O Comércio Internacional e seus porquês
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- Micaela Camilo Lancastre
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2 O Comércio Internacional e seus porquês O porquê da especialização das nações Porque os países mantêm relações comerciais entre si? Porque o comércio internacional afeta a distribuição de renda e o nível de bem estar das nações?
3 As teorias puras do comércio internacional O Mercantilismo Teoria das Vantagens Absolutas de Adam Smith Teoria das Vantagens Comparativas de David Ricardo Teoria dos Valores Internacionais de Stuart Mill Teoria de Heckscher-Ohlin-Samuelson Teorema de Stolper-Samuelson
4 Mercantilismo Na visão mercantilista uma nação seria tanto mais rica quanto maior fosse sua população e seu estoque de metais preciosos Poder militar para o Estado Acúmulo de riquezas (ouro e prata) para a burguesia (em contraposição à posse de terras pela Igreja e pela nobreza).
5 Mercantilismo O mercantilismo era mais um doutrina política do que uma teoria econômica stritu senso, com objetivos não só econômicos como também político-estratégicos. Em resumo advogava: Intenso protecionismo estatal Ampla intervenção do Estado na economia
6 Teoria das Vantagens Absolutas Adam Smith ( ) em Riqueza das Nações (1776) estabeleceu as bases do moderno pensamento econômico a respeito das vantagens do comércio. Para ele, a riqueza não consiste em dinheiro, ou ouro e prata, mas naquilo que o dinheiro pode comprar (teoria do valor-trabalho).
7 Teoria das Vantagens Absolutas Para Adam Smith, a falha dos mercantilistas foi não perceber que uma troca deve beneficiar as duas partes envolvidas no negócio, sem que se registre necessariamente, um déficit para uma das nações envolvidas. Sua teoria das vantagens absolutas atestava que o comércio seria vantajoso sempre que houvesse diferenças de custos de produção de bens entre países. O comércio se justificaria apenas quando fosse mais barato adquirir itens produzidos em outra economia.
8 Teoria das Vantagens Absolutas Diz-se que um país tem vantagem absoluta na produção de um determinado bem ou serviço se ele for capaz de produzi-lo e oferece-lo a um preço de custo inferior aos dos concorrentes. Na visão de Adam Smith esta vantagem absoluta decorreria da produtividade do trabalho, que está relacionada com a especialização. No caso de produtos agrícolas, a condição climática favorável é fundamental.
9 Teoria das Vantagens Absolutas Problemas não resolvidos por Smith: a proporção em que seriam feitas as trocas entre os dois países, ou seja, quais seriam os termos de troca ou relações de troca entre as mercadorias. O que aconteceria se um país não produzisse nenhuma mercadoria a custos menores que seus possíveis parceiros comerciais? Estaria essa nação condenada a ficar excluída dos benefícios da especialização e das trocas?
10 Teoria das Vantagens Comparativas A partir da crítica à teoria de Smith, David Ricardo ( ), em Princípios de Economia Política e Tributação (1817) formulou a teoria das vantagens comparativas Ricardo notou que a idéia de vantagens absolutas determina o padrão de trocas internas em um país com perfeita mobilidade de fatores de produção, levando, no limite, à uniformização dos preços dos fatores. No mercado internacional, contudo, a lógica é distinta, dada a baixa (ou inexistente) mobilidade de fatores entre os países. Há a necessidade de considerar a estrutura produtiva de cada país.
11 Teoria das Vantagens Comparativas A contribuição fundamental de Ricardo à teoria do comércio internacional é o princípio das vantagens comparativas: o importante, no interior de uma mesma nação, são as diferenças relativas entre as condições de produção dos bens que podem ser definidas a partir do custo de oportunidade. Sacrificando-se uma unidade de um bem, as duas nações aumentam em proporções diferentes a produção de outro bem. Existe, então, a vantagem comparativa que leva cada nação a especializar-se na produção do bem que ela pode produzir relativamente de maneira mais eficaz que a outra. Se a especialização se faz segundo este princípio, e se as nações entram na troca, elas podem então simultaneamente ganhar nas trocas em um sentido preciso: obtêm uma maior quantidade de bens do que a quantidade que seria disponível em autarquia.
12 A Teoria dos Valores Internacionais de Stuart Mill Enquanto David Ricardo preocupou-se em demonstrar os ganhos de comércio decorrentes do comércio internacional, John Stuart Mill ( ), em sua obra Princípios de Economia Política (1873), procurou discutir a questão da divisão dos ganhos entre os países. Para J.S.Mill a questão da demanda internacional do produtos é determinante.
13 A Teoria dos Valores Internacionais de Stuart Mill Se um país oferece, no mercado internacional, produtos pouco demandados no mercado mundial, ele obterá um preço pouco elevado e o país se beneficiará pouco do ganho de comércio mundial ou até mesmo terá um ganho nulo. Esse país deverá, então, diversificar sua produção, mesmo que ela não tenha uma vantagem comparativa máxima ou uma desvantagem comparativa mínima na sua produção.
14 Questionamentos ao modelo clássico Se o comércio existe em função das diferenças em custos comparativos, então o que explica essas diferenças? Por que as funções de produção diferem entre países? Por que supor custos constantes? Por que considerar apenas um fator de produção, quando os processos produtivos eram crescentemente dependentes do capital?
15 Teorema de Heckscher-Ohlin Origem: artigo de 1919, publicado em sueco por Eli Filip Heckscher, só traduzido paro o inglês em 1949 Em 1933, as idéias de Heckscher foram divulgadas com a tradução para o inglês da tese de doutoramento de Bertil Ohlin, seu aluno.
16 Teorema de Heckscher- Ohlin Cada país se especializa e exporta o bem que requer utilização mais intensiva de seu fator de produção mais abundante
17 Teorema da Equalização do Preço dos Fatores de Produção As nações trocam mercadorias porque não podem trocar fatores de produção O comércio de bens é uma forma indireta de comerciar os fatores de produção contidos nas mercadorias
18 Teorema da Equalização do Preço dos Fatores de Produção O teorema da equalização dos preços demonstra que o comércio de mercadorias tem o mesmo efeito sobre as taxas de salário e retorno sobre o capital físico que a mobilidade desses fatores
19 Teorema de Stolper-Samuelson O comércio beneficia o fator de produção abundante em detrimento do fator de produção escasso de cada país.
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