RELATÓRIO MENSAL RENDA FIXA TESOURO DIRETO
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- Ana do Carmo Batista Antas
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1 RENDA FIXA TESOURO DIRETO CARTEIRA RECOMENDADA A nossa carteira para este mês continua estruturada com base no cenário de queda da taxa de juros no curto prazo. Acreditamos, no entanto, que esse cenário muda a tendência no médio prazo diante de uma inflação mais pressionada, dado a possível melhora do nível de atividade econômica em resposta as medidas econômicas de incentivo adotadas nos últimos trimestres. No mês de julho, a economia mundial ainda não mostrou sinais de recuperação mais intensa. Embora o mercado aguardasse, não aconteceu uma nova rodada de afrouxamento quantitativo nos Estados Unidos e os dados de emprego foram um pouco melhores que o esperado. Na Europa, permanece a expectativa de uma atuação do BCE (Banco Central Europeu) para conter um novo aumento no custo de refinanciamento das dívidas de alguns países. A China, por sua vez, apesar de estar passando por uma desaceleração da atividade econômica, no mês de julho, pesou menos na formação das expectativas de mercado. RENDA FIXA - TÍTULOS PÚBLICOS No mercado doméstico, a inflação surpreendeu negativamente no mês de julho (ver comentário sobre o IPCA na pág. 03), o que pode limitar cortes mais agressivos na taxa de juros no curto prazo. Com as medidas de estímulo adotadas nos últimos trimestres, a política monetária vigente e o possível crescimento do crédito liderado pelos bancos públicos, a inflação poderá acelerar, com uma possível nova alta da taxa de juros no próximo ano (estimamos a taxa básica de juros em 9% no final de 2013). Neste contexto, estimamos mais um corte de 50 pontos base na taxa básica de juros, atingindo 7,50% no final deste ano. Os agentes do mercado financeiro doméstico continuaram ajustando as estimativas para os juros futuros, antecipando o novo corte na taxa básica, levando a queda da curva em relação ao mês de junho, conforme gráficos ao longo deste relatório. No entanto, a busca de proteção contra o possível recrudescimento da inflação no próximo ano justifica a posição de 60% da carteira para esse mês em NTN-Bs distribuídas nos vencimentos (mai/2015) e (ago/2024), e 40% em LFTs (mar/2017). MACRO-OVERVIEW Pode parecer estranho, mas o calendário de férias no hemisfério norte (incluindo boa parte do establishment europeu) está contribuindo para a relativa calmaria dos mercados recentemente. Sem medidas importantes, mas com a promessa do presidente do BCE de agir, os mercados não criavam forte momento para apostar contra de maneira bem sucedida. Entretanto, de fundamental, fica a continuada deterioração dos números da economia europeia. A recessão se aprofunda na Espanha e não melhora na Itália. É natural que todos os olhos estejam voltados para o presidente do Banco Central Europeu (M. Draghi) e sua cruzada para defender o Euro. A bem da verdade os mercados tentam imaginar o calendário de implementação do afrouxamento monetário na Europa, incluindo o grau de apoio político alemão, a decisão da corte alemã sobre a legalidade da ajuda aos países europeus, e os intrincados instrumentos que serão utilizados (ESM, EFSF, novo fundo, condicionalidades, etc). Continuamos com a visão de que fica difícil apostar contra mais fortemente no curto prazo com a promessa do chefe do BCE ainda válida. Assim como repetimos que fundamentalmente não está sendo resolvido, especialmente em relação à solvência da Espanha. Nos EUA, é bem possível que continuemos a ver alguma estabilidade na economia incluindo a capacidade de entregar um crescimento próximo a 2% no ano de É praticamente zero a chance de uma crise financeira nos EUA nesse contexto. Na China, os dados apontaram uma fadiga na concessão de empréstimos e nas exportações sem medidas compensatórias adicionais. Continuamos a acreditar numa queda mais forte da atividade nos próximos meses. No Brasil, o IPCA de julho foi de 0,43%. Isso fez com que a inflação medida nos últimos 12 meses voltasse a crescer (de 4,92% em junho para 5,20% em julho). Isso mostra o limitado espaço para a queda dos juros pelo Banco Central e os riscos embutidos na inflação de Tudo indica que 2013 deverá se mostrar melhor em termos de desempenho econômico assim como trará uma maior pressão na inflação, o que faz com que apostemos numa pequena elevação nos juros nesse contexto.
2 Renda Fixa Títulos Públicos No mês de junho (último mês com relatório publicado pelo Tesouro Nacional), o montante financeiro vendido por meio do Tesouro Direto somou R$ 266,5 milhões, valor 12,2% inferior ao montante de maio de No mês, destacou-se a elevada demanda por títulos indexados ao IPCA (NTN-B e NTN-B Principal), cuja participação nas vendas atingiu 69,3%. Os títulos prefixados (LTN e NTN-F) ficaram em segundo lugar entre os mais vendidos, com participação de 27,2% do total de vendas. Os títulos indexados à taxa Selic (LFT) apresentaram participação de 3,5% nas vendas no mês. Títulos públicos disponíveis para compra Posição em 13/08/2012 Indexados ao IPCA Título Vencimento Taxa(a.a.) Compra NTNB Principal /05/2015 2,94% NTNB Principal /08/2024 4,21% NTNB /05/2035 4,34% NTNB Principal /05/2035 4,49% Prefixados LTN /01/2015 8,44% LTN /01/2016 8,96% NTNF /01/2023 9,84% Indexados à Taxa Selic LFT /03/2017-0,03% Atualizado em: :20:41 Fonte: Tesouro Nacional Evolução dos Principais Indicadores do Mês de Maio/2012 Curva DI Futuro (em %) BM&F A curva de juros no mês de julho apresentou queda principalmente em razão do cenário externo desfavorável com a expectativa de arrefecimento do crescimento da economia mundial. Mesmo com o IPCA de julho (ver comentário abaixo), mostrando uma inflação mais pressionada, o efeito indireto dos indicadores econômicos divulgados na Europa, EUA e China mostraram que a economia mundial segue sem uma recuperação consistente. Neste contexto, a curva de juros recuou no mês julho, conforme pode ser visto no gráfico ao lado. 8,75 8,25 7,75 7,25 ago-12 out-12 dez-12 fev-13 abr-13 jun-13 ago-13 out-13 dez-13 fev-14 abr-14 jun-14 ago-14 out-14 31/07/ /06/ /05/2012 Fonte: Bloomberg 2
3 Ativos Financeiros R$ Milhões Jun. Jul. Var. Entre os destaques no quadro de ativos ao lado, se nota a manutenção do alto volume de títulos prefixados leiloados no mês de julho pelo Tesouro Nacional (principalmente LTN, com R$ 24,7 bilhões). Entre os ativos Cetipados, o destaque foi o aumento de R$ 92,5 bilhões no estoque de cotas de fundos. A poupança, por sua vez, apresentou nova entrada líquida mensal, acumulando R$ 5,2 bilhões no mês de julho. Com relação ao volume negociado na BM&F, o destaque do mês foi o DI Futuro, como pode ser visto na parte inferior da tabela ao lado. Títulos Públicos * Leilão Tradicional LTN LFT NTN-F NTN-B Ativos CETIP Estoque CDB CDI Cotas de Fundos Debêntures Letra Financeira Poupança SBPE Captação Líquida Jun. 12 Jul. 12 BM&F Vol. Negociado # DI Futuro FRA Câmbio Futuro Ibovespa Futuro # Principais Ativos * Dados dos Leilões Diários (Relatório Final não Divulgado) Taxas Proj (1) Nacional Jul. Ano Ano A inflação no mês de julho voltou a pressionar, puxada principalmente pela alta dos alimentos e dos serviços. Segundo dados divulgados pelo IBGE, em julho, o IPCA acelerou para 0,43%, após ter registrado +0,08% em junho. A inflação, no acumulado em doze meses, que vinha caindo desde setembro do ano passado, voltou a subir, passando de 4,92% para 5,20%. Essa inflação acumulada ficou mais distante do centro da meta (4,5%), mas dentro do intervalo estipulado pelo governo (até 6,5%). No ano, o IPCA sobe 2,76%. Somente os alimentos foram responsáveis por quase 50% do IPCA de julho. SELIC 0,68% 5,23% 7,50% Inflação IGP-M 1,34% 4,57% 6,00% Inflação IPCA 0,43% 5,20% 5,30% BRL/USD (BACEN) 1,41% 9,72% R$ 1,95 CDB - Custo Captação % R$ Milhões 180 dias 180 dias 360 dias Pequenos ,0 a 106,0 - - Médios ,0 a 110,0 - Grandes c/ liquidez ,0 a 100,0 Grandes s/ liquidez ,0 a 104,5 Outros 30/06/ /07/2012 Var. Bovespa (pontos) ,2% Poupança (Retorno Acumulado) 3,40% 3,92% 15,4% SWAP PRE x DI 7,58% 7,43% -15 ¹ Projeção Bradesco Corretora Research - Final do Ano Fonte: STN, Bloomberg, BACEN, BM&F, Cetip 3
4 O rendimento aceito pelos investidores em LTNs, no mês de julho, recuou nos vencimentos mais curtos, acompanhando o ajuste da curva de juros ao longo do mês e se ajustando a redução da taxa Selic esperada até o final do ano. A queda ocorreu nos vencimentos até o final de 2013 (média de 20 pontos base nos vencimentos de janeiro/2013 e abril/2013) e de forma menos intensa no vencimento julho/2013 (queda de 12 pontos base). Na primeira quinzena de julho a queda média dos juros foi de sete pontos base. Mercado Secundário Taxas Indicativas LTN (em %) 10,0 9,5 9,0 8,5 8,0 7,5 7,0 out-12 fev-13 jun-13 out-13 fev-14 jun-14 out-14 fev-15 jun-15 out-15 03/07/ /07/ /07/2012 A curva de juros das NTN-Bs no mês de julho manteve a tendência de fechamento em todos os vencimentos, com queda média de 25 pontos base nos vencimentos acima de dez anos. Nos vencimentos até dez anos a curva fechou 45 pontos base, em média, em razão da maior demanda por esses vencimentos pelo investidor diante da expectativa de aceleração da inflação no médio prazo. A curva em geral, apresentou tendência de queda ao longo do mês de julho. NTN-B (em %) 6,5 6,0 5,5 5,0 4,5 4,0 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 ago-12 ago-14 ago-16 ago-18 ago-20 ago-22 ago-24 03/07/ /07/ /07/2012 O comportamento dos juros das NTN-Fs durante o mês de julho, assim como das LTNs, mostrou fechamento da curva nos prazos mais longos. Nos vencimentos jan/18, jan/21 e jan/23, a queda foi de 35, 40 e 41 pontos base, respectivamente (ver gráfico ao lado), diante das incertezas sobre o novo patamar de taxa de juros devido principalmente ao cenário internacional, com as expectativas diante do arrefecimento da economia mundial. 11,0 10,5 10,0 9,5 9,0 8,5 8,0 7,5 7,0 NTN-F (em %) jan-13 jan-14 jan-15 jan-16 jan-17 jan-18 jan-19 jan-20 jan-21 jan-22 jan-23 03/07/ /07/ /07/2012 Fonte: Andima 4
5 Rentabilidade dos Títulos Públicos Posição em 05/08/2012 Títulos Vencimento Rentabilidade Bruta Últ. 30 dias Mês Anterior No Ano 12 Meses Pre fixados LTN 01/01/2013 0,75% 0,72% 6,97% 14,80% LTN 01/01/2014 0,80% 0,67% 10,05% 19,95% LTN 01/01/2015 0,99% 0,88% 0,1246 0,2391 LTN 01/01/2016 1,52% 1,40% - - NTN-F 01/01/2013 0,76% 0,73% 6,90% 14,55% NTN-F 01/01/2014 0,81% 0,70% 9,67% 18,79% NTN-F 01/01/2017 1,79% 1,66% 14,23% 25,82% NTN-F 01/01/2021 3,05% 2,96% 17,14% 30,22% NTN-F 01/01/2023 3,43% 3,59% - - Indexados à Taxa Selic LFT 07/03/2013 0,68% 0,64% 5,47% 10,32% LFT 07/03/2014 0,60% 0,58% 5,47% 10,33% LFT 07/03/2015 0,49% 0,46% 5,45% 10,31% LFT 07/03/2017 0,29% 0,30% 5,40% 10,26% Indexados ao IGP- M NTN-C 01/07/2017 3,47% 3,61% 16,08% 27,32% NTN-C 01/04/2021 4,14% 4,08% 18,92% 31,54% NTN-C 01/01/2031 4,45% 4,32% 21,39% 35,66% Indexados ao IPCA NTN-B 15/08/2012 0,87% 0,82% 5,42% 11,62% NTN-B 15/05/2013 1,30% 1,39% 7,54% 15,36% NTN-B 15/05/2015 1,64% 1,77% 11,66% 21,52% NTN-B 15/05/2017 2,23% 2,42% 13,77% 24,94% NTN-B 15/08/2020 2,86% 2,86% 16,45% 28,92% NTN-B 15/08/2024 3,16% 3,10% 17,67% 31,38% NTN-B 15/05/2035 3,19% 3,12% 21,49% 36,99% NTN-B 15/05/2045 2,91% 2,67% 23,00% 37,85% NTN-B 15/08/2050 0,0302 0, NTN-B Principal 15/05/2015 1,67% 1,81% 12,30% 22,92% NTN-B Principal 15/08/2024 3,85% 3,79% 21,43% 38,74% NTN-B Principal 15/05/2035 4,02% 3,96% 31,47% 54,01% Fonte: Tesouro Nacional 5
6 DISCLAIMER Este relatório foi preparado pela equipe de análise de investimentos da Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários ( Bradesco Corretora ), que é uma sociedade controlada pelo Banco Bradesco BBI S.A. ( BBI ), mesmo controlador da Ágora Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. ( Ágora ). O presente relatório se destina ao uso exclusivo do destinatário, não podendo ser, no todo ou em parte, copiado, fotocopiado, reproduzido ou distribuído a qualquer pessoa sem a expressa autorização da Ágora ou da Bradesco Corretora. Este relatório é distribuído somente com o objetivo de prover informações e não representa uma oferta de compra e venda ou solicitação de compra e venda de qualquer instrumento financeiro. As informações contidas neste relatório são consideradas confiáveis na data em que este relatório foi publicado. Entretanto, as informações aqui contidas não representam por parte da Ágora ou da Bradesco Corretora garantia de exatidão dos dados factuais utilizados. As opiniões, estimativas, projeções e premissas relevantes contidas neste relatório são baseadas em julgamento do(s) analista(s) de investimento, envolvido(s) na elaboração deste relatório ( analistas de investimento ) e são, portanto, sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado. O(s) analista(s) de investimento declara(m) que as opiniões contidas neste relatório refletem exclusivamente suas opiniões pessoais sobre os títulos públicos e seus emissores e foram elaboradas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à Ágora, à Bradesco Corretora, ao BBI e demais empresas do Grupo Bradesco. A remuneração do(s) analista(s) de investimento está, direta ou indiretamente, influenciada pelo resultado proveniente dos negócios e operações financeiras realizadas pela Ágora, Bradesco Corretora e BBI. Analistas Renda Fixa Altair Maurílio Pereira Caio Lombardi Economista Chefe Dalton Gardimam Economista Sênior Denis Blum Economista Roman Goossens Economista Raquel Erzinian 6
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