ECONOMIA INTERNACIONAL Introdução
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- Letícia Pinheiro
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1 ECONOMIA INTERNACIONAL Introdução Prof. Reginaldo Brito Economia Internacional. Paul R. Krugman, Maurice Obstfeld, Mark J. Melitz. São Paulo : Pearson Education do Brasil, Economia Internacional. Armando João Dalla Costa, Elson Rodrigo de Souza Sabtos. Curitiba : InterSaberes, Introdução à Economia. N. Gregory Mankiw. São Paulo: Cengagi Learning Economia Internacional é o fenômeno que estrutura a cooperação entre países, num sistema de interdependência entre as várias áreas onde a Economia Mundial influencia a política, o comércio, a saúde, as populações, a sociedade e o meio ambiente, entre outros fatores fundamentais para o ser humano contemporâneo. Do equilíbrio das negociações anos A riqueza das nações Didaticamente, a Economia Internacional é parte dos estudos de Ciência Política e Relações Internacionais. Seu principal objetivo será o estudo da estruturação das relações econômicas globais. DAVID HUME ( ) Filósofo e historiador escocês ADAM SMITH ( ) Filósofo e economista escocês A economia de hoje teve inicio com o estudo do comércio e das finanças internacionais. Historiadores do pensamento econômico costumam descrevem o ensaio Do equilíbrio das negociações, de Hume, como a 1ª exposição real de um modelo econômico. O comércio internacional (3 perguntas indispensáveis): Os debates sobre a política mercantil britânica no começo do século XIX tiveram grande contribuição para converter a economia de um campo informal e discursivo para uma disciplina orientada por modelos, como se tornou desde então. Contudo, o estudo da economia internacional nunca foi tão importante quanto agora. 1. O porquê da especialização das nações? 2. Porque os países mantêm relações comerciais entre si? 3. Porque o comércio internacional afeta a distribuição de renda e o nível de bem estar das nações? Navio típico do século XV O Great Eastern foi um dos maiores navios construído em todo o século XIX. 1
2 O mercantilismo era mais um doutrina política do que uma teoria econômica, com objetivos não só econômicos como também político-estratégicos. Na visão mercantilista uma nação seria tanto mais rica quanto maior fosse sua população e seu estoque de metais preciosos. Ainda considerava 3 pressupostos: 1. Intenso protecionismo Estatal com intervenção na economia; 2. Fortalecimento do poder militar para o Estado; 3. Acúmulo de riquezas (ouro e prata) para a burguesia (em contraposição à posse de terras pela Igreja e pela nobreza). Houve uma série de princípios comuns que orientaram a política econômica mercantilista, particularmente no que diz respeito ao comércio com outras nações. Os principais traços da política mercantilista foram: O metalismo; A balança comercial favorável; O protecionismo alfandegário; A intervenção do Estado na ordem econômica; O monopólio e; O colonialismo. TEMAS DA ECONOMIA INTERNACIONAL A SEREM TRATADOS: ; 5) Determinação da taxa de câmbio; 2) Padrão de comércio; 6) Coordenação da política internacional e; ; 7) Mercado de capitais internacional. 4) Equilíbrio dos pagamentos; O comércio é bom para todos: O comércio permite que as pessoas se especializem na atividade em que são melhores, seja ela a agricultura, a costura ou a construção. Ao comerciar com os outros, as pessoas podem comprar uma maior variedade de bens e serviços a um custo menor - MANKIW, p. 9. (EXTRA) Sobre o Escambo: Nenhum exemplo de uma economia de escambo, pura e simples, já foi descrito, e muito menos o aparecimento de dinheiro a partir dela [...] Toda etnografia disponível sugere que nunca houve tal coisa. - Fonte: Dame Caroline Humphrey (1943) - Antropóloga britânica e acadêmica. Segundo publicação de Croline, em um artigo de 1985, vários antropólogos têm apontado que o escambo nunca foi testemunhada por pesquisadores que viajaram para partes subdesenvolvidas do mundo. - Fonte artigo de 1985: _contents Fonte: 2
3 Segundo os dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), a agroindústria é responsável por 7 entre os 10 produtos da lista. Os valores são correspondentes ao período janeiro/maio de 2017, com receitas e participação nas exportações totais do país. Confira! [...] o padrão de comércio internacional quem vende o que para quem tem sido uma preocupação maior dos economistas internacionais. Alguns aspectos do padrão do comércio são fáceis de serem entendidos [...] Contudo, a maior parte do padrão do comércio é muito sutil. - KRUGMAN, p Segundo David Ricardo, todos os países apresentam alguma vantagem, seja ela natural ou artificial. A valorização dessa vantagem é que determinará o produto que poderá ser desenvolvido com menor custo. Ricardo defende a livre concorrência, sem a interferência do Estado. David Ricardo ( ) economista e político britânico. Sucessor de Adam Smith Atualmente as relações de importação e exportação são importantes para a economia de um país? ia-saudita-veta-frigorificos-brasileiros-declaracoes-debolsonaro-nao-ajudaram-5m16lxv352zispd8lvg3dcuks/ cia/2018/09/04/brasil-pode-ser-2o-maiorexportador-de-algodao-em dizemprodutores.ghtml 30 nov 18 - Os EUA, o Canadá e o México assinaram, em Buenos Aires, a autorização para o novo acordo de comércio entre os três países, que substitui o antigo Nafta (Tratado de Livre Comércio da América do Norte). O novo tratado, agora chamado de U.S.-Mexico-Canada Agreement, foi apresentado pelos presidentes Donald Trump e Enrique Pefia Nieto e o primeiroministro Justin Trudeau. Boa parte dos itens, porém, ainda precisa passar pelas equipes técnicas dos três países e pelos respectivos congressos. Fonte: Alguns aspectos do padrão do comércio são fáceis de serem entendidos. Clima e recursos explicam com clareza por que o Brasil exporta café e a Arábia Saudita exporta petróleo. Contudo, a maior parte do padrão do comercio é muito sutil. - KRUGMAN, p. 4. O NAFTA, atualmente U.S.-Mexico-Canada Agreement, é um acordo de livre comércio dos EUA, Canadá e México criado (de fato) em 1994, objetiva: a. O fortalecimento das relações comerciais entre esses países; b. Enfrentar a concorrência dos mercados europeu e especialmente o asiático; c. Livre comércio; d. Aumentar a exportação e. Aquecer a economia; f. Eliminar barreiras alfandegárias; g. Reduzir custos comerciais; h. Maior integração dos países; i. Aumentar as oportunidades de investimentos; j. Diminuir a entrada de imigrantes ilegais. 3
4 4) Equilíbrio dos pagamentos Balança comercial é um termo usado para descrever a relação entre a importação e exportação de bens para uma determinada nação. Para a economia nacional, essa relação será melhor quanto mais for positiva. DEFICIT SUPERAVIT 4) Equilíbrio dos pagamentos alanca-comercial-tem-superavit-us-67- bilhoes-em-2017-o-maior-em-29- anos.ghtml noticia/ /ministerio-estima-em-us- 50-bilhoes-superavit-da-balanca-comercialem ) Determinação da taxa de câmbio Uma diferença fundamental entre a economia internacional e outras áreas da economia é que os países geralmente têm suas próprias moedas* [...] Antes da Primeira Guerra Mundial, os valores das principais moedas do mundo eram fixados com base no ouro. - KRUGMAN, p. 5. Yuan - China Rublo - Rússia Após a 2º Guerra Mundial, o US$ passou a ser a referência para as principais moedas, uma espécie de moeda universal de referência. 6) Coordenação política internacional A economia internacional abrange as nações soberanas [...] Infelizmente, em uma economia mundial integrada, as políticas econômicas de um país costumam afetar igualmente outros países [...] Um problema fundamental na economia internacional é determinar como produzir um grau aceitável de harmonia entre o comércio internacional e as políticas monetárias dos diferentes países, na ausência de um governo mundial que diga aos países o que eles devem fazer. KRUGMAN, p. 6. 6) Coordenação política internacional O Brasil foi o país que mais medidas adotou para abrir seu mercado a produtos estrangeiros, entre outubro de 2017 e outubro de Os dados foram publicados nesta terça-feira, 11/12, pela OMC, que destaca uma proliferação do protecionismo pelo mundo e alerta os países para que tomem iniciativas para desescalar a tensão. No total, o governo de Michel Temer adotou 16 medidas para facilitar o comércio, incluindo reduções de tarifas de importação [...] Fonte: 4
5 Com a crise imobiliária nos EUA em 2007, [...] a Europa rapidamente também teve problemas no mercado imobiliário. E embora esses problemas tenham ocorrido no sul [da Europa], logo tornou-se aparente que muitos bancos europeus do norte como os bancos da Alemanha que haviam emprestado dinheiro para os da Espanha também ficaram expostos às consequências financeiras KRUGMAN, p. 6. Fonte: - Fonte: março Em 2007 nos EUA, investidores compraram seguros tendo como garantia hipotecas. 2. Muito dinheiro no mercado, preços das hipotecas subiram gerando inadimplência. 3. Investimentos lastreados por hipotecas toraramse de alto risco Muitas apólices pertenciam aos bancos. Problemas para os bancos. 4. Para se desfazer da dívida, pessoas vendem imóveis mas baratos. Preço cai...inadimplência! 6. Bancos europeus investiram... A ciência econômica da economia internacional pode ser subdividida em dois subcampos amplos: o estudo do comércio internacional e o estudo monetário internacional. A análise do comércio internacional enfoca primariamente as transações reais na economia internacional, ou seja, as transações envolvendo o movimento físico de mercadorias ou um compromisso tangível de recursos econômicos. A análise monetária internacional enfoca a face monetária da economia internacional, ou seja, transações financeiras como compras estrangeiras de dólares americanos [...] No mundo real, não existe uma linha divisória simples entre os problemas comerciais e monetários. [...] KRUGMAN, P. 7. Um exemplo de um problema de comércio internacional é o conflito entre os Estados Unidos e a Europa sobre as exportações subsidiadas de produtos agrícolas da Europa KRUGMAN, P.7. [...] um exemplo de um problema monetário internacional é a disputa entre a opinião de que se deve deixar que o valor do câmbio estrangeiro do dólar flutue livremente ou de que ele seja estabilizado por ação governamental KRUGMAN, P.7. Alguma dúvida? 5
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A taxa de câmbio ajusta-se automaticamente a movimentos na oferta e demanda de divisas
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