril suprcitd, prevists e comprovds pr presente utorizção. Art. 4º Est Autorizção entr em vigor n dt de su publicção. JOSÉ CARLOS DE ANDRADE DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL RETIFICAÇÃO N relção nº 281/2009 publicd no DOU de , Seção 1, págin 85, onde se lê: "... João Cesr de Freits Pinheiro Diretor gerl Adjunto...", lei-se: "...Miguel Antonio Cedrz Nery Diretor-Gerl dodnpm...". 4º DISTRITO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO 133/2009 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Declr nulidde do Alvrá de Pesquis-(TAH)/(6.50) Vtech Empreendimentos Mineris Ltd /08, /08, /08, /08, /08, /08, /08, /08, /08, /08, /08, /08, /08, /08 RELAÇÃO 134/2009 EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Declr nulidde do Alvrá de Pesquis-(TAH)/(6.50) bp Projetos e Consultori Minerl e Ambientl Ltd /08, /08, /08, /08 Vtech Empreendimentos Mineris Ltd /08, /08, /08, /08, /08, /08, /08, /08 PAULO JAIME SOUZA ALHEIROS 5 o - D I S T R I TO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO 285/2009 FASE DE REQUERIMENTO DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Homolog o pedido de desistênci do Requerimento de Autorizção de Pesquis. (1.57) / /96, / /96, / /96, / / / /96, / /96, / /96, / / / /96, / /96, / /96, / / / /96, / /96, / /96, / /96 pelo código /96 - Homestke do Brsil S/A. FASE DE REQUERIMENTO DE PERMISSÃO DE LAVRA GARIMPEIRA Homolog o pedido de desistênci do Requerimento de Permissão de Lvr grimpeir. (6.13) / /95, / /95 - Alberto de Crvlho Alves. Indefere o Requerimento de Permissão de Lvr Grimpeir por interferênci totl. (1.339) / /95 - Mri de Nzré de Souz Cost. RELAÇÃO 298/2009 Fse de Autorizção de Pesquis Torn sem efeito Auto de Infrção(9) 852.8/1994-MARIA NILZA SILVA DA SILVA- AI N 6/2006 Determin cumprimento de exigênci - Przo 60 dis(250) /1993-XSTRATA BRASIL EXPLORAÇÃO MINE- RAL LTDA.-OF. N 3.0/ /1995-BRILASA - BRITAGEM E LAMINAÇÃO DE ROCHAS S/A-OF. N 4.003/ /1995-VALE S A-OF. N 4.004/ /1996-VALE S A-OF. N 4.016/ /1997-VALE S A-OF. N 4.005/ /2003-SÉRGIO ANTÔNIO MARTINS DE ARAÚ- JO-OF. N 4.0/ /2005-XSTRATA BRASIL EXPLORAÇÃO MINE- RAL LTDA.-OF. N 4.008/ /2005-XSTRATA BRASIL EXPLORAÇÃO MINE- RAL LTDA.-OF. N 4.008/ /2005-VALE S A-OF. N 4.015/ /2005-VALE S A-OF. N 4.018/ /2005-VALE S A-OF. N 4.001/ /2006-RIO TINTO DESENVOLVIMENTOS MI- NERAIS LTDA-OF. N 3.1/ /2006-RIO TINTO DESENVOLVIMENTOS MI- NERAIS LTDA-OF. N 3.1/ /2006-RIO TINTO DESENVOLVIMENTOS MI- NERAIS LTDA-OF. N 3.1/ /2006-RIO TINTO DESENVOLVIMENTOS MI- NERAIS LTDA-OF. N 3.1/ /2006-RIO TINTO DESENVOLVIMENTOS MI- NERAIS LTDA-OF. N 3.1/ /2007-CORCOVADO GRANITOS LTDA-OF. N 3.2/ /2007-MINERAÇÃO OURO VERMELHO LTDA.- OF. N 4.007/ /2007-MINERAÇÃO OURO VERMELHO LTDA.- OF. N 4.007/ /2007-MINERAÇÃO OURO VERMELHO LTDA.- OF. N 4.007/ /2007-MINERAÇÃO OURO VERMELHO LTDA.- OF. N 4.007/ /2007-MINERAÇÃO OURO VERMELHO LTDA.- OF. N 4.007/ /2007-MINERAÇÃO OURO VERMELHO LTDA.- OF. N 4.007/ /2008-CASABRANCA CONSTRUÇÃO E MINE- RAÇÃO LTDA-OF. N 4.017/ /1990-SERRA PELADA COMPANHIA DE DE- SENVOLVIMENTO MINERAL-OF. N 4.036/2009 Homolog renúnci d Autorizção de Pesquis(294) /20-GOLD FIELDS DO BRASIL MINERAÇÃO LTDA -Alvrá N 149/2004 Neg Aprovção o reltório de pesquis(318) /20-OMNIA MINERIOS S.A /2005-VALE S A 850.3/2007-VERENA MINERAÇÃO LTDA /2005-VALE S A /2005-VALE S A Prorrog por 03 (três) nos o przo de vlidde d utorizção de pesquis(326) /2001-CODELCO DO BRASIL MINERAÇÃO LT- DA-ALVARÁ N 6.717/ /2001-CODELCO DO BRASIL MINERAÇÃO LT- DA-ALVARÁ N 6.719/ /2001-CODELCO DO BRASIL MINERAÇÃO LT- DA-ALVARÁ N 6.720/ /2001-CODELCO DO BRASIL MINERAÇÃO LT- DA-ALVARÁ N 6.730/ /2001-CODELCO DO BRASIL MINERAÇÃO LT- DA-ALVARÁ N 6.731/ /2001-CODELCO DO BRASIL MINERAÇÃO LT- DA-ALVARÁ N 8.000/2003 Auto de infrção lvrdo/reltório de Pesquis- przo p/ defes ou pgmento 30 dis(638) 850.6/1996-VALE S A-AI N 597/ /1996-VALE S A-AI N 599/ /1996-VALE S A-AI N 600/ /2004-VALDIVINO DA FONSECA-AI N 596/ /1995-CODEMIN S.A.-AI N 598/2009 Mult plicd (Reltório de Pesquis)/ Przo pr pgmento 30 dis(644) /2000-PROLA REPRESENTAÇÕES Fse de Disponibilidde Declr PRIORITÁRIO, pretendente d áre em disponibilidde pr pesquis(303) /2006-L M I DE SOUSA NASCIMENTO & CIA LTDA - ME Fse de Requerimento de Lvr Determin cumprimento de exigênci - Przo 60 dis(361) /1971-VALE MANGANÊS S A-OF. N 4.006/2009 Fse de Concessão de Lvr Aprov o modelo de rotulo d emblgem de águ(440) 8.930/1975-BELAGUA BELEM AGUAS LTDA- Nov Vid/Belágu/300 ml- SANTA ISABEL DO PARÁ/PA Determin cumprimento de exigênci - Przo 60 dis(470) /1969-VALE S A-OF. N 3.014/2009 Fse de Licencimento Homolog renúnci do registro de Licenç(784) /2004-J.C.ZENAIDE /2007-J.C.ZENAIDE Retificção de despcho(1391) /2008-ANA CRISTINA MACIELCUNHA E CIA LTDA - ME - Publicdo DOU de /12/2008, Relção n 159/2008, Seção I, pág. 73- "Onde se lê: Registro de Licenç nº 058/2008 de 14/11/ Vencimento 16/06/2011 "Lei-se":Registro de Licenç n º 058/2008 de 14/11/ Vencimento 1 6 / 0 7 / Fse de Registro de Extrção Determin o cncelmento do Registro de Extrção(943) 850.0/2004-PREFEITURA MUNICIPAL DE JURUTI- Registro de Extrção N 01- DOU de /2004-PREFEITURA MUNICIPAL DE JURUTI- Registro de Extrção N - DOU de /2005-PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVO PROGRESSO- Registro de Extrção N 03- DOU de / BATALHÃO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO- Registro de Extrção N 01- DOU de / BATALHÃO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO- Registro de Extrção N 01- DOU de / BATALHÃO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO- Registro de Extrção N - DOU de / BATALHÃO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO- Registro de Extrção N 03- DOU de 2007 RELAÇÃO 3 11 / FASE DE DISPONIBILIDADE Auto de Infrção lvrdo por determinção do Chefe do Distrito, por infrigênci o 1º, do Art. 22, do C. M. - przo pr defes ou pgmento: 30 (trint) dis. (6.38) /05 - A.I. nº 606/09 - Rio Curuá Minérios Ltd /05 - A.I. nº 607/09 - Rio Curuá Minérios Ltd /05 - A.I. nº 608/09 - Rio Curuá Minérios Ltd /05 - A.I. nº 609/09 - Rio Curuá Minérios Ltd /05 - A.I. nº 6/09 - Rio Curuá Minérios Ltd. Mult específic plicd pelo Chefe do 5º Distrito - 1º, do Art. 22 do C. M. - przo pr defes ou pgmento: 30 (trint) dis. (6.44) /03 - A.I. nº 1.397/08 - Silicl Empreendimentos Comerciis Ltd. EVERY G. TOMAZ DE AQUINO 6 o - D I S T R I TO DESPACHOS DO PROCURADOR FEDERAL RELAÇÃO 47/2009 Ficm NOTIFICADOS pr pgr ou prcelr débito(pro- JUR)/przo (dez) dis Antonio Crlos Pinheiro /09 - R$ 842,57 Incrição N.33541/2009, /09 - R$ 2.047,38 Incrição N.33543/2009 Extrtor de Arei e Trnsporte Ltd /09 - R$ 387,89 Incrição N.33443/2009 João Clds /09 - R$ 55,56 Incrição N.33537/2009, /09 - R$ 2.047,38 Incrição N.33538/2009 José Eustáquio de Sous /09 - R$ 2.047,38 Incrição N.33545/2009, /09 - R$ 1.932,01 Incrição N.33544/2009 Kiser José Piment /09 - R$ 6.234,93 Incrição N.30768/2009, 9723/09 - R$ 7.239,36 Incrição N.30769/2009 Minerção Cn Brv Ltd /08 - R$ 3.866,66 Incrição N.8770/2009 Minerção Ribeiro Cn Brv Ltd /09 - R$ 397,79 Incrição N.33444/2009, /09 - R$ ,37 Incrição N.33445/2009, /09 - R$ ,04 Incrição N.33447/2009, /09 - R$ 397,79 Incrição N.33448/2009 MARCO ANTÔNIO ADDAD ABED 7 o - D I S T R I TO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO 834/2009 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Auto de Infrção lvrdo (Não comunicou início de pesquis)/przo pr defes ou pgmento: 30 dis. (2.24) Adlberto Gomes Grci /01 - A.I. 0/05 Construterr Construções e Terrplengem LTDA /09 - A.I. 2241/09, 8709/09 - A.I. 2242/09, 87/09 - A.I. 2243/09 TEOBALDO RODRIGUES DE OLIVEIRA JÚNIOR

84 84 ISSN o - D I S T R I TO DESPACHOS DA PROCURADORA FEDERAL RELAÇÃO 8/2009 Ficm NOTIFICADOS pr pgr ou prcelr débito(pro- JUR)/przo (dez) dis Brcon Minerção Exportção Importção Ltd /09 - R$ 2.534,54 Incrição N.31272/2009, /09 - R$ 3.793,79 Incrição N.30542/2009 Codelco do Brsil Minerção Ltd /09 - R$ 4.540,99 Incrição N.29167/2009 e e Pedrs Ltd me /09 - R$ 116,28 Incrição N.317/2009 Empres de Servicos e Insumos Bsicos /09 - R$ 6.443,63 Incrição N.32773/2009, /09 - R$ 6.443,63 Incrição N.32774/2009, /09 - R$ 1.065,31 Incrição N.32506/2009, /09 - R$ 4.603,77 Incrição N.32468/2009, /09 - R$ 4.603,77 Incrição N.32471/2009, /09 - R$ 4.083,90 Incrição N.32490/2009, /09 - R$ 816,44 Incrição N.32500/2009, /09 - R$ 4.603,77 Incrição N.32501/2009, /09 - R$ 2.436,45 Incrição N.32467/2009 Ezequiel d Silv Pereir /09 - R$ 3.8,32 Incrição N.31842/2009 Gilson Inácio d Câmr /09 - R$ 191,44 Incrição N.29517/2009, /09 - R$ 1.950,16 Incrição N.29518/2009 Incris Minerção Ltd /09 - R$ 6.990,57 Incrição N.29445/2009, /09 - R$ 5.064,16 Incrição N.30466/2009 Jodimr Fontes de Azevedo /09 - R$ 1.996,76 Incrição N.30461/2009 Luiz Fernndo Quinhones Rngel /09 - R$ 1.118,66 Incrição N.32498/2009 Mnoel Pedro de Almeid Couto /09 - R$ 3.7,05 Incrição N.31516/2009, /09 - R$ 1.315,04 Incrição N.31517/2009 Mrco Antonio d Gm Seixs Telles /09 - R$ 3.576,96 Incrição N.27218/2009, /09 - R$ 3.492,53 Incrição N.27219/2009 Muro Chves /09 - R$ 3.421,07 Incrição N.32496/2009 Mogem Progresso Ltd /09 - R$ 1.656,23 Incrição N.316/2009 Ronldo Gonçlves /09 - R$ 1.740,15 Incrição N.32465/2009 Sérgio Luiz Ferreir de Oliveir /09 - R$ 5.806,45 Incrição N.27650/2009, /09 - R$ 2.9,49 Incrição N.32483/2009 Silvio Romero Tinoco Lzroni /09 - R$ 2.436,06 Incrição N.26652/2009, /09 - R$ 2.623,61 Incrição N.26673/2009, /09 - R$ 3.265,99 Incrição N.27188/2009, /09 - R$ 1.980,85 Incrição N.27203/2009, /09 - R$ 466,56 Incrição N.27232/2009, /09 - R$ 2.623,61 Incrição N.27233/2009, /09 - R$ 1.988,13 Incrição N.27662/2009, /09 - R$ 1.922,34 Incrição N.27680/2009, /09 - R$ 2.361,25 Incrição N.27753/2009, /09 - R$ 1.557,83 Incrição N.27758/2009 Volt Grnde Minerção Ltd /09 - R$ 1.282,58 Incrição N.27999/2009, /09 - R$ 1.214,66 Incrição N.28716/2009 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS SUZANA MUINO GARCIA 13 o - D I S T R I TO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO 130/2009 Fse de Requerimento de Pesquis Indefere requerimento de pesquis por interferênci totl(121) /2009-CÉZAR AUGUSTO CAVALLI /2009-RIVADAVIA BUENO CARNEIRO /2009-PEDREIRA E MINERAÇÃO NOSSA SE- NHORA DA GUIA LTDA - ME Determin cumprimento de exigênci - Przo 60 dis(131) /2007-MAURÍLIO FRAZATTO-OF. N 1.234/ /2007-MAURÍLIO FRAZATTO-OF. N 1.234/ /2007-WALTER MARTINS DE OLIVEIRA AN- DREIS - ME-OF. N 1.231/ /2007-WALTER MARTINS DE OLIVEIRA AN- DREIS - ME-OF. N 1.231/ /2007-WALTER MARTINS DE OLIVEIRA AN- DREIS - ME-OF. N 1.231/ /2007-WALTER MARTINS DE OLIVEIRA AN- DREIS - ME-OF. N 1.231/ /2007-WALTER MARTINS DE OLIVEIRA AN- DREIS - ME-OF. N 1.231/ /2007-WALTER MARTINS DE OLIVEIRA AN- DREIS - ME-OF. N 1.231/ /2007-WALTER MARTINS DE OLIVEIRA AN- DREIS - ME-OF. N 1.231/ /2007-WALTER MARTINS DE OLIVEIRA AN- DREIS - ME-OF. N 1.231/ /2008-EXTRAÇÃO DE AREIA ZUCCHI LTDA.- OF. N 1.232/ /2008-EXTRAÇÃO DE AREIA ZUCCHI LTDA.- OF. N 1.232/ /2008-L. FRAZATTO & CIA. LTDA.-OF. N 1.233/ /2008-L. FRAZATTO & CIA. LTDA.-OF. N 1.233/2009 pelo código /2009-HELIO ADAMIO-OF. N 933/ /2009-ACO MINERAÇÃO LTDA.-OF. N 1.189/ /2009-PERIUS & BECKER-OF. N 1.227/ /2009-PEDREIRAS IAPÓ LTDA. EPP-OF. N 1.207/ /2009-RODOLFO WEIBER-OF. N 1.206/ /2009-JOÃO DOS SANTOS ANDRADE-OF. N 1.279/ /2009-MS MINÉRIOS DO BRASIL LTDA-OF. N 1.281/ /2009-AURÉLIO ANDRÉ BONATO-OF. N 1.283/2009 Fse de Autorizção de Pesquis Torn sem efeito Notificção Administrtiv I-TAH(154) 826.1/1997-LAÉRTES FRANCISCO PIANARO- NOT. N 833/2009 Determin cumprimento de exigênci - Przo 60 dis(250) /2001-EXCOPAR EXTRAÇÃO E COMÉRCIO DE PEDRAS E AREIA LTDA-OF. N 1.245/ /2001-GIUSEPPE NAPPA-OF. N 1.244/ /20-J.RUBENS BENICIO & CIA LTDA-OF. N 1.248/ /20-ALVES & BATEZATI LTDA-OF. N 1.249/ /2003-SILVIO ALBERTO DE GREGÓRIO-OF. N 1.246/ /2007-JOSE EDUARDO CARNEIRO-OF. N 1.250/2009 Aprov o reltório de Pesquis(317) /2001-PEDREIRA SANTIAGO LTDA-BASALTO /2005-EXCOLETTO COMÉRCIO DE AREIA LT- DA.-AREIA e ARGILA Fse de Disponibilidde Declr PRIORITÁRIO, pretendente d áre em disponibilidde pr pesquis(303) /2007-KATIBA FADEL Fse de Requerimento de Lvr Determin cumprimento de exigênci - Przo 60 dis(361) /2001-SOCIEDADE MAFRENSE DE ENGENHA- RIA LTDA.-OF. N 1.221/ /2001-MINERAÇÃO DE AREIA MALASSISE LT- DA - ME-OF. N 1.212/ /2001-AREIAL SCHEREMETA LTDA ME-OF. N 1.179/ /2001-MARIA FRANCISCA MACRI FLORENTI- NO-OF. N 1.230/ /2001-PEDREIRA GUARAVERA LTDA-OF. N 1.216/ /2004-RODRIGO LUIS HOBI-OF. N 1.172/2009 Prorrog przo pr cumprimento de exigênci(364) /20-BASALTO MINERAÇÃO LTDA-OF. N 1.046/ dis Determin cumprimento de exigênci - Przo 180 dis(54) /2001-SOCIEDADE MAFRENSE DE ENGENHA- RIA LTDA.-OF. N 1.222/ /2001-MINERAÇÃO DE AREIA MALASSISE LT- DA - ME-OF. N 1.213/ /2001-PEDREIRA GUARAVERA LTDA-OF. N 1.213/ /2005-CONSTRUTORA CASTILHO S A-OF. N 1.217/2009 Fse de Concessão de Lvr Determin cumprimento de exigênci - Przo 60 dis(470) /2001-PURA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ÁGUA MINERAL LTDA-OF. N 1.263/ /2001-ÁGUA MINERAL NATURALE LTDA-OF. N 1.264/2009 Fse de Licencimento Determin cumprimento de exigênci - Przo 30 dis(718) /2004-I.C.B. - INDUSTRIA CERÂMICA BONA LTDA ME-OF. N 1.184/ /2005-KLABIN SA-OF. N 1.191/ /2005-TADEU CIUS-OF. N 1.185/ /2007-MARKIANO SCHASTAI ME-OF. N 1.182/2009 RELAÇÃO 131/2009 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Declr nulidde do Alvrá de Pesquis-(TAH)/(6.50) Ademr Fistrol /07 Arujo & Cnesin Ltd /08 Brris & Brris Ltd me /08 Crlos Von Linsingen JR /07 Devnei Agostinho Rodrigues /08 Dirceu Firigolo /09 Jir Ferreir d Luz Firm Individul /08 Leny Sldnh Gomes d Cunh /06 Mrcelo de Crvlho Bodini /07 Nelson Corrê /08 Nelson Luiz Pereir Contini /07, /07, /07 Nov Ariquemes Minerção Estnifer Ltd /08, /08, /08, /08, /08, /08, /08, /08 so Woon Chor /08 Vldevino Generozo Lopes e CIA.LTDA. - M.E /07 FRANCISCO NAILOR CORAL SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL PORTARIA Nº 378, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL DO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril nº 425, de 8 de setembro de 2005, expedid com fundmento no disposto nos rts. 7º e 43 do Decreto-lei nº 227, de 28 de fevereiro de 1967, com redção dd pel Lei n 9.314, de 14 de novembro de 1996, e tendo em vist o que const do Processo DNPM nº /1979, resolve: Art. 1 Outorgr à PEDREIRA DOIS IRMÃOS LTDA, concessão pr lvrr GNAISSE, no(s) Município(s) de ILHÉUS/BA, num áre de 46,40h, delimitd por um polígono que tem seus vértices coincidentes com os pontos de coordends geodésics descritos seguir (Lt/Long): 14 47'23,628''S/39 03'57,961''W; 14 47'35,0''S/39 03'57,961''W; 14 47'43,800''S/39 03'57,961''W; 14 47'43,800''S/39 04'17,2''W; 14 47'37,293''S/39 04'17,2''W; 14 47'37,293''S/39 04'18,694''W; 14 47'35,666''S/39 04'18,694''W; 14 47'35,666''S/39 04'21,035''W; 14 47'34,039''S/39 04'21,035''W; 14 47'34,039''S/39 04'26,385''W; 14 47'31,761''S/39 04'26,385''W; 14 47'31,761''S/39 04'28,050''W; 14 47'26,879''S/39 04'28,050''W; 14 47'26,879''S/39 04'28,056''W; 14 47'23,628''S/39 04'28,056''W; 14 47'23,628''S/39 03'57,961''W; em SAD 69 e em coordends crtesins delimitd por um polígono que tem um vértice coincidente com o ponto de Coordends Geodésics: Lt '23,628''S e Long '57,961''W e os ldos prtir desse vértice, com os seguintes comprimentos e rumos verddeiros: 349,82m-S; 270,17m-S; 569,99m-W; 199,99m-N; 50,00m-W; 50,01m-N; 70,01m-W; 50,00m- N; 159,99m-W; 70,01m-N; 49,79m-W; 150,05m-N; 0,18m-W; 99,92m-N; 899,97m-E. Art. 2 Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. (Cód. 4.00) CLAUDIO SCLIAR 379, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL DO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril nº 425, de 8 de setembro de 2005, expedid com fundmento no disposto nos rts. 7º e 43 do Decreto-lei nº 227, de 28 de fevereiro de 1967, com redção dd pel Lei n 9.314, de 14 de novembro de 1996, e tendo em vist o que const do Processo DNPM nº /2001, resolve: Art. 1 Outorgr à RHF CONSULTORIA E COMÉRCIO DE SUBSTÂNCIAS MINERAIS LTDA, concessão pr lvrr MI- NÉRIO DE SILÍCIO, no(s) Município(s) de INHAÚMA/MG, num áre de 62,72h, delimitd por um polígono que tem seus vértices coincidentes com os pontos de coordends geodésics descritos seguir (Lt/Long): 19 35'06,500''S/44 24'12,200''W; 19 35'06,500''S/44 24'17,154''W; 19 35'06,126''S/44 24'17,154''W; 19 35'06,126''S/44 24'15,714''W; 19 34'54,487''S/44 24'15,714''W; 19 34'54,487''S/44 24'09,538''W; 19 34'34,975''S/44 24'09,538''W; 19 34'34,975''S/44 24'19,831''W; 19 35'06,126''S/44 24'19,831''W; 19 35'06,126''S/44 24'17,157''W; 19 35'06,500''S/44 24'17,157''W; 19 35'06,500''S/44 24'22,518''W; 19 34'32,331''S/44 24'22,518''W; 19 34'32,331''S/44 24',811''W; 19 34',777''S/44 24',811''W; 19 34',777''S/44 24'07,946''W; 19 34'01,541''S/44 24'07,946''W; 19 34'01,541''S/44 24',251''W; 19 34'00,045''S/44 24',251''W; 19 34'00,045''S/44 23'58,477''W; 19 34'39,229''S/44 23'58,477''W; 19 34'39,229''S/44 24'05,339''W; 19 34'54,608''S/44 24'05,339''W; 19 34'54,608''S/44 24'06,612''W; 19 34'57,6''S/44 24'06,612''W; 19 34'57,6''S/44 24'12,200''W; 19 35'06,500''S/44 24'12,200''W; em SAD 69 e em coordends crtesins delimitd por um polígono que tem um vértice coincidente com o ponto de Coordends Geodésics: Lt '06,500''S e Long '12,200''W e os ldos prtir desse vértice, com os seguintes comprimentos e rumos verddeiros: 144,4m-W; 11,5m-N; 42,0m-E; 357,9m-N; 180,0m-E; 600,0m-N; 300,0m-W; 957,9m-S; 77,9m-E; 11,5m-S; 156,2m-W; 50,7m-N; 341,2m-E; 908,8m-N; 83,5m-E; 38,0m-N; 166,0m-E;

85 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN ,0m-N; 1,0m-E; 1204,9m-S; 200,0m-W; 472,9m-S; 37,1m-W; 76,8m-S; 162,9m-W; 288,9m-S. Art. 2 Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. (Cód. 4.00) CLAUDIO SCLIAR 380, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL DO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril nº 425, de 8 de setembro de 2005, expedid com fundmento no disposto nos rts. 7º e 43 do Decreto-lei nº 227, de 28 de fevereiro de 1967, com redção dd pel Lei n 9.314, de 14 de novembro de 1996, e tendo em vist o que const do Processo DNPM nº /1992, resolve: Art. 1 Fic retificd concessão de lvr de GRANITO outorgd pel Portri nº 85, de 09/06/2003, publicd no D.O.U. de /06/2003, de que é titulr MINERAÇÃO GUIDONI LTDA., (Processo DNPM nº 8958/1992) tendo em vist o desmembrmento que trt o processo DNPM nº /2005, pssndo áre remnescente ter seguinte descrição: um áre de 220,55h, no(s) Município(s) de BARRA DE SÃO FRANCISCO/ES, NOVA VENÉ- CIA/ES, delimitd por um polígono que tem seus vértices coincidentes com os pontos de coordends geodésics descritos seguir (Lt/Long): 18 45'48,589''S/40 44'37,074''W; 18 46'25,731''S/40 44'37,074''W; 18 46'25,731''S/40 44'39,703''W; 18 46'52,563''S/40 44'39,703''W; 18 46'52,563''S/40 44'42,844''W; 18 46'53,636''S/40 44'42,844''W; 18 46'53,635''S/40 45'09,000''W; 18 45'31,091''S/40 45'08,997''W; 18 45'31,091''S/40 45',869''W; 18 45'55,418''S/40 45',869''W; 18 45'55,418''S/40 44'57,235''W; 18 45'52,881''S/40 44'57,235''W; 18 45'52,881''S/40 44'55,767''W; 18 45'50,7''S/40 44'55,767''W; 18 45'50,7''S/40 44'54,196''W; 18 45'48,295''S/40 44'54,196''W; 18 45'48,295''S/40 44'52,489''W; 18 45'45,986''S/40 44'52,489''W; 18 45'45,986''S/40 44'49,587''W; 18 45'44,132''S/40 44'49,587''W; 18 45'44,132''S/40 44'47,6''W; 18 45'42,408''S/40 44'47,6''W; 18 45'42,408''S/40 44'44,499''W; 18 45'40,001''S/40 44'44,499''W; 18 45'40,000''S/40 44'41,870''W; 18 45'31,091''S/40 44'41,871''W; 18 45'31,091''S/40 44'22,871''W; 18 45'48,589''S/40 44'22,871''W; 18 45'48,589''S/40 44'37,074''W; em SAD 69 e em coordends crtesins delimitd por um polígono que tem um vértice coincidente com o ponto de Coordends Geodésics: Lt '48,589''S e Long '37,074''W e os ldos prtir desse vértice, com os seguintes comprimentos e rumos verddeiros: 1142,0m-S; 77,0m-W; 825,0m-S; 92,0m-W; 33,0m-S; 766,0m-W; 2538,0m-N; 179,5m-E; 748,0m-S; 165,0m-E; 78,0m-N; 43,0m-E; 67,0m-N; 46,0m-E; 74,0m-N; 50,0m-E; 71,0m-N; 85,0m-E; 57,0m-N; 75,0m-E; 53,0m-N; 74,0m-E; 74,0m-N; 77,0m-E; 273,9m- N; 556,5m-E; 538,0m-S; 416,0m-W. Art. 2 Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. (Cód. 5.06) CLAUDIO SCLIAR 381, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL DO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril nº 425, de 8 de setembro de 2005, expedid com fundmento no disposto nos rts. 7º e 43 do Decreto-lei nº 227, de 28 de fevereiro de 1967, com redção dd pel Lei n 9.314, de 14 de novembro de 1996, e tendo em vist o que const do Processo DNPM nº /2005, resolve: Art. 1 Outorgr à MINERAÇÃO PANCIERI LTDA, concessão pr lvrr GRANITO, no(s) Município(s) de BARRA DE SÃO FRANCISCO/ES, NOVA VENÉCIA/ES, num áre de 32,23h, delimitd por um polígono que tem seus vértices coincidentes com os pontos de coordends geodésics descritos seguir (Lt/Long): 18 45'31,091''S/40 45',869''W; 18 45'55,418''S/40 45',869''W; 18 45'55,418''S/40 44'57,235''W; 18 45'52,881''S/40 44'57,235''W; 18 45'52,881''S/40 44'55,767''W; 18 45'50,7''S/40 44'55,767''W; 18 45'50,7''S/40 44'54,196''W; 18 45'48,295''S/40 44'54,196''W; 18 45'48,295''S/40 44'52,489''W; 18 45'45,986''S/40 44'52,489''W; 18 45'45,986''S/40 44'49,587''W; 18 45'44,132''S/40 44'49,587''W; 18 45'44,132''S/40 44'47,6''W; 18 45'42,408''S/40 44'47,6''W; 18 45'42,408''S/40 44'44,499''W; 18 45'40,001''S/40 44'44,499''W; 18 45'40,000''S/40 44'41,870''W; 18 45'31,091''S/40 44'41,871''W; 18 45'31,091''S/40 45',869''W; em SAD 69 e em coordends crtesins delimitd por um polígono que tem um vértice coincidente com o ponto de Coordends Geodésics: Lt '31,091''S e Long ',869''W e os ldos prtir desse vértice, com os seguintes comprimentos e rumos verddeiros: 748,0m-S; 165,0m-E; 78,0m-N; 43,0m-E; 67,0m-N; 46,0m-E; 74,0m-N; 50,0m-E; 71,0m-N; 85,0m-E; 57,0m-N; 75,0m-E; 53,0m-N; 74,0m-E; 74,0m-N; 77,0m-E; 274,0m-N; 615,0m-W, qul foi cedid do Requerimento de Concessão de Lvr referente o processo DNPM nº /1992. Art. 2 Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. (Cód. 5.57) EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL CLAUDIO SCLIAR pelo código Ministério do Desenvolvimento Agrário Ministério do Desenvolvimento Socil e. Combte à Fome INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO ESTADO DE GOIÁS 54, DE 22 DE OUTUBRO DE 2009 O SUPERINTENDENTE REGIONAL DO INCRA NO ES- TADO DE GOIÁS - SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Art. 19 d Estrutur Regimentl, provd pelo Decreto no 6.812, de 3 de bril de 2009, e tendo em vist competênci conferid pelo inciso XVI do Art. 132, do Regimento Interno do INCRA, provdo pel Portri MDA/Nº 20/2009; e, Considerndo decisão constnte d At d Reunião relizd no di 30/09/2009 e os Termos d RESOLUÇÃO/CDR/SR-04/ no 011/2009 do Comitê de Decisão Regionl - CDR d Superintendênci Regionl de Goiás, que utorizou quisição do imóvel rurl denomindo "Fzend Morrinhos/Três Eles/Dos Meninos", com áre registrd de 7.883,7000 hectres e georreferencid e vlid de 7.557,1142 hectres, situdo no Município de Cipôni, Estdo de Goiás, cdstrdo no INCRA sob o no , pr fins de ssentmento de trblhdores ruris, de cordo com s mets estbelecids no Progrm de Reform Agrári, pelo vlor de R$ ,35, sendo R$ ,99 em títulos d dívid grári pr indenizção d terr nu, já descontdo o vlor do pssivo mbientl de R$ ,54 e R$ ,36, em moed corrente pr indenizção ds benfeitoris, resolve: Art. 1o Adquirir o imóvel rurl denomindo "Fzend Morrinhos/Três Eles/Dos Meninos", situdo no Município de Cipôni, Estdo de Goiás, devidmente Registrdo ns Mtrículs nos 9.044/R-, Livro 2-AQ, Fls. 54, 8.797/R-09, Livro 2-B1, Fls 157, /R-03, Livro 2-G1, Fls. 41v e 9.613, Livro 2-AS, Fls. 255, do Crtório de Registro de Imóveis d Comrc de Cipôni, Estdo de Goiás, com áre totl Registrd de 7.883,7000 hectres e georreferencid de 7.557,1142 hectres, cdstrdo no INCRA sob o nº , limitndo-se o Norte com Gilberto José Escobos Prron, Jocelino A. dos Sntos; José Politi, Orlndo Luiz Leite, Brz de Andrde, José Antônio e Estevão de Tl; o Sul com Gerson Hideo Wone, Roberto Gouvei, Crlos Cmpos, Rio Cipó, Améli Mrques F. dos Sntos e Anísio Divino Peixoto; Leste com Terrs de Wolcer Mi, Vldir Leite Peixoto e Rio Cipó e Oeste com Terrs de Joquim Fustino Leite e Jocelino A. dos Sntos, pelo vlor de R$ ,35 (vinte milhões, qutrocentos e setent e sete mil, quinhentos e doze reis e trint e cinco centvos), sendo R$ ,99 (dezesseis milhões, setecentos e vinte e dois mil, novecentos e qurent e três reis e novent e nove centvos) pr indenizção d terr nu, já descontdo o vlor do pssivo mbientl de R$ ,54 (qutrocentos e vinte e oito mil, seiscentos e qutorze reis e cinquent e qutro centvos) pr indenizção d terr nu, que deverão ser convertidos em Títulos d Dívid Agrári - TDA's, n dt d emissão respectiv, com przo de resgte de 05 (cinco) nos, nomintivos José Ricrdo Rezek, portdor do CIC/MF no e R$ ,36 (três milhões, setecentos e cinquent e qutro mil, quinhentos e sessent e oito reis e trint e seis centvos) pr indenizção ds benfeitoris, Todvi, preliminrmente, ntes lvrtur d escritur respectiv, deverá ser tendids tods s recomendções constntes no DESPA- CHO/AGU/PGF/PFE/INCRA/GO/nº 301, notdmente com questão d licenç prévi, bem como liberção dos ônus inscritos às mrgens ds Mtrículs e , devendo Divisão de Obtenção oficir o Crtório Distribuidor d Comrc de domicílio dos vendedores, bem como comunicr PGFN, pr se perquirir sobre solvênci dos vendedores. Deve ind constr dos utos o editl de chmmento e seleção de áre, bem como mnifestção d PGE, sobre o destque do ptrimônio público; Art. 2o Solicitr às Diretoris de Obtenção de Terrs e Implntção de Projetos de Assentmento - DT e de Gestão Administrtiv - DA que dotem s providêncis necessáris o lnçmento dos Títulos d Dívid Agrári - TDA, n form previst no Art. 1o; Art. 3o Determinr que quisição se opere livre e desembrçd de quisquer ônus e/ou grvmes, inclusive, com prévi comprovção de quitção do Imposto sobre Propriedde Territoril Rurl - ITR, reltivo os 05 (cinco) últimos exercícios, inclusive o tul, conforme previsto no rt. 21, d Lei no 9.393, de 19 de dezembro de 1996, bem como Tx de Serviços Cdstris - CCIR e ind, fzer constr d escritur públic de compr e vend que cbe o promitente vendedor responsbilidde totl qunto o pgmento dos encrgos e obrigções trblhists decorrentes de eventuis vínculos empregtícios mntidos com os empregdos que trblhm ou tenhm trblhdo no imóvel sob quisição ou outrs reclmções de terceiros, incluindo quels reltivs indenizções por benfeitoris; Art.4o Condicionr liberção dos recursos finnceiros pr o pgmento do imóvel, o seu registro, em nome do INCRA, no competente Crtório de Registro de Imóveis; Art. 5o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. EMIVAL LOPES. CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO 93, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CNAS no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 18 d Lei n.º de 7 de dezembro de 1993, e CONSIDERANDO os 2º e 3º, rt. 50 d Resolução n.º 53 de 31 de julho de 2008, publicd no DOU 12/8/2008, que prov o Novo Regimento Interno do CNAS, resolve: Art. 1º. Autorizr emissão d 2ª vi do Atestdo de Registro e/ou Certificdo referentes os processos ds seguintes entiddes bixo relcionds: 1) Processo n.º / Associção de Pis e Amigos dos Excepcionis de Lençóis Pulist - APAE de Lençóis Pulist - Lençóis Pulist/SP - CNPJ: / Assunto: 2ª Vi do Certificdo de Renovção - Motivo: erro mteril n dt de vlidde. 2) Processo n / Lr dos Idosos Antonio Frederico Oznn - Pompéi/SP - CNPJ: / Assunto: 2ª Vi do Certificdo de Renovção - Motivo: erro mteril n dt de vlidde. 3) / Associção Frnciscn de Assistênci à Súde - SEFAS - Snt Mri/RS - CNPJ: / Assunto: 2ª Vi do Certificdo de Renovção - Motivo: erro mteril n dt de vlidde. 4) / Associção Beneficente de Pulo de Fri - Cs d Crinç - Pulo de Fri/SP - CNPJ: / Assunto: 2ª Vi do Certificdo de Renovção - Motivo: erro mteril n dt de vlidde. 5) / Associção Beneficente Jesus, José e Mri - Gurulhos/SP - CNPJ: / Assunto: 2ª vi do Certificdo de Renovção - Motivo: erro mteril n dt de vlidde. 6) Processo n / Associção dos Deficientes Visuis do Prná - Curitib/PR - CNPJ: / Assunto: 2ª Vi do Atestdo de Registro - Motivo: furto. 7) Processo n / Associção Comunitári de Súde - Sobrdinho/DF - CNPJ: / Assunto: 2ª Vi do Certificdo de Renovção - Motivo: extrvio. 8) / Centro de Convivênci Infntil - Mrcely Mrtinelli Cerquetni - Tmbú/SP - CNPJ: / Assunto: 2ª Vi do Atestdo de Registro - Motivo: extrvio. 9) / Associção de Pis e Amigos dos Excepcionis de Juzeiro - Juzeiro/BA - CNPJ: / Assunto: 2ª vi do Recdstrmento - Motivo: extrvio. ) / Associção de Cegos Louis Brille - Porto Alegre - CNPJ: / Assunto: 2ª Vi do Certificdo de Renovção - Motivo: extrvio. 11) / Centro Educcionl Socil e Culturl - Recife/PE - CNPJ: / Assunto: 2ª Vi do Atestdo de Registro - Motivo: extrvio e mudnç d rzão socil. 12) / Associção e Centro de Educção Infntil Mri Dolores - Slvdor/BA - CNPJ: / Assunto: 2ª Vi do Atestdo de Registro - Motivo: mudnç d rzão socil. Art. 2º. Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. MARCIA MARIA BIONDI PINHEIRO Presidente do Conselho SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL RETIFICAÇÃO N Resolução n o - 37, de 9 de novembro de 2009, publicdo no Diário Oficil d União no di de novembro de 2009, Seção 1, págin 90, onde se lê: " 1º O Convenente poderá, desde que o pleito sej nlisdo e utorizdo pel SESAN, formlizr relção contrtul com ssocições e coopertivs de gricultores fmilires portdors de DAP Jurídic pr que ests contrtem s beneficidors de leite, desde que obedecids às demis norms do PAA-Leite".", lei-se: "" 1º O Convenente poderá, desde que o pleito sej nlisdo e utorizdo pel SESAN, formlizr prceri com ssocições e coopertivs de gricultores fmilires portdors de DAP Jurídic pr que ests vibilizem execução do Progrm, desde que obedecids às demis norms do PAA-Leite"

86 86 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 Ministério do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior. SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SUFRAMA RESOLUÇÕES DE 5 DE NOVEMBRO DE 2009 O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SUFRAMA, n su 241ª Reunião Ordinári, relizd em 05 de novembro de 2009, n cidde de Mnus/AM, provou s seguintes Resoluções: N.º 240/09 - Art. 1º AUTORIZAR Escritur de Compr e Vend do lote 1.64-A1, com áre de ,76 m², loclizd n Av. Governdor Dnilo de Mtos Areos, s/nº - Distrito Industril Mrechl Cstello Brnco em nome d FUNDAÇÃO AMAZÔNICA DE AM- PARO A PESQUISA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO DESEMBARGADOR PAULO DOS ANJOS FEITOZA; N.º 241/09 - Artigo 1º - AUTORIZAR Superintendênci d Zon Frnc de Mnus - SUFRAMA outorgr Escritur de Compr e Vend do lote nº , medindo ,83 m², loclizdo n Ru Licuri, s/nº - Expnsão do Distrito Industril Mrechl Cstello Brnco, em nome d empres ALFA COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA; N.º 242/09 - Art. 1º HOMOLOGAR, com bse no Art. 6º, d Resolução n.º 192, de 27 de junho de 20, os resultdos reltivos o cumprimento dos investimentos em Pesquis e Desenvolvimento no 1º semestre do no clendário 2009, decorrente d dispens de etps de industrilizção do Processo Produtivo Básico - PPB, pr linh de produção CINESCÓPIO PARA RECEPTORES DE TELEVISÃO EM CORES COM OU SEM BOBINA DE DEFLEXÃO E DIS- POSITIVO DE COVERGÊNCIA ACOPLADOS, Código Sufrm 9, conforme previsto n líne "b" do inciso II do rt. 2º d Portri Interministeril nº. 088, de 7 de bril de 2009, d empres SAMSUG SDI BRASIL LTDA., deferido pel Superintendente d SUFRAMA, em conformidde com o Precer Técnico n.º 085/2009- SAP/CGTEC/COART; N.º 243/09 - Art. 1º - AUTORIZAR Rerrtificção d Escritur de Compr e Vend do lote 1.6/2, com o créscimo de áre de 284,35 m², resultndo um áre totl de 4.171,80 m², loclizd n Av. Generl Rodrigo Otvio, nº Distrito Industril Mrechl Cstello Brnco em nome d ALG DE- RIVADOS DE PETRÓLEO; Nº. 244/09 - Art.1º- AUTORIZAR empres UNICOBA DA AMAZÔNIA LTDA. relizr operção imobiliário-finnceir denomind "Sle Lese Bck", com o lote registrdo sob nº no 4º Crtório de Registro de Imóveis de Mnus, loclizdo n Ru Plmeir do Meriti, nº Expnsão do Distrito Industril, objetivndo o levntmento de recursos finnceiros necessários à su liquidez e demis condições que estbelece; N.º 245/09 - Art 1. AUTORIZAR Superintendênci d Zon Frnc de Mnus - SUFRAMA proceder correção d áre do lote nº 3.0/D, considerndo que n ocsião d trnscrição do vlor constnte do levntmento topográfico pr o precer técnico, foi informd um áre de 22.2,517 m², cuj dimensão rel e corret é de 22.5,517 m², mntendo utorizção pr outorg d Escritur de Compr e Vend do lote loclizdo n Avenid Buriti, s/n - Distrito Industril Mrechl Cstello Brnco, em nome d FLEX IMPORTAÇÃO, EXPORTAÇÃO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MÁQUINAS E MOTORES LTDA.,constnte dos termos d Resolução nº 191, de 23 de setembro de 2009, do Conselho de Administrção d SUFRAMA; N.º 246/09 - Art. 1º AUTORIZAR trnsferênci ds linhs dos produtos MOTOCICLETAS ATÉ 0 CM³ - Código Sufrm 0001 e MOTOCICLETA ACIMA DE 0 CM³ ATÉ 450 CM³ - Código Sufrm 00, provdos pel Portri n 0049, de 30/01/ Implntção, e MOTOCICLETA ACIMA DE 450 CM³ - Código Sufrm 0003, MOTONETA ACIMA DE 0 CM³ ATÉ 450 CM³ - Código Sufrm 0007 e MOTONETA ELÉ- TRICA - Código Sufrm 1704, provdos pel Resolução nº 159, de 30/07/2009, em nome d empres CR ZONGSHEN DO BRASIL S/A., com inscrição Sufrm e CNPJ / pr KASINSKI FABRICADORA DE VEÍCULOS LTDA., com inscrição Sufrm e CNPJ nº / e demis condições que estbelece; N.º 247/09 - Art. 1º APROVAR o empreendimento gropecuário de interesse de JOSÉ WELLINGTON QUEIROZ LIMA em um áre de 25,7496 hectres pr implntção de um projeto de 0,5 h de vicultur (nulmente prtir do 3º no), 2 h de bnn e 1,5 h de limão, ser implntdo num przo de cinco nos, conforme Processo N.º / e demis condições que estbelece; N.º 248/09 - Art. 1º RETIFICAR áre de 26,1742 hectres pr 24,113 hectres, do empreendimento gropecuário de LISDOR LOPES DE ALENCAR, loclizdo no Distrito Agropecuário d SUFRAMA; Art. 2º APROVAR o Cronogrm Físico de Atulizção de Aproveitmento de Áre Requerid de interesse de LISDOR LOPES DE ALENCAR pr o lote de terrs com áre de 24,113 hectres e demis condições que estbelece; N.º 249/09 - Art. 1º APROVAR o Cronogrm Físico de Aproveitmento de Áre Ocupd de interesse de RAIMUNDA LIRA DE OLIVEI- RA, pr regulrizção de um áre de 27,18 hectres, loclizd n mrgem esquerd d Estrd Vicinl ZF-7B, km - 3,75, conforme Processo N.º /99 e demis condições que estbelece; N.º 250/09 - Art. 1º AUTORIZAR trnsferênci do empreendimento de interesse de Nelson Aniceto Fonsec Rodrigues, em um lote de terrs de 24,7834 hectres loclizdo n estrd vicinl ZF - 7B, Distrito Agropecuário d SUFRAMA, pr Jorge Keniti Nito; N.º 251/09 - Art. 1º TORNAR SEM EFEITO Resolução n.º 131/2005, que provou o projeto gropecuário de interesse de MARCUS VINÍCIUS BOTELHO FILHO e utorizou SUFRAMA lienr um áre de 25,7449 hectres, contid no Distrito Agropecuário, em nome do COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS pelo código interessdo, bem como distrtr o Termo de Reserv de Áre de n.º 4/2004, firmdo em 1º de fevereiro de 2005 e demis condições que estbelece; N.º 252/09 - Art. 1º RETIFICAR áre de 6,5985 hectres provd trvés d Resolução nº 218/2001 pr 7,7913 hectres; Art. 2º APROVAR o projeto de tulizção do empreendimento gropecuário de interesse de MARIA GRACINETE GO- MES PASSOS, em um áre de 7,7913 hectres, qul encontr-se explord com 5,1 h de grm, 0,9 h de plmeir/leque/requinh e 0,5 h de infrestrutur, conforme Processo N.º /2000 e demis condições que estbelece; N.º 253/09 - Art. 1º APROVAR o Cronogrm Físico de Aproveitmento de Áre Ocupd do empreendimento gropecuário de interesse de ANTONIA MARQUES DA CRUZ, em um áre de 4,2913 hectres pr regulrizção de um lote que se encontr explordo com 2 h de fruts diverss e infrestrutur, conforme Processo N.º / e demis condições que estbelece; N.º 254/09 - Art. 1º APROVAR o Cronogrm Físico de Aproveitmento de Áre Ocupd do empreendimento gropecuário de interesse de JOSÉ FERREIRA DA SILVA JUNIOR, em um áre de 0,7529 hectre pr regulrizção de um lote que se encontr explordo com 0,5 h de fruts diverss e infrestrutur, conforme Processo N.º / e demis condições que estbelece; N.º 255/09 - Art. 1º APROVAR o Cronogrm Físico de Aproveitmento de Áre Ocupd do empreendimento gropecuário de interesse de MARIA MARLUCE ARAÚJO VANDERLEY, em um áre de 0,9532 hectre pr regulrizção de um lote que se encontr explordo com 0,6 h de fruts diverss e 0,3 h de coco, lém de infrestrutur entre s tividdes grícols, conforme Processo N.º / e demis condições que estbelece; N.º 256/09 - Art. 1º APROVAR o Cronogrm Físico de Aproveitmento de Áre Ocupd do empreendimento gropecuário de interesse de VALDEMARINA LIMA RODRIGUES, em um áre de 1,0885 hectre pr regulrizção de um lote que se encontr explordo com 1 hectre desmtdo e ocupdo com 0,3 h de coco (consorcido com grm), 0,5 h de mrcujá, 0,1 h de culturs diverss e 0,1 h de limão (consorcido com grm), com um totl de 0,4 h de grm entre os plntios de limão e coco, lém d infrestrutur entre os plntios, conforme Processo N.º / e demis condições que estbelece; N.º 257/09 - Art. 1º RETIFICAR áre de 3,6204 hectres provd trvés d Resolução de N.º 248/2006 pr 3,4795 hectres, loclizd n Áre de Expnsão do Distrito Industril; N.º 258/09 - Art. 1º AUTORIZAR trnsferênci de um empreendimento gropecuário de interesse de ELINA BATISTA DA SILVA, em um lote de terrs com 3,304 hectres, loclizdo n mrgem esquerd do rml 7, Áre de Expnsão do Distrito Industril d SUFRAMA, pr FRANCISCA BARROSO DA SILVA ARTICLINO, conforme Processo n.º / e demis condições que estbelece; Nº 259/09 - Art. 1º APROVAR o projeto industril de ATUALI- ZAÇÃO d empres AROSUCO AROMAS E SUCOS LTDA., n Zon Frnc de Mnus, n form do Precer Técnico de Projeto N.º 164/2009-SPR/CGPRI/COAPI pr produção de CONCENTRADO, BASE E EDULCORANTE PARA BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS, pr o gozo dos incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decretolei n 288, de 28 de fevereiro de 1967 e legislção posterior e demis condições que estbelece; N.º 260/09 - Art. 1º APROVAR o projeto industril de ATUALIZAÇÃO/AMPLIAÇÃO d empres AROSU- CO AROMAS E SUCOS LTDA., n Zon Frnc de Mnus, n form do Precer Técnico de Projeto N.º 173/2009-SPR/CG- PRI/COAPI pr produção de OBRAS DE FERRO AÇO (PEÇAS ESTAMPADAS E/OU FORJADAS E/OU SOLDADAS), pr o gozo dos incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 1967 e legislção posterior e demis condições que estbelece; N.º 261/09 - Art. 1º APROVAR o projeto industril de DIVERSIFICAÇÃO d empres ECOPACK INDÚSTRIA DE COM- PONENTES LTDA., n Zon Frnc de Mnus, n form do Precer Técnico de Projeto N.º 171/2009-SPR/CGPRI/COAPI, pr produção de MICROCOMPUTADOR PORTÁTIL, pr o gozo dos incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 1967 e legislção posterior e demis condições que estbelece; N.º 262/09 - Art. 1º APROVAR o projeto industril de ATUALIZA- ÇÃO/AMPLIAÇÃO d empres FITAS FLAX DA AMAZÔNIA LT- DA., n Zon Frnc de Mnus, n form do Precer Técnico de Projeto N.º 165/2009-SPR/CGPRI/COAPI pr produção de CHAPA, FOLHA, TIRA, FITA, PELÍCULA DE PLÁSTICO (EXCETO A DE POLIESTIRENO EXPANSÍVEL E A AUTO-ADESIVA), pr o gozo dos incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 1967 e legislção posterior e demis condições que estbelece; N.º 263/09 - Art. 1º APROVAR o projeto industril de ATUALIZAÇÃO d empres CERAS JOHNSON LTDA, n Zon Frnc de Mnus, n form do Precer Técnico de Projeto N.º 168/2009-SPR/CGPRI/COAPI pr produção de DETERGENTE, pr o gozo dos incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 1967 e legislção posterior e demis condições que estbelece; N.º 264/09 - Art. 1º APROVAR o projeto industril de DIVERSIFICAÇÃO d empres COMPANHIA BRA- SILEIRA DE TECNOLOGIA DIGITAL, n Zon Frnc de Mnus, n form do Precer Técnico de Projeto N.º 172/2009-SPR/CG- PRI/COAPI, pr produção de TELEFONE CELULAR DIGITAL COMBINADO OU NÃO COM OUTRAS TECNOLOGIAS e DI- GITAL VIDEO DISC - DVD PLAYER BLU RAY, pr o gozo dos incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 1967 e legislção posterior e demis condições que estbelece; N.º 265/09 - Art. 1º APROVAR o projeto industril de DIVERSIFICAÇÃO d empres LOCOMOTIVA DA AMAZÔNIA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE TÊXTEIS INDUSTRIAIS LTDA., n Zon Frnc de Mnus, n form do Precer Técnico de Projeto N.º 183/2009-SPR/CGPRI/COAPI pr produção de TECIDO DE FIBRA SINTÉTICA ARTIFICIAL, pr o gozo dos incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 1967 e legislção posterior e demis condições que estbelece; N.º 266/09 - Art. 1º APROVAR o projeto industril de AMPLIA- ÇÃO/ATUALIZAÇÃO d empres PHILIPS DA AMAZÔNIA IN- DÚSTRIA ELETRÔNICA LTDA., n Zon Frnc de Mnus, n form do Precer Técnico de Projeto nº 182/2009-SPR/CGPRI/COA- PI, pr produção de AUTO-RÁDIO COM DVD, pr o gozo dos incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decreto-Lei n 288, de 28 de fevereiro de 1967 e legislção posterior e demis condições que estbelece; N.º 267/09 - Art. 1º APROVAR o projeto industril de ATUALIZAÇÃO/AMPLIAÇÃO d EMPRESA INDUSTRIAL DE JUTA S/A. n Zon Frnc de Mnus, n form do Precer Técnico de Projeto N.º 174/2009-SPR/CGPRI/COAPI, pr produção de TE- CIDO DE FIBRA DE JUTA, FIO DE FIBRA DE JUTA e SACO DE FIBRA DE JUTA pr o gozo dos incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 1967 e legislção posterior e demis condições que estbelece; N.º 268/09 - Art. 1º APROVAR o projeto industril de DIVERSIFICAÇÃO d empres VISTEON AMAZONAS LTDA., n Zon Frnc de Mnus, n form do Precer Técnico de Projeto N.º 177/2009-SPR/CG- PRI/COAPI, pr produção de SENSOR DO NÍVEL DE COMBUS- TÍVEL PARA CICLOMOTORES, MOTONETAS, MOTOCICLE- TAS, TRICICLOS E QUADRICICLOS, pr o gozo dos incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 1967 e legislção posterior e demis condições que estbelece; N.º 269/09 - Art. 1º APROVAR o projeto técnico-econômico de IM- PLANTAÇÃO d empres BWC ASSESSORIA E EMPREENDI- MENTOS LTDA., n Zon Frnc de Mnus, n form do Precer Técnico de Análise n.º 126/2009-SPR/CGPRI/COAPI, pr prestção de serviços de RECAPEAMENTO ASFÁLTICO, hbilitndo- pleiter áre no Distrito Industril Mrechl Cstello Brnco e demis condições que estbelece.. FLÁVIA SKROBOT BARBOSA GROSSO Superintendente Ministério do Meio Ambiente AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS RESOLUÇÃO 832, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O DIRETOR-PRESIDENTE DA AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS - ANA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 63, III, do Regimento Interno, provdo pel Resolução nº 567, de 17 de gosto de 2009, torn público que DIRETORIA COLEGIADA, em su 339ª Reunião Ordinári, relizd em de 09 de novembro de 2009, considerndo o disposto nos rts. 3º, prágrfo único, e 12, I e II, d Lei nº 9.984, de 17 de julho de 2000, no rt. 2º d Resolução nº 50, de de mrço de 2008, publicd no Diário Oficil d União de 11 de bril de 2008, e o que const no Processo nº / , resolveu: PRORROGAR té o di 31 de julho de 20 o przo de vigênci de funcionmento d Unidde Administrtiv Regionl - UAR, loclizd n cidde de Mceió, no Estdo de Algos, pr tução em tod áre de brngênci do Comitê d Bci Hidrográfic do Rio São Frncisco - CBHSF.. JOSÉ MACHADO Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão GABINETE DO MINISTRO 392, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, OR- ÇAMENTO E GESTÃO, tendo em vist o disposto no rt. 8 o, inciso II, e prágrfo único, do Decreto n o 6.752, de 28 de jneiro de 2009, resolve: Art. 1º Remnejr os limites de movimentção e empenho de que trtm os Anexos I e II d Portri Interministeril MP/MF nº 64, de 30 de mrço de 2009, n form dos Anexos I, II e III dest Portri. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. PAULO BERNARDO SILVA

87 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN REDUÇÃO DOS LIMITES DE MOVIMENTAÇÃO E EMPENHO (DETALHAMENTO CONSTANTE DO DA PORTARIA INTERMINISTERIAL MP/MF N o 64, DE 30 DE MARÇO DE 2009) R$ Mil Disponível Órgão e/ou Uniddes Orçmentáris Custeio Investimento + Inversão Finnceir To t l N88 08 ADEQUACAO DE TRAVESSIA URBANA - NO MUNICIPIO DE ITABAIANA - NA BR NO ESTADO DE SERGIPE - NO ESTADO DE SERGIPE F VETOR LOGISTICO CENTRO-SUDESTE P R O J E TO S Advocci-Gerl d União Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão Totl Fontes: 0, 111, 113, 115, 118, 120, 127, 129, 130, 131, 132, 133, 134, 135, 139, 140, 141, 142, 144, 148, 149, 151, 153, 155, 157, 158, 159, 162, 164, 166, 172, 174, 175, 176, 180, 249, 280, 293, e sus correspondentes, resultntes d incorporção de sldos de exercícios nteriores. I ACRÉSCIMO DOS LIMITES DE MOVIMENTAÇÃO E EMPENHO (DETALHAMENTO CONSTANTE DO DA PORTARIA INTERMINISTERIAL MP/MF N o 64, DE 30 DE MARÇO DE 2009) R$ Mil Disponível Órgão e/ou Uniddes Orçmentáris Custeio Investimento + Inversão Finnceir To t l Advocci-Gerl d União Totl Fontes: 0, 111, 113, 115, 118, 120, 127, 129, 130, 131, 132, 133, 134, 135, 139, 140, 141, 142, 144, 148, 149, 151, 153, 155, 157, 158, 159, 162, 164, 166, 172, 174, 175, 176, 180, 249, 280, 293, e sus correspondentes, resultntes d incorporção de sldos de exercícios nteriores. II ACRÉSCIMO DOS LIMITES DE MOVIMENTAÇÃO E EMPENHO (DETALHAMENTO CONSTANTE DO I DA PORTARIA INTERMINISTERIAL MP/MF N o 64, DE 30 DE MARÇO DE 2009) R$ Mil Disponível Órgão e/ou Uniddes Orçmentáris Custeio Investimento + Inversão Finnceir To t l Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão Totl Fontes: 150, 250, e sus correspondentes, resultntes d incorporção de sldos de exercícios nteriores. SECRETARIA DE ORÇAMENTO FEDERAL 65, DE DE NOVEMBRO DE 2009 A SECRETÁRIA DE ORÇAMENTO FEDERAL, tendo em vist utorizção constnte do rt. 56, inciso III, d Lei n o , de 14 de gosto de 2008, e Considerndo necessidde de dequr os identificdores de resultdo primário de progrmções que não se enqudrm nos critérios estbelecidos pr o Progrm de Acelerção do Crescimento - PAC, resolve: Art. 1 o Modificr, n form dos Anexos I e II dest Portri, os identificdores de resultdo primário constntes d Lei n o , de 30 de dezembro de 2008, no que concerne o Ministério dos Tr n s p o r t e s. Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ANEXO CÉLIA CORRÊA EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ORGAO : MINISTERIO DOS TRANSPORTES UNIDADE : DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT ALTERACAO IDENTIFICADOR RP CONSTRUCAO DE TRECHO RODOVIARIO - COCALZINHO - NIQUELANDIA - NA BR NO ESTADO DE GOIAS CONSTRUCAO DE TRECHO RODOVIARIO - COCALZINHO NIQUELANDIA - NA BR NO ESTADO DE GOIAS - NO ESTADO DE GOIAS F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL ORGAO : MINISTERIO DOS TRANSPORTES UNIDADE : DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT I ALTERACAO IDENTIFICADOR RP PROGRAMA DE TRABALHO (REDUCAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, VETOR LOGISTICO NORDESTE MERIDIONAL P R O J E TO S F51 CONSTRUCAO DE TRECHO RODOVIARIO - DIVISA PI/BA - DIVISA BA/SE - NA BR NO ESTADO DA BAHIA F CONSTRUCAO DE TRECHO RODOVIARIO - DIVISA PI/BA DIVISA BA/SE - NA BR NO ESTADO DA BAHIA - NO ESTADO DA BAHIA F N88 ADEQUACAO DE TRAVESSIA URBANA - NO MUNICIPIO DE ITABAIANA - NA BR NO ESTADO DE SERGIPE N88 08 ADEQUACAO DE TRAVESSIA URBANA - NO MUNICIPIO DE ITABAIANA - NA BR NO ESTADO DE SERGIPE - NO ESTADO DE SERGIPE F VETOR LOGISTICO CENTRO-SUDESTE P R O J E TO S CONSTRUCAO DE TRECHO RODOVIARIO - COCALZINHO - NIQUELANDIA - NA BR NO ESTADO DE GOIAS CONSTRUCAO DE TRECHO RODOVIARIO - COCALZINHO NIQUELANDIA - NA BR NO ESTADO DE GOIAS - NO ESTADO DE GOIAS F TOTAL - FISCAL PROGRAMA DE TRABALHO (ACRESCIMO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - SEGURIDADE 0 FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R 1460 VETOR LOGISTICO NORDESTE MERIDIONAL P R O J E TO S F51 CONSTRUCAO DE TRECHO RODOVIARIO - DIVISA PI/BA - DIVISA BA/SE - NA BR NO ESTADO DA BAHIA F CONSTRUCAO DE TRECHO RODOVIARIO - DIVISA PI/BA DIVISA BA/SE - NA BR NO ESTADO DA BAHIA - NO ESTADO DA BAHIA F N88 ADEQUACAO DE TRAVESSIA URBANA - NO MUNICIPIO DE ITABAIANA - NA BR NO ESTADO DE SERGIPE pelo código TOTAL - GERAL , DE DE NOVEMBRO DE 2009 A SECRETÁRIA DE ORÇAMENTO FEDERAL, tendo em vist utorizção constnte do rt. 56, inciso III, d Lei n o , de 14 de gosto de 2008, e Considerndo frustrção n rrecdção de Recursos Próprios Não-Finnceiros e de Restituição de Recursos de Convênios e Congêneres, no âmbito do Ministério d Súde; Considerndo necessidde de vibilizr execução integrl ds dotções referentes à ção de Atenção à Súde d Populção pr Procedimentos em Médi e Alt Complexidde do progrm de Assistênci Ambultoril e Hospitlr Especilizd; e Considerndo possibilidde de utilizção de superávit finnceiro purdo no Blnço Ptrimonil d União do exercício de 2008, reltivo à Contribuição pr Finncimento d Seguridde Socil - COFINS, resolve:

88 88 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 Art. 1 o Modificr, n form dos Anexos I e II dest Portri, s fontes de recursos constntes d Lei n o , de 30 de dezembro de 2008, no que concerne o Ministério d Súde. Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. CÉLIA CORRÊA ORGAO : MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : FUNDO NACIONAL DE SAUDE I MODIFICACAO FONTES RECURSOS / IDENT. USO ANEXO PROGRAMA DE TRABALHO (REDUCAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 ORGAO : MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : FUNDO NACIONAL DE SAUDE MODIFICACAO FONTES RECURSOS / IDENT. USO FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R PROGRAMA DE TRABALHO (ACRESCIMO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 0 ASSISTENCIA AMBULATORIAL E HOSPITALAR ESPECIALIZADA FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS 0 ASSISTENCIA AMBULATORIAL E HOSPITALAR ESPECIALIZADA ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN- TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO AMAZONAS S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO PARA S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO MARANHAO S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO PIAUI S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO CEARA S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DA PARAIBA S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DE PERNAMBUCO S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DE SERGIPE S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DA BAHIA S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DE MINAS GERAIS S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO ESPIRITO SANTO S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO PARANA S S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DE SANTA CATARINA S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO MATO GROSSO S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DE GOIAS S TOTAL - FISCAL ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN- TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO AMAZONAS S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO PARA S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO MARANHAO S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO PIAUI S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO CEARA S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DA PARAIBA S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DE PERNAMBUCO S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DE SERGIPE S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DA BAHIA S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DE MINAS GERAIS S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO ESPIRITO SANTO S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO PARANA S S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DE SANTA CATARINA S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DO MATO GROSSO S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO PARA PROCEDIMEN TOS EM MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE - NO ESTADO DE GOIAS S TOTAL - FISCAL 0 TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL TOTAL - GERAL pelo código

89 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN SECRETARIA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL NO ACRE 7, DE 23 DE OUTUBRO DE 2009 O SUPERINTENDENTE DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO NO ESTADO ACRE - GRPU/AC, no uso de sus tribuições legis que lhe confere o inciso III, rt. 2º, d Portri/SPU 173, de 31 de gosto de 2009, e tendo em vist o exposto nos rts. 538 e 553 do Código Civil Brsileiro, conjuntmente com os elementos integrntes do Processo / , resolve: Art. 1º Autorizr doção, com encrgo, o Governo do Estdo do Acre, do imóvel situdo à Ru Frei Cnec esquin com Ru Omr Sbino, 283, Birro Florest, Rio Brnco - AC, determindo por um áre de 3.400,00m 2, sendo 150,00m2 já edificdos, ser desmembrd de um áre mior de 5.740,00m 2, objeto d mtrícul 1.869, R , Livro 2-F-2, Registro Gerl, fl. 129, 1ª Serventi de Registro de Imóveis d Comrc de Rio Brnco - AC, cdstrdo no Sistem SPIUnet com RIP Imóvel e RIP Utilizção Art. 2º O imóvel objeto dest Portri destin-se o funcionmento d Policlínic d Políci Militr do Acre - PM/AC. Fic o dontário obrigdo mnter no imóvel dodo, em locl visível, plc de publicidde, de cordo com os termos d Portri/SPU, de 13 de Junho de Art. 3º Responderá o dontário, judicil e extrjudicilmente, por quisquer reivindicções que venhm ser efetuds por terceiros, concernentes o imóvel de que trt est Portri, inclusive por benfeitoris nele existentes. Art. 4º O encrgo de que trt o rt. 2º dest Portri será permnente e resolutivo, revertendo utomticmente o imóvel o Ptrimônio d União, sem direito o dontário qulquer indenizção, inclusive por obrs relizds, se: I - cessrem s rzões que justificrm doção; II - o imóvel, no todo ou em prte, vier ser dd plicção divers d previst; ou III - ocorrer indimplemento de cláusuls contrtuis. Art. 5º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. GLENILSON ARAÚJO FIGUEIREDO 8, DE 19 DE OUTUBRO DE 2009 O SUPERINTENDENTE DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO NO ESTADO ACRE - GRPU/AC, no uso de sus tribuições legis que lhe confere o inciso III, rt. 2º, d Portri/SPU 173, de 31 de gosto de 2009, e tendo em vist o exposto nos rts. 538 e 553 do Código Civil Brsileiro, conjuntmente com os elementos integrntes do Processo / , resolve: Art. 1º Autorizr doção, com encrgo, à Compnhi de Hbitção do Acre - COHAB/AC, de (dois) lotes urbnos, totlizndo um áre de 660,00m 2 (340,00m ,00m 2 ), situdos à Qudr Q, Lotes 01 e, n Avenid A - Ru Mri José de Oliveir, Conjunto Universitário III, Birro - Distrito Industril, no Município de Rio Brnco-AC, mtriculdos sob os n.º e , Livro 2 - Registro Gerl, fls.01, no Crtório de Registro de Imóveis d Comrc de Rio Brnco (AC). Art. 2º Os lotes objeto dest Portri destinm-se à Regulrizção Fundiári dos tuis ocupntes dos imóveis menciondos no rtigo nterior. Fic dontári obrigd, pós est doção, vibilizr junto o Crtório competente, verbção d trnsferênci de domínio de propriedde em fvor dos ocupntes dos imóveis; Art. 3º Responderá dontári, judicil e extrjudicilmente, por quisquer reivindicções que venhm ser efetuds por terceiros, concernentes os imóveis de que trt est Portri, inclusive por benfeitoris neles existentes. Art. 4º O encrgo de que trt o rt. 2º dest Portri será permnente e resolutivo, revertendo utomticmente o imóvel o Ptrimônio d União, sem direito dontári qulquer indenizção, inclusive por obrs relizds, se: I - cessrem s rzões que justificrm doção; II - o imóvel, no todo ou em prte, vier ser dd plicção divers d previst; III - deixr de promover Regulrizção Fundiári dos ocupntes dos imóveis no przo máximo de (dois) nos; ou IV - ocorrer indimplemento de cláusuls contrtuis. Art. 5º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL GLENILSON ARAÚJO FIGUEIREDO SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL NA BAHIA 44, DE 27 DE OUTUBRO DE 2009 A SUPERINTENDETE DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO NA BAHIA, no uso d competênci que lhe foi tribuíd pel Portri 06, de 31 de jneiro de 2001, d Secretri do Ptrimônio d União, do Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão, e, de cordo com o rtigo 22, d Lei n.º 9.636, de 15 de mio de 1998, e rtigo 14 e seus prágrfos, do Decreto n.º 3.725, de de jneiro de 2001, resolve: Art. 1 Permitir o uso, título grtuito e precário, à PRE- FEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANTÔNIO DE JESUS, inscrit no CNPJ sob o / , do imóvel de uso especil com áre de ,55m² m², loclizdo n Prç Egídio Moreir Smpio, Município de Snto Antônio de Jesus, Estdo d Bhi, no período de 19 de outubro 05 de novembro de 2009, destindo à pelo código implntção do Projeto "Mostr Recôncvo de Cultur e Arte", com instlção de diverss estruturs metálics, de cordo com os elementos constntes do Processo / Art. 2 Serão cobrdos d Permissionári, título de ressrcimento, os custos dministrtivos d União, relciondos diret ou indiretmente com o evento, nos termos do disposto no prágrfo 6º, do rtigo 14, do Decreto n.º 3.725, de /01/2001. Art. 3º Durnte o período que se refere presente permissão de uso, fic Permissionári obrigd fixr n áre em que se relizrá o evento e em locl visível o público, 01 (um) plc, confecciond segundo o Mnul de Plcs d SPU, com os seguintes dizeres: "BEM PÚBLICO DA UNIÃO FEDERAL, COM PERMIS- SÃO DE USO AUTORIZADA PELA SECRETARIA DO PATRI- MÔNIO DA UNIÃO - SPU", indicndo o finl: "SALVADOR - BAHIA" Ȧrt. 4 Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ANA LÚCIA VILAS BOAS SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL NO CEARÁ 31, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 O SUPERINTENDENTE SUBSTITUTO DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO NO CEARÁ, no uso d competênci que lhe foi tribuíd pel Portri 06, de 31 de jneiro de 2001, d Secretri do Ptrimônio d União, do Ministério do Plnejmento Orçmento e Gestão e, de cordo com o Art. 22 d Lei 9.636, de 15/05/1998, e Art. 14 e seus prágrfos do Decreto 3.725, de 11/01/2001, resolve: Art. 1º Permitir o uso, título ONEROSO e precário, à GFC Mrketing e Eventos Ltd, inscrit no CNPJ / , d áre de uso comum do povo, situd ns imedições d Estátu de Ircem, n Pri de Ircem, município de Fortlez, Estdo do Cerá, pr relizção do evento "Corrid Bompreço Fortlez Terr d Luz", que totliz um áre de 305,00m², de cordo com os elementos informtivos constntes do processo / Art. 2º A áre de propriedde d União ser utilizd fic sob responsbilidde d GFC Mrketing e Eventos Ltd, nos dis 07 e 08/11/2009, durnte o qul Permissionári se encrreg pel segurnç, limpez, mnutenção, conservção do espço citdo, comprometendo-se entregá-lo, dentro do przo, ns mesms condições em que inicilmente se encontrv. Art. 3º Pr fins de cobrnç, pel União, form recolhids s txs de R$ 300,00 (trezentos reis), referente os custos dministrtivos d União, conforme previsto no rt. 14, prágrfo 6º, do Decreto 3.725/2001, e de R$ 1.220,00 (hum mil duzentos e vinte reis), referente à retribuição por permissão de uso reltiv à áre utilizd pr instlção dos equipmentos do evento, importânci ess recolhid o Tesouro Ncionl, trvés de DARF, cuj cópi encontr-se nexd o menciondo processo. Art. 4º Durnte o período que se refere presente permissão, se obrig Permissionári fixr, no mínimo, 01 (um) plc em lugr visível, confecciond segundo o Mnul de plcs d SPU, com seguinte informção: "ÁREA DE USO COMUM DO POVO, COM PERMISSÃO DE USO AUTORIZADA PELA SE- CRETARIA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO". Art. 5º Est portri entr em vigor n dt de su publicção. BRUNO BARBOSA PAPALÉO SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL NO RIO DE JANEIRO 52, DE 30 DE OUTUBRO DE 2009 A SUPERINTENDENTE SUBSTITUTA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso d competênci que lhe foi tribuíd pel Portri 06, de 31 de jneiro de 2001, d Secretri do Ptrimônio d União, do Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão, e, de cordo com o rtigo 22, d Lei n.º 9.636, de 15 de mio de 1998, e rtigo 14 e seus prágrfos, do Decreto n.º 3.725, de de jneiro de 2001, resolve: Art. 1 Permitir o uso, título oneroso e precário, à FE- DERAÇÃO DE SURF DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, inscrit no CNPJ sob o n.º / , d áre de uso comum do povo com o totl de 1.432,97m² n Pri d Brr d Tijuc, loclizd à ltur do nº d Avenid Lúcio Cost, Município do Rio de Jneiro/RJ, no período de 24 de outubro 03 de novembro de 2009, destind à relizção do evento esportivo "Etp Rio de Jneiro do Circuito ABRASP Super Surf 2009", de cordo com os elementos constntes do Processo / Art. 2 O vlor devido à União em decorrênci d presente permissão de uso é de R$ 2.196,00 (dois mil e cento e novent e seis reis). Art. 3 Serão cobrdos d Permissionári, título de ressrcimento, os custos dministrtivos d União, relciondos diret ou indiretmente com o evento, nos termos do disposto no prágrfo 6º, do rtigo 14, do Decreto n.º 3.725, de /01/2001. Art. 4º Durnte o período que se refere presente permissão de uso, fic Permissionári obrigd fixr n áre em que se relizrá o evento e em locl visível o público um (01) plc, confecciond segundo o Mnul de Plcs d SPU, com os seguintes dizeres: "ÁREA DE USO COMUM DO POVO, COM PERMISSÃO DE USO AUTORIZADA PELA SECRETARIA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO - SPU", indicndo o finl: "RIO DE JANEIRO / RJ". Art. 5 Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. JANE SANTOS. Ministério do Trblho e Emprego CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO DESPACHO DO PRESIDENTE E m 14 de gosto de 2009 O Presidente do Conselho Ncionl de Imigrção fz público que em reunião de 20 de Outubro de 2009, por decisão d plenári, resolve deferir o seguinte pedido de concessão de visto Temporário: Visto Temporário - Item V sem vínculo empregtício no Brsil: RN 27, DE 25/11/1998: Processo: Przo: MESES Pssporte: 04FE26041 Estrngeiro: THIERRY NICOLAS GÉRARD GUIT- TET-REMAUD Pssporte: Estrngeiro: BRIAN HONG- KEUN KIM Pssporte: Estrngeiro: JOSHUA ADAM RUSSELL Pssporte: G Estrngeiro: NUNO FILIPE MAR- TINS FERNANDES LOPES CARDOSO Processo: Przo: MESES Pssporte: N Estrngeiro: JAMES MICHAEL MORRISON Pssporte: BA Estrngeiro: MARK MCNAUGHTON Pssporte: BA Estrngeiro: GILLES CROUSSETTE Pssporte: BC Estrngeiro: GERALD GOSSELIN Pssporte: WT Estrngeiro: BENOIT DE POTVIN Pssporte: Estrngeiro: MICHAEL JAMES EVANS Pssporte: BD1339 Estrngeiro: BORJA ELORRIETA DELGADO Pssporte: G Estrngeiro: GUILLERMO CARDENAS GUERRERO Pssporte: Estrngeiro: PA- TRICK MICHAEL MCGUIRE. PAULO SÉRGIO DE ALMEIDA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO EM RONDÔNIA 117, DE 30 DE OUTUBRO DE 2009 O SUPERINTENDENTE REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO DE RONDÔNIA, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº. 462, de 09//2007, DOU, //2007 e Portri nº. 153 de 12//2009, DOU, de 13//2009, que provou o Regimento Interno ds Superintendêncis Regionis do Trblho e Emprego do Grupo III, Tornr sem efeito Portri nº. 074/SRTE/RO/MTE, referente Homologção do Plno de Crreir, Crgos, Slários e Cpcitção do Corpo Docente, d Associção Rondoniense de Ensino Superior, de 24 de Agosto de 2009, publicd no Diário Oficil d União, de de Setembro de 2009, seção 1, págin 89. Tornr sem efeito Portri nº. 075/SRTE/RO/MTE, referente Homologção do Plno de Crreir, Crgos, Slários e Cpcitção do Corpo Técnico Administrtivo, d Associção Rondoniense de Ensino Superior, de 24 de Agosto de 2009, publicd no Diário Oficil d União, de de Setembro de 2009, seção 1, págin 89. RUY PARRA MOTTA 118, DE 30 DE OUTUBRO DE 2009 A Superintendente Regionl do Trblho e Emprego em Rondôni Substitut, tendo em vist o que const no processo nº / e nos termos d informção d Seção de Relções do Trblho - SRTE/RO, constnte à folh 36 do processo em epígrfe e usndo d competênci delegd pel Portri SRTE/MTE nº. 2, de 25 de mio de 2006, publicd n Seção 2 do Diário Oficil d União nº. 1, de 30 de mio de 2006, homolog o Plno de Crreir, Crgos, Slários e Cpcitção do Corpo Docente ds Fculddes Integrds Aprício Crvlho - FIMCA, mntids pel Sociedde Mntenedor de Pesquis, Educção, Assistênci, Comunicção e Cultur Mri Coelho Aguir, pesso jurídic de direito privdo, inscrit no CNPJ sob o nº / , com sede n Ru Arrs, nº. 241, Birro Jrdim Eldordo, nest cidde de Porto Velho - RO, ficndo expresso que qulquer lterção ser feit no referido Qudro dependerá de prévi provção dest Superintendênci. RUY PARRA MOTTA 119, DE 30 DE OUTUBRO DE 2009 A Superintendente Regionl do Trblho e Emprego em Rondôni Substitut, tendo em vist o que const no processo nº / e nos termos d informção d Seção de Relções do Trblho - SRTE/RO, constnte à folh 63 do processo em epígrfe e usndo d competênci delegd pel Portri SRTE/MTE nº. 2, de 25 de mio de 2006, publicd n Seção 2 do Diário Oficil d União nº. 1, de 30 de mio de 2006, homolog o Plno de Crreir, Crgos, Slários e Cpcitção do Corpo Técnico Administrtivo ds Fculddes Integrds Aprício Crvlho - FIMCA, mntids pel Sociedde Mntenedor de Pesquis, Educção, Assistênci, Comunicção e Cultur Mri Coelho Aguir, pesso jurídic de direito privdo, inscrit no CNPJ sob o nº / , com sede n Ru Arrs, nº. 241, Birro Jrdim Eldordo, nest cidde de Porto Velho - RO, ficndo expresso que qulquer lterção ser feit no referido Qudro dependerá de prévi provção dest Superintendênci. RUY PARRA MOTTA

90 90 ISSN SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO EM SANTA CATARINA 95, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2009 O SUPERINTENDENTE REGIONAL DO TRABALHO E EM- PREGO NO ESTADO DE SANTA CATARINA, no uso d competênci que lhe foi delegd pelo rtigo 2º, d Portri SRT/MTE/Nº., de 25 de mio de 2006, publicd no Diário Oficil d União em 30 de mio de 2006, e; Considerndo o disposto no rtigo 5º, d Portri nº, de 25/05/06; Considerndo o disposto no precer d Assessori Técnic deste Gbinete; Considerndo ind, o contido no processo nº / , resolve: Art. 1º - Homologr s lterções do Plno de Crgos e Slários do corpo docente d Educção Superior d Fculdde Cenecist de Joinville - FCJ. Art. 2º - Est portri entr em vigor n dt de su publicção. LUIS MIGUEL VAZ VIEGAS. Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Ministério dos Trnsportes GABINETE DO MINISTRO 233, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DOS TRANSPORTES, no uso ds tribuições que lhe confere o rtigo 87, prágrfo único, d Constituição e Considerndo o determindo no inciso I do 8º do rtigo 1º-A d Lei nº.336, de 19 de dezembro de 2001, Considerndo o disposto n Portri nº 228, de 11 de outubro de 2007, do Ministro de Estdo dos Trnsportes, e Considerndo mnifestção d Secretri de Gestão dos Progrms de Trnsportes do Ministério dos Trnsportes, resolve: Art 1º Publicr o Progrm de Trblho proposto pelo Estdo do Prná pr o exercício ª lterção, referente à plicção dos recursos que lhe cbem reltivos à Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico - CIDE, instituíd pel Lei nº.336, de 19 de dezembro de 2001, nos termos do respectivo processo dministrtivo, conforme discrimindo no nexo dest Portri. Art 2º Revogr o nexo 16 d Portri n.º 293, de 16 de dezembro de 2009, publicd no Diário Oficil d União do di 17 de dezembro de Art 3º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ALFREDO NASCIMENTO ANEXO Unidde d Federção: PA R A N Á Processo nº: / PROGRAMA DE TRABALHO PARA ª Alterção Progrm de Trblho contendo s lterções proposts pelo Estdo, recebids em 28 de outubro de Relção de Empreendimentos A - Progrm de Construção e Resturção de Rodovis - Corredores de Inclusão A.1 - Implntção Rodovi Tr e c h o Custo (R$1,00) 01. PR-090 2ª Ponte Rio do Ceme - início d curv do "S" PR-340 Entroncmento PR Cstrolnd Totl do Progrm B - Progrm de Construção e Resturção de Rodovis - Bo Estrd B.1 - Recuperção Rodovi Tr e c h o Custo (R$1,00) 03. PR-423 Entroncmento BR-476 (Arucári) - Acesso Colôni Ipirng PR-092 Arpoti - Jguriív PR-092 Clógers - Arpoti PRC-466 Rio Bonito - Gurpuv PRC-466 Rio Bonito - Pitng Totl do Progrm C - Progrm de Construção e Resturção de Rodovis de cesso os Municípios C.1 - Implntção Rodovi Tr e c h o Custo (R$1,00) 08. PR-670 Dimnte do Sul - Entroncmento BR Totl do Progrm D - Progrm de Conservção e Mnutenção do Sistem Rodoviário Estdul D.1 - Conservção Periódic Rodovi/Região Tr e c h o Custo (R$1,00) 09. Diverss Superintendênci Regionl Leste: 266,51 km Diverss Superintendênci Regionl Cmpos Geris: 252,45 km Diverss Superintendênci Regionl Norte: 383,77 km Diverss Superintendênci Regionl Noroeste: 278,64 km Diverss Superintendênci Regionl Oeste: 554,89 km Diverss Superintendênci Regionl Noroeste - Lote 12: 594,95 km Diverss Superintendênci Regionl Noroeste - Lote 13: 660, Diverss Superintendênci Regionl Oeste - Lote 18: 344,58 km Diverss Superintendênci Regionl Oeste - Lote 19: 436,22 km Totl do Progrm Cronogrm Finnceiro (Vlores em R$ 1,00) Discriminção Tr i m e s t re Totl Progrm 1º 2º 3º 4º A - Progrm de Construção e Resturção de Rodovis - Corredores de Inclusão B - Progrm de Construção e Resturção de Rodovis - Bo Estrd C - Progrm de Construção e Resturção de Rodovis de cesso os Municípios D - Progrm de Conservção e Mnutenção do Sistem Rodoviário Estdul Totl do Estdo pelo código , DE 5 DE NOVEMBRO DE 2009 O SUPERINTENDENTE REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO NO ESTADO DE SANTA CATARINA, no uso d competênci que lhe foi delegd pelo rtigo 2º, d Portri SRT/MTE/Nº., de 25 de mio de 2006, publicd no Diário Oficil d União em 30 de mio de 2006, e; Considerndo o disposto no rtigo 5º, d Portri nº, de 25/05/06; Considerndo o disposto no precer d Assessori Técnic deste Gbinete; Considerndo ind, o contido no processo nº / , resolve: Art. 1º - Homologr segund revisão do Plno de Crgos e Slários d Irmndde do Senhor Jesus dos Pssos e Hospitl de Cridde. Art. 2º - Est portri entr em vigor n dt de su publicção. LUIS MIGUEL VAZ VIEGAS DESPACHO DO MINISTRO Em 4 de novembro de 2009 Nº Processo nº / Interessdo: Subsecretri de Assuntos Administrtivos-SAAD. Assunto: Contrtos de Prestção de serviços nº 19 e 30/2005-MT. Vistos e exmindos os presentes utos do Processo Administrtivo n.º / , insturdo pr exminr irregulriddes tribuíds à empres MONTANA SOLUÇÕES COR- PORATIVAS LTDA, em sus relções com Administrção Públic, entendo que restou crcterizd flh n execução dos Contrtos n.º 019/2005-MT e 030/2005-MT, por prte d referid Empres. Dess form, condut d Empres tent contr necessári idoneidde pr estbelecer relções contrtuis com Administrção Públic, nos termos dos rt. 87, inciso IV e rt. 88, incisos II e III, mbos d Lei nº 8.666, de Isto posto, no exercício ds tribuições conferids pel Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e dotndo como fundmentção deste to o Precer nº 278/2009/AGU/CONJUR/MT/CGTA, bem como o Despcho nº 855/2009/AGU/CONJUR/MT/CGTA, produzidos pel Consultori Jurídic dest Pst, DECLARO A INIDONEIDA- DE, com fulcro no rt. 87, inciso IV e no rt. 88, incisos II e III, d Lei nº 8.666/93, d empres MONTANA SOLUÇÕES CORPORA- TIVAS LTDA, inscrit no Cdstro Ncionl de Pessos Jurídics do Ministério d Fzend - CNPJ/ MF sob o nº / , com sede no SCN Qudr 05, Bloco A, Sl 917, Ed. Brsíli Shopping, As Norte, Brsíli, pelo przo de 05 (cinco) nos, conforme orientção d Consultori Jurídic, ou té que referid Empres se rebilite pernte Administrção, ressltndo, entretnto, que menciond rebilitção somente poderá ser requerid pós (dois) nos d respectiv plicção d penlidde, nos termos do 3º, do inciso IV, do rt. 87, d menciond Lei. ALFREDO NASCIMENTO SECRETARIA EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO PORTARIA Nº 1, DE DE NOVEMBRO DE 2009 A SUBSECRETÁRIA DE PLANEJAMENTO E ORÇA- MENTO - SUBSTITUTA, DO MINISTÉRIO DE ESTADO DOS TRANSPORTES, no uso ds competêncis que lhe conferem os Artigos 3º e 44 do Regimento Interno dest Subsecretri, provdo pel Portri GM nº 399, de 14 de julho de 2004, consubstncido nos incisos I e III do Artigo 1º do referido Regimento Interno, bem como quel dispost pelo Artigo do Decreto nº 6.976, de 7 de outubro de 2009, e observndo os preceitos contidos no 2º do Artigo do Decreto-Lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967, e no Artigo 9º do Decreto nº 6.976, de 7 de outubro de 2009, resolve: Art. 1º Delegr s competêncis de órgão setoril de contbilidde prevists no Artigo 8º do Decreto nº 6.976, de 7 de outubro de 2009, à Coordenção de Contbilidde do Deprtmento Ncionl de Infrestrutur de Trnsportes - DNIT, com vists à su tução no âmbito dquel Entidde. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ANA MARIA ALMEIDA BRITO PORTARIA Nº 2, DE DE NOVMBRO DE 2009 A SUBSECRETÁRIA DE PLANEJAMENTO E ORÇA- MENTO - SUBSTITUTA, DO MINISTÉRIO DE ESTADO DOS TRANSPORTES, no uso ds competêncis que lhe conferem os Artigos 3º e 44 do Regimento Interno dest Subsecretri, provdo pel Portri GM nº 399, de 14 de julho de 2004, consubstncido nos incisos I e III do Artigo 1º do referido Regimento Interno, bem como quel dispost pelo Artigo do Decreto nº 6.976, de 7 de outubro de 2009, e observndo os preceitos contidos no 2º do Artigo do Decreto-Lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967, e no Artigo 9º do Decreto nº 6.976, de 7 de outubro de 2009, resolve: Art. 1º Delegr s competêncis de órgão setoril de contbilidde prevists no Artigo 8º do Decreto nº 6.976, de 7 de outubro de 2009, à Setoril Contábil do Deprtmento do Fundo d Mrinh Mercnte - DEFMM/SFAT/SE, com vists à su tução no âmbito dquel Entidde. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ANA MARIA ALMEIDA BRITO

91 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES A Q U AV I Á R I O S D E S PA C H O S À vist do contido no Processo nº / e no uso ds competêncis delegds pelo Art. 2º d RESOLUÇÃO nº 003- ANTAQ, de 15/03/20, declro inexigível licitção, mprdo pelo Art. 25, cput, d Lei nº 8.666, de 21/06/ 1993 e com bse no PARECER- PRG-ANTAQ-Nº 549/2009-RCAB, de 6 de novembro de 2009, AUTO- RIZO despes no vlor de R$ ,00 (onze mil, cento e cinquent reis), referente o pgmento do curso "Gestão em Operções Portuáris", em fvor d empres MC Consultori e Assessori Portuári. Brsíli, 9 de novembro de WILSON ALVES DE CARVALHO Superintendente de Administrção e Finnçs Fço publicr que de cordo com o Art. 26 d Lei nº 8.666, de 21/06/1993, e no uso ds competêncis delegds pelo Art.1º d RESO- LUÇÃO nº 003-ANTAQ, de 15/03/20, rtifico o to de inexigibilidde de licitção, com mpro no Art. 25, cput, do citdo diplom legl, prticdo pelo Superintendente de Administrção e Finnçs dest Agênci, pr cobrir despes no vlor de R$ ,00 (onze mil, cento e cinquent reis) em fvor d em fvor d empres MC Consultori e Assessori Portuári referente o pgmento do curso "Gestão em Operções Portuáris". Brsíli, 9 de novembro de FERNANDO ANTONIO BRITO FIALHO Diretor-Gerl Ministério Público d União MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIAS REGIONAIS 3ª REGIÃO 55, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo que dos utos d Representção n /7, insturdo em fce de representção formuld pelo Sindicto dos Trblhdores Metlúrgicos, em Oficins Mecânics e de Mteril Elétrico de Itún, constm evidêncis de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionlmente grntidos, e em fce d necessidde de serem colhids provs úteis e necessáris pr o esclrecimento do objeto, qul sej, prátic de tos ntisindicis, resolve, nos termos do disposto nos rts. 129, inciso III, d Constituição d Repúblic, c/c rt. 84, II, d Lei Complementr 75/93 e rt.8º, 1º d Lei 7347/85: Insturr o Inquérito Civil /7 em fce de: BELGO MINEIRA BEKAERT ARTEFATOS DE ARAME LTDA - BMB, inscrit no CNPJ sob o / , loclizd n Rodovi MG 050, S/N. - Zon Rurl, Itún / MG ALESANDRO BATISTA BERALDO 8ª REGIÃO 561, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 A Procurdor do Trblho signtári, no uso de sus tribuições legis e, com fundmento no rtigo 129, III, d Constituição Federl, rtigos 6.º, inciso VIII e 84, inciso II, d Lei Complementr 75/93, rtigo 8.º, 1º, d Lei 7.347/85, e Considerndo que Y YAMADA está sendo objeto de investigção cerc d contrtção de prendizes, em tendimento os rtigos 428 e 429 d CLT e 9º e do decreto 5.598/2005. DETERMINA, em 06/11/2009, em Mcpá-AP: 1) INS- TAURAÇÃO, sob su presidênci, do INQUÉRITO CIVIL 121/2009, pr purção dos ftos cim nrrdos e, pr tnto, solicit, desde logo, notificção do Inquirido pr que, no przo de 20 (vinte) dis, envie cópi do último CAGED presentdo e preste os seguintes esclrecimentos: Quntos são os empregdos contrtdos pel empres e se existem prendizes por el conttdos. 2) DE- SIGNAÇÃO d Servidor Socorro Mri Dnts d Cost pr secretrir os trblhos tinentes este IC. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL VANESSA PATRIOTA DA FONSECA 569, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2009 A Procurdor do Trblho que o finl ssin, no uso de sus tribuições legis, e com fundmento no rt. 129, III, d Constituição Federl; rtigos 6º, inciso VIII e 84, inciso II, d Lei Complementr 75, de ; rt. 8º, 1º, d Lei 7.347, de , e Considerndo que empres A C C RAMOS - KUARUP, está sendo objeto de investigção, em rzão d denúnci feit por VANIA DE SOUZA ASSIS, um vez que estri prticndo diverss irregulriddes trblhists; pelo código DETERMINA, em , em Belém/PA: 1) INS- TAURAÇÃO, sob su presidênci, do INQUÉRITO CIVIL 754/2009, pr purção dos ftos cim nrrdos e, pr tnto, solicit, desde logo, que sej oficid SRTE pr relizr fisclizção n empres denuncid; 2) DESIGNAÇÃO d Servidor Rquel Pinto Trindde de Souz pr secretrir os trblhos tinentes este IC. CAROL GENTIL ULIANA PORTO 20ª REGIÃO 20, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O Ministério Público do Trblho, pelo Procurdor do Trblho o finl ssindo, no uso de sus tribuições institucionis, com fundmento nos rts. 127 e 129, inciso III, d Constituição Federl; rt. 6º, inciso VII, "d", e rt. 84, inciso II, mbos d Lei Complementr 75/93 e rt. 8º, 1º, d Lei 7.347/85: Considerndo o teor dos utos d Representção 32/2009- ITA, bem como do despcho proferido nos mesmos às fls ; Considerndo que representção vers sobre possível violção de direitos e interesses metindividuis, sobre os seguintes tems: Condições snitáris e de conforto nos locis de trblho, CTPS e registro de empregdos e Jornd de Trblho: hors excedentes - hor noturn - dicionl noturno, resolve: Insturr Inquérito Civil em fce de Posto, Pousd e Resturnte Sgrdo Corção de Jesus, pr purção dos ftos noticidos, em vist d propositur ds medids judiciis que se fizerem necessáris, ou solução consensul e extrjudicil, se ssim for possível e útil à coletividde. Designr o servidor Fábio Lobão, mtricul , pr exercer o encrgo de Secretário do Inquérito. LUIS FABIANO PEREIRA 21, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O Ministério Público do Trblho, pelo Procurdor do Trblho o finl ssindo, no uso de sus tribuições institucionis, com fundmento nos rts. 127 e 129, inciso III, d Constituição Federl; rt. 6º, inciso VII, "d", e rt. 84, inciso II, mbos d Lei Complementr 75/93 e rt. 8º, 1º, d Lei 7.347/85: Considerndo o teor dos utos d Representção 30/2009- ITA, bem como do despcho proferido nos mesmos às fls ; Considerndo que representção vers sobre possível violção de direitos e interesses metindividuis, sobre os seguintes tems: EPI-Equipmentos de Proteção Individul; EPC-Equipmento de Proteção Coletiv; PCMSO-Progrm de Controle Medico de súde Ocupcionl; PPRA-Progrm de Prevenção de Riscos mbientis; Atividdes e Operções Inslubres; Agentes Químicos (poeirs mineris-sílic, minto, produtos químicos-grotóxicos); Agentes Físicos (ruídos, tempertur, rdições ionizntes, rdições não ionizntes, condições hiperbárics, vibrções, frio, umidde, pressões normis), resolve: Insturr Inquérito Civil em fce de Fição Itbin Ltd., pr purção dos ftos noticidos, em vist d propositur ds medids judiciis que se fizerem necessáris, ou solução consensul e extrjudicil, se ssim for possível e útil à coletividde. Designr o servidor Fábio Lobão, mtricul , pr exercer o encrgo de Secretário do Inquérito. LUIS FABIANO PEREIRA 284, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo denúnci encminhd pel Superintendênci Regionl do Trblho em Sergipe - SRT/SE, no MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO - PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO DA 20ª REGIÃO/SERGIPE, bem como que dos utos do Procedimento /2009 constm indícios de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionl e infrconstitucionlmente grntidos (Extinção do Contrto de Trblho: não pgmento ds verbs; Jornd de Trblho: períodos de repouso e Féris), resolve, com fulcro nos rts. 129, inciso III, d Constituição Federl, 6º, inciso VII, "d" e 84, inciso II, d Lei Complementr 75/93, e 8º, 1º, d Lei 7.347/85, determinr INSTAURAÇÃO DE INQUÉRITO CIVIL, em fce d Empres PREST PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS GERAIS LTDA, inscrito no CNPJ / , com endereço n Ru Mnoel Btist Neto, s/n, Alto do Sumré, Mossoró/RN. VILMA LEITE MACHADO AMORIM 285, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo denúnci encminhd pel Superintendênci Regionl do Trblho em Sergipe - SRT/SE, no MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO - PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO DA 20ª REGIÃO/SERGIPE, bem como que dos utos do Procedimento /2009 constm indícios de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionl e infrconstitucionlmente grntidos (Extinção do Contrto de Trblho: não pgmento ds verbs; Jornd de Trblho: períodos de repouso e Féris), resolve, com fulcro nos rts. 129, inciso III, d Constituição Federl, 6º, inciso VII, "d" e 84, inciso II, d Lei Complementr 75/93, e 8º, 1º, d Lei 7.347/85, determinr INSTAURAÇÃO DE INQUÉRITO CIVIL, em fce d Empres PREST PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS GERAIS LTDA, inscrito no CNPJ / , com endereço n Ru Mnoel Btist Neto, s/n, Alto do Sumré, Mossoró/RN. Afixe-se presente Portri no locl de costume. Publique-se. VILMA LEITE MACHADO AMORIM 286, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo denúnci oferecid pel Srª Adrin Sntos, brsileir, residente e domicilid n Ru Florinópolis, 171, Birro Siqueir Cmpos, Arcju/SE e pel Srª Krine dos Sntos Mot, brsileir, residente e domicilid n Av. José Zuckermn, 255, Birro Améric, Arcju/SE, no MINIS- TÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO - PROCURADORIA REGIO- NAL DO TRABALHO DA 20ª REGIÃO/SERGIPE, bem como que dos utos do Procedimento /2009 constm indícios de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionl e infr-constitucionlmente grntidos (Aviso Prévio; Abuso do Poder Diretivo do Empregdor; Jornd de Trblho: registro; Slário e Vle-trnsporte), resolve, com fulcro nos rts. 129, inciso III, d Constituição Federl, 6º, inciso VII, "d" e 84, inciso II, d Lei Complementr 75/93, e 8º, 1º, d Lei 7.347/85, determinr INSTAURAÇÃO DE INQUÉ- RITO CIVIL, em fce d Empres LOCALYNE TRANSPORTE TU- RISMO LTDA - ME, inscrito no CNPJ / , com endereço n Av. Mrnhão, 1984, sl 01, Birro Sntos Dumont, Arcju/SE. Afixe-se presente Portri no locl de costume. Publique-se. VILMA LEITE MACHADO AMORIM 287, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo denúnci oferecid pel Srª Adrin Sntos, brsileir, residente e domicilid n Ru Florinópolis, 171, Birro Siqueir Cmpos, Arcju/SE e pel Srª Krine dos Sntos Mot, brsileir, residente e domicilid n Av. José Zuckermn, 255, Birro Améric, Arcju/SE, no MINIS- TÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO - PROCURADORIA REGIO- NAL DO TRABALHO DA 20ª REGIÃO/SERGIPE, bem como que dos utos do Procedimento /2009 constm indícios de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionl e infr-constitucionlmente grntidos (PCMSO - progrm de Controle Médico de Súde Ocupcionl (NR 07) e Exmes Médicos (ASO, dmissionis, demissionis, complementres, de retorno, de mudnç de função), resolve, com fulcro nos rts. 129, inciso III, d Constituição Federl, 6º, inciso VII, "d" e 84, inciso II, d Lei Complementr 75/93, e 8º, 1º, d Lei 7.347/85, determinr INSTAURAÇÃO DE INQUÉ- RITO CIVIL, em fce d Empres LOCALYNE TRANSPORTE TU- RISMO LTDA - ME, inscrito no CNPJ / , com endereço n Av. Mrnhão, 1984, sl 01, Birro Sntos Dumont, Arcju/SE. VILMA LEITE MACHADO AMORIM 288, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo denúnci oferecid pel Srª Adrin Sntos, brsileir, residente e domicilid n Ru Florinópolis, 171, Birro Siqueir Cmpos, Arcju/SE e pel Srª Krine dos Sntos Mot, brsileir, residente e domicilid n Av. José Zuckermn, 255, Birro Améric, Arcju/SE, no MINIS- TÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO - PROCURADORIA REGIO- NAL DO TRABALHO DA 20ª REGIÃO/SERGIPE, bem como que dos utos do Procedimento /2009 constm indícios de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionl e infr-constitucionlmente grntidos (PCMSO - progrm de Controle Médico de Súde Ocupcionl (NR 07) e Exmes Médicos (ASO, dmissionis, demissionis, complementres, de retorno, de mudnç de função), resolve, com fulcro nos rts. 129, inciso III, d Constituição Federl, 6º, inciso VII, "d" e 84, inciso II, d Lei Complementr 75/93, e 8º, 1º, d Lei 7.347/85, determinr INSTAURAÇÃO DE INQUÉ- RITO CIVIL, em fce d Empres XIS'L SERVIÇOS DE TRANS- PORTE LTDA., inscrito no CNPJ / , com endereço n Av. Mrnhão, 1984, Birro Sntos Dumont, Arcju/SE. VILMA LEITE MACHADO AMORIM 289, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo denúnci oferecid pel Srª Adrin Sntos, brsileir, residente e domicilid n Ru Florinópolis, 171, Birro Siqueir Cmpos, Arcju/SE e pel Srª Krine dos Sntos Mot, brsileir, residente e domicilid n Av. José Zuckermn, 255, Birro Améric, Arcju/SE, no MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRA- BALHO - PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO DA 20ª REGIÃO/SERGIPE, bem como que dos utos do Procedimento /2009 constm indícios de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionl e infr-constitucionlmente grntidos (Aviso Prévio; Abuso do Poder Diretivo do Empregdor; CTPS e registro de empregdos; Desvio de Função; Jornd de Trblho: registro; Slário e Vletrnsporte), resolve, com fulcro nos rts. 129, inciso III, d Constituição Federl, 6º, inciso VII, "d" e 84, inciso II, d

92 92 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 Lei Complementr 75/93, e 8º, 1º, d Lei 7.347/85, determinr INSTAURAÇÃO DE INQUÉRITO CIVIL, em fce d Empres XIS'L SERVIÇOS DE TRANSPORTE LTDA., inscrito no CNPJ / , com endereço n Av. Mrnhão, 1984, Birro Sntos Dumont, Arcju/SE. VILMA LEITE MACHADO AMORIM 290, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 A Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo denúnci do Ministério Público do Trblho/Procurdori Regionl do Trblho d 2ª Região/SP, no MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO - PROCU- RADORIA REGIONAL DO TRABALHO DA 20ª REGIÃO/SER- GIPE, bem como que dos utos do Procedimento 0006/2009 constm indícios de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionl e infr-constitucionlmente grntidos (Jornd de Trblho: hors excedentes, hors extrs e registro), resolve, com fulcro nos rts. 129, inciso III, d Constituição Federl, 6º, inciso VII, "d" e 84, inciso II, d Lei Complementr 75/93, e 8º, 1º, d Lei 7.347/85, determinr INSTAURAÇÃO DE INQUÉRITO CIVIL, em fce d Empres ITAPÉ TURISMO LTDA., inscrito no CNPJ / , com endereço n Av. Mrnhão, 1984, Birro Sntos Dumont, Arcju/SE. VILMA LEITE MACHADO AMORIM 291, DE DE NOVEMBRO DE 2009 O Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo que do conteúdo dos utos d Representção /7 constm indícios de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionlmente grntidos ( Sindicto. Irregulridde n eleição dos membros), resolve, com fulcro nos rts. 129, inciso III, d Constituição Federl, 6º, inciso VII, "d" e 84, inciso II, d Lei Complementr 75/93, e 8º, 1º, d Lei 7.347/85, determinr INSTAURAÇÃO DE INQUÉRITO CIVIL em fce do Sindicto dos Trblhdores em Trnsportes Rodoviário de Arcju-SE- SINTRA. MAURÍCIO COENTRO PAIS DE MELO. Poder Judiciário CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO 94, DE 27 DE OUTUBRO DE 2009 Determin crição de Coordendoris d Infânci e d Juventude no âmbito dos Tribunis de Justiç dos Estdos e do Distrito Federl O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUS- TIÇA, no uso de sus tribuições conferids pel Constituição d Repúblic, especilmente o disposto no inciso I, 4º, rt. 3-B; CONSIDERANDO prioridde ds polítics de tendimento à infânci e juventude, preconizd pelo rt. 227 d Crt Constitucionl; CONSIDERANDO necessidde de coordenção d elborção e execução ds polítics públics, no âmbito do Poder Judiciário, reltivs à Infânci e Juventude; resolve: Art. 1º. Os Tribunis de Justiç dos Estdos e do Distrito Federl, no przo de 180 (cento e oitent dis), deverão crir no âmbito de su estrutur orgnizcionl, Coordendoris d Infânci e d Juventude como órgãos permnentes de ssessori d Presidênci do Tribunl. Art. 2º. As Coordendoris d Infânci e d Juventude terão por tribuição, dentre outrs: I - elborr sugestões pr o primormento d estrutur do Judiciário n áre d infânci e d juventude; II - dr suporte os mgistrdos, os servidores e às equipes multiprofissionis visndo à melhori d prestção jurisdicionl; III - promover rticulção intern e extern d Justiç d Infânci e d Juventude com outros órgãos governmentis e nãogovernmentis; IV - colborr pr formção inicil, continud e especilizd de mgistrdos e servidores n áre d infânci e d juventude. V - exercer s tribuições d gestão estdul dos Cdstros Ncionis d Infânci e Juventude. Art. 3º. As Coordendoris d Infânci e d Juventude serão dirigids por mgistrdo, com competênci jurisdicionl ou com reconhecid experiênci n áre. Prágrfo 1º. A Coordendori d Infânci e d Juventude poderá contr com colborção ou ssessori de outros mgistrdos, sem dispens d função jurisdicionl. Prágrfo 2º. A Coordendori d Infânci e d Juventude deverá contr com estrutur de poio dministrtivo e de equipe multiprofissionl, preferencilmente do qudro de servidores do Judiciário. Art. 4º. Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção Ministro GILMAR MENDES TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL 724, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 O PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITO- RAL, com bse no disposto no rtigo 58, 1º, inciso II, d Lei nº , de 14 de gosto de 2008 e conforme Procedimento Administrtivo nº 1340/2009, resolve: Art. 1º Fic berto crédito dicionl suplementr em fvor de Tribunis Regionis Eleitoris, no vlor de R$ ,00 (cento e novent e nove milhões, cento e novent e um mil, setecentos e setent reis), pr tender à progrmção indicd no Anexo I dest Portri. Art. 2º Os recursos necessários à execução do disposto no rtigo 1º decorrerão d nulção prcil de dotções orçmentáris, no vlor de R$ ,00 (cento e novent e nove milhões, cento e novent e um mil, setecentos e setent reis), conforme indicdo no Anexo II dest Portri. Art. 3º Est Portri entr em vigor n dt d publicção. Ministro CARLOS AYRES BRITTO COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS ANEXO UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ACRE UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE ALAGOAS PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO OPERACOES ESPECIAIS 0089 PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS OPERACOES ESPECIAIS PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0012 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DO ACRE F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL TOTAL - GERAL pelo código

93 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO AMAZONAS PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO CEARA OPERACOES ESPECIAIS HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0013 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DO AMAZONAS F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DA BAHIA PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL 0089 PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO OPERACOES ESPECIAIS PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO OPERACOES ESPECIAIS PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO DISTRITO FEDERAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO OPERACOES ESPECIAIS 0570 GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 09 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DA BAHIA F GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS pelo código

94 94 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de HB 0053 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO DISTRITO FE- DERAL F PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0052 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DE GOIAS F TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESPIRITO SANTO GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS TOTAL - SEGURIDADE PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - GERAL PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO MARANHAO PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, OPERACOES ESPECIAIS PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS OPERACOES ESPECIAIS HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0032 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DO ESPIRITO SANTO F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE GOIAS UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE MATO GROSSO PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO OPERACOES ESPECIAIS OPERACOES ESPECIAIS PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES pelo código

95 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE MINAS GERAIS 0570 GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0051 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DO MATO GROSSO F PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE MATO GROSSO DO SUL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO OPERACOES ESPECIAIS PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0054 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL F OPERACOES ESPECIAIS PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0031 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DE MINAS GERAIS F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARA PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO OPERACOES ESPECIAIS GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S TOTAL - FISCAL GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL TOTAL - SEGURIDADE OPERACOES ESPECIAIS TOTAL - GERAL HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS pelo código

96 96 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de HB 0015 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DO PA R A F PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0041 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DO PA R A N A F TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DA PARAIBA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE PERNAMBUCO OPERACOES ESPECIAIS PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO OPERACOES ESPECIAIS OPERACOES ESPECIAIS HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 05 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DA PA R A I B A F PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANA UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PIAUI PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO OPERACOES ESPECIAIS OPERACOES ESPECIAIS PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES pelo código

97 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO OPERACOES ESPECIAIS GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO DE JANEIRO PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO OPERACOES ESPECIAIS PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0033 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 04 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO OPERACOES ESPECIAIS PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0043 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL F UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO GRANDE DO NORTE GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL pelo código

98 98 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 UNIDADE : 14 - TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE RONDONIA 0570 GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0042 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DE SANTA CATARINA F PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO OPERACOES ESPECIAIS GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS TOTAL - FISCAL PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0011 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DE RONDONIA F UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SAO PAULO PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO OPERACOES ESPECIAIS TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S TOTAL - GERAL GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0035 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DE SAO PAULO F PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F OPERACOES ESPECIAIS TOTAL - FISCAL PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL pelo código

99 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SERGIPE GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE RORAIMA OPERACOES ESPECIAIS PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 08 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DE SERGIPE F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE TOCANTINS EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO OPERACOES ESPECIAIS PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0014 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DE RORAIMA F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO AMAPA 0089 PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, OPERACOES ESPECIAIS PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S pelo código

100 0 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL , DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 OPERACOES ESPECIAIS HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0016 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NO ESTADO DO A M A PA F O PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, com bse no disposto no rtigo 58, 1º, inciso II, d Lei nº , de 14 de gosto de 2008 e conforme Procedimento Administrtivo nº 1339/2009, RESOLVE: Art. 1º Fic berto crédito dicionl suplementr em fvor de Tribunis Regionis Eleitoris, no vlor de R$ ,00 (um milhão, trint e cinco mil, qutrocentos e trint e um reis), pr tender à progrmção indicd no Anexo I dest Portri. Art. 2º Os recursos necessários à execução do disposto no rtigo 1º decorrerão d nulção prcil de dotções orçmentáris, no vlor de R$ ,00 (um milhão, trint e cinco mil, qutrocentos e trint e um reis), conforme indicdo no Anexo II dest Portri. Art. 3º Est Portri entr em vigor n dt d publicção. Ministro CARLOS AYRES BRITTO ANEXO GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ACRE PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL UNIDADE : TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL I PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL F UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO CEARA 0089 PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIAO OPERACOES ESPECIAIS PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSOES - NACIONAL S GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL OPERACOES ESPECIAIS HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0001 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUN- DACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NACIONAL F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 F TOTAL - GERAL GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO DISTRITO FEDERAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL pelo código

101 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO GRANDE DO NORTE P R O J E TO S CONSTRUCAO DE CARTORIOS ELEITORAIS CONSTRUCAO DE CARTORIOS ELEITORAIS - NO DISTRITO FEDERAL TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE F PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - GERAL GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESPIRITO SANTO PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO MARANHAO F PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ACOES DE INFORMATICA ACOES DE INFORMATICA - NACIONAL F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SAO PAULO F PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL ACOES DE INFORMATICA ACOES DE INFORMATICA - NACIONAL TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 F GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL TOTAL - GERAL ACOES DE INFORMATICA ACOES DE INFORMATICA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ACRE I PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL pelo código

102 1 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESPIRITO SANTO I CAPACITACAO DE RECURSOS HUMANOS CAPACITACAO DE RECURSOS HUMANOS - NACIONAL F TOTAL - FISCAL PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - SEGURIDADE GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO CEARA I PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL P R O J E TO S ACOES DE INFORMATICA ACOES DE INFORMATICA - NACIONAL F F P R O J E TO S CONSTRUCAO DE CARTORIOS ELEITORAIS CONSTRUCAO DE CARTORIOS ELEITORAIS - NO MUNICIPIO DE AFONSO CLAUDIO - ES F CONSTRUCAO DE CARTORIOS ELEITORAIS - NO MUNICIPIO 433 DE ARACRUZ - ES F CONSTRUCAO DE CARTORIOS ELEITORAIS - NO MUNICIPIO DE MUCURICI - ES F TOTAL - FISCAL COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS P75 CONSTRUCAO DO EDIFICIO-SEDE DO TRIBUNAL REGIO- NAL ELEITORAL DO CEARA P75 01 CONSTRUCAO DO EDIFICIO-SEDE DO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO CEARA - NO MUNICIPIO DE FORTALEZA - CE F TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL ACOES DE INFORMATICA ACOES DE INFORMATICA - NACIONAL TOTAL - FISCAL F UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO MARANHAO I PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO DISTRITO FEDERAL P R O J E TO S I PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, CONSTRUCAO DE CARTORIOS ELEITORAIS CONSTRUCAO DE CARTORIOS ELEITORAIS - NO MUNICIPIO DE CAXIAS - MA F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL TOTAL - GERAL GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO GRANDE DO NORTE I PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL pelo código

103 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL P R O J E TO S GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL TOTAL - FISCAL F CONSTRUCAO DE CARTORIOS ELEITORAIS CONSTRUCAO DE CARTORIOS ELEITORAIS - NO MUNICIPIO DE PAU DOS FERROS - RN TOTAL - FISCAL F TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL TOTAL - SEGURIDADE 0 UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO CEARA TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SAO PAULO I PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL , DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 F O PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, com bse no disposto no rtigo 58, 1º, inciso II, d Lei nº , de 14 de gosto de 2008 e conforme Procedimento Administrtivo nº 1337/2009, resolve: Art. 1º Fic berto crédito dicionl suplementr em fvor de Tribunis Regionis Eleitoris, no vlor de R$ ,00 (dois milhões, duzentos e sessent e sete mil, quinhentos e trint e seis reis), pr tender à progrmção indicd no Anexo I dest Portri. Art. 2º Os recursos necessários à execução do disposto no rtigo 1º decorrerão d nulção prcil de dotções orçmentáris, no vlor de R$ ,00 (dois milhões, duzentos e sessent e sete mil, quinhentos e trint e seis reis), conforme indicdo no Anexo II dest Portri. Art. 3º Est Portri entr em vigor n dt d publicção. PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL MINISTRO CARLOS AYRES BRITTO TOTAL - FISCAL GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO DISTRITO FEDERAL F PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DA BAHIA TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE GOIAS PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA pelo código

104 4 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE PERNAMBUCO ACOES DE INFORMATICA ACOES DE INFORMATICA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - SEGURIDADE GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE MATO GROSSO GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO GRANDE DO NORTE ACOES DE INFORMATICA ACOES DE INFORMATICA - NACIONAL F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL TOTAL - FISCAL F PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE MINAS GERAIS ACOES DE INFORMATICA ACOES DE INFORMATICA - NACIONAL F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL TOTAL - FISCAL F TOTAL - SEGURIDADE 0 PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SANTA CATARINA 0570 GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, ACOES DE INFORMATICA ACOES DE INFORMATICA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL pelo código GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA

105 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO CEARA TOTAL - FISCAL I TOTAL - SEGURIDADE 0 PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SAO PAULO 0570 GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL ACOES DE INFORMATICA ACOES DE INFORMATICA - NACIONAL F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DA BAHIA I F PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL 0570 GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO DISTRITO FEDERAL I F PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE GOIAS F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL I PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL pelo código ACOES DE INFORMATICA

106 6 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ACOES DE INFORMATICA - NACIONAL F UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE PERNAMBUCO TOTAL - FISCAL I TOTAL - SEGURIDADE 0 PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE MATO GROSSO 0570 GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL I COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL TOTAL - FISCAL F TOTAL - SEGURIDADE ACOES DE INFORMATICA ACOES DE INFORMATICA - NACIONAL F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL TOTAL - FISCAL F TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO GRANDE DO NORTE I PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE MINAS GERAIS I PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL ACOES DE INFORMATICA ACOES DE INFORMATICA - NACIONAL F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL ACOES DE INFORMATICA ACOES DE INFORMATICA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SANTA CATARINA I PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL pelo código

107 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL GESTAO DO PROCESSO ELEITORAL GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE ACOES DE INFORMATICA ACOES DE INFORMATICA - NACIONAL F TOTAL - GERAL UNIDADE : TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SAO PAULO I TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO 24ª REGIÃO DESPACHO DO PRESIDENTE Em 9 de novembro de 2009 PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 Processo TRT MA 16/2009 Rtifico inexigibilidde de licitção, com fulcro no rt. 25, II, c/c o rt. 13, II, d Lei nº 8.666/93, referente à contrtção dos médicos Mrcelo Cruz Rezende e Fbin Aguir Ver Cruz Moreno pr constituição de Junt Médic Oficil de servidor do Qudro de Pessol deste Tribunl, no vlor totl de R$ 3.000,00.. Des. RICARDO GERALDO MONTEIRO ZANDONA Entiddes de Fisclizção do Exercício ds Profissões Liberis CONSELHO FEDERAL DE CORRETORES DE IMÓVEIS RESOLUÇÃO 1.138, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 Edit, extrordinrimente, norms(*) pr relizção de eleição no Conselho Regionl de Corretores de Imóveis - CRECI 26ª Região/AC. "Ad referendum". O PRESIDENTE DO CONSELHO FEDERAL DE COR- RETORES DE IMÓVEIS-COFECI, no uso d competênci que lhe conferem o rtigo 19 e seus incisos IV e XI, do Regimento do Conselho Federl de Corretores de Imóveis, provdo com Resolução-COFECI nº 1.126/2009; CONSIDERANDO deliberção do E. Plenário, consubstncid n Resolução-Cofeci nº 634/2000, que criou o Conselho Regionl de Corretores de Imóveis d 26ª Região- Creci 26ª Região/AC, CONSIDERANDO edição d Portri-CO- FECI nº 041, de 20 de outubro de 2009 que "Nomei Diretori Provisóri, instl o Creci 26ª Região/AC e dá outrs providêncis"; resolve: Art. 1º - Bixr Norms específics pr relizção de eleição no Conselho Regionl de Corretores de Imóveis - CRECI 26ª Região/AC, pr preenchimento dos crgos de Conselheiros no triênio 20/2012, inicir-se em 1º de jneiro de 20. Art. 2º - Est Resolução entr em vigor nest dt, revogds s disposições contráris.. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL JOÃO TEODORO DA SILVA Presidente do Conselho CURT ANTÔNIO BEIMS Diretor-Secretário (*) A íntegr ds norms eleitoris provds com Resolução- COFECI nº 1.138/2009 encontr-se disponível n sede provisóri do CRECI 26ª Região, n cidde de Rio Brnco/AC e n sede do Conselho Federl de Corretores de Imóveis-COFECI e no site e c i. g o v. b r pelo código CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA RESOLUÇÃO 1.819, DE 19 DE SETEMBRO DE GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL Atuliz os Cpítulos e d Consolidção d Regulmentção Profissionl do Economist, que dispõe, respectivmente, sobre os vlores ds Contribuições Prfiscis-Anuiddes, txs, emolumentos e mults devidos os Conselhos de Economi pels pessos físics e jurídics, pr o exercício de 20 e dá outrs providêncis. O CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA, no uso ds tribuições legis e regulmentres conferids pel Lei nº 1.411, de 13 de gosto de 1951 e Decreto nº , de 17 de novembro de 1952, Lei 6.1, de 03 de jneiro de 1974, Lei nº 6.537, de 19 de junho de 1978, tendo em vist o que const do Processo nº /2009 e o que foi precido e deliberdo n su 621ª Sessão Sessão Plenári Ordinári conjunt com 16ª Reunião do Conselho Consultivo Superior do Sistem COFECON/CORECONs Plenári, de 19 de setembro de 2009, CONSIDERANDO necessidde de mnter s ções de fisclizção do exercício d profissão, resgurdndo os interesses d sociedde brsileir; CONSIDERANDO que, pr o cumprimento de sus tividdes-fins definids em lei, em especil orientção e disciplin do exercício d profissão de economist, os Conselhos de Economi necessitm mnter estruturs profissionis cpzes de sustentr tis funções; CONSIDERANDO fculdde de fixr, cobrr e executr s contribuições, mults e preços de serviços devidos os Conselhos Regionis de Economi, conferid expressmente pelo rt. 2º d Lei /2004; CONSIDERANDO o disposto no Cpítulo d Consolidção d Regulmentção Profissionl do Economist, que estbelece princípios geris sobre contribuições e txs do Sistem COFECON/CORECONs; CONSIDE- RANDO que, em obediênci o princípio tributário d nulidde, os tributos são estbelecidos no no nterior o de su vigênci; resolve: Art. 1º - Atulizr os Cpítulos (Contribuições Prfiscis - Anuiddes) e (Emolumentos e Mults) d Consolidção d Regulmentção Profissionl do Economist e dá outrs providêncis, n form dos Anexos I e II dest Resolução. Art. 2º - A presente Resolução entr em vigor n dt de su publicção, produzindo efeitos prtir de 1º de jneiro de 20. PEDRO CALMON PEPEU GARCIA VIEIRA S A N TA N A Presidente do Conselho Cpítulos (Contribuições-Anuiddes) I) Pesso físic: Vlor Mínimo: R$ 287,38 (duzentos e oitent e sete reis e trint e oito centvos) Vlor Máximo: R$ 339,00 (trezentos e trint e nove reis) OBS: A fixção ds nuiddes pr o exercício de 20 foi obtid plicndo-se o vlor de 4,4359 % sobre s nuiddes vigentes no exercício de 2009, representndo o vlor cumuldo do INPC/IB- GE de setembro de 2008 gosto de Os Conselhos Regionis de Economi emitirão CARNÊ BANCÀRIO, com os respectivos códigos de brrs, té o di 01 de dezembro de 2009, em conformidde com tbel dos vlores deliberdo pelo Conselho Regionl, publicdo n imprens oficil, se for o cso. TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL F Os pgmentos ds contribuições prfiscis de pessos físics, referentes o exercício de 20, poderão ser efetudos em cot únic ou em té 3 (três) prcels iguis e consecutivs, sem descontos Os pgmentos ds contribuições prfiscis de pessos jurídics, referentes o exercício de 20, poderão ser efetudos em cot únic ou em té 3 (três) prcels iguis e consecutivs, sem descontos. 3 - Sobre nuidde vigente pr o exercício, serão concedidos descontos té o limite dos seguintes percentuis: I - Pr pgmento em cot únic Percentul de desconto Przo de pgmento % (dez por cento) té 31 (trint e um) de jneiro. 5% (cinco por cento) té 28 (vinte e oito) de fevereiro. Sem desconto té 31 (trint e um) de mrço. -F HISTÓRICO DO VALOR-BASE DAS ANUIDADES Exercício 2009 ci A Vi prtir g ê n - de 01/01/2009 Fonte: Consolidção d legislção profissionl do economist, Resolução COFECON 1.800/2008 Pesso físic Vlor Mínimo: R$ 275,17 (duzentos e setent e cinco reis e dezessete centvos) Vlor Máximo: R$ 324,60 (trezentos e vinte e qutro reis e sessent centvos) Pesso jurídic Em função ds fixs de cpitl: FAIXAS DE CAPITAL VA L O R MÍNIMO Sem cpitl destcdo ou com cpitl té R$ 3.585,11 R$ 366,67 Acim de R$ 3.585,12 té R$ ,99 R$ 454,97 Acim de R$ ,99 té R$ ,08 R$ 545,73 Acim de R$ ,08 té R$ ,60 R$ 822,88 Acim de R$ ,60 té R$ ,20 R$ 1.005,61 Acim de R$ ,20 té R$ ,50 R$ 1.188,34 Acim de R$ ,50 té R$ ,51 R$ 1.461,82 Acim de R$ ,51 té R$ ,49 R$ 2.192,73 Acim de R$ ,49 té R$ ,03 R$ 3.069,58 Acim de R$ ,03 R$ 4.297,18 Desconto utorizdo Pr pgmento em cont únic pelo COFECON Percentul de desconto Przo de pgmento em cot únic % (dez por cento) té 31 (trint e um) de jneiro. 5% (cinco por cento) té 28 (vinte e oito) de fevereiro. Sem desconto té 31 (trint e um) de mrço. Prcelmento utorizdo Os pgmentos ds contribuições prfiscis de pessos físics, pelo COFE- referentes o exercício de 2009, seu pedido, poderão ser efetudos CON em té 3 (três) prcels iguis e consecutivs, sem descontos, corrigids pelo vlor de 0,3 % (zero vírgul três por cento) o mês, clculdo cumultivmente prtir do mês do primeiro vencimento (inclusive) té o mês do pgmento, sendo que o primeiro vencimento deverá ser fixdo té o di 31 de mrço Os pgmentos ds contribuições prfiscis de pessos jurídics, referentes o exercício de 2009, seu pedido, poderão ser efetudos em té 3 (três) prcels iguis e consecutivs, sem descontos, corrigids pelo vlor de 0,3 % (zero vírgul três por cento) o mês, clculdo cumultivmente prtir do mês do primeiro vencimento (inclusive) té o mês do pgmento, sendo que o primeiro vencimento deverá ser fixdo té o di 31 de mrço.

108 8 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 (Íntegr do Cpítulo tulizdos disponíveis em o n. o rg. b r ) Cpítulos (Emolumentos e Mults) (dispositivos tulizdos) 2 - O vlor integrl dos emolumentos devidos os Conselhos de Economi será fixdo por cd Conselho Regionl de Economi, obedecidos os vlores mínimo e máximo constntes deste item. FATO GERADOR VA L O R MÍNIMO VA L O R MÁXIMO Registro de pesso físic R$ 27,05 R$ 79,92 Expedição de crteir de identidde n inscrição do R$ 31,97 R$ 47,96 economist Expedição de crteir de identidde n substituição R$ 31,97 R$ 79,92 ou emissão de segund vi Tx de cncelmento de registro de pesso físic R$ 31,97 R$ 47,96 Emissão de certidões de qulquer nturez solicitdos R$ 31,97 R$ 47,96 por pessos físics (lterções de nomes, es- pecilizção profissionl, cervo técnico, etc.) Registro de pesso jurídic (inscrição originl) R$ 146,34 R$ 146,34 Registro secundário de pesso jurídic R$ 146,34 R$ 146,34 Emissão de certidões de qulquer nturez solicitdos por pessos jurídics (regulridde de funcionmento, lterção de nome ou rzão socil, cervo técnico, etc.) R$ 63,95 R$ 63,95 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Em rzão d Cmpnh Ncionl de Recdstrmento, o Sistem COFECON/CORECONs vibilizrá substituição ds crteirs em ppel pr o novo modelo em crtão policrbonto, sem qulquer ônus pr o profissionl que derir o projeto té o di 18 de dezembro de 2009, medinte o fornecimento de um lt de leite em pó pr doção às Instituições de Cridde escolhids pelos respectivos Conselhos Regionis de Economi Pr desão à Cmpnh Ncionl de Recdstrmento, e consequentemente, enqudrmento no benefício d grtuidde, o profissionl de Economi deverá comprecer n sede do Conselho Regionl de Economi ou n Delegci Regionl do respectivo Estdo que possui o registro té dt descrit no subitem O disposto no subitem não se plic os profissionis que efeturem o primeiro registro junto os Conselhos Regionis de Economi e/ou Delegcis Regionis, devendo rcr com o pgmento d tx de emissão d crteir de identidde profissionl. (Íntegr do Cpítulo tulizdo disponível em e c o n. o rg. b r ) RESOLUÇÃO 1.820, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009 Atuliz e cri itens do Cpítulo (Contribuições Prfiscis - Anuiddes) d Consolidção d Regulmentção Profissionl do Economist e dá outrs providêncis, n form do Anexo I dest Resolução O CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA, no uso ds tribuições legis e regulmentres conferids pel Lei nº 1.411, de 13 de gosto de 1951 e Decreto nº , de 17 de novembro de 1952, Lei 6.1, de 03 de jneiro de 1974, Lei nº 6.537, de 19 de junho de 1978, tendo em vist o que const do Processo nº /2009 d referendum do Plenário, CONSIDERANDO necessidde de mnter s ções de fisclizção do exercício d profissão, resgurdndo os interesses d sociedde brsileir; CONSI- DERANDO que, pr o cumprimento de sus tividdes-fins definids em lei, em especil orientção e disciplin do exercício d profissão de economist, os Conselhos de Economi necessitm mnter estruturs profissionis cpzes de sustentr tis funções; CON- SIDERANDO fculdde de fixr, cobrr e executr s contribuições, mults e preços de serviços devidos os Conselhos Regionis de Economi, conferid expressmente pelo rt. 2º d Lei /2004; CONSIDERANDO o disposto no Cpítulo d Consolidção d Regulmentção Profissionl do Economist, que estbelece princípios geris sobre contribuições e txs do Sistem COFECON/CO- RECONs; CONSIDERANDO que, em obediênci o princípio tributário d nulidde, os tributos são estbelecidos no no nterior o de su vigênci; resolve: Art. 1º - Atulizr e crir itens do Cpítulo (Contribuições Prfiscis - Anuiddes) d Consolidção d Regulmentção Profissionl do Economist e dá outrs providêncis, n form do Anexo I dest Resolução: Item II (pesso jurídic individul); Item III (pesso jurídic). Art. 2º - A presente Resolução entr em vigor n dt de su publicção, produzindo efeitos prtir de 1º de jneiro de 20. PEDRO CALMON PEPEU GARCIA VIEIRA S A N TA N A Presidente do Conselho Cpítulos (Contribuições-Anuiddes) II) Pesso jurídic individul: Vlor Mínimo: R$ 287,38 (duzentos e oitent e sete reis e trint e oito centvos) Vlor Máximo: R$ 339,00 (trezentos e trint e nove reis) III) Pesso jurídic, conforme tbel bixo: FAIXAS DE CAPITAL VA L O R MÍNIMO té R$.000,00 R$ 383,00 Acim de R$.000,01 té R$ ,00 R$ 479,00 Acim de R$ ,01 té R$ ,00 R$ 575,00 pelo código Acim de R$ ,01 té R$ ,00 R$ 673,00 Acim de R$ ,01 té R$ ,00 R$ 767,00 Acim de R$ ,01 té R$ 0.000,00 R$ 859,00 Acim de R$ 0.001,00 té R$ ,00 R$ 953,00 Acim de R$ ,00 té R$ ,00 R$1.143,00 Acim de R$ ,00 té R$ ,00 R$ 1.338,00 Acim de R$ ,00 té R$ ,00 R$ 1.600,00 Acim de R$ ,00 té R$ ,00 R$ Acim de R$ ,00 R$ 2.600,00 OBS: A fixção ds nuiddes pr o exercício de 20 foi obtid plicndo-se o vlor de 4,4359 % sobre s nuiddes vigentes no exercício de 2009, representndo o vlor cumuldo do INPC/IBGE de setembro de 2008 gosto de (Íntegr do Cpítulo tulizdos disponíveis em o n. o rg. b r ) CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM RESOLUÇÃO 360, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 Alter o prágrfo 3º do rt. 3º d Resolução COFEN nº. 155, de 18/11/1992. hver prcelmento em té seis vezes d nuidde reltiv o exercício de 20, devendo, porém, incidir sobre s prcels correção previst no rtigo 4º dest Deliberção. 2º A últim prcel concedid pelo COREN-MG, reltiv o exercício que se refere nuidde, não poderá ultrpssr dt de 30/12/20.Art. 4º - Art. 4º - Ocorrendo o pgmento pós o di 31 de mrço de 20, o débito deverão ser crescidos: mult de 2%; juros e correção monetári, representdos pel vrição d tx Selic, incidindo prtir d dt do vencimento do débito té o mês nterior o do pgmento; juro de 1% reltivmente o mês em que o pgmento estiver sendo efetudo. Art. 5º - Qundo do primeiro registro de profissionis, definitivo, provisório ou secundário, serão obedecidos os seguintes critérios: I - o vlor d nuidde deverá ser cobrdo em su integrlidde se o pedido foi protocolizdo té ; II - hvendo requerimento de inscrição pós , nuidde deverá ser cobrd proporcionlmente, conforme os meses que restm pr conclusão do exercício fiscl. Art. 6º - N ocorrênci de pedido de cncelmento de inscrição serão obedecidos os seguintes critérios reltivmente à cobrnç d nuidde: I - o profissionl ficrá isento do pgmento d nuidde do exercício de 20 desde que seu requerimento sej protocolizdo té o di 31 de mrço; II - pós dt supr referid, isto é, prtir de 01 de bril, será devido o vlor proporcionl d nuidde. Art. 7º - Ns situções de mudnç de ctegori, o profissionl deverá estr quite com tods s nuiddes. 1º Reltivmente à nuidde do exercício de 20, cso o inscrito já tenh quitdo mesm estrá isento do pgmento d nuidde d nov ctegori. 2º O profissionl que não hj quitdo nuidde de 20 e que protocolizr seu requerimento té 31 de mrço ficrá isento do pgmento d nuidde de su tul ctegori, devendo efetur unicmente o pgmento integrl reltivo à nov ctegori. 3º Após 31 de mrço, será devido o pgmento proporcionl n ctegori nterior, sendo que pr nuidde d nov ctegori, será obedecido o disposto no Art. 5º e seus incisos. 4º N hipótese de pgmento de qulquer prcel té 31/03/20 n ctegori nterior, o crédito existente será deduzido no vlor d nuidde d nov ctegori. Art. 8º - Reltivmente o registro ds pessos jurídics, ocorrendo este té 30 de junho de 20 será devido o pgmento integrl d nuidde. Prágrfo único: Após dt referid no "cput" deste rtigo nuidde d pesso jurídic será cobrd proporcionlmente, conforme os meses que restm pr conclusão do exercício fiscl. Art. 9º - N ocorrênci de pedido de cncelmento de registro de pessos jurídics serão obedecidos os seguintes critérios reltivmente à cobrnç de nuiddes:i - o requerente ficrá isento do pgmento d nuidde do exercício de 20 desde que seu requerimento sej protocolizdo té o di 31 de mrço.ii - pós dt supr referid, isto é, prtir de 01 de bril, será devido o vlor proporcionl d nuidde. Art. - A rrecdção d receit proveniente de nuiddes será efetud unicmente por vi bncári, conforme convênios específicos mntidos pelo COREN-MG. Art Est deliberção, pós homologção do Conselho Federl de Enfermgem e publicção, revog s disposições em contrário e entr em vigor em 01 de jneiro de 20. O Conselho Federl de Enfermgem - COFEN, no uso ds tribuições que lhe são conferids pel Lei nº , de 12 de julho de 1973, e pelo Regimento d Autrqui, provdo pel Resolução COFEN nº. 242, de 31 de gosto de 2000; resolve: Art. 1º. O prágrfo 3º do rt. 3º d Resolução nº. 155, de 18 de novembro de 1992, pss vigorr com seguinte redção: Art.3º... 3º - Recebid denúnci, como medid cutelr e fim de que o denuncido não venh influir n purção d irregulridde, o Plenário do COFEN poderá, em decisão motivd, determinr seu fstmento do exercício do crgo pelo przo de té 60 (sessent) dis, prorrogáveis por igul período, findo o qul cessrão os efeitos do fstmento, ind que não concluído o processo". Art. 2º. Est Resolução entr em vigor n dt de su ssintur. MANOEL CARLOS NERI DA SILVA Presidente GELSON LUIZ DE ALBUQUERQUE Primeiro-Secretário CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS DELIBERAÇÃO 171, DE 17 DE SETEMBRO DE 2009 Estbelece os vlores ds nuiddes devids pels pessos físics e jurídics vinculds o COREN-MG, no exercício de 20. O Conselho Regionl de Enfermgem de Mins Geris - COREN-MG, no uso de sus tribuições legis e regimentis e, CONSIDERANDO, o disposto no rtigo 15 - inciso XI, d Lei nº de 12 de julho de 1973; CONSIDERANDO, s disposições do rtigo 2º 1º e 2º d Lei nº de 15 de dezembro de 2004; CONSIDERANDO, o disposto nos rtigos 9º - inciso IX e 13 - inciso XIV do Regimento Interno dest Entidde; CONSIDERANDO, normtizção contid ns Resoluções COFEN 263/01 e 250/2000, que dispõem sobre o pgmento de nuiddes e txs; CONSIDERANDO, que ns pelções civis nºs /RS e /RS, julgds pelo TRF d 4ª Região, em Acórdãos unânimes, foi deliberdo que o MVR, previsto n Lei 6.994/82, poderi ind ser considerdo como critério pr fixção ds nuiddes pelos Conselhos de Enfermgem; CONSIDERANDO, que o vlor máximo d nuidde, previsto pel Resolução COFEN nº. 263/2001, não ultrpss o vlor corrigido pr o MRV, n jurisprudênci suprcitd; CONSIDERANDO, ind, deliberção dos Senhores Conselheiros n 11ª Reunião Ordinári do Plenário, relizd em 03 de setembro de 2009; resolve: Art. 1º - As nuiddes serem cobrds no exercício de 20, de pessos físics e jurídics vinculds o COREN-MG, obedecerão o disposto neste Ato.Art. 2º - São estbelecidos os seguintes vlores pr s nuiddes devids por pessos físics e jurídics no exercício de 20, com vencimento em 31 de mrço do mesmo no: - Qudro I - R$ 180,00 (cento e oitent reis); b - Qudro II - R$ 0,00 (cem reis); c - Qudro III - R$ 90,00 (novent reis); d - Pessos Jurídics - R$ 250,00 (duzentos e cinqüent reis). Prágrfo único: Ocorrendo o pgmento ntecipdo d nuidde e sendo este efetudo integrlmente (à vist) nos meses de jneiro, fevereiro ou mrço de 20, os interessdos serão concedidos, respectivmente, descontos de 1,5% (um e meio por cento), 1% (um por cento) ou 0,5% (meio por cento).art. 3º - As nuiddes poderão ser pgs à vist ou em té três prcels de igul vlor em REAL, somente nos meses de jneiro, fevereiro, mrço e bril, sem desconto e sem créscimo, desde que requerido no przo máximo de té 28//20. 1º Após dt previst no cput deste rtigo poderá TELMA RAMALHO MENDES Presidente ROSANA ALMEIDA S. PAESPRIMEIRA Secretári DELIBERAÇÃO 176, DE 17 DE SETEMBRO DE 2009 Dispõe sobre fixção dos vlores ds txs e mults devids pels pessos físics e jurídics vinculds o COREN-MG, no exercício de 20. O Conselho Regionl de Enfermgem de Mins Geris - COREN-MG, no uso de sus tribuições legis e regimentis e, CONSIDERANDO, o disposto no rtigo 15 - inciso XIV d Lei nº de 12 de julho de 1973; CONSIDERANDO, s disposições do rtigo 2º. 1º e 2º d Lei nº de 15 de dezembro de 2004; CONSIDERANDO, s norms contids nos rtigos 9º - inciso IX e 13 - inciso XIV do Regimento Interno dest Entidde; CONSIDERANDO, normtizção estbelecid n Resolução COFEN 263/01; CONSIDERANDO, ind, deliberção dos Senhores Conselheiros n ª Reunião Extrordinári do Plenário, relizd em 03 de setembro de Resolve:

109 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN Art. 1º - Os vlores ds txs e mults devids no exercício de 20, pels pessos físics e jurídics vinculds o COREN-MG são os constntes d tbel seguir: I - INSCRIÇÃO DEFINITIVA (PESSOAS FÍSICAS) Qudros I, II e III...R$ 50,00 Expedição de Crteir...R$ 20,00 II - INSCRIÇÃO PROVISÓRIA (PESSOAS FÍSICAS) Qudros I, II e III...R$ 50,00 Expedição de Crteir...R$ 20,00 III - PRORROGAÇÃO DE INSCRIÇÃO PROVISÓRIA (PESSOAS FÍSICAS) Qudros I,II e III (vlidde vencid nterior o exercício)...r$ 50,00 Expedição de Crteir... R$ 20,00 Qudros, I,II e III (vlidde vencid no decorrer do exercício).. Isento Expedição de Crteir... R$ 20,00 IV - INSCRIÇÃO SECUNDÁRIA Qudros I, II e III... R$ 50,00 Expedição de Crteir...R$ 20,00 V - INSCRIÇÃO TEMPORÁRIA (ESTAGIÁRIOS) Estudntes de Enfermgem de 3º e 2º grus... R$ 12,00 Expedição de Crteir...R$ 20,00 VI - CONCESSÃO DE AUTORIZAÇÃO (ATENDENTES DE ENFERMAGEM) Expedição de Crteir (primeir ou segunds vis)...r$ 20,00 VII - REGISTRO DE PESSOAS JURÍDICAS (EMPRE- SAS) Registro...R$ 73,00 Expedição de Certificdo de Registro... R$ 67,00 Revlidção de Registro... R$ 25,00 VIII - CARTEIRA PROFISSIONAL DE IDENTIDADE (SEGUNDA VIA) Qudros I, II e III... R$ 20,00 IX - REGISTRO DE TÍTULOS Especilist... R$ 20,00 Qulificção... R$ 20,00 X- CERTIDÕES Responsbilidde Técnic..... R$ 181,00 Certidões Negtivs...O inscrito terá direito um certidão negtiv sem ônus por no. A prtir d 2ª será cobrd tx de R$,00 Demis Certidões...R$,00 XI - TAXAS DIVERSAS Trnsferênci de jurisdição...r$ 25,00 Remess de documentos...r$,00 XIII - MULTAS Eleitorl (Qudros I, II e III)...Equivlente o vlor d nuidde do inscrito no exercício em que for quitd. Infrção de nturez étic... Equivlente o vlor de 01 (um) (dez) nuiddes do infrtor. Art. 2º. - Os profissionis que possuem inscrição provisóri vencid e que mnifestrem interesse em regulrizrem su situção dentro do mesmo exercício em que ocorreu expirção d vlidde d inscrição, estrá isento do pgmentode nov tx de inscrição, devendo pgr tx de Crteir Profissionl de Identidde. Art. 3º - A rrecdção d receit proveniente de txs e mults será efetud unicmente por vi bncári, conforme convênios específicos mntidos pelo COREN-MG. Art. 4º. A presente Deliberção, pós homologd pelo Conselho Federl de Enfermgem e publicd, revog s disposições em contrário e entr em vigor em 01 de jneiro de 20. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL TELMA RAMALHO MENDES Presidente ROSANA ALMEIDA S. PAES Primeir Secretári pelo código CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DESPACHOS DO PRESIDENTE Em 24 de gosto de 2009 Rtifico os termos do precer d Consultori Jurídic, reconhecendo situção de dispens de licitção, previst no rtigo 24, X d Lei 8.666/93, pr locção ds sls , d Ru Brão do Rio Brnco, 480, Centro, destinds à instlção d Seção de Governdor Vldres. Em 6 de outubro de 2009 Rtifico os termos do precer d Consultori Jurídic, reconhecendo situção de inexigibilidde de licitção previst no rtigo 25, inciso I, d Lei 8.666/93, pr locção de equipmento e softwre, pr purção dos votos, reltivmente o processo eleitorl 2009, medinte leitur ótic, trvés d empres HS HARD E SOFT INFORMÁTICA COMÉRCIO E INDÚSTRIA LTDA. BENÍCIO MACHADO DE FARIA Presidente do Conselho CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO RIO GRANDE DO SUL RESOLUÇÃO 9, DE DE SETEMBRO DE 2009 Dispõe sobre procedimentos pr registro e notção de responsbilidde técnic de estbelecimentos vícols, de cordo com Instrução Normtiv 56/ MAPA. O Conselho Regionl de Medicin Veterinári do Estdo do Rio Grnde do Sul - CRMV-RS, no uso de sus tribuições conferids pel Lei n , de 23 de outubro de 1968; Considerndo decisão d Sessão Plenári nº484 de 13 de gosto de 2009 homologd n Sessão Plenári nº485 de de setembro de 2009; Considerndo su função de fisclizr o exercício d Medicin Veterinári e d Zootecni, bem como supervisionr e disciplinr s tividdes reltivs o propósito de resgurdr e defender os direitos e interesses d sociedde; Considerndo necessidde de se regulmentr inscrição dos estbelecimentos que exercem tividdes de grnjs vícols no Estdo do Rio Grnde do Sul de cordo com Instrução Normtiv nº 56, de 04 de dezembro de 2007 do Ministério de Agricultur, Pecuári e Abstecimento; resolve: Art. 1º Os estbelecimentos vícols, compreendidos entre os de reprodução e comerciis terão responsbilidde técnic instituíd conforme disposição dest resolução. TÍTULO I DOS ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS DE REPRODU- ÇÃO Art. 2º São considerdos, pr efeito dest resolução, estbelecimentos vícols de reprodução, os incubtórios e s grnjs mtrizeirs. Art. 3º A grnj mtrizeir, qundo constituíd n form de pesso jurídic, independente, ou mesmo integrd à empres vícol, deverá ter registro no CRMV-RS, recolher Tx de Registro e Anuidde o CRMV-RS, n form d Lei nº 5.517/68 e Anotção de Responsbilidde Técnic (ART) nos moldes d Resolução CFMV nº 683, de 16 de mrço de 2001, respeitdos os critérios estbelecidos pel Resolução CRMV-RS nº, de 21 de junho de Art. 4º A grnj mtrizeir, qundo constituíd n form de pesso físic, independente, ou mesmo integrd à empres vícol, deverá ter cdstro no CRMV-RS trvés do CPF e número de inscrição estdul do produtor, sendo tribuído ele, pelo CRMV-RS, um número de registro de Produtor Rurl, n form d Lei nº 5.517/68, e Anotção de Responsbilidde Técnic (ART) nos moldes d Resolução CFMV nº 683, de 16 de mrço de 2001, respeitdos os critérios estbelecidos pel Resolução CRMV-RS nº, de 21 de junho de º- O Produtor Rurl será isento de Tx de Registro e Anuidde. Art.5º As grnjs mtrizeirs constituids n form de pesso jurídic ou pesso físic, qundo integrds à empress vícols, terão seu registro independente, n form já estbelecid n Lei 5.517/68, e no rt.3º e 4º dest Resolução, e pr efeito de homologção, Anotção de Responsbilidde Técnic (ART), no CRMV-RS, nos moldes d Resolução CFMV nº 683, de 16 de mrço de 2001, respeitdos os critérios estbelecidos pel Resolução CRMV-RS nº, de 21 de junho de 2005, poderá ser vinculd à empres integrdor, trvés de seus contrtos de prceri. Art.6º O incubtório, qundo constituído n form de pesso jurídic independente, ou mesmo integrdo à empres vícol, deverá ter registro no CRMV-RS, recolher Tx de Registro e Anuidde o CRMV-RS, n form d Lei nº 5.517/68 e Anotção de Responsbilidde Técnic (ART) nos moldes d Resolução CFMV nº 683, de 16 de mrço de 2001, respeitdos os critérios estbelecidos pel Resolução CRMV-RS nº, de 21 de junho de 2005, e do Art.8º dest Resolução. Art.7º O incubtório, qundo constituído n form de pesso físic, independente, ou mesmo integrdo à empres vícol, deverá ter cdstro no CRMV-RS trvés do CPF e número de inscrição estdul do produtor, sendo tribuído ele, pelo CRMV-RS, um número de registro de Produtor Rurl, n form d Lei nº 5.517/68, e Anotção de Responsbilidde Técnic (ART) nos moldes d Resolução CFMV nº 683, de 16 de mrço de 2001, respeitdos os critérios estbelecidos pel Resolução CRMV-RS nº, de 21 de junho de 2005 e do Art.8º dest Resolução. 1º- O Produtor Rurl será isento de Tx de Registro e Anuidde. Art. 8º Os incubtórios constituidos n form de pesso jurídic ou pesso físic, qundo integrdos à empress vícols, terão seu registro independente, n form já estbelecid n Lei 5.517/68, e no rt.6º e 7º dest Resolução, e pr efeito de homologção d Anotção de Responsbilidde Técnic (ART), no CRMV-RS, nos moldes d Resolução CFMV nº 683, de 16 de mrço de 2001, respeitdos os critérios estbelecidos pel Resolução CRMV-RS nº, de 21 de junho de 2005, deverá mnter, no mínimo, 1 (um) médico veterinário como responsável técnico. Art. 9º O médico veterinário, que não é o responsável técnico d empres integrdor, poderá tender té dezesseis (16) proprieddes de grnjs mtrizeirs, não excedendo um totl de vinte (20) núcleos por cd grnj, respeitd hierrqui de idde ds ves lojds nos mesmos. Prágrfo Único - Excedendo o número de vinte (20) núcleos por cd grnj, o responsável técnico terá de tender proporcionlmente um quntidde menor de grnjs, não ultrpssndo trezentos e vinte (320) núcleos. TÍTULO II DOS ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS DE PRODU- ÇÃO COMERCIAL Art. 8º São considerdos estbelecimentos vícols de produção comercil pr fins dest resolução, s grnjs de ves comerciis de corte, s grnjs de explorção de ves comerciis pr produção de ovos. Art. 9º A grnj de produção comercil, qundo constituíd n form de pesso jurídic, mesmo integrd à empres vícol, deverá ter registro no CRMV-RS, recolher Tx de Registro e Anuidde o CRMV-RS, n form d Lei nº 5.517/68 e Anotção de Responsbilidde Técnic (ART) nos moldes d Resolução CFMV nº 683, de 16 de mrço de 2001, respeitdos os critérios estbelecidos pel Resolução CRMV-RS nº, de 21 de junho de Art. A grnj de produção comercil, qundo constituíd n form de pesso físic, mesmo integrd à empres vícol, deverá ter cdstro no CRMV-RS trvés do CPF e número de inscrição estdul do produtor, sendo tribuído ele, pelo CRMV-RS, um número de registro de Produtor Rurl, n form d Lei nº 5.517/68, e Anotção de Responsbilidde Técnic (ART) nos moldes d Resolução CFMV nº 683, de 16 de mrço de 2001, respeitdos os critérios estbelecidos pel Resolução CRMV-RS nº, de 21 de junho de º- O Produtor Rurl será isento de Tx de Registro e Anuidde. Art.11 As grnjs de produção comercil, constituids n form de pesso jurídic ou pesso físic, qundo integrds à empress vícols, terão seu registro independente, n form já estbelecid n Lei 5.517/68, e no rt.9º e º dest Resolução, e pr efeito de homologção, Anotção de Responsbilidde Técnic (ART), no CRMV-RS, nos moldes d Resolução CFMV nº 683, de 16 de mrço de 2001, respeitdos os critérios estbelecidos pel Resolução CRMV-RS nº, de 21 de junho de 2005, poderá ser vinculd à empres integrdor, trvés de seus contrtos de prceri. Art. 12 O médico veterinário Responsável Técnico d empres integrdor, que tender estbelecimentos de produção comercil integrdos, poderá ser responsável técnico de té 120 (cento e vinte) grnjs, desde que não ultrpsse um rio de 120km de distânci d residênci do profissionl, e que cpcidde máxim de ves lojds não exced o número de (qutro milhões). Art. 13 Grnjs de produção comercil independentes, terão s notções de responsbilidde técnic homologds n form d Resolução CFMV nº 683, de 16 de mrço de 2001, respeitdos os critérios estbelecidos pel Resolução CRMV-RS nº, de 21 de junho de 2005, e presente Resolução, nos Artigos 9º e º. 1º As ssocições, coopertivs ou similres com suporte técnico-opercionl deverão se registrr no CRMV-RS, n form já estbelecid n Lei 5.517/68, recolhendo tx de inscrição e nuiddes o CRMV-RS em cso de pesso jurídic, sendo isento de tl recolhimento se cdstrdo como produtor rurl. 2º As grnjs vícols ssocids às instituições descrits no 1º deste rtigo deverão ter seus registros independentes e pr efeito de homologção notção de responsbilidde técnic poderá ser vinculd o registro de Pesso Jurídic, medinte provção do Pleno do CRMV-RS. Art. 14 A responsbilidde técnic que se refere est resolução está limitd à relizção do controle higiênico snitário do estbelecimento vícol conforme rtigo 9º do Anexo I d Instrução Normtiv 056, de 04 de dezembro de 2007, do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento. Art. 15 A concessão d Anotção de Responsbilidde Técnic de estbelecimentos vícols pertencentes à integrdors, ssocições, coopertivs ou similres fic condiciond à provção, em Sessão Plenári do CRMV-RS, de um projeto elbordo pelo responsável técnico comprovndo cpcidde de pleno tendimento os estbelecimentos. Art. 16 Os csos não previstos nest resolução serão objeto de deliberção do Plenário do CRMV-RS. Art. 17. Est resolução entrrá em vigor n dt de su publicção. AIR FAGUNDES DOS SANTOS Presidente ROSANE MAIA MACHADO Secretári-Gerl

110 1 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS pelo código

111 Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de ISSN EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código

112 112 ISSN Nº 215, qurt-feir, 11 de novembro de 2009 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS pelo código

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA ##ATO PORTARIA Nº 134, DE 31 DE JULHO DE 2015.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA ##ATO PORTARIA Nº 134, DE 31 DE JULHO DE 2015. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA ##ATO PORTARIA Nº 134, DE DE JULHO DE 15. ##TEX O SECRETÁRIO DE POLÍTICA AGRÍCOLA, no uso de sus tribuições e competêncis

Leia mais

ANEXO 1. NOTA TÉCNICA

ANEXO 1. NOTA TÉCNICA ANEXO 1. NOTA TÉCNICA O feijão cupi (Vign unguicult (L.) Wlp), conhecido tmbém como feijão-decord ou feijão mcssr, constitui-se em fonte de proteíns e limento básico pr grnde prte d populção d Região do

Leia mais

JOSÉ MENEZES NETO 2.600.000 2.600.000 4430 TO TA L 7.836.000 7.836.000

JOSÉ MENEZES NETO 2.600.000 2.600.000 4430 TO TA L 7.836.000 7.836.000 6 ISSN 1676-2339 1 Nº 2, quint-feir, 3 de dezembro de 09. SECRETARIA EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO 169, DE DE NOVEMBRO DE 09 O SUBSECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.768, DE 25 DE OUTUBRO DE 2005

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.768, DE 25 DE OUTUBRO DE 2005 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº.768, DE 5 DE OUTUBRO DE 005 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de sus tribuições legis, e considerndo o disposto n Portri MP no 08, de de julho

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA ##ATO PORTARIA Nº 159, DE 4 DE AGOSTO DE 15. ##TEX O SECRETÁRIO DE POLÍTICA AGRÍCOLA, no uso de sus tribuições e competêncis

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE RISCO RURAL PORTARIA Nº 193, DE 8 DE JUNHO DE 2011 O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE RISCO

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE

CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE CAPITULO I VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA FINS INDUSTRIAIS ARTIGO l. A lienção, trvés de vend, reliz-se por negocição direct com os concorrentes sendo o preço d vend fixo, por metro qudrdo, pr um ou mis

Leia mais

U04.6. Câmara Municipal da Amadora. Pág. 1 a. 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009) 01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente.

U04.6. Câmara Municipal da Amadora. Pág. 1 a. 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009) 01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente. Câmr Municipl d Amdor Deprtmento de Administrção U04.6 Urbnísitic EMISSÃO DE LICENÇA ESPECIAL OU COMUNICAÇÃO PRÉVIA PARA OBRAS INACABADAS LISTA DE DOCUMENTOS 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009)

Leia mais

ANEXO 1. NOTA TÉCNICA

ANEXO 1. NOTA TÉCNICA ANEXO 1. NOTA TÉCNICA As plnts de clim temperdo, como pereir, necessitm de repouso invernl pr quebr de dormênci, florção bundnte e retomd d produção. A quebr de dormênci está relciond com o cúmulo de hors

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Nº 241, sext-feir, 17 de dezembro de 1 ISSN 1677-7042. Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 42, DE 16 DE DEZEMBRO DE O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA,

Leia mais

TARIFÁRIO 2016 Operadora Nacional SEMPRE PERTO DE VOCÊ

TARIFÁRIO 2016 Operadora Nacional SEMPRE PERTO DE VOCÊ TARIFÁRIO 2016 Operdor Ncionl SEMPRE PERTO DE VOCÊ 24 HOTÉIS PORTUGAL E BRASIL LAZER E NEGÓCIOS CIDADE, PRAIA E CAMPO Os Hotéis Vil Glé Brsil Rio de Jneiro VILA GALÉ RIO DE JANEIRO 292 qurtos 2 resturntes

Leia mais

Considerando a necessidade de contínua atualização do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - PROCONVE;

Considerando a necessidade de contínua atualização do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - PROCONVE; http://www.mm.gov.br/port/conm/res/res97/res22697.html Pge 1 of 5 Resoluções RESOLUÇÃO Nº 226, DE 20 DE AGOSTO DE 1997 O Conselho Ncionl do Meio Ambiente - CONAMA, no uso ds tribuições que lhe são conferids

Leia mais

I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS:

I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS: PAINT 24 - I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS: 1.1 - Auditoris de Conformidde Uniddes Orig d dnd: Intern com bse nos resultdos d Mtriz de Risco elbord pel Auditori Intern Nº UNIDADE OBJETIVOS ESCOPO

Leia mais

WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Paulo/SP

WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Paulo/SP WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Pulo/SP PNRS E O WASTE-TO-ENERGY Definições do Artigo 3º - A nov ordenção básic dos processos Ordem de prioriddes do Artigo 9º

Leia mais

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ISSN 1677-7042 Ano CXLVI N o - 152 Brsíli - DF, terç-feir, de gosto de 09 Sumário. PÁGINA Atos do Congresso Ncionl... 1 Presidênci d Repúblic... 2 Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento... 3 Ministério

Leia mais

A Diretoria de Relações Internacionais da Fundação de Ensino e Pesquisa do Sul de Minas - 1. OBJETIVO 2. PRÉ-REQUISITOS. Re~ unis

A Diretoria de Relações Internacionais da Fundação de Ensino e Pesquisa do Sul de Minas - 1. OBJETIVO 2. PRÉ-REQUISITOS. Re~ unis Crid pel Lei Estdul nn 2. 766/63 CNPJ.: 21.420.85610001-96 - lrrsc Estdul. ISENTA Entidde M ntenedor do Grupo Educcionl Uni: Centro Universitdrio do Sul d Mins - UNIS Fculdde Bum- FABE Fculdde Três Ponts

Leia mais

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ISSN 1677-7042 Ano CXLV 243 Brsíli - DF, segund-feir, 15 de dezembro de 2008. Sumário PÁGINA Atos do Poder Judiciário... 1 Atos do Poder Executivo... 1 Presidênci d Repúblic... 104 Ministério d Agricultur,

Leia mais

INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ

INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ Ricrdo S. Blrdin Mrcelo G. Mdlosso Mônic P. Debortoli Giuvn Lenz. Dep. Defes Fitossnitári - UFSM; Instituto Phytus. Em nos

Leia mais

Oferta n.º 1260. Praça do Doutor José Vieira de Carvalho 4474-006 Maia Tel. 229 408 600 Fax 229 412 047 [email protected] www.cm-maia.

Oferta n.º 1260. Praça do Doutor José Vieira de Carvalho 4474-006 Maia Tel. 229 408 600 Fax 229 412 047 educacao@cm-maia.pt www.cm-maia. Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Inglês Ofert n.º 1260 A Câmr Municipl Mi procede à bertur do

Leia mais

6.1 Recursos de Curto Prazo ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. Capital de giro. Capital circulante. Recursos aplicados em ativos circulantes (ativos

6.1 Recursos de Curto Prazo ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. Capital de giro. Capital circulante. Recursos aplicados em ativos circulantes (ativos ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 6.1 Recursos de curto przo 6.2 Administrção de disponibiliddes 6.3 Administrção de estoques 6.4 Administrção de conts 6.1 Recursos de Curto Przo Administrção Finnceir e

Leia mais

Professores Edu Vicente e Marcos José Colégio Pedro II Departamento de Matemática Potências e Radicais

Professores Edu Vicente e Marcos José Colégio Pedro II Departamento de Matemática Potências e Radicais POTÊNCIAS A potênci de epoente n ( n nturl mior que ) do número, representd por n, é o produto de n ftores iguis. n =...... ( n ftores) é chmdo de bse n é chmdo de epoente Eemplos =... = 8 =... = PROPRIEDADES

Leia mais

EQUAÇÕES INTENSIDADE / DURAÇÃO / PERÍODO DE RETORNO PARA ALTO GARÇAS (MT) - CAMPO ALEGRE DE GOIÁS (GO) E MORRINHOS (GO)

EQUAÇÕES INTENSIDADE / DURAÇÃO / PERÍODO DE RETORNO PARA ALTO GARÇAS (MT) - CAMPO ALEGRE DE GOIÁS (GO) E MORRINHOS (GO) ABES - Associção Brsileir de Engenhri Snitári e Ambientl V - 002 EQUAÇÕES INTENSIDADE / DURAÇÃO / PERÍODO DE RETORNO PARA ALTO GARÇAS (MT) - CAMPO ALEGRE DE GOIÁS (GO) E MORRINHOS (GO) Alfredo Ribeiro

Leia mais

MANUAL DE USO DA MARCA DA FORÇA AÉREA BRASILEIRA

MANUAL DE USO DA MARCA DA FORÇA AÉREA BRASILEIRA MANUAL DE USO DA MARCA DA MARÇO/2011 1 Identidde Visul Sobre o Mnul d Mrc Este mnul vis pdronizr e estbelecer regrs de uso pr mrc d Forç Aére Brsileir. Mrc é um símbolo que funcion como elemento identificdor

Leia mais

Manual de instalação. Aquecedor de reserva de monobloco de baixa temperatura Daikin Altherma EKMBUHCA3V3 EKMBUHCA9W1. Manual de instalação

Manual de instalação. Aquecedor de reserva de monobloco de baixa temperatura Daikin Altherma EKMBUHCA3V3 EKMBUHCA9W1. Manual de instalação Aquecedor de reserv de monoloco de ix tempertur Dikin EKMBUHCAV EKMBUHCA9W Portugues Índice Índice Acerc d documentção. Acerc deste documento... Acerc d cix. Aquecedor de reserv..... Pr retirr os cessórios

Leia mais

ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU

ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU 1 ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU EDITAL UFU/PREFE/044/2010 EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA ESTAGIÁRIO(A) A Pró-reitori de Grdução d Universidde Federl de Uberlândi, mprd no rtigo 248 ds Norms de Grdução

Leia mais

Ano CXLIII N o - 148 Brasília - DF, quinta-feira, 3 de agosto de 2006

Ano CXLIII N o - 148 Brasília - DF, quinta-feira, 3 de agosto de 2006 PORTARIA ISSN 677-7042 Ano CXLIII 48 Brsíli - DF, quint-feir, 3 de gosto de 2006. Sumário PÁGINA Presidênci d Repúblic... Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento... 2

Leia mais

EDITAL 001/2013 - EADUnC

EDITAL 001/2013 - EADUnC EDITAL 001/2013 - EADUnC O Reitor d Universidde do Contestdo-UnC, de cordo com o disposto no Regimento, fz sber, trvés do presente Editl, que estrão berts inscrições e mtriculs pr ingresso nos Cursos de

Leia mais

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ISSN 1677-7042 Ano CXLVIII N o - 21 Brsíli - DF, segund-feir, 31 de jneiro de 2011.. Sumário PÁGINA Atos do Poder Executivo... 1 Presidênci d Repúblic... 2 Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento...

Leia mais

ESCOLAS DE MERGULHO COM CREDENCIAMENTO ATIVO

ESCOLAS DE MERGULHO COM CREDENCIAMENTO ATIVO ESCOLAS DE MERGULHO COM ATIVO ESCOLA CREDENCIADA CURSOS AUTORIZADOS CERTIFICADO DE SEGURANÇA DE SISTEMAS DE MERGULHO R(CSSM) CURSO BÁSICO DE MERGULHO RASO PROFISSIONAL * Hbilitção: mergulhos com r comprimido

Leia mais

EDITAL/SEE Nº 002/2014

EDITAL/SEE Nº 002/2014 EDITAL/SEE Nº 002/2014 PROCESSO DE SELEÇÃO SIMPLIFICADA PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE MONITOR/A PROFESSOR/A INDÍGENA DO ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO PARA AS ESCOLAS INDÍGENAS DA REDE ESTADUAL DE

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA a CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE MEIO AMBIENTE, URBANISMO E PATRIMÔNIO CULTURAL

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA a CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE MEIO AMBIENTE, URBANISMO E PATRIMÔNIO CULTURAL 1 N O T A T É C N I C A N º. 0 0 3 / 2 0 0 7 Análise ds demnds identificds ns udiêncis públics do Plnejmento Estrtégico. Construção de plnejmento. 1 JUSTIFICATIVA Após relizção de seis udiêncis públics

Leia mais

ANEXO. DHA < 200 mm - baixo risco DHA > 200 mm - alto risco

ANEXO. DHA < 200 mm - baixo risco DHA > 200 mm - alto risco ANEXO 1. NOTA TÉCNICA O Brsil produz dus espécies de cfé: O rábic (Coffe rábic L.) e o robust (Coffe cnephor Pierre ex A. Froehner.), mis conhecido como cfé robust. Atulmente, o pís é o mior produtor e

Leia mais

Carta Convite para Seleção de Preceptores. Desenvolvimento de Competência Pedagógica para a prática da Preceptoria na Residência Médica

Carta Convite para Seleção de Preceptores. Desenvolvimento de Competência Pedagógica para a prática da Preceptoria na Residência Médica ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MÉDICA (ABEM) Av. Brsil, 4036 sls 1006/1008 21040-361 Rio de Jneiro-RJ Tel.: (21) 2260.6161 ou 2573.0431 Fx: (21) 2260.6662 e-mil: [email protected] Home-pge: www.bem-educmed.org.br

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015. Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015. Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira Coorden http://www.etecermelind.com.br/etec/sis/ptd_tec_6.php 1 de 5 18/09/2015 12:45 Unidde de Ensino Médio e Técnico Cetec Ensino Técnico Integrdo o Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plno de Trblho Docente

Leia mais

Eleições Diretório Acadêmico Fisioterapia

Eleições Diretório Acadêmico Fisioterapia Eleições Está berto o período de inscrição pr s novs chps do Diretório Acdêmico - Gestão 2015 Inscrições: dos dis 17 29 de gosto de 2015 somente pelo e-mil: [email protected] A votção será relizd nos

Leia mais

a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295

a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295 Anuiddes equivlentes: $480 + $113 + $149 5 9% 5 VPL A (1, 09) $56, 37 A 5 9% 3,88965 5 9% 5 9% AE = = = = $14, 49 = 3,88965 AE B $140 $620 + $120 + 7 9% 7 VPL B (1, 09) $60, 54 = = = 5, 03295 7 9% 7 9%

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Habilitação Profissional: Técnica de nível médio de Auxiliar de Contabilidade

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Habilitação Profissional: Técnica de nível médio de Auxiliar de Contabilidade Plno de Trblho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Hbilitção Profissionl: Técnic de nível médio de Auxilir de Contbilidde

Leia mais

II NÚMERO DE VAGAS: As vagas serão oferecidas em cada disciplina optativa de acordo com a disponibilidade institucional do Programa.

II NÚMERO DE VAGAS: As vagas serão oferecidas em cada disciplina optativa de acordo com a disponibilidade institucional do Programa. Av. Fernndo Ferrri, 514 Vitóri ES CEP: 29.075-910 Cmpus de Goibeirs Tel/Fx: +55 (27) 4009-7657 E-mil: [email protected] http://www.histori.ufes.br/ppghis EDITAL DE SELEÇÃO DE CANDIDATOS A ALUNO ESPECIAL

Leia mais

ESMAFE/PR Escola da Magistratura Federal do Paraná

ESMAFE/PR Escola da Magistratura Federal do Paraná ESMAFE/PR Escol d Mgistrtur Federl do Prná Curso Regulr Preprtório pr Crreir d Mgistrtur Federl com opção de Pós-Grdução ltu sensu em Direito Público em prceri com UniBrsil - Fculddes Integrds do Brsil

Leia mais

11 a 20. 21 a 31. 11 a 20. 1º a 10. 11 a 20. 21 a 28. 1º a 10. 1º a. 21 a 31. 30 Meses Janeiro Fevereiro Março Abril

11 a 20. 21 a 31. 11 a 20. 1º a 10. 11 a 20. 21 a 28. 1º a 10. 1º a. 21 a 31. 30 Meses Janeiro Fevereiro Março Abril 6 ISSN 677-7042 Nº 40, quint-feir, 24 de julho de 4. Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 57, DE 22 DE JULHO DE 4 O SECRETÁRIO SUBSTITUTO DE DEFESA

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Mnul de Operção e Instlção Clh Prshll MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS Cód: 073AA-025-122M Rev. B Novembro / 2008 S/A. Ru João Serrno, 250 Birro do Limão São Pulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999

Leia mais

Portaria 130/2014 24/07/2014

Portaria 130/2014 24/07/2014 /7/14 Sistem Integrdo de Legislção Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento BINAGRI - SISLEGIS Portri 130/14 24/07/14 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA ##ATO PORTARIA Nº 176, DE 4 DE AGOSTO DE 2015.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA ##ATO PORTARIA Nº 176, DE 4 DE AGOSTO DE 2015. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA ##ATO PORTARIA Nº 176, DE 4 DE AGOSTO DE 15. ##TEX O SECRETÁRIO DE POLÍTICA AGRÍCOLA, no uso de sus tribuições e competêncis

Leia mais

Ano CXLIV N o - 135 Brasília - DF, segunda-feira, 16 de julho de 2007

Ano CXLIV N o - 135 Brasília - DF, segunda-feira, 16 de julho de 2007 ISSN 1677-7042 Ano CXLIV N o - 135 Brsíli - DF, segund-feir, 16 de julho de 2007 Sumário. PÁGINA Presidênci d Repúblic... 1 Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento... 4 Ministério

Leia mais

3. Cálculo integral em IR 3.1. Integral Indefinido 3.1.1. Definição, Propriedades e Exemplos

3. Cálculo integral em IR 3.1. Integral Indefinido 3.1.1. Definição, Propriedades e Exemplos 3. Cálculo integrl em IR 3.. Integrl Indefinido 3... Definição, Proprieddes e Exemplos A noção de integrl indefinido prece ssocid à de derivd de um função como se pode verificr prtir d su definição: Definição

Leia mais

Transporte de solvente através de membranas: estado estacionário

Transporte de solvente através de membranas: estado estacionário Trnsporte de solvente trvés de membrns: estdo estcionário Estudos experimentis mostrm que o fluxo de solvente (águ) em respost pressão hidráulic, em um meio homogêneo e poroso, é nálogo o fluxo difusivo

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA ##ATO PORTARIA Nº 234, 21 DE DEZEMBRO DE 2015.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA ##ATO PORTARIA Nº 234, 21 DE DEZEMBRO DE 2015. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA ##ATO PORTARIA Nº 234, DE DEZEMBRO DE 15. ##TEX O SECRETÁRIO DE POLÍTICA AGRÍCOLA, no uso de sus tribuições e competêncis

Leia mais

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE 07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE SEMENTES NA QUALIDADE FISIOLOGICA DA SEMENTE E A EFICIENCIA NO CONTROLE DE PRAGAS INICIAIS NA CULTURA DA SOJA Objetivo Este trblho tem como objetivo vlir o efeito

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - UFRJ INSTITUTO ALBERTO LUIZ COIMBRA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DE ENGENHARIA - COPPE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - UFRJ INSTITUTO ALBERTO LUIZ COIMBRA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DE ENGENHARIA - COPPE UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - UFRJ INSTITUTO ALBERTO LUIZ COIMBRA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DE ENGENHARIA - COPPE EDITAL COPPE/PENO/PÓS nº 235/2014: PROCESSO SELETIVO DE CANDIDATOS PARA INSCRIÇÃO

Leia mais

Semana Epidemiológica de Início de Sintomas

Semana Epidemiológica de Início de Sintomas Boletim Epidemiológico Volume 46 N 3-2015 Secretri de Vigilânci em Súde Ministério d Súde ISSN 2358-9450 Monitormento dos csos de dengue e febre de chikunguny té Semn Epidemiológic (SE) 53 de 2014 Dengue

Leia mais

EDITAL 001/2017 SELEÇÃO DE BOLSISTAS

EDITAL 001/2017 SELEÇÃO DE BOLSISTAS EDITAL 001/2017 SELEÇÃO DE BOLSISTAS O coordendor dos projetos de pesquis e desenvolvimento institucionl nº 034280, 042571, 042576, torn públic bertur de inscrições pr seleção de lunos dos cursos de grdução

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO SENAR 2017

CONTRIBUIÇÃO SENAR 2017 CONTRIBUIÇÃO SENAR 2017 26 Com o pgmento d contribuição SENAR 2017, o Serviço de Aprendizgem Rurl (SENAR) obtém recursos pr desenvolver ções de Formção Profissionl Rurl FPR e de Promoção Socil PS, por

Leia mais

PREGÃO ELETRÔNICO Nº 068/2012

PREGÃO ELETRÔNICO Nº 068/2012 P.J.U.- TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO 1 PODER JUDICIÁRIO DA UNIÃO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO PREGÃO ELETRÔNICO Nº 068/2012 Regido pel Lei nº 10.520/2002, Lei Complementr

Leia mais

LEI Nº 5.580. Institui o Plano de Carreira e Vencimentos do Magistério Público Estadual do Espírito Santo O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

LEI Nº 5.580. Institui o Plano de Carreira e Vencimentos do Magistério Público Estadual do Espírito Santo O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO LEI Nº 5.580 Institui o Plno de Crreir e Vencimentos do Mgistério Público Estdul do Espírito Snto O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Fço sber que Assembléi Legisltiv decretou e eu snciono seguinte

Leia mais

DEMONSTRATIVO DAS LICITAÇÕES HOMOLOGADAS NO MÊS DE FEVEREIRO/2014

DEMONSTRATIVO DAS LICITAÇÕES HOMOLOGADAS NO MÊS DE FEVEREIRO/2014 ESTDO D BHI PREFEITUR MUNICIPL DE QUIJINGUE PODER EXECUTIVO MUNICIPL COMISSÃO DE LICITÇÃO DEMONSTRTIVO DS LICITÇÕES HOMOLOGDS NO MÊS DE FEVEREIRO/2014 Órgão/Entidade: PREFEITUR MUNICIPL DE QUIJINGUE Exercício:

Leia mais

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92 PROGRAMA FINALÍSTICO

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92 PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA: 022 - Progrm Súde d Fmíli 1. Problem: Alto índice de pcientes que visitm unidde Mist de Súde pr trtr de problems que poderim ser resolvidos com visit do médico em su cs.

Leia mais

Autoriza o Poder Executivo Municipal a aderir ao programa BADESC CIDADES II e tomar empréstimo juttto ao BADESC - Agência de Fomento de santa

Autoriza o Poder Executivo Municipal a aderir ao programa BADESC CIDADES II e tomar empréstimo juttto ao BADESC - Agência de Fomento de santa PREFEITURA MUN ICI PAL DE T,IONDAI LEI N".3.512, DE l1 DE JUNHO DE 2013. Autoriz o Poder Executivo Municipl derir o progrm BADESC CIDADES II e tomr empréstimo juttto o BADESC - Agênci de Fomento de snt

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K)

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K) ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turm K) PLANIFICAÇÃO ANUAL Diretor do Curso Celso Mnuel Lim Docente Celso Mnuel

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA ILUMINAÇÃO TÉCNICA FÁBRICAS DE CULTURA

TERMO DE REFERÊNCIA ILUMINAÇÃO TÉCNICA FÁBRICAS DE CULTURA TERMO DE REFERÊNCIA ILUMINAÇÃO TÉCNICA FÁBRICAS DE CULTURA CAPÃO REDONDO Ru Lubvitch, 64 01123010 Bom Retiro São Pulo SP Tel/Fx: 11 3361 4976 www.poiesis.org.br TRIluminção Técnic ArenCPR ÍNDICE DO TERMO

Leia mais

TEMA CENTRAL: A interface do cuidado de enfermagem com as políticas de atenção ao idoso.

TEMA CENTRAL: A interface do cuidado de enfermagem com as políticas de atenção ao idoso. TERMO DE ADESÃO A POLITICA DE INSCRIÇÃO NOS EVENTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM 9ª. JORNADA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM GERIÁTRICA E GERONTOLÓGICA TEMA CENTRAL: A interfce do cuiddo de enfermgem

Leia mais

Área de Conhecimento ARTES. Período de Execução. Matrícula. Telefone. (84) 8112-2985 / ramal: 6210

Área de Conhecimento ARTES. Período de Execução. Matrícula. Telefone. (84) 8112-2985 / ramal: 6210 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROGRAMA DE APOIO INSTITUCIONAL À EXTENSÃO PROJETOS DE EXTENSÃO EDITAL 01/014-PROEX/IFRN Os cmpos sombredos

Leia mais

Plano de Gestão 2012-2015

Plano de Gestão 2012-2015 Plno de Gestão 202-205 - Cmpus UFV - Florestl - Grdução Missão: Promover polítics de incentivo à pesquis, pós-grdução, inicição científic e cpcitção de recursos humnos, objetivndo excelênci do Cmpus Florestl

Leia mais

Grupo Educacional Unis

Grupo Educacional Unis Fundção de Ensino e Pesquis do Sul de Mins Centro Universitário do Sul de Mins Editl de Processo Seletivo Modlidde Distânci - CPS 01/2015 Vestibulr 2015 1º Semestre Grupo Educcionl Unis O Reitor do Centro

Leia mais

1.2- CNPJ 1.3- Número de Sócios 1.4- Data da Fundação. 1-10 - Nome do Presidente 1.11-C P F 1.12- RG

1.2- CNPJ 1.3- Número de Sócios 1.4- Data da Fundação. 1-10 - Nome do Presidente 1.11-C P F 1.12- RG 1 - DADOS DO PROPONENTE 1.1- Nome d Entidde 1.2- CNPJ 1.3- Número de Sócios 1.4- Dt d Fundção 1.5- Endereço 20/09/2011 1.6- Município 1.7- CEP 1.8- U F 1.9- Telefone 1-10 - Nome do Presidente 1.11-C P

Leia mais

1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE

1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE Vriáveis Aletóris 1. VARIÁVEL ALEATÓRIA Suponhmos um espço mostrl S e que cd ponto mostrl sej triuído um número. Fic, então, definid um função chmd vriável letóri 1, com vlores x i2. Assim, se o espço

Leia mais

REGISTRO DE PREÇOS PREGÃO PRESENCIAL Nº 018/2007 TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 14ª REGIÃO

REGISTRO DE PREÇOS PREGÃO PRESENCIAL Nº 018/2007 TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 14ª REGIÃO REGISTRO DE PREÇOS PREGÃO PRESENCIAL Nº 018/2007 TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 14ª REGIÃO SETOR PROCESSO TRT Nº 01330.2006.000.14.00-0 COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO TIPO Menor Preço por lote, objetivndo

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA

TERMO DE REFERÊNCIA PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA TERMO DE REFERÊNCIA PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA 1 - Ddos do Proponente 1.1- Nome d Entidde 1.2- CNPJ 1.3- Número de Sócios 1.4- Dt d Fundção 1.5- Endereço 20/09/2011 1.6- Município 1.7- CEP 1.8- U F

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 2015-2 MANUAL DO CANDIDATO. Edital de Vagas Remanescentes PROCESSO SELETIVO POR MEIO DE SORTEIO. Organização:

PROCESSO SELETIVO 2015-2 MANUAL DO CANDIDATO. Edital de Vagas Remanescentes PROCESSO SELETIVO POR MEIO DE SORTEIO. Organização: PROCESSO SELETIVO 2015-2 MANUAL DO CANDIDATO Editl de Vgs Remnescentes PROCESSO SELETIVO POR MEIO DE SORTEIO Orgnizção: EDITAL COMPLEMENTAR PARA PREENCHIMENTO DAS VAGAS REMANESCENTES DOS EDITAIS DO PROCESSO

Leia mais

DECRETO Nº 27631. de 22 de abril de 2010.

DECRETO Nº 27631. de 22 de abril de 2010. DECRETO Nº 27631 de 22 de bril de 2010. Regulment Períci Médic e Ocupcionl dos servidores municipis d Prefeitur de Gurulhos. SEBASTIÃO DE ALMEIDA, PREFEITO DA CIDADE DE GUARULHOS, no uso de sus tribuições

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - UFRJ INSTITUTO ALBERTO LUIZ COIMBRA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DE ENGENHARIA - COPPE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - UFRJ INSTITUTO ALBERTO LUIZ COIMBRA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DE ENGENHARIA - COPPE UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - UFRJ INSTITUTO ALBERTO LUIZ COIMBRA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DE ENGENHARIA - COPPE EDITAL PEC/COPPE/UFRJ Nº 261/2015: PROCESSO SELETIVO DE CANDIDATOS PARA INSCRIÇÃO

Leia mais

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra Serviços de Acção Socil d Universidde de Coimbr Serviço de Pessol e Recursos Humnos O que é o bono de fmíli pr crinçs e jovens? É um poio em dinheiro, pgo menslmente, pr judr s fmílis no sustento e n educção

Leia mais

JOSÉ DE ANCHIETA JUNIOR

JOSÉ DE ANCHIETA JUNIOR SUMÁRIO Págin Atos do Poder Executivo...01 Governdori do Estdo...01 Secretri de Estdo d Gestão Estrtégic e Administrção...04 Secretri de Estdo d Súde...09 Secretri de Estdo de Educção, Cultur e Desportos...16

Leia mais

Regulamento Promoção Promo Dotz

Regulamento Promoção Promo Dotz Regulmento Promoção Promo Dotz 1. Empres Promotor 1.1 Est promoção é relizd pel CBSM - Compnhi Brsileir de Soluções de Mrketing, dministrdor do Progrm Dotz, com endereço n Ru Joquim Florino n. 533 / 15º

Leia mais

Semelhança e áreas 1,5

Semelhança e áreas 1,5 A UA UL LA Semelhnç e áres Introdução N Aul 17, estudmos o Teorem de Tles e semelhnç de triângulos. Nest ul, vmos tornr mis gerl o conceito de semelhnç e ver como se comportm s áres de figurs semelhntes.

Leia mais

1º semestre de Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 1 Profa Olga (1º sem de 2015) Função Exponencial

1º semestre de Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 1 Profa Olga (1º sem de 2015) Função Exponencial º semestre de Engenhri Civil/Mecânic Cálculo Prof Olg (º sem de 05) Função Eponencil Definição: É tod função f: R R d form =, com R >0 e. Eemplos: = ; = ( ) ; = 3 ; = e Gráfico: ) Construir o gráfico d

Leia mais

Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto

Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto Soluções reis: tividdes Nenhum solução rel é idel Desvio do comportmento idel com umento d concentrção de soluto O termo tividde ( J ) descreve o comportmento de um solução fstd d condição idel. Descreve

Leia mais

Cargos/Áreas Candidatos Locais. Todos os candidatos inscritos para o cargo de Auxiliar de Enfermagem Urgência e Emergência

Cargos/Áreas Candidatos Locais. Todos os candidatos inscritos para o cargo de Auxiliar de Enfermagem Urgência e Emergência PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACAJU SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR, DE NÍVEL MÉDIO E DE NÍVEL FUNDAMENTAL EDITAL N.º 7/2004 SMS,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PROFESSOR DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EDITAL N 004/2012 UNEMAT A, no uso de sus tribuições legis e em cumprimento ds norms prevists no rtigo

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA ##ATO PORTARIA Nº 96, DE 31 DE JULHO DE 2015.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA ##ATO PORTARIA Nº 96, DE 31 DE JULHO DE 2015. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA ##ATO PORTARIA Nº 96, DE DE JULHO DE 15. ##TEX O SECRETÁRIO DE POLÍTICA AGRÍCOLA, no uso de sus tribuições e competêncis

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA Editl PPGEA 04/2016: http://portl.ufgd.edu.br/pos-grduco/mestrdo-engenhrigricol 1.1 Conttos: Horário de tendimento d secretri: d 8 s 11 h e ds 13 s 16 h;

Leia mais

COPEL INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DA DEMANDA EM EDIFÍCIOS NTC 900600

COPEL INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DA DEMANDA EM EDIFÍCIOS NTC 900600 1 - INTRODUÇÃO Ests instruções têm por objetivo fornecer s orientções pr utilizção do critério pr cálculo d demnd de edifícios residenciis de uso coletivo O referido critério é plicável os órgãos d COPEL

Leia mais

E D I T A L N º 0 3 / 2 0 1 5

E D I T A L N º 0 3 / 2 0 1 5 E D I T A L N º 0 3 / 2 0 1 5 A FACULDADE DE TECNOLOGIA MACHADO DE ASSIS FAMA, trvés d Comissão do Processo Seletivo COPS, comunic os interessdos bertur ds inscrições o PROCESSO SELETIVO pr ingresso nos

Leia mais

AGENTE ADMINISTRATIVO DO MP/RS DIREITO ADMINISTRATIVO DELEGAÇÃO DE SERVIÇOS NOTARIAIS E REGISTRAIS DO RS

AGENTE ADMINISTRATIVO DO MP/RS DIREITO ADMINISTRATIVO DELEGAÇÃO DE SERVIÇOS NOTARIAIS E REGISTRAIS DO RS 1 SUMÁRIO I. Administrção Públic... II. Atos Administrtivos... III. Poder de Políci... IV. Serviço Público... V. Responsbilidde Civil do Estdo... VI. Controle d Administrção Públic... 02 09 21 23 25 27

Leia mais

Portaria 369/2010 (D.O.U. 19/10/2010)

Portaria 369/2010 (D.O.U. 19/10/2010) Sistem Integrdo de Legislção http://extrnet.gricultur.gov.br/sislegis/ction/detlhato.do?method=visulizrato... Págin 1 de 13 Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento BINAGRI - SISLEGIS Portri 369/2010

Leia mais

Cálculo III-A Módulo 8

Cálculo III-A Módulo 8 Universidde Federl Fluminense Instituto de Mtemátic e Esttístic Deprtmento de Mtemátic Aplicd álculo III-A Módulo 8 Aul 15 Integrl de Linh de mpo Vetoril Objetivo Definir integris de linh. Estudr lgums

Leia mais

O Desembargador BERNARDINO LUZ, Corregedor-Geral da Justiça do Estado do Tocantins, no exercício de suas atribuições legais e regimentais;

O Desembargador BERNARDINO LUZ, Corregedor-Geral da Justiça do Estado do Tocantins, no exercício de suas atribuições legais e regimentais; PROVIMENTO Nº. 01/2009 - CGJUS-TO Regulment os procedimentos reltivos à quisição, repsse e uso do Selo de Fisclizção dos Serviços Extrjudiciis e disciplin o ressrcimento os registrdores civis ds pessos

Leia mais

CÁLCULO E INSTRUMENTOS FINANCEIROS I (2º ANO)

CÁLCULO E INSTRUMENTOS FINANCEIROS I (2º ANO) GESTÃO DE EMPRESAS CÁLCULO E INSTRUMENTOS FINANCEIROS I (2º ANO) Exercícios Amortizção de Empréstimos EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO Exercício 1 Um empréstimo vi ser reembolsdo trvés de reembolsos nuis, constntes

Leia mais

Hydraulics. Unidades Hidráulicas CATÁLOGO 2600-500/NA BR AGOSTO 1996

Hydraulics. Unidades Hidráulicas CATÁLOGO 2600-500/NA BR AGOSTO 1996 Hydrulics Uniddes Hidráulics CATÁLOGO 2600-500/NR AGOSTO 1996 Grnti Certificção Termo de grnti A Prker Hnnifin Ind. e Com. Ltd, Divisão Hidráulic, dorvnte denomind simplesmente Prker, grnte os seus produtos

Leia mais

Simbolicamente, para. e 1. a tem-se

Simbolicamente, para. e 1. a tem-se . Logritmos Inicilmente vmos trtr dos ritmos, um ferrment crid pr uilir no desenvolvimento de cálculos e que o longo do tempo mostrou-se um modelo dequdo pr vários fenômenos ns ciêncis em gerl. Os ritmos

Leia mais