O Estudo de Viabilidade. Jaelson Castro
|
|
|
- Cláudia Stachinski
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 O Estudo de Viabilidade Jaelson Castro
2 Objetivos O que é um estudo de viabilidade? Tipos de Viabilidade Viabilidade Operacional Viabilidade Técnica Viabilidade Cronograma Viabilidade Econômica Comparação de Alternativas Jaelson Castro
3 Idéia chave Projetos começam quando existirem problemas e oportunidades para solucioná-los com tecnologia de informação. Análise de viabilidade é usada para ajudar na decisão se deve ir adiante ou não o projeto de SI. Jaelson Castro
4 Estudo de Viabilidade O estudo de viabilidade visa tanto a tomada de decisão como a sugestão de possíveis alternativas de solução se um sistema de informação pode ser feito (... é possível?... é justificado? ). Um estudo de viabilidade deve oferecer a gerência de informações para ajudar a decisão: se o projeto pode ou não ser feito se o produto final irá ou não beneficiar os usuários interessados escolha das alternativas entre as possíveis soluções a melhor alternativa? Jaelson Castro
5 O que Estudar? o sistema organizacional apresentado, incluindo usuários, políticas, funções, objetivos,... problemas com o sistema apresentado ( inconsistências, funcionalidades inadequadas, performance,..., objetivos e outros requisitos para o novo sistema (o que precisa mudar?) restrições, incluindo requisitos não-funcionais do sistema (superficialmente) alternativas possíveis (o sistema atual é geralmente uma das alternativas) vantagens e desvantagens das alternativas Jaelson Castro
6 O que concluir? Viabilidade do projeto A alternativa preferida Jaelson Castro
7 Tipos de Análise de Viabilidade Viabilidade operacional é uma medida do grau de adequação da solução para a organização. É também uma avaliação de como as pessoas se sentem sobre o sistema/projeto. Viabilidade técnica é uma avaliação da praticidade de uma solução técnica específica e a disponibilidade dos recursos técnicos e dos especialistas. Jaelson Castro
8 Tipos de Análise de Viabilidade Viabilidade de cronograma é uma avaliação de quão razoável está o cronograma do projeto. Viabilidade econômica é uma avaliação de custo-eficiência de um projeto ou solução. Conhecida como análise de custo-benefício. Jaelson Castro
9 Viabilidade Operacional Avalia a urgência do problema (visão e fases de estudo) ou a aceitação da solução (definição, seleção, aquisição, e fases do projeto). Existem dois aspectos da viabilidade operacional a serem considerados: O problema vale a pena ser resolvido ou a solução proposta para o problema funcionará? Como o usuário final e a gerência sentem sobre o problema (solução)? Jaelson Castro
10 Viabilidade Operacional O problema vale a pena ser resolvido ou a solução proposta para o problema funcionará? Estrutura PIECES: Performance -- O modo atual de operação oferece vazão (throughput) adequado e tempo de resposta também? Informação -- O modo atual de operação oferece ao usuário final e gerentes informações formatadas corretas, úteis, pertinentes e com tempo adequado? Jaelson Castro
11 Estrutura PIECES: Economia -- O modo atual de operação oferece serviços de informação com custo/eficiência adequados para a organização? Poderia haver uma redução nos custos e/ou um crescimento nos benefícios? Controle -- O modo atual de operação oferece controles eficientes para evitar fraudes e para garantir corretude e segurança dos dados e informações? Eficiência -- O modo atual de operação faz o máximo uso dos recursos disponíveis, incluindo pessoas, tempo e fluxo de modelos,...? Serviços -- O modo atual de operação oferece serviços confiáveis? É flexível e extensível? Jaelson Castro
12 Jaelson Castro
13 Viabilidade Operacional Como o usuário final e gerentes sentem sobre o problema (solução)? Não é importante apenas avaliar se o sistema pode ou não funcionar, mas também avaliar se o sistema irá ou não funcionar. Uma solução que funciona pode falhar por causa da resistência do usuário final ou da gerência. Gerenciamento dá apoio ao sistema? Como o usuário final sente sobre seu papel no novo sistema? O que o usuário final (ou gerente) pode resistir ou não usar no sistema? Pessoas têm resistência a mudança. Esse problema pode ser superado? Se pode, como? Como mudará o ambiente de trabalho do usuário final? O usuário final e gerente conseguem se adaptar às mudanças? Jaelson Castro
14 Viabilidade Técnica A solução ou a tecnologia proposta é prática? Já possuímos a tecnologia necessária? Já possuímos o conhecimento técnico necessário. O cronograma está razoável? Jaelson Castro
15 Tecnologia proposta é prática? A tecnologia para alguma solução definida está normalmente disponível. A questão é se a tecnologia é ou não madura o suficiente para ser facilmente aplicada aos nossos problemas. Algumas empresas gostam de usar tecnologia do estado da arte, mas a maioria das firmas preferem usar tecnologia madura e utilizada anteriormente. Uma tecnologia madura tem uma grande base de clientes para obter recomendações a respeito de problemas e melhorias. Jaelson Castro
16 Já possuímos a tecnologia necessária? Assumindo que a tecnologia para solução seja prática: A tecnologia está disponível nas lojas?''» Se a tecnologia está disponível, ela tem a capacidade de lidar com a solução proposta. Se a tecnologia não está disponível: A tecnologia pode ser adquirida?'' Jaelson Castro
17 Já possuímos o conhecimento técnico necessário? Nós podemos ter a tecnologia, mas isso não significa que temos as habilidades requeridas para aplicar a tecnologia. Na verdade, todos os profissionais de sistemas de informação podem aprender novas tecnologias.» Todavia, a curva de aprendizagem terá impacto na viabilidade técnica do projeto; especificamente, terá impacto no cronograma. Jaelson Castro
18 Viabilidade de Cronograma Dado nosso conhecimento técnico, os prazos dos projetos são razoáveis? Alguns projetos são iniciados com prazos específicos.» Você precisa determinar se os prazos são obrigatórios ou desejáveis.» Se são mais desejáveis que obrigatórios, o analista pode propor outros cronogramas. Jaelson Castro
19 Viabilidade de Cronograma É preferível (a não ser que o cronograma seja absolutamente obrigatório) entregar um sistema de informação funcionando excelentemente dois meses mais tarde do que entregar um sistema com erros e inútil no tempo certo! Não cumprir o cronograma é ruim. Entregar sistemas inadequados é pior! Jaelson Castro
20 Viabilidade Econômica Talvez a mais crítica Durante as fases iniciais do projeto, a análise da viabilidade econômica consiste em julgar se os possíveis benefícios de solucionar o problema são ou não vantajosos. Tão logo os requisitos específicos e soluções sejam identificados, o analista pode levar em consideração os custos e benefícios de cada alternativa.» Isso é chamado de análise de custo-benefício. Jaelson Castro
21 Tipos de Custos Custos de desenvolvimento de sistemas Custos de desenvolvimento e aquisição: quem constrói o sistema (internamente ou contratado por fora)? software usado (comprado ou construído)? hardware (o que comprar, compra/aluguel)? Facilidades (lugar, comunicações, poder,...) Custos de instalação e de conversão: : instalando o sistema, treinamento do pessoal, conversão de arquivo,... Custos operacionais (contínuo) Manutenção: hardware (manutenção, aluguel, materiais,...), software (pagamento para manutenção e contratos), facilidades Pessoal: operação, manutenção Jaelson Castro
22 Custos de Desenvolvimento de Sistemas São custos que ocorrem somente uma vez. Alguns custos de desenvolvimento de sistemas:» Custos com o pessoal» Uso do computador» Treinamento» Custos de equipamentos, duplicação e suprimentos.» Custo de alguns novos equipamentos de computadores e software. Jaelson Castro
23 Custos da operação de Sistemas Contínuos durante todo tempo de vida do sistema. Os custos de operação de um sistema sobre o seu tempo de vida podem ser classificados como fixos e variáveis. Depois de determinar os custos e benefícios para uma possível solução, você pode realizar a análise de custo-benefício. Jaelson Castro
24 Custos Fixos Ocorrem em intervalos regulares, mas com taxas relativamente fixas. Pagamentos de aluguel e pagamentos de licença de software. Salários dos operadores de sistemas de informação e do pessoal de suporte (mesmo que o salário aumente, o aumento é gradual e não muda drasticamente de um mês para o outro). Jaelson Castro
25 Custos Variáveis Ocorrem em proporção por algum fator habitual. Custos de uso de computador (tempo de CPU, tempo de conexão de um terminal, armazenamento) que variam com a carga do trabalho. Suprimentos (formulários, papel da impressora, disquetes, fitas magnéticas), que variam com a carga do trabalho. Custos adicionais (manutenção, telefone, energia, água, etc). Jaelson Castro
26 Custo Estimado para Desenvolvimento do Sistema Cemitech Despesas Fixas Mensais Hardware e Software Custos Totais no Período de Desenvolvimento Jaelson Castro
27 Custo Estimado para Desenvolvimento do Sistema Cemitech Investimentos Treinamento e manutenção Custo Total Custo do Desenvolvimento + Investimentos + Treinamento Manutenção Jaelson Castro
28 Quais Benefícios o Sistema Oferecerá? Benefícios, normalmente, aumentam os lucros ou diminuem os custos (ambos são características altamente desejáveis para um novo sistema de informação). Tanto quanto possível, benefícios devem ser quantificados em dólares. Benefícios são classificados como tangíveis ou intangíveis. Jaelson Castro
29 Benefícios Tangíveis Aqueles que podem ser facilmente quantificados. Benefícios tangíveis são, usualmente, medidos em termos de economia mensal ou anual ou de vantagens para a firma. Exemplos incluem: diminuição de erros de processamento, redução de despesas, e crescimento de vendas. Jaelson Castro
30 Benefícios Intangíveis Aqueles benefícios que são difíceis ou impossíveis de serem quantificados. Exemplos: melhoria da satisfação do cliente e melhoria da moral do empregado. Infelizmente, se um benefício não pode ser quantificado, é difícil aceitar a validade de uma análise de custo-benefício que está baseada em dados incompletos. Jaelson Castro
31 O Sistema Proposto é efetivo em relação ao custo? Três técnicas populares para estimar o valor da viabilidade econômica, também chamada de custo-eficiência. Análise do retorno financeiro (payback analysis). Retorno do investimento (return on investments). Valor atual líquido (Net present value). Um conceito que deve ser aplicado para cada técnica é o ajuste de custo e benefícios para refletir o valor atual da moeda. Jaelson Castro
32 Valor atual da moeda Um dólar (real) hoje vale menos que um dólar (real) daqui a um ano. Alguns dos custos de um sistema serão recuperados depois da implementação. Todos os benefícios do novo sistema surgirão no futuro. Antes da análise de custo-benefício, esses custos devem ser convertidos para o dólar corrente.» Por que toda essa inconveniência?» Porque, geralmente projetos são comparados com outros projetos que têm durações diferentes. Jaelson Castro
33 Análise de Retorno (Payback Analysis) Um método simples e popular para determinar se e quando um investimento trará retorno. Porque custos de desenvolvimento de sistemas ocorrem muito antes dos benefícios começarem a surgir (pois leva algum tempo para os benefícios superarem os custos). Depois da implementação, você irá encontrar despesas operacionais adicionais que deverão ser recuperadas. Análise de retorno (payback analysis) determina quanto tempo será necessário para que os benefícios superem os custos.» Esse período de tempo é chamado de período de retorno (payback period). Jaelson Castro
34 Como determinar o período de retorno Ajustar os custos e benefícios para o valor atual da moeda (dólar corrente). O valor atual no ano n depende de uma taxa de desconto. A taxa de desconto é um percentual similar à taxa de juros que você ganha na sua poupança. A taxa de desconto para um negócio é o custo de oportunidade de poder investir em outros projetos. Jaelson Castro
35 Como determinar o período de retorno (cont.) O valor corrente, também chamado de valor presente, pode ser calculado usando a seguinte fórmula PVn = 1/(1 + taxa de desconto) n onde PVn é o valor presente de $1.00 daqui a n anos. Ex: Se a taxa de desconto é 8%, então Valor Presente (1) = 1/( ) 1 = Valor Presente (2) = 1/( ) 2 = Jaelson Castro
36 Alternativa , ,00 VPL 0,00 (5.000,00) Alternativa 1 (10.000,00) (15.000,00) Anos Jaelson Castro
37 Como determinar o período de retorno (cont.) Determinar o período do tempo quando os benefícios superam os custos. Esse é o ponto em que os custos de desenvolvimento se igualam aos benefícios. Determinando a fração de um ano quando o período de retorno realmente acontece: quantia começo do ano / (quantia fim do ano + quantia começo do ano ) Ex: 1875,62 / (1791, ,62) = 0.51 Ex: Período de retorno 3.51 anos Jaelson Castro
38 Valor Atual Líquido (Net present value) Considerada a técnica preferida de custobenefício pela maioria dos gerentes. Custos são representados por fluxos de caixa negativos enquanto benefícios são representados por fluxos de caixa positivos. Jaelson Castro
39 Valor Atual Líquido (Net present value) Descontando todos os custos e benefícios, subtrai a soma dos custos atualizados da soma dos benefícios atualizados para determinar o valor atual líquido. Se é positivo, o investimento é bom. Se é negativo, o investimento é ruim. Quando comparamos múltiplas soluções ou projetos, o que tem o valor atual líquido (net present value) maior é o melhor investimento. Jaelson Castro
40 Valor Atual Líquido (Net present value) Valor Atual Líquido NPV = R$ 5187,44 Jaelson Castro
41 Análise de Retorno do Investimento (Return on Investments) A técnica de análise de retorno do investimento (ROI) comprara os benefícios das diferentes soluções ou projetos. O ROI para uma solução ou projeto é a taxa percentual que mede a relação entre a quantia que a empresa obtém de retorno ao seu investimento e a quantia investida. Jaelson Castro
42 Análise de Retorno do Investimento O ROI para uma solução ou projeto potencial é calculado a seguir: ROI = (Benefícios totais - Custos totais) / Custos totais ROI = valor atual líquido / Custos totais Ex: ROI = (22508, ,20)/ 17321,20= 29,95% EX: ROI = 5187,44/ 17321,20 = 29,95% A solução que oferecer o ROI mais alto é a melhor alternativa. Jaelson Castro
43 Comparando Alternativas com a Matriz da Análise de Viabilidade Como nós comparamos alternativas quando existem vários critérios de seleção e nenhuma das alternativas é superior em todos os aspectos? Use uma Matriz de Análise de Viabilidade! Jaelson Castro
44 Matriz de Análise de Viabilidade As colunas da matriz corresponde às soluções do mesmo candidato As linhas correspondem ao mesmo critério de viabilidade As células contêm as notas da avaliação de viabilidade de cada candidato. A cada linha pode ser atribuída um rank ou uma nota (ex. viabilidade operacional, candidatos podem ter ranks 1, 2, 3, etc.). Depois que todos os candidatos têm seus ranks, uma nota final é registrada na última linha. Jaelson Castro
45 Matriz de Análise de Viabilidade Jaelson Castro
46 Comparando alternativas Outros critérios de avaliação podem ser incluídos na matriz Qualidade das saídas Facilidade de uso Suporte do vendedor Custo de manutenção Carga do sistema Etc Jaelson Castro
Aula 6 Estudo de Viabilidade
Aula 6 Estudo de Viabilidade O que é um estudo de viabilidade? O que estudar e concluir? Benefícios e custos Análise de custo/benefício Alternativas de comparação Atividade Estudo de Viabilidade Projetos
CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE. Aula 7
CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE Aula 7 22/09/2011 Professor Leomir J. Borba- [email protected] http://professorleomir.wordpress.com 1 AGENDA Estudos de viabilidade Bibliografia 22/09/2011
Requisitos de Software
Requisitos de Software Engenharia de requisitos Estabelece os serviços que o cliente requer de um sistema e as restrições sob as quais tal sistema operará e será desenvolvido. Tais serviços e restrições
Objetivos. Engenharia de Software. O Estudo de Viabilidade. Fase do Estudo de Viabilidade. Idéias chave. O que Estudar? O que concluir?
Engenharia de Software O Estudo de Viabilidade Objetivos O que é um estudo de viabilidade? O que estudar e concluir? Benefícios e custos Análise de Custo/Benefício Alternativas de comparação 1 2 Idéias
ESTUDO DE VIABILIDADE. Santander, Victor - Unioeste Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos
ESTUDO DE VIABILIDADE Santander, Victor - Unioeste Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos Objetivos O que é um estudo de viabilidade? O que estudar e concluir? Benefícios e custos Análise de Custo/Benefício
Componentes de SIs. Pessoas Organiz. Tecnologia
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 03 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti
25/09/2018. Financiamento e viabilidade do projeto. Viabilidade. A análise econômico-financeira
Financiamento e viabilidade do projeto Viabilidade econômico-financeira do projeto Cálculo de payback VPL Valor presente líquido TIR Taxa interna de retorno Principais indicadores financeiros de um projeto
Fonte: Adaptado de Avaliação de Projetos de Invest., J.C. Lapponi, ENG 1920 Análise Econômica de Investimentos
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engª de Produção Métodos de Payback Fonte: Adaptado de Avaliação de Projetos de Invest., J.C. Lapponi, 2000 ENG
PLANEJAMENTO E TÉCNICAS DE ANÁLISE PARA PROJETOS
PLANEJAMENTO E TÉCNICAS DE ANÁLISE DE INVESTIMENTO PARA PROJETOS PLANEJAMENTO Embora existam diferentes definições, planejamento (ou planificação) é, antes de mais nada, a formulação sistemática de um
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE DIVISÕES B R I C K L E Y, S M I T H E Z I M M E R M A N
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE DIVISÕES B R I C K L E Y, S M I T H E Z I M M E R M A N Avaliação de desempenho de divisões ORGANIZAÇÕES podem ser divididas em sub unidades, que possuem alguns direitos de decisão
05/06/2017. Representar graficamente uma análise econômica de investimentos;
As decisões de investimento em alternativas e projetos de economia e uso eficiente da energia passam, necessariamente, por uma análise de viabilidade econômica. Estas análises, em geral, utilizam-se de
ANÁLI L SE S S E S F I F NANCE C I E RA R S 1
ANÁLISES FINANCEIRAS 1 O Projeto de Negócios deve estar acompanhado do Quadro de Usos e Fontes, no qual constará o detalhamento dos investimentos a serem realizados para a construção e a operação e os
Engenharia de Software
Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia Engenharia de Software Prof Pedro Vunge www.pedrovunge.com I Semestre de 2018 Capítulo 1 Introdução SUMÁRIO Engenharia de Software Definição; Objectivos
Valor Presente Líquido
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engª de Produção 1 Valor Presente Líquido Fonte: Adaptado de Avaliação de Projetos de Invest., J.C. Lapponi, 2000
Valor Presente Líquido
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engª de Produção 1 Valor Presente Líquido Fonte: Adaptado de Avaliação de Projetos de Invest., J.C. Lapponi, 2000
1. Introdução II. Técnicas de Orçamento de Capital III. Estimativa dos Fluxos de Caixa
FEA - USP Graduação Ciências Contábeis EAC0511 Profa. Joanília Cia Tema 07 Decisões de Investimento e Orçamento de Capital 7. Decisões Estratégicas de Investimentos:Orçamento de Capital 1. Introdução II.
Como calcular a viabilidade de um projeto utilizando técnicas de análise de investimento: Payback Simples, VPL e TIR
Como calcular a viabilidade de um projeto utilizando técnicas de análise de investimento: Payback Simples, VPL e TIR Executamos projetos por diversos motivos: pessoais e organizacionais. Do ponto de vista
15/07/2014. Empreendedorismo ASPECTOS LEGAIS: ESTRUTURA DE CAPITALIZAÇÃO PLANO FINANCEIRO PARTE II. Objetivos de Aprendizagem. Atuação Empreendedora
Empreendedorismo Atuação Empreendedora Professor Mestre Humberto Fernandes Villela ASPECTOS LEGAIS: ESTRUTURA DE CAPITALIZAÇÃO PLANO FINANCEIRO PARTE II Objetivos de Aprendizagem Ao final deste módulo
Análise de Sistemas Aula 4
Análise de Sistemas Aula 4 Prof. Emerson Klisiewicz Contextualização Aula 4 Gerenciamento de Requisitos Refinamento de Requisitos Aprovação de Requisitos Matriz de Rastreabilidade O Sucesso Clientes satisfeitos
Módulo 6 Gestão Econômica e Financeira
Módulo 6 Gestão Econômica e Financeira Gestão do Pipeline Projeção de Vendas MBA GESTÃO COMERCIAL Estratégia e Inteligência Universo Competitiva Geração Suspects e Qualificação de Leads Prospects Argumentação
Análise de Viabilidade Econômica de Projetos de Investimento
Análise de Viabilidade Econômica de Projetos de Investimento ANÁLISE DE CENÁRIOS Prof. Luciel Henrique de Oliveira - [email protected] UNIFAE - São João da Boa Vista http://gp2unifae.wikispaces.com Análise
Matemática Financeira Moderna ANÁLISE DE INVESTIMENTOS EM ATIVOS REAIS
Matemática Financeira Moderna ANÁLISE DE INVESTIMENTOS EM ATIVOS REAIS ANÁLISE DE INVESTIMENTOS Os bens podem ser classificados em bens de consumo corrente e durável e ativos. Os bens de consumo corrente
Plano Financeiro. Projeto Empreendedor Redes de Computadores
Plano Operacional e Plano Financeiro Projeto Empreendedor Redes de Computadores Plano Operacional 1.Layout Por meio do layout ou arranjo físico, você irá definir como será a distribuição dos diversos setores
Retorno De Investimento (ROI)
10 12 14 M+ M- MR C + - / + 8 MC 7 8 9-4 5 6-1 2 0 Retorno De Investimento (ROI) 16 3. = INTRODUÇÃO A sua empresa ainda está pensando sobre a implementação de um sistema gerenciamento de ativos empresariais
COM A HP 12 C. 8º encontro
MATEMÁTICA FINANCEIRA COM A HP 12 C 8º encontro 09/09/2016 1 [email protected] 16 981057062 (Tim, WhatsApp) Blog admfreework.wordpress.com Facebook admfreework 09/09/2016 2 3 O VPL e a TIR permitem
Critérios alternativos para orçamento de capital
Critérios alternativos para orçamento de capital Roberto Guena de Oliveira 15 de setembro de 2014 Roberto Guena de Oliveira Critérios alternativos 15 de setembro de 2014 1 / 34 Tempo de payback O tempo
AULA SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE BANCO DE DADOS
AULA 05-06 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE BANCO DE DADOS Curso: Informática (Integrado) Disciplina: Banco de Dados Prof. Abrahão Lopes [email protected] Conceitos Banco de Dados Coleção de dados
Finanças em Projetos de TI. Profa. Liliam Sakamoto Aula 9
Finanças em Projetos de TI Profa. Liliam Sakamoto Aula 9 Assuntos da aula de hoje: Resumo das metodologias de análise de projetos de investimentos Aquisições Payback É o período de tempo necessário para
AULA 2 GERENCIAMENTO DE VIABILIDADE DE PROJETOS
FUNDAMENTOS DE FINANÇAS E VIABILIDADE AULA 2 AULA 2 GERENCIAMENTO DE VIABILIDADE DE PROJETOS Neste módulo veremos os processos envolvidos no planejamento, na estimativa, na determinação e no controle de
Plano de Projeto. Tema 3. Gerência de Projetos Profa. Susana M. Iglesias
Plano de Projeto Tema 3. Gerência de Projetos Profa. Susana M. Iglesias Modelos Empíricos Modelos de Estimativas de Custo e Esforço. Modelos Empíricos: Usam formulas empíricas para predizer esforço em
ASSUNTO DA APOSTILA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET
ASSUNTO DA APOSTILA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET JAMES A. O BRIEN CAPÍTULO 01 Páginas 10 à 17 1 DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2 JÁ COMENTADO AGORA VAMOS AOS DETALHES
O Que Veremos. Introdução. Introdução. Definindo Desempenho. Definindo Desempenho. Avaliando e Compreendendo o Desempenho
Ciência da Computação Arq. e Org. de Computadores Avaliando e Compreendendo o Desempenho O Que Veremos Avaliando e compreendendo o desempenho: Introdução Definindo desempenho Medindo o desempenho e seus
AULA 2 GERENCIAMENTO DE PROJETOS
AULA 2 GERENCIAMENTO DE PROJETOS Gestão de Projetos O que é um Projeto? O que é Gerência de Projeto? O que é um Projeto? Um empreendimento único e não-repetitivo, de duração determinada, formalmente organizado
Métodos de Valor Equivalente
1 Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Curso de Graduação em Engª de Produção Métodos de Valor Equivalente Fonte: Adaptado de Avaliação de Projetos de Invest., J.C. Lapponi, 2000
GERENCIAMENTO DOS CUSTOS DO PROJETO
GERENCIAMENTO DOS CUSTOS DO PROJETO O gerenciamento dos custos do projeto inclui os processos envolvidos em planejamento, estimativas, orçamentos, financiamentos, gerenciamento e controle dos custos, de
Banco de Dados II. Administrador de Banco de Dados - DBA. Portela
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHAO - UFMA Banco de Dados II Administrador de Banco de Dados - DBA Portela * DBA Introdução Atuação Responsabilidades 2 Atuação O Administrador de Banco de Dados (DBA) é o
Recursos e Tecnologias dos Sistemas de Informação:
Recursos e Tecnologias dos Sistemas de Informação: Um sistema de informação (SI) é uma combinação de pessoas, hardware, software, redes de comunicações e recursos de dados que coleta, transforma e dissemina
Medidas de Esforço de Desenvolvimento de Software
Medidas de Esforço de Desenvolvimento de Software Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Questão 1 O que você entende por Métricas de software? Questão 1 Resposta O que você entende por Métricas
GERENCIAMENTO DAS AQUISIÇÕES DO PROJETO
GERENCIAMENTO DAS AQUISIÇÕES DO PROJETO Gerenciamento das aquisições do projeto inclui os processos necessários para comprar ou adquirir produtos, serviços ou resultados externos à equipe do projeto. A
3 Descrição do zonasulatende.com
3 Descrição do zonasulatende.com 3.1. Tipos de layout Vrechopoulos, O Keefe, Doukidis e Siomkos (2004) realizaram uma investigação experimental a respeito do uso de três diferentes tipos de layout em um
SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE BANCO DE DADOS
SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE BANCO DE DADOS Curso: Técnico em Informática Disciplina: Banco de Dados / Programação Prof. Abrahão Lopes [email protected] Conceitos Dado um fato qualquer armazenado.
Capítulo 11 Métodos de Análise de Investimentos
Capítulo 11 Métodos de Análise de Investimentos Copyright@ Abelardo Puccini. 2009. Editora Saraiva. Taxa Mínima de Atratividade - 1 Taxa Mínima de Atratividade (i Min ) é o custo de oportunidadedo investidor.
Análise da Taxa de Retorno: Alternativa Única
ENGINEERING ECONOMY, Sixth Edition by Blank and Tarquin Análise da Taxa de Retorno: Alternativa Única Aula 14 Objetivos 2 1. Definição da Taxa de Retorno (TIR) 2. TIR usando VP e VF 3. Cuidados ao se utilizar
NBC TA 520 Procedimentos analíticos
NBC TA 520 Procedimentos analíticos Índice Item Introdução Alcance 1 Data de vigência 2 Objetivos 3 Definição 4 Requisitos Procedimentos analíticos substantivos 5 Procedimentos analíticos que auxiliam
INE 5101 Simulação Discreta. Simulação Discreta de Sistemas - Prof. Paulo Freitas - UFSC/CTC/INE
INE 5101 Simulação Discreta 1 Objetivos do curso Ao final deste curso você deverá saber: O que é modelagem e simulação de sistemas; Como funcionam programas de simulação; Como utilizar corretamente uma
ISO/IEC Processo de ciclo de vida
ISO/IEC 12207 Processo de ciclo de vida O que é...? ISO/IEC 12207 (introdução) - O que é ISO/IEC 12207? - Qual a finalidade da ISO/IEC 12207? Diferença entre ISO/IEC 12207 e CMMI 2 Emendas ISO/IEC 12207
Análise de Empreendimentos
Análise de Empreendimentos - Instrumentos auxiliares para o processo de tomada de decisões. - Avalia, antecipadamente, o desempenho econômico - financeiro de determinado empreendimento e, por conseqüência,
Criando o orçamento do projeto. Planejamento e Controle de Projetos 5 TADS FSR. Princípios básicos do orçamento. WBS (Work Breakdown Structure)
Criando o orçamento do projeto Planejamento e Controle de Projetos 5 TADS FSR Prof. Esp. André Luís Belini 2 Princípios básicos do orçamento WBS (Work Breakdown Structure) Você precisa de um orçamento
Estimativa por Use Case Point (UCP)
Estimativa por Use Case Point (UCP) A análise de sistemas Orientados a Objetos já utiliza, comumente, os diagramas de Casos de Uso (Use Cases) para descrever as funcionalidades do sistema de acordo com
Engenharia Econômica. Prof. Fernando Deschamps
Engenharia Econômica Prof. Fernando Deschamps [email protected] Pergunta #1 Você tem R$100.000,00 aplicados em uma caderneta de poupança que tem uma expectativa de render, mensalmente, em torno
Aula 3. Planejamento de Custos em Projetos
Aula 3 Planejamento de Custos em Projetos Objetivos Detalhes sobre Juros Simples e Compostos. Equivalência de taxas. Detalhes sobre Valor Presente Líquido, Taxa Interna de Retorno e Payback. O Valor do
Há uma forma ligeiramente diferente de lidar com essas duas situações
Documentação do projeto de rede Você poderá estar preparando um projeto de rede Para responder a um Request For Proposal (RFP), ou Carta Consulta, Licitação, etc. Sem RFP, como parte de suas atribuições
Matemática Financeira e Análise de Investimentos
e Análise de Investimentos 1 Matemática Financeira e Análise de Investimentos Objetivos 1. Conceitos fundamentais em capitalização simples e compostos 2. Cálculo de juros e descontos 3. Atualização de
Introdução aos sistemas de informação
Introdução aos sistemas de informação Sistemas de Informação Sistemas de Informação Um conjunto de informações relacionadas que coletam, manipulam e disseminam dados e informações e fornecem realimentação
4/14/11. Processos de Engenharia de Requisitos. Engenharia de requisitos. Elicitação e análise. A espiral de requisitos
Processos de engenharia de requisitos Processos de Engenharia de Requisitos Os requisitos e as formas de obtê-los e documentálos variam drasticamente de um projeto para o outro Contudo, existe uma série
Demonstrações Financeiras e sua Análise. Administração Financeira Prof. Fabini Hoelz Bargas Alvarez
Demonstrações Financeiras e sua Análise Administração Financeira Prof. Fabini Hoelz Bargas Alvarez Relatório da Administração Carta aos acionistas: comunicação de iniciativa da administração da empresa.
Professor Emiliano S. Monteiro
Professor Emiliano S. Monteiro To-Do Doing Done Conhecer os processos de desenvolvimento habilita o aluno a realizar uma melhor escolha de processo para uso em projetos futuros. A vantagem de conhecer
20/3/2012. Gerenciamento Estratégico de Dados. Gerenciamento Estratégico de Dados. Gerenciamento Estratégico de Dados. Prof. Luiz A.
Prof. Luiz A. Nascimento Principais ferramentas: Banco de Dados ERP (módulo BI) ETL Data Mart Data Warehouse Data Mining Planilha Eletrônica OLAP OLAP 1 Classificação das ferramentas: Construção extração
Documentação de Software. Simone Vasconcelos
Documentação de Software Simone Vasconcelos 1 Contexto Qualquer software deve ter uma quantidade razoável de documentação.! Documentos de trabalho.! Manuais de usuário produzidos profissionalmente. Em
Gestão Financeira. Apresentação de práticas de gestão
Gestão Financeira Apresentação de práticas de gestão Registro financeiro REGIME DE COMPETÊNCIA REGIME DE CAIXA Registro financeiro Objetivos Contábil Fornece dados sobre valor e composição do patrimônio
VAL = /1, /1, /1,331 = 550 >0 => Investir!
ISCTE IBS LICENCIATURA EM GESTÃO FINANÇAS DA EMPRESA RESOLUÇÃO EXAME 1ª ÉPOCA CASO 1 (7,5 valores) Uma empresa está a estudar a viabilidade de um projecto de expansão com as seguintes projecções financeiras
Auditoria de controles organizacionais. Prof. Dr. Joshua Onome Imoniana
Auditoria de controles organizacionais Prof. Dr. Joshua Onome Imoniana Definição de controles organizacionais Os controles organizacionais e operacionais são os controles administrativos instalados nos
a) 3,2,1,4 b) 4,3,2,1 c) 2,1,4,3 d) 4,3,1,2 e) 1,3,4,2
INSTRUÇÕES: A duração desta prova é de 3 horas. As questões possuem alternativas de resposta (a, b, c, d, e) e somente uma delas está correta. O caderno contém 15 questões, a reposta certa deve ser marcada
RETURN ON INVESTMENT EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
RETURN ON INVESTMENT EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Rodrigo Costa GUIMARÃES 1 Mário Augusto Andreta CARVALHO² RESUMO: Este artigo apresenta algumas definições que envolvem ROI, que em inglês significa Return
Engenharia de Software.
Engenharia de Software Prof. Raquel Silveira O que é (Rational Unified Process)? É um modelo de processo moderno derivado do trabalho sobre a UML e do Processo Unificado de Desenvolvimento de Software
Prof. Marcelo Delsoto
Orçamento de Capital Sem Riscos Orçamento de capital refere-se aos métodos para avaliar, comparar e selecionar projetos que obtenham o máximo retorno (lucro) ou, a máxima riqueza (valor das ações no mercado)
Estimativa de Esforço. Estimativas de Software. Subjetividade da Estimativa. Incerteza de Estimativa. Técnicas de Estimativas
DCC / ICEx / UFMG Estimativa de Esforço Estimativas de Software Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo É difícil fazer uma estimativa precisa de esforço de desenvolvimento Os requisitos
- Gestão Estratégica - Discussão
Programa de Consolidação em Aprendizagem - Gestão Estratégica - Discussão GESTÃO ESTRATÉGICA 1. BSC clássico X BSC no setor público Adequação (ou não) das perspectivas atuais contempladas no Mapa Estratégico
AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS EM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS EM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Prof Panesi São Paulo 2017 Sumário INTRODUÇÃO... 1 MÉTODOS DE AVALIAÇÃO... 3 1) Tempo de Retorno (Tr ) ou Payback... 3 2) Taxa interna de retorno
PREPARAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE ORÇAMENTOS VARIÁVEIS DE DESPESAS. Tiago Pereira
PREPARAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE ORÇAMENTOS VARIÁVEIS DE DESPESAS Tiago Pereira 1 O QUE É ISSO? Escalas de custos ou despesas que indicam, para cada subdivisão da empresa, de que modo cada item de despesa deve
ISO/IEC 12207: Manutenção
ISO/IEC 12207: Manutenção O desenvolvimento de um sistema termina quando o produto é liberado para o cliente e o software é instalado para uso operacional Daí em diante, deve-se garantir que esse sistema
Iniciação: Ênfase sobre a gestão de projetos individuais
Iniciação: Ênfase sobre a gestão de projetos individuais Os processos de iniciação são os mesmos para empresas ETO e de produção seriada? Iniciação e Gestão de Portfólio Empresa de Produção seriada Empresa
Avaliação de Investimentos e financiamentos
Avaliação de Investimentos e financiamentos 1 Conceito de Investimento Aplicação de Capital ou Investimento é o fato de se empregar recursos visando obter benefícios futuros. Abertura de uma nova fábrica
Resposta da Lista de exercícios com data de entrega para 27/04/2017
Resposta da Lista de exercícios com data de entrega para 27/04/2017 1. Considere um custo de capital de 10% e admita que lhe sejam oferecidos os seguintes projetos: a) Considerando que os dois projetos
Engenharia de Software
Engenharia de Software Tópico 1 - Visão Geral da Engenharia de Software Sistemas Computacionais o Definição e conceitos básicos o Evolução do desenvolvimento Natureza do produto software Definição de Engenharia
